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	<title>Luiz Guedes, Autor em Cultura de Fato</title>
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	<description>Cultura para evocar inteligência, responsabilidade e ética!</description>
	<lastBuildDate>Sun, 07 Sep 2025 19:30:33 +0000</lastBuildDate>
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	<title>Luiz Guedes, Autor em Cultura de Fato</title>
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		<title>Sete de setembro, uma data esquecida</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Luiz Guedes]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 07 Sep 2025 19:02:20 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Filosofia e História]]></category>
		<category><![CDATA[Política e Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[Dom Pedro I]]></category>
		<category><![CDATA[Sete de Setembro]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>“É realmente soberano um Estado que tem cerca de 26% da população vivendo sob as regras ditadas por facções criminosas? Esse é o maior índice da América Latina. Isso equivale a 55,48 milhões de brasileiros vivendo sob a autoridade de facções criminosas.”</p>
<p>O post <a href="https://culturadefato.com.br/sete-de-setembro-uma-data-esquecida/">Sete de setembro, uma data esquecida</a> apareceu primeiro em <a href="https://culturadefato.com.br">Cultura de Fato</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="has-text-align-center">“<em>Dizem que o Brasil é um país sem memória, mas isso não é verdade: o Brasil é um país com falsa memória. Esquecer o passado é uma coisa, reinventá-lo conforme as ilusões do dia é bem outra. É desta doença que a memória do Brasil padece, e ela é bem mais grave que a amnésia pura e simples.</em>”<br>Olavo de Carvalho (1947 &#8211; 2022)</p>



<hr class="wp-block-separator has-alpha-channel-opacity is-style-wide"/>



<br>



<p class="has-drop-cap">Aproxima-se mais um sete de setembro e não vejo qualquer menção à semana da Pátria. Não leio qualquer informe do colégio da minha filha sobre o evento mencionado. Também não vejo alusão à data histórica nos jornais televisivos. Silêncio total.</p>



<p>Lembro-me que na minha época de escola a criançada toda ficava animada com o desfile que seria realizado em comemoração ao dia da Independência. Era um acontecimento. Durante toda a semana havia apresentação do tema nas disciplinas, em especial na de História.</p>



<p>Independência está correlacionada a um atributo essencial do Estado, que é a soberania. Palavra que voltou à moda nos últimos dias no Brasil, quando algumas autoridades afirmaram que o país não está subordinado às outras nações. Porém, a realidade parece demonstrar algo diverso.</p>



<p>A soberania tem dois aspectos: interno e externo. No primeiro, é a capacidade do Estado de elaborar as suas leis, administrar, julgar e organizar a sociedade por meio da vontade do próprio Estado, sem subordinação a outra autoridade, conforme lições de Teoria Geral do Estado. No segundo aspecto, isto é, no externo, é a capacidade do Estado de ser independente e não se subordinar a outro, aderindo às normas internacionais de forma voluntária, garantindo, portanto, a independência nas relações internacionais. De acordo com Jean Bodin<a href="#Nota01" id="Ref01"><strong><sup>1</sup></strong></a> a “soberania é o poder absoluto e perpétuo de um Estado-Nação”.</p>



<p>É realmente soberano um Estado que tem cerca de 26%<a href="#Nota02" id="Ref02"><strong><sup>2</sup></strong></a> da população vivendo sob as regras ditadas por facções criminosas? Esse é o maior índice da América Latina. Isso equivale a 55,48 milhões de brasileiros vivendo sob a autoridade de facções criminosas, nas áreas tomadas e mantidas pelo crime organizado, território sobre o qual o Estado brasileiro perdeu totalmente a soberania.</p>



<p>Isso é extremamente grave e, se nada de concreto for logo feito, mais território será tomado pelas facções criminosas, com mais brasileiros sujeitos às normas ditadas por entidades que não são as estatais. E, infelizmente, não se tem notícias que medidas efetivas estejam sendo elaboradas, estudadas ou implementadas.</p>



<p>A ameaça à soberania brasileira não parece vir de Estados estrangeiros, mas sim de entidades criminosas brasileiras, com a complacência das autoridades estatais brasileiras, que nada fazem, de forma efetiva, para cumprir o mister constitucional de aplicar a Constituição Federal e garantir a segurança pública aos brasileiros de todas as classes sociais. Agora compreendi por que não se fala mais em Semana da Pátria, cujo ápice costumava ser o desfile no 7 de setembro. Sem soberania, não é possível a independência.</p>



