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	<title>Luís Afonso Assumpção, Autor em Cultura de Fato</title>
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	<description>Cultura para evocar inteligência, responsabilidade e ética!</description>
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	<title>Luís Afonso Assumpção, Autor em Cultura de Fato</title>
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		<title>Minha descoberta racional do conservadorismo</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Luís Afonso Assumpção]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 23 Mar 2026 00:38:19 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Filosofia e História]]></category>
		<category><![CDATA[Política e Economia]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>“Encontrei num dicionário na web uma definição de <em>conservador</em> absolutamente perfeita: 'é o sujeito otimista com relação ao passado e pessimista com relação ao futuro'. É exatamente isto.”</p>
<p>O post <a href="https://culturadefato.com.br/minha-descoberta-racional-do-conservadorismo/">Minha descoberta racional do conservadorismo</a> apareceu primeiro em <a href="https://culturadefato.com.br">Cultura de Fato</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="has-text-align-center wp-block-paragraph">“<em>Não tire uma cerca antes de saber por que ela foi colocada.</em>”<br><span data-tooltip-position="top" data-tooltip="Gilbert">G</span> <span data-tooltip-position="top" data-tooltip="Keith">K</span> <span data-tooltip="Gilbert Keith Chesterton (1874-1936) foi um escritor inglês." data-tooltip-position="top">Chesterton</span> (1874-1936)</p>



<hr class="wp-block-separator has-alpha-channel-opacity is-style-wide"/>



<br>



<p class="has-drop-cap wp-block-paragraph">Sempre imaginei o ser humano como resultado concreto e final de um exercício de criação divino.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Isso pode ser um pouco religioso ou metafísico demais para um mundo que se acostumou a nivelar tudo por baixo, que simplesmente finge que o que não entende “não existe”, mas é ainda a melhor explicação para o ser humano.</p>



