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	<title>P. Andrew Sandlin, Autor em Cultura de Fato</title>
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	<description>Cultura para evocar inteligência, responsabilidade e ética!</description>
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	<title>P. Andrew Sandlin, Autor em Cultura de Fato</title>
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		<title>Cristianismo: mãe da liberdade política</title>
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		<dc:creator><![CDATA[P. Andrew Sandlin]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 17 Feb 2025 23:47:39 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Filosofia e História]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>“O cristianismo herdou da fé veterotestamentária a crença inabalável no Deus soberano e transcendente, que está acima de todos e julga toda a humanidade, incluindo seus sistemas de governo civil. A ordem política nunca é suprema.”</p>
<p>O post <a href="https://culturadefato.com.br/cristianismo-mae-da-liberdade-politica/">Cristianismo: mãe da liberdade política</a> apareceu primeiro em <a href="https://culturadefato.com.br">Cultura de Fato</a>.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p class="has-text-align-center">“<em>A liberdade não tem subsistido fora do cristianismo.</em>”<br><span data-tooltip-position="top" data-tooltip="John Emerich Edward Dalberg-Acton (1834 - 1902), 1º barão Acton, foi um historiador britânico.">Lord Acton</span> (1834 &#8211; 1902)</p>



<hr class="wp-block-separator has-alpha-channel-opacity is-style-wide"/>



<br>



<p class="has-drop-cap">A força política mais libertadora na história da humanidade tem sido o cristianismo (<a href="https://www.bibliaonline.com.br/acf/jo/8/36" target="_blank" rel="noreferrer noopener nofollow">Jo 8.36</a>). O cristianismo ramificou-se do tronco da religião hebraica piedosa do Antigo Testamento, e a antiga nação hebraica (antes da era dos reis [<a href="https://www.bibliaonline.com.br/acf/1sm/8" target="_blank" rel="noreferrer noopener nofollow">1Sm 8</a>]) foi sem dúvida a sociedade mais libertária na história da humanidade. O cristianismo herdou da fé veterotestamentária a crença inabalável no Deus soberano e transcendente, que está acima de todos e julga toda a humanidade, incluindo seus sistemas de governo civil. A ordem política nunca é suprema.</p>



<br>



<h2 class="wp-block-heading">1. O Mundo Antigo</h2>



<br>



<p>O cristianismo destruiu a unidade do antigo mundo pagão. A fonte dessa unidade era o Estado, geralmente identificado com a própria sociedade, no topo do qual estava um grande líder político, um rei ou imperador, que pensava ser um deus ou semelhante a deus. A unidade do antigo mundo pagão consistia na divinização da ordem temporal na forma do Estado.</p>



<p>Mas o cristianismo reconhecia “outro rei” (<a href="https://www.bibliaonline.com.br/acf/atos/17" target="_blank" rel="noreferrer noopener nofollow">At 17.7</a>). Embora não por meios anarquistas, os primeiros cristãos reconheciam que nenhuma autoridade terrena, especialmente autoridade política, poderia ser suprema, pois somente a autoridade de Deus é suprema.</p>



<p>Ao esclarecer a cristologia (a doutrina de Jesus Cristo) ortodoxa, o <span data-tooltip-position="top" data-tooltip="O Concílio de Calcedónia ou Calcedônia foi um concílio ecuménico que se realizou de 8 de outubro a 1 de novembro de 451 em Calcedónia, uma cidade da Bitínia, na Ásia Menor, frente a Constantinopla.">Concílio de Calcedônia</span> (451 a.C.) <span data-tooltip-position="top" data-tooltip="O Concílio de Calcedônia emitiu a definição de Calcedônia, que repudiava a noção de uma única natureza em Cristo, e declarou que ele tem duas naturezas em uma pessoa e hipóstase.">lançou</span> o fundamento da liberdade ocidental. Apenas Jesus Cristo é divino e humano, plenamente Deus e plenamente Homem, a única ligação entre céu e terra. Ele é o único Mediador divino-humano. Essa decisão repudiava dramaticamente toda divinização da ordem temporal. Nenhum Estado, nenhuma igreja, nenhuma família, poderia ser Deus ou semelhante a Deus.</p>



