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	<title>Dennis Prager, Autor em Cultura de Fato</title>
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	<description>Cultura para evocar inteligência, responsabilidade e ética!</description>
	<lastBuildDate>Mon, 09 Mar 2026 03:03:03 +0000</lastBuildDate>
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	<title>Dennis Prager, Autor em Cultura de Fato</title>
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		<title>Coração versus Bíblia</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Dennis Prager]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 09 Mar 2026 03:00:36 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cristianismo]]></category>
		<category><![CDATA[Filosofia e História]]></category>
		<category><![CDATA[Aborto]]></category>
		<category><![CDATA[GULAG]]></category>
		<category><![CDATA[Ideologia Gay]]></category>
		<category><![CDATA[Martin Luther King Jr.]]></category>
		<category><![CDATA[Mídia Sem Máscara]]></category>
		<category><![CDATA[Moralidade]]></category>
		<category><![CDATA[Nazismo]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>“Os olhos e o coração formam uma força extraordinariamente poderosa. Eles só podem ser superados, na formulação de políticas, por uma mente e um sistema de valores que sejam mais fortes do que a dupla coração-olho.”</p>
<p>O post <a href="https://culturadefato.com.br/coracao-versus-biblia/">Coração versus Bíblia</a> apareceu primeiro em <a href="https://culturadefato.com.br">Cultura de Fato</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="has-text-align-center">“<em>Enganoso é o coração, mais do que todas as coisas,</em><br><em>e perverso; quem o conhecerá?</em>”<br>Jeremias 17:9</p>



<hr class="wp-block-separator has-alpha-channel-opacity is-style-wide"/>



<br>



<p class="has-drop-cap">Recentemente, entrevistei uma estudante sueca de 26 anos a respeito de suas ideias sobre a vida. Perguntei se ela acreditava em Deus ou em alguma religião.</p>



<p>“Não, isso é tolice,” ela respondeu.</p>



<p>“Então como você sabe o que é certo e o que é errado?” perguntei.</p>



<p>“Meu coração me diz,” ela replicou.</p>



<p>Em poucas palavras, essa é a principal razão para a grande divergência que há na América, e também entre a América e boa parte da Europa. A maioria das pessoas usa o seu coração — incitado por seus olhos — para determinar o que é certo e o que é errado. Uma minoria usa sua mente e/ou a Bíblia para fazer essa determinação.</p>



<p>Escolha quase qualquer assunto e estas duas maneiras opostas de determinar certo e errado se tornam evidentes.</p>



<p>Aqui vão três exemplos.</p>



<p>Casamento entre pessoas do mesmo sexo: o coração favorece essa ideia. É preciso ter um coração endurecido para não ser comovido quando se veem muitos adoráveis casais do mesmo sexo que querem comprometer suas vidas mutuamente em casamento. O olho vê os casais; o coração se comove para redefinir o casamento.</p>



<p>Direitos dos animais: o coração os favorece. É difícil encontrar uma pessoa, por exemplo, cujo coração não se comova ao ver um animal sendo usado para pesquisas médicas. O olho vê o animal fofinho; o coração então equipara a vida animal e a vida humana.</p>



<p>Aborto: Como se pode olhar para uma menina de 18 anos, que teve relações sem proteção, e não ficar comovido? Que tipo de pessoa sem coração vai lhe dizer que ela não deveria abortar e que deveria dar à luz?</p>



<p>Os olhos e o coração formam uma força extraordinariamente poderosa. Eles só podem ser superados, na formulação de políticas, por uma mente e um sistema de valores que sejam mais fortes do que a dupla coração-olho.</p>



<p>Com o declínio das religiões judaico-cristãs, o coração, moldado pelo que o olho vê (aqui está o poder da televisão), tornou-se a fonte das decisões morais das pessoas.</p>



<p>Este é um problema potencialmente fatal para nossa civilização. O coração pode ser muito belo, entretanto não é nem intelectualmente nem moralmente profundo.</p>



