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	<title>Arquivos Comunismo &#8226; Cultura de Fato</title>
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	<description>Cultura para evocar inteligência, responsabilidade e ética!</description>
	<lastBuildDate>Wed, 03 Jun 2026 03:43:07 +0000</lastBuildDate>
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	<title>Arquivos Comunismo &#8226; Cultura de Fato</title>
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		<title>O Conservador deve evitar a confusão entre “gênero” e “sexo”</title>
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					<comments>https://culturadefato.com.br/o-conservador-deve-evitar-a-confusao-entre-genero-e-sexo/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Orlando Braga]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 03 May 2026 18:25:46 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Filosofia e História]]></category>
		<category><![CDATA[Comunismo]]></category>
		<category><![CDATA[Conservador]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>“E quando alguém diz que <em>o gênero é uma construção social e que pode ser mudado para acomodar a igualdade de gênero</em>, então segue-se que a <em>igualdade de gênero</em> é também uma construção social. E sendo a <em>igualdade de gênero</em> uma construção social, temos também o direito de a rejeitar seguindo os mesmos pressupostos de quem a defende.”</p>
<p>O post <a href="https://culturadefato.com.br/o-conservador-deve-evitar-a-confusao-entre-genero-e-sexo/">O Conservador deve evitar a confusão entre “gênero” e “sexo”</a> apareceu primeiro em <a href="https://culturadefato.com.br">Cultura de Fato</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="has-text-align-center wp-block-paragraph">“<em>Se o pensamento corrompe a linguagem, a linguagem também pode corromper o pensamento.</em>”<br><span data-tooltip-position="top" data-tooltip="George Orwell (1903 – 1950) é pseudônimo do escritor inglês Eric Arthur Blair.">George Orwell</span> (1903–1950)</p>



<hr class="wp-block-separator has-alpha-channel-opacity is-style-wide"/>



<br:



<p class="has-drop-cap wp-block-paragraph">Estando eu a ler um livro de autoria de uma pessoa conservadora, ligada à Igreja Católica, verifiquei que utilizava amiúde o termo “gênero” em lugar de “sexo”. Ou seja, até os mais conservadores já estão contaminados pela linguagem desconstrucionista do pós-modernismo (ou do marxismo cultural).</p>



<p class="wp-block-paragraph">Convém recordar aqui um conceito de <span data-tooltip-position="top" data-tooltip="Eric Voegelin (1901 - 1985): filósofo, historiador e cientista político alemão radicado nos Estados Unidos.">Eric Voegelin</span> segundo o qual, <em>para podermos criticar a <strong>linguagem ideológica</strong> (neste caso, a linguagem ideológica do marxismo cultural), temos que criar uma <strong>comunidade de linguagem</strong>:</em></p>



<br>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow">
<p class="wp-block-paragraph">Qualquer pessoa com uma mente informada e refletiva que viva no século XX a partir do fim da primeira guerra mundial — como é o meu caso — acaba por se se sentir cercada ― senão oprimida ― por todos os lados por uma inundação da linguagem ideológica.<br><br>Essa pessoa não consegue lidar com os utilizadores da linguagem ideológica como parceiros de uma discussão, mas terá antes que fazer destes o objeto de investigação.<br><br>Não existe uma comunidade de linguagem entre os representantes das ideologias dominantes. Por isso, a comunidade da linguagem que essa pessoa pretende usar para criticar os utilizadores da linguagem ideológica deve ser, em primeiro lugar, descoberta e, se necessário, estabelecida.</p>
</blockquote>



<br>



<p class="wp-block-paragraph">Ora, <strong>a nossa comunidade de linguagem não pode substituir o conceito de “sexo” pelo de <strong>“</strong>gênero<strong>”</strong></strong>: o conservador que o faz cedeu já, na sua posição, em relação ao desconstrucionismo comunista ou cripto-comunista; já não é um conservador propriamente dito, mas antes é uma espécie de “progressista paralisado”.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Segundo a OMS (Organização Mundial de Saúde), “o gênero refere-se às características das mulheres, homens, raparigas e rapazes que são socialmente construídas. Isto inclui normas, comportamentos e papéis associados a ser mulher, homem, rapariga ou rapaz, bem como as relações entre as pessoas. Como construção social, o gênero varia de sociedade para sociedade e pode mudar ao longo do tempo”.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Ora, esta definição de “gênero” é “pau-para-toda-a-colher”, porque pode ser utilizada pelos desconstrucionistas para (tentar) desconstruir / destruir a própria Natureza Humana.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Porém, se tudo passa a ser <strong>“</strong>construção social<strong>”</strong>, então nada é <strong><strong>“</strong></strong>construção social<strong><strong>”</strong></strong>.</strong></p>



<br>



<hr class="wp-block-separator has-alpha-channel-opacity is-style-dots"/>



<br>



<p class="wp-block-paragraph">E se a noção de “construção social” é verdadeira (no sentido absolutista dado pelos neomarxistas), então segue-se que a noção de “construção social” é, ela própria, uma construção social.</p>



<p class="wp-block-paragraph">E quando alguém diz que “<em>o gênero é uma construção social e que pode ser mudado para acomodar a igualdade de gênero</em>”, então segue-se que a “<em>igualdade de gênero</em>” é também uma construção social. E sendo a “<em>igualdade de gênero</em>” uma construção social, temos também o direito de a rejeitar seguindo os mesmos pressupostos de quem a defende.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Quando se diz que <strong><strong>“</strong></strong>o gênero é uma construção social<strong><strong>”</strong></strong>, o que se pretende dizer é que <strong><strong><strong>“</strong></strong></strong>o gênero é uma convenção<strong><strong><strong>”</strong></strong></strong>. A convenção opõe-se à Natureza. E toda a convenção pressupõe a linguagem, e por isso, pressupõe já a sociedade.</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">No sentido lógico e comum, “gênero” é o termo que designa uma categoria de realidades ou de ideias que os seus caracteres essenciais comuns autorizam a reagrupar sob a mesma denominação geral (por exemplo, na gramática, os “diferentes gêneros” literários).</p>



<p class="wp-block-paragraph">Porém, o que está <strong>implícito</strong> no conceito de “<em>gênero é uma construção social</em>”, é que “o gênero é independente do sexo biológico” — o que é um absurdo lógico, porque o gênero não pode ser simultaneamente dependente e independente do sexo biológico: ou é independente do sexo biológico, ou é dependente deste. É óbvio, e mesmo evidente, que o “gênero” depende da categoria do sexo biológico.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Em determinadas culturas (fora da Europa), os homens podem ser temporariamente considerados “mulheres”, ou determinadas mulheres ser consideradas “homens”.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Mas, nessas sociedades, essa “troca de papéis de gêneros” acontece por razões funcionais e de interesse coletivo — ou seja, essa “troca de papéis de gêneros” entre os dois sexos é convencionada, por um lado, e por outro esse fenómeno cultural revela que a “troca de papéis de gêneros”, entendida em si mesma, significa que o “normal desejável” não são os gêneros trocados, mas antes que o que é normal é a coincidência simbólica entre o gênero e o sexo.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Nessas culturas, a “troca de papéis de gêneros” é uma exceção circunstancial que serve exclusivamente o&nbsp;<strong>interesse coletivo</strong>; nessas culturas, as funções, códigos e estatutos estão em primeiro plano, e&nbsp;<strong>o indivíduo apaga-se</strong>&nbsp;diante dos sistemas que o clã, a tribo ou a família formam; nessas culturas,&nbsp;<strong>as relações entre seres humanos são nitidamente menos individualizadas e menos personalizadas,</strong>&nbsp;quando comparadas com a cultura europeia e ocidental.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Na cultura europeia, de raiz cristã, onde a dimensão afetiva e&nbsp;<strong>individual</strong>&nbsp;é muito importante, a relação de cada um com a sua&nbsp;<strong>identidade pessoal</strong>&nbsp;tem uma importância enorme. Na cultura ocidental (de origem cristã), ser “homem” ou “mulher” não pode ser produto de&nbsp;<strong>uma decisão do grupo social</strong>.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Na cultura ocidental, em que o indivíduo (enquanto tal) ganha uma importância que não existe em outras culturas, não podemos dizer — como dizem os intelectualóides neomarxistas — que&nbsp;“<em>o meu gênero é construído pelos outros</em>”. Ademais, a ideia de que “<em>o gênero não é senão uma construção social</em>” (ou seja, é uma convenção) é anticientífica.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Vários estudos científicos recentes sugerem que os comportamentos individuais feminino e/ou masculino não são um mero reflexo de pressões sociais (ou de convenções). Tanto a biologia como a sociedade afectam o comportamento de meninas e meninos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Quando se categoriza os “gêneros” masculino e feminino de acordo com os respectivos sexos biológicos, fazemos isso em consequência da própria categorização de sexo que a Natureza determina desde o início da existência. Por isso é que, por exemplo, damos o nome de Maria a uma menina, e de Manuel a um menino: ao distinguir a nomenclatura em função dos dois sexos, nada mais fazemos do que seguir a categorização sexual que a própria Natureza já determinou&nbsp;<em>a priori</em>.</p>



