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	<title>Louis Lavelle, Autor em Cultura de Fato</title>
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	<description>Cultura para evocar inteligência, responsabilidade e ética!</description>
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	<title>Louis Lavelle, Autor em Cultura de Fato</title>
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		<title>A definição do mal</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Louis Lavelle]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 01 Sep 2020 17:45:20 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Filosofia e História]]></category>
		<category><![CDATA[Excerto de Livro]]></category>
		<category><![CDATA[Louis Lavelle]]></category>
		<category><![CDATA[Moralidade]]></category>
		<category><![CDATA[Sofrimento]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Notavelmente jamais podemos definir o mal de maneira positiva. Ele não apenas ingressa num par de que o bem é o outro termo, como é impossível classificá-lo sem evocar o bem de que ele é, precisamente, sua privação.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p class="has-text-align-center wp-block-paragraph"><em>Excerto do tópico: “<em>A definição do mal</em>”, disponível na&nbsp;</em><span data-tooltip="Parte I: O mal e o sofrimento." data-tooltip-position="top"><em>primeira parte</em></span><em> da obra: “<em><a href="https://www.amazon.com.br/gp/product/8580331803/ref=as_li_tl?ie=UTF8&amp;camp=1789&amp;creative=9325&amp;creativeASIN=8580331803&amp;linkCode=as2&amp;tag=culturateca-20&amp;linkId=545570947311f8720651c3f7964259cf" target="_blank" rel="nofollow noopener noreferrer">O mal e o sofrimento</a></em>”,</em><br><em>escrita por <a href="http://www.erealizacoes.com.br/autor/louis-lavelle" target="_blank" rel="nofollow noopener noreferrer">Louis Lavelle</a> (1883 – 1951). Publicado por&nbsp;<a href="http://www.erealizacoes.com.br" target="_blank" rel="nofollow noopener noreferrer">É Realizações</a>, sob </em><span data-tooltip="ISBN: International Standard Book Number." data-tooltip-position="top"><em>ISBN</em></span><em>: 978-85-8033-180-6.</em></p>



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<p class="has-drop-cap wp-block-paragraph">É notável que jamais possamos definir o mal de maneira positiva. Não apenas ele entra num par de que o bem é o outro termo, como é impossível nomeá-lo sem evocar o bem de que ele é, precisamente, a privação. Há mais. Existem, ao que parece, formas muito numerosas de mal, e pode-se perder o bem de muitas maneiras, às quais se dá, no entanto, o mesmo nome.</p>



<p class="img-direita wp-block-paragraph"><a rel="noreferrer noopener nofollow" href="https://www.amazon.com.br/gp/product/8580331803/ref=as_li_tl?ie=UTF8&amp;camp=1789&amp;creative=9325&amp;creativeASIN=8580331803&amp;linkCode=as2&amp;tag=culturateca-20&amp;linkId=545570947311f8720651c3f7964259cf" target="_blank"><img fetchpriority="high" decoding="async" width="207" height="324" class="wp-image-1592" src="https://culturadefato.com.br/wp-content/uploads/2020/08/OMalSofrimento.jpg" alt="Capa da obra: &quot;O Mal e o Sofrimento&quot;, escrita por: Louis Lavelle (1883-1951). Publicado por É Realizações, sob ISBN: 978-85-8033-180-6."></a>Segundo as palavras de um pensador da antiguidade, o bem tem caráter finito, ao passo que o mal tem caráter infinito. Reconhece-se aqui a concepção comum a todos os gregos de que o finito é o rematado e o perfeito, aquilo a que nada falta, ao passo que o infinito é o indeterminado, a desordem, o caos, aquilo que carece de tudo o que podia conferir-lhe um sentido e um valor, isto é, o ato de pensamento que permitiria organizá-lo, circunscrevê-lo e apropriar-se dele. Deixemos de lado essa oposição, que poderia ser contestada: ao menos é preciso reconhecer que todas as formas de bem convergem umas com as outras. Podemos multiplicar as virtudes e até opô-las entre elas, insistir na diversidade das vocações morais: no entanto, é próprio das virtudes produzir um acordo entre as diferentes potencias da consciência, enquanto o mal sempre se define como uma separação, como a ruptura de uma harmonia, seja no mesmo ser, seja entre todos os seres. É que toda a vontade malévola persegue fins isolados que, ao sacrificar o todo à parte, atentam contra a integridade do todo e ameaçam aniquilá-lo. Compreende-se, portanto, que existem inúmeras formas de mal, embora todas possuam o caráter comum de dividir e destruir, o que se pode observar no próprio interior de uma consciência, onde o mal provoca um dilaceramento interior, onde a própria perversidade nos concede um prazer amargo, e também nas relações mutuas entre as consciências que só buscam atacar e prejudicar umas às outras. O entendimento entre criminosos não é uma exceção a essa lei, se é verdade que ele é sempre precário se dirige contra o restante da humanidade. Na medida em que o entendimento é verdadeiro, ele emite o bem e constitui um esboço de uma sociedade moral. Sendo assim, se a solidariedade no bem não para de tornar, a um só tempo, mais complexa e mais estreita a unidade de cada ser ou a união entre diferente seres, a solidariedade no mal não pode perpetua-se indefinitivamente sem provocar muito arrependimento um desacordo, uma dissonância, que não deixa de nos opor tanto a nós mesmos como ao universo.</p>



