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	<title>Afonso Pires Faria, Autor em Cultura de Fato</title>
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	<description>Cultura para evocar inteligência, responsabilidade e ética!</description>
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	<title>Afonso Pires Faria, Autor em Cultura de Fato</title>
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		<title>É evolução mesmo?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Afonso Pires Faria]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 05 Jun 2026 02:59:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Filosofia e História]]></category>
		<category><![CDATA[Política e Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Frédéric Bastiat]]></category>
		<category><![CDATA[Pieter Bruegel]]></category>
		<category><![CDATA[Ronald Reagan]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>“O Estado prometeu justiça e segurança — coisas que antes não havia necessidade de imposição e que, no fim, ele falhou em entregar. Prometeu também equidade, para que ninguém fosse lesado.”</p>
<p>O post <a href="https://culturadefato.com.br/e-evolucao-mesmo/">É evolução mesmo?</a> apareceu primeiro em <a href="https://culturadefato.com.br">Cultura de Fato</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="has-text-align-center wp-block-paragraph">“<em>O Estado é a grande ficção através da qual todos tentam viver à custa de todos os outros.</em>”<br><span data-tooltip-position="top" data-tooltip="Frédéric Bastiat (1801-1850) foi economista e jornalista francês. A maior parte de sua obra foi escrita durante os anos que antecederam e que imediatamente sucederam a Revolução de 1848.">Frédéric Bastiat</span> (1801-1850)</p>



<p class="has-text-align-center wp-block-paragraph">“<em>O governo não é a solução para o nosso problema; o governo é o problema.</em>”<br><span data-tooltip-position="top" data-tooltip="Ronald Wilson Reagan (1911-2004) foi o 33.º Governador da Califórnia e o 40.º presidente dos Estados Unidos, durante dois mandatos, de 1981 até 1989.">Ronald Reagan</span> (1911-2004)</p>



<hr class="wp-block-separator has-alpha-channel-opacity is-style-wide"/>



<br>



<p class="has-drop-cap wp-block-paragraph">Nos primórdios da humanidade, os homens buscavam na natureza e na caça apenas o necessário para a própria sobrevivência. Com o tempo, essa busca passou a incluir também o sustento da família, evoluindo da coleta e caça para o cultivo da terra. O que faltava a um, ele adquiria de outro através da troca direta de mercadorias — o conhecido escambo.</p>



<p class="wp-block-paragraph">No entanto, com a diversificação dos produtos e a dificuldade de mensurar o valor de cada item, surgiu a moeda. Inicialmente, um único bem serviu como base de valor para todas as transações, até que a própria moeda oficial foi adotada.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O trabalho passou a ser especializado e remunerado. O carpinteiro produzia a madeira e recebia por isso; o construtor erguia as estruturas; o artista demonstrava sua arte em troca de donativos. Quando o trabalho exigia um espaço mais adequado, o dono de um estabelecimento cedia o local e, em troca, ficava com uma porcentagem do lucro gerado. Tudo funcionava de maneira orgânica e autônoma, e eventuais desavenças eram resolvidas naturalmente com o passar do tempo.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Mas eis que surgiu uma “brilhante” ideia: a criação de um ente que regulasse tudo e todos. O objetivo era evitar conflitos decorrentes do descumprimento de regras. Assim, criou-se o Estado, encarregado de ditar comportamentos, trocas e relações sociais. A partir desse momento, tudo passou a depender do crivo estatal.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O Estado prometeu justiça e segurança — coisas que antes não havia necessidade de imposição e que, no fim, ele falhou em entregar. Prometeu também equidade, para que ninguém fosse lesado. Contudo, para que o sistema funcionasse sob suas regras, tudo passou a ser subordinado ao aparato governamental. Quanto mais o Estado atuava, mais cobrava por isso e menos entregava como resultado.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Hoje, nada pode ser feito livremente sem a chancela deste “leviatã”. Estamos entregando nossa liberdade em troca de uma segurança que não possuímos, mas que somos obrigados a pagar de qualquer forma. O fruto de toda essa arrecadação é distribuído de maneira conveniente àqueles que estão no poder. O que antes era fruto de livre negociação, hoje só se concretiza mediante autorização estatal — um processo que muitas vezes só favorece quem possui vínculos políticos ou quem recorre a favores dentro da própria entidade fiscalizadora.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Com isso, criaram-se duas castas distintas, diferenciadas por sua proximidade ou alinhamento com o aparato estatal: aos amigos do rei, os favores da lei; aos opositores, os rigores dela.</p>