<p>Esse reconhecimento colocou o cristianismo patrístico em rota de colisão com a política clássica. Os primeiros cristãos foram perseguidos de maneira selvagem, não porque adoravam a Jesus Cristo, mas porque recusavam adorar ao imperador romano. As sociedades politeístas encorajam a adoração de divindades. Elas resistem à exclusão de todas as divindades, particularmente o Estado, excetuando-se a Divindade verdadeira, o Deus da Bíblia.</p>



<br>



<h2 class="wp-block-heading">2. O Mundo Medieval
</h2>



<br>



<p>No mundo medieval, a Igreja Latina tornou-se uma força de compensação na sociedade, verificando e limitando a autoridade do Estado. De fato, na maior parte do tempo, o tamanho e a força da igreja excederam em muito a de qualquer Estado em particular. Lord Acton estava correto ao sugerir que a prática da liberdade política no Ocidente surgiu, em grande parte, a partir deste conflito medieval Igreja-Estado. Em adição, o mundo medieval, a despeito dos seus muitos defeitos, apoiou uma grande medida de liberdade política ao promover várias instituições humanas além da igreja que alegavam fidelidade ao homem: a família, a confraria, o senhor feudal, e assim por diante. Isso significou que o Estado tinha de compartilhar sua autoridade com outras instituições igualmente legítimas. Nenhuma instituição humana pode exercer autoridade suprema.</p>



<br>



<h2 class="wp-block-heading">3. O Mundo Moderno</h2>



<br>



<p>As limitações constitucionais do poder político, das quais surgiu a prática de democracias constitucionais dos séculos 18 e 19, começaram na Inglaterra cristã com a Carta Magna. A Inglaterra também realizou o primeiro ataque bem sucedido contra a doutrina maligna do direito divino dos reis durante a <span data-tooltip-position="top" data-tooltip="A Revolução Puritana foi uma guerra civil que teve início na Inglaterra em 1642, quando o exército do rei Carlos I entrou em confronto com o exército do Parlamento inglês, e terminou em 1649 com a derrota do monarca, simbolizando o fim do absolutismo em território inglês.">Revolução Puritana</span> na primeira metade do século 17; e em 1688-89, durante a <span data-tooltip-position="top" data-tooltip="Revolução Gloriosa foi uma série de eventos transcorridos entre 1688 e 1689, na Inglaterra, e que levaram à deposição do rei Jaime II, o qual foi substituído por sua filha Maria II e seu marido (também sobrinho de Jaime).">Gloriosa Revolução de Guilherme e Maria</span>, ela colocou o último prego no caixão desta ameaça duradoura à liberdade política. A fundação dos Estados Unidos foi a maior experiência em liberdade política daquele tempo, e ela funcionou conscientemente com base em certas premissas distintamente cristãs.</p>



<p>Os Fundadores, por exemplo, reconheceram a doutrina bíblica do pecado original e da depravação humana, e portanto criaram um sistema de governo civil que dividiu a tomada de decisão entre vários ramos e que não outorgou muito poder a nenhum ramo do governo civil. Segundo, eles argumentaram que o papel do governo civil é assegurar os direitos de “vida, liberdade e felicidade”, com os quais Deus, como Criador, dotou todos os homens. Em terceiro lugar, reconhecendo a doutrina bíblica de que o governo civil deveria proteger as minorias (<a href="https://www.bibliaonline.com.br/acf/ex/23/9" target="_blank" rel="noreferrer noopener nofollow">Ex 23.9</a>), eles elaboraram uma constituição à qual juntaram uma Declaração de Direitos, inibindo assim o surgimento de uma tirania resultante de uma rápida mudança política segundo o capricho da opinião democrática.</p>



<p>A liberdade política como refletida na separação de poderes, bem como nas fiscalizações e contra balanços; o papel do Estado em proteger a vida, liberdade e propriedade; e a proteção constitucional dos direitos das minorias – todos estes foram legados do cristianismo ao mundo moderno.</p>



