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	<title>Arquivos Aquecimento Global &#8226; Cultura de Fato</title>
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	<description>Cultura para evocar inteligência, responsabilidade e ética!</description>
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	<title>Arquivos Aquecimento Global &#8226; Cultura de Fato</title>
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		<title>Postagens selecionadas do Telegram (junho e julho de 2024)</title>
		<link>https://culturadefato.com.br/postagens-selecionadas-do-telegram-junho-e-julho-de-2024/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Diversos]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 31 Jul 2024 22:55:57 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cristianismo]]></category>
		<category><![CDATA[Filosofia e História]]></category>
		<category><![CDATA[Política e Economia]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Esta publicação reúne quatro postagens realizadas entre junho e julho de 2024. Vale ressaltar: análise de Stephen Charles Kanitz sobre a Reforma Tributária; e, a importância da Batalha de Covadonga.</p>
<p>O post <a href="https://culturadefato.com.br/postagens-selecionadas-do-telegram-junho-e-julho-de-2024/">Postagens selecionadas do Telegram (junho e julho de 2024)</a> apareceu primeiro em <a href="https://culturadefato.com.br">Cultura de Fato</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="has-text-align-center" id="Epigrafe"><em><sup>*</sup> Acesse apanhados de outros períodos. <a href="#OutrosPeriodos">Links</a> disponíveis no término desta postagem.</em></p>



<hr class="wp-block-separator has-alpha-channel-opacity is-style-wide"/>



<br>



<h2 class="wp-block-heading">O desastre dessa Reforma Tributária</h2>



<br>



<p class="has-drop-cap">Stephen Charles Kanitz é consultor de empresas e conferencista brasileiro. Possui mestrado em Administração de Empresas pela Harvard Business School e bacharelado em Contabilidade pela Universidade de São Paulo. Em seu <em><a href="https://blog.kanitz.com.br/" target="_blank" rel="noreferrer noopener nofollow">blog</a></em>, expôs 8 absurdidades da reforma tributária. Leia:</p>



<br>



<ol class="wp-block-list">
<li>É simplesmente um absurdo taxar mais as empresas que mais valor acrescentam ao consumidor, e taxar menos as empresas que menos valor acrescentam à sociedade. Duas empresas, de mesmo faturamento e número de funcionários, aquela que acrescenta valor e deveria ser estimulada, é penalizada, aquela que menos valor acrescenta é menos taxada.</li>



<li>Simplicação de 6 impostos para 2. Empresas fazem 3.000 pagamentos por mês, para funcionários ou fornecedores. Reduzir em 4 pagamentos gerando essa confusão toda é o absurdo do absurdo.</li>



<li><span data-tooltip-position="right" data-tooltip="Bernard Appy é o mentor da proposta de reforma tributária em tramitação no Congresso. Entre 2003 e 2008 (primeiro governo de Lula) comandou a Secretaria de Política Econômica do Ministério da Fazenda e a Secretaria Extraordinária de Reformas Econômico-Fiscais.">Bernard Appy</span>, sendo economista, nada entende de contabilidade, não sabe que empresas elaboram o Demonstrativo de Valor Adicionado, com valor X, que multiplicado por 26%, bastava. Mas não, continua o sistema absurdo de pinçar o imposto de cada venda, e subtrair o imposto de cada compra.</li>



<li>Estados eficientes, estados com governadores da direita, não mais poderão reduzir seus impostos, repassando esses ganhos de produtividade para atrair novas empresas. O governo federal determinará uma alíquota única.</li>



<li>Contadores ficarão malucos contabilizando 2 sistemas paralelos por 20 anos. Os custos contábeis irão simplesmente dobrar, e os erros contábeis irão triplicar.</li>



<li>Impostos devem corresponder aos serviços prestados pelo governo, estado e municípios, a rigor deveríamos ter um imposto específico para cada serviço prestado. Empresas que não importam bens nem exportam não deveriam custear o Itamaraty. Empresas que não contratam alunos de Faculdades Estatais, não deveriam pagar pelo seu ensino, empresas que reciclam seu lixo, assim por diante.</li>



<li>Companhias de Seguro Saúde não estão acrescentando valor quando lhe tratam de uma doença, elas estão simplesmente devolvendo suas anuidades de forma atuarial, tirando os riscos daqueles menos afortunados em termos de saúde. Agora vão pagar 26%.</li>



<li>A ideia populista e petista do <em>cash back</em>&nbsp;para os mais pobres é simplesmente eleitoreira, e prejudica os mais jovens. É um absurdo taxarmos jovens de 18 a 28 anos, no início de suas vidas, agora em 26% de <span data-tooltip-position="top" data-tooltip="Imposto sobre Bens e Serviços">IBS</span>, mais 28% de <span data-tooltip-position="top" data-tooltip="Instituto Nacional do Seguro Social">INSS</span>, quando precisam comprar casa, fogões e móveis. <em>Cash back</em>&nbsp;deveria ser para eles no início de suas vidas, mas não pensaram nisso.</li>
</ol>



<br>



<p class="has-text-align-right">Publicado em&nbsp;<a href="https://t.me/culturadefato" target="_blank" rel="noreferrer noopener">nosso canal</a>&nbsp;no dia 7 de julho de 2024.</p>



<br>



<hr class="wp-block-separator has-alpha-channel-opacity is-style-dots"/>



<br>



<h2 class="wp-block-heading">Previsões de Paul R. Ehrlich</h2>



<br>



<p class="has-drop-cap">O biólogo <span data-tooltip-position="right" data-tooltip="aul Ralph Ehrlich é biólogo, conhecido por advertir sobre o crescimento populacional e consequente limitação de recursos. Nasceu em 1932 na Filadélfia (Pensilvânia, EUA).">Paul R. Ehrlich</span>, nascido em 1932, permanece sendo muito “querido” na grande mídia. Não deixe de ler algumas das antigas previsões do Sr. <span data-tooltip-position="right" data-tooltip="aul Ralph Ehrlich é biólogo, conhecido por advertir sobre o crescimento populacional e consequente limitação de recursos. Nasceu em 1932 na Filadélfia (Pensilvânia, EUA).">Ehrlich</span>.</p>



<br>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow">
<p>“Em 1970, milhares de milhões de seres humanos (inclusive norte-americanos) morrerão de fome.”<br><br>“Em 1973 (devido à contaminação do ar) umas 200.000 pessoas em Nova York e Los Angeles morrerão.”<br><br>“Em 1980, os Estados Unidos verão reduzida a expectativa de vida (de sua população) para 42 anos por culpa dos pesticidas e em 1999, ficarão vivos apenas uns 22,6 milhões de norte-americanos.”<br><br>“Para o ano de 1985, suficientes milhões de pessoas terão morrido, reduzindo a população do planeta a um nível aceitável de 1,5 bilhões.”<br><br>“Aposto que a Inglaterra não existirá no ano de 2000.”</p>
</blockquote>



<br>



<p class="has-text-align-right">Publicado em&nbsp;<a href="https://t.me/culturadefato" target="_blank" rel="noreferrer noopener">nosso canal</a>&nbsp;no dia 10 de julho de 2024.</p>



<br>



<hr class="wp-block-separator has-alpha-channel-opacity is-style-dots"/>



<br>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Cavadonga</strong></h2>



<br>



<p class="has-drop-cap">A <em>Batalha de Covadonga</em> foi um embate decisivo para conter a invasão das hordas maometanas que avançavam sobre um continente que lhes abria as portas.</p>



<p>Há aproximadamente 1300 anos, uma vitória contra todas as probabilidades permitiu que a península ibérica — e com ela toda a América Latina, as Filipinas e outros países — fosse católica.</p>



<p>Nada mais natural do que a comemoração desse milagre por parte do Estado espanhol e da Igreja Católica. Porém, essa data transcendental foi ignorada pelas altas esferas civis e religiosas hispânicas e europeias, sendo rememorada apenas em eventos de segunda ou terceira importância, para ficar constando que algo foi feito.</p>



<p>A Espanha é atualmente governada pelo socialismo revolucionário, comprometido com a falsidade histórica contrária às glórias da Cristandade e engajado na Revolução Cultural. Esse governo e seus afins europeus veem com maus olhos aquele triunfo em Covadonga da fidelidade heroica, oposta ao diálogo entreguista e ao falso ecumenismo.</p>



<br>



<p class="has-text-align-right">Publicado em&nbsp;<a href="https://t.me/culturadefato" target="_blank" rel="noreferrer noopener nofollow">nosso canal</a>&nbsp;no dia 17 de junho de 2024.<br>Trata-se de um excerto de <a href="https://catolicismo.com.br/Acervo/Num/0882/P44-45.html">matéria</a> publicado na <a href="https://catolicismo.com.br/" target="_blank" rel="noreferrer noopener nofollow">Revista Catolicismo</a>, edição 882 de junho de 2024.</p>



<br>



<hr class="wp-block-separator has-alpha-channel-opacity is-style-dots"/>



<br>



<h2 class="wp-block-heading">Segredo da Felicidade</h2>



<br>


<div class="wp-block-image">
<figure class="aligncenter size-full"><img fetchpriority="high" decoding="async" width="518" height="345" src="https://culturadefato.com.br/wp-content/uploads/2024/07/SegredoDaFelicidade.jpg" alt="" class="wp-image-22227"/></figure>
</div>


<br>



<p class="has-text-align-right">Publicado no <a href="https://t.me/escritoralexandrecosta" target="_blank" rel="noreferrer noopener nofollow">canal</a> do escritor <a href="https://culturadefato.com.br/author/alexandrecosta/">Alexandre Costa</a>, em 15 de junho de 2024.</p>



<br>



<p class="has-background has-very-light-gray-background-color"><strong>Notas da editoria:</strong><br><br>Imagem de capa: “<em>Still life with letter to Thomas B. Clarke</em>”, por William M. Harnett.</p>



<h2 class="wp-block-heading has-text-align-center"><a href="#Epigrafe"><img decoding="async" width="14" height="10" id="OutrosPeriodos" class="wp-image-105" style="width: 14px;" src="https://culturadefato.com.br/wp-content/uploads/2020/06/Subir.jpg" alt="Subir"></a> Outros períodos</h2>



<br>



<section id="gm1f764ad" class="wp-block-gutentor-m0 alignfull section-gm1f764ad gutentor-module gutentor-module-carousel has-color-bg has-custom-bg gutentor-slick-a-default-desktop gutentor-slick-a-default-tablet gutentor-slick-a-default-mobile"><div class="grid-container"><div class="gutentor-module-carousel-row" data-dots="false" data-dotstablet="false" data-dotsmobile="false" data-arrows="true" data-arrowstablet="true" data-arrowsmobile="true" data-infinite="true" data-autoplay="true" data-draggable="true" data-pauseonfocus="true" data-pauseonhover="true" data-autoplayspeed="4500" data-cmondesktop="false" data-cmontablet="false" data-cmonmobile="false" data-nextarrow="fas fa-angle-right" data-prevarrow="fas fa-angle-left" data-arrowspositiondesktop="gutentor-slick-a-default-desktop" data-arrowspositiontablet="gutentor-slick-a-default-tablet" data-arrowspositionmobile="gutentor-slick-a-default-mobile" data-speed="300" data-slideitemdesktop="2" data-slideitemtablet="3" data-slideitemmobile="2" data-slidescroll-desktop="2" data-slidescroll-tablet="3" data-slidescroll-mobile="2">
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<div id="section-g670eb6" class="wp-block-gutentor-e6 section-g670eb6 gutentor-element gutentor-element-image text-align-center-desktop"><div class="gutentor-element-image-box"><a class="gutentor-element-image-link" href="https://culturadefato.com.br/postagens-selecionadas-do-telegram-maio-de-2024/"><div class="gutentor-image-thumb"><img decoding="async" class="normal-image" src="https://culturadefato.com.br/wp-content/uploads/2024/06/Airplane_ElenaEpifantseva.jpg" alt="Obra &quot;Airplane&quot;, por Elena Epifantseva." /></div></a></div></div>



<p class="has-text-align-center"><a href="https://culturadefato.com.br/postagens-selecionadas-do-telegram-marco-de-2023/"></a><br><a href="https://culturadefato.com.br/postagens-selecionadas-do-telegram-maio-de-2024/">Postagens selecionadas do Telegram<br>(maio de 2024)</a></p>
</div></div>



<div id="col-g-8wqqqqi" class="wp-block-gutentor-m0-col col-g-8wqqqqi gutentor-carousel-item"><div id="section-g-8wqqqqi" class="section-g-8wqqqqi gutentor-col-wrap has-color-bg has-custom-bg">
<div id="section-g-6bx7q7q" class="wp-block-gutentor-e6 section-g-6bx7q7q gutentor-element gutentor-element-image text-align-center-desktop"><div class="gutentor-element-image-box"><a class="gutentor-element-image-link" href="https://culturadefato.com.br/postagens-selecionadas-do-telegram-abril-de-2024/"><div class="gutentor-image-thumb"><img decoding="async" class="normal-image" src="https://culturadefato.com.br/wp-content/uploads/2024/04/PaperPlane_BujanitaMPaul.jpg" alt="Obra: &quot;Paper Plane&quot;, por Bujanita M. Paul." /></div></a></div></div>



<p class="has-text-align-center"><a href="https://culturadefato.com.br/postagens-selecionadas-do-telegram-marco-de-2023/"></a><br><a href="https://culturadefato.com.br/postagens-selecionadas-do-telegram-abril-de-2024/">Postagens selecionadas do Telegram<br>(abril de 2024)</a></p>
</div></div>



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<div id="section-g08c413" class="wp-block-gutentor-e6 section-g08c413 gutentor-element gutentor-element-image text-align-center-desktop"><div class="gutentor-element-image-box"><a class="gutentor-element-image-link" href="https://culturadefato.com.br/postagens-selecionadas-do-telegram-marco-de-2024/"><div class="gutentor-image-thumb"><img decoding="async" class="normal-image" src="https://culturadefato.com.br/wp-content/uploads/2024/04/PaperPlane.jpg" alt="Obra: &quot;Paper Airplane&quot;, de Meda Norbutaitė." /></div></a></div></div>



<p class="has-text-align-center"><a href="https://culturadefato.com.br/postagens-selecionadas-do-telegram-marco-de-2023/"></a><br><a href="https://culturadefato.com.br/postagens-selecionadas-do-telegram-marco-de-2024/">Postagens selecionadas do Telegram<br>(março de 2024)</a></p>
</div></div>



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<div id="section-geefe1e" class="wp-block-gutentor-e6 section-geefe1e gutentor-element gutentor-element-image text-align-center-desktop"><div class="gutentor-element-image-box"><a class="gutentor-element-image-link" href="https://culturadefato.com.br/postagens-selecionadas-do-telegram-fevereiro-de-2024/"><div class="gutentor-image-thumb"><img decoding="async" class="normal-image" src="https://culturadefato.com.br/wp-content/uploads/2024/02/ThePaperPlane_VeronicaByers.jpg" alt="Obra: &quot;The paper plane&quot;, por Veronica Byers." /></div></a></div></div>



<p class="has-text-align-center"><a href="https://culturadefato.com.br/postagens-selecionadas-do-telegram-marco-de-2023/"></a><br><a href="https://culturadefato.com.br/postagens-selecionadas-do-telegram-fevereiro-de-2024/">Postagens selecionadas do Telegram<br>(fevereiro de 2024)</a></p>
</div></div>



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<div id="section-gc24f30" class="wp-block-gutentor-e6 section-gc24f30 gutentor-element gutentor-element-image text-align-center-desktop"><div class="gutentor-element-image-box"><a class="gutentor-element-image-link" href="https://culturadefato.com.br/postagens-selecionadas-do-telegram-janeiro-de-2024"><div class="gutentor-image-thumb"><img decoding="async" class="normal-image" src="https://culturadefato.com.br/wp-content/uploads/2024/02/DorBeachWinter_2012_NogaAmi-Rav.jpgNoga-Ami-rav.jpg" alt="Obra: &quot;Dor beach winter&quot; (2012), por Noga Ami-rav." /></div></a></div></div>



<p class="has-text-align-center"><a href="https://culturadefato.com.br/postagens-selecionadas-do-telegram-marco-de-2023/"></a><br><a href="https://culturadefato.com.br/postagens-selecionadas-do-telegram-janeiro-de-2024">Postagens selecionadas do Telegram<br>(janeiro de 2024)</a></p>
</div></div>



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<div id="section-gd84f31" class="wp-block-gutentor-e6 section-gd84f31 gutentor-element gutentor-element-image text-align-center-desktop"><div class="gutentor-element-image-box"><a class="gutentor-element-image-link" href="https://culturadefato.com.br/postagens-selecionadas-do-telegram-dezembro-de-2023/"><div class="gutentor-image-thumb"><img decoding="async" class="normal-image" src="https://culturadefato.com.br/wp-content/uploads/2023/12/OnTheLoose_BehzadTabar.jpg" alt="Obra: &quot;On the loose&quot;, por Behzad Tabar." /></div></a></div></div>



<p class="has-text-align-center"><a href="https://culturadefato.com.br/postagens-selecionadas-do-telegram-marco-de-2023/"></a><br><a href="https://culturadefato.com.br/postagens-selecionadas-do-telegram-dezembro-de-2023/">Postagens selecionadas do Telegram<br>(dezembro de 2023)</a></p>
</div></div>



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<div id="section-g8cfa2f" class="wp-block-gutentor-e6 section-g8cfa2f gutentor-element gutentor-element-image text-align-center-desktop"><div class="gutentor-element-image-box"><a class="gutentor-element-image-link" href="https://culturadefato.com.br/postagens-selecionadas-do-telegram-novembro-de-2023/"><div class="gutentor-image-thumb"><img decoding="async" class="normal-image" src="https://culturadefato.com.br/wp-content/uploads/2023/11/WomanWithASmartPhone.jpg" alt="Woman with a smartPhone" /></div></a></div></div>



<p class="has-text-align-center"><a href="https://culturadefato.com.br/postagens-selecionadas-do-telegram-marco-de-2023/"></a><br><a href="https://culturadefato.com.br/postagens-selecionadas-do-telegram-novembro-de-2023/">Postagens selecionadas do Telegram<br>(novembro de 2023)</a></p>
</div></div>



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<div id="section-g58a9c3" class="wp-block-gutentor-e6 section-g58a9c3 gutentor-element gutentor-element-image text-align-center-desktop"><div class="gutentor-element-image-box"><a class="gutentor-element-image-link" href="https://culturadefato.com.br/postagens-selecionadas-do-telegram-outubro-de-2023"><div class="gutentor-image-thumb"><img decoding="async" class="normal-image" src="https://culturadefato.com.br/wp-content/uploads/2023/10/Canhao.jpg" alt="Aquarela de canhão da Guerra Civil" /></div></a></div></div>



<p class="has-text-align-center"><a href="https://culturadefato.com.br/postagens-selecionadas-do-telegram-marco-de-2023/"></a><br><a href="https://culturadefato.com.br/postagens-selecionadas-do-telegram-outubro-de-2023">Postagens selecionadas do Telegram<br>(outubro de 2023)</a></p>
</div></div>



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<div id="section-g2e9a55" class="wp-block-gutentor-e6 section-g2e9a55 gutentor-element gutentor-element-image text-align-center-desktop"><div class="gutentor-element-image-box"><a class="gutentor-element-image-link" href="https://culturadefato.com.br/postagens-selecionadas-do-telegram-setembro-de-2023/"><div class="gutentor-image-thumb"><img decoding="async" class="normal-image" src="https://culturadefato.com.br/wp-content/uploads/2023/09/VishalJoshiFineArtist.jpg" alt="Por Vishal Joshi Fine Artist" /></div></a></div></div>



<p class="has-text-align-center"><a href="https://culturadefato.com.br/postagens-selecionadas-do-telegram-marco-de-2023/"></a><br><a href="https://culturadefato.com.br/postagens-selecionadas-do-telegram-setembro-de-2023/">Postagens selecionadas do Telegram<br>(setembro de 2023)</a></p>
</div></div>



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<div id="section-g90b161" class="wp-block-gutentor-e6 section-g90b161 gutentor-element gutentor-element-image text-align-center-desktop"><div class="gutentor-element-image-box"><a class="gutentor-element-image-link" href="https://culturadefato.com.br/postagens-selecionadas-do-telegram-agosto-de-2023/"><div class="gutentor-image-thumb"><img decoding="async" class="normal-image" src="https://culturadefato.com.br/wp-content/uploads/2023/09/PaperAirplane_VoichenkoSerghei.jpg" alt="Obra &quot;Paper airplane&quot;, por Voichenko Serghei" /></div></a></div></div>



<p class="has-text-align-center"><a href="https://culturadefato.com.br/postagens-selecionadas-do-telegram-marco-de-2023/"></a><br><a href="https://culturadefato.com.br/postagens-selecionadas-do-telegram-agosto-de-2023/">Postagens selecionadas do Telegram</a><br><a href="https://culturadefato.com.br/postagens-selecionadas-do-telegram-agosto-de-2023/">(agosto de 2023)</a></p>
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<div id="section-g9bcbd4" class="wp-block-gutentor-e6 section-g9bcbd4 gutentor-element gutentor-element-image text-align-center-desktop"><div class="gutentor-element-image-box"><a class="gutentor-element-image-link" href="https://culturadefato.com.br/postagens-selecionadas-do-telegram-julho-2023/"><div class="gutentor-image-thumb"><img decoding="async" class="normal-image" src="https://culturadefato.com.br/wp-content/uploads/2023/07/TheFlightOfAviatorSantosDumontWithAirplane14Bis.jpg" alt="Obra: &quot;The flight of aviator Santos Dumont with airplane 14 Bis&quot; (1906), detalhes em: https://www.deconamic.com/item/the-flight-of-aviator-santos-dumont-with-airplane-14-bis/" /></div></a></div></div>



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</div></div>



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<div id="section-g581c62" class="wp-block-gutentor-e6 section-g581c62 gutentor-element gutentor-element-image text-align-center-desktop"><div class="gutentor-element-image-box"><a class="gutentor-element-image-link" href="https://culturadefato.com.br/postagens-selecionadas-do-telegram-junho-2023/"><div class="gutentor-image-thumb"><img decoding="async" class="normal-image" src="https://culturadefato.com.br/wp-content/uploads/2023/06/PaperPlane_AhedIzhiman.jpg" alt="Obra: &quot;Paper Plane&quot;, por Ahed Izhiman." /></div></a></div></div>



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<div id="section-g93ab48" class="wp-block-gutentor-e6 section-g93ab48 gutentor-element gutentor-element-image text-align-center-desktop"><div class="gutentor-element-image-box"><a class="gutentor-element-image-link" href="https://culturadefato.com.br/postagens-selecionadas-do-telegram-abril-e-maio-de-2023/"><div class="gutentor-image-thumb"><img decoding="async" class="normal-image" src="https://culturadefato.com.br/wp-content/uploads/2023/05/PaperAirplanes.jpg" alt="&quot;Paper Airplanes&quot; é uma fotografia de YoPedro." /></div></a></div></div>



<p class="has-text-align-center"><a href="https://culturadefato.com.br/postagens-selecionadas-do-telegram-marco-de-2023/"></a><br><a href="https://culturadefato.com.br/postagens-selecionadas-do-telegram-abril-e-maio-de-2023/">Postagens selecionadas do Telegram</a><br><a href="https://culturadefato.com.br/postagens-selecionadas-do-telegram-abril-e-maio-de-2023/">(abril e maio de 2023)</a></p>
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<div id="col-gme37308" class="wp-block-gutentor-m0-col col-gme37308 gutentor-carousel-item"><div id="section-gme37308" class="section-gme37308 gutentor-col-wrap has-color-bg has-custom-bg">
<div id="section-ga464ca" class="wp-block-gutentor-e6 section-ga464ca gutentor-element gutentor-element-image text-align-center-desktop"><div class="gutentor-element-image-box"><a class="gutentor-element-image-link" href="https://culturadefato.com.br/postagens-selecionadas-do-telegram-marco-de-2023/"><div class="gutentor-image-thumb"><img decoding="async" class="normal-image" src="https://culturadefato.com.br/wp-content/uploads/2023/03/PaperAirplanes_2018_MichaelCreese.jpg" alt="“Paper Airplanes” (2018), por Michael Creese." /></div></a></div></div>



<p class="has-text-align-center"><a href="https://culturadefato.com.br/postagens-selecionadas-do-telegram-marco-de-2023/"></a><br><a href="https://culturadefato.com.br/postagens-selecionadas-do-telegram-novembro-de-2022/">Postagens selecionadas do Telegram</a><br><a href="https://culturadefato.com.br/postagens-selecionadas-do-telegram-novembro-de-2022/">(março de 2022)</a></p>
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<div id="section-g573dc0" class="wp-block-gutentor-e6 section-g573dc0 gutentor-element gutentor-element-image text-align-center-desktop"><div class="gutentor-element-image-box"><a class="gutentor-element-image-link" href="https://culturadefato.com.br/postagens-selecionadas-do-telegram-novembro-de-2022/"><div class="gutentor-image-thumb"><img decoding="async" class="normal-image" src="https://culturadefato.com.br/wp-content/uploads/2022/11/PaperPlaneFlying_OverTheOcean_IdanBadishi.jpg" alt="Obra &quot;Paper plane flying over rhe ocean&quot;, por Idan Badishi." /></div></a></div></div>



<p class="has-text-align-center"><br><a href="https://culturadefato.com.br/postagens-selecionadas-do-telegram-novembro-de-2022/">Postagens selecionadas do Telegram</a><br><a href="https://culturadefato.com.br/postagens-selecionadas-do-telegram-novembro-de-2022/">(novembro de 2022)</a></p>
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<div id="col-gmb0aabb" class="wp-block-gutentor-m0-col col-gmb0aabb gutentor-carousel-item"><div id="section-gmb0aabb" class="section-gmb0aabb gutentor-col-wrap">
<div id="section-geaf75e" class="wp-block-gutentor-e6 section-geaf75e gutentor-element gutentor-element-image gutentor-enabled-width text-align-center-desktop"><div class="gutentor-element-image-box"><a class="gutentor-element-image-link" href="https://culturadefato.com.br/cultura-de-fato-no-telegram-postagens-selecionadas-agosto-e-setembro-de-2022/"><div class="gutentor-image-thumb"><img decoding="async" class="normal-image" src="https://culturadefato.com.br/wp-content/uploads/2022/10/PaperAirplanesCarolineSerafinas.jpg" alt="Obra: &quot;Paper Airplanes&quot;, por Caroline Serafinas." /></div></a></div></div>