<p>Portanto, é assustador que centenas de milhares de pessoas não vejam problema algum em admitir que o seu coração é a fonte dos seus valores. Seu coração sabe mais do que milhares de anos de sabedoria acumulada; sabe mais do que religiões moldadas pelos melhores pensadores de nossa civilização (e, para o crente, moldadas por Deus); e sabe mais do que o livro que guiou nossa sociedade — dos Fundadores de nossa singularmente bem-sucedida sociedade, passando pelos militantes contra a escravidão e chegando até ao Rev. <span data-tooltip-position="top" data-tooltip="Martin Luther King, Jr. (1929 – 1968) foi pastor batista e ativista político estadunidense que se tornou a figura mais proeminente e líder do movimento dos direitos civis nos Estados Unidos de 1955 até seu assassinato em 1968.">Martin Luther King Jr.</span> e à maioria dos líderes da luta pela igualdade racial.</p>



<p>Esta exaltação do próprio coração vai bem além da autoconfiança — é a autodeificação.</p>



<p>Uma das primeiras coisas que se aprende no judaísmo e no cristianismo é que os olhos e o coração são geralmente terríveis guias no que diz respeito ao bom e ao santo. “&#8230; não se prostituam nem sigam as inclinações do seu coração e dos seus olhos.” (<a href="https://www.bibliaonline.com.br/acf/nm/15/39" target="_blank" rel="noreferrer noopener nofollow">Números 15:39</a>);  “O coração é mais enganoso&nbsp;que qualquer outra coisa&#8230;” (<a href="https://www.bibliaonline.com.br/acf/jr/17/9" target="_blank" rel="noreferrer noopener nofollow">Jeremias 17:9</a>).</p>



<p>Os apoiadores do casamento do mesmo sexo veem o adorável casal homossexual, e portanto não se interessam pelos efeitos das mudanças no casamento e na família sobre as crianças que não veem. E, como tem veneração pelos seus corações, o ideal bíblico de amor entre homem e mulher, casamento e família, não têm importância nenhuma para eles.</p>



<p>Os corações dos defensores dos direitos dos animais estão profundamente comovidos pelos animais que veem submetidos aos experimentos, mas não pelos milhões de pessoas que não veem que vão sofrer e morrer se pararmos com esses experimentos.</p>



<p>Da mesma forma, os corações das pessoas que apoiam a PETA (People for the Ethical Treatment of Animals, Pessoas pelo Tratamento Ético aos Animais) estão tão comovidas pela &nbsp;condição dos frangos abatidos que a organização tem uma campanha intitulada “Holocausto no seu prato,” que compara o abate de galinhas com o massacre dos Judeus pelos nazistas.</p>



<p>Por 25 anos tenho perguntado a graduandos do ensino médio em toda a América se salvariam seu cão ou uma pessoa desconhecida, caso ambos estivessem se afogando. A maioria tem quase sempre votado contra a pessoa. Por quê? Porque, dizem sem hesitar, eles amam seu cão, não o estranho. Uma geração inteira foi criada sem referência a nenhum código moral acima dos sentimentos do seu coração. Não sabem, e não se importariam se soubessem, que a Bíblia ensina que os seres humanos, não os animais, foram criados à imagem de Deus.</p>



<p>Da mesma forma, aqueles que não conseguem chamar nenhum aborto de imoral estão comovidos pelo que veem — a mulher desolada que quer um aborto, não pelo feto humano que não veem. É por isso que os grupos pró-direitos abortivos são tão contra mostrar fotografias de fetos abortados — imagens assim podem comover o olho e o coração dos espectadores de maneira a julgar de outro modo a moralidade de muitos abortos.</p>



