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	<title>Marco Aurélio, Autor em Cultura de Fato</title>
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	<description>Cultura para evocar inteligência, responsabilidade e ética!</description>
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	<title>Marco Aurélio, Autor em Cultura de Fato</title>
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		<title>Alguns dos pensamentos da obra “Meditações”, de Marco Aurélio</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Marco Aurélio]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 12 Jan 2024 03:53:20 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Filosofia e História]]></category>
		<category><![CDATA[Estoicismo]]></category>
		<category><![CDATA[Estoicos]]></category>
		<category><![CDATA[Excerto de Livro]]></category>
		<category><![CDATA[Moralidade]]></category>
		<category><![CDATA[Morte]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Esta publicação reúne 14 pensamentos daquela que é considerada uma das principais obras filosóficas estoicas, <em>Meditações</em>, de Marco Aurélio. Além de uma pequena síntese de tais reflexões.</p>
<p>O post <a href="https://culturadefato.com.br/alguns-dos-pensamentos-da-obra-meditacoes-de-marco-aurelio/">Alguns dos pensamentos da obra “Meditações”, de Marco Aurélio</a> apareceu primeiro em <a href="https://culturadefato.com.br">Cultura de Fato</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="has-text-align-center"><em><sup>*</sup>“<a href="https://amzn.to/48tgmZb" target="_blank" rel="noreferrer noopener nofollow">Meditações</a>”</em>, <em>compreende uma série de reflexões pessoais do</em><br><em>antigo imperador de Roma, Marco Aurélio</em> (121 d.C. – 180 d.C.). <em>É considerada uma das principais</em><br><em>obras filosóficas</em> <span data-tooltip-position="bottom" data-tooltip="Os estoicos preconizavam o cultivo da temperança frente à dor e as agruras da vida. O estoicismo floresceu na Grécia, com Cleantes de Assos e Crisipo de Solis, sendo levado a Roma no ano 155 a.C., por Diógenes da Babilônia. Ali, seus continuadores foram Marco Aurélio, Sêneca, Epiteto e Lucano."><em>estoicas</em></span><em>.</em> <em>Os escritos não foram concebidos para publicação; consistem em notas cujo</em><br><em>objetivo, ao longo de sua vida e principalmente durante o período em que dirigiu Roma (entre 161 e 180),</em><br><em>era claramente seu autoaperfeiçoamento.</em></p>



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<p class="has-drop-cap">Ainda que pudesses viver três mil anos e outras tantas vezes dez mil, ainda assim lembra-te de que ninguém perde outra vida além da que vive, nem vive outra além da que perde. Consequentemente, o mais longo e o mais curto confluem em um mesmo ponto. O presente, de fato, é igual para todos; o que se perde é também igual, e o que se separa é, evidentemente, um simples instante. Assim, nem o passado nem o futuro podem ser perdidos, porque, o que não se tem, como alguém nos poderia tirar? Tenha sempre presente, portanto, essas duas coisas: uma, que tudo, desde sempre, se apresenta de forma igual e descreve os mesmos círculos, e nada importa que se contemple a mesma coisa durante cem anos, duzentos ou um tempo indefinido; a outras, que o que viveu mais tempo e o que morrerá mais prematuramente, sofrem perda idêntica. Porque somente podemos ser privados do presente, posto que possuímos apenas o presente, e o que não se possui, não se pode perder.</p>



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<p class="has-text-align-right">Livro II, pensamento 14,<br><em><a href="https://amzn.to/48tgmZb" target="_blank" rel="noreferrer noopener nofollow">Meditações</a></em>, Editora Kiron (<span data-tooltip="International Standard Book Number" data-tooltip-position="top">ISBN</span> 978-85-8113-030-9).</p>



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<p class="has-drop-cap">Não deves considerar apenas isso: que a cada dia se gasta a vida e nos sobra uma parte menor dela. Mas deves refletir também que, se uma pessoa prolonga sua existência, não está claro se sua inteligência será igualmente capaz, mais a frente, para a compreensão das coisas e da teoria que tende ao conhecimento das coisas divinas e humanas. Porque, no caso dessa pessoa começar a caducar, a respiração, a nutrição, a imaginação, os instintos e todas as demais funções semelhantes não lhe faltarão. No entanto, a faculdade de dispor de si mesmo, de calibrar com exatidão o número dos deveres, de analisar as aparências, de deter-se a refletir sobre se já chegou o momento de abandonar essa vida e quantas necessidades de características semelhantes precisarem um exercício exaustivo da razão, tudo isso se extinguirá antes. Convém, pois, apressar-te não somente porque a cada instante estamos mais perto da morte, mas também porque cessa com antecedência a compreensão das coisas e a capacidade de nos acomodarmos a elas.</p>



