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	<title>Fernando Sabino, Autor em Cultura de Fato</title>
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	<description>Cultura para evocar inteligência, responsabilidade e ética!</description>
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	<title>Fernando Sabino, Autor em Cultura de Fato</title>
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		<title>A última crônica</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Fernando Sabino]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 28 May 2026 03:18:47 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Artes e Literatura]]></category>
		<category><![CDATA[Crônica]]></category>
		<category><![CDATA[Diário da Manhã]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>“Três seres esquivos que compõem em torno à mesa a instituição tradicional da família, célula da sociedade.”</p>
<p>O post <a href="https://culturadefato.com.br/a-ultima-cronica/">A última crônica</a> apareceu primeiro em <a href="https://culturadefato.com.br">Cultura de Fato</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="has-text-align-center wp-block-paragraph">“<em>Não existe grandeza onde não há simplicidade.</em>”<br><span data-tooltip-position="top" data-tooltip="Liev Nikoláievich Tolstói (1828 – 1910) escritor do Império Russo, conhecido por Leon Tolstói.É reconhecido como um dos maiores e mais influentes autores de todos os tempos.">Leon Tolstói</span> (1828–1910)</p>



<br>



<figure class="wp-block-audio"><audio controls src="https://culturadefato.com.br/downloads/artes_e_literatura/2026/FelizAniversarioGarotinha.mp3"></audio></figure>



<p class="has-text-align-right has-small-font-size wp-block-paragraph" id="RefNotas"><em><a href="#Audio">* Consultar notas</a></em></p>



<hr class="wp-block-separator has-alpha-channel-opacity is-style-wide"/>



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<p class="has-drop-cap wp-block-paragraph">A caminho de casa, entro num botequim da Gávea para tomar um café junto ao balcão. Na realidade estou adiando o momento de escrever. A perspectiva me assusta. Gostaria de estar inspirado, de coroar com êxito mais um ano nesta busca do pitoresco ou do irrisório no cotidiano de cada um. Eu pretendia apenas recolher da vida diária algo de seu disperso conteúdo humano, fruto da convivência, que a faz mais digna de ser vivida. Visava ao circunstancial, ao episódico. Nesta perseguição do acidental, quer num flagrante de esquina, quer nas palavras de uma criança ou num acidente doméstico, torno-me simples espectador e perco a noção do essencial. Sem mais nada para contar, curvo a cabeça e tomo meu café, enquanto o verso do poeta se repete na lembrança: &#8220;assim eu quereria o meu último poema&#8221;. Não sou poeta e estou sem assunto. Lanço então um último olhar fora de mim, onde vivem os assuntos que merecem uma crônica.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Ao fundo do botequim um casal de pretos acaba de sentar-se, numa das últimas mesas de mármore ao longo da parede de espelhos. A compostura da humildade, na contenção de gestos e palavras, deixa-se acrescentar pela presença de uma negrinha de seus três anos, laço na cabeça, toda arrumadinha no vestido pobre, que se instalou também à mesa: mal ousa balançar as perninhas curtas ou correr os olhos grandes de curiosidade ao redor. Três seres esquivos que compõem em torno à mesa a instituição tradicional da família, célula da sociedade. Vejo, porém, que se preparam para algo mais que matar a fome.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Passo a observá-los. O pai, depois de contar o dinheiro que discretamente retirou do bolso, aborda o garçom, inclinando-se para trás na cadeira, e aponta no balcão um pedaço de bolo sob a redoma. A mãe limita-se a ficar olhando imóvel, vagamente ansiosa, como se aguardasse a aprovação do garçom. Este ouve, concentrado, o pedido do homem e depois se afasta para atendê-lo. A mulher suspira, olhando para os lados, a reassegurar-se da naturalidade de sua presença ali. A meu lado o garçom encaminha a ordem do freguês.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O homem atrás do balcão apanha a porção do bolo com a mão, larga-o no pratinho — um bolo simples, amarelo-escuro, apenas uma pequena fatia triangular. A negrinha, contida na sua expectativa, olha a garrafa de Coca-Cola e o pratinho que o garçom deixou à sua frente. Por que não começa a comer? Vejo que os três, pai, mãe e filha, obedecem em torno à mesa um discreto ritual. A mãe remexe na bolsa de plástico preto e brilhante, retira qualquer coisa. O pai se mune de uma caixa de fósforos, e espera. A filha aguarda também, atenta como um animalzinho. Ninguém mais os observa além de mim.</p>



<p class="wp-block-paragraph">São três velinhas brancas, minúsculas, que a mãe espeta caprichosamente na fatia do bolo. E enquanto ela serve a Coca-Cola, o pai risca o fósforo e acende as velas. Como a um gesto ensaiado, a menininha repousa o queixo no mármore e sopra com força, apagando as chamas. Imediatamente põe-se a bater palmas, muito compenetrada, cantando num balbucio, a que os pais se juntam, discretos: &#8220;Parabéns pra você, parabéns pra você&#8230;&#8221; Depois a mãe recolhe as velas, torna a guardá-las na bolsa. A negrinha agarra finalmente o bolo com as duas mãos sôfregas e põe-se a comê-lo. A mulher está olhando para ela com ternura — ajeita-lhe a fitinha no cabelo crespo, limpa o farelo de bolo que lhe cai ao colo. O pai corre os olhos pelo botequim, satisfeito, como a se convencer intimamente do sucesso da celebração. Dá comigo de súbito, a observá-lo, nossos olhos se encontram, ele se perturba, constrangido — vacila, ameaça abaixar a cabeça, mas acaba sustentando o olhar e enfim se abre num sorriso.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Assim eu quereria minha última crônica: que fosse pura como esse sorriso.</p>