<p>Com certeza, <span data-tooltip="Pedro de Alcântara Francisco António João Carlos Xavier de Paula Miguel Rafael Joaquim José Gonzaga Pascoal Ciriano Serafim de Bragança e Bourbon (1798 - 1884) ou Dom Pedro I, foi o primeiro Imperador do Brasil, proclamou a Independência do país em 1822 e foi autor da primeira Constituição brasileira em 1824. Nascido em Portugal em 1798 como príncipe da família real portuguesa, tornou-se regente e depois imperador do Brasil até sua abdicação em 1831. Ele também foi rei de Portugal como Pedro IV, mas abdicou do trono português em favor de sua filha, a futura rainha Maria II." data-tooltip-position="top">Dom Pedro I</span>, em 07 de setembro de 1822, ao declarar a independência do Reino português, não imaginava que, um dia, o seu amado Brasil estivesse na situação em que se encontra hoje.</p>



<p>Espero que no próximo ano eu possa estar escrevendo de algum espaço territorial brasileiro ainda soberano.</p>



<br>



<p class="has-text-align-right">Escrito por&nbsp;<a href="https://culturadefato.com.br/author/luizguedes/">Luiz Guedes</a>, adv.<br>Publicado originalmente no&nbsp;<em><a href="https://luizguedes.adv.br/" target="_blank" rel="noreferrer noopener nofollow">website</a></em>&nbsp;de autor, em 3 de setembro de 2025.</p>



<br>



<p class="has-background has-very-light-gray-background-color"><strong>Notas:</strong></p>



<ol class="wp-block-list">
<li id="Nota01">Bodin, Jean (1576). <em><a href="https://amzn.to/464A90R" target="_blank" rel="noreferrer noopener sponsored nofollow">Os seis livros da república</a></em>. Tradução de José Carlos Orsi Morel. São Paulo: Ícone. 195 páginas. <span data-tooltip-position="top" data-tooltip="International Standard Book Number">ISBN</span> 978-85-274-1131-8. <a href="#Ref01"><img decoding="async" width="14" height="10" class="wp-image-105" style="width: 14px;" src="https://culturadefato.com.br/wp-content/uploads/2020/06/Subir.jpg" alt="Subir"></a></li>



<li id="Nota02"><a href="https://oglobo.globo.com/brasil/noticia/2025/08/22/territorio-do-crime-brasil-tem-26percent-da-populacao-vivendo-sob-regras-de-faccoes-maior-indice-na-america-latina.ghtml" target="_blank" rel="noreferrer noopener nofollow">https://oglobo.globo.com/brasil/noticia/2025/08/22/territorio-do-crime-brasil-tem-26percent-da-populacao-vivendo-sob-regras-de-faccoes-maior-indice-na-america-latina.ghtml</a>. <a href="#Ref02"><img decoding="async" width="14" height="10" class="wp-image-105" style="width: 14px;" src="https://culturadefato.com.br/wp-content/uploads/2020/06/Subir.jpg" alt="Subir"></a></li>
</ol>



<br>



<p class="has-background has-very-light-gray-background-color"><strong>Nota da editoria:</strong><br><br>Imagem da capa: “<em>Pedro I do Brasil</em>” (1830), de Simplício Rodrigues de Sá (1785 &#8211; 1839).</p>



<br>



<h2 class="wp-block-heading has-text-align-center">Não deixe de ler:</h2>



<br>



<section id="gm71bf303" class="wp-block-gutentor-m0 alignfull section-gm71bf303 gutentor-module gutentor-module-carousel has-color-bg has-custom-bg gutentor-slick-a-default-desktop gutentor-slick-a-default-tablet gutentor-slick-a-default-mobile"><div class="grid-container"><div class="gutentor-module-carousel-row" data-dots="false" data-dotstablet="false" data-dotsmobile="false" data-arrows="true" data-arrowstablet="true" data-arrowsmobile="true" data-infinite="true" data-autoplay="true" data-draggable="true" data-pauseonfocus="true" data-pauseonhover="true" data-autoplayspeed="4500" data-cmondesktop="false" data-cmontablet="false" data-cmonmobile="false" data-nextarrow="fas fa-angle-right" data-prevarrow="fas fa-angle-left" data-arrowspositiondesktop="gutentor-slick-a-default-desktop" data-arrowspositiontablet="gutentor-slick-a-default-tablet" data-arrowspositionmobile="gutentor-slick-a-default-mobile" data-speed="300" data-slideitemdesktop="2" data-slideitemtablet="3" data-slideitemmobile="2" data-slidescroll-desktop="2" data-slidescroll-tablet="3" data-slidescroll-mobile="2">
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<div id="section-g-lk2lh0w" class="wp-block-gutentor-e6 section-g-lk2lh0w gutentor-element gutentor-element-image text-align-center-desktop"><div class="gutentor-element-image-box"><a class="gutentor-element-image-link" href="https://culturadefato.com.br/cinco-reflexoes-para-serem-lidas-no-bicentenario-da-independencia/"><div class="gutentor-image-thumb"><img decoding="async" class="normal-image" src="https://culturadefato.com.br/wp-content/uploads/2022/09/ElevacaoDaCruz_PortoSeguro.jpg" alt="Obra: &quot;Elevação da Cruz em Porto Seguro&quot; (1879), por Pedro Peres (1841 - 1923)." /></div></a></div></div>



