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	<title>Ludmila Lins Grilo, Autor em Cultura de Fato</title>
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	<description>Cultura para evocar inteligência, responsabilidade e ética!</description>
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	<title>Ludmila Lins Grilo, Autor em Cultura de Fato</title>
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		<title>Entenda o caso Kyle Rittenhouse</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Ludmila Lins Grilo]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 22 Nov 2021 03:34:10 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Filosofia e História]]></category>
		<category><![CDATA[Antifa]]></category>
		<category><![CDATA[AR-15]]></category>
		<category><![CDATA[Black Lives Matter]]></category>
		<category><![CDATA[Jakob Blake]]></category>
		<category><![CDATA[Kyle Rittenhouse]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>“O caso Kyle Rittenhouse foi mais um daqueles em que a mídia mundial, de forma precipitada e mentirosa, julgou e condenou uma pessoa inocente para fazer proselitismo ideológico racial.”</p>
<p>O post <a href="https://culturadefato.com.br/entenda-o-caso-kyle-rittenhouse/">Entenda o caso Kyle Rittenhouse</a> apareceu primeiro em <a href="https://culturadefato.com.br">Cultura de Fato</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="has-text-align-center">“<em>A linguagem política, destina-se a fazer com que a mentira soe como verdade e o crime se torne respeitável,</em><br><em>bem como a imprimir ao vento uma aparência de solidez.</em>”<br><span data-tooltip-position="top" data-tooltip="George Orwell (1903 – 1950) é pseudônimo do escritor inglês Eric Arthur Blair.">George Orwell</span> (1903 &#8211; 1950)</p>



<hr class="wp-block-separator is-style-wide"/>



<br>



<p class="has-drop-cap">O caso Kyle Rittenhouse foi mais um daqueles em que a mídia mundial, de forma precipitada e mentirosa, julgou e condenou uma pessoa inocente para fazer proselitismo ideológico racial.</p>



<p>Tudo começou quando os movimentos <a href="https://midiasemmascara.net/vinculos-entre-pc-chines-e-black-lives-matter-sao-expostos-por-trevor-loudon/" target="_blank" rel="noreferrer noopener nofollow"><span data-tooltip-position="top" data-tooltip="Black Lives Matter, em portugês: ''Vidas Negras Importam''."><em>Black Lives Matter</em></span></a> e <a href="https://midiasemmascara.net/hitler-e-a-antifa-as-semelhancas-incriveis-entre-o-nazismo-e-a-esquerda-radical/" target="_blank" rel="noreferrer noopener nofollow"><span data-tooltip-position="top" data-tooltip="O nome faz alusão ao antifascismo o que confunde o real propósito desta conglomeração de grupos de esquerda."><em>Antifa</em></span></a> resolveram fazer uma manifestação violenta na cidade de Kenosha, no Estado do Wisconsin, EUA, para protestar contra uma suposta violência policial contra <span data-tooltip-position="top" data-tooltip="Jacob S. Blake: baleado em 23 de agosto de 2020.">Jakob Blake</span>.</p>



<p>Blake tinha contra si mandado de prisão por abuso sexual e, ao reagir a prisão com um canivete, foi alvejado pelo policial.</p>



<p>Blake era negro, e o policial era branco…daí surgiu a narrativa de racismo, que culminou nos protestos violentos. Casas, lojas e pessoas foram atacadas.</p>



<p>Um comerciante de veículos chamou uns amigos para proteger seu negócio, temendo o vandalismo dos manifestantes. Um desses amigos era Kyle Rittenhouse.</p>



<p>Kyle, então com 17 anos, trabalhava como salva-vidas e tinha intimidade com armas de fogo.</p>



<p>Portando legalmente um fuzil <span data-tooltip-position="top" data-tooltip="AR-15: ArmaLite Rifle, design 15.">AR-15</span> (isso é possível no Wisconsin), Kyle foi perseguido por um dos vândalos, <span data-tooltip-position="top" data-tooltip="Joseph Rosenbaum: 36 anos, morreu no local.">Joseph Rosenbaum</span>, que, por sua vez, instigava seus comparsas a agredir Kyle. Há imagens.</p>



<p>Embora se denominasse “antirracista”, o vândalo acabou sendo filmado proferindo ofensas raciais, e depois se descobriu que ele já havia sido condenado por estupro de crianças…</p>



<p>Nesse contexto, Kyle alvejou três pessoas, matando duas. Os vândalos alvejados por Kyle tinham uma imensa ficha criminal.</p>



<p>Mesmo assim, Kyle foi levado a júri popular, e demonizado na imprensa mundial como um “supremacista branco”.</p>



<p>Os jornais divulgaram amplamente que Kyle havia saído às ruas para matar negros, para, logo em seguida, terem de se retratar: os vândalos alvejados por Kyle eram <strong>brancos</strong>.</p>



<p>Após um julgamento que durou 2 semanas, o jovem Kyle – hoje com 18 anos – foi absolvido por <strong>unanimidade</strong>.</p>



<p>Pessoas que defenderam Kyle durante todo este tempo foram perseguidas, e tiveram posts, <em>lives</em> e perfis derrubados nas redes sociais.</p>



<p>Esse é apenas mais um lamentável episódio que demonstra que o ódio, a mentira e a injustiça, nos tempos modernos, quase sempre vêm de quem faz pose de tolerante.</p>



<br>



<p class="has-text-align-right">Por <a href="https://culturadefato.com.br/author/ludmilalinsgrilo/">Ludmila Lins Grilo</a> (19 de novembro de 2021).<br>Este texto foi extraído de uma postagem realizada pela autora em <a href="https://t.me/ludmilalinsgrilo" target="_blank" rel="noreferrer noopener">canal do<em> Telegram</em></a>.</p>



<br>



<p class="has-background has-very-light-gray-background-color"><strong>Nota da editoria:</strong><br><br>Imagem de capa: “<em>Colt Walker</em>”, do artista norte-americano Kyle Polzin.</p>