<p class="wp-block-paragraph" id="RefNota01">“Melhor” por quê? Oras porque não somos de maneira alguma “animais”. Talvez a classificação do ser humano como representante do reino animal — feita pelo próprio ser humano — seja o único caso em que a famosa “paralaxe cognitiva”<strong><sup><a href="#Nota01">1</a></sup></strong> seria de fato autêntica. Explico: o simples fato de o homem ser o único ser que tem a capacidade de classificar dentro de uma estrutura racional de significados todos os outros animais, o deveria colocar automaticamente fora desta mesma classificação — afinal, nenhum dos animais analisados é capaz de tal façanha. Então o homem, quando classifica todas as espécies animais em filo, gênero e espécie, se coloca evidentemente numa visão superior a todos os animais. E o faz por estar fora desta mesma classificação. Foi nada menos do que uma tragédia o fato de que ao final do processo tenha ele mesmo se auto-classificado junto aos primatas, com um título nada animador de “animal racional”. Nem o cargo de “rei dos animais” nos sobrou.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Pois bem, esta percepção de que estamos acima do reino animal em todos os aspectos, menos no “construtivo”, é derivada de um senso comum. E a origem deste “senso comum”, descobri agora há pouco, tem a ver com uma tradição conservadora.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Encontrei num dicionário na <em>web</em> uma definição de “conservador” absolutamente perfeita: “é o sujeito otimista com relação ao passado e pessimista com relação ao futuro”. É exatamente isto. E ainda acrescento que o pessimismo em relação ao futuro se dá na exata percepção de avançamos no tempo perdendo a cada dia pedaços ainda maiores de nossa própria humanidade. Num futuro não muito distante talvez nem o título de animais “racionais” possamos usar. O racionalismo é conservador.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Mas de onde surge esta sensação de perda? Não é nostalgia. Para mim é o simples ceticismo que acompanha qualquer análise minimamente racional da atualidade.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Descobri que o meu modo de funcionamento era mesmo este: sempre desconfiar de qualquer explicação inovadora ou “revolucionária”, daquelas do tipo “esqueça tudo o que você já viu sobre&#8230;”. O fato é que não dá para esquecer, não podemos partir do zero a cada pseudo-revolução. Este é o ponto. Se a “novidade” é inconsistente, prefiro ficar com a última explicação.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Este é o porquê do meu apego pelo capitalismo: não é que eu morra de amores por ele (já escrevi até que o “odeio” em <em>post</em> anterior), mas é o único sistema econômico que funcionou até hoje. E o que mais respeitou a liberdade individual e econômica, quando atrelada ao regime democrático.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O binômio capitalismo (liberal) de um lado e a democracia de outro são dois dos pilares básicos do que eu chamaria de “realismo” político/econômico. Considero como “realismo” tudo o que se pode estabelecer como verdade absoluta ou pelo menos a coisa mais próxima dela. No caso do capitalismo e a democracia ainda têm a vantagem de serem verdades perfeitamente mensuráveis: não há outro regime que possa ser considerado mais justo e mais eficiente em produzir riquezas e gerar satisfação material às pessoas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O fato de haver milhares de pessoas lutando por ditaduras e pela implantação de alguma forma de comunismo hoje em dia, só me faz ver que existem outras verdades absolutas: a burrice e a apatia mental dos tempos atuais são incontestáveis.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Mas faltava alguma coisa: eu tinha elementos realistas para embasar minha defesa da liberdade política e econômica, mas não para um sistema de valores morais ou “humanistas”, em que se baseia o conservadorismo.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Mas havia a certeza de que o binômio democracia/capitalismo só pode existir num ambiente social no qual as pessoas compartilhem a mesma visão e os mesmos valores morais. É o que chamam de sociedade de confiança.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><span data-tooltip-position="right" data-tooltip="Eric Voegelin (1901-1985) foi filósofo, historiador e cientista político alemão, radicado nos Estados Unidos.">Voegelin</span> observou como o “senso comum” era um grande diferencial nas sociedades britânicas e americanas. Um senso comum tão arraigado que “blindou” estes países às influências mais perversas do século vinte: totalitarismo nazi-fascista e comunista. O senso comum é também a minha base de avaliação do mundo. É uma percepção intuitiva de conservadorismo.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A base deste conservadorismo não é só a “nostalgia” do passado ou a manutenção de tradicionalismos. Significa que determinados valores não podem ser colocados de lado em favor de outros “mais evoluídos” simplesmente pela razão de que a “evolução” nunca ter sido provada.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A compreensão de que minha simpatia pelo passado era muito mais do que simples “nostalgia”, mas a intuição de que elas abarcavam definições muito mais completas e complexas da própria humanidade, veio com o estudo dos filósofos clássicos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A isto eu devo imensamente ao meu mestre Olavo de Carvalho: antes de tudo Olavo é um grande divulgador da tradição filosófica conservadora, traçando uma linha que vai dos antigos gregos até o judaísmo-cristianismo. Ao conhecer a história do pensamento filosófico, acabei por conhecer os fundamentos teóricos do conservadorismo.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Com isso pude enfim somar mais um sustentáculo — o mais importante — ao edifício do capitalismo liberal e democrático. Sem uma base de defesa de valores conservadora, o edifício não se sustenta.</p>



<p class="wp-block-paragraph">No mundo de hoje, isso é especialmente dramático, pois o curso do pensamento conservador acabou assoreado por toneladas de relativismos, pós-modernismos entre outros, que transformaram a filosofia num grande supermercado de idéias, sem que nenhuma contradiga outra.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Os tempos atuais avançam até para dizer que o conservadorismo, o realismo não passam de mais um relativismo&#8230;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Tomo como exemplo a obra do “filósofo” <span data-tooltip-position="top" data-tooltip="Charles Feitosa é doutor em Filosofia pela Universidade de Freiburg, Alemanha. É professor e pesquisador do Programa de Pós-Graduação em Artes Cênicas (PPGAC) da UNIRIO.">Charles Feitosa</span> “<a href="https://www.estantevirtual.com.br/livro/explicando-a-filosofia-com-arte-0V3-9962-000-BK" target="_blank" rel="noreferrer noopener nofollow">Filosofia com arte</a>” em que sob o capítulo “vantagens e desvantagens do relativismo” afirma que o realismo (e os realistas) querem impor a “sua” visão a todos os outros. Cita como exemplo de “realista” o nacional-socialismo alemão&#8230; Do outro lado temos o relativismo, que é uma maravilha, pois “respeita” a todos os tipos de pensamento&#8230;</p>



<p class="wp-block-paragraph">O autor só não explicou como “realistas” puderam relativizar até mesmo a existência de seres humanos como fizeram nazistas e comunistas&#8230;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Para finalizar: a descoberta da tradição filosófica na qual se baseia o conservadorismo foi para mim como se encontrasse, no fundo de uma caverna esquecida, um tesouro, uma essência rara. Nossa obrigação é a de guardar e espalhar esta boa nova às novas gerações.</p>



