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	<title>Paulo Henrique Américo de Araújo, Autor em Cultura de Fato</title>
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	<description>Cultura para evocar inteligência, responsabilidade e ética!</description>
	<lastBuildDate>Thu, 15 Aug 2024 22:58:06 +0000</lastBuildDate>
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	<title>Paulo Henrique Américo de Araújo, Autor em Cultura de Fato</title>
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	<item>
		<title>Inteligência Artificial e o fim da realidade</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Paulo Henrique Américo de Araújo]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 16 Jul 2024 01:44:53 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Suplementos]]></category>
		<category><![CDATA[ChatGPT]]></category>
		<category><![CDATA[Fake News]]></category>
		<category><![CDATA[Inteligência Artificial]]></category>
		<category><![CDATA[Patryk Vega]]></category>
		<category><![CDATA[Revista Catolicismo]]></category>
		<category><![CDATA[Vladimir Putin]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>“Atualmente é possível 'ressuscitar' artistas que já morreram, rejuvenescê-los, enfim, modificar suas feições em qualquer nível, graças às novas tecnologias de IA. E se o produtor de filmes deseja colocar uma conhecida personalidade internacional para 'atuar', basta usar o recurso conhecido como <em>deepfake</em>.”</p>
<p>O post <a href="https://culturadefato.com.br/inteligencia-artificial-e-o-fim-da-realidade/">Inteligência Artificial e o fim da realidade</a> apareceu primeiro em <a href="https://culturadefato.com.br">Cultura de Fato</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="has-text-align-center wp-block-paragraph">“<em>As tecnologias de IA, como deepfake, CGI e modelos de voz, permitem &#8220;ressuscitar&#8221; artistas falecidos, rejuvenescê-los e modificar suas feições para homenagens, preservação cultural e novas formas de entretenimento. No entanto, isso traz desafios éticos, como questões de consentimento, autenticidade e respeito à privacidade, que precisam ser gerenciados cuidadosamente</em>.”<br><br><strong>Epígrafe acima produzida pelo ChatGPT</strong>, em função das solicitações:<br><br>1. “<em>Atualmente é possível &#8216;ressuscitar&#8217; artistas que já morreram, rejuvenescê-los, enfim, modificar suas feições em qualquer nível, graças às novas tecnologias de IA. ChatGPT, o que você diz sobre isso?</em>” (retornou resposta longa); e,<br>2. “<em>Você pode resumir sua resposta em três ou quatro linhas?</em>” (a resposta literal produziu a epígrafe acima).</p>



<hr class="wp-block-separator has-alpha-channel-opacity is-style-wide"/>



<br>



<p class="has-drop-cap wp-block-paragraph"><em>&#8220;Evite a todo custo, nem comece a utilizar!”</em>, disse-me um jovem conhecido meu, estudante do ensino médio, quando conversávamos sobre a conhecida ferramenta de <em>Inteligência Artificial</em> (IA), o Chat<span data-tooltip-position="top" data-tooltip="GPT é a sigla para ''Generative Pre-trained Transformer'' (''Transformador Generativo Pré-treinado'').">GPT</span>. A advertência vinha carregada de certo remorso, pois confessou: <em>“Eu sei que o mecanismo funciona e agora fiquei mal-acostumado com tamanha facilidade.”</em></p>



<p class="wp-block-paragraph">Surpreendente, pensei, por dois aspectos. Primeiro, a IA se mostra aliciante, quase como um entorpecente, sobretudo para o caso de estudantes ávidos de resolver incômodos deveres escolares. Em segundo lugar, a sinceridade do rapaz ao admitir que melhor seria se a ferramenta não existisse, pois vê bem a lacuna que seu uso indiscriminado representa na formação escolar de qualquer aluno. Eis aí uma boa lição.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Esse jovem reconhecia-se como uma das incontáveis vítimas da&nbsp;<em>“inundação-IA”</em>&nbsp;e desejava que eu não me tornasse mais uma delas. Sim, trata-se de uma inundação. Mas essas águas, para seguir a metáfora, chegam por enquanto apenas aos nossos tornozelos. Há ainda muita enxurrada por vir. O ChatGPT é somente um exemplo dos aplicativos que podem facilmente produzir textos ou redações, fornecer respostas rápidas a virtualmente qualquer pergunta, e até resolver problemas intricados de matemática ou física. Maravilhas tecnológicas para fomentar a indolência estudantil, já tão generalizada em nossas escolas. Porém, outras ferramentas vão despontando. O que mais vem do mundo da IA?</p>



