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	<title>Santo Agostinho, Autor em Cultura de Fato</title>
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	<description>Cultura para evocar inteligência, responsabilidade e ética!</description>
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	<title>Santo Agostinho, Autor em Cultura de Fato</title>
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		<title>Tempo longo, tempo breve</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Santo Agostinho]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 06 Sep 2020 05:00:27 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cristianismo]]></category>
		<category><![CDATA[Filosofia e História]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Chamamos longo, digamos, os cem anos passados, e longo também os cem anos posteriores ao presente; um passado curto para nós, seriam os dez dias anteriores a hoje, e breve futuro, os dez dias seguintes. Mas como pode ser longo ou curto o que não existe? O passado não existe mais e o futuro não existe ainda.</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="has-text-align-center wp-block-paragraph">“<em>O tempo é um vestígio de eternidade.</em>”,<br>Santo Agostinho (354 – 430).</p>



<hr class="wp-block-separator is-style-wide"/>



<br>



<p class="has-drop-cap wp-block-paragraph">Chamamos longo, digamos, os cem anos passados, e longo também os cem anos posteriores ao presente; um passado curto para nós, seriam os dez dias anteriores a hoje, e breve futuro, os dez dias seguintes. Mas como pode ser longo ou curto o que não existe? O passado não existe mais e o futuro não existe ainda. Por isso não deveríamos dizer “o passado é longo” – mas o passado “foi longo” – e o futuro “será longo”.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Senhor, que és a minha luz, tua verdade não escarnecerá também nisso o homem? Esse tempo passado, foi longo quando já havia passado ou quando ainda estava presente? Porque ele só podia ser longo enquanto existia alguma coisa que pudesse ser longa. Mas uma vez passado, não existia mais: donde se conclui que não podia ser longo, porque já deixara de existir. Não digamos, portanto: “O tempo passado foi longo” – pois não encontraremos nada que pudesse ter sido longo; uma vez passado não existe mais. Mas digamos: “O tempo presente foi longo” – porque só era longo enquanto presente. Ainda não havia passado, ainda não havia deixado de existir, e por isso era susceptível de ser longo. Mas logo que passou, deixou de ser longo, porque cessou de existir.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Mas vejamos, ó alma humana, se o tempo presente pode ser longo, porque foi-te dada a prerrogativa de perceber e medir os momentos. Que me respondes? Por acaso cem anos presentes são um tempo longo? Consideremos antes se cem anos podem ser presentes. Se for o primeiro ano que corre, está presente; mas os outros noventa e nove ainda são futuros, e portanto ainda não existem. Se estamos no segundo ano, já temos um ano passado, o segundo presente e todos os outros no futuro. Desse período de cem anos, seja qual for o ano que supomos presente, todos os que o precederam serão passados, e todos os que estão por vir, futuros. Portanto, o cem anos não podem estar simultaneamente presentes.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Vejamos agora se, pelo menos, o ano em curso é presente. Se estamos no primeiro mês, os outros são futuros. Como acima, se estamos no segundo, o primeiro será passado, e os demais, futuros. Assim o ano que corre não está todo presente; e como não está todo presente, não é portanto verdade dizer-se que o ano esteja presente. Um ano compõe-se de doze meses, e seja qual for o mês considerado, será o único em curso. Mas o mês em curso não é presente, mas somente o dia. Vale o que dissemos antes: se estamos no primeiro dia, todos os outros são futuros; se estamos no último, todos os outros são passados; se estamos entre um desses dois dias, esse dia está entre os dias passados e os futuros.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Eis, portanto, esse tempo presente, o único que julgávamos poder chamar de longo, reduzido ao espaço de um só dia. Mas, examinemos esse único dia, porque nem mesmo ele é todo presente. Compõe-se de dia e noite, num total de vinte e quatro horas; relativamente à primeira hora, todas as outras são futuras; em relação à última hora, todas as outras são passadas; cada hora intermediaria tem atrás de si horas passadas e diante de si horas futuras. Mas também essa única hora é composta de fugitivos instantes; tudo o que dela correu é passado, e tudo o que ainda lhe resta é futuro.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Se pudermos conceber um lapso de tempo que não possa ser subdividido em frações, por menores que sejam, só essa fração poderá ser chamada de presente, mas sua passagem do futuro para o passado seria tão rápida, que não teria nenhuma duração. Se a tivesse, dividir-se-ia em passado e futuro, mas o presente não em duração alguma.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Qual seria pois, o tempo que podemos chamar de longo? Seria acaso o futuro? Mas nós não dizemos que o futuro é longo, porque ainda não existe, e por isso não pode ser longo. Dizemos: “Será longo”. E quando se dará? Se atualmente ele ainda está no porvir, não pode ser longo: não existindo ainda, não pode ser longo. Mas somente poderá ser longo na hora em que emergir do futuro, que ainda não existe, em que começar a ser e a se tornar presente, de modo que possa ser longo. Nesse caso o presente nos clama, pelo que acima dissemos, que ele não pode ser longo.</p>