<p class="has-text-align-center"><br><a href="https://culturadefato.com.br/cultura-de-fato-no-telegram-postagens-selecionadas-agosto-e-setembro-de-2022/">Cultura de Fato no Telegram:</a><br><a href="https://culturadefato.com.br/cultura-de-fato-no-telegram-postagens-selecionadas-agosto-e-setembro-de-2022/">Postagens selecionadas (agosto e setembro de 2022)</a></p>
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<div id="col-gm950c68" class="wp-block-gutentor-m0-col col-gm950c68 gutentor-carousel-item"><div id="section-gm950c68" class="section-gm950c68 gutentor-col-wrap">
<div id="section-g4c3d27" class="wp-block-gutentor-e6 section-g4c3d27 gutentor-element gutentor-element-image gutentor-enabled-width text-align-center-desktop"><div class="gutentor-element-image-box"><a class="gutentor-element-image-link" href="https://culturadefato.com.br/postagens-selecionadas-do-telegram-fevereiro-de-2022/"><div class="gutentor-image-thumb"><img decoding="async" class="normal-image" src="https://culturadefato.com.br/wp-content/uploads/2022/03/PageTurner.jpg" alt="Obra: &quot;Page Turner&quot; (2013), de David Tanner." /></div></a></div></div>



<p class="has-text-align-center"><br><a href="https://culturadefato.com.br/postagens-selecionadas-do-telegram-fevereiro-de-2022/">Postagens selecionadas do Telegram</a><br><a href="https://culturadefato.com.br/postagens-selecionadas-do-telegram-fevereiro-de-2022/">(fevereiro de 2022)</a></p>
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<div id="col-gm6d83bf" class="wp-block-gutentor-m0-col col-gm6d83bf gutentor-carousel-item"><div id="section-gm6d83bf" class="section-gm6d83bf gutentor-col-wrap">
<div id="section-g048357" class="wp-block-gutentor-e6 section-g048357 gutentor-element gutentor-element-image gutentor-enabled-width text-align-center-desktop"><div class="gutentor-element-image-box"><a class="gutentor-element-image-link" href="https://culturadefato.com.br/postagens-selecionadas-do-telegram-janeiro-de-2022/"><div class="gutentor-image-thumb"><img decoding="async" class="normal-image" src="https://culturadefato.com.br/wp-content/uploads/2022/02/DDReading.jpg" alt="Obra &quot;D. D. Reading&quot;, por Onelio Marrero." /></div></a></div></div>



<p class="has-text-align-center"><br><a href="https://culturadefato.com.br/postagens-selecionadas-do-telegram-janeiro-de-2022/">Postagens selecionadas do Telegram</a><br><a href="https://culturadefato.com.br/postagens-selecionadas-do-telegram-janeiro-de-2022/">(janeiro de 2022)</a></p>
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<div id="col-gmabb011" class="wp-block-gutentor-m0-col col-gmabb011 gutentor-carousel-item"><div id="section-gmabb011" class="section-gmabb011 gutentor-col-wrap">
<div id="section-g561d45" class="wp-block-gutentor-e6 section-g561d45 gutentor-element gutentor-element-image"><div class="gutentor-element-image-box"><a class="gutentor-element-image-link" href="https://culturadefato.com.br/postagens-selecionadas-do-telegram-set-out-2021/"><div class="gutentor-image-thumb"><img decoding="async" class="normal-image" src="https://culturadefato.com.br/wp-content/uploads/2021/10/Reading_FrancescoNetti.jpg" alt="Obra: &quot;Reading&quot; (1873), de Francesco Netti (1832 - 1894)." /></div></a></div></div>



<p class="has-text-align-center"><br><a href="https://culturadefato.com.br/postagens-selecionadas-do-telegram-set-out-2021/">Postagens selecionadas do Telegram</a><br><a href="https://culturadefato.com.br/postagens-selecionadas-do-telegram-set-out-2021/">(Set/Out 2021)</a></p>
</div></div>



<div id="col-gmfaebfc" class="wp-block-gutentor-m0-col col-gmfaebfc gutentor-carousel-item"><div id="section-gmfaebfc" class="section-gmfaebfc gutentor-col-wrap">
<div id="section-g9031b8" class="wp-block-gutentor-e6 section-g9031b8 gutentor-element gutentor-element-image"><div class="gutentor-element-image-box"><a class="gutentor-element-image-link" href="https://culturadefato.com.br/sete-postagens-selecionadas-do-telegram/"><div class="gutentor-image-thumb"><img decoding="async" class="normal-image" src="https://culturadefato.com.br/wp-content/uploads/2021/08/ReadingANewspaperInTheGarden_HenriToulouse-Lautrec.jpg" alt="“Desire Dehau Reading a Newspaper in the Garden” (1890), do pintor francês Henri de Toulouse-Lautrec (1864 - 1901)." /></div></a></div></div>



<p class="has-text-align-center"><br><a href="https://culturadefato.com.br/sete-postagens-selecionadas-do-telegram/">Sete postagens selecionadas do Telegram</a></p>
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<div id="col-gm9adca9" class="wp-block-gutentor-m0-col col-gm9adca9 gutentor-carousel-item"><div id="section-gm9adca9" class="section-gm9adca9 gutentor-col-wrap">
<div id="section-ga69870" class="wp-block-gutentor-e6 section-ga69870 gutentor-element gutentor-element-image"><div class="gutentor-element-image-box"><a class="gutentor-element-image-link" href="https://culturadefato.com.br/seis-postagens-selecionadas-do-telegram/"><div class="gutentor-image-thumb"><img decoding="async" class="normal-image" src="https://culturadefato.com.br/wp-content/uploads/2021/06/LendoJornal.jpg" alt="Recorte da obra: &quot;Lendo o jornal&quot;, criada em 1905 pelo pintor, desenhista e professor português José Vital Branco Malhoa (1855 - 1933)." /></div></a></div></div>



<p class="has-text-align-center"><br><a href="https://culturadefato.com.br/seis-postagens-selecionadas-do-telegram/">Seis postagens selecionadas do Telegram</a></p>
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<div id="col-gm80874c" class="wp-block-gutentor-m0-col col-gm80874c gutentor-carousel-item"><div id="section-gm80874c" class="section-gm80874c gutentor-col-wrap">
<div id="section-gd8eccc" class="wp-block-gutentor-e6 section-gd8eccc gutentor-element gutentor-element-image"><div class="gutentor-element-image-box"><a class="gutentor-element-image-link" href="https://culturadefato.com.br/telegram-postagens-avulsas-de-autores-pertinentes/"><div class="gutentor-image-thumb"><img decoding="async" class="normal-image" src="https://culturadefato.com.br/wp-content/uploads/2021/06/TheLetter_1896_LadislausVonCzachorski.jpg" alt="Recorte da obra: &quot;The Letter&quot;, criada em 1896 pelo pintor polonês Władysław Czachórski (1850 - 1911)." /></div></a></div></div>



<p class="has-text-align-center"><br><a href="https://culturadefato.com.br/telegram-postagens-avulsas-de-autores-pertinentes/">Seis postagens selecionadas do Telegram</a></p>
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<br>
<p>O post <a href="https://culturadefato.com.br/postagens-selecionadas-do-telegram-junho-e-julho-de-2024/">Postagens selecionadas do Telegram (junho e julho de 2024)</a> apareceu primeiro em <a href="https://culturadefato.com.br">Cultura de Fato</a>.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Reciclagem, conservação e sustentabilidade</title>
		<link>https://culturadefato.com.br/reciclagem-conservacao-e-sustentabilidade/</link>
					<comments>https://culturadefato.com.br/reciclagem-conservacao-e-sustentabilidade/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Roy Cordato]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 23 Apr 2024 03:00:44 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Política e Economia]]></category>
		<category><![CDATA[A Grande Farsa do Aquecimento Global]]></category>
		<category><![CDATA[Ambientalismo]]></category>
		<category><![CDATA[Aquecimento Global]]></category>
		<category><![CDATA[Engenharia Social]]></category>
		<category><![CDATA[Ideologia de Esquerda]]></category>
		<category><![CDATA[Instituto Ludwig von Mises]]></category>
		<category><![CDATA[Reciclagem]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>“Na indústria papeleira, 87% das árvores são plantadas para a produção de papel. Isto significa que, de cada 13 árvores que seriam 'salvas' pela reciclagem, 87 jamais seriam plantadas.”</p>
<p>O post <a href="https://culturadefato.com.br/reciclagem-conservacao-e-sustentabilidade/">Reciclagem, conservação e sustentabilidade</a> apareceu primeiro em <a href="https://culturadefato.com.br">Cultura de Fato</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="has-text-align-center">“<em>É tradição da Esquerda julgar o sucesso humano pelo fracasso de alguns.</em><br><em>Isso sempre lhe oferece uma vítima a ser resgatada.</em> <em>No século XIX eram os proletários;</em><br><em>nos anos 60, a juventude; depois as mulheres e os animais; agora o planeta!</em>”<br><span data-tooltip="Roger Scruton (1944 - 2020), filósofo e escritor inglês." data-tooltip-position="top">Roger Scruton</span> (1944 &#8211; 2020)</p>



<p class="has-text-align-right" style="font-size:13px"><em>* <a href="#Notas" id="RefNotas">Notas da editoria</a></em></p>



<hr class="wp-block-separator has-css-opacity is-style-wide"/>



<br>



<p class="has-drop-cap">A reciclagem adquiriu um <em>status</em> moral quase que inquestionável, em grande parte porque crianças e adolescentes, doutrinados pela propaganda ambientalista continuamente regurgitada pelas escolas e universidades, chegam às suas casas munidos de informações falaciosas e as utilizam para intimidar seus pais.&nbsp;Não seria exagero algum dizer que mais de 70% da juventude quer que seus pais reciclem.</p>



<p>Porém, aqui vai meu humilde conselho aos pais: não se envergonhem e não se deixem intimidar! Joguem fora todo e qualquer lixo. Não há nenhuma virtude em reciclar algo que o mercado não está disposto a lhe pagar.&nbsp;Se reciclagem fosse realmente uma necessidade premente, tal ato teria um enorme preço de mercado, e as pessoas seriam pagas para incorrer em tal atividade. O que nossas crianças e adolescentes estão aprendendo nada mais é do que ideologia esquerdista, sem nenhum respaldo em fatos ou na ciência.</p>



<p>Um dos argumentos utilizados em prol da reciclagem é que o mundo está ficando sem aterros sanitários, pois o espaço para eles estaria acabando.&nbsp;Os meios de comunicação se esmeram em propagandear, principalmente em canais voltados para o público infantil, imagens sombrias de cidades soterradas sob seu próprio lixo.&nbsp;É exatamente isto o que se passa por educação ambientalista no mundo atual.</p>



<p>Porém, a realidade é que não há e nem nunca houve qualquer escassez de espaço para a construção de aterros.&nbsp;Se houvesse de fato tal escassez, o preço de mercado para tal espaço seria tão astronômico, que as pessoas estariam demolindo suas próprias casas para construir aterros em seus lugares.&nbsp;Ato contínuo, elas iriam embolsar o lucro e comprariam mansões.&nbsp;No entanto, a verdade é que se todo o lixo sólido a ser produzido nos próximos mil anos fosse concentrado em um único lugar, ele ocuparia apenas 114 quilômetros quadrados — o equivalente a 0,001% de toda a área dos EUA.</p>



<p class="img-direita"><a href="https://culturadefato.com.br/a-religiao-do-seculo-xxi/"><img decoding="async" class="wp-image-21261" src="https://culturadefato.com.br/wp-content/uploads/2024/04/Welcome_Med.jpg" alt="Welcome (Tamanho pequeno e cantos esfumaçados)"></a>E o que dizer sobre a tão propalada alegação de que a reciclagem, principalmente a de papel, irá “salvar a vida” de várias árvores? Toda criança tem este mantra na ponta da língua. O papel, afinal, é feito da madeira das árvores. Por que não produzir papel novo utilizando papel antigo e, assim, evitar que mais árvores sejam derrubadas? Simplesmente porque não é assim que funciona a lógica econômica. A oferta sempre será comandada pela demanda. Se amanhã repentinamente pararmos de utilizar trigo para fazer pão, haveria menos trigo no mundo daqui a um ano. A oferta de trigo cairia drasticamente. Não mais haveria incentivos de mercado para se cultivar trigos, seus preços despencariam e o cultivo de trigo seria uma atividade totalmente deficitária. Da mesma forma, se todo o mundo parasse de comer frango, a população de frango diminuiria, e não aumentaria, como supõem quase todos os ambientalistas.</p>



<p>A mesma lógica se aplica à relação entre papel e árvores. Se pararmos de utilizar papel, menos árvores seriam plantadas. Não haveria incentivos de mercado para a conservação de florestas. Na indústria papeleira, 87% das árvores utilizadas são plantadas para a produção de papel. Isto significa que, de cada 13 árvores que seriam “salvas” pela reciclagem, 87 jamais seriam plantadas. É exatamente por causa da demanda por papel que o número de árvores plantadas no mundo aumentou nos últimos 60 anos. Eis, portanto, uma lição incômoda para os ambientalistas: se o seu objetivo é maximizar o número de árvores, não recicle papel. Outra lição: se você quer aumentar o número de árvores, defenda o capitalismo e a propriedade privada. Quando se é dono da sua própria terra, há vários incentivos econômicos para se cuidar muito bem desta sua terra. Sua preocupação é com a produtividade de longo prazo. Assim, o proprietário de uma floresta, por exemplo, irá permitir que uma madeireira ceife apenas um número limitado de árvores, pois ele não apenas terá de replantar todas as que foram ceifadas, como também terá de deixar um número suficiente para a colheita do próximo ano.</p>



<p>Outras declarações feitas por defensores da reciclagem são igualmente problemáticas. Reciclar não poupa recursos. Pelo contrário, desperdiça recursos valiosos. Em geral, reciclar é mais caro do que construir aterros, com a única exceção para esta regra sendo o alumínio. As crianças também são doutrinadas a acreditar que reciclar irá reduzir a poluição. Mas a elas não é dito que o processo de reciclagem é, em si, extremamente poluente. A reciclagem de jornais, por exemplo, requer que a tinta velha utilizada nos jornais seja retirada das páginas. Este é um processo quimicamente intensivo que gera enormes quantidades de lixo tóxico. Muito mais “ambientalmente saudável” seria simplesmente jogar os jornais fora.</p>



<p>Adicionalmente, um programa de coleta de recicláveis exige o uso de caminhões diferentes dos caminhões utilizados para a coleta de lixo comum. Isto, por sua vez, significa mais caminhões circulando diariamente (ou semanalmente) nas cidades. E isto, por sua vez, significa mais poluição do ar. Em Nova York, por exemplo, após instituir a reciclagem compulsória, a prefeitura teve de acrescentar duas coletas adicionais por semana. Já em Los Angeles, a prefeitura teve de duplicar sua frota de caminhões de lixo.</p>



<p>Mas o fato é que os recicladores têm uma agenda muito mais ambiciosa do que aquela com que doutrinam as crianças e os adolescentes. No livro <a href="https://amzn.to/3UgHc2k" target="_blank" rel="noreferrer noopener sponsored nofollow"><em>Waste Management: Towards a Sustainable Society</em></a>, seus autores, <span data-tooltip="Om" data-tooltip-position="top">O.</span> <span data-tooltip="Prakash" data-tooltip-position="top">P.</span> Kharband e <span data-tooltip="Ernest" data-tooltip-position="top">E.</span> A. Stallworthy, chegam a reclamar que as construtoras descartam pregos envergados e que os hospitais utilizam seringas descartáveis. “O chamado ‘padrão de vida&#8217;”, concluem os autores, “terá de ser reduzido”.</p>



<p>Eis aí o real objetivo da elite defensora de programas compulsórios de reciclagem. E, tragicamente, esta redução no padrão de vida já foi alcançada em várias cidades que construíram monstruosas e caras fábricas de reciclagem, o que levou a desperdícios inacreditáveis, impostos mais altos, e prefeituras financeiramente estropiadas.</p>



<br>



<h2 class="wp-block-heading">A realidade econômica do debate ambientalista</h2>



<br>



<p>Debates sobre questões ambientais nada mais são do que debates sobre como estamos precificando o futuro. Em economês, diz-se que estamos atribuindo ao futuro um valor presente muito descontado. Questões sobre “o mundo que estamos deixando para nossos filhos” e reclamações sobre a suposta miopia das gerações atuais são, em última instância, alegações de que estamos precificando o futuro de maneira incorreta e inapropriada — ou, mais especificamente, que estamos descontando acentuadamente o valor presente do futuro.</p>



<p class="img-direita"><a href="https://amzn.to/3OrexUC" target="_blank" rel="noreferrer noopener sponsored nofollow"><img decoding="async" width="345" height="530" class="wp-image-2650" src="https://culturadefato.com.br/wp-content/uploads/2020/10/TheArmchairEconomist.jpg" alt="Capa do livro: &quot;The Armchair Economist: Economics and Everyday Life&quot;"></a>Em seu livro <em><a href="https://amzn.to/3OrexUC" target="_blank" rel="noreferrer noopener sponsored nofollow">The Armchair Economist: Economics and Everyday Life</a></em>, Steven Landsburg apresentou um excelente ponto sobre a alegação de que temos de conservar a terra para as gerações futuras. Ele pergunta como podemos saber com total certeza se nossos filhos e netos irão preferir uma floresta a toda a renda e riqueza que seriam geradas por, digamos, um estacionamento ou um <em>shopping</em>. E a resposta é que nós simplesmente não sabemos, pois, novamente recorrendo ao economês, é impossível fazer comparações interpessoais de utilidade. Mas podemos utilizar o princípio da preferência temporal para nortear nossas decisões.</p>



<p>Alguns dizem que não podemos precificar o futuro de maneira tão baixa — ou que, se o fizermos, deveríamos descontar seu valor presente de uma maneira extremamente ínfima. Tais pessoas argumentam que, ao fazermos nossos cálculos ambientais de hoje, as gerações futuras deveriam ser incluídas nele e consideradas como tendo o mesmo peso da geração atual. Certo, mas qual a consequência real e lógica de tal postura? Ora, se realmente fizermos isso para todos os assuntos envolvendo o ambiente, então qualquer questão sobre a proteção do planeta irá se tornar irrelevante por causa de um fato incômodo e perturbador já apontado pelo economista <span data-tooltip="Walter Edward Block: economista americano, pró-livre mercado e associado à Escola Austríaca. É membro sênior do Instituto Ludwig von Mises em Auburn, Alabama." data-tooltip-position="top">Walter Block</span>: <em>em algum momento futuro, o sol irá desaparecer, e o planeta com o qual estamos tão preocupados hoje irá simplesmente desaparecer. E isso é um fato para o qual não há alternativas</em>.</p>



<p>Logo, se estamos tão preocupados com a preservação das espécies, e se já sambemos de antemão que, um dia, o planeta Terra irá inevitavelmente desaparecer, então temos de buscar um conjunto de ideias radicalmente distintas e uma abordagem radicalmente diferente da atual maneira de se pensar o ambiente. Temos de levar em conta que haverá um momento em que o principal problema ambiental a ser enfrentado pela humanidade não será como reduzir a poluição da terra, do ar e do mar, mas sim como sair deste planeta ou como alterar sua posição no sistema solar, duas tarefas que estão muito além das fronteiras da nossa atual capacidade tecnológica, mas que podem ser alcançadas, pelo menos em princípio.</p>



<p>Uma solução para este inevitável problema seria o acúmulo de recursos e capital, algo que requer um nível muito maior de criatividade e engenho humano, e uma divisão do trabalho muito mais acentuada que a atual, de modo que as pessoas possam se concentrar nos problemas e desafios gerados por uma viagem interplanetária. Isto significa que seriam necessárias mais pessoas habitando o planeta, e elas teriam de ser muito mais ricas do que são hoje, e teriam de enriquecer de maneira bem mais acelerada, pois isso liberaria o recursos necessários para solucionar todos estes problemas.</p>



<p>Embora isto — aumento populacional e enriquecimento acelerado — seja algo que vá exatamente contra as ideias ambientalistas convencionais, trata-se exatamente da consequência lógica de se dizer que as gerações futuras devem ser consideradas como tendo o mesmo valor da nossa geração atual. A tese de que não devemos dar ao futuro — e às gerações futuras — um valor presente descontado implica que todos os outros problemas atuais devem ser relegados a segundo plano, dando-se prioridade ao urgente problema de como impedir a inevitável extinção humana que irá ocorrer quando o sol morrer.</p>



<br>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Conclusão</strong></h2>



<br>



<p>À primeira vista, o objetivo de se reciclar mais e de se conservar mais pode parecer muito apropriado, até mesmo desejável. No entanto, os defensores de tais práticas não possuem as informações econômicas necessárias para se tomar as decisões corretas nestas questões, pois não há direitos de propriedade claramente definidos sobre os recursos naturais escassos. Não há propriedade privada sobre aterros sanitários e não há livre mercado para a reciclagem de lixo. Adicionalmente, como mostra o exemplo de Block, se realmente nos importamos com as gerações futuras, se dermos a ela exatamente a mesma importância que damos a nós mesmos e, consequentemente, se estamos dispostos a nos sacrificar por ela — pois, afinal, damos a ela o mesmo valor que damos a nós mesmos —, então o inevitável fato de que o sol irá morrer um dia significa que, em vez de estarmos hoje preocupados com a reciclagem de lixo, deveríamos, isto sim, estar preocupados em construir colônias planetárias, exatamente como no seriado <em>Battlestar Galáctica</em>. Quem for contra isso, ou achar que se trata de um exagero, então tal pessoa realmente não está preocupada com as gerações futuras que presumivelmente irão habitar a terra daqui a vários bilhões de anos.</p>



<p>Recicladores e ambientalistas não são cidadãos melhores ou mais bem intencionados. São apenas mal informados. Quer salvar árvores e diminuir a poluição? Enfie seus papeis em uma grande sacola plástica e jogue-a fora.</p>



<br>



<p class="has-text-align-right img-esquerda">Escrito por <a rel="nofollow noopener noreferrer" href="http://www.johnlocke.org/research/bio/25" target="_blank">Roy Cordato</a>.<br>Colaborou para este artigo <a rel="nofollow noopener noreferrer" href="http://www.learnliberty.org/speakers/art-carden/" target="_blank">Art Carden</a>.<br>Publicado originalmente por <a href="http://www.mises.org.br/" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><em>Instituto Ludwig von Mises Brasil</em></a>, em 28 de Maio de 2012.</p>



<br>



<p class="has-text-align-right">O autor, <a href="https://culturadefato.com.br/author/roycordato/">Roy Cordato</a>, é Vice-presidente para pesquisas e acadêmico residente da <em><a href="https://www.johnlocke.org/" target="_blank" rel="noreferrer noopener nofollow">John Locke Foundation</a></em>.<br>É também pesquisador adjunto do <em><a href="https://mises.org/" target="_blank" rel="noreferrer noopener nofollow">Mises Institute</a></em>.</p>



<br>



<p class="has-background has-very-light-gray-background-color"><span id="Notas"></span><a href="#RefNotas"><img loading="lazy" decoding="async" width="17" height="14" class="wp-image-16646" style="width: 17px;" src="https://culturadefato.com.br/wp-content/uploads/2020/07/Subir_FundoCinza.jpg" alt="Subir com fundo cinza"></a> <strong>Notas da editoria:</strong><br><br><strong>1</strong>. Imagem da capa: “<em><a href="https://arthive.com/artists/66605~Mikhail_Rudnik/works/464637~Landfill_No_5" target="_blank" rel="noreferrer noopener nofollow">Landfill No. 5</a></em>”, de <a href="https://arthive.com/artists/66605~Mikhail_Rudnik" target="_blank" rel="noreferrer noopener nofollow">Mikhail Rudnik</a>.<br><strong>2</strong>. Este artigo foi originalmente publicado na <span data-tooltip="Na época utilizávamos o endereço: ''culturateca.com.br''." data-tooltip-position="top"><em>Cultura de Fato</em></span> em 5 de dezembro de 2015. A data de 23 de abril de 2024 corresponde à última edição.</p>



<br>



<h2 class="wp-block-heading has-text-align-center">Para saber mais, leia:</h2>



<br>



<section id="gme01b4d5" class="wp-block-gutentor-m0 alignfull section-gme01b4d5 gutentor-module gutentor-module-carousel has-color-bg has-custom-bg gutentor-slick-a-default-desktop gutentor-slick-a-default-tablet gutentor-slick-a-default-mobile"><div class="grid-container"><div class="gutentor-module-carousel-row" data-dots="false" data-dotstablet="false" data-dotsmobile="false" data-arrows="true" data-arrowstablet="true" data-arrowsmobile="true" data-infinite="true" data-autoplay="true" data-draggable="true" data-pauseonfocus="true" data-pauseonhover="true" data-autoplayspeed="4500" data-cmondesktop="false" data-cmontablet="false" data-cmonmobile="false" data-nextarrow="fas fa-angle-right" data-prevarrow="fas fa-angle-left" data-arrowspositiondesktop="gutentor-slick-a-default-desktop" data-arrowspositiontablet="gutentor-slick-a-default-tablet" data-arrowspositionmobile="gutentor-slick-a-default-mobile" data-speed="300" data-slideitemdesktop="2" data-slideitemtablet="3" data-slideitemmobile="2" data-slidescroll-desktop="2" data-slidescroll-tablet="3" data-slidescroll-mobile="2">
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<p class="has-text-align-center"><br><em><a href="https://culturadefato.com.br/dioxido-de-carbono-nao-causa-aquecimento-nenhum-gas-causa-aquecimento/">Dióxido de carbono não causa aquecimento – nenhum gás causa aquecimento</a></em>, por <a href="https://culturadefato.com.br/author/jamesmoodey/">James T. Moodey</a></p>
</div></div>