<br>
<p>O post <a href="https://culturadefato.com.br/entenda-o-caso-kyle-rittenhouse/">Entenda o caso Kyle Rittenhouse</a> apareceu primeiro em <a href="https://culturadefato.com.br">Cultura de Fato</a>.</p>
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		<title>Uma história beneditina bem antiga</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Ludmila Lins Grilo]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 02 Oct 2021 04:48:09 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Filosofia e História]]></category>
		<category><![CDATA[Fra Angelico]]></category>
		<category><![CDATA[Guerra Cultural]]></category>
		<category><![CDATA[Lockdown]]></category>
		<category><![CDATA[Ordem Beneditina]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>“O diabo passava o dia inteiro tentando os frades em um mosteiro. Não lhes dava um dia de descanso, até que um desses frades resolveu dar uma volta na rua e percebeu que o diabo passava pelas pessoas e as ignorava. O monge ficou abismado e resolveu perguntar ao diabo: 'Por que só enche o saco dos frades do mosteiro e deixa todo o resto tranquilo?'.”</p>
<p>O post <a href="https://culturadefato.com.br/uma-historia-beneditina-bem-antiga/">Uma história beneditina bem antiga</a> apareceu primeiro em <a href="https://culturadefato.com.br">Cultura de Fato</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="has-text-align-center"><em>Este é um excerto do e-book “<a href="https://culturadefato.com.br/downloads/filosofia_e_historia/2021/FimDaJusti%C3%A7aNoBrasil.pdf" target="_blank" rel="noreferrer noopener">O Fim da Justiça no Brasil</a>”, da juíza <a href="https://culturadefato.com.br/author/ludmilalinsgrilo/">Ludmila Lins Grilo</a>,</em><br><em>contendo o resumo temático de uma das aulas por ela ministradas.</em><br><em><br>Para participar ou obter informações sobre seu novo curso “O direito e a Guerra Cultural&#8221;,</em> <em><a href="https://ludmilagrilo.com.br/lista-espera/" target="_blank" rel="noreferrer noopener nofollow">clique aqui</a>.</em></p>



<hr class="wp-block-separator is-style-wide"/>



<br>



<p class="has-drop-cap">Uma história <span data-tooltip-position="right" data-tooltip="A Ordem Beneditina é a mais antiga ordem religiosa católica de clausura monástica que se baseia na observância dos preceitos destinados a regular a convivência social. É considerada como a iniciadora do chamado movimento monacal.">beneditina</span> bem antiga diz que o diabo passava o dia inteiro tentando os frades em um mosteiro. Não lhes dava um dia de descanso, até que um desses frades resolveu dar uma volta na rua e percebeu que o diabo passava pelas pessoas e as ignorava. O monge ficou abismado e resolveu perguntar ao diabo: “Por que só enche o saco dos frades do mosteiro e deixa todo o resto tranquilo?”, e ouviu a resposta: “Porque essas pessoas já estão sob o meu domínio, os únicos que eu ainda preciso convencer são vocês, frades”. É essa a lógica que precisamos ter em mente para estudar a Guerra Cultural.</p>



<p>Hoje em dia devemos estar preparados para enfrentar o diabo. Vocês precisam saber que ele vai aparecer quando vocês forem criticados pela mídia, cancelados nas redes sociais, perderem oportunidades de trabalho… O demônio vai atentar por todos esses domínios. Vocês serão boicotados nas funções públicas, criticados em sala de aula, reprovados no Trabalho de Conclusão de Curso, ignorados pelos familiares e cassados por emitir uma opinião.</p>



<p>Temos de travar uma batalha para dizer as coisas. Nós estamos sempre a uma geração de perder a liberdade já conquistada. Achávamos que estávamos tranquilos, que o Brasil era um país democrático. No entanto, vejamos o que está acontecendo. Pessoas perdendo contas no Instagram porque falaram de vacina, de <em>lockdown</em>; os debates têm sido ditados – isso não é democracia nem aqui, nem na China. É inteligente que saibamos enxergar o problema no real momento em que está acontecendo. Ou seja, precisamos de pessoas para enxergar os problemas e nos avisar assim que eles ocorrem, para que possamos agir a tempo.</p>



<p>Os movimentos ideológicos agem sobre uma área importantíssima do seu cérebro, que é aquela que controla as emoções. Você é escravo das suas emoções e eles sabem disso. Então, em todo discurso que fazem, tentam incutir aquele ar vitimista; tentam pautar a pessoa para que ela se sinta injustiçada pelo sistema. Transformam um simples debate de ideias numa agressão totalmente desproporcional, uma coisa histérica. Só existe uma forma de vencer esse pessoal: jogar todos os holofotes em cima deles, desmascará-los. Eu vou te ensinar a fazer isso.</p>



<br>



<p class="has-text-align-right">Por <a href="https://culturadefato.com.br/author/ludmilalinsgrilo/">Ludmila Lins Grilo</a>,<br>extraído do <em>e-book</em> “<a href="https://culturadefato.com.br/downloads/filosofia_e_historia/2021/FimDaJusti%C3%A7aNoBrasil.pdf" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><em>O Fim da Justiça no Brasil</em></a>”.</p>



<br>



<p class="has-background has-very-light-gray-background-color"><strong>Nota do editor:</strong><br><br>Imagem da capa: recorte do afresco “<a href="https://culturadefato.com.br/wp-content/uploads/2021/10/CrucifixionWithSaints.jpg" target="_blank" rel="noreferrer noopener nofollow">Crucificação com Santos</a>”, com foco em “<span data-tooltip-position="top" data-tooltip="Vale mencinar: São Bento de Núrsia (547d. C. - 547 d. C.) foi um monge italiano que concebeu a organização das atividades da vida monástica."><em>São Bento de Núrsia</em></span>”. A obra concebida por <span data-tooltip-position="top" data-tooltip="Giovanni da Fiesole (1935 - 1455): nascido como Guido di Pietro Trosini.Pintor italiano, beatificado pela Igreja Católica.">Fra Angelico</span> (1395 – 1455) pertence ao <a href="https://www.museusdeflorenca.com/sao-marcos/" target="_blank" rel="noreferrer noopener nofollow">Museu Nacional de São Marcos</a> (Florença, Itália).</p>