<br>



<h2 class="wp-block-heading">Futuro sombrio da “Inteligência Artificial”</h2>



<br>



<p class="wp-block-paragraph">Um crítico apressado diria que tais recursos facilitam a vida e seria estupidez não os utilizar. Não nego em princípio que o progresso tecnológico traga certos benefícios num plano geral. Mas a questão se complica se alguém com um pouco de bom senso perguntar: a que custos? E quais os limites? Com um tema tão vasto, aponto aqui apenas alguns aspectos, talvez os mais inquietantes.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Muitos estudantes deixam de lado o esforço intelectual só porque se tornou “terrivelmente” prática e rápida a utilização dos aplicativos de IA instalados no celular. Para que extenuar-se em exercícios metódicos do raciocínio diante de tanta facilidade?</p>



<p class="wp-block-paragraph">Além do perigo da produção em massa de “preguiçosos escolares”, como lamentou o meu jovem amigo, a IA constitui outro fator de preocupação quanto à difusão de notícias, imagens e vídeos. A insegurança gerada pelas&nbsp;<em>Fake News</em>&nbsp;— terreno onde a IA há tempos já penetrou — nos conduz à instintiva desconfiança do noticiário. Frequentemente nos perguntamos: “Isso aí não será notícia falsa?” Daí a proliferação das agências de checagem de fatos. E, então, outra pergunta de bom senso poderia ecoar:&nbsp;<em>“Quem checa as agências de checagem?”</em></p>



<p class="wp-block-paragraph">Parece que nos aproximamos da extinção da realidade. O triste fim para o qual nos arrasta o progresso tecnológico seria um beco escuro, onde não existe mais a possibilidade de encontrar a verdade. Se a razão humana não encontra mais a verdade e certezas, do que vale a razão? E do que vale o homem sem a razão? Tornar-se-á um bruto escravizado pelos instintos cegos, ou melhor, pelos quase “onipresentes” aplicativos de IA?</p>



<br>



<h2 class="wp-block-heading">Graves riscos para a humanidade</h2>



<br>



<p class="wp-block-paragraph">Por falar nisso, o leitor já se perguntou se este mesmo artigo que está lendo agora não seria gerado por IA? Confie em mim&#8230; Como disse, nunca utilizei o ChatGPT ou qualquer outro aplicativo para geração automática de textos. Mas se alguém tem alguma dúvida, existem recursos — mais tecnologia e mais aliciamento! — para detectar textos saídos de IA. Tais ferramentas já se tornam bastante utilizadas por professores na “caça” a alunos fraudulentos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Um recente artigo publicado no <em>Washigton Post</em> demonstra que esse tipo de inquietação ganha mais e mais ressonância:&nbsp;<em>“Em carta pública, um grupo de funcionários atuais e antigos da OpenAI e de outras empresas proeminentes de IA alertaram que a tecnologia representa graves riscos para a humanidade, e pediram às empresas que implementem mudanças abrangentes para garantir transparência”.</em><strong><sup id="Ref01"><a href="#Nota01">1</a></sup>&nbsp;</strong>A carta foi assinada por 13 pessoas, incluindo atuais e ex-funcionários da Anthropic e da DeepMind, do Google.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Esse estranho “desaparecimento da realidade” também invadiu a indústria do cinema. Atualmente é possível “ressuscitar” artistas que já morreram, rejuvenescê-los, enfim, modificar suas feições em qualquer nível, graças às novas tecnologias de IA. E se o produtor de filmes deseja colocar uma conhecida personalidade internacional para “atuar”, basta usar o recurso conhecido como&nbsp;<em>deepfake</em>. No recente filme intitulado “<a href="https://youtu.be/k2qgYK1CrkQ?si=F6n1DJytVRgwRmDq" target="_blank" rel="noreferrer noopener nofollow">Putin</a>”, o cineasta polonês <span data-tooltip-position="top" data-tooltip="Patryk Sebastian Veja é diretor, roteirista e sociólogo polonês. Nasceu em 2 de janeiro de 1977 na cidade de Varsóvia.">Patryk Vega</span> pôs a tecnologia ao seu serviço para criar e gerar o rosto do protagonista, proporcionando a quem assiste ao filme a ilusão de ver <span data-tooltip-position="top" data-tooltip="Vladimir Vladimirovitch Putin é o atual presidente da Rússia. Ex-agente do KGB no departamento exterior e chefe dos serviços secretos soviético e russo, KGB e FSB, respectivamente.">Vladimir Putin</span> encenando sua própria biografia, adaptada para o cinema.<strong><sup id="Ref02"><a href="#Nota02">2</a></sup></strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Outro exemplo chocante: o cineasta suíço <span data-tooltip-position="top" data-tooltip="Peter Luisi é um roteirista, produtor e diretor de produtoras americanas. Nasceu em 1975 em Zurique (Suíça).">Peter Luisi</span> declara que utilizou o ChatGPT para escrever o enredo completo do filme “<a href="https://www.filmingo.ch/de/films/1396-prinzessin" target="_blank" rel="noreferrer noopener nofollow">Prinzessin</a>” no qual o protagonista descobre que a IA é mais eficiente do que ele próprio!&nbsp;<em>“O roteiro é terrivelmente bom, todo mundo está surpreso como ficou bem feito”</em>, diz Luisi<em>.</em>&nbsp;<em>“Na trama, Jack, um roteirista célebre, sente seu mundo desmoronando quando encontra um sistema de roteiro de IA de última geração. Embora ele comece a usá-lo com ceticismo, logo descobre que a IA o supera em empatia e compreensão das emoções humanas”.</em><strong><sup id="Ref03"><a href="#Nota03">3</a></sup></strong></p>