<br>



<hr class="wp-block-separator has-alpha-channel-opacity is-style-dots"/>



<br>



<p class="wp-block-paragraph">Ao contrário do que diz o marxismo cultural — que diz defender a validade da diferença entre seres humanos — este debate acerca da identificação entre o “gênero” e o “sexo” é sintoma da nossa atual dificuldade cultural em assumir a diferença.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Dizer que a&nbsp;<em>diferenciação implica discriminação</em>, ou que&nbsp;<em>hierarquia é sinónimo de desigualdade</em>, corrobora a ideia de “Totalitarismo Doutoral” de Alexis de Tocqueville (a que eu chamo de “<a href="https://espectivas.wordpress.com/2018/09/25/as-5-caractersticas-principais-do-totalitarismo-de-veludo-que-comeamos-a-sentir-em-portugal/" target="_blank" rel="noreferrer noopener nofollow">Totalitarismo de Veludo</a>”) em que&nbsp;<strong>indivíduos intermutáveis formam uma massa indistinta</strong>&nbsp;— por exemplo, a “intermutabilidade dos dois gêneros” conduz necessariamente à negação da existência dos dois sexos…!, através da confusão propositadamente criada entre “gênero” e “sexo”.&nbsp;<strong>Tudo isto tem a sua âncora ideológica no conceito de “família” de Engels… é preciso ir às origens!</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Em suma: todo o conservador deve evitar a confusão, induzida na nossa cultura pelos neo-marxistas, entre “gênero “ e “sexo”.</p>



<br>



<p class="has-text-align-right wp-block-paragraph">Por&nbsp;<a href="https://culturadefato.com.br/author/orlandobraga/">Orlando Braga</a>.<br>Originalmente publicado em 28 de abril de 2026, no&nbsp;<a href="https://espectivas.wordpress.com/" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><em>website</em>&nbsp;do autor</a>.</p>



<br>



<p class="has-background has-very-light-gray-background-color wp-block-paragraph"><strong>Nota da editoria:</strong><br><br>Recorte da obra (<span data-tooltip-position="top" data-tooltip="Técnica de impressão plana baseada na repulsão química entre água e gordura, inventada por Alois Senefelder por volta de 1796. Utiliza uma matriz de pedra calcária ou chapa de metal onde o desenho é feito com material gorduroso, permitindo reproduzir obras com alta fidelidade ao traço original.">litografia</span>): “<em>Relatividade</em>” (1953), de <span data-tooltip-position="top" data-tooltip="Maurits">M</span>. <span data-tooltip-position="top" data-tooltip="Cornelis">C</span>. <span data-tooltip-position="top" data-tooltip="Maurits Cornelis Escher (1898-1972) foi um artista gráfico holandês conhecido pelas suas xilogravuras, litografias e meios-tons (mezzotints), que tendem a representar construções impossíveis.">Escher</span> (1898-1972). Para visualizá-la integralmente, <a href="https://culturadefato.com.br/downloads/artes_e_literatura/2026/Relativity_Integral.jpg" target="_blank" rel="noreferrer noopener">clique aqui</a>.<br><br>A escolha da obra justifica-se por representar um espaço em que múltiplas lógicas incompatíveis coexistem simultaneamente, produzindo uma realidade apenas aparentemente coerente. Tal como na litografia de Escher, em que diferentes orientações gravitacionais se sobrepõem sem síntese possível, também no uso ideológico da linguagem se observa a justaposição de conceitos mutuamente contraditórios, que dissolvem a distinção entre o que é e o que se diz ser.</p>



<br>



<hr class="wp-block-separator has-alpha-channel-opacity is-style-dots"/>



<br>



<h2 class="wp-block-heading has-text-align-center">Mais do autor:</h2>



<br>



<section id="gm60fb059" class="wp-block-gutentor-m0 alignfull section-gm60fb059 gutentor-module gutentor-module-carousel has-color-bg has-custom-bg gutentor-slick-a-default-desktop gutentor-slick-a-default-tablet gutentor-slick-a-default-mobile"><div class="grid-container"><div class="gutentor-module-carousel-row" data-dots="false" data-dotstablet="false" data-dotsmobile="false" data-arrows="true" data-arrowstablet="true" data-arrowsmobile="true" data-infinite="true" data-autoplay="true" data-draggable="true" data-pauseonfocus="true" data-pauseonhover="true" data-autoplayspeed="4500" data-cmondesktop="false" data-cmontablet="false" data-cmonmobile="false" data-nextarrow="fas fa-angle-right" data-prevarrow="fas fa-angle-left" data-arrowspositiondesktop="gutentor-slick-a-default-desktop" data-arrowspositiontablet="gutentor-slick-a-default-tablet" data-arrowspositionmobile="gutentor-slick-a-default-mobile" data-speed="300" data-slideitemdesktop="2" data-slideitemtablet="3" data-slideitemmobile="1" data-slidescroll-desktop="2" data-slidescroll-tablet="3" data-slidescroll-mobile="1">
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<p class="has-text-align-center wp-block-paragraph"><br><em><a href="https://culturadefato.com.br/o-fundamento-natural-da-estetica/">O fundamento natural da estética</a></em></p>
</div></div>



<div id="col-g-4z02n5l" class="wp-block-gutentor-m0-col col-g-4z02n5l gutentor-carousel-item"><div id="section-g-4z02n5l" class="section-g-4z02n5l gutentor-col-wrap has-color-bg has-custom-bg">
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<p class="has-text-align-center wp-block-paragraph"><br><em><a href="https://culturadefato.com.br/o-que-e-mente-revolucionaria/">O que é “mente revolucionária”?</a></em></p>
</div></div>



<div id="col-g-ugis17i" class="wp-block-gutentor-m0-col col-g-ugis17i gutentor-carousel-item"><div id="section-g-ugis17i" class="section-g-ugis17i gutentor-col-wrap has-color-bg has-custom-bg">
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<p class="has-text-align-center wp-block-paragraph"><br><em><a href="https://culturadefato.com.br/a-musica-ligeira-esta-praticamente-morta/">A “música ligeira” está praticamente morta</a></em></p>
</div></div>



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<p class="has-text-align-center wp-block-paragraph"><br><em><a href="https://culturadefato.com.br/a-ideologia-que-nao-recompensa-a-criatividade-do-individuo/">A ideologia que não recompensa a criatividade do indivíduo</a></em></p>
</div></div>



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<p class="has-text-align-center wp-block-paragraph"><br><em><a href="https://culturadefato.com.br/santo-agostinho-e-o-cogito-de-descartes/">Santo Agostinho e o Cogito de Descartes</a></em></p>
</div></div>



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<p class="has-text-align-center wp-block-paragraph"><br><em><a href="https://culturadefato.com.br/o-genocidio-dos-europeus-programado-pela-esquerda/">O genocídio dos europeus programado pela Esquerda</a></em></p>
</div></div>



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<p class="has-text-align-center wp-block-paragraph"><br><em><a href="https://culturadefato.com.br/carro-a-pilhas-nao-se-trata-de-ecologia-e-um-ataque-politico-a-liberdade-individual/">“Carro a pilhas”: não se trata de “ecologia”; é um ataque político à liberdade individual</a></em></p>
</div></div>



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<p class="has-text-align-center wp-block-paragraph"><br><em><a href="https://culturadefato.com.br/os-intelectuais-pos-modernos-nao-conseguem-compreender-sao-tomas-de-aquino/">Os intelectuais pós-modernos não conseguem compreender São Tomás de Aquino</a></em></p>
</div></div>



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<p class="has-text-align-center wp-block-paragraph"><br><em><a href="https://culturadefato.com.br/a-evolucao-degenerativa-do-homem/">A evolução degenerativa do Homem</a></em></p>
</div></div>



<div id="col-g-1cbwibe" class="wp-block-gutentor-m0-col col-g-1cbwibe gutentor-carousel-item"><div id="section-g-1cbwibe" class="section-g-1cbwibe gutentor-col-wrap has-color-bg has-custom-bg">
<div id="section-g-shngdd4" class="wp-block-gutentor-e6 section-g-shngdd4 gutentor-element gutentor-element-image text-align-center-desktop"><div class="gutentor-element-image-box"><a class="gutentor-element-image-link" href="https://culturadefato.com.br/um-liberal-e-pior-do-que-um-comunista/"><div class="gutentor-image-thumb"><img decoding="async" class="normal-image" src="https://culturadefato.com.br/wp-content/uploads/2025/01/Revolution_LudwigMeidner.jpg" alt="Obra: &quot;Revolution&quot; (1919), de Ludwig Meidner (1884 - 1966)."/></div></a></div></div>



<p class="has-text-align-center wp-block-paragraph"><br><em><a href="https://culturadefato.com.br/um-liberal-e-pior-do-que-um-comunista/">Um liberal é pior do que um comunista</a></em></p>
</div></div>



<div id="col-g-gppg81x" class="wp-block-gutentor-m0-col col-g-gppg81x gutentor-carousel-item"><div id="section-g-gppg81x" class="section-g-gppg81x gutentor-col-wrap has-color-bg has-custom-bg">
<div id="section-g-1w6aw1e" class="wp-block-gutentor-e6 section-g-1w6aw1e gutentor-element gutentor-element-image text-align-center-desktop"><div class="gutentor-element-image-box"><a class="gutentor-element-image-link" href="https://culturadefato.com.br/o-brasil-ja-nao-tem-um-sistema-democratico-liberal-passo-a-redundancia/"><div class="gutentor-image-thumb"><img decoding="async" class="normal-image" src="https://culturadefato.com.br/wp-content/uploads/2025/01/SupremeCourt.jpg" alt="Obra: &quot;Our Overworked Supreme Court&quot; (1885), por J. Keppler (1838 - 1894)."/></div></a></div></div>



<p class="has-text-align-center wp-block-paragraph"><br><em><a href="https://culturadefato.com.br/o-brasil-ja-nao-tem-um-sistema-democratico-liberal-passo-a-redundancia/">O Brasil já não tem um sistema “democrático liberal” (passo a redundância)</a></em></p>
</div></div>