<br>



<p class="has-text-align-right wp-block-paragraph">Excerto da obra autobiográfica: <em><a rel="noreferrer noopener nofollow" href="https://culturadefato.com.br/downloads/cristianismo/2020/confissoes-santo-agostinho.pdf" target="_blank">Confissões</a></em>, escrita por <a href="https://culturadefato.com.br/author/santoagostinho/"><span data-tooltip-position="top" data-tooltip="Universalmente conhecido como Santo Agostinho (354 – 430).">Agostinho de Hipona</span></a> (354 – 430).<br>Para efetuar <em>download </em>da obra completa no formato <span data-tooltip-position="top" data-tooltip="PDF: Portable Document Format.">PDF</span>, <a rel="noreferrer noopener nofollow" href="https://culturadefato.com.br/downloads/cristianismo/2020/confissoes-santo-agostinho.pdf" target="_blank">clique aqui</a>.</p>



<br>



<p class="has-background has-very-light-gray-background-color wp-block-paragraph">Nota:<br><br>A imagem associada a este artigo representa a obra: “<a href="http://estoriasdahistoria12.blogspot.com/2013/10/a-persistencia-da-memoria-salvador-dali.html" target="_blank" rel="noreferrer noopener">A Persistência da Memória</a>”, de autoria do pintor catalão <a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Salvador_Dal%C3%AD" target="_blank" rel="nofollow noopener noreferrer">Salvador Dalí</a> (1904 – 1989). <span data-tooltip-position="top" data-tooltip="Imagem meramente ilustrativa.">Nota 01</span>.</p>



<br>
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		<title>Que é o tempo?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Santo Agostinho]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 06 Sep 2020 04:00:48 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cristianismo]]></category>
		<category><![CDATA[Filosofia e História]]></category>
		<category><![CDATA[Catolicismo]]></category>
		<category><![CDATA[Excerto de Livro]]></category>
		<category><![CDATA[Igreja Católica]]></category>
		<category><![CDATA[Santo Agostinho]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Que é o tempo? Se ninguém me pergunta, eu sei; mas, se quiser explicar a quem indaga, já não sei. Como pode existir passado e futuro? O passado já não existe mais; e, o futuro ainda não chegou.</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="has-text-align-center wp-block-paragraph">“<em>Não há lugar para a sabedoria onde não há paciência.</em>”,<br>Santo Agostinho (354 – 430).</p>



<hr class="wp-block-separator has-css-opacity is-style-wide"/>



<br>



<p class="has-drop-cap wp-block-paragraph">Não houve, pois, <span data-tooltip-position="bottom" data-tooltip="Em alusão aos capítulos anteriores: ''Deus antes da criação'' e ''O tempo antes da criação''.">tempo algum em que nada fizesses</span>, pois fizeste o próprio tempo. E, nenhum tempo pode ser coeterno contigo, pois és imutável; se, o tempo também o fosse, não seria tempo. Que é, pois o tempo? Quem poderia explicá-lo de maneira breve e fácil? Quem pode concebê-lo, mesmo no pensamento, com bastante clareza para exprimir a ideia com palavras? E, no entanto, haverá noção mais familiar e mais conhecida usada em nossas conversações? Quando falamos dele, certamente compreendemos o que dizemos; o mesmo acontece quando ouvimos alguém falar do tempo.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Que é, pois, o tempo? Se ninguém me pergunta, eu sei; mas se quiser explicar a quem indaga, já não sei. Contudo, afirmo com certeza e sei que, se nada passasse, não haveria tempo passado; que se não houvesse os acontecimentos, não haveria tempo futuro; e que se nada existisse agora, não haveria tempo presente. Como então podem existir esses dois tempos, o passado e o futuro, se o passado já não existe e se o futuro ainda não chegou? Quanto ao presente, se continuasse sempre presente e não passasse ao pretérito, não seria tempo, mas eternidade. Portanto, se o presente, para ser tempo, deve tornar-se passado, como podemos afirmar que existe, se sua razão de ser é aquela pela qual deixará de existir? Por isso, o que nos permite afirmar que o tempo existe é a sua tendência para não existir.</p>



<br>



<p class="has-text-align-right wp-block-paragraph">Excerto da obra autobiográfica:&nbsp;<em><a href="https://culturadefato.com.br/downloads/cristianismo/2020/confissoes-santo-agostinho.pdf" target="_blank" rel="noreferrer noopener nofollow">Confissões</a></em>, escrita por <a href="https://culturadefato.com.br/author/santoagostinho/"><span data-tooltip-position="top" data-tooltip="Universalmente conhecido como Santo Agostinho (354 – 430).">Agostinho de Hipona</span></a> (354 – 430).<br>Para efetuar <em>download </em>da obra&nbsp;completa&nbsp;no formato <span data-tooltip-position="top" data-tooltip="PDF: Portable Document Format.">PDF</span>, <a href="https://culturadefato.com.br/downloads/cristianismo/2020/confissoes-santo-agostinho.pdf" target="_blank" rel="noreferrer noopener nofollow">clique aqui</a>.</p>