<br>



<h2 class="wp-block-heading">Mundo lunático, artificial e delirante</h2>



<br>



<p class="wp-block-paragraph"><em>“Apenas entretenimento”</em>, alguém dirá. O problema, entretanto, persiste, pois se grande parte da população vive em busca de entretenimento, ela não acabaria agindo como se nada tivesse valor real? Afinal, tudo não passa de IA e diversão&#8230;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Assim como existem agências de checagem e aplicativos para detectar IA geradora de textos, há também mecanismos recentes para descobrir fotos ou vídeos com&nbsp;<em>deepfake</em><strong><sup id="Ref04"><a href="#Nota04">4</a></sup></strong>. Entretanto, tudo isso só contribui para a sensação de que o mundo vai afundando na paranoia da irrealidade. Isso constitui um dos mais preocupantes aspectos da&nbsp;<em>“inundação-IA”</em>.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Penso que o conselho de meu jovem amigo relatado no início deste artigo deveria ser seguido pelo maior número de pessoas, para impedir que se afoguem na enchente:&nbsp;<em>“Evite a todo custo, nem comece a utilizar”</em>. Pondero, contudo, que a utilização da IA para questões pontuais e para fins legítimos não deveria ser condenada em princípio. Mas todo cuidado é pouco.</p>



<p class="wp-block-paragraph">E quanto às pessoas que já caíram nas águas turvas da IA e se sentem aliciadas por ela, vai aí um conselho: peça a Deus, pela intercessão de Nossa Senhora, para sair da enchente o mais cedo possível.</p>



<br>



<p class="has-text-align-right wp-block-paragraph">Por&nbsp;<a href="https://culturadefato.com.br/author/paulohenriqueamericodearaujo/">Paulo Henrique Américo de Araújo</a>.<br>Publicado originalmente pela&nbsp;<em><a href="http://catolicismo.com.br/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Revista Catolicismo</a></em>, edição número 883 de julho de 2024.</p>



<br>



<p class="has-background has-very-light-gray-background-color wp-block-paragraph"><strong>Notas:</strong></p>



<br>



<ol class="wp-block-list">
<li><span id="Nota01"></span><a href="https://www.washingtonpost.com/technology/2024/06/04/openai-employees-ai-whistleblowers/" target="_blank" rel="noreferrer noopener nofollow">https://www.washingtonpost.com/technology/2024/06/04/openai-employees-ai-whistleblowers/</a> <a href="#Ref01"><img decoding="async" width="14" height="10" class="wp-image-105" style="width: 14px;" src="https://culturadefato.com.br/wp-content/uploads/2020/06/Subir.jpg" alt="Subir"></a></li>