<div id="col-g-fbf1mdc" class="wp-block-gutentor-m0-col col-g-fbf1mdc gutentor-carousel-item"><div id="section-g-fbf1mdc" class="section-g-fbf1mdc gutentor-col-wrap has-color-bg has-custom-bg">
<div id="section-g-2nosr3f" class="wp-block-gutentor-e6 section-g-2nosr3f gutentor-element gutentor-element-image text-align-center-desktop"><div class="gutentor-element-image-box"><a class="gutentor-element-image-link" href="https://culturadefato.com.br/qual-e-a-diferenca-basica-entre-a-esquerda-e-a-direita/"><div class="gutentor-image-thumb"><img decoding="async" class="normal-image" src="https://culturadefato.com.br/wp-content/uploads/2024/10/LeSermentDuJeuDePaume_Jacques-LouisDavid.jpg" alt="Obra: &quot;Le Serment du Jeu de paume&quot; (década de 1790), por Jacques-Louis David (1748 – 1825)."/></div></a></div></div>



<p class="has-text-align-center wp-block-paragraph"><br><em><a href="https://culturadefato.com.br/as-tatuagens-e-a-desfiguracao-do-corpo/">Qual </a><a href="https://culturadefato.com.br/qual-e-a-diferenca-basica-entre-a-esquerda-e-a-direita/">é a diferença básica entre a Esquerda e a Direita?</a></em></p>
</div></div>



<div id="col-g-kd1j7mr" class="wp-block-gutentor-m0-col col-g-kd1j7mr gutentor-carousel-item"><div id="section-g-kd1j7mr" class="section-g-kd1j7mr gutentor-col-wrap has-color-bg has-custom-bg">
<div id="section-g-br7719z" class="wp-block-gutentor-e6 section-g-br7719z gutentor-element gutentor-element-image text-align-center-desktop"><div class="gutentor-element-image-box"><a class="gutentor-element-image-link" href="https://culturadefato.com.br/as-tatuagens-e-a-desfiguracao-do-corpo/"><div class="gutentor-image-thumb"><img decoding="async" class="normal-image" src="https://culturadefato.com.br/wp-content/uploads/2024/08/RosettaII.jpg" alt="Obra: &quot;Rosetta II&quot; (2005), por Jenny Saville."/></div></a></div></div>



<p class="has-text-align-center wp-block-paragraph"><br><em><a href="https://culturadefato.com.br/as-tatuagens-e-a-desfiguracao-do-corpo/">As tatuagens e a desfiguração do corpo</a></em></p>
</div></div>



<div id="col-g-1xseesy" class="wp-block-gutentor-m0-col col-g-1xseesy gutentor-carousel-item"><div id="section-g-1xseesy" class="section-g-1xseesy gutentor-col-wrap has-color-bg has-custom-bg">
<div id="section-g-z3dh3mz" class="wp-block-gutentor-e6 section-g-z3dh3mz gutentor-element gutentor-element-image text-align-center-desktop"><div class="gutentor-element-image-box"><a class="gutentor-element-image-link" href="https://culturadefato.com.br/ha-limites-para-a-loucura-globalista/"><div class="gutentor-image-thumb"><img decoding="async" class="normal-image" src="https://culturadefato.com.br/wp-content/uploads/2024/07/PoliceAndThieves.jpg" alt="Obra: &quot;Police and Thieves&quot; (2015), por Hugo Mayer."/></div></a></div></div>



<p class="has-text-align-center wp-block-paragraph"><br><em><a href="https://culturadefato.com.br/ha-limites-para-a-loucura-globalista/">Há limites para a loucura globalista</a></em></p>
</div></div>



<div id="col-g-8zfqmg7" class="wp-block-gutentor-m0-col col-g-8zfqmg7 gutentor-carousel-item"><div id="section-g-8zfqmg7" class="section-g-8zfqmg7 gutentor-col-wrap has-color-bg has-custom-bg">
<div id="section-g-i8seiq1" class="wp-block-gutentor-e6 section-g-i8seiq1 gutentor-element gutentor-element-image text-align-center-desktop"><div class="gutentor-element-image-box"><a class="gutentor-element-image-link" href="https://culturadefato.com.br/estamos-caminhando-para-um-planeta-prisao/"><div class="gutentor-image-thumb"><img decoding="async" class="normal-image" src="https://culturadefato.com.br/wp-content/uploads/2024/06/Piranesi_Carcere_XIV.jpg" alt="Obra: &quot;Imaginary Prison (Carcere XIV)&quot; (1760), de Giovanni Battista Piranesi (1720 – 1778) ."/></div></a></div></div>



<p class="has-text-align-center wp-block-paragraph"><br><em><a href="https://culturadefato.com.br/ha-limites-para-a-loucura-globalista/">Est</a><a href="https://culturadefato.com.br/estamos-caminhando-para-um-planeta-prisao/">amos caminhando para um planeta prisão</a></em></p>
</div></div>



<div id="col-gmb5392d" class="wp-block-gutentor-m0-col col-gmb5392d gutentor-carousel-item"><div id="section-gmb5392d" class="section-gmb5392d gutentor-col-wrap has-color-bg has-custom-bg">
<div id="section-g293cdd" class="wp-block-gutentor-e6 section-g293cdd gutentor-element gutentor-element-image text-align-center-desktop"><div class="gutentor-element-image-box"><a class="gutentor-element-image-link" href="https://culturadefato.com.br/a-esquerda-puritana-progressista-e-igualitarista-e-o-principio-de-pareto/"><div class="gutentor-image-thumb"><img decoding="async" class="normal-image" src="https://culturadefato.com.br/wp-content/uploads/2024/05/Mateus13_1-9.jpg" alt="Obra: &quot;The Sower&quot; (2013), por Liz Lemon Swindle. Representa Mateus 13 1-9."/></div></a></div></div>



<p class="has-text-align-center wp-block-paragraph"><br><em><a href="https://culturadefato.com.br/a-esquerda-puritana-progressista-e-igualitarista-e-o-principio-de-pareto/">A Esquerda puritana, progressista e igualitarista, e o Princípio de Pareto</a></em></p>
</div></div>



<div id="col-gm0ad177" class="wp-block-gutentor-m0-col col-gm0ad177 gutentor-carousel-item"><div id="section-gm0ad177" class="section-gm0ad177 gutentor-col-wrap has-color-bg has-custom-bg">
<div id="section-gf5cd6a" class="wp-block-gutentor-e6 section-gf5cd6a gutentor-element gutentor-element-image text-align-center-desktop"><div class="gutentor-element-image-box"><a class="gutentor-element-image-link" href="https://culturadefato.com.br/joao-caupers-isabel-moreira-e-a-institucionalizacao-da-eutanasia/"><div class="gutentor-image-thumb"><img decoding="async" class="normal-image" src="https://culturadefato.com.br/wp-content/uploads/2024/03/DeathAndTheMiser_FransFranckenII.jpg" alt="Obra: &quot;Death and the miser&quot;, por Frans Francken II (1581-1642)."/></div></a></div></div>



<p class="has-text-align-center wp-block-paragraph"><br><em><a href="https://culturadefato.com.br/joao-caupers-isabel-moreira-e-a-institucionalizacao-da-eutanasia/">João Caupers, Isabel Moreira, e a institucionalização da eutanásia</a></em></p>
</div></div>



<div id="col-gm277ea2" class="wp-block-gutentor-m0-col col-gm277ea2 gutentor-carousel-item"><div id="section-gm277ea2" class="section-gm277ea2 gutentor-col-wrap has-color-bg has-custom-bg">
<div id="section-g955680" class="wp-block-gutentor-e6 section-g955680 gutentor-element gutentor-element-image text-align-center-desktop"><div class="gutentor-element-image-box"><a class="gutentor-element-image-link" href="https://culturadefato.com.br/hume-tinha-razao-sem-querer/"><div class="gutentor-image-thumb"><img decoding="async" class="normal-image" src="https://culturadefato.com.br/wp-content/uploads/2024/01/SunriseInTheHarbor_LeonidAfremov.jpg" alt="Obra: &quot;Sunrise in the Harbor&quot;, por Leonid Afremov."/></div></a></div></div>



<p class="has-text-align-center wp-block-paragraph"><br><a href="https://culturadefato.com.br/hume-tinha-razao-sem-querer/"><em>Hume tinha razão, sem querer<br></em></a></p>
</div></div>



<div id="col-gm895252" class="wp-block-gutentor-m0-col col-gm895252 gutentor-carousel-item"><div id="section-gm895252" class="section-gm895252 gutentor-col-wrap has-color-bg has-custom-bg">
<div id="section-g4cc9d7" class="wp-block-gutentor-e6 section-g4cc9d7 gutentor-element gutentor-element-image text-align-center-desktop"><div class="gutentor-element-image-box"><a class="gutentor-element-image-link" href="https://culturadefato.com.br/o-prazer-e-a-dor-segundo-o-estoicismo-e-o-cristianismo/"><div class="gutentor-image-thumb"><img decoding="async" class="normal-image" src="https://culturadefato.com.br/wp-content/uploads/2022/06/TheDeathSeneca_PeterPaulRubens.jpg" alt="Obra: &quot;The Death of Seneca&quot; (1615), de Peter Paul Rubens (1577 - 1640)"/></div></a></div></div>



<p class="has-text-align-center wp-block-paragraph"><br><em><a href="https://culturadefato.com.br/o-prazer-e-a-dor-segundo-o-estoicismo-e-o-cristianismo/">O prazer e a dor, segundo o estoicismo e o Cristianismo</a></em></p>
</div></div>