<div id="col-gm29160f" class="wp-block-gutentor-m0-col col-gm29160f gutentor-carousel-item"><div id="section-gm29160f" class="section-gm29160f gutentor-col-wrap has-color-bg has-custom-bg">
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<p class="has-text-align-center"><br><em><a href="https://culturadefato.com.br/estudos-provam-que/">Estudos provam que…</a></em>,<br>por <a href="https://culturadefato.com.br/author/thomassowell/">Thomas Sowell</a></p>
</div></div>



<div id="col-gmbfcb19" class="wp-block-gutentor-m0-col col-gmbfcb19 gutentor-carousel-item"><div id="section-gmbfcb19" class="section-gmbfcb19 gutentor-col-wrap has-color-bg has-custom-bg">
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<p class="has-text-align-center"><br><em><a href="https://culturadefato.com.br/os-veiculos-eletricos-vao-desaparecer/">Os veículos elétricos vão desaparecer</a></em>,<br>por <a href="https://culturadefato.com.br/author/douglasfrench/">Douglas French</a></p>
</div></div>



<div id="col-gm1a69f9" class="wp-block-gutentor-m0-col col-gm1a69f9 gutentor-carousel-item"><div id="section-gm1a69f9" class="section-gm1a69f9 gutentor-col-wrap has-color-bg has-custom-bg">
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<p class="has-text-align-center"><br><em><a href="https://culturadefato.com.br/a-religiao-do-seculo-xxi/">A religião do século XXI</a></em>,<br>por <a href="https://culturadefato.com.br/author/joaoluizmauad/">João Luiz Mauad</a></p>
</div></div>



<div id="col-gm7e920c" class="wp-block-gutentor-m0-col col-gm7e920c gutentor-carousel-item"><div id="section-gm7e920c" class="section-gm7e920c gutentor-col-wrap has-color-bg has-custom-bg">
<div id="section-g0f3fde" class="wp-block-gutentor-e6 section-g0f3fde gutentor-element gutentor-element-image text-align-center-desktop"><div class="gutentor-element-image-box"><a class="gutentor-element-image-link" href="https://culturadefato.com.br/davos-ditadores-e-as-verdadeiras-ameacas-a-nossa-democracia/"><div class="gutentor-image-thumb"><img decoding="async" class="normal-image" src="https://culturadefato.com.br/wp-content/uploads/2021/02/VoceNaoEstaEsquecido.jpg" alt="Recorte da obra: &quot;You Are Not Forgotten&quot;, por Jon McNauhgton." /></div></a></div></div>



<p class="has-text-align-center"><br><em><a href="https://culturadefato.com.br/davos-ditadores-e-as-verdadeiras-ameacas-a-nossa-democracia/">Davos, ditadores e as verdadeiras “ameaças à nossa democracia”</a></em>, por <a href="https://culturadefato.com.br/author/laurahollis/">Laura Hollis</a></p>
</div></div>
</div></div></section>



<br>
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		<title>Estudos provam que&#8230;</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Thomas Sowell]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 20 Feb 2024 03:56:43 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Filosofia e História]]></category>
		<category><![CDATA[Al Gore]]></category>
		<category><![CDATA[Aquecimento Global]]></category>
		<category><![CDATA[Arthur Goldberg]]></category>
		<category><![CDATA[David Fraser]]></category>
		<category><![CDATA[Derek Bok]]></category>
		<category><![CDATA[George Bush]]></category>
		<category><![CDATA[George Stigler]]></category>
		<category><![CDATA[Mídia Sem Máscara]]></category>
		<category><![CDATA[MIT]]></category>
		<category><![CDATA[Richard S. Lindzen]]></category>
		<category><![CDATA[Stephen Thernstrom]]></category>
		<category><![CDATA[William Bowen]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>“Frequentemente <em>estudos provam</em> qualquer coisa desejada por aqueles que fizeram o estudo [...]. Ninguém tem tempo de checar toda alegação de que <em>estudos provam que</em> [...]. Frequentemente ouvirmos que <em>todos os especialistas concordam que</em> 'A' é melhor que 'B', uma das razões pode ser que aqueles que preferem 'A' sejam os que conseguem mais dinheiro para conduzir seus estudos .”</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<h3 class="wp-block-heading has-text-align-center has-very-light-gray-background-color has-background" id="Sumario">Sumário</h3>



<br>



<ol class="wp-block-list">
<li><a href="#Parte01"><strong>Parte I</strong></a><br>Frequentemente “estudos provam” qualquer coisa desejada por aqueles que fizeram o estudo.<br></li>



<li><strong><a href="#Parte02">Parte II</a></strong><br>Ninguém tem tempo de checar toda alegação de que “estudos provam que”.<br></li>



<li><span id="Ref01"></span><a href="#Parte03"><strong>Parte Final</strong></a><br>Frequentemente ouvirmos que “todos os especialistas concordam que” <em>A</em> é melhor que <em>B</em>. Mas uma das razões para isso pode ser que aqueles que preferem A sejam os que conseguem mais dinheiro para conduzir seus estudos .</li>
</ol>



<br>



<br>



<h1 class="wp-block-heading has-text-align-right" id="Parte01">Parte I <a href="#Sumario"><img loading="lazy" decoding="async" width="14" height="10" class="wp-image-105" style="width: 14px;" src="https://culturadefato.com.br/wp-content/uploads/2020/06/Subir.jpg" alt="Subir"></a></h1>



<hr class="wp-block-separator has-alpha-channel-opacity is-style-wide"/>



<br>



<p class="has-drop-cap">Todas as vezes que eu ouço a frase “estudos provam” isso ou aquilo me lembro do início de minha carreira como economista no Ministério do Trabalho, em Washington.</p>



<p>O ministro do trabalho <span data-tooltip="Arthur Joseph Goldberg (1908 - 1990), foi jurista e membro do Partido Democrata. Sserviu como Secretário do Trabalho, Associado de Justiça da Suprema Corte de Justiça e Embaixador das Nações Unidas." data-tooltip-position="top">Arthur Goldberg</span> ia comparecer perante o Congresso para defender uma determinada política de seu ministério e tentar transformá-la em lei. Na parte inferior da hierarquia, me apresentaram quatro conjuntos de dados, ainda não publicados, e me pediram para elaborar um relatório, a ser enviado ao ministro, analisando-os.</p>



<p>Dois dos conjuntos de dados pareciam apoiar a posição do ministério, mas os outros dois pareciam contrariá-la. Quando escrevi o parecer explicando essas coisas e dizendo que, no geral, os dados eram inconclusivos, houve muito desânimo em toda a hierarquia que me separava do ministro.</p>



<p>Eles ficaram também surpresos com o fato de alguém escrever tais coisas mesmo sabendo qual a posição do ministério sobre a questão. Eles pegaram meu relatório, editaram-no e o reescreveram antes de encaminhá-lo às camadas superiores de comando.</p>



<p>O ministro Golberg fez, confiante, a apresentação do relatório reescrito ao Congresso, provavelmente sem saber que os dados contraditórios foram deixados de lado.</p>



<p>Foi uma valiosa experiência, em meu início de carreira, aprender que o que os “estudos provam” é, geralmente, qualquer coisa desejada por aqueles que fizeram o estudo. Os estudos do Ministério do Trabalho “provam” o que quer que sirva aos interesses do Ministério do Trabalho, tal com os estudos do Ministério da Agricultura “provam” o que serve aos interesses do Ministério da Agricultura.</p>



<p>O mesmo acontece do outro lado do Atlântico, onde um novo livro sobre o sistema criminal inglês expõe os métodos fraudulentos usados para gerar estatísticas sobre o “sucesso” de vários programas de alternativas à prisão. O livro intitulado <em><a href="https://amzn.to/3I31cyb" target="_blank" rel="noreferrer noopener sponsored nofollow">A Land Fit for Criminals</a></em> (Um País Ideal para Criminosos) de <span data-tooltip-position="right" data-tooltip="David Swine Fraser é um autor britânico.">David Fraser</span>.</p>



<p>Os dados podem ser precisos, mas a definição de “sucesso” os torna sem significado. Quando um criminoso é colocado em regime de suspensão condicional da pena e esse regime não é revogado por uma violação, isso é “sucesso”.</p>



<p>Infelizmente, o sistema de justiça criminal inglês não revoga automaticamente a condicional quando um criminoso comete um novo crime. Um criminoso numa condicional de dois anos pode cometer um crime depois de seis meses, ser condenado e sentenciado e depois de cumprir a sentença, voltar para completar os 18 meses restantes da condicional, produzindo “sucesso” estatístico para o programa de regime condicional. Esse é o ponto central do “estudo”.</p>



<p>Do outro lado do Atlântico, é um caso terminal de ingenuidade colocar estudos estatísticos sob a responsabilidade das mesmas agências governamentais cujas políticas estão sendo analisadas por esses estudos.</p>



<p>Tampouco é razoável deixar essas agências contratarem os estudos de pesquisadores “independentes” nas universidades ou de <em>think tanks</em>, pois, elas [as agências] obviamente identificarão as pessoas com percursos pessoais que virtualmente garantirão as conclusões por elas desejadas.</p>



<p>O especialista em clima, <a href="https://cgcs.mit.edu/people/lindzen-richard" target="_blank" rel="noreferrer noopener nofollow">Richard S. Lindzen</a>, do <a href="https://cgcs.mit.edu/" target="_blank" rel="noreferrer noopener nofollow">M.I.T.</a> tem afirmado que a enorme quantidade de recursos governamentais disponíveis para estudos sobre o “aquecimento global” pode desencorajar os céticos a se manifestarem sobre seu ceticismo.</p>



<p>Isso não é peculiar ao estudo do “aquecimento global”. Muitas pessoas que reclamam do efeito corruptor do dinheiro parecem nunca considerar esse efeito quando se trata de dinheiro governamental.</p>



<p>Se as autoridades governamentais estivessem dispostas a conhecer os fatos, elas poderiam estabelecer uma agência estatística independente, do tipo do <em>General Accounting Office</em>, para elaborar estudos dos efeitos das políticas das outras agências.</p>



<p>Isso significaria que a raposa não estaria mais na chefia do galinheiro, quer a raposa fosse o Ministério do Trabalho, do Comércio ou qualquer outro ministério ou agência.</p>



<p>Significaria também que várias idéias “brilhantes” do Congresso ou da Casa Branca correriam o risco de serem desmascaradas como contra-produtivas ou ineficientes. Carreiras promissoras poderiam ser arruinadas, tanto de políticos eleitos como de burocratas nomeados.</p>



<p>Não suspenda a respiração, esperando que isso aconteça. Mas, lembre-se sempre disso quando alguém diz “estudos provam que.”</p>



<br>



<h1 class="wp-block-heading has-text-align-right" id="Parte02">Parte II <a href="#Sumario"><img loading="lazy" decoding="async" width="14" height="10" class="wp-image-105" style="width: 14px;" src="https://culturadefato.com.br/wp-content/uploads/2020/06/Subir.jpg" alt="Subir"></a></h1>



<hr class="wp-block-separator has-alpha-channel-opacity is-style-wide"/>



<br><br>



<p class="has-drop-cap">Meu falecido orientador, economista prêmio Nobel <span data-tooltip-position="top" data-tooltip="George Joseph Stigler (1911 - 1991) economista estadunidense que desenvolveu o princípio da otimização económica. Foi laureado com o Prémio de Ciências Económicas em Memória de Alfred Nobel de 1982.">George Stigler</span>, costumava dizer que é muito instrutivo gastar algumas horas numa biblioteca, checando estudos que foram citados como fontes em outros trabalhos. Quando comecei a fazer isso, achei não só instrutivo, mas decepcionante.</p>



<p>Uma nota de pé de página num texto sobre economia do trabalho citava seis estudos que apoiavam suas conclusões. Mas, depois que fui à biblioteca e consultei esses seis estudos, descobri que eles citavam um outro estudo – o mesmo em todos os seis.</p>



<p>Agora que os seis estudos tinham se reduzido a um, fui a ele – e descobri que era um estudo de uma situação muito diferente da discutida no texto sobre economia do trabalho.</p>



<p>Alguns anos atrás, houve uma grande agitação na mídia esquerdista por causa de um estudo que mostrava que (1) grávidas negras recebiam cuidados pré-natais menos frequentes que as brancas e que (2) a taxa de mortalidade infantil era maior entre os negros.</p>



<p>Houve editoriais indignados no <em>New York Times</em> e no <em>Washington Post</em> culpando o governo por não prover um acesso maior aos cuidados pré-natais a fim de prevenir a mortalidade infantil.</p>



<p>Depois de conseguir uma cópia do estudo original, descobri que o mesmo estudo – na mesma página – mostrava estatísticas que indicavam que (1) as mulheres americanas de descendência mexicana recebiam ainda menos cuidados pré-natais que as mulheres negras e que (2) a taxa de mortalidade infantil entre os americanos de descendência mexicana não era maior que entre os brancos.</p>



<p>Poucas páginas além, as estatísticas mostravam que as americanas de descendência chinesa, japonesa e filipina também recebiam menos cuidados pré-natais que as mulheres brancas – e seus descendentes apresentavam uma menor taxa de mortalidade.</p>



<p>Aparentemente, o cuidado pré-natal não era a resposta, apesar de ser um tipo de resposta adequada à tendência mental da mídia esquerdista e além de proporcionar uma ocasião para eles se mostrarem indignados.</p>



<p>Mais recentemente, a <em><a href="https://www.nasonline.org/" target="_blank" rel="noreferrer noopener nofollow">National Academy of Sciences</a></em> – NAS (Academia Nacional de Ciências) divulgou um estudo que supostamente provava, além de qualquer dúvida, que as atividades humanas eram responsáveis pelo “aquecimento global”. Um coro de vozes na mídia, na política e na academia proclamava que isso não era mais uma questão a ser discutida, mas um fato científico, provado por dados reais.</p>



<p class="img-direita"><a href="https://culturadefato.com.br/fatos-nada-significam/"><img loading="lazy" decoding="async" width="460" height="344" class="wp-image-20248" src="https://culturadefato.com.br/wp-content/uploads/2024/02/GraficoEstatistico.jpg" alt="Gráfico Estatístico"></a>O relatório do NAS não continha apenas estatísticas, mas uma impressionante lista de cientistas que supostamente colocavam a “cobertura no bolo”.</p>



<p>O único problema era que os cientistas não tinham escrito o relatório e, de fato, não o tinham sequer visto antes de publicado, ainda que eles tivessem algum tipo de afiliação à NAS.</p>



<p>Pelo menos um dos cientistas, o meteorologista Richard S. Lindsen do MIT, publicamente se opôs à conclusão do relatório e continua a fazê-lo. Mas esse fato se perde em meio à comoção midiática.</p>



<p>Além disso, o que é um meteorologista do MIT comparado a <span data-tooltip-position="top" data-tooltip="Albert Arnold Gore Jr. é um político, empresário e ambientalista americano que atuou como o 45.º vice-presidente dos Estados Unidos de 1993 a 2001 durante a presidência de Bill Clinton.">Al Gore</span> e seu <span data-tooltip-position="top" data-tooltip="Uma Verdade Inconveniente">filme</span>?</p>



<p>Ninguém tem tempo de checar toda alegação de que “estudos provam que”. Mesmo com a ajuda de um incrível assistente de pesquisa, consigo checar apenas algumas.</p>



<p>No entanto, as grandes redes de televisão e a mídia impressa têm amplos recursos financeiros para conferir as alegações, antes de apresentá-las ao público como “notícias”. Mas quando o programa “60 Minutes” não se preocupa em basear uma estória, sobre o período em que presidente <span data-tooltip="George Walker Bush foi o 43.º Presidente dos Estados Unidos, de 2001 a 2009." data-tooltip-position="top">Bush</span> serviu à guarda nacional, em documentos forjados, não espere muita preocupação com os fatos quando isso puder estragar uma saborosa estória ou a distorção política que a acompanhe.</p>



<p>Reconheçamos. Não há muita recompensa para quem fica conferindo as fontes originais.</p>



<p>Certa vez, um ministro estava me explicando a estrutura de suas orações funerais. Ele dizia, “Em determinado momento, todos esperam que você diga algo de bom sobre o morto. Agora, se eu estivesse rezando em seu funeral, o que eu diria de bom sobre você, Tom?”</p>



<p>Ele pensou, pensou – por um período desconcertantemente longo. Finalmente, ele disse gravemente: “<em>Em suas pesquisas, ele sempre usou fontes originais</em>”.</p>



<p>Aceitarei o elogio!</p>



<br>



<h1 class="wp-block-heading has-text-align-right" id="Parte03">Parte Final <a href="#Sumario"><img loading="lazy" decoding="async" width="14" height="10" class="wp-image-105" style="width: 14px;" src="https://culturadefato.com.br/wp-content/uploads/2020/06/Subir.jpg" alt="Subir"></a></h1>



<hr class="wp-block-separator has-alpha-channel-opacity is-style-wide"/>



<br><br>



<p class="has-drop-cap">É frequente ouvirmos que “todos os especialistas concordam que” A é melhor que B ou que “estudos provam que” A é melhor que B. Mas uma das razões para isso pode ser que aqueles que preferem A sejam os que conseguem mais dinheiro para conduzir seus estudos ou que têm acesso aos dados necessário aos estudos.</p>



<p>Há alguns anos atrás, um livro de <span data-tooltip="William G. Bowen é autor de mais de vinte livros, incluindo ''The Shape of the River'' e ''Equity and Excellence in American Higher Education''. Ele mora em Princeton, Nova Jersey." data-tooltip-position="top">William Bowen</span> e <span data-tooltip="Derek Bok é um advogado e educador dos Estados Unidos formado na Universidade Harvard além de já ter sido o presidente da universidade." data-tooltip-position="top">Derek Bok</span> apresentava uma lista de levantamentos estatísticos que os autores interpretaram como probantes do sucesso de políticas de admissão preferencial de negros nas faculdades e universidades.</p>



<p>Um coro de aprovação a esse estudo foi ouvido na mídia que foi ecoado na academia e dentre políticos esquerdistas. O estudo foi posteriormente citado numa decisão histórica da Suprema Corte a respeito da ação afirmativa.</p>



<p>Nem todos, contudo, consideraram esse um grande estudo – ou mesmo um estudo adequado. Mas, a ninguém foi permitido o acesso aos dados brutos sobre os quais Bowen e Bok basearam o estudo. Desta forma, ninguém pôde trabalhar com os números e tirar suas próprias conclusões.</p>



<p>Dentre aqueles que viram os dados está o professor <span data-tooltip="Stephan Thernstrom (nascido em 5 de novembro de 1934) é um acadêmico e historiador americano que é professor emérito de história da Winthrop Research na Universidade de Harvard ." data-tooltip-position="top">Stephen Thernstrom</span>, cujo longo e respeitável trabalho na área do estudo inclui a criação, juntamente com outros indivíduos, da Enciclopédia Havard de Grupos Étnicos Americanos. A ele foi negado acesso aos dados.</p>



<p>Quando somente pessoas com determinadas visões podem conduzir certos estudos, não se surpreenda se “estudos provarem que” aquele conjunto de visões é verdadeiro.</p>



<p>Eu não me surpreendi que não se permitiu ao Prof. Thernstrom o acesso aos dados. Eu já tive experiências similares.</p>



<p>Nos anos 1970, tentei conseguir dados estatísticos de Havard para testar várias alegações sobre políticas de ação afirmativa. Derek Bok, então reitor de Havard, foi um primor de pessoa ao me receber, chegando até a elogiar um livro sobre economia que eu havia escrito. Mas, no final, eu não consegui sequer um único conjunto de dados.</p>



<p>Durante o mesmo período, eu estava também pesquisando as escolas para negros de comprovado sucesso acadêmico. Atravessei o país de ponta a ponta para tentar conseguir dados de uma escola, conversei com os membros do Conselho de Educação, enfrentei todos os “caminhos” burocráticos – e, depois de tudo feito e a poeira abaixada, eu acabei não conseguindo uma única estatística.</p>



<p>Por que não? Pense bem. As autoridades educacionais desenvolveram explicações para a razão de eles não conseguirem educar crianças negras. Se eu escrevesse alguma coisa informando sobre resultados acadêmicos extraordinários nessa escola de negros em particular, isso iria abrir uma caixa preta política, que levaria as pessoas a perguntarem o porquê de outras escolas não poderem fazer o mesmo.</p>



<p>Os burocratas da educação decidiram manter a caixa preta selada.</p>



<p>Os críticos da ação afirmativa têm dito, há muito tempo, que a admissão de negros em escolas para as quais eles não têm qualificação cria insucessos acadêmicos totalmente desnecessários para esses estudantes, que evadem ou são reprovados nas escolas em que eles nunca deveriam estar, quando, a maioria deles tem condições de obter sucesso em outras escolas.</p>



<p>O fim da admissão preferencial na Universidade da Califórnia e na Universidade do Texas levou a um aumento da taxa de conclusão dos cursos de graduação de estudantes negros, como os críticos previam? Quem sabe? Essas universidades nada informarão sobre essas estatísticas.</p>



<p class="img-direita"><a href="https://videeditorial.com.br/index.php?route=product/author&amp;author_id=568" target="_blank" rel="noreferrer noopener nofollow"><img loading="lazy" decoding="async" width="334" height="318" class="wp-image-20274" src="https://culturadefato.com.br/wp-content/uploads/2024/02/ThomasSowell.jpg" alt="Thomas Sowell"></a>Isso não é peculiar aos EUA. Na Inglaterra, a alegação tem sido, infindavelmente, que colocar criminosos na cadeia “não funciona” e que vários programas de reabilitação “na comunidade” têm mais sucesso na redução da reincidência dos criminosos em seus crimes.</p>



<p>Quando dados estatísticos do <em>Home Office</em> mostraram o contrário do que estava sendo proclamado pelo secretário desse departamento, por outras autoridades, pela mídia e pela academia, a solução foi simples: tais dados não estão mais acessíveis.</p>



<p>Às vezes, não são os dados, mas é o dinheiro que é usado para limitar quem pode fazer estudos sobre questões controvertidas.</p>



<p>Defensores do “aquecimento global” têm acesso a todo tipo de verba governamental, mas os céticos e críticos não podem depender de tal generosidade e podem colocar suas carreiras em risco, pois, com esses estudos muitos burocratas raivosos podem perder seus cargos e são exatamente estes que controlam a chave do cofre.</p>



<p>Mesmo quando o dinheiro dos impostos que pagamos é usado para coletar dados ou financiar estudos, aqueles que gastam esse dinheiro e controlam dos dados tratam, freqüentemente, essas coisas como se fossem sua propriedade particular, a ser usada para promover estudos que reforcem seus próprios interesses e ideologias.</p>



<br>



<p class="has-text-align-right">Por&nbsp;<a href="https://culturadefato.com.br/author/thomassowell/">Thomas Sowell</a>.<br>Tradução de Antônio Emílio Angheth de Araújo.</p>



<p class="has-text-align-right">Publicados originalmente no&nbsp;<em>website</em>&nbsp;<a href="https://midiasemmascara.net/">Mídia Sem Máscara</a>, em agosto de 2006.</p>



<br>



<p class="has-background has-very-light-gray-background-color"><strong>Nota da editoria:</strong><br><br>Imagem da capa: “<em>The Stock Exchange</em>” (1878 – 1879), por Edgar Degas (1834 &#8211; 1917).</p>



<br>



<h2 class="wp-block-heading has-text-align-center">Mais do autor:</h2>



<br>



<section id="gmd84c241" class="wp-block-gutentor-m0 alignfull section-gmd84c241 gutentor-module gutentor-module-carousel has-color-bg has-custom-bg gutentor-slick-a-default-desktop gutentor-slick-a-default-tablet gutentor-slick-a-default-mobile"><div class="grid-container"><div class="gutentor-module-carousel-row" data-dots="false" data-dotstablet="false" data-dotsmobile="false" data-arrows="true" data-arrowstablet="true" data-arrowsmobile="true" data-infinite="true" data-autoplay="true" data-draggable="true" data-pauseonfocus="true" data-pauseonhover="true" data-autoplayspeed="4500" data-cmondesktop="false" data-cmontablet="false" data-cmonmobile="false" data-nextarrow="fas fa-angle-right" data-prevarrow="fas fa-angle-left" data-arrowspositiondesktop="gutentor-slick-a-default-desktop" data-arrowspositiontablet="gutentor-slick-a-default-tablet" data-arrowspositionmobile="gutentor-slick-a-default-mobile" data-speed="300" data-slideitemdesktop="2" data-slideitemtablet="3" data-slideitemmobile="2" data-slidescroll-desktop="2" data-slidescroll-tablet="3" data-slidescroll-mobile="2">
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<p class="has-text-align-center"><br><a href="https://culturadefato.com.br/a-falacia-da-cobica/"><em>A falácia da “cobiça“</em></a></p>
</div></div>



<div id="col-gm1b31c9" class="wp-block-gutentor-m0-col col-gm1b31c9 gutentor-carousel-item"><div id="section-gm1b31c9" class="section-gm1b31c9 gutentor-col-wrap has-color-bg has-custom-bg">
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<p class="has-text-align-center"><br><a href="https://culturadefato.com.br/esperanca/"><em>Obsessão perigosa</em></a></p>
</div></div>



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<p class="has-text-align-center"><br><em><a href="https://culturadefato.com.br/exibicionistas/">Exibicionistas</a></em></p>
</div></div>