<br>



<p class="has-text-align-right wp-block-paragraph">Por&nbsp;<a href="https://culturadefato.com.br/author/afonsopiresfaria/">Afonso Pires Faria</a>.<br>O autor é titular do&nbsp;<em>blog</em>&nbsp;<a href="https://kcetadasdoafonso.blogspot.com/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">kacetadasdoafonso.blogspot.com</a>.</p>



<br>



<p class="has-background has-very-light-gray-background-color wp-block-paragraph"><strong>Notas da editoria:</strong><br><br>A imagem da capa é um recorte da obra: “<em><a href="https://artvee.com/dl/the-village-lawyers-office/" target="_blank" rel="noreferrer noopener nofollow">The Village Lawyer’s Office</a></em>” (1618), de <span data-tooltip-position="top" data-tooltip="Pieter Bruegel (1564-1638), o Jovem foi um pintor de Brabante. Ele nasceu e foi criado em Bruxelas e era filho de Pieter Bruegel, o Velho e irmão de Jan Brueghel. ">Pieter Bruegel, o Jovem</span> (1564-1638).<br><br><strong>Sobre a imagem</strong>: A pintura retrata um escritório jurídico repleto de documentos, requerentes e formalidades. Homens e mulheres aguardam diante do advogado para apresentar demandas e resolver questões que já não podem ser tratadas diretamente entre as partes. Em meio a pilhas de papéis, registros e procedimentos, a cena evidencia a crescente dependência de intermediários, autorizações e estruturas administrativas para conduzir aspectos da vida cotidiana.</p>



<br>



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<h2 class="wp-block-heading has-text-align-center">Artigos similares:</h2>



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<p class="has-text-align-center wp-block-paragraph"><br><em><a href="https://culturadefato.com.br/em-prol-do-estado-todos-contra-todos/" type="link" id="https://culturadefato.com.br/em-prol-do-estado-todos-contra-todos/">Em prol do Estado: todos contra todos!</a></em>,<br>por <a href="https://culturadefato.com.br/author/josemonirnasser/">José Monir Nasser</a></p>
</div></section>



<section id="col-gma1c95c" class="col-gma1c95c gutentor-carousel-item wp-block-gutentor-m0-col"><div id="section-gma1c95c" class="section-gma1c95c gutentor-col-wrap">
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<p class="has-text-align-center wp-block-paragraph"><br><em><a href="https://culturadefato.com.br/o-estado-nao-deve-decidir-quem-esta-autorizado-a-dirigir/" type="link" id="https://culturadefato.com.br/o-estado-nao-deve-decidir-quem-esta-autorizado-a-dirigir/">O Estado não deve decidir quem está autorizado a dirigir</a></em>, por <a href="https://culturadefato.com.br/author/daniellabassi/">Daniella Bassi</a></p>
</div></section>



<section id="col-g-k3w01hl" class="col-g-k3w01hl gutentor-carousel-item wp-block-gutentor-m0-col"><div id="section-g-k3w01hl" class="section-g-k3w01hl gutentor-col-wrap">
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<p class="has-text-align-center wp-block-paragraph"><br><em><a href="https://culturadefato.com.br/pode-haver-justica-fora-do-estado-sim/" type="link" id="https://culturadefato.com.br/pode-haver-justica-fora-do-estado-sim/">Pode haver justiça fora do Estado? Sim</a></em>,<br>por <a href="https://culturadefato.com.br/author/rowanparchi/">Rowan Parchi</a></p>
</div></section>



<section id="col-gm08f111" class="col-gm08f111 gutentor-carousel-item wp-block-gutentor-m0-col"><div id="section-gm08f111" class="section-gm08f111 gutentor-col-wrap has-color-bg has-custom-bg">
<div id="section-ga02353" class="section-ga02353 gutentor-element gutentor-element-image wp-block-gutentor-e6 text-align-center-desktop"><div class="gutentor-element-image-box"><a class="gutentor-element-image-link"><div class="gutentor-image-thumb"><img decoding="async" class="normal-image" src="https://culturadefato.com.br/wp-content/uploads/2023/12/ViolenciaPelaPaz.jpg" alt="Obra: &quot;Violence For Peace&quot;, por Tirthankar Biswas."/></div></a></div></div>



<p class="has-text-align-center wp-block-paragraph"><a href="https://culturadefato.com.br/postagens-selecionadas-do-telegram-marco-de-2023/"></a><br><em><a href="https://culturadefato.com.br/precisamos-falar-sobre-os-crimes-do-estado-contra-o-individuo/">Precisamos falar sobre os crimes do Estado contra o indivíduo</a></em>, por <a href="https://culturadefato.com.br/author/variusavitusbassianus/">Varius Avitus Bassianus</a></p>
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<p class="has-text-align-center wp-block-paragraph"><a href="https://culturadefato.com.br/postagens-selecionadas-do-telegram-marco-de-2023/"></a><br><a href="https://culturadefato.com.br/como-o-estado-monopoliza-a-violencia/"><em>Como o Estado monopoliza a violência?</em></a>,<br>por <a href="https://culturadefato.com.br/author/marcellomazzilli/">Marcello Mazzilli</a></p>
</div></section>