<div id="col-gmbc4768" class="wp-block-gutentor-m0-col col-gmbc4768 gutentor-carousel-item"><div id="section-gmbc4768" class="section-gmbc4768 gutentor-col-wrap has-color-bg has-custom-bg">
<div id="section-g8678e8" class="wp-block-gutentor-e6 section-g8678e8 gutentor-element gutentor-element-image text-align-center-desktop"><div class="gutentor-element-image-box"><a class="gutentor-element-image-link" href="https://culturadefato.com.br/vem-ai-uma-recessao-economica-na-zona-euro/"><div class="gutentor-image-thumb"><img decoding="async" class="normal-image" src="https://culturadefato.com.br/wp-content/uploads/2022/04/SunburstPumpingUnit_GregEvans.jpg" alt="Obra: &quot;Sunburst - Pumping Unit&quot;, de Greg Evans."/></div></a></div></div>



<p class="has-text-align-center wp-block-paragraph"><br><em><a href="https://culturadefato.com.br/vem-ai-uma-recessao-economica-na-zona-euro/">Vem aí uma recessão econômica na zona Euro</a></em></p>
</div></div>



<div id="col-gm5015e4" class="wp-block-gutentor-m0-col col-gm5015e4 gutentor-carousel-item"><div id="section-gm5015e4" class="section-gm5015e4 gutentor-col-wrap has-color-bg has-custom-bg">
<div id="section-gec39f8" class="wp-block-gutentor-e6 section-gec39f8 gutentor-element gutentor-element-image text-align-center-desktop"><div class="gutentor-element-image-box"><a class="gutentor-element-image-link" href="https://culturadefato.com.br/a-verdade-existe/"><div class="gutentor-image-thumb"><img decoding="async" class="normal-image" src="https://culturadefato.com.br/wp-content/uploads/2021/03/NascerDoSol_VladimirKush.jpg" alt="Recorte da obra: &quot;Nascer do sol&quot; de autoria do pintor russo Vladimir Kush."/></div></a></div></div>



<p class="has-text-align-center wp-block-paragraph"><br><em><a href="https://culturadefato.com.br/a-verdade-existe/">A verdade existe?</a></em></p>
</div></div>



<div id="col-gm47aa84" class="wp-block-gutentor-m0-col col-gm47aa84 gutentor-carousel-item"><div id="section-gm47aa84" class="section-gm47aa84 gutentor-col-wrap has-color-bg has-custom-bg">
<div id="section-g7bdb86" class="wp-block-gutentor-e6 section-g7bdb86 gutentor-element gutentor-element-image text-align-center-desktop"><div class="gutentor-element-image-box"><a class="gutentor-element-image-link" href="https://culturadefato.com.br/o-que-e-o-politicamente-correto/"><div class="gutentor-image-thumb"><img decoding="async" class="normal-image" src="https://culturadefato.com.br/wp-content/uploads/2021/02/CalaABoca.jpg"/></div></a></div></div>



<p class="has-text-align-center wp-block-paragraph"><br><em><a href="https://culturadefato.com.br/o-que-e-o-politicamente-correto/">O que é o politicamente correto?</a></em></p>
</div></div>



<div id="col-gm5b60b9" class="wp-block-gutentor-m0-col col-gm5b60b9 gutentor-carousel-item"><div id="section-gm5b60b9" class="section-gm5b60b9 gutentor-col-wrap has-color-bg has-custom-bg">
<div id="section-g626fe4" class="wp-block-gutentor-e6 section-g626fe4 gutentor-element gutentor-element-image text-align-center-desktop"><div class="gutentor-element-image-box"><a class="gutentor-element-image-link" href="https://culturadefato.com.br/a-etica-e-a-moral-nao-podem-ser-definidas-ou-determinadas-pela-ciencia/"><div class="gutentor-image-thumb"><img decoding="async" class="normal-image" src="https://culturadefato.com.br/wp-content/uploads/2020/11/ParafusoSolto.jpg"/></div></a></div></div>



<p class="has-text-align-center wp-block-paragraph"><br><em><a href="https://culturadefato.com.br/a-etica-e-a-moral-nao-podem-ser-definidas-ou-determinadas-pela-ciencia/">A ética e a moral não podem ser definidas ou determinadas pela ciência</a></em></p>
</div></div>



<div id="col-gm79574f" class="wp-block-gutentor-m0-col col-gm79574f gutentor-carousel-item"><div id="section-gm79574f" class="section-gm79574f gutentor-col-wrap has-color-bg has-custom-bg">
<div id="section-geadb75" class="wp-block-gutentor-e6 section-geadb75 gutentor-element gutentor-element-image text-align-center-desktop"><div class="gutentor-element-image-box"><a class="gutentor-element-image-link" href="https://culturadefato.com.br/o-abandono-da-mulher/"><div class="gutentor-image-thumb"><img decoding="async" class="normal-image" src="https://culturadefato.com.br/wp-content/uploads/2020/10/OAbandonoDaMulher.jpg" alt="Mulher sentada em escadaria da rua e homem deixando-a."/></div></a></div></div>



<p class="has-text-align-center wp-block-paragraph"><br><em><a href="https://culturadefato.com.br/o-abandono-da-mulher/">O abandono da mulher</a></em></p>
</div></div>
</div></div></section>



<br>
<p>O post <a href="https://culturadefato.com.br/o-conservador-deve-evitar-a-confusao-entre-genero-e-sexo/">O Conservador deve evitar a confusão entre “gênero” e “sexo”</a> apareceu primeiro em <a href="https://culturadefato.com.br">Cultura de Fato</a>.</p>
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					<wfw:commentRss>https://culturadefato.com.br/o-conservador-deve-evitar-a-confusao-entre-genero-e-sexo/feed/</wfw:commentRss>
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		<title>O pensamento de Gramsci</title>
		<link>https://culturadefato.com.br/o-pensamento-de-gramsci/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Carlos I. S. Azambuja]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 21 Apr 2026 04:20:10 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Filosofia e História]]></category>
		<category><![CDATA[Antonio Gramsci]]></category>
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		<category><![CDATA[Capitalismo]]></category>
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		<category><![CDATA[Marxismo]]></category>
		<category><![CDATA[Marxismo Cultural]]></category>
		<category><![CDATA[Marxismo Econômico]]></category>
		<category><![CDATA[Mídia Sem Máscara]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>“Segundo Gramsci, o objetivo da batalha pela mudança é conquistar, um após outro, todos os instrumentos de difusão ideológica (escolas, universidades, editoras, meios de comunicação social e sindicatos), uma vez que os principais confrontos ocorrem na esfera cultural e não nas fábricas, nas ruas ou nos quartéis.”</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="has-text-align-center wp-block-paragraph">“<em>Diz </em><span data-tooltip="Johann Wolfgang von Goethe (1749 - 1832) foi autor e estadista alemão do Sacro Império Romano-Germânico que também fez incursões pelo campo da ciência natural." data-tooltip-position="bottom"><em>Goethe</em></span><em>, quando a gente não sabe o que fazer, uma palavra é como uma tábua para o náufrago.</em>”<br>Olavo de Carvalho (1947-2022), <em><a href="https://amzn.to/3QRajcF" target="_blank" rel="noreferrer noopener sponsored nofollow">O Jardim das Aflições</a></em> </p>