<p>É inegável que muitas pessoas usaram suas mentes e muitos usaram a Bíblia de maneiras que conduziram ao mal. E algumas dessas pessoas de fato não tinham coração. Mas nenhuma das grandes crueldades do século XX — o <span data-tooltip="Sistema penal institucional da antiga União Soviética, composto por uma rede de campos de concentração. ''Glavnoe Upravlenie Legarei'', em português: Administração Central dos Campos." data-tooltip-position="top">GULAG</span>, Auschwitz, Camboja, Coréia do Norte, a <span data-tooltip="A Revolução Cultural (1966-1976) foi um movimento sociopolítico radical lançado por Mao Tsé-Tung para reafirmar seu poder, expurgar rivais e eliminar elementos ''burgueses'' na China." data-tooltip-position="top">Revolução Cultural de Mao</span> — veio daqueles que obtiveram seus valores da Bíblia. E o maior mal deste século XXI, ainda que baseado numa religião, também não veio da Bíblia.</p>



<p>Enquanto isso, a combinação de mente, valores judaico-cristãos e coração produziu, ao longo dos séculos, o sucesso singular conhecido como América. Estribar-se no coração vai destruir esta diligente conquista em uma geração.</p>



<br>



<p class="has-text-align-right">Por Dennis Prager.<br><br>Publicado originalmente em inglês em 16 de março de 2004, no endereço:<br><a href="https://web.archive.org/web/20160313134016/http://www.dennisprager.com/its-the-heart-versus-the-bible/" target="_blank" rel="noreferrer noopener nofollow">https://web.archive.org/web/20160313134016/http://www.dennisprager.com/its-the-heart-versus-the-bible/</a><br><br>O artigo foi traduzido por Timóteo Kühn para publicação no <em>website</em> <a href="https://midiasemmascara.net/" target="_blank" rel="noreferrer noopener nofollow">Mídia Sem Máscara</a>, em 30 de janeiro de 2014.</p>



<br>



<p class="has-background has-very-light-gray-background-color"><strong>Nota da editoria:</strong><br><br>A imagem da capa é um recorte da obra: “<em>Queda de Ícaro</em>” (aprox. 1558), por <span data-tooltip-position="top" data-tooltip="Pieter Bruegel the Elder (Brueghel), o Velho: pintor e gravurista holandês, nasceu entre 1525 e 1530 e faleceu em 1569.">Pieter Bruegel</span> (1525/1530–1569).<br><br>A pintura foi inspirada no mito de Ícaro. Como se sabe, Ícaro ignora os avisos de seu pai, Dédalo, voa alto demais e, ao aproximar-se do sol, tem a cera de suas asas derretida, caindo no mar. Na obra, sua queda aparece quase escondida — visível apenas pelas pernas que emergem da água no canto inferior direito, enquanto o restante do mundo segue sua rotina. A imagem dialoga com o argumento do artigo ao sugerir que o entusiasmo ou os impulsos humanos, quando ignoram advertências e princípios mais sólidos, podem conduzir à queda.</p>