<br>



<p class="has-text-align-right wp-block-paragraph">Por <a href="https://culturadefato.com.br/author/luisafonsoassumpcao/">Luís Afonso Assumpção</a>.<br>Publicado originalmente em 21 de maio de 2005, no <em>website</em> <em><a href="https://midiasemmascara.net/" target="_blank" rel="noreferrer noopener nofollow">Mídia Sem Máscara</a></em>.</p>



<br>



<p class="has-background has-very-light-gray-background-color wp-block-paragraph"><strong>Nota:</strong></p>



<ol class="wp-block-list">
<li id="Nota01">“Paralaxe cognitiva” é o fenômeno pelo qual o observador se coloca fora do campo de ação do fenômeno “universal” que pretende explicar. Exemplos: <span data-tooltip-position="right" data-tooltip="Karl Marx foi um revolucionário socialista, nascido em 1818 em Tréveris (Prússia) e falecido em 1883 na cidade de Londres (Reino Unido). É considerado o ''pai do comunismo'', junto com Friedrich Engels.">Marx</span> explicando que à classe trabalhadora e não à burguesia pertencia o futuro da humanidade (Marx era um burguês); <span data-tooltip-position="top" data-tooltip="Nicolau Maquiavel (1469-1527) foi filósofo, historiador, poeta, diplomata e músico de origem florentina do Renascimento.">Maquiavel</span> defendendo que o príncipe deveria em primeiro lugar eliminar os seus apoiadores e influenciadores, dando a entender que ele mesmo, Maquiavel, deveria ser uma das primeiras vítimas de sua invenção. <a href="#RefNota01"><img decoding="async" width="14" height="10" class="wp-image-105" style="width: 14px;" src="https://culturadefato.com.br/wp-content/uploads/2020/06/Subir.jpg" alt="Subir"></a></li>
</ol>



<br>



<p class="has-background has-very-light-gray-background-color wp-block-paragraph"><strong>Nota da editoria:</strong><br><br>A imagem da capa é um recorte da obra: “<em>Caminhante sobre o mar de névoa</em>” (aprox. 1818), de <span data-tooltip-position="top" data-tooltip="Caspar David Friedrich (1774–1840) foi um pintor de paisagens do romântico alemão, geralmente considerado o mais importante artista alemão da sua geração.">Caspar David Friedrich</span> (1774–1840).<br><br>A obra retrata um homem solitário, posicionado acima de uma paisagem encoberta por névoa, portanto contemplando um horizonte incerto. A cena simboliza a condição do indivíduo que, apoiado em fundamentos sólidos, observa criticamente um mundo cada vez mais obscurecido pela perda de referências.</p>



<br>



<h2 class="wp-block-heading has-text-align-center">Saiba mais, leia:</h2>



<br>



<section id="gm71bf303" class="wp-block-gutentor-m0 alignfull section-gm71bf303 gutentor-module gutentor-module-carousel has-color-bg has-custom-bg gutentor-slick-a-default-desktop gutentor-slick-a-default-tablet gutentor-slick-a-default-mobile"><div class="grid-container"><div class="gutentor-module-carousel-row" data-dots="false" data-dotstablet="false" data-dotsmobile="false" data-arrows="true" data-arrowstablet="true" data-arrowsmobile="true" data-infinite="true" data-autoplay="true" data-draggable="true" data-pauseonfocus="true" data-pauseonhover="true" data-autoplayspeed="4500" data-cmondesktop="false" data-cmontablet="false" data-cmonmobile="false" data-nextarrow="fas fa-angle-right" data-prevarrow="fas fa-angle-left" data-arrowspositiondesktop="gutentor-slick-a-default-desktop" data-arrowspositiontablet="gutentor-slick-a-default-tablet" data-arrowspositionmobile="gutentor-slick-a-default-mobile" data-speed="300" data-slideitemdesktop="2" data-slideitemtablet="3" data-slideitemmobile="1" data-slidescroll-desktop="2" data-slidescroll-tablet="3" data-slidescroll-mobile="1">
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<p class="has-text-align-center wp-block-paragraph"><br><em><a href="https://culturadefato.com.br/por-que-voce-deveria-ser-um-conservador/">Por que você deveria ser um conservador</a></em>,<br>por <a href="https://culturadefato.com.br/author/davidcharlesstove/">David Charles Stove</a></p>
</div></div>



