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	<title>Amir Kanitz, Autor em Cultura de Fato</title>
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	<description>Cultura para evocar inteligência, responsabilidade e ética!</description>
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	<title>Amir Kanitz, Autor em Cultura de Fato</title>
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		<title>O fascista manso</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Amir Kanitz]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 21 May 2021 03:00:15 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Filosofia e História]]></category>
		<category><![CDATA[Comunidade]]></category>
		<category><![CDATA[Cristianismo]]></category>
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		<category><![CDATA[Fascismo]]></category>
		<category><![CDATA[Liberdade]]></category>
		<category><![CDATA[Paul Valéry]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Se nenhum poder for maior que o poder estatal, e se nenhuma lei for mais importante que as leis feitas pelo Estado, você reconhece e alimenta o coletivismo forçado que outrora foi tentado pelo fascismo, mas que já há muito foi efetivado por "democratas".</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p class="has-text-align-center">“<em>Um Estado é tanto mais forte quanto pode conservar em si mesmo o que vive e age contra ele.</em>”,<br><span data-tooltip-position="top" data-tooltip="Ambroise-Paul-Toussaint-Jules (1871 - 1945): escritor francês.">Paul Valéry</span> (1871 &#8211; 1945).</p>



<hr class="wp-block-separator is-style-wide"/>



<br>



<p class="has-drop-cap">Quando você se acostuma à ideia de que o poder regulador da sua vida vem do Estado, atenção: você pode ter se tornado um fascista manso.<br>Se nenhum poder for maior que o poder estatal, e se nenhuma lei for mais importante que as leis feitas pelo Estado, você reconhece e alimenta o coletivismo forçado que outrora foi tentado pelo fascismo, mas que já há muito foi efetivado por &#8220;democratas&#8221;. Sem percebermos fomos aceitando que tudo fosse feito pelo Estado, para o Estado, nada fora do Estado. Bem alinhado ao gosto de <span data-tooltip-position="top" data-tooltip="Benito Mussolini (1883 - 1945): Político italiano que liderou o Partido Nacional Fascista.">Benito Mussolini</span>.</p>



<p>Reflita com sinceridade, você já não se acostumou com isso?</p>



<p>Se você não consegue imaginar outro poder que deva ser maior que o Estado e outra regra que seja mais válida que a legislação criada por políticos, é porque você também nem sabe mais o que é liberdade, o que é comunidade, o que é família e nem mesmo o que é cristianismo.</p>



<p>Talvez você alimente com paixão o desejo de que o Estado se alinhe a uma determinada ideologia ao mesmo tempo que afasta outras. Mas ainda assim é o Estado a sua referência máxima.</p>



<p>Isso ocorre porque toda a sua atenção está voltada à alternância de governantes, e nem reflete sobre como esse jogo é insuficiente para definir a Verdade, Ordem e Juíz que deveriam regular a sua vida.</p>



<p>Perdendo isso de vista você só é interessante pelo fato de ser um eleitor. E por mais que festejem essa condição, não há dignidade no simples fato de ser um eleitor.</p>



<p>A sua dignidade pode ser medida por aquilo que você respeita, teme e no que deposita esperança. E se a resposta for o Estado e um ou outro governante, você já aceitou a máxima fascista.</p>



<br>



<p class="has-text-align-right">Escrito por <a href="https://culturadefato.com.br/author/amirkanitz/">Amir Kanitz</a>.<br>O autor é Sociólogo e Professor.</p>



<p class="has-text-align-right">Publicado originalmente no <em><a href="https://www.puggina.org/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">website</a></em> de <a href="https://www.puggina.org/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Percival Puggina</a>, em 18 de maio 2021.<br><a href="https://www.puggina.org/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Puggina</a> é membro da Academia Rio-Grandense de Letras, arquiteto, empresário e escritor.</p>



<br>



<p class="has-background has-very-light-gray-background-color"><strong>Nota do editor:</strong><br><br>A imagem associada a esta postagem ilustra <span data-tooltip-position="top" data-tooltip="George Orwell (1903 – 1950) é pseudônimo do escritor inglês Eric Arthur Blair."><em>George Orwell</em></span>, autor de distopias clássicas como “<a href="https://culturadefato.com.br/downloads/artes_e_literatura/2020/1984-george-owell.pdf" target="_blank" rel="noreferrer noopener">1984</a>” e “A revolução dos bichos”.</p>



<br>
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