<br>



<hr class="wp-block-separator has-alpha-channel-opacity is-style-dots"/>



<h2 class="wp-block-heading has-text-align-center">Saiba mais, leia:</h2>



<br>



<section id="gm71bf303" class="wp-block-gutentor-m0 alignfull section-gm71bf303 gutentor-module gutentor-module-carousel has-color-bg has-custom-bg gutentor-slick-a-default-desktop gutentor-slick-a-default-tablet gutentor-slick-a-default-mobile"><div class="grid-container"><div class="gutentor-module-carousel-row" data-dots="false" data-dotstablet="false" data-dotsmobile="false" data-arrows="true" data-arrowstablet="true" data-arrowsmobile="true" data-infinite="true" data-autoplay="true" data-draggable="true" data-pauseonfocus="true" data-pauseonhover="true" data-autoplayspeed="4500" data-cmondesktop="false" data-cmontablet="false" data-cmonmobile="false" data-nextarrow="fas fa-angle-right" data-prevarrow="fas fa-angle-left" data-arrowspositiondesktop="gutentor-slick-a-default-desktop" data-arrowspositiontablet="gutentor-slick-a-default-tablet" data-arrowspositionmobile="gutentor-slick-a-default-mobile" data-speed="300" data-slideitemdesktop="2" data-slideitemtablet="3" data-slideitemmobile="1" data-slidescroll-desktop="2" data-slidescroll-tablet="3" data-slidescroll-mobile="1">
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<div id="section-g-lepfdsl" class="wp-block-gutentor-e6 section-g-lepfdsl gutentor-element gutentor-element-image text-align-center-desktop"><div class="gutentor-element-image-box"><a class="gutentor-element-image-link" href="https://culturadefato.com.br/desmentindo-os-mitos-da-idade-media-como-a-igreja-catolica-construiu-a-civilizacao-ocidental/"><div class="gutentor-image-thumb"><img decoding="async" class="normal-image" src="https://culturadefato.com.br/wp-content/uploads/2026/01/DisputaSantissimoSacramento.jpg" alt="Obra: &quot;A Disputa do Santíssimo Sacramento&quot; (1509–1510). Primeira parte da encomenda feita a Rafael para a decoração em afrescos das salas hoje conhecidas como Salas de Rafael (Stanze di Raffaello), no Palácio Apostólico do Vaticano." /></div></a></div></div>



<p class="has-text-align-center"><br><a href="https://culturadefato.com.br/desmentindo-os-mitos-da-idade-media-como-a-igreja-catolica-construiu-a-civilizacao-ocidental/"><em>Desmentindo mitos da Idade Média: “Como a Igreja Católica construiu a Civilização Ocidental”</em></a>, por <a href="https://culturadefato.com.br/author/patriciacastro/">Patrícia Castro</a></p>
</div></div>



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<p class="has-text-align-center"><br><em><a href="https://culturadefato.com.br/a-barbarie-legalizada-civilizacao-sem-deus-justica-sem-alma/">A barbárie legalizada: civilização sem Deus, justiça sem alma</a></em>, por <a href="https://culturadefato.com.br/author/patriciacastro/">Patrícia Castro</a></p>
</div></div>



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<p class="has-text-align-center"><br><em><a href="https://culturadefato.com.br/a-verdade-sobre-a-inquisicao-desfazendo-os-mitos/">A Verdade sobre a Inquisição: desfazendo os mitos</a></em>, por <a href="https://culturadefato.com.br/author/patriciacastro/">Patrícia Castro</a></p>
</div></div>



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<p class="has-text-align-center"><br><a href="https://patriciacastro.org/">O cristianismo como ideia</a>,<br>por <a href="https://culturadefato.com.br/author/danielmarcondes/">Daniel Marcondes</a></p>
</div></div>



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<p class="has-text-align-center"><br><a href="#main"><em>Doçura comovedora, severidade fulminante</em></a>,<br>por <a href="https://culturadefato.com.br/author/pliniocoliveira/">Plinio Corrêa de Oliveira</a></p>
</div></div>



<div id="col-g-11hferx" class="wp-block-gutentor-m0-col col-g-11hferx gutentor-carousel-item"><div id="section-g-11hferx" class="section-g-11hferx gutentor-col-wrap has-color-bg has-custom-bg">
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<p class="has-text-align-center"><br><a href="#main"><em>O ateísmo e o problema do bem</em></a>,<br>por <a href="https://culturadefato.com.br/author/jonathansilveira/">Jonathan Silveira</a></p>
</div></div>
</div></div></section>



<br>
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			</item>
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		<title>Por que o comunismo não é tão odiado quanto o nazismo, embora tenha matado mais?</title>
		<link>https://culturadefato.com.br/por-que-o-comunismo-nao-e-tao-odiado-quanto-o-nazismo-embora-tenha-matado-mais/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Dennis Prager]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 05 Jul 2023 23:02:49 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Filosofia e História]]></category>
		<category><![CDATA[Política e Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Comunismo]]></category>
		<category><![CDATA[Donald Rayfield]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>"Considerando o inigualável volume de sofrimento humano causado pelos comunistas, por que o termo 'comunista' causa muito menos repulsa que 'nazista'?"</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="has-text-align-center">“<em>Os dois monstros gêmeos, o comunismo e o nazismo,</em><br><em>têm vocação genocida.</em>&nbsp;<em>Naquele, o genocídio de classe; neste, o genocídio de raça.</em>”,<br>Roberto de Oliveira Campos (1917 – 2001): economista, diplomata e político brasileiro.</p>