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<p class="has-text-align-right">Livro III, pensamento 1,<br><em><a href="https://amzn.to/48tgmZb" target="_blank" rel="noreferrer noopener nofollow">Meditações</a></em>, Editora Kiron (<span data-tooltip="International Standard Book Number" data-tooltip-position="top">ISBN</span> 978-85-8113-030-9).</p>



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<p class="has-drop-cap">Considere sem cessar quantos médicos morreram depois de terem fechado os olhos repetidas vezes os seus doentes; quantos astrólogos, depois de terem previsto, como fato importante, a morte de outros; quantos filósofos, depois de terem sustentado inúmeras discussões sobre a morte ou sobre a imortalidade; quantos chefes, depois de terem matado muitos; quantos tiranos, depois de terem abusado, como se fossem imortais, com tremenda arrogância, de seu poder sobre vidas alheias, e quantas cidades inteiras, por assim dizer, morreram: Hélica, Pompéia, Herculanum e outras incontáveis. Acrescente também, um após o outro, todos o que conheceste. Este, depois haver tributado as honras fúnebres a aquele, foi sepultado em seguida por outro; e assim sucessivamente. E tudo em pouco tempo. Assim, examine sempre as coisas humanas como efêmeras e carentes de valor: ontem, germe; amanhã, múmia ou cinza. Portanto, percorra este pequeno lapso de tempo obediente à natureza e termine tua vida alegremente, como a azeitona que, madura, caísse elogiando a terra que lhe deu vida e dando graças à árvore que a produziu.</p>



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<p class="has-text-align-right">Livro IV, pensamento 48,<br><em><a href="https://amzn.to/48tgmZb" target="_blank" rel="noreferrer noopener nofollow">Meditações</a></em>, Editora Kiron (<span data-tooltip="International Standard Book Number" data-tooltip-position="top">ISBN</span> 978-85-8113-030-9).</p>



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<p class="has-drop-cap img-direita"><a href="https://www.diniznumismatica.com/p/marco-aurelio-161-180.html" target="_blank" rel="noreferrer noopener nofollow"><img fetchpriority="high" decoding="async" width="420" height="203" class="wp-image-19446" src="https://culturadefato.com.br/wp-content/uploads/2024/01/Denario145-147_Honos.jpg" alt=""></a>Não fiques insatisfeito, nem desanimes, nem fiques impaciente, se nem sempre for possível agir de acordo com retos princípios. Pelo contrário, quando fores menosprezado, recobre a tarefa com renovado ímpeto e fique satisfeito se a maior parte de tuas ações forem mais humanas e se amas aquilo ao qual, novamente, encaminhas teus passos, e não recorras à filosofia como a um professor de escola, mas como os que têm alguma enfermidade nos olhos se encaminham à esponja e à clara de ovo, como outro recorre à <span data-tooltip="Emplastro. Band-Aid é um exemplo de emplastro." data-tooltip-position="top">cataplasma</span>, como outro à loção. Pois assim não te colocarás contrário à razão, mas, sim, repousarás nela. Lembre-se também de que a filosofia só quer o que a tua natureza quer, enquanto que tu querias outra coisa contrária à natureza. Porque, que coisa é mais agradável que isso? Não nos seduz o prazer por seus atrativos? Mas, examine se é mais agradável a grandeza da Alma, a liberdade, a simplicidade, a benevolência, a santidade. Existe algo mais agradável que a própria sabedoria, sempre que consideres que a estabilidade e o progresso procedem em todas as circunstâncias da faculdade da inteligência e da ciência?</p>



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<p class="has-text-align-right">Livro V, pensamento 9,<br><em><a href="https://amzn.to/48tgmZb" target="_blank" rel="noreferrer noopener nofollow">Meditações</a></em>, Editora Kiron (<span data-tooltip="International Standard Book Number" data-tooltip-position="top">ISBN</span> 978-85-8113-030-9).</p>



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<p class="has-drop-cap">O que não é prejudicial à cidade, tampouco prejudica o cidadão. Sempre que imagines que tenhas sido vítima de um mal, busque esse princípio: se a cidade não é prejudicada por isso, tampouco eu serei prejudicado. Mas se a cidade é prejudicada, não deves irritar-te com o que prejudica a cidade? O que justifica tua negligência?</p>



