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	<title>Noeme Rodrigues de Souza Campos, Autor em Cultura de Fato</title>
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	<description>Cultura para evocar inteligência, responsabilidade e ética!</description>
	<lastBuildDate>Sun, 10 May 2026 22:02:23 +0000</lastBuildDate>
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	<title>Noeme Rodrigues de Souza Campos, Autor em Cultura de Fato</title>
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		<title>Bugigangas são só bugigangas</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Noeme Rodrigues de Souza Campos]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 10 May 2026 22:01:39 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cristianismo]]></category>
		<category><![CDATA[Filosofia e História]]></category>
		<category><![CDATA[Felicidade]]></category>
		<category><![CDATA[Jan Davidszoon de Heem]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>“Quantas vezes já desejou algo e, depois de conseguir, descobriu que não era bem isso? Sua fome de satisfação vem da alma, é fome de infinito. As coisas deste mundo não podem satisfazê-la.”</p>
<p>O post <a href="https://culturadefato.com.br/bugigangas-sao-so-bugigangas/">Bugigangas são só bugigangas</a> apareceu primeiro em <a href="https://culturadefato.com.br">Cultura de Fato</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="has-text-align-center wp-block-paragraph">“<em>Os prazeres terrenos provavelmente nunca tiveram a intenção de satisfazer,<br>mas apenas de despertar o desejo pela realidade verdadeira.</em>”<br><span data-tooltip-position="top" data-tooltip="Clive">C</span>. <span data-tooltip-position="top" data-tooltip="Staples">S</span>. <span data-tooltip-position="top" data-tooltip="C. S. Lewis (1898-1963) foi escritor e apologista cristão irlandês.">Lewis</span> (1898-1963)<br><br>“<em>Vaidade das vaidades, tudo é vaidade.”</em><br>Eclesiastes 1:2</p>



<hr class="wp-block-separator has-alpha-channel-opacity is-style-wide"/>



<br>



<p class="has-drop-cap wp-block-paragraph">Alguém sobre quem depositou expectativas lhe frustrou?<br>Não pense que voltar-se para si mesmo em busca de auto realização vai lhe frustrar menos. Você também não pode se fazer feliz!</p>



<p class="wp-block-paragraph">A questão é que nada nesse mundo pode lhe satisfazer plenamente. Enquanto seus planos para buscar satisfação estiverem nas coisas transitórias desta vida, o resultado será sempre frustração.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Sua juventude, beleza e vigor são transitórios.<br>Sua carreira e sucesso profissional também são transitórios.<br>Sua memória, com todo o conhecimento acumulado, e sua lucidez não são à prova do tempo e intempéries desta vida.</p>



<p class="wp-block-paragraph">E o dinheiro? Ah, o dinheiro… quanta tolice acreditar que o sucesso financeiro pode saciar sua fome de realização! Ele não é apenas instável, mas também não tem &#8220;peso&#8221; suficiente para saciar a fome da alma humana.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Se dinheiro fosse sinônimo de satisfação, não haveria ricos insatisfeitos. E se você acha que no seu caso seria diferente, é porque não conhece a natureza da sua fome.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Quantas vezes já desejou algo e, depois de conseguir, descobriu que não era bem isso? Sua fome de satisfação vem da alma, é fome de infinito. As coisas deste mundo não podem satisfazê-la.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Não desperdice sua vida correndo atrás de ambições temporais. Dinheiro, relacionamentos, diplomas, fama, beleza, saúde, realização profissional, viagens ou qualquer outro prazer temporário jamais poderá lhe fazer feliz de verdade. Tudo isso tem seu devido valor nesse mundo mas, em comparação com o que é eterno, não passa de bugiganga.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Essas “bugigangas”, no máximo, dão a ilusão de satisfação por um curto período (como quando você ganha um brinquedo novo). Contudo, logo deixam aquela sensação de que falta alguma coisa, pois não têm peso de eternidade para saciar sua alma.</p>



<br>



<p class="has-text-align-right wp-block-paragraph">Por&nbsp;<a href="https://culturadefato.com.br/author/noemerodriguesdesouzacampos/">Noeme Rodrigues de Souza Campos</a>.<br>Publicado originalmente no&nbsp;<em>website</em>&nbsp;da&nbsp;<a href="https://www.ultimato.com.br/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Editora Ultimato</a>, em 10 de fevereiro de 2022.</p>



<br>



<p class="has-background has-very-light-gray-background-color wp-block-paragraph"><strong>Nota da editoria:</strong><br><br>A imagem da capa é um recorte da obra: “<em><a href="https://commons.wikimedia.org/wiki/File:Jan_Davidszoon_de_Heem,_Still-life_with_Books_and_Skull_%28Vanitas%29.JPG" target="_blank" rel="noreferrer noopener nofollow">Still life with books and skull</a></em>” (1629), de <span data-tooltip-position="top" data-tooltip="Jan Davidszoon de Heem (1606-1684) foi um pintor neerlandês do século XVII, no chamado Século de Ouro dos Países Baixos.">Jan Davidsz. de Heem</span> (1606–1684).<br><br><strong>Sobre a pintura</strong>: obra pertencente à tradição <span data-tooltip-position="top" data-tooltip="Vanitas é um gênero artístico, muito comum na pintura holandesa do século XVII, que procura lembrar a fragilidade da vida e a inutilidade das vaidades humanas diante do tempo e da morte."><em>vanitas</em></span> da pintura barroca holandesa, marcada por símbolos da transitoriedade da vida e da insuficiência das riquezas, prazeres e conquistas humanas. A escolha da imagem dialoga diretamente com a reflexão proposta no texto acerca da fugacidade das ambições terrenas e da busca humana por uma satisfação que as coisas materiais não podem oferecer plenamente.<br><br>Vale mencionar que a palavra <em>vanitas</em> vem do latim e significa “vaidade”, “vacuidade” ou “futilidade”. A origem da ideia está especialmente no livro bíblico de Eclesiastes: “Vaidade das vaidades, tudo é vaidade” (Ec 1:2).</p>



<br>



<hr class="wp-block-separator has-alpha-channel-opacity is-style-dots"/>



<br>



<h2 class="wp-block-heading has-text-align-center">Mais da autora:</h2>



<br>



<section id="gm71bf303" class="wp-block-gutentor-m0 alignfull section-gm71bf303 gutentor-module gutentor-module-carousel has-color-bg has-custom-bg gutentor-slick-a-default-desktop gutentor-slick-a-default-tablet gutentor-slick-a-default-mobile"><div class="grid-container"><div class="gutentor-module-carousel-row" data-dots="false" data-dotstablet="false" data-dotsmobile="false" data-arrows="true" data-arrowstablet="true" data-arrowsmobile="true" data-infinite="true" data-autoplay="true" data-draggable="true" data-pauseonfocus="true" data-pauseonhover="true" data-autoplayspeed="4500" data-cmondesktop="false" data-cmontablet="false" data-cmonmobile="false" data-nextarrow="fas fa-angle-right" data-prevarrow="fas fa-angle-left" data-arrowspositiondesktop="gutentor-slick-a-default-desktop" data-arrowspositiontablet="gutentor-slick-a-default-tablet" data-arrowspositionmobile="gutentor-slick-a-default-mobile" data-speed="300" data-slideitemdesktop="2" data-slideitemtablet="3" data-slideitemmobile="1" data-slidescroll-desktop="2" data-slidescroll-tablet="3" data-slidescroll-mobile="1">
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<div id="section-g-ittnl15" class="wp-block-gutentor-e6 section-g-ittnl15 gutentor-element gutentor-element-image text-align-center-desktop"><div class="gutentor-element-image-box"><a class="gutentor-element-image-link" href="https://culturadefato.com.br/no-mundo-real/"><div class="gutentor-image-thumb"><img decoding="async" class="normal-image" src="https://culturadefato.com.br/wp-content/uploads/2024/10/SandCastleDay_SallySwatland.jpg" alt="Obra: &quot;Sand Castle Day&quot;, por Sally Swatland."/></div></a></div></div>



<p class="has-text-align-center wp-block-paragraph"><br><em><a href="https://culturadefato.com.br/no-mundo-real/">No mundo real</a></em></p>
</div></div>



<div id="col-g-u1g1sbn" class="wp-block-gutentor-m0-col col-g-u1g1sbn gutentor-carousel-item"><div id="section-g-u1g1sbn" class="section-g-u1g1sbn gutentor-col-wrap has-color-bg has-custom-bg">
<div id="section-g-c15cp2b" class="wp-block-gutentor-e6 section-g-c15cp2b gutentor-element gutentor-element-image text-align-center-desktop"><div class="gutentor-element-image-box"><a class="gutentor-element-image-link" href="https://culturadefato.com.br/eu-acredito-eu-posso-narciso-no-espelho/"><div class="gutentor-image-thumb"><img decoding="async" class="normal-image" src="https://culturadefato.com.br/wp-content/uploads/2024/09/EcoNarciso_1903_JohnWilliamWaterhouse.jpg" alt="Obra: &quot;Eco e Narciso&quot; (1903), de John William Waterhouse (1849 - 1917)."/></div></a></div></div>



<p class="has-text-align-center wp-block-paragraph"><br><em><a href="https://culturadefato.com.br/eu-acredito-eu-posso-narciso-no-espelho/">Eu acredito, eu posso: Narciso no espelho</a></em></p>
</div></div>



<div id="col-g-w5g5eph" class="wp-block-gutentor-m0-col col-g-w5g5eph gutentor-carousel-item"><div id="section-g-w5g5eph" class="section-g-w5g5eph gutentor-col-wrap has-color-bg has-custom-bg">
<div id="section-g-18q61sn" class="wp-block-gutentor-e6 section-g-18q61sn gutentor-element gutentor-element-image text-align-center-desktop"><div class="gutentor-element-image-box"><a class="gutentor-element-image-link" href="https://culturadefato.com.br/por-amor-proprio/"><div class="gutentor-image-thumb"><img decoding="async" class="normal-image" src="https://culturadefato.com.br/wp-content/uploads/2022/04/Narcissus_Caravaggio.jpg" alt="Obra: &quot;Narcissus&quot; (1597 – 1599), por Caravaggio (1571 - 1610)."/></div></a></div></div>



<p class="has-text-align-center wp-block-paragraph"><br><em><a href="https://culturadefato.com.br/liberdade-sexual-ou-escravidao-pelo-desejo/">Por amor próprio</a><a href="https://culturadefato.com.br/por-amor-proprio/">…</a></em></p>
</div></div>



<div id="col-g-filym6j" class="wp-block-gutentor-m0-col col-g-filym6j gutentor-carousel-item"><div id="section-g-filym6j" class="section-g-filym6j gutentor-col-wrap has-color-bg has-custom-bg">
<div id="section-g-b20ldu4" class="wp-block-gutentor-e6 section-g-b20ldu4 gutentor-element gutentor-element-image text-align-center-desktop"><div class="gutentor-element-image-box"><a class="gutentor-element-image-link" href="https://culturadefato.com.br/liberdade-sexual-ou-escravidao-pelo-desejo/"><div class="gutentor-image-thumb"><img decoding="async" class="normal-image" src="https://culturadefato.com.br/wp-content/uploads/2024/03/APrimaveraBotticelli.jpg" alt="Obra: &quot;A Primavera&quot; (1477 – 1482), de Sandro Botticelli (1445 - 1510)."/></div></a></div></div>



<p class="has-text-align-center wp-block-paragraph"><br><em><a href="https://culturadefato.com.br/liberdade-sexual-ou-escravidao-pelo-desejo/">Liberdade sexual ou escravidão pelo desejo?</a></em></p>
</div></div>



<div id="col-gm3d87d7" class="wp-block-gutentor-m0-col col-gm3d87d7 gutentor-carousel-item"><div id="section-gm3d87d7" class="section-gm3d87d7 gutentor-col-wrap has-color-bg has-custom-bg">
<div id="section-g285460" class="wp-block-gutentor-e6 section-g285460 gutentor-element gutentor-element-image text-align-center-desktop"><div class="gutentor-element-image-box"><a class="gutentor-element-image-link" href="https://culturadefato.com.br/sintomas-do-orgulho/"><div class="gutentor-image-thumb"><img decoding="async" class="normal-image" src="https://culturadefato.com.br/wp-content/uploads/2023/04/Arrogancia_2021_BogdanDide.jpg" alt="Obra &quot;Arrogância&quot; (2021), por Bogdan Dide"/></div></a></div></div>



<p class="has-text-align-center wp-block-paragraph"><br><em><a href="https://culturadefato.com.br/sintomas-do-orgulho/">Sintomas do orgulho</a></em></p>
</div></div>



<div id="col-g-g114756" class="wp-block-gutentor-m0-col col-g-g114756 gutentor-carousel-item"><div id="section-g-g114756" class="section-g-g114756 gutentor-col-wrap has-color-bg has-custom-bg">
<div id="section-g-6g77vx7" class="wp-block-gutentor-e6 section-g-6g77vx7 gutentor-element gutentor-element-image text-align-center-desktop"><div class="gutentor-element-image-box"><a class="gutentor-element-image-link" href="https://culturadefato.com.br/nas-memorias-das-minhas-filhas/"><div class="gutentor-image-thumb"><img decoding="async" class="normal-image" src="https://culturadefato.com.br/wp-content/uploads/2023/03/HandInHand_LaurieSnowHein.jpg" alt="Obra: &quot;Hand in hand&quot;, por Laurie Snow Hein."/></div></a></div></div>



<p class="has-text-align-center wp-block-paragraph"><br><em><a href="https://culturadefato.com.br/nas-memorias-das-minhas-filhas/">Nas memórias das minhas filhas</a></em></p>
</div></div>



<div id="col-gm04c701" class="wp-block-gutentor-m0-col col-gm04c701 gutentor-carousel-item"><div id="section-gm04c701" class="section-gm04c701 gutentor-col-wrap has-color-bg has-custom-bg">
<div id="section-g348acf" class="wp-block-gutentor-e6 section-g348acf gutentor-element gutentor-element-image text-align-center-desktop"><div class="gutentor-element-image-box"><a class="gutentor-element-image-link" href="https://culturadefato.com.br/para-que-a-beleza-venca-a-feiura/"><div class="gutentor-image-thumb"><img decoding="async" class="normal-image" src="https://culturadefato.com.br/wp-content/uploads/2022/12/TheWedding_Giulio-Rosati.jpg" alt="Obra: &quot;O Casamento&quot; (1885), por Giulio Rosati (1858 - 1917)."/></div></a></div></div>



<p class="has-text-align-center wp-block-paragraph"><br><em><a href="https://culturadefato.com.br/para-que-a-beleza-venca-a-feiura/">Para que a beleza vença a feiura</a></em></p>
</div></div>



<div id="col-gm666515" class="wp-block-gutentor-m0-col col-gm666515 gutentor-carousel-item"><div id="section-gm666515" class="section-gm666515 gutentor-col-wrap has-color-bg has-custom-bg">
<div id="section-g1aec69" class="wp-block-gutentor-e6 section-g1aec69 gutentor-element gutentor-element-image text-align-center-desktop"><div class="gutentor-element-image-box"><a class="gutentor-element-image-link" href="https://culturadefato.com.br/se-deus-promove-sua-propria-gloria-por-que-eu-nao-deveria-promover-a-minha/"><div class="gutentor-image-thumb"><img decoding="async" class="normal-image" src="https://culturadefato.com.br/wp-content/uploads/2022/10/AugusteToulmouche_Vanity.jpg" alt="Obra: &quot;Vaidade&quot; (1889), por Auguste Toulmouche (1829 - 1890)."/></div></a></div></div>



<p class="has-text-align-center wp-block-paragraph"><br><a href="https://culturadefato.com.br/se-deus-promove-sua-propria-gloria-por-que-eu-nao-deveria-promover-a-minha/"><em>Se Deus promove sua própria glória, por que eu não deveria promover a minha?</em></a></p>
</div></div>