<li><span id="Nota02"></span><a href="https://elpais.com/cultura/2024-05-20/un-putin-generado-por-inteligencia-artificial-protagoniza-su-biopic-en-ingles-y-revoluciona-cannes.html" target="_blank" rel="noreferrer noopener nofollow">https://elpais.com/cultura/2024-05-20/un-putin-generado-por-inteligencia-artificial-protagoniza-su-biopic-en-ingles-y-revoluciona-cannes.html</a> <a href="#Ref02"><img decoding="async" width="14" height="10" class="wp-image-105" style="width: 14px;" src="https://culturadefato.com.br/wp-content/uploads/2020/06/Subir.jpg" alt="Subir"></a></li>



<li><span id="Nota03"></span>Idem <a href="#Ref03"><img decoding="async" width="14" height="10" class="wp-image-105" style="width: 14px;" src="https://culturadefato.com.br/wp-content/uploads/2020/06/Subir.jpg" alt="Subir"></a></li>



<li><span id="Nota04"></span><a href="https://gizmodo.uol.com.br/ferramenta-deepfakes-olhos-pessoas/" target="_blank" rel="noreferrer noopener nofollow">https://gizmodo.uol.com.br/ferramenta-deepfakes-olhos-pessoas/</a> <a href="#Ref04"><img decoding="async" width="14" height="10" class="wp-image-105" style="width: 14px;" src="https://culturadefato.com.br/wp-content/uploads/2020/06/Subir.jpg" alt="Subir"></a></li>
</ol>



<br>



<p class="has-background has-very-light-gray-background-color wp-block-paragraph"><strong>Nota da editoria:</strong><br><br>Imagem da capa: “<em><a href="https://www.artfinder.com/product/pinocchio-and-geppetto/" target="_blank" rel="noreferrer noopener nofollow">Pinocchio and Geppetto</a></em>” (2021), de <a href="https://www.artfinder.com/artist/gordon-bruce-art/" target="_blank" rel="noreferrer noopener nofollow">Gordon Bruce</a>.</p>



<br>



<h2 class="wp-block-heading has-text-align-center">Artigos relacionados:</h2>



<br>



<section id="gm24fa5dc" class="wp-block-gutentor-m0 alignfull section-gm24fa5dc gutentor-module gutentor-module-carousel has-color-bg has-custom-bg gutentor-slick-a-default-desktop gutentor-slick-a-default-tablet gutentor-slick-a-default-mobile"><div class="grid-container"><div class="gutentor-module-carousel-row" data-dots="false" data-dotstablet="false" data-dotsmobile="false" data-arrows="true" data-arrowstablet="true" data-arrowsmobile="true" data-infinite="true" data-autoplay="true" data-draggable="true" data-pauseonfocus="true" data-pauseonhover="true" data-autoplayspeed="4500" data-cmondesktop="false" data-cmontablet="false" data-cmonmobile="false" data-nextarrow="fas fa-angle-right" data-prevarrow="fas fa-angle-left" data-arrowspositiondesktop="gutentor-slick-a-default-desktop" data-arrowspositiontablet="gutentor-slick-a-default-tablet" data-arrowspositionmobile="gutentor-slick-a-default-mobile" data-speed="300" data-slideitemdesktop="2" data-slideitemtablet="3" data-slideitemmobile="2" data-slidescroll-desktop="2" data-slidescroll-tablet="3" data-slidescroll-mobile="2">
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<p class="has-text-align-center wp-block-paragraph"><br><em><a href="https://culturadefato.com.br/paradoxo-da-confianca-tecnologica/">Paradoxo da confiança tecnológica</a></em>,<br>por <a href="https://culturadefato.com.br/author/fabioblanco/">Fabio Blanco</a></p>
</div></div>



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<p class="has-text-align-center wp-block-paragraph"><br><em><a href="https://culturadefato.com.br/burrice-artificial/">Burrice artificial</a></em>,<br>por <a href="https://culturadefato.com.br/author/ericrabello/">Eric M. Rabello</a></p>
</div></div>



