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	<title>George Reisman, Autor em Cultura de Fato</title>
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	<description>Cultura para evocar inteligência, responsabilidade e ética!</description>
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	<title>George Reisman, Autor em Cultura de Fato</title>
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		<title>Por que é vital manter os pronomes tradicionais</title>
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		<dc:creator><![CDATA[George Reisman]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 25 Mar 2024 04:39:29 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Filosofia e História]]></category>
		<category><![CDATA[Atanásio]]></category>
		<category><![CDATA[Ayn Rand]]></category>
		<category><![CDATA[Instituto Rothbard Brasil]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>“Se alguém com uma intensa fantasia de pertencer ao sexo oposto deve ser considerado como um <em>membro real</em> do sexo oposto, então o próprio conceito de sexo oposto é destruído. Oposto a quê? Oposto a um <em>sentimento</em> que se pertence ao sexo oposto, sentimento que supostamente determina a <em>realidade</em> do sexo?”</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p class="has-text-align-center">“<em>Se o mundo for contra a Verdade, serei contra o mundo.</em>”<br><span data-tooltip-position="top" data-tooltip="Atanásio de Alexandria (296 - 373) vigésimo arcebispo de Alexandria, Doutor da Igreja e santo da Igreja Católica.">Santo Atanásio</span> (296 &#8211; 373)</p>



<hr class="wp-block-separator has-alpha-channel-opacity is-style-wide"/>



<br>



<p class="has-drop-cap">Homens e mulheres preenchem a vida um do outro.</p>



<p>Cada um é a fonte do maior e mais intenso prazer que pode ser experimentado pelo outro. E por causa disso, a raça humana se perpetua.</p>



<p>Mas não é só isso; há muito mais:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Todo homem tem mãe.</li>



<li>Toda mulher tem pai.</li>



<li>Muitos homens têm uma ou mais irmãs.</li>



<li>Muitas mulheres têm um ou mais irmãos.</li>



<li>A maioria dos homens tem uma esposa.</li>



<li>A maioria das mulheres têm marido.</li>



<li>Muitos homens têm uma ou mais filhas.</li>



<li>Muitas mulheres têm um ou mais filhos.</li>
</ul>



<p>E então, claro, há também avôs e avós, netos e netas, tios, tias, sobrinhos e sobrinhas.</p>



<p>Essas relações somam uma enorme parte da vida da maioria das pessoas, exigindo uma quantidade de tempo e proporcionando um nível de satisfação comparável e muitas vezes superior ao proporcionado pelo trabalho.</p>



<p>Se alguém com uma intensa fantasia de pertencer ao sexo oposto deve ser considerado como um&nbsp;<em>membro real&nbsp;</em>do sexo oposto, então o próprio conceito de sexo oposto é destruído. Oposto a quê? Oposto a um&nbsp;<em>sentimento&nbsp;</em>que se pertence ao sexo oposto, sentimento que supostamente determina a&nbsp;<em>realidade&nbsp;</em>do sexo?</p>



<p>Baseando-se nisso, o sexo oposto a um homem que se “identifica” como mulher, ou seja, <em>sente</em> que ele é uma mulher, e por isso é considerado como uma mulher real, é, <em>voilà</em>, outro <em>homem</em>. Assim, um homem se torna o sexo oposto de um homem. Assim, o próprio conceito do sexo oposto é destruído.</p>



<p>Se sentimentos e as fantasias devem substituir a realidade biológica como padrão de determinação de pertencimento a um sexo, então todas as relações acima entre os sexos são consideradas nulas e inválidas. Não há então diferença entre homens e mulheres, entre mãe e pai, entre irmã e irmão, entre marido e esposa, entre filha e filho. Pois, com base em mera fantasia, qualquer uma das instâncias de qualquer um desses conceitos podem ser transformadas em seu oposto.</p>



<p>Se for o pai pode ser a mãe e a mãe pode ser o pai, então os conceitos “pai” e “mãe” não têm base para existir. E, da mesma forma, nenhum dos outros conceitos de relações familiares podem ter alguma base para existir.</p>



<p>Em que visa abolir o reconhecimento da base biológica da distinção entre os sexos, o movimento pronominal revela ódio ao sexo e o desejo de obliterá-lo. Procura retirar o sexo do nosso vocabulário não só com respeito aos pronomes, mas também a todas as outras distinções entre os sexos. Assim, por exemplo, não devemos mais falar de garçons e garçonetes e de bombeiros e bombeiras, mas de “servidores” e “pessoa bombeira” — qualquer coisa para tirar o sexo da imagem, qualquer coisa para encontrar um substituto para qualquer referência a distinção entre homens e mulheres.</p>



<p>Aceitação de fantasias relativas à pertença ao sexo oposto como padrão, e suas imposição aos que não as partilham, mas que, no entanto, devem ser compelidos a participar delas, ao ter que usar pronomes especiais para se referir a aqueles que são consumidos por essas fantasias, é certamente uma das principais insanidades de massa do nosso tempo, ou de qualquer outro tempo. É a prova da falência intelectual e moral da maior parte da academia e da mídia de hoje, da nossa chamada “Intelligentsia”. Como <span data-tooltip-position="top" data-tooltip="Alisa Zinovyevna Rosenbaum (1905 - 1982), escritora e filosofa norte-americana de origem russa.">Ayn Rand</span> viu décadas atrás, o mundo precisa de “Novos Intelectuais” — uma nova intelligentsia — para substituir a atual safra de ignorantes amorais que se apropriaram indevidamente de nomes outrora dignos como “professor”, “especialista” e “jornalista”.</p>



<br>



<p class="has-text-align-right">Por <a href="https://culturadefato.com.br/author/georgereisman/">George Reisman</a>.<br>Publicado em 24 de março de 2024 no <em>website</em> do <a href="https://rothbardbrasil.com/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Instituto Rothbard Brasil</a>.</p>



<br>



<p class="has-background has-very-light-gray-background-color"><strong>Nota da editoria:</strong><br><br>Imagem da capa: “<em>A tender moment in the garden</em>”, de Federico Andreotti (1847 &#8211; 1930).</p>



<br>
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