<div id="col-g-7ecz4ez" class="wp-block-gutentor-m0-col col-g-7ecz4ez gutentor-carousel-item"><div id="section-g-7ecz4ez" class="section-g-7ecz4ez gutentor-col-wrap has-color-bg has-custom-bg">
<div id="section-g-0xnf9jx" class="wp-block-gutentor-e6 section-g-0xnf9jx gutentor-element gutentor-element-image text-align-center-desktop"><div class="gutentor-element-image-box"><a class="gutentor-element-image-link" href="https://culturadefato.com.br/nao-desvie-o-assunto/"><div class="gutentor-image-thumb"><img decoding="async" class="normal-image" src="https://culturadefato.com.br/wp-content/uploads/2022/05/LoveAmongTheRuins_BurneJones.jpg" alt="Obra: &quot;Love Among the Ruins&quot; (1873), por Edward Burne-Jones (1833 - 1898)."/></div></a></div></div>



<p class="has-text-align-center wp-block-paragraph"><br><em><a href="https://culturadefato.com.br/nao-desvie-o-assunto/">Não desvie o assunto</a></em></p>
</div></div>



<div id="col-g-wpn9t1g" class="wp-block-gutentor-m0-col col-g-wpn9t1g gutentor-carousel-item"><div id="section-g-wpn9t1g" class="section-g-wpn9t1g gutentor-col-wrap has-color-bg has-custom-bg">
<div id="section-g-6x591w6" class="wp-block-gutentor-e6 section-g-6x591w6 gutentor-element gutentor-element-image text-align-center-desktop"><div class="gutentor-element-image-box"><a class="gutentor-element-image-link" href="https://culturadefato.com.br/por-que-nao-deveriamos-viver-ansiosos/"><div class="gutentor-image-thumb"><img decoding="async" class="normal-image" src="https://culturadefato.com.br/wp-content/uploads/2022/05/TheDutchProverbs_Pieter-Bruegel.jpg" alt="Obra &quot;Provérbios Neerlandeses&quot; (1559), por Pieter Bruegel (1525–1530 / 1569)."/></div></a></div></div>



<p class="has-text-align-center wp-block-paragraph"><br><em><a href="https://culturadefato.com.br/por-que-nao-deveriamos-viver-ansiosos/">Por que não deveríamos viver ansiosos?</a></em></p>
</div></div>



<div id="col-g-au1al55" class="wp-block-gutentor-m0-col col-g-au1al55 gutentor-carousel-item"><div id="section-g-au1al55" class="section-g-au1al55 gutentor-col-wrap has-color-bg has-custom-bg">
<div id="section-g-lv5lzvm" class="wp-block-gutentor-e6 section-g-lv5lzvm gutentor-element gutentor-element-image text-align-center-desktop"><div class="gutentor-element-image-box"><a class="gutentor-element-image-link" href="https://culturadefato.com.br/descontentamento-e-guerras/"><div class="gutentor-image-thumb"><img decoding="async" class="normal-image" src="https://culturadefato.com.br/wp-content/uploads/2022/03/LesJoueursDeCartes_PaulCezanne.jpg" alt="Obra: &quot;Os Jogadores de Cartas&quot; (entre 1890 e 1895), de Paul Cézanne (1839 - 1906)."/></div></a></div></div>



<p class="has-text-align-center wp-block-paragraph"><br><em><a href="https://culturadefato.com.br/descontentamento-e-guerras/">Descontentamento e guerras</a></em></p>
</div></div>



<div id="col-g-q9d9wfi" class="wp-block-gutentor-m0-col col-g-q9d9wfi gutentor-carousel-item"><div id="section-g-q9d9wfi" class="section-g-q9d9wfi gutentor-col-wrap has-color-bg has-custom-bg">
<div id="section-g-1wswskr" class="wp-block-gutentor-e6 section-g-1wswskr gutentor-element gutentor-element-image text-align-center-desktop"><div class="gutentor-element-image-box"><a class="gutentor-element-image-link" href="https://culturadefato.com.br/sem-pedido-sem-casamento/"><div class="gutentor-image-thumb"><img decoding="async" class="normal-image" src="https://culturadefato.com.br/wp-content/uploads/2022/01/LagreneeLaMelancolie_LouisJeanFrancois.jpg" alt="Obra: &quot;La_Mélancolie&quot;, do pintor rococó francês Louis-Jean-François Lagrenée (1725 - 1805)."/></div></a></div></div>



<p class="has-text-align-center wp-block-paragraph"><br><em><a href="https://culturadefato.com.br/sem-pedido-sem-casamento/">Sem pedido, sem casamento</a></em></p>
</div></div>



<div id="col-g-8bkcu1b" class="wp-block-gutentor-m0-col col-g-8bkcu1b gutentor-carousel-item"><div id="section-g-8bkcu1b" class="section-g-8bkcu1b gutentor-col-wrap has-color-bg has-custom-bg">
<div id="section-g-jijibyi" class="wp-block-gutentor-e6 section-g-jijibyi gutentor-element gutentor-element-image text-align-center-desktop"><div class="gutentor-element-image-box"><a class="gutentor-element-image-link" href="https://culturadefato.com.br/com-que-causa-eu-vou/"><div class="gutentor-image-thumb"><img decoding="async" class="normal-image" src="https://culturadefato.com.br/wp-content/uploads/2021/10/PowerOfPrayer.jpg" alt="Obra: &quot;Power of Prayer&quot;, de David Mueller"/></div></a></div></div>



<p class="has-text-align-center wp-block-paragraph"><br><em><a href="https://culturadefato.com.br/com-que-causa-eu-vou/">Com que “causa” eu vou?</a></em></p>
</div></div>



<div id="col-g-1r798dn" class="wp-block-gutentor-m0-col col-g-1r798dn gutentor-carousel-item"><div id="section-g-1r798dn" class="section-g-1r798dn gutentor-col-wrap has-color-bg has-custom-bg">
<div id="section-g-lm7lgo5" class="wp-block-gutentor-e6 section-g-lm7lgo5 gutentor-element gutentor-element-image text-align-center-desktop"><div class="gutentor-element-image-box"><a class="gutentor-element-image-link" href="https://culturadefato.com.br/alem-da-nostalgia/"><div class="gutentor-image-thumb"><img decoding="async" class="normal-image" src="https://culturadefato.com.br/wp-content/uploads/2021/08/ClockCathedralOur-Lady_AntwerpBelgium.jpg" alt="Catedral de Nossa Senhora (Antuérpia)"/></div></a></div></div>



<p class="has-text-align-center wp-block-paragraph"><br><em><a href="https://culturadefato.com.br/alem-da-nostalgia/">Além da nostalgia</a></em></p>
</div></div>



<div id="col-g-fc1zee1" class="wp-block-gutentor-m0-col col-g-fc1zee1 gutentor-carousel-item"><div id="section-g-fc1zee1" class="section-g-fc1zee1 gutentor-col-wrap has-color-bg has-custom-bg">
<div id="section-g-rxaz1z7" class="wp-block-gutentor-e6 section-g-rxaz1z7 gutentor-element gutentor-element-image text-align-center-desktop"><div class="gutentor-element-image-box"><a class="gutentor-element-image-link" href="https://culturadefato.com.br/o-principio-do-inferno/"><div class="gutentor-image-thumb"><img decoding="async" class="normal-image" src="https://culturadefato.com.br/wp-content/uploads/2021/06/Pandemonium_JohnMartin.jpg" alt="Recorte da obra: &quot;Pandemonium&quot;, criada em 1825 pelo pintor inglês John Martin (1789 - 1854)."/></div></a></div></div>



<p class="has-text-align-center wp-block-paragraph"><br><em><a href="https://culturadefato.com.br/o-principio-do-inferno/">O princípio do inferno</a></em></p>
</div></div>



<div id="col-g-6mtvsrs" class="wp-block-gutentor-m0-col col-g-6mtvsrs gutentor-carousel-item"><div id="section-g-6mtvsrs" class="section-g-6mtvsrs gutentor-col-wrap has-color-bg has-custom-bg">
<div id="section-g-6a75sq7" class="wp-block-gutentor-e6 section-g-6a75sq7 gutentor-element gutentor-element-image text-align-center-desktop"><div class="gutentor-element-image-box"><a class="gutentor-element-image-link" href="https://culturadefato.com.br/na-janela-do-tempo/"><div class="gutentor-image-thumb"><img decoding="async" class="normal-image" src="https://culturadefato.com.br/wp-content/uploads/2020/11/PawelKuczynski.jpg" alt="Paweł Kuczyński"/></div></a></div></div>



<p class="has-text-align-center wp-block-paragraph"><br><a href="https://culturadefato.com.br/na-janela-do-tempo/"><em>Na janela do tempo</em></a></p>
</div></div>



<div id="col-g-wwxv7ow" class="wp-block-gutentor-m0-col col-g-wwxv7ow gutentor-carousel-item"><div id="section-g-wwxv7ow" class="section-g-wwxv7ow gutentor-col-wrap has-color-bg has-custom-bg">
<div id="section-g-zj7wo79" class="wp-block-gutentor-e6 section-g-zj7wo79 gutentor-element gutentor-element-image text-align-center-desktop"><div class="gutentor-element-image-box"><a class="gutentor-element-image-link" href="#main"><div class="gutentor-image-thumb"><img decoding="async" class="normal-image" src="https://culturadefato.com.br/wp-content/uploads/2026/05/StillLifeWithBooksAndSkull.jpg" alt="Recorte da obra: &quot;Still life with books and skull&quot; (1629), de Jan Davidsz. de Heem (1606–1684)."/></div></a></div></div>



<p class="has-text-align-center wp-block-paragraph"><br><a href="#main">Retornar ao topo</a></p>
</div></div>
</div></div></section>



<br>
<p>O post <a href="https://culturadefato.com.br/bugigangas-sao-so-bugigangas/">Bugigangas são só bugigangas</a> apareceu primeiro em <a href="https://culturadefato.com.br">Cultura de Fato</a>.</p>
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		<title>No mundo real</title>
		<link>https://culturadefato.com.br/no-mundo-real/</link>
					<comments>https://culturadefato.com.br/no-mundo-real/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Noeme Rodrigues de Souza Campos]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 13 Oct 2024 01:46:02 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cristianismo]]></category>
		<category><![CDATA[Filosofia e História]]></category>
		<category><![CDATA[Autoajuda Marxista]]></category>
		<category><![CDATA[Coachings]]></category>
		<category><![CDATA[COVID-19]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://culturadefato.com.br/?p=23451</guid>

					<description><![CDATA[<p>“Esqueça toda aquela crendice sobre ser dono de si. <em>Meu corpo, minhas regras</em>! Um simples vírus tem mais poder sobre seu corpo, sua família, seu país, economia e planeta do que você e toda a humanidade junta.”</p>
<p>O post <a href="https://culturadefato.com.br/no-mundo-real/">No mundo real</a> apareceu primeiro em <a href="https://culturadefato.com.br">Cultura de Fato</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="has-text-align-center wp-block-paragraph"><em>Nota da editoria: Escrito durante a pandemia do </em><span data-tooltip-position="bottom" data-tooltip="Desde o início de fevereiro de 2019, a OMS passou a chamar oficialmente a doença causada pelo coronavírus de COVID-19, que é a sigla de COrona VIrus Disease (Doença do Coronavírus), o sufixo''19'' indica o ano de 2019, quando os primeiros casos em Wuhan, na China, foram divulgados."><em>COVID-19</em></span><em>, válido até o dia do Juízo Final.</em></p>



<hr class="wp-block-separator has-alpha-channel-opacity is-style-wide"/>



<br>



<p class="has-drop-cap wp-block-paragraph">Não temos o controle, somos impotentes, frágeis demais, fracos, não somos capazes…</p>



<p class="wp-block-paragraph">Esquece a autoajuda, o <em>coaching</em> e todas aquelas ideias de que podemos qualquer coisa, porque a realidade sempre disse o contrário e, em tempos de calamidade, ela grita de modo incontestável: você não é capaz!</p>



<p class="wp-block-paragraph">Então, bem vindo à realidade! Você nunca teve, não tem e não terá o controle sobre as circunstâncias; nenhum controle sobre a vida… Antes e agora, você e eu sempre estivemos na mesma condição: impotentes.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Nosso drama não diz respeito apenas à possibilidade de morrer por causa de um vírus que, de repente, veio nos tirar a estabilidade. Mas, diz respeito à nossa condição que o vírus em nada alterou: somos mortais, sujeitos a todo tipo de sofrimento, agitados por desejos contraditórios, habitando um mundo sobre o qual não temos controle. Quem somos? De quem somos? Quem é o dono disso tudo? Para onde vamos? Qual o sentido da vida? Qual o propósito para o qual fomos feitos?</p>



<p class="wp-block-paragraph">Esqueça toda aquela crendice sobre ser dono de si. “Meu corpo, minhas regras”?! Um simples vírus tem mais poder sobre seu corpo, sua família, seu país, economia e planeta do que você e toda a humanidade junta. De que serve a filosofia humanista acumulada para nos alienar da realidade sobre quem e de Quem somos, quando os fatos nos acordam aos berros?</p>



<p class="wp-block-paragraph">O vírus não inventou a morte, apenas a colocou diante de nós de modo que não podemos passar sequer um dia sem vê-la repetidamente estampada por aí, como lembrete indelével de nossa finitude. O que fazer com esse incômodo lembrete que o noticiário insiste em ecoar quando boa parte de nossos entretenimentos — anestesia para nossas almas — nos foi tirada?</p>



<p class="wp-block-paragraph">Não, isso não é um convite ao desespero. É um convite a buscar esperança onde possamos encontrar: fora de nós. E não adianta imaginarmos um deus qualquer para nos socorrer agora. Um deus qualquer é tão inútil quanto cruzar os dedos quando se precisa de um milagre. Ou encontramos o Deus real, ou estamos perdidos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Só há esperança naquele que inventou a vida e tem o absoluto controle sobre cada evento da história. Tudo vem dele e existe para ele. Por que alguém desperdiçaria a existência sem buscar conhecê-lo com toda a sua força e todo o seu ser?</p>



<p class="wp-block-paragraph">Aquele que teceu o Universo, criou desde os assustadores buracos negros até as flores mais delicadas, distribuiu a variedade de cores e fez o olho para se encantar com a beleza, não se revelaria às suas criaturas? Colocou a eternidade no coração humano para que não ficássemos satisfeitos com nada menos que Ele mesmo. É por ele que ansiamos profundamente quando construímos castelos de areia, nossos ídolos, nos quais depositamos esperança&#8230;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Quanta misericórdia ele tem para desmanchar castelos, derrubar ídolos, abrir nossos olhos a fim de o buscarmos!</p>



<br>



<p class="has-text-align-right wp-block-paragraph">Por&nbsp;<a href="https://culturadefato.com.br/author/noemerodriguesdesouzacampos/">Noeme Rodrigues de Souza Campos</a>.<br>Publicado originalmente no&nbsp;<em>website</em>&nbsp;da&nbsp;<a href="https://www.ultimato.com.br/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Editora Ultimato</a>, em 12 de abril de 2020.</p>



<br>



<p class="has-background has-very-light-gray-background-color wp-block-paragraph"><strong>Nota da editoria:</strong><br><br>Imagem da capa: “<em><a href="https://rehs.com/Sally_Swatland_Sand_Castle_Day.html" target="_blank" rel="noreferrer noopener nofollow">Sand castle day</a></em>”, por Sally Swatland.</p>



