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	<title>Ronald Robson, Autor em Cultura de Fato</title>
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	<description>Cultura para evocar inteligência, responsabilidade e ética!</description>
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	<title>Ronald Robson, Autor em Cultura de Fato</title>
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		<title>Poder Global e Religião Universal</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Ronald Robson]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 13 Oct 2020 14:17:13 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Filosofia e História]]></category>
		<category><![CDATA[A verdadeira história do Clube Bilderberg]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A rigor, a obra <em>Poder Global e Religião Universal</em>, do Monsenhor Juan Claudio Sanahuja, não traz informações novas nem secretas, mas traz informações fundamentais expostas de forma ordenada, o que lhe dá uma inteligibilidade única.</p>
<p>O post <a href="https://culturadefato.com.br/poder-global-e-religiao-universal/">Poder Global e Religião Universal</a> apareceu primeiro em <a href="https://culturadefato.com.br">Cultura de Fato</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="has-text-align-center">“<em>Quanto mais a sociedade se distancia da verdade, mais ela odeia aqueles que a revelam.</em>”,<br>George Orwell (1903 – 1950): escritor, jornalista e ensaísta político inglês.</p>



<hr class="wp-block-separator is-style-wide"/>



<br>



<p class="has-drop-cap">A rigor, <a href="https://amzn.to/3e3ugoX" target="_blank" rel="noreferrer noopener nofollow"><em>Poder Global e Religião Universal</em></a> (<a href="https://ecclesiae.com.br/" target="_blank" rel="nofollow noopener noreferrer">Ecclesiae</a>, 2012), do Monsenhor Juan Claudio <span data-tooltip-position="bottom" data-tooltip="Mons. Juan Claudio Sanahuja é jornalista e doutor em Teologia pela Universidade de Navarra, Espanha. Também é membro correspondente da Pontifícia Academia para a Vida e vice-assessor do Consórcio de Médicos Católicos de Buenos Aires.">Sanahuja</span>, não traz informações novas nem secretas, mas traz informações fundamentais expostas de forma ordenada, o que lhes dá uma inteligibilidade que geralmente lhes falta, ainda as reputando a personagens e iniciativas bastante concretas – com o que dá nome aos bois. O leitor brasileiro que opina sobre política já não tem desculpas para ignorar ou dar de ombros diante do projeto totalitário de governo mundial que canta como sereia à elite do ocidente: isso, porque tanto <a href="https://amzn.to/2yHI8Fe" target="_blank" rel="nofollow noopener noreferrer"><em>A verdadeira história do </em><span data-tooltip-position="bottom" data-tooltip="Clube de Bilderberg: conferência anual à qual só assistem os convidados do escol nos campos dos negócios, finanças, meios de comunicação social e política."><em>Clube Bilderberg</em></span></a> (<a href="https://www.planetadelivros.com.br/" target="_blank" rel="nofollow noopener noreferrer">Planeta</a>, 2006), do jornalista espanhol <span data-tooltip-position="top" data-tooltip="Daniel Estulin (Vilnius, RSS da Lituânia, URSS, 29 de agosto de 1966): escritor especializado no Clube de Bilderberg.">Daniel Estulin</span>, como <a href="https://amzn.to/2XjLt7E" target="_blank" rel="nofollow noopener noreferrer"><em>Corporação</em></a> (<a href="https://pt-br.facebook.com/EditoraCultrix/" target="_blank" rel="nofollow noopener noreferrer">Cultrix</a>, 2008), do <span data-tooltip-position="top" data-tooltip="Estudioso"><em>scholar</em></span> inglês <span data-tooltip-position="top" data-tooltip="Nicholas Hagger: filósofo, historiador e intérprete da história mundial contemporânea, nascido em Londres (Reino Unido).">Nicholas Hagger</span>, estão publicados no Brasil – claro, são só uma ponta do <em>iceberg</em>, mas pelo menos são uma ponta que abre caminho em nosso mercado editorial. Caminho esse, enfim, que é o mesmo do livro de Mons. Sanahuja, que ainda acrescenta uma peculiaridade aos estudos da matéria: o enfoque da “espiritualidade” que há décadas vem sendo forjada e promovida como caixa de ressonância na qual, para o cidadão comum, fará sentido a destruição sistemática de tudo que de mais honrado temos.</p>