<br>
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		<title>Qual o problema da homenagem do Google a Paulo Freire?</title>
		<link>https://culturadefato.com.br/qual-o-problema-da-homenagem-do-google-a-paulo-freire/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Ludmila Lins Grilo]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 19 Sep 2021 14:46:29 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Ensino]]></category>
		<category><![CDATA[Filosofia e História]]></category>
		<category><![CDATA[Marxismo]]></category>
		<category><![CDATA[Paulo Freire]]></category>
		<category><![CDATA[Pedagogia do Oprimido]]></category>
		<category><![CDATA[Relativismo Cultural]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>“Vozes se levantaram para mostrar que a 'pedagogia do oprimido' de Paulo Freire era, na verdade, a transposição da luta de classes marxista para o âmbito da educação.”</p>
<p>O post <a href="https://culturadefato.com.br/qual-o-problema-da-homenagem-do-google-a-paulo-freire/">Qual o problema da homenagem do Google a Paulo Freire?</a> apareceu primeiro em <a href="https://culturadefato.com.br">Cultura de Fato</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="has-text-align-center">“<em>Dai-me quatro anos para ensinar às crianças e as sementes que terei plantado jamais serão erradicadas.</em>”<br><span data-tooltip-position="top" data-tooltip="Vladimir Ilyich Ulyanov (1870 - 1924): Revolucionário comunista, político e teórico político russo.">Vladimir Lênin</span> (1870 &#8211; 1924)</p>



<hr class="wp-block-separator is-style-wide"/>



<br>



<p class="has-drop-cap">O Google resolveu “tirar uma” com a cara do brasileiro.</p>



<p>A lacração do dia é a homenagem a <span data-tooltip-position="top" data-tooltip="Paulo Reglus Neves Freire (1921 - 1997): educador influenciado por comunistas como Karl Marx e Antonio Gramsci. É autor do livro intitulado ''Pedagogia do Oprimido''.">Paulo Freire</span>, o “patrono da educação brasileira”, pelos 100 anos de seu nascimento.</p>



<p>Por muitos anos, o pedagogo foi aplaudido pela classe intelectual, sem que ninguém ousasse questionar sua autoridade. Era uma espécie de entidade sacrossanta, em que ninguém encostava.</p>



<p>Há uns anos, felizmente, isso começou a mudar.</p>



<p>Vozes se levantaram para mostrar que a “<a href="https://amzn.to/2QgFxIQ" target="_blank" rel="noreferrer noopener nofollow">pedagogia do oprimido</a>” de Paulo Freire era, na verdade, a <strong>transposição da luta de classes marxista para o âmbito da educação</strong>.</p>



<p class="img-direita"><img fetchpriority="high" decoding="async" width="485" height="471" class="wp-image-9912" src="https://culturadefato.com.br/wp-content/uploads/2021/09/GooglePauloFreire.jpg" alt="Google Paulo Freire">Começou a ficar claro que seus métodos educacionais envolviam gatilhos que despertavam uma consciência <strong>política de esquerda</strong> no aluno.</p>



<p>O processo de alfabetização foi politizado, martelando-se certas expressões e palavras-chave na cabeça da criança, tais como “capitalismo opressor”, “proletariado”, “latifúndio”, “imperialismo estadunidense”, de forma a incutir <strong>sentimentos políticos</strong>, e não o conhecimento propriamente dito.</p>



<p>A “<a href="https://amzn.to/2QgFxIQ" target="_blank" rel="noreferrer noopener nofollow">pedagogia do oprimido</a>” quebra o princípio de hierarquia que há entre professores e alunos, trazendo a ideia degenerada de que “ninguém educa ninguém, ninguém educa a si mesmo, os homens se educam entre si, mediatizados pelo mundo”.</p>



<p>Com a ideia de que ninguém educa ninguém, a figura de autoridade do professor é imediatamente quebrada, levando o aluno a perder sua base, sua referência, passando a flutuar no mundo intelectual – sabendo-se lá onde vai parar.</p>



<p>Vem de Paulo Freire também a ideia de que “ensinar não é transferir conhecimento”, ou seja, ele privilegia a emoção política em detrimento do conteúdo.</p>



<p>É dele também a frase “não há saber mais ou saber menos: há saberes diferentes”. Aqui, temos o <strong>relativismo cultural</strong> aplicado à educação, como se todo tipo de conteúdo torpe tivesse o mesmo valor.</p>



<p>Não é por outro motivo que o Brasil permanece, há anos, nas últimas posições no ranking mundial de educação.</p>



<p>Esse é o resultado do ensino utilizado como instrumento da revolução. Viva Paulo Freire!</p>



<br>



<p class="has-text-align-right">Por <a href="https://culturadefato.com.br/author/ludmilalinsgrilo/">Ludmila Lins Grilo</a> (19 de setembro de 2021).<br>Este texto foi extraído de uma postagem realizada pela autora em <a href="https://t.me/ludmilalinsgrilo" target="_blank" rel="noreferrer noopener">canal do<em> Telegram</em></a>.</p>



<br>



<p class="has-background has-very-light-gray-background-color"><strong>Nota da editoria:</strong><br><br>Imagem de capa: “<span data-tooltip-position="top" data-tooltip="Mexican cattle drive in Southern California, em português: ''Conduzindo gado mexicano no sul da Califórnia''"><em>Mexican cattle drive in Southern California</em></span>” (1884), de <span data-tooltip-position="top" data-tooltip="Pedro Paulo Bruno (1888 - 1949): pintor, cantor, poeta e paisagista brasileiro.">William Hahn (1829 &#8211; 1887)</span>.</p>



<br>
<p>O post <a href="https://culturadefato.com.br/qual-o-problema-da-homenagem-do-google-a-paulo-freire/">Qual o problema da homenagem do Google a Paulo Freire?</a> apareceu primeiro em <a href="https://culturadefato.com.br">Cultura de Fato</a>.</p>
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		<title>Poder legítimo e ilegítimo</title>
		<link>https://culturadefato.com.br/poder-legitimo-e-ilegitimo/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Ludmila Lins Grilo]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 08 Sep 2021 03:01:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Política e Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Constituição Federal]]></category>
		<category><![CDATA[Crise de Repr]]></category>
		<category><![CDATA[Democracia]]></category>
		<category><![CDATA[Max Weber]]></category>
		<category><![CDATA[Poder de Fato]]></category>
		<category><![CDATA[Poder Ilegítimo]]></category>
		<category><![CDATA[Poder Legítimo]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>“O poder legítimo está de acordo com os anseios do povo. Já o poder ilegítimo utiliza o monopólio da força contra o povo.”</p>
<p>O post <a href="https://culturadefato.com.br/poder-legitimo-e-ilegitimo/">Poder legítimo e ilegítimo</a> apareceu primeiro em <a href="https://culturadefato.com.br">Cultura de Fato</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="has-text-align-center">“<em>O poder do homem para fazer de si mesmo o que bem quiser</em><br><em>significa o poder de alguns homens para fazer dos outros o que bem quiserem.</em>”<br><span data-tooltip-position="right" data-tooltip="Clive Staples Lewis (1898 - 1963): escritor e apologista cristão irlandês.">C. S. Lewis</span> (1898 &#8211; 1963)</p>