<br>



<h2 class="wp-block-heading has-text-align-center">Mais da autora:</h2>



<br>



<section id="gm71bf303" class="wp-block-gutentor-m0 alignfull section-gm71bf303 gutentor-module gutentor-module-carousel has-color-bg has-custom-bg gutentor-slick-a-default-desktop gutentor-slick-a-default-tablet gutentor-slick-a-default-mobile"><div class="grid-container"><div class="gutentor-module-carousel-row" data-dots="false" data-dotstablet="false" data-dotsmobile="false" data-arrows="true" data-arrowstablet="true" data-arrowsmobile="true" data-infinite="true" data-autoplay="true" data-draggable="true" data-pauseonfocus="true" data-pauseonhover="true" data-autoplayspeed="4500" data-cmondesktop="false" data-cmontablet="false" data-cmonmobile="false" data-nextarrow="fas fa-angle-right" data-prevarrow="fas fa-angle-left" data-arrowspositiondesktop="gutentor-slick-a-default-desktop" data-arrowspositiontablet="gutentor-slick-a-default-tablet" data-arrowspositionmobile="gutentor-slick-a-default-mobile" data-speed="300" data-slideitemdesktop="2" data-slideitemtablet="3" data-slideitemmobile="2" data-slidescroll-desktop="2" data-slidescroll-tablet="3" data-slidescroll-mobile="2">
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<div id="section-g-ittnl15" class="wp-block-gutentor-e6 section-g-ittnl15 gutentor-element gutentor-element-image text-align-center-desktop"><div class="gutentor-element-image-box"><a class="gutentor-element-image-link" href="https://culturadefato.com.br/eu-acredito-eu-posso-narciso-no-espelho/"><div class="gutentor-image-thumb"><img decoding="async" class="normal-image" src="https://culturadefato.com.br/wp-content/uploads/2024/09/EcoNarciso_1903_JohnWilliamWaterhouse.jpg" alt="Obra: &quot;Eco e Narciso&quot; (1903), de John William Waterhouse (1849 - 1917)."/></div></a></div></div>



<p class="has-text-align-center wp-block-paragraph"><br><em><a href="https://culturadefato.com.br/eu-acredito-eu-posso-narciso-no-espelho/">Eu acredito, eu posso: Narciso no espelho</a></em></p>
</div></div>



<div id="col-g-w5g5eph" class="wp-block-gutentor-m0-col col-g-w5g5eph gutentor-carousel-item"><div id="section-g-w5g5eph" class="section-g-w5g5eph gutentor-col-wrap has-color-bg has-custom-bg">
<div id="section-g-18q61sn" class="wp-block-gutentor-e6 section-g-18q61sn gutentor-element gutentor-element-image text-align-center-desktop"><div class="gutentor-element-image-box"><a class="gutentor-element-image-link" href="https://culturadefato.com.br/por-amor-proprio/"><div class="gutentor-image-thumb"><img decoding="async" class="normal-image" src="https://culturadefato.com.br/wp-content/uploads/2022/04/Narcissus_Caravaggio.jpg" alt="Obra: &quot;Narcissus&quot; (1597 – 1599), por Caravaggio (1571 - 1610)."/></div></a></div></div>



<p class="has-text-align-center wp-block-paragraph"><br><em><a href="https://culturadefato.com.br/liberdade-sexual-ou-escravidao-pelo-desejo/">Por amor próprio</a><a href="https://culturadefato.com.br/por-amor-proprio/">…</a></em></p>
</div></div>



<div id="col-g-filym6j" class="wp-block-gutentor-m0-col col-g-filym6j gutentor-carousel-item"><div id="section-g-filym6j" class="section-g-filym6j gutentor-col-wrap has-color-bg has-custom-bg">
<div id="section-g-b20ldu4" class="wp-block-gutentor-e6 section-g-b20ldu4 gutentor-element gutentor-element-image text-align-center-desktop"><div class="gutentor-element-image-box"><a class="gutentor-element-image-link" href="https://culturadefato.com.br/liberdade-sexual-ou-escravidao-pelo-desejo/"><div class="gutentor-image-thumb"><img decoding="async" class="normal-image" src="https://culturadefato.com.br/wp-content/uploads/2024/03/APrimaveraBotticelli.jpg" alt="Obra: &quot;A Primavera&quot; (1477 – 1482), de Sandro Botticelli (1445 - 1510)."/></div></a></div></div>



<p class="has-text-align-center wp-block-paragraph"><br><em><a href="https://culturadefato.com.br/liberdade-sexual-ou-escravidao-pelo-desejo/">Liberdade sexual ou escravidão pelo desejo?</a></em></p>
</div></div>



<div id="col-gm3d87d7" class="wp-block-gutentor-m0-col col-gm3d87d7 gutentor-carousel-item"><div id="section-gm3d87d7" class="section-gm3d87d7 gutentor-col-wrap has-color-bg has-custom-bg">
<div id="section-g285460" class="wp-block-gutentor-e6 section-g285460 gutentor-element gutentor-element-image text-align-center-desktop"><div class="gutentor-element-image-box"><a class="gutentor-element-image-link" href="https://culturadefato.com.br/sintomas-do-orgulho/"><div class="gutentor-image-thumb"><img decoding="async" class="normal-image" src="https://culturadefato.com.br/wp-content/uploads/2023/04/Arrogancia_2021_BogdanDide.jpg" alt="Obra &quot;Arrogância&quot; (2021), por Bogdan Dide"/></div></a></div></div>



<p class="has-text-align-center wp-block-paragraph"><br><em><a href="https://culturadefato.com.br/sintomas-do-orgulho/">Sintomas do orgulho</a></em></p>
</div></div>



<div id="col-g-g114756" class="wp-block-gutentor-m0-col col-g-g114756 gutentor-carousel-item"><div id="section-g-g114756" class="section-g-g114756 gutentor-col-wrap has-color-bg has-custom-bg">
<div id="section-g-6g77vx7" class="wp-block-gutentor-e6 section-g-6g77vx7 gutentor-element gutentor-element-image text-align-center-desktop"><div class="gutentor-element-image-box"><a class="gutentor-element-image-link" href="https://culturadefato.com.br/nas-memorias-das-minhas-filhas/"><div class="gutentor-image-thumb"><img decoding="async" class="normal-image" src="https://culturadefato.com.br/wp-content/uploads/2023/03/HandInHand_LaurieSnowHein.jpg" alt="Obra: &quot;Hand in hand&quot;, por Laurie Snow Hein."/></div></a></div></div>



<p class="has-text-align-center wp-block-paragraph"><br><em><a href="https://culturadefato.com.br/nas-memorias-das-minhas-filhas/">Nas memórias das minhas filhas</a></em></p>
</div></div>



<div id="col-gm04c701" class="wp-block-gutentor-m0-col col-gm04c701 gutentor-carousel-item"><div id="section-gm04c701" class="section-gm04c701 gutentor-col-wrap has-color-bg has-custom-bg">
<div id="section-g348acf" class="wp-block-gutentor-e6 section-g348acf gutentor-element gutentor-element-image text-align-center-desktop"><div class="gutentor-element-image-box"><a class="gutentor-element-image-link" href="https://culturadefato.com.br/para-que-a-beleza-venca-a-feiura/"><div class="gutentor-image-thumb"><img decoding="async" class="normal-image" src="https://culturadefato.com.br/wp-content/uploads/2022/12/TheWedding_Giulio-Rosati.jpg" alt="Obra: &quot;O Casamento&quot; (1885), por Giulio Rosati (1858 - 1917)."/></div></a></div></div>



<p class="has-text-align-center wp-block-paragraph"><br><em><a href="https://culturadefato.com.br/para-que-a-beleza-venca-a-feiura/">Para que a beleza vença a feiura</a></em></p>
</div></div>



<div id="col-gm666515" class="wp-block-gutentor-m0-col col-gm666515 gutentor-carousel-item"><div id="section-gm666515" class="section-gm666515 gutentor-col-wrap has-color-bg has-custom-bg">
<div id="section-g1aec69" class="wp-block-gutentor-e6 section-g1aec69 gutentor-element gutentor-element-image text-align-center-desktop"><div class="gutentor-element-image-box"><a class="gutentor-element-image-link" href="https://culturadefato.com.br/se-deus-promove-sua-propria-gloria-por-que-eu-nao-deveria-promover-a-minha/"><div class="gutentor-image-thumb"><img decoding="async" class="normal-image" src="https://culturadefato.com.br/wp-content/uploads/2022/10/AugusteToulmouche_Vanity.jpg" alt="Obra: &quot;Vaidade&quot; (1889), por Auguste Toulmouche (1829 - 1890)."/></div></a></div></div>



<p class="has-text-align-center wp-block-paragraph"><br><a href="https://culturadefato.com.br/se-deus-promove-sua-propria-gloria-por-que-eu-nao-deveria-promover-a-minha/"><em>Se Deus promove sua própria glória, por que eu não deveria promover a minha?</em></a></p>
</div></div>



<div id="col-g-7ecz4ez" class="wp-block-gutentor-m0-col col-g-7ecz4ez gutentor-carousel-item"><div id="section-g-7ecz4ez" class="section-g-7ecz4ez gutentor-col-wrap has-color-bg has-custom-bg">
<div id="section-g-0xnf9jx" class="wp-block-gutentor-e6 section-g-0xnf9jx gutentor-element gutentor-element-image text-align-center-desktop"><div class="gutentor-element-image-box"><a class="gutentor-element-image-link" href="https://culturadefato.com.br/nao-desvie-o-assunto/"><div class="gutentor-image-thumb"><img decoding="async" class="normal-image" src="https://culturadefato.com.br/wp-content/uploads/2022/05/LoveAmongTheRuins_BurneJones.jpg" alt="Obra: &quot;Love Among the Ruins&quot; (1873), por Edward Burne-Jones (1833 - 1898)."/></div></a></div></div>



<p class="has-text-align-center wp-block-paragraph"><br><em><a href="https://culturadefato.com.br/nao-desvie-o-assunto/">Não desvie o assunto</a></em></p>
</div></div>



<div id="col-g-wpn9t1g" class="wp-block-gutentor-m0-col col-g-wpn9t1g gutentor-carousel-item"><div id="section-g-wpn9t1g" class="section-g-wpn9t1g gutentor-col-wrap has-color-bg has-custom-bg">
<div id="section-g-6x591w6" class="wp-block-gutentor-e6 section-g-6x591w6 gutentor-element gutentor-element-image text-align-center-desktop"><div class="gutentor-element-image-box"><a class="gutentor-element-image-link" href="https://culturadefato.com.br/por-que-nao-deveriamos-viver-ansiosos/"><div class="gutentor-image-thumb"><img decoding="async" class="normal-image" src="https://culturadefato.com.br/wp-content/uploads/2022/05/TheDutchProverbs_Pieter-Bruegel.jpg" alt="Obra &quot;Provérbios Neerlandeses&quot; (1559), por Pieter Bruegel (1525–1530 / 1569)."/></div></a></div></div>



<p class="has-text-align-center wp-block-paragraph"><br><em><a href="https://culturadefato.com.br/por-que-nao-deveriamos-viver-ansiosos/">Por que não deveríamos viver ansiosos?</a></em></p>
</div></div>



<div id="col-g-au1al55" class="wp-block-gutentor-m0-col col-g-au1al55 gutentor-carousel-item"><div id="section-g-au1al55" class="section-g-au1al55 gutentor-col-wrap has-color-bg has-custom-bg">
<div id="section-g-lv5lzvm" class="wp-block-gutentor-e6 section-g-lv5lzvm gutentor-element gutentor-element-image text-align-center-desktop"><div class="gutentor-element-image-box"><a class="gutentor-element-image-link" href="https://culturadefato.com.br/descontentamento-e-guerras/"><div class="gutentor-image-thumb"><img decoding="async" class="normal-image" src="https://culturadefato.com.br/wp-content/uploads/2022/03/LesJoueursDeCartes_PaulCezanne.jpg" alt="Obra: &quot;Os Jogadores de Cartas&quot; (entre 1890 e 1895), de Paul Cézanne (1839 - 1906)."/></div></a></div></div>



<p class="has-text-align-center wp-block-paragraph"><br><em><a href="https://culturadefato.com.br/descontentamento-e-guerras/">Descontentamento e guerras</a></em></p>
</div></div>



<div id="col-g-q9d9wfi" class="wp-block-gutentor-m0-col col-g-q9d9wfi gutentor-carousel-item"><div id="section-g-q9d9wfi" class="section-g-q9d9wfi gutentor-col-wrap has-color-bg has-custom-bg">
<div id="section-g-1wswskr" class="wp-block-gutentor-e6 section-g-1wswskr gutentor-element gutentor-element-image text-align-center-desktop"><div class="gutentor-element-image-box"><a class="gutentor-element-image-link" href="https://culturadefato.com.br/sem-pedido-sem-casamento/"><div class="gutentor-image-thumb"><img decoding="async" class="normal-image" src="https://culturadefato.com.br/wp-content/uploads/2022/01/LagreneeLaMelancolie_LouisJeanFrancois.jpg" alt="Obra: &quot;La_Mélancolie&quot;, do pintor rococó francês Louis-Jean-François Lagrenée (1725 - 1805)."/></div></a></div></div>



<p class="has-text-align-center wp-block-paragraph"><br><em><a href="https://culturadefato.com.br/sem-pedido-sem-casamento/">Sem pedido, sem casamento</a></em></p>
</div></div>



<div id="col-g-8bkcu1b" class="wp-block-gutentor-m0-col col-g-8bkcu1b gutentor-carousel-item"><div id="section-g-8bkcu1b" class="section-g-8bkcu1b gutentor-col-wrap has-color-bg has-custom-bg">
<div id="section-g-jijibyi" class="wp-block-gutentor-e6 section-g-jijibyi gutentor-element gutentor-element-image text-align-center-desktop"><div class="gutentor-element-image-box"><a class="gutentor-element-image-link" href="https://culturadefato.com.br/com-que-causa-eu-vou/"><div class="gutentor-image-thumb"><img decoding="async" class="normal-image" src="https://culturadefato.com.br/wp-content/uploads/2021/10/PowerOfPrayer.jpg" alt="Obra: &quot;Power of Prayer&quot;, de David Mueller"/></div></a></div></div>



<p class="has-text-align-center wp-block-paragraph"><br><em><a href="https://culturadefato.com.br/com-que-causa-eu-vou/">Com que “causa” eu vou?</a></em></p>
</div></div>



<div id="col-g-1r798dn" class="wp-block-gutentor-m0-col col-g-1r798dn gutentor-carousel-item"><div id="section-g-1r798dn" class="section-g-1r798dn gutentor-col-wrap has-color-bg has-custom-bg">
<div id="section-g-lm7lgo5" class="wp-block-gutentor-e6 section-g-lm7lgo5 gutentor-element gutentor-element-image text-align-center-desktop"><div class="gutentor-element-image-box"><a class="gutentor-element-image-link" href="https://culturadefato.com.br/alem-da-nostalgia/"><div class="gutentor-image-thumb"><img decoding="async" class="normal-image" src="https://culturadefato.com.br/wp-content/uploads/2021/08/ClockCathedralOur-Lady_AntwerpBelgium.jpg" alt="Catedral de Nossa Senhora (Antuérpia)"/></div></a></div></div>



<p class="has-text-align-center wp-block-paragraph"><br><em><a href="https://culturadefato.com.br/alem-da-nostalgia/">Além da nostalgia</a></em></p>
</div></div>



