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	<title>Jon Miltimore, Autor em Cultura de Fato</title>
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	<description>Cultura para evocar inteligência, responsabilidade e ética!</description>
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	<title>Jon Miltimore, Autor em Cultura de Fato</title>
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		<title>Cinco coisas que Marx queria abolir (além da propriedade privada)</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Jon Miltimore]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 04 Jan 2024 12:29:45 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Filosofia e História]]></category>
		<category><![CDATA[Política e Economia]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>“Uma das características mais extraordinárias de <em>O Manifesto Comunista</em> é sua honestidade. Mesmo quem conhece bem a biografia de Marx — repleta de apologias a extermínios em massa de 'raças inferiores' e a ditaduras — se surpreende com sua notável franqueza em relação aos objetivos do comunismo.”</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="has-text-align-center">“<em>Marxismo, pragmatismo, nietzscheanismo e freudismo nada nos dizem a respeito da realidade,</em><br><em>mas tudo a respeito da mentalidade de seus adeptos. São os quatro pilares do barbarismo contemporâneo.</em>”<br>Olavo de Carvalho (1947 &#8211; 2022)</p>



<hr class="wp-block-separator has-alpha-channel-opacity is-style-wide"/>



<br>



<p class="has-drop-cap">Uma das características mais extraordinárias de&nbsp;<a href="https://culturadefato.com.br/downloads/politica_e_economia/2020/manifesto-comunista.pdf" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><em>O Manifesto Comunista</em></a>&nbsp;é sua honestidade.</p>



<p>Mesmo quem conhece bem a&nbsp;<a href="http://www.intellectualtakeout.org/blog/karl-marx-was-pretty-bad-person" target="_blank" rel="noreferrer noopener">biografia de Marx</a>&nbsp;— repleta de apologias a extermínios em massa de “raças inferiores” e a ditaduras — se surpreende com sua notável franqueza em relação aos objetivos do comunismo.</p>



<p>Com efeito, é possível argumentar que esta audácia passou a permear toda a psique comunista.</p>



<p>No&nbsp;<a href="https://www.marxists.org/archive/marx/works/1848/communist-manifesto/ch04.htm" target="_blank" rel="noreferrer noopener">último parágrafo do manifesto</a>, <span data-tooltip-position="top" data-tooltip="Revolucionário socialista, nascido em 1818 em Tréveris (Prússia) e falecido em 1883 na cidade de Londres (Reino Unido).">Marx</span> resume toda sua posição: “Os comunistas rejeitam suavizar suas ideias e objetivos. Declaram abertamente que os seus fins só podem ser alcançados pela violenta subversão de toda a ordem social vigente. Que as classes dominantes tremam de medo perante uma revolução comunista!”.</p>



<p>Assim como em&nbsp;<span data-tooltip-position="top" data-tooltip="''Mein Kampf'' (em português ''Minha Luta'') é o título do livro de dois volumes escrito por Adolf Hitler, o qual sustentou a ideologia nazista e todo o horror do Holocausto."><em>Mein Kampf</em></span>, de <span data-tooltip-position="top" data-tooltip="Adolf Hitler (1889 - 1945) foi a figura central do Holocausto.">Hitler</span>, os leitores são apresentados a uma visão pura e nada diluída da ideologia do autor (por mais sombria que seja).</p>



<h2 class="wp-block-heading">Começa com a propriedade</h2>



<br>



<p>O manifesto de Marx tornou-se famoso por resumir toda a teoria do comunismo em uma única frase: “Abolição da propriedade privada”. Ao final do&nbsp;<a href="https://www.marxists.org/archive/marx/works/1848/communist-manifesto/ch02.htm" target="_blank" rel="noreferrer noopener">segundo capítulo</a>, ele inclusive fornece as 10 medidas necessárias para tornar um país comunista. Diz ele:</p>