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<p class="has-text-align-right">Livro V, pensamento 22,<br><em><a href="https://amzn.to/48tgmZb" target="_blank" rel="noreferrer noopener nofollow">Meditações</a></em>, Editora Kiron (<span data-tooltip="International Standard Book Number" data-tooltip-position="top">ISBN</span> 978-85-8113-030-9).</p>



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<p class="has-drop-cap">A maior parte das coisas que o vulgo admira se referem às mais gerais, às constituídas por uma espécie de ser ou natureza: pedras, madeira, figueiras, vinhas e oliveiras. As pessoas um pouco mais comedidas tendem a admirar os seres animados, como os rebanhos de vacas, ovelhas ou, simplesmente, a propriedade de escravos. E as pessoas ainda mais agraciadas, as coisas realizadas pelo espírito racional, mas não o universal, e sim aquele que tanto é hábil nas artes ou engenhoso de outras maneiras (ou simplesmente capaz de adquirir multidão de escravos). Mas o que honra a alma racional universal e social não direciona seu olhar a nenhuma das demais coisas, e diante de tudo, procure conservar sua alma em disposição e movimento em acordo com a razão e o bem comum, e colabore com seu semelhante para alcançar esse objetivo.</p>



<br>



<p class="has-text-align-right">Livro VI, pensamento 14,<br><em><a href="https://amzn.to/48tgmZb" target="_blank" rel="noreferrer noopener nofollow">Meditações</a></em>, Editora Kiron (<span data-tooltip="International Standard Book Number" data-tooltip-position="top">ISBN</span> 978-85-8113-030-9).</p>



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<p class="has-drop-cap">O semblante rancoroso é demasiado contrário à natureza. Quando se afeta reiteradamente, sua beleza morre e finalmente se extingue, de maneira que torna-se impossível reavivá-la. Tente, ao menos, ser consciente disso, na convicção de que é contrário à razão. Porque se desaparece a compreensão do agir mal, que motivo para seguir vivendo nos sobra?</p>



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<p class="has-text-align-right">Livro VII, pensamento 24,<br><em><a href="https://amzn.to/48tgmZb" target="_blank" rel="noreferrer noopener nofollow">Meditações</a></em>, Editora Kiron (<span data-tooltip="International Standard Book Number" data-tooltip-position="top">ISBN</span> 978-85-8113-030-9).</p>



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<p class="has-drop-cap">A arte de viver assemelha-se mais à luta que à dança no que se refere a estar firmemente disposto a fazer frente aos acidentes, inclusive imprevistos.</p>



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<p class="has-text-align-right">Livro VII, pensamento 61,<br><em><a href="https://amzn.to/48tgmZb" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Meditações</a></em>, Editora Kiron (ISBN 978-85-8113-030-9).</p>



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<p class="has-drop-cap">Apague as imaginações dizendo a ti mesmo continuamente: “agora de mim depende que não se instale nessa alma nenhuma perversidade, nem desejo, nem, em resumo, nenhuma perturbação; entretanto, contemplando todas as coisas tal como são, sirvo-me de cada uma delas de acordo com seu mérito”. Considere essa possibilidade de acordo com a tua natureza.</p>



<br>



<p class="has-text-align-right">Livro VIII, pensamento 29,<br><em><a href="https://amzn.to/48tgmZb" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Meditações</a></em>, Editora Kiron (ISBN 978-85-8113-030-9).</p>



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<p class="has-drop-cap">Queres ser enaltecido por um homem que se maldiz três vezes por hora? Queres comprazer um homem que não se compraz a si mesmo? Compraz a si mesmo o homem que se arrepende de quase tudo o que faz?</p>



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<p class="has-text-align-right">Livro VIII, pensamento 53,<br><em><a href="https://amzn.to/48tgmZb" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Meditações</a></em>, Editora Kiron (ISBN 978-85-8113-030-9).</p>



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<p class="has-drop-cap img-direita"><img decoding="async" width="357" height="653" class="wp-image-19421" src="https://culturadefato.com.br/wp-content/uploads/2024/01/Meditacoes.jpg" alt="Capa do livro: &quot;Meditações&quot;, de Marco Aurélio. Editora Kiron (ISBN 978-85-8113-030-9).">Tanto na omissão quanto na ação pode-se constituir uma injustiça</p>