<div id="col-g-fc1zee1" class="wp-block-gutentor-m0-col col-g-fc1zee1 gutentor-carousel-item"><div id="section-g-fc1zee1" class="section-g-fc1zee1 gutentor-col-wrap has-color-bg has-custom-bg">
<div id="section-g-rxaz1z7" class="wp-block-gutentor-e6 section-g-rxaz1z7 gutentor-element gutentor-element-image text-align-center-desktop"><div class="gutentor-element-image-box"><a class="gutentor-element-image-link" href="https://culturadefato.com.br/o-principio-do-inferno/"><div class="gutentor-image-thumb"><img decoding="async" class="normal-image" src="https://culturadefato.com.br/wp-content/uploads/2021/06/Pandemonium_JohnMartin.jpg" alt="Recorte da obra: &quot;Pandemonium&quot;, criada em 1825 pelo pintor inglês John Martin (1789 - 1854)."/></div></a></div></div>



<p class="has-text-align-center wp-block-paragraph"><br><em><a href="https://culturadefato.com.br/o-principio-do-inferno/">O princípio do inferno</a></em></p>
</div></div>



<div id="col-g-6mtvsrs" class="wp-block-gutentor-m0-col col-g-6mtvsrs gutentor-carousel-item"><div id="section-g-6mtvsrs" class="section-g-6mtvsrs gutentor-col-wrap has-color-bg has-custom-bg">
<div id="section-g-6a75sq7" class="wp-block-gutentor-e6 section-g-6a75sq7 gutentor-element gutentor-element-image text-align-center-desktop"><div class="gutentor-element-image-box"><a class="gutentor-element-image-link" href="https://culturadefato.com.br/na-janela-do-tempo/"><div class="gutentor-image-thumb"><img decoding="async" class="normal-image" src="https://culturadefato.com.br/wp-content/uploads/2020/11/PawelKuczynski.jpg" alt="Paweł Kuczyński"/></div></a></div></div>



<p class="has-text-align-center wp-block-paragraph"><br><a href="https://culturadefato.com.br/na-janela-do-tempo/"><em>Na janela do tempo</em></a></p>
</div></div>
</div></div></section>



<br>
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		<item>
		<title>Eu acredito, eu posso: Narciso no espelho</title>
		<link>https://culturadefato.com.br/eu-acredito-eu-posso-narciso-no-espelho/</link>
					<comments>https://culturadefato.com.br/eu-acredito-eu-posso-narciso-no-espelho/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Noeme Rodrigues de Souza Campos]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 10 Sep 2024 22:59:44 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cristianismo]]></category>
		<category><![CDATA[Filosofia e História]]></category>
		<category><![CDATA[Chesterton]]></category>
		<category><![CDATA[G. K. Chesterton]]></category>
		<category><![CDATA[Lao-Tsé]]></category>
		<category><![CDATA[Narciso]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://culturadefato.com.br/?p=23221</guid>

					<description><![CDATA[<p>“Onde estão as pessoas sensatas o suficiente para duvidar de si mesmas, e reconhecer que não têm condição de dar sentido à própria vida?”</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="has-text-align-center wp-block-paragraph">“<em>Quando eu me despojo do que sou, eu me torno o que eu poderia ser.</em>”<br><span data-tooltip-position="top" data-tooltip="Lao-Tsé (604 a. C. - 517 a. C.), filósofo chinês.">Lao-Tsé</span> (604 a. C. &#8211; 517 a. C.)</p>



<hr class="wp-block-separator has-alpha-channel-opacity is-style-wide"/>



<br>



<p class="has-drop-cap wp-block-paragraph">Dizem que se eu acreditar em mim, posso fazer qualquer coisa. Todo mundo sabe que isso não funciona. Mesmo assim, crer em si mesmo é uma ideia repetida de muitas maneiras, como se não houvesse necessidade alguma de conexão entre discurso e realidade.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Acho que nem as crianças aguentam mais o “acredite em você” ou “você pode ser o que quiser” que insiste em transformar os filmes infantis em sessão <em>coaching</em>. Será que não dá pra estimular criatividade, coragem e perseverança sem fechar os olhos para a realidade?</p>



<figure class="wp-block-pullquote alignright has-small-font-size"><blockquote><p>Aquele poeta bêbado de quem você não quis aceitar uma lamentável tragédia, ele acreditava em si mesmo. Aquele velho ministro com um poema épico de quem você se escondia num quarto dos fundos, ele acreditava em si mesmo. Se você consultasse sua experiência profissional em vez de sua horrível filosofia individualista, saberia que acreditar em si mesmo é uma das marcas mais comuns de um patife.&nbsp;</p><cite><span data-tooltip-position="top" data-tooltip="Gilbert">G</span>. <span data-tooltip-position="top" data-tooltip="Keith">K</span>. <span data-tooltip="Gilbert Keith Chesterton (1874 - 1936) é mais conhecido como G. K. Chesterton, foi um escritor inglês." data-tooltip-position="top">Chesterton</span><br>(<a href="https://culturadefato.com.br/tres-excertos-da-obra-ortodoxia-de-chesterton/">Ortodoxia</a>)</cite></blockquote></figure>



<p class="wp-block-paragraph">Onde estão as pessoas sensatas o suficiente para duvidar de si mesmas, e reconhecer que não têm superpoderes nem a menor condição de dar sentido à própria vida? Onde estão aqueles dispostos a tirar dos ombros o fardo da necessidade de sucesso e de controle sobre as circunstâncias? Onde estão os que podem se curvar para pedir socorro e adorar o Único Todo-Poderoso? Para esses, há esperança!</p>



<p class="wp-block-paragraph">Os demais estão perdidos em seus espelhos, lamentando fracassos ou comemorando vitórias&nbsp;— em ambos os casos, hipnotizados por suas próprias imagens refletidas nas ilusões de seus sonhos auto centrados.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Para quebrar o encanto <span data-tooltip-position="right" data-tooltip="Narcisista em função de Narciso, um personagem da mitologia grega, filho do deus do rio Cefiso e da ninfa Liríope. Ele representa um forte símbolo da vaidade.">narcisista</span> e soltar-se das correntes da necessidade de autoafirmação, há que se encantar pelo Autor da vida! Quem é que continuaria encantado com espelhos depois de ter os olhos atraídos para Ele, a fonte de toda beleza e sentido? Ele nos liberta, tanto da autocomiseração quanto da autoexaltação&nbsp;— que são lados opostos do mesmíssimo orgulho.</p>



<p class="wp-block-paragraph">É com o Autor da vida que quero me encantar, todos os dias. Que Ele desperte meus sentidos para sua beleza! Que eu experimente o auto esquecimento, para contemplá-lo em sua glória!</p>



<br>



<p class="has-text-align-right wp-block-paragraph">Por&nbsp;<a href="https://culturadefato.com.br/author/noemerodriguesdesouzacampos/">Noeme Rodrigues de Souza Campos</a>.<br>Publicado originalmente no&nbsp;<em>website</em>&nbsp;da&nbsp;<a href="https://www.ultimato.com.br/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Editora Ultimato</a>, em 20 de Junho de 2024.</p>



<br>



<p class="has-background has-very-light-gray-background-color wp-block-paragraph"><strong>Nota da editoria:</strong><br><br>Imagem da capa: “<em>Eco e Narciso</em>” (1903), por John William Waterhouse (1849 &#8211; 1917). </p>



<br>



<h2 class="wp-block-heading has-text-align-center">Mais autora:</h2>



<br>



<section id="gm71bf303" class="wp-block-gutentor-m0 alignfull section-gm71bf303 gutentor-module gutentor-module-carousel has-color-bg has-custom-bg gutentor-slick-a-default-desktop gutentor-slick-a-default-tablet gutentor-slick-a-default-mobile"><div class="grid-container"><div class="gutentor-module-carousel-row" data-dots="false" data-dotstablet="false" data-dotsmobile="false" data-arrows="true" data-arrowstablet="true" data-arrowsmobile="true" data-infinite="true" data-autoplay="true" data-draggable="true" data-pauseonfocus="true" data-pauseonhover="true" data-autoplayspeed="4500" data-cmondesktop="false" data-cmontablet="false" data-cmonmobile="false" data-nextarrow="fas fa-angle-right" data-prevarrow="fas fa-angle-left" data-arrowspositiondesktop="gutentor-slick-a-default-desktop" data-arrowspositiontablet="gutentor-slick-a-default-tablet" data-arrowspositionmobile="gutentor-slick-a-default-mobile" data-speed="300" data-slideitemdesktop="2" data-slideitemtablet="3" data-slideitemmobile="2" data-slidescroll-desktop="2" data-slidescroll-tablet="3" data-slidescroll-mobile="2">
<div id="col-g-ilyaiql" class="wp-block-gutentor-m0-col col-g-ilyaiql gutentor-carousel-item"><div id="section-g-ilyaiql" class="section-g-ilyaiql gutentor-col-wrap has-color-bg has-custom-bg">
<div id="section-g-ittnl15" class="wp-block-gutentor-e6 section-g-ittnl15 gutentor-element gutentor-element-image text-align-center-desktop"><div class="gutentor-element-image-box"><a class="gutentor-element-image-link" href="https://culturadefato.com.br/por-amor-proprio/"><div class="gutentor-image-thumb"><img decoding="async" class="normal-image" src="https://culturadefato.com.br/wp-content/uploads/2022/04/Narcissus_Caravaggio.jpg" alt="Obra: &quot;Narcissus&quot; (1597 – 1599), por Caravaggio (1571 - 1610)."/></div></a></div></div>



<p class="has-text-align-center wp-block-paragraph"><br><em><a href="https://culturadefato.com.br/liberdade-sexual-ou-escravidao-pelo-desejo/">Por amor próprio</a><a href="https://culturadefato.com.br/por-amor-proprio/">…</a></em></p>
</div></div>



<div id="col-g-filym6j" class="wp-block-gutentor-m0-col col-g-filym6j gutentor-carousel-item"><div id="section-g-filym6j" class="section-g-filym6j gutentor-col-wrap has-color-bg has-custom-bg">
<div id="section-g-b20ldu4" class="wp-block-gutentor-e6 section-g-b20ldu4 gutentor-element gutentor-element-image text-align-center-desktop"><div class="gutentor-element-image-box"><a class="gutentor-element-image-link" href="https://culturadefato.com.br/liberdade-sexual-ou-escravidao-pelo-desejo/"><div class="gutentor-image-thumb"><img decoding="async" class="normal-image" src="https://culturadefato.com.br/wp-content/uploads/2024/03/APrimaveraBotticelli.jpg" alt="Obra: &quot;A Primavera&quot; (1477 – 1482), de Sandro Botticelli (1445 - 1510)."/></div></a></div></div>



<p class="has-text-align-center wp-block-paragraph"><br><em><a href="https://culturadefato.com.br/liberdade-sexual-ou-escravidao-pelo-desejo/">Liberdade sexual ou escravidão pelo desejo?</a></em></p>
</div></div>



<div id="col-gm3d87d7" class="wp-block-gutentor-m0-col col-gm3d87d7 gutentor-carousel-item"><div id="section-gm3d87d7" class="section-gm3d87d7 gutentor-col-wrap has-color-bg has-custom-bg">
<div id="section-g285460" class="wp-block-gutentor-e6 section-g285460 gutentor-element gutentor-element-image text-align-center-desktop"><div class="gutentor-element-image-box"><a class="gutentor-element-image-link" href="https://culturadefato.com.br/sintomas-do-orgulho/"><div class="gutentor-image-thumb"><img decoding="async" class="normal-image" src="https://culturadefato.com.br/wp-content/uploads/2023/04/Arrogancia_2021_BogdanDide.jpg" alt="Obra &quot;Arrogância&quot; (2021), por Bogdan Dide"/></div></a></div></div>



<p class="has-text-align-center wp-block-paragraph"><br><em><a href="https://culturadefato.com.br/sintomas-do-orgulho/">Sintomas do orgulho</a></em></p>
</div></div>



<div id="col-g-g114756" class="wp-block-gutentor-m0-col col-g-g114756 gutentor-carousel-item"><div id="section-g-g114756" class="section-g-g114756 gutentor-col-wrap has-color-bg has-custom-bg">
<div id="section-g-6g77vx7" class="wp-block-gutentor-e6 section-g-6g77vx7 gutentor-element gutentor-element-image text-align-center-desktop"><div class="gutentor-element-image-box"><a class="gutentor-element-image-link" href="https://culturadefato.com.br/nas-memorias-das-minhas-filhas/"><div class="gutentor-image-thumb"><img decoding="async" class="normal-image" src="https://culturadefato.com.br/wp-content/uploads/2023/03/HandInHand_LaurieSnowHein.jpg" alt="Obra: &quot;Hand in hand&quot;, por Laurie Snow Hein."/></div></a></div></div>



<p class="has-text-align-center wp-block-paragraph"><br><em><a href="https://culturadefato.com.br/nas-memorias-das-minhas-filhas/">Nas memórias das minhas filhas</a></em></p>
</div></div>



<div id="col-gm04c701" class="wp-block-gutentor-m0-col col-gm04c701 gutentor-carousel-item"><div id="section-gm04c701" class="section-gm04c701 gutentor-col-wrap has-color-bg has-custom-bg">
<div id="section-g348acf" class="wp-block-gutentor-e6 section-g348acf gutentor-element gutentor-element-image text-align-center-desktop"><div class="gutentor-element-image-box"><a class="gutentor-element-image-link" href="https://culturadefato.com.br/para-que-a-beleza-venca-a-feiura/"><div class="gutentor-image-thumb"><img decoding="async" class="normal-image" src="https://culturadefato.com.br/wp-content/uploads/2022/12/TheWedding_Giulio-Rosati.jpg" alt="Obra: &quot;O Casamento&quot; (1885), por Giulio Rosati (1858 - 1917)."/></div></a></div></div>



<p class="has-text-align-center wp-block-paragraph"><br><em><a href="https://culturadefato.com.br/para-que-a-beleza-venca-a-feiura/">Para que a beleza vença a feiura</a></em></p>
</div></div>



<div id="col-gm666515" class="wp-block-gutentor-m0-col col-gm666515 gutentor-carousel-item"><div id="section-gm666515" class="section-gm666515 gutentor-col-wrap has-color-bg has-custom-bg">
<div id="section-g1aec69" class="wp-block-gutentor-e6 section-g1aec69 gutentor-element gutentor-element-image text-align-center-desktop"><div class="gutentor-element-image-box"><a class="gutentor-element-image-link" href="https://culturadefato.com.br/se-deus-promove-sua-propria-gloria-por-que-eu-nao-deveria-promover-a-minha/"><div class="gutentor-image-thumb"><img decoding="async" class="normal-image" src="https://culturadefato.com.br/wp-content/uploads/2022/10/AugusteToulmouche_Vanity.jpg" alt="Obra: &quot;Vaidade&quot; (1889), por Auguste Toulmouche (1829 - 1890)."/></div></a></div></div>



<p class="has-text-align-center wp-block-paragraph"><br><a href="https://culturadefato.com.br/se-deus-promove-sua-propria-gloria-por-que-eu-nao-deveria-promover-a-minha/"><em>Se Deus promove sua própria glória, por que eu não deveria promover a minha?</em></a></p>
</div></div>



<div id="col-g-7ecz4ez" class="wp-block-gutentor-m0-col col-g-7ecz4ez gutentor-carousel-item"><div id="section-g-7ecz4ez" class="section-g-7ecz4ez gutentor-col-wrap has-color-bg has-custom-bg">
<div id="section-g-0xnf9jx" class="wp-block-gutentor-e6 section-g-0xnf9jx gutentor-element gutentor-element-image text-align-center-desktop"><div class="gutentor-element-image-box"><a class="gutentor-element-image-link" href="https://culturadefato.com.br/nao-desvie-o-assunto/"><div class="gutentor-image-thumb"><img decoding="async" class="normal-image" src="https://culturadefato.com.br/wp-content/uploads/2022/05/LoveAmongTheRuins_BurneJones.jpg" alt="Obra: &quot;Love Among the Ruins&quot; (1873), por Edward Burne-Jones (1833 - 1898)."/></div></a></div></div>



