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	<title>Cláudio Machado Pombal, Autor em Cultura de Fato</title>
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	<description>Cultura para evocar inteligência, responsabilidade e ética!</description>
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	<title>Cláudio Machado Pombal, Autor em Cultura de Fato</title>
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		<title>Para se falar sobre o aborto</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Cláudio Machado Pombal]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 20 Aug 2020 03:35:36 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Filosofia e História]]></category>
		<category><![CDATA[Aborto]]></category>
		<category><![CDATA[Mídia Sem Máscara]]></category>
		<category><![CDATA[Moralidade]]></category>
		<category><![CDATA[Olavo de Carvalho]]></category>
		<category><![CDATA[Padre Paulo Ricardo]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A mulher tem direitos sobre seu próprio corpo, mas não tem direitos sobre o corpo do outro ser humano que está dentro dela. Crianças estão abandonadas por causa da promiscuidade sexual, e não por precárias condições financeiras.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p class="has-text-align-center">“<em>Não se acha a paz evitando a vida.</em>”,<br> Adeline Virginia Woolf (1882 – 1941): escritora, ensaísta e editora britânica.</p>



<hr class="wp-block-separator has-css-opacity is-style-wide"/>



<br>



<p>Para se <span data-tooltip-position="right" data-tooltip="Não deixe de ouvir o diálogo entre o filósofo Olavo de Carvalho e o Padre Paulo Ricardo, disponível no término desta postagem.">falar sobre o aborto</span> é necessário ter em mente algumas verdades indispensáveis:</p>



<ol class="wp-block-list">
<li>O aborto é, sim, assassinato;</li>



<li>Portanto, o aborto é sempre inaceitável, a não ser que manifesta e inequivocamente haja a necessidade de se optar entre a vida da criança e a vida da mãe;</li>



<li>Em caso de estupro a criança gerada pode ser dada para adoção; a permissão do aborto em caso de estupro pelo Código Penal torna esta forma de aborto legal, mas não a torna ética;</li>



<li>A mulher tem direitos sobre seu próprio corpo, mas não tem direitos sobre os direitos do outro ser humano que está dentro dela, o qual tem direito inalienável à vida e à proteção;</li>



<li>Os sentimentos da gestante não podem ser levados em consideração na questão do aborto, mas tais sentimentos precisam ser trabalhados de modo a se adequarem ao direito à vida de que é sujeito a criança, e não subordinar essa questão ética fundamental à flutuação dos humores da gestante; a ciência psicológica dever servir para trabalhar tais sentimentos para se adequarem a patamares mais altos de valorização da vida; ninguém precisa de um profissional da psicologia para validar o desejo de abortar, pois essa validação pode ser feita por qualquer pessoa com qualquer nível de escolaridade; para isso basta dizer “minha filha, faça o que te faz sentir bem”;</li>



<li>Combater a mentira tão divulgada de que o número de mães que morrem em consequência de abortos clandestinos ou caseiros tem proporções epidêmicas; a campanha para resolver o problema de não tão numerosas mortes não é a legalização do aborto, mas um política de promoção de valores familiares e de paternidade e maternidade responsáveis;</li>



<li>Entender que as crianças abandonadas hoje não deveriam ter sido abortadas, mas devem ser adotadas pelos muitos casais sem filhos em busca de adoção;</li>



<li>Entender também que as crianças que estão abandonadas o estão por causa da promiscuidade sexual, e não por precárias condições financeiras; pobre cria um ou cria dez; assim foi com nossos avós em gerações passadas; como não estamos em guerra para haver grande quantidade de órfãos, as crianças abandonadas são resultado da promiscuidade sexual e da irresponsabilidade de homens e de mulheres e, por mais que seja politicamente incorreto dizer isso, mais da irresponsabilidade das mulheres, já que o corpo que portará um novo ser humano é delas e está sob o controle delas com os modernos métodos contraceptivos não abortivos; por desleixo ou intencionalmente a mulher permite que uma gravidez ocorra em uma relação fortuita, e depois quer reivindicar direito de matar o ser humano que está em seu ventre.</li>
</ol>



<p>Todas essas verdades são muito desagradáveis de se ouvir, mas sem reconhecê-las, não é possível nenhuma discussão séria sobre o aborto. No presente caso a ideologia feminista falseia a verdade; as ideologias de esquerda que culpam os contextos sócio-econômicos mentem ainda mais. É preciso vencer a cegueira promovida pelas ideologias para que se possa enxergar o problema com objetividade e não para justificar sofismas.</p>



<br>



<p class="has-text-align-right">Escrito por <a href="https://culturadefato.com.br/author/claudiompombal/">Cláudio Machado Pombal</a>.<br> Publicado originalmente pelo&nbsp;<em>website</em>&nbsp;<a href="https://midiasemmascara.net/">Mídia Sem Máscara</a>, em 27 de outubro de 2012.</p>



<br>



<hr class="wp-block-separator has-css-opacity is-style-dots"/>



<br>



<p>Assista ao vídeo intitulado: “<em>O aborto e a falácia dos números</em>”, e obtenha com o <a href="https://padrepauloricardo.org/" target="_blank" rel="nofollow noopener noreferrer">Padre Paulo Ricardo de Azevedo Júnior</a> informações fidedignas e pouco divulgadas.</p>



<figure class="wp-block-embed is-type-video is-provider-youtube wp-block-embed-youtube wp-embed-aspect-16-9 wp-has-aspect-ratio"><div class="wp-block-embed__wrapper">
<iframe title="O ab0rt0 e a falácia dos números" width="640" height="360" src="https://www.youtube.com/embed/POHyIvlabTo?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe>
</div></figure>



<br>



<hr class="wp-block-separator has-css-opacity is-style-dots"/>



<br>



<p>Ouça também um diálogo entre o filósofo <a href="http://olavodecarvalho.org/" target="_blank" rel="nofollow noopener noreferrer">Olavo de Carvalho</a> e o <a href="https://padrepauloricardo.org/" target="_blank" rel="nofollow noopener noreferrer">Padre Paulo Ricardo de Azevedo Júnior</a>. Você irá constatar a falta de idoneidade daqueles que defendem o aborto por meio de fatos.</p>



<figure class="wp-block-audio"><audio controls src="https://culturadefato.com.br//downloads/filosofia_e_historia/2020/dialogosobeaborto_olavo_PadrePaulo.mp3"></audio></figure>



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