<div id="col-gmc5e8ac" class="wp-block-gutentor-m0-col col-gmc5e8ac gutentor-carousel-item"><div id="section-gmc5e8ac" class="section-gmc5e8ac gutentor-col-wrap has-color-bg has-custom-bg">
<div id="section-g45161c" class="wp-block-gutentor-e6 section-g45161c gutentor-element gutentor-element-image text-align-center-desktop"><div class="gutentor-element-image-box"><a class="gutentor-element-image-link" href="https://culturadefato.com.br/a-falacia-do-infindavel/"><div class="gutentor-image-thumb"><img decoding="async" class="normal-image" src="https://culturadefato.com.br/wp-content/uploads/2023/11/ThreeWomenSharingAnUmbrella_1968_JamesCRinehart.jpg" alt="Obra: &quot;Three Women Sharing an Umbrella&quot; (1968), por James C. Rinehart." /></div></a></div></div>



<p class="has-text-align-center"><br><a href="https://culturadefato.com.br/a-falacia-do-infindavel/"><em>A falácia do infindável</em></a></p>
</div></div>



<div id="col-gme66145" class="wp-block-gutentor-m0-col col-gme66145 gutentor-carousel-item"><div id="section-gme66145" class="section-gme66145 gutentor-col-wrap has-color-bg has-custom-bg">
<div id="section-gda5737" class="wp-block-gutentor-e6 section-gda5737 gutentor-element gutentor-element-image text-align-center-desktop"><div class="gutentor-element-image-box"><a class="gutentor-element-image-link" href="https://culturadefato.com.br/substituindo-o-raciocinio-critico/"><div class="gutentor-image-thumb"><img decoding="async" class="normal-image" src="https://culturadefato.com.br/wp-content/uploads/2020/12/MaosRepresentandoDiversidade.jpg" alt="Mãos representando diversidades" /></div></a></div></div>



<p class="has-text-align-center"><br><em><a href="https://culturadefato.com.br/substituindo-o-raciocinio-critico/">Substituindo o raciocínio crítico</a></em></p>
</div></div>



<div id="col-gm6a31e7" class="wp-block-gutentor-m0-col col-gm6a31e7 gutentor-carousel-item"><div id="section-gm6a31e7" class="section-gm6a31e7 gutentor-col-wrap has-color-bg has-custom-bg">
<div id="section-gb2d3bc" class="wp-block-gutentor-e6 section-gb2d3bc gutentor-element gutentor-element-image text-align-center-desktop"><div class="gutentor-element-image-box"><a class="gutentor-element-image-link" href="https://culturadefato.com.br/do-marxismo-ao-livre-mercado/"><div class="gutentor-image-thumb"><img decoding="async" class="normal-image" src="https://culturadefato.com.br/wp-content/uploads/2020/11/LivreMercado.jpg" alt="Livre Mercado" /></div></a></div></div>



<p class="has-text-align-center"><br><em><a href="https://culturadefato.com.br/do-marxismo-ao-livre-mercado/">Do marxismo ao livre mercado</a></em></p>
</div></div>
</div></div></section>



<br>
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		<item>
		<title>Postagens selecionadas do Telegram (novembro de 2023)</title>
		<link>https://culturadefato.com.br/postagens-selecionadas-do-telegram-novembro-de-2023/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Diversos]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 29 Nov 2023 03:00:12 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Artes e Literatura]]></category>
		<category><![CDATA[Cristianismo]]></category>
		<category><![CDATA[Suplementos]]></category>
		<category><![CDATA[Aaron Copland]]></category>
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		<category><![CDATA[Música]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Esta publicação reúne seis postagens realizadas em novembro de 2023. Vale ressaltar o estudo em que quase dois mil cientistas negam a existência de uma 'emergência climática'; as composições de Leroy Anderson, apreciadas mas esquecidas; a curiosa técnica do 'Baixista Murmurante'; e, o triste caso dos bebês abortados e incinerados.</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="has-text-align-center"><em><sup>*</sup>&nbsp;Acesse apanhados de outros períodos.&nbsp;<a href="#OutrosApanhados" id="Epigrafe">Links</a>&nbsp;disponíveis no término desta postagem.</em></p>



<hr class="wp-block-separator has-alpha-channel-opacity is-style-wide"/>



<br>



<h2 class="wp-block-heading">Quantas composições de Leroy Anderson você conhece?</h2>



<br>



<p class="has-drop-cap">Certamente, no mínimo, você já ouviu uma composição de <span data-tooltip-position="top" data-tooltip="Leroy Anderson (1908 - 1975), reconhecido pela fundação ''Songwriters Hall of Fame'' como um dos mais notáveis compositores de música popular dos Estados Unidos.">Leroy Anderson</span> (1908 – 1975). Aliás, está chegando a época, na qual provavelmente você ouvirá a música que suponho ser do seu conhecimento. Ouça <a href="https://www.youtube.com/watch?v=t_2BmZ6ELaI" target="_blank" rel="noreferrer noopener nofollow"><em>Sleigh Ride</em></a> (Passeio de trenó &#8211; 1948) e você perceberá “sons natalinos” dos quais é dispensável comentar objetos e ações a eles associados.</p>



<p>Contudo, deste compositor norte-americano o mais provável é que você conheça ao menos mais duas músicas: <a href="https://www.youtube.com/watch?v=rVFR7wDZT9A" target="_blank" rel="noreferrer noopener nofollow"><em>The Typewriter</em></a> (1950), composição na qual uma máquina de escrever comumente é utilizada como se fosse um instrumento musical; e, <a href="https://www.youtube.com/watch?v=2VRsIQsGDtY" target="_blank" rel="noreferrer noopener nofollow"><em>The Syncopated Clock</em></a> (1945) onde é possível ouvir claramente as batidas de um &#8220;relógio sincopado&#8221;.&nbsp;</p>



<p>No livro <a href="https://culturadefato.com.br/como-voce-ouve-musica/"><em>Como você ouve música?</em></a><em>,</em> o compositor <span data-tooltip-position="top" data-tooltip="Aaron Copland (1900 - 1990), compositor norte-americano. Compôs música para filmes e concertos, tendo sido também um talentoso pianista. Tornou-se conhecido por trabalhos que refletem aspectos da vida na América.">Aaron Copland</span> (1900 – 1990) escreveu que “<span data-tooltip-position="top" data-tooltip="Piotr Ilitch Tchaikovsky (1840 - 1893), compositor russo.">Tchaikovsky</span>, cada vez que você ouve novamente uma de suas obras ela lhe diz aproximadamente a mesma coisa, enquanto com <span data-tooltip-position="top" data-tooltip="Ludwig van Beethoven (1770 - 1827): compositor alemão, do período de transição entre o Classicismo e o Romantismo.">Beethoven</span> é bem mais difícil arriscar uma opinião sobre o que ele está dizendo ou querendo dizer”. As obras mais conhecidas de Leroy expressam sempre as mesmas coisas, pois pertencem ao gênero <em>Easy Listening</em>. Mas, ele também escreveu o<em> </em><a href="https://www.youtube.com/watch?v=Jxi1EswkvMU&amp;t=57s" target="_blank" rel="noreferrer noopener nofollow"><em>Concerto em C Maior para piano e orquestra</em></a> uma bela composição erudita.&nbsp;</p>



<p>Assistam um sucesso esquecido de Leroy, <em>Fiddle-Faddle</em> (1947), o qual, de certo modo, resume todo o conteúdo acima descrito:</p>



<br>



<figure class="wp-block-embed is-type-video is-provider-youtube wp-block-embed-youtube wp-embed-aspect-16-9 wp-has-aspect-ratio"><div class="wp-block-embed__wrapper">
<iframe loading="lazy" title="Fiddle-Faddle" width="640" height="360" src="https://www.youtube.com/embed/4MmK2ila_ew?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe>
</div><figcaption class="wp-element-caption"><em>Fiddle-Faddle</em> composição de Leroy Anderson<br>Novosibirsk Philharmonic Chamber Orchestra, condução de Alim Shakh</figcaption></figure>



<br>



<p class="has-text-align-right">Publicado em&nbsp;<a href="https://t.me/culturadefato" target="_blank" rel="noreferrer noopener">nosso canal</a>&nbsp;no dia 10 de novembro de 2023.</p>



<br>



<hr class="wp-block-separator has-alpha-channel-opacity is-style-dots"/>



<br>



<h2 class="wp-block-heading">Abortados e incinerados </h2>



<br>



<p>No Reino Unido, mais de 15 mil corpos de bebês abortados foram incinerados para aquecer hospitais.</p>



<p>Na história humana já existiram diversos períodos, como a <em>Idade do Ferro </em>(a partir de aproximadamente 1200 a.C.), ou a <em>Idade Média</em> (476 d.C. &#8211; 1453 d.C.). Atualmente estamos na <em>Era Contemporânea</em>, a qual evidentemente no futuro receberá outro nome — observando os atuais acontecimentos satânicos, se nosso período for adequadamente rebatizado, não é complicado imaginar ao que será associado.</p>



<p>Fonte: <a href="https://www.independent.co.uk/life-style/health-and-families/health-news/thousands-of-unborn-foetuses-incinerated-to-heat-uk-hospitals-9212863.html" target="_blank" rel="noreferrer noopener nofollow">https://www.independent.co.uk/life-style/health-and-families/health-news/thousands-of-unborn-foetuses-incinerated-to-heat-uk-hospitals-9212863.html</a></p>



<br>



<p class="has-text-align-right">Publicado em&nbsp;<a href="https://t.me/culturadefato" target="_blank" rel="noreferrer noopener">nosso canal</a>&nbsp;no dia 9 de novembro de 2023.</p>



<br>



<hr class="wp-block-separator has-alpha-channel-opacity is-style-dots"/>



<br>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Quase 2.000 cientistas negam haver “emergência climática”</strong></h2>



<br>



<p class="has-drop-cap">Promovida pela <em>Climate Intelligence Foundation</em> (CLINTEL), aproximadamente 2.000 cientistas e profissionais assinaram uma mensagem urgente, intitulada “<em>Não há emergência climática</em>”. Nela, eles afirmam que a ciência climática hoje deveria ser menos política e “<em>que as políticas climáticas deveriam ser mais científicas</em>”. Afirmam ainda que desde a existência do planeta o clima da Terra teve ciclos naturais frios e quentes, que o CO2 favorece a vegetação e não é poluente, mas benéfico à natureza, tornando a Terra mais verde.</p>



<p><strong>Fonte</strong>:<br><a href="https://catolicismo.com.br/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Revista Catolicismo</a>, edição número 875 de novembro de 2023.</p>



</p>



<p><strong>Adendo:</strong><br>Nós da Cultura de Fato pesquisamos no <em>website </em>oficial da CLINTEL, onde encontramos artigo no qual o vencedor do Prêmio Nobel, <span data-tooltip-position="top" data-tooltip="John Francis Clauser é um físico teórico e experimental estadunidense. É conhecido por suas contribuições aos fundamentos da mecânica quântica, em particular a desigualdade Clauser-Horne-Shimony-Holt.">Dr. John F. Clauser</span>, que está entre os assinantes, afirma:</p>



</br>



<blockquote class="wp-block-quote is-style-default is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow">
<p>“<em>A narrativa popular sobre as alterações climáticas reflete uma perigosa corrupção da ciência que ameaça a economia mundial e o bem-estar de milhares de milhões de pessoas. A ciência climática equivocada transformou-se em pseudociência jornalística, de choque massiva. Por sua vez, a pseudociência tornou-se um bode expiatório para uma ampla variedade de outros males não relacionados. Essa pseudociência foi promovida e ampliada por agentes de marketing empresarial, políticos, jornalistas, agências governamentais e ambientalistas, todos compartilhando equívocos. Na minha opinião, não existe uma crise climática real. Existe, no entanto, um problema muito real em proporcionar um nível de vida digno à grande população mundial e uma crise energética associada. Esta está sendo desnecessariamente exacerbada pelo que, na minha opinião, é uma ciência climática incorreta</em>.”</p>
</blockquote>



</p>



<p>Texto original disponível em inglês no endereço:<br><a href="https://clintel.org/nobel-prize-winner-dr-john-f-clauser-signs-the-clintel-world-climate-declaration/" target="_blank" rel="noreferrer noopener nofollow">https://clintel.org/nobel-prize-winner-dr-john-f-clauser-signs-the-clintel-world-climate-declaration</a>.</p>



<br>



<p class="has-text-align-right">Publicado em&nbsp;<a href="https://t.me/culturadefato" target="_blank" rel="noreferrer noopener">nosso canal</a>&nbsp;no dia 16 de novembro de 2023.</p>



<br>



<hr class="wp-block-separator has-alpha-channel-opacity is-style-dots"/>



<br>



<h2 class="wp-block-heading"><span id="Slamboree"></span>“O baixista murmurante”</h2>



<br>



<p class="has-drop-cap">Ouça aos primeiros segundos da música abaixo, depois responda: quais instrumentos você identificou?</p>



<p>Você acabou de ouvir <em>Slamboree</em>. O principal instrumento é o contrabaixo, tocado pelo jazzista <span data-tooltip-position="top" data-tooltip="Leroy Eliot ''Slam'' Stewart (1914 - 1987) contrabaixista de jazz americano, cujo estilo de marca registrada era sua capacidade de curvar o baixo e simultaneamente cantarolar ou cantar uma oitava acima. Ele era violinista antes de mudar para baixo aos 20 anos.">Slam Stewart</span> (1914 &#8211; 1987), também conhecido como &#8220;O Baixista Murmurante&#8221;. A técnica por ele empregada consiste em tocar simultaneamente o contrabaixo com vara e murmurar a mesma melodia uma ou duas oitavas acima. O efeito resultante é esse som estranho e, ao mesmo tempo, extremamente melodioso.</p>



<p>Essa música foi utilizada como prefixo do programa <em><a href="https://culturadefato.com.br/postagens-selecionadas-do-telegram-abril-e-maio-de-2023/#JoSoaresJamSession">Jô Soares Jam Session</a></em>, apresentado pela Rádio Eldorado FM. Para mais detalhes, <a href="https://culturadefato.com.br/postagens-selecionadas-do-telegram-abril-e-maio-de-2023/#JoSoaresJamSession">clique aqui</a>.</p>



<p>Outro músico que aplicou a mesma técnica (&#8220;subindo&#8221; sempre em apenas uma oitava) foi <span data-tooltip-position="top" data-tooltip="Major ''Mule'' Holley Jr. (1924 - 1990) contrabaixista de jazz americano nascido em Detroit (Michigan, EUA).">Major Holley</span> (1924 &#8211; 1990). <a href="https://www.youtube.com/watch?v=KZouh1Ouyw4&amp;t=120s" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Clique aqui</a>, para assisti-lo.</p>



<br>



<figure class="wp-block-audio"><audio controls src="https://culturadefato.com.br/downloads/artes_e_literatura/2023/Slamboree.mp3"></audio></figure>



<br>



<p class="has-text-align-right">Publicado em&nbsp;<a href="https://t.me/culturadefato" target="_blank" rel="noreferrer noopener">nosso canal</a>&nbsp;no dia 18 de novembro de 2023.</p>



<br>



<hr class="wp-block-separator has-alpha-channel-opacity is-style-dots"/>



<br>



<h2 class="wp-block-heading">Santa Catarina de Alexandria</h2>



<br>



<p class="has-drop-cap">Hoje, 25 de novembro, é dia de <span data-tooltip-position="top" data-tooltip="Catarina de Alexandria (287 d. C. - 305 d. C.) também conhecida como A Grande Mártir Santa Catarina é uma santa e mártir cristã que foi uma notável intelectual no início do século IV. Passados 1100 anos, Joana d'Arc disse que Santa Catarina apareceu-lhe várias vezes.">Santa Catarina de Alexandria</span>, <em>padroeira dos filósofos e estudantes</em> (e também das mulheres solteiras), e em cuja honra nomeou-se o estado brasileiro de Santa Catarina.</p>



<p>Extremamente bela e inteligente, Catarina experienciou uma comovedora e mística história de conversão. Ficou muito conhecida por ter refutado e convertido todos os 50 sábios enviados pelo Imperador <span data-tooltip-position="top" data-tooltip="Valério Galério Maximino (270 d. C - 313 d. C.) foi imperador romano de 308 até 313. Ele nasceu de uma linhagem camponesa de uma meia-irmã do imperador Galério perto das terras da família em Félix Romuliana">Maximino Daia</span> (séc. IV) para demovê-la de sua fé. O Imperador, que já havia se apaixonado por ela e fora rejeitado, mandou assassinar aos sábios, e que Catarina fosse trucidada numa máquina com rodas e pontas de ferro. Mas as pontas dobravam-se milagrosamente contra o corpo de Catarina, que precisou ser finalmente degolada.</p>



<p>Mil anos depois, seria através da voz de Santa Catarina que <span data-tooltip-position="top" data-tooltip="Joana d'Arc (1412 - 1431) camponesa e santa francesa canonizada pela Igreja Católica, considerada uma heroína da França pelos seus feitos durante a ''Guerra dos Cem Anos''.">Santa Joana d‘Arc</span> viria a encontrar a espada com a qual mudou a história da França e da Europa. Santa Catarina é também a padroeira da Universidade de Paris.</p>



<p>Santa Catarina de Alexandria, rogai por nós.</p>



<br>



<p class="has-text-align-right">Publicado no canal de&nbsp;<a href="https://t.me/danielmarcondescanal">Daniel Marcondes</a>, em 25 de novembro de 2023.</p>



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<hr class="wp-block-separator has-alpha-channel-opacity is-style-dots"/>



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<h2 class="wp-block-heading">Estudos científicos sobre os riscos das vacinas</h2>



<br>



<p class="has-drop-cap">Recentemente, uma análise abrangente de 100 estudos foi conduzida para examinar a possível relação entre as vacinas <span data-tooltip-position="top" data-tooltip="Desde o início de fevereiro de 2019, a OMS passou a chamar oficialmente a doença causada pelo coronavírus de COVID-19, que é a sigla de COrona VIrus Disease (Doença do Coronavírus), o sufixo''19'' indica o ano de 2019, quando os primeiros casos em Wuhan, na China, foram divulgados.">COVID-19</span> e uma série de efeitos adversos.</p>



<p>Esses estudos, abrangendo diversos aspectos, foram compilados para oferecer uma visão ampla dos potenciais impactos das vacinas em diferentes populações e condições.</p>



<p>Veja a lista e esteja munido de informações para resistir a tirania: <a href="https://pugnaculum.com/100-estudos-cientificos-dos-riscos-da-vacina/" target="_blank" rel="noreferrer noopener nofollow">https://pugnaculum.com/100-estudos-cientificos-dos-riscos-da-vacina/</a>.</p>



<p>Salve o artigo nos seus favoritos e compartilhe a lista com mais de 100 estudos para todos aqueles que se recusam a admitir a realidade.</p>



<br>



<p class="has-text-align-right">Publicado no canal  <a href="https://t.me/paladinrood" target="_blank" rel="noreferrer noopener nofollow">Paladin</a>, em 11 de novembro de 2023.</p>



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<p class="has-background has-very-light-gray-background-color"><strong>Notas da editoria:</strong><br><br>Imagem de capa obtida em: <a href="https://openart.ai/discovery/sd-1005815005431746631" target="_blank" rel="noreferrer noopener nofollow">openart.ai</a>.</p>



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<h2 class="wp-block-heading has-text-align-center"><span id="OutrosApanhados"></span><a href="#Epigrafe"><img loading="lazy" decoding="async" width="14" height="10" class="wp-image-105" style="width: 14px;" src="https://culturadefato.com.br/wp-content/uploads/2020/06/Subir.jpg" alt="Subir"></a> Postagens similares:</h2>



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<p class="has-text-align-center"><a href="https://culturadefato.com.br/postagens-selecionadas-do-telegram-marco-de-2023/"></a><br><a href="https://culturadefato.com.br/postagens-selecionadas-do-telegram-outubro-de-2023">Postagens selecionadas do Telegram<br>(outubro de 2023)</a></p>
</div></div>



<div id="col-gm3e0f7a" class="wp-block-gutentor-m0-col col-gm3e0f7a gutentor-carousel-item"><div id="section-gm3e0f7a" class="section-gm3e0f7a gutentor-col-wrap has-color-bg has-custom-bg">
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<p class="has-text-align-center"><a href="https://culturadefato.com.br/postagens-selecionadas-do-telegram-marco-de-2023/"></a><br><a href="https://culturadefato.com.br/postagens-selecionadas-do-telegram-setembro-de-2023/">Postagens selecionadas do Telegram<br>(setembro de 2023)</a></p>
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<p class="has-text-align-center"><a href="https://culturadefato.com.br/postagens-selecionadas-do-telegram-marco-de-2023/"></a><br><a href="https://culturadefato.com.br/postagens-selecionadas-do-telegram-agosto-de-2023/">Postagens selecionadas do Telegram</a><br><a href="https://culturadefato.com.br/postagens-selecionadas-do-telegram-agosto-de-2023/">(agosto de 2023)</a></p>
</div></div>



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<p class="has-text-align-center"><a href="https://culturadefato.com.br/postagens-selecionadas-do-telegram-marco-de-2023/"></a><br><a href="https://culturadefato.com.br/postagens-selecionadas-do-telegram-julho-2023/">Postagens selecionadas do Telegram</a><br><a href="https://culturadefato.com.br/postagens-selecionadas-do-telegram-julho-2023/">(junho de 2023)</a></p>
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<p class="has-text-align-center"><a href="https://culturadefato.com.br/postagens-selecionadas-do-telegram-marco-de-2023/"></a><br><a href="https://culturadefato.com.br/postagens-selecionadas-do-telegram-junho-2023/">Postagens selecionadas do Telegram</a><br><a href="https://culturadefato.com.br/postagens-selecionadas-do-telegram-junho-2023/">(junho de 2023)</a></p>
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<div id="section-ge4153c" class="wp-block-gutentor-e6 section-ge4153c gutentor-element gutentor-element-image text-align-center-desktop"><div class="gutentor-element-image-box"><a class="gutentor-element-image-link" href="https://culturadefato.com.br/postagens-selecionadas-do-telegram-abril-e-maio-de-2023/"><div class="gutentor-image-thumb"><img decoding="async" class="normal-image" src="https://culturadefato.com.br/wp-content/uploads/2023/05/PaperAirplanes.jpg" alt="&quot;Paper Airplanes&quot; é uma fotografia de YoPedro." /></div></a></div></div>



<p class="has-text-align-center"><a href="https://culturadefato.com.br/postagens-selecionadas-do-telegram-marco-de-2023/"></a><br><a href="https://culturadefato.com.br/postagens-selecionadas-do-telegram-abril-e-maio-de-2023/">Postagens selecionadas do Telegram</a><br><a href="https://culturadefato.com.br/postagens-selecionadas-do-telegram-abril-e-maio-de-2023/">(abril e maio de 2023)</a></p>
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<div id="col-gm89ae08" class="wp-block-gutentor-m0-col col-gm89ae08 gutentor-carousel-item"><div id="section-gm89ae08" class="section-gm89ae08 gutentor-col-wrap has-color-bg has-custom-bg">
<div id="section-gd48701" class="wp-block-gutentor-e6 section-gd48701 gutentor-element gutentor-element-image text-align-center-desktop"><div class="gutentor-element-image-box"><a class="gutentor-element-image-link" href="https://culturadefato.com.br/postagens-selecionadas-do-telegram-marco-de-2023/"><div class="gutentor-image-thumb"><img decoding="async" class="normal-image" src="https://culturadefato.com.br/wp-content/uploads/2023/03/PaperAirplanes_2018_MichaelCreese.jpg" alt="“Paper Airplanes” (2018), por Michael Creese." /></div></a></div></div>



<p class="has-text-align-center"><a href="https://culturadefato.com.br/postagens-selecionadas-do-telegram-marco-de-2023/"></a><br><a href="https://culturadefato.com.br/postagens-selecionadas-do-telegram-novembro-de-2022/">Postagens selecionadas do Telegram</a><br><a href="https://culturadefato.com.br/postagens-selecionadas-do-telegram-novembro-de-2022/">(março de 2022)</a></p>
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<div id="col-gme98819" class="wp-block-gutentor-m0-col col-gme98819 gutentor-carousel-item"><div id="section-gme98819" class="section-gme98819 gutentor-col-wrap has-color-bg has-custom-bg">
<div id="section-g177d61" class="wp-block-gutentor-e6 section-g177d61 gutentor-element gutentor-element-image text-align-center-desktop"><div class="gutentor-element-image-box"><a class="gutentor-element-image-link" href="https://culturadefato.com.br/postagens-selecionadas-do-telegram-novembro-de-2022/"><div class="gutentor-image-thumb"><img decoding="async" class="normal-image" src="https://culturadefato.com.br/wp-content/uploads/2022/11/PaperPlaneFlying_OverTheOcean_IdanBadishi.jpg" alt="Obra &quot;Paper plane flying over rhe ocean&quot;, por Idan Badishi." /></div></a></div></div>



<p class="has-text-align-center"><br><a href="https://culturadefato.com.br/postagens-selecionadas-do-telegram-novembro-de-2022/">Postagens selecionadas do Telegram</a><br><a href="https://culturadefato.com.br/postagens-selecionadas-do-telegram-novembro-de-2022/">(novembro de 2022)</a></p>
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<div id="col-gm606c13" class="wp-block-gutentor-m0-col col-gm606c13 gutentor-carousel-item"><div id="section-gm606c13" class="section-gm606c13 gutentor-col-wrap">
<div id="section-g535b45" class="wp-block-gutentor-e6 section-g535b45 gutentor-element gutentor-element-image gutentor-enabled-width text-align-center-desktop"><div class="gutentor-element-image-box"><a class="gutentor-element-image-link" href="https://culturadefato.com.br/cultura-de-fato-no-telegram-postagens-selecionadas-agosto-e-setembro-de-2022/"><div class="gutentor-image-thumb"><img decoding="async" class="normal-image" src="https://culturadefato.com.br/wp-content/uploads/2022/10/PaperAirplanesCarolineSerafinas.jpg" alt="Obra: &quot;Paper Airplanes&quot;, por Caroline Serafinas." /></div></a></div></div>