<blockquote class="wp-block-quote is-style-default is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow">
<p>O proletariado usará sua supremacia política para expropriar, de maneira gradual, todo o capital da burguesia, para centralizar todos os instrumentos de produção nas mãos do Estado — isto é, do proletariado organizado como classe dominante. [&#8230;]<br><br>Naturalmente, isto só poderá ocorrer por meio de intervenções despóticas no direito de propriedade e nas relações de produção burguesas. Por meio de medidas, portanto, que economicamente parecerão insuficientes e insustentáveis, mas que, no decurso do movimento, levam para além de si mesmas, requerendo novas agressões à velha ordem social.[&#8230;]<br><br>Estas medidas serão, obviamente, naturalmente distintas para os diferentes países.<br><br>Não obstante, nos países mais avançados, poderão ser aplicadas de um modo generalizado.<br><br><strong>1.</strong>&nbsp;Expropriação da propriedade sobre a terra e aplicação de toda a renda obtida com a terra nas despesas do Estado.<br><strong>2.</strong>&nbsp;Imposto de renda fortemente progressivo.<br><strong>3.</strong>&nbsp;Abolição de todos os direitos de herança.<br><strong>4.</strong>&nbsp;Confisco da propriedade de todos os emigrantes e rebeldes.<br><strong>5.</strong>&nbsp;Centralização do crédito nas mãos do Estado, por meio de um banco nacional com capital do Estado usufruindo monopólio exclusivo.<br><strong>6.</strong>&nbsp;Centralização, nas mãos do Estado, de todos os meios de comunicação e transporte.<br><strong>7.</strong>&nbsp;Ampliação das fábricas e dos instrumentos de produção pertencentes ao Estado; arroteamento das terras incultas e melhoramento das terras cultivadas, tudo de acordo com um plano geral.<br><strong>8.</strong>&nbsp;Trabalho obrigatório para todos. Criação de exércitos industriais, em especial para a agricultura.<br><strong>9.</strong>&nbsp;Unificação do trabalho agrícola e industrial. Abolição gradual de toda e qualquer distinção entre cidade e campo por meio de uma distribuição equilibrada da população ao longo do território do país.<br><strong>10.</strong>&nbsp;Educação gratuita para todas as crianças nas escolas públicas. Eliminação do trabalho infantil nas fábricas em sua forma atual. Unificação da educação com a produção industrial etc.</p>
</blockquote>



<p>Mas estes famosos 10 pontos do manifesto comunista — que vão desde a abolição da propriedade até a instituição do trabalho compulsório e da reorganização da distribuição demográfica — ainda não englobam todo o pensamento de Marx.</p>



<p>Com efeito, a abolição da propriedade privada está longe de ser a única coisa que o filósofo acreditava que tinha de ser abolida da sociedade burguesa para permitir a marcha do proletariado rumo à utopia.</p>



<p>Em seu manifesto, Marx enfatizou cinco outras ideias e instituições que também tinham de ser erradicadas.</p>



<h2 class="wp-block-heading">1. Família</h2>



<br>



<p><a href="https://www.marxists.org/archive/marx/works/1848/communist-manifesto/ch02.htm" target="_blank" rel="noreferrer noopener">No segundo capítulo</a>, Marx admite que a abolição da família — uma instituição burguesa — é um tópico espinhoso, mesmo para os revolucionários. “Abolição da família! Até os mais radicais se assustam com este propósito infame dos comunistas”, escreve ele.</p>



<p>Em seguida, ele explica que os oponentes desta ideia são incapazes de entender um fato crucial sobre a família.</p>



<p>“Sobre quais fundamentos se assenta a família atual, a família burguesa? Sobre o capital, sobre o proveito privado. Em sua forma completamente desenvolvida, a família tradicional é uma instituição burguesa e existe somente na burguesia”, afirma Marx.</p>



<p>Para melhorar a situação, abolir a família seria relativamente fácil tão logo a propriedade da burguesia fosse abolida. “A família burguesa será naturalmente eliminada com o eliminar deste seu complemento, e ambos desaparecerão com o desaparecimento do capital.”</p>



<h2 class="wp-block-heading">2. Individualidade</h2>



<br>



<p>Marx acreditava, corretamente, que o indivíduo e a individualidade eram uma força de resistência ao igualitarismo que ele queria impor.</p>



<p>Consequentemente, também&nbsp;<a href="https://www.marxists.org/archive/marx/works/1848/communist-manifesto/ch02.htm" target="_blank" rel="noreferrer noopener">no segundo capítulo</a>, Marx afirma que o “indivíduo” — que para ela era “o burguês, o cidadão de classe média detentor de propriedades” — terá de ser “retirado do caminho, suprimido, e ter sua existência impossibilitada”.</p>