<p class="has-text-align-center"><br><em><a href="https://culturadefato.com.br/cinco-reflexoes-para-serem-lidas-no-bicentenario-da-independencia/">Cinco reflexões para serem lidas no bicentenário da Independência</a></em>, por <a href="https://culturadefato.com.br/author/gustavosolimeo/">Gustavo A. Solimeo</a></p>
</div></div>



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<div id="section-g-3g3enag" class="wp-block-gutentor-e6 section-g-3g3enag gutentor-element gutentor-element-image text-align-center-desktop"><div class="gutentor-element-image-box"><a class="gutentor-element-image-link" href="https://culturadefato.com.br/a-patria-e-uma-dadiva-uma-divida-uma-duvida/"><div class="gutentor-image-thumb"><img decoding="async" class="normal-image" src="https://culturadefato.com.br/wp-content/uploads/2023/09/IndependenciaOuMorte_PedroAmerico.jpg" alt="Obra: &quot;Independência Ou Morte&quot; (1888), por Pedro Américo (1843 - 1905)." /></div></a></div></div>



<p class="has-text-align-center"><br><em><a href="https://culturadefato.com.br/a-patria-e-uma-dadiva-uma-divida-uma-duvida/">A Pátria é uma dádiva? Uma dívida? Uma dúvida?</a></em>,<br>por <a href="https://culturadefato.com.br/author/percivalpuggina/">Percival Puggina</a></p>
</div></div>



<div id="col-g-i48mmym" class="wp-block-gutentor-m0-col col-g-i48mmym gutentor-carousel-item"><div id="section-g-i48mmym" class="section-g-i48mmym gutentor-col-wrap has-color-bg has-custom-bg">
<div id="section-g-ko2ffms" class="wp-block-gutentor-e6 section-g-ko2ffms gutentor-element gutentor-element-image text-align-center-desktop"><div class="gutentor-element-image-box"><a class="gutentor-element-image-link" href="https://culturadefato.com.br/a-patria/"><div class="gutentor-image-thumb"><img decoding="async" class="normal-image" src="https://culturadefato.com.br/wp-content/uploads/2021/09/APatria_PedroBruno.jpg" alt="Obra &quot;A pátria&quot; (1909), de Pedro Paulo Bruno (1888 - 1949)." /></div></a></div></div>



<p class="has-text-align-center"><br><a href="https://culturadefato.com.br/a-patria/"><em>A pátria</em></a>,<br>por <a href="https://culturadefato.com.br/author/gustavocorcao/">Gustavo Corção</a></p>
</div></div>



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<div id="section-g1aec69" class="wp-block-gutentor-e6 section-g1aec69 gutentor-element gutentor-element-image text-align-center-desktop"><div class="gutentor-element-image-box"><a class="gutentor-element-image-link" href="https://culturadefato.com.br/acima-do-combate/"><div class="gutentor-image-thumb"><img decoding="async" class="normal-image" src="https://culturadefato.com.br/wp-content/uploads/2020/10/JovensBrasileirosDoPassado.jpg" alt="Jovens Brasileiros do Passado" /></div></a></div></div>



<p class="has-text-align-center"><br><em><a href="https://culturadefato.com.br/acima-do-combate/">Acima do combate</a></em>,<br>por <a href="https://culturadefato.com.br/author/silviofragoso/">Silvio Fragoso</a></p>
</div></div>