<p>Livros como <a href="https://amzn.to/34gAAVJ" target="_blank" rel="nofollow noopener noreferrer"><em>False Dawn</em></a>, de Lee Penn, interessam-se mais pela “doutrina” (<span data-tooltip-position="top" data-tooltip="Elena Petrovna Blavátskaya (1831 - 1891): conhecida como Helena Blavatsky ou Madame Blavatsky, foi uma prolífica escritora russa, responsável pela sistematização da moderna Teosofia e cofundadora da Sociedade Teosófica.">Helena Blavatsky</span>, <span data-tooltip-position="right" data-tooltip="Alice Ann Bailey (1880 - 1949): pesquisadora e escritora espiritualista de origem inglesa.">Alice Bailey</span>, <span data-tooltip-position="top" data-tooltip="Barbara Marx Hubbard (1929 - 2019): futurista americana, autora e oradora.">Barbara Hubbard</span>, <span data-tooltip-position="bottom" data-tooltip="Pierre Teilhard de Chardin (1881 - 1955): padre jesuíta, teólogo, filósofo e paleontólogo francês que tentou construir uma visão integradora entre ciência e teologia.">Teilhard de Chardin</span> etc.), se assim podemos chamá-la, e pelos grandes promotores da religião universal que se quer baixar como decreto. Já ao Mons. Sanahuja interessam os estratagemas com os quais se baixam o decreto: o desenvolvimento de novos “paradigmas éticos” e “paradigmas religiosos” em uma operação multilateral – e cujo controle foge até mesmo aos grandes engenheiros sociais – de imposição de definições sempre mutáveis de “direitos humanos”, “desenvolvimento sustentável” e outras belas palavras que o leitor bem conhece, e cuja fonte irradiadora próxima o autor localiza nas grandes conferências internacionais da década de 1990, inspiradas no <a href="https://blog.comshalom.org/vidasemduvida/relatorio-kissinger-uma-ideia-eugenica-que-deve-ser-entendida-e-combatida/" target="_blank" rel="nofollow noopener noreferrer"><em>Relatório Kissinger</em></a> (1974). Mas vamos por partes.</p>



<p>Primeiro: em que consiste o projeto de uma nova religião universal? Consiste na tentativa de “dar uma resposta única e universal a todas as questões que possam ser propostas pelos seres humanos, em qualquer situação em que se encontrem e onde quer que estejam. Para tanto, é necessário, como é lógico, colonizar a inteligência e o espírito de todos e de cada um dos habitantes do planeta”, especificamente através de um “credo religioso”, de todo oposto ao cristianismo (“a ética judaico-cristã não poderá ser aplicada no futuro”, afirmou Hiroshi Nakajima, ex-diretor geral da <span data-tooltip-position="top" data-tooltip="OMS: Organização Mundial de Saúde.">OMS</span>). O leitor mais precavido poderá fazer um muxoxo ao tentar se lembrar de quando viu, se viu, algum João Batista a pregar o novo Messias da <span data-tooltip-position="top" data-tooltip="ONU: Organização das Nações Unidas.">ONU</span>. De fato, são raros os sacerdotes de um novo culto paramentados em praça pública a anunciar seu credo. Mas existem muitos burocratas, <em>ongueiros</em> e professores simpáticos a distribuir, como se fez em setembro do <span data-tooltip-position="top" data-tooltip="Em 2011.">ano passado</span>, em Recife, 50 mil exemplares da <a href="http://www.recife.pe.gov.br/2011/09/30/prefeitura_do_recife_lanca_carta_da_terra_em_literatura_de_cordel_179066.php" target="_blank" rel="nofollow noopener noreferrer">Carta da Terra</a> (documento oficial da ONU) em forma de cordel a crianças de escolas públicas. É um dos principais documentos da “espiritualidade ecologista” que põe homem e besta no mesmo nível, ao estilo de um panteísmo verde grosseiro <em>à la</em> <span data-tooltip-position="top" data-tooltip="Mikhail Sergeyevich Gorbatchov: Nasceu em 1931 em Privolnoye (Rússia). É um estadista e político russo. Oitavo e último líder da União Soviética, foi Secretário-Geral do Partido Comunista da União Soviética de 1985 a 1991.">Mikhail Gorbachev</span> e sua <span data-tooltip-position="top" data-tooltip="Cruz Verde Internacional: Organização ambiental fundada em 1993 pelo antigo líder da União Soviética Mikhail Gorbachev, criada sobre um trabalho iniciado em 1992 pela Earth Summit.">Cruz Verde Internacional</span>, cujos agentes defendem publicamente a substituição dos Dez Mandamentos pelo decálogo da Carta.</p>



<p class="img-direita"><a href="https://amzn.to/3e3ugoX" target="_blank" rel="noreferrer noopener nofollow"><img fetchpriority="high" decoding="async" width="284" height="443" class="wp-image-2834" src="https://culturadefato.com.br/wp-content/uploads/2020/10/PoderGlobalReligiaoUniversal.jpg" alt="Capa da obra: “Poder Global e Religião Universal”, escrito pelo Monsenhor Juan Claudio Sanahuja. Publicado pela Editora Ecclesiae, sob ISBN: 978-8563160249."></a>É tortuoso o percurso até a elaboração de um documento como esse. Em 1991, aponta Mons. Sanahuja, uma das agendas de trabalho da <span data-tooltip-position="top" data-tooltip="UNESCO: Organização das Nações Unidas para Educação, Ciência e Cultura.">UNESCO</span> dava conta da elaboração de uma “ética universal de vida sustentável”. De forma muito clara ali era posta a pedra fundamental do discurso ambiental alarmista que hoje conhecemos bem: “É necessário lembrar a verdade indiscutível de que os recursos disponíveis e o espaço da Terra são limitados” (UNESCO, <em>Diez Problemas Prospectivos de Población</em>, Documento de Trabajo, Caracas, Febrero 1991, pp. 6-9).</p>



