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	<title>José Maria e Silva, Autor em Cultura de Fato</title>
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	<description>Cultura para evocar inteligência, responsabilidade e ética!</description>
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		<title>Autoajuda marxista</title>
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		<dc:creator><![CDATA[José Maria e Silva]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 07 Jul 2020 16:41:37 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Ensino]]></category>
		<category><![CDATA[Asoke Bhattacharya]]></category>
		<category><![CDATA[Autoajuda Marxista]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O “Método Paulo Freire”, com mais propaganda que resultados, foi uma ferramenta populista de João Goulart financiada com dinheiro norte-americano do acordo MEC-Usaid. Na verdade, o reducionismo pedagógico é o grande legado de Paulo Freire.</p>
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<p class="has-text-align-center wp-block-paragraph">“<em>A educação é inimiga da sabedoria,</em> <em>porque a educação torna necessárias muitas coisas das quais,</em><br><em>para sermos sábios, nos deveríamos ser livres.</em>”,<br>Luigi Pirandello (1867 – 1936): escritor italiano (Nobel de Literatura em 1934).</p>



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<p class="has-drop-cap wp-block-paragraph">“P<a href="https://amzn.to/35j3zqC" target="_blank" rel="noreferrer noopener sponsored nofollow">aulo Freire: Rousseau do século 20</a>.” Quem faz essa afirmação, em um alentado livro de 324 páginas publicado em 2011 na Holanda e que leva justamente esse título, é o indiano <span data-tooltip-position="top" data-tooltip="Asoke Kumar Bhattacharyya (1919 - 2016): arqueólogo, museólogo, historiador de arte e professor indiano.">Asoke Bhattacharya</span>, professor da Universidade de Calcutá. De fato, <span data-tooltip-position="bottom" data-tooltip="Paulo Reglus Neves Freire (1921 - 1997): educador influenciado por comunistas como Karl Marx e Antonio Gramsci. É autor do livro intitulado ''Pedagogia do Oprimido''.">Paulo Freire</span> é a versão atual do autor de <a href="https://amzn.to/37q3d30" target="_blank" rel="nofollow noopener noreferrer"><em>Emílio, ou Da Educação</em></a> (1762), que muita influência teve na pedagogia. Mas, como ironiza <span data-tooltip-position="top" data-tooltip="David Émile Durkheim (1858 - 1917): sociólogo, antropólogo, cientista político, psicólogo social e filósofo francês.">Émile Durkheim</span>, quem confiaria a educação de uma criança ao desnaturado <span data-tooltip-position="top" data-tooltip="Jean-Jacques Rousseau (1712 - 1778): filósofo, teórico político, escritor e compositor autodidata genebrino.">Rousseau</span>, que abandonou a própria prole?</p>



<p class="wp-block-paragraph">Essa pergunta cabe em relação a Paulo Freire, que prega a liberdade, mas cultua totalitarismos. <a href="https://amzn.to/2QgFxIQ" target="_blank" rel="noreferrer noopener nofollow"><em>Pedagogia do Oprimido</em></a>, uma espécie de manual de autoajuda marxista, idolatra a “linguagem quase evangélica” do “humilde e amoroso” <span data-tooltip-position="top" data-tooltip="Ernesto Guevara (1928 - 1967): revolucionário marxista argentino.">Che Guevara</span>, enaltece sua “comunhão com o povo” e, valendo-se de um jogo vazio de palavras, justifica as execuções sumárias que ele perpetrava sem piedade: “A revolução é biófila, é criadora de vida, ainda que, para criá-la, seja obrigada a deter vidas que proíbem a vida”.</p>