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<hr class="wp-block-separator has-css-opacity is-style-dots"/>



<br>



<p class="wp-block-paragraph">Em complemento, assista ao vídeo do qual&nbsp;<a href="https://www.reasonablefaith.org/william-lane-craig/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Dr. William Lane Craig</a> faz breve&nbsp;explanação sobre o tempo:</p>



<figure class="wp-block-embed is-type-video is-provider-youtube wp-block-embed-youtube wp-embed-aspect-4-3 wp-has-aspect-ratio"><div class="wp-block-embed__wrapper">
<iframe title="A Natureza do Tempo - William Lane Craig e Robert Lawrence Kuhn" width="640" height="480" src="https://www.youtube.com/embed/QVqd_BKoDmQ?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe>
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		<title>Os diversos sentidos da Escritura</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Santo Agostinho]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 06 Sep 2020 03:00:03 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Filosofia e História]]></category>
		<category><![CDATA[Catolicismo]]></category>
		<category><![CDATA[Cristianismo]]></category>
		<category><![CDATA[Excerto de Livro]]></category>
		<category><![CDATA[Igreja Católica]]></category>
		<category><![CDATA[Santo Agostinho]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Assim como uma fonte, em seu pequeno leito, torna-se depois mais abundante, a tua palavra são como torrentes de límpida verdade, de onde cada um tira para si a verdade que pode, para depois desenvolvê-la em longas sinuosidades.</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="has-text-align-center wp-block-paragraph">“A verdade não é minha nem tua, para que possa ser tua e minha.”,<br>Santo Agostinho (354 – 430).</p>



<hr class="wp-block-separator is-style-wide"/>



<br>



<p class="has-drop-cap wp-block-paragraph">Assim como uma fonte, em seu pequeno leito, torna-se depois mais abundante e, pelos diversos <span data-tooltip-position="bottom" data-tooltip="Regato: ''Pequeno ribeiro''.">regatos</span> que alimenta, banha espaços muito mais amplos que qualquer um deles, que deslizam através de muitas regiões, assim também a narração do ministro de tua palavra, que deveria alimentar a tantos intérpretes, faz brotar de seu estilo sóbrio e conciso torrentes de límpida verdade, de onde cada um tira para si a verdade que pode, para depois desenvolvê-la em longas sinuosidades de palavras.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Alguns, lendo ou escutando aquelas palavras, imaginam a Deus como homem ou como massa material dotada de imenso poder que, por decisão nova e repentina, criara fora de si mesma e como que à distância, o céu e a terra, esses dois grandes corpos, um superior, outro inferior, onde estão contidas todas as coisas. E ao ouvirem dizer: “Deus disse: faça-se isto! E isto foi feito!”, imaginam que se trata de palavras comuns, que <a href="https://culturadefato.com.br/tempo-longo-tempo-breve/">começam e terminam, que soam no tempo e passam</a>. Julgam que, logo após pronunciadas, começa existir o que ordenaram que existisse. Todas as suas demais concepções ressentem-se do mesmo hábito de pensar de modo carnal.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Nisto são como crianças, pois enquanto essa linguagem humilde sustentar sua fraqueza como o seio de uma mãe, o que se fortifica salutarmente é a fé, que lhes faz ter como certo que Deus criou todas as realidades, cuja admirável variedade impressiona a seus sentidos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Mas, se alguém, desprezando a aparente simplicidade de tuas palavras, em sua orgulhosa fraqueza, se lançar para fora do ninho que o nutriu, então cairá miseravelmente, Senhor Deus, tem piedade dele! Que os transeuntes não pisem este passarinho implume; manda teu anjo para que o reponha no ninho, para que viva até que aprenda a voar!</p>



<br>



<p class="has-text-align-right wp-block-paragraph">Excerto da obra autobiográfica: <em><a href="https://culturadefato.com.br/downloads/cristianismo/2020/confissoes-santo-agostinho.pdf" target="_blank" rel="noreferrer noopener nofollow">Confissões</a></em>, escrita por <a href="https://culturadefato.com.br/author/santoagostinho/"><span data-tooltip-position="top" data-tooltip="Universalmente conhecido como Santo Agostinho (354 – 430).">Agostinho de Hipona</span></a> (354 – 430).<br>Para efetuar <em>download </em>da obra completa no formato <span data-tooltip-position="top" data-tooltip="PDF: Portable Document Format.">PDF</span>, <a href="https://culturadefato.com.br/downloads/cristianismo/2020/confissoes-santo-agostinho.pdf" target="_blank" rel="noreferrer noopener nofollow">clique aqui</a>.</p>



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