<br>



<h2 class="wp-block-heading">4. A que ponto chegará o Ocidente?</h2>



<br>



<p>Hoje o Ocidente definha sob a violência do <a href="https://culturadefato.com.br/tag/aborto/">aborto</a> e <a href="https://culturadefato.com.br/tag/eutanasia/">eutanásia</a>, a praga do homossexualismo, a pobreza do materialismo, a coerção do socialismo, o domínio da educação “pública”, o caos do ativismo judicial, e a injustiça do racismo e sexismo impostos. Essas tiranias são todas o resultado direto do abandono do cristianismo bíblico. O mundo ocidental tem aceitado crescentemente a proposta daquele primeiro político liberal moderno, <span data-tooltip-position="top" data-tooltip="Jean-Jacques Rousseau (1712 - 1778), foi um importante filósofo, teórico político, escritor e compositor genebrino.">Jean Jacque Rousseau</span>: o Estado emancipará você da responsabilidade para com todas as instituições humanas não coercivas, como a família, igreja e os negócios, se apenas você submeter-se à coerção do Estado. O homem moderno está disposto a negociar a sua responsabilidade para com a família, igreja e os negócios, trocando-a por submissão a uma ordem política crescentemente coerciva e violenta. Estamos retornando ao mundo pagão clássico, no qual o Estado coercivo é o princípio unificador de tudo na vida.</p>



<p>Os regimes políticos mais cruéis, violentos e assassinos na história da humanidade tem sido os não-cristãos ou anti-cristãos: o humanismo pagão primitivo dos antigos Egito, Babilônia, Pérsia, Grécia e Roma, e o humanismo secular sofisticado da França revolucionária, União Soviética, China Vermelha, Alemanha Nazista, Itália Fascista, e outros estados seculares modernos. O humanismo é e sempre será uma receita para o terror e tirania políticos.</p>



<p>A única esperança para o retorno da liberdade política e da sociedade livre que ela promove é um retorno ao cristianismo bíblico e ortodoxo. O cristianismo não é meramente uma matriz na qual a liberdade política floresce; ele é o único fundamento sobre o qual se pode construir uma sociedade livre.</p>



<br>



<p class="has-text-align-right">Por <a href="https://culturadefato.com.br/author/andrewsandlin/">P. Andrew Sandlin</a>.<br>Tradução de Felipe Sabino de Araújo Neto, com revisão de Jazanias Oliveira.<br>Publicado em português no <em>website</em> da <a href="https://monergismo.com/" target="_blank" rel="noreferrer noopener nofollow">Editora Monergismo</a>, em 17 de agosto de 2000.<br><br></p>



<br>



<p class="has-background has-very-light-gray-background-color"><strong>Nota da Editoria:</strong><br><br>Imagem da capa: “<em><a href="https://www.etsy.com/pt/listing/827683905/pintura-a-oleo-de-jesus-cristo-arte" target="_blank" rel="noreferrer noopener nofollow">Jesus Cristo</a></em>”, de <a href="https://www.etsy.com/pt/shop/MykolaKaftanArts?ref=shop-header-name&amp;listing_id=827683905&amp;from_page=listing" target="_blank" rel="noreferrer noopener nofollow">Mykola Kaftan</a>.</p>



