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	<title>Arquivos Aborto &#8226; Cultura de Fato</title>
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	<description>Cultura para evocar inteligência, responsabilidade e ética!</description>
	<lastBuildDate>Mon, 09 Mar 2026 03:03:03 +0000</lastBuildDate>
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	<title>Arquivos Aborto &#8226; Cultura de Fato</title>
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		<title>Coração versus Bíblia</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Dennis Prager]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 09 Mar 2026 03:00:36 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cristianismo]]></category>
		<category><![CDATA[Filosofia e História]]></category>
		<category><![CDATA[Aborto]]></category>
		<category><![CDATA[GULAG]]></category>
		<category><![CDATA[Ideologia Gay]]></category>
		<category><![CDATA[Martin Luther King Jr.]]></category>
		<category><![CDATA[Mídia Sem Máscara]]></category>
		<category><![CDATA[Moralidade]]></category>
		<category><![CDATA[Nazismo]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>“Os olhos e o coração formam uma força extraordinariamente poderosa. Eles só podem ser superados, na formulação de políticas, por uma mente e um sistema de valores que sejam mais fortes do que a dupla coração-olho.”</p>
<p>O post <a href="https://culturadefato.com.br/coracao-versus-biblia/">Coração versus Bíblia</a> apareceu primeiro em <a href="https://culturadefato.com.br">Cultura de Fato</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="has-text-align-center">“<em>Enganoso é o coração, mais do que todas as coisas,</em><br><em>e perverso; quem o conhecerá?</em>”<br>Jeremias 17:9</p>



<hr class="wp-block-separator has-alpha-channel-opacity is-style-wide"/>



<br>



<p class="has-drop-cap">Recentemente, entrevistei uma estudante sueca de 26 anos a respeito de suas ideias sobre a vida. Perguntei se ela acreditava em Deus ou em alguma religião.</p>



<p>“Não, isso é tolice,” ela respondeu.</p>



<p>“Então como você sabe o que é certo e o que é errado?” perguntei.</p>



<p>“Meu coração me diz,” ela replicou.</p>



<p>Em poucas palavras, essa é a principal razão para a grande divergência que há na América, e também entre a América e boa parte da Europa. A maioria das pessoas usa o seu coração — incitado por seus olhos — para determinar o que é certo e o que é errado. Uma minoria usa sua mente e/ou a Bíblia para fazer essa determinação.</p>



<p>Escolha quase qualquer assunto e estas duas maneiras opostas de determinar certo e errado se tornam evidentes.</p>



<p>Aqui vão três exemplos.</p>



<p>Casamento entre pessoas do mesmo sexo: o coração favorece essa ideia. É preciso ter um coração endurecido para não ser comovido quando se veem muitos adoráveis casais do mesmo sexo que querem comprometer suas vidas mutuamente em casamento. O olho vê os casais; o coração se comove para redefinir o casamento.</p>



<p>Direitos dos animais: o coração os favorece. É difícil encontrar uma pessoa, por exemplo, cujo coração não se comova ao ver um animal sendo usado para pesquisas médicas. O olho vê o animal fofinho; o coração então equipara a vida animal e a vida humana.</p>



<p>Aborto: Como se pode olhar para uma menina de 18 anos, que teve relações sem proteção, e não ficar comovido? Que tipo de pessoa sem coração vai lhe dizer que ela não deveria abortar e que deveria dar à luz?</p>



<p>Os olhos e o coração formam uma força extraordinariamente poderosa. Eles só podem ser superados, na formulação de políticas, por uma mente e um sistema de valores que sejam mais fortes do que a dupla coração-olho.</p>



<p>Com o declínio das religiões judaico-cristãs, o coração, moldado pelo que o olho vê (aqui está o poder da televisão), tornou-se a fonte das decisões morais das pessoas.</p>



<p>Este é um problema potencialmente fatal para nossa civilização. O coração pode ser muito belo, entretanto não é nem intelectualmente nem moralmente profundo.</p>



<p>Portanto, é assustador que centenas de milhares de pessoas não vejam problema algum em admitir que o seu coração é a fonte dos seus valores. Seu coração sabe mais do que milhares de anos de sabedoria acumulada; sabe mais do que religiões moldadas pelos melhores pensadores de nossa civilização (e, para o crente, moldadas por Deus); e sabe mais do que o livro que guiou nossa sociedade — dos Fundadores de nossa singularmente bem-sucedida sociedade, passando pelos militantes contra a escravidão e chegando até ao Rev. <span data-tooltip-position="top" data-tooltip="Martin Luther King, Jr. (1929 – 1968) foi pastor batista e ativista político estadunidense que se tornou a figura mais proeminente e líder do movimento dos direitos civis nos Estados Unidos de 1955 até seu assassinato em 1968.">Martin Luther King Jr.</span> e à maioria dos líderes da luta pela igualdade racial.</p>



<p>Esta exaltação do próprio coração vai bem além da autoconfiança — é a autodeificação.</p>



<p>Uma das primeiras coisas que se aprende no judaísmo e no cristianismo é que os olhos e o coração são geralmente terríveis guias no que diz respeito ao bom e ao santo. “&#8230; não se prostituam nem sigam as inclinações do seu coração e dos seus olhos.” (<a href="https://www.bibliaonline.com.br/acf/nm/15/39" target="_blank" rel="noreferrer noopener nofollow">Números 15:39</a>);  “O coração é mais enganoso&nbsp;que qualquer outra coisa&#8230;” (<a href="https://www.bibliaonline.com.br/acf/jr/17/9" target="_blank" rel="noreferrer noopener nofollow">Jeremias 17:9</a>).</p>



<p>Os apoiadores do casamento do mesmo sexo veem o adorável casal homossexual, e portanto não se interessam pelos efeitos das mudanças no casamento e na família sobre as crianças que não veem. E, como tem veneração pelos seus corações, o ideal bíblico de amor entre homem e mulher, casamento e família, não têm importância nenhuma para eles.</p>



<p>Os corações dos defensores dos direitos dos animais estão profundamente comovidos pelos animais que veem submetidos aos experimentos, mas não pelos milhões de pessoas que não veem que vão sofrer e morrer se pararmos com esses experimentos.</p>



<p>Da mesma forma, os corações das pessoas que apoiam a PETA (People for the Ethical Treatment of Animals, Pessoas pelo Tratamento Ético aos Animais) estão tão comovidas pela &nbsp;condição dos frangos abatidos que a organização tem uma campanha intitulada “Holocausto no seu prato,” que compara o abate de galinhas com o massacre dos Judeus pelos nazistas.</p>



<p>Por 25 anos tenho perguntado a graduandos do ensino médio em toda a América se salvariam seu cão ou uma pessoa desconhecida, caso ambos estivessem se afogando. A maioria tem quase sempre votado contra a pessoa. Por quê? Porque, dizem sem hesitar, eles amam seu cão, não o estranho. Uma geração inteira foi criada sem referência a nenhum código moral acima dos sentimentos do seu coração. Não sabem, e não se importariam se soubessem, que a Bíblia ensina que os seres humanos, não os animais, foram criados à imagem de Deus.</p>



<p>Da mesma forma, aqueles que não conseguem chamar nenhum aborto de imoral estão comovidos pelo que veem — a mulher desolada que quer um aborto, não pelo feto humano que não veem. É por isso que os grupos pró-direitos abortivos são tão contra mostrar fotografias de fetos abortados — imagens assim podem comover o olho e o coração dos espectadores de maneira a julgar de outro modo a moralidade de muitos abortos.</p>



<p>É inegável que muitas pessoas usaram suas mentes e muitos usaram a Bíblia de maneiras que conduziram ao mal. E algumas dessas pessoas de fato não tinham coração. Mas nenhuma das grandes crueldades do século XX — o <span data-tooltip="Sistema penal institucional da antiga União Soviética, composto por uma rede de campos de concentração. ''Glavnoe Upravlenie Legarei'', em português: Administração Central dos Campos." data-tooltip-position="top">GULAG</span>, Auschwitz, Camboja, Coréia do Norte, a <span data-tooltip="A Revolução Cultural (1966-1976) foi um movimento sociopolítico radical lançado por Mao Tsé-Tung para reafirmar seu poder, expurgar rivais e eliminar elementos ''burgueses'' na China." data-tooltip-position="top">Revolução Cultural de Mao</span> — veio daqueles que obtiveram seus valores da Bíblia. E o maior mal deste século XXI, ainda que baseado numa religião, também não veio da Bíblia.</p>



<p>Enquanto isso, a combinação de mente, valores judaico-cristãos e coração produziu, ao longo dos séculos, o sucesso singular conhecido como América. Estribar-se no coração vai destruir esta diligente conquista em uma geração.</p>



<br>



<p class="has-text-align-right">Por Dennis Prager.<br><br>Publicado originalmente em inglês em 16 de março de 2004, no endereço:<br><a href="https://web.archive.org/web/20160313134016/http://www.dennisprager.com/its-the-heart-versus-the-bible/" target="_blank" rel="noreferrer noopener nofollow">https://web.archive.org/web/20160313134016/http://www.dennisprager.com/its-the-heart-versus-the-bible/</a><br><br>O artigo foi traduzido por Timóteo Kühn para publicação no <em>website</em> <a href="https://midiasemmascara.net/" target="_blank" rel="noreferrer noopener nofollow">Mídia Sem Máscara</a>, em 30 de janeiro de 2014.</p>



<br>



<p class="has-background has-very-light-gray-background-color"><strong>Nota da editoria:</strong><br><br>A imagem da capa é um recorte da obra: “<em>Queda de Ícaro</em>” (aprox. 1558), por <span data-tooltip-position="top" data-tooltip="Pieter Bruegel the Elder (Brueghel), o Velho: pintor e gravurista holandês, nasceu entre 1525 e 1530 e faleceu em 1569.">Pieter Bruegel</span> (1525/1530–1569).<br><br>A pintura foi inspirada no mito de Ícaro. Como se sabe, Ícaro ignora os avisos de seu pai, Dédalo, voa alto demais e, ao aproximar-se do sol, tem a cera de suas asas derretida, caindo no mar. Na obra, sua queda aparece quase escondida — visível apenas pelas pernas que emergem da água no canto inferior direito, enquanto o restante do mundo segue sua rotina. A imagem dialoga com o argumento do artigo ao sugerir que o entusiasmo ou os impulsos humanos, quando ignoram advertências e princípios mais sólidos, podem conduzir à queda.</p>



<br>



<hr class="wp-block-separator has-alpha-channel-opacity is-style-dots"/>



<h2 class="wp-block-heading has-text-align-center">Saiba mais, leia:</h2>



<br>



<section id="gm71bf303" class="wp-block-gutentor-m0 alignfull section-gm71bf303 gutentor-module gutentor-module-carousel has-color-bg has-custom-bg gutentor-slick-a-default-desktop gutentor-slick-a-default-tablet gutentor-slick-a-default-mobile"><div class="grid-container"><div class="gutentor-module-carousel-row" data-dots="false" data-dotstablet="false" data-dotsmobile="false" data-arrows="true" data-arrowstablet="true" data-arrowsmobile="true" data-infinite="true" data-autoplay="true" data-draggable="true" data-pauseonfocus="true" data-pauseonhover="true" data-autoplayspeed="4500" data-cmondesktop="false" data-cmontablet="false" data-cmonmobile="false" data-nextarrow="fas fa-angle-right" data-prevarrow="fas fa-angle-left" data-arrowspositiondesktop="gutentor-slick-a-default-desktop" data-arrowspositiontablet="gutentor-slick-a-default-tablet" data-arrowspositionmobile="gutentor-slick-a-default-mobile" data-speed="300" data-slideitemdesktop="2" data-slideitemtablet="3" data-slideitemmobile="1" data-slidescroll-desktop="2" data-slidescroll-tablet="3" data-slidescroll-mobile="1">
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<div id="section-g-lepfdsl" class="wp-block-gutentor-e6 section-g-lepfdsl gutentor-element gutentor-element-image text-align-center-desktop"><div class="gutentor-element-image-box"><a class="gutentor-element-image-link" href="https://culturadefato.com.br/desmentindo-os-mitos-da-idade-media-como-a-igreja-catolica-construiu-a-civilizacao-ocidental/"><div class="gutentor-image-thumb"><img decoding="async" class="normal-image" src="https://culturadefato.com.br/wp-content/uploads/2026/01/DisputaSantissimoSacramento.jpg" alt="Obra: &quot;A Disputa do Santíssimo Sacramento&quot; (1509–1510). Primeira parte da encomenda feita a Rafael para a decoração em afrescos das salas hoje conhecidas como Salas de Rafael (Stanze di Raffaello), no Palácio Apostólico do Vaticano." /></div></a></div></div>



<p class="has-text-align-center"><br><a href="https://culturadefato.com.br/desmentindo-os-mitos-da-idade-media-como-a-igreja-catolica-construiu-a-civilizacao-ocidental/"><em>Desmentindo mitos da Idade Média: “Como a Igreja Católica construiu a Civilização Ocidental”</em></a>, por <a href="https://culturadefato.com.br/author/patriciacastro/">Patrícia Castro</a></p>
</div></div>



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<p class="has-text-align-center"><br><em><a href="https://culturadefato.com.br/a-barbarie-legalizada-civilizacao-sem-deus-justica-sem-alma/">A barbárie legalizada: civilização sem Deus, justiça sem alma</a></em>, por <a href="https://culturadefato.com.br/author/patriciacastro/">Patrícia Castro</a></p>
</div></div>



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<p class="has-text-align-center"><br><em><a href="https://culturadefato.com.br/a-verdade-sobre-a-inquisicao-desfazendo-os-mitos/">A Verdade sobre a Inquisição: desfazendo os mitos</a></em>, por <a href="https://culturadefato.com.br/author/patriciacastro/">Patrícia Castro</a></p>
</div></div>



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<p class="has-text-align-center"><br><a href="https://patriciacastro.org/">O cristianismo como ideia</a>,<br>por <a href="https://culturadefato.com.br/author/danielmarcondes/">Daniel Marcondes</a></p>
</div></div>



<div id="col-g-y5bwbjw" class="wp-block-gutentor-m0-col col-g-y5bwbjw gutentor-carousel-item"><div id="section-g-y5bwbjw" class="section-g-y5bwbjw gutentor-col-wrap has-color-bg has-custom-bg">
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<p class="has-text-align-center"><br><a href="#main"><em>Doçura comovedora, severidade fulminante</em></a>,<br>por <a href="https://culturadefato.com.br/author/pliniocoliveira/">Plinio Corrêa de Oliveira</a></p>
</div></div>



<div id="col-g-11hferx" class="wp-block-gutentor-m0-col col-g-11hferx gutentor-carousel-item"><div id="section-g-11hferx" class="section-g-11hferx gutentor-col-wrap has-color-bg has-custom-bg">
<div id="section-g-uoe9loo" class="wp-block-gutentor-e6 section-g-uoe9loo gutentor-element gutentor-element-image text-align-center-desktop"><div class="gutentor-element-image-box"><a class="gutentor-element-image-link" href="https://culturadefato.com.br/o-ateismo-e-o-problema-do-bem/"><div class="gutentor-image-thumb"><img decoding="async" class="normal-image" src="https://culturadefato.com.br/wp-content/uploads/2025/01/AlegoriaDaBondade.jpg" alt="Obra: &quot;Alegoria da bondade&quot; (1564), por Jacopo Robusti (1518 - 1594)." /></div></a></div></div>



<p class="has-text-align-center"><br><a href="#main"><em>O ateísmo e o problema do bem</em></a>,<br>por <a href="https://culturadefato.com.br/author/jonathansilveira/">Jonathan Silveira</a></p>
</div></div>
</div></div></section>



<br>
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		<title>Admiráveis amadores e lamentáveis profissionais</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Eric M. Rabello]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 09 Feb 2026 16:54:41 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Filosofia e História]]></category>
		<category><![CDATA[Aborto]]></category>
		<category><![CDATA[Admirável Mundo Novo]]></category>
		<category><![CDATA[Amador]]></category>
		<category><![CDATA[Analfabetos Funcionais]]></category>
		<category><![CDATA[Bernard Shaw]]></category>
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		<category><![CDATA[George Bernard Shaw]]></category>
		<category><![CDATA[Inteligência]]></category>
		<category><![CDATA[Inteligência Artificial]]></category>
		<category><![CDATA[Profissional]]></category>
		<category><![CDATA[Salvador Dalí]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>“Aqueles que desconhecem a <em>função</em> — e o significado efetivo das palavras em cada contexto — ainda que saibam lê-las, enquadram-se na condição de analfabetos <em>funcionais</em>.”</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="has-text-align-center">“<em>O especialista é um homem que sabe cada vez mais sobre cada vez menos,</em><br><em>e por fim acaba sabendo tudo sobre nada.</em>”<br><span data-tooltip-position="top" data-tooltip="George Bernard Shaw (1856 – 1950) foi dramaturgo e romancista irlandês.">George Bernard Shaw</span> (1856–1950)</p>



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<br>



<p class="has-drop-cap">Recentemente — para os padrões digitais, há bastante tempo — diversos veículos afirmaram: “Jovens evitam a utilização de mecanismos de pesquisa, como o Google e o Bing. Eles preferem ferramentas como TikTok e YouTube; ao que tudo indica, o objetivo é evitar leituras”.</p>



<p>Contudo, conheço “semi-jovens” e “nada-jovens” que, há muito tempo e independentemente dos meios tecnológicos disponíveis, evitam ler e escrever.</p>



<p>Falei sobre esse assunto com tecnólogos e a maioria demonstrou preocupações com o futuro profissional desses jovens. Porém, de certo modo, será melhor se no porvir houver poucos profissionais e muitos amadores.</p>



<p>A palavra amador vem do latim <em>amātor</em>, que significa “aquele que ama”. A raiz do vocábulo “profissional” também é latina, vem de <em>professio</em>, “declaração pública de fé”, isto é, aquele que “professa” um ofício com competência reconhecida e obrigação social, quase sempre em troca de remuneração. No entanto, primeiro “amar” e depois obter reconhecimento e ganhos financeiros não é algo tão corriqueiro; se fosse, não veríamos com tanta frequência amadores superando profissionais, e ler e escrever provavelmente seriam tão comuns quanto assistir, ouvir e falar.</p>



<p>Ademais, não precisamos aguardar o futuro para presenciar analfabetos funcionais; infelizmente, já os temos em abundância. Entre eles — não paradoxalmente — encontramos inclusive bons técnicos (profissionais técnicos). Além disso, mesmo aqueles que evitam ler leem muito. Leem com frequência mensagens no WhatsApp, postagens em redes sociais, comentários em vídeos e outras efemeridades.</p>



<p>O problema surge quando reconhecemos o símbolo (palavra), mas desconhecemos o objeto que ele representa. Em analogia, suponha que uma criança esteja viajando por uma rodovia e, em determinado momento, observe uma placa contendo a silhueta de um avião e a indicação “12 km”. Agora suponha que ela reconheça o formato da aeronave, cada letra e número, mas não saiba que, a doze quilômetros, haverá um aeroporto nem tenha noção do quão distante é essa quilometragem.</p>



<p>Uma situação muito próxima à da criança ocorre quando alguém lê “só consigo continuar depois da sesta”, mas não compreende que <em>sesta</em> significa algo como “soneca”; ou quando se utiliza a palavra “empoderamento” para designar “promiscuidade”; ou, como último exemplo, quando alguém lê “duas aeronaves se cruzaram — proa com proa — a uma distância de míseros três quilômetros” e, sem captar a ironia, despertam-se sentimentos de irresponsabilidade e desejos por novas normas.</p>



<p>Em suma, aqueles que desconhecem a <em>função</em> — e o significado efetivo das palavras em cada contexto — ainda que saibam lê-las, enquadram-se na condição de analfabetos <em>funcionais</em>.</p>



<p>Convém observar que engenheiros dos mais variados ramos, desenvolvedores de <em>software</em>, matemáticos e muitos outros profissionais, mesmo que solucionem problemas de alta complexidade, dominem lógicas formais e sejam hábeis na análise de sistemas abstratos, não estão imunes ao analfabetismo funcional. São inteligentes e leem com frequência manuais, documentações, requisitos e outros artefatos; porém, não treinam a leitura dos sentidos, das intenções, das ambiguidades, das ironias, dos pressupostos, dos conceitos históricos e de outros fatores subjetivos. Leem instrumentalmente, não interpretativamente. Dominam o “como”, mas não precisam compreender o “por quê“.</p>



<p>São hábeis em lidar com causalidades claras, relações determinísticas, axiomas e regras explícitas; não têm dificuldade em compreender estruturas do tipo “se <em>A</em>, então <em>B</em>”. Todavia, fora da lógica estritamente profissional, é possível que <em>A</em> seja, ao mesmo tempo, cinquenta coisas distintas — e o mesmo ocorra com <em>B</em>. Os próprios jargões profissionais servem para reduzir as possibilidades interpretativas; assim, em nome da eficiência operacional, o vocabulário se empobrece. E o vocabulário é a principal ferramenta do pensamento.</p>



<p>Quando se atrofia o pensamento hermenêutico e se expande o técnico, aquilo que deveria ser interpretado é lido de modo literal; consideram-se metáforas e <em>slogans</em> como fatos; confundem-se prescrições com descrições; tornam-se imperceptíveis ironias, artifícios retóricos e manipulações. As consequências refletem-se nas músicas, nos filmes, em programas humorísticos e, de modo especialmente evidente, no campo moral e político.</p>



<p>Todos nós conhecemos profissionais excepcionais que, sem perceber, defendem políticos autoritários e sustentam posições sobre temas como aborto e liberação de drogas com a mesma segurança com que afirmam que dois mais dois são quatro; ou, na melhor das hipóteses, tratam tais questões como se algoritmos com variáveis limitadíssimas pudessem resolvê-las.</p>



<p>Em <em><a href="https://amzn.to/4qm9kxv" target="_blank" rel="noreferrer noopener sponsored nofollow">Admirável Mundo Novo</a></em>, de <span data-tooltip-position="top" data-tooltip="Aldous Leonard Huxley (1894 - 1963) foi um escritor inglês. Ficou conhecido por meio da distopia ''Admirável Mundo Novo'' e ensaios. Também editou a revista Oxford Poetry e publicou contos, poesias, literatura de viagem e guiões de filmes.">Aldous Huxley</span>, todos desempenham suas funções com eficácia. Para a maioria das castas, a leitura profunda é desencorajada, enquanto filmes sensoriais, jogos e a sexualidade casual são promovidos. Os indivíduos ora mergulham no trabalho, ora se distraem, sem jamais ter espaço para reflexão. Na distopia, não há “nada-jovens”: a engenharia biológica mantém os corpos joviais até a morte. Muito diferente do mundo atual, onde filtros de aplicativos apagam rugas apenas virtualmente e, por meio de assinaturas <em>premium</em>, <span data-tooltip-position="top" data-tooltip="Inteligência Artificial">IA</span>s fazem parecer que as pessoas são mais inteligentes do que realmente são. Porém, se persistirmos nessa trajetória, ainda chegaremos lá.</p>



<br>



<p class="has-text-align-right">Por&nbsp;<a href="https://culturadefato.com.br/author/ericrabello/">Eric M. Rabello</a>.</p>



<br>



<p class="has-background has-very-light-gray-background-color"><strong>Nota da editoria:</strong><br><br>A imagem da capa é um recorte da obra: “<em><a href="https://en.wikipedia.org/wiki/The_Ghost_of_Vermeer_of_Delft_Which_Can_Be_Used_as_a_Table" target="_blank" rel="noreferrer noopener nofollow">The ghost of vermeer of delft which can e used as a table</a></em>” (1934), de <span data-tooltip-position="top" data-tooltip="Salvador Dalí i Domènech (1904-1989), 1.º Marquês de Dalí de Púbol foi um importante pintor espanhol, conhecido pelo seu trabalho surrealista. O trabalho de Dalí chama a atenção pela incrível combinação de imagens bizarras, oníricas, com excelente qualidade plástica.">Salvador Dalí</span> (1904-1989). Foi associada ao artigo pelo fato de que, hoje, muitos vivem como peças de um grande aparato. Assim como os cidadãos de <em><a href="https://amzn.to/4qm9kxv" target="_blank" rel="noreferrer noopener sponsored nofollow">Admirável Mundo Novo</a></em>, aqueles afetados pelo analfabetismo funcional permanecem presos a estruturas que moldam suas ações e pensamentos, limitando sua autonomia e obscurecendo a própria compreensão do mundo.</p>



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<hr class="wp-block-separator has-alpha-channel-opacity is-style-dots"/>



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<h2 class="wp-block-heading has-text-align-center">Mais do autor:</h2>



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<section id="gmc8eb5aa" class="wp-block-gutentor-m0 alignfull section-gmc8eb5aa gutentor-module gutentor-module-carousel has-color-bg has-custom-bg gutentor-slick-a-default-desktop gutentor-slick-a-default-tablet gutentor-slick-a-default-mobile"><div class="grid-container"><div class="gutentor-module-carousel-row" data-dots="false" data-dotstablet="false" data-dotsmobile="false" data-arrows="true" data-arrowstablet="true" data-arrowsmobile="true" data-infinite="true" data-autoplay="true" data-draggable="true" data-pauseonfocus="true" data-pauseonhover="true" data-autoplayspeed="4500" data-cmondesktop="false" data-cmontablet="false" data-cmonmobile="false" data-nextarrow="fas fa-angle-right" data-prevarrow="fas fa-angle-left" data-arrowspositiondesktop="gutentor-slick-a-default-desktop" data-arrowspositiontablet="gutentor-slick-a-default-tablet" data-arrowspositionmobile="gutentor-slick-a-default-mobile" data-speed="300" data-slideitemdesktop="2" data-slideitemtablet="3" data-slideitemmobile="1" data-slidescroll-desktop="2" data-slidescroll-tablet="1" data-slidescroll-mobile="2">
<div id="col-gm73ff07" class="wp-block-gutentor-m0-col col-gm73ff07 gutentor-carousel-item"><div id="section-gm73ff07" class="section-gm73ff07 gutentor-col-wrap">
<div id="section-g396b3e" class="wp-block-gutentor-e6 section-g396b3e gutentor-element gutentor-element-image"><div class="gutentor-element-image-box"><a class="gutentor-element-image-link" href="https://culturadefato.com.br/destino-o-todo-via-o-nada/"><div class="gutentor-image-thumb"><img decoding="async" class="normal-image" src="https://culturadefato.com.br/wp-content/uploads/2024/02/TheEgged.jpg" alt="The Egged" /></div></a></div></div>



<p class="has-text-align-center"><br><em><a href="https://culturadefato.com.br/destino-o-todo-via-o-nada/">Destino: “O Todo”, via “O Nada”</a></em></p>
</div></div>



<div id="col-gma1c95c" class="wp-block-gutentor-m0-col col-gma1c95c gutentor-carousel-item"><div id="section-gma1c95c" class="section-gma1c95c gutentor-col-wrap">
<div id="section-g499d04" class="wp-block-gutentor-e6 section-g499d04 gutentor-element gutentor-element-image"><div class="gutentor-element-image-box"><a class="gutentor-element-image-link" href="https://culturadefato.com.br/profissionais-da-efemeridade"><div class="gutentor-image-thumb"><img decoding="async" class="normal-image" src="https://culturadefato.com.br/wp-content/uploads/2024/01/BusDriverNewYorkCity.jpg" alt="Bus Driver, New York City. Pintura a óleo. Imagem extraída do liivro: &quot;Schroeder: A man and his art&quot;." /></div></a></div></div>



<p class="has-text-align-center"><br><em><a href="https://culturadefato.com.br/profissionais-da-efemeridade">Profissionais da efemeridade</a></em></p>
</div></div>



<div id="col-gmc4b018" class="wp-block-gutentor-m0-col col-gmc4b018 gutentor-carousel-item"><div id="section-gmc4b018" class="section-gmc4b018 gutentor-col-wrap has-color-bg has-custom-bg">
<div id="section-g2bee61" class="wp-block-gutentor-e6 section-g2bee61 gutentor-element gutentor-element-image text-align-center-desktop"><div class="gutentor-element-image-box"><a class="gutentor-element-image-link" href="https://culturadefato.com.br/breve-expedicao-musical-dos-jingles-aos-classicos/"><div class="gutentor-image-thumb"><img decoding="async" class="normal-image" src="https://culturadefato.com.br/wp-content/uploads/2023/07/Harmonious_PatriciaBellerose.jpg" alt="Obra &quot;Harmonious&quot;, por Patricia Bellerose" /></div></a></div></div>



<p class="has-text-align-center"><a href="https://culturadefato.com.br/postagens-selecionadas-do-telegram-marco-de-2023/"></a><br><a href="https://culturadefato.com.br/breve-expedicao-musical-dos-jingles-aos-classicos/"><em>Breve expedição musical: dos jingles aos clássicos (via formação de caráter)</em></a></p>
</div></div>



<div id="col-gmf3ee14" class="wp-block-gutentor-m0-col col-gmf3ee14 gutentor-carousel-item"><div id="section-gmf3ee14" class="section-gmf3ee14 gutentor-col-wrap has-color-bg has-custom-bg">
<div id="section-ga8e64c" class="wp-block-gutentor-e6 section-ga8e64c gutentor-element gutentor-element-image text-align-center-desktop"><div class="gutentor-element-image-box"><a class="gutentor-element-image-link" href="https://culturadefato.com.br/burrice-artificial/"><div class="gutentor-image-thumb"><img decoding="async" class="normal-image" src="https://culturadefato.com.br/wp-content/uploads/2023/05/PuppetMaster_NatalyaSyuzeva.jpg" alt="Obra: &quot;Puppet master&quot;, por Natalya Syuzeva" /></div></a></div></div>



<p class="has-text-align-center"><a href="https://culturadefato.com.br/postagens-selecionadas-do-telegram-marco-de-2023/"></a><br><em><a href="https://culturadefato.com.br/burrice-artificial/">Burrice artificial</a></em></p>
</div></div>



<div id="col-gm6571fa" class="wp-block-gutentor-m0-col col-gm6571fa gutentor-carousel-item"><div id="section-gm6571fa" class="section-gm6571fa gutentor-col-wrap has-color-bg has-custom-bg">
<div id="section-gb4f284" class="wp-block-gutentor-e6 section-gb4f284 gutentor-element gutentor-element-image text-align-center-desktop"><div class="gutentor-element-image-box"><a class="gutentor-element-image-link" href="https://culturadefato.com.br/o-que-e-mais-importante-a-viagem-ou-o-destino/"><div class="gutentor-image-thumb"><img decoding="async" class="normal-image" src="https://culturadefato.com.br/wp-content/uploads/2023/03/Dente-De-Leao_O_Voo_Das_Sementes.jpg" alt="O voo das sementes de um dente-de-leão" /></div></a></div></div>



<p class="has-text-align-center"><a href="https://culturadefato.com.br/postagens-selecionadas-do-telegram-marco-de-2023/"></a><br><a href="https://culturadefato.com.br/o-que-e-mais-importante-a-viagem-ou-o-destino/"><em>O que é mais importante: a viagem ou o destino?</em></a></p>
</div></div>