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<p class="has-text-align-right wp-block-paragraph">Extraído da obra: “<em><a href="https://www.amazon.com.br/gp/product/8580331803/ref=as_li_tl?ie=UTF8&amp;camp=1789&amp;creative=9325&amp;creativeASIN=8580331803&amp;linkCode=as2&amp;tag=culturateca-20&amp;linkId=545570947311f8720651c3f7964259cf" target="_blank" rel="nofollow noopener noreferrer">O mal e o sofrimento</a></em>”, escrita por: <a href="https://culturadefato.com.br/author/louislavelle/">Louis Lavelle</a> (1883-1951).<br> Publicado por&nbsp;<a href="http://www.erealizacoes.com.br/home" target="_blank" rel="noreferrer noopener">É Realizações</a>, sob&nbsp;<span data-tooltip-position="top" data-tooltip="ISBN: International Standard Book Number.">ISBN</span>: 978-85-8033-180-6.</p>



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		<title>A consciência é nosso próprio ser</title>
		<link>https://culturadefato.com.br/a-consciencia-e-nosso-proprio-ser/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Louis Lavelle]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 28 Aug 2020 20:23:41 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Filosofia e História]]></category>
		<category><![CDATA[Excerto de Livro]]></category>
		<category><![CDATA[Louis Lavelle]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A consciência é uma chama invisível que tremeluz. Pensamos com frequência que seu papel é iluminar-nos, mas que nosso ser está em outro lugar. No entanto, é essa claridade o que somos. Quando ela decresce, nossa existência cede.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p class="has-text-align-center wp-block-paragraph">“<em>A arte mais fina não reside na habilidade das construções lógicas,</em><br><em>mas em certo contato que se espera manter sempre com o real.</em>”,<br>Louis Lavelle (1883 – 1951), filósofo francês.</p>



<hr class="wp-block-separator is-style-wide"/>



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<p class="has-drop-cap wp-block-paragraph">A <span data-tooltip-position="top" data-tooltip="Este artigo é composto pelos primeiros parágrafos do livro: “A consciência de sí”. Leia mais detalhes no término desta postagem.">consciência</span> é uma pequena chama invisível e que tremeluz. Pensamos com frequência que seu papel é iluminar-nos, mas que nosso próprio ser está em outro lugar. No entanto, é essa claridade o que somos. Quando ela decresce, é nossa existência que cede; quando se apaga, é nossa existência que cessa.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Por que dizer que ela nos dá, daquilo que existe, a imagem mais imperfeita? Essa imagem é, para nós, o verdadeiro universo: jamais conheceremos outra. Por que dizer que ela nos encerra numa solidão onde jamais encontraremos companheiro? É ela que confere um sentimento às palavras sociedade, amizade ou amor. É nela que se forma o desejo, mas também o sentimento da posse, que é a própria posse.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Quando busca um objeto fora de si e sofre por não poder alcançá-lo, a consciência sofre por seus limites e busca apenas crescer. É que para ela não pode haver objeto além do que ela é capaz de conter. Pode-se muito bem dizer que ela está encerrada em si mesma como numa prisão: é uma prisão cujo os muros recuam indefinidamente.</p>



<p class="img-direita wp-block-paragraph"><a href="https://www.amazon.com.br/gp/product/8580331595/ref=as_li_tl?ie=UTF8&amp;camp=1789&amp;creative=9325&amp;creativeASIN=8580331595&amp;linkCode=as2&amp;tag=culturateca-20&amp;linkId=35S2SXYK6II2HJ6T" target="_blank" rel="noreferrer noopener nofollow"><img decoding="async" width="255" height="327" class="wp-image-1603" src="https://culturadefato.com.br/wp-content/uploads/2020/08/AConscienciaDeSi.jpg" alt="Capa da obra: &quot;A Consciência de Si&quot;. Escrita pelo filósofo francês: Louis Lavelle (1883 – 1951). Publicado por: É Realizações Editora, Livraria e Distribuidora Ltda, sob ISBN: 978-85-8033-159-2."></a>Mas quem poderia pensar que a consciência é uma prisão, senão quem fecha todas as suas aberturas? Quando a consciência nasce, o ser começa a se libertar das correntes da matéria; ele pressente sua independência: uma carreira infinita se estende diante dele, a qual supera todas as suas forças e jamais sua esperança. À medida que a consciência cresce, torna-se mais acolhedora; o mundo inteiro lhe é revelado; ela se comunica com ele e se enche de alegria ao encontrar à sua volta tantas mãos que se estendem.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Não existe estado da consciência, mesmo sofrimento, mesmo o pecado, que não seja mais valioso que a insensibilidade ou a indiferença. Pois eles são marcas do ser e da vida que mostram a potência com que ela se deixa comover. Não se deve buscar aboli-los, mas convertê-los. Lança-se ao nada tudo o que é subtraído da consciência. A maior, mais rica e mais bela consciência é a que unifica o maior número de impulsos e purifica o maior número de máculas.</p>



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<p class="has-text-align-right wp-block-paragraph">Extraído do livro: <a href="https://www.amazon.com.br/gp/product/8580331595/ref=as_li_tl?ie=UTF8&amp;camp=1789&amp;creative=9325&amp;creativeASIN=8580331595&amp;linkCode=as2&amp;tag=culturateca-20&amp;linkId=35S2SXYK6II2HJ6T" target="_blank" rel="nofollow noopener noreferrer">A Consciência de Si</a>.<br> Escrito pelo filósofo francês: <a href="http://www.erealizacoes.com.br/autor/louis-lavelle" rel="nofollow noopener">Louis </a><a href="https://culturadefato.com.br/author/louislavelle/">Lavelle </a>(1883 – 1951).<br> Traduzido por: Lara Christina de Malimpensa. Revisão técnica de Carlos Nougué.<br> Publicado por: <a href="http://www.erealizacoes.com.br/home" target="_blank" rel="noreferrer noopener">É Realizações Editora, Livraria e Distribuidora Ltda</a>, sob&nbsp;<span data-tooltip-position="top" data-tooltip="ISBN: International Standard Book Number.">ISBN</span>: 978-85-8033-159-2.</p>



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