<p class="has-text-align-center wp-block-paragraph"><br><em><a href="https://culturadefato.com.br/nao-desvie-o-assunto/">Não desvie o assunto</a></em></p>
</div></div>



<div id="col-g-wpn9t1g" class="wp-block-gutentor-m0-col col-g-wpn9t1g gutentor-carousel-item"><div id="section-g-wpn9t1g" class="section-g-wpn9t1g gutentor-col-wrap has-color-bg has-custom-bg">
<div id="section-g-6x591w6" class="wp-block-gutentor-e6 section-g-6x591w6 gutentor-element gutentor-element-image text-align-center-desktop"><div class="gutentor-element-image-box"><a class="gutentor-element-image-link" href="https://culturadefato.com.br/por-que-nao-deveriamos-viver-ansiosos/"><div class="gutentor-image-thumb"><img decoding="async" class="normal-image" src="https://culturadefato.com.br/wp-content/uploads/2022/05/TheDutchProverbs_Pieter-Bruegel.jpg" alt="Obra &quot;Provérbios Neerlandeses&quot; (1559), por Pieter Bruegel (1525–1530 / 1569)."/></div></a></div></div>



<p class="has-text-align-center wp-block-paragraph"><br><em><a href="https://culturadefato.com.br/por-que-nao-deveriamos-viver-ansiosos/">Por que não deveríamos viver ansiosos?</a></em></p>
</div></div>



<div id="col-g-au1al55" class="wp-block-gutentor-m0-col col-g-au1al55 gutentor-carousel-item"><div id="section-g-au1al55" class="section-g-au1al55 gutentor-col-wrap has-color-bg has-custom-bg">
<div id="section-g-lv5lzvm" class="wp-block-gutentor-e6 section-g-lv5lzvm gutentor-element gutentor-element-image text-align-center-desktop"><div class="gutentor-element-image-box"><a class="gutentor-element-image-link" href="https://culturadefato.com.br/descontentamento-e-guerras/"><div class="gutentor-image-thumb"><img decoding="async" class="normal-image" src="https://culturadefato.com.br/wp-content/uploads/2022/03/LesJoueursDeCartes_PaulCezanne.jpg" alt="Obra: &quot;Os Jogadores de Cartas&quot; (entre 1890 e 1895), de Paul Cézanne (1839 - 1906)."/></div></a></div></div>



<p class="has-text-align-center wp-block-paragraph"><br><em><a href="https://culturadefato.com.br/descontentamento-e-guerras/">Descontentamento e guerras</a></em></p>
</div></div>



<div id="col-g-q9d9wfi" class="wp-block-gutentor-m0-col col-g-q9d9wfi gutentor-carousel-item"><div id="section-g-q9d9wfi" class="section-g-q9d9wfi gutentor-col-wrap has-color-bg has-custom-bg">
<div id="section-g-1wswskr" class="wp-block-gutentor-e6 section-g-1wswskr gutentor-element gutentor-element-image text-align-center-desktop"><div class="gutentor-element-image-box"><a class="gutentor-element-image-link" href="https://culturadefato.com.br/sem-pedido-sem-casamento/"><div class="gutentor-image-thumb"><img decoding="async" class="normal-image" src="https://culturadefato.com.br/wp-content/uploads/2022/01/LagreneeLaMelancolie_LouisJeanFrancois.jpg" alt="Obra: &quot;La_Mélancolie&quot;, do pintor rococó francês Louis-Jean-François Lagrenée (1725 - 1805)."/></div></a></div></div>



<p class="has-text-align-center wp-block-paragraph"><br><em><a href="https://culturadefato.com.br/sem-pedido-sem-casamento/">Sem pedido, sem casamento</a></em></p>
</div></div>



<div id="col-g-8bkcu1b" class="wp-block-gutentor-m0-col col-g-8bkcu1b gutentor-carousel-item"><div id="section-g-8bkcu1b" class="section-g-8bkcu1b gutentor-col-wrap has-color-bg has-custom-bg">
<div id="section-g-jijibyi" class="wp-block-gutentor-e6 section-g-jijibyi gutentor-element gutentor-element-image text-align-center-desktop"><div class="gutentor-element-image-box"><a class="gutentor-element-image-link" href="https://culturadefato.com.br/com-que-causa-eu-vou/"><div class="gutentor-image-thumb"><img decoding="async" class="normal-image" src="https://culturadefato.com.br/wp-content/uploads/2021/10/PowerOfPrayer.jpg" alt="Obra: &quot;Power of Prayer&quot;, de David Mueller"/></div></a></div></div>



<p class="has-text-align-center wp-block-paragraph"><br><em><a href="https://culturadefato.com.br/com-que-causa-eu-vou/">Com que “causa” eu vou?</a></em></p>
</div></div>



<div id="col-g-1r798dn" class="wp-block-gutentor-m0-col col-g-1r798dn gutentor-carousel-item"><div id="section-g-1r798dn" class="section-g-1r798dn gutentor-col-wrap has-color-bg has-custom-bg">
<div id="section-g-lm7lgo5" class="wp-block-gutentor-e6 section-g-lm7lgo5 gutentor-element gutentor-element-image text-align-center-desktop"><div class="gutentor-element-image-box"><a class="gutentor-element-image-link" href="https://culturadefato.com.br/alem-da-nostalgia/"><div class="gutentor-image-thumb"><img decoding="async" class="normal-image" src="https://culturadefato.com.br/wp-content/uploads/2021/08/ClockCathedralOur-Lady_AntwerpBelgium.jpg" alt="Catedral de Nossa Senhora (Antuérpia)"/></div></a></div></div>



<p class="has-text-align-center wp-block-paragraph"><br><em><a href="https://culturadefato.com.br/alem-da-nostalgia/">Além da nostalgia</a></em></p>
</div></div>



<div id="col-g-fc1zee1" class="wp-block-gutentor-m0-col col-g-fc1zee1 gutentor-carousel-item"><div id="section-g-fc1zee1" class="section-g-fc1zee1 gutentor-col-wrap has-color-bg has-custom-bg">
<div id="section-g-rxaz1z7" class="wp-block-gutentor-e6 section-g-rxaz1z7 gutentor-element gutentor-element-image text-align-center-desktop"><div class="gutentor-element-image-box"><a class="gutentor-element-image-link" href="https://culturadefato.com.br/o-principio-do-inferno/"><div class="gutentor-image-thumb"><img decoding="async" class="normal-image" src="https://culturadefato.com.br/wp-content/uploads/2021/06/Pandemonium_JohnMartin.jpg" alt="Recorte da obra: &quot;Pandemonium&quot;, criada em 1825 pelo pintor inglês John Martin (1789 - 1854)."/></div></a></div></div>



<p class="has-text-align-center wp-block-paragraph"><br><em><a href="https://culturadefato.com.br/o-principio-do-inferno/">O princípio do inferno</a></em></p>
</div></div>



<div id="col-g-6mtvsrs" class="wp-block-gutentor-m0-col col-g-6mtvsrs gutentor-carousel-item"><div id="section-g-6mtvsrs" class="section-g-6mtvsrs gutentor-col-wrap has-color-bg has-custom-bg">
<div id="section-g-6a75sq7" class="wp-block-gutentor-e6 section-g-6a75sq7 gutentor-element gutentor-element-image text-align-center-desktop"><div class="gutentor-element-image-box"><a class="gutentor-element-image-link" href="https://culturadefato.com.br/na-janela-do-tempo/"><div class="gutentor-image-thumb"><img decoding="async" class="normal-image" src="https://culturadefato.com.br/wp-content/uploads/2020/11/PawelKuczynski.jpg" alt="Paweł Kuczyński"/></div></a></div></div>



<p class="has-text-align-center wp-block-paragraph"><br><a href="https://culturadefato.com.br/na-janela-do-tempo/"><em>Na janela do tempo</em></a></p>
</div></div>
</div></div></section>



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			</item>
		<item>
		<title>Por amor próprio&#8230;</title>
		<link>https://culturadefato.com.br/por-amor-proprio/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Noeme Rodrigues de Souza Campos]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 28 Aug 2024 23:27:53 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cristianismo]]></category>
		<category><![CDATA[Filosofia e História]]></category>
		<category><![CDATA[Narciso]]></category>
		<category><![CDATA[Sofrimento]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://culturadefato.com.br/?p=22937</guid>

					<description><![CDATA[<p>“O que fica evidente é que falta de amor próprio nunca foi problema, pelo contrário, nosso problema é excesso de amor próprio. E os efeitos colaterais desse excesso de amor próprio não resulta apenas em ataques aos outros, mas também em profundo sofrimento interno, infelicidade crônica…”</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="has-text-align-center wp-block-paragraph">“<em>Deve-se deixar a vaidade aos que não têm outra coisa para exibir.</em>”<br><span data-tooltip-position="top" data-tooltip="Honoré de Balzac (1799 - 1850) foi um prolífico escritor francês, notável por suas agudas observações psicológicas. É considerado o fundador do Realismo na literatura moderna.">Honoré de Balzac</span> (1799 &#8211; 1850)</p>



<hr class="wp-block-separator has-alpha-channel-opacity is-style-wide"/>



<br><br>



<p class="has-drop-cap wp-block-paragraph">É por amor próprio que gastamos nossas vidas alimentando mágoas, cultivando ódios, cutucando feridas, sem nos dar conta do real problema que não nos deixa enxergar além de nós mesmos: ego inflado e super sensível pelo excesso de amor próprio.</p>



<p class="wp-block-paragraph">É por amor próprio que nos tornamos hipersensíveis e, facilmente, nos sentimos ofendidos — não podemos aceitar que os outros não reconheçam nossa importância, sem que isso nos cause profundo sofrimento. Como deixar que nos ignorem? Quem eles pensam que são, para nos tratar assim? É evidente que não podemos deixar a mínima ofensa passar despercebida!</p>



<p class="wp-block-paragraph">É por amor próprio que, obviamente, não podemos abrir mão da vingança, seja em forma de ódio, ira, amargura, rancor, mágoa, autocomiseração ou quaisquer outras manifestações possíveis (internas ou externas). A meta é proteger nossa imagem, nossos direitos, nosso ego, a qualquer custo!</p>



<p class="wp-block-paragraph">É por amor próprio que relacionamos tudo a nós, achamos que é tudo sobre nós…e perdemos de vista o resto, perdemos as oportunidades para alegrias, perdemos a capacidade de nos encantar com o que está além de nós, perdemos a vida…</p>



<p class="wp-block-paragraph">Para justificar nossas reações, temos frases do tipo: “Esquecer a dor que me causaram? Como eu poderia?”, ou, “Você diz pra esquecer porque não foi com você. Será que não entende que EU fui ofendido?”. Em outras palavras: “Não entende o quanto <strong>eu</strong> sou importante?”.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O que fica evidente é que falta de amor próprio nunca foi problema, pelo contrário, nosso problema é excesso de amor próprio. E os efeitos colaterais desse excesso de amor próprio não resulta apenas em ataques aos outros, mas também em profundo sofrimento interno, infelicidade crônica…</p>



<p class="wp-block-paragraph">E sabe porque anos de terapia não podem resolver o problema? Porque, geralmente, na tentativa de curar nossa dor, a terapia tenderá a estimular mais do veneno que está nos matando: o tal amor próprio! Quanto mais somos estimulados a olhar para nós mesmos, nosso passado, nossas feridas, ou nossa capacidade de curar a nós mesmos, mais mergulhamos no ego…</p>



<p class="wp-block-paragraph">Como <span data-tooltip-position="right" data-tooltip="Narciso é um personagem da mitologia grega, filho do deus do rio Cefiso e da ninfa Liríope. Ele representa um forte símbolo da vaidade.">Narciso</span> diante do seu reflexo no lago, nossa tentativa de mergulhar em nós mesmos é suicida. Não fomos feitos para nós mesmos, a vida não é sobre nós. Quanto mais buscarmos redenção em nós mesmos, nossos sentimentos, nossas experiências, nosso passado… mais distorção, desespero e escuridão encontraremos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Como, então, curar-nos desse amor próprio extremado e doentio? É preciso mudar o foco do olhar. Olhemos para Aquele que disse: “Olhai para mim e sereis salvos, vós, todos os termos da terra; porque eu sou Deus, e não há outro” (<span data-tooltip-position="top" data-tooltip="Isaías">Is</span>. <span data-tooltip-position="top" data-tooltip="Capítulo 45">45</span>.<span data-tooltip-position="top" data-tooltip="Versículo 22">22</span>) e ainda: “Se alguém quer vir após mim, negue-se a si mesmo [&#8230;] Porque, qualquer que quiser salvar a sua vida, perdê-la-á; mas qualquer que, por amor de mim, perder a sua vida, a salvará.” (<span data-tooltip-position="top" data-tooltip="Lucas">Lc</span>. <span data-tooltip-position="top" data-tooltip="Capítulo 9">9</span>.<span data-tooltip-position="top" data-tooltip="Entre os versículos 22 e 23.">23-24</span>).</p>



<br>



<p class="has-text-align-right wp-block-paragraph">Por&nbsp;<a href="https://culturadefato.com.br/author/noemerodriguesdesouzacampos/">Noeme Rodrigues de Souza Campos</a>.<br>Publicado originalmente no&nbsp;<em>website</em>&nbsp;da&nbsp;<a href="https://www.ultimato.com.br/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Editora Ultimato</a>, em 13 de Junho de 2024.</p>



<br>



<p class="has-background has-very-light-gray-background-color wp-block-paragraph"><strong>Nota da editoria:</strong><br><br>Imagem da capa: “<em>Narcissus </em>” (1597 – 1599), por <span data-tooltip-position="top" data-tooltip="Michelangelo Merisi (Michele Angelo Merigi or Amerighi) da Caravaggio (1571 - 1610): pintor italiano.">Caravaggio</span> (1571 &#8211; 1610). </p>



<br>



<h2 class="wp-block-heading has-text-align-center">Mais da autora:</h2>



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<section id="gm71bf303" class="wp-block-gutentor-m0 alignfull section-gm71bf303 gutentor-module gutentor-module-carousel has-color-bg has-custom-bg gutentor-slick-a-default-desktop gutentor-slick-a-default-tablet gutentor-slick-a-default-mobile"><div class="grid-container"><div class="gutentor-module-carousel-row" data-dots="false" data-dotstablet="false" data-dotsmobile="false" data-arrows="true" data-arrowstablet="true" data-arrowsmobile="true" data-infinite="true" data-autoplay="true" data-draggable="true" data-pauseonfocus="true" data-pauseonhover="true" data-autoplayspeed="4500" data-cmondesktop="false" data-cmontablet="false" data-cmonmobile="false" data-nextarrow="fas fa-angle-right" data-prevarrow="fas fa-angle-left" data-arrowspositiondesktop="gutentor-slick-a-default-desktop" data-arrowspositiontablet="gutentor-slick-a-default-tablet" data-arrowspositionmobile="gutentor-slick-a-default-mobile" data-speed="300" data-slideitemdesktop="2" data-slideitemtablet="3" data-slideitemmobile="2" data-slidescroll-desktop="2" data-slidescroll-tablet="3" data-slidescroll-mobile="2">
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<div id="section-g-ittnl15" class="wp-block-gutentor-e6 section-g-ittnl15 gutentor-element gutentor-element-image text-align-center-desktop"><div class="gutentor-element-image-box"><a class="gutentor-element-image-link" href="https://culturadefato.com.br/liberdade-sexual-ou-escravidao-pelo-desejo/"><div class="gutentor-image-thumb"><img decoding="async" class="normal-image" src="https://culturadefato.com.br/wp-content/uploads/2024/03/APrimaveraBotticelli.jpg" alt="Obra: &quot;A Primavera&quot; (1477 – 1482), de Sandro Botticelli (1445 - 1510)."/></div></a></div></div>