<hr class="wp-block-separator is-style-wide"/>



<br>



<p class="has-drop-cap">Você já sentiu, alguma vez, que as decisões dos políticos e autoridades em geral não estavam de acordo com os desejos do povo?</p>



<p>Trata-se da famosa <em>Crise de Representatividade</em>, que fundamenta a distinção entre poder <em>legítimo</em> e <em>ilegítimo</em>.</p>



<p>Isso é uma questão antiga, mas parece cada dia mais atual.</p>



<p><span data-tooltip-position="right" data-tooltip="Maximilian Karl Emil Weber (1864 - 1920): intelectual, jurista e economista alemão considerado um dos fundadores da Sociologia.">Max Weber</span> (1864 &#8211; 1920) já havia levantado essa lebre, ao diferenciar as duas coisas.</p>



<p>O poder legítimo é aquele que conta com a aprovação popular (poder de direito). O poder ilegítimo é aquele imposto pelo uso da força (poder de fato).</p>



<p>O poder legítimo está de acordo com os anseios do povo. Já o poder ilegítimo utiliza o monopólio da força contra o povo.</p>



<p>Isso pode ser feito mediante arroubos autoritários e até mesmo por meio da deformação das leis e da <a href="https://culturadefato.com.br/downloads/politica_e_economia/2020/constituicao-da-republica-federativa-do-brasil.pdf">Constituição</a> para impor uma vontade de meia dúzia de burocratas de ocasião a todo um povo subjugado.</p>



<p>Assim, o interesse público não se confunde com o de seus governantes ou burocratas. Os anseios do povo não podem ser <em>impostos</em> por uma pessoa ou instituição, mediante coerção. Quando isso ocorre, temos um poder ilegítimo, em desacordo com a vontade popular, atropelando a democracia.</p>



<p>Portanto, um ato praticado por um poder ilegítimo é o que verdadeiramente se pode chamar de <em>ato antidemocrático</em>.</p>



<br>



<p class="has-text-align-right">Por <a href="https://culturadefato.com.br/author/ludmilalinsgrilo/">Ludmila Lins Grilo</a> (7 de setembro de 2021).<br>Este texto foi extraído de uma postagem realizada pela autora em <a href="https://t.me/ludmilalinsgrilo" target="_blank" rel="noreferrer noopener">canal do<em> Telegram</em></a>.</p>



<br>



<p class="has-background has-very-light-gray-background-color"><strong>Notas da editoria:</strong><br><br>Imagem de capa: “<em><a href="https://o_ilustra.artstation.com/projects/nYJ1P6" target="_blank" rel="noreferrer noopener nofollow">Rasgando a Constituição</a></em>”, por “<a href="http://oilustra.com.br/" target="_blank" rel="noreferrer noopener nofollow">O Brilhante Ilustra</a>”.<br><br>Perfil do ilustrador no Twitter: <a href="https://twitter.com/oilustra" target="_blank" rel="noreferrer noopener nofollow">@oilustra</a>. Portifólio do artista: <a href="https://o_ilustra.artstation.com/" target="_blank" rel="noreferrer noopener nofollow">https://o_ilustra.artstation.com/</a>.</p>



<br>
<p>O post <a href="https://culturadefato.com.br/poder-legitimo-e-ilegitimo/">Poder legítimo e ilegítimo</a> apareceu primeiro em <a href="https://culturadefato.com.br">Cultura de Fato</a>.</p>
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		<title>Neutralidade infernal</title>
		<link>https://culturadefato.com.br/neutralidade-infernal/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Ludmila Lins Grilo]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 02 Sep 2021 23:30:48 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cristianismo]]></category>
		<category><![CDATA[Filosofia e História]]></category>
		<category><![CDATA[Dante]]></category>
		<category><![CDATA[Dante Alighieri]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>“Dante Alighieri diria que <em>os lugares mais quentes do inferno são destinados aos que escolheram a neutralidade em tempo de crise</em>”.</p>
<p>O post <a href="https://culturadefato.com.br/neutralidade-infernal/">Neutralidade infernal</a> apareceu primeiro em <a href="https://culturadefato.com.br">Cultura de Fato</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="has-text-align-center">“<em>Ninguém consegue ser neutro. O silêncio é uma opinião.</em>”<br>Henry Moret (1856 &#8211; 1913): pintor impressionista francês.</p>



<hr class="wp-block-separator is-style-wide"/>



<br>



<p class="has-drop-cap">D<span data-tooltip-position="right" data-tooltip="Dante Alighieri (1265 - 1321):  escritor, poeta e político florentino, nascido na atual Itália.">ante Alighieri</span> diria que “os lugares mais quentes do <a href="https://culturadefato.com.br/o-principio-do-inferno/">inferno </a>são destinados aos que escolheram a neutralidade em tempo de crise”.</p>



<p>Você, pessoa “do bem”, pacífica, supersimpática, agradável, que não quer se meter em confusão, que tenta se proteger a todo custo, que se encolhe covardemente a cada injustiça que presencia…</p>



<p>Talvez você até consiga ter alguma tranquilidade aqui por estas bandas, mas é muito provável que esteja assinando sua sentença de <strong>aporrinhação eterna</strong>.</p>



<p>“Assim, porque és morno, e não és frio nem quente, vomitar-te-ei da minha boca” (<a href="https://www.bibliaonline.com.br/acf/ap/3/16" target="_blank" rel="noreferrer noopener nofollow">Apocalipse, 3:16</a>).</p>



<p>Ainda está em tempo de virar gente.</p>



<br>



<p class="has-text-align-right">Escrito por <a href="https://culturadefato.com.br/author/ludmilalinsgrilo/">Ludmila Lins Grilo</a>, em 27 de agosto de 2021.<br>Este texto foi extraído de uma postagem realizada pela autora em <a href="https://t.me/ludmilalinsgrilo" target="_blank" rel="noreferrer noopener">canal do<em> Telegram</em></a>.</p>



