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	<title>João Pedro Vicente da Silva, Autor em Cultura de Fato</title>
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	<description>Cultura para evocar inteligência, responsabilidade e ética!</description>
	<lastBuildDate>Tue, 13 Aug 2024 22:26:18 +0000</lastBuildDate>
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	<title>João Pedro Vicente da Silva, Autor em Cultura de Fato</title>
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		<title>Tempos artificiais</title>
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		<dc:creator><![CDATA[João Pedro Vicente da Silva]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 11 Jul 2024 03:00:40 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cristianismo]]></category>
		<category><![CDATA[Filosofia e História]]></category>
		<category><![CDATA[Dostoiewski]]></category>
		<category><![CDATA[Fiódor Dostoiévski]]></category>
		<category><![CDATA[Jesus Cristo]]></category>
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		<category><![CDATA[Shakespeare]]></category>
		<category><![CDATA[Sinédrio]]></category>
		<category><![CDATA[William Shakespeare]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>“Quanto mais artificial a realidade melhor. [...] Aliás inventamos os óculos tridimensionais, uma realidade ilusória, que gera emoções diversas e o melhor, da maneira que queremos. Mas não nos demos conta que, quanto mais artificias, mais isso nos distância de nós. [...] O fato é que em tempos artificiais toda realidade é densa.”</p>
<p>O post <a href="https://culturadefato.com.br/tempos-artificiais/">Tempos artificiais</a> apareceu primeiro em <a href="https://culturadefato.com.br">Cultura de Fato</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="has-text-align-center">“<em>É muito melhor viver sem felicidade do que sem amor.</em>”<br><span data-tooltip-position="top" data-tooltip="William Shakespeare (1564 - 1616) foi poeta, dramaturgo e ator inglês.">William Shakespeare</span> (1564 &#8211; 1616).</p>



<hr class="wp-block-separator has-alpha-channel-opacity is-style-wide"/>



<br>



<p class="has-drop-cap">Quanto mais artificial a realidade melhor. Tudo que nos livre dessa realidade caótica, nublada e confusa. Aliás inventamos os óculos tridimensionais, uma realidade ilusória, que gera emoções diversas e o melhor, da maneira que queremos. Mas não nos demos conta que, quanto mais artificias, mais isso nos distância de nós, nos proporcionando uma fuga da realidade presente e fazendo-nos cada dia mais irresponsáveis quanto o agora.</p>



<p>O fato é que em tempos artificiais toda realidade é densa. Viver é uma arte que exige coragem, ainda que a realidade seja caótica, nublada, confusa e desesperadora, Deus invade a história e habita a realidade do jeito que ela é na forma que todos estavam acostumados a ver, como um curso natural da existência: a partir do nascimento (<span data-tooltip-position="top" data-tooltip="Lucas">Lc</span> <span data-tooltip-position="top" data-tooltip="Versículo 2">2</span>:<span data-tooltip-position="top" data-tooltip="Capítulo 11">11</span> e <span data-tooltip-position="top" data-tooltip="Capítulo 12">12</span>). Mas em nenhum momento negou a realidade, antes <a href="https://culturadefato.com.br/foi-morar-em-nazare/">como um bebê foge carregado nos braços do pai junto a mãe para o Egito</a> devido ao novo decreto de matança de todas as crianças nascidas nos últimos dois anos (<span data-tooltip-position="top" data-tooltip="Mateus">Mt</span> <span data-tooltip-position="top" data-tooltip="Versículo 2">2</span>:<span data-tooltip-position="top" data-tooltip="Entre os Capítulos 11 e 18">11 a 18</span>).</p>



<p>Nasce em uma manjedoura por falta de lugares na hospedaria (penso não ser um lugar apropriado para conceber uma criança vulnerável, visto que todo cuidado é necessário para que a criança não seja exposta junto à mãe a infecções), mas como vemos não tinha lugar para ele, aliás não tinha lugar para uma uma mãe grávida desesperada pronta a dar à luz (<span data-tooltip-position="top" data-tooltip="Lucas">Lc</span> <span data-tooltip-position="top" data-tooltip="Capítulo 2">2</span>:<span data-tooltip-position="top" data-tooltip="Capítulo 6">6</span>). Corações duros que refletia nas casas e hospedarias fechadas, não tinha mais sensibilidade, a dureza da vida havia usurpado.</p>