<hr class="wp-block-separator has-alpha-channel-opacity is-style-wide"/>



<br>



<p class="has-drop-cap">Quando as pessoas descrevem indivíduos ou regimes particularmente maléficos, por que elas utilizam os termos &#8220;nazista&#8221; ou &#8220;fascista&#8221;, mas quase nunca &#8220;comunista&#8221;? Considerando o inigualável volume de sofrimento humano causado pelos comunistas, por que o termo &#8220;comunista&#8221; causa muito menos repulsa que &#8220;nazista&#8221;?</p>



<p>Os comunistas mataram 70 milhões de pessoas na China<a href="#Nota01"><sup id="ContemRefNota01">1</sup></a>, mais de&nbsp;<a href="https://en.wikipedia.org/wiki/Excess_mortality_in_the_Soviet_Union_under_Joseph_Stalin" target="_blank" rel="noreferrer noopener nofollow">20 milhões</a>&nbsp;de pessoas na União Soviética (e isso sem incluir os aproximadamente&nbsp;<a href="https://www.britannica.com/event/Holodomor" target="_blank" rel="noreferrer noopener nofollow">3.9 milhões de ucranianos</a><a href="#Nota02"><sup id="ContemRefNota02">2</sup></a>), e exterminaram&nbsp;<a href="https://en.wikipedia.org/wiki/Pol_Pot" target="_blank" rel="noreferrer noopener nofollow">um terço</a>&nbsp;(33%) da população do Camboja. No total, os regimes comunistas assassinaram aproximadamente&nbsp;<a href="https://www.hawaii.edu/powerkills/COM.ART.HTM" target="_blank" rel="noreferrer noopener">110 milhões de pessoas</a>&nbsp;de 1917 a 1987. Adicionalmente, os comunistas escravizaram a população de nações inteiras, como Rússia, Vietnã, China, Leste Europeu, Coréia do Norte, Cuba e boa parte da Ásia Central. Eles arruinaram as vidas de mais de um bilhão de pessoas.</p>



<p>Sendo assim, de novo, por que o comunismo não tem a mesma reputação horrenda do nazismo?</p>



<h2 class="wp-block-heading">Motivo número 1</h2>



<br>



<p>Falando bem diretamente, há uma ignorância avassaladora sobre o histórico do comunismo.</p>



<p>Ao passo que tanto a direita quanto a esquerda desprezam o nazismo e estão sempre ensinando lições de seu odioso legado, a esquerda jamais odiou o comunismo. E dado que a esquerda domina o ambiente acadêmico, praticamente ninguém leciona sobre a história maléfica do comunismo.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Motivo número 2</h2>



<br>



<p>Os nazistas fizeram o Holocausto. E nada se compara ao Holocausto em termos maldade pura.</p>



<p>A perseguição e a captura de praticamente todo e qualquer indivíduo judeu — homens, mulheres, crianças e bebês — no continente europeu e o subsequente envio de todos eles para campos de concentração e trabalho forçado, onde em seguida eram assassinados, foi algo sem precedentes e sem paralelos em termos de perversidade.</p>



<p>Os comunistas mataram muito mais pessoas que os nazistas, mas jamais se igualaram ao Holocausto em termos de sistematização do genocídio. A singularidade do Holocausto e a enorme atenção corretamente dada ao fenômeno ajudaram a garantir ao nazismo uma reputação bem pior que a do comunismo.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Motivo número 3</h2>



<br>



<p>O comunismo se baseia em teorias igualitárias que soam bonitas e humanistas para os mais ingênuos. O nazismo, não. O nazismo se baseia explicitamente em teorias atrozes.</p>