<br>



<p class="has-background has-very-light-gray-background-color"><strong>Notas da editoria:</strong><br><br>Imagem de capa: “<em><a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Ficheiro:Raffaello,_Disputa,_dettaglio_Dante,_Stanza_della_Signatura,_Palazzo_Pontifici,_Vaticano.jpg" target="_blank" rel="noreferrer noopener nofollow">Dante Alighieri</a></em>” (1510 e 1511), de <span data-tooltip-position="top" data-tooltip="Rafael Sanzio (1483 - 1520): mestre da pintura e da arquitetura da escola de Florença durante o Renascimento italiano.">Rafael Sanzio</span> (1483 &#8211; 1520).<br><br>O título desta postagem (“<em>Neutralidade infernal</em>”) foi atribuído por nossa editoria.</p>



<br>
<p>O post <a href="https://culturadefato.com.br/neutralidade-infernal/">Neutralidade infernal</a> apareceu primeiro em <a href="https://culturadefato.com.br">Cultura de Fato</a>.</p>
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		<title>Não é só vandalismo</title>
		<link>https://culturadefato.com.br/nao-e-so-vandalismo/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Ludmila Lins Grilo]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 26 Jul 2021 02:30:20 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Filosofia e História]]></category>
		<category><![CDATA[Suplementos]]></category>
		<category><![CDATA[Bandeirante]]></category>
		<category><![CDATA[Borba Gato]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>“O pessoal do <em>ódio do bem</em> diz que o incêndio foi justo, porque os bandeirantes escravizavam negros e indígenas, destruíam quilombos e praticavam violências diversas.”</p>
<p>O post <a href="https://culturadefato.com.br/nao-e-so-vandalismo/">Não é só vandalismo</a> apareceu primeiro em <a href="https://culturadefato.com.br">Cultura de Fato</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="has-text-align-center">“<em>Ruas, pedras comemorativas, estátuas, nomes de ruas – tudo quanto</em><br><em>pudesse lançar luz</em> <em>sobre o passado fora sistematicamente alterado.<br>— Nunca soube que foi uma igreja.</em>”<br><span data-tooltip-position="top" data-tooltip="George Orwell (1903 – 1950) é pseudônimo do escritor inglês Eric Arthur Blair.">George Orwell</span> (1903 – 1950)</p>



<hr class="wp-block-separator is-style-wide"/>



<br>



<p class="has-drop-cap">Terroristas colocaram fogo na estátua do bandeirante Borba Gato, <a href="https://goo.gl/maps/dj4dMHtCYZSc1taAA" target="_blank" rel="noreferrer noopener nofollow"><span data-tooltip-position="top" data-tooltip="O monumento em homenagem ao bandeirante Borba Gato situa-se na Praça Augusto Tortorelo de Araújo. Clique aqui para visualizar o local.">localizada</span> </a>no bairro de Santo Amaro, zona sul de São Paulo.</p>



<p>A <em>beautiful people</em> lacradora e transada comemorou.</p>



<p>O pessoal do “ódio do bem” diz que o incêndio foi justo, porque os <a href="https://culturadefato.com.br/o-paulista-e-o-pernambucano/">bandeirantes</a> escravizavam negros e indígenas, destruíam quilombos e praticavam violências diversas.</p>



<p>A história retrata os bandeirantes tanto como heróis, quanto como vilões.</p>



<p>Entre os séculos XVI e XVII aconteceram expedições para desbravar o interior do Brasil.</p>



<p>As expedições governamentais eram as “Entradas”, e as dos particulares eram as “Bandeiras”. Estas atividades culminaram na descoberta de ouro, na ampliação de territórios e no incremento do comércio e desenvolvimento.</p>



<p>Os bandeirantes estão retratados nos livros de história, e a eles são dados créditos quanto ao crescimento do Brasil. Isso é um fato.</p>



<p>A questão é a seguinte: o vandalismo de hoje demonstra a franca disposição em <strong>apagar a memória nacional</strong>, para que a história seja reescrita mantendo-se apenas os elementos ideológicos <strong>permitidos</strong>.</p>



<p>Começam substituindo as palavras. “Mas é só uma palavrinha, o que que tem, amigue?”</p>



<p class="img-direita"><a href="https://culturadefato.com.br/o-paulista-e-o-pernambucano/"><img decoding="async" width="416" height="240" class="wp-image-9253" src="https://culturadefato.com.br/wp-content/uploads/2021/07/BatalhaGuararapes_RecortePequeno.jpg" alt="Batalha dos Guararapes, obra de Victor Meirelles (1832 – 1903), confeccionada em 1879. Técnica: Óleo sobre tela. Dimensões: 4,94 x 9,23 metros."></a>Depois, vão retirando pessoas “inconvenientes” das redes sociais.</p>



<p>Após, vão queimando estátuas.</p>



<p>Daqui a pouco queimarão os livros, digamos, inoportunos…</p>



<p>Depois, as igrejas &#8211; essas reacionárias!</p>



<p>Ao final do processo, queimar pessoas  <em>—</em>  os inimigos do regime  <em>—</em>  já não soará tão terrível assim.</p>



<p>“<em>Ruas, pedras comemorativas, estátuas, nomes de ruas – tudo quanto pudesse lançar luz sobre o passado fora sistematicamente alterado.<br> — Nunca soube que foi uma igreja.</em>” (George Orwell, 1984)</p>



<br>



<p class="has-text-align-right">Escrito por <a href="https://culturadefato.com.br/author/ludmilalinsgrilo/">Ludmila Lins Grilo</a>, em 25 de julho de 2021.<br>Este texto foi extraído de uma postagem realizada pela autora em <a href="https://t.me/ludmilalinsgrilo" target="_blank" rel="noreferrer noopener">canal do <em>Telegram</em></a>.</p>



<br>



<p class="has-background has-very-light-gray-background-color"><strong>Nota do editor:</strong><br><br>A foto central e a da direita, na imagem da capa, foram obtidas <a href="https://brasilsemmedo.com/grupo-esquerdista-reivindica-autoria-de-incendio-em-estatua-de-borba-gato/" target="_blank" rel="noreferrer noopener nofollow">em 24 de julho de 2021, logo após meliantes atearem fogo</a>.</p>