<div id="col-gm0e78ba" class="wp-block-gutentor-m0-col col-gm0e78ba gutentor-carousel-item"><div id="section-gm0e78ba" class="section-gm0e78ba gutentor-col-wrap has-color-bg has-custom-bg">
<div id="section-g63958e" class="wp-block-gutentor-e6 section-g63958e gutentor-element gutentor-element-image text-align-center-desktop"><div class="gutentor-element-image-box"><a class="gutentor-element-image-link" href="https://culturadefato.com.br/viagem/"><div class="gutentor-image-thumb"><img decoding="async" class="normal-image" src="https://culturadefato.com.br/wp-content/uploads/2023/01/TheTravellingCompanions_1862_AugustusLeopoldEgg.jpg" alt="Obra: &quot;The Travelling Companions&quot; (1862), por Augustus Leopold Egg (1816 - 1863)" /></div></a></div></div>



<p class="has-text-align-center"><br><a href="https://culturadefato.com.br/viagem/"><em>Viagem</em></a></p>
</div></div>



<div id="col-gm08f111" class="wp-block-gutentor-m0-col col-gm08f111 gutentor-carousel-item"><div id="section-gm08f111" class="section-gm08f111 gutentor-col-wrap has-color-bg has-custom-bg">
<div id="section-ga02353" class="wp-block-gutentor-e6 section-ga02353 gutentor-element gutentor-element-image text-align-center-desktop"><div class="gutentor-element-image-box"><a class="gutentor-element-image-link" href="https://culturadefato.com.br/sorte-em-abundancia-ou-razao-em-escassez/"><div class="gutentor-image-thumb"><img decoding="async" class="normal-image" src="https://culturadefato.com.br/wp-content/uploads/2022/07/SteampunkGears_CindyPinnock.jpg" alt="Obra: &quot;Steampunk Gears&quot;, por Cindy Pinnock." /></div></a></div></div>



<p class="has-text-align-center"><a href="https://culturadefato.com.br/postagens-selecionadas-do-telegram-marco-de-2023/"></a><br><a href="https://culturadefato.com.br/sorte-em-abundancia-ou-razao-em-escassez/"><em>Sorte em abundância ou razão em escassez?</em></a></p>
</div></div>



<div id="col-gm10f588" class="wp-block-gutentor-m0-col col-gm10f588 gutentor-carousel-item"><div id="section-gm10f588" class="section-gm10f588 gutentor-col-wrap has-color-bg has-custom-bg">
<div id="section-g1eb3e1" class="wp-block-gutentor-e6 section-g1eb3e1 gutentor-element gutentor-element-image text-align-center-desktop"><div class="gutentor-element-image-box"><a class="gutentor-element-image-link" href="https://culturadefato.com.br/o-barbeiro-e-sao-tomas-de-aquino/"><div class="gutentor-image-thumb"><img decoding="async" class="normal-image" src="https://culturadefato.com.br/wp-content/uploads/2022/03/BarbershopAtChristmasTime_WilliamASmith.jpg" alt="Obra: &quot;Barbershop at Christmas Time&quot;, por William A. Smith (1918 - 1989)." /></div></a></div></div>



<p class="has-text-align-center"><a href="https://culturadefato.com.br/postagens-selecionadas-do-telegram-marco-de-2023/"></a><br><a href="https://culturadefato.com.br/o-barbeiro-e-sao-tomas-de-aquino/">O barbeiro e São Tomás de Aquino</a></p>
</div></div>



<div id="col-gm65933f" class="wp-block-gutentor-m0-col col-gm65933f gutentor-carousel-item"><div id="section-gm65933f" class="section-gm65933f gutentor-col-wrap has-color-bg has-custom-bg">
<div id="section-g9bbc72" class="wp-block-gutentor-e6 section-g9bbc72 gutentor-element gutentor-element-image text-align-center-desktop"><div class="gutentor-element-image-box"><a class="gutentor-element-image-link" href="https://culturadefato.com.br/os-primitivos-do-futuro-ou-os-documentadores-musicais/"><div class="gutentor-image-thumb"><img decoding="async" class="normal-image" src="https://culturadefato.com.br/wp-content/uploads/2021/04/TribalMusette.jpg" alt="Capa do CD &quot;Tribal Musette&quot;, da banda ''Les Primitifs du Futur''. Arte gráfica de Robert Crumb." /></div></a></div></div>



<p class="has-text-align-center"><br><em><a href="https://culturadefato.com.br/os-primitivos-do-futuro-ou-os-documentadores-musicais/">“Os primitivos do futuro” ou “Os documentadores musicais”</a></em></p>
</div></div>



<div id="col-gm62bdf0" class="wp-block-gutentor-m0-col col-gm62bdf0 gutentor-carousel-item"><div id="section-gm62bdf0" class="section-gm62bdf0 gutentor-col-wrap">
<div id="section-gf9a5fb" class="wp-block-gutentor-e6 section-gf9a5fb gutentor-element gutentor-element-image gutentor-enabled-width text-align-center-desktop"><div class="gutentor-element-image-box"><a class="gutentor-element-image-link" href="https://culturadefato.com.br/deus-existe-nada-prova-tudo-evidencia/"><div class="gutentor-image-thumb"><img decoding="async" class="normal-image" src="https://culturadefato.com.br/wp-content/uploads/2021/02/ACriacaoDeAdao.jpg" alt="&quot;A Criação de Adão&quot;, parte do afresco pintado por Michelangelo no teto da Capela Sistina entre os anos de 1508 e 1510, a pedido do papa Júlio II." /></div></a></div></div>



<p class="has-text-align-center"><br><a href="https://culturadefato.com.br/educacao-e-anti-educacao/"><em>Deus existe? Nada prova; t</em></a><a href="https://culturadefato.com.br/deus-existe-nada-prova-tudo-evidencia/"><em>udo evidencia!</em></a></p>
</div></div>



<div id="col-gm908f95" class="wp-block-gutentor-m0-col col-gm908f95 gutentor-carousel-item"><div id="section-gm908f95" class="section-gm908f95 gutentor-col-wrap">
<div id="section-g804e1e" class="wp-block-gutentor-e6 section-g804e1e gutentor-element gutentor-element-image gutentor-enabled-width text-align-center-desktop"><div class="gutentor-element-image-box"><a class="gutentor-element-image-link" href="https://culturadefato.com.br/sao-paulo-nao-dorme-paulistanos-nao-acordam/"><div class="gutentor-image-thumb"><img decoding="async" class="normal-image" src="https://culturadefato.com.br/wp-content/uploads/2020/12/BandeiraDaCidadeDeSaoPaulo.jpg" alt="Bandeira da Cidade de São Paulo" /></div></a></div></div>



<p class="has-text-align-center"><br><a href="http://São Paulo não dorme; paulistanos não acordam!"><em>São P</em></a><a href="https://culturadefato.com.br/sao-paulo-nao-dorme-paulistanos-nao-acordam/"><em>aulo não dorme; paulistanos não acordam!</em></a></p>
</div></div>



<div id="col-gmd2bd84" class="wp-block-gutentor-m0-col col-gmd2bd84 gutentor-carousel-item"><div id="section-gmd2bd84" class="section-gmd2bd84 gutentor-col-wrap">
<div id="section-ge35124" class="wp-block-gutentor-e6 section-ge35124 gutentor-element gutentor-element-image gutentor-enabled-width text-align-center-desktop"><div class="gutentor-element-image-box"><a class="gutentor-element-image-link" href="https://culturadefato.com.br/o-que-e-a-verdade-e-por-qual-motivo-e-tao-dificil-defini-la/"><div class="gutentor-image-thumb"><img decoding="async" class="normal-image" src="https://culturadefato.com.br/wp-content/uploads/2020/09/LuzArtificial_LuzNatural.jpg" alt="Lâmpada fotografada ao por do sol, onde o sol aparece no lugar do bulbo devido a transparência do vidro." /></div></a></div></div>



<p class="has-text-align-center"><br><a href="https://culturadefato.com.br/o-que-e-a-verdade-e-por-qual-motivo-e-tao-dificil-defini-la/"><em>O que é a verdade e por qual motivo é tão difícil defini-la</em></a></p>
</div></div>



<div id="col-gm69286f" class="wp-block-gutentor-m0-col col-gm69286f gutentor-carousel-item"><div id="section-gm69286f" class="section-gm69286f gutentor-col-wrap">
<div id="section-gdab742" class="wp-block-gutentor-e6 section-gdab742 gutentor-element gutentor-element-image"><div class="gutentor-element-image-box"><a class="gutentor-element-image-link" href="https://culturadefato.com.br/loucos-ou-desequilibrados-pela-razao/"><div class="gutentor-image-thumb"><img decoding="async" class="normal-image" src="https://culturadefato.com.br/wp-content/uploads/2020/10/NavioDosLoucos_HieronymusBosch.jpg" alt="Obra: &quot;O Navio dos Loucos&quot; (1503-1504), por Hieronymus Bosch (1450 - 1516)." /></div></a></div></div>



<p class="has-text-align-center"><br><a href="https://culturadefato.com.br/loucos-ou-desequilibrados-pela-razao/"><em>Loucos (ou desequilibrados) pela razão</em></a></p>
</div></div>



<div id="col-gmce2761" class="wp-block-gutentor-m0-col col-gmce2761 gutentor-carousel-item"><div id="section-gmce2761" class="section-gmce2761 gutentor-col-wrap">
<div id="section-gb9e353" class="wp-block-gutentor-e6 section-gb9e353 gutentor-element gutentor-element-image"><div class="gutentor-element-image-box"><a class="gutentor-element-image-link" href="https://culturadefato.com.br/nao-tenho-fe-suficiente-para-ser-ateu/"><div class="gutentor-image-thumb"><img decoding="async" class="normal-image" src="https://culturadefato.com.br/wp-content/uploads/2020/08/DNA_Azul.jpg" alt="Representação do DNA" /></div></a></div></div>



<p class="has-text-align-center"><br><a href="https://culturadefato.com.br/nao-tenho-fe-suficiente-para-ser-ateu/"><em>Não tenho fé suficiente para ser ateu</em></a></p>
</div></div>



<div id="col-gm3c87c3" class="wp-block-gutentor-m0-col col-gm3c87c3 gutentor-carousel-item"><div id="section-gm3c87c3" class="section-gm3c87c3 gutentor-col-wrap">
<div id="section-g5681dc" class="wp-block-gutentor-e6 section-g5681dc gutentor-element gutentor-element-image"><div class="gutentor-element-image-box"><a class="gutentor-element-image-link" href="https://culturadefato.com.br/jingles-inesqueciveis-mas-evitaveis/"><div class="gutentor-image-thumb"><img decoding="async" class="normal-image" src="https://culturadefato.com.br/wp-content/uploads/2020/08/RadioAntigo-Cafe-Livre.jpg" alt="Rádio antigo, café e livro. Representando jingles antigos." /></div></a></div></div>



<p class="has-text-align-center"><br><a href="https://culturadefato.com.br/jingles-inesqueciveis-mas-evitaveis/"><em>Jingles inesquecíveis, mas evitáveis</em></a></p>
</div></div>



<div id="col-gmbf3543" class="wp-block-gutentor-m0-col col-gmbf3543 gutentor-carousel-item"><div id="section-gmbf3543" class="section-gmbf3543 gutentor-col-wrap">
<div id="section-gc5f9e4" class="wp-block-gutentor-e6 section-gc5f9e4 gutentor-element gutentor-element-image"><div class="gutentor-element-image-box"><a class="gutentor-element-image-link" href="https://culturadefato.com.br/decolando-na-liberdade-aterrissando-na-escravidao/"><div class="gutentor-image-thumb"><img decoding="async" class="normal-image" src="https://culturadefato.com.br/wp-content/uploads/2020/07/FlyHigh_RachanaMathradan.jpg" alt="Obra: &quot;Fly high!&quot;, por Rachana Mathradan" /></div></a></div></div>



<p class="has-text-align-center"><br><em><a href="https://culturadefato.com.br/decolando-na-liberdade-aterrissando-na-escravidao/">Decolando na liberdade; aterrissando na escravidão</a></em></p>
</div></div>



<div id="col-gmbe7272" class="wp-block-gutentor-m0-col col-gmbe7272 gutentor-carousel-item"><div id="section-gmbe7272" class="section-gmbe7272 gutentor-col-wrap">
<div id="section-ga80954" class="wp-block-gutentor-e6 section-ga80954 gutentor-element gutentor-element-image"><div class="gutentor-element-image-box"><a class="gutentor-element-image-link" href="https://culturadefato.com.br/decolando-na-liberdade-aterrissando-na-escravidao/"><div class="gutentor-image-thumb"><img decoding="async" class="normal-image" src="https://culturadefato.com.br/wp-content/uploads/2020/06/O_Que_E_Cultura.jpg" alt="O que é cultura?" /></div></a></div></div>



<p class="has-text-align-center"><br><em><a href="https://culturadefato.com.br/o-que-e-cultura/">O que é cultura?</a></em></p>
</div></div>



<div id="col-g-k3w01hl" class="wp-block-gutentor-m0-col col-g-k3w01hl gutentor-carousel-item"><div id="section-g-k3w01hl" class="section-g-k3w01hl gutentor-col-wrap">
<div id="section-g-xpsoofj" class="wp-block-gutentor-e6 section-g-xpsoofj gutentor-element gutentor-element-image"><div class="gutentor-element-image-box"><a class="gutentor-element-image-link" href="#main"><div class="gutentor-image-thumb"><img decoding="async" class="normal-image" src="https://culturadefato.com.br/wp-content/uploads/2026/02/GhostVermeerDelftWhichCanBeUsedAsTable.jpg" alt="Recorte da obra: &quot;The ghost of vermeer of delft which can e used as a table&quot; (1934), de Salvador Dalí (1904 - 1989)." /></div></a></div></div>



<p class="has-text-align-center"><br><a href="https://culturadefato.com.br/o-que-e-cultura/">Retornar ao topo</a></p>
</div></div>
</div></div></section>



<br>
<p>O post <a href="https://culturadefato.com.br/admiraveis-amadores-e-lamentaveis-profissionais/">Admiráveis amadores e lamentáveis profissionais</a> apareceu primeiro em <a href="https://culturadefato.com.br">Cultura de Fato</a>.</p>
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		<title>Desmentindo mitos da Idade Média: “Como a Igreja Católica construiu a Civilização Ocidental”</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Patrícia Castro]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 25 Jan 2026 16:17:34 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cristianismo]]></category>
		<category><![CDATA[Filosofia e História]]></category>
		<category><![CDATA[Aborto]]></category>
		<category><![CDATA[Catolicismo]]></category>
		<category><![CDATA[Civilização Ocidental]]></category>
		<category><![CDATA[Copérnico]]></category>
		<category><![CDATA[Dante Alighieri]]></category>
		<category><![CDATA[Francisco de Vitória]]></category>
		<category><![CDATA[G. K. Chesterton]]></category>
		<category><![CDATA[Idade Média]]></category>
		<category><![CDATA[Igreja Católica]]></category>
		<category><![CDATA[Nicole Oresme]]></category>
		<category><![CDATA[Padre Paulo Ricardo]]></category>
		<category><![CDATA[Rafael Sanzio]]></category>
		<category><![CDATA[Roger Bacon]]></category>
		<category><![CDATA[Santo Alberto Magno]]></category>
		<category><![CDATA[Santo Tomás de Aquino]]></category>
		<category><![CDATA[São Tomás de Aquino]]></category>
		<category><![CDATA[Thomas E. Woods]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>“Foram eles [religiosos católicos] que criaram instituições sociais, como hospitais, escolas, orfanatos e outras obras assistenciais. Essa preocupação com a dignidade humana e o bem comum mostra que o cristianismo medieval não se limitava à vida espiritual, mas buscava construir uma sociedade mais justa, culta e solidária, cujo impacto atravessou séculos.”</p>
<p>O post <a href="https://culturadefato.com.br/desmentindo-os-mitos-da-idade-media-como-a-igreja-catolica-construiu-a-civilizacao-ocidental/">Desmentindo mitos da Idade Média: “Como a Igreja Católica construiu a Civilização Ocidental”</a> apareceu primeiro em <a href="https://culturadefato.com.br">Cultura de Fato</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="has-text-align-center">“<em>O conhecimento é poder, mas só a sabedoria é liberdade.</em>”<br><span data-tooltip="William James Durant (1885 - 1981) foi historiador e escritor estadunidense." data-tooltip-position="top">Will Durant</span> (1885 &#8211; 1981)</p>



<hr class="wp-block-separator has-alpha-channel-opacity is-style-wide"/>



<br>



<p class="has-drop-cap">Você já parou para pensar por que você não é budista, hinduísta ou muçulmano? Ter nascido no Brasil, no século XX ou XXI, te coloca em uma posição que, embora não seja considerada “privilegiada” pelos insatisfeitos, talvez nem fosse uma possibilidade em sociedades antigas onde a guerra era a norma e a noção de “justiça” era desconhecida. A vida em tempos pré-cristãos era marcada por uma barbárie que, se relatada, seria digna de um filme de terror. Ao contrário do que muita gente pensa, o mundo de hoje, apesar de seus desafios, já foi muito pior antes da chegada do Cristianismo. E foi a Igreja Católica&nbsp; que, com um trabalho persistente, levou o Evangelho aos povos, florescendo, principalmente, em um período que o mundo moderno, de forma maliciosa, chama de “Idade das Trevas”.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Desmistificando a “Idade das Trevas” e o Legado da Igreja</h2>



<br>



<p>Quando se fala em Idade Média, a imagem que surge com mais frequência são fogueiras, torturas e perseguições. Essa visão, repetida por séculos em filmes, séries e livros escolares, consolidou-se como um “senso comum” distorcido da história. A ideia de que a Igreja foi inimiga do conhecimento é, na verdade, um mito. Quem se dispõe a examinar os fatos históricos descobre que a Igreja preservou o saber, fomentou a educação e lançou as bases da ciência, da filosofia e da cultura ocidental.</p>



<p>A educação na <span data-tooltip-position="top" data-tooltip="Período da história da Europa entre os séculos V e XV.">Idade Média</span> tinha um propósito claro: formar pessoas sábias e santas, integrando conhecimento e virtude, como bem lembra o padre <span data-tooltip-position="top" data-tooltip="Pe. Paulo Ricardo de Azevedo Júnior é sacerdote católico, escritor e professor universitário. Foi ordenado sacerdote no dia 14 de junho de 1992, pelo Papa João Paulo II. Nasceu em 1966 no Recife (Pernambuco).">Paulo Ricardo</span>. O verdadeiro legado medieval não é de “trevas”; pelo contrário, foi uma época de construção do conhecimento, da civilização e da própria identidade cultural do Ocidente.</p>



<p><span data-tooltip-position="right" data-tooltip="Thomas E. Woods Jr. é católico, historiador, escritor e comentarista político norte-americano. Doutor em História pela Universidade de Columbia, é conhecido por suas obras sobre economia, história dos Estados Unidos e defesa das ideias libertárias. Nasceu em 1972 em Melrose (Massachusetts, EUA).">Thomas E. Woods Jr</span>., em seu livro&nbsp;<em><a href="https://amzn.to/30n2n60" target="_blank" rel="noreferrer noopener sponsored nofollow">Como a Igreja Católica Construiu a Civilização Ocidental</a></em>, mostra que os verdadeiros centros de preservação e difusão do saber estavam nos mosteiros, catedrais e universidades. Eram os monges que copiavam manuscritos antigos, estudavam filosofia, teologia e ciências naturais, e transmitiam esse conhecimento às gerações seguintes. Entre os grandes estudiosos medievais, destacam-se <span data-tooltip-position="top" data-tooltip="Santo Alberto Magno (1200 - 1280), conhecido também como Alberto, o Grande, e Alberto de Colônia, foi filósofo, escritor, cientista e teólogo católico - venerado como santo. Era um frade dominicano alemão e bispo. Ainda em vida era conhecido como ''doctor universalis'' e ''doctor expertus'' e, já idoso, ganhou o epíteto ''Magnus''.">Santo Alberto Magno</span>, mestre de <span data-tooltip-position="top" data-tooltip="Tomás de Aquino (1225 - 1274) foi filósofo e frade italiano. É conhecido como ''Doctor Angelicus''.">São Tomás de Aquino</span> e pioneiro nos estudos das ciências naturais; <span data-tooltip-position="top" data-tooltip="Roger Bacon (1220 - 1292), também conhecido como Doctor Mirabilis, foi um dos mais famosos frades de seu tempo. Ele foi um Padre e filósofo inglês que deu bastante ênfase ao empirismo e ao uso da matemática no estudo da natureza. Estudou nas universidades de Oxford e Paris.">Roger Bacon</span>, frade franciscano que defendia a observação e a experimentação como fundamentos do conhecimento; e <span data-tooltip-position="top" data-tooltip="Nicolau de Oresme (1325 - 1382), também conhecido como Nicole d' Oresme, Nicole Oresme, ou Nicolas de Oresme, foi um economista, filósofo, matemático, físico, astrônomo, biólogo, psicólogo, musicólogo, teólogo e tradutor francês do período medieval, além de bispo e conselheiro do rei Carlos V de França.">Nicole Oresme</span>, bispo e matemático que antecipou ideias sobre o movimento da Terra séculos antes de <span data-tooltip-position="top" data-tooltip="Nicolau Copérnico (1473 - 1543) foi astrônomo e matemático polonês.">Copérnico</span>. Esses são apenas alguns exemplos que demonstram claramente que a ciência floresceu em solo cristão, enquanto fora do cristianismo predominavam povos com costumes rudimentares e sem acesso sistemático ao conhecimento.</p>



<p class="img-direita"><a href="https://amzn.to/30n2n60" target="_blank" rel="noreferrer noopener sponsored nofollow"><img fetchpriority="high" decoding="async" width="409" height="580" class="wp-image-5529" src="https://culturadefato.com.br/wp-content/uploads/2020/07/IgrejaCatolicaConstruiuCivilizacaoOcidental.jpg" alt="Capa da obra: &quot;Como a Igreja Católica construiu a civilização ocidental&quot;, escrita por: Thomas Woods Jr. Publicada pela Quadrante Editora, sob ISBN-13 : 978-8574651255."></a>Poucos sabem que foi a Igreja que criou as primeiras universidades, instituições revolucionárias que sistematizaram o ensino e consolidaram o conhecimento. A Universidade de Bolonha, na Itália, considerada a mais antiga do mundo, foi fundada, em 1088, por monges católicos e funcionava como polo de aprendizado e cultura, uma referência mundial por onde passaram, entre outras celebridades, Nicolau Copérnico, <span data-tooltip-position="top" data-tooltip="Dante Alighieri (1262-1321) foi um poeta, escritor e político florentino nascido na atual Itália.">Dante Alighieri</span>, autor da <a href="https://amzn.to/3ZB6XM0"><em>Divina Comédia</em></a>, e <span data-tooltip-position="top" data-tooltip="Enzo Anselmo Giuseppe Maria Ferrari (1898 - 1988) foi o fundador da Scuderia Ferrari e da fábrica de automóveis Ferrari.">Enzo Ferrari</span>, o fundador da renomada marca de carros esportivos. Outras universidades importantes, como Paris, Oxford e Salamanca, seguiram o mesmo modelo, consolidando a educação formal e crítica na Europa.</p>



<p>A influência da Igreja na política, tantas vezes alvo de críticas, foi fruto da sua autoridade intelectual e moral num tempo em que o saber estava concentrado em suas mãos. Hoje, o que se vê é o contrário: governantes que rejeitam os ensinamentos de Cristo e de Sua Igreja acabam abrindo espaço para leis que legalizam a injustiça e normalizam a imoralidade. Basta olhar para o <a href="https://culturadefato.com.br/tag/aborto/">aborto</a> — um crime hediondo contra os mais indefesos — tratado com frieza por legisladores que perderam a noção do que é certo e do que é verdadeiramente humano.</p>



<p>Para além da ciência e da educação, a Igreja legou à arte e à cultura um vasto patrimônio. Catedrais, esculturas, pinturas e música sacra, como veículos de conhecimento, beleza e tecnologia, demandaram planejamento, engenharia e matemática em sua construção, comprovando a união entre fé e razão na moldagem da civilização ocidental.</p>



<p>A Europa é, hoje, um verdadeiro museu a céu aberto, repleto de obras de arte valiosíssimas. Dificilmente encontramos hoje construções que se igualem à grandiosidade das edificações medievais. A engenharia, o senso estético e a harmonia entre funcionalidade e beleza dessas obras revelam um conhecimento e uma visão que, lamentavelmente, nós perdemos.</p>



<h2 class="wp-block-heading">O Legado Jurídico, Ético e Social da Igreja</h2>



<br>



<p>Muitas pessoas nutrem preconceito ou aversão à Igreja Católica por desconhecimento. Ignoram, contudo, que&nbsp;o Direito Canônico serviu de base para os sistemas legais ocidentais, estabelecendo justiça, codificação normativa e proteção&nbsp;aos direitos individuais. A noção de justiça que temos hoje no Ocidente é um legado cristão, cuidadosamente sistematizado pela Igreja. Fora desse contexto, predominava o desrespeito à vida humana e um estilo de vida marcado pela violência entre povos que não professavam o cristianismo.</p>



<p>Filósofos e teólogos da Escolástica, como Santo Tomás de Aquino e <span data-tooltip-position="top" data-tooltip="Francisco de Vitória (1483 - 1546): teólogo espanhol neo-escolástico e um dos fundadores da tradição filosófica da chamada ''Escola de Salamanca'', sendo também conhecido por suas contribuições para a teoria da Guerra Justa e como um dos criadores do moderno direito internacional. Entrou na Ordem dos Pregadores em 1504.">Francisco de Vitória</span>, estabeleceram princípios que continuam a influenciar a economia, a moral e o direito internacional até os dias de hoje, evidenciando a profunda contribuição da Igreja para a civilização ocidental.</p>



<p>O trabalho dos religiosos católicos também se manifestou nas ações práticas de caridade. Foram eles que criaram instituições sociais, como hospitais, escolas, orfanatos e outras obras assistenciais. Essa preocupação com a dignidade humana e o bem comum mostra que o cristianismo medieval não se limitava à vida espiritual, mas buscava construir uma sociedade mais justa, culta e solidária, cujo impacto atravessou séculos.</p>



<h2 class="wp-block-heading">A Verdade Redescoberta: Uma Reflexão Chestertoniana</h2>



<br>



<p>Em suma, como ressalta Thomas E. Woods Jr., o mito de que a Igreja se opôs ao progresso científico e cultural é completamente equivocado. Ao contrário, ela foi guardiã do saber, promotora da ciência, da arte e da educação, e fundadora das bases que sustentam a civilização ocidental até os dias de hoje.</p>



<p>Podemos traçar um paralelo com a reflexão de <span data-tooltip-position="top" data-tooltip="Gilbert">G</span>. <span data-tooltip-position="top" data-tooltip="Keith">K</span>. <span data-tooltip="Gilbert Keith Chesterton (1874 - 1936) foi um escritor inglês." data-tooltip-position="top">Chesterton</span> em sua obra&nbsp;<em><a href="https://amzn.to/3tlacpq" target="_blank" rel="noreferrer noopener sponsored nofollow">Ortodoxia</a></em>. Chesterton descreve como ele navegou por diversos mares de pensamento e filosofia, buscando novas verdades e horizontes. Contudo, ao final de sua jornada intelectual, ele percebeu que tudo o que havia descoberto, todas as revelações que o impressionaram, já estavam contidos em sua “terra natal” — a doutrina cristã, aprendida em uma boa aula de catequese. Assim como Chesterton, muitas vezes, em nossa busca por conhecimento e em nossas críticas ao passado, deixamos de reconhecer a profundidade e a sabedoria inerentes à tradição que nos moldou. As bases da nossa civilização, da nossa moral e do nosso entendimento do mundo, que acreditamos ter descoberto em nossos “mares de exploração”, frequentemente ecoam os ensinamentos que poderiam ter sido compreendidos de forma mais plena e integrada desde o início.</p>



<p>Atualmente, percebemos um declínio em nossa civilização, um retorno a valores pagãos, que ocorre, em grande parte, por desconhecermos ou esquecermos os pilares que nos sustentam. Valores fundamentais como os da educação, ciência, arte, moral e o respeito à dignidade humana estão sob ataque. Para preservar esse legado, é essencial comprometermo-nos com nossa própria formação e com a educação de nossos filhos. Devemos reconhecer que a herança cultural, espiritual e intelectual da Igreja Católica não é apenas um registro histórico, mas sim a base sobre a qual se sustentam a liberdade, a justiça e a prosperidade da sociedade em que vivemos.</p>



<br>



<p class="has-text-align-right">Por&nbsp;<a href="https://culturadefato.com.br/author/patriciacastro/">Patrícia Castro</a>.</p>



<p class="has-text-align-right">Publicado no&nbsp;<em>website</em>&nbsp;da autora,&nbsp;<a href="https://patriciacastro.org/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">patriciacastro.org</a>,<br>em 7 de setembro de 2025.</p>



<br>



<p class="has-background has-very-light-gray-background-color"><strong>Nota da editoria:</strong><br><br>A imagem da capa é um recorte da obra: “<em>A Disputa do Santíssimo Sacramento</em>” (1509 – 1510). Trata-se da primeira parte da encomenda feita a <span data-tooltip-position="top" data-tooltip="Rafael Sanzio (1483 - 1520) foi mestre da pintura e da arquitetura da escola de Florença durante o Renascimento italiano.">Rafael</span> para a decoração em afrescos das salas hoje conhecidas como Salas de Rafael (Stanze di Raffaello), no Palácio Apostólico do Vaticano.</p>



<br>



<h2 class="wp-block-heading has-text-align-center">Mais da autora:</h2>



<br>



<section id="gm71bf303" class="wp-block-gutentor-m0 alignfull section-gm71bf303 gutentor-module gutentor-module-carousel has-color-bg has-custom-bg gutentor-slick-a-default-desktop gutentor-slick-a-default-tablet gutentor-slick-a-default-mobile"><div class="grid-container"><div class="gutentor-module-carousel-row" data-dots="false" data-dotstablet="false" data-dotsmobile="false" data-arrows="true" data-arrowstablet="true" data-arrowsmobile="true" data-infinite="true" data-autoplay="true" data-draggable="true" data-pauseonfocus="true" data-pauseonhover="true" data-autoplayspeed="4500" data-cmondesktop="false" data-cmontablet="false" data-cmonmobile="false" data-nextarrow="fas fa-angle-right" data-prevarrow="fas fa-angle-left" data-arrowspositiondesktop="gutentor-slick-a-default-desktop" data-arrowspositiontablet="gutentor-slick-a-default-tablet" data-arrowspositionmobile="gutentor-slick-a-default-mobile" data-speed="300" data-slideitemdesktop="2" data-slideitemtablet="3" data-slideitemmobile="1" data-slidescroll-desktop="2" data-slidescroll-tablet="3" data-slidescroll-mobile="1">
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<div id="section-g-010n3oe" class="wp-block-gutentor-e6 section-g-010n3oe gutentor-element gutentor-element-image text-align-center-desktop"><div class="gutentor-element-image-box"><a class="gutentor-element-image-link" href="https://culturadefato.com.br/a-verdade-sobre-a-inquisicao-desfazendo-os-mitos/"><div class="gutentor-image-thumb"><img decoding="async" class="normal-image" src="https://culturadefato.com.br/wp-content/uploads/2025/09/AutoDeFeEnLaPlazaMayorDeMadrid.jpg" alt="Obra: &quot;Auto de Fe en la plaza Mayor de Madrid&quot; (1683), por Francisco Rizi (1614 – 1685)." /></div></a></div></div>