<div id="col-gm8e78c0" class="wp-block-gutentor-m0-col col-gm8e78c0 gutentor-carousel-item"><div id="section-gm8e78c0" class="section-gm8e78c0 gutentor-col-wrap has-color-bg has-custom-bg">
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<p class="has-text-align-center wp-block-paragraph"><br><em><a href="https://culturadefato.com.br/tecnologia-e-poder/">Tecnologia e poder</a></em>,<br>por <a href="https://culturadefato.com.br/author/fabioblanco/">Fabio Blanco</a></p>
</div></div>



<div id="col-gm82c1e3" class="wp-block-gutentor-m0-col col-gm82c1e3 gutentor-carousel-item"><div id="section-gm82c1e3" class="section-gm82c1e3 gutentor-col-wrap has-color-bg has-custom-bg">
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<p class="has-text-align-center wp-block-paragraph"><br><em><a href="https://culturadefato.com.br/a-moderna-vida-boa/">A moderna vida boa</a></em>,<br>por <a href="https://culturadefato.com.br/author/alexpipkin/">Alex Pipkin</a></p>
</div></div>



<div id="col-gm1c4037" class="wp-block-gutentor-m0-col col-gm1c4037 gutentor-carousel-item"><div id="section-gm1c4037" class="section-gm1c4037 gutentor-col-wrap has-color-bg has-custom-bg">
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<p class="has-text-align-center wp-block-paragraph"><br><em><a href="https://culturadefato.com.br/por-que-a-obsessao-pela-inovacao/">Por que a obsessão pela inovação?</a></em>,<br>por <a href="https://culturadefato.com.br/author/paulofernandoribeiro/">Paulo Fernando Ribeiro</a></p>
</div></div>



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<div id="section-g888c48" class="wp-block-gutentor-e6 section-g888c48 gutentor-element gutentor-element-image text-align-center-desktop"><div class="gutentor-element-image-box"><a class="gutentor-element-image-link" href="https://culturadefato.com.br/fragmentacao-historica/"><div class="gutentor-image-thumb"><img decoding="async" class="normal-image" src="https://culturadefato.com.br/wp-content/uploads/2022/08/GenerationGap_TroyRohn.jpg" alt="Obra: &quot;Generation Gap&quot;, por Troy Rohn"/></div></a></div></div>



<p class="has-text-align-center wp-block-paragraph"><br><em><a href="https://culturadefato.com.br/fragmentacao-historica/">Fragmentação histórica</a></em>,<br>por <a href="https://culturadefato.com.br/author/danielmarcondes/">Daniel Marcondes</a></p>
</div></div>



<div id="col-gm3905d3" class="wp-block-gutentor-m0-col col-gm3905d3 gutentor-carousel-item"><div id="section-gm3905d3" class="section-gm3905d3 gutentor-col-wrap has-color-bg has-custom-bg">
<div id="section-gaa72f3" class="wp-block-gutentor-e6 section-gaa72f3 gutentor-element gutentor-element-image text-align-center-desktop"><div class="gutentor-element-image-box"><a class="gutentor-element-image-link" href="https://culturadefato.com.br/tempos-artificiais/"><div class="gutentor-image-thumb"><img decoding="async" class="normal-image" src="https://culturadefato.com.br/wp-content/uploads/2024/07/DesertoDeGollan_2000_WendellWell.jpg" alt="Obra: &quot;Deserto de Gollan&quot; (2022), de Wendell Well."/></div></a></div></div>



<p class="has-text-align-center wp-block-paragraph"><br><em><a href="https://culturadefato.com.br/tempos-artificiais/">Tempos artificiais</a></em>,<br>por <a href="https://culturadefato.com.br/author/joaopedrovicentedasilva/">João Pedro Vicente da Silva</a></p>
</div></div>
</div></div></section>



<br>
<p>O post <a href="https://culturadefato.com.br/inteligencia-artificial-e-o-fim-da-realidade/">Inteligência Artificial e o fim da realidade</a> apareceu primeiro em <a href="https://culturadefato.com.br">Cultura de Fato</a>.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Presos por serem católicos</title>
		<link>https://culturadefato.com.br/presos-por-serem-catolicos/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Paulo Henrique Américo de Araújo]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 17 Jul 2023 03:00:17 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cristianismo]]></category>
		<category><![CDATA[Filosofia e História]]></category>
		<category><![CDATA[Católico]]></category>
		<category><![CDATA[Cristianofobia]]></category>
		<category><![CDATA[Isabel Vaughan-Spruce]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>“Se alguém se dispusesse a formular uma frase que defina, em poucas palavras, nosso mundo moderno, poderia escolher tranquilamente esta: época da insanidade e da contradição. Para demonstrá-lo, selecionei alguns fatos que deveriam entrar para os anais dos incontáveis absurdos e delírios deste triste início do século XXI.”</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p class="has-text-align-center wp-block-paragraph"><em>Praticar Religião é crime; persegui-la é liberdade de expressão?</em><br>Paulo Henrique Américo de Araújo, para Revista Catolicismo de julho de 2023</p>