<p>Trabalha como um carpinteiro (aprende o ofício do pai, em Israel aquele que não seguia no caminho para ser rabi, virava a classe trabalhadora, é interessante, pois, Jesus é reconhecido como um rabi, mas se identifica com aqueles que lutavam para ganhar um denário, o salário pago para um dia de trabalho). Está sujeito a andar como todos debaixo do sol quente seja com as sandálias nos pés, ou, com os pés descalço levantando a poeira do chão batido.</p>



<p>Sofre as injustiças e calúnias de pessoas que tramaram o tempo todo contra ele, sentiu na própria pele a justiça sendo torcida em um tribunal armado e manjado pelas autoridades da época, mais conhecido como sinédrio (tribunal religioso judaico). Mas responde essa mesma realidade caótica como uma brasa viva de quem ensina a viver e de quem ama a vida como ela é, e a eleva em sua plenitude. Antes é o protótipo de como todo ser humano deve ser e assim responder a realidade presente sendo fresta que invade o quarto escuro e ilumina todo o cômodo.</p>



<p>Mas também essa mesma luz é aquela que incomoda os olhos por tanto tempo não se ter contato com a claridade. E acima de tudo nos mostra que em algum lugar há uma luz de esperança não somente de ser gente, mas de viver a realidade presente sujeita à suas intempéries cotidianas (<span data-tooltip-position="top" data-tooltip="João">Jo</span> <span data-tooltip-position="top" data-tooltip="Capítulo 16">16</span>:<span data-tooltip-position="top" data-tooltip="Versículo 33">33</span>). Como disse <span data-tooltip-position="top" data-tooltip="Fiódor Mikhailovitch Dostoiévski (1821 - 1881), escritor do Império Russo.">Dostoiévski</span> no seu livro Diário do Subsolo : “Com amor, vive-se mesmo sem felicidade. A vida é boa, mesmo em apuros; seja qual for a vida, é bom viveres.”</p>



<br>



<p class="has-text-align-right">Por&nbsp;<a href="https://culturadefato.com.br/author/joaopedrovicentedasilva/">João Pedro Vicente da Silva</a>.<br>Publicado originalmente no&nbsp;<em>website</em>&nbsp;da&nbsp;<a href="https://www.ultimato.com.br/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Editora Ultimato</a>, em 12 de março de 2018.</p>



<br>



<p class="has-background has-very-light-gray-background-color"><strong>Nota da editoria:</strong><br><br>Imagem da capa: “<em>Deserto de Gollan</em>” (2022), de Wendell Well.</p>



<br>



<h2 class="wp-block-heading has-text-align-center">Leia também:</h2>



<br>



<section id="gm0d1e8d6" class="wp-block-gutentor-m0 alignfull section-gm0d1e8d6 gutentor-module gutentor-module-carousel has-color-bg has-custom-bg gutentor-slick-a-default-desktop gutentor-slick-a-default-tablet gutentor-slick-a-default-mobile"><div class="grid-container"><div class="gutentor-module-carousel-row" data-dots="false" data-dotstablet="false" data-dotsmobile="false" data-arrows="true" data-arrowstablet="true" data-arrowsmobile="true" data-infinite="true" data-autoplay="true" data-draggable="true" data-pauseonfocus="true" data-pauseonhover="true" data-autoplayspeed="4500" data-cmondesktop="false" data-cmontablet="false" data-cmonmobile="false" data-nextarrow="fas fa-angle-right" data-prevarrow="fas fa-angle-left" data-arrowspositiondesktop="gutentor-slick-a-default-desktop" data-arrowspositiontablet="gutentor-slick-a-default-tablet" data-arrowspositionmobile="gutentor-slick-a-default-mobile" data-speed="300" data-slideitemdesktop="2" data-slideitemtablet="3" data-slideitemmobile="2" data-slidescroll-desktop="2" data-slidescroll-tablet="3" data-slidescroll-mobile="2">
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<p class="has-text-align-center"><br><em><a href="https://culturadefato.com.br/a-descoberta-de-sentido-no-sofrimento/">A descoberta de sentido no sofrimento</a></em>,<br>por <a href="https://culturadefato.com.br/author/viktorfrankl/">Viktor E. Frankl</a></p>
</div></div>



<div id="col-gm272744" class="wp-block-gutentor-m0-col col-gm272744 gutentor-carousel-item"><div id="section-gm272744" class="section-gm272744 gutentor-col-wrap has-color-bg has-custom-bg">
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<p class="has-text-align-center"><br><em><a href="https://culturadefato.com.br/profissionais-da-efemeridade/">Profissionais da efemeridade</a></em>,<br>por <a href="https://culturadefato.com.br/author/ericrabello/">Eric M. Rabello</a></p>
</div></div>