<p>Intelectuais — inclusive, é claro, os intelectuais que escrevem a história — são, no geral, seduzidos por palavras. Eles tendem a considerar que ações são menos importantes do que palavras e intenções. Por esse motivo, eles raramente dão às horrendas ações do comunismo a mesma atenção que dão às horrendas ações do nazismo. Eles raramente atribuem aos comunistas a mesma responsabilidade que atribuem aos nazistas. Nas raras vezes em que reconhecem as atrocidades dos comunistas, eles as ignoram dizendo que foram perversões do &#8220;verdadeiro comunismo&#8221;, o qual teria sido &#8220;deturpado&#8221;.</p>



<p>No entanto, eles (corretamente) consideram que as atrocidades cometidas pelos nazistas foram as consequências lógicas e inevitáveis do arcabouço teórico do nazismo, o qual não foi deturpado nem pervertido.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Motivo número 4</h2>



<br>



<p>Os alemães assumiram a responsabilidade pelo nazismo, expuseram completamente suas atrocidades, e tentaram reparar seus erros. Já os russos nunca fizeram nada similar em relação aos horrores perpetrados por <span data-tooltip-position="top" data-tooltip="Vladimir Ilyich Ulyanov (1870 - 1924), revolucionário comunista, político e teórico político russo.">Lênin</span> e <span data-tooltip-position="top" data-tooltip="Josef Stalin (1878 - 1953), revolucionário comunista e político soviético de origem georgiana.">Stálin</span>.</p>



<p>Muito pelo contrário, aliás. Lênin, o pai do comunismo soviético, ainda é amplamente&nbsp;<a href="https://www.economist.com/books-and-arts/2007/08/09/compare-and-contrast" target="_blank" rel="noreferrer noopener nofollow">venerado</a>&nbsp;na Rússia. Quanto a Stálin, como&nbsp;<a href="https://www.amazon.com/Stalin-His-Hangmen-Tyrant-Killed/dp/0375757716" target="_blank" rel="noreferrer noopener nofollow">disse</a>&nbsp;o especialista em história da Rússia <span data-tooltip-position="top" data-tooltip="Patrick Donald Rayfield OBE é um acadêmico inglês e professor emérito de russo e georgiano na Queen Mary University of London. Ele é autor de livros sobre literatura russa e georgiana e sobre Joseph Stalin e sua polícia secreta.">Donald Rayfield</span>, historiador da Universidade de Londres, &#8220;as pessoas ainda negam, assertivamente ou implicitamente, o holocausto de Stalin&#8221;.</p>



<p>A China fez ainda menos. O país jamais se expiou pelo maior homicida e escravizador dentre todos os comunistas, <span data-tooltip-position="top" data-tooltip="Mao Tsé-Tung (1893 - 1976), político, teórico, líder comunista e revolucionário chinês.">Mao Tsé-Tung</span>. O governo do país sequer reconhece oficialmente os crimes de Mao, que continua reverenciado na China.&nbsp;<a href="https://www.google.com.br/search?q=renminbi&amp;source=lnms&amp;tbm=isch&amp;sa=X&amp;ved=0ahUKEwio97eMrN7UAhUFvJAKHQ_gADYQ_AUICygC&amp;biw=1366&amp;bih=650" target="_blank" rel="noreferrer noopener nofollow">Todas as cédulas da moeda chinesa carregam o seu retrato</a>.</p>



<p>Enquanto Rússia e China — e Vietnã, Cuba e Córeia do Norte — não reconhecerem e admitirem as atrocidades que cometeram sob o comunismo, os horrores do comunismo continuarão menos conhecidos do que os horrores cometidos pelo governo alemão sob <span data-tooltip-position="top" data-tooltip="Adolf Hitler (1889 - 1945): Figura central do Holocausto.">Hitler</span>.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Motivo número 5</h2>



<br>



<p>Os comunistas assassinaram majoritariamente seu próprio povo. Já os nazistas mataram relativamente poucos alemães.</p>