<p class="has-text-align-center"><br><em><a href="https://culturadefato.com.br/a-verdade-sobre-a-inquisicao-desfazendo-os-mitos/">A Verdade sobre a Inquisição: desfazendo os mitos</a></em></p>
</div></div>



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<p class="has-text-align-center"><br><em><a href="https://culturadefato.com.br/quando-o-tempo-andava-devagar/">Quando o tempo andava devagar</a></em></p>
</div></div>



<div id="col-g-03n81ua" class="wp-block-gutentor-m0-col col-g-03n81ua gutentor-carousel-item"><div id="section-g-03n81ua" class="section-g-03n81ua gutentor-col-wrap has-color-bg has-custom-bg">
<div id="section-g-lepfdsl" class="wp-block-gutentor-e6 section-g-lepfdsl gutentor-element gutentor-element-image text-align-center-desktop"><div class="gutentor-element-image-box"><a class="gutentor-element-image-link" href="https://culturadefato.com.br/a-barbarie-legalizada-civilizacao-sem-deus-justica-sem-alma/"><div class="gutentor-image-thumb"><img decoding="async" class="normal-image" src="https://culturadefato.com.br/wp-content/uploads/2026/01/AEntradaDeCristoEmBruxelas.jpg" alt="Obra: &quot;A Entrada de Cristo em Bruxelas&quot; (1888), de James Ensor (1860 - 1949)." /></div></a></div></div>



<p class="has-text-align-center"><br><a href="https://culturadefato.com.br/a-barbarie-legalizada-civilizacao-sem-deus-justica-sem-alma/"><em>A barbárie legalizada: civilização sem Deus, justiça sem alma</em></a></p>
</div></div>
</div></div></section>



<br>
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		<title>A Verdade sobre a Inquisição: desfazendo os mitos</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Patrícia Castro]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 24 Sep 2025 02:15:09 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Filosofia e História]]></category>
		<category><![CDATA[Aborto]]></category>
		<category><![CDATA[Calvino]]></category>
		<category><![CDATA[Cátaros]]></category>
		<category><![CDATA[Catolicismo]]></category>
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		<category><![CDATA[Rino Cammilleri]]></category>
		<category><![CDATA[Santa Inquisição]]></category>
		<category><![CDATA[Santo Ofício]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>“Quando se fala em Inquisição, logo vêm à mente imagens de fogueiras, torturas e tribunais cruéis, sempre associadas à Igreja Católica de forma negativa. Poucos sabem, porém, que essa visão foi construída ao longo de séculos por iluministas, protestantes e propagandistas anticatólicos.”</p>
<p>O post <a href="https://culturadefato.com.br/a-verdade-sobre-a-inquisicao-desfazendo-os-mitos/">A Verdade sobre a Inquisição: desfazendo os mitos</a> apareceu primeiro em <a href="https://culturadefato.com.br">Cultura de Fato</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="has-text-align-center">“<em>Quem controla o passado, controla o futuro.</em><br><em>Quem controla o presente, controla o passado.</em>”<br><span data-tooltip-position="top" data-tooltip="George Orwell (1903 – 1950) é pseudônimo do escritor inglês Eric Arthur Blair.">George Orwell</span> (1903 – 1950)</p>



<hr class="wp-block-separator has-alpha-channel-opacity is-style-wide"/>



<br>



<p class="has-drop-cap">Quando se fala em Inquisição, logo vêm à mente imagens de fogueiras, torturas e tribunais cruéis, sempre associadas à Igreja Católica de forma negativa. Poucos sabem, porém, que essa visão foi construída ao longo de séculos por iluministas, protestantes e propagandistas anticatólicos, que distorceram a realidade e transformaram a Inquisição em sinônimo de intolerância e violência.</p>



<p>Hoje contamos com pesquisas sérias que desmistificam esse período e, graças ao acesso à informação, podemos confrontar narrativas que por muito tempo foram aceitas sem questionamento. Buscar a verdade, entretanto, exige humildade e disposição — afinal, se tantas mentiras se repetiram, é porque alguém tirava e ainda tira proveito dessas falsificações históricas.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Não houve uma única Inquisição</h2>



<br>



<p>É importante lembrar que existiram quatro principais formas de Inquisição:</p>



<ol class="wp-block-list">
<li>Medieval – fundada no século XIII, voltada contra heresias que ameaçavam a unidade da cristandade, como os <span data-tooltip-position="top" data-tooltip="Movimento herético dos séculos XI a XIII, difundido sobretudo no sul da França. Pregavam um dualismo contrário à fé cristã (para eles, o mundo visível seria uma criação do deus mau, pois é onde existe a matéria que é corruptível, portanto, também o pecado), negavam os sacramentos e a autoridade da Igreja.">cátaros</span>.</li>



<li>Espanhola – instituída em 1478 pela Coroa da Espanha, com forte dimensão política.</li>



<li>Portuguesa – criada em 1536, semelhante à espanhola, mas adaptada ao contexto lusitano e colonial.</li>



<li>Romana – fundada em 1542 pelo <span data-tooltip-position="top" data-tooltip="Alessandro Farnese (1468 - 1549): chefe da Igreja Católica e governante dos Estados papais de 13 de outubro de 1534 até à sua morte em 1549.">Papa Paulo III</span>, também chamada de Santo Ofício, atuando principalmente após a Reforma Protestante.</li>
</ol>



<p>Embora diferentes em contexto e funcionamento, todas tinham como princípio central a defesa da fé e da unidade social. Aqui, vamos nos concentrar na Inquisição Medieval, diretamente ligada à Igreja.</p>



<h2 class="wp-block-heading">A Origem e o Contexto da Inquisição Medieval</h2>



<br>



<p>A Inquisição Medieval (séculos XIII a XV) surgiu em um tempo em que a fé era vista como alicerce da ordem social e política. Diferente do Estado moderno, que separa religião e governo, a cristandade considerava a heresia não apenas como erro doutrinário, mas como ameaça à estabilidade coletiva.</p>



<figure class="wp-block-pullquote alignright has-small-font-size"><blockquote><p>“Lendo os autos dos processos inquisitoriais, encontramos bandidos comuns que, surpreendidos pela polícia no ato de violação, rapidamente inventavam uma motivação religiosa para explicar o seu delito, simplesmente para cair na esfera da justiça da Inquisição e não da justiça civil ou temporal.”</p><cite>Roman Konik <a href="https://culturadefato.com.br/inquisicao-mito-e-realidade-historica/"><img decoding="async" width="16" height="16" class="wp-image-25740" style="width: 16px;" src="https://culturadefato.com.br/wp-content/uploads/2025/09/IconeLupa.png" alt="Lupa"></a></cite></blockquote></figure>



<p>Oficialmente instituída em 1231 por <span data-tooltip-position="top" data-tooltip="Gregório IX (1145 - 1241), nascido Ugolino di Conti na comuna italiana Anagni; foi o Papa da Igreja Católica e Soberano dos Estados Papais de 19 de março de 1227 até a data de sua morte em 22 de agosto de 1241 em Roma.">Gregório IX</span>, tinha como alvo movimentos como o dos cátaros, que se diziam cristão, mas rejeitavam a matéria, desprezavam a vida e até incentivavam a morte por inanição. Ideias tão radicais, se difundidas, poderiam desestruturar a sociedade tanto naquela época, como nos dias de hoje.</p>



<p>A historiadora <span data-tooltip-position="right" data-tooltip="Régine Pernoud (1909 - 1998) foi uma historiadora medievalista, arquivista e paleógrafa francesa do século XX. Recebeu o Prêmio Gobert em 1997.">Régine Pernoud</span>, em&nbsp;<em><a href="https://amzn.to/3KjwDbP" target="_blank" rel="noreferrer noopener sponsored nofollow">Idade Média: O que não nos ensinaram</a></em>, lembra que muitos preconceitos atuais resultam de uma leitura anacrônica. Não se pode julgar o passado com os critérios de hoje, mas compreender cada fato dentro da mentalidade de sua época.</p>



<p>Ao contrário da imagem popular, a Inquisição buscava evitar linchamentos e execuções sumárias, muitos comuns naquele tempo. Frequentemente, a Igreja oferecia julgamentos mais equilibrados do que a justiça civil, que aplicava punições muito mais severas. A chamada “lenda negra”, criada por inimigos da Igreja, tinha como objetivo retratá-la como inimiga da liberdade e do progresso.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Mitos e Realidade</strong></h2>



<br>



<p>A ideia de que a Inquisição matou milhões é pura invenção. Pesquisadores como <span data-tooltip-position="top" data-tooltip="Henry A. Kamen (nascido em 1936 em Rangun, Birmânia) é é um historiador britânico, que publicou extensivamente sobre a Europa, a Espanha e o Império Espanhol.">Henry Kamen</span> e <span data-tooltip-position="top" data-tooltip="Edward Murray Peters nasceu em 1936, é professor emérito da Universidade da Pensilvânia, especializado em história religiosa e política da Europa primitiva. Ele realizou pesquisas aprofundadas sobre heresia, repressão e os limites e o tratamento da investigação intelectual na Baixa Idade Média.">Edward Peters</span> apontam entre 2 mil e 5 mil mortos em todo o período. O historiador italiano <span data-tooltip-position="top" data-tooltip="Rino Cammilleri nasceu em 1950, é um escritor e jornalista italiano.">Rino Cammilleri</span>, em&nbsp;<em><a href="https://amzn.to/3Ih1HZg" target="_blank" rel="noreferrer noopener sponsored nofollow">A Verdadeira História da Inquisição</a></em>, calcula cerca de 1.200 execuções ao longo de quatro séculos — número ínfimo diante dos exageros.</p>



<p>A maior parte das penas era espiritual: orações, peregrinações e penitências. A intenção não era punir fisicamente, mas reconciliar a pessoa com a fé.</p>



<p>Quanto à tortura, seu uso foi restrito e controlado, muito menos severo do que nos tribunais civis, que recorriam a práticas brutais e frequentes. Em contraste, em um único dia, cortes seculares chegavam a executar mais do que a Inquisição em décadas.</p>



<p>Até mesmo a Inquisição Espanhola, sempre lembrada como exemplo negativo, teve números muito menores do que a propaganda anticatólica divulgou. A historiografia moderna confirma que protestantes ingleses e iluministas franceses deliberadamente exageraram os fatos para enfraquecer a Igreja.</p>



<p>Outro mito recorrente é o de que a Inquisição perseguiu cientistas. O <a href="https://youtu.be/kCMyB3qhKhY?si=tK9zYNJVQ0aV07ER" target="_blank" rel="noreferrer noopener nofollow">caso de <span data-tooltip-position="top" style="color: #4682b4;" data-tooltip="Galileu Galilei (1564 – 1642), astrônomo e físico considerado o pai da ciência moderna e uma das figuras centrais da Revolução Científica.">Galileu</span></a>, frequentemente citado, foi mais uma questão de interpretação bíblica e de postura pessoal do que de ciência. A própria Igreja fundou universidades, apoiou pesquisas e deu origem a inúmeros cientistas.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Os Frutos Positivos da Inquisição</h2>



<br>



<p>Apesar da má fama, a Inquisição trouxe contribuições significativas:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Maior racionalidade jurídica: introduziu normas que protegiam acusados contra arbitrariedades.</li>



<li>Redução da violência social: muitos foram poupados de execuções populares por poderem ser julgados pela Inquisição.</li>



<li>Unidade cultural e religiosa: em uma época em que divisões levavam a guerras civis, a fé comum ajudava a manter a coesão social.</li>
</ul>



<h2 class="wp-block-heading">Conclusão</h2>



<br>



<p>Pouco se comenta que os próprios reformadores protestantes criaram tribunais semelhantes. <span data-tooltip-position="top" data-tooltip="Martinho Lutero (1483 - 1546) foi monge agostiniano e professor de teologia germânico que tornou-se uma das figuras centrais da Reforma Protestante.">Lutero</span> e <span data-tooltip-position="top" data-tooltip="João Calvino (1509 - 1564) foi um teólogo, líder religioso e escritor cristão francês. Considerado como um dos principais líderes da Reforma Protestante, em particular na França.">Calvino</span> apoiaram perseguições contra anabatistas e bruxas. Em Genebra, Calvino levou o médico <span data-tooltip-position="top" data-tooltip="Miguel Servet (1511 - 1553), foi um teólogo, médico e filósofo aragonês, humanista, interessando-se por assuntos como astronomia, meteorologia, geografia, jurisprudência, matemática, anatomia, estudos bíblicos e medicina. Servet foi o primeiro europeu a descrever a circulação pulmonar.">Miguel Serveto</span> à fogueira, em 1553. Já na Inglaterra, sob <span data-tooltip-position="top" data-tooltip="Isabel I (1533 - 1603) ou Elizabeth I, também chamada de ''A Rainha Virgem'', ''Gloriana'' ou ''Boa Rainha Bess'' foi Rainha Reinante da Inglaterra e Irlanda de 1558 até sua morte.">Isabel I</span>, inúmeros católicos foram executados por resistirem ao anglicanismo.</p>



<p>É curioso notar que muitos que condenam a Inquisição hoje aceitam práticas infinitamente mais cruéis, como o aborto, a eutanásia, as perseguições ideológicas contra cristãos e até a censura cultural. Se os governantes atuais se orientassem pelo Evangelho, não veríamos tantas imoralidades travestidas de lei.</p>



<p>Claro, a Inquisição não foi perfeita. Mas reduzi-la a um “monstro sanguinário” é fraude histórica. Regimes modernos, como o comunismo (mais de 100 milhões de mortos) e o nazismo (cerca de 20 milhões), revelaram ao mundo o verdadeiro rosto da tirania e da crueldade — acusando a Igreja daquilo que eles próprios praticaram em escala incomparavelmente maior.</p>



<p>No seu contexto, a Inquisição foi uma tentativa de aplicar justiça em meio à instabilidade religiosa e social. Cabe a nós desmascarar as falsificações e reconhecer que, apesar dos ataques de ontem e de hoje, a Igreja permanece como guardiã da verdade — inclusive sobre o seu próprio passado.</p>



<br>



<p class="has-text-align-right">Por <a href="https://culturadefato.com.br/author/patriciacastro/">Patrícia Castro</a>.<br>Publicado no <em>website</em> da autora, <a href="https://patriciacastro.org/" target="_blank" rel="noreferrer noopener nofollow">patriciacastro.org</a>, em 22 de setembro de 2025.</p>



<br>



<p class="has-background has-very-light-gray-background-color"><strong>Nota da editoria:</strong><br><br>Imagem da capa: “<em>Auto de Fe en la plaza Mayor de Madrid</em>” (1683), por Francisco Rizi (1614 – 1685).</p>



<br>



<h2 class="wp-block-heading has-text-align-center">Saiba mais, leia:</h2>



<br>



<section id="gm71bf303" class="wp-block-gutentor-m0 alignfull section-gm71bf303 gutentor-module gutentor-module-carousel has-color-bg has-custom-bg gutentor-slick-a-default-desktop gutentor-slick-a-default-tablet gutentor-slick-a-default-mobile"><div class="grid-container"><div class="gutentor-module-carousel-row" data-dots="false" data-dotstablet="false" data-dotsmobile="false" data-arrows="true" data-arrowstablet="true" data-arrowsmobile="true" data-infinite="true" data-autoplay="true" data-draggable="true" data-pauseonfocus="true" data-pauseonhover="true" data-autoplayspeed="4500" data-cmondesktop="false" data-cmontablet="false" data-cmonmobile="false" data-nextarrow="fas fa-angle-right" data-prevarrow="fas fa-angle-left" data-arrowspositiondesktop="gutentor-slick-a-default-desktop" data-arrowspositiontablet="gutentor-slick-a-default-tablet" data-arrowspositionmobile="gutentor-slick-a-default-mobile" data-speed="300" data-slideitemdesktop="2" data-slideitemtablet="3" data-slideitemmobile="2" data-slidescroll-desktop="2" data-slidescroll-tablet="3" data-slidescroll-mobile="2">
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<p class="has-text-align-center"><br><em><a href="https://culturadefato.com.br/inquisicao-mito-e-realidade-historica/">Inquisição: Mito e realidade histórica</a></em>,<br>por <a href="https://culturadefato.com.br/author/romankonik/">Roman Konik</a></p>
</div></div>



<div id="col-g-tle1ej4" class="wp-block-gutentor-m0-col col-g-tle1ej4 gutentor-carousel-item"><div id="section-g-tle1ej4" class="section-g-tle1ej4 gutentor-col-wrap has-color-bg has-custom-bg">
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<p class="has-text-align-center"><br><em><a href="https://culturadefato.com.br/um-martir-da-ciencia/">Um mártir da ciência</a></em>,<br>por <a href="https://culturadefato.com.br/author/olavodecarvalho/">Olavo de Carvalho</a></p>
</div></div>



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<p class="has-text-align-center"><br><em><a href="https://culturadefato.com.br/o-sacerdote-cientista/">O sacerdote cientista</a></em>,<br>por <a href="https://culturadefato.com.br/author/thomas-e-woods-jr/">Thomas E. Woods Jr.</a></p>
</div></div>



<div id="col-g-4v03iza" class="wp-block-gutentor-m0-col col-g-4v03iza gutentor-carousel-item"><div id="section-g-4v03iza" class="section-g-4v03iza gutentor-col-wrap has-color-bg has-custom-bg">
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<p class="has-text-align-center"><br><em><a href="https://culturadefato.com.br/como-a-igreja-desenvolveu-a-ciencia-e-a-tecnologia-na-idade-media/">Como a Igreja desenvolveu a ciência e a tecnologia na Idade Média</a></em>, por <a href="https://culturadefato.com.br/author/felipeaquino/">Felipe Aquino</a></p>
</div></div>



<div id="col-g-e4to3nw" class="wp-block-gutentor-m0-col col-g-e4to3nw gutentor-carousel-item"><div id="section-g-e4to3nw" class="section-g-e4to3nw gutentor-col-wrap has-color-bg has-custom-bg">
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<p class="has-text-align-center"><br><em><a href="https://culturadefato.com.br/cristianismo-mae-da-liberdade-politica/">Cristianismo: mãe da liberdade política</a></em>,<br>por <a href="https://culturadefato.com.br/author/andrewsandlin/">P. Andrew Sandlin</a></p>
</div></div>



<div id="col-g-qxmhejp" class="wp-block-gutentor-m0-col col-g-qxmhejp gutentor-carousel-item"><div id="section-g-qxmhejp" class="section-g-qxmhejp gutentor-col-wrap has-color-bg has-custom-bg">
<div id="section-g-11n1exc" class="wp-block-gutentor-e6 section-g-11n1exc gutentor-element gutentor-element-image text-align-center-desktop"><div class="gutentor-element-image-box"><a class="gutentor-element-image-link" href="https://culturadefato.com.br/religiao-e-industria/"><div class="gutentor-image-thumb"><img decoding="async" class="normal-image" src="https://culturadefato.com.br/wp-content/uploads/2025/02/Factory_CamillePissarro.jpg" alt="Obra: &quot;The factory at pontoise&quot; (1873), de Camille Pissarro (1830 - 1903)." /></div></a></div></div>



<p class="has-text-align-center"><br><em><a href="https://culturadefato.com.br/religiao-e-industria/">Religião e indústria</a></em>,<br>por <a href="https://culturadefato.com.br/author/fabioblanco/">Fabio Blanco</a></p>
</div></div>
</div></div></section>



<br>
<p>O post <a href="https://culturadefato.com.br/a-verdade-sobre-a-inquisicao-desfazendo-os-mitos/">A Verdade sobre a Inquisição: desfazendo os mitos</a> apareceu primeiro em <a href="https://culturadefato.com.br">Cultura de Fato</a>.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>E o PL da “Adultização” nada diz sobre emissoras de TV?</title>
		<link>https://culturadefato.com.br/e-o-pl-da-adultizacao-nada-diz-sobre-emissoras-de-tv/</link>
					<comments>https://culturadefato.com.br/e-o-pl-da-adultizacao-nada-diz-sobre-emissoras-de-tv/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Percival Puggina]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 24 Aug 2025 19:31:20 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Política e Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Aborto]]></category>
		<category><![CDATA[Adultização]]></category>
		<category><![CDATA[Alexandre Garcia]]></category>
		<category><![CDATA[Catolicismo]]></category>
		<category><![CDATA[G. K. Chesterton]]></category>
		<category><![CDATA[Neil Postman]]></category>
		<category><![CDATA[Novelas]]></category>
		<category><![CDATA[Prostituição]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>“O foco desse projeto [PL da 'Adultização'], de tanto interesse do governo, não são crianças e adolescentes. É o controle das redes e a autorização para regulamentar uma <em>autoridade nacional</em>.”</p>
<p>O post <a href="https://culturadefato.com.br/e-o-pl-da-adultizacao-nada-diz-sobre-emissoras-de-tv/">E o PL da “Adultização” nada diz sobre emissoras de TV?</a> apareceu primeiro em <a href="https://culturadefato.com.br">Cultura de Fato</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="has-text-align-center">“<em>Não se educa uma criança para que ela se torne livre, mas para que saiba o que fazer com a liberdade.</em>”<br><span data-tooltip-position="top" data-tooltip="Gilbert">G.</span> <span data-tooltip-position="top" data-tooltip="Keith">K.</span> <span data-tooltip="Gilbert Keith Chesterton (1874 - 1936) foi um escritor inglês." data-tooltip-position="top">Chesterton</span> (1874 &#8211; 1936)<br><br>“<em>A televisão nos entretém até a morte.</em>”<br><span data-tooltip-position="top" data-tooltip="Neil Postman (1931 - 2003) autor, educador, teórico de mídia e crítico cultural estadunidense, é mais conhecido por seus livros.">Neil Postman</span> (1931 &#8211; 2003)</p>



<hr class="wp-block-separator has-alpha-channel-opacity is-style-wide"/>



<br>



<p class="has-drop-cap">O início dos anos 90, preocupados com a erotização precoce de crianças e adolescentes, levando à gravidez, ao aborto e à prostituição, criamos em Porto Alegre um grupo de leigos para formação da “consciência crítica” das famílias através de palestras nas paróquias da Igreja Católica. Cumprimos essa missão por uns poucos anos. Éramos jovens e a vida nos dispersou para outras paragens e responsabilidades.</p>



<p>Naquela época, a internet sequer operava comercialmente no Brasil. Não havia algo que merecesse o nome de “ambientes digitais”. Não existiam redes sociais. Salvo falha da memória, apenas um membro do grupo, com atuação na área jurídica, tinha computador com impressora. O que mais nos preocupava eram as novelas, os programas de TV e sua influência na erotização precoce.</p>



<p>Por isso, louvei, outro dia, a manifestação do <span data-tooltip="Alexandre Eggers Garcia é jornalista, apresentador e colunista político. Foi porta-voz do ex-presidente João Batista Figueiredo" data-tooltip-position="top">Alexandre</span> do bem, o Garcia, chamando a atenção da audiência do “<a href="https://www.youtube.com/results?search_query=Oeste+Sem+Filtro" target="_blank" rel="noreferrer noopener nofollow">Oeste Sem Filtro</a>” para o fato de que a tal “adultização” acontece principalmente na programação de emissoras de TV. Ao discorrer sobre o tema, Alexandre Garcia mostrou que o <span data-tooltip="Projeto de Lei 2628/2022" data-tooltip-position="top">PL</span> contra a adultização chega tarde e esquece o principal.</p>



<p>O foco desse projeto, de tanto interesse do governo, não são crianças e adolescentes. É o controle das redes e a autorização para regulamentar uma “autoridade nacional”, ideia fixa da esquerda que dá as cartas, joga de mão, apita o jogo político, parou o relógio em 8 de janeiro de 2023, e culpa a oposição por todos os erros que comete em cascata.</p>



<p>Se o projeto contra a adultização fosse o que dele é dito, incluiria, obrigatoriamente, a programação das emissoras de TV. Nem uma única vez, porém, o projeto menciona TV, emissora ou televisão, deixando tudo como víamos no início dos anos 90.</p>



<br>



<p class="has-text-align-right">Por&nbsp;<a href="https://culturadefato.com.br/author/percivalpuggina/">Percival Puggina</a>.<br>Publicado no&nbsp;<em><a href="http://www.puggina.org/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">website</a></em>&nbsp;do autor, em 24 de agosto de 2025.</p>



<br>



<p class="has-background has-very-light-gray-background-color"><strong>Notas da editoria:</strong><br><br>A imagem da capa é um recorte da obra “<em>Innocence</em>” (1893), de William-Adolphe Bouguereau (1825 – 1905).</p>



<br>



<h2 class="wp-block-heading has-text-align-center">Leia também:</h2>



<br>



<section id="gm71bf303" class="wp-block-gutentor-m0 alignfull section-gm71bf303 gutentor-module gutentor-module-carousel has-color-bg has-custom-bg gutentor-slick-a-default-desktop gutentor-slick-a-default-tablet gutentor-slick-a-default-mobile"><div class="grid-container"><div class="gutentor-module-carousel-row" data-dots="false" data-dotstablet="false" data-dotsmobile="false" data-arrows="true" data-arrowstablet="true" data-arrowsmobile="true" data-infinite="true" data-autoplay="true" data-draggable="true" data-pauseonfocus="true" data-pauseonhover="true" data-autoplayspeed="4500" data-cmondesktop="false" data-cmontablet="false" data-cmonmobile="false" data-nextarrow="fas fa-angle-right" data-prevarrow="fas fa-angle-left" data-arrowspositiondesktop="gutentor-slick-a-default-desktop" data-arrowspositiontablet="gutentor-slick-a-default-tablet" data-arrowspositionmobile="gutentor-slick-a-default-mobile" data-speed="300" data-slideitemdesktop="2" data-slideitemtablet="3" data-slideitemmobile="2" data-slidescroll-desktop="2" data-slidescroll-tablet="3" data-slidescroll-mobile="2">
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<p class="has-text-align-center"><br><em><a href="https://culturadefato.com.br/a-engenheira-social-inclusa-nas-telenovelas/">A engenheira social inclusa nas telenovelas</a></em>,<br>por <a href="https://culturadefato.com.br/author/diogowaki/">Diogo Waki</a></p>
</div></div>



<div id="col-g-u11usub" class="wp-block-gutentor-m0-col col-g-u11usub gutentor-carousel-item"><div id="section-g-u11usub" class="section-g-u11usub gutentor-col-wrap has-color-bg has-custom-bg">
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<p class="has-text-align-center"><br><em><a href="https://culturadefato.com.br/parlamento-alemao-aceita-peticao-constitucional-de-grupo-ativista-pro-pedofilia/">Parlamento alemão aceita petição constitucional de grupo ativista pró-pedofilia</a></em>, por <a href="https://culturadefato.com.br/author/genevievegluck/">Genevieve Gluck</a></p>
</div></div>



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<p class="has-text-align-center"><br><em><a href="https://culturadefato.com.br/o-stf-e-a-admiracao-pela-ditadura-chinesa/">O STF e a admiração pela ditadura chinesa</a></em>,<br>por<a href="https://culturadefato.com.br/author/percivalpuggina/"></a> <a href="https://culturadefato.com.br/author/revistatimeline/">Revista Timeline</a></p>
</div></div>



<div id="col-g-i48mmym" class="wp-block-gutentor-m0-col col-g-i48mmym gutentor-carousel-item"><div id="section-g-i48mmym" class="section-g-i48mmym gutentor-col-wrap has-color-bg has-custom-bg">
<div id="section-g-ko2ffms" class="wp-block-gutentor-e6 section-g-ko2ffms gutentor-element gutentor-element-image text-align-center-desktop"><div class="gutentor-element-image-box"><a class="gutentor-element-image-link" href="https://culturadefato.com.br/virus-desagregador-da-familia/"><div class="gutentor-image-thumb"><img decoding="async" class="normal-image" src="https://culturadefato.com.br/wp-content/uploads/2020/12/OneOfTheFamily_-FGCotman.jpg" alt="Obra: “One of the Family”, por F. G. Cotman (1850 - 1920)." /></div></a></div></div>



<p class="has-text-align-center"><br><em><a href="https://culturadefato.com.br/virus-desagregador-da-familia/">Vírus desagregador da família</a></em>,<br>por <a href="https://culturadefato.com.br/author/revistacatolicismo/">Revista Catolicismo</a></p>
</div></div>



<div id="col-g-23s64c6" class="wp-block-gutentor-m0-col col-g-23s64c6 gutentor-carousel-item"><div id="section-g-23s64c6" class="section-g-23s64c6 gutentor-col-wrap has-color-bg has-custom-bg">
<div id="section-g-lsuckcj" class="wp-block-gutentor-e6 section-g-lsuckcj gutentor-element gutentor-element-image text-align-center-desktop"><div class="gutentor-element-image-box"><a class="gutentor-element-image-link" href="https://culturadefato.com.br/salvaram-o-estado-democratico-de-direito-mesmo-quando/"><div class="gutentor-image-thumb"><img decoding="async" class="normal-image" src="https://culturadefato.com.br/wp-content/uploads/2025/08/TheJurist_GiuseppeArcimboldo.jpg" alt="Obra: &quot;The Jurist&quot; (1566), de Giuseppe Arcimboldo (1527 - 1593)." /></div></a></div></div>



<p class="has-text-align-center"><br><em><a href="https://culturadefato.com.br/salvaram-o-estado-democratico-de-direito-mesmo-quando/">Salvaram o Estado Democrático de Direito? Mesmo? Quando?</a></em>,<br>por <a href="https://culturadefato.com.br/author/percivalpuggina/">Percival Puggina</a></p>
</div></div>



<div id="col-g-ssww1cp" class="wp-block-gutentor-m0-col col-g-ssww1cp gutentor-carousel-item"><div id="section-g-ssww1cp" class="section-g-ssww1cp gutentor-col-wrap has-color-bg has-custom-bg">
<div id="section-g-sx12p99" class="wp-block-gutentor-e6 section-g-sx12p99 gutentor-element gutentor-element-image text-align-center-desktop"><div class="gutentor-element-image-box"><a class="gutentor-element-image-link" href="https://culturadefato.com.br/os-dez-esteios-do-regime/"><div class="gutentor-image-thumb"><img decoding="async" class="normal-image" src="https://culturadefato.com.br/wp-content/uploads/2025/07/TheTriumphDeath_PieterBruegel.jpg" alt="Obra: &quot;The triumph of death&quot; (aprox.1562), por Pieter Bruegel (1525–1530 - 1569), o Velho." /></div></a></div></div>



<p class="has-text-align-center"><br><em><a href="https://culturadefato.com.br/os-dez-esteios-do-regime/">Os dez esteios do regime</a></em>,<br>por <a href="https://culturadefato.com.br/author/percivalpuggina/">Percival Puggina</a></p>
</div></div>



<div id="col-g-p7vlak4" class="wp-block-gutentor-m0-col col-g-p7vlak4 gutentor-carousel-item"><div id="section-g-p7vlak4" class="section-g-p7vlak4 gutentor-col-wrap has-color-bg has-custom-bg">
<div id="section-g-sz22zml" class="wp-block-gutentor-e6 section-g-sz22zml gutentor-element gutentor-element-image text-align-center-desktop"><div class="gutentor-element-image-box"><a class="gutentor-element-image-link" href="https://culturadefato.com.br/as-jaboticabas-no-pomar-do-eden/"><div class="gutentor-image-thumb"><img decoding="async" class="normal-image" src="https://culturadefato.com.br/wp-content/uploads/2025/07/Jabuticabas.jpg" alt="Obra: &quot;Jabuticabas&quot; (2019), por Rosângela Vig." /></div></a></div></div>