<p class="has-text-align-center wp-block-paragraph"><br><em><a href="https://culturadefato.com.br/liberdade-sexual-ou-escravidao-pelo-desejo/">Liberdade sexual ou escravidão pelo desejo?</a></em></p>
</div></div>



<div id="col-gm3d87d7" class="wp-block-gutentor-m0-col col-gm3d87d7 gutentor-carousel-item"><div id="section-gm3d87d7" class="section-gm3d87d7 gutentor-col-wrap has-color-bg has-custom-bg">
<div id="section-g285460" class="wp-block-gutentor-e6 section-g285460 gutentor-element gutentor-element-image text-align-center-desktop"><div class="gutentor-element-image-box"><a class="gutentor-element-image-link" href="https://culturadefato.com.br/sintomas-do-orgulho/"><div class="gutentor-image-thumb"><img decoding="async" class="normal-image" src="https://culturadefato.com.br/wp-content/uploads/2023/04/Arrogancia_2021_BogdanDide.jpg" alt="Obra &quot;Arrogância&quot; (2021), por Bogdan Dide"/></div></a></div></div>



<p class="has-text-align-center wp-block-paragraph"><br><em><a href="https://culturadefato.com.br/sintomas-do-orgulho/">Sintomas do orgulho</a></em></p>
</div></div>



<div id="col-g-g114756" class="wp-block-gutentor-m0-col col-g-g114756 gutentor-carousel-item"><div id="section-g-g114756" class="section-g-g114756 gutentor-col-wrap has-color-bg has-custom-bg">
<div id="section-g-6g77vx7" class="wp-block-gutentor-e6 section-g-6g77vx7 gutentor-element gutentor-element-image text-align-center-desktop"><div class="gutentor-element-image-box"><a class="gutentor-element-image-link" href="https://culturadefato.com.br/nas-memorias-das-minhas-filhas/"><div class="gutentor-image-thumb"><img decoding="async" class="normal-image" src="https://culturadefato.com.br/wp-content/uploads/2023/03/HandInHand_LaurieSnowHein.jpg" alt="Obra: &quot;Hand in hand&quot;, por Laurie Snow Hein."/></div></a></div></div>



<p class="has-text-align-center wp-block-paragraph"><br><em><a href="https://culturadefato.com.br/nas-memorias-das-minhas-filhas/">Nas memórias das minhas filhas</a></em></p>
</div></div>



<div id="col-gm04c701" class="wp-block-gutentor-m0-col col-gm04c701 gutentor-carousel-item"><div id="section-gm04c701" class="section-gm04c701 gutentor-col-wrap has-color-bg has-custom-bg">
<div id="section-g348acf" class="wp-block-gutentor-e6 section-g348acf gutentor-element gutentor-element-image text-align-center-desktop"><div class="gutentor-element-image-box"><a class="gutentor-element-image-link" href="https://culturadefato.com.br/para-que-a-beleza-venca-a-feiura/"><div class="gutentor-image-thumb"><img decoding="async" class="normal-image" src="https://culturadefato.com.br/wp-content/uploads/2022/12/TheWedding_Giulio-Rosati.jpg" alt="Obra: &quot;O Casamento&quot; (1885), por Giulio Rosati (1858 - 1917)."/></div></a></div></div>



<p class="has-text-align-center wp-block-paragraph"><br><em><a href="https://culturadefato.com.br/para-que-a-beleza-venca-a-feiura/">Para que a beleza vença a feiura</a></em></p>
</div></div>



<div id="col-gm666515" class="wp-block-gutentor-m0-col col-gm666515 gutentor-carousel-item"><div id="section-gm666515" class="section-gm666515 gutentor-col-wrap has-color-bg has-custom-bg">
<div id="section-g1aec69" class="wp-block-gutentor-e6 section-g1aec69 gutentor-element gutentor-element-image text-align-center-desktop"><div class="gutentor-element-image-box"><a class="gutentor-element-image-link" href="https://culturadefato.com.br/se-deus-promove-sua-propria-gloria-por-que-eu-nao-deveria-promover-a-minha/"><div class="gutentor-image-thumb"><img decoding="async" class="normal-image" src="https://culturadefato.com.br/wp-content/uploads/2022/10/AugusteToulmouche_Vanity.jpg" alt="Obra: &quot;Vaidade&quot; (1889), por Auguste Toulmouche (1829 - 1890)."/></div></a></div></div>



<p class="has-text-align-center wp-block-paragraph"><br><a href="https://culturadefato.com.br/se-deus-promove-sua-propria-gloria-por-que-eu-nao-deveria-promover-a-minha/"><em>Se Deus promove sua própria glória, por que eu não deveria promover a minha?</em></a></p>
</div></div>



<div id="col-g-7ecz4ez" class="wp-block-gutentor-m0-col col-g-7ecz4ez gutentor-carousel-item"><div id="section-g-7ecz4ez" class="section-g-7ecz4ez gutentor-col-wrap has-color-bg has-custom-bg">
<div id="section-g-0xnf9jx" class="wp-block-gutentor-e6 section-g-0xnf9jx gutentor-element gutentor-element-image text-align-center-desktop"><div class="gutentor-element-image-box"><a class="gutentor-element-image-link" href="https://culturadefato.com.br/nao-desvie-o-assunto/"><div class="gutentor-image-thumb"><img decoding="async" class="normal-image" src="https://culturadefato.com.br/wp-content/uploads/2022/05/LoveAmongTheRuins_BurneJones.jpg" alt="Obra: &quot;Love Among the Ruins&quot; (1873), por Edward Burne-Jones (1833 - 1898)."/></div></a></div></div>



<p class="has-text-align-center wp-block-paragraph"><br><em><a href="https://culturadefato.com.br/nao-desvie-o-assunto/">Não desvie o assunto</a></em></p>
</div></div>



<div id="col-g-wpn9t1g" class="wp-block-gutentor-m0-col col-g-wpn9t1g gutentor-carousel-item"><div id="section-g-wpn9t1g" class="section-g-wpn9t1g gutentor-col-wrap has-color-bg has-custom-bg">
<div id="section-g-6x591w6" class="wp-block-gutentor-e6 section-g-6x591w6 gutentor-element gutentor-element-image text-align-center-desktop"><div class="gutentor-element-image-box"><a class="gutentor-element-image-link" href="https://culturadefato.com.br/por-que-nao-deveriamos-viver-ansiosos/"><div class="gutentor-image-thumb"><img decoding="async" class="normal-image" src="https://culturadefato.com.br/wp-content/uploads/2022/05/TheDutchProverbs_Pieter-Bruegel.jpg" alt="Obra &quot;Provérbios Neerlandeses&quot; (1559), por Pieter Bruegel (1525–1530 / 1569)."/></div></a></div></div>



<p class="has-text-align-center wp-block-paragraph"><br><em><a href="https://culturadefato.com.br/por-que-nao-deveriamos-viver-ansiosos/">Por que não deveríamos viver ansiosos?</a></em></p>
</div></div>



<div id="col-g-au1al55" class="wp-block-gutentor-m0-col col-g-au1al55 gutentor-carousel-item"><div id="section-g-au1al55" class="section-g-au1al55 gutentor-col-wrap has-color-bg has-custom-bg">
<div id="section-g-lv5lzvm" class="wp-block-gutentor-e6 section-g-lv5lzvm gutentor-element gutentor-element-image text-align-center-desktop"><div class="gutentor-element-image-box"><a class="gutentor-element-image-link" href="https://culturadefato.com.br/descontentamento-e-guerras/"><div class="gutentor-image-thumb"><img decoding="async" class="normal-image" src="https://culturadefato.com.br/wp-content/uploads/2022/03/LesJoueursDeCartes_PaulCezanne.jpg" alt="Obra: &quot;Os Jogadores de Cartas&quot; (entre 1890 e 1895), de Paul Cézanne (1839 - 1906)."/></div></a></div></div>



<p class="has-text-align-center wp-block-paragraph"><br><em><a href="https://culturadefato.com.br/descontentamento-e-guerras/">Descontentamento e guerras</a></em></p>
</div></div>



<div id="col-g-q9d9wfi" class="wp-block-gutentor-m0-col col-g-q9d9wfi gutentor-carousel-item"><div id="section-g-q9d9wfi" class="section-g-q9d9wfi gutentor-col-wrap has-color-bg has-custom-bg">
<div id="section-g-1wswskr" class="wp-block-gutentor-e6 section-g-1wswskr gutentor-element gutentor-element-image text-align-center-desktop"><div class="gutentor-element-image-box"><a class="gutentor-element-image-link" href="https://culturadefato.com.br/sem-pedido-sem-casamento/"><div class="gutentor-image-thumb"><img decoding="async" class="normal-image" src="https://culturadefato.com.br/wp-content/uploads/2022/01/LagreneeLaMelancolie_LouisJeanFrancois.jpg" alt="Obra: &quot;La_Mélancolie&quot;, do pintor rococó francês Louis-Jean-François Lagrenée (1725 - 1805)."/></div></a></div></div>



<p class="has-text-align-center wp-block-paragraph"><br><em><a href="https://culturadefato.com.br/sem-pedido-sem-casamento/">Sem pedido, sem casamento</a></em></p>
</div></div>



<div id="col-g-8bkcu1b" class="wp-block-gutentor-m0-col col-g-8bkcu1b gutentor-carousel-item"><div id="section-g-8bkcu1b" class="section-g-8bkcu1b gutentor-col-wrap has-color-bg has-custom-bg">
<div id="section-g-jijibyi" class="wp-block-gutentor-e6 section-g-jijibyi gutentor-element gutentor-element-image text-align-center-desktop"><div class="gutentor-element-image-box"><a class="gutentor-element-image-link" href="https://culturadefato.com.br/com-que-causa-eu-vou/"><div class="gutentor-image-thumb"><img decoding="async" class="normal-image" src="https://culturadefato.com.br/wp-content/uploads/2021/10/PowerOfPrayer.jpg" alt="Obra: &quot;Power of Prayer&quot;, de David Mueller"/></div></a></div></div>



<p class="has-text-align-center wp-block-paragraph"><br><em><a href="https://culturadefato.com.br/com-que-causa-eu-vou/">Com que “causa” eu vou?</a></em></p>
</div></div>



<div id="col-g-1r798dn" class="wp-block-gutentor-m0-col col-g-1r798dn gutentor-carousel-item"><div id="section-g-1r798dn" class="section-g-1r798dn gutentor-col-wrap has-color-bg has-custom-bg">
<div id="section-g-lm7lgo5" class="wp-block-gutentor-e6 section-g-lm7lgo5 gutentor-element gutentor-element-image text-align-center-desktop"><div class="gutentor-element-image-box"><a class="gutentor-element-image-link" href="https://culturadefato.com.br/alem-da-nostalgia/"><div class="gutentor-image-thumb"><img decoding="async" class="normal-image" src="https://culturadefato.com.br/wp-content/uploads/2021/08/ClockCathedralOur-Lady_AntwerpBelgium.jpg" alt="Catedral de Nossa Senhora (Antuérpia)"/></div></a></div></div>



<p class="has-text-align-center wp-block-paragraph"><br><em><a href="https://culturadefato.com.br/alem-da-nostalgia/">Além da nostalgia</a></em></p>
</div></div>



<div id="col-g-fc1zee1" class="wp-block-gutentor-m0-col col-g-fc1zee1 gutentor-carousel-item"><div id="section-g-fc1zee1" class="section-g-fc1zee1 gutentor-col-wrap has-color-bg has-custom-bg">
<div id="section-g-rxaz1z7" class="wp-block-gutentor-e6 section-g-rxaz1z7 gutentor-element gutentor-element-image text-align-center-desktop"><div class="gutentor-element-image-box"><a class="gutentor-element-image-link" href="https://culturadefato.com.br/o-principio-do-inferno/"><div class="gutentor-image-thumb"><img decoding="async" class="normal-image" src="https://culturadefato.com.br/wp-content/uploads/2021/06/Pandemonium_JohnMartin.jpg" alt="Recorte da obra: &quot;Pandemonium&quot;, criada em 1825 pelo pintor inglês John Martin (1789 - 1854)."/></div></a></div></div>



<p class="has-text-align-center wp-block-paragraph"><br><em><a href="https://culturadefato.com.br/o-principio-do-inferno/">O princípio do inferno</a></em></p>
</div></div>



<div id="col-g-6mtvsrs" class="wp-block-gutentor-m0-col col-g-6mtvsrs gutentor-carousel-item"><div id="section-g-6mtvsrs" class="section-g-6mtvsrs gutentor-col-wrap has-color-bg has-custom-bg">
<div id="section-g-6a75sq7" class="wp-block-gutentor-e6 section-g-6a75sq7 gutentor-element gutentor-element-image text-align-center-desktop"><div class="gutentor-element-image-box"><a class="gutentor-element-image-link" href="https://culturadefato.com.br/na-janela-do-tempo/"><div class="gutentor-image-thumb"><img decoding="async" class="normal-image" src="https://culturadefato.com.br/wp-content/uploads/2020/11/PawelKuczynski.jpg" alt="Paweł Kuczyński"/></div></a></div></div>



<p class="has-text-align-center wp-block-paragraph"><br><a href="https://culturadefato.com.br/na-janela-do-tempo/"><em>Na janela do tempo</em></a></p>
</div></div>
</div></div></section>



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<p>O post <a href="https://culturadefato.com.br/por-amor-proprio/">Por amor próprio&#8230;</a> apareceu primeiro em <a href="https://culturadefato.com.br">Cultura de Fato</a>.</p>
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					<wfw:commentRss>https://culturadefato.com.br/por-amor-proprio/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Liberdade sexual ou escravidão pelo desejo?</title>
		<link>https://culturadefato.com.br/liberdade-sexual-ou-escravidao-pelo-desejo/</link>
					<comments>https://culturadefato.com.br/liberdade-sexual-ou-escravidao-pelo-desejo/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Noeme Rodrigues de Souza Campos]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 12 Mar 2024 03:52:05 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Filosofia e História]]></category>
		<category><![CDATA[Olavo de Carvalho]]></category>
		<category><![CDATA[Sexualidade]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://culturadefato.com.br/?p=20593</guid>

					<description><![CDATA[<p>“Os glutões não encontram no excesso de comida a satisfação que procuram, nem os beberrões o fazem na bebida. Apenas deformam seus corpos, almas e relacionamentos ao elevar comida ou bebida à uma posição acima do propósito original desses elementos. Assim também é com o sexo.”</p>
<p>O post <a href="https://culturadefato.com.br/liberdade-sexual-ou-escravidao-pelo-desejo/">Liberdade sexual ou escravidão pelo desejo?</a> apareceu primeiro em <a href="https://culturadefato.com.br">Cultura de Fato</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="has-text-align-center wp-block-paragraph">“<em>Eu descobri em mim mesmo desejos dos quais nada nesta Terra pode satisfazer.<br>A única explicação lógica é que eu fui feito para outro mundo.</em>”<br><span data-tooltip-position="top" data-tooltip="Clive">C</span>. <span data-tooltip-position="top" data-tooltip="Staples">S</span>. <span data-tooltip-position="top" data-tooltip="C. S. Lewis (1898 - 1963), escritor e apologista cristão irlandês.">Lewis</span> (1898 &#8211; 1963)</p>



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<h6 class="wp-block-heading has-text-align-right" id="Epigrafe">Não deixe de ouvir <a href="#OlavoDeCarvalho">excerto de aula</a> disponível no término desta postagem.</h6>



<hr class="wp-block-separator has-alpha-channel-opacity is-style-wide"/>



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<p class="has-drop-cap wp-block-paragraph">É ingenuidade imaginar que na maior liberação sexual está o segredo para mais felicidade.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Diversifique os parceiros, multiplique as possibilidades, sexualize as músicas, as conversas e todas as manifestações culturais, no final das contas é como tentar saciar a fome enchendo o estômago de água — a fome vai permanecer e, junto com ela, virá o enfastio pelo excesso de água…</p>