<br>
<p>O post <a href="https://culturadefato.com.br/nao-e-so-vandalismo/">Não é só vandalismo</a> apareceu primeiro em <a href="https://culturadefato.com.br">Cultura de Fato</a>.</p>
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		<title>O STF está comprometido com as ações da ONU</title>
		<link>https://culturadefato.com.br/o-stf-esta-comprometido-com-as-acoes-da-onu/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Ludmila Lins Grilo]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 12 Jul 2021 02:59:14 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Política e Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Agenda 2030]]></category>
		<category><![CDATA[Agenda Global 21]]></category>
		<category><![CDATA[Globalistas]]></category>
		<category><![CDATA[ONU]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>“Não confundam globalismo com globalização. Enquanto a globalização é um conceito <em>econômico</em>, sendo algo positivo e desejável para o mundo, o globalismo é um conceito <em>político</em>.”</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="has-text-align-center">“<em>Uma mentira dá uma volta inteira ao mundo antes mesmo de a verdade ter oportunidade de se vestir.</em>”<br><span data-tooltip="Sir Winston Leonard Spencer-Churchill (1874 - 1965): político conservador e estadista britânico, famoso principalmente por sua atuação como primeiro-ministro do Reino Unido durante a Segunda Guerra Mundial." data-tooltip-position="top">Winston Churchill</span> (1874 &#8211; 1965)<br></p>



<hr class="wp-block-separator is-style-wide"/>



<br>



<p class="has-drop-cap">A <span data-tooltip="ONU: Organização das Nações Unidas." data-tooltip-position="right">ONU</span> é a entidade globalista por excelência.</p>



<p>Não confundam globalismo com globalização.</p>



<p>Enquanto a globalização é um conceito <em>econômico</em>, sendo algo positivo e desejável para o mundo, o globalismo é um conceito <em>político</em>.</p>



<p>O globalismo é a governança global, o poder mundial nas mãos de poderosos não eleitos (como a ONU), a homogeneização das culturas, a quebra das soberanias nacionais, a imposição de uma NOVA ORDEM vinda de cima.</p>



<p>A “<a href="https://culturadefato.com.br/comecamos-com-os-lockdowns-e-estamos-indo-para-o-grande-reset/">agenda 2030</a>” tem um lindo discurso de erradicação da pobreza, mas carrega consigo, mais discretamente, todo tipo de pauta progressista.</p>



<p>Essas pautas não têm pertinência com o que se espera do Poder Judiciário.</p>



<br>



<p class="has-text-align-right">Escrito por <a href="https://culturadefato.com.br/author/ludmilalinsgrilo/">Ludmila Lins Grilo</a>, em 11 de julho de 2021.<br>Este texto foi extraído de uma postagem realizada pela autora em <a href="https://t.me/ludmilalinsgrilo" target="_blank" rel="noreferrer noopener">canal do <em>Telegram</em></a>.</p>



<br>



<p class="has-background has-very-light-gray-background-color"><strong>Nota do editor:</strong><br><br>Imagem da capa: “<em><a href="https://www.saatchiart.com/art/Painting-1984/733711/2419029/view" target="_blank" rel="noreferrer noopener nofollow">1984</a></em>”, do artista polonês <a href="https://www.saatchiart.com/mkanisko" target="_blank" rel="noreferrer noopener nofollow">Mariusz Krzysztof Aniśko</a>.</p>



<br>
<p>O post <a href="https://culturadefato.com.br/o-stf-esta-comprometido-com-as-acoes-da-onu/">O STF está comprometido com as ações da ONU</a> apareceu primeiro em <a href="https://culturadefato.com.br">Cultura de Fato</a>.</p>
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		<title>Passaporte Nacional da Subordinação</title>
		<link>https://culturadefato.com.br/passaporte-nacional-da-subordinacao/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Ludmila Lins Grilo]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 15 Jun 2021 03:13:28 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Política e Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Constituição Federal]]></category>
		<category><![CDATA[Liberdade]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O Passaporte Nacional da Subordinação — a que se deu o insuspeito nome de “imunização” — é a mais nova investida de controle e servidão social que o Estado Leviatã está tentando atochar no povo que já não aguenta mais sofrer.</p>
<p>O post <a href="https://culturadefato.com.br/passaporte-nacional-da-subordinacao/">Passaporte Nacional da Subordinação</a> apareceu primeiro em <a href="https://culturadefato.com.br">Cultura de Fato</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="has-text-align-center">“<em>Nada paralisa mais as ações necessárias do que o medo do ridículo.</em>”,<br><a href="https://olavodecarvalho.org/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Olavo de Carvalho</a>.</p>



<hr class="wp-block-separator is-style-wide"/>



<br>



<p class="has-drop-cap">O Passaporte Nacional da Subordinação — a que se deu o insuspeito nome de “imunização” — é a mais nova investida de controle e servidão social que o Estado Leviatã está tentando atochar no povo que já não aguenta mais sofrer.</p>



<p>O hediondo <a href="https://www25.senado.leg.br/web/atividade/materias/-/materia/148277" target="_blank" rel="noreferrer noopener nofollow"><span data-tooltip="PL: Projeto de Lei." data-tooltip-position="right">PL</span> 1674/21</a> tenta camuflar seus odiosos intentos por meio de expressões dóceis, como “preservação de direitos”, “proteção das pessoas e “segurança sanitária”, querendo passar a impressão de grandes avanços civilizatórios.</p>



<p>A propaganda que está sendo feita dessa anomalia jurídica é a de que se trata de uma inofensiva plataforma digital que vem para ajudar, registrando todas aquelas vacininhas que seu filho toma, já que você esquece onde guardou o maldito papelzinho. Quem mandou ser tão distraído!</p>



<p>O repulsivo projeto de lei foi votado por 73 Senadores — e aprovado pelos mesmos 73 —, e estabelece que o titular do passaporte não poderá ser impedido de circular nos espaços públicos (art. 3°, I). A contrario sensu, quem não tiver o tal do passaporte… já sabe.</p>



<p>A aberração legislativa ainda prevê a frase marota que deverá ser exibida nas entradas dos locais de acesso público: “o ingresso neste local está condicionado à apresentação do Passaporte Nacional de Imunização e Segurança Sanitária”. <span data-tooltip-position="top" data-tooltip="George Orwell (1903 – 1950) é pseudônimo do escritor inglês Eric Arthur Blair.">Orwell</span> ficaria corado.</p>