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<p class="has-text-align-center wp-block-paragraph"><br><em><a href="https://culturadefato.com.br/eu-sou-um-conservador/">Eu sou um conservador</a></em>,<br>por <a href="https://culturadefato.com.br/author/joaomellaoneto/">João Mellão Neto</a></p>
</div></div>



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<p class="has-text-align-center wp-block-paragraph"><br><em><a href="https://culturadefato.com.br/a-essencia-do-conservadorismo/">A essência do conservadorismo</a></em>,<br>por <a href="https://culturadefato.com.br/author/russellkirk/">Russell Kirk</a></p>
</div></div>



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<p class="has-text-align-center wp-block-paragraph"><br><em><a href="https://culturadefato.com.br/qual-e-a-diferenca-basica-entre-a-esquerda-e-a-direita/">Qual é a diferença básica entre a Esquerda e a Direita?</a></em>,<br>por <a href="https://culturadefato.com.br/author/orlandobraga/">Orlando Braga</a></p>
</div></div>



<div id="col-g-03n81ua" class="wp-block-gutentor-m0-col col-g-03n81ua gutentor-carousel-item"><div id="section-g-03n81ua" class="section-g-03n81ua gutentor-col-wrap has-color-bg has-custom-bg">
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<p class="has-text-align-center wp-block-paragraph"><br><em><a href="https://culturadefato.com.br/acepcoes-do-adjetivo-reacionario/">Acepções do adjetivo “reacionário”</a></em>,<br>por <a href="https://culturadefato.com.br/author/pliniocoliveira/">Plinio Corrêa de Oliveira</a></p>
</div></div>



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<div id="section-g-9xl3an4" class="wp-block-gutentor-e6 section-g-9xl3an4 gutentor-element gutentor-element-image text-align-center-desktop"><div class="gutentor-element-image-box"><a class="gutentor-element-image-link" href="https://culturadefato.com.br/a-necessidade-de-uma-doutrina-conservadora/"><div class="gutentor-image-thumb"><img decoding="async" class="normal-image" src="https://culturadefato.com.br/wp-content/uploads/2025/12/LiberdadeArmada.jpg" alt="Obra: &quot; Liberdade armada com o cetro da razão derrubando a ignorância e o fanatismo&quot; (1793), de Louis-Simon Boizot (1743 – 1809)."/></div></a></div></div>



<p class="has-text-align-center wp-block-paragraph"><br><em><a href="https://culturadefato.com.br/a-necessidade-de-uma-doutrina-conservadora/">A necessidade de uma doutrina conservadora</a></em>,<br>por <a href="https://culturadefato.com.br/author/fabioblanco/">Fabio Blanco</a></p>
</div></div>



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<p class="has-text-align-center wp-block-paragraph"><br><em><a href="https://culturadefato.com.br/conservacao-e-progresso/">Conservação e progresso</a></em>,<br>por <a href="https://culturadefato.com.br/author/fabioblanco/">Fabio Blanco</a></p>
</div></div>



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<div id="section-g-ce07mde" class="wp-block-gutentor-e6 section-g-ce07mde gutentor-element gutentor-element-image text-align-center-desktop"><div class="gutentor-element-image-box"><a class="gutentor-element-image-link" href="https://culturadefato.com.br/por-que-nao-sou-liberal/"><div class="gutentor-image-thumb"><img decoding="async" class="normal-image" src="https://culturadefato.com.br/wp-content/uploads/2021/07/SedutaDOuvertureDelAssembleeDesEtatsGeneraux.jpg" alt="Recorte da obra &quot;Seduta d'ouverture de l'Assemblée des états généraux , 5 mai 1789&quot;, criada pelo pintor francês Couder Auguste (1789 - 1873)."/></div></a></div></div>



<p class="has-text-align-center wp-block-paragraph"><br><a href="https://culturadefato.com.br/por-que-nao-sou-liberal/"><em>Por que não sou liberal</em></a>,<br>por <a href="https://culturadefato.com.br/author/stephenkanitz/">Stephen Kanitz</a></p>
</div></div>