<br>



<h2 class="wp-block-heading has-text-align-center">Saiba mais:</h2>



<br>



<section id="gm9507fe2" class="wp-block-gutentor-m0 alignfull section-gm9507fe2 gutentor-module gutentor-module-carousel has-color-bg has-custom-bg gutentor-slick-a-default-desktop gutentor-slick-a-default-tablet gutentor-slick-a-default-mobile"><div class="grid-container"><div class="gutentor-module-carousel-row" data-dots="false" data-dotstablet="false" data-dotsmobile="false" data-arrows="true" data-arrowstablet="true" data-arrowsmobile="true" data-infinite="true" data-autoplay="true" data-draggable="true" data-pauseonfocus="true" data-pauseonhover="true" data-autoplayspeed="4500" data-cmondesktop="false" data-cmontablet="false" data-cmonmobile="false" data-nextarrow="fas fa-angle-right" data-prevarrow="fas fa-angle-left" data-arrowspositiondesktop="gutentor-slick-a-default-desktop" data-arrowspositiontablet="gutentor-slick-a-default-tablet" data-arrowspositionmobile="gutentor-slick-a-default-mobile" data-speed="300" data-slideitemdesktop="2" data-slideitemtablet="3" data-slideitemmobile="2" data-slidescroll-desktop="2" data-slidescroll-tablet="3" data-slidescroll-mobile="2">
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<p class="has-text-align-center"><br><a href="https://culturadefato.com.br/decolando-na-liberdade-aterrissando-na-escravidao/"><em>Decolando na liberdade; aterrissando na escravidão</em></a>,<br>por <a href="https://culturadefato.com.br/author/ericrabello/">Eric M. Rabello</a></p>
</div></div>



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<p class="has-text-align-center"><br><em><a href="https://culturadefato.com.br/inquisicao-mito-e-realidade-historica/">Inquisição: Mito e realidade histórica</a></em>, por <a href="https://culturadefato.com.br/author/romankonik/">Roman Konik</a></p>
</div></div>



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<p class="has-text-align-center"><br><em><a href="https://culturadefato.com.br/o-sacerdote-cientista/">O sacerdote cientista</a></em>,<br>por <a href="https://culturadefato.com.br/author/thomas-e-woods-jr/">Thomas E. Woods Jr.</a></p>
</div></div>



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<p class="has-text-align-center"><br><em><a href="https://culturadefato.com.br/a-vida-crista-e-um-empreendimento-mercenario/">A vida cristã é um empreendimento mercenário?</a></em>, por <a href="https://culturadefato.com.br/author/cslewis/">C. S. Lewis</a></p>
</div></div>



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<p class="has-text-align-center"><br><a href="https://culturadefato.com.br/o-mito-das-raizes-socialistas-do-cristianismo/"><em>O mito das “raízes socialistas” do cristianismo</em></a>, por <a href="https://culturadefato.com.br/author/lawrencewreed/">Lawrence W. Reed</a></p>
</div></div>



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<p class="has-text-align-center"><br><a href="https://culturadefato.com.br/autoconfianca-dos-patifes-e-a-origem-da-obra-ortodoxia-de-chesterton/"><em>Governo canadense pretende criminalizar o cristianismo</em></a>, por <a href="https://culturadefato.com.br/author/frankbergman/"><a href="https://culturadefato.com.br/author/frankbergman/">Frank Bergman</a>n</a></p>
</div></div>



<div id="col-gma44c98" class="wp-block-gutentor-m0-col col-gma44c98 gutentor-carousel-item"><div id="section-gma44c98" class="section-gma44c98 gutentor-col-wrap">
<div id="section-g2334b2" class="wp-block-gutentor-e6 section-g2334b2 gutentor-element gutentor-element-image"><div class="gutentor-element-image-box"><a class="gutentor-element-image-link" href="https://culturadefato.com.br/ha-evidencias-historicas-da-ressurreicao-de-jesus-cristo/"><div class="gutentor-image-thumb"><img decoding="async" class="normal-image" src="https://culturadefato.com.br/wp-content/uploads/2024/03/IncredulidadeDeSaoTome.jpg" alt="Obra: &quot;A Incredulidade de São Tomé&quot; (1601–1602), de Caravaggio (1571 - 1610)." /></div></a></div></div>



<p class="has-text-align-center"><br><a href="https://culturadefato.com.br/ha-evidencias-historicas-da-ressurreicao-de-jesus-cristo/"><em>Há evidências históricas da ressurreição de Jesus Cristo?</em></a>, por <a href="https://culturadefato.com.br/author/everaldocescon/">Everaldo Cescon</a></p>
</div></div>
</div></div></section>



<br>
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