<p>A deformidade legal cria uma espécie de cidadãos de 2ª categoria, além de que viola frontalmente a <a href="https://culturadefato.com.br/downloads/politica_e_economia/2020/constituicao-da-republica-federativa-do-brasil.pdf" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Constituição Federal</a> ao exigir uma chancela burocrática do Estado para o direito humano mais fundamental depois da própria vida: o direito de ir e vir.</p>



<p>Chegamos ao momento histórico em que, para se dar simples voltinha na rua, serão necessários um carimbo do Estado, uma chancela de um burocrata, um nada-consta, um selo protocolar em três vias autenticadas e com firma reconhecida. É a monstruosidade estatal em todo seu esplendor.</p>



<p>A liberdade é como uma donzela frágil e indefesa caminhando sozinha no beco escuro. Haverá sempre alguém disposto a devassá-la, e para que isso não aconteça, deverá haver pessoas sempre dispostas a defendê-la, e em permanente estado de vigilância.</p>



<br>



<p class="has-text-align-right">Escrito por <a href="https://culturadefato.com.br/author/ludmilalinsgrilo/">Ludmila Lins Grilo</a>, em 14 de junho de 2021.<br>Este texto foi extraído de uma postagem realizada pela autora em <a href="https://t.me/ludmilalinsgrilo" target="_blank" rel="noreferrer noopener">canal do<em> Telegram</em></a>.</p>



<br>



<p class="has-background has-very-light-gray-background-color"><strong>Notas da editoria:</strong><br><br>O título desta postagem (“<em>Passaporte Nacional da Subordinação</em>”) foi atribuído por nossa editoria, que tomou por base o primeiro parágrafo do escrito.<br><br>Por causa de alguns inscritos impertinentes, atualmente o canal da juíza está configurado no modo privado.</p>



<br>
<p>O post <a href="https://culturadefato.com.br/passaporte-nacional-da-subordinacao/">Passaporte Nacional da Subordinação</a> apareceu primeiro em <a href="https://culturadefato.com.br">Cultura de Fato</a>.</p>
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		<item>
		<title>A vulnerabilidade dos intelectuais</title>
		<link>https://culturadefato.com.br/a-vulnerabilidade-dos-intelectuais/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Ludmila Lins Grilo]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 14 May 2021 03:22:06 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Filosofia e História]]></category>
		<category><![CDATA[Cacá Diegues]]></category>
		<category><![CDATA[Engenharia Social]]></category>
		<category><![CDATA[Jorge Amado]]></category>
		<category><![CDATA[Louis Charles Moeller]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://culturadefato.com.br/?p=8206</guid>

					<description><![CDATA[<p>Os mais suscetíveis à manipulação não são as pessoas mais simples e sem estudo. Essas, normalmente, têm os pés na realidade de uma vida comum. Não vivem de ideias abstratas e mirabolantes, pois têm mais o que fazer.</p>
<p>O post <a href="https://culturadefato.com.br/a-vulnerabilidade-dos-intelectuais/">A vulnerabilidade dos intelectuais</a> apareceu primeiro em <a href="https://culturadefato.com.br">Cultura de Fato</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="has-text-align-center">“<em>O ignorante afirma, o sábio duvida, o sensato reflete.</em>”,<br><span data-tooltip-position="top" data-tooltip="Aristóteles: Filósofo grego.">Aristóteles</span> (384 a. C. &#8211; 322 a. C.).</p>



<hr class="wp-block-separator is-style-wide"/>



<br>



<p class="has-drop-cap">A mídia sabe muito bem que consegue <a href="https://culturadefato.com.br/a-engenheira-social-inclusa-nas-telenovelas/">inocular sensações no leitor</a>, especialmente nos mais desavisados.</p>



<p>A tática de romantizar o crime é antiga, e acaba, de fato, moldando as mentes e os corações dos mais frágeis.</p>



<p><a href="https://culturadefato.com.br/sao-paulo-nao-dorme-paulistanos-nao-acordam/">Os mais suscetíveis à manipulação não são as pessoas mais simples e sem estudo</a>. Essas, normalmente, têm os pés na realidade de uma vida comum. Não vivem de ideias abstratas e mirabolantes, pois têm mais o que fazer.</p>



<p><a href="https://culturadefato.com.br/loucos-ou-desequilibrados-pela-razao/">Os mais suscetíveis são os mais vaidosos</a>. Doutores, acadêmicos, bacharéis e toda sorte de intelectuais, sempre prontos para posar de empáticos e receber os aplausos dos membros da mesma patota que, de forma ridícula, se adulam mutuamente.</p>



<p>Essa romantização não é de agora. Na literatura, no cinema e nas universidades, todo o ambiente cultural foi imerso nesta atmosfera de inversão de valores.</p>



<p>Desde <span data-tooltip-position="right" data-tooltip="Jorge Leal Amado de Faria (1912 - 2001): escritor baiano. É o autor mais adaptado do cinema, do teatro e da televisão.">Jorge Amado</span> na literatura com seu “<a href="https://amzn.to/2RIH910" target="_blank" rel="noreferrer noopener nofollow">Capitães de Areia</a>”, passando por <span data-tooltip-position="top" data-tooltip="Carlos José ''Cacá'' Fontes Diegues é um cineasta brasileiro, nascido em 1940 na cidade de Maceió (Alagoas).">Cacá Diegues</span> no cinema com “<a href="https://www.adorocinema.com/filmes/filme-236693/" target="_blank" rel="noreferrer noopener nofollow">Cinco vezes Favela</a>”, até chegar na música com <span data-tooltip-position="top" data-tooltip="Racionais MC's: grupo brasileiro de rap fundado em 1988.">Racionais MC’s</span>, a romantização do crime foi ganhando a cena cultural e a simpatia das inteligências mais vulneráveis.</p>



<p>Mas eles não contavam com a internet.</p>



<br>



<p class="has-text-align-right">Escrito por <a href="https://culturadefato.com.br/author/ludmilalinsgrilo/">Ludmila Lins Grilo</a>, em 10 de maio de 2021.<br>Este texto foi extraído de uma postagem realizada pela autora em <a href="https://t.me/ludmilalinsgrilo" target="_blank" rel="noreferrer noopener">canal do<em> Telegram</em></a>,</p>



