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	<title>Gilberto Simões Pires, Autor em Cultura de Fato</title>
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	<description>Cultura para evocar inteligência, responsabilidade e ética!</description>
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	<title>Gilberto Simões Pires, Autor em Cultura de Fato</title>
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		<title>O novo ano e a taxa de retorno eleitoral</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Gilberto Simões Pires]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 02 Jan 2026 04:47:57 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Política e Economia]]></category>
		<category><![CDATA[CBS]]></category>
		<category><![CDATA[COFINS]]></category>
		<category><![CDATA[ICMS]]></category>
		<category><![CDATA[ISS]]></category>
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		<category><![CDATA[PAC]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>“Aproveitando, de cabo a rabo o fato de que a maioria do povo brasileiro divide o seu tempo em trabalho e jogos de futebol e acompanhamento do time do coração, os nossos parlamentares resolveram que o melhor destino para os impostos está na acomodação das despesas em ano eleitoral.”</p>
<p>O post <a href="https://culturadefato.com.br/o-novo-ano-e-a-taxa-de-retorno-eleitoral/">O novo ano e a taxa de retorno eleitoral</a> apareceu primeiro em <a href="https://culturadefato.com.br">Cultura de Fato</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="has-text-align-center">“<em>Há apenas uma maneira de matar o capitalismo: com impostos, impostos e mais impostos.</em>”<br><span data-tooltip-position="right" data-tooltip="Karl Marx foi um revolucionário socialista, nascido em 1818 em Tréveris (Prússia) e falecido em 1883 na cidade de Londres (Reino Unido). É considerado o ''pai do comunismo'', junto com Friedrich Engels.">Karl Marx</span> (1818 &#8211; 1883)</p>



<hr class="wp-block-separator has-alpha-channel-opacity is-style-wide"/>



<br>



<h2 class="wp-block-heading">Brasileiro Comum</h2>



<br>



<p class="has-drop-cap">Mais do que sabido, o brasileiro comum, tipo que — basicamente — divide o seu tempo de duas formas: 1. <strong>Dando duro — de sol a sol — com o propósito de manter a si próprio e sua família</strong>; e, 2. <strong>Assistir e/ou acompanhar os jogos de futebol de seu time de coração</strong>; praticamente não consegue acompanhar os movimentos — sádicos e cruéis- exercidos pelos nossos maldosos <strong>governantes</strong>.</p>



<br>



<h2 class="wp-block-heading">Taxa de retorno eleitoral</h2>



<br>



<p>Pois, mantendo a velha e criminosa tradição de&nbsp;<strong>impor sacrifícios cada vez maiores</strong> à maioria do — <strong>desprotegido</strong> — povo brasileiro, o que rege a cabeça doentia da quase totalidade dos nossos políticos, notadamente em — <strong>ano de eleições</strong> —, é&nbsp;— exclusivamente —&nbsp;<strong>a&nbsp;taxa de retorno eleitoral</strong>,&nbsp;atropelando por completo, a&nbsp;<strong>taxa de retorno social</strong>, que não raro é uma vil resultante de <strong>absurdas políticas populistas</strong>.</p>



<br>



<h2 class="wp-block-heading">Feliz Ano Novo?</h2>



<br>



<p>Dentro desse clima pra lá de tétrico, por mais tradicionais&nbsp;que sejam as mensagens com&nbsp;<strong>votos de um Feliz Ano Novo</strong>, o fato é que a partir do momento em que os ponteiros dos relógios apontarem para a virada do ano — 2025 —2026, o&nbsp;<strong>povo brasileiro</strong>&nbsp;ganhará&nbsp;o — <strong>dever cruel e coercitivo</strong> — de pagar mais impostos.</p>



<br>



<h2 class="wp-block-heading">Novos impostos</h2>



<br>



<p>Além do <strong>estúpido Imposto de Renda sobre dividendos</strong>, o <strong>Ano Novo</strong> inicia impondo o que manda a&nbsp;também <strong>Estúpida —</strong> <strong>Reforma Tributária —</strong>,&nbsp;que <strong>obriga</strong>&nbsp;as&nbsp;<strong>empresas de todos os portes</strong> a&nbsp;emitir <strong>documentos fiscais eletrônicos</strong> destacando a Contribuição sobre Bens e Serviços (CBS), que substitui o <span data-tooltip-position="top" data-tooltip="Programa de Integração Social">PIS</span> e a <span data-tooltip-position="top" data-tooltip="Contribuição para o Financiamento da Seguridade Social">COFINS</span>, de competência federal; e o Imposto sobre Bens e Serviços (IBS), que substitui <span data-tooltip-position="top" data-tooltip="Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços">ICMS</span> e <span data-tooltip-position="top" data-tooltip="Imposto Sobre Serviços">ISS</span>, de competência estadual e municipal. Mais: há também o Imposto Seletivo, que substitui em grande parte o <span data-tooltip-position="top" data-tooltip="Imposto sobre Produtos Industrializados">IPI</span>, de competência federal.</p>