<div id="col-g-n7aoo11" class="wp-block-gutentor-m0-col col-g-n7aoo11 gutentor-carousel-item"><div id="section-g-n7aoo11" class="section-g-n7aoo11 gutentor-col-wrap has-color-bg has-custom-bg">
<div id="section-g-ac1vcz5" class="wp-block-gutentor-e6 section-g-ac1vcz5 gutentor-element gutentor-element-image text-align-center-desktop"><div class="gutentor-element-image-box"><a class="gutentor-element-image-link" href="https://culturadefato.com.br/excertos-da-obra-direita-e-esquerda-razoes-e-significados-de-uma-distincao-politica/"><div class="gutentor-image-thumb"><img decoding="async" class="normal-image" src="https://culturadefato.com.br/wp-content/uploads/2023/06/NoiteEstreladaVincentVanGogh.jpg"/></div></a></div></div>



<p class="has-text-align-center wp-block-paragraph"><br><em><a href="https://culturadefato.com.br/excertos-da-obra-direita-e-esquerda-razoes-e-significados-de-uma-distincao-politica/">Excertos da obra “Direita e esquerda: razões e significados de uma distinção política”</a></em>, por <a href="https://culturadefato.com.br/author/norbertobobbio/">Norberto Bobbio</a></p>
</div></div>
</div></div></section>



<br>
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		<title>Vida é um projeto?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Luís Afonso Assumpção]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 07 Jan 2021 14:42:01 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Filosofia e História]]></category>
		<category><![CDATA[Andy Warhol]]></category>
		<category><![CDATA[Beleza]]></category>
		<category><![CDATA[Ciência Moderna]]></category>
		<category><![CDATA[Evolucionismo]]></category>
		<category><![CDATA[Justiça]]></category>
		<category><![CDATA[Moralidade]]></category>
		<category><![CDATA[Mosca Drosófila]]></category>
		<category><![CDATA[Oscar Wilde]]></category>
		<category><![CDATA[Vida Moderna]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O ser humano não é uma mosca drosófila gigante. Viver para simplesmente sentir o que pode ser sentido, “aproveitar” o que cada época nos proporciona, não deve ser nosso único objetivo. Nosso real objetivo é a eternidade.</p>
<p>O post <a href="https://culturadefato.com.br/vida-e-um-projeto/">Vida é um projeto?</a> apareceu primeiro em <a href="https://culturadefato.com.br">Cultura de Fato</a>.</p>
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<p class="has-text-align-center pns wp-block-paragraph"><em>“Ouso dizer que nada no mundo contribui tão efetivamente para a sobrevivência,</em><br><em>mesmo nas piores condições,</em> <em>como saber que a vida da gente tem um sentido.”</em>,<br> Viktor Emil Frankl (1905 – 1997): neuropsiquiatra austríaco.</p>



<hr class="wp-block-separator is-style-wide"/>



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<p class="has-drop-cap wp-block-paragraph">Uma das características mais marcantes da vida moderna é a sua evanescência diária. Não somente somos nós mesmos que envelhecemos, mas tudo a nossa volta desbota e perde a graça em questão de pouco tempo.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Nada é feito para durar. “<em>No futuro, todos serão famosos por 15 minutos”</em>, dizia <span data-tooltip-position="top" data-tooltip="Andy Warhol (1928 - 1987): empresário, pintor e cineasta norte-americano.">Warhol</span>, numa evocação à <span data-tooltip-position="top" data-tooltip="Oscar Wilde (1854 - 1900): escritor, poeta e dramaturgo britânico de origem irlandesa.">Wilde</span>, acertadamente. Não que Warhol fosse um gênio, mas simplesmente que ele sabia para que lado o vento soprava, e deixou-se levar.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Tudo à nossa volta é efêmero. Os assuntos são efêmeros. Os produtos são efêmeros. O sentido de eternidade da raça humana parece ter sido varrido da existência. Não buscamos o <a href="https://culturadefato.com.br/jesus-cristo-o-infinito-no-finito/">eterno</a>, o <a href="https://culturadefato.com.br/por-que-a-beleza-importa/">belo</a> em si mesmo, o sublime, mas o “<em>up-to-date”</em>, o que é “<em>trendy”</em> e todos os termos racionalmente ocos que enchem as vitrinas culturais da atualidade.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A explicação oficialmente aceita para este estado é que o homem percebeu no século XIX que não era mais um reflexo da imagem de Deus, mas simples produto de uma “evolução” (ou <em>upgrade</em> de fábrica) da matéria, igualzinho aos ratos, chimpanzés e tatus-bola. A partir deste ponto o homem deixa de olhar para a eternidade como seu porto de chegada e passa a combater os ponteiros do relógio contra seu curto reinado temporal.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A modernidade centra-se nestas duas vertentes: O conceito de “evolução”, concluindo que o que é mais novo é melhor, pois é mais avançado em termos evolucionistas. O conceito de evolução é transportado sem filtros para dentro da cultura e pronto. As bases da alta <a href="https://culturadefato.com.br/o-que-e-cultura/">cultura</a> foram derrotadas.</p>