<br>



<p class="has-background has-very-light-gray-background-color"><strong>Notas da editoria:</strong><br><br>A imagem associada a esta postagem ilustra recorte da obra: “<span data-tooltip-position="top" data-tooltip="''A heated debate'', em português: ''Um debate acalorado''."><em>A heated debate</em></span>”, criada pelo pintor americano Louis Charles Moeller (1855 &#8211; 1930).<br><br>O título desta postagem (“<em>A vulnerabilidade dos intelectuais</em>”) foi atribuído por nossa editoria.</p>



<br>
<p>O post <a href="https://culturadefato.com.br/a-vulnerabilidade-dos-intelectuais/">A vulnerabilidade dos intelectuais</a> apareceu primeiro em <a href="https://culturadefato.com.br">Cultura de Fato</a>.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Encapsulando o analfabetismo e a soberba, mas com muita ironia</title>
		<link>https://culturadefato.com.br/encapsulando-o-analfabetismo-e-a-soberba-mas-com-muita-ironia/</link>
					<comments>https://culturadefato.com.br/encapsulando-o-analfabetismo-e-a-soberba-mas-com-muita-ironia/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Ludmila Lins Grilo]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 30 Apr 2021 03:00:59 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Artes e Literatura]]></category>
		<category><![CDATA[Suplementos]]></category>
		<category><![CDATA[#ContemIronia]]></category>
		<category><![CDATA[Olavo de Carvalho]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://culturadefato.com.br/?p=7948</guid>

					<description><![CDATA[<p>Estamos vendo pessoas escrevendo: “contém ironia”, ao final de publicações. O objetivo é deixar bem claro que estão sendo irônicas.<br />
Sabiamente o prof. Olavo de Carvalho explica que a incapacidade de entender ironia é sintoma seguro de analfabetismo funcional.</p>
<p>O post <a href="https://culturadefato.com.br/encapsulando-o-analfabetismo-e-a-soberba-mas-com-muita-ironia/">Encapsulando o analfabetismo e a soberba, mas com muita ironia</a> apareceu primeiro em <a href="https://culturadefato.com.br">Cultura de Fato</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="has-text-align-center">“<em>No Brasil é preciso explicar, desenhar, depois explicar o desenho e desenhar a explicação.</em>”,<br>Olavo de Carvalho.</p>



<hr class="wp-block-separator is-style-wide"/>



<br>



<p class="has-drop-cap">Estamos vendo uma horda de pessoas escrevendo “contém ironia” ao final de uma publicação, para deixar bem claro que estão sendo irônicas.</p>



<p>A deterioração dos cérebros leva o irônico a, antecipadamente, desejar explicar sua ironia, pois sabe que seu leitor provavelmente não a compreenderá.</p>



<p>Isso é amputar a língua portuguesa, retirando um de seus recursos linguísticos, empobrecendo e rebaixando o idioma à incapacidade de compreensão do interlocutor deficiente.</p>



<p>O prof. <a href="https://culturadefato.com.br/author/olavodecarvalho/">Olavo de Carvalho</a> explica que a incapacidade de entender ironia é sintoma seguro de analfabetismo funcional.</p>



<p>Uma das coisas que diferenciam o homem de um bicho é a capacidade de <em>inteligir</em>. Daí, a palavra <em>inteligência</em>.</p>



<p>O hábito de ter que explicar ironias parte do pressuposto de que seu interlocutor é intelectualmente incapaz, reduzindo-o a um animal sem racionalidade.</p>



<p>Com o tempo, as inteligências vão sendo gradativamente rebaixadas a um padrão animalesco.</p>



<p>Em breve, não se poderá mais contar com as sutilezas, as nuances e as gradações que formam o arcabouço sensorial e o universo de percepções que diferenciam o homem de um animal.</p>



<p>Ter a ilusão de poder ser compreendido por todo mundo o tempo inteiro demonstra o desejo de ser querido o tempo inteiro.</p>



<p>Portanto, a pressa em rebaixar a inteligência de seu interlocutor, explicando a ironia previamente, é manifestação bruta e primária de necessidade de aceitação e, ao fim e ao cabo, de soberba.</p>



<p>Por isso, recuso-me a utilizar <em>hashtag</em> indicando &#8220;contém ironia&#8221; (<em><a href="#ContemIronia" target="_blank" rel="noreferrer noopener nofollow">#ContemIronia</a></em>).</p>



<p>Isso significa não apenas respeito à inteligência de meu interlocutor. Significa, antes de tudo, respeito ao idioma, instalação na realidade de que jamais serei querida por todos, e, por fim, recusa a participar desse processo acelerado de rebaixamento da inteligência nacional.</p>



<br>



<p class="has-text-align-right">Escrito por <a href="https://culturadefato.com.br/author/ludmilalinsgrilo/">Ludmila Lins Grilo</a>, em 26 de abril de 2021.<br>Este texto foi extraído de uma postagem realizada pela autora em <a href="https://t.me/ludmilalinsgrilo" target="_blank" rel="noreferrer noopener">canal do <em>Telegram</em></a>.</p>



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<p class="has-background has-very-light-gray-background-color"><strong>Notas da editoria:</strong><br><br>A imagem associada a esta postagem ilustra recorte da obra: “<span data-tooltip-position="top" data-tooltip="''Reading boy'', em português: ''Menino lendo''."><em>Reading Boy</em></span>”, criada em 1863 pelo pintor estadunidense <span data-tooltip-position="top" data-tooltip="Jonathan Eastman Johnson (1824 - 1906): o pintor americano foi o co-fundador do Metropolitan Museum of Art (localizado na cidade de Nova York.">Eastman Johnson</span> (1824 &#8211; 1906).<br><br>O título desta postagem (“<em>Encapsulando o analfabetismo e a soberba, mas com muita ironia</em>”) foi atribuído por nossa editoria.</p>



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<p>O post <a href="https://culturadefato.com.br/encapsulando-o-analfabetismo-e-a-soberba-mas-com-muita-ironia/">Encapsulando o analfabetismo e a soberba, mas com muita ironia</a> apareceu primeiro em <a href="https://culturadefato.com.br">Cultura de Fato</a>.</p>
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