<div id="col-g-23s64c6" class="wp-block-gutentor-m0-col col-g-23s64c6 gutentor-carousel-item"><div id="section-g-23s64c6" class="section-g-23s64c6 gutentor-col-wrap has-color-bg has-custom-bg">
<div id="section-g-lsuckcj" class="wp-block-gutentor-e6 section-g-lsuckcj gutentor-element gutentor-element-image text-align-center-desktop"><div class="gutentor-element-image-box"><a class="gutentor-element-image-link" href="https://culturadefato.com.br/o-brasileiro-rui-barbosa/"><div class="gutentor-image-thumb"><img decoding="async" class="normal-image" src="https://culturadefato.com.br/wp-content/uploads/2024/04/RuiBarbosa_VanEmelenAdrien.jpg" alt="Obra: &quot;Rui Barbosa&quot; (1927) por Adrien Henri Vital van Emelen (1868 - 1943)." /></div></a></div></div>



<p class="has-text-align-center"><br><em><a href="https://culturadefato.com.br/o-brasileiro-rui-barbosa/">O brasileiro Rui Barbosa</a></em>,<br>por <a href="https://culturadefato.com.br/author/ipojucapontes/">Ipojuca Pontes</a></p>
</div></div>



<div id="col-g-ssww1cp" class="wp-block-gutentor-m0-col col-g-ssww1cp gutentor-carousel-item"><div id="section-g-ssww1cp" class="section-g-ssww1cp gutentor-col-wrap has-color-bg has-custom-bg">
<div id="section-g-sx12p99" class="wp-block-gutentor-e6 section-g-sx12p99 gutentor-element gutentor-element-image text-align-center-desktop"><div class="gutentor-element-image-box"><a class="gutentor-element-image-link" href="https://culturadefato.com.br/republica-do-brasil-maculada-por-mentiras/"><div class="gutentor-image-thumb"><img decoding="async" class="normal-image" src="https://culturadefato.com.br/wp-content/uploads/2020/11/ProclamacaoDaRepublica_BeneditoCalixto.jpg" alt="Proclamação da República”, 1893, óleo sobre tela de Benedito Calixto. Acervo da Pinacoteca do Estado de São Paulo." /></div></a></div></div>



<p class="has-text-align-center"><br><em><a href="https://culturadefato.com.br/republica-do-brasil-maculada-por-mentiras/">República do Brasil: maculada por mentiras!</a></em>,<br>por <a href="https://culturadefato.com.br/author/brunogarschagen/">Bruno Garschagen</a></p>
</div></div>
</div></div></section>



<br>
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		<title>MP da isenção na conta de luz: déjà-vu à brasileira?</title>
		<link>https://culturadefato.com.br/mp-da-isencao-na-conta-de-luz-deja-vu-a-brasileira/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Luiz Guedes]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 02 Jun 2025 23:41:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Política e Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Caput]]></category>
		<category><![CDATA[Constituição Federal]]></category>
		<category><![CDATA[Dilma]]></category>
		<category><![CDATA[Dilma Rousseff]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>“De acordo com as notícias publicadas pelo <em>site</em> do Ministério de Minas e Energia, o novo benefício prevê a gratuidade da conta de energia elétrica para famílias inscritas no CadÚnico com renda mensal de até meio salário-mínimo por pessoa e que consomem até 80kWh/mês.”</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="has-text-align-center">“<em>Como você chama alguém que rouba o dinheiro de alguém secretamente? Roubo. Como você chama alguém que toma o dinheiro de outra pessoa abertamente pela força? Roubo. Como você chama um político que recebe o dinheiro de outra pessoa em impostos e a dá a alguém que tem maior probabilidade de votar nele? Justiça social.</em>”<br><span data-tooltip-position="right" data-tooltip="Thomas Sowell, intelectual e influente economista americano em atividade.">Thomas Sowell</span></p>



<hr class="wp-block-separator has-alpha-channel-opacity is-style-wide"/>



<br>



<p class="has-drop-cap">O presidente da República assinou a medida provisória da reforma do setor elétrico (MP 1.300/2025), que prevê a criação de uma nova tarifa social. De acordo com as notícias publicadas pelo <em>site</em> do <a href="https://g1.globo.com/hora1/noticia/2017/02/divida-bilionaria-do-governo-provoca-aumento-nas-contas-de-luz-no-pais.html" target="_blank" rel="noreferrer noopener nofollow">Ministério de Minas e Energia</a>, o novo benefício prevê a gratuidade da conta de energia elétrica para famílias inscritas no CadÚnico com renda mensal de até meio salário-mínimo por pessoa e que consomem até 80<span data-tooltip-position="top" data-tooltip="k, representa ''quilo''.">kWh</span>/mês. Estima-se beneficiar 17 milhões de famílias com a gratuidade.</p>