<p>Vale a pena aqui citar mais extensamente <a href="https://amzn.to/3e3ugoX" target="_blank" rel="nofollow noopener noreferrer"><em>Poder Global e Religião Universal</em></a>:</p>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow"><p>“Nestes documentos de trabalho, a nova ética aparece quase como um paradigma messiânico: um ‘chamado a viver uma nova ética que terá que iluminar as inter-relações complexas entre os fatores econômicos, o meio-ambiente e a população’. Seus preceitos, afirmam, deverão guiar a tomada de decisões dos governos, já que estas ‘não deverão ser consideradas como medidas sobre assuntos nacionais, mas sobre assuntos de interesse internacional’, pois, por exemplo, o alto crescimento demográfico de um país pobre cria necessariamente um fluxo migratório para países com melhor nível de desenvolvimento, os quais não têm capacidade de acolher novos imigrantes.”</p></blockquote>



<p>Apontava-se, no mesmo documento, a necessidade de frear o desenvolvimento industrial em países do terceiro mundo (“o progresso industrial dos países desenvolvidos não se estenderá aos Países do Terceiro Mundo”) com vistas a preservar o meio ambiente; mas, de modo incompreensível, chama atenção Mons. Sanahuja, “o documento acrescenta que a única causa de degradação ambiental nesses países é o fator demográfico, e que é intolerável que ‘os pobres, que serão a maioria no futuro, prejudiquem os ecossistemas do mundo para conseguir se desenvolver a qualquer preço’”.</p>



<p>O que ali se plantava depois se colheria nos Princípios para viver de forma sustentável (Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente – PNUMA, 1991), em que se lê que “deve-se alcançar o equilíbrio entre a capacidade de carga da Terra, o volume da população e os estilos de vida de cada indivíduo”. Poucos poderiam, à época da apresentação desses princípios, imaginar que a massificação do aborto e do <em>gayzismo</em> seriam meios de salvar o planeta… É que não se pode perder de vista o que Mons. Sanahuja chama de “paradigma da reinterpretação dos direitos humanos”, assentado sobre a ideia de que os direitos humanos são “evolutivos”. Por exemplo, a <em>Convenção Internacional para a Eliminação de todas as Formas de Discriminação Contra a Mulher</em> (<a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Conven%C3%A7%C3%A3o_sobre_a_elimina%C3%A7%C3%A3o_de_todas_as_formas_de_discrimina%C3%A7%C3%A3o_contra_as_mulheres" target="_blank" rel="nofollow noopener noreferrer">CEDAW</a>, 1979) reivindicara programas de “planejamento familiar”. Posteriormente o comitê de monitoramento dessa convenção “interpretaria” tal reivindicação como referência ao estímulo à esterilização, à contracepção e ao aborto, sem que nada disso constasse no texto original. Mais absurdo é o caso do comitê de monitoramento do Tratado Internacional contra a Tortura, que, por uma hermenêutica jurídica feérica, interpretaria o impedimento ao aborto como um ato de tortura contra a mulher.</p>



<p>Notem que isso não se limita a discussões chiques em salões da ONU: em 2009, o Comitê contra a Tortura efetivamente aplicou tal interpretação ao julgar que a Nicarágua, ao proibir o aborto terapêutico, violava o tratado.</p>



<p>Aliás, muitos desses documentos sequer necessitam ter vigência no direito internacional para que “painéis intergovernamentais” se ponham a trabalhar no que em curto prazo já será matéria universitária respeitável e, em seguida, política de governo. Um exemplo são os “<a href="http://www.clam.org.br/uploads/conteudo/principios_de_yogyakarta.pdf" target="_blank" rel="nofollow noopener noreferrer">Princípios de Yogyakarta</a>”, que, embora não contem com o aval da “comunidade internacional”, vão pouco e pouco divulgando os “direitos humanos em perspectiva homossexual” através de estudos acadêmicos e cumplicidade de autarquias governamentais. Como se vê, atira-se de todos os lados, mas o alvo é um só: pois a destruição dos modelos correntes de sociabilidade (casamento <em>gay</em>, etc.) e a completa desvalorização da vida humana (aborto, etc.) são aríetes a abrir caminho para um novo projeto civilizacional, cujo esteio popular é o bom-mocismo da devoção ecológica à “Terra como Grande Mãe, Magna Mater, Inana e Pachamama”, como disse <span data-tooltip-position="top" data-tooltip="Leonardo Boff, pseudônimo de Genézio Darci Boff: teólogo, escritor, filósofo e professor universitário brasileiro. Simpatizante do socialismo e expoente da teologia da libertação no Brasil.">Leonardo Boff</span> – sim: o homem é ainda hoje muito influente – na Assembléia Geral das Nações Unidas em 2009.</p>