<p>Segundo Marx, a individualidade é uma construção social da sociedade capitalista e está profundamente arraigada na própria noção de capital.</p>



<p>“Na sociedade burguesa, o capital é independente e possui individualidade, ao passo que a pessoa é dependente e não possui individualidade”, escreveu ele. “E a abolição deste estado de coisas é rotulada pela burguesia de abolição da individualidade e da liberdade! E com razão. A abolição da individualidade burguesa, da independência burguesa e da liberdade burguesa sem dúvida são os nossos objetivos.”</p>



<h2 class="wp-block-heading">3. Verdades eternas</h2>



<br>



<p>Marx aparentava não acreditar que existisse qualquer outra verdade além da luta de classes. Tudo aquilo que as pessoas comuns consideravam ser verdades era, segundo Marx, apenas imposições da burguesia.</p>



<p>Para Marx, a luta de classes era a única verdade inquestionável. E era ela o que determinava todas as outras “verdades”.</p>



<p>“As ideias dominantes de cada época sempre foram apenas as ideias da classe dominante”,&nbsp;<a href="https://www.marxists.org/archive/marx/works/1848/communist-manifesto/ch02.htm" target="_blank" rel="noreferrer noopener">disse ele</a>. “Quando o mundo antigo estava em declínio, as religiões antigas foram sobrepujadas pelo cristianismo. Quando as ideias cristãs sucumbiram, no século XVIII, às ideias racionalistas, a sociedade feudal travou sua luta de morte com a burguesia, que então era revolucionária.”</p>



<p>Ele reconheceu que esta ideia soaria radical demais para seus leitores, principalmente quando se considera que o comunismo não buscava modificar a verdade, mas sim suprimi-la. Porém, argumentou Marx, essas pessoas simplesmente não estavam tendo a visão global das coisas.</p>



<blockquote class="wp-block-quote is-style-default is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow">
<p>Dirão os céticos: “As ideias religiosas, morais, filosóficas, políticas, jurídicas, etc., sofreram várias modificações no decorrer da história. Entretanto, a religião, a moralidade, a filosofia, a ciência política, e o direito sempre sobreviveram a estas mudanças. Além disso, existem verdades eternas, como Liberdade, Justiça etc., que são comuns a todas as camadas sociais. Já o comunismo que abolir as verdades eternas, abolir todas as religiões e toda a moralidade, em vez de apenas tentar configurá-las de novo. Consequentemente, o comunismo age em contradição a toda a experiência histórica passada.”<br><br>Ora, mas a que se reduz esta acusação? Ela simplesmente afirma e confessa que toda a história da sociedade se baseou na evolução dos antagonismos de classes, antagonismos que assumiram diferentes formas em diferentes épocas.<br></p>



<p>Porém, qualquer que fosse a forma assumida, um fato é comum a todas as épocas: a exploração de uma parte da sociedade pela outra. Não é de se admirar, portanto, que a consciência social das épocas passadas, a despeito de toda a multiplicidade e variedade de acontecimentos, se manifeste sempre dentro de padrões similares e de acordo com ideias gerais. E isso só irá desaparecer por completo com o desaparecimento total dos antagonismos de classe.</p>
</blockquote>



<h2 class="wp-block-heading">4. Nações</h2>



<br>



<p>“Os comunistas”,&nbsp;<a href="https://www.marxists.org/archive/marx/works/1848/communist-manifesto/ch02.htm">disse Marx</a>, “são repreendidos por seu desejo de abolir países e nacionalidades”. Mas esses críticos são incapazes de entender a natureza do proletariado, disse ele.</p>



<blockquote class="wp-block-quote is-style-default is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow">
<p>Os operários não têm pátria. Logo, não é possível tirar deles aquilo que eles não têm. Ademais, dado que o proletariado tem primeiro de conquistar a dominação política, de ascender à classe dominante da nação, e finalmente se tornar ele próprio a representação da nação, então podemos dizer que, até o momento, ele ainda é nacional, mas não no sentido burguês da palavra.</p>
</blockquote>



<p>Adicionalmente, o próprio Marx admitiu que, por causa do capitalismo, as hostilidades entre as pessoas de diferentes culturas e criações estavam diminuindo. Assim, quando o proletariado chegasse ao poder, não mais haveria necessidade de existir nações, disse ele.</p>