<hr class="wp-block-separator has-alpha-channel-opacity is-style-wide"/>



<br>



<p class="has-drop-cap wp-block-paragraph">O italiano <span data-tooltip-position="top" data-tooltip="Antonio Sebastiano Francesco Gramsci (1891-1937) militante marxista italiano, co-fundador do Partido Comunista Italiano. Passou anos no cárcere, onde escreveu os ''Cadernos do Cárcere'' os quais descrevem suas ideias sobre hegemonia cultural e poder.">Antonio Gramsci</span>, um dos fundadores do Partido Comunista Italiano, foi o primeiro teórico <span data-tooltip-position="top" data-tooltip="Marxismo é uma doutrina filosófica, política e econômica criada por Karl Marx e Friedrich Engels no século XIX, baseada no materialismo histórico-dialético. Analisa a sociedade através da luta de classes e crítica do capitalismo, propondo a superação deste por um sistema socialista/comunista.">marxista</span> a compreender que a revolução na Europa Ocidental teria que se desviar muito do rumo seguido pelos <span data-tooltip-position="top" data-tooltip="Os bolcheviques eram a ala radical do Partido Operário Social-Democrata Russo, liderada por Vladimir Lenin, que defendia a revolução socialista imediata e a ditadura do proletariado.">bolcheviques russos</span>. Nesse sentido, ofereceu um novo “<em>Que Fazer</em>” ao Ocidente desenvolvido. Aquilo que ele chamou de&nbsp;<em>“sociedade civil</em>” — rede de instituições educativas, religiosas e culturais que disseminam modos de pensar — era, na Rússia, incapaz de fornecer uma doutrinação moral e intelectual de caráter unitário, uma vez que o Estado <span data-tooltip-position="top" data-tooltip="Czarista refere-se ao regime político, partidários ou características da Rússia antes da Revolução de 1917, caracterizado pelo absolutismo monárquico onde o Czar (imperador) detinha poder total.">czarista</span> fundamentava-se na ignorância, na apatia e na repressão, e não no consentimento voluntário dos súditos. Na ausência de uma articulação complexa da <em>“sociedade civil</em>” em condições de absorver a insatisfação, a única defesa da velha ordem era constituída pelo aparelho do Estado, que Gramsci denomina de&nbsp;<em><em>“</em>sociedade política</em>”. O conjunto difuso da <em><em>“</em>sociedade civil</em>”, que propaga a ideologia da classe dominante, não existia na Rússia.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Segundo Gramsci, o objetivo da batalha pela mudança é conquistar, um após outro, todos os instrumentos de difusão ideológica (escolas, universidades, editoras, meios de comunicação social e sindicatos), uma vez que os principais confrontos ocorrem na esfera cultural e não nas fábricas, nas ruas ou nos quartéis.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Dessa forma, Gramsci abandonou a generalizada tese marxista de uma crise catastrófica que permitiria, como um relâmpago, uma bem sucedida intervenção de uma vanguarda revolucionária organizada. Ou seja, uma intervenção do Partido. Para ele, nem a mais severa recessão do capitalismo levaria à revolução, como não a induziria nenhuma crise econômica, a menos que, antes, tenha havido uma preparação ideológica.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Segundo a linguagem colorida de Gramsci, o proletariado precisa transformar-se em força cultural e política dirigente dentro de um sistema de alianças, antes de atrever-se a atacar o poder do Estado-burguês. E o Partido deve adaptar sua tática a esses preceitos, sem receio de parecer que não é revolucionário.</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph"><span data-tooltip-position="right" data-tooltip="Vladimir Ilyich Ulyanov (1870 - 1924) foi um revolucionário comunista, político e teórico político russo.">Lênin</span> sustentava que a revolução deveria começar pela tomada do Estado para, a partir daí, transformar a sociedade. Gramsci inverteu esses termos: a revolução deveria começar pela transformação da sociedade, privando a classe dominante da direção da “<em>sociedade civil</em>” e, só então, atacar o poder do Estado. Sem essa prévia “<em>revolução do espírito”,</em>&nbsp;toda e qualquer vitória comunista seria efêmera.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O comunismo de Gramsci é a “<em>versão ocidental</em>” do comunismo, e ao proclamar o diálogo e aceitar o debate, próprios dos sistemas verdadeiramente democráticos, trabalha sobre todas as formas de expressão cultural, atuando sob a cobertura do pluralismo, com a contribuição de todos aqueles que por compartilhar a ideologia marxista, por&nbsp;<em>snobismo</em>, por conveniência ou por negligência, se somam voluntária ou involuntariamente a essa nova expressão do “<em>frentismo</em>”, chamando “<em>fascistas</em>” ou “<em>retrógados</em>” aqueles que se opõem a essa forma de pensar e atuar.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Nessa confusão de idéias, chega-se a substituir a contradição <span data-tooltip-position="top" data-tooltip="Refere-se à filosofia de Georg Wilhelm Friedrich Hegel">hegeliana</span> de <span data-tooltip-position="top" data-tooltip="A burguesia detém os meios de produção e o proletariado vende sua força de trabalho, gerando ''exploração''.">“<em>burguês – proletário</em>”</span> (tese e antítese) pela de “<em>fascista – anti-fascista</em>”. O inimigo não é patrão e sim o fascista. Assim surge o mito do fascismo, que nada tem a ver com o fascismo histórico, sem dúvida questionável.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Quem quer que defenda os valores tradicionais da cultural ocidental é tachado de <span data-tooltip-position="top" data-tooltip="A burguesia detém os meios de produção e o proletariado vende sua força de trabalho, gerando ''exploração''.">“</span><em>fascista</em><span data-tooltip-position="top" data-tooltip="A burguesia detém os meios de produção e o proletariado vende sua força de trabalho, gerando ''exploração''.">”</span> e considerado genericamente como&nbsp;<em><span data-tooltip-position="top" data-tooltip="A burguesia detém os meios de produção e o proletariado vende sua força de trabalho, gerando ''exploração''.">“</span>um mal</em><span data-tooltip-position="top" data-tooltip="A burguesia detém os meios de produção e o proletariado vende sua força de trabalho, gerando ''exploração''.">”</span>. O grande erro dos comunistas, segundo Gramsci, foi o de crer que o Estado se reduz a um simples aparato político. Na verdade, o Estado atua não apenas com a ajuda do seu aparato político, como também por meio de uma ideologia que descansa em valores admitidos que a maioria dos membros da sociedade têm como supostos. A referida ideologia engloba a cultura, as idéias, as tradições e até o sentido comum. Em todos esses campos atua um poder no qual também se apóia o Estado: o poder cultural.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A necessidade de uma reforma intelectual e moral para lograr uma mudança de mentalidade nas sociedades ocidentais que foram constituídas por convicções, critérios, normas, crenças, pautas, segundo a concepção cristã da vida, é de suma importância para o triunfo da revolução mundial.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Porém, nesse propósito de formação de uma nova consciência proletária, o gramscismo encontra um obstáculo: a religião. De acordo com os estudos de Gramsci, a Igreja Católica, encarada como inimiga irreconciliável do comunismo, utiliza elementos fundamentais e comuns na sociedade, chegando a toda população, tanto urbana como rural. O catolicismo, segundo Gramsci, é uma doutrina geral simplificada a fim de ser entendida por todos. Analisando esse fato, Gramsci chegou à conclusão que uma das chaves da sobrevivência do catolicismo ao longo dos séculos foi o fato de que em seu seio conviveram harmonicamente humildes e elites, sentenciando que <span data-tooltip-position="top" data-tooltip="A burguesia detém os meios de produção e o proletariado vende sua força de trabalho, gerando ''exploração''.">“</span><em>a Igreja romana sempre foi a mais tenaz em impedir que oficialmente se formem duas religiões: a dos intelectuais e a das almas simples</em><span data-tooltip-position="top" data-tooltip="A burguesia detém os meios de produção e o proletariado vende sua força de trabalho, gerando ''exploração''.">”</span>.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Concluiu qu e é a Igreja Católica que inspira a formação desse sentido comum cristão e, por conseguinte, era preciso erradicá-lo mediante uma ação não violenta já que essa via seria repelida pelas sociedades ocidentais, onde influi e gravita o consenso e a vontade das maiorias. Gramsci afirmou que <span data-tooltip-position="top" data-tooltip="A burguesia detém os meios de produção e o proletariado vende sua força de trabalho, gerando ''exploração''.">“</span><em>os elementos principais do sentido comum são ministrados pelas religiões e, por isso, a relação entre o sentido comum e a religião é muito mais íntima do que a relação entre o sentido comum e os sistemas filosóficos dos intelectuais</em><span data-tooltip-position="top" data-tooltip="A burguesia detém os meios de produção e o proletariado vende sua força de trabalho, gerando ''exploração''.">”</span>. “<em>Então</em>&nbsp;— prossegue Gramsci —&nbsp;<em>todo o movimento cultural que tenda a substituir o sentido comum e as velhas concepções do mundo deve repetir incansavelmente os próprios argumentos, variando suas ‘formas’”.</em></p>



<p class="wp-block-paragraph">Dessa forma, as novas concepções se difundem utilizando sofismas, dando novas interpretações a fatos históricos e chegando a parafrasear o Evangelho em alguns casos, mostrando distintos “<em>ensinamentos</em><span data-tooltip-position="top" data-tooltip="A burguesia detém os meios de produção e o proletariado vende sua força de trabalho, gerando ''exploração''.">”</span> de determinadas passagens bíblicas, tal como a expulsão dos mercadores do Templo de Deus, utilizando-os como argumentos para justificar a violência e fortalecer a imagem do “<em>Cristo guerrilheiro</em><span data-tooltip-position="top" data-tooltip="A burguesia detém os meios de produção e o proletariado vende sua força de trabalho, gerando ''exploração''.">”</span>, criada pelos&nbsp;<em>“cristãos revolucionários<span data-tooltip-position="top" data-tooltip="A burguesia detém os meios de produção e o proletariado vende sua força de trabalho, gerando ''exploração''.">”</span>.</em></p>



<p class="wp-block-paragraph">Essas concepções, porém, não deverão ser apresentadas em formas puras, uma vez que o povo não as aceita na medida que provoquem uma mudança traumática. Para isso, devem ser apresentadas como combinações, explorando “<em>a crise intelectual e a perda da fé na concepção que se deseja mudar<em><span data-tooltip-position="top" data-tooltip="A burguesia detém os meios de produção e o proletariado vende sua força de trabalho, gerando ''exploração''.">”</span></em>.</em></p>



<p class="wp-block-paragraph">Por isso, diz Gramsci, não se deve enfrentar frontalmente a Igreja Católica, e sim criar os enfrentamentos em seu seio. Enfrentamentos que não sejam apresentados como provocados por causas exógenas e sim endógenas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Acrescente-se que o marxismo de Gramsci se apresenta como uma interpretação “<em>filosófica</em>” distinta do marxismo conhecido. Não há filosofia e práxis; existe uma igualdade entre pensamento e ação ao ponto em que tudo é considerado ação. Em conseqüência, a “<em>filosofia da práxis<span data-tooltip-position="top" data-tooltip="A burguesia detém os meios de produção e o proletariado vende sua força de trabalho, gerando ''exploração''.">”</span></em> deve ser elaborada partindo de uma equivalência entre filosofia e política, e deverá ser construída como ciência da história, posto que filosofia e história são indissociáveis. Diz Gramsci que “<em>a filosofia da práxis supera as precedentes, por isso é original, especialmente porque abre uma via completamente nova, ou seja, renova totalmente o modo de conceber a filosofia mesma<em><span data-tooltip-position="top" data-tooltip="A burguesia detém os meios de produção e o proletariado vende sua força de trabalho, gerando ''exploração''.">”</span></em>.</em></p>