<p class="img-direita wp-block-paragraph"><a href="https://culturadefato.com.br/jesus-cristo-o-infinito-no-finito/"><img fetchpriority="high" decoding="async" width="505" height="289" class="wp-image-5557" src="https://culturadefato.com.br/wp-content/uploads/2021/01/UltimaCeia_AndreaDelCastagno_Pequeno.jpg" alt="Ultima Ceia, por Andrea Del Castagno"></a>A técnica passa a ser a base “cultural” da modernidade. A ciência é o novo <a href="https://www.infoescola.com/mitologia-grega/prometeu/" target="_blank" rel="noreferrer noopener nofollow">Prometeu</a> que roubou para o ser humano o dom do conhecimento, e com o conhecimento o homem pode construir sua própria felicidade, sem intercessão divina. Não mais interessa conceitos antigos e <em>démodées</em> como “moral” ou “justiça”, o que é mais novo é o melhor. Ponto final.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Segunda fase: passa-se às gerações mais jovens o controle da cultura. Na metade dos anos 50, surge nos Estados Unidos o protótipo da cultura jovem que irá estabelecer-se pelo resto do mundo. Nos anos 60 é radicalizado ao máximo. “<em>Não confio em ninguém com mais de trinta anos”</em> é o mote da época.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Terceira fase: o modernismo “morre”. Afinal a <a href="https://culturadefato.com.br/true-outspeak-pseudoreligiao/">ciência</a> não pode, ela mesma, garantir “paz e segurança”. O século inaugurado pelo signo da modernidade encerra com o saldo de duas guerras mundiais seguidas. Mas o homem não desiste. Ao invés de voltar e reconhecer o erro, inventa a “pós-modernidade”, que é simplesmente a negação da racionalidade e da própria existência por assim dizer.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O resultado disso é que a Vida agora é simples vida. Efêmera e volátil, sem grandes esperanças, caótica, darwiniana luta do mais forte, agora transfigurada pelo “mais moderno”: vença quem tiver o <span data-tooltip-position="top" data-tooltip="ATENTE: artigo originalmente publicado em 9 de outubro de 2012."><em>I-Phone 5</em></span>.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Mas eu não concordo. O ser humano não é uma <a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Drosophila_melanogaster" target="_blank" rel="noreferrer noopener nofollow">mosca drosófila</a> gigante. Viver para simplesmente sentir o que pode ser sentido, “aproveitar” o que cada época nos proporciona, não deve ser nosso único objetivo. Nosso real objetivo é a eternidade. Por que somos eternos, no sentido de que nada, nem ninguém que&nbsp; tenha existido pode virar “nada”. Mesmo que não estejamos mais aqui para testemunhar, nossa história estará. Por isso que a Vida tem de ter um projeto. E ela tem. A nossa grande missão é aprender sobre ela.</p>



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<p class="has-text-align-right wp-block-paragraph">Escrito por <a href="https://culturadefato.com.br/author/luisafonsoassumpcao/">Luís Afonso Assumpção</a>.<br>Publicado originalmente no <em>website</em> <a href="https://midiasemmascara.net/">Mídia Sem Máscara</a>, em 9 de outubro de 2012.</p>



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<p class="has-background has-very-light-gray-background-color wp-block-paragraph"><strong>Nota do editor:</strong><br><br>A imagem associada a esta postagem ilustra recorte da obra “<a href="https://mydailyartdisplay.wordpress.com/2013/05/21/vanitas-still-life-with-a-portrait-of-a-young-painter-by-david-bailly/" target="_blank" rel="noreferrer noopener nofollow">Vanitas Still-life with a Portrait of a Young</a>”, criada pelo pintor holandês <a href="https://en.wikipedia.org/wiki/David_Bailly" target="_blank" rel="noreferrer noopener nofollow">David Bailly</a> (1584 – 1657) em 1651.</p>



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