<blockquote class="wp-block-quote is-style-default is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow">
<p>As diferenças nacionais e o antagonismo entre as pessoas de diferentes culturas estão, diariamente, desaparecendo cada vez mais por causa do desenvolvimento da burguesia, da liberdade de comércio, do mercado mundial, e da uniformidade do modo de produção industrial, que gera condições uniformes de vida entre as pessoas.<br><br>A supremacia do proletariado fará com que tudo isso desapareça ainda mais rápido.</p>
</blockquote>



<h2 class="wp-block-heading">5. Passado</h2>



<br>



<p>Marx via a tradição e os costumes como uma ferramenta de dominação da burguesia. Aderência aos costumes e respeito ao passado serviam meramente para distrair o proletariado, atrasando sua busca por emancipação e supremacia. Os tradicionalistas — “reacionários” — apegados ao passado e aos costumes agiam assim unicamente para manter os instintos revolucionários do proletariado sob controle.</p>



<p>“Na sociedade burguesa”,&nbsp;<a href="https://www.marxists.org/archive/marx/works/1848/communist-manifesto/ch02.htm">escreveu</a>&nbsp;Marx, “o passado domina o presente; na sociedade comunista, o presente domina o passado”.</p>



<p>Talvez as sementes da nossa atual era da&nbsp;<a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/P%C3%B3s-verdade" target="_blank" rel="noreferrer noopener">pós-verdade</a>&nbsp;estejam aí.</p>



<br>



<p class="has-text-align-right">Por <a href="https://culturadefato.com.br/author/jonmiltimore/">Jon Miltimore</a>.<br>O autor é o editor-chefe do <em>website</em> <a href="https://intellectualtakeout.org/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Intellectual Takeout</a>.<br>Publicado originalmente no&nbsp;<em>website&nbsp;</em>do&nbsp;<em><a href="https://mises.org.br" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Instituto Ludwig von Mises Brasil</a></em>, em 31 de outubro de 2017.</p>



<br>



<p class="has-background has-very-light-gray-background-color"><strong>Nota da editoria:</strong><br><br>Imagem da capa: “<em>Portrait of Karl Marx</em>”, por Pavel Petrovich Benkov.</p>



<br>



<h2 class="wp-block-heading has-text-align-center">Artigos que poderão complementar esta postagem:</h2>



<br>



<section id="gm23ceb0f" class="wp-block-gutentor-m0 alignfull section-gm23ceb0f gutentor-module gutentor-module-carousel has-color-bg has-custom-bg gutentor-slick-a-default-desktop gutentor-slick-a-default-tablet gutentor-slick-a-default-mobile"><div class="grid-container"><div class="gutentor-module-carousel-row" data-dots="false" data-dotstablet="false" data-dotsmobile="false" data-arrows="true" data-arrowstablet="true" data-arrowsmobile="true" data-infinite="true" data-autoplay="true" data-draggable="true" data-pauseonfocus="true" data-pauseonhover="true" data-autoplayspeed="4500" data-cmondesktop="false" data-cmontablet="false" data-cmonmobile="false" data-nextarrow="fas fa-angle-right" data-prevarrow="fas fa-angle-left" data-arrowspositiondesktop="gutentor-slick-a-default-desktop" data-arrowspositiontablet="gutentor-slick-a-default-tablet" data-arrowspositionmobile="gutentor-slick-a-default-mobile" data-speed="300" data-slideitemdesktop="2" data-slideitemtablet="3" data-slideitemmobile="2" data-slidescroll-desktop="2" data-slidescroll-tablet="3" data-slidescroll-mobile="2">
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</div></div>



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</div></div>



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</div></div>



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</div></div>



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<p class="has-text-align-center"><a href="https://culturadefato.com.br/postagens-selecionadas-do-telegram-marco-de-2023/"></a><br><a href="https://culturadefato.com.br/o-socialismo-reflete-a-atitude-interior-de-seus-adeptos/"><em>O socialismo reflete a atitude interior de seus adeptos</em></a><br><a href="https://culturadefato.com.br/author/antonymueller/">Antony Mueller</a></p>
</div></div>
</div></div></section>



<br>
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