<p class="wp-block-paragraph">Quanto ao papel dos intelectuais, ele deixa claro que a tarefa de agente da mudança na nova concepção de mundo não pode ser desenvolvida pelos intelectuais burgueses, considerados “<em>o elo mais débil do bloco burguês<span data-tooltip-position="top" data-tooltip="A burguesia detém os meios de produção e o proletariado vende sua força de trabalho, gerando ''exploração''.">”</span></em>. Devem surgir “<em>novos<span data-tooltip-position="top" data-tooltip="A burguesia detém os meios de produção e o proletariado vende sua força de trabalho, gerando ''exploração''.">”</span></em> intelectuais da massa do povo. Dessa forma, a tarefa a ser desenvolvida por essa “<em>nova<span data-tooltip-position="top" data-tooltip="A burguesia detém os meios de produção e o proletariado vende sua força de trabalho, gerando ''exploração''.">”</span></em> elite será a de formar uma vontade coletiva e lograr a reforma moral e intelectual, agregando que uma reforma cultural que eleve os extratos submersos da sociedade não pode ocorrer sem uma prévia reforma econômica e uma mudança na sua posição social. Por isso, afirmou que&nbsp;<em>“uma reforma intelectual e moral tem que ser vinculada forçosamente a um programa de reforma econômica<em><span data-tooltip-position="top" data-tooltip="A burguesia detém os meios de produção e o proletariado vende sua força de trabalho, gerando ''exploração''.">”</span></em>.</em><a href="https://web.archive.org/web/20160614015532/http://www.addthis.com/bookmark.php?v=250"></a></p>



<br>



<p class="has-text-align-right wp-block-paragraph">Por <a href="https://culturadefato.com.br/author/carlosazambuja/">Carlos I. S. Azambuja</a><a href="https://culturadefato.com.br/author/ricardohashimoto/"></a>.<br>Publicado originalmente em 27 de abril de 2005, no&nbsp;<em>website</em>&nbsp;<em><a href="https://midiasemmascara.net/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Mídia Sem Máscara</a></em>.</p>



<br>



<p class="has-background has-very-light-gray-background-color wp-block-paragraph"><strong>Nota da editoria:</strong><br><br>A imagem da capa é um recorte da obra: “<em>Os embaixadores</em>” (1533), de <span data-tooltip-position="top" data-tooltip="Hans Holbein (1497-1543), o Jovem, foi um pintor suíço, um dos mestres do retrato no Renascimento, além de desenhista de xilogravuras, vidrarias e peças de joalharia.">Hans Holbein</span> (1497-1543), o Jovem.<br><br>A imagem foi escolhida por sua densidade simbólica e pela forma como representa a complexa relação entre poder, conhecimento e construção da realidade. A obra reúne, de maneira aparentemente harmoniosa, elementos científicos, religiosos e políticos, sugerindo uma ordem racional e estável. No entanto, essa estabilidade é apenas aparente.<br><br>O detalhe mais emblemático da pintura — o crânio distorcido em primeiro plano [<a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Os_Embaixadores#/media/Ficheiro:Hans_Holbein_the_Younger_-_The_Ambassadors_-_Google_Art_Project.jpg" target="_blank" rel="noreferrer noopener nofollow">consultar imagem integralmente</a>], visível apenas a partir de um ângulo específico — revela que a compreensão da realidade depende da perspectiva adotada. Esse recurso visual dialoga diretamente com a ideia de que valores, crenças e interpretações são moldados por mediações culturais e intelectuais.<br><br>Assim, a escolha da obra busca ilustrar, de forma sutil, o tema central do texto: a disputa no campo das ideias, onde a transformação social não se dá apenas por confrontos diretos, mas pela lenta e contínua reconfiguração dos modos de ver, pensar e interpretar o mundo.</p>



<br>



<hr class="wp-block-separator has-alpha-channel-opacity is-style-dots"/>



<br>



<h2 class="wp-block-heading has-text-align-center">Saiba mais, leia:</h2>



<br>



<section id="gm71bf303" class="wp-block-gutentor-m0 alignfull section-gm71bf303 gutentor-module gutentor-module-carousel has-color-bg has-custom-bg gutentor-slick-a-default-desktop gutentor-slick-a-default-tablet gutentor-slick-a-default-mobile"><div class="grid-container"><div class="gutentor-module-carousel-row" data-dots="false" data-dotstablet="false" data-dotsmobile="false" data-arrows="true" data-arrowstablet="true" data-arrowsmobile="true" data-infinite="true" data-autoplay="true" data-draggable="true" data-pauseonfocus="true" data-pauseonhover="true" data-autoplayspeed="4500" data-cmondesktop="false" data-cmontablet="false" data-cmonmobile="false" data-nextarrow="fas fa-angle-right" data-prevarrow="fas fa-angle-left" data-arrowspositiondesktop="gutentor-slick-a-default-desktop" data-arrowspositiontablet="gutentor-slick-a-default-tablet" data-arrowspositionmobile="gutentor-slick-a-default-mobile" data-speed="300" data-slideitemdesktop="2" data-slideitemtablet="3" data-slideitemmobile="1" data-slidescroll-desktop="2" data-slidescroll-tablet="3" data-slidescroll-mobile="1">
<div id="col-g-e77qeb7" class="wp-block-gutentor-m0-col col-g-e77qeb7 gutentor-carousel-item"><div id="section-g-e77qeb7" class="section-g-e77qeb7 gutentor-col-wrap has-color-bg has-custom-bg">
<div id="section-g-010n3oe" class="wp-block-gutentor-e6 section-g-010n3oe gutentor-element gutentor-element-image text-align-center-desktop"><div class="gutentor-element-image-box"><a class="gutentor-element-image-link" href="https://culturadefato.com.br/as-origens-do-politicamente-correto/"><div class="gutentor-image-thumb"><img decoding="async" class="normal-image" src="https://culturadefato.com.br/wp-content/uploads/2020/10/PoliticamenteCorreto.jpg" alt="Politicamente Correto"/></div></a></div></div>



<p class="has-text-align-center wp-block-paragraph"><br><em><a href="https://culturadefato.com.br/as-origens-do-politicamente-correto/">As origens do politicamente correto</a></em>,<br>por <a href="https://culturadefato.com.br/author/williamlind/">William S. Lind</a></p>
</div></div>



<div id="col-g-2qqhtkq" class="wp-block-gutentor-m0-col col-g-2qqhtkq gutentor-carousel-item"><div id="section-g-2qqhtkq" class="section-g-2qqhtkq gutentor-col-wrap has-color-bg has-custom-bg">
<div id="section-g-trdk7rb" class="wp-block-gutentor-e6 section-g-trdk7rb gutentor-element gutentor-element-image text-align-center-desktop"><div class="gutentor-element-image-box"><a class="gutentor-element-image-link" href="https://culturadefato.com.br/o-que-e-o-politicamente-correto/"><div class="gutentor-image-thumb"><img decoding="async" class="normal-image" src="https://culturadefato.com.br/wp-content/uploads/2021/02/CalaABoca.jpg"/></div></a></div></div>



<p class="has-text-align-center wp-block-paragraph"><br><em><a href="https://culturadefato.com.br/o-que-e-o-politicamente-correto/">O que é o politicamente correto?,</a></em><br>por <a href="https://culturadefato.com.br/author/orlandobraga/">Orlando Braga</a></p>
</div></div>



<div id="col-g-6b1zz9m" class="wp-block-gutentor-m0-col col-g-6b1zz9m gutentor-carousel-item"><div id="section-g-6b1zz9m" class="section-g-6b1zz9m gutentor-col-wrap has-color-bg has-custom-bg">
<div id="section-g-viie8i7" class="wp-block-gutentor-e6 section-g-viie8i7 gutentor-element gutentor-element-image text-align-center-desktop"><div class="gutentor-element-image-box"><a class="gutentor-element-image-link" href="https://culturadefato.com.br/entenda-o-marxismo-em-um-minuto/"><div class="gutentor-image-thumb"><img decoding="async" class="normal-image" src="https://culturadefato.com.br/wp-content/uploads/2020/11/MaoSaindoDoOlho.jpg" alt="Mão saindo de dentro do olho representando inveja e/ou orgulho."/></div></a></div></div>



<p class="has-text-align-center wp-block-paragraph"><br><a href="https://culturadefato.com.br/entenda-o-marxismo-em-um-minuto/"><em>Entenda o marxismo em um minuto</em></a>,<br>por <a href="https://culturadefato.com.br/author/henryhazlitt/">Henry Hazlitt</a></p>
</div></div>



<div id="col-g-tj27ll1" class="wp-block-gutentor-m0-col col-g-tj27ll1 gutentor-carousel-item"><div id="section-g-tj27ll1" class="section-g-tj27ll1 gutentor-col-wrap has-color-bg has-custom-bg">
<div id="section-g-87a173l" class="wp-block-gutentor-e6 section-g-87a173l gutentor-element gutentor-element-image text-align-center-desktop"><div class="gutentor-element-image-box"><a class="gutentor-element-image-link" href="https://culturadefato.com.br/instituicoes-nao-se-derrubam-se-reformam/"><div class="gutentor-image-thumb"><img decoding="async" class="normal-image" src="https://culturadefato.com.br/wp-content/uploads/2025/06/EdmundBurke.jpg" alt="Obra: &quot;Edmund Burke&quot;, de James Barry."/></div></a></div></div>



<p class="has-text-align-center wp-block-paragraph"><br><em><a href="https://culturadefato.com.br/instituicoes-nao-se-derrubam-se-reformam/">Instituições não se derrubam, se reformam</a></em>,<br>por <a href="https://culturadefato.com.br/author/percivalpuggina/">Percival Puggina</a></p>
</div></div>