<p>Inicialmente, o tema não deveria ser tratado em medida provisória, pois tal instrumento legal, previsto na <a href="https://culturadefato.com.br/downloads/politica_e_economia/2020/constituicao-da-republica-federativa-do-brasil.pdf">Constituição Federal</a> de 1988, no art. 62, <span data-tooltip-position="top" data-tooltip="''Caput'' é um termo jurídico originário do latim, que significa literalmente ''cabeça''."><em>caput</em></span> prevê que deve ser utilizada apenas para questões de relevância e urgência. A reforma do setor elétrico pode até ser relevante, porém carece de urgência. Além disso, tal matéria deveria ter sido objeto de debates no Congresso Nacional, com a participação de pessoas e entidades que atuam no setor e que poderiam contribuir para o aperfeiçoamento do texto legal.</p>



<p>Um outro ponto que parece saltar aos olhos é o caráter populista da medida provisória, sendo assinada e publicada em um momento de baixa da popularidade do presidente da República. Como frisado no <em>site</em> do Ministério de Minas e Energia, haverá isenção da conta de luz de pelo menos 17 milhões de famílias, ou seja, algo em torno de 60 milhões de pessoas serão beneficiadas com a nova tarifa social de energia elétrica.</p>



<p>Apesar de óbvio, parece ser importante lembrar que não se desparece o custo da produção e da distribuição da energia elétrica com uma simples assinatura em um diploma legal. O referido custo permanece e será pago por alguém, isto é, pelos&nbsp;demais usuários&nbsp;do sistema elétrico, quer pessoas físicas, quer pessoas jurídicas.</p>



<p>Isso significará o encarecimento da conta de energia elétrica das pessoas não abrangidas pela mencionada medida provisória. Conta essa já bastante cara, que inibe o aumento da produção de pequenos negócios e acarreta a diminuição no consumo das famílias da classe média, já extremamente sobrecarregadas, para não dizer sufocadas, pela carga tributária brasileira. O impacto financeiro na sua conta de luz ainda será divulgado e provavelmente não será pouco. Basta lembrar o passivo de&nbsp;<a href="https://g1.globo.com/hora1/noticia/2017/02/divida-bilionaria-do-governo-provoca-aumento-nas-contas-de-luz-no-pais.html" target="_blank" rel="noreferrer noopener nofollow">R$ 62,2 bilhões</a>&nbsp;gerado no governo <span data-tooltip-position="top" data-tooltip="Dilma Vana Rousseff: Nasceu no ano de 1947 na cidade de Belo Horizonte, MG. Elegeu-se como 36ª Presidente do Brasil, tendo exercido o cargo de 2011 até seu afastamento por um processo de ''impeachment'' em 2016.">Dilma</span> quando baixou à base da canetada a tarifa de energia elétrica.</p>



<p>Se realmente o governo federal quisesse promover políticas sociais de impacto positivo em toda a sociedade, deveria diminuir o tamanho do Estado, melhorar a eficiência da máquina estatal, eliminar desperdícios e combater a corrupção dos agentes estatais. Com isso, poderia reduzir a carga tributária, o que beneficiaria a todos, permitindo que mais dinheiro permanecesse com as pessoas e empresas, o que incentivaria novos investimentos na produção e no aperfeiçoamento profissional, resultando em mais geração de renda e na criação de novos postos de trabalho.</p>



<p>Porém, não se faz isso no Brasil. Constata-se o aumento na arrecadação a cada ano, ao custo do sufocamento do setor produtivo e das pessoas trabalhadoras que são escorchadas diariamente através dos tributos. E o pouco dinheiro que resta no bolso dos brasileiros, é consumido pelo imposto silencioso chamado inflação, com o poder de compra dos brasileiros diminuindo consideravelmente ao longo dos últimos anos. É necessário trabalhar mais para tentar comprar o básico, em uma espiral desalentadora, sem a previsão de uma melhora no horizonte próximo.</p>



<p>Será necessário chegar a que ponto de sufocamento da população e do setor produtivo para que o Estado brasileiro seja compelido a fazer uma reforma ampla na tributação e na regulação econômica que vise o alívio dos contribuintes e que crie um ambiente menos hostil à população e às empresas?</p>