<hr class="wp-block-separator has-alpha-channel-opacity is-style-wide"/>



<br>



<p class="has-drop-cap wp-block-paragraph">Se alguém se dispusesse a formular uma frase que defina, em poucas palavras, nosso mundo moderno, poderia escolher tranquilamente esta: época da insanidade e da contradição. Para demonstrá-lo, selecionei alguns fatos que deveriam entrar para os anais dos incontáveis absurdos e delírios deste triste início do século XXI. Eis o primeiro deles: no Canadá, jovem aluno <a href="https://revistaoeste.com/mundo/estudante-diz-que-so-ha-dois-generos-e-suspenso-e-preso-por-tentar-voltar-ao-colegio/" target="_blank" rel="noreferrer noopener nofollow">católico foi preso após defender a fé no próprio colégio católico onde estuda</a>!</p>



<p class="img-direita wp-block-paragraph"><img fetchpriority="high" decoding="async" width="362" height="287" class="wp-image-16714" src="https://culturadefato.com.br/wp-content/uploads/2023/07/JoshAlexander.jpg" alt="Josh Alexander">No final de 2022, Josh Alexander [foto] havia participado de protestos contra a utilização de banheiros femininos por estudantes transgêneros no&nbsp;<em>St. Joseph’s Catholic High School</em>, em Renfrew, Ontário. Em entrevista à&nbsp;<em>Fox News</em><sup id="RefNota01"><a href="#Nota01">1</a></sup>, o estudante declarou:&nbsp;<em>“Alunas reclamaram comigo que estavam preocupadas porque meninos estavam usando os banheiros femininos. Isso se transformou em um debate na escola. Dei minha opinião sobre o assunto e usei as Escrituras para sustentá-la”</em>. Então, o aluno recebeu da diretoria da escola uma suspensão pelo restante do ano de 2022.</p>



<p class="wp-block-paragraph">No início de 2023, Alexander voltou ao colégio para participar das aulas, mas aparentemente a suspensão continuava de pé. Ele foi acusado de “invasão de propriedade”, a polícia foi acionada e literalmente prendeu o aluno “criminoso”!</p>



<p class="wp-block-paragraph">Segundo o conselho de professores daquele colégio católico, o rapaz teria “ferido” outros alunos pela sua postura intolerante. Curiosamente, coibir um aluno de declarar sua fé, suspendê-lo de frequentar as aulas e, por fim, acusá-lo de invasor, não representaria intolerância. Alguém consegue explicar tal incoerência?</p>



<h2 class="wp-block-heading">Virá a ser proibido pensar em público?</h2>



<br>



<p class="wp-block-paragraph">Como se o ocorrido com o jovem católico canadense não bastasse para dar o “selo de insanidade” a esta época em que vivemos, outro fato, acontecido na Inglaterra, veio para confirmá-lo de vez. Não se trata de brincadeira, agora realmente existe restrição para “rezar mentalmente”!</p>



<p class="img-direita wp-block-paragraph"><img decoding="async" width="396" height="520" class="wp-image-16717" src="https://culturadefato.com.br/wp-content/uploads/2023/07/IsabelVaughan-Spruce.jpg" alt="Isabel Vaughan-Spruce"><a href="https://adfinternational.org/isabel/" target="_blank" rel="noreferrer noopener nofollow">Isabel Vaughan-Spruce</a>, católica inglesa e ativista pró-vida, decidiu rezar silenciosamente diante de uma clínica de aborto em Birmingham<sup id="RefNota02"><a href="#Nota02">2</a></sup>. Logo a polícia veio, avisando à “transgressora” que aquela era “área livre de protesto”, e não poderia continuar ali. Isabel argumentou: <em>“Não vejo como ficar de pé na calçada em silêncio seria protesto. Apenas rezo mentalmente”.</em></p>