<div id="col-g-g79x41c" class="wp-block-gutentor-m0-col col-g-g79x41c gutentor-carousel-item"><div id="section-g-g79x41c" class="section-g-g79x41c gutentor-col-wrap has-color-bg has-custom-bg">
<div id="section-g-3g3enag" class="wp-block-gutentor-e6 section-g-3g3enag gutentor-element gutentor-element-image text-align-center-desktop"><div class="gutentor-element-image-box"><a class="gutentor-element-image-link" href="https://culturadefato.com.br/reflexoes-sobre-a-execucao-de-luis-xvi/"><div class="gutentor-image-thumb"><img decoding="async" class="normal-image" src="https://culturadefato.com.br/wp-content/uploads/2023/08/LouisXVI_1789_Antoine-FrancoisCallet.jpg" alt="Obra: &quot;Luís XVI, rei da França e Navarra, vestindo seu grande traje real em 1779&quot; (1789), por Antoine-François Callet (1741 – 1823)"/></div></a></div></div>



<p class="has-text-align-center wp-block-paragraph"><br><em><a href="https://culturadefato.com.br/reflexoes-sobre-a-execucao-de-luis-xvi/">Reflexões sobre a execução de Luís XVI</a></em>,<br>por <a href="https://culturadefato.com.br/author/pliniocoliveira/">Plinio Corrêa de Oliveira</a></p>
</div></div>



<div id="col-g-03n81ua" class="wp-block-gutentor-m0-col col-g-03n81ua gutentor-carousel-item"><div id="section-g-03n81ua" class="section-g-03n81ua gutentor-col-wrap has-color-bg has-custom-bg">
<div id="section-g-lepfdsl" class="wp-block-gutentor-e6 section-g-lepfdsl gutentor-element gutentor-element-image text-align-center-desktop"><div class="gutentor-element-image-box"><a class="gutentor-element-image-link" href="https://culturadefato.com.br/liberte-egalite-fraternite-o-carvalho/"><div class="gutentor-image-thumb"><img decoding="async" class="normal-image" src="https://culturadefato.com.br/wp-content/uploads/2020/10/LiberteEgaliteFraternite.jpg" alt="Fachada de prédio com os dizeres: “Liberté, Egalité, Fraternité” ."/></div></a></div></div>



<p class="has-text-align-center wp-block-paragraph"><br><a href="https://culturadefato.com.br/liberte-egalite-fraternite-o-carvalho/"><em>Liberté, Egalité, Fraternité, o Carvalho…</em></a>,<br>por <a href="https://culturadefato.com.br/author/edgarcia/">Ed Garcia</a></p>
</div></div>



<div id="col-g-z0m70zr" class="wp-block-gutentor-m0-col col-g-z0m70zr gutentor-carousel-item"><div id="section-g-z0m70zr" class="section-g-z0m70zr gutentor-col-wrap has-color-bg has-custom-bg">
<div id="section-g-9xl3an4" class="wp-block-gutentor-e6 section-g-9xl3an4 gutentor-element gutentor-element-image text-align-center-desktop"><div class="gutentor-element-image-box"><a class="gutentor-element-image-link" href="https://culturadefato.com.br/wokismo-nova-face-da-revolucao-anticrista/"><div class="gutentor-image-thumb"><img decoding="async" class="normal-image" src="https://culturadefato.com.br/wp-content/uploads/2025/02/DisneylandWoke.jpg" alt="Disneyland Woke, Tearing Down the Past (2022). Desenho por Edwin Loftus."/></div></a></div></div>



<p class="has-text-align-center wp-block-paragraph"><br><a href="https://culturadefato.com.br/wokismo-nova-face-da-revolucao-anticrista/"><em>Wokismo nova face da revolução anticristã</em></a>,<br>por <a href="https://culturadefato.com.br/author/joseureta/">José A. Ureta</a></p>
</div></div>



<div id="col-g-a3rdur1" class="wp-block-gutentor-m0-col col-g-a3rdur1 gutentor-carousel-item"><div id="section-g-a3rdur1" class="section-g-a3rdur1 gutentor-col-wrap has-color-bg has-custom-bg">
<div id="section-g-vel8ypd" class="wp-block-gutentor-e6 section-g-vel8ypd gutentor-element gutentor-element-image text-align-center-desktop"><div class="gutentor-element-image-box"><a class="gutentor-element-image-link" href="https://culturadefato.com.br/as-contradicoes-inerentes-ao-estado/"><div class="gutentor-image-thumb"><img decoding="async" class="normal-image" src="https://culturadefato.com.br/wp-content/uploads/2021/05/SigningOfTheConstitution.jpg" alt="Recorte da obra: &quot;Scene at the Signing of the Constitution of the United States&quot;, criada por Howard Chandler Christy (1872 - 1952) em 1940."/></div></a></div></div>



<p class="has-text-align-center wp-block-paragraph"><br><a href="https://culturadefato.com.br/as-contradicoes-inerentes-ao-estado/"><em>As contradições inerentes ao Estado</em></a>,<br>por <a href="https://culturadefato.com.br/author/murrayrothbard/">Murray N. Rothbard</a></p>
</div></div>



<div id="col-g-bx5lbj1" class="wp-block-gutentor-m0-col col-g-bx5lbj1 gutentor-carousel-item"><div id="section-g-bx5lbj1" class="section-g-bx5lbj1 gutentor-col-wrap has-color-bg has-custom-bg">
<div id="section-g-8op5vvg" class="wp-block-gutentor-e6 section-g-8op5vvg gutentor-element gutentor-element-image text-align-center-desktop"><div class="gutentor-element-image-box"><a class="gutentor-element-image-link" href="https://culturadefato.com.br/a-essencia-do-conservadorismo/"><div class="gutentor-image-thumb"><img decoding="async" class="normal-image" src="https://culturadefato.com.br/wp-content/uploads/2020/11/MendingTheNation_Jon-McNaughton.jpg" alt="Obra: &quot;Mending the nation&quot;, por Jon McNaughton."/></div></a></div></div>



<p class="has-text-align-center wp-block-paragraph"><br><a href="https://culturadefato.com.br/a-essencia-do-conservadorismo/"><em>A essência do conservadorismo</em></a>,<br>por <a href="https://culturadefato.com.br/author/russellkirk/">Russell Kirk</a></p>
</div></div>
</div></div></section>



<br>
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		<title>Minha descoberta racional do conservadorismo</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Luís Afonso Assumpção]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 23 Mar 2026 00:38:19 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Filosofia e História]]></category>
		<category><![CDATA[Política e Economia]]></category>
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		<category><![CDATA[Paralaxe Cognitiva]]></category>
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		<category><![CDATA[Totalitarismo]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>“Encontrei num dicionário na web uma definição de <em>conservador</em> absolutamente perfeita: 'é o sujeito otimista com relação ao passado e pessimista com relação ao futuro'. É exatamente isto.”</p>
<p>O post <a href="https://culturadefato.com.br/minha-descoberta-racional-do-conservadorismo/">Minha descoberta racional do conservadorismo</a> apareceu primeiro em <a href="https://culturadefato.com.br">Cultura de Fato</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="has-text-align-center wp-block-paragraph">“<em>Não tire uma cerca antes de saber por que ela foi colocada.</em>”<br><span data-tooltip-position="top" data-tooltip="Gilbert">G</span> <span data-tooltip-position="top" data-tooltip="Keith">K</span> <span data-tooltip="Gilbert Keith Chesterton (1874-1936) foi um escritor inglês." data-tooltip-position="top">Chesterton</span> (1874-1936)</p>



<hr class="wp-block-separator has-alpha-channel-opacity is-style-wide"/>



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<p class="has-drop-cap wp-block-paragraph">Sempre imaginei o ser humano como resultado concreto e final de um exercício de criação divino.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Isso pode ser um pouco religioso ou metafísico demais para um mundo que se acostumou a nivelar tudo por baixo, que simplesmente finge que o que não entende “não existe”, mas é ainda a melhor explicação para o ser humano.</p>