<p>A &#8220;opinião mundial&#8221; — esse termo amoral e praticamente sem significado — considera que assassinatos de membros pertencentes a um mesmo grupo são bem menos dignos de atenção do que o assassinato de quem está de fora. É por isso que, por exemplo, negros chacinando milhões de compatriotas negros na África não obtém praticamente nenhuma atenção da &#8220;opinião mundial.&#8221;</p>



<h2 class="wp-block-heading">Motivo número 6</h2>



<br>



<p>Na visão da esquerda, a última &#8220;guerra justa&#8221; foi a <span data-tooltip-position="top" data-tooltip="Segunda Guerra Mundial: conflito militar global ocorrido entre 1939 e 1945.">Segunda Guerra Mundial</span>, a guerra contra o nazismo alemão e o fascismo japonês.</p>



<p>A esquerda não considera que guerras contra regimes comunistas sejam &#8220;guerras justas&#8221;. Por exemplo, a guerra americana contra o comunismo vietnamita é considerada imoral. Já a guerra contra o comunismo coreano — e seus apoiadores comunistas chineses — é simplesmente ignorada.</p>



<br>



<hr class="wp-block-separator has-alpha-channel-opacity is-style-dots"/>



<br>



<p>Enquanto a esquerda e todas as instituições influenciadas pela esquerda continuarem se recusando a reconhecer quão atroz, maléfico e desumano foi o comunismo, continuaremos a viver em um mundo moralmente confuso, no qual ideias abertamente comunistas são saudadas por intelectuais influentes e políticos declaradamente simpáticos a este regime são eleitos e respeitados.</p>



<p>Em respeito às vítimas do comunismo, devemos estudar, aprender e divulgar tudo o que elas sofreram sob este regime. Afinal, ainda pior do que ser assassinado ou escravizado é um mundo que nem sequer reconhece que você o foi.</p>



<br>



<p class="has-text-align-right">Por Dennis Prager.<br><br>Artigo adaptado pelo <em><a href="https://mises.org.br/artigos/3099/os-veiculos-eletricos-vao-desaparecer" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Instituto Ludwig von Mises Brasil</a></em> de uma apresentação da <a href="https://www.prageru.com/video/why-isnt-communism-as-hated-as-nazism" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><em>Prager University</em></a>.<br>Publicado no <em>website </em>do <em><a href="https://mises.org.br/artigos/3099/os-veiculos-eletricos-vao-desaparecer" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Instituto Ludwig von Mises Brasil</a></em> em 1º de julho de 2023.</p>



<br>



<p class="has-background has-very-light-gray-background-color"><strong>Notas:</strong></p>



<br>



<ol class="wp-block-list">
<li><span id="Nota01"></span>Há historiadores que dizem que o número total pode ser de 100 milhões ou mais. Somente durante o Grande Salto para Frente, de 1959 a 1961, o número de mortos varia entre 20 milhões e 75 milhões. No período anterior foi de 20 milhões. No período posterior, dezenas de milhões a mais. <a href="#ContemRefNota01"><img decoding="async" width="14" height="10" class="wp-image-105" style="width: 14px;" src="https://culturadefato.com.br/wp-content/uploads/2020/06/Subir.jpg" alt="Subir"></a></li>



<li><span id="Nota02"></span>Normalmente é dito que o número de ucranianos mortos na fome de 1932-33 foi de cinco milhões. De acordo com o historiador <span data-tooltip-position="top" data-tooltip="George Robert Ackworth (1917 - 2015), historiador britânico.">Robert Conquest</span>, se acrescentarmos outras catástrofes ocorridas com camponeses entre 1930 e 1937, incluindo-se aí um enorme número de deportações de supostos &#8220;kulaks&#8221;, o grande total é elevado para entorpecentes 14,5 milhões de mortes. <a href="#ContemRefNota02"><img decoding="async" width="14" height="10" class="wp-image-105" style="width: 14px;" src="https://culturadefato.com.br/wp-content/uploads/2020/06/Subir.jpg" alt="Subir"></a></li>
</ol>