<p class="wp-block-paragraph">Por fim, Isabel foi revistada – quem sabe não trazia consigo uma arma de fogo! –, e conduzida à delegacia por se recusar a sair do local [foto]. Na sequência, obteve o direito à liberdade sob pagamento de fiança.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Outro fato semelhante ocorreu na Inglaterra, desta feita envolvendo o <a href="https://revistaoeste.com/mundo/padre-levado-a-justica-por-rezar-em-frente-a-clinicas-de-aborto-rompe-o-silencio/" target="_blank" rel="noreferrer noopener nofollow">Pe. Sean Gough</a>, pertencente à diocese de Birmingham<sup id="RefNota03"><a href="#Nota03">3</a></sup>. Em fevereiro de 2023 ele estava “rezando pela liberdade de expressão” em frente a uma clínica de aborto — conforme declarou —, quando foi conduzido por policiais à delegacia, interrogado sobre suas ações e acusado de “intimidar usuários” da clínica.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A “terrível ilegalidade de rezar” em silêncio encontra-se na chamada <em>Lei de Proteção dos Espaços Públicos</em>, que visa coibir “comportamentos antissociais”. De acordo com o governo do Reino Unido, o espaço serve para <em>“especificar uma área onde as atividades ocorrem ou são susceptíveis de prejudicar a qualidade de vida da comunidade e impor condições ou restrições às pessoas que usam essa área”.</em></p>



<p class="wp-block-paragraph">Em outras palavras, rezar mentalmente em público pode violar o bem-estar de certas pessoas! Eis os novos criminosos: aqueles que recitam a Ave-Maria e carregam o Rosário nas mãos. Como chegamos a tal insanidade? O contrassenso maior de tudo isso se encontra do fato de que a restrição de “rezar em pensamentos” surge em nome da liberdade para praticar o aborto.</p>



<p class="wp-block-paragraph">De acordo com a lei mencionada acima, as autoridades também podem cancelar certas atividades, como vigílias de orações, aspersão de água benta, ou mesmo apenas fazer o Sinal da Cruz, quando uma paciente estiver passando; fazer genuflexão, recitar as Escrituras, protestar ou interferir física ou verbalmente com funcionários ou pacientes.</p>



<figure class="wp-block-pullquote"><blockquote><p>Lei de Proteção dos Espaços Públicos da Inglaterra: mais recentemente, Isabel Vaughan-Spruce e o Pe. Sean Gough foram inocentados do suposto crime de rezar em silêncio. A justiça declarou que não havia fundamento legal para impedir alguém de fazer orações mentais.</p></blockquote></figure>



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<h2 class="wp-block-heading">Liberdade apenas para os cristianofóbicos?</h2>



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<p class="wp-block-paragraph">Alguém ainda duvida que os católicos vão cada vez mais perdendo direitos? Por outro lado, defensores e ativistas da chamada onda “woke” ganham liberdade de ação.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Mais recentemente, a ativista católica e o sacerdote foram inocentados do suposto crime de rezar em silêncio. A justiça declarou que não havia fundamento legal para impedir alguém de fazer orações mentais.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Porém, tudo indica que a decisão cairá no vazio. Em março deste ano, Isabel Vaughan-Spruce – que traz frequentemente a Medalha Milagrosa pendurada ao pescoço – se pôs de novo a rezar diante da mesma clínica de aborto<sup id="RefNota04"><a href="#Nota04">4</a></sup>. Quase como a reprise de um filme de mau gosto, a polícia não demorou a chegar, ordenando que Isabel se retirasse da zona de exclusão. Ela respondeu aos policiais que não estava protestando, nem executando qualquer das atividades consideradas proibidas, apenas rezava em silêncio. O policial insistiu:&nbsp;<em>“Isso é tido como ofensivo!”</em>&nbsp;A cena se repete: Isabel é levada presa para a delegacia.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Em declaração por meio de seus representantes legais, a Sra. Vaughan-Spruce disse: <em>“Apenas três semanas atrás, ficou claro pelo tribunal que minhas orações silenciosas não configuravam crime. Mas, novamente, fui presa e tratada como uma criminosa, por ter exatamente os mesmos pensamentos [orações] em minha cabeça, no mesmo local. A ambiguidade das leis que limitam a liberdade de expressão e pensamento – mesmo na conversa pacífica e consensual ou na oração silenciosa e interna – leva a uma confusão abjeta, em detrimento de importantes direitos fundamentais. Ninguém deve ser criminalizado por seus pensamentos.”</em></p>