<p class="wp-block-paragraph">É que a fome da alma é de infinito e, num certo sentido, sexo é só sexo. Por mais que envolva prazer e beleza, não pode ser mais do que o que foi feito para ser. Ainda que, como todas as belezas e todos os prazeres, seja um reflexo daquele que É, não pode substituí-lo. Tentar usar o sexo para satisfazer o <a href="https://culturadefato.com.br/jesus-cristo-o-infinito-no-finito/">anseio de infinito</a> é um esforço infrutífero.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Os glutões não encontram no excesso de comida a satisfação que procuram, nem os beberrões o fazem na bebida. Apenas deformam seus corpos, almas e relacionamentos ao elevar comida ou bebida à uma posição acima do propósito original desses elementos. Assim também é com o sexo: tente tirar dele mais do que ele pode oferecer e o resultado é deformação e maior infelicidade.</p>



<p class="img-direita wp-block-paragraph"><a href="https://culturadefato.com.br/ceu-e-sexualidade/"><img fetchpriority="high" decoding="async" width="411" height="245" class="wp-image-20608" src="https://culturadefato.com.br/wp-content/uploads/2024/03/Casamento_CantosEsfumacados.jpg" alt="Casamento (cantos esfumaçados)."></a>Não é à toa que especialistas em nutrição recomendam uma série de cuidados com a alimentação. Não é porque você sente vontade de comer todos os chocolates da caixa que deve fazê-lo. Também não seria saudável atacar a geladeira na madrugada só porque seu desejo por comida é intenso. E se os especialistas em sexualidade estão dizendo para quebrar todas as barreiras na área sexual, em nome da satisfação dos seus desejos, é porque não entendem nem um pouco sobre quem é o ser humano &#8211; lhes falta uma antropologia consistente ao pensar o ser humano em categorias animalescas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Como papagaios treinados, tais “especialistas” repetem as palavras de ordem que agradam aos ouvidos de uma geração cada vez mais deformada pela exaltação de desejos escravizadores — a geração mais infeliz de todos os tempos: “faça o que lhe dá prazer! Siga seus desejos”. Mas depois não sabem ensinar a conviver com o vazio da alma.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Nem terapias, nem todas as drogas do mundo poderão amenizar a dor de existir tão deformado e distante do propósito para o qual você foi feito.</p>



<br>



<p class="has-text-align-right wp-block-paragraph">Por&nbsp;<a href="https://culturadefato.com.br/author/noemerodriguesdesouzacampos/">Noeme Rodrigues de Souza Campos</a>.<br>Publicado originalmente no&nbsp;<em>website</em>&nbsp;da&nbsp;<a href="https://www.ultimato.com.br/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Editora Ultimato</a>, em 10 de fevereiro de 2021.</p>



<br>



<p class="has-background has-very-light-gray-background-color wp-block-paragraph"><strong>Nota da editoria:</strong><br><br>Imagem da capa: “<em>A Primavera</em>” (1477 – 1482), por Sandro Botticelli (1445 &#8211; 1510).</p>



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<hr class="wp-block-separator has-alpha-channel-opacity is-style-dots"/>



<br>



<p class="wp-block-paragraph" id="OlavoDeCarvalho"><a href="#Epigrafe"><img decoding="async" width="14" height="10" class="wp-image-105" style="width: 14px;" src="https://culturadefato.com.br/wp-content/uploads/2020/06/Subir.jpg" alt="Subir"></a> Em complemento,&nbsp;ouça Olavo de Carvalho expondo realidades comumente ignoradas sobre relações sexuais:</p>



<figure class="wp-block-audio"><audio controls src="https://culturadefato.com.br/downloads/filosofia_e_historia/2024/RealidadesIgnoradasSobreRelacoesSexuais.mp3"></audio></figure>



<br>

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		<title>Sintomas do orgulho</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Noeme Rodrigues de Souza Campos]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 28 Apr 2023 03:14:08 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Filosofia e História]]></category>
		<category><![CDATA[Chesterton]]></category>
		<category><![CDATA[Cristianismo]]></category>
		<category><![CDATA[G. K. Chesterton]]></category>
		<category><![CDATA[Jesus Cristo]]></category>
		<category><![CDATA[Olavo de Carvalho]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>“O orgulho se revela na obstinação em nos proteger a qualquer custo. Queremos proteger nossa imagem porque queremos ser grandes diante dos outros.”</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="has-text-align-center wp-block-paragraph">“<em>Há grandes homens que fazem com que todos se sintam pequenos.<br>Mas o verdadeiro grande homem é aquele que faz com que todos se sintam grandes.</em>”<br><span data-tooltip-position="top" data-tooltip="Gilbert">G</span>. <span data-tooltip-position="top" data-tooltip="Keith">K</span>. <span data-tooltip="Gilbert Keith Chesterton (1874 - 1936) é mais conhecido como G. K. Chesterton, foi um escritor inglês." data-tooltip-position="top">Chesterton</span> (1874 – 1936)</p>



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<br>



<p class="has-drop-cap wp-block-paragraph">O orgulho se revela na obstinação em nos proteger a qualquer custo. Queremos proteger nossa imagem porque queremos ser grandes diante dos outros. Daí vem as reações agressivas quando nos sentimos atacados. O sentimento de humilhação é insuportável porque fere a imagem de superioridade que cultivamos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Ficamos ofendidos com muita facilidade porque somos orgulhosos! Qualquer coisa que digam contra nossa opinião ou atitudes são interpretadas como graves ataques pessoais. Então, como feras acuadas, saímos em defesa de nossa imagem… A forma como fazemos isso pode variar, mas a motivação é sempre a mesma: orgulho!</p>



<p class="wp-block-paragraph">Alguns explodem em ira. Outros se afastam em busca de isolamento. É possível ficar remoendo a situação de humilhação, imaginando possíveis reações de defesa. Listas dos defeitos de quem nos &#8220;atacou&#8221; são feitas e refeitas mentalmente. Queremos ouvir alguém que concorde conosco e nos ajude a reafirmar o quanto estamos certos e o outro está errado. O ódio é cultivado junto com o sentimento de vitimização. Depois pode vir a depressão, pânico, reações diversas das emoções e do corpo…</p>



<p class="wp-block-paragraph">Entretanto, quando aprendemos com Cristo que não somos o centro do mundo, que a vida não é sobre nós, mas sobre Deus, nossa própria imagem perde importância. Quando percebemos que a honra de Cristo é mais importante que a nossa, deixamos de nos ofender por qualquer coisa, deixamos de desperdiçar tempo e energia para nos proteger.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Aliás, em Cristo, enxergamos nossa miséria e tomamos consciência de que nenhum ataque poderia revelar o quão profundamente feia é nossa imagem. É assim que a verdade nos liberta de nós mesmos e dessa cansativa tarefa que o orgulho nos dá &#8211; proteger a honra de um ser tão indigno quanto eu.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Enquanto olhamos pelas lentes do orgulho jamais poderemos perdoar, pois não nos vemos tão miseráveis, feios e maus como aqueles que nos ofendem. É a verdade que nos liberta para perdoar e amar outros seres iguais a nós&#8230;</p>



<br>



<p class="has-text-align-right wp-block-paragraph">Por <a href="https://culturadefato.com.br/author/noemerodriguesdesouzacampos/">Noeme Rodrigues de Souza Campos</a>.<br>Publicado originalmente no <em>website</em> da <a href="https://www.ultimato.com.br/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Editora Ultimato</a>, em 3 de dezembro de 2018.</p>



<br>



<p class="has-background has-very-light-gray-background-color wp-block-paragraph"><strong>Nota da editoria:</strong><br><br>Imagem da capa: “<em><a href="https://www.saatchiart.com/print/Painting-Arrog-ncia/1051905/8885565/view" target="_blank" rel="noreferrer noopener nofollow">Arrogância</a></em>” (2021), por <a href="https://www.artmajeur.com/bogdan-dide" target="_blank" rel="noreferrer noopener nofollow">Bogdan Dide</a>.</p>



<br>



<hr class="wp-block-separator has-alpha-channel-opacity is-style-dots"/>



<br>



<p class="wp-block-paragraph">Confira, neste áudio, comentários do filósofo Olavo de Carvalho (1947 – 2022) sobre a timidez e descubra as relações com este artigo:<audio src="https://culturadefato.com.br/downloads/filosofia_e_historia/2022/ExpectativasSobreEstaVida.mp3"></audio></p>



<figure class="wp-block-audio"><audio controls src="https://culturadefato.com.br/downloads/filosofia_e_historia/2023/ComoVencerTimidez_OlavoDeCarvalho.mp3"></audio></figure>



<br>
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		<title>Nas memórias das minhas filhas</title>
		<link>https://culturadefato.com.br/nas-memorias-das-minhas-filhas/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Noeme Rodrigues de Souza Campos]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 22 Mar 2023 21:49:08 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Filosofia e História]]></category>
		<category><![CDATA[Família]]></category>
		<category><![CDATA[Morte]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>“A sociedade do futuro será o reflexo das memórias dos nossos filhos. E, para o bem ou para o mal, as mães e os pais de hoje estarão lá.”</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="has-text-align-center wp-block-paragraph">“<em>O coração das mães é um abismo no fundo do qual se encontra sempre um perdão.</em>”<br><span data-tooltip-position="top" data-tooltip="Honoré de Balzac (1799 - 1850): prolífico escritor francês, notável por suas agudas observações psicológicas. É considerado o fundador do Realismo na literatura moderna.">Honoré de Balzac</span> (1799 – 1850)</p>



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<br>



<p class="has-drop-cap wp-block-paragraph">A morte da minha mãe, recentemente, me trouxe à lembrança os registros que guardei dela, em minha memória. Da disposição em sacrificar-se pelos filhos à alegria de preparar algo para suprir uma necessidade ou simplesmente agradar um filho, tudo me veio à lembrança. E isso me fez pensar no tipo de mãe que tenho sido e em como estou ajudando minhas filhas a construírem a memória que terão de mim…</p>



<p class="wp-block-paragraph">Lembrarão de uma mãe que reclama do trabalho de cuidar das filhas ou uma mãe que tem prazer em cumprir seu papel nas vidas delas? Alguém que ama ser mãe ou para quem a maternidade é um peso?</p>



<p class="wp-block-paragraph">Já faz um tempinho que as funções ligadas à maternidade e ao cuidado do lar estão em baixa na sociedade. As mulheres são valorizadas por seus feitos no trabalho fora de casa e estimuladas a desgostarem de qualquer tarefa relacionada ao cuidado dos filhos e ao lar. E, nessa correria de tentar trabalhar fora e cuidar de uma família, quase sempre estamos cansadas demais para exercer a maternidade e todas as suas implicações com disposição e contentamento. Junto com o cansaço vem a impaciência, a reclamação, a inabilidade para aproveitar cada momento que gastamos para e com nossos filhos.</p>



<p class="img-direita wp-block-paragraph"><a href="https://culturadefato.com.br/saudade-e-o-amor-que-fica/"><img decoding="async" width="610" height="354" class="wp-image-12205" src="https://culturadefato.com.br/wp-content/uploads/2022/05/Saudade_AlmeidaJunior_Med.jpg" alt="Obra: &quot;Saudade&quot;, por Almeida Júnior (1850 - 1899)"></a>É fácil nós, mães, esquecermos que a vida acontece no presente, seja trocando fraldas, controlando a febre ou passeando no parque. É agora a oportunidade de termos a presença dos filhos e sermos presentes para eles. Às vezes somos tentadas a viver para o futuro, imaginando que o trabalho de preparar refeições, levar ao médico, educar persistentemente é só um trabalho duro que queremos terminar logo para depois ficarmos livres. Mas não! Não estamos fazendo a parte difícil agora para depois vivermos. Estamos vivendo agora, construindo nossa relação de mãe e filhos enquanto trocamos fraldas, damos broncas ou fazemos qualquer outra coisa com e para eles. Estamos vivendo a parte mais importante! É em meio às tarefas triviais que os ajudamos a construir as memórias que terão de nós. E, muito mais que memórias, estão aprendendo conosco a serem as pessoas que serão.</p>



<p class="wp-block-paragraph">No meu tom de voz, na minha paciência ou falta dela, na disposição ou indisposição para servir, estou ajudando minhas filhas a terem uma opinião sobre a maternidade e a família. Elas podem aprender a amar ou odiar isso.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Não. Não se trata apenas das memórias que minhas filhas terão de mim. Na maneira como exerço a maternidade e o cuidado com a família estou ajudando a construir futuros lares.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A sociedade do futuro será o reflexo das memórias dos nossos filhos. E, para o bem ou para o mal, as mães e os pais de hoje estarão lá.</p>



<br>



<p class="has-text-align-right wp-block-paragraph">Por <a href="https://culturadefato.com.br/author/noemerodriguesdesouzacampos/">Noeme Rodrigues de Souza Campos</a>.<br>Publicado originalmente no <em>website</em> da <a href="https://www.ultimato.com.br/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Editora Ultimato</a>, em 14 de fevereiro de 2020.</p>



<br>



<p class="has-background has-very-light-gray-background-color wp-block-paragraph"><strong>Notas da editoria:</strong><br><br>Imagem da capa: “<em>Hand in hand</em>”, por <a href="https://fineartamerica.com/profiles/laurie-hein" target="_blank" rel="noreferrer noopener nofollow">Laurie Snow Hein</a>.</p>



<br>
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		<title>Para que a beleza vença a feiura</title>
		<link>https://culturadefato.com.br/para-que-a-beleza-venca-a-feiura/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Noeme Rodrigues de Souza Campos]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 07 Dec 2022 15:35:20 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cristianismo]]></category>
		<category><![CDATA[Filosofia e História]]></category>
		<category><![CDATA[Casamento]]></category>
		<category><![CDATA[Descasamento]]></category>
		<category><![CDATA[Honoré de Balzac]]></category>
		<category><![CDATA[Jesus Cristo]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>“E se houvessem cerimônias de descasamento? Se a promessa foi feita diante dos familiares e amigos, com registro de fotos, vídeos, documentos, por que não convocar todos novamente para uma cerimônia de descasamento?”</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="has-text-align-center wp-block-paragraph">“<em>O amor é a poesia dos sentidos. Ou é sublime, ou não existe.</em><br><em>Quando existe, existe para sempre e vai crescendo dia a dia.</em>”<br><span data-tooltip-position="top" data-tooltip="Honoré de Balzac (1799 - 1850): prolífico escritor francês, notável por suas agudas observações psicológicas. É considerado o fundador do Realismo na literatura moderna.">Honoré de Balzac</span> (1799 &#8211; 1850)</p>



<hr class="wp-block-separator has-alpha-channel-opacity is-style-wide"/>



<br>



<p class="has-drop-cap wp-block-paragraph">Já reparou na beleza que envolve as cerimônias de casamento? Todo um cenário é cuidadosamente planejado e montado. Convidados são escolhidos, padrinhos selecionados. Flores e cores&#8230; cada detalhe meticulosamente planejado para que seja belo. E o ápice da cerimônia são os votos dos noivos. Eles prometem um ao outro, diante de todas aquelas testemunhas, a fidelidade por toda a vida &#8211; um amor que pretende ser &#8220;pra sempre&#8221;, quer tocar a eternidade… é ambicioso, radical, sacrificial e, justamente por isso, belo.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Eles fazem um pacto, uma aliança pública, de que estão abrindo mão de todas as demais possibilidades para dedicarem suas vidas um ao outro, independente das dificuldades que o futuro reservar, serão fiéis e permanecerão juntos até que a morte rompa o laço. Não é lindo?</p>