<p class="has-text-align-center"><br><em><a href="https://culturadefato.com.br/as-jaboticabas-no-pomar-do-eden/">As jaboticabas no pomar do Éden</a></em>,<br>por <a href="https://culturadefato.com.br/author/percivalpuggina/">Percival Puggina</a></p>
</div></div>



<div id="col-g-e77qeb7" class="wp-block-gutentor-m0-col col-g-e77qeb7 gutentor-carousel-item"><div id="section-g-e77qeb7" class="section-g-e77qeb7 gutentor-col-wrap has-color-bg has-custom-bg">
<div id="section-g-010n3oe" class="wp-block-gutentor-e6 section-g-010n3oe gutentor-element gutentor-element-image text-align-center-desktop"><div class="gutentor-element-image-box"><a class="gutentor-element-image-link" href="https://culturadefato.com.br/postagens-selecionadas-do-telegram-julho-de-2025/#Top04"><div class="gutentor-image-thumb"><img decoding="async" class="normal-image" src="https://culturadefato.com.br/wp-content/uploads/2025/08/MercuryAndArgus_DiegoVelazquez.jpg" alt="Obra: &quot;Mercury and Argus&quot; (1659), por Diego Vélasquez (1599 – 1660)." /></div></a></div></div>



<p class="has-text-align-center"><br><em><a href="https://culturadefato.com.br/postagens-selecionadas-do-telegram-julho-de-2025/#Top04">Resumo da semana, entre 28 de julho e 1º de agosto de 2025</a></em>, por Luís Ernesto Lacombe</p>
</div></div>



<div id="col-gm666515" class="wp-block-gutentor-m0-col col-gm666515 gutentor-carousel-item"><div id="section-gm666515" class="section-gm666515 gutentor-col-wrap has-color-bg has-custom-bg">
<div id="section-g1aec69" class="wp-block-gutentor-e6 section-g1aec69 gutentor-element gutentor-element-image text-align-center-desktop"><div class="gutentor-element-image-box"><a class="gutentor-element-image-link" href="https://culturadefato.com.br/o-brasil-ja-nao-tem-um-sistema-democratico-liberal-passo-a-redundancia/"><div class="gutentor-image-thumb"><img decoding="async" class="normal-image" src="https://culturadefato.com.br/wp-content/uploads/2025/01/SupremeCourt.jpg" alt="Obra: &quot;Our Overworked Supreme Court&quot; (1885), por J. Keppler (1838 - 1894)." /></div></a></div></div>



<p class="has-text-align-center"><br><em><a href="https://culturadefato.com.br/o-brasil-ja-nao-tem-um-sistema-democratico-liberal-passo-a-redundancia/">O Brasil já não tem um sistema “democrático liberal” (passo a redundância)</a></em>, por <a href="https://culturadefato.com.br/author/orlandobraga/">Orlando Braga</a></p>
</div></div>



<div id="col-gm04c701" class="wp-block-gutentor-m0-col col-gm04c701 gutentor-carousel-item"><div id="section-gm04c701" class="section-gm04c701 gutentor-col-wrap has-color-bg has-custom-bg">
<div id="section-g348acf" class="wp-block-gutentor-e6 section-g348acf gutentor-element gutentor-element-image text-align-center-desktop"><div class="gutentor-element-image-box"><a class="gutentor-element-image-link" href="https://culturadefato.com.br/inss-o-escandalo-so-cresce/"><div class="gutentor-image-thumb"><img decoding="async" class="normal-image" src="https://culturadefato.com.br/wp-content/uploads/2021/07/VictorDubreuil_TonneauxDArgent.jpg" alt="Obra &quot;Barris de Prata&quot; (1897) de Victor Dubreuil (1846 - 1946)" /></div></a></div></div>



<p class="has-text-align-center"><br><a href="https://culturadefato.com.br/inss-o-escandalo-so-cresce/"><em>INSS: O escândalo só cresce!</em></a>,<br>por <a href="https://culturadefato.com.br/author/revistatimeline/">Revista Timeline</a></p>
</div></div>



<div id="col-g-suil7c5" class="wp-block-gutentor-m0-col col-g-suil7c5 gutentor-carousel-item"><div id="section-g-suil7c5" class="section-g-suil7c5 gutentor-col-wrap has-color-bg has-custom-bg">
<div id="section-g-a1liwq1" class="wp-block-gutentor-e6 section-g-a1liwq1 gutentor-element gutentor-element-image text-align-center-desktop"><div class="gutentor-element-image-box"><a class="gutentor-element-image-link" href="https://culturadefato.com.br/se-a-lava-jato-nao-sobreviver-em-nos/"><div class="gutentor-image-thumb"><img decoding="async" class="normal-image" src="https://culturadefato.com.br/wp-content/uploads/2024/03/GabrielGiucci_Desvios.jpg" alt="Gabriel Giucci - Desvios" /></div></a></div></div>



<p class="has-text-align-center"><br><em><a href="https://culturadefato.com.br/se-a-lava-jato-nao-sobreviver-em-nos/">Se a Lava Jato não sobreviver em nós…</a></em>,<br>por <a href="https://culturadefato.com.br/author/percivalpuggina/">Percival Puggina</a></p>
</div></div>



<div id="col-g-qt10030" class="wp-block-gutentor-m0-col col-g-qt10030 gutentor-carousel-item"><div id="section-g-qt10030" class="section-g-qt10030 gutentor-col-wrap has-color-bg has-custom-bg">
<div id="section-g-g0rts99" class="wp-block-gutentor-e6 section-g-g0rts99 gutentor-element gutentor-element-image text-align-center-desktop"><div class="gutentor-element-image-box"><a class="gutentor-element-image-link" href="https://culturadefato.com.br/poder-legitimo-e-ilegitimo/"><div class="gutentor-image-thumb"><img decoding="async" class="normal-image" src="https://culturadefato.com.br/wp-content/uploads/2021/09/RasgandoAConstituicao.jpg" alt="Rasgando a Constituição, por @OIlustra." /></div></a></div></div>



<p class="has-text-align-center"><br><em><a href="https://culturadefato.com.br/poder-legitimo-e-ilegitimo/">Poder legítimo e ilegítimo</a></em>,<br>por <a href="https://culturadefato.com.br/author/ludmilalinsgrilo/">Ludmila Lins Grilo</a></p>
</div></div>
</div></div></section>



<br>
<p>O post <a href="https://culturadefato.com.br/e-o-pl-da-adultizacao-nada-diz-sobre-emissoras-de-tv/">E o PL da “Adultização” nada diz sobre emissoras de TV?</a> apareceu primeiro em <a href="https://culturadefato.com.br">Cultura de Fato</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
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		<title>Degeneração da Justiça</title>
		<link>https://culturadefato.com.br/degeneracao-da-justica/</link>
					<comments>https://culturadefato.com.br/degeneracao-da-justica/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Pe. Luiz Carlos Lodi da Cruz]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 28 Jul 2025 04:01:02 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Filosofia e História]]></category>
		<category><![CDATA[Política e Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Aborto]]></category>
		<category><![CDATA[ADPF]]></category>
		<category><![CDATA[Associação Pró-Vida de Anápolis]]></category>
		<category><![CDATA[Bia Kicis]]></category>
		<category><![CDATA[Chris Tonietto]]></category>
		<category><![CDATA[CNJ]]></category>
		<category><![CDATA[G. K. Chesterton]]></category>
		<category><![CDATA[Ideologia de Gênero]]></category>
		<category><![CDATA[Resolução 492]]></category>
		<category><![CDATA[Sexismo]]></category>
		<category><![CDATA[STF]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://culturadefato.com.br/?p=25355</guid>

					<description><![CDATA[<p>“Não há diferenças naturais entre homens e mulheres. É a sociedade que atribui a cada sexo um papel determinado. Esse papel é chamado 'gênero', e deve ser 'desconstruído'. A mulher não é mais emotiva, nem o homem é mais racional.”</p>
<p>O post <a href="https://culturadefato.com.br/degeneracao-da-justica/">Degeneração da Justiça</a> apareceu primeiro em <a href="https://culturadefato.com.br">Cultura de Fato</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="has-text-align-center">“<em>Chegará o dia em que teremos que provar ao mundo que a grama é verde.</em>”<br><span data-tooltip-position="top" data-tooltip="Gilbert">G</span>. <span data-tooltip-position="top" data-tooltip="Keith">K</span>. <span data-tooltip="Gilbert Keith Chesterton (1874 - 1936) foi um escritor inglês." data-tooltip-position="top">Chesterton</span> (1874 &#8211; 1936)</p>



<hr class="wp-block-separator has-alpha-channel-opacity is-style-wide"/>



<br>



<p class="has-drop-cap">Não há diferenças naturais entre homens e mulheres. É a sociedade que atribui a cada sexo um papel determinado. Esse papel é chamado “gênero”, e deve ser “desconstruído”. A mulher não é mais emotiva, nem o homem é mais racional. A mulher não tem afinidade por tarefas delicadas, nem o homem por ofícios mais rudes. O homem não tem a função natural de prover o sustento da família, nem a mulher tem uma propensão natural ao cuidado das pessoas, a começar pelos filhos. Se ela, quando criança, brinca de boneca, é porque a sociedade lhe impôs esse papel de cuidadora. Se ela se casa com um homem, e não com outra mulher, isso não se deve a uma complementaridade natural dos dois sexos, mas a um padrão social chamado “heteronormatividade”, que precisa ser desconstruído. Se ela rejeita o aborto, é porque a sociedade lhe impôs a ideia de que a mãe deve amar o filho e dar a vida por ele. Cabe aos juízes evitar o modelo “patriarcal”, “machista” e “sexista” em suas decisões. Tudo deve ser julgado segundo uma nova perspectiva: a&nbsp;<em>perspectiva de gênero</em>.</p>



<p>As ideias acima estão contidas no <em>Protocolo para julgamento com perspectiva de gênero</em><a href="#Nota01" id="Ref01"><strong><sup>1</sup></strong></a>, elaborado pelo Conselho Nacional de Justiça em 2021. Em 17/03/2023, o CNJ publicou a Resolução 492<a href="#Nota02" id="Ref02"><strong><sup>2</sup></strong></a>, estabelecendo que as diretrizes contidas no protocolo, com adoção da perspectiva de gênero, sejam seguidas nos julgamentos de todo o Poder Judiciário. Instituiu também a obrigatoriedade da “capacitação” dos juízes (“magistrados e magistradas”) nesse tema.</p>



<br>



<h2 class="wp-block-heading">O que a perspectiva de gênero pretende evitar</h2>



<br>



<p>O Protocolo apresenta uma série de condutas que serão evitadas se o julgamento for feito com as lentes da ideologia de gênero. Evitar-se-á, por exemplo (p. 29):</p>



<ol class="wp-block-list">
<li>que o juiz ponha em dúvida o relato da suposta vítima de violência sexual.</li>



<li>que o juiz leve em conta a roupa que a vítima vestia antes da violência, influenciado pela “ideia preconcebida” (<em>sic</em>!) de que “cabe às mulheres recato e decência”.</li>



<li>que o juiz negue a dois homossexuais o direito à adoção, sob o “prejulgamento” (<em>sic</em>!) de que “a ausência do pai/mãe do sexo masculino/feminino possa resultar em um risco para o desenvolvimento integral das crianças”.</li>
</ol>



<br>



<h2 class="wp-block-heading">Direito ao aborto</h2>



<br>



<p>O Protocolo aguarda com ansiedade o julgamento, pelo Supremo Tribunal Federal, da <span data-tooltip="Arguição de Descumprimento de Preceito Fundamental" data-tooltip-position="top">ADPF</span> 442, que pretende declarar inconstitucional a incriminação do aborto até a 12ª semana de gestação. O julgamento com perspectiva de gênero implica o “afastamento dos estereótipos sobre condutas esperadas de mulheres quanto à maternidade” (p. 90).</p>



<br>



<h2 class="wp-block-heading">Reconceitualização do direito</h2>



<br>



<p>O direito foi forjado para o “homem branco, heterossexual, adulto e de posses” (p. 35). A perspectiva de gênero busca a “desconstrução do padrão normativo vigente (homem/branco/hetero/cristão)” (p. 40). Sem a “reconceitualização do direito”, a aplicação da lei “servirá apenas como meio de manutenção das visões heteronormativas, racistas, sexistas e patriarcais dominantes” (p. 40).</p>



<br>



<h2 class="wp-block-heading">Crítica</h2>



<br>



<p>O direito é uma ciência, mas a perspectiva de gênero é uma mera ideologia. Ela parte do pressuposto, jamais demonstrado, de que nada há de natural na diversidade de comportamentos masculino e feminino. Todas as normas teriam sido forjadas para justificar a opressão das mulheres pelos homens. Mas quem é a “mulher” oprimida? É aquela que tem cromossomas sexuais XX? Não necessariamente. O sexo pouco importa. Para a ideologia de gênero, “mulher” é todo indivíduo que se considera mulher e deseja ser tratado como mulher, por exemplo, um homem “transgênero”. Seguindo essa lógica, uma mulher “transgênera”, que se considerasse homem e quisesse ser tratada como homem, entraria na classe dos opressores patriarcais.</p>



<p>O que o Protocolo do <span data-tooltip-position="top" data-tooltip="Conselho Nacional de Justiça (significado já descrito no segundo parágrafo).">CNJ</span> pretende é colocar o Direito a serviço de uma ideologia, sacrificando a imparcialidade, a objetividade e a justiça dos julgamentos.</p>



<br>



<h2 class="wp-block-heading">PDL 89/2023</h2>



<br>



<p class="img-direita"><img decoding="async" width="341" height="347" class="wp-image-25359" src="https://culturadefato.com.br/wp-content/uploads/2025/07/ChrisTonietto.jpg" alt="Chris Tonietto">Em 29/03/2023, a deputada <span data-tooltip-position="top" data-tooltip="Christine Nogueira dos Reis Tonietto é advogada e política brasileira, filiada ao Partido Liberal e atualmente deputada federal pelo Rio de Janeiro. Nasceu em 1991 no Rio de Janeiro, RJ.">Chris Tonietto</span> (<span data-tooltip-position="top" data-tooltip="Partido Liberal">PL</span>/<span data-tooltip-position="top" data-tooltip="Rio de janeiro">RJ</span>), apresentou o Projeto de Decreto Legislativo n. <a href="https://www.camara.leg.br/proposicoesWeb/fichadetramitacao?idProposicao=2354257" target="_blank" rel="noreferrer noopener nofollow">89/2023</a> para sustar os efeitos da Resolução <a href="https://atos.cnj.jus.br/files/original144414202303206418713e177b3.pdf" target="_blank" rel="noreferrer noopener nofollow">492/2023</a>, do Conselho Nacional de Justiça, que estabeleceu a adoção da perspectiva de gênero nos julgamentos “em todo o Poder Judiciário”, de acordo com o Protocolo já citado.</p>



<p>Argumenta a deputada que a Resolução do CNJ é um mero ato administrativo, e só pode disciplinar uma matéria já prevista em lei. Não há, porém, na Lei Orgânica da Magistratura Nacional (Lei Complementar n° <a href="https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/leis/lcp/lcp35.htm" target="_blank" rel="noreferrer noopener nofollow">35/79</a>), nenhuma referência à obrigatoriedade de uma “capacitação” de juízes em perspectiva de gênero, a ser regulamentada por uma resolução. O CNJ, portanto, legislou em matéria do Estatuto da Magistratura, que é de competência do Supremo Tribunal Federal (Cf. art. 93, IV, CF).</p>



<p>Em 25/06/2025, a deputada <span data-tooltip-position="top" data-tooltip="Beatriz Kicis Torrents de Sordi é advogada e política brasileira, filiada ao Partido Liberal. Atualmente é deputada federal pelo Distrito Federal, e procuradora aposentada do Distrito Federal.">Bia Kicis</span> (<span data-tooltip-position="top" data-tooltip="Partido Liberal">PL</span>/<span data-tooltip-position="top" data-tooltip="Distrito Federal">DF</span>), relatora do PDL 89/2023 na Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania, emitiu um parecer favorável ao projeto. Isso tem causado uma fúria nas feministas, para as quais rejeitar o Protocolo é ser contra “as mulheres”.</p>



<p>Parabéns às duas deputadas por sua coragem em enfrentar a ideologia de gênero!</p>



<br>



<p class="has-text-align-right">Anapólis, 10 de julho de 2025.<br>O autor,&nbsp;<a href="https://culturadefato.com.br/author/pelodicruz/">Pe. Luiz Carlos Lodi da Cruz</a>, é vice-presidente da&nbsp;<a href="https://www.providaanapolis.org.br/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Associação Pró-Vida de Anápolis</a>.</p>



<br>



<p class="has-background has-very-light-gray-background-color"><strong>Notas:</strong></p>



<ol class="wp-block-list">
<li id="Nota01">&nbsp;<a href="https://www.cnj.jus.br/wp-content/uploads/2021/10/protocolo-para-julgamento-com-perspectiva-de-genero-cnj-24-03-2022.pdf" target="_blank" rel="noreferrer noopener nofollow">https://www.cnj.jus.br/wp-content/uploads/2021/10/protocolo-para-julgamento-com-perspectiva-de-genero-cnj-24-03-2022.pdf</a> <a href="#Ref01"><img loading="lazy" decoding="async" width="14" height="10" class="wp-image-105" style="width: 14px;" src="https://culturadefato.com.br/wp-content/uploads/2020/06/Subir.jpg" alt="Subir"></a></li>



<li id="Nota02"><a href="https://atos.cnj.jus.br/files/original144414202303206418713e177b3.pdf" target="_blank" rel="noreferrer noopener nofollow">https://atos.cnj.jus.br/files/original144414202303206418713e177b3.pdf</a> <a href="#Ref02"><img loading="lazy" decoding="async" width="14" height="10" class="wp-image-105" style="width: 14px;" src="https://culturadefato.com.br/wp-content/uploads/2020/06/Subir.jpg" alt="Subir"></a></li>
</ol>



<br>



<p class="has-background has-very-light-gray-background-color"><strong>Notas da editoria:</strong><br><br>Imagem da capa: “<em>O Julgamento de Cambises</em>” (1498), de Gerard David(1460 &#8211; 1523). Esta obra retrata o castigo de um juiz corrupto que é esfolado vivo, baseia-se em uma história da antiguidade.<br><br>A foto anexa junto aos últimos parágrafos é da deputada <span data-tooltip-position="top" data-tooltip="Christine Nogueira dos Reis Tonietto é advogada e política brasileira, filiada ao Partido Liberal e atualmente deputada federal pelo Rio de Janeiro. Nasceu em 1991 no Rio de Janeiro, RJ.">Chris Tonietto</span> (<span data-tooltip-position="top" data-tooltip="Partido Liberal">PL</span>/<span data-tooltip-position="top" data-tooltip="Rio de janeiro">RJ</span>).</p>



<br>



<h2 class="wp-block-heading has-text-align-center">Mais do autor:</h2>



<br>



<section id="gm9507fe2" class="wp-block-gutentor-m0 alignfull section-gm9507fe2 gutentor-module gutentor-module-carousel has-color-bg has-custom-bg gutentor-slick-a-default-desktop gutentor-slick-a-default-tablet gutentor-slick-a-default-mobile"><div class="grid-container"><div class="gutentor-module-carousel-row" data-dots="false" data-dotstablet="false" data-dotsmobile="false" data-arrows="true" data-arrowstablet="true" data-arrowsmobile="true" data-infinite="true" data-autoplay="true" data-draggable="true" data-pauseonfocus="true" data-pauseonhover="true" data-autoplayspeed="4500" data-cmondesktop="false" data-cmontablet="false" data-cmonmobile="false" data-nextarrow="fas fa-angle-right" data-prevarrow="fas fa-angle-left" data-arrowspositiondesktop="gutentor-slick-a-default-desktop" data-arrowspositiontablet="gutentor-slick-a-default-tablet" data-arrowspositionmobile="gutentor-slick-a-default-mobile" data-speed="300" data-slideitemdesktop="2" data-slideitemtablet="3" data-slideitemmobile="2" data-slidescroll-desktop="2" data-slidescroll-tablet="3" data-slidescroll-mobile="2">
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<p class="has-text-align-center"><br><em><a href="https://culturadefato.com.br/leao-xiv-uma-esperanca-para-a-igreja/">Leão XIV: uma esperança para a Igreja</a></em></p>
</div></div>



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<p class="has-text-align-center"><br><em><a href="https://culturadefato.com.br/sugestoes-para-o-novo-papa/">Sugestões para o novo Papa</a></em></p>
</div></div>



<div id="col-g-w74e7eq" class="wp-block-gutentor-m0-col col-g-w74e7eq gutentor-carousel-item"><div id="section-g-w74e7eq" class="section-g-w74e7eq gutentor-col-wrap">
<div id="section-g-91e2evq" class="wp-block-gutentor-e6 section-g-91e2evq gutentor-element gutentor-element-image gutentor-enabled-width text-align-center-desktop"><div class="gutentor-element-image-box"><a class="gutentor-element-image-link" href="https://culturadefato.com.br/os-monstros-de-lula/"><div class="gutentor-image-thumb"><img decoding="async" class="normal-image" src="https://culturadefato.com.br/wp-content/uploads/2024/07/MassacreOfTheInnocents.jpg" /></div></a></div></div>



<p class="has-text-align-center"><br><em><a href="https://culturadefato.com.br/os-monstros-de-lula/">Os monstros de Lula</a></em></p>
</div></div>



<div id="col-g-mmlsz87" class="wp-block-gutentor-m0-col col-g-mmlsz87 gutentor-carousel-item"><div id="section-g-mmlsz87" class="section-g-mmlsz87 gutentor-col-wrap">
<div id="section-g-g9zh0a9" class="wp-block-gutentor-e6 section-g-g9zh0a9 gutentor-element gutentor-element-image gutentor-enabled-width text-align-center-desktop"><div class="gutentor-element-image-box"><a class="gutentor-element-image-link" href="https://culturadefato.com.br/criancas-cobaias/"><div class="gutentor-image-thumb"><img decoding="async" class="normal-image" src="https://culturadefato.com.br/wp-content/uploads/2024/02/Vaccination.jpeg" alt="Obra: &quot;A Vaccination&quot; (1899), por Anna Ancher (1859 - 1935)." /></div></a></div></div>



<p class="has-text-align-center"><br><em><a href="https://culturadefato.com.br/criancas-cobaias/">Crianças cobaias?</a></em></p>
</div></div>



<div id="col-g-akpmhm1" class="wp-block-gutentor-m0-col col-g-akpmhm1 gutentor-carousel-item"><div id="section-g-akpmhm1" class="section-g-akpmhm1 gutentor-col-wrap">
<div id="section-g-t2iq10l" class="wp-block-gutentor-e6 section-g-t2iq10l gutentor-element gutentor-element-image gutentor-enabled-width text-align-center-desktop"><div class="gutentor-element-image-box"><a class="gutentor-element-image-link" href="https://culturadefato.com.br/bencao-para-unioes-homossexuais/"><div class="gutentor-image-thumb"><img decoding="async" class="normal-image" src="https://culturadefato.com.br/wp-content/uploads/2024/01/IsaacBlessingJacob1638_GovertFlinck.jpeg" alt="Obra: &quot;Isaac abençoando Jacob&quot; (1638), por Govert Flinck (1615 - 1660)." /></div></a></div></div>



<p class="has-text-align-center"><br><em><a href="https://culturadefato.com.br/bencao-para-unioes-homossexuais/">Bênção para uniões homossexuais?</a></em></p>
</div></div>



<div id="col-g-suigykg" class="wp-block-gutentor-m0-col col-g-suigykg gutentor-carousel-item"><div id="section-g-suigykg" class="section-g-suigykg gutentor-col-wrap">
<div id="section-g-pcczkdw" class="wp-block-gutentor-e6 section-g-pcczkdw gutentor-element gutentor-element-image gutentor-enabled-width text-align-center-desktop"><div class="gutentor-element-image-box"><a class="gutentor-element-image-link" href="https://culturadefato.com.br/ativismo-judicial/"><div class="gutentor-image-thumb"><img decoding="async" class="normal-image" src="https://culturadefato.com.br/wp-content/uploads/2023/12/AllegoryOfJusticeCombatingInjustice.jpg" alt="Obra: &quot;An allegory of justice combatting injustice&quot; (1737), por Jean-Marc Nattier (1685 - 1766)." /></div></a></div></div>



<p class="has-text-align-center"><br><em><a href="https://culturadefato.com.br/ativismo-judicial/">Ativismo judicial</a></em></p>
</div></div>



<div id="col-g-z3qlf3k" class="wp-block-gutentor-m0-col col-g-z3qlf3k gutentor-carousel-item"><div id="section-g-z3qlf3k" class="section-g-z3qlf3k gutentor-col-wrap">
<div id="section-g-ntb3ulj" class="wp-block-gutentor-e6 section-g-ntb3ulj gutentor-element gutentor-element-image gutentor-enabled-width text-align-center-desktop"><div class="gutentor-element-image-box"><a class="gutentor-element-image-link" href="https://culturadefato.com.br/os-mais-iguais/"><div class="gutentor-image-thumb"><img decoding="async" class="normal-image" src="https://culturadefato.com.br/wp-content/uploads/2023/10/ARevolucaoDosBichos.jpg" alt="Obra “A Revolução dos Bichos”, por Odyr Bernardi." /></div></a></div></div>



<p class="has-text-align-center"><br><em><a href="https://culturadefato.com.br/os-mais-iguais/">Os mais iguais</a></em></p>
</div></div>



<div id="col-gme8a29d" class="wp-block-gutentor-m0-col col-gme8a29d gutentor-carousel-item"><div id="section-gme8a29d" class="section-gme8a29d gutentor-col-wrap has-color-bg has-custom-bg">
<div id="section-g44fdd0" class="wp-block-gutentor-e6 section-g44fdd0 gutentor-element gutentor-element-image text-align-center-desktop"><div class="gutentor-element-image-box"><a class="gutentor-element-image-link" href="https://culturadefato.com.br/aborto-drogas-e-coisas-do-genero/"><div class="gutentor-image-thumb"><img decoding="async" class="normal-image" src="https://culturadefato.com.br/wp-content/uploads/2023/08/AQuedaDeRoma_ThomasCouture.jpg" alt="Obra: &quot;A queda de Roma&quot; (1881), por Thomas Couture (1815 - 1879)." /></div></a></div></div>



<p class="has-text-align-center"><br><em><a href="https://culturadefato.com.br/aborto-drogas-e-coisas-do-genero/">Aborto, drogas e coisas do gênero</a></em></p>
</div></div>



<div id="col-gmfa71c5" class="wp-block-gutentor-m0-col col-gmfa71c5 gutentor-carousel-item"><div id="section-gmfa71c5" class="section-gmfa71c5 gutentor-col-wrap has-color-bg has-custom-bg">
<div id="section-g313274" class="wp-block-gutentor-e6 section-g313274 gutentor-element gutentor-element-image text-align-center-desktop"><div class="gutentor-element-image-box"><a class="gutentor-element-image-link" href="https://culturadefato.com.br/redesignacao-sexual-uma-mentira/"><div class="gutentor-image-thumb"><img decoding="async" class="normal-image" src="https://culturadefato.com.br/wp-content/uploads/2023/03/TheVenetianMask_2007_MarcoOrtolan.jpg" alt="Obra: &quot;The Venetian Mask&quot; (2007), por Marco Ortolan." /></div></a></div></div>



<p class="has-text-align-center"><br><em><a href="https://culturadefato.com.br/redesignacao-sexual-uma-mentira/">Redesignação sexual: uma mentira</a></em></p>
</div></div>



<div id="col-gm057615" class="wp-block-gutentor-m0-col col-gm057615 gutentor-carousel-item"><div id="section-gm057615" class="section-gm057615 gutentor-col-wrap has-color-bg has-custom-bg">
<div id="section-g5d3b15" class="wp-block-gutentor-e6 section-g5d3b15 gutentor-element gutentor-element-image text-align-center-desktop"><div class="gutentor-element-image-box"><a class="gutentor-element-image-link" href="https://culturadefato.com.br/tempo-de-chorar/"><div class="gutentor-image-thumb"><img decoding="async" class="normal-image" src="https://culturadefato.com.br/wp-content/uploads/2023/01/ADeposicaoDeCristo_RogierVanDerWeyden.jpg" alt="Obra &quot;Deposição de Cristo&quot; (1435), por Rogier Van Der Weyden (1399-1464). Detalhe do olho de São João." /></div></a></div></div>



<p class="has-text-align-center"><br><em><a href="https://culturadefato.com.br/tempo-de-chorar/">Tempo de chorar</a></em></p>
</div></div>



<div id="col-gm1f6884" class="wp-block-gutentor-m0-col col-gm1f6884 gutentor-carousel-item"><div id="section-gm1f6884" class="section-gm1f6884 gutentor-col-wrap has-color-bg has-custom-bg">
<div id="section-gced1ad" class="wp-block-gutentor-e6 section-gced1ad gutentor-element gutentor-element-image text-align-center-desktop"><div class="gutentor-element-image-box"><a class="gutentor-element-image-link" href="https://culturadefato.com.br/a-figura-do-pai/"><div class="gutentor-image-thumb"><img decoding="async" class="normal-image" src="https://culturadefato.com.br/wp-content/uploads/2022/10/Outono_AnthonyFrederickAugustusSandys.jpg" alt="Obra: &quot;Outono&quot; (1860 - 1962), por Anthony Frederick Augustus Sandys (1829 - 1904)." /></div></a></div></div>



<p class="has-text-align-center"><br><em><a href="https://culturadefato.com.br/a-figura-do-pai/">A figura do pai</a></em></p>
</div></div>



<div id="col-gm76462e" class="wp-block-gutentor-m0-col col-gm76462e gutentor-carousel-item"><div id="section-gm76462e" class="section-gm76462e gutentor-col-wrap">
<div id="section-g826bb3" class="wp-block-gutentor-e6 section-g826bb3 gutentor-element gutentor-element-image gutentor-enabled-width text-align-center-desktop"><div class="gutentor-element-image-box"><a class="gutentor-element-image-link" href="https://culturadefato.com.br/a-psicologia-do-aborto/"><div class="gutentor-image-thumb"><img decoding="async" class="normal-image" src="https://culturadefato.com.br/wp-content/uploads/2022/05/Death_JanisRozentals.jpg" alt="Obra: &quot;Death&quot; (1897), por Janis Rozentāls (1866 - 1916)." /></div></a></div></div>



<p class="has-text-align-center"><br><a href="https://culturadefato.com.br/a-psicologia-do-aborto/"><em>A psicologia do aborto</em></a></p>
</div></div>



<div id="col-gmc9f9db" class="wp-block-gutentor-m0-col col-gmc9f9db gutentor-carousel-item"><div id="section-gmc9f9db" class="section-gmc9f9db gutentor-col-wrap">
<div id="section-g935342" class="wp-block-gutentor-e6 section-g935342 gutentor-element gutentor-element-image"><div class="gutentor-element-image-box"><a class="gutentor-element-image-link" href="https://culturadefato.com.br/seu-cerebro-e-realmente-necessario/"><div class="gutentor-image-thumb"><img decoding="async" class="normal-image" src="https://culturadefato.com.br/wp-content/uploads/2022/03/AnatomyLessonDrWillem_Michiel-JanszVanMierevelt.jpg" alt="Obra: &quot;Anatomy lesson of Dr. Willem&quot; (1617), por Michiel Jansz van Mierevelt (1566 - 1641)" /></div></a></div></div>