<p class="has-text-align-center"><br><a href="https://culturadefato.com.br/cultura-de-fato-no-telegram-postagens-selecionadas-agosto-e-setembro-de-2022/">Cultura de Fato no Telegram:</a><br><a href="https://culturadefato.com.br/cultura-de-fato-no-telegram-postagens-selecionadas-agosto-e-setembro-de-2022/">Postagens selecionadas (agosto e setembro de 2022)</a></p>
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<div id="col-gm7b9fb1" class="wp-block-gutentor-m0-col col-gm7b9fb1 gutentor-carousel-item"><div id="section-gm7b9fb1" class="section-gm7b9fb1 gutentor-col-wrap">
<div id="section-g1a49c1" class="wp-block-gutentor-e6 section-g1a49c1 gutentor-element gutentor-element-image gutentor-enabled-width text-align-center-desktop"><div class="gutentor-element-image-box"><a class="gutentor-element-image-link" href="https://culturadefato.com.br/postagens-selecionadas-do-telegram-fevereiro-de-2022/"><div class="gutentor-image-thumb"><img decoding="async" class="normal-image" src="https://culturadefato.com.br/wp-content/uploads/2022/03/PageTurner.jpg" alt="Obra: &quot;Page Turner&quot; (2013), de David Tanner." /></div></a></div></div>



<p class="has-text-align-center"><br><a href="https://culturadefato.com.br/postagens-selecionadas-do-telegram-fevereiro-de-2022/">Postagens selecionadas do Telegram</a><br><a href="https://culturadefato.com.br/postagens-selecionadas-do-telegram-fevereiro-de-2022/">(fevereiro de 2022)</a></p>
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<div id="col-gm009ba5" class="wp-block-gutentor-m0-col col-gm009ba5 gutentor-carousel-item"><div id="section-gm009ba5" class="section-gm009ba5 gutentor-col-wrap">
<div id="section-g1b4afc" class="wp-block-gutentor-e6 section-g1b4afc gutentor-element gutentor-element-image gutentor-enabled-width text-align-center-desktop"><div class="gutentor-element-image-box"><a class="gutentor-element-image-link" href="https://culturadefato.com.br/postagens-selecionadas-do-telegram-janeiro-de-2022/"><div class="gutentor-image-thumb"><img decoding="async" class="normal-image" src="https://culturadefato.com.br/wp-content/uploads/2022/02/DDReading.jpg" alt="Obra &quot;D. D. Reading&quot;, por Onelio Marrero." /></div></a></div></div>



<p class="has-text-align-center"><br><a href="https://culturadefato.com.br/postagens-selecionadas-do-telegram-janeiro-de-2022/">Postagens selecionadas do Telegram</a><br><a href="https://culturadefato.com.br/postagens-selecionadas-do-telegram-janeiro-de-2022/">(janeiro de 2022)</a></p>
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<div id="col-gm08a988" class="wp-block-gutentor-m0-col col-gm08a988 gutentor-carousel-item"><div id="section-gm08a988" class="section-gm08a988 gutentor-col-wrap">
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<p class="has-text-align-center"><br><a href="https://culturadefato.com.br/postagens-selecionadas-do-telegram-set-out-2021/">Postagens selecionadas do Telegram</a><br><a href="https://culturadefato.com.br/postagens-selecionadas-do-telegram-set-out-2021/">(Set/Out 2021)</a></p>
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<p class="has-text-align-center"><br><a href="https://culturadefato.com.br/sete-postagens-selecionadas-do-telegram/">Sete postagens selecionadas do Telegram</a></p>
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<div id="section-g33f721" class="wp-block-gutentor-e6 section-g33f721 gutentor-element gutentor-element-image"><div class="gutentor-element-image-box"><a class="gutentor-element-image-link" href="https://culturadefato.com.br/seis-postagens-selecionadas-do-telegram/"><div class="gutentor-image-thumb"><img decoding="async" class="normal-image" src="https://culturadefato.com.br/wp-content/uploads/2021/06/LendoJornal.jpg" alt="Recorte da obra: &quot;Lendo o jornal&quot;, criada em 1905 pelo pintor, desenhista e professor português José Vital Branco Malhoa (1855 - 1933)." /></div></a></div></div>



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</div></div></section>



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		<title>Dióxido de carbono não causa aquecimento – nenhum gás causa aquecimento</title>
		<link>https://culturadefato.com.br/dioxido-de-carbono-nao-causa-aquecimento-nenhum-gas-causa-aquecimento/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[James T. Moodey]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 20 Nov 2023 05:28:51 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Filosofia e História]]></category>
		<category><![CDATA[Suplementos]]></category>
		<category><![CDATA[Al Gore]]></category>
		<category><![CDATA[Aquecimento Global]]></category>
		<category><![CDATA[James Hansen]]></category>
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		<category><![CDATA[Resfriamento Global]]></category>
		<category><![CDATA[Robert Boyle]]></category>
		<category><![CDATA[Thomas Edison]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>“Alguns gases absorvem mais calor do que outros, no entanto, por quanto tempo algum deles retém essa temperatura depois que a fonte de calor é removida? A resposta é: certamente não é tempo suficiente para que a teoria do efeito estufa seja verdadeira ou cause aquecimento.”</p>
<p>O post <a href="https://culturadefato.com.br/dioxido-de-carbono-nao-causa-aquecimento-nenhum-gas-causa-aquecimento/">Dióxido de carbono não causa aquecimento – nenhum gás causa aquecimento</a> apareceu primeiro em <a href="https://culturadefato.com.br">Cultura de Fato</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="has-text-align-center">“<em>Os mentirosos estão sempre prontos a jurar.</em>”<br>Vittorio Amedeo Alfieri (1749 &#8211; 1803), dramaturgo e escritor italiano.</p>



<hr class="wp-block-separator has-alpha-channel-opacity is-style-wide"/>



<br>



<p class="has-drop-cap">A fraude de mudanças climáticas e a política de carbono líquido zero são baseadas em uma falsa noção de que o dióxido de carbono e outros gases causam o aquecimento global. Eles não causam. Não precisamos ter dúvida disso. Temos comprovação empírica e científica. Eu possuía uma instalação de teste e reparo de física de gases de pesos e medidas e conduzia testes. Aprendemos física de gases com engenheiros de fábricas que fabricam instrumentos de física de gás. Eles devem entender a física dos gases ou seus instrumentos não funcionarão.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Como a academia errou</h2>



<br>



<p>Em 1988, <span data-tooltip-position="top" data-tooltip="James Edward Hansen é um climatologista norte-americano. Graduou-se em física e matemática na Universidade de Iowa, obtendo mestrado em astronomia e doutorado em física.">James Hansen</span> disse que não era mais o “resfriamento global” e sim o “aquecimento global” que agora era o perigo.</p>



<p><span data-tooltip-position="right" data-tooltip="Albert Arnold Gore Jr. é um político, empresário e ambientalista americano que atuou como o 45.º vice-presidente dos Estados Unidos de 1993 a 2001 durante a presidência de Bill Clinton.">Al Gore</span> alimentou o medo com um financiamento anual de US$ 22 bilhões para universidades e professores estudarem o assunto. A afirmação de Hansen é uma falsidade. As pessoas mudam para climas mais quentes por sua saúde. Considere todas as espécies, nos reinos vegetal e animal, que prosperam perto do equador e nenhuma sobrevive nos polos.</p>



<p>No entanto, por sede pelo dinheiro, os professores se encurralaram em tentativas de provar que uma falsidade era verdadeira. Para isso, é preciso mentir. Cada mentira criava novas falsidades até fazer a física dos gases parecer o quarto bagunçado de uma criança repleto de teorias.</p>



<p class="img-direita"><a href="https://culturadefato.com.br/reciclagem-conservacao-e-sustentabilidade/"><img loading="lazy" decoding="async" width="489" height="281" class="wp-image-9763" src="https://culturadefato.com.br/wp-content/uploads/2021/09/MuroComDesenhoCabecaComLixo_Peq.jpg" alt=""></a>Quase tudo o que ouvimos sobre o aquecimento global nos últimos trinta e cinco anos veio do mundo professoral, e são teorias não foi testadas. Quantas vezes suas declarações e previsões se tornaram realidade? Como seu mundo é teórico, eles usam a revisão por pares para obter aprovação.</p>



<p>Não existe revisão por pares no setor privado, algo funciona ou não funciona, e tudo é testado. Os engenheiros que projetam instrumentos de física de gás devem estar corretos, ou seus instrumentos falham, os edifícios podem queimar e eles certamente seriam demitidos.</p>



<p>Existem duas árvores da física dos gases: a árvore professoral-teórica na academia a partir de 1662, e a física dos gases do mundo real ensinada por engenheiros do setor privado a partir de 1836. A árvore professoral começou em 1662 com a <a href="https://brasilescola.uol.com.br/quimica/transformacao-isotermica-ou-lei-boyle.htm" target="_blank" rel="noreferrer noopener nofollow">lei de <span data-tooltip-position="top" data-tooltip="Robert Boyle (1627 - 1691) foi um filósofo natural, químico e físico irlandês que se destacou pelos seus trabalhos no âmbito da física e da química.">Boyle</span></a> (<span data-tooltip-position="top" data-tooltip="Pressão">pv</span>=<span data-tooltip-position="top" data-tooltip="Constante">k</span>, quanto maior a pressão, menor o volume). Os engenheiros da empresa American Meter inventaram o medidor de gás em 1836, o mesmo medidor de fole duplo que fica na frente de sua casa. Isso deu início à árvore não teórica que é apoiada pela ciência real – os testes.</p>



<p>Na última metade daquele século, <span data-tooltip-position="top" data-tooltip="John Davison Rockefeller (1839 - 1937) foi um magnata de negócios e filantropo norte-americano.">John D. Rockefeller</span> começou a usar instrumentos American Meter (turbinas e medidores de diafragma) para medir milhares de pés cúbicos de gás natural comprimido em grandes tanques, e transportá-los de trem para Nova York. Aparentemente, um cliente contestou a quantidade de gás enviada. A American Meter testou os diafragmas que medem a vazão de baixa pressão e as turbinas de alta pressão que medem o gás para dentro dos tanques. Eles descobriram que os medidores eram precisos; no entanto, as leituras foram significativamente diferentes.</p>



<p>Para testar o fator de correção da lei de Boyle, a American Meter construiu uma instalação de teste de alta pressão no norte da Pensilvânia, que ainda está lá. Fiz uma visita monitorada com eles. Eles determinaram que a lei de Boyle está errada. Quanto maior a pressão, mais errada ela está. Eles testaram meticulosamente e criaram cálculos que correspondem aos testes. Esses cálculos são chamados de fórmulas de supercompressibilidade. Ao longo dos anos, eles criaram quinze fórmulas, <span data-tooltip-position="top" data-tooltip="American Gas Association">AGA</span> 1 a 15. Nenhuma delas aparece no meu livro de física avançada. O livro tem páginas de cálculo derivadas de fórmulas que estão erradas. Mesmo a fórmula ideal (ou universal) da lei dos gases não é precisa. Ela teria que mudar a cada gás para se manter precisa.</p>



<p>Não há currículo para física de gases na academia. As aulas de engenharia e física apenas tocam no assunto com postulados seculares (e enganosos), como continuidade de energia e termodinâmica. Os professores têm usado isso para chegar à conclusão de que a energia não pode ser destruída, ou pelo menos migra para sempre. Isso também é falso.</p>



<p>A física teórica dos gases é como a matemática teórica – leva a conclusões falsas.</p>



<h2 class="wp-block-heading">A Verdadeira Ciência</h2>



<br>



<p>A energia não migra sem parar. A energia cinética (movimento) é continuamente destruída em um campo gravitacional. Falando francamente, uma criança de seis anos pode ver que uma bola de beisebol rola até uma parada.</p>



<p>Toda a matéria, incluindo os gases, são afetados pela gravidade. A temperatura é a medida da energia cinética. A definição de temperatura é “uma indicação da velocidade com que átomos e moléculas estão se movendo” [Dorling Kindersley Science Encyclopedia, página 140]. Uma fonte de calor faz com que eles acelerem, colidam uns com os outros e, quando esfriam, diminuem. Eles não vão para outro lugar.</p>



<p>Os professores ignoram essa verdade simples, a definição de temperatura. A temperatura simplesmente acelera e desacelera – como os átomos em um termômetro de mercúrio. Qualquer migração de energia termina abruptamente, como areia sob uma bola de beisebol rolando.</p>



<p class="img-direita"><a href="https://amzn.to/47H0a5s" target="_blank" rel="noreferrer noopener nofollow"><img loading="lazy" decoding="async" width="424" height="542" class="wp-image-18649" src="https://culturadefato.com.br/wp-content/uploads/2023/11/TheLadderOutOfPoverty.jpg" alt="Capa do livro: &quot;The Ladder Out of Poverty: The Great Society Promised to End Poverty in America. It Did Not Work. Here is a Solution That Will Work.&quot;, de James T Moodey."></a>A prova empírica de que um elefante pesa mais do que um rato é a observação. A prova científica é colocar os dois em uma balança e pesá-los. Todos concordam que, de 1950 a 1985, nossa atmosfera esfriou muito pouco. Fez o mesmo de 1997 a 2015. Durante ambos os períodos, os níveis de dióxido de carbono aumentaram drasticamente.</p>



<p>Essa é a prova empírica de que o dióxido de carbono não causa aquecimento. São cinquenta e cinco anos de prova. É o elefante na sala.</p>



<p>Precisamos parar de pensar: “Tem que causar pelo menos algum aquecimento”. Não, não – obviamente que não. A pergunta que devemos fazer é: “Por que o dióxido de carbono não causa aquecimento?” Isso leva à conclusão científica adequada:&nbsp;<em>meça-o</em>.</p>



<p>Em nosso primeiro teste, realizamos um teste de ar atmosférico vaporoso (70% de umidade), incluindo dióxido de carbono e outros gases traços. A mistura ar-dióxido de carbono correspondia às condições reais.</p>



<p>A mistura ar-dióxido de carbono foi isolada em nossa sala de provas (teste) climatizada e aquecida. Uma vez que a fonte de calor foi descontinuada, a temperatura caiu constantemente em cerca de 1 grau Fahrenheit a cada 32 minutos. Durante um dia ensolarado típico, nossa atmosfera absorve cerca de 22 graus Fahrenheit. A mistura de ar vaporoso e dióxido de carbono neste teste resfriou 22 graus em cerca de 11 horas e 45 minutos. Isso, não por acaso, coincide com a taxa de resfriamento da nossa atmosfera.</p>



<p>Em nossos próximos experimentos, testamos dióxido de carbono puro. Medimos o tempo que o dióxido de carbono levou para esfriar 22 graus depois que a fonte de calor foi removida. O tempo de resfriamento variou entre três e dez minutos, dependendo do tipo de recipiente. O tempo de resfriamento mais rápido foi em um recipiente plástico em 3 minutos e 47 segundos. Qualquer recipiente retardará o resfriamento, de modo que o gás em atmosfera aberta esfrie mais rápido do que o indicado pelo teste.</p>



<p>Na atmosfera, o dióxido de carbono irá, portanto, esfriar tão rápido quanto o Sol e o ar vaporoso permitir que ele esfrie.</p>



<p>Mesmo a mistura vaporosa de todos os gases resfria mais rápido do que 24 horas. A temperatura não se acumula nem pode acumular-se na nossa atmosfera.</p>



<p>Sim, alguns gases absorvem mais calor do que outros, no entanto, por quanto tempo algum deles retém essa temperatura depois que a fonte de calor é removida? A resposta é: certamente não é tempo suficiente para que a teoria do efeito estufa seja verdadeira ou cause aquecimento. Os defensores afirmam que os gases de efeito estufa retêm a temperatura no dia a dia. Não existe isso.</p>



<p>E a noção de que um aumento do número de partes por milhão (ppm) de dióxido de carbono na atmosfera causará aquecimento também é falsa. Uma metáfora pode ajudar aqui. O motor do seu carro que aquece a cerca de mil graus, resfria a aço frio pela manhã. Não importa se há 200 ou 400 carros no seu bairro. Também não importa se o motor é grande ou pequeno. Sem uma fonte de calor, todos eles resfriam rapidamente e na mesma velocidade.</p>



<p>Por outras palavras, o dióxido de carbono não é um gás com efeito de estufa. Somente na teoria acadêmica existem gases de efeito estufa que retêm a temperatura no dia a dia. No mundo real, eles não existem. A razão pela qual o dióxido de carbono não causa aquecimento em nossa atmosfera é – ele esfria muito rapidamente.</p>



<p>Esses testes provam ainda que nenhum gás – seja dióxido de carbono, nitrogênio, metano ou mesmo ar atmosférico úmido – retém calor no dia a dia. Todos eles esfriam rápido demais. O aquecimento prolongado, se ocorrer, é causado pelo Sol.</p>



<p>Aos negacionistas dizemos, provem-no. Prove isso ou pare de criar leis e regras destrutivas baseadas em teorias falsas.</p>



<p>Dizemos aos acadêmicos, meçam-no como verdadeiros cientistas. Construa um laboratório como o nosso ou o de <span data-tooltip-position="top" data-tooltip="Thomas Alva Edison (1847 - 1931) empresário dos Estados Unidos que patenteou e financiou o desenvolvimento de muitos dispositivos importantes de grande interesse industrial. Era conhecido como ''O Feiticeiro de Menlo Park'', hoje é mais conhecido como o inventor da lâmpada elétrica.">Thomas Edison</span>. Tente observar o dióxido de carbono retendo a temperatura do dia a dia.</p>



<p>É um teste simples. Foram utilizados instrumentos de precisão. No entanto, este é um teste repetível que qualquer pessoa pode realizar com instrumentos de armazenamento de hardware.</p>



<br>



<p class="has-text-align-right">Por <a href="https://rothbardbrasil.com/author/james-t-moodey/" target="_blank" rel="noreferrer noopener nofollow">James T. Moodey</a>.<br>Publicado em 7 de novembrode 2023 no <em>website</em> do <a href="https://rothbardbrasil.com/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Instituto Rothbard Brasil</a>.</p>



<br>



<hr class="wp-block-separator has-alpha-channel-opacity is-style-dots"/>



<br>



<p><em>Uma versão condensada do artigo de James T. Moodey “Três provas de que o dióxido de carbono não causa aquecimento na atmosfera – nenhum gás causa aquecimento” está em seu livro </em><a href="https://amzn.to/47H0a5s" target="_blank" rel="noreferrer noopener nofollow"><em>The Ladder Out of Poverty</em> </a>(cap. 11). <em>O livro também tem um capítulo sobre os extensos danos econômicos causados pela primeira regra de cap-and-trade do dos EUA para reduzir o gás natural na bacia de Los Angeles. Ele descreve como perderam a maior parte de fabricação para a China por causa dessa regra (cap. 4). Sua empresa de testes de pesos e medidas foi escolhida para ser a única fonte de testes de conformidade para essa regra.</em></p>



<br>



<p class="has-background has-very-light-gray-background-color"><strong>Nota da editoria:</strong><br><br>Imagem da capa: “<em>Forest Fire &#8211; Reflected H B</em>”, por Gert J. Rheeders.</p>



<br>
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		<title>Orwell expôs a covardia de jornalistas e intelectuais</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Barry Brownstein]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 21 Sep 2023 03:34:20 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Filosofia e História]]></category>
		<category><![CDATA[Aquecimento Global]]></category>
		<category><![CDATA[Big Pharma]]></category>
		<category><![CDATA[Censura]]></category>
		<category><![CDATA[Friedrich A. Hayek]]></category>
		<category><![CDATA[George Orwell]]></category>
		<category><![CDATA[Hunter Biden]]></category>
		<category><![CDATA[Joe Biden]]></category>
		<category><![CDATA[Segunda Guerra Mundial]]></category>
		<category><![CDATA[Stálin]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>“Orwell não se surpreendeu com 'o servilismo com que a maior parte da intelectualidade inglesa engoliu e repetiu a propaganda russa', embora não sofresse 'pressão direta para falsificar suas opiniões'.<br />O poder da <em>Big Pharma</em> já era um problema há quase oitenta anos. Orwell observou: 'Notoriamente, certos tópicos não podem ser discutidos  (...)'.“</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p class="has-text-align-center">“<em>Não me julguem mal. Já pratiquei o jornalismo — confesso —,</em><br><em>mas foi só porque tinha filhos pequenos para sustentar.</em>”<br>Olavo de Carvalho (1947 &#8211; 2023)</p>



<hr class="wp-block-separator has-alpha-channel-opacity is-style-wide"/>



<br>



<p class="has-drop-cap">G<span data-tooltip-position="right" data-tooltip="George Orwell (1903 – 1950) é pseudônimo do escritor inglês Eric Arthur Blair (1903 - 1950).">eorge Orwell</span> tinha pouca esperança de que as mentiras dos totalitários fossem expostas por uma imprensa livre. Seu ensaio “<a href="https://www.orwellfoundation.com/the-orwell-foundation/orwell/essays-and-other-works/the-freedom-of-the-press/" target="_blank" rel="noreferrer noopener nofollow">A Liberdade de Imprensa</a>” foi concebido como prefácio de&nbsp;<em><a href="https://www.amazon.com.br/revolu%C3%A7%C3%A3o-dos-bichos-George-Orwell/dp/6555521856" target="_blank" rel="noreferrer noopener nofollow">A revolução dos bichos</a></em>, mas não foi publicado até 1972. Orwell revelou que o Ministério da Informação do Reino Unido (MOI) (criado durante a <span data-tooltip-position="top" data-tooltip="Conflito militar global ocorrido entre 1939 e 1945.">Segunda Guerra Mundial</span>) aconselhou a editora de Orwell a não publicar&nbsp;<em>A revolução dos bichos</em>, pois seria ofensivo para os “russos soviéticos”.</p>



<p>A tese de Orwell era a de que os jornalistas, e não o governo, são os maiores censores:</p>



<blockquote class="wp-block-quote is-style-default is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow">
<p>O principal perigo para a liberdade de pensamento e expressão neste momento não é a interferência direta do MOI ou de qualquer órgão oficial. Se editores e editoras se esforçam para manter certos temas fora de catálogo, não é porque têm medo de serem processados, mas porque têm medo da opinião pública. Neste país, a covardia intelectual é o pior inimigo que um escritor ou jornalista tem que enfrentar.</p>
</blockquote>



<p>Os jornalistas covardes de hoje suprimiram notícias sobre o laptop de <span data-tooltip-position="top" data-tooltip="Robert Hunter Biden é advogado e lobista americano, segundo filho do 46.º presidente dos Estados Unidos, Joe Biden.">Hunter Biden</span>, a eficiência das máscaras e <em>lockdowns</em>, a segurança das vacinas, revelações de que as vacinas não impediam a transmissão, perguntas sobre a política dos EUA na Ucrânia e desafios à ortodoxia do aquecimento global.</p>



<p>Embora o governo <span data-tooltip-position="top" data-tooltip="Joseph Robinette ''Joe'' Biden Jr.: 46.º presidente dos Estados Unidos e 47.º vice-presidente entre 2009 a 2017 (pelo governo de Barack Obama). Filiado ao Partido Democrata.">Biden</span> tenha torcido os braços das empresas de mídia social para censurar pessoas comuns, não precisou censurar jornalistas. Orwell escreveu: “Ideias impopulares podem ser silenciadas, e fatos inconvenientes mantidos às escuras, sem a necessidade de qualquer proibição oficial.” Ele explicou:</p>



<blockquote class="wp-block-quote is-style-default is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow">
<p>A qualquer momento há uma ortodoxia, um corpo de ideias que se supõe que todas as pessoas de bem aceitarão sem questionar. Não é exatamente proibido dizer isso, aquilo ou outro aquilo, mas é ‘inapropriado’ dizê-lo… Quem desafia a ortodoxia vigente se vê silenciado com surpreendente eficácia. Uma opinião genuinamente fora de moda quase nunca é levada em consideração, seja na imprensa popular, seja nos periódicos intelectuais.</p>
</blockquote>



<p>No parágrafo seguinte, Orwell pintou um retrato do nosso tempo. Como você leu, substitua vacinas, cirurgia de redesignação de gênero para adolescentes, energia verde, etc., por “Rússia soviética”:</p>



<blockquote class="wp-block-quote is-style-default is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow">
<p>Neste momento, o que é exigido pela ortodoxia dominante é uma admiração acrítica da Rússia soviética. Todo mundo sabe disso, quase todo mundo age com base nisso. Qualquer crítica séria ao regime soviético, qualquer divulgação de fatos que o governo soviético prefere manter escondidos, é quase impublicável. E essa conspiração nacional para bajular nosso aliado ocorre, curiosamente, em um contexto de genuína tolerância intelectual. Porque, embora não seja permitido você criticar o governo soviético, pelo menos você é razoavelmente livre para criticar o nosso.</p>
</blockquote>



<p class="img-direita"><a href="https://culturadefato.com.br/as-mesmas-pessoas-sombrias-controlam-a-big-pharma-e-a-midia/"><img loading="lazy" decoding="async" width="470" height="272" class="wp-image-9835" src="https://culturadefato.com.br/wp-content/uploads/2021/09/GrandeDitador_Chaplin_Peq.jpg" alt="Cena do filme &quot;O grande ditador&quot;. de Charles Chaplin."></a>Orwell não se surpreendeu com “o servilismo com que a maior parte da intelectualidade inglesa engoliu e repetiu a propaganda russa”, embora não sofresse “pressão direta para falsificar suas opiniões”.</p>



<p>O poder da <em><a href="https://culturadefato.com.br/as-mesmas-pessoas-sombrias-controlam-a-big-pharma-e-a-midia/" target="_blank" rel="noreferrer noopener nofollow">Big Pharma</a></em> já era um problema há quase oitenta anos. Orwell observou: “Notoriamente, certos tópicos não podem ser discutidos por causa de ‘interesses instalados’. O caso mais conhecido é o da patente de medicamentos.”</p>