<br>



<p class="has-text-align-right">Livro IX, pensamento 5,<br><em><a href="https://amzn.to/48tgmZb" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Meditações</a></em>, Editora Kiron (ISBN 978-85-8113-030-9).</p>



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<p class="has-drop-cap">Tudo o que vês, muito em breve, será destruído; e os que presenciaram a destruição dessas coisas, dentro de muito pouco, serão também destruídos. De nada se avantaja quem morreu na velhice daquele que morreu prematuramente.</p>



<br>



<p class="has-text-align-right">Livro IX, pensamento 33,<br><em><a href="https://amzn.to/48tgmZb" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Meditações</a></em>, Editora Kiron (ISBN 978-85-8113-030-9).</p>



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<p class="has-drop-cap">Como são os homens quando comem, dormem, quando dormem com uma mulher, e quando se entregam às necessidades animais! Logo, como são quando se mostram altivos e orgulhosos, ou quando se zangam e, apoiando-se em sua superioridade, humilham a outros. Há pouco tempo eram escravos de quantos senhores e por que motivos. E dentro de pouco se encontrarão em circunstâncias parecidas.</p>



<br>



<p class="has-text-align-right">Livro X, pensamento 10,<br><em><a href="https://amzn.to/48tgmZb" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Meditações</a></em>, Editora Kiron (ISBN 978-85-8113-030-9).</p>



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<p class="has-drop-cap">Qual é teu ofício? Ser um homem de bem. E como se consegue sê-lo, a não ser mediante as reflexões, umas sobre a natureza do conjunto universal, e outras, sobre a constituição peculiar do homem?</p>



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<p class="has-text-align-right">Livro XI, pensamento 5,<br><em><a href="https://amzn.to/48tgmZb" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Meditações</a></em>, Editora Kiron (ISBN 978-85-8113-030-9).</p>



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<p class="has-drop-cap">Deus vê as almas em sua pureza, livres de todos seus envoltórios materiais, de suas cascas e de suas impurezas; porque graças a sua inteligência exclusiva, tem contato só com as coisas que derivaram e emanaram dele, desde o princípio. E se também te acostumas a fazer isso, diminuirás muito os teus anseios. Pois o que não se dedica em atender o envoltório de carne que lhe circunda, não perderá tempo contemplando vestidos, casa, fama, ou outros adornos supérfluos.</p>



<br>



<p class="has-text-align-right">Livro XII, pensamento 2,<br><em><a href="https://amzn.to/48tgmZb" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Meditações</a></em>, Editora Kiron (ISBN 978-85-8113-030-9)</p>



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<h2 class="wp-block-heading">Pequena síntese (e não excerto) criada pela Editoria da Cultura de Fato:</h2>



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<p><strong>Sobre aceitação da natureza humana:</strong><br>“É impossível que um homem morra sem ser prejudicado pelo que é próprio da natureza humana.”</p>



<p><strong>Sobre controle de emoções:</strong><br>“Não te deixes levar pelos sentimentos do momento. Mas, ao mesmo tempo, não cries problemas imaginários. Imagina-te muitas vezes num estado muito pior, e imagina que é o último que enfrentarás.”</p>



<p><strong>Sobre vaidade e egoísmo:</strong><br>“O orgulho é uma coisa extraordinária, que faz com que um homem se desagrade dos outros, mas ao mesmo tempo esperar que sejam eles a desagradar-se com ele.”</p>



<p><strong>Sobre adversidade:</strong><br>“A adversidade é como um vento forte. Se, porém, fores uma árvore, não te esquivarás dele; apanhá-lo-ás com raízes e tronco.”</p>



<p><strong>Sobre a Importância da autenticidade:</strong><br>“Não é que não aceitemos a verdade, mas o fato é que ninguém quer ser a pessoa a quem aquilo aconteceu. Aceita, portanto, a verdade e torna-te a pessoa que és.”</p>



<p><strong>Sobre comtemplar a brevidade da vida:</strong><br>“Tu dizes, &#8216;eu queria poder viver livre de preocupações.&#8217; Mas como é que haverias de viver sem ter morrido primeiro?”</p>



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<p class="has-background has-very-light-gray-background-color"><strong>Nota da editoria:</strong><br><br>Imagem da capa: “<em>Antique Capriccio with the Statue of Marcus Aurelius</em>” (1784), por Hubert Robert (1733 &#8211; 1808).</p>



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