<p class="has-text-align-center"><br><a href="https://culturadefato.com.br/seu-cerebro-e-realmente-necessario/">Seu cérebro é realmente necessário?</a></p>
</div></div>



<div id="col-g-6man6ep" class="wp-block-gutentor-m0-col col-g-6man6ep gutentor-carousel-item"><div id="section-g-6man6ep" class="section-g-6man6ep gutentor-col-wrap">
<div id="section-g-z1c123r" class="wp-block-gutentor-e6 section-g-z1c123r gutentor-element gutentor-element-image gutentor-enabled-width text-align-center-desktop"><div class="gutentor-element-image-box"><a class="gutentor-element-image-link" href="https://culturadefato.com.br/o-diabo-em-plena-pandemia/"><div class="gutentor-image-thumb"><img decoding="async" class="normal-image" src="https://culturadefato.com.br/wp-content/uploads/2021/10/ACrucificacaoEOJuizoFinal.jpg" alt="Detalhe da obra: &quot;A Crucificação e O Juízo Final&quot;, de Jan van Eyck" /></div></a></div></div>



<p class="has-text-align-center"><br><a href="https://culturadefato.com.br/o-diabo-em-plena-pandemia/"><em>O diabo em plena pandemia</em></a></p>
</div></div>
</div></div></section>



<br>
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		<title>E subirei ao altar de Deus</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Daniel Marcondes]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 07 Jul 2025 04:02:43 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cristianismo]]></category>
		<category><![CDATA[Filosofia e História]]></category>
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		<category><![CDATA[Terapia Gênica Experimental]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>“(...) parece que é justamente sob esta forma que se nos aproxima o Leviatã do controle social total em sua forma mais recente: (...) por uma espécie de religião civil universal, quase invisível e tanto melhor quanto mais inconsciente, com seus traços principais devidamente usurpados da religião verdadeira.”</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p class="has-text-align-center">“<em>Se o mundo vos odeia, sabei que, primeiro do que a vós, me odiou a mim.</em><br><em>Se fôsseis do mundo, o mundo amaria o que era seu; mas, porque não sois</em><br><em>do mundo,</em> <em>antes eu vos escolhi do meio do mundo, por isso o mundo vos odeia.</em>” (Jo 15,18)</p>



<br>



<p class="has-text-align-right has-small-font-size" id="RefNotasEditoria"><em>* <a href="#NotasEditoria">Notas da editoria</a></em></p>



<hr class="wp-block-separator has-css-opacity is-style-wide"/>



<br>



<h3 class="wp-block-heading">I. Paraíso perdido</h3>



<br>



<p class="has-drop-cap">É possível perceber, no fundo de praticamente todas as ações satânicas, um componente fundamental — espécie de raiz comum —, que é o elemento da <em>inversão</em> (ou <em>subversão</em>).</p>



<p>Tal raiz não poderia mesmo ser outra. Não havendo como separar-se do que é onipresente para combatê-lo desde fora, a simples ideia de “confrontar a Deus”, tomado em Si mesmo, sequer se aplica; àqueles que desejariam poder fazê-lo resta apenas o esforço de perverter, de alguma maneira, a ordem e a estrutura das coisas tal como determinadas por Ele. É claro que também isso não pode ser jamais efetivamente realizado; de fato, o máximo que se pode obter é um deslocamento do agente em relação a esta ordem, um movimento deliberado do indivíduo na direção contrária à de sua harmonização e adequação a ela. Mas essa dissonância entre o eu e sua situação dá-se apenas no plano lógico, jamais na realidade — no plano digamos ontológico, todo e qualquer acontecimento é a simples realização de uma entre diversas possibilidades, todas elas já garantidas de antemão pelo próprio modo de existência dos entes envolvidos e, portanto, pela própria estrutura geral do ser. Essa ruptura é apenas aparente, e não efetiva. Isso não impede, porém, que verdadeiras legiões de homens devotem suas vidas a serviço dela, nem que destruam, no decurso de seu empenho, gerações inteiras e um sem número de almas.</p>



<p>Se considerarmos o ato máximo desse esforço, germe e paradigma de todos os seguintes, veremos que a grande insurreição de Lúcifer não é propriamente contra Deus “<em>per se</em>” — ele sabe (e sabe-o perfeitamente, tratando-se de um intelecto angélico) que isso não é possível —, mas contra a ordem e a hierarquia determinadas por Ele. O que Lúcifer não pode aceitar é o fato de não ser ele próprio o topo dessa hierarquia. Não podendo alterá-la no menor detalhe sequer, decide não por conformar-se a ela, não por adequar-se à realidade, mas por comprometer-se definitivamente com sua frustração raivosa: “<span data-tooltip-position="top" data-tooltip="''Melhor reinar no Inferno do que servir no Paraíso'' — trecho do poema Paraíso Perdido, de John Milton."><em>Better to reign in Hell than serve in Heaven</em></span>”<a href="#Nota01" id="Ref01"><strong><sup>1</sup></strong></a>. Ele sabe que essa hierarquia não pode ser <em>de fato</em> abalada, mas que é possível fazer <em>parecer</em> que tenha sido. Não por acaso, a tentação primordial com que seduz os nossos primeiros pais envolve justamente a falsa promessa de concretização do mesmo desejo irrealizável que tanto lhe perturba: “<em>E sereis como deuses</em>”, diz a Eva. O pecado original é, em última análise, o pecado do desejo de subversão da ordem do real.</p>



<p>Como era de se esperar, essa característica serve também de fundamento para a ritualística satanista em geral. Uma interessante ilustração disso nos é dada pelo <span data-tooltip-position="top" data-tooltip="Malachi Brendan Martin (1921 - 1999): padre católico irlandês.">Padre Malachi Martin</span> em seu livro <em><a href="https://amzn.to/3FTP7rz" target="_blank" rel="noreferrer noopener sponsored nofollow">Windswept House</a></em>, ao descrever um ritual satânico que teria ocorrido no coração do Vaticano em meados da década de 60:</p>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow">
<p>“(…) cada elemento da Celebração do Sacrifício do Calvário precisa ser virado de cabeça para baixo pela outra — e oposta — Celebração. O sagrado deve ser profanado. O profano deve ser adorado. A representação incruenta do Sacrifício do Fraco Inominado [referência blasfema a Nosso Senhor Jesus Cristo] na Cruz deve ser substituída pela suprema e cruenta violação da dignidade do Inominado. A culpa deve ser aceita como inocência. A dor deve causar alegria. Graça, arrependimento e perdão devem ser todos afogados em uma orgia de opostos.”<a href="#Nota02" id="Ref02"><sup><strong>2</strong></sup></a></p>
</blockquote>



<p>“Orgia de opostos” — não há definição mais precisa. Vejam que não se trata, ali, da simples destruição dos símbolos e ritos da Santa Missa, mas de sua banalização e perversão, de sua substituição por paródias e simulacros cuidadosamente selecionados. Ora, o mesmíssimo expediente pode ser verificado nas estratégias comunistas e globalistas em geral, hoje muito bem representadas nos planos da chamada <a href="https://culturadefato.com.br/tag/nova-ordem-mundial/">Nova Ordem Mundial</a>. Aliás, o nome não poderia ser mais apropriado: não se trata exatamente de demolir os pilares da civilização, mas de sequestrá-los e montar, como que por sobre eles, um novo cenário, uma nova imagem do mundo na qual estes não apareçam senão como meras sombras primitivas e ultrapassadas de suas versões subvertidas</p>



<p class="img-direita"><a href="https://culturadefato.com.br/virus-desagregador-da-familia/"><img loading="lazy" decoding="async" width="528" height="306" class="wp-image-11029" src="https://culturadefato.com.br/wp-content/uploads/2022/01/OneOfTheFamily_FGCotman_Peq.jpg" alt="Obra: “One of the Family”, por F. G. Cotman (1850 - 1920)."></a>Com frequência dizemos que os adeptos desse lamentável mundo novo anseiam pela destruição da família, do matrimônio, da religião e assim por diante, mas esta é mais uma força de expressão do que uma descrição objetiva da situação. Com efeito, o que vimos nas últimas décadas não foi a proibição do casamento ou algo como sua extinção legal, mas uma pressão ideológica que culminou nas invenções jurídicas do “casamento gay”, casamento a três, casamento com animais e outras aberrações semelhantes; não é tanto a ideia da instituição familiar em si o alvo dos maiores ataques, mas a noção da família chamada tradicional, e, mesmo assim, apenas no caso de <em>algumas</em> famílias, como a sua e a minha — entre os megabilionários e altos oficiais do globalismo, as famílias continuam sendo pautadas pelas mais rígidas hierarquias dinásticas, subsistindo inclusive através de casamentos arranjados; jamais buscaram o fim digamos visível da Igreja, mas trataram de criar, a partir de um falso concílio, uma nova doutrina, uma nova “missa” — que atende ironicamente por <span data-tooltip-position="top" data-tooltip="''Novus Ordo Missae'', ou Novo Rito da Missa, é a forma ordinária da missa católica, promulgada pelo Papa Paulo VI em 1969. Ele foi criado para modernizar a liturgia da Igreja, incorporando o movimento bíblico e litúrgico da época e simplificando a linguagem da liturgia."><em>novus ordo missae</em></span> — e, consequentemente, uma nova fé. Enfim, o verdadeiro matrimônio, a verdadeira estrutura familiar, a verdadeira Igreja e tudo o mais não foram e nem podem ser efetivamente aniquilados — não por falta de empenho dos seus inimigos, mas porque refletem aspectos da estrutura da realidade tal como ela é. Resta apenas apossar-se de suas aparências, colori-las das mais criativas discrepâncias lógicas em relação a essa estrutura que antes expressavam tão afinadamente e devolvê-las ao público como se ainda se tratasse das mesmas coisas. Nada é verdadeiramente descartado, mas apenas torcido, retorcido, invertido e reapresentado sob as vestes litúrgicas dos novos tempos.</p>



<p>E por falar em liturgia, parece que é justamente sob esta forma que se nos aproxima o Leviatã do controle social total em sua versão mais recente: não tanto pela opressão de um Estado exteriormente materialista e cético (ainda que, interiormente, de fato o seja), de tipo clássico, como costumamos imaginar, mas por uma espécie de religião civil universal, quase invisível e de culto praticamente inconsciente por parte de seus seguidores (mas de perpetração perfeitamente consciente por parte de seus orquestradores), com seus traços principais devidamente usurpados da religião verdadeira. Não teríamos chegado ao presente estado de coisas, porém, sem o nascimento da ciência e filosofia modernas, em cujo seio convivem o mais agudo subjetivismo — inversão por excelência da ordem da realidade — e os mais desvairados pseudomisticismos, tudo cinicamente travestido do mais alto rigor racionalista.</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>II. <em>Mythos</em> e <em>logos</em></strong></h3>



<br>



<p class="has-drop-cap">O fato de que a época louvada como a mais fértil de conhecimento científico e ápice da “vitória do <em>logos</em> sobre o <em>mythos</em>” seja justamente a mais recheada de superstições e crendices em toda a história humana apenas nos parecerá contraditório ou estranho se observarmos os principais eventos dos últimos quatro séculos através das lentes da versão oficial, que, já tão profundamente gravada no imaginário popular, apresenta o advento da chamada ciência moderna como a virada de um mundo de moralismos inócuos e fanatismos religiosos, liderado pelos “preconceitos anticientíficos” da Igreja, para o tempo da supremacia da razão e da liberdade de pensamento, no qual o homem tem autonomia para investigar o universo e exercer plenamente sua capacidade crítica. Não é a ocasião de demonstrar em detalhes o quão falsa é esta narrativa; basta-nos, por ora, recordar que jamais houve maior explosão de interesse em todo tipo de magia e práticas ocultistas como a partir do século XVI, e que os principais cientistas da era moderna, hoje cultuados como heróis da racionalidade pura, foram os maiores bruxos da paróquia. Seja como for, o fato é que, passado algum tempo, vemos os nossos excelsos homens de ciência, guiados — como dizem — exclusivamente pela luz da razão e baseados estritamente na observação direta e na experimentação, guardiões que são da objetividade contra as ingenuidades supersticiosas, a nos brindar com verdadeiros suprassumos de racionalidade, tais como suas discussões sobre vida alienígena, multiversos, viagens no tempo, colonizações galácticas, transferência de consciências, inteligências artificiais, máquinas autoconscientes e assim por diante. Por consequência, como não poderia deixar de ser, o fruto dessa elite pseudocientífica e seu análogo na esfera comum da sociedade é o sujeito que acredita na força do sal grosso, nos banhos de alfazema, na limpeza das “energias”, faz simpatias contra mau olhado, se protege com o Olho Grego, com o Olho de Hórus, faz terapias Reiki, consulta o tarô, mães de santo, videntes e até o Drauzio Varella, mas estufa o peito para gritar, com lágrimas histéricas, em defesa da ciência contra o “negacionismo” alheio.</p>



<p>Anunciando ao público leigo de fiéis servidores um mundo essencialmente material e fechado em si mesmo, enquanto, por sua vez e internamente, alimentam e deleitam-se com todo tipo de mandingas, o que a ciência e a filosofia modernas conseguiram, com esse discurso duplo ao melhor estilo das sociedades secretas — e isso não por acaso —, foi deteriorar de tal modo a relação e a percepção das pessoas quanto à autêntica dimensão espiritual da realidade que estas, agora, costumam ou descartá-la <em>in limine</em>, sem o menor exame (e geralmente apavoradas diante da possibilidade de precisar fazê-lo um dia), ou aceitar igualmente sem exame os mais diversos pseudomisticismos e superstições, principalmente quando fantasiados de “consensos científicos”. Se algum dia pareceu que o domínio comunoglobalista viria no aspecto de um ateísmo formal propriamente dito, com o tempo vai parecendo mais claro que a parada final do caminho para a apostasia será menos o não crer em nada do que o crer em tudo.<a id="Ref03" href="#Nota03"><sup><strong>3</strong></sup></a></p>



<p>Mas esse “crer em tudo” encontra-se naturalmente disperso em uma miríade de símbolos, convicções e organizações diferentes, muitas vezes com pouca ou nenhuma relação entre si. É necessário submeter esse estado de coisas à próxima etapa do processo: depois de esfacelar o senso espiritual e religioso das pessoas, é-lhes oferecida uma reunificação dos fragmentos em um novo edifício, como quem cola novamente os estilhaços de um espelho quebrado. Essa reunificação é feita de forma lenta e velada; afinal, o sujeito precisa continuar acreditando que pensa e age de forma independente, precisa seguir enxergando-se a si mesmo como um espontâneo paladino das “luzes” contra a velha “escuridão” opressiva dos sistemas filosóficos tradicionais e da religião revelada. O princípio do <span data-tooltip-position="top" data-tooltip="''Dissolver e coagular.''"><em>solve et coagula</em></span> nunca funcionou tão bem.</p>



<p>E assim chegamos ao momento presente, em que essa fase de reunificação parece estar tomando uma forma mais definida debaixo da farsa da pandemia e do esquema de <a href="https://culturadefato.com.br/o-que-era-descrito-sobre-vacinas-na-obra-a-verdadeira-historia-do-clube-bilderberg-publicada-em-2005/" target="_blank" rel="noreferrer noopener nofollow">vacinação em massa obrigatória</a>. Se esta forma é definitiva, ou por quanto tempo deverá perdurar até que se mude no próximo teatro global, ninguém é capaz de dizê-lo — o fundamental traço camaleônico desses movimentos, aliado à facilidade com que hoje dispõem dos corações das pessoas, impossibilita a previsão. O fato é que os apóstolos atuais da “nova ordem” parecem estar finalmente levando a cabo, de modo mais concreto, aquilo que seus predecessores, ainda que tendo lançado as bases necessárias, só puderam vislumbrar: o mergulhar da humanidade em uma espécie de anti-Igreja igualmente dotada de uma ritualística, iniciação e simbólica próprias (tudo isso, é claro, criado a partir da perversão das contrapartidas autênticas). E nada disso teria sido possível sem os “tempos difíceis que estamos vivendo”, para utilizar a jaculatória mais fervorosamente recitada pelos novos fiéis.</p>



<p class="img-direita"><a href="https://culturadefato.com.br/as-mesmas-pessoas-sombrias-controlam-a-big-pharma-e-a-midia/" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><img loading="lazy" decoding="async" width="470" height="272" class="wp-image-9835" src="https://culturadefato.com.br/wp-content/uploads/2021/09/GrandeDitador_Chaplin_Peq.jpg" alt="Cena do filme &quot;O grande ditador&quot;. de Charles Chaplin."></a>Consideremos que um ser humano dotado de funções cognitivas minimamente preservadas venha a crer na existência de uma pandemia cuja causa oficial seja atribuída a um vírus admitidamente jamais isolado e sequenciado, e cuja taxa de mortalidade nas estatísticas oficiais gire em torno de menos de 1%, ainda que estas se encontrem criminosamente infladas e permeadas de assassinatos perpetrados pela aplicação de “protocolos de saúde” clamorosamente prejudiciais a pacientes com dificuldades respiratórias, o que deveria ser aberrante para qualquer aluno de primeiro semestre de enfermagem, isso para não mencionar o esforço de se proibir a utilização de medicamentos comprovadamente eficazes, mas que já não podem representar lucros — financeiros ou políticos — para as <em><a href="https://culturadefato.com.br/as-mesmas-pessoas-sombrias-controlam-a-big-pharma-e-a-midia/">big pharma</a></em> e seus coligados; consideremos que, justificada por tão apocalíptico morticínio, seja imposta sobre toda a população mundial uma vacinação obrigatória (não me perguntem como é possível desenvolver testes e vacinas para um vírus jamais isolado e sequenciado) que não imuniza, não impede a transmissão do suposto vírus e mata ridiculamente mais do que a própria doença contra a qual deveria atuar, sendo responsável por uma nova pandemia: a de “mal súbito”, diagnóstico médico expedido pela grande mídia em casos de morte decorrente da vacinação, esta que não passa de uma terapia gênica experimental (fato primeiramente rechaçado como “teoria da conspiração” pela mesma classe científica que, dias depois, não podendo mais escondê-lo, tratou de assumi-lo como um maravilhoso avanço tecnológico a serviço da saúde humana), que admitidamente contém células de fetos abortados em seu conteúdo (conteúdo este cuja composição completa é segredo de Estado e não pode ser questionado) e que agora será estendida também para as crianças – entre as quais a taxa de mortalidade por tão avassaladora pandemia é virtualmente <em>zero</em>; consideremos ainda os curiosos caprichos do tal vírus, que mais parece dotado de vontade própria: ameaça manifestar-se nas aglomerações das igrejas, exigindo seu fechamento — jamais nas aglomerações dos desfiles de carnaval e casas de <em>reality show</em>; ataca os que esperam de pé nos restaurantes, mas respeita solenemente os que conseguem sentar-se às mesas; ronda as filas dos aeroportos, exigindo o “distanciamento social”, mas é suficientemente compreensivo para poupar os passageiros quando estes, minutos depois, espremem-se dentro do avião como sardinhas enlatadas; por fim, recordemos agora as pessoas que, por medo da “contaminação”, ficaram meses trancadas em casa, recusando o contato com parentes e amigos; as que venderam suas casas na cidade e se mudaram para sítios e chácaras, fugindo daquele menos de 1% como quem fugisse de Pripyat logo após o acidente em Chernobyl; as que denunciaram reuniões familiares dos vizinhos à polícia, como quem denunciasse grupos de judeus escondidos a oficiais da <span data-tooltip-position="top" data-tooltip="A Schutzstaffel, popularmente abreviada como SS, foi uma organização paramilitar ligada ao Partido Nazista, principal responsável pelas mortes do Holocausto."><em>Schutzstaffel</em></span>; os casais que dormiram em quartos separados para evitar o “contágio”; as pessoas que utilizaram e ainda utilizam máscaras mesmo que dentro de um carro, sozinhas, com os vidros fechados (máscaras estas absolutamente inúteis no quadro de uma pandemia viral, tal como admitido pela própria <span data-tooltip-position="top" data-tooltip="OMS: Organização Mundial da Saúde, ou WHO: World Health Organization.">OMS</span> no início de toda a farsa, e que jamais foram empregadas com este fim nem mesmo no contexto médico).</p>



<p>Ora, a orgulhosa e comovida submissão pela qual as pessoas dão-se <em>voluntariamente</em> a escravizar em um estado de coisas tão flagrantemente violento contra elas próprias não pode ser explicada apenas por uma extrema ignorância, por uma suprema covardia e pela maciça manipulação que sofrem — talvez nem mesmo somente pela invencível avidez com que buscam a segurança psicológica a qualquer custo. Todos esses elementos estão fortemente presentes, é claro, mas há algo mais. Há, no âmago dessa psicose autoinfligida, o desejo de pertencer a essa nova <a href="https://culturadefato.com.br/poder-global-e-religiao-universal/">religião universal</a>, cujo deus e princípio apresenta-se sob a aparência da “ciência” — não a verdadeira, mas sua forma extorquida e subvertida pelo método já mencionado, convertida em um fetiche, na mera imagem de um desejo, e que apenas graças ao domínio exercido por seus apóstolos sobre a linguagem e o imaginário popular é que pode atender pelo mesmo nome e querer significar a mesma coisa.</p>



<h3 class="wp-block-heading">III. <em>Introibo ad altare Dei</em></h3>



<br>



<p class="has-drop-cap">Você pode admirar o quanto quiser e até mesmo viver sob o guiamento irrestrito dos mandamentos da nova igreja, mas seu real ingresso será concretizado apenas através da participação em seus ritos iniciáticos. Não basta defendê-la e engrossar apenas externamente o coro dos adeptos; para ser um membro autêntico deste falso corpo místico é necessário passar pelo batismo da vacinação. A água e a pia batismal dão lugar à injeção na sala médica, e o sacerdote responsável não mais veste a batina preta do luto de quem morreu para o mundo, mas o jaleco branco de iluminação científica. Feito isso, haverá também ocasião, posteriormente, para o rito da confirmação, administrado através das “doses de reforço”.</p>



<p>Se os cristãos podem reconhecer-se por certos elementos externos, como um escapulário ou crucifixo à mostra, por exemplo, os novos fiéis leigos têm na <a href="https://culturadefato.com.br/mascara-covid-a-psicologia-da-submissao/">máscara ao rosto</a> — e não poderia haver sinal mais apropriado, indicando de um só golpe sua servil uniformidade grupal e a boca tapada — um eficaz artigo de identificação mútua; se aqueles têm seus cumprimentos próprios, como “Salve, Maria!”, basta a estes o fatídico “soquinho” para asseverar sua filiação.</p>



<p>O diaconato da classe política, ainda que mantendo uma relação intrincada e complexa com os presbíteros da classe médica e científico-acadêmica em geral, no fundo apenas age em função desta última e é determinado por ela. O episcopado divide-se entre aqueles que se reservam às sombras das lúgubres catedrais que são seus escritórios de engenharia social e os que dão as caras publicamente, emprestando seus sorrisos amarelados e cínicos como rosto do movimento e conferindo a este seu próprio prestígio social (sempre havendo também os que dominam a arte de transitar por entre esses dois mundos cujas fronteiras são cada vez menos visíveis).</p>



<p>Mas de tudo o que se poderia citar, nada se compara ao cimo do edifício religioso, ato supremo do qual decorre todo o corpo de fé subsequente: o sacrifício. Se os elementos que foram subvertidos estão ancorados numa fé e num rito cuja razão de ser é o sacrifício por excelência — o de Nosso Senhor no Calvário —, de nada valeria apropriar-se deles sem fazê-lo também em relação ao que lhes fundamenta, e é assim que os novos fiéis são convocados a participar da máxima oferta: não recebendo o Corpo e o Sangue do próprio Deus que se sacrifica para salvar os Seus filhos, mas, ao contrário, entregando a própria vida para salvar a narrativa digna de sua adoração. Não sendo este cenário trágico o bastante, os novos sacerdotes voltam-se ainda para aquelas que, por sua pureza e inocência, sempre configuraram as vítimas perfeitas aos olhos dos satanistas. Não foi suficiente que 42% do total de mortes em 2021, ou seja, quase metade das mortes no planeta em um ano, tenha ocorrido devido ao aborto. Não foi suficiente que singelos <em>quarenta e dois milhões e seiscentos mil</em> bebês tenham sido esquartejados no ventre de suas mães em um único ano. Não — é preciso imolar mais e mais vítimas no altar do deus-sol do século XXI, o que já começou a ser feito através da vacinação infantil obrigatória.</p>



<p>Enquanto no início de toda Santa Missa, antes de aproximar-se do altar em que mais tarde se repetirá o sacrifício do Calvário, o Padre recita, alternadamente com os fiéis, o belíssimo salmo 42, anunciando: “<em>Introibo ad altare Dei</em>” — “subirei ao altar de Deus”, os novos fiéis hoje levantam seus olhos marejados de comoção ao tabernáculo profano de seus senhores e proclamam: “Subiremos ao altar dos homens”. Já não o fazem solitários — levam agora também a seus filhos pela mão, como um Abraão às avessas</p>



<p>Mais do que nunca estende-se à nossa frente a necessidade de escolher diante de qual desses dois altares iremos nos prostrar. É impossível fazê-lo a ambos e um terceiro não há. Uma vez tomada a única decisão inteligente, será preciso recordar que “o servo não é maior do que seu senhor” (Jo 13, 16): o nosso sacrificado é o próprio Deus, e o nosso Rei veste uma coroa de espinhos; ou aceitamos de uma vez por todas e sem queixumes nossa parcela de autossacrifício nessa história, resolvendo-nos a perseverar até o fim (Mt 24, 13), independentemente dos resultados mais imediatos e dos caminhos aos quais essa escolha possa nos levar, ou já teremos perdido a batalha de antemão, posto que já teremos perdido a fé, caso em que será mais digno sequer tomar parte nela em primeiro lugar</p>



<p>Aquele que disse: “Se eles me perseguiram a mim, também vos hão-de perseguir a vós” (Jo 15, 20) foi o mesmo que disse: “Haveis de ter aflições no mundo; mas tende confiança, eu venci o mundo” (Jo 16, 33).<br><span data-tooltip-position="top" data-tooltip="''Quo vadis'' é uma frase em latim, que significa ''para onde vais?''."><em>Quo vadis?</em></span></p>



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<p class="has-text-align-right">Escrito por <a href="https://culturadefato.com.br/author/danielmarcondes/">Daniel Marcondes</a>.</p>



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<p class="has-background has-very-light-gray-background-color">Notas:</p>



<ol class="wp-block-list">
<li id="Nota01">Milton, John. <em>Paradise lost</em>, canto I. <a href="#Ref01"><img loading="lazy" decoding="async" width="14" height="10" class="wp-image-105" src="https://culturadefato.com.br/wp-content/uploads/2020/06/Subir.jpg" alt="Subir"></a></li>



<li id="Nota02">Martin, Malachi. <em><a href="https://amzn.to/3FTP7rz" target="_blank" rel="noreferrer noopener sponsored nofollow">Windswept House: A Vatican Novel</a></em>, p. 7. Nova York: Doubleday, 1996. <a href="#Ref02"><img loading="lazy" decoding="async" width="14" height="10" class="wp-image-105" style="width: 14px;" src="https://culturadefato.com.br/wp-content/uploads/2020/06/Subir.jpg" alt="Subir"></a></li>



<li id="Nota03">Refiro-me aqui apenas ao plano digamos externo e “estético” da questão, ou seja, às imagens, símbolos e discursos sob os quais esse domínio comunoglobalista escolhe se apresentar, o qual, a meu ver, segue e continuará seguindo o modelo de um sincretismo ecumenista, e não o do ateísmo clássico. Do ponto de vista da experiência real, porém, ambos são apenas dois modos diferentes de descrever uma mesma situação: todo ateísmo, que só faz rodar em círculos trocando um princípio criador por outro sem jamais resolver o problema, deságua em um “crer em tudo”, e todo sincretismo ou ecumenismo, pela anulação mútua a que submete os princípios envolvidos, é um “não crer em nada”.  <a href="#Ref03"><img loading="lazy" decoding="async" width="14" height="10" class="wp-image-105" style="width: 14px;" src="https://culturadefato.com.br/wp-content/uploads/2020/06/Subir.jpg" alt="Subir"></a></li>
</ol>



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<p class="has-background has-very-light-gray-background-color" id="NotasEditoria"><strong>Notas da editoria:</strong><br><br><strong>1</strong>. Imagem de capa: “Saturno devorando seu filho&#8221; (1636), do pintor brabantino Peter Paul Rubens (1577 &#8211; 1640). <a href="#main"><img loading="lazy" decoding="async" width="17" height="14" class="wp-image-16646" style="width: 17px;" src="https://culturadefato.com.br/wp-content/uploads/2020/07/Subir_FundoCinza.jpg" alt="Subir com fundo cinza"></a><br><strong>2</strong>. Este artigo foi originalmente publicado em 24 de janeiro de 2022. Sete de julho de 2025 corresponde à última edição. <a href="#RefNotasEditoria"><img loading="lazy" decoding="async" width="17" height="14" class="wp-image-16646" style="width: 17px;" src="https://culturadefato.com.br/wp-content/uploads/2020/07/Subir_FundoCinza.jpg" alt="Subir com fundo cinza"></a></p>



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<h2 class="wp-block-heading has-text-align-center">Mais do autor:</h2>



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<section id="gm8ae840c" class="wp-block-gutentor-m0 alignfull section-gm8ae840c gutentor-module gutentor-module-carousel has-color-bg has-custom-bg gutentor-slick-a-default-desktop gutentor-slick-a-default-tablet gutentor-slick-a-default-mobile"><div class="grid-container"><div class="gutentor-module-carousel-row" data-dots="false" data-dotstablet="false" data-dotsmobile="false" data-arrows="true" data-arrowstablet="true" data-arrowsmobile="true" data-infinite="true" data-autoplay="true" data-draggable="true" data-pauseonfocus="true" data-pauseonhover="true" data-autoplayspeed="4500" data-cmondesktop="false" data-cmontablet="false" data-cmonmobile="false" data-nextarrow="fas fa-angle-right" data-prevarrow="fas fa-angle-left" data-arrowspositiondesktop="gutentor-slick-a-default-desktop" data-arrowspositiontablet="gutentor-slick-a-default-tablet" data-arrowspositionmobile="gutentor-slick-a-default-mobile" data-speed="300" data-slideitemdesktop="2" data-slideitemtablet="3" data-slideitemmobile="2" data-slidescroll-desktop="2" data-slidescroll-tablet="3" data-slidescroll-mobile="2">
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<div id="section-ge721f7" class="wp-block-gutentor-e6 section-ge721f7 gutentor-element gutentor-element-image text-align-center-desktop"><div class="gutentor-element-image-box"><a class="gutentor-element-image-link" href="https://culturadefato.com.br/verdade-e-falsidade/"><div class="gutentor-image-thumb"><img decoding="async" class="normal-image" src="https://culturadefato.com.br/wp-content/uploads/2024/03/TheEarlyScholar_1865_EastmanJohnson.jpg" alt="Obra: &quot;The Early Scholar&quot; (1865), por Eastman Johnson (1824 - 1906)." /></div></a></div></div>