<p>Infelizmente, apesar de soar o alarme, Orwell acrescenta um qualificativo ao seu apoio à liberdade de expressão:</p>



<blockquote class="wp-block-quote is-style-default is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow">
<p>Se a liberdade intelectual, que sem dúvida tem sido uma das marcas distintivas da civilização ocidental, significa alguma coisa, significa que cada um terá o direito de dizer e publicar o que acredita ser a verdade, desde que não prejudique o resto da comunidade de alguma forma completamente inconfundível.</p>
</blockquote>



<p>Hoje, é claro, o <a href="https://support.google.com/youtube/answer/13813322?hl=en">dano ao qualificador da comunidade </a>é usado pelo Google e outros para censurar diferenças legítimas de opinião.</p>



<p>Assim como <span data-tooltip-position="top" data-tooltip="Friedrich A. Hayek (1899 - 1992) foi um membro fundador do Mises Institute. Ele dividiu seu Prêmio Nobel de Economia, em 1974, com seu rival ideológico Gunnar Myrdal.">Hayek</span> advertiu em <em><a href="https://rothbardbrasil.com/o-caminho-da-servidao/" target="_blank" rel="noreferrer noopener nofollow">O Caminho da Servidão</a>,</em> Orwell advertiu: “É apenas, ou pelo menos é principalmente, a intelligentsia literária e científica, as mesmas pessoas que deveriam ser as guardiãs da liberdade, que estão começando a desprezá-la, tanto na teoria quanto na prática”.</p>



<p>Hoje, os autoritários afirmam que estão defendendo a democracia, mas o fazem por meios iliberais. Orwell observou essas táticas e relatou “uma tendência generalizada de argumentar que só se pode defender a democracia por métodos totalitários. Se alguém ama a democracia, o argumento diz, é preciso esmagar seus inimigos, não importa o meio.”</p>



<p>Os inimigos a serem esmagados incluíam “aqueles que ‘objetivamente’ a colocam em perigo espalhando doutrinas equivocadas”. Os censores de hoje também usam esse argumento da desinformação.</p>



<p>Pior, explica Orwell, os intelectuais justificaram os expurgos de <span data-tooltip-position="top" data-tooltip="Josef Stalin (1878 - 1953), revolucionário comunista e político soviético de origem georgiana.">Stálin</span> alegando que as “opiniões heréticas das vítimas (…) ‘objetivamente’ prejudicaram o regime e, portanto, era perfeitamente correto não apenas massacrá-las, mas descredibilizá-las com falsas acusações”.</p>



<p class="img-direita"><a href="https://culturadefato.com.br/aldous-huxley-ou-george-orwell/"><img decoding="async" class="wp-image-17953" src="https://culturadefato.com.br/wp-content/uploads/2023/09/AldousHuxley_GeorgeOrwell_Peq.jpg" alt="AldousHuxley e George Orwell"></a>Este não é um ensaio para considerar o cancelamento de&nbsp;<a href="https://thetexan.news/federal/dallas-cardiologist-peter-mccullough-s-medical-certifications-threatened-by-american-board-of-internal-medicine/article_318346e8-a361-5d54-bd8d-f71ad01c91d4.html" target="_blank" rel="noreferrer noopener nofollow">profissionais de saúde</a>,&nbsp;<a href="https://www.glamour.com/story/a-complete-breakdown-of-the-jk-rowling-transgender-comments-controversy" target="_blank" rel="noreferrer noopener nofollow">autores&nbsp;</a>e&nbsp;<a href="https://www.thefire.org/news/ilya-shapiro-resigns-georgetown-following-reinstatement-after-122-day-investigation-tweets" target="_blank" rel="noreferrer noopener nofollow">acadêmicos</a>. Mas se você acredita que os intelectuais se opõem a “falsas acusações” a serviço de sua boa causa, Orwell diria que&nbsp;<em>você</em>&nbsp;<em>está errado.</em></p>



<p>Orwell observou que o grande entusiasmo pela Rússia stalinista era “apenas um sintoma do enfraquecimento geral da tradição liberal ocidental”. Ele advertiu: “Se você encorajar métodos totalitários, pode chegar o momento em que eles serão usados contra você em vez de por você”.</p>



<p>Qualquer adoção tribal de uma “ortodoxia” é problemática. Orwell observou: “O inimigo é a mente gramofônica, concorde-se ou não com o disco que está sendo tocado no momento”.</p>



<p>A civilização ocidental pode sobreviver ao iliberalismo observado por Orwell? Orwell tinha suas dúvidas:</p>



<blockquote class="wp-block-quote is-style-default is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow">
<p>A liberdade intelectual é uma tradição profundamente enraizada sem a qual nossa cultura ocidental característica sem dúvida não poderia existir. Dessa tradição, muitos de nossos intelectuais estão visivelmente se afastando. Eles aceitaram o princípio de que um livro deve ser publicado ou suprimido, elogiado ou condenado, não por seus méritos, mas de acordo com a conveniência política. E outros que não têm essa visão concordam com ela por pura covardia.</p>
</blockquote>



<p>Orwell escreveu: “Se liberdade significa alguma coisa, significa o direito de dizer às pessoas o que elas não querem ouvir”. Hoje, jornalistas e intelectuais nos dizem que a liberdade de expressão não é essencial; em vez de ser uma condição pela qual a civilização progride, a liberdade de expressão é uma <a href="https://www.npr.org/2020/10/20/925755387/unfettered-free-speech-is-a-threat-to-democracy-journalist-says" target="_blank" rel="noreferrer noopener nofollow">ameaça à “democracia”</a>. Com tais crenças, adverte Orwell, estamos criando <a href="https://g1.globo.com/politica/noticia/2023/02/01/em-discurso-na-eleicao-da-camara-lira-diz-que-liberdade-de-expressao-nao-pode-significar-ameaca-a-democracia.ghtml" target="_blank" rel="noreferrer noopener nofollow">nossa própria</a> distopia.</p>



<br>



<p class="has-text-align-right">Por <a href="https://www.aier.org/people/barry-brownstein/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Barry Brownstein</a>.<br><br>Publicado em 18 de setembro de 2023 no <em>website</em> do <a href="https://rothbardbrasil.com/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Instituto Rothbard Brasil</a>.<br>Para acessar o artigo original, escrito em inglês, <a href="https://www.aier.org/article/orwell-exposed-the-cowardice-of-journalists-and-intellectuals/" target="_blank" rel="noreferrer noopener nofollow">clique aqui</a>.<a href="https://loja.uiclap.com/titulo/ua21381/"></a></p>



<br>



<p class="has-background has-very-light-gray-background-color"><strong>Notas da editoria:</strong><br><br>Imagem da capa: “<em>Jornalismo</em>”, por Claudia Hammer.</p>



<br>
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		<title>Salvemos a cultura e a civilização ocidental</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Percival Puggina]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 09 Aug 2023 03:00:56 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Filosofia e História]]></category>
		<category><![CDATA[Aquecimento Global]]></category>
		<category><![CDATA[Clausewitz]]></category>
		<category><![CDATA[Clube Bilderberg]]></category>
		<category><![CDATA[Comunismo]]></category>
		<category><![CDATA[COVID-19]]></category>
		<category><![CDATA[David Rockfeller]]></category>
		<category><![CDATA[Fascismo]]></category>
		<category><![CDATA[Foro de São Paulo]]></category>
		<category><![CDATA[Geração Internet]]></category>
		<category><![CDATA[Globalismo]]></category>
		<category><![CDATA[Judaico-cristã]]></category>
		<category><![CDATA[OMS]]></category>
		<category><![CDATA[Socialistas]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>“A história mostra uma lenta agregação, expansão e ampliação das formas de poder. Entre o caos que sucedeu à queda do Império Romano (476 d. C.) e o estágio atual do chamado globalismo medeiam 16 séculos, despendidos para irmos dos burgos fortificados aos atuais organismos internacionais e transnacionais.”</p>
<p>O post <a href="https://culturadefato.com.br/salvemos-a-cultura-e-a-civilizacao-ocidental/">Salvemos a cultura e a civilização ocidental</a> apareceu primeiro em <a href="https://culturadefato.com.br">Cultura de Fato</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="has-text-align-center"><span id="Epigrafe"></span>“<em>Somos gratos ao Washington Post, ao New York Times, à Time Magazine e a outras grandes publicações cujos diretores participaram de nossas reuniões e respeitaram suas promessas de discrição por quase quarenta anos. Seria impossível desenvolvermos nosso plano para o mundo, se tivéssemos sido expostos à luz da publicidade durante esses anos</em>.”<br><span data-tooltip="David Rockefeller (1915 - 2017), banqueiro estadunidense, atuou como presidente e executivo-chefe do Chase Manhattan Corporation." data-tooltip-position="top">David Rockfeller</span>, na reunião do Bilderberg Group em 1991</p>



<hr class="wp-block-separator has-alpha-channel-opacity is-style-wide"/>



<br>



<p class="has-drop-cap">Ao ler essas frases [<a href="#epigrafe">epígrafe</a>] me vem à lembrança o discurso de Lula no ato de celebração dos 15 anos do Foro de São Paulo<a href="#Nota01"><sup id="ContemRefNota01"><strong>1</strong></sup></a> quando se referiu a ele como um espaço onde podiam “conversar sem que parecesse e sem que as pessoas entendessem qualquer interferência política”<sup id="ContemRefNota02"><a href="#Nota02"><strong>2</strong></a></sup>. Não, conspiração não é necessariamente teoria descartável.</p>



<p>Os impérios são expansionistas. Todos os movidos a ambição e poder também o são. Por isso, muitos descrentes da Criação, têm um projeto pessoal para recriar a sociedade humana noutros padrões. Forma sagaz de exercer domínio! Em suas manifestações atuais, requerem e propõem novos engenhos e artes tanto para a guerra (que é a política em sua expressão <em>hard</em>) quanto para a política (que é a guerra em sua expressão <em>soft</em>) como talvez dissesse hoje <span data-tooltip="Carl Phillip Gottlieb von Clausewitz (1780 - 1831), militar do Reino da Prússia que ocupou o posto de general e é considerado um grande estrategista militar e teórico da guerra por sua obra ''Da Guerra''." data-tooltip-position="top">Clausewitz</span> se integrasse a geração dos <span data-tooltip="Geração Y, também chamada geração da internet. Conceito em Sociologia que se refere à corte dos nascidos após o início da década de 1980 até, aproximadamente, a primeira metade da década de 1990." data-tooltip-position="top"><em>millenials</em></span>.</p>



<p>A experiência com o coronavírus serve ao caso. Ele universalizou o medo, mudou as rotinas dos povos, sustou as atividades produtivas, derrubou a economia mundial, estabeleceu novos protocolos de conduta civilizada, desacreditou a OMS, fez crescer enormemente o poder estatal sobre os cidadãos e restabeleceu a fé naquela “segurança que só o Estado pode lhe dar”. Em proporções que antes seriam inaceitáveis, cada homem, mulher e criança contemporânea percebe sua sujeição a imposições e a restrições de liberdade, com vistas à segurança coletiva. O vírus proporcionou um treino para a submissão aos rigores da burocracia. Levantamento recente revelou a edição, nesse específico tema, no Brasil, de 9455 leis e decretos municipais e 545 normas estaduais restringindo a liberdade dos cidadãos.</p>



<br>



<hr class="wp-block-separator has-alpha-channel-opacity is-style-dots"/>



<br>



<p>A história mostra uma lenta agregação, expansão e ampliação das formas de poder. Entre o caos que sucedeu à queda do Império Romano (476 d. C.) e o estágio atual do chamado globalismo medeiam 16 séculos, despendidos para irmos dos burgos fortificados aos atuais organismos internacionais e transnacionais. No século passado, grandes empresas, após um formidável acúmulo de capital, começaram a criar fundações dedicadas a uma seleção de objetivos de larga escala para uma nova humanidade. Entre esses objetivos se inclui o financiamento de ações e projetos voltados ao aborto, práticas antinatalistas, <a href="https://culturadefato.com.br/a-religiao-do-seculo-xxi/">ambientalismo</a>, laicismo, aquecimento global, feminismo, questões de gênero, diversidade e multiculturalismo. Enquanto preparam o terreno para uma futura governança mundial, grandes fundações subsidiam, em todo o Ocidente, boa parte da publicidade e do discurso dito “progressista”. Muitos acontecimentos nacionais e internacionais dos últimos anos devem ser atribuídos ao poder outorgado por essas fontes de financiamento.</p>



<p>Fazer tábua rasa da cultura do Ocidente é a 1ª página do breviário globalista, cujo “plano para o mundo” precisa destruir fundamentos que procedam da filosofia grega, do direito romano e da tradição religiosa judaico-cristã.</p>



<p>Fingir que não vê, ou supor que orquestradas ações políticas mundiais como as mencionadas anteriormente, que invadem e saturam a mídia e os espaços de opinião, sejam apenas reflexos de um democrático livre pensar diferente, constitui terrível imprudência. Pergunto: como, num estalo de dedos, multidões enchem as ruas no mundo todo portando cartazes que são meras traduções dos que por aqui se leem? Ou vice-versa? Como explicar que os antifas exsurjam entre nós como movimento “pró-democracia”, sendo que historicamente abrigaram anarquistas, socialistas e comunistas? Sendo que, tanto quanto qualquer grupo de esquerda, chama fascistas e assume como adversários todos os defensores do livre mercado e da cultura do Ocidente?</p>



<p>Ao fim e ao cabo, numa perspectiva das ações concretas, estamos assistindo a intolerância de um modo contemplativo. Valores que são caros ao Ocidente estão sendo minados em nome de uma diversidade que faz exatamente o oposto dela, acentuando contornos, afirmando incompatibilidades e promovendo conflitos.</p>



<p>O fenômeno do globalismo, que internacionaliza essas pautas enquanto um jornalismo militante as aplaude e promove, não se confunde com a globalização, ou seja, com a integração econômica, social, cultural e a articulação política entre nações. É um sistema sutil de transferência de poder, um meio pelo qual a <em>penthouse</em> da elite mundial furta o poder político das nações transferindo-o para organismos tecnoburocráticos que lhes sejam próximos. Teremos, então, democracia para o que não importa e tecnoburocracia para tudo mais.</p>



<br>



<p class="has-text-align-right">Por <a href="https://culturadefato.com.br/author/percivalpuggina/">Percival Puggina</a>.<br>Publicado no <em><a href="http://www.puggina.org/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">website</a></em> do autor em 3 de agosto de 2023.</p>



<br>



<p class="has-background has-very-light-gray-background-color"><strong>Notas inclusas pela editoria da Cultura de Fato:</strong></p>



<ol class="wp-block-list">
<li><span id="Nota01"></span>Para acessar a transcrição do discurso, <a href="https://culturadefato.com.br//downloads/politica_e_economia/2020/discurso-de-lula-nos-15-anos-do-foro-de-sao-paulo.pdf" target="_blank" rel="noreferrer noopener">clique aqui</a>. <a href="#ContemRefNota01"><img loading="lazy" decoding="async" width="14" height="10" class="wp-image-105" style="width: 14px;" src="https://culturadefato.com.br/wp-content/uploads/2020/06/Subir.jpg" alt="Subir"></a></li>



<li><span id="Nota02"></span>Consulte a segunda página do discurso disponibilizado pelo item anterior. <a href="#ContemRefNota02"><img loading="lazy" decoding="async" width="14" height="10" class="wp-image-105" style="width: 14px;" src="https://culturadefato.com.br/wp-content/uploads/2020/06/Subir.jpg" alt="Subir"></a></li>
</ol>



<br>



<p class="has-background has-very-light-gray-background-color"><strong>Nota da editoria:</strong><br><br>Imagem da capa: “<em>Two men consulting the globe</em>” (1922), por Norman Rockwell (1894 &#8211; 1978).</p>



<br>
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		<title>Os veículos elétricos vão desaparecer</title>
		<link>https://culturadefato.com.br/os-veiculos-eletricos-vao-desaparecer/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Douglas French]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 26 Apr 2023 03:00:26 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Política e Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Aquecimento Global]]></category>
		<category><![CDATA[EROI]]></category>
		<category><![CDATA[ESG]]></category>
		<category><![CDATA[Instituto Ludwig von Mises]]></category>
		<category><![CDATA[Instituto Ludwig von Mises Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[Ludwig Von Mises]]></category>
		<category><![CDATA[Veículos Elétricos]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>“Qual é a razão dos veículos elétricos? É porque supostamente produzem menos carbono. Mas, se considerarmos todo o ciclo de vida de um veículo elétrico, ele não usa menos carbono. É melhor ter um beberrão de gasolina”.</p>
<p>O post <a href="https://culturadefato.com.br/os-veiculos-eletricos-vao-desaparecer/">Os veículos elétricos vão desaparecer</a> apareceu primeiro em <a href="https://culturadefato.com.br">Cultura de Fato</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="has-text-align-center"><em>Quando a pauta </em><span data-tooltip-position="top" data-tooltip="Environment, Social and Governance. Em português ''Ambiental, social e governança''."><em>ESG</em></span><em> virou moda em diversos países, além do mercado de capitais, outra vítima foi o mercado automobilístico. Sem considerar os custos, a pauta da eletrificação é colocada goela abaixa dos consumidores e fabricantes, e países como Brasil estão aderindo à insana pauta sem considerar os efeitos perversos que a população mais pobre terá que pagar.</em><br><em>Na entrevista reproduzida abaixo, queremos demonstrar como as premissas de </em><span data-tooltip-position="top" data-tooltip="Ludwig Heinrich Edler von Mises (1881 - 1973): economista teórico de nacionalidade austríaca e, posteriormente, americana, que foi membro da Escola Austríaca de pensamento econômico."><em>Ludwig Von Mises</em></span><em> sobre o intervencionismo estão mais atuais que nunca.</em> <sup id="ContemRefNota01"><a href="#Nota01">1</a></sup></p>



<hr class="wp-block-separator has-alpha-channel-opacity is-style-wide"/>



<br>



<p class="has-drop-cap">“A Agência de Proteção Ambiental planeja anunciar novos e rígidos padrões de emissão de escapamento projetados para forçar efetivamente a indústria automobilística a eliminar gradualmente a venda de carros movidos a gasolina”, relata o jornal <a href="https://www.theverge.com/" target="_blank" rel="noreferrer noopener nofollow">The Verge</a>, com a manchete provocativa: “<a href="https://www.theverge.com/2023/4/10/23677157/ev-rules-epa-emission-standards-biden-ice-gas-car-end" target="_blank" rel="noreferrer noopener nofollow">O fim está próximo para os carros movidos a gasolina</a>”.</p>



<p>O ESG (meio ambiente, social e governança) é a mais nova religião e todos nós sabemos quem são seus seguidores. Proprietários de veículos elétricos cantam “<em>Hallelujah</em>” quando saem de suas garagens. A classe investidora evangelista do ESG acredita que a nova crença está apenas começando.</p>



<p>Em entrevista a <a href="https://muckrack.com/maggie-lake-1" target="_blank" rel="noreferrer noopener nofollow">Maggie Lake</a>, da <a href="https://www.realvision.com/" target="_blank" rel="noreferrer noopener nofollow">Real Vision</a>, o investidor <a href="https://www.linkedin.com/in/harris-kupperman-0b66b4147" target="_blank" rel="noreferrer noopener nofollow">Harris Kupperman</a>, conhecido como Kuppy, disse: “Bem, acho que estamos chegando ao fim do ESG, o que provavelmente é uma coisa boa, honestamente”. Ele explicou:</p>



<blockquote class="wp-block-quote is-style-default is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow">
<p>“É como as religiões que surgem, chegam ao auge e desaparecessem. Ninguém mais pratica as religiões romanas. Posso citar três dos deuses, sou formado em História Romana.<br><br>“Essas coisas crescem, atingem o pico, e essa pequena religião do ESG já existe há algum tempo. Ela atingiu o pico. E agora haverá alguma adesão persistente, mas acho que a grande maioria dos investidores quer ganhar dinheiro. E é ótimo se eles estiverem fazendo algo que tenha um bem social, mas a maioria deles só quer economizar para a aposentadoria”.</p>
</blockquote>



<h3 class="wp-block-heading">E a febre dos carros elétricos?</h3>



<br>



<p>Quanto a todos aqueles Teslas sofisticados cortando você silenciosamente no trânsito, seus motoristas demostrando superioridade, pensando que estão salvando o planeta, Kuppy os vê seguindo o caminho do T-Rex.</p>



<blockquote class="wp-block-quote is-style-default is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow">
<p>&#8220;Eu acho que os veículos elétricos vão ser algo que você vai a um museu com seus filhos e fica tipo ‘uau, isso foi um beco sem saída evolucionário, no qual desperdiçamos trilhões de dólares nisso’. Não, acho que há futuro para os veículos elétricos”.</p>
</blockquote>



<p>&#8220;Sério, por quê?&#8221; Lake se perguntou horrorizada.</p>



<p>Em seguida, Kuppy vem com os fatos que ambientalistas amadores e agentes do governo não consideram.</p>



<blockquote class="wp-block-quote is-style-default is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow">
<p>“Porque os veículos elétricos destroem energia. Existe esse conceito chamado <span data-tooltip-position="top" data-tooltip="Energy Return on Investment, em português: ''Retorno do Investimento em Energia''.">EROI</span>, que é a taxa de retorno da energia investida. Em um veículo elétrico, coloca-se mais energia do que se gasta. E, como resultado, é como uma regra termodinâmica &#8211; não funcionará a menos que seja subsidiado.<br><br>“Qual é a razão dos veículos elétricos? É porque supostamente produzem menos carbono. Mas, se considerarmos todo o ciclo de vida de um veículo elétrico, ele não usa menos carbono. É melhor ter um beberrão de gasolina”.</p>
</blockquote>



<p>Bom, talvez os proprietários de carros elétricos não sejam tão heroicos quanto acreditam.</p>



<p>Kupperman diz que, sem subsídios do governo, os consumidores se limitarão aos veículos com motor de combustão interna (<span data-tooltip-position="top" data-tooltip="Internal Combustion Engine, em português: ''Motor de Combustão Interna''.">ICE</span>). Na verdade, mesmo com subsídios, a maioria das pessoas, como Kupperman, comprará veículos ICE. Mas sempre haverá esnobes.</p>



<blockquote class="wp-block-quote is-style-default is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow">
<p>“[Se] você meio que quer ser um esnobe e dizer que tem um carro elétrico, então seja um esnobe. É uma coisa legal de se ter se você quiser mostrar que tem alguma coisa. No meu caso, eu tenho um caminhão. Não me incomoda em nada e tenho orgulho dele.<br><br>“No entanto, se o carbono é a coisa com a qual você está se preocupando, você está se preocupando com o custo total de uso do carro ou a energia que entra versus a energia que sai. Praticamente qualquer componente que você olhar, é melhor ter apenas um motor de combustão interna. E esses motores realmente ficaram muito eficientes nos últimos dois anos”.</p>
</blockquote>



<p class="img-direita"><a href="https://culturadefato.com.br/cultura-de-fato-no-telegram-postagens-selecionadas-agosto-e-setembro-de-2022/"><img decoding="async" class="wp-image-15592" src="https://culturadefato.com.br/wp-content/uploads/2023/04/SobreBateriasDosVeiculosEletricos.jpg" alt="Sobre as baterias dos veículos elétricos"></a>Kupperman aponta que, à medida que os veículos elétricos envelhecem, os proprietários verão o que acontece com a degradação das baterias com íon de lítio.</p>



<blockquote class="wp-block-quote is-style-default is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow">
<p>“A bateria de íon de lítio é um componente tão grande do custo total de um carro que, quando se estiver no quinto ou sexto ano e tiver que substituir 30 a 40% do custo inicial do seu carro, as pessoas vão perceber que o custo vitalício de possuir um veículo elétrico é astronomicamente alto”.</p>
</blockquote>



<p>Assim, na visão de Kuppy, a adoção diminuirá e os proprietários desses veículos terão dúvidas e perceberão que seus carros elétricos são veículos terríveis.</p>



<h3 class="wp-block-heading">ESG é destruição de riqueza</h3>



<br>



<p>No que diz respeito ao ESG, é apenas um imposto sobre a humanidade, de acordo com Kupperman.</p>



<blockquote class="wp-block-quote is-style-default is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow">
<p>“E isso será um prejuízo real para seis bilhões de pessoas que querem um padrão de vida melhor, se não puderem pagar as coisas para tirá-las da pobreza de maneira eficaz”.</p>
</blockquote>



<p>Kupperman acredita que a demanda contínua por energia é imparável e o governo só vai piorar as coisas.</p>



<blockquote class="wp-block-quote is-style-default is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow">
<p>“Eles vão tentar todos os tipos de coisas estúpidas. Os governos historicamente fazem coisas realmente estúpidas que pioram os problemas. Essa é a história dos governos. Presumo que eles tentarão todo tipo de coisa que falhará. E tudo o que fará será destruir a oferta por causa da interferência do governo em sua capacidade de fazer seus negócios.”</p>
</blockquote>



<p>Quando Lake perguntou sobre uma possível interferência do governo, Kupperman respondeu:</p>



<blockquote class="wp-block-quote is-style-default is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow">
<p>“Sim, eles provavelmente vão tentar impostos sobre lucros excessivos. Eles provavelmente vão tentar proibições de exportação, limites de preços e todo tipo de outras coisas. E o resultado líquido é que as pessoas vão pegar seus dividendos e ir para a praia &#8211; elas não vão perfurar o solo em busca de petróleo. Acho que é quase inevitável que o governo pegue um problema e o transforme em uma crise”.</p>
</blockquote>



<p>Sim, uma crise de energia está a caminho, cortesia do estado.</p>



<p class="has-text-align-right">Por <a href="https://culturadefato.com.br/author/douglasfrench/">Douglas French</a>.<br><br>O autor é o diretor do <em>Ludwig von Mises Institute do Canadá</em>.<br>Já foi o presidente do <em>Mises Institute americano</em>, editor sênior do <em>Laissez Faire Club</em>.<br><br>Publicado originalmente no <em>website </em>do  <em><a href="https://mises.org.br/artigos/3099/os-veiculos-eletricos-vao-desaparecer" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Instituto Ludwig von Mises Brasil</a></em>, em  17 de abril de 2023.</p>