<p>Os capítulos 5 e 6 de <a href="https://amzn.to/3e3ugoX" target="_blank" rel="nofollow noopener noreferrer"><em>Poder Global e Religião Universal</em></a>, “A confusão dentro da Igreja” e “Notas para uma conduta cristã”, endereçam-se especialmente ao leitor católico, delineando estratégias de oposição ao presente estado de coisas. Curiosíssima é a resenha apresentada, no capítulo quinto, de um livro pouco conhecido, o romance <a href="https://amzn.to/2USLttu" target="_blank" rel="nofollow noopener noreferrer"><em>Os três diálogos e o relato do Anticristo</em></a>, escrito em 1900, do filósofo russo <span data-tooltip-position="right" data-tooltip="Vladimir Sergeyevich Soloviov (1853 - 1900): filósofo, teólogo, poeta, e crítico literário russo.">Vladimir Soloviev</span>. Trata-se de uma distopia em que o diabo, no fim dos tempos, apresenta-se como “pacifista”, “ecologista” e “ecumenista”… O leitor há de julgar o que vai ou não de profético aí.</p>



<p>O livro do Mons. Sanahuja se encerra com dois apêndices: o artigo “<span data-tooltip-position="top" data-tooltip="Barack Hussein Obama II: 44.º presidente dos Estados Unidos de 2009 a 2017.">Obama</span> e <span data-tooltip-position="top" data-tooltip="Anthony Charles Lynton ''Tony'' Blair: político britânico, que foi primeiro-ministro do Reino Unido de 1997 a 2007, e foi líder do Partido Trabalhista de 1994 a 2007 e de membro do Parlamento Britânico de 1983 a 2007.">Blai</span>r. O messianismo reinterpretado”, do filósofo belga <span data-tooltip-position="top" data-tooltip="Michel Schooyans: Jesuíta e ex-professor universitário de teologia e filosofia política nas universidades católicas no Brasil de 1959 a 1969 e na Bélgica de 1965 a 1995.">Michel Schooyans</span> (que inclusive viveu no Brasil), tratando do governo Obama no que diz respeito, por exemplo, a políticas abortistas; e a conferência “A Terra e seu Caráter Sagrado”, que a irmã canadense <span data-tooltip-position="top" data-tooltip="S. Donna Geernaert: chanceler da Universidade Mount Saint Vincent, localizada em Halifax, Nova Escócia.">Donna Geernaert</span> apresentou no Plenário da União Internacional de Superioras Gerais (UISG, Roma, 2007), e a qual ilustra bem o modo como pessoas de dentro da Igreja pervertem a verdade de Cristo e a põem a serviço da adoração da “Mãe Terra” do novo culto sem altar.</p>



<br>



<p class="has-text-align-right">Escrito pelo jornalista <a href="https://culturadefato.com.br/author/ronaldrobson/">Ronald Robson</a>.<br> Publicado originalmente pelo <em>website</em> <a href="https://midiasemmascara.net/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Mídia Sem Máscara</a>, em 27 de maio de 2012.</p>



<br>



<p class="has-background has-very-light-gray-background-color">Nota do editor:</p>



<p class="img-esquerda">Em janeiro de 2017 a <a href="https://katechesis.com.br/" target="_blank" rel="nofollow noopener noreferrer">Editora Katechesis</a> lançou “<a href="https://amzn.to/2UShkec" target="_blank" rel="nofollow noopener noreferrer">Poder Global e Religião Universal II</a>”, sob <span data-tooltip-position="left" data-tooltip="ISBN: International Standard Book Number.">ISBN</span>: 978-8559180091.</p>



<br>



<hr class="wp-block-separator"/>



<br>



<p>Assista ao vídeo anexo, onde o <a href="https://padrepauloricardo.org/" target="_blank" rel="nofollow noopener noreferrer">Padre Paulo Ricardo de Azevedo Júnior</a> escrutina a obra <a href="https://amzn.to/3e3ugoX" target="_blank" rel="nofollow noopener noreferrer"><em>Poder Global e Religião Universal</em></a>:</p>



<figure class="wp-block-embed-youtube wp-block-embed is-type-video is-provider-youtube wp-embed-aspect-16-9 wp-has-aspect-ratio"><div class="wp-block-embed__wrapper">
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