<p class="has-text-align-center"><a href="https://culturadefato.com.br/postagens-selecionadas-do-telegram-marco-de-2023/"></a><br><em><a href="https://culturadefato.com.br/verdade-e-falsidade/">Verdade e falsidade</a></em></p>
</div></div>



<div id="col-g-146yjem" class="wp-block-gutentor-m0-col col-g-146yjem gutentor-carousel-item"><div id="section-g-146yjem" class="section-g-146yjem gutentor-col-wrap has-color-bg has-custom-bg">
<div id="section-g-s2xjixq" class="wp-block-gutentor-e6 section-g-s2xjixq gutentor-element gutentor-element-image text-align-center-desktop"><div class="gutentor-element-image-box"><a class="gutentor-element-image-link" href="https://culturadefato.com.br/literatos-de-monociclo/"><div class="gutentor-image-thumb"><img decoding="async" class="normal-image" src="https://culturadefato.com.br/wp-content/uploads/2024/01/Stanczyk_1862_JanMatejko.jpg" alt="Obra: “Stańczyk” (1862), de Jan Matejko (1838 – 1893)." /></div></a></div></div>



<p class="has-text-align-center"><a href="https://culturadefato.com.br/postagens-selecionadas-do-telegram-marco-de-2023/"></a><br><a href="https://culturadefato.com.br/reino-dividido/">Literatos de m</a><a href="https://culturadefato.com.br/literatos-de-monociclo/">onociclo</a></p>
</div></div>



<div id="col-gm351943" class="wp-block-gutentor-m0-col col-gm351943 gutentor-carousel-item"><div id="section-gm351943" class="section-gm351943 gutentor-col-wrap has-color-bg has-custom-bg">
<div id="section-gb80a6e" class="wp-block-gutentor-e6 section-gb80a6e gutentor-element gutentor-element-image text-align-center-desktop"><div class="gutentor-element-image-box"><a class="gutentor-element-image-link" href="https://culturadefato.com.br/reino-dividido/"><div class="gutentor-image-thumb"><img decoding="async" class="normal-image" src="https://culturadefato.com.br/wp-content/uploads/2024/01/JuramentoDoJogoPela_Jacques-LouisDavid.jpg" alt="Obra “O Juramento do Jogo da Péla” (1791), de Jacques-Louis David (1748 – 1825)." /></div></a></div></div>



<p class="has-text-align-center"><a href="https://culturadefato.com.br/postagens-selecionadas-do-telegram-marco-de-2023/"></a><br><a href="https://culturadefato.com.br/reino-dividido/">Reino dividido</a></p>
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<div id="col-gmc0cdaa" class="wp-block-gutentor-m0-col col-gmc0cdaa gutentor-carousel-item"><div id="section-gmc0cdaa" class="section-gmc0cdaa gutentor-col-wrap has-color-bg has-custom-bg">
<div id="section-gd52836" class="wp-block-gutentor-e6 section-gd52836 gutentor-element gutentor-element-image text-align-center-desktop"><div class="gutentor-element-image-box"><a class="gutentor-element-image-link" href="https://culturadefato.com.br/dia-das-bruxas-ou-dia-do-rei/"><div class="gutentor-image-thumb"><img decoding="async" class="normal-image" src="https://culturadefato.com.br/wp-content/uploads/2023/10/EternalFlame_DianaJanson.jpg" alt="Obra: &quot;Eternal flame&quot; (2016), por Diana Janson." /></div></a></div></div>



<p class="has-text-align-center"><a href="https://culturadefato.com.br/postagens-selecionadas-do-telegram-marco-de-2023/"></a><br><a href="https://culturadefato.com.br/dia-das-bruxas-ou-dia-do-rei/">Dia das bruxas ou dia do Rei?</a></p>
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<p class="has-text-align-center"><a href="https://culturadefato.com.br/postagens-selecionadas-do-telegram-marco-de-2023/"></a><br><a href="https://culturadefato.com.br/a-morte-do-gramofone/">A morte do gramofone</a></p>
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<div id="col-gm7ffa4e" class="wp-block-gutentor-m0-col col-gm7ffa4e gutentor-carousel-item"><div id="section-gm7ffa4e" class="section-gm7ffa4e gutentor-col-wrap has-color-bg has-custom-bg">
<div id="section-gb63807" class="wp-block-gutentor-e6 section-gb63807 gutentor-element gutentor-element-image text-align-center-desktop"><div class="gutentor-element-image-box"><a class="gutentor-element-image-link" href="https://culturadefato.com.br/messianismo-freudiano/"><div class="gutentor-image-thumb"><img decoding="async" class="normal-image" src="https://culturadefato.com.br/wp-content/uploads/2023/09/TheIsraelitesDancingAroungTheGoldenCalf.jpg" alt="Obra: &quot;The Israelites Dancing Aroung the Golden Calf&quot; (1899), por Henri Paul Motte (1846-1922)." /></div></a></div></div>



<p class="has-text-align-center"><a href="https://culturadefato.com.br/postagens-selecionadas-do-telegram-marco-de-2023/"></a><br><a href="https://culturadefato.com.br/messianismo-freudiano/">Messianismo freudiano</a></p>
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<div id="col-gmd98979" class="wp-block-gutentor-m0-col col-gmd98979 gutentor-carousel-item"><div id="section-gmd98979" class="section-gmd98979 gutentor-col-wrap has-color-bg has-custom-bg">
<div id="section-g3da01f" class="wp-block-gutentor-e6 section-g3da01f gutentor-element gutentor-element-image text-align-center-desktop"><div class="gutentor-element-image-box"><a class="gutentor-element-image-link" href="https://culturadefato.com.br/a-corrupcao-dos-olhares/"><div class="gutentor-image-thumb"><img decoding="async" class="normal-image" src="https://culturadefato.com.br/wp-content/uploads/2023/08/GustaveCaillebotte_YoungManAtHisWindow.jpg" alt="Obra: &quot;Young Man at His Window&quot; (1876), por Gustave Caillebotte (1848 - 1894)" /></div></a></div></div>



<p class="has-text-align-center"><a href="https://culturadefato.com.br/postagens-selecionadas-do-telegram-marco-de-2023/"></a><br><a href="https://culturadefato.com.br/a-corrupcao-dos-olhares/">A corrupção dos olhares</a></p>
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<div id="col-gm1562ea" class="wp-block-gutentor-m0-col col-gm1562ea gutentor-carousel-item"><div id="section-gm1562ea" class="section-gm1562ea gutentor-col-wrap has-color-bg has-custom-bg">
<div id="section-g893f42" class="wp-block-gutentor-e6 section-g893f42 gutentor-element gutentor-element-image text-align-center-desktop"><div class="gutentor-element-image-box"><a class="gutentor-element-image-link" href="https://culturadefato.com.br/sobre-a-vocacao/"><div class="gutentor-image-thumb"><img decoding="async" class="normal-image" src="https://culturadefato.com.br/wp-content/uploads/2023/07/ThePassionOfCreation_LeonidPasternak.jpg" alt="Obra: &quot;The Passion of Creation&quot;, Leonid Pasternak (1862 – 1945)" /></div></a></div></div>



<p class="has-text-align-center"><br><a href="https://culturadefato.com.br/sobre-a-vocacao/">Sobre a vocação</a></p>
</div></div>



<div id="col-gm6cbaad" class="wp-block-gutentor-m0-col col-gm6cbaad gutentor-carousel-item"><div id="section-gm6cbaad" class="section-gm6cbaad gutentor-col-wrap has-color-bg has-custom-bg">
<div id="section-g13e3b5" class="wp-block-gutentor-e6 section-g13e3b5 gutentor-element gutentor-element-image text-align-center-desktop"><div class="gutentor-element-image-box"><a class="gutentor-element-image-link" href="https://culturadefato.com.br/fogo-fatuo/"><div class="gutentor-image-thumb"><img decoding="async" class="normal-image" src="https://culturadefato.com.br/wp-content/uploads/2023/06/MoisesSarcaArdenteDomenicoFetti.jpg" alt="Obra &quot;Moisés diante da sarça ardente&quot; (c. 1613 - 1614), por Domenico Fetti (1589 - ?)." /></div></a></div></div>



<p class="has-text-align-center"><a href="https://culturadefato.com.br/postagens-selecionadas-do-telegram-marco-de-2023/"></a><br><a href="https://culturadefato.com.br/fogo-fatuo/">Fogo-fátuo</a></p>
</div></div>



<div id="col-gmf1e8f6" class="wp-block-gutentor-m0-col col-gmf1e8f6 gutentor-carousel-item"><div id="section-gmf1e8f6" class="section-gmf1e8f6 gutentor-col-wrap has-color-bg has-custom-bg">
<div id="section-g05047e" class="wp-block-gutentor-e6 section-g05047e gutentor-element gutentor-element-image text-align-center-desktop"><div class="gutentor-element-image-box"><a class="gutentor-element-image-link" href="https://culturadefato.com.br/os-ovnis-outra-vez-e-a-letargia-coletiva/"><div class="gutentor-image-thumb"><img decoding="async" class="normal-image" src="https://culturadefato.com.br/wp-content/uploads/2021/04/SaoWolfgang_e_o_Diabo_MichaelPacher.jpg" alt="Recorte da obra: &quot;São Wolfgang e o Diabo&quot;, criada pelo pintor e escultor austríaco Michael Pacher (1435 - 1498)." /></div></a></div></div>



<p class="has-text-align-center"><a href="https://culturadefato.com.br/postagens-selecionadas-do-telegram-marco-de-2023/"></a><br><a href="https://culturadefato.com.br/os-ovnis-outra-vez-e-a-letargia-coletiva/">Os OVNIs (outra vez) e a letargia coletiva</a></p>
</div></div>



<div id="col-gm9316ba" class="wp-block-gutentor-m0-col col-gm9316ba gutentor-carousel-item"><div id="section-gm9316ba" class="section-gm9316ba gutentor-col-wrap has-color-bg has-custom-bg">
<div id="section-g9974f8" class="wp-block-gutentor-e6 section-g9974f8 gutentor-element gutentor-element-image text-align-center-desktop"><div class="gutentor-element-image-box"><a class="gutentor-element-image-link" href="https://culturadefato.com.br/palavras-do-avesso/"><div class="gutentor-image-thumb"><img decoding="async" class="normal-image" src="https://culturadefato.com.br/wp-content/uploads/2023/05/SaoJeronimoEscrevendo_1607_Caravaggio.jpg" alt="Obra &quot;São Jerônimo escrevendo&quot; (c. 1607), de Caravaggio (1571 – 1610)." /></div></a></div></div>



<p class="has-text-align-center"><br><a href="https://culturadefato.com.br/palavras-do-avesso/">Palavras do avesso</a></p>
</div></div>



<div id="col-gmf5235c" class="wp-block-gutentor-m0-col col-gmf5235c gutentor-carousel-item"><div id="section-gmf5235c" class="section-gmf5235c gutentor-col-wrap">
<div id="section-g7dc3ac" class="wp-block-gutentor-e6 section-g7dc3ac gutentor-element gutentor-element-image gutentor-enabled-width text-align-center-desktop"><div class="gutentor-element-image-box"><a class="gutentor-element-image-link" href="https://culturadefato.com.br/educacao-e-anti-educacao/"><div class="gutentor-image-thumb"><img decoding="async" class="normal-image" src="https://culturadefato.com.br/wp-content/uploads/2023/04/TheSevereTeacher_JanSteen.jpg" alt="Obra: &quot;The severe teacher&quot; (1668), por Jan Steen (1626 – 1679)." /></div></a></div></div>



<p class="has-text-align-center"><br><a href="https://culturadefato.com.br/educacao-e-anti-educacao/">Educação e anti-educação</a></p>
</div></div>



<div id="col-gme52d41" class="wp-block-gutentor-m0-col col-gme52d41 gutentor-carousel-item"><div id="section-gme52d41" class="section-gme52d41 gutentor-col-wrap">
<div id="section-g5385f2" class="wp-block-gutentor-e6 section-g5385f2 gutentor-element gutentor-element-image gutentor-enabled-width text-align-center-desktop"><div class="gutentor-element-image-box"><a class="gutentor-element-image-link" href="https://culturadefato.com.br/a-falacia-da-construcao-social/"><div class="gutentor-image-thumb"><img decoding="async" class="normal-image" src="https://culturadefato.com.br/wp-content/uploads/2023/03/AReproducaoInterdita_1937_ReneMagritte.jpg" alt="Obra: &quot;A Reproducao Interdita&quot; (1937), por René Magritte (1898 - 1967)." /></div></a></div></div>



<p class="has-text-align-center"><br><a href="https://culturadefato.com.br/a-falacia-da-construcao-social/">A falácia da construção social</a></p>
</div></div>



<div id="col-gm47ee36" class="wp-block-gutentor-m0-col col-gm47ee36 gutentor-carousel-item"><div id="section-gm47ee36" class="section-gm47ee36 gutentor-col-wrap">
<div id="section-gf31ead" class="wp-block-gutentor-e6 section-gf31ead gutentor-element gutentor-element-image gutentor-enabled-width text-align-center-desktop"><div class="gutentor-element-image-box"><a class="gutentor-element-image-link" href="https://culturadefato.com.br/a-experiencia-do-profeta/"><div class="gutentor-image-thumb"><img decoding="async" class="normal-image" src="https://culturadefato.com.br/wp-content/uploads/2023/02/ProfetaIsaias_AntonioBalestra.jpg" alt="Obra: &quot;Profeta Isaías&quot; (1707), de Antonio Balestra (1666 - 1740)" /></div></a></div></div>



<p class="has-text-align-center"><br><a href="https://culturadefato.com.br/a-experiencia-do-profeta/">A experiência do profeta</a></p>
</div></div>



<div id="col-gm16be08" class="wp-block-gutentor-m0-col col-gm16be08 gutentor-carousel-item"><div id="section-gm16be08" class="section-gm16be08 gutentor-col-wrap">
<div id="section-g8a8420" class="wp-block-gutentor-e6 section-g8a8420 gutentor-element gutentor-element-image"><div class="gutentor-element-image-box"><a class="gutentor-element-image-link" href="https://culturadefato.com.br/entre-santos-e-reis/"><div class="gutentor-image-thumb"><img decoding="async" class="normal-image" src="https://culturadefato.com.br/wp-content/uploads/2023/02/SaintLouis_1844_EmileSignol.jpg" alt="Obra: &quot;Louis IX, dit Saint Louis, Roi de France (1215-1270)&quot; (1844), por Émile Signol (1804 – 1892)." /></div></a></div></div>



<p class="has-text-align-center"><br><a href="https://culturadefato.com.br/entre-santos-e-reis/">Entre santos e reis</a></p>
</div></div>



<div id="col-gma7a39b" class="wp-block-gutentor-m0-col col-gma7a39b gutentor-carousel-item"><div id="section-gma7a39b" class="section-gma7a39b gutentor-col-wrap">
<div id="section-g1e169f" class="wp-block-gutentor-e6 section-g1e169f gutentor-element gutentor-element-image"><div class="gutentor-element-image-box"><a class="gutentor-element-image-link" href="https://culturadefato.com.br/monocromatismo-mental/"><div class="gutentor-image-thumb"><img decoding="async" class="normal-image" src="https://culturadefato.com.br/wp-content/uploads/2023/02/SemTituloJackMallon.jpg" alt="Obra sem título, de Jack Mallon" /></div></a></div></div>



<p class="has-text-align-center"><br><a href="https://culturadefato.com.br/monocromatismo-mental/">Monocromatismo mental</a></p>
</div></div>



<div id="col-gm61f1f2" class="wp-block-gutentor-m0-col col-gm61f1f2 gutentor-carousel-item"><div id="section-gm61f1f2" class="section-gm61f1f2 gutentor-col-wrap">
<div id="section-ge706dc" class="wp-block-gutentor-e6 section-ge706dc gutentor-element gutentor-element-image"><div class="gutentor-element-image-box"><a class="gutentor-element-image-link" href="https://culturadefato.com.br/saber-e-querer-saber/"><div class="gutentor-image-thumb"><img decoding="async" class="normal-image" src="https://culturadefato.com.br/wp-content/uploads/2023/01/SaoPaulo_EscrevendoEpistolas.jpg" alt="São Paulo escrevendo suas epístolas, atribuído a Valentin de Boulogne (1591 – 1632)." /></div></a></div></div>



<p class="has-text-align-center"><br><a href="https://culturadefato.com.br/saber-e-querer-saber/">Saber é querer saber</a></p>
</div></div>



<div id="col-gm3a8ae5" class="wp-block-gutentor-m0-col col-gm3a8ae5 gutentor-carousel-item"><div id="section-gm3a8ae5" class="section-gm3a8ae5 gutentor-col-wrap">
<div id="section-g87a81e" class="wp-block-gutentor-e6 section-g87a81e gutentor-element gutentor-element-image"><div class="gutentor-element-image-box"><a class="gutentor-element-image-link" href="https://culturadefato.com.br/primatas-no-diva/"><div class="gutentor-image-thumb"><img decoding="async" class="normal-image" src="https://culturadefato.com.br/wp-content/uploads/2023/01/OurPsychoanalystsDrFreudIntroducesPatientToHerUnconscious.jpg" alt="Obra: &quot;Dr. Freud Introduz Uma Paciente em seu Inconsciente&quot; (1929), por William Henry Dyson (1880 - 1938)." /></div></a></div></div>



<p class="has-text-align-center"><br><a href="https://culturadefato.com.br/primatas-no-diva/">Primatas no divã</a></p>
</div></div>



<div id="col-gm1a46df" class="wp-block-gutentor-m0-col col-gm1a46df gutentor-carousel-item"><div id="section-gm1a46df" class="section-gm1a46df gutentor-col-wrap">
<div id="section-g0d8608" class="wp-block-gutentor-e6 section-g0d8608 gutentor-element gutentor-element-image"><div class="gutentor-element-image-box"><a class="gutentor-element-image-link" href="https://culturadefato.com.br/entre-as-nuvens-e-a-lama/"><div class="gutentor-image-thumb"><img decoding="async" class="normal-image" src="https://culturadefato.com.br/wp-content/uploads/2022/11/PocaDeLamaNoDeserto_EricaGreen.jpg" alt="Obra &quot;Poça de lama no deserto&quot;, por Erica Green." /></div></a></div></div>



<p class="has-text-align-center"><br><a href="https://culturadefato.com.br/entre-as-nuvens-e-a-lama/">Entre as nuvens e a lama</a></p>
</div></div>



<div id="col-gm84d8cb" class="wp-block-gutentor-m0-col col-gm84d8cb gutentor-carousel-item"><div id="section-gm84d8cb" class="section-gm84d8cb gutentor-col-wrap">
<div id="section-g2e0fd2" class="wp-block-gutentor-e6 section-g2e0fd2 gutentor-element gutentor-element-image"><div class="gutentor-element-image-box"><a class="gutentor-element-image-link" href="https://culturadefato.com.br/o-cristianismo-como-ideia/"><div class="gutentor-image-thumb"><img decoding="async" class="normal-image" src="https://culturadefato.com.br/wp-content/uploads/2022/11/CreationOfAdam_BradleyJParrish.jpg" alt="Obra &quot;Creation of Adam&quot;, por Bradley J. Parrish" /></div></a></div></div>



<p class="has-text-align-center"><br><a href="https://culturadefato.com.br/o-cristianismo-como-ideia/">O cristianismo como ideia</a></p>
</div></div>



<div id="col-gmaeb26b" class="wp-block-gutentor-m0-col col-gmaeb26b gutentor-carousel-item"><div id="section-gmaeb26b" class="section-gmaeb26b gutentor-col-wrap">
<div id="section-g9c72ff" class="wp-block-gutentor-e6 section-g9c72ff gutentor-element gutentor-element-image"><div class="gutentor-element-image-box"><a class="gutentor-element-image-link" href="https://culturadefato.com.br/ciencia-e-ideologia/"><div class="gutentor-image-thumb"><img decoding="async" class="normal-image" src="https://culturadefato.com.br/wp-content/uploads/2022/08/AnAlchemistsLaboratory_JohannesStradanusJanVanDerStraet.jpg" alt="Obra: &quot;An Alchemist's Laboratory&quot; (1570), por Johannes Stradanus (1523 -1605)" /></div></a></div></div>



<p class="has-text-align-center"><br><a href="https://culturadefato.com.br/ciencia-e-ideologia/">Ciência e ideologia</a></p>
</div></div>



<div id="col-gmc00bfa" class="wp-block-gutentor-m0-col col-gmc00bfa gutentor-carousel-item"><div id="section-gmc00bfa" class="section-gmc00bfa gutentor-col-wrap">
<div id="section-g533e9d" class="wp-block-gutentor-e6 section-g533e9d gutentor-element gutentor-element-image"><div class="gutentor-element-image-box"><a class="gutentor-element-image-link" href="https://culturadefato.com.br/fragmentacao-historica/"><div class="gutentor-image-thumb"><img decoding="async" class="normal-image" src="https://culturadefato.com.br/wp-content/uploads/2022/08/GenerationGap_TroyRohn.jpg" alt="Obra: &quot;Generation Gap&quot;, por Troy Rohn" /></div></a></div></div>



<p class="has-text-align-center"><br><a href="https://culturadefato.com.br/fragmentacao-historica/">Fragmentação histórica</a></p>
</div></div>



<div id="col-gmc82832" class="wp-block-gutentor-m0-col col-gmc82832 gutentor-carousel-item"><div id="section-gmc82832" class="section-gmc82832 gutentor-col-wrap">
<div id="section-g4d7212" class="wp-block-gutentor-e6 section-g4d7212 gutentor-element gutentor-element-image"><div class="gutentor-element-image-box"><a class="gutentor-element-image-link" href="https://culturadefato.com.br/o-cristao-e-sua-expressao/"><div class="gutentor-image-thumb"><img decoding="async" class="normal-image" src="https://culturadefato.com.br/wp-content/uploads/2022/08/PrayingDorinaCostras.jpg" alt="Obra &quot;Praying&quot; (2017), por Dorina Costras" /></div></a></div></div>



<p class="has-text-align-center"><br><a href="https://culturadefato.com.br/o-cristao-e-sua-expressao/">O cristão e sua expressão</a></p>
</div></div>



<div id="col-gm3dc892" class="wp-block-gutentor-m0-col col-gm3dc892 gutentor-carousel-item"><div id="section-gm3dc892" class="section-gm3dc892 gutentor-col-wrap">
<div id="section-ge8f4b7" class="wp-block-gutentor-e6 section-ge8f4b7 gutentor-element gutentor-element-image"><div class="gutentor-element-image-box"><a class="gutentor-element-image-link" href="https://culturadefato.com.br/sobre-filosofia-leis-morais-e-ciencia-moderna/"><div class="gutentor-image-thumb"><img decoding="async" class="normal-image" src="https://culturadefato.com.br/wp-content/uploads/2022/08/AlexaMeade.jpg" alt="Obra de Alexa Meade. Obs.: Não é uma pintura a óleo, é um modelo coberto de tinta acrílica." /></div></a></div></div>



<p class="has-text-align-center"><br><a href="https://culturadefato.com.br/sobre-filosofia-leis-morais-e-ciencia-moderna/">Sobre filosofia, leis morais e ciência moderna</a></p>
</div></div>



<div id="col-gmda292d" class="wp-block-gutentor-m0-col col-gmda292d gutentor-carousel-item"><div id="section-gmda292d" class="section-gmda292d gutentor-col-wrap">
<div id="section-g9b50c7" class="wp-block-gutentor-e6 section-g9b50c7 gutentor-element gutentor-element-image"><div class="gutentor-element-image-box"><a class="gutentor-element-image-link" href="https://culturadefato.com.br/em-busca-do-eterno/"><div class="gutentor-image-thumb"><img decoding="async" class="normal-image" src="https://culturadefato.com.br/wp-content/uploads/2022/05/TouchOfHorizon_LeonildAlfremov.jpg" alt="Obra: &quot;Touch of horizon&quot;, de Leonid Afremov (1955 - 2019)." /></div></a></div></div>



<p class="has-text-align-center"><br><a href="https://culturadefato.com.br/em-busca-do-eterno/">Em busca do eterno</a></p>
</div></div>



<div id="col-gm45c343" class="wp-block-gutentor-m0-col col-gm45c343 gutentor-carousel-item"><div id="section-gm45c343" class="section-gm45c343 gutentor-col-wrap">
<div id="section-gff9079" class="wp-block-gutentor-e6 section-gff9079 gutentor-element gutentor-element-image"><div class="gutentor-element-image-box"><a class="gutentor-element-image-link" href="https://culturadefato.com.br/vigiar-e-punir-estuprar-e-omitir/"><div class="gutentor-image-thumb"><img decoding="async" class="normal-image" src="https://culturadefato.com.br/wp-content/uploads/2021/04/MichelFoucault.jpg" alt="Michel Foucault" /></div></a></div></div>



<p class="has-text-align-center"><br><a href="https://culturadefato.com.br/vigiar-e-punir-estuprar-e-omitir/">Vigiar e punir, estuprar e omitir</a></p>
</div></div>



<div id="col-gm55bf20" class="wp-block-gutentor-m0-col col-gm55bf20 gutentor-carousel-item"><div id="section-gm55bf20" class="section-gm55bf20 gutentor-col-wrap">
<div id="section-g2a1054" class="wp-block-gutentor-e6 section-g2a1054 gutentor-element gutentor-element-image"><div class="gutentor-element-image-box"><a class="gutentor-element-image-link" href="https://culturadefato.com.br/sub-specie-aeternitatis/"><div class="gutentor-image-thumb"><img decoding="async" class="normal-image" src="https://culturadefato.com.br/wp-content/uploads/2021/01/TheDivineComedy.jpg" alt="obra: “Discutindo a Divina Comédia com Dante”, criada em 2006 pelos taiwaneses Dai Dudu, Li Tieze e Zhang An" /></div></a></div></div>



<p class="has-text-align-center"><br><a href="https://culturadefato.com.br/sub-specie-aeternitatis/">Sub Specie Aeternitatis</a></p>
</div></div>
</div></div></section>



<br>
<p>O post <a href="https://culturadefato.com.br/e-subirei-ao-altar-de-deus/">E subirei ao altar de Deus</a> apareceu primeiro em <a href="https://culturadefato.com.br">Cultura de Fato</a>.</p>
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		<title>Cristianismo: mãe da liberdade política</title>
		<link>https://culturadefato.com.br/cristianismo-mae-da-liberdade-politica/</link>
					<comments>https://culturadefato.com.br/cristianismo-mae-da-liberdade-politica/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[P. Andrew Sandlin]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 17 Feb 2025 23:47:39 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Filosofia e História]]></category>
		<category><![CDATA[Aborto]]></category>
		<category><![CDATA[Concílio de Calcedônia]]></category>
		<category><![CDATA[Cristianismo]]></category>
		<category><![CDATA[Cristologia]]></category>
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		<category><![CDATA[Jean Jacque Rousseau]]></category>
		<category><![CDATA[Jesus Cristo]]></category>
		<category><![CDATA[Liberdade]]></category>
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		<category><![CDATA[Racismo]]></category>
		<category><![CDATA[Revolução Gloriosa]]></category>
		<category><![CDATA[Revolução Puritana]]></category>
		<category><![CDATA[Socialismo]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://culturadefato.com.br/?p=24134</guid>

					<description><![CDATA[<p>“O cristianismo herdou da fé veterotestamentária a crença inabalável no Deus soberano e transcendente, que está acima de todos e julga toda a humanidade, incluindo seus sistemas de governo civil. A ordem política nunca é suprema.”</p>
<p>O post <a href="https://culturadefato.com.br/cristianismo-mae-da-liberdade-politica/">Cristianismo: mãe da liberdade política</a> apareceu primeiro em <a href="https://culturadefato.com.br">Cultura de Fato</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="has-text-align-center">“<em>A liberdade não tem subsistido fora do cristianismo.</em>”<br><span data-tooltip-position="top" data-tooltip="John Emerich Edward Dalberg-Acton (1834 - 1902), 1º barão Acton, foi um historiador britânico.">Lord Acton</span> (1834 &#8211; 1902)</p>



<hr class="wp-block-separator has-alpha-channel-opacity is-style-wide"/>



<br>



<p class="has-drop-cap">A força política mais libertadora na história da humanidade tem sido o cristianismo (<a href="https://www.bibliaonline.com.br/acf/jo/8/36" target="_blank" rel="noreferrer noopener nofollow">Jo 8.36</a>). O cristianismo ramificou-se do tronco da religião hebraica piedosa do Antigo Testamento, e a antiga nação hebraica (antes da era dos reis [<a href="https://www.bibliaonline.com.br/acf/1sm/8" target="_blank" rel="noreferrer noopener nofollow">1Sm 8</a>]) foi sem dúvida a sociedade mais libertária na história da humanidade. O cristianismo herdou da fé veterotestamentária a crença inabalável no Deus soberano e transcendente, que está acima de todos e julga toda a humanidade, incluindo seus sistemas de governo civil. A ordem política nunca é suprema.</p>



<br>



<h2 class="wp-block-heading">1. O Mundo Antigo</h2>



<br>



<p>O cristianismo destruiu a unidade do antigo mundo pagão. A fonte dessa unidade era o Estado, geralmente identificado com a própria sociedade, no topo do qual estava um grande líder político, um rei ou imperador, que pensava ser um deus ou semelhante a deus. A unidade do antigo mundo pagão consistia na divinização da ordem temporal na forma do Estado.</p>



<p>Mas o cristianismo reconhecia “outro rei” (<a href="https://www.bibliaonline.com.br/acf/atos/17" target="_blank" rel="noreferrer noopener nofollow">At 17.7</a>). Embora não por meios anarquistas, os primeiros cristãos reconheciam que nenhuma autoridade terrena, especialmente autoridade política, poderia ser suprema, pois somente a autoridade de Deus é suprema.</p>



<p>Ao esclarecer a cristologia (a doutrina de Jesus Cristo) ortodoxa, o <span data-tooltip-position="top" data-tooltip="O Concílio de Calcedónia ou Calcedônia foi um concílio ecuménico que se realizou de 8 de outubro a 1 de novembro de 451 em Calcedónia, uma cidade da Bitínia, na Ásia Menor, frente a Constantinopla.">Concílio de Calcedônia</span> (451 a.C.) <span data-tooltip-position="top" data-tooltip="O Concílio de Calcedônia emitiu a definição de Calcedônia, que repudiava a noção de uma única natureza em Cristo, e declarou que ele tem duas naturezas em uma pessoa e hipóstase.">lançou</span> o fundamento da liberdade ocidental. Apenas Jesus Cristo é divino e humano, plenamente Deus e plenamente Homem, a única ligação entre céu e terra. Ele é o único Mediador divino-humano. Essa decisão repudiava dramaticamente toda divinização da ordem temporal. Nenhum Estado, nenhuma igreja, nenhuma família, poderia ser Deus ou semelhante a Deus.</p>



<p>Esse reconhecimento colocou o cristianismo patrístico em rota de colisão com a política clássica. Os primeiros cristãos foram perseguidos de maneira selvagem, não porque adoravam a Jesus Cristo, mas porque recusavam adorar ao imperador romano. As sociedades politeístas encorajam a adoração de divindades. Elas resistem à exclusão de todas as divindades, particularmente o Estado, excetuando-se a Divindade verdadeira, o Deus da Bíblia.</p>