<br>



<p class="has-text-align-right">Para acessar o texto da MP 1.300, de 21 de maio de 2025, <a href="https://www.in.gov.br/en/web/dou/-/medida-provisoria-n-1.300-de-21-de-maio-de-2025-631015922" target="_blank" rel="noreferrer noopener">clique aqui</a>.</p>



<p class="has-text-align-right">Escrito por <a href="https://culturadefato.com.br/author/luizguedes/">Luiz Guedes</a>, adv.<br>Publicado originalmente no&nbsp;<em><a href="https://www.puggina.org/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">website</a></em>&nbsp;de&nbsp;<a href="https://www.puggina.org/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Percival Puggina</a>, em 30 de maio de 2025.</p>



<br>



<p class="has-background has-very-light-gray-background-color"><strong>Nota da editoria:</strong><br><br>Imagem da capa: “<em>You light up my life</em>”, de Tom Brown.</p>



<br>



<h2 class="wp-block-heading has-text-align-center">Leia também:</h2>



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<section id="gm86851e2" class="wp-block-gutentor-m0 alignfull section-gm86851e2 gutentor-module gutentor-module-carousel has-color-bg has-custom-bg gutentor-slick-a-default-desktop gutentor-slick-a-default-tablet gutentor-slick-a-default-mobile"><div class="grid-container"><div class="gutentor-module-carousel-row" data-dots="false" data-dotstablet="false" data-dotsmobile="false" data-arrows="true" data-arrowstablet="true" data-arrowsmobile="true" data-infinite="true" data-autoplay="true" data-draggable="true" data-pauseonfocus="true" data-pauseonhover="true" data-autoplayspeed="4500" data-cmondesktop="false" data-cmontablet="false" data-cmonmobile="false" data-nextarrow="fas fa-angle-right" data-prevarrow="fas fa-angle-left" data-arrowspositiondesktop="gutentor-slick-a-default-desktop" data-arrowspositiontablet="gutentor-slick-a-default-tablet" data-arrowspositionmobile="gutentor-slick-a-default-mobile" data-speed="300" data-slideitemdesktop="2" data-slideitemtablet="3" data-slideitemmobile="2" data-slidescroll-desktop="2" data-slidescroll-tablet="3" data-slidescroll-mobile="2">
<div id="col-gm64f311" class="wp-block-gutentor-m0-col col-gm64f311 gutentor-carousel-item"><div id="section-gm64f311" class="section-gm64f311 gutentor-col-wrap has-color-bg has-custom-bg">
<div id="section-g9a3cf7" class="wp-block-gutentor-e6 section-g9a3cf7 gutentor-element gutentor-element-image text-align-center-desktop"><div class="gutentor-element-image-box"><a class="gutentor-element-image-link" href="https://culturadefato.com.br/justica-social-nao-e-social-nem-justa/"><div class="gutentor-image-thumb"><img decoding="async" class="normal-image" src="https://culturadefato.com.br/wp-content/uploads/2023/10/AlegoriaDaPazJustica_CorradoGiaquinto.jpg" alt="Obra: &quot;Alegoria da Paz e da Justiça&quot; (1753 ), por Corrado Giaquinto (1703 - 1766)." /></div></a></div></div>



<p class="has-text-align-center"><br><em><a href="https://culturadefato.com.br/justica-social-nao-e-social-nem-justa/">“Justiça social” não é social nem justa,</a></em> por <a href="https://culturadefato.com.br/author/davidgordon/">David Gordon</a></p>
</div></div>



<div id="col-g-smpgags" class="wp-block-gutentor-m0-col col-g-smpgags gutentor-carousel-item"><div id="section-g-smpgags" class="section-g-smpgags gutentor-col-wrap has-color-bg has-custom-bg">
<div id="section-g-tfr6zf0" class="wp-block-gutentor-e6 section-g-tfr6zf0 gutentor-element gutentor-element-image text-align-center-desktop"><div class="gutentor-element-image-box"><a class="gutentor-element-image-link" href="https://culturadefato.com.br/em-prol-do-estado-todos-contra-todos/"><div class="gutentor-image-thumb"><img decoding="async" class="normal-image" src="https://culturadefato.com.br/wp-content/uploads/2020/07/The_Uprising_HonoreDaumier.jpg" alt="Obra: &quot;The Uprising&quot;, de Honoré Daumier (1808 – 1879)." /></div></a></div></div>