<p class="img-direita wp-block-paragraph"><a href="https://amzn.to/37q3d30" target="_blank" rel="nofollow noopener noreferrer"><img fetchpriority="high" decoding="async" width="285" height="600" class="wp-image-5201" src="https://culturadefato.com.br/wp-content/uploads/2020/12/EmilioOuDaEducacao.jpg" alt="Capa da obra: &quot;Emílio ou da Educação&quot;, escrita por: Jean-Jacques Rousseau."></a>Essa frase assassina inspira <span data-tooltip-position="top" data-tooltip="Educador brasileiro. Atualmente é professor titular da Faculdade de Educação da Universidade de São Paulo.">Moacir Gadotti</span>, discípulo predileto do mestre, que, em Pensamento Pedagógico Brasileiro, despreza o grande pedagogo escola-novista <span data-tooltip-position="top" data-tooltip="Manuel Bergström Lourenço Filho (1897 - 1970): educador e pedagogista brasileiro.">Lourenço Filho</span>, mas se rende a <span data-tooltip-position="left" data-tooltip="Vladimir Ilyich Ulianov (1870 - 1924): revolucionário comunista, político e teórico político russo.">Lenin</span> e <span data-tooltip-position="right" data-tooltip="Mao Tsé-Tung (1893 - 1976): líder comunista e revolucionário chinês.">Mao Tsé-tun</span>g. Ambos são tratados por Gadotti como “grandes pedagogos da humanidade”.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><a href="https://amzn.to/2QgFxIQ" target="_blank" rel="noreferrer noopener sponsored nofollow"><em>Pedagogia do Oprimido</em></a>, que deu fama mundial a Freire, é menos um tratado que um panfleto. Até seus discípulos são obrigados a reconhecê-lo. Ao observar que Paulo Freire “foi saudado como um dos fundadores da pedagogia crítica”, Bhattacharya observa que isso “não é errado, mas também não é muito preciso”, pois vários filósofos educacionais antes dele foram críticos em relação à pedagogia tradicional. “Portanto, não é a atitude crítica de Freire, mas seu ativismo político que o diferencia de alguns (mas não de todos) os filósofos canônicos educacionais”, diz o professor indiano.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O “Método Paulo Freire”, com mais propaganda que resultados, foi uma ferramenta populista de <span data-tooltip-position="right" data-tooltip="João Belchior Marques Goulart (1918 - 1976): foi o 24° presidente do país entre 1961 e 1964. Popularmente ficou conhecido como ''Jango''.">João Goulart</span> financiada com dinheiro norte-americano do acordo <span data-tooltip-position="top" data-tooltip="O acordo MEC/USAID incluiu uma série de convênios realizados a partir de 1964, durante o regime militar brasileiro, entre o Ministério da Educação (MEC) e a United States Agency for International Development (USAID).">MEC-Usaid</span>. E nem era inédito: o uso de palavras geradoras na alfabetização já estava presente em outras propostas pedagógicas, como o “<a href="https://www.escolasempartido.org/artigos/metodo-paulo-freire-ou-metodo-laubach/" target="_blank" rel="nofollow noopener noreferrer">Método Laubach</a>”, muito disseminado no Brasil. O que Paulo Freire fez foi carregar as palavras de ideologia revolucionária, a pretexto de falar da realidade do aluno. É como se o pedreiro tivesse de se restringir ao tijolo; o lavrador, à enxada; o carpinteiro, ao serrote. O que seria da cultura brasileira se <span data-tooltip-position="right" data-tooltip="Joaquim Maria Machado de Assis (1839 - 1908): escritor brasileiro, considerado por muitos críticos, estudiosos, escritores e leitores um dos maiores senão o maior nome da literatura do Brasil..">Machado de Assis</span> fosse obrigado, em sua alfabetização, a tartamudear sobre o morro em que nasceu?</p>



<p class="wp-block-paragraph">O reducionismo pedagógico é o grande legado de Paulo Freire. Juntando-se ao “<a href="https://amzn.to/2FbEJ1h" target="_blank" rel="nofollow noopener noreferrer">construtivismo pós-piagetiano</a>”, ele inspirou o “preconceito linguístico”, que vilipendia a norma culta do idioma; a “geografia crítica”, que mistura bairrismo com economia marxista; a história em ação, que eterniza o presente; a matemática étnica, que cria analfabetos em tabuada. Paulo Freire relativizou o conhecimento, anulou a autoridade do professor e, sobretudo, assassinou o mérito – inviabilizando a possibilidade de educação. O <em>ranking</em> global divulgado no fim de novembro que o diga.</p>



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