<br>



<p class="has-text-align-right wp-block-paragraph">Por <span data-tooltip-position="top" data-tooltip="Fernando Tavares Sabino (1924-2004) foiescritor, jornalista e editor brasileiro.">Fernando Sabino</span> (1923-2004).<br>Crônica publicada na obra: <em><a href="https://amzn.to/4314xYZ" target="_blank" rel="noreferrer noopener sponsored nofollow">A companheira de viagem</a></em> (Editora Record, janeiro de 2002 ).</p>



<br>



<p class="has-background has-very-light-gray-background-color wp-block-paragraph"><strong>Nota da editoria:</strong><br><br>A imagem da capa é um recorte da obra: “<em><a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Carruagem_de_Terceira_Classe_%28Daumier%29" target="_blank" rel="noreferrer noopener nofollow">Carruagem de Terceira Classe</a></em>” (1863-65), de <span data-tooltip-position="top" data-tooltip="Honoré-Victorien Daumier (1808-1879), foi um caricaturista, chargista, pintor e ilustrador francês. Ele foi conhecido em seu tempo como o ''Michelangelo da caricatura''.">Honoré Daumier</span> (1808-1879). <a href="#main"><img decoding="async" width="17" height="14" class="wp-image-16646" style="width: 17px;" src="https://culturadefato.com.br/wp-content/uploads/2020/07/Subir_FundoCinza.jpg" alt="Subir com fundo cinza"></a><br><br><strong>Sobre a imagem</strong>:<br>A pintura retrata passageiros humildes reunidos no interior apertado de um vagão popular. Distantes de qualquer idealização, as figuras aparecem em silêncio, recolhidas em sua própria simplicidade, carregando nos gestos contidos e nos rostos cansados uma dignidade profundamente humana. Daumier transforma uma cena comum da vida urbana em um retrato sensível da condição humana, revelando grandeza justamente onde quase ninguém costuma olhar.<br><br>A escolha da obra dialoga diretamente com <em>A Última Crônica</em>, de Fernando Sabino. Assim como o cronista encontra poesia no discreto aniversário celebrado por uma família anônima dentro de um botequim, Daumier também dirige seu olhar para personagens simples e cotidianos, revelando, sob a aparência modesta da cena, afeto, respeito e humanidade. Em ambos, o essencial não está no acontecimento extraordinário, mas na delicadeza silenciosa dos pequenos gestos. <a href="#main"><img decoding="async" width="17" height="14" class="wp-image-16646" style="width: 17px;" src="https://culturadefato.com.br/wp-content/uploads/2020/07/Subir_FundoCinza.jpg" alt="Subir com fundo cinza"></a><br><br><strong id="Audio">Sobre o áudio:</strong><br>Contém um trecho do programa <em>Diário da Manhã</em>, veiculado em 4 de outubro de 2013. A atração era apresentada de segunda a sexta-feira por <span data-tooltip-position="top" data-tooltip="Salomão Schvartzman (1931 - 2019) foi jornalista e sociólogo brasileiro nascido em Niterói (RJ).">Salomão Schvartzman</span> (1931–2019), às 8h, pela Rádio Cultura FM de São Paulo, em 103,3 MHz. <a href="#RefNotas"><img decoding="async" width="17" height="14" class="wp-image-16646" style="width: 17px;" src="https://culturadefato.com.br/wp-content/uploads/2020/07/Subir_FundoCinza.jpg" alt="Subir com fundo cinza"></a></p>



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<hr class="wp-block-separator has-alpha-channel-opacity is-style-dots"/>



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<h2 class="wp-block-heading has-text-align-center">Artigos similares:</h2>



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<p class="has-text-align-center wp-block-paragraph"><br><em><a href="https://culturadefato.com.br/enquanto-ele-dorme/">Enquanto ele dorme</a></em>,<br>por <a href="https://culturadefato.com.br/author/douglasalfini/">Douglas Alfini Jr.</a></p>
</div></div>



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<p class="has-text-align-center wp-block-paragraph"><br><em><a href="https://culturadefato.com.br/saudade-e-o-amor-que-fica/">Saudades é o amor que fica!</a></em>,<br><a href="https://culturadefato.com.br/author/rogeriobrandao/">Rogério Brandão</a></p>
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<p class="has-text-align-center wp-block-paragraph"><br><em><a href="https://culturadefato.com.br/paginas-esquecidas/">Páginas esquecidas</a>,</em><br>por <a href="https://culturadefato.com.br/author/gustavocorcao/">Gustavo Corção</a></p>
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<p class="has-text-align-center wp-block-paragraph"><a href="https://culturadefato.com.br/postagens-selecionadas-do-telegram-marco-de-2023/"></a><br><em><a href="https://culturadefato.com.br/burrice-artificial/">A mala</a></em><br>(<a href="https://culturadefato.com.br/author/autordesconhecido/">autor desconhecido</a>)</p>
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<p class="has-text-align-center wp-block-paragraph"><br><a href="https://culturadefato.com.br/o-colecionador-de-minutos/"><em>O colecionador de minutos</em>,</a><br>por Paulo Bomfim</p>
</div></div>



<div id="col-gm10f588" class="wp-block-gutentor-m0-col col-gm10f588 gutentor-carousel-item"><div id="section-gm10f588" class="section-gm10f588 gutentor-col-wrap has-color-bg has-custom-bg">
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<p class="has-text-align-center wp-block-paragraph"><a href="https://culturadefato.com.br/postagens-selecionadas-do-telegram-marco-de-2023/"></a><br><em><a href="https://culturadefato.com.br/nas-memorias-das-minhas-filhas/">Nas memórias das minhas filhas</a></em>,<br>por <a href="https://culturadefato.com.br/author/noemerodriguesdesouzacampos/">Noeme Rodrigues de Souza Campos</a></p>
</div></div>
</div></div></section>



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