<br>



<h2 class="wp-block-heading">Destino cruel</h2>



<br>



<p>Pois, aproveitando, de cabo a rabo o&nbsp;<strong>fato</strong> de que a&nbsp;maioria do povo brasileiro divide o seu tempo em <strong>trabalho e jogos de futebol e acompanhamento do time do coração</strong>, os nossos&nbsp;<strong>parlamentares</strong> resolveram que o melhor&nbsp;destino&nbsp;para os <strong>impostos</strong> está na <strong>acomodação</strong>&nbsp;das <strong>despesas em ano eleitoral</strong>. Para tanto, resolveram <strong>elevar as emendas parlamentares a um patamar recorde:&nbsp;R$ 61 bilhões no orçamento de 2026</strong>,&nbsp;sendo R$&nbsp;26,6 bilhões para <strong>emendas individuais</strong>, R$ 11,2 bilhões para <strong>emendas de bancada</strong> e R$ 12,1 bilhões para as <strong>emendas de comissão</strong>, além de R$ 11,1 bilhões <strong>para despesas discricionárias; e projetos do </strong><span data-tooltip-position="top" data-tooltip="Programa de Aceleração do Crescimento"><strong>PAC</strong></span><strong> indicado por ministérios; e adotados por parlamentares</strong>. Que tal?&nbsp;</p>



<br>



<p class="has-text-align-right">Por <a href="https://culturadefato.com.br/author/gilbertospires/">Gilberto Simões Pires</a>.<br><br>Originalmente publicado em 29 de dezembro de 2025,<br>no <em>website</em> do autor: <a href="https://pontocritico.com/" target="_blank" rel="noreferrer noopener nofollow">pontocritico.com</a>.</p>



<br>



<p class="has-background has-very-light-gray-background-color"><strong>Notas da editoria:</strong><br><br>A imagem de capa é um recorte da obra: “<em>Gargantua</em>” (1831), de Honoré-Victorien Daumier (1808 &#8211; 1879).<br><br>A charge é uma crítica ao rei da França, <span data-tooltip-position="top" data-tooltip="Luís Filipe I (1773 - 1850), apelidado de ''O Rei Cidadão'' e ''O Rei Burguês'', foi Rei dos Franceses de 1830 até sua abdicação em 1848. Seu pai era Luís Filipe, Duque de Orleães, que havia apoiado a Revolução Francesa.">Luís Filipe I</span>, retratado como o gigante Gargântua, personagem de <span data-tooltip-position="top" data-tooltip="François Rabelais (? - 1553) foi um escritor, padre e médico francês do Renascimento, que usou, também, o pseudônimo Alcofribas Nasier, um anagrama de seu verdadeiro nome.">Rabelais</span>, porém sob uma interpretação cruel. Nela, o monarca aparece alimentando-se da miséria do povo, representada por figuras que sobem uma escada para lhe entregar riquezas e acabam sendo esmagadas por ele.</p>



<br>



<hr class="wp-block-separator has-alpha-channel-opacity is-style-dots"/>



<h2 class="wp-block-heading has-text-align-center">Artigos similares:</h2>



<br>



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<p class="has-text-align-center"><br><em><a href="https://culturadefato.com.br/postagens-selecionadas-do-telegram-dezembro-de-2025/#Top04">Duas verdades básicas cuja compreensão é urgente</a></em>, por <a href="https://t.me/proestudos" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Canal Pró Conservadorismo</a></p>
</div></div>



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<p class="has-text-align-center"><br><em><a href="https://culturadefato.com.br/estamos-em-queda-livre/">Estamos em queda livre</a></em>,<br>por <a href="https://culturadefato.com.br/author/stephenkanitz/">Stephen Kanitz</a></p>
</div></div>



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<p class="has-text-align-center"><br><em><a href="https://culturadefato.com.br/nosso-pib-per-capita-caiu-pela-metade/">Nosso PIB per capita caiu pela metade</a></em>,<br>por <a href="https://culturadefato.com.br/author/josemariasilva/"><a href="https://culturadefato.com.br/author/stephenkanitz/">Stephen Kanitz</a></a></p>
</div></div>



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<p class="has-text-align-center"><br><em><a href="https://culturadefato.com.br/mp-da-isencao-na-conta-de-luz-deja-vu-a-brasileira/">MP da isenção na conta de luz: déjà-vu à brasileira?</a></em>,<br>por <a href="https://culturadefato.com.br/author/luizguedes/">Luiz Guedes</a></p>
</div></div>



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<p class="has-text-align-center"><br><em><a href="https://culturadefato.com.br/brasil-o-pais-onde-a-empresa-paga-muito-e-o-trabalhador-ganha-pouco/">Brasil: o país onde a empresa paga muito e o trabalhador ganha pouco!</a></em>, por <a href="https://culturadefato.com.br/author/ricardoamorim/">Ricardo Amorim</a></p>
</div></div>



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<p class="has-text-align-center"><br><em><a href="https://culturadefato.com.br/em-prol-do-estado-todos-contra-todos/">Em prol do Estado: todos contra todos!</a></em>,<br>por<a href="https://culturadefato.com.br/author/josemonirnasser/"> <a href="https://culturadefato.com.br/author/josemonirnasser/">José Monir Nasser</a></a></p>
</div></div>
</div></div></section>



<br>
<p>O post <a href="https://culturadefato.com.br/o-novo-ano-e-a-taxa-de-retorno-eleitoral/">O novo ano e a taxa de retorno eleitoral</a> apareceu primeiro em <a href="https://culturadefato.com.br">Cultura de Fato</a>.</p>
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