<p class="wp-block-paragraph">Aqui no Brasil, até esta edição, corria no Congresso Nacional o projeto de lei dito das <em>Fake News</em>. Sob o pretexto de combater “desinformação” e “atos antidemocráticos”, o texto normativo abre as portas para a punição eventual daqueles que, especialmente os católicos, queiram proclamar sua fé publicamente.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Estará longe o dia em que rezar o terço nas praças e ruas – prática que vem aumentando no País – será considerado “ofensivo”? Que Nossa Senhora nos proteja da perseguição religiosa e da <em>cristianofobia</em>.</p>



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<p class="has-text-align-right wp-block-paragraph">Por <a href="https://culturadefato.com.br/author/paulohenriqueamericodearaujo/">Paulo Henrique Américo de Araújo</a>.<br>Publicado originalmente pela <em><a href="http://catolicismo.com.br/" target="_blank" rel="noreferrer noopener nofollow">Revista Catolicismo</a></em>, edição número 871 de julho de 2023.</p>



<br>



<p class="has-background has-very-light-gray-background-color wp-block-paragraph"><strong>Notas:</strong></p>



<ol class="wp-block-list">
<li><span id="Nota01"></span><a href="https://www.foxnews.com/media/canadian-catholic-student-arrested-charged-saying-men-women-different-embarrassing" target="_blank" rel="noreferrer noopener nofollow">https://www.foxnews.com/media/canadian-catholic-student-arrested-charged-saying-men-women-different-embarrassing</a> <a href="#RefNota01"><img loading="lazy" decoding="async" width="14" height="10" class="wp-image-105" style="width: 14px;" src="https://culturadefato.com.br/wp-content/uploads/2020/06/Subir.jpg" alt="Subir"></a></li>



<li><span id="Nota02"></span><a href="https://www.acidigital.com/noticias/inglesa-e-presa-por-rezar-em-silencio-em-frente-a-centro-de-aborto-34368" target="_blank" rel="noreferrer noopener nofollow">https://www.acidigital.com/noticias/inglesa-e-presa-por-rezar-em-silencio-em-frente-a-centro-de-aborto-34368</a> <a href="#RefNota02"><img loading="lazy" decoding="async" width="14" height="10" class="wp-image-105" style="width: 14px;" src="https://culturadefato.com.br/wp-content/uploads/2020/06/Subir.jpg" alt="Subir"></a></li>



<li><span id="Nota03"></span><a href="https://www.acistampa.com/story/parla-padre-sean-gough-arrestato-per-aver-pregato-davanti-a-una-clinica-abortista-21861" target="_blank" rel="noreferrer noopener nofollow">https://www.acistampa.com/story/parla-padre-sean-gough-arrestato-per-aver-pregato-davanti-a-una-clinica-abortista-21861</a> <a href="#RefNota03"><img loading="lazy" decoding="async" width="14" height="10" class="wp-image-105" style="width: 14px;" src="https://culturadefato.com.br/wp-content/uploads/2020/06/Subir.jpg" alt="Subir"></a></li>



<li><span id="Nota04"></span><a href="https://www.dailymail.co.uk/news/article-11830349/Moment-Catholic-woman-arrested-second-time-silently-praying-outside-abortion-clinic.html" target="_blank" rel="noreferrer noopener nofollow">https://www.dailymail.co.uk/news/article-11830349/Moment-Catholic-woman-arrested-second-time-silently-praying-outside-abortion-clinic.html</a> <a href="#RefNota04"><img loading="lazy" decoding="async" width="14" height="10" class="wp-image-105" style="width: 14px;" src="https://culturadefato.com.br/wp-content/uploads/2020/06/Subir.jpg" alt="Subir"></a></li>
</ol>



<p class="has-background has-very-light-gray-background-color wp-block-paragraph"><strong>Nota da editoria:</strong><br><br>Imagem da capa: “<em>Joan of Arc&#8217;s Death at the Stake</em>” (1843), de Hermann Anton Stilke (1803 – 1860).</p>



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