<div id="col-gmf58f3e" class="wp-block-gutentor-m0-col col-gmf58f3e gutentor-carousel-item"><div id="section-gmf58f3e" class="section-gmf58f3e gutentor-col-wrap has-color-bg has-custom-bg">
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<p class="has-text-align-center"><br><em><a href="https://culturadefato.com.br/paradoxo-da-confianca-tecnologica/">Paradoxo da confiança tecnológica</a></em>,<br>por <a href="https://culturadefato.com.br/author/fabioblanco/">Fabio Blanco</a></p>
</div></div>



<div id="col-gm285cbf" class="wp-block-gutentor-m0-col col-gm285cbf gutentor-carousel-item"><div id="section-gm285cbf" class="section-gm285cbf gutentor-col-wrap has-color-bg has-custom-bg">
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<p class="has-text-align-center"><br><em><a href="https://culturadefato.com.br/a-moderna-vida-boa/">A moderna vida boa</a></em>,<br>por <a href="https://culturadefato.com.br/author/alexpipkin/">Alex Pipkin</a></p>
</div></div>



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<p class="has-text-align-center"><br><em><a href="https://culturadefato.com.br/burrice-artificial/">Burrice artificial</a></em>,<br>por <a href="https://culturadefato.com.br/author/ericrabello/">Eric M. Rabello</a></p>
</div></div>



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<p class="has-text-align-center"><br><em><a href="https://culturadefato.com.br/tecnologia-e-poder/">Tecnologia e poder</a></em>,<br>por <a href="https://culturadefato.com.br/author/fabioblanco/">Fabio Blanco</a></p>
</div></div>



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<p class="has-text-align-center"><br><em><a href="https://culturadefato.com.br/por-que-a-obsessao-pela-inovacao/">Por que a obsessão pela inovação?</a></em>,<br>por <a href="https://culturadefato.com.br/author/paulofernandoribeiro/">Paulo Fernando Ribeiro</a></p>
</div></div>



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<p class="has-text-align-center"><br><em><a href="https://culturadefato.com.br/fragmentacao-historica/">Fragmentação histórica</a></em>,<br>por <a href="https://culturadefato.com.br/author/danielmarcondes/">Daniel Marcondes</a></p>
</div></div>



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<p class="has-text-align-center"><br><em><a href="https://culturadefato.com.br/foi-morar-em-nazare/">Foi morar em Nazaré</a></em>,<br>por <a href="https://culturadefato.com.br/author/domdevairaraujofonseca/">Dom Devair Araújo da Fonseca</a></p>
</div></div>
</div></div></section>



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		<title>Deus: um ser sem relógio</title>
		<link>https://culturadefato.com.br/deus-um-ser-sem-relogio/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[João Pedro Vicente da Silva]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 02 May 2024 03:01:49 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cristianismo]]></category>
		<category><![CDATA[C. S. Lewis]]></category>
		<category><![CDATA[Eternidade]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>“A eternidade me faz pensar na vida e qualidade de vida porque eternidade em suma é vida abundante e em plenitude sem a variação do tempo.”</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="has-text-align-center">“<em>O presente é o ponto em que o tempo toca a eternidade.</em>”<br><span data-tooltip-position="top" data-tooltip="Clive">C</span>. <span data-tooltip-position="top" data-tooltip="Staples">S</span>. <span data-tooltip-position="top" data-tooltip="C. S. Lewis (1898 - 1963), escritor e apologista cristão irlandês.">Lewis</span> (1898 &#8211; 1963)</p>



<hr class="wp-block-separator has-alpha-channel-opacity is-style-wide"/>



<br>



<p class="has-drop-cap">Uma das coisas que mais me faz pensar a vida é a eternidade. Pensar no Deus Eterno é pensar num ser que vive sem relógio. Por outro lado tornou-se impossível pensar na vida sem submetê-la aos ponteiros. Vivemos submetidos ao tempo. Fazemos as contas em todo final de ano do tempo que perdemos, do tempo que achamos que a vida parou, do tempo que desperdiçamos, do tempo que ainda temos, do tempo que diminui frente aos planos, do tempo que achamos que ainda teremos e do tempo que passou. Pensamos em nossos atrasos, nos dias que nos adiantamos, do relógio que despertou cinco minutos antes só para que pudéssemos ter um pouco mais de tempo de sono. Olhamos o tempo quando acordamos e determinamos que era o horário do café. Chegamos no trabalho e fazemos as contas de quanto tempo faltava para nosso expediente acabar. Nossa rotina foi submetida e determinada pelo tempo. E pra quem enfrentou o desemprego e começou a contar quanto tempo ficou desempregado? E quando a ansiedade bateu pensando em quanto tempo ainda ficaria? E ainda quanto tempo já passou assim e quanto tempo ficarei assim?</p>