<p class="has-text-align-center"><br><em><a href="https://culturadefato.com.br/em-prol-do-estado-todos-contra-todos/">Em prol do Estado: todos contra todos!</a></em>, por<br><a href="https://culturadefato.com.br/author/josemonirnasser/">José Monir Nasser</a></p>
</div></div>



<div id="col-gmf013d5" class="wp-block-gutentor-m0-col col-gmf013d5 gutentor-carousel-item"><div id="section-gmf013d5" class="section-gmf013d5 gutentor-col-wrap has-color-bg has-custom-bg">
<div id="section-g85bdfc" class="wp-block-gutentor-e6 section-g85bdfc gutentor-element gutentor-element-image text-align-center-desktop"><div class="gutentor-element-image-box"><a class="gutentor-element-image-link" href="https://culturadefato.com.br/estudos-provam-que/"><div class="gutentor-image-thumb"><img decoding="async" class="normal-image" src="https://culturadefato.com.br/wp-content/uploads/2023/12/ViolenciaPelaPaz.jpg" alt="Obra: &quot;Violence For Peace&quot;, por Tirthankar Biswas." /></div></a></div></div>



<p class="has-text-align-center"><br><a href="https://culturadefato.com.br/precisamos-falar-sobre-os-crimes-do-estado-contra-o-individuo/"><em>Precisamos falar sobre os crimes do Estado contra o indivíduo</em></a>,por <a href="https://culturadefato.com.br/author/variusavitusbassianus/">Varius Avitus Bassianus</a></p>
</div></div>



<div id="col-gmfa888f" class="wp-block-gutentor-m0-col col-gmfa888f gutentor-carousel-item"><div id="section-gmfa888f" class="section-gmfa888f gutentor-col-wrap has-color-bg has-custom-bg">
<div id="section-g9d493a" class="wp-block-gutentor-e6 section-g9d493a gutentor-element gutentor-element-image text-align-center-desktop"><div class="gutentor-element-image-box"><a class="gutentor-element-image-link" href="https://culturadefato.com.br/como-o-estado-monopoliza-a-violencia/"><div class="gutentor-image-thumb"><img decoding="async" class="normal-image" src="https://culturadefato.com.br/wp-content/uploads/2021/06/FuzilamentosTresDemaio.jpg" alt="Recorte da obra: &quot;Os fuzilamentos de 3 maio&quot;, criada em 1814 pelo pintor espanhol Francisco de Goya (1746 - 1828)." /></div></a></div></div>



<p class="has-text-align-center"><br><em><a href="https://culturadefato.com.br/como-o-estado-monopoliza-a-violencia/">Como o Estado monopoliza a violência?</a></em>, por<br><a href="https://culturadefato.com.br/author/marcellomazzilli/">Marcello Mazzilli</a></p>
</div></div>



<div id="col-gm2d4045" class="wp-block-gutentor-m0-col col-gm2d4045 gutentor-carousel-item"><div id="section-gm2d4045" class="section-gm2d4045 gutentor-col-wrap has-color-bg has-custom-bg">
<div id="section-g42f844" class="wp-block-gutentor-e6 section-g42f844 gutentor-element gutentor-element-image text-align-center-desktop"><div class="gutentor-element-image-box"><a class="gutentor-element-image-link" href="https://culturadefato.com.br/as-contradicoes-inerentes-ao-estado/"><div class="gutentor-image-thumb"><img decoding="async" class="normal-image" src="https://culturadefato.com.br/wp-content/uploads/2021/05/SigningOfTheConstitution.jpg" alt="Recorte da obra: &quot;Scene at the Signing of the Constitution of the United States&quot;, criada por Howard Chandler Christy (1872 - 1952) em 1940." /></div></a></div></div>



<p class="has-text-align-center"><br><em><a href="https://culturadefato.com.br/as-contradicoes-inerentes-ao-estado/">As contradições inerentes ao Estado</a></em>, por<br><a href="https://culturadefato.com.br/author/murrayrothbard/">Murray N. Rothbard</a></p>
</div></div>



<div id="col-gme0feee" class="wp-block-gutentor-m0-col col-gme0feee gutentor-carousel-item"><div id="section-gme0feee" class="section-gme0feee gutentor-col-wrap has-color-bg has-custom-bg">
<div id="section-g631ef2" class="wp-block-gutentor-e6 section-g631ef2 gutentor-element gutentor-element-image text-align-center-desktop"><div class="gutentor-element-image-box"><a class="gutentor-element-image-link" href="https://culturadefato.com.br/quem-deve-supervisionar-criancas-os-respectivos-pais-ou-o-estado/"><div class="gutentor-image-thumb"><img decoding="async" class="normal-image" src="https://culturadefato.com.br/wp-content/uploads/2021/05/MotherReadingToHerChild_GoergeGKilburne.jpg" alt="Recorte da obra: &quot;Mother reading to her child&quot;, criada pelo pintor inglês George Goodwin Kilburne (1839 - 1924)." /></div></a></div></div>