<br>



<h2 class="wp-block-heading">2. O Mundo Medieval
</h2>



<br>



<p>No mundo medieval, a Igreja Latina tornou-se uma força de compensação na sociedade, verificando e limitando a autoridade do Estado. De fato, na maior parte do tempo, o tamanho e a força da igreja excederam em muito a de qualquer Estado em particular. Lord Acton estava correto ao sugerir que a prática da liberdade política no Ocidente surgiu, em grande parte, a partir deste conflito medieval Igreja-Estado. Em adição, o mundo medieval, a despeito dos seus muitos defeitos, apoiou uma grande medida de liberdade política ao promover várias instituições humanas além da igreja que alegavam fidelidade ao homem: a família, a confraria, o senhor feudal, e assim por diante. Isso significou que o Estado tinha de compartilhar sua autoridade com outras instituições igualmente legítimas. Nenhuma instituição humana pode exercer autoridade suprema.</p>



<br>



<h2 class="wp-block-heading">3. O Mundo Moderno</h2>



<br>



<p>As limitações constitucionais do poder político, das quais surgiu a prática de democracias constitucionais dos séculos 18 e 19, começaram na Inglaterra cristã com a Carta Magna. A Inglaterra também realizou o primeiro ataque bem sucedido contra a doutrina maligna do direito divino dos reis durante a <span data-tooltip-position="top" data-tooltip="A Revolução Puritana foi uma guerra civil que teve início na Inglaterra em 1642, quando o exército do rei Carlos I entrou em confronto com o exército do Parlamento inglês, e terminou em 1649 com a derrota do monarca, simbolizando o fim do absolutismo em território inglês.">Revolução Puritana</span> na primeira metade do século 17; e em 1688-89, durante a <span data-tooltip-position="top" data-tooltip="Revolução Gloriosa foi uma série de eventos transcorridos entre 1688 e 1689, na Inglaterra, e que levaram à deposição do rei Jaime II, o qual foi substituído por sua filha Maria II e seu marido (também sobrinho de Jaime).">Gloriosa Revolução de Guilherme e Maria</span>, ela colocou o último prego no caixão desta ameaça duradoura à liberdade política. A fundação dos Estados Unidos foi a maior experiência em liberdade política daquele tempo, e ela funcionou conscientemente com base em certas premissas distintamente cristãs.</p>



<p>Os Fundadores, por exemplo, reconheceram a doutrina bíblica do pecado original e da depravação humana, e portanto criaram um sistema de governo civil que dividiu a tomada de decisão entre vários ramos e que não outorgou muito poder a nenhum ramo do governo civil. Segundo, eles argumentaram que o papel do governo civil é assegurar os direitos de “vida, liberdade e felicidade”, com os quais Deus, como Criador, dotou todos os homens. Em terceiro lugar, reconhecendo a doutrina bíblica de que o governo civil deveria proteger as minorias (<a href="https://www.bibliaonline.com.br/acf/ex/23/9" target="_blank" rel="noreferrer noopener nofollow">Ex 23.9</a>), eles elaboraram uma constituição à qual juntaram uma Declaração de Direitos, inibindo assim o surgimento de uma tirania resultante de uma rápida mudança política segundo o capricho da opinião democrática.</p>



<p>A liberdade política como refletida na separação de poderes, bem como nas fiscalizações e contra balanços; o papel do Estado em proteger a vida, liberdade e propriedade; e a proteção constitucional dos direitos das minorias – todos estes foram legados do cristianismo ao mundo moderno.</p>



<br>



<h2 class="wp-block-heading">4. A que ponto chegará o Ocidente?</h2>



<br>



<p>Hoje o Ocidente definha sob a violência do <a href="https://culturadefato.com.br/tag/aborto/">aborto</a> e <a href="https://culturadefato.com.br/tag/eutanasia/">eutanásia</a>, a praga do homossexualismo, a pobreza do materialismo, a coerção do socialismo, o domínio da educação “pública”, o caos do ativismo judicial, e a injustiça do racismo e sexismo impostos. Essas tiranias são todas o resultado direto do abandono do cristianismo bíblico. O mundo ocidental tem aceitado crescentemente a proposta daquele primeiro político liberal moderno, <span data-tooltip-position="top" data-tooltip="Jean-Jacques Rousseau (1712 - 1778), foi um importante filósofo, teórico político, escritor e compositor genebrino.">Jean Jacque Rousseau</span>: o Estado emancipará você da responsabilidade para com todas as instituições humanas não coercivas, como a família, igreja e os negócios, se apenas você submeter-se à coerção do Estado. O homem moderno está disposto a negociar a sua responsabilidade para com a família, igreja e os negócios, trocando-a por submissão a uma ordem política crescentemente coerciva e violenta. Estamos retornando ao mundo pagão clássico, no qual o Estado coercivo é o princípio unificador de tudo na vida.</p>



<p>Os regimes políticos mais cruéis, violentos e assassinos na história da humanidade tem sido os não-cristãos ou anti-cristãos: o humanismo pagão primitivo dos antigos Egito, Babilônia, Pérsia, Grécia e Roma, e o humanismo secular sofisticado da França revolucionária, União Soviética, China Vermelha, Alemanha Nazista, Itália Fascista, e outros estados seculares modernos. O humanismo é e sempre será uma receita para o terror e tirania políticos.</p>



<p>A única esperança para o retorno da liberdade política e da sociedade livre que ela promove é um retorno ao cristianismo bíblico e ortodoxo. O cristianismo não é meramente uma matriz na qual a liberdade política floresce; ele é o único fundamento sobre o qual se pode construir uma sociedade livre.</p>



<br>



<p class="has-text-align-right">Por <a href="https://culturadefato.com.br/author/andrewsandlin/">P. Andrew Sandlin</a>.<br>Tradução de Felipe Sabino de Araújo Neto, com revisão de Jazanias Oliveira.<br>Publicado em português no <em>website</em> da <a href="https://monergismo.com/" target="_blank" rel="noreferrer noopener nofollow">Editora Monergismo</a>, em 17 de agosto de 2000.<br><br></p>



<br>



<p class="has-background has-very-light-gray-background-color"><strong>Nota da Editoria:</strong><br><br>Imagem da capa: “<em><a href="https://www.etsy.com/pt/listing/827683905/pintura-a-oleo-de-jesus-cristo-arte" target="_blank" rel="noreferrer noopener nofollow">Jesus Cristo</a></em>”, de <a href="https://www.etsy.com/pt/shop/MykolaKaftanArts?ref=shop-header-name&amp;listing_id=827683905&amp;from_page=listing" target="_blank" rel="noreferrer noopener nofollow">Mykola Kaftan</a>.</p>



<br>



<h2 class="wp-block-heading has-text-align-center">Saiba mais:</h2>



<br>



<section id="gm9507fe2" class="wp-block-gutentor-m0 alignfull section-gm9507fe2 gutentor-module gutentor-module-carousel has-color-bg has-custom-bg gutentor-slick-a-default-desktop gutentor-slick-a-default-tablet gutentor-slick-a-default-mobile"><div class="grid-container"><div class="gutentor-module-carousel-row" data-dots="false" data-dotstablet="false" data-dotsmobile="false" data-arrows="true" data-arrowstablet="true" data-arrowsmobile="true" data-infinite="true" data-autoplay="true" data-draggable="true" data-pauseonfocus="true" data-pauseonhover="true" data-autoplayspeed="4500" data-cmondesktop="false" data-cmontablet="false" data-cmonmobile="false" data-nextarrow="fas fa-angle-right" data-prevarrow="fas fa-angle-left" data-arrowspositiondesktop="gutentor-slick-a-default-desktop" data-arrowspositiontablet="gutentor-slick-a-default-tablet" data-arrowspositionmobile="gutentor-slick-a-default-mobile" data-speed="300" data-slideitemdesktop="2" data-slideitemtablet="3" data-slideitemmobile="2" data-slidescroll-desktop="2" data-slidescroll-tablet="3" data-slidescroll-mobile="2">
<div id="col-gmfa71c5" class="wp-block-gutentor-m0-col col-gmfa71c5 gutentor-carousel-item"><div id="section-gmfa71c5" class="section-gmfa71c5 gutentor-col-wrap has-color-bg has-custom-bg">
<div id="section-g313274" class="wp-block-gutentor-e6 section-g313274 gutentor-element gutentor-element-image text-align-center-desktop"><div class="gutentor-element-image-box"><a class="gutentor-element-image-link" href="https://culturadefato.com.br/decolando-na-liberdade-aterrissando-na-escravidao/"><div class="gutentor-image-thumb"><img decoding="async" class="normal-image" src="https://culturadefato.com.br/wp-content/uploads/2020/07/FlyHigh_RachanaMathradan.jpg" alt="Obra: &quot;Fly high!&quot;, por Rachana Mathradan" /></div></a></div></div>



<p class="has-text-align-center"><br><a href="https://culturadefato.com.br/decolando-na-liberdade-aterrissando-na-escravidao/"><em>Decolando na liberdade; aterrissando na escravidão</em></a>,<br>por <a href="https://culturadefato.com.br/author/ericrabello/">Eric M. Rabello</a></p>
</div></div>



<div id="col-gm057615" class="wp-block-gutentor-m0-col col-gm057615 gutentor-carousel-item"><div id="section-gm057615" class="section-gm057615 gutentor-col-wrap has-color-bg has-custom-bg">
<div id="section-g5d3b15" class="wp-block-gutentor-e6 section-g5d3b15 gutentor-element gutentor-element-image text-align-center-desktop"><div class="gutentor-element-image-box"><a class="gutentor-element-image-link" href="https://culturadefato.com.br/inquisicao-mito-e-realidade-historica/"><div class="gutentor-image-thumb"><img decoding="async" class="normal-image" src="https://culturadefato.com.br/wp-content/uploads/2020/11/Inquisicao.jpg" alt="Tribunal da Inquisição" /></div></a></div></div>



<p class="has-text-align-center"><br><em><a href="https://culturadefato.com.br/inquisicao-mito-e-realidade-historica/">Inquisição: Mito e realidade histórica</a></em>, por <a href="https://culturadefato.com.br/author/romankonik/">Roman Konik</a></p>
</div></div>



<div id="col-gm1f6884" class="wp-block-gutentor-m0-col col-gm1f6884 gutentor-carousel-item"><div id="section-gm1f6884" class="section-gm1f6884 gutentor-col-wrap has-color-bg has-custom-bg">
<div id="section-gced1ad" class="wp-block-gutentor-e6 section-gced1ad gutentor-element gutentor-element-image text-align-center-desktop"><div class="gutentor-element-image-box"><a class="gutentor-element-image-link" href="https://culturadefato.com.br/o-sacerdote-cientista/"><div class="gutentor-image-thumb"><img decoding="async" class="normal-image" src="https://culturadefato.com.br/wp-content/uploads/2024/01/AlbertEdelfelt_LouisPasteur_1885.jpg" alt="Obra: &quot;Louis Pasteur&quot; (1885), por Albert Edelfelt (1854 – 1905)." /></div></a></div></div>



<p class="has-text-align-center"><br><em><a href="https://culturadefato.com.br/o-sacerdote-cientista/">O sacerdote cientista</a></em>,<br>por <a href="https://culturadefato.com.br/author/thomas-e-woods-jr/">Thomas E. Woods Jr.</a></p>
</div></div>



<div id="col-gme8a29d" class="wp-block-gutentor-m0-col col-gme8a29d gutentor-carousel-item"><div id="section-gme8a29d" class="section-gme8a29d gutentor-col-wrap has-color-bg has-custom-bg">
<div id="section-g44fdd0" class="wp-block-gutentor-e6 section-g44fdd0 gutentor-element gutentor-element-image text-align-center-desktop"><div class="gutentor-element-image-box"><a class="gutentor-element-image-link" href="https://culturadefato.com.br/a-vida-crista-e-um-empreendimento-mercenario/"><div class="gutentor-image-thumb"><img decoding="async" class="normal-image" src="https://culturadefato.com.br/wp-content/uploads/2020/09/servir-ao-dinheiro.jpg" alt="Vela feita por moedas representando servidão ao dinheiro." /></div></a></div></div>



<p class="has-text-align-center"><br><em><a href="https://culturadefato.com.br/a-vida-crista-e-um-empreendimento-mercenario/">A vida cristã é um empreendimento mercenário?</a></em>, por <a href="https://culturadefato.com.br/author/cslewis/">C. S. Lewis</a></p>
</div></div>



<div id="col-gm76462e" class="wp-block-gutentor-m0-col col-gm76462e gutentor-carousel-item"><div id="section-gm76462e" class="section-gm76462e gutentor-col-wrap">
<div id="section-g826bb3" class="wp-block-gutentor-e6 section-g826bb3 gutentor-element gutentor-element-image gutentor-enabled-width text-align-center-desktop"><div class="gutentor-element-image-box"><a class="gutentor-element-image-link" href="https://culturadefato.com.br/o-mito-das-raizes-socialistas-do-cristianismo/"><div class="gutentor-image-thumb"><img decoding="async" class="normal-image" src="https://culturadefato.com.br/wp-content/uploads/2024/01/UltimaCeia_LeonardoDaVinci.jpg" alt="Obra: afresco &quot;A última ceia&quot; (1495 - 1498), de Leonardo da Vinci (1452 - 1519). Obrado em uma parede do antigo refeitório dos monges no Convento de Santa Maria Delle Grazie, em Milão (Itália)." /></div></a></div></div>



<p class="has-text-align-center"><br><a href="https://culturadefato.com.br/o-mito-das-raizes-socialistas-do-cristianismo/"><em>O mito das “raízes socialistas” do cristianismo</em></a>, por <a href="https://culturadefato.com.br/author/lawrencewreed/">Lawrence W. Reed</a></p>
</div></div>



<div id="col-gme3d0b6" class="wp-block-gutentor-m0-col col-gme3d0b6 gutentor-carousel-item"><div id="section-gme3d0b6" class="section-gme3d0b6 gutentor-col-wrap">
<div id="section-g6dab0f" class="wp-block-gutentor-e6 section-g6dab0f gutentor-element gutentor-element-image gutentor-enabled-width text-align-center-desktop"><div class="gutentor-element-image-box"><a class="gutentor-element-image-link" href="https://culturadefato.com.br/governo-canadense-pretende-criminalizar-o-cristianismo/"><div class="gutentor-image-thumb"><img decoding="async" class="normal-image" src="https://culturadefato.com.br/wp-content/uploads/2024/03/SermaoEAtosDoAntiCristo.jpg" alt="Afresco &quot;Luca Signorelli, “Sermão e atos do Anticristo&quot; (1499 - 1502), por Luca Signorelli (1450–1523). Local: Catedral de Orvieto, Itália." /></div></a></div></div>



<p class="has-text-align-center"><br><a href="https://culturadefato.com.br/autoconfianca-dos-patifes-e-a-origem-da-obra-ortodoxia-de-chesterton/"><em>Governo canadense pretende criminalizar o cristianismo</em></a>, por <a href="https://culturadefato.com.br/author/frankbergman/"><a href="https://culturadefato.com.br/author/frankbergman/">Frank Bergman</a>n</a></p>
</div></div>



<div id="col-gma44c98" class="wp-block-gutentor-m0-col col-gma44c98 gutentor-carousel-item"><div id="section-gma44c98" class="section-gma44c98 gutentor-col-wrap">
<div id="section-g2334b2" class="wp-block-gutentor-e6 section-g2334b2 gutentor-element gutentor-element-image"><div class="gutentor-element-image-box"><a class="gutentor-element-image-link" href="https://culturadefato.com.br/ha-evidencias-historicas-da-ressurreicao-de-jesus-cristo/"><div class="gutentor-image-thumb"><img decoding="async" class="normal-image" src="https://culturadefato.com.br/wp-content/uploads/2024/03/IncredulidadeDeSaoTome.jpg" alt="Obra: &quot;A Incredulidade de São Tomé&quot; (1601–1602), de Caravaggio (1571 - 1610)." /></div></a></div></div>



<p class="has-text-align-center"><br><a href="https://culturadefato.com.br/ha-evidencias-historicas-da-ressurreicao-de-jesus-cristo/"><em>Há evidências históricas da ressurreição de Jesus Cristo?</em></a>, por <a href="https://culturadefato.com.br/author/everaldocescon/">Everaldo Cescon</a></p>
</div></div>
</div></div></section>



<br>
<p>O post <a href="https://culturadefato.com.br/cristianismo-mae-da-liberdade-politica/">Cristianismo: mãe da liberdade política</a> apareceu primeiro em <a href="https://culturadefato.com.br">Cultura de Fato</a>.</p>
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		<title>Os monstros de Lula</title>
		<link>https://culturadefato.com.br/os-monstros-de-lula/</link>
					<comments>https://culturadefato.com.br/os-monstros-de-lula/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Pe. Luiz Carlos Lodi da Cruz]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 22 Jul 2024 23:44:40 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Filosofia e História]]></category>
		<category><![CDATA[Política e Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Aborto]]></category>
		<category><![CDATA[ADPF]]></category>
		<category><![CDATA[Alexandre de Moraes]]></category>
		<category><![CDATA[André Mendonça]]></category>
		<category><![CDATA[Assistolia Fetal]]></category>
		<category><![CDATA[Lula]]></category>
		<category><![CDATA[Pieter Bruegel]]></category>
		<category><![CDATA[PSOL]]></category>
		<category><![CDATA[Sóstenes Cavalcante]]></category>
		<category><![CDATA[STF]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>“A técnica [assistolia fetal],  consiste na injeção de cloreto de potássio (ou outra substância de efeito análogo) no coração do bebê, tem por finalidade matá-lo ainda dentro do útero (onde, ao que parece, tudo é permitido), evitando assim que ele nasça vivo e vá para o exterior do útero (onde é proibido matá-lo).”</p>
<p>O post <a href="https://culturadefato.com.br/os-monstros-de-lula/">Os monstros de Lula</a> apareceu primeiro em <a href="https://culturadefato.com.br">Cultura de Fato</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="has-text-align-center">“<em>É fácil sermos a favor do aborto depois de termos nascido.</em>”<br>(autor desconhecido)</p>



<hr class="wp-block-separator has-alpha-channel-opacity is-style-wide"/>



<br>



<p class="has-drop-cap">No dia 3 de abril de 2024, o Conselho Federal de Medicina publicou a Resolução <a href="http://chrome-extension://efaidnbmnnnibpcajpcglclefindmkaj/https://sistemas.cfm.org.br/normas/arquivos/resolucoes/BR/2024/2378_2024.pdf" target="_blank" rel="noreferrer noopener nofollow">CFM nº 2.378/2024</a>, proibindo aos médicos a indução da&nbsp;<em>assistolia fetal</em>&nbsp;quando a criança por nascer tiver mais de 22 semanas de idade gestacional<a href="#Nota01" id="Ref01"><sup><strong>1</strong></sup></a>. A técnica, que consiste na injeção de cloreto de potássio (ou outra substância de efeito análogo) no coração do bebê, tem por finalidade matá-lo ainda dentro do útero (onde, ao que parece, tudo é permitido), evitando assim que ele nasça vivo e vá para o exterior do útero (onde é proibido matá-lo).</p>



<p>Os defensores do&nbsp;<em>preconceito de lugar</em>&nbsp;são inflexíveis em afirmar que, mesmo uma criança capaz de sobreviver a um parto prematuro ou a uma cesariana, como ocorre após as 22 semanas, pode e deve ser morta enquanto ocupa o lugar intrauterino.</p>



<br>



<h2 class="wp-block-heading"><span data-tooltip-position="right" data-tooltip="Arguição de Descumprimento de Preceito Fundamental">ADPF</span>, número 1141</h2>



<br>



<p>Entre estes preconceituosos está o PSOL — Partido Socialismo e Liberdade — que, no dia 10 de abril de 2024, protocolou junto ao Supremo Tribunal Federal uma ação com o objetivo de suspender os efeitos da Resolução do CFM e favorecer a prática do aborto até a hora do parto. A ação recebeu o nome de ADPF 1141 (Arguição de Descumprimento de Preceito Fundamental, número 1141).</p>



<p>No dia 11 de abril, o processo foi distribuído para o Ministro <span data-tooltip-position="top" data-tooltip="Alexandre de Moraes é um jurista, magistrado e ex-político brasileiro, atual ministro do Supremo Tribunal Federal. É professor associado da Faculdade de Direito do Largo de São Francisco, onde se graduou.">Alexandre de Moraes</span>, que se tornou relator. No dia 17 de abril, Moraes aceitou o pedido formulado na ação e ainda deferiu o pedido liminar, declarando suspensos os efeitos da Resolução <a href="http://chrome-extension://efaidnbmnnnibpcajpcglclefindmkaj/https://sistemas.cfm.org.br/normas/arquivos/resolucoes/BR/2024/2378_2024.pdf" target="_blank" rel="noreferrer noopener nofollow">CFM nº 2.378/2024</a> até o final do julgamento.</p>



<p>No dia 24 de maio, tendo recebido notícias de que alguns bebês acima de 22 semanas não estavam sido mortos, ou que os médicos que os matavam estavam sendo processados, Alexandre resolveu complementar a medida cautelar para suspender todos os processos ou procedimentos instaurados contra médicos que praticaram a&nbsp;<em>assistolia fetal</em>&nbsp;e proibindo a instauração de novos procedimentos com base na Resolução CFM 2.378/2024.</p>



<p>No dia 31 de maio, o Ministro <span data-tooltip="André Luiz de Almeida Mendonça: advogado e pastor presbiteriano brasileiro. Advogado da União desde 2000, foi advogado-geral da União de 2019 a 2020 e ministro da Justiça e Segurança Pública de 2020 a 2021, no governo Jair Bolsonaro. Nasceu em 1972 no litoral paulista, em Santos." data-tooltip-position="top">André Mendonça</span> apresentou um voto divergente, ou seja, não referendando a medida cautelar de Alexandre de Moraes. No mesmo dia, o Ministro Marques Nunes pediu destaque do plenário virtual para o plenário físico.</p>



<p>Apesar da divergência de seu colega, Moraes continua firme em exigir que sua decisão monocrática seja efetivamente cumprida e não se cansa de enviar intimações para os hospitais supostamente desobedientes.</p>



<br>



<h2 class="wp-block-heading"><span data-tooltip-position="right" data-tooltip="Projeto de Lei">PL</span> 1904/2024</h2>



<br>



<p>Como reação à medida cautelar do STF, no mesmo dia 17 de abril, o deputado <span data-tooltip-position="top" data-tooltip="Sóstenes Silva Cavalcante (Maceió, 16 de janeiro de 1975) é um pastor evangélico, teólogo e político brasileiro, filiado ao Partido Liberal (PL). Está no terceiro mandato como deputado federal pelo estado do Rio de Janeiro.">Sóstenes Cavalcante</span> (<span data-tooltip-position="top" data-tooltip="Partido Liberal">PL/<span data-tooltip-position="top" data-tooltip="Rio de Janeiro">RJ</span></span>) protocolou o <a href="https://www.camara.leg.br/proposicoesWeb/fichadetramitacao?idProposicao=2434493&amp;fichaAmigavel=nao" target="_blank" rel="noreferrer noopener nofollow">Projeto de Lei 1904, de 2024</a>, com o objetivo de restabelecer, desta vez como lei federal, o disposto na Resolução impugnada. Em resumo, quando a gravidez ultrapassa 22 semanas, o PL 1904/2024 aplica ao aborto a pena do homicídio simples (reclusão de seis a vinte anos) e exclui a não punição do aborto quando a gravidez resulta de estupro.</p>



<p>No dia 12 de junho, foi aprovado o <a href="https://www.camara.leg.br/proposicoesWeb/fichadetramitacao?idProposicao=2437755" target="_blank" rel="noreferrer noopener nofollow">requerimento nº 1861/2024</a>, do deputado <span data-tooltip-position="top" data-tooltip="Eli Dias Borges, mais conhecido como Eli Borges é um contador e político brasileiro, filiado ao Partido Liberal. Nasceu em 1960 na cidade de Ipameri (GO).">Eli Borges</span> (<span data-tooltip-position="top" data-tooltip="Partido Liberal">PL</span>/<span data-tooltip-position="top" data-tooltip="Tocantins">TO</span>), solicitando tramitação em&nbsp;<em>regime de urgência</em>&nbsp;para o PL 1904/2024.</p>



<br>



<h2 class="wp-block-heading">Que monstro vai sair?</h2>



<p>No dia 18 de junho, em entrevista à rádio No dia 18 de junho, em entrevista à rádio <span data-tooltip-position="top" data-tooltip="Cable News Network, que em português significa Rede de Notícias a Cabo.">CNN</span> Brasil<sup><strong><a id="Ref02" href="#Nota02">2</a></strong></sup>, o presidente Lula declarou que sairia um monstro do ventre das meninas estupradas.</p>



<br>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow">
<p>“Por que uma menina é obrigada a ter um filho de um cara que estuprou ela?<br>Que monstro vai sair do ventre dessa menina?”</p>
</blockquote>



<p>Na verdade, se a menina está grávida, ela já&nbsp;<em>tem</em>&nbsp;um filho. Não é possível que ela não tenha o que já tem. O que Lula propõe é matar o filho — a quem ele chama de “monstro” — antes de ser dado à luz.</p>



<p>Sem se dar conta, Lula ofendeu a várias pessoas, nada monstruosas, concebidas em um estupro, algumas das quais são mostradas a seguir.</p>



<p>Queira Deus que a aprovação do PL 1904/2024 e, mais ainda, do Estatuto do Nascituro (<a href="https://www.camara.leg.br/proposicoesWeb/fichadetramitacao?idProposicao=345103" target="_blank" rel="noreferrer noopener nofollow">PL 478/2007</a>), exclua de uma vez a vergonhosa ideia de que a criança concebida herda a monstruosidade de seu pai, e que deve pagar com a morte pelo crime dele.</p>



<br>



<p class="has-text-align-right">Anapólis, 18 de julho de 2024.<br>O autor,&nbsp;<a href="https://culturadefato.com.br/author/pelodicruz/">Pe. Luiz Carlos Lodi da Cruz</a>, é vice-presidente da&nbsp;<a href="https://www.providaanapolis.org.br/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Associação Pró-Vida de Anápolis</a>.</p>



<br>



<p class="has-background has-very-light-gray-background-color"><strong>Nota:</strong></p>



<ol class="wp-block-list">
<li><span id="Nota01"></span><a href="https://sistemas.cfm.org.br/normas/arquivos/resolucoes/BR/2024/2378_2024.pdf" target="_blank" rel="noreferrer noopener nofollow">https://sistemas.cfm.org.br/normas/arquivos/resolucoes/BR/2024/2378_2024.pdf</a> <a href="#Ref01"><img loading="lazy" decoding="async" width="14" height="10" class="wp-image-105" style="width: 14px;" src="https://culturadefato.com.br/wp-content/uploads/2020/06/Subir.jpg" alt="Subir"></a></li>



<li><span id="Nota02"></span><a href="https://www.cnnbrasil.com.br/politica/que-monstro-vai-sair-do-ventre-dessa-menina-diz-lula-ao-falar-sobre-estupro-de-adolescentes/" target="_blank" rel="noreferrer noopener nofollow">https://www.cnnbrasil.com.br/politica/que-monstro-vai-sair-do-ventre-dessa-menina-diz-lula-ao-falar-sobre-estupro-de-adolescentes/</a> <a href="#Ref02"><img loading="lazy" decoding="async" width="14" height="10" class="wp-image-105" style="width: 14px;" src="https://culturadefato.com.br/wp-content/uploads/2020/06/Subir.jpg" alt="Subir"></a></li>
</ol>



<br>



<p class="has-background has-very-light-gray-background-color"><strong>Notas da editoria:</strong><br><br>Imagem da capa: “<span data-tooltip-position="top" data-tooltip="Pintura a óleo sobre madeira que representa a narração do Evangelho Segundo São Mateus, onde é ordenada a execução pelo Rei Herodes de todos os meninos de Belém"><em>O massacre dos inocentes</em></span>” (1568), por <span data-tooltip-position="top" data-tooltip="Pieter Bruegel the Elder (Brueghel), o Velho: pintor e gravurista holandês, nasceu entre 1525 e 1530 e faleceu em 1569.">Pieter Bruegel</span> (1525/1530 – 1569).</p>



<br>



<h2 class="wp-block-heading has-text-align-center">Outros artigos sobre aborto:</h2>



<br>



<section id="gm55ca6c9" class="wp-block-gutentor-m0 alignfull section-gm55ca6c9 gutentor-module gutentor-module-carousel has-color-bg has-custom-bg gutentor-slick-a-default-desktop gutentor-slick-a-default-tablet gutentor-slick-a-default-mobile"><div class="grid-container"><div class="gutentor-module-carousel-row" data-dots="false" data-dotstablet="false" data-dotsmobile="false" data-arrows="true" data-arrowstablet="true" data-arrowsmobile="true" data-infinite="true" data-autoplay="true" data-draggable="true" data-pauseonfocus="true" data-pauseonhover="true" data-autoplayspeed="4500" data-cmondesktop="false" data-cmontablet="false" data-cmonmobile="false" data-nextarrow="fas fa-angle-right" data-prevarrow="fas fa-angle-left" data-arrowspositiondesktop="gutentor-slick-a-default-desktop" data-arrowspositiontablet="gutentor-slick-a-default-tablet" data-arrowspositionmobile="gutentor-slick-a-default-mobile" data-speed="300" data-slideitemdesktop="2" data-slideitemtablet="3" data-slideitemmobile="2" data-slidescroll-desktop="2" data-slidescroll-tablet="3" data-slidescroll-mobile="2">
<div id="col-gm6c5c93" class="wp-block-gutentor-m0-col col-gm6c5c93 gutentor-carousel-item"><div id="section-gm6c5c93" class="section-gm6c5c93 gutentor-col-wrap has-color-bg has-custom-bg">
<div id="section-gdb46f2" class="wp-block-gutentor-e6 section-gdb46f2 gutentor-element gutentor-element-image text-align-center-desktop"><div class="gutentor-element-image-box"><a class="gutentor-element-image-link" href="https://culturadefato.com.br/nossa-vida-antes-de-nascermos/"><div class="gutentor-image-thumb"><img decoding="async" class="normal-image" src="https://culturadefato.com.br/wp-content/uploads/2021/04/TheWaitAndTheReward.jpg" alt="Recorte da obra: &quot;The Wait and the Reward&quot;, criada em 2014 pela artista estadunidense Anna Rose Bain." /></div></a></div></div>



<p class="has-text-align-center"><br><a href="https://culturadefato.com.br/nossa-vida-antes-de-nascermos/"><em>Nossa vida antes de nascermos</em></a>,<br>por <a href="https://culturadefato.com.br/author/diversos/">diversos autores</a></p>
</div></div>



<div id="col-gm5db976" class="wp-block-gutentor-m0-col col-gm5db976 gutentor-carousel-item"><div id="section-gm5db976" class="section-gm5db976 gutentor-col-wrap has-color-bg has-custom-bg">
<div id="section-gfba5a6" class="wp-block-gutentor-e6 section-gfba5a6 gutentor-element gutentor-element-image text-align-center-desktop"><div class="gutentor-element-image-box"><a class="gutentor-element-image-link" href="https://culturadefato.com.br/quando-a-vida-de-um-ser-humano-inicia/"><div class="gutentor-image-thumb"><img decoding="async" class="normal-image" src="https://culturadefato.com.br/wp-content/uploads/2020/10/Cromossomos.jpg" alt="Arte gráfica representando Cromossomos (verde e laranja)" /></div></a></div></div>