<p class="has-background has-very-light-gray-background-color"><strong>Notas da editoria:</strong><br><br>Imagem da capa: “<em>Massacre na Coreia</em>” (1951), Pablo Picasso (1881 &#8211; 1973).</p>



<br>



<h2 class="wp-block-heading has-text-align-center">Artigos relacionados:</h2>



<br>



<section id="gmbb1a65f" class="wp-block-gutentor-m0 alignfull section-gmbb1a65f gutentor-module gutentor-module-carousel has-color-bg has-custom-bg gutentor-slick-a-default-desktop gutentor-slick-a-default-tablet gutentor-slick-a-default-mobile"><div class="grid-container"><div class="gutentor-module-carousel-row" data-dots="false" data-dotstablet="false" data-dotsmobile="false" data-arrows="true" data-arrowstablet="true" data-arrowsmobile="true" data-infinite="true" data-autoplay="true" data-draggable="true" data-pauseonfocus="true" data-pauseonhover="true" data-autoplayspeed="4500" data-cmondesktop="false" data-cmontablet="false" data-cmonmobile="false" data-nextarrow="fas fa-angle-right" data-prevarrow="fas fa-angle-left" data-arrowspositiondesktop="gutentor-slick-a-default-desktop" data-arrowspositiontablet="gutentor-slick-a-default-tablet" data-arrowspositionmobile="gutentor-slick-a-default-mobile" data-speed="300" data-slideitemdesktop="2" data-slideitemtablet="3" data-slideitemmobile="2" data-slidescroll-desktop="2" data-slidescroll-tablet="3" data-slidescroll-mobile="2">
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<p class="has-text-align-center"><br><em><a href="https://culturadefato.com.br/nazismo-e-comunismo-irmaos-gemeos/">Nazismo e comunismo, irmãos gêmeos</a></em><br>Por <a href="https://culturadefato.com.br/author/percivalpuggina/">Percival Puggina</a></p>
</div></div>



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<p class="has-text-align-center"><br><em><a href="https://culturadefato.com.br/edward-bernays-e-o-controle-da-opiniao-publica/">Edward Bernays e o controle da opinião pública</a></em><br>Por <a href="https://culturadefato.com.br/author/cristianderosa/">Cristian Derosa</a></p>
</div></div>



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<p class="has-text-align-center"><br><a href="https://culturadefato.com.br/desmistificando-a-democracia/"><em>Desmistificando a democracia</em></a><br>Por <a href="https://culturadefato.com.br/author/joaoluizmauad/">João Luiz Mauad</a></p>
</div></div>



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<p class="has-text-align-center"><br><em><a href="https://culturadefato.com.br/o-mal-na-politica/">O mal na política</a></em><br>Por <a href="https://culturadefato.com.br/author/jeffreynyquist/">Jeffrey R. Nyquist</a></p>
</div></div>



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<p class="has-text-align-center"><br><em><a href="https://culturadefato.com.br/por-que-os-intelectuais-odeiam-o-capitalismo/">Por que os intelectuais odeiam o capitalismo?</a></em><br>Por <a href="https://culturadefato.com.br/author/jesushuertasoto/">Jesús Huerta de Soto</a></p>
</div></div>



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<p class="has-text-align-center"><br><em><a href="https://culturadefato.com.br/a-nova-velha-reductio-ad-fascistum/">A nova-velha reductio ad fascistum</a></em><br>Por <a href="https://culturadefato.com.br/author/felipemelo/">Felipe Melo</a></p>
</div></div>
</div></div></section>



<br>
<p>O post <a href="https://culturadefato.com.br/por-que-o-comunismo-nao-e-tao-odiado-quanto-o-nazismo-embora-tenha-matado-mais/">Por que o comunismo não é tão odiado quanto o nazismo, embora tenha matado mais?</a> apareceu primeiro em <a href="https://culturadefato.com.br">Cultura de Fato</a>.</p>
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