<p class="has-text-align-center"><br><em><a href="https://culturadefato.com.br/quem-deve-supervisionar-criancas-os-respectivos-pais-ou-o-estado/">Quem deve supervisionar crianças, os respectivos pais ou o estado?</a></em>, por <a href="https://culturadefato.com.br/author/murrayrothbard/">Murray N. Rothbard</a></p>
</div></div>



<div id="col-gm008834" class="wp-block-gutentor-m0-col col-gm008834 gutentor-carousel-item"><div id="section-gm008834" class="section-gm008834 gutentor-col-wrap has-color-bg has-custom-bg">
<div id="section-gf5527e" class="wp-block-gutentor-e6 section-gf5527e gutentor-element gutentor-element-image text-align-center-desktop"><div class="gutentor-element-image-box"><a class="gutentor-element-image-link" href="https://culturadefato.com.br/justica-social-nao-e-social-nem-justa/"><div class="gutentor-image-thumb"><img decoding="async" class="normal-image" src="https://culturadefato.com.br/wp-content/uploads/2023/10/AlegoriaDaPazJustica_CorradoGiaquinto.jpg" alt="Obra: &quot;Alegoria da Paz e da Justiça&quot; (1753 ), por Corrado Giaquinto (1703 - 1766)." /></div></a></div></div>



<p class="has-text-align-center"><br><em><a href="https://culturadefato.com.br/justica-social-nao-e-social-nem-justa/">“Justiça social” não é social nem justa</a></em>, por<br><a href="https://culturadefato.com.br/author/davidgordon/">David Gordon</a></p>
</div></div>



<div id="col-gm938e5d" class="wp-block-gutentor-m0-col col-gm938e5d gutentor-carousel-item"><div id="section-gm938e5d" class="section-gm938e5d gutentor-col-wrap has-color-bg has-custom-bg">
<div id="section-g9dc22a" class="wp-block-gutentor-e6 section-g9dc22a gutentor-element gutentor-element-image text-align-center-desktop"><div class="gutentor-element-image-box"><a class="gutentor-element-image-link" href="https://culturadefato.com.br/proletarizacao-do-poder-politico-e-o-descredito-da-classe-politica/"><div class="gutentor-image-thumb"><img decoding="async" class="normal-image" src="https://culturadefato.com.br/wp-content/uploads/2023/01/DecadenciaDaRevolucao.jpg" alt="Obra: &quot;Decadência da Revolução&quot; (2009), por Jobert." /></div></a></div></div>



<p class="has-text-align-center"><br><a href="https://culturadefato.com.br/proletarizacao-do-poder-politico-e-o-descredito-da-classe-politica/"><em>Proletarização do poder político e o descrédito da classe política</em></a>, por <a href="https://culturadefato.com.br/author/juanantoniomontes/">Juan Antonio Montes</a></p>
</div></div>



<div id="col-gm9bb7dd" class="wp-block-gutentor-m0-col col-gm9bb7dd gutentor-carousel-item"><div id="section-gm9bb7dd" class="section-gm9bb7dd gutentor-col-wrap has-color-bg has-custom-bg">
<div id="section-g1195ad" class="wp-block-gutentor-e6 section-g1195ad gutentor-element gutentor-element-image text-align-center-desktop"><div class="gutentor-element-image-box"><a class="gutentor-element-image-link" href="https://culturadefato.com.br/por-que-os-piores-chegam-ao-poder/"><div class="gutentor-image-thumb"><img decoding="async" class="normal-image" src="https://culturadefato.com.br/wp-content/uploads/2024/03/LeBoulevardDesCapucines_1874_Monet.jpg" alt="Obra: &quot;Le boulevard des capucines&quot;(1813), por Claude Monet (1840-1926)." /></div></a></div></div>



<p class="has-text-align-center"><br><a href="https://culturadefato.com.br/por-que-os-piores-chegam-ao-poder/"><em>Por que os piores chegam ao poder</em></a>, por<br><a href="https://culturadefato.com.br/author/friedrichhayek/">Friedrich Hayek</a></p>
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