<br>



<p class="has-background has-very-light-gray-background-color"><span id="Nota01"></span><strong>Nota:</strong></p>



<ol class="wp-block-list">
<li>Nota escrita pela editoria do <em><a href="https://mises.org.br/artigos/3099/os-veiculos-eletricos-vao-desaparecer" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Instituto Ludwig von Mises Brasil</a></em>. <a href="#ContemRefNota01"><img loading="lazy" decoding="async" width="14" height="10" class="wp-image-105" style="width: 14px;" src="https://culturadefato.com.br/wp-content/uploads/2020/06/Subir.jpg" alt="Subir"></a></li>
</ol>



<p class="has-background has-very-light-gray-background-color"><strong>Notas da editoria:</strong><br><br>A imagem de capa contém o recorte de uma propaganda veiculada em 27 de janeiro de 1912. Utilizando revistas, o objetivo era divulgar o carro elétrico <em>Hupp-Yeats</em>. <a href="https://psmag.com/environment/electric-cars-44397" target="_blank" rel="noreferrer noopener nofollow">Clique aqui</a> para mais detalhes.</p>



<br>
<p>O post <a href="https://culturadefato.com.br/os-veiculos-eletricos-vao-desaparecer/">Os veículos elétricos vão desaparecer</a> apareceu primeiro em <a href="https://culturadefato.com.br">Cultura de Fato</a>.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Cultura de Fato no Telegram: postagens selecionadas (agosto e setembro de 2022)</title>
		<link>https://culturadefato.com.br/cultura-de-fato-no-telegram-postagens-selecionadas-agosto-e-setembro-de-2022/</link>
					<comments>https://culturadefato.com.br/cultura-de-fato-no-telegram-postagens-selecionadas-agosto-e-setembro-de-2022/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Diversos]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 12 Oct 2022 03:18:06 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Artes e Literatura]]></category>
		<category><![CDATA[Filosofia e História]]></category>
		<category><![CDATA[Política e Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Suplementos]]></category>
		<category><![CDATA[1984]]></category>
		<category><![CDATA[Aquecimento Global]]></category>
		<category><![CDATA[Enoch Burke]]></category>
		<category><![CDATA[Excerto de Livro]]></category>
		<category><![CDATA[Foro de São Paulo]]></category>
		<category><![CDATA[Herald Sun]]></category>
		<category><![CDATA[Idade Média]]></category>
		<category><![CDATA[Justin Trudeau]]></category>
		<category><![CDATA[LGBT]]></category>
		<category><![CDATA[Little Demon]]></category>
		<category><![CDATA[Luiz Inácio Lula da Silva]]></category>
		<category><![CDATA[Lula]]></category>
		<category><![CDATA[Mudanças Climáticas]]></category>
		<category><![CDATA[Nova Ordem Mundial]]></category>
		<category><![CDATA[Revista Catolicismo]]></category>
		<category><![CDATA[Séneca]]></category>
		<category><![CDATA[Telegram]]></category>
		<category><![CDATA[Winnipeg]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://culturadefato.com.br/?p=13737</guid>

					<description><![CDATA[<p>Selecionamos dez de nossas postagens realizadas no Telegram entre agosto e setembro de 2022 e nelas acrescentamos <em>links</em>, legendas, áudios, imagens e outras informações. Todas estas “imperecíveis” informações estão reunidas nesta publicação, confira.</p>
<p>O post <a href="https://culturadefato.com.br/cultura-de-fato-no-telegram-postagens-selecionadas-agosto-e-setembro-de-2022/">Cultura de Fato no Telegram: postagens selecionadas (agosto e setembro de 2022)</a> apareceu primeiro em <a href="https://culturadefato.com.br">Cultura de Fato</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="has-text-align-center"><sup>*</sup> <em>Para acessar nosso canal, <a href="https://t.me/culturadefato" target="_blank" rel="noreferrer noopener">clique aqui</a>.</em></p>



<hr class="wp-block-separator has-alpha-channel-opacity is-style-wide"/>



<br>



<h2 class="wp-block-heading">Geração YouTube</h2>



<br>



<p class="has-drop-cap">Diversas mídias têm anunciado que jovens usuários estão abandonando o mecanismo de busca do Google e pesquisando seus assuntos diretamente em redes sociais como Instagram e TikTok. O motivo, ao que tudo indica, é que entre &#8220;ver figurinhas&#8221; e a necessidade de ler, eles estejam preferindo a primeira opção.</p>



<p>Profissionais de determinadas áreas utilizam jargões técnicos visando o reconhecimento imediato dos significados, e certos símbolos convencionados, como os matemáticos, acabam compondo uma espécie de &#8220;linguagem unversal&#8221;. Porém, como serão escritas e interpretadas, por exemplo, as leis (desde as federais até as regras de um condomínio) por uma geração avessa à leitura?</p>



<p>Por mais que redigidas minuciosamente, as leis sempre permitem distorções; são textos impossíveis de se escrever por meio de meros símbolos ou jargões, pois remetem a um mundo de subjetividades muito mais amplo do que o limitado mundo técnico.</p>



<p>Como ficaremos quando as bulas de medicamentos, os manuais de instruções, as próprias leis e tudo o mais passar a ser escrito por uma geração que só sabe lidar com o visual? Onde isso nos levará?</p>



<br>



<p class="has-text-align-right">Por <a href="https://culturadefato.com.br/author/ericrabello/">Eric M. Rabello</a><br>(1º de agosto de 2022)</p>



<br>



<hr class="wp-block-separator has-alpha-channel-opacity is-style-dots"/>



<h2 class="wp-block-heading">Sobre a brevidade da vida</h2>



<br>



<p class="has-drop-cap img-direita">N<a href="https://amzn.to/3VmQ44K" target="_blank" rel="noreferrer noopener nofollow"><img loading="lazy" decoding="async" width="254" height="373" class="wp-image-13809" src="https://culturadefato.com.br/wp-content/uploads/2022/10/SobreABrevidadeDaVida_Seneca.jpg" alt="Capa da obra &quot;Sobre a brevidade da vida&quot;, por Sêneca."></a>ão temos exatamente uma vida curta, mas desperdiçamos uma grande parte dela. A vida, se bem empregada, é suficientemente longa e nos foi dada com muita generosidade para a realização de importantes tarefas.</p>



<p>Ao contrário, desperdiçada no luxo e na indiferença, se nenhuma obra é concretizada, por fim, se não se respeita nenhum valor, não realizamos aquilo que deveríamos realizar, sentimos que ela realmente se esvai. Desse modo, não temos uma vida breve, mas fazemos com que seja assim.</p>



<br>



<p class="has-text-align-right">Excerto da obra <a href="https://amzn.to/3VmQ44K" target="_blank" rel="noreferrer noopener nofollow"><em>Sobre a brevidade da vida</em></a>,<br>de <span data-tooltip-position="top" data-tooltip="Lúcio Aneu Sêneca (04 a.C. - 65): Filósofo, escritor, mestre da arte da retórica, membro do senado, questor e magistrado da justiça criminal durante o Império Romano.">Lúcio Aneu <strong>Sêneca</strong></span></p>



<p class="has-text-align-right">(4 de agosto de 2022)</p>



<br>



<hr class="wp-block-separator has-alpha-channel-opacity is-style-dots"/>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Impulso medieval favorece o hábito da leitura</strong></h2>



<br>



<p class="has-drop-cap">Fala-se que a informação virtual teria dado um golpe mortal na leitura. Mas na <em>Feira do Livro de Buenos Aires</em> “<em>foram quebrados todos os recordes</em>”, tendo ela recebido 1.324.500 visitantes. A indústria editorial apresentou mais de 1.727 títulos novos de 610 expositores locais e internacionais. Em São Paulo, a <em>26ª edição da Bienal do Livro</em> quase atingiu o recorde anterior à pandemia, com 660 mil visitantes que em média adquirem sete livros. Muitas editoras tiveram seu melhor desempenho da história. Mais de 300 novas livrarias independentes surgiram nos EUA nos últimos dois anos, em uma retomada sem precedentes. 80% dos livreiros disseram que suas vendas superaram as de 2020. O costume da leitura se popularizou na <span data-tooltip-position="top" data-tooltip="Idade Média: período da história da Europa entre os séculos V e XV.">Idade Média</span>, quando a Igreja introduziu a alfabetização.</p>



<br>



<p class="has-text-align-right"><a href="https://catolicismo.com.br/Acervo/Num/0860/P18-19.html" target="_blank" rel="noreferrer noopener nofollow">Revista Catolicismo</a><br>(16 de agosto de 2022)</p>



<br>



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<h2 class="wp-block-heading"><strong>O Canadá está instalando depósitos de armas e salas de interrogatório para o Ministério da Mudança Climática</strong></h2>



<br>



<p class="has-drop-cap">Não, não é um trecho de <em>1984</em> – o Canadá tem mesmo um Ministério da Mudança Climática e, graças a ele, uma instalação está sendo construída em <span data-tooltip-position="top" data-tooltip="Capital da província canadense de Manitoba.">Winnipeg</span> para tratar dos &#8220;criminosos ambientais&#8221;. Segundo as plantas originais, ela contará com um depósito de armas, salas de interrogatório, laboratórios biológicos, escritórios de imprensa, &#8220;salas silenciosas controladas&#8221; e setores de inteligência.</p>



<p>Nos últimos dias de maioria em seu governo, <span data-tooltip-position="top" data-tooltip="Justin Pierre James Trudeau: educador e político canadense que atua como o 23º primeiro-ministro do Canadá desde 2015 e Líder do Partido Liberal desde 2013. Nascido em 1971.">Trudeau</span> aprovou silenciosamente o IAA (Ato de Avaliação de Impacto, em português), que dá aos agentes da chamada Polícia Climática o poder de invadir locais sem mandado para &#8220;verificar conformidades ou prevenir não conformidades com o Ato&#8221;.</p>



<p>A <em>fraudemia </em>foi um simples ensaio. O espetáculo de fato, em todas as suas cores, está só começando, e ainda estamos apenas nas primeiras cenas.</p>



<br>



<p class="has-text-align-right"><a href="https://t.me/culturadefato" target="_blank" rel="noreferrer noopener nofollow">Cultura de Fato</a>, sobre notícia publicada na <a href="https://www.truth11.com/untitled-471/" target="_blank" rel="noreferrer noopener nofollow">Truth 11</a><br>(25 de agosto de 2022)</p>



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<h2 class="wp-block-heading"><strong>Recordar é viver e, por muitas vezes, um meio de se evitar uma tragédia</strong></h2>



<br>



<p class="has-drop-cap">Eis o que Lula dizia, em 2007, sobre o <a href="https://culturadefato.com.br/que-e-o-foro-de-sao-paulo/">Foro de São Paulo</a>, no encerramento do Encontro de Governadores da Frente Norte do Mercosul:</p>



<br>



<blockquote class="wp-block-quote is-style-default is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow">
<p>&#8220;<em>Meus companheiros representantes dos países da América do Sul, <strong>eu tive a felicidade de, em 1990, (&#8230;) convocar a primeira reunião da esquerda na América Latina</strong>, em 1990. Eu tinha terminado a eleição de 89, <strong>nós tínhamos saído muito fortalecidos do processo eleitoral </strong>e era preciso, então, fazer um chamamento a todas as organizações de esquerda que militavam na política da América Latina, para que pudéssemos <strong>começar a estabelecer uma estratégia de procedimento entre a esquerda da América Latina.</strong></em><br><br><em>Eu me lembro, <a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Carlos_Chacho_%C3%81lvarez" target="_blank" rel="noreferrer noopener nofollow">Chacho</a>, como se fosse hoje, era época da Copa do Mundo de 1990, e a reunião foi feita em São Paulo, por isso é que ficou constituído o Foro de São Paulo. Só da Argentina tinha 13 organizações políticas, 13 grupos de esquerda que não conversavam entre si. A única coisa que os unia era o Maradona, naquele momento. A República Dominicana, que é um país pequeno, tinha 18 organizações de esquerda naquele encontro. <strong>Parecia, Ana Júlia, o PT.</strong></em><br><br><em>Foi uma reunião muito difícil porque as pessoas não confiavam em si, cada um desconfiava do outro, cada um era mais revolucionário do que o outro, cada um era mais guerrilheiro do que o outro. E era preciso, então, criar um ponto de equilíbrio para fazer as pessoas entenderem. <strong>Eu descobri isso nas eleições de 89, que era possível, com um pouco de organização, o povo [ = o comunismo] chegar ao poder em qualquer país do mundo e em qualquer país da América do Sul.</strong></em><br><br>(…) <em>nós </em>[brasileiros] <em>temos a obrigação de estabelecer uma estratégia, não de querer fazer uma competitividade em igualdade de condições, <strong>mas de ajudar os países mais pobres (Venezuela, Colômbia, etc.) a ter uma relação conosco em que a vantagem possa ser desses países menores</strong>.</em>&#8220;</p>
</blockquote>



<br>



<p>Se preferir, ouço o discurso de Lula:</p>



<figure class="wp-block-audio"><audio controls src="https://culturadefato.com.br/downloads/politica_e_economia/2020/discurso-de-encerramento-do-encontro-de-governadores-da-frente-norte-do-mercosul.mp3"></audio><figcaption class="wp-element-caption">Para obter a transcrição, <a href="https://culturadefato.com.br/downloads/politica_e_economia/2020/discurso-de-encerramento-do-encontro-de-governadores-da-frente-norte-do-mercosul.pdf" target="_blank" rel="noreferrer noopener nofollow">clique aqui</a>.</figcaption></figure>



<br>



<p class="has-text-align-right"><a href="https://t.me/culturadefato" target="_blank" rel="noreferrer noopener nofollow">Cultura de Fato</a><br>(29 de agosto de 2022)</p>



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<h2 class="wp-block-heading">Inteligência e verdade</h2>



<br>



<p class="has-drop-cap img-direita">“I<a href="https://amzn.to/3Rhya0s" target="_blank" rel="noreferrer noopener nofollow"><img loading="lazy" decoding="async" width="282" height="428" class="wp-image-13738" src="https://culturadefato.com.br/wp-content/uploads/2022/10/InteligenciaEVerdade.jpg" alt="Capa da obra: &quot;Inteligência e Verdade&quot;, de Olavo de Carvalho."></a>nteligência, no sentido em que aqui emprego a palavra, no sentido que tem etimologicamente e no sentido em que se usava no tempo em que as palavras tinham sentido, não quer dizer a habilidade de resolver problemas, a habilidade matemática, a imaginação visual, a aptidão musical ou qualquer outro tipo de habilidade em especial. Quer dizer, da maneira mais geral e abrangente, a capacidade de apreender a verdade. A inteligência não consiste nem mesmo em pensar. Quando pensamos, mas o nosso pensamento não capta propriamente o que é verdade naquilo que pensa, então o que está em ação nesse pensar não é propriamente a inteligência, no rigor do termo, mas apenas o desejo frustrado de inteligir ou mesmo o puro automatismo de um pensar ininteligente. O pensar e o inteligir são atividades completamente distintas. A prova disto é que muitas vezes você pensa, pensa, e não intelige nada, e outras vezes intelige sem ter pensado, numa súbita fulguração intuitiva.</p>



<p>A inteligência é um órgão — digamos assim: um órgão — que só serve para isto: captar a verdade. Às vezes ela entra em operação através do pensamento, às vezes através da imaginação ou do sentimento, e às vezes entra diretamente, num ato intelectivo — ou intuitivo — instantâneo, no qual você capta alguma coisa sem uma preparação e sem uma forma representativa em especial que sirva de canal à intelecção. Outras vezes há uma longa preparação através do pensamento, da imaginação e da memória, e no fim você não capta coisíssima nenhuma: cumpridos os atos representativos, a intelecção a que se dirigiam falha por completo; dados os meios, a finalidade não se realiza. A inteligência está na realização da finalidade, e não na natureza dos meios empregados. E se a finalidade dos meios de conhecimento é conhecer, e se o conhecimento só é conhecimento em sentido pleno se conhece a verdade, então a definição de inteligência é: a potência de conhecer a verdade por qualquer meio que seja.”</p>



<br>



<p class="has-text-align-right">Trecho de uma aula do Seminário de Filosofia / Curitiba &#8211; agosto de 1994. Transcrição de Luciane Amato.<br>Tais aulas foram compiladas na obra <a href="https://amzn.to/3Rhya0s" target="_blank" rel="noreferrer noopener nofollow"><em>Inteligência e Verdade: Ensaios de Filosofia</em></a>.<br>(31 de agosto de 2022)</p>



<br>



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<h2 class="wp-block-heading"><strong>Adolescente de Melbourne diz que agora se identifica como <em>gato</em> – e a escola apoia</strong></h2>



<br>



<p class="has-drop-cap">De acordo com um registro do <span data-tooltip-position="top" data-tooltip="jornal-tabloide matinal com sede em Melbourne, Austrália. É publicado pela The Herald e Weekly Times, uma subsidiária da News Corp Austrália, divisão da News Corporation.">Herald Sun</span>, a garota não fala enquanto está na escola, apesar de ser considerada “brilhante“. Uma fonte próxima à família disse que “<em>ninguém parece ter um protocolo para alunos que se identificam como animais, mas a abordagem tem sido a seguinte: desde que isso não traga perturbações à escola, todos serão solidários</em>“.</p>



<p>O Herald Sun também informou que um garoto se identificou como cachorro por determinado período. Em março, meninas de uma escola particular de elite em Brisbane estavam andando de quatro e cortando furos nos uniformes para suas caudas, uma vez que se identificavam como gatos ou raposas. “<em>Quando uma garota se sentou em uma cadeira vazia ao lado, a outra gritou com ela e disse que estava se sentando em sua cauda (…).</em>”</p>



<p>Enfim, mais um dia normal no século XXI.</p>



<br>



<p class="has-text-align-right"><a href="https://www.dailymail.co.uk/news/article-11130881/Melbourne-private-school-teenager-identifies-cat-furry-trend.html" target="_blank" rel="noreferrer noopener nofollow">Daily Mail</a><br>(2 de setembro de 2022)</p>



<br>



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<h2 class="wp-block-heading">Disney lança novo desenho literalmente satânico</h2>



<br>



<p class="has-drop-cap img-direita">“N<a href="https://www.thegatewaypundit.com/2022/09/disney-airs-sick-satanic-cartoon-little-demon-plot-features-demonic-pagan-rituals-single-mom-knocked-satan/" target="_blank" rel="noreferrer noopener nofollow"><img loading="lazy" decoding="async" width="293" height="211" class="wp-image-13756" src="https://culturadefato.com.br/wp-content/uploads/2022/10/LittleDemon.jpg" alt="Little Demon" srcset="https://culturadefato.com.br/wp-content/uploads/2022/10/LittleDemon.jpg 293w, https://culturadefato.com.br/wp-content/uploads/2022/10/LittleDemon-240x172.jpg 240w" sizes="auto, (max-width: 293px) 100vw, 293px" /></a>a última semana, a Disney prosseguiu em seu caminho rumo à destruição, lançando um novo desenho chamado <em>Little Demon</em>, e a coisa é tão ruim quanto parece.</p>



<p>O desenho se passa 13 anos depois que uma mulher pagã solteira é engravidada por Satanás (dublado por Danny DeVito), acompanhando esta mulher e sua filha (literalmente a filha de Satanás e referida como &#8216;Anticristo&#8217;) em sua vida cotidiana.</p>



<p>A série apresenta bruxaria demoníaca, rituais pagãos, violência gratuita, sanguinolência e nudez, e a julgar pelo trailer [incluído no <a href="https://www.thegatewaypundit.com/2022/09/disney-airs-sick-satanic-cartoon-little-demon-plot-features-demonic-pagan-rituals-single-mom-knocked-satan/" target="_blank" rel="noreferrer noopener nofollow">link</a>], pode ser facilmente considerada pornográfica por definição.”</p>



<br>



<p class="has-text-align-right"><a href="https://www.thegatewaypundit.com/2022/09/disney-airs-sick-satanic-cartoon-little-demon-plot-features-demonic-pagan-rituals-single-mom-knocked-satan/" target="_blank" rel="noreferrer noopener nofollow">The Gateway Pundit</a><br>(2 de setembro de 2022)</p>



<hr class="wp-block-separator has-alpha-channel-opacity is-style-dots"/>



<h2 class="wp-block-heading">Irracionais: pela ecologia, por causa da ecologia, ou para uma “Nova Ordem”?</h2>



<br>



<p class="has-drop-cap">A maioria das baterias que equipam carros elétricos pesam em torno de 450 quilos. Contendo, 11 kg de lítio, cerca de 14 kg de cobalto, 27 kg de níquel e, mais de 40 kg de cobre e 50 kg de grafite — além de aproximadamente 180 kg de aço, alumínio e plásticos.</p>



<p>Agora imaginem as escavações mineiras necessárias para produzir carros elétricos em série e em escala.</p>



<p>E os <em>progressistas</em> ainda dizem que <em>os motores a combustão não são ecológicos</em>.</p>



<br>



<p class="has-text-align-right">Por <a href="https://culturadefato.com.br/author/orlandobraga/">Orlando Braga</a><br>(5 de setembro de 2022)</p>



<br>



<hr class="wp-block-separator has-alpha-channel-opacity is-style-dots"/>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Professor é preso na Irlanda por se recusar a utilizar pronomes neutros</strong></h2>



<br>



<p class="has-drop-cap img-direita">A<img loading="lazy" decoding="async" width="391" height="305" class="wp-image-13828" src="https://culturadefato.com.br/wp-content/uploads/2022/10/EnochBurke.jpg" alt="Enoch Burke">pós se recusar a tratar um garoto por pronomes neutros, o professor <a href="https://www.bbc.com/news/world-europe-62818245" target="_blank" rel="noreferrer noopener nofollow">Enoch Burke</a> foi legalmente afastado de seu colégio e proibido até mesmo de estar presente no local. Ignorando a ordem, Burke dirigiu-se normalmente ao colégio para lecionar, onde foi preso.</p>



<p>Após a decisão, o professor de alemão, história e política disse que <em>não iria desistir de suas crenças cristãs</em>.</p>



<p><em>&#8220;O transgenerismo vai contra minha fé cristã. (&#8230;) Minhas crenças religiosas não são má conduta e nunca serão. Elas me são caras. Jamais irei negá-las ou traí-las, e jamais irei me curvar a uma ordem que me exija fazê-lo&#8221;</em>, afirmou o professor.</p>



<p>Reparem que em nenhum momento – e o próprio juiz do caso declarou isto – se discutiu a questão em si dos pronomes e as leis/consequências envolvidas. O sistema jurídico já está partindo do princípio de que as pessoas são <strong>OBRIGADAS</strong> a aceitar tudo isso: o professor foi sumariamente afastado do colégio e, ao resistir, sumariamente preso. Isso significa que os direitos de consciência LGBT são lei; os de consciência cristã, crime – e isto já não é mais discutido, mas imposto como ponto de partida. Resista e você será preso.</p>



<br>



<p class="has-text-align-right"><a href="https://t.me/culturadefato" target="_blank" rel="noreferrer noopener nofollow">Cultura de Fato</a>, sobre notícia no <a href="https://www.dailymail.co.uk/news/article-11184043/Teacher-refused-use-students-gender-neutral-pronouns-JAILED-Ireland.html" target="_blank" rel="noreferrer noopener nofollow">Daily Mail</a><br>(6  de setembro de 2022)</p>



<br>



<p class="has-background has-very-light-gray-background-color"><strong>Notas da editoria:</strong><br><br>Imagem de capa: “<a href="https://pixels.com/featured/paper-airplanes-on-a-textured-sky-caroline-serafinas.html" target="_blank" rel="noreferrer noopener nofollow"><em>Paper airplanes</em></a>”, por <a href="https://pixels.com/profiles/caroline-serafinas" target="_blank" rel="noreferrer noopener nofollow">Caroline Serafinas</a>.</p>



<br>



<h2 class="wp-block-heading has-text-align-center">Postagens similares:</h2>



<br>



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<p class="has-text-align-center"><a href="https://culturadefato.com.br/postagens-selecionadas-do-telegram-marco-de-2023/"></a><br><a href="https://culturadefato.com.br/postagens-selecionadas-do-telegram-abril-e-maio-de-2023/">Postagens selecionadas do Telegram</a><br><a href="https://culturadefato.com.br/postagens-selecionadas-do-telegram-abril-e-maio-de-2023/">(abril e maio de 2023)</a></p>
</div></div>



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</div></div>



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</div></div>



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<div id="section-gf06e84" class="wp-block-gutentor-e6 section-gf06e84 gutentor-element gutentor-element-image"><div class="gutentor-element-image-box"><a class="gutentor-element-image-link" href="https://culturadefato.com.br/sete-postagens-selecionadas-do-telegram/"><div class="gutentor-image-thumb"><img decoding="async" class="normal-image" src="https://culturadefato.com.br/wp-content/uploads/2021/08/ReadingANewspaperInTheGarden_HenriToulouse-Lautrec.jpg" alt="“Desire Dehau Reading a Newspaper in the Garden” (1890), do pintor francês Henri de Toulouse-Lautrec (1864 - 1901)." /></div></a></div></div>



<p class="has-text-align-center"><br><a href="https://culturadefato.com.br/sete-postagens-selecionadas-do-telegram/">Sete postagens selecionadas do Telegram</a></p>
</div></div>