<p>As perguntas que mais nos assombram em tempos acelerados não são as que não temos respostas, mas sim aquelas que dizem a respeito do tempo que temos. Independente da situação da vida em que cada um estamos todos nós pensamos unânimes no tempo, planejamos e gerimos nossas vidas a partir do relógio. Quando penso na eternidade, não penso no tempo que virá, mas penso que qualidade de vida me espera. Quando penso na eternidade de Deus, não penso em que tempo Deus vive, mas que qualidade de vida carrega consigo mesmo por Ele mesmo ser Eterno. A eternidade me faz pensar na vida e qualidade de vida porque eternidade em suma é vida abundante e em plenitude sem a variação do tempo. Deus é aquele que é, que era e que há de vir (<span data-tooltip-position="top" data-tooltip="Apocalipse">Ap</span> <span data-tooltip-position="top" data-tooltip="Capítulo 1">1</span>:<span data-tooltip-position="top" data-tooltip="Versículo 4">4</span>). Uma frase cronologicamente bagunçada, pois, pra mim submetido ao tempo, estou organizado no passado, presente e futuro e Deus se revela como presente, passado e futuro.</p>



<p>Que curioso, Deus é um ser sem relógio. Sua eternidade e sua vida eterna é condição de sua essência como qualidade de vida presente o tempo todo em todos os tempos por estar fora de todo tempo. Mil anos ou um dia (<span data-tooltip-position="Top" data-tooltip="Salmos">Sl</span> <span data-tooltip-position="Top" data-tooltip="Salmo 90 (Livro 4)">90</span>:<span data-tooltip-position="Top" data-tooltip="Versículo (ou verso) 4">4</span>) não faz diferença por não estar submetido ao tempo, mas porque todo tempo é agora por estar fora do tempo. Frente a isso o tempo pra nós se mostra apenas um: o agora. O passado virou história e memória. O futuro uma expectativa que aguardamos, mas que não temos. O presente é o tempo que de fato temos e onde nossas vidas se encontram. Será que de fato perdemos tempo? eu não sei. Será que estamos atrasados? Depende. Será que a vida parou quando deixou de ser “produtiva” (Quando o desemprego como um fantasma assombrou nossos sonhos)? Não sei calcular isso e muito menos responder. O que sei é que Aquele que é Eterno não tem relógio e me faz descansar a vida no agora sem ter medo de ter perdido tempo ou de pensar no quanto tempo falta, pois, quando penso qual é o tempo de Deus lembro-me da eternidade que pode ser desfrutada agora. Da próxima vez que olharmos a eternidade plantada em nossos corações (<span data-tooltip-position="top" data-tooltip="Eclesiastes">Ec</span> <span data-tooltip-position="top" data-tooltip="Capítulo 3">3</span>:<span data-tooltip-position="top" data-tooltip="Versículo 11">11</span>) possamos nos lembrar não do tempo que não terá fim, mas da vida que tirou o relógio do pulso e parou de ser contada para agora ser de fato desfrutada.</p>



<p>A eternidade em nosso coração é um suspiro constante por qualidade de vida. Quando começarmos a olhar os ponteiros do relógio no presente lembremos que para desfrutar a eternidade é necessário tirar o relógio do pulso, pois, aquele que é só pode estar acessível em todo tempo e o tempo todo no agora. Hoje quando a sensibilidade para a vida nos despertar seja com o filho no colo, com um cafuné nos cabelos, num abraço dado, num café tomado, numa brisa no rosto, numa singela companhia, num pedalar de bicicleta, num caminhar na rua, num almoço ordinário em família ou rindo com os amigos, lembremos antes de tudo de tirarmos o relógio do pulso para que a vida seja revestida de eternidade no agora e não seja aviltada e limitada pelos ponteiros, pois, como disse <span data-tooltip-position="top" data-tooltip="Clive">C</span>. <span data-tooltip-position="top" data-tooltip="Staples">S</span>. <span data-tooltip-position="top" data-tooltip="C. S. Lewis (1898 - 1963), escritor e apologista cristão irlandês.">Lewis</span>: “O presente é o ponto em que o tempo toca a eternidade”.</p>