<p class="wp-block-paragraph">E a beleza não pára por aí. Debaixo da força e segurança desse pacto é que virão os filhos. Se a aliança for mantida, as crianças terão a segurança de um lar para se desenvolverem física e emocionalmente mais saudáveis. Se a aliança for mantida…</p>



<p class="wp-block-paragraph">Mas o coração humano é feio. Aqueles que são capazes de selar um pacto público de fidelidade, também são capazes de quebrá-lo às escondidas. Como é feio! Tão feio que a pessoa que prometeu fidelidade em público não tem coragem de convocar as mesmas testemunhas para desfazer a promessa, mas o faz clandestinamente, às escondidas e, sente-se envergonhada quando a situação vem a público.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Todo mundo sabe que quebrar promessas é feio. É a demonstração de que as palavras da pessoa não têm valor. Por que deveríamos levar a sério o que diz alguém que quebra sua promessa? A pessoa perde a credibilidade, demonstra que suas palavras não têm qualquer conexão com a verdade, tanto faz dizer isto ou aquilo, não é sério, não tem valor, não vai honrar.</p>



<p class="img-direita wp-block-paragraph"><a href="https://culturadefato.com.br/virus-desagregador-da-familia/"><img loading="lazy" decoding="async" width="528" height="306" class="wp-image-11029" src="https://culturadefato.com.br/wp-content/uploads/2022/01/OneOfTheFamily_FGCotman_Peq.jpg" alt="Obra: “One of the Family”, por F. G. Cotman (1850 - 1920)."></a>Quando assisto cerimônias de casamento e fico encantada com a beleza de cada detalhe, lembro que toda essa beleza poderá um dia ser anulada se um dos cônjuges romper o pacto, quebrar a promessa. Se o fizer, estará anulando tudo aquilo, destruindo toda a beleza daquele dia, revogando as palavras pronunciadas diante das testemunhas, diante de Deus. Ao quebrar a promessa ele/ela desonra seu cônjuge, as testemunhas (inclusive, e principalmente, Deus) e a si mesmo.</p>



<p class="wp-block-paragraph">E se houvessem cerimônias de descasamento? Se a promessa foi feita diante dos familiares e amigos, com registro de fotos, vídeos, documentos, por que não convocar todos novamente para uma cerimônia de descasamento? Sim, para que fique claro que o casamento não valeu, que desistiram de cumprir o que prometeram, pra desdizer as palavras, pra desfazer a beleza, o encanto, pra deixar claro que a feiura venceu a beleza… a feiura de corações que são demasiadamente centrados em si mesmos para desgastar-se pelo outro e cumprir a promessa na vida real.</p>



<p class="wp-block-paragraph">E vale lembrar que há muitos que quebram as promessas sem desfazer oficialmente o casamento. Talvez esses sejam ainda mais covardes &#8211; mantendo a aparência de uma aliança quebrada no coração, sem buscar arrependimento, sem confessar publicamente, sem buscar restauração. Tentam enganar a todos, cônjuge, familiares, amigos… tentam até arrumar justificativa para a própria consciência, culpando o cônjuge ou, pelo menos, tentando dividir a culpa. Mas diante de Deus nada é oculto. Ele é a testemunha por toda a vida, tanto de nossas palavras quanto de nossas ações e corações…</p>



<p class="wp-block-paragraph">E, não importa o quanto nos encharquemos em nossa busca egoísta de autosatisfação, jamais encontraremos alegria verdadeira enquanto nosso pecado está exposto diante de Deus, sem arrependimento, sem confissão, sem perdão, sem mudança de coração…</p>



<p class="wp-block-paragraph">A boa notícia é que há esperança para tratar essa feiura que tanto nos deforma e afeta nossos relacionamentos. Foi para isso que Cristo morreu numa cruz: cobrir com sua justiça a nossa transgressão, transformar nosso coração de pedra num coração de carne, nos resgatar da escravidão de nosso egoísmo para a liberdade do amor a Deus e ao próximo. Ele pode nos capacitar a honrar a aliança feita, pode restaurar alianças quebradas, para que a beleza vença a feiura.</p>



<br>



<p class="has-text-align-right wp-block-paragraph">Por <a href="https://culturadefato.com.br/author/noemerodriguesdesouzacampos/">Noeme Rodrigues de Souza Campos</a>.<br>Publicado originalmente no <em>website</em> da <a href="https://www.ultimato.com.br/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Editora Ultimato</a>, em 22 de novembro de 2022.</p>



<br>



<p class="has-background has-very-light-gray-background-color wp-block-paragraph"><strong>Notas da editoria:</strong><br><br>Imagem da capa: “<em>O Casamento</em>” (1885), por Giulio Rosati (1858 &#8211; 1917).</p>



<br>
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		<title>Se Deus promove sua própria glória, por que eu não deveria promover a minha?</title>
		<link>https://culturadefato.com.br/se-deus-promove-sua-propria-gloria-por-que-eu-nao-deveria-promover-a-minha/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Noeme Rodrigues de Souza Campos]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 07 Oct 2022 13:33:08 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cristianismo]]></category>
		<category><![CDATA[Filosofia e História]]></category>
		<category><![CDATA[Moralidade]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>“Se o Criador se encantasse mais com qualquer criatura do que consigo mesmo, demonstraria nessa conduta uma distorção na qual Aquele que é superior vê maior superioridade naquilo que é inferior. Ou seja, nesse caso, o Criador estaria equivocado.”</p>
<p>O post <a href="https://culturadefato.com.br/se-deus-promove-sua-propria-gloria-por-que-eu-nao-deveria-promover-a-minha/">Se Deus promove sua própria glória, por que eu não deveria promover a minha?</a> apareceu primeiro em <a href="https://culturadefato.com.br">Cultura de Fato</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="has-text-align-center wp-block-paragraph">“<em>O amor de Deus é raiz de todas as virtudes; o amor-próprio é a raiz de todos os vícios.</em>”<br>Padre Manuel Bernardes (1644 &#8211; 1710)</p>



<hr class="wp-block-separator has-alpha-channel-opacity is-style-wide"/>



<br>



<p class="has-drop-cap wp-block-paragraph">Quando uma criatura busca sua própria glória, demonstra equívoco em como percebe a realidade, pois acredita ou deseja que ser o centro das atenções é um bom propósito, quando na verdade é uma distorção de sua natureza.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Mas quando o Criador faz tudo para sua própria glória, demonstra sua conformidade ao fato de que Ele é o bem supremo no qual tudo o que existe veio à existência e se mantém.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Ora, se o Criador se encantasse mais com qualquer criatura do que consigo mesmo, demonstraria nessa conduta uma distorção na qual Aquele que é superior vê maior superioridade naquilo que é inferior. Ou seja, nesse caso, o Criador estaria equivocado. Como não há no Universo nada mais glorioso do que o próprio Criador, sendo totalmente verdadeiro e bondoso, Ele não apenas se encanta e se alegra consigo mesmo como convida a sua criação a também desfruta-lo, conhecendo e reconhecendo sua glória e adorando-o (adorar é a resposta natural da criatura diante da glória do Criador).</p>



<p class="wp-block-paragraph">Quando a criatura deseja ser adorada, demonstra sua imperfeição, sua inclinação a querer ser o que não é, usurpar um lugar que não lhe pertence.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Mas quando o Criador convoca suas criaturas a adorá-lo, demonstra, além de sua correta percepção da realidade, seu amor pelas criaturas, desejando que elas vivam em conformidade com a realidade e possam desfrutar da única fonte de toda beleza e todo bem, ou seja , do próprio Criador.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Além do mais, visto que a criatura tem sua origem no Criador e nEle se mantém, toda exaltação do Criador acaba por se estender à criação, visto que nEle tudo subsiste. Assim, as criaturas participam da honra do Criador. Mas quando uma criatura busca sua própria honra, expressa nisso seu desejo distorcido e egoísta de ser honrada em detrimento das demais criaturas e do próprio Criador.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Assim, ao promover sua própria glória, Deus evidencia virtude. Mas quando a criatura busca sua própria glória, demonstra vício (o oposto de virtude).</p>



<p class="wp-block-paragraph">Então, se Deus promove sua própria glória, por que eu não deveria promover a minha? Porque Ele é Deus e eu não.</p>



<br>



<p class="has-text-align-right wp-block-paragraph">Por <a href="https://culturadefato.com.br/author/noemerodriguesdesouzacampos/">Noeme Rodrigues de Souza Campos</a>.<br>Publicado originalmente no <em>website</em> da <a href="https://www.ultimato.com.br/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Editora Ultimato</a>, em 29 de setembro de 2022.</p>



<br>



<p class="has-background has-very-light-gray-background-color wp-block-paragraph"><strong>Notas da editoria:</strong><br><br>Imagem da capa: “<em><a href="https://www.meisterdrucke.pt/impressoes-artisticas-sofisticadas/Auguste-Toulmouche/615559/Vaidade,-c.1889.html" target="_blank" rel="noreferrer noopener nofollow">Vaidade</a></em>” (1889), por Auguste Toulmouche (1829 &#8211; 1890).</p>



<br>
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		<item>
		<title>Não desvie o assunto</title>
		<link>https://culturadefato.com.br/nao-desvie-o-assunto/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Noeme Rodrigues de Souza Campos]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 25 May 2022 03:00:08 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cristianismo]]></category>
		<category><![CDATA[Filosofia e História]]></category>
		<category><![CDATA[Eternidade]]></category>
		<category><![CDATA[Moralidade]]></category>
		<category><![CDATA[Morte]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://culturadefato.com.br/?p=12518</guid>

					<description><![CDATA[<p>“Não finja que é sobre política, educação, saúde ou salvar o planeta… Não se distraia com o que não é realmente importante. (...) Que diferença fará daqui a cem anos?”</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="has-text-align-center wp-block-paragraph">“<em>Tudo o que não é eterno, é eternamente inútil.</em>“<br><span data-tooltip-position="top" data-tooltip="Clive Staples Lewis (1898 - 1963): escritor e apologista cristão irlandês.">C. S. Lewis</span> (1898 &#8211; 1963)</p>



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<br>



<p class="has-drop-cap wp-block-paragraph">Não finja que é sobre política, educação, saúde ou salvar o planeta…<br>Não se distraia com o que não é realmente importante.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Não imagine que é sobre “dar certo na vida“, empreender, encontrar um amor ou ficar famoso…<br>Não desvie o assunto.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Não invente que é sobre viajar, espremer a vida ao máximo para obter algum prazer…<br>Se tudo acaba…<br>Que diferença fará daqui a cem anos?</p>



<p class="wp-block-paragraph">É sobre o sentido da vida, sobre como termina essa história.<br>E, se não termina, o que vem depois?</p>



<p class="wp-block-paragraph">É sobre a eternidade gravada no coração, sobre o anseio pelo que nada nesse mundo pode satisfazer.</p>



<p class="wp-block-paragraph">É sobre prestar contas ao Autor disso tudo; sobre uma consciência culpada, que sabe que transgrediu as leis gravadas nela!</p>



<p class="img-direita wp-block-paragraph"><a href="https://culturadefato.com.br/por-que-nao-deveriamos-viver-ansiosos/"><img loading="lazy" decoding="async" width="558" height="336" class="wp-image-12522" src="https://culturadefato.com.br/wp-content/uploads/2022/05/TheDutchProverbs_Pieter-Bruegel_Pequeno.jpg" alt="Obra &quot;Provérbios Neerlandeses&quot; (1559), por Pieter Bruegel (1525–1530 / 1569). Tamanho Pequeno."></a>É sobre um réu que tenta se esconder acusando outros &#8211; “veja, ele também é culpado!“.<br>Já ouvimos essa história, já repetimos e repetimos…</p>



<p class="wp-block-paragraph">Mas não mude de assunto &#8211; pouco importa quantos condenados você é capaz de apontar ao redor -, sua culpa é real!</p>



<p class="wp-block-paragraph">Há um mal real causado por você &#8211; alguém sofre por sua promessa quebrada, foi lesado por sua mentira, atingido por seu egoísmo, afetado por sua preguiça, negligenciado por sua irresponsabilidade, induzido a erro por seus erros -, uma ofensa palpável contra o Senhor do Universo. É diante dEle que você terá que prestar contas!</p>



<p class="wp-block-paragraph">Não há terapias, drogas, ideologias capazes de apagar sua culpa.<br>Fingir que não é real não funciona. Vociferar ódio contra familiares, o governo, a sociedade ou quem quer que seja, não vai transferir sua culpa.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Se distrair no engajamento por alguma boa causa não muda o fato de que é culpado. Boas obras não cobrem as más.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O que diríamos de um juiz que deixasse livre um assassino porque este salvou uma baleia ou ajudou um idoso a atravessar a rua?</p>



<p class="wp-block-paragraph">Não pense que pode acumular boas ações para quitar o mal que você fez &#8211; não pode! O Juiz é justo &#8211; ou não teria condições de ocupar o posto de Juiz de todo o Universo.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Você sabe que transgrediu os mesmos princípios dos quais acusa outros de serem culpados. Bastaria sua própria jurisprudência para condená-lo!</p>



<p class="wp-block-paragraph">Não tente disfarçar…<br>O engajamento pela paz no mundo, a luta por uma sociedade melhor não escondem seus conflitos internos, nem sua inabilidade para manter a harmonia em seu próprio lar &#8211; e, principalmente, não escondem que está em guerra com Deus.</p>



<p class="img-direita wp-block-paragraph"><a href="https://culturadefato.com.br/a-imortalidade/"><img loading="lazy" decoding="async" width="558" height="320" class="wp-image-12524" src="https://culturadefato.com.br/wp-content/uploads/2022/05/ThreeGenerations_CharlesMarionRussell_Pequeno.jpg" alt="Três Gerações (1897), do artista americano Charles Marion Russell (1864 - 1926). Tamanho Pequeno."></a>É sobre obter a paz com Deus!</p>



<p class="wp-block-paragraph">E acha que pode se distrair com outros assuntos? Pode desperdiçar a vida assim, fingindo que o tema é outro?<br>Quanto vale o agora na escala de medidas da eternidade?</p>



<p class="wp-block-paragraph">Até quando correr atrás do vento &#8211; buscando prazer, sucesso, poder e até a pretensa harmonia no mundo? Que diferença todas essas quinquilharias farão daqui a cem anos?</p>



<p class="wp-block-paragraph">Se a consciência já cobra caro (noites de sono, ansiedade, medo do medo &#8211; haja terapias, drogas e nenhum resultado que acalente o coração inquieto), quanto cobrará o Senhor da vida diante de quem você prestará contas?</p>



<p class="wp-block-paragraph">É sobre encontrar a paz com Deus! Por que desperdiçar o agora com outra busca senão aquela que realmente importa?</p>



<p class="wp-block-paragraph">&#8220;Justificados, pois, mediante a fé, temos paz com Deus por meio de nosso Senhor Jesus Cristo&#8221; (Romanos 5.1)</p>



<p class="wp-block-paragraph">&#8220;Agora, pois, já nenhuma condenação há para os que estão em Cristo Jesus.&#8221; (Romanos 8.1)</p>



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<p class="has-text-align-right wp-block-paragraph">Por <a href="https://culturadefato.com.br/author/noemerodriguesdesouzacampos/">Noeme Rodrigues de Souza Campos</a>.<br>Publicado originalmente no <em>website</em> da <a href="https://www.ultimato.com.br/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Editora Ultimato</a>, em 5 de maio de 2022.</p>



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<p class="has-background has-very-light-gray-background-color wp-block-paragraph"><strong>Notas da editoria:</strong><br><br>Imagem da capa: “<span data-tooltip-position="top" data-tooltip="Amor entre ruínas"><em>Love Among the Ruins</em></span>” (1873), por Edward Burne-Jones (1833 &#8211; 1898).</p>



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