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<p class="has-text-align-center"><br><a href="https://culturadefato.com.br/seis-postagens-selecionadas-do-telegram/">Seis postagens selecionadas do Telegram</a></p>
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<p class="has-text-align-center"><br><a href="https://culturadefato.com.br/telegram-postagens-avulsas-de-autores-pertinentes/">Seis postagens selecionadas do Telegram</a></p>
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<br>
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		<item>
		<title>Postagens selecionadas do Telegram (fevereiro de 2022)</title>
		<link>https://culturadefato.com.br/postagens-selecionadas-do-telegram-fevereiro-de-2022/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Diversos]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 09 Mar 2022 03:00:54 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Filosofia e História]]></category>
		<category><![CDATA[Política e Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Aborto]]></category>
		<category><![CDATA[Aquecimento Global]]></category>
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		<category><![CDATA[Telegram]]></category>
		<category><![CDATA[W. Golding]]></category>
		<category><![CDATA[Zamyatin]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://culturadefato.com.br/?p=11202</guid>

					<description><![CDATA[<p>Esta publicação reúne nove postagens do mês de fevereiro de 2022, originárias dos canais de Marcos Falcão, Fabio Blanco, Ludmila Lins Grilo, Alexandre Costa e o do nosso próprio <em>website</em>.</p>
<p>O post <a href="https://culturadefato.com.br/postagens-selecionadas-do-telegram-fevereiro-de-2022/">Postagens selecionadas do Telegram (fevereiro de 2022)</a> apareceu primeiro em <a href="https://culturadefato.com.br">Cultura de Fato</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="has-text-align-center"><sup>*</sup>&nbsp;<em>Títulos nossos, à exceção do terceiro tópico</em><br><em>(“<a href="#TerceiroTopico">O preço que a segurança e a ordem cobram</a>”)</em></p>



<hr class="wp-block-separator has-css-opacity is-style-wide"/>



<br>



<h2 class="wp-block-heading">Na <em>Hora H</em>, quem manda?</h2>



<p class="img-direita"><img decoding="async" class="wp-image-11471" src="https://culturadefato.com.br/wp-content/uploads/2022/03/OlavoEscreveSobrePutin.jpg" alt="“OPutin parece ser o último governante que ainda conhece a realidade: Quem manda é quem tem armas, não quem tem o computador. Quero ver algum desses fresquinhos do Silicon Valley se meter a besta com ele. Na Hora H, o único poder real que existe não é o poder de mentir. É o poder de matar. O velho Stalin perguntaria: Quantas divisões armadas tem o Bill Gates?”"><br></p>



<p class="has-drop-cap img-direita">“O <span data-tooltip-position="top" data-tooltip="Vladimir Vladimirovitch: atual presidente da Rússia, além de ex-agente do KGB no departamento exterior e chefe dos serviços secretos soviético e russo, KGB e FSB, respectivamente.">Putin</span> parece ser o último governante que ainda conhece a realidade: Quem manda é quem tem armas, não quem tem o computador. Quero ver algum desses fresquinhos do Silicon Valley se meter a besta com ele. Na <em>Hora H</em>, o único poder real que existe não é o poder de mentir. É o poder de matar. O velho <span data-tooltip-position="top" data-tooltip="Josef Stalin (1878 - 1953): Revolucionário comunista e político soviético de origem georgiana.">Stalin</span> perguntaria: Quantas divisões armadas tem o <span data-tooltip-position="top" data-tooltip="William Henry Gates III, mais conhecido como Bill Gates, nasceu em 1955 na cidade de Seattle (EUA). É um magnata, empresário, diretor executivo, investidor e filantropo, ficou conhecido por fundar junto com Paul Allen a Microsoft.">Bill Gates</span>?”</p>



<br>



<p class="has-text-align-right">Escrito por Olavo de Carvalho (1947 &#8211; 2022).<br>Publicado em 24 de fevereiro de 2022 no canal de Marcos Falcão (para acessá-lo, <a href="https://t.me/canaldofalcao1" target="_blank" rel="noreferrer noopener nofollow">clique aqui</a>).</p>



<br>



<hr class="wp-block-separator has-css-opacity is-style-dots"/>



<h2 class="wp-block-heading" id="TerceiroTopico">O preço que a segurança e a ordem cobram</h2>



<br>



<p class="has-drop-cap">Muitos sonham com uma sociedade totalmente ordenada e plenamente segura, pois entendem a ordem e a segurança como valores absolutos.</p>



<p>Ninguém pode negar que a ordem e segurança são necessárias, mas quando se tornam absolutas destroem nossa humanidade.</p>



<p>Se tudo está ordenado, tudo é previsível, impedindo a manifestação da criatividade; se tudo está seguro, tudo está sendo monitorado, cerceando completamente a liberdade.</p>



<p>Como a criatividade e a liberdade são expressões da razão e a razão é o que nos faz humanos, pode-se dizer que em um mundo totalmente ordenado e completamente seguro nossa humanidade é mitigada.</p>



<p>Ordem e segurança são necessárias, mas precisam ser temperadas.</p>



<p>Sempre é bom lembrar que o Inferno de Dante era um lugar muito bem organizado e completamente vigiado.</p>



<p>É estranho dizer isso, mas, se quisermos nos manter humanos, precisamos preservar alguma desordem e insegurança.</p>



<br>



<p class="has-text-align-right">Por <a href="https://culturadefato.com.br/author/fabioblanco/">Fabio Blanco</a>.<br>Publicado em 21 de fevereiro de 2022 no canal do autor (para acessá-lo, <a href="https://t.me/filosofiaintegral" target="_blank" rel="noreferrer noopener">clique aqui</a>).</p>



<br>



<hr class="wp-block-separator has-css-opacity is-style-dots"/>



<h2 class="wp-block-heading">Cultura da morte</h2>



<br>



<p class="has-drop-cap">A cultura da morte avança pelo mundo.</p>



<p>A Colômbia, por meio de sua Suprema Corte, descriminalizou o aborto até 24 semanas.</p>



<p>Não sei se você parou para visualizar…mas 24 semanas corresponde a um bebê de 6 meses. <strong>SEIS MESES</strong>.</p>



<p>Como você pode notar, não foi o Legislativo que aprovou uma lei: foi o Judiciário, iluminado, com seu ativismo, que resolveu substituir-se a Deus e dizer sobre a vida e a morte.</p>



<p class="img-direita"><a href="https://culturadefato.com.br/para-se-falar-sobre-o-aborto/"><img loading="lazy" decoding="async" width="530" height="303" class="wp-image-7467" src="https://culturadefato.com.br/wp-content/uploads/2021/04/DesenhoSobreAborto.jpg" alt=""></a>O problema do ativismo judicial predatório, portanto, não acontece apenas no Brasil.</p>



<p>O Código Penal da Colômbia prevê a possibilidade de aborto em caso de estupro, incesto, malformação fetal que inviabiliza a vida, e nos casos de perigo à vida ou à saúde da mulher. Nada fala sobre a mulher que, egoisticamente, deseja interromper a gravidez porque o bebê irá atrapalhar suas noitadas e suas farras.</p>



<p>O “Movimento Justa Causa”, que congrega várias <span data-tooltip-position="top" data-tooltip="Organização Não Governamental">ONG</span>s na Colômbia, deu o pontapé inicial nessa barbárie. Prestem atenção ao nome: “justa causa”…percebam que essa gente dá o nome que quiser às coisas, ainda que represente o seu oposto.</p>



<p>Esse movimento pretendia o “reconhecimento da liberdade e autonomia das mulheres para decidir sobre seus corpos e projetos de vida, características fundamentais da cidadania plena”. Observem o jogo de palavras: “liberdade”, “autonomia”, “cidadania”. Não é lindo? As idiotas caem como patinhas.</p>



<p>Essas ideias degeneradas são amplamente financiadas mundo afora. Um de seus maiores patrocinadores é o globalista <span data-tooltip-position="top" data-tooltip="William Henry Gates III, mais conhecido como Bill Gates, nasceu em 1955 na cidade de Seattle (EUA). É um magnata, empresário, diretor executivo, investidor e filantropo, ficou conhecido por fundar junto com Paul Allen a Microsoft.">Bill Gates</span> &#8211; aquele que só pensa em redução populacional, e que, inclusive, disse que as vacinas poderiam ajudar a…bem…ahmmmm…REDUZIR A POPULAÇÃO MUNDIAL.</p>



<p>Portanto, quem não entendeu a jogada globalista, não entendeu nada do que está acontecendo no mundo.</p>



<p>É hora de você acordar.</p>



<br>



<p class="has-text-align-right">Por <a href="https://culturadefato.com.br/author/ludmilalinsgrilo/">Ludmila Lins Grilo</a>.<br>Publicado em 12 de fevereiro de 2022 no canal da autora (para acessá-lo, <a href="https://t.me/ludmilagrilo" target="_blank" rel="noreferrer noopener nofollow">clique aqui</a>).</p>



<br>



<hr class="wp-block-separator has-css-opacity is-style-dots"/>



<h2 class="wp-block-heading" id="printem-tudo"><em>Printem</em> tudo!</h2>



<br>



<p class="has-drop-cap">Passamos os dois últimos anos sendo xingados, difamados, caluniados, escarnecidos.</p>



<p>Sabíamos que o tempo iria fazer seu trabalho, e permanecemos firmes, quando tudo induzia a se curvar à maioria e ao discurso midiático. Isso não é coisa para homens de geleia.</p>



<p>Todos aqueles que se preocuparam apenas em ser aceitos pela patota e replicaram um discurso estúpido, de que as pessoas não deveriam procurar tratamento imediato &#8211; ou tomar apenas uma dipirona, ou esperar sentir falta de ar &#8211; têm responsabilidade pelo que aconteceu. Todos.</p>



<p class="img-direita"><a href="https://twitter.com/CDCgov/status/1492238266418016258" target="_blank" rel="noreferrer noopener nofollow"><img loading="lazy" decoding="async" width="602" height="327" class="wp-image-11241" src="https://culturadefato.com.br/wp-content/uploads/2022/02/Post_CDC.jpg" alt="Post CDC"></a><em>Printem</em> tudo o que virem, porque em breve haverá uma corrida para tentar apagar os rastros do discurso imbecil que replicaram.</p>



<p>Já não se vê pessoas fotografando orgulhosamente a 2ª, 3ª, 4ª dose…também não se vê ninguém publicando a inoculação dos próprios filhos…conseguem perceber o que está acontecendo?</p>



<p>Assim como ocorreu com outras ideologias genocidas na história, as pessoas responsáveis tentarão se descolar dela nos próximos anos.</p>



<p>Mas o <em>print</em> é eterno. <em>Printem</em> tudo, para que a história saiba exatamente quem disseminou o discurso que culminou em milhões de mortes.</p>



<br>



<p class="has-text-align-right">Por <a href="https://culturadefato.com.br/author/ludmilalinsgrilo/">Ludmila Lins Grilo</a>.<br> Publicado em 12 de fevereiro de 2022 no canal da autora (para acessá-lo, <a href="https://t.me/ludmilagrilo" target="_blank" rel="noreferrer noopener nofollow">clique aqui</a>).<br><br>Tradução da postagem (imagem acima) realizada pelo <span data-tooltip-position="top" data-tooltip="CDC: Centers for Disease Control, em portugês ''Centros de Controle de Doenças''.">CDC</span> em 11 de fevereiro de 2022:<br>“<em>Se você testar positivo para <span data-tooltip-position="top" data-tooltip="Desde o início de fevereiro de 2019, a OMS passou a chamar oficialmente a doença causada pelo coronavírus de COVID-19, que é a sigla de COrona VIrus Disease (Doença do Coronavírus), o sufixo''19'' indica o ano de 2019, quando os primeiros casos em Wuhan, na China, foram divulgados."><em>COVID-19</em></span> e estiver em risco de ficar muito doente, entre em contato com um profissional da saúde imediatamente para determinar se você pode ser elegível para tratamento. Não demore, o tratamento deve ser iniciado nos primeiros dias para ser eficaz.</em>”</p>



<br>



<hr class="wp-block-separator has-css-opacity is-style-dots"/>



<h2 class="wp-block-heading">Símbolos, imagens e palavras ao vento</h2>



<br>



<p class="has-drop-cap">Ximo Puig [foto subsequente], presidente da Comunidade Valenciana e secretário-geral do PSOE (Partido Socialista Obrero Español) na região, defende que, mesmo após o relaxamento das restrições, a população deveria seguir usando as máscaras como um símbolo.</p>



<p>Não é difícil perceber que, na verdade, todos os elementos do &#8220;novo normal&#8221; são exatamente isto: símbolos litúrgicos de uma nova religião civil universal, na qual os novos devotos dão-se a si mesmos e aos seus filhos &#8212; voluntariamente! &#8212; a imolar-se (cf. meu artigo <em><a href="https://culturadefato.com.br/e-subirei-ao-altar-de-deus/">E subirei ao altar de Deus</a></em>, disponível no <em>site</em> do canal).</p>



<p class="img-direita"><img loading="lazy" decoding="async" width="209" height="314" class="wp-image-11376" src="https://culturadefato.com.br/wp-content/uploads/2022/02/XimoPuig.jpg" alt="Ximo Puig">O problema é que as pessoas, em geral, subestimam o poder dos símbolos e das imagens, relegando tudo isso ao segundo plano e dedicando-se a provar seu ponto de vista pela demonstração lógica. Enquanto isso, o inimigo &#8212; que jamais pretendeu vencer o debate racional e cujas propostas tanto mais lhe servem quanto menos sentido fazem &#8212; segue moldando o imaginário popular sem enfrentar qualquer obstáculo.</p>



<p>Há poucos dias, ouvi de um padre que todo pecado podia ser entendido como uma espécie de amor deformado e fora de lugar, não bastando portanto querer apenas &#8220;arrancá-lo&#8221;, como que por mágica, mas sendo necessário substituir essa monstruosidade por um novo e verdadeiro amor às coisas verdadeiramente dignas de ser amadas. Estamos, aqui, diante da mesma situação: é preciso <em>substituir</em> urgentemente as simbologias e a linguagem correntes e passar a oferecer novos — ou velhos, e principalmente velhos &#8212; elementos, ou mesmo <em>alimentos</em>, que refresquem o aparato imaginativo das pessoas e as tornem mais dóceis àquilo que veem, em lugar daquilo que sentem.</p>



<br>



<p class="has-text-align-right">Por <a href="https://culturadefato.com.br/author/danielmarcondes/">Daniel Marcondes</a>.<br>Publicado em 4 de fevereiro de 2022 no canal da&nbsp;<a href="https://t.me/culturadefato" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Cultura de Fato</a> (para acessá-lo, <a href="https://t.me/culturadefato" target="_blank" rel="noreferrer noopener nofollow">clique aqui</a>).</p>



<br>



<hr class="wp-block-separator has-css-opacity is-style-dots"/>



<h2 class="wp-block-heading">Blefes ecoterroristas</h2>



<br>



<p class="has-drop-cap img-direita"><img loading="lazy" decoding="async" width="529" height="355" class="wp-image-11381" src="https://culturadefato.com.br/wp-content/uploads/2022/02/EcoLoucura.jpg" alt="">A exemplo de outras nações-arquipélago que buscam obter milhões de dólares explorando a demagogia ecologista, Tuvalu vaticina que desaparecerá sob os oceanos por culpa dos gases de efeito estufa emitidos pelos países civilizados. Seu ministro da Justiça, Comunicações e Relações Exteriores, Simon Kofe, apareceu de terno, com a água até os joelhos, lendo um dramático texto para o mundo. Entretanto, estudos científicos provam que, em vez de afundar, Tuvalu cresce 3% ao ano, porque repousa sobre corais produzidos por seres vivos que aumentam estavelmente de volume. Além disso, fatores como o furacão Bebe, que depositou 140 hectares de detritos, aumentaram sua área em 10%. Mas a demagogia verde silencia os dados científicos. Para <span data-tooltip-position="top" data-tooltip="Christopher John Penrice Booker (1937 - 2019): jornalista e escritor inglês.">Christopher Booker</span>, autor de vários livros sobre a matéria, o aumento do nível dos mares é “a maior mentira já contada”.</p>



<br>



<p class="has-text-align-right">Por <a href="https://catolicismo.com.br/" target="_blank" rel="noreferrer noopener nofollow">Revista Catolicismo</a>.<br>Publicado em 11 de fevereiro de 2022 no canal da&nbsp;<a href="https://t.me/culturadefato" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Cultura de Fato</a> (para acessá-lo, <a href="https://t.me/culturadefato" target="_blank" rel="noreferrer noopener nofollow">clique aqui</a>).</p>



<br>



<hr class="wp-block-separator has-css-opacity is-style-dots"/>



<h2 class="wp-block-heading">O comunismo não “matou”, o comunismo está matando</h2>



<br>



<p class="has-drop-cap">Nos últimos dias, o Brasil deu mais um exemplo do quanto seu apodrecido estado político é apenas um reflexo do catastrófico nível dos seus debates públicos. Nessa história de nazismo pra lá e pra cá, vimos uma discussão em que <strong>todos</strong>&nbsp;os lados conseguiram falar besteira ao mesmo tempo, como um bando de cegos armados tentando acertar uma moeda.</p>



<p>Mas no meio de todo este circo, algo chama a atenção: no confronto entre os regimes nazista e comunista, nem a esquerda e nem a direita pareceram lembrar-se de que o comunismo não simplesmente matou mais de 100 milhões de pessoas e encerrou suas atividades, mas que <strong>mata ainda hoje</strong> milhares e milhares de civis.</p>



<p>Há campos de concentração e trabalho forçado comprovados pelo menos na Coreia do Norte e na China; há perseguição, prisão, tortura e morte legalizadas de cristãos nesses países e em diversos outros de mesma inspiração ideológica. As mortes do comunismo não comportam o pretérito; o comunismo não “matou”, o comunismo <strong>está matando</strong> — é o massacre de maior duração na história humana e, ao mesmo tempo, o mais louvado, principalmente pelos mesmos que enchem o peito para berrar os horrores do nazismo.</p>



<p>E, assim, voltamos à pergunta de um milhão de dólares: por que o que já matou cerca de 160 milhões de pessoas e continua matando até hoje não é proibido e odiado como o que matou 12 milhões?</p>



<br>



<p class="has-text-align-right">Por <a href="https://culturadefato.com.br/author/danielmarcondes/">Daniel Marcondes</a>.<br>Publicado em 15 de fevereiro de 2022 no canal da&nbsp;<a href="https://t.me/culturadefato" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Cultura de Fato</a> (para acessá-lo, <a href="https://t.me/culturadefato" target="_blank" rel="noreferrer noopener nofollow">clique aqui</a>).</p>



<br>



<hr class="wp-block-separator has-css-opacity is-style-dots"/>



<h2 class="wp-block-heading" id="o-ultimo-aviso-de-um-moribundo">O último aviso de um moribundo</h2>



<br>



<p class="has-drop-cap">Autor de 1984 e dezenas de outras obras, o escritor <a href="https://culturadefato.com.br/author/georgeorwell/">George Orwell</a>, deixou um último alerta pouco antes de morrer, em janeiro de 1950, aos 46 anos:</p>



<p>“Não deixe acontecer. Depende de você.”</p>



<p>Seu imaginário amplo e perspicaz foi capaz de antecipar imaginativamente os elementos centrais de quase todo o nosso drama atual.</p>



<p>Há muito mais para se cumprir. São os pequenos São João com seus apocalipses. Gigantes – da estirpe de <span data-tooltip-position="top" data-tooltip="George Orwell (1903 – 1950) é pseudônimo do escritor inglês Eric Arthur Blair.">Orwell</span>, <span data-tooltip-position="top" data-tooltip="Robert Hugh Benson (1871 - 1914): sacerdote católico e escritor inglês.">Benson</span>, <span data-tooltip-position="bottom" data-tooltip="Ray Douglas Bradbury (1920 - 2012): escritor e roteirista norte-americano.">Bradbury</span>, <span data-tooltip-position="top" data-tooltip="Aldous Leonard Huxley (1894 - 1963): Escritor inglês.">Huxley</span>, <span data-tooltip-position="bottom" data-tooltip="Arthur Koestler (1905 - 1983): jornalista e escritor judeu húngaro radicado no Reino Unido.">Koestler</span>, <span data-tooltip-position="top" data-tooltip="Evgéni Ivánovitch Zamiátin (1884 - 1937): escritor russo.">Zamyatin</span>, <span data-tooltip-position="bottom" data-tooltip="Philip Kindred Dick (1928 - 1982): escritor norte-americano, também conhecido pelas iniciais PKD.">Philip Dick</span>, <span data-tooltip-position="top" data-tooltip="Brian O'Nolan (1911 - 1966): escritor, novelista e satirista, considerado uma das maiores figuras da literatura irlandesa do século XX.">O’Brien</span>, <span data-tooltip-position="bottom" data-tooltip="John Anthony Burgess Wilson (1917 - 1993): escritor, compositor e crítico britânico.">Burgess</span>, <span data-tooltip-position="top" data-tooltip="Herberto de Azevedo Sales (1917 - 1999): jornalista e escritor brasileiro.">Herberto Salles</span>, <span data-tooltip-position="bottom" data-tooltip="William Gerald Golding (1911 - 1993): escritor, novelista, dramaturgo e poeta inglês.">W. Golding</span> – foram capazes de antever o futuro como se nele, às vezes um século antes, tivessem vivido.</p>



<p>Sua familiaridade com os pântanos da alma humana lhes permitiu projetar, no tempo, o que viria acontecer.</p>



<p>Que este penoso aviso de Orwell abra nossos olhos para o que já se descortina, com violência atroz, diante de nós.</p>



<p>Não parar. Não precipitar. Não retroceder.</p>



<p>Deus é conosco.</p>



<br>



<figure class="wp-block-embed is-type-video is-provider-youtube wp-block-embed-youtube wp-embed-aspect-16-9 wp-has-aspect-ratio"><div class="wp-block-embed__wrapper">
<iframe loading="lazy" title="O último aviso de George Orwell" width="640" height="360" src="https://www.youtube.com/embed/kVqWLsuxMMM?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe>
</div></figure>



<br>



<p class="has-text-align-right">Por <a href="https://culturadefato.com.br/author/alexandrecosta/">Alexandre Costa</a>.<br>Publicado em 7 de fevereiro de 2022 no canal do autor (para acessá-lo, <a href="https://t.me/escritoralexandrecosta" target="_blank" rel="noreferrer noopener">clique aqui</a>).</p>



<br>



<hr class="wp-block-separator has-css-opacity is-style-dots"/>



<h2 class="wp-block-heading">A humanidade quer paz?</h2>



<br>



<p class="has-drop-cap">A humanidade quer a paz? Parece que Não. Observando as ações de todos envolvidos, a escalada para um conflito mais ampliado é óbvia.</p>



<p>Líderes da <span data-tooltip-position="top" data-tooltip="Organização do Tratado do Atlântico Norte">OTAN</span> falam em municiar os Ucranianos, Russia fala em usar armas nucleares, o líder ucraniano não confia nas conversas de paz (mesmo antes de conversar), a mídia desinforma, polariza e mobiliza e parte da opinião pública dá sequência rufando tambores.</p>



<p>Tudo isso significa escalada do conflito e não o início de um processo de desescalada para atingir a paz.</p>



<p>Em 1945, na <a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Confer%C3%AAncia_de_Ialta" target="_blank" rel="noreferrer noopener nofollow">Conferência de Yalta</a>, a <span data-tooltip-position="top" data-tooltip="Josef Stalin (1878 - 1953): Revolucionário comunista e político soviético de origem georgiana.">Stálin</span> (<span data-tooltip-position="top" data-tooltip="URSS é a sigla para União das Repúblicas Socialistas Soviéticas, criada em 1922, pelo líder da Revolução Bolchevique, Lenin. Era formada pelas repúblicas: Rússia, Letônia, Lituânia, Estônia, Geórgia, Armênia, Azerbaijão, Bielorrússia, Cazaquistão, Moldávia, Quirguistão, Tadjiquistão, Turcomenistão, Ucrânia e Usbequistão.">URSS</span>), <span data-tooltip="Sir Winston Leonard Spencer-Churchill (1874 - 1965): político conservador e estadista britânico, famoso principalmente por sua atuação como primeiro-ministro do Reino Unido durante a Segunda Guerra Mundial." data-tooltip-position="top">Churchill</span> (Inglaterra) e <span data-tooltip="Franklin Delano Roosevelt (1882 - 1945): 32º Presidente dos Estados Unidos (governou de 1933 até sua morte em 1945)." data-tooltip-position="top">Roosevelt</span> (EUA) se odiavam mas depois de muita negociação finalmente definiram suas zonas de influência. Se todos não tivessem passado pelos horrores de uma guerra total não chegariam a tal ponto.</p>



<p>Nesse momento não há uma liderança sequer sugerindo algo semelhante e os aprendizados do passado não terão chance de ser aplicados e preservar vidas. É assim que segue a humanidade.</p>



<br>



<p class="has-text-align-right">Por Deputado Luiz Philippe de Orleans e Bragança.<br>Publicado em 28 de fevereiro de 2022 no canal do autor (para acessá-lo, <a href="https://t.me/luizphilippe" target="_blank" rel="noreferrer noopener">clique aqui</a>).</p>



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<p class="has-background has-very-light-gray-background-color"><strong>Notas da editoria:</strong><br><br>Imagem de capa: “<span data-tooltip-position="top" data-tooltip="Virando a página"><em><a href="https://www.davidtannerfineart.com/portfolio-viewer?#lg=1&amp;artworkId=1279451" target="_blank" rel="noreferrer noopener nofollow">Page Turner</a></em></span>”, do pintor estadunidense <a href="https://www.davidtannerfineart.com/" target="_blank" rel="noreferrer noopener nofollow">David Tanner</a>.</p>



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<h2 class="wp-block-heading has-text-align-center">Postagens similares:</h2>



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<p class="has-text-align-center"><a href="https://culturadefato.com.br/postagens-selecionadas-do-telegram-marco-de-2023/"></a><br><a href="https://culturadefato.com.br/postagens-selecionadas-do-telegram-abril-e-maio-de-2023/">Postagens selecionadas do Telegram</a><br><a href="https://culturadefato.com.br/postagens-selecionadas-do-telegram-abril-e-maio-de-2023/">(abril e maio de 2023)</a></p>
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