<br>



<p class="has-text-align-right">Por <a href="https://culturadefato.com.br/author/joaopedrovicentedasilva/">João Pedro Vicente da Silva</a>.<br>Publicado originalmente no&nbsp;<em>website</em>&nbsp;da&nbsp;<a href="https://www.ultimato.com.br/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Editora Ultimato</a>, em 4 de janeiro de 2020.</p>



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<p class="has-background has-very-light-gray-background-color"><strong>Nota da editoria:</strong><br><br>Imagem da capa: “<em><a href="https://www.artfinder.com/product/end-of-time-2ed1/" target="_blank" rel="noreferrer noopener nofollow">End of time</a></em>” (2018), por <a href="https://www.artfinder.com/artist/robert-zietara/" target="_blank" rel="noreferrer noopener nofollow">Robert Zietara</a>.</p>



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<h2 class="wp-block-heading has-text-align-center">O que a teologia e a filosofia dizem sobre o tempo e a eternidade? Leia:</h2>



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<section id="gm813cc8a" class="wp-block-gutentor-m0 alignfull section-gm813cc8a gutentor-module gutentor-module-carousel has-color-bg has-custom-bg gutentor-slick-a-default-desktop gutentor-slick-a-default-tablet gutentor-slick-a-default-mobile"><div class="grid-container"><div class="gutentor-module-carousel-row" data-dots="false" data-dotstablet="false" data-dotsmobile="false" data-arrows="true" data-arrowstablet="true" data-arrowsmobile="true" data-infinite="true" data-autoplay="true" data-draggable="true" data-pauseonfocus="true" data-pauseonhover="true" data-autoplayspeed="4500" data-cmondesktop="false" data-cmontablet="false" data-cmonmobile="false" data-nextarrow="fas fa-angle-right" data-prevarrow="fas fa-angle-left" data-arrowspositiondesktop="gutentor-slick-a-default-desktop" data-arrowspositiontablet="gutentor-slick-a-default-tablet" data-arrowspositionmobile="gutentor-slick-a-default-mobile" data-speed="300" data-slideitemdesktop="2" data-slideitemtablet="3" data-slideitemmobile="2" data-slidescroll-desktop="2" data-slidescroll-tablet="3" data-slidescroll-mobile="2">
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<div id="section-g99dba6" class="wp-block-gutentor-e6 section-g99dba6 gutentor-element gutentor-element-image text-align-center-desktop"><div class="gutentor-element-image-box"><a class="gutentor-element-image-link" href="https://culturadefato.com.br/destino-o-todo-via-o-nada/"><div class="gutentor-image-thumb"><img decoding="async" class="normal-image" src="https://culturadefato.com.br/wp-content/uploads/2024/02/TheEgged.jpg" alt="The Egged" /></div></a></div></div>



<p class="has-text-align-center"><br><em><a href="https://culturadefato.com.br/destino-o-todo-via-o-nada/">Destino: “O Todo”, via “O Nada”</a></em>, por<br><a href="https://culturadefato.com.br/author/ericrabello/">Eric M. Rabello</a></p>
</div></div>



<div id="col-gm08a653" class="wp-block-gutentor-m0-col col-gm08a653 gutentor-carousel-item"><div id="section-gm08a653" class="section-gm08a653 gutentor-col-wrap has-color-bg has-custom-bg">
<div id="section-g619eca" class="wp-block-gutentor-e6 section-g619eca gutentor-element gutentor-element-image text-align-center-desktop"><div class="gutentor-element-image-box"><a class="gutentor-element-image-link" href="https://culturadefato.com.br/livre-arbitrio-atemporalidade-em-deus-e-oracao-compativeis/"><div class="gutentor-image-thumb"><img decoding="async" class="normal-image" src="https://culturadefato.com.br/wp-content/uploads/2021/03/CountryFresh.jpg" alt="Recorte da obra: &quot;Country Fresh&quot;, criada pelo artista americano Charles L. Peterson." /></div></a></div></div>



<p class="has-text-align-center"><br><a href="https://culturadefato.com.br/livre-arbitrio-atemporalidade-em-deus-e-oracao-compativeis/"><em>Livre arbítrio, atemporalidade em Deus e oração: compatíveis?</em></a>, por <a href="https://culturadefato.com.br/author/cslewis/">C. S. Lewis</a><br></p>
</div></div>