<p class="has-text-align-center"><br><a href="https://culturadefato.com.br/quando-a-vida-de-um-ser-humano-inicia/"><em>Quando a vida de um ser humano inicia?</em></a>,<br>por <a href="https://culturadefato.com.br/author/normangeisler/">Norman L. Geisler</a></p>
</div></div>



<div id="col-gm57ebe0" class="wp-block-gutentor-m0-col col-gm57ebe0 gutentor-carousel-item"><div id="section-gm57ebe0" class="section-gm57ebe0 gutentor-col-wrap has-color-bg has-custom-bg">
<div id="section-gc437e1" class="wp-block-gutentor-e6 section-gc437e1 gutentor-element gutentor-element-image text-align-center-desktop"><div class="gutentor-element-image-box"><a class="gutentor-element-image-link" href="https://culturadefato.com.br/um-basta-a-barbarie/"><div class="gutentor-image-thumb"><img decoding="async" class="normal-image" src="https://culturadefato.com.br/wp-content/uploads/2024/07/MemorialCriancaNaoNascida_JesserValzacchi.jpg" alt="Memorial à Criança Não-Nascida, por Jesser" /></div></a></div></div>



<p class="has-text-align-center"><br><em><a href="https://culturadefato.com.br/um-basta-a-barbarie/">Um basta à barbárie!</a></em>,<br>por <a href="https://culturadefato.com.br/author/percivalpuggina/">Percival Puggina</a></p>
</div></div>



<div id="col-gm3a0ba3" class="wp-block-gutentor-m0-col col-gm3a0ba3 gutentor-carousel-item"><div id="section-gm3a0ba3" class="section-gm3a0ba3 gutentor-col-wrap has-color-bg has-custom-bg">
<div id="section-g7ebfe1" class="wp-block-gutentor-e6 section-g7ebfe1 gutentor-element gutentor-element-image text-align-center-desktop"><div class="gutentor-element-image-box"><a class="gutentor-element-image-link" href="https://culturadefato.com.br/yvone-conta-a-sua-historia/"><div class="gutentor-image-thumb"><img decoding="async" class="normal-image" src="https://culturadefato.com.br/wp-content/uploads/2021/06/MonumentoAsCriancasQueNaoNasceram.jpg" alt="Monumento às Crianças que não Nasceram, por Martin Hudáček, (criado em 2015)." /></div></a></div></div>



<p class="has-text-align-center"><br><em><a href="https://culturadefato.com.br/yvone-conta-a-sua-historia/">Yvone conta a sua história</a></em><br>(<a href="https://culturadefato.com.br/author/autordesconhecido/">autor desconhecido</a>)</p>
</div></div>



<div id="col-gm68a412" class="wp-block-gutentor-m0-col col-gm68a412 gutentor-carousel-item"><div id="section-gm68a412" class="section-gm68a412 gutentor-col-wrap has-color-bg has-custom-bg">
<div id="section-gec3501" class="wp-block-gutentor-e6 section-gec3501 gutentor-element gutentor-element-image text-align-center-desktop"><div class="gutentor-element-image-box"><a class="gutentor-element-image-link" href="https://culturadefato.com.br/a-psicologia-do-aborto/"><div class="gutentor-image-thumb"><img decoding="async" class="normal-image" src="https://culturadefato.com.br/wp-content/uploads/2022/05/Death_JanisRozentals.jpg" alt="Obra: &quot;Death&quot; (1897), por Janis Rozentāls (1866 - 1916)." /></div></a></div></div>



<p class="has-text-align-center"><br><em><a href="https://culturadefato.com.br/a-psicologia-do-aborto/">A psicologia do aborto</a></em>,<br>por <a href="https://culturadefato.com.br/author/pelodicruz/">Pe. Luiz Carlos Lodi da Cruz</a></p>
</div></div>



<div id="col-gmd2988c" class="wp-block-gutentor-m0-col col-gmd2988c gutentor-carousel-item"><div id="section-gmd2988c" class="section-gmd2988c gutentor-col-wrap has-color-bg has-custom-bg">
<div id="section-gb7e466" class="wp-block-gutentor-e6 section-gb7e466 gutentor-element gutentor-element-image text-align-center-desktop"><div class="gutentor-element-image-box"><a class="gutentor-element-image-link" href="https://culturadefato.com.br/o-estado-laico-e-o-ministro-evangelico/"><div class="gutentor-image-thumb"><img decoding="async" class="normal-image" src="https://culturadefato.com.br/wp-content/uploads/2021/12/MariaKolyvanova_Russia.jpg" alt="Obra &quot;Rússia&quot;, de Maria Kolyvanova." /></div></a></div></div>



<p class="has-text-align-center"><br><em><a href="https://culturadefato.com.br/o-estado-laico-e-o-ministro-evangelico/">O Estado laico e o ministro evangélico</a></em>,<br>por <a href="https://culturadefato.com.br/author/percivalpuggina/">Percival Puggina</a></p>
</div></div>



<div id="col-gm9377ac" class="wp-block-gutentor-m0-col col-gm9377ac gutentor-carousel-item"><div id="section-gm9377ac" class="section-gm9377ac gutentor-col-wrap">
<div id="section-g07c27c" class="wp-block-gutentor-e6 section-g07c27c gutentor-element gutentor-element-image gutentor-enabled-width text-align-center-desktop"><div class="gutentor-element-image-box"><a class="gutentor-element-image-link" href="https://culturadefato.com.br/voce-mataria-beethoven/"><div class="gutentor-image-thumb"><img decoding="async" class="normal-image" src="https://culturadefato.com.br/wp-content/uploads/2020/09/ViolinoPautaRosas.jpg" alt="Violino, pauta, rosa e pétalas de rosas de rosas" /></div></a></div></div>



<p class="has-text-align-center"><br><a href="https://culturadefato.com.br/voce-mataria-beethoven/"><em>Você mataria Beethoven!</em></a>,<br>por <a href="https://culturadefato.com.br/author/revistacatolicismo/">Revista Catolicismo</a></p>
</div></div>



<div id="col-gm8fefca" class="wp-block-gutentor-m0-col col-gm8fefca gutentor-carousel-item"><div id="section-gm8fefca" class="section-gm8fefca gutentor-col-wrap has-color-bg has-custom-bg">
<div id="section-g994ba5" class="wp-block-gutentor-e6 section-g994ba5 gutentor-element gutentor-element-image text-align-center-desktop"><div class="gutentor-element-image-box"><a class="gutentor-element-image-link" href="https://culturadefato.com.br/nao-se-deixem-enganar-pela-industria-bilionaria-do-aborto/"><div class="gutentor-image-thumb"><img decoding="async" class="normal-image" src="https://culturadefato.com.br/wp-content/uploads/2024/04/AbortoPorSuccao.jpg" alt="Representação artística (pintura) do momento em que um aborto por sucção começa a separar um bebê pré-nascido do tronco." /></div></a></div></div>



<p class="has-text-align-center"><br><em><a href="https://culturadefato.com.br/nao-se-deixem-enganar-pela-industria-bilionaria-do-aborto/">Não se deixem enganar pela “indústria bilionária do aborto”</a></em>, por <a href="https://culturadefato.com.br/author/paulorobertocampos/">Paulo Roberto Campos</a></p>
</div></div>



<div id="col-gm04bbe3" class="wp-block-gutentor-m0-col col-gm04bbe3 gutentor-carousel-item"><div id="section-gm04bbe3" class="section-gm04bbe3 gutentor-col-wrap has-color-bg has-custom-bg">
<div id="section-g835ebc" class="wp-block-gutentor-e6 section-g835ebc gutentor-element gutentor-element-image text-align-center-desktop"><div class="gutentor-element-image-box"><a class="gutentor-element-image-link" href="https://culturadefato.com.br/aborte-se-a-missao/"><div class="gutentor-image-thumb"><img decoding="async" class="normal-image" src="https://culturadefato.com.br/wp-content/uploads/2023/03/AmazingGrace_BillStephens.jpg" alt="Obra: &quot;Amazing Grace&quot;, por Bill Stephens." /></div></a></div></div>



<p class="has-text-align-center"><br><a href="https://culturadefato.com.br/aborte-se-a-missao/"><em>Aborte-se a missão!</em></a>,<br>por <a href="https://culturadefato.com.br/author/franciscairina/">Francisca Irina</a><br></p>
</div></div>



<div id="col-gmeabdc1" class="wp-block-gutentor-m0-col col-gmeabdc1 gutentor-carousel-item"><div id="section-gmeabdc1" class="section-gmeabdc1 gutentor-col-wrap has-color-bg has-custom-bg">
<div id="section-gb35295" class="wp-block-gutentor-e6 section-gb35295 gutentor-element gutentor-element-image text-align-center-desktop"><div class="gutentor-element-image-box"><a class="gutentor-element-image-link" href="https://culturadefato.com.br/quando-comeca-a-vida/"><div class="gutentor-image-thumb"><img decoding="async" class="normal-image" src="https://culturadefato.com.br/wp-content/uploads/2021/02/EmbriaoDentroDoUtero_LeonardoDaVinci.jpg" alt="Esboço mostrando a anatomia de um Embrião dentro do útero, desenhado por Leonardo da Vinci (1452 - 1519)." /></div></a></div></div>



<p class="has-text-align-center"><br><a href="https://culturadefato.com.br/quando-comeca-a-vida/"><em>Quando começa a vida</em></a>,<br>por <a href="https://culturadefato.com.br/author/robertpgeorge/">Robert P. George</a></p>
</div></div>



<div id="col-gmd265c7" class="wp-block-gutentor-m0-col col-gmd265c7 gutentor-carousel-item"><div id="section-gmd265c7" class="section-gmd265c7 gutentor-col-wrap">
<div id="section-g9b7de6" class="wp-block-gutentor-e6 section-g9b7de6 gutentor-element gutentor-element-image gutentor-enabled-width text-align-center-desktop"><div class="gutentor-element-image-box"><a class="gutentor-element-image-link" href="https://culturadefato.com.br/para-se-falar-sobre-o-aborto/"><div class="gutentor-image-thumb"><img decoding="async" class="normal-image" src="https://culturadefato.com.br/wp-content/uploads/2020/08/Aborto.jpg" alt="Aborto (desenho de bebê sendo apagado)." /></div></a></div></div>



<p class="has-text-align-center"><br><a href="https://culturadefato.com.br/para-se-falar-sobre-o-aborto/"><em>Para se falar sobre o aborto</em></a>,<br>por <a href="https://culturadefato.com.br/author/claudiompombal/">Cláudio Machado Pombal</a></p>
</div></div>



<div id="col-gmda9c29" class="wp-block-gutentor-m0-col col-gmda9c29 gutentor-carousel-item"><div id="section-gmda9c29" class="section-gmda9c29 gutentor-col-wrap">
<div id="section-g9f0812" class="wp-block-gutentor-e6 section-g9f0812 gutentor-element gutentor-element-image gutentor-enabled-width text-align-center-desktop"><div class="gutentor-element-image-box"><a class="gutentor-element-image-link" href="https://culturadefato.com.br/conversa-franca-sobre-aborto/"><div class="gutentor-image-thumb"><img decoding="async" class="normal-image" src="https://culturadefato.com.br/wp-content/uploads/2021/01/MonumentosDosNaoNascidos.jpg" /></div></a></div></div>



<p class="has-text-align-center"><br><a href="https://culturadefato.com.br/conversa-franca-sobre-aborto/"><em>Conversa franca sobre aborto</em></a>,<br>por <a href="https://culturadefato.com.br/author/olavodecarvalho/">Olavo de Carvalho</a></p>
</div></div>
</div></div></section>



<br>



<p><a href="https://providaanapolis.org.br/wp-content/uploads/2024/07/Cintia_e_Carlinda.jpg"></a></p>
<p>O post <a href="https://culturadefato.com.br/os-monstros-de-lula/">Os monstros de Lula</a> apareceu primeiro em <a href="https://culturadefato.com.br">Cultura de Fato</a>.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Um basta à barbárie!</title>
		<link>https://culturadefato.com.br/um-basta-a-barbarie/</link>
					<comments>https://culturadefato.com.br/um-basta-a-barbarie/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Percival Puggina]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 02 Jul 2024 03:02:16 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Filosofia e História]]></category>
		<category><![CDATA[Política e Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Aborto]]></category>
		<category><![CDATA[Alexandre de Moraes]]></category>
		<category><![CDATA[Moralidade]]></category>
		<category><![CDATA[PSOL]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://culturadefato.com.br/?p=22007</guid>

					<description><![CDATA[<p>“Com graves consequências na vida social, a moralidade contemporânea se ajoelha em adoração perante as conveniências. A genuflexão da moral frutifica. Nasce a corrupção e explodem escândalos que se desfazem em fumaça tão rapidamente quanto as provas.”</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="has-text-align-center">“<em>Tenho notado que todas as pessoas que se dizem a favor do aborto já nasceram.</em>”<br><span data-tooltip-position="top" data-tooltip="Ronald Wilson Reagan (1911-2004) foi o 33.º Governador da Califórnia e o 40.º presidente dos Estados Unidos, durante dois mandatos, de 1981 até 1989.">Ronald Reagan</span> (1911 – 2004)</p>



<hr class="wp-block-separator has-alpha-channel-opacity is-style-wide"/>



<br>



<p class="has-drop-cap">Assim como o botão da flor é a própria flor em botão, assim também toda vida no útero materno é humana em diferentes e progressivos estágios de desenvolvimento. Alterações de forma não alteram a natureza, como qualquer idoso constata ao olhar a própria fotografia quando bebê, tão diferente na forma que só saberá ser sua aquela imagem se alguém de confiança lhe houver, um dia, informado isso. Um recém-nascido é mais semelhante ao feto que era do que com o idoso que será aos 90 anos.</p>



<p>Com graves consequências na vida social, a moralidade contemporânea se ajoelha em adoração perante as conveniências. A genuflexão da moral frutifica. Nasce a corrupção e explodem escândalos que se desfazem em fumaça tão rapidamente quanto as provas. Nasce o comércio clandestino das drogas e a restrição ao trabalho policial. Nascem o servidor público militante político e o professor redutor de cérebros. Nascem as narrativas e suas sequelas. Nascem a sexualização precoce, a gravidez das adolescentes e nasce o aborto como “direito da mulher”. Dessa genuflexão nasce até a vigarice que chama o projeto de Lei do Aborto de “Lei do Estupro”.</p>



<p>Os legisladores que despenalizaram o aborto em três casos, entre eles o de estupro, não fixaram o número de semanas a partir do qual o procedimento seria vedado. Entendo a dificuldade: a partir de quantas semanas se torna “humana” uma vida que é humana desde a concepção? Para evitar o pior, uma regra subsidiada pelo caso Amillia Taylor (bebê norte-americano nascido em 2006 com 21 semanas e seis dias de gestação) limitava a 22 semanas o tempo a partir do qual o feto tinha possibilidades de viver fora do útero materno. Matar um bebê que poderia viver fora do útero materno ficava parecido demais com homicídio.</p>



<figure class="wp-block-embed alignright is-type-video is-provider-youtube wp-block-embed-youtube wp-embed-aspect-4-3 wp-has-aspect-ratio"><div class="wp-block-embed__wrapper">
<iframe loading="lazy" title="Sobre abortos" width="640" height="480" src="https://www.youtube.com/embed/iEWzRqtHQ6M?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe>
</div><figcaption class="wp-element-caption">Devido ao grande número de doentes, Paulo Souza faz comentários que, embora óbvios, são necessários.</figcaption></figure>



<p>Embora se saiba que mesmo antes disso, o procedimento abortivo causa sofrimento ao feto, o Conselho Federal de Medicina, com a autoridade que lhe confere a lei, <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/radioagencia-nacional/geral/audio/2024-04/cfm-proibe-aborto-acima-de-22-semanas-de-gestacao-em-caso-de-estupro" target="_blank" rel="noreferrer noopener nofollow">proibiu o aborto após a 22ª semana de gestação</a>. Contra isso se insurgiu o <span data-tooltip-position="top" data-tooltip="Partido Socialismo e Liberdade">PSOL</span>, alegando que a lei que autoriza o aborto em caso de estupro não estabelece “marco temporal” (em relação às terras indígenas, a Constituição estabelece o marco temporal, mas esse não convém aos partidos de esquerda). Os princípios andam de mãos dadas com a conveniência, ou, no dizer do comediante Grouxo Marx: “Esses são meus princípios, mas se não lhe servirem, tenho outros”.</p>



<p>A prefeitura de São Paulo informou recentemente ao ministro <span data-tooltip-position="top" data-tooltip="Alexandre de Moraes é um jurista, magistrado e ex-político brasileiro, atual ministro do Supremo Tribunal Federal. É professor associado da Faculdade de Direito do Largo de São Francisco, onde se graduou.">Alexandre de Moraes</span> que seus hospitais realizaram 68 abortos em 2024, sendo três em bebês com 22 semanas e um com 30 semanas de gestação. Sete meses! Ao que noticiou&nbsp;<a href="https://g1.globo.com/sp/sao-paulo/noticia/2024/06/27/apesar-de-decisao-do-stf-mulher-vitima-de-estupro-tem-aborto-legal-negado-em-dois-hospitais-referencia-em-sp.ghtml" target="_blank" rel="noreferrer noopener nofollow">O Globo</a>, houve um caso, no hospital municipal de Campo Limpo, onde uma mulher, por duas vezes, teve negado o atendimento por estar com 24 semanas de gestação, serviço “não oferecido pelo hospital”. Está formado o rolo.</p>



<p>Atenção, senhores e senhoras congressistas cuja moralidade não se curva às conveniências! De uma vez por todas, votem lei impondo limites a essa barbárie sustentada por quem se compraz com atender conveniências mediante lixeiras hospitalares recheadas de pedaços de pequenos seres humanos. Ponham um freio nessa loucura sinistra!</p>



<br>



<p class="has-text-align-right">Por&nbsp;<a href="https://culturadefato.com.br/author/percivalpuggina/">Percival Puggina</a>.<br>Publicado no&nbsp;<em><a href="http://www.puggina.org/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">website</a></em>&nbsp;do autor em 30 de junho de 2024.</p>



<br>



<p class="has-background has-very-light-gray-background-color"><strong>Notas da editoria:</strong><br><br>Imagem da capa: “<em><a href="https://umlugaraosol.com.br/products/memorial-a-crianca-nao-nascida-por-jesser-valzacchi" target="_blank" rel="noreferrer noopener nofollow">Memorial às crianças não nascidas</a></em>”, por <a href="https://www.jesservalzacchi.com/" target="_blank" rel="noreferrer noopener nofollow">Jesser Valzacchi</a>. A pintura ilustra o <a href="https://incrivel.club/articles/11-monumentos-que-tocarao-diretamente-sua-alma-381110/" target="_blank" rel="noreferrer noopener nofollow">memorial</a> localizado na cidade de Bardejov (Eslováquia).</p>



<br>



<h2 class="wp-block-heading has-text-align-center">Mais artigos sobre aborto:</h2>



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<section id="gm3fda64a" class="wp-block-gutentor-m0 alignfull section-gm3fda64a gutentor-module gutentor-module-carousel has-color-bg has-custom-bg gutentor-slick-a-default-desktop gutentor-slick-a-default-tablet gutentor-slick-a-default-mobile"><div class="grid-container"><div class="gutentor-module-carousel-row" data-dots="false" data-dotstablet="false" data-dotsmobile="false" data-arrows="true" data-arrowstablet="true" data-arrowsmobile="true" data-infinite="true" data-autoplay="true" data-draggable="true" data-pauseonfocus="true" data-pauseonhover="true" data-autoplayspeed="4500" data-cmondesktop="false" data-cmontablet="false" data-cmonmobile="false" data-nextarrow="fas fa-angle-right" data-prevarrow="fas fa-angle-left" data-arrowspositiondesktop="gutentor-slick-a-default-desktop" data-arrowspositiontablet="gutentor-slick-a-default-tablet" data-arrowspositionmobile="gutentor-slick-a-default-mobile" data-speed="300" data-slideitemdesktop="2" data-slideitemtablet="3" data-slideitemmobile="2" data-slidescroll-desktop="2" data-slidescroll-tablet="3" data-slidescroll-mobile="2">
<div id="col-gm6b3325" class="wp-block-gutentor-m0-col col-gm6b3325 gutentor-carousel-item"><div id="section-gm6b3325" class="section-gm6b3325 gutentor-col-wrap has-color-bg has-custom-bg">
<div id="section-g18a6e5" class="wp-block-gutentor-e6 section-g18a6e5 gutentor-element gutentor-element-image text-align-center-desktop"><div class="gutentor-element-image-box"><a class="gutentor-element-image-link" href="https://culturadefato.com.br/nossa-vida-antes-de-nascermos/"><div class="gutentor-image-thumb"><img decoding="async" class="normal-image" src="https://culturadefato.com.br/wp-content/uploads/2021/04/TheWaitAndTheReward.jpg" alt="Recorte da obra: &quot;The Wait and the Reward&quot;, criada em 2014 pela artista estadunidense Anna Rose Bain." /></div></a></div></div>



<p class="has-text-align-center"><br><a href="https://culturadefato.com.br/nossa-vida-antes-de-nascermos/"><em>Nossa vida antes de nascermos</em></a>,<br>por <a href="https://culturadefato.com.br/author/diversos/">diversos autores</a></p>
</div></div>



<div id="col-gmd4d836" class="wp-block-gutentor-m0-col col-gmd4d836 gutentor-carousel-item"><div id="section-gmd4d836" class="section-gmd4d836 gutentor-col-wrap has-color-bg has-custom-bg">
<div id="section-g1f65ab" class="wp-block-gutentor-e6 section-g1f65ab gutentor-element gutentor-element-image text-align-center-desktop"><div class="gutentor-element-image-box"><a class="gutentor-element-image-link" href="https://culturadefato.com.br/quando-a-vida-de-um-ser-humano-inicia/"><div class="gutentor-image-thumb"><img decoding="async" class="normal-image" src="https://culturadefato.com.br/wp-content/uploads/2020/10/Cromossomos.jpg" alt="Arte gráfica representando Cromossomos (verde e laranja)" /></div></a></div></div>



<p class="has-text-align-center"><br><a href="https://culturadefato.com.br/quando-a-vida-de-um-ser-humano-inicia/"><em>Quando a vida de um ser humano inicia?</em></a>,<br>por <a href="https://culturadefato.com.br/author/normangeisler/">Norman L. Geisler</a></p>
</div></div>



<div id="col-gm562e1e" class="wp-block-gutentor-m0-col col-gm562e1e gutentor-carousel-item"><div id="section-gm562e1e" class="section-gm562e1e gutentor-col-wrap has-color-bg has-custom-bg">
<div id="section-g5fb9f8" class="wp-block-gutentor-e6 section-g5fb9f8 gutentor-element gutentor-element-image text-align-center-desktop"><div class="gutentor-element-image-box"><a class="gutentor-element-image-link" href="https://culturadefato.com.br/yvone-conta-a-sua-historia/"><div class="gutentor-image-thumb"><img decoding="async" class="normal-image" src="https://culturadefato.com.br/wp-content/uploads/2021/06/MonumentoAsCriancasQueNaoNasceram.jpg" alt="Monumento às Crianças que não Nasceram, por Martin Hudáček, (criado em 2015)." /></div></a></div></div>



<p class="has-text-align-center"><br><em><a href="https://culturadefato.com.br/yvone-conta-a-sua-historia/">Yvone conta a sua história</a></em><br>(<a href="https://culturadefato.com.br/author/autordesconhecido/">autor desconhecido</a>)</p>
</div></div>



<div id="col-gmbf649b" class="wp-block-gutentor-m0-col col-gmbf649b gutentor-carousel-item"><div id="section-gmbf649b" class="section-gmbf649b gutentor-col-wrap has-color-bg has-custom-bg">
<div id="section-g2c2844" class="wp-block-gutentor-e6 section-g2c2844 gutentor-element gutentor-element-image text-align-center-desktop"><div class="gutentor-element-image-box"><a class="gutentor-element-image-link" href="https://culturadefato.com.br/a-psicologia-do-aborto/"><div class="gutentor-image-thumb"><img decoding="async" class="normal-image" src="https://culturadefato.com.br/wp-content/uploads/2022/05/Death_JanisRozentals.jpg" alt="Obra: &quot;Death&quot; (1897), por Janis Rozentāls (1866 - 1916)." /></div></a></div></div>



<p class="has-text-align-center"><br><em><a href="https://culturadefato.com.br/a-psicologia-do-aborto/">A psicologia do aborto</a></em>,<br>por <a href="https://culturadefato.com.br/author/pelodicruz/">Pe. Luiz Carlos Lodi da Cruz</a></p>
</div></div>



<div id="col-gm900a86" class="wp-block-gutentor-m0-col col-gm900a86 gutentor-carousel-item"><div id="section-gm900a86" class="section-gm900a86 gutentor-col-wrap">
<div id="section-g72e26f" class="wp-block-gutentor-e6 section-g72e26f gutentor-element gutentor-element-image gutentor-enabled-width text-align-center-desktop"><div class="gutentor-element-image-box"><a class="gutentor-element-image-link" href="https://culturadefato.com.br/voce-mataria-beethoven/"><div class="gutentor-image-thumb"><img decoding="async" class="normal-image" src="https://culturadefato.com.br/wp-content/uploads/2020/09/ViolinoPautaRosas.jpg" alt="Violino, pauta, rosa e pétalas de rosas de rosas" /></div></a></div></div>



<p class="has-text-align-center"><br><a href="https://culturadefato.com.br/voce-mataria-beethoven/"><em>Você mataria Beethoven!</em></a>,<br>por <a href="https://culturadefato.com.br/author/revistacatolicismo/">Revista Catolicismo</a></p>
</div></div>



<div id="col-gm8e008c" class="wp-block-gutentor-m0-col col-gm8e008c gutentor-carousel-item"><div id="section-gm8e008c" class="section-gm8e008c gutentor-col-wrap has-color-bg has-custom-bg">
<div id="section-g39c4d9" class="wp-block-gutentor-e6 section-g39c4d9 gutentor-element gutentor-element-image text-align-center-desktop"><div class="gutentor-element-image-box"><a class="gutentor-element-image-link" href="https://culturadefato.com.br/nao-se-deixem-enganar-pela-industria-bilionaria-do-aborto/"><div class="gutentor-image-thumb"><img decoding="async" class="normal-image" src="https://culturadefato.com.br/wp-content/uploads/2024/04/AbortoPorSuccao.jpg" alt="Representação artística (pintura) do momento em que um aborto por sucção começa a separar um bebê pré-nascido do tronco." /></div></a></div></div>



<p class="has-text-align-center"><br><em><a href="https://culturadefato.com.br/nao-se-deixem-enganar-pela-industria-bilionaria-do-aborto/">Não se deixem enganar pela “indústria bilionária do aborto”</a></em>, por <a href="https://culturadefato.com.br/author/paulorobertocampos/">Paulo Roberto Campos</a></p>
</div></div>



<div id="col-gm68aed5" class="wp-block-gutentor-m0-col col-gm68aed5 gutentor-carousel-item"><div id="section-gm68aed5" class="section-gm68aed5 gutentor-col-wrap has-color-bg has-custom-bg">
<div id="section-gb6eba8" class="wp-block-gutentor-e6 section-gb6eba8 gutentor-element gutentor-element-image text-align-center-desktop"><div class="gutentor-element-image-box"><a class="gutentor-element-image-link" href="https://culturadefato.com.br/aborte-se-a-missao/"><div class="gutentor-image-thumb"><img decoding="async" class="normal-image" src="https://culturadefato.com.br/wp-content/uploads/2023/03/AmazingGrace_BillStephens.jpg" alt="Obra: &quot;Amazing Grace&quot;, por Bill Stephens." /></div></a></div></div>



<p class="has-text-align-center"><br><a href="https://culturadefato.com.br/aborte-se-a-missao/"><em>Aborte-se a missão!</em></a>,<br>por <a href="https://culturadefato.com.br/author/franciscairina/">Francisca Irina</a><br></p>
</div></div>



<div id="col-gmcf43a9" class="wp-block-gutentor-m0-col col-gmcf43a9 gutentor-carousel-item"><div id="section-gmcf43a9" class="section-gmcf43a9 gutentor-col-wrap has-color-bg has-custom-bg">
<div id="section-gab0ab1" class="wp-block-gutentor-e6 section-gab0ab1 gutentor-element gutentor-element-image text-align-center-desktop"><div class="gutentor-element-image-box"><a class="gutentor-element-image-link" href="https://culturadefato.com.br/quando-comeca-a-vida/"><div class="gutentor-image-thumb"><img decoding="async" class="normal-image" src="https://culturadefato.com.br/wp-content/uploads/2021/02/EmbriaoDentroDoUtero_LeonardoDaVinci.jpg" alt="Esboço mostrando a anatomia de um Embrião dentro do útero, desenhado por Leonardo da Vinci (1452 - 1519)." /></div></a></div></div>



<p class="has-text-align-center"><br><a href="https://culturadefato.com.br/quando-comeca-a-vida/"><em>Quando começa a vida</em></a>,<br>por <a href="https://culturadefato.com.br/author/robertpgeorge/">Robert P. George</a></p>
</div></div>



<div id="col-gm490ce3" class="wp-block-gutentor-m0-col col-gm490ce3 gutentor-carousel-item"><div id="section-gm490ce3" class="section-gm490ce3 gutentor-col-wrap">
<div id="section-g110ced" class="wp-block-gutentor-e6 section-g110ced gutentor-element gutentor-element-image gutentor-enabled-width text-align-center-desktop"><div class="gutentor-element-image-box"><a class="gutentor-element-image-link" href="https://culturadefato.com.br/para-se-falar-sobre-o-aborto/"><div class="gutentor-image-thumb"><img decoding="async" class="normal-image" src="https://culturadefato.com.br/wp-content/uploads/2020/08/Aborto.jpg" alt="Aborto (desenho de bebê sendo apagado)." /></div></a></div></div>



<p class="has-text-align-center"><br><a href="https://culturadefato.com.br/para-se-falar-sobre-o-aborto/"><em>Para se falar sobre o aborto</em></a>,<br>por <a href="https://culturadefato.com.br/author/claudiompombal/">Cláudio Machado Pombal</a></p>
</div></div>



<div id="col-gm51530b" class="wp-block-gutentor-m0-col col-gm51530b gutentor-carousel-item"><div id="section-gm51530b" class="section-gm51530b gutentor-col-wrap">
<div id="section-g5d5999" class="wp-block-gutentor-e6 section-g5d5999 gutentor-element gutentor-element-image gutentor-enabled-width text-align-center-desktop"><div class="gutentor-element-image-box"><a class="gutentor-element-image-link" href="https://culturadefato.com.br/conversa-franca-sobre-aborto/"><div class="gutentor-image-thumb"><img decoding="async" class="normal-image" src="https://culturadefato.com.br/wp-content/uploads/2021/01/MonumentosDosNaoNascidos.jpg" /></div></a></div></div>



<p class="has-text-align-center"><br><a href="https://culturadefato.com.br/conversa-franca-sobre-aborto/"><em>Conversa franca sobre aborto</em></a>,<br>por <a href="https://culturadefato.com.br/author/olavodecarvalho/">Olavo de Carvalho</a></p>
</div></div>
</div></div></section>



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