<section id="col-gmf3ee14" class="col-gmf3ee14 gutentor-carousel-item wp-block-gutentor-m0-col"><div id="section-gmf3ee14" class="section-gmf3ee14 gutentor-col-wrap has-color-bg has-custom-bg">
<div id="section-ga8e64c" class="section-ga8e64c gutentor-element gutentor-element-image wp-block-gutentor-e6 text-align-center-desktop"><div class="gutentor-element-image-box"><a class="gutentor-element-image-link"><div class="gutentor-image-thumb"><img decoding="async" class="normal-image" src="https://culturadefato.com.br/wp-content/uploads/2021/05/SigningOfTheConstitution.jpg" alt="Recorte da obra: &quot;Scene at the Signing of the Constitution of the United States&quot;, criada por Howard Chandler Christy (1872 - 1952) em 1940."/></div></a></div></div>



<p class="has-text-align-center wp-block-paragraph"><a href="https://culturadefato.com.br/postagens-selecionadas-do-telegram-marco-de-2023/"></a><br><em><a href="https://culturadefato.com.br/as-contradicoes-inerentes-ao-estado/">As contradições inerentes ao Estado</a></em>,<br>por <a href="https://culturadefato.com.br/author/murrayrothbard/">Murray N. Rothbard</a></p>
</div></section>



<section id="col-gm6571fa" class="col-gm6571fa gutentor-carousel-item wp-block-gutentor-m0-col"><div id="section-gm6571fa" class="section-gm6571fa gutentor-col-wrap has-color-bg has-custom-bg">
<div id="section-gb4f284" class="section-gb4f284 gutentor-element gutentor-element-image wp-block-gutentor-e6 text-align-center-desktop"><div class="gutentor-element-image-box"><a class="gutentor-element-image-link"><div class="gutentor-image-thumb"><img decoding="async" class="normal-image" src="https://culturadefato.com.br/wp-content/uploads/2020/12/PositivoNegativo.jpg" alt="Positivo e Negativo"/></div></a></div></div>



<p class="has-text-align-center wp-block-paragraph"><a href="https://culturadefato.com.br/postagens-selecionadas-do-telegram-marco-de-2023/"></a><br><em><a href="https://culturadefato.com.br/como-o-estado-deforma-a-etica/">Como o Estado deforma a ética</a></em>,<br>por <a href="https://culturadefato.com.br/author/hanssennholz/">Hans F. Sennholz</a></p>
</div></section>



<section id="col-gm0e78ba" class="col-gm0e78ba gutentor-carousel-item wp-block-gutentor-m0-col"><div id="section-gm0e78ba" class="section-gm0e78ba gutentor-col-wrap has-color-bg has-custom-bg">
<div id="section-g63958e" class="section-g63958e gutentor-element gutentor-element-image wp-block-gutentor-e6 text-align-center-desktop"><div class="gutentor-element-image-box"><a class="gutentor-element-image-link"><div class="gutentor-image-thumb"><img decoding="async" class="normal-image" src="https://culturadefato.com.br/wp-content/uploads/2025/05/TheCaptiveFromSterne_JosephWrightDerby.jpg" alt="Obra: &quot;The Captive from Sterne&quot; (1774), de Joseph Wright (1734 - 1797)."/></div></a></div></div>



<p class="has-text-align-center wp-block-paragraph"><br><em><a href="https://culturadefato.com.br/um-cativeiro-confortavel/">Um cativeiro confortável</a></em>,<br>por <a href="https://culturadefato.com.br/author/alexpipkin/">Alex Pipkin</a></p>
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<section id="col-gm10f588" class="col-gm10f588 gutentor-carousel-item wp-block-gutentor-m0-col"><div id="section-gm10f588" class="section-gm10f588 gutentor-col-wrap has-color-bg has-custom-bg">
<div id="section-g1eb3e1" class="section-g1eb3e1 gutentor-element gutentor-element-image wp-block-gutentor-e6 text-align-center-desktop"><div class="gutentor-element-image-box"><a class="gutentor-element-image-link"><div class="gutentor-image-thumb"><img decoding="async" class="normal-image" src="https://culturadefato.com.br/wp-content/uploads/2024/10/FloodAtPont-Marley.jpg" alt="Obra: &quot;Flood at Pont-Marley&quot; (1876), por Alfred Sisley (1839 - 1899)."/></div></a></div></div>