<div id="col-gmf17324" class="wp-block-gutentor-m0-col col-gmf17324 gutentor-carousel-item"><div id="section-gmf17324" class="section-gmf17324 gutentor-col-wrap has-color-bg has-custom-bg">
<div id="section-g1f6313" class="wp-block-gutentor-e6 section-g1f6313 gutentor-element gutentor-element-image text-align-center-desktop"><div class="gutentor-element-image-box"><a class="gutentor-element-image-link" href="https://culturadefato.com.br/o-hotel-de-hilbert/"><div class="gutentor-image-thumb"><img decoding="async" class="normal-image" src="https://culturadefato.com.br/wp-content/uploads/2020/09/HotelHilbert.jpg" alt="Hotel de Hilbert (Sempre há vagas)" /></div></a></div></div>



<p class="has-text-align-center"><br><em><a href="https://culturadefato.com.br/o-hotel-de-hilbert/">O hotel de Hilbert</a></em>, por<br><a href="https://culturadefato.com.br/author/williamlcraig/">William Lane Craig</a></p>
</div></div>



<div id="col-gmf813a7" class="wp-block-gutentor-m0-col col-gmf813a7 gutentor-carousel-item"><div id="section-gmf813a7" class="section-gmf813a7 gutentor-col-wrap has-color-bg has-custom-bg">
<div id="section-ge31e7b" class="wp-block-gutentor-e6 section-ge31e7b gutentor-element gutentor-element-image text-align-center-desktop"><div class="gutentor-element-image-box"><a class="gutentor-element-image-link" href="https://culturadefato.com.br/tempo-longo-tempo-breve/"><div class="gutentor-image-thumb"><img decoding="async" class="normal-image" src="https://culturadefato.com.br/wp-content/uploads/2020/09/a-persistencia-da-memoria.jpg" alt="“A Persistência da Memória”, obra do pintor catalão Salvador Dalí (1904 – 1989)" /></div></a></div></div>



<p class="has-text-align-center"><br><em><a href="https://culturadefato.com.br/tempo-longo-tempo-breve/">Tempo longo, tempo breve</a></em>, por<br><a href="https://culturadefato.com.br/author/santoagostinho/">Santo Agostinho</a></p>
</div></div>



<div id="col-gmd9d073" class="wp-block-gutentor-m0-col col-gmd9d073 gutentor-carousel-item"><div id="section-gmd9d073" class="section-gmd9d073 gutentor-col-wrap has-color-bg has-custom-bg">
<div id="section-ga6881e" class="wp-block-gutentor-e6 section-ga6881e gutentor-element gutentor-element-image text-align-center-desktop"><div class="gutentor-element-image-box"><a class="gutentor-element-image-link" href="https://culturadefato.com.br/que-e-o-tempo/"><div class="gutentor-image-thumb"><img decoding="async" class="normal-image" src="https://culturadefato.com.br/wp-content/uploads/2020/09/Ampulheta.jpg" alt="Ampulheta visível pela metade. Areia verde, mesa de madeira e fundo preto." /></div></a></div></div>



<p class="has-text-align-center"><br><em><a href="https://culturadefato.com.br/que-e-o-tempo/">Que é o tempo?</a></em>,<br>por <a href="https://culturadefato.com.br/author/santoagostinho/">Santo Agostinho</a></p>
</div></div>



<div id="col-gmccdb08" class="wp-block-gutentor-m0-col col-gmccdb08 gutentor-carousel-item"><div id="section-gmccdb08" class="section-gmccdb08 gutentor-col-wrap has-color-bg has-custom-bg">
<div id="section-g81ac29" class="wp-block-gutentor-e6 section-g81ac29 gutentor-element gutentor-element-image text-align-center-desktop"><div class="gutentor-element-image-box"><a class="gutentor-element-image-link" href="https://culturadefato.com.br/o-que-e-mais-importante-a-viagem-ou-o-destino/"><div class="gutentor-image-thumb"><img decoding="async" class="normal-image" src="https://culturadefato.com.br/wp-content/uploads/2023/03/Dente-De-Leao_O_Voo_Das_Sementes.jpg" alt="O voo das sementes de um dente-de-leão" /></div></a></div></div>



<p class="has-text-align-center"><br><em><a href="https://culturadefato.com.br/o-que-e-mais-importante-a-viagem-ou-o-destino/">O que é mais importante: a viagem ou o destino?</a></em>,<br>por <a href="https://culturadefato.com.br/author/ericrabello/">Eric M. Rabello</a></p>
</div></div>
</div></div></section>



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