<p class="has-text-align-center wp-block-paragraph"><a href="https://culturadefato.com.br/postagens-selecionadas-do-telegram-marco-de-2023/"></a><br><em><a href="https://culturadefato.com.br/o-governo-deve-parar-de-tentar-ajudar-as-vitimas-de-desastres-naturais/">O governo deve parar de tentar ajudar as vítimas de desastres naturais</a></em>, por <a href="https://culturadefato.com.br/author/ronpaul/">Ron Paul</a></p>
</div></section>
</div></div><div class="gutentor-block-shape-bottom"></div></section>



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		<title>Ladeira abaixo</title>
		<link>https://culturadefato.com.br/ladeira-abaixo/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Afonso Pires Faria]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 04 Nov 2023 03:39:18 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Filosofia e História]]></category>
		<category><![CDATA[Política e Economia]]></category>
		<category><![CDATA[1984]]></category>
		<category><![CDATA[George Orwell]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>“Nos fins dos anos 40 o escritor George Orwell já alertava através de sua obra '1984', o que nos esperava. Claro que ninguém o levou a sério. Seria impossível alguém acreditar que no futuro, em vez de evoluirmos, regrediríamos a ponto de aceitar uma idiotice tão grande tal como se criar um 'ministério da verdade'.”</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="has-text-align-center wp-block-paragraph"><em>Antes de iniciar a leitura deste artigo, <a href="https://www.dadosmundiais.com/qi-por-pais.php">clique aqui</a>, e obtenha o QI médio por país. </em></p>



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<p class="has-drop-cap wp-block-paragraph">Como pode um povo inteiro ficar tão debilitado mental e cognitivamente?</p>



<p class="wp-block-paragraph">Nos fins dos anos 40 o escritor <span data-tooltip-position="top" data-tooltip="George Orwell (1903 – 1950) é pseudônimo do escritor inglês Eric Arthur Blair.">George Orwell</span> já alertava através de sua obra “<a href="https://culturadefato.com.br/downloads/artes_e_literatura/2020/1984-george-owell.pdf" target="_blank" rel="noreferrer noopener nofollow">1984</a>”, o que nos esperava. Claro que ninguém o levou a sério. Seria impossível alguém acreditar que no futuro, em vez de evoluirmos, regrediríamos a ponto de aceitar uma idiotice tão grande tal como se criar um “ministério da verdade”. Ou que se admitiria, em vez de criarmos maior número de palavras para nos comunicarmos, aceitaríamos de forma velada, a supressão das que usamos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O que falta para aceitarmos estas evidências? O tal ministério, ao qual se referia o autor, se não foi criado com o mesmo nome, teve a sua atuação turbinada e está aí para quem quiser ver. Tem muito mais poder pois não é um simples departamento e sim um dos três poderes da República.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Quanto à linguagem, é nítido o seu empobrecimento. Liguem&nbsp;o rádio em uma emissora qualquer e vejam a pobreza vocabular dos seus locutores. Os pronomes pessoais foram todos suprimidos e substituídos pela expressão “a gente”. Utilização indevida de termos que nada dizem e somente tornam a comunicação truncada como “aí”, “né”, “hã”, “tá” e muitas outras, que tornam a nossa comunicação um amontoado de palavras soltas, que pouco ou nada dizem de concreto.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Os erros de pronúncia como “a grama”, “récorde” e expressões totalmente desconexas como &#8220;estádio completamente lotado&#8221;, “eu acho que, com certeza” são usuais. Isto tudo dito por profissionais da comunicação. Eles foram treinados para fazer exatamente assim.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O pior ainda é que foi tudo planejado por aqueles que segundo autores renomados, perderam a guerra fria. Perderam nada. Mudaram a estratégia e estão cumprindo os seus propósitos com muita eficiência. Em breve estaremos todos enjaulados e grunhindo.</p>



<br>



<p class="has-text-align-right wp-block-paragraph">Por <a href="https://culturadefato.com.br/author/afonsopiresfaria/">Afonso Pires Faria</a>.<br>O autor é titular do <em>blog</em> <a href="https://kcetadasdoafonso.blogspot.com/" target="_blank" rel="noreferrer noopener nofollow">kacetadasdoafonso.blogspot.com</a>.</p>



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<p class="has-background has-very-light-gray-background-color wp-block-paragraph"><strong>Notas da editoria:</strong><br><br>Imagem da capa: “<em>Parábola, cego guiando o cego</em>” (1568), por <span data-tooltip-position="top" data-tooltip="Pieter Bruegel the Elder (Brueghel), o Velho: pintor e gravurista holandês, nasceu entre 1525 e 1530 e faleceu em 1569.">Pieter Bruegel</span> (1525/1530 – 1569).</p>



<br>
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