<p class="wp-block-paragraph" id="RefNota01">“Melhor” por quê? Oras porque não somos de maneira alguma “animais”. Talvez a classificação do ser humano como representante do reino animal — feita pelo próprio ser humano — seja o único caso em que a famosa “paralaxe cognitiva”<strong><sup><a href="#Nota01">1</a></sup></strong> seria de fato autêntica. Explico: o simples fato de o homem ser o único ser que tem a capacidade de classificar dentro de uma estrutura racional de significados todos os outros animais, o deveria colocar automaticamente fora desta mesma classificação — afinal, nenhum dos animais analisados é capaz de tal façanha. Então o homem, quando classifica todas as espécies animais em filo, gênero e espécie, se coloca evidentemente numa visão superior a todos os animais. E o faz por estar fora desta mesma classificação. Foi nada menos do que uma tragédia o fato de que ao final do processo tenha ele mesmo se auto-classificado junto aos primatas, com um título nada animador de “animal racional”. Nem o cargo de “rei dos animais” nos sobrou.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Pois bem, esta percepção de que estamos acima do reino animal em todos os aspectos, menos no “construtivo”, é derivada de um senso comum. E a origem deste “senso comum”, descobri agora há pouco, tem a ver com uma tradição conservadora.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Encontrei num dicionário na <em>web</em> uma definição de “conservador” absolutamente perfeita: “é o sujeito otimista com relação ao passado e pessimista com relação ao futuro”. É exatamente isto. E ainda acrescento que o pessimismo em relação ao futuro se dá na exata percepção de avançamos no tempo perdendo a cada dia pedaços ainda maiores de nossa própria humanidade. Num futuro não muito distante talvez nem o título de animais “racionais” possamos usar. O racionalismo é conservador.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Mas de onde surge esta sensação de perda? Não é nostalgia. Para mim é o simples ceticismo que acompanha qualquer análise minimamente racional da atualidade.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Descobri que o meu modo de funcionamento era mesmo este: sempre desconfiar de qualquer explicação inovadora ou “revolucionária”, daquelas do tipo “esqueça tudo o que você já viu sobre&#8230;”. O fato é que não dá para esquecer, não podemos partir do zero a cada pseudo-revolução. Este é o ponto. Se a “novidade” é inconsistente, prefiro ficar com a última explicação.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Este é o porquê do meu apego pelo capitalismo: não é que eu morra de amores por ele (já escrevi até que o “odeio” em <em>post</em> anterior), mas é o único sistema econômico que funcionou até hoje. E o que mais respeitou a liberdade individual e econômica, quando atrelada ao regime democrático.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O binômio capitalismo (liberal) de um lado e a democracia de outro são dois dos pilares básicos do que eu chamaria de “realismo” político/econômico. Considero como “realismo” tudo o que se pode estabelecer como verdade absoluta ou pelo menos a coisa mais próxima dela. No caso do capitalismo e a democracia ainda têm a vantagem de serem verdades perfeitamente mensuráveis: não há outro regime que possa ser considerado mais justo e mais eficiente em produzir riquezas e gerar satisfação material às pessoas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O fato de haver milhares de pessoas lutando por ditaduras e pela implantação de alguma forma de comunismo hoje em dia, só me faz ver que existem outras verdades absolutas: a burrice e a apatia mental dos tempos atuais são incontestáveis.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Mas faltava alguma coisa: eu tinha elementos realistas para embasar minha defesa da liberdade política e econômica, mas não para um sistema de valores morais ou “humanistas”, em que se baseia o conservadorismo.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Mas havia a certeza de que o binômio democracia/capitalismo só pode existir num ambiente social no qual as pessoas compartilhem a mesma visão e os mesmos valores morais. É o que chamam de sociedade de confiança.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><span data-tooltip-position="right" data-tooltip="Eric Voegelin (1901-1985) foi filósofo, historiador e cientista político alemão, radicado nos Estados Unidos.">Voegelin</span> observou como o “senso comum” era um grande diferencial nas sociedades britânicas e americanas. Um senso comum tão arraigado que “blindou” estes países às influências mais perversas do século vinte: totalitarismo nazi-fascista e comunista. O senso comum é também a minha base de avaliação do mundo. É uma percepção intuitiva de conservadorismo.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A base deste conservadorismo não é só a “nostalgia” do passado ou a manutenção de tradicionalismos. Significa que determinados valores não podem ser colocados de lado em favor de outros “mais evoluídos” simplesmente pela razão de que a “evolução” nunca ter sido provada.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A compreensão de que minha simpatia pelo passado era muito mais do que simples “nostalgia”, mas a intuição de que elas abarcavam definições muito mais completas e complexas da própria humanidade, veio com o estudo dos filósofos clássicos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A isto eu devo imensamente ao meu mestre Olavo de Carvalho: antes de tudo Olavo é um grande divulgador da tradição filosófica conservadora, traçando uma linha que vai dos antigos gregos até o judaísmo-cristianismo. Ao conhecer a história do pensamento filosófico, acabei por conhecer os fundamentos teóricos do conservadorismo.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Com isso pude enfim somar mais um sustentáculo — o mais importante — ao edifício do capitalismo liberal e democrático. Sem uma base de defesa de valores conservadora, o edifício não se sustenta.</p>



<p class="wp-block-paragraph">No mundo de hoje, isso é especialmente dramático, pois o curso do pensamento conservador acabou assoreado por toneladas de relativismos, pós-modernismos entre outros, que transformaram a filosofia num grande supermercado de idéias, sem que nenhuma contradiga outra.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Os tempos atuais avançam até para dizer que o conservadorismo, o realismo não passam de mais um relativismo&#8230;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Tomo como exemplo a obra do “filósofo” <span data-tooltip-position="top" data-tooltip="Charles Feitosa é doutor em Filosofia pela Universidade de Freiburg, Alemanha. É professor e pesquisador do Programa de Pós-Graduação em Artes Cênicas (PPGAC) da UNIRIO.">Charles Feitosa</span> “<a href="https://www.estantevirtual.com.br/livro/explicando-a-filosofia-com-arte-0V3-9962-000-BK" target="_blank" rel="noreferrer noopener nofollow">Filosofia com arte</a>” em que sob o capítulo “vantagens e desvantagens do relativismo” afirma que o realismo (e os realistas) querem impor a “sua” visão a todos os outros. Cita como exemplo de “realista” o nacional-socialismo alemão&#8230; Do outro lado temos o relativismo, que é uma maravilha, pois “respeita” a todos os tipos de pensamento&#8230;</p>



<p class="wp-block-paragraph">O autor só não explicou como “realistas” puderam relativizar até mesmo a existência de seres humanos como fizeram nazistas e comunistas&#8230;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Para finalizar: a descoberta da tradição filosófica na qual se baseia o conservadorismo foi para mim como se encontrasse, no fundo de uma caverna esquecida, um tesouro, uma essência rara. Nossa obrigação é a de guardar e espalhar esta boa nova às novas gerações.</p>



<br>



<p class="has-text-align-right wp-block-paragraph">Por <a href="https://culturadefato.com.br/author/luisafonsoassumpcao/">Luís Afonso Assumpção</a>.<br>Publicado originalmente em 21 de maio de 2005, no <em>website</em> <em><a href="https://midiasemmascara.net/" target="_blank" rel="noreferrer noopener nofollow">Mídia Sem Máscara</a></em>.</p>



<br>



<p class="has-background has-very-light-gray-background-color wp-block-paragraph"><strong>Nota:</strong></p>



<ol class="wp-block-list">
<li id="Nota01">“Paralaxe cognitiva” é o fenômeno pelo qual o observador se coloca fora do campo de ação do fenômeno “universal” que pretende explicar. Exemplos: <span data-tooltip-position="right" data-tooltip="Karl Marx foi um revolucionário socialista, nascido em 1818 em Tréveris (Prússia) e falecido em 1883 na cidade de Londres (Reino Unido). É considerado o ''pai do comunismo'', junto com Friedrich Engels.">Marx</span> explicando que à classe trabalhadora e não à burguesia pertencia o futuro da humanidade (Marx era um burguês); <span data-tooltip-position="top" data-tooltip="Nicolau Maquiavel (1469-1527) foi filósofo, historiador, poeta, diplomata e músico de origem florentina do Renascimento.">Maquiavel</span> defendendo que o príncipe deveria em primeiro lugar eliminar os seus apoiadores e influenciadores, dando a entender que ele mesmo, Maquiavel, deveria ser uma das primeiras vítimas de sua invenção. <a href="#RefNota01"><img decoding="async" width="14" height="10" class="wp-image-105" style="width: 14px;" src="https://culturadefato.com.br/wp-content/uploads/2020/06/Subir.jpg" alt="Subir"></a></li>
</ol>



<br>



<p class="has-background has-very-light-gray-background-color wp-block-paragraph"><strong>Nota da editoria:</strong><br><br>A imagem da capa é um recorte da obra: “<em>Caminhante sobre o mar de névoa</em>” (aprox. 1818), de <span data-tooltip-position="top" data-tooltip="Caspar David Friedrich (1774–1840) foi um pintor de paisagens do romântico alemão, geralmente considerado o mais importante artista alemão da sua geração.">Caspar David Friedrich</span> (1774–1840).<br><br>A obra retrata um homem solitário, posicionado acima de uma paisagem encoberta por névoa, portanto contemplando um horizonte incerto. A cena simboliza a condição do indivíduo que, apoiado em fundamentos sólidos, observa criticamente um mundo cada vez mais obscurecido pela perda de referências.</p>



<br>



<h2 class="wp-block-heading has-text-align-center">Saiba mais, leia:</h2>



<br>



<section id="gm71bf303" class="wp-block-gutentor-m0 alignfull section-gm71bf303 gutentor-module gutentor-module-carousel has-color-bg has-custom-bg gutentor-slick-a-default-desktop gutentor-slick-a-default-tablet gutentor-slick-a-default-mobile"><div class="grid-container"><div class="gutentor-module-carousel-row" data-dots="false" data-dotstablet="false" data-dotsmobile="false" data-arrows="true" data-arrowstablet="true" data-arrowsmobile="true" data-infinite="true" data-autoplay="true" data-draggable="true" data-pauseonfocus="true" data-pauseonhover="true" data-autoplayspeed="4500" data-cmondesktop="false" data-cmontablet="false" data-cmonmobile="false" data-nextarrow="fas fa-angle-right" data-prevarrow="fas fa-angle-left" data-arrowspositiondesktop="gutentor-slick-a-default-desktop" data-arrowspositiontablet="gutentor-slick-a-default-tablet" data-arrowspositionmobile="gutentor-slick-a-default-mobile" data-speed="300" data-slideitemdesktop="2" data-slideitemtablet="3" data-slideitemmobile="1" data-slidescroll-desktop="2" data-slidescroll-tablet="3" data-slidescroll-mobile="1">
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<div id="section-g-li911bh" class="wp-block-gutentor-e6 section-g-li911bh gutentor-element gutentor-element-image text-align-center-desktop"><div class="gutentor-element-image-box"><a class="gutentor-element-image-link" href="https://culturadefato.com.br/por-que-voce-deveria-ser-um-conservador/"><div class="gutentor-image-thumb"><img decoding="async" class="normal-image" src="https://culturadefato.com.br/wp-content/uploads/2021/02/JusticeForAll.jpg" alt="Recorte da obra: &quot;Justice for All&quot;, criada pelo artista americano Jon McNauhgton."/></div></a></div></div>



<p class="has-text-align-center wp-block-paragraph"><br><em><a href="https://culturadefato.com.br/por-que-voce-deveria-ser-um-conservador/">Por que você deveria ser um conservador</a></em>,<br>por <a href="https://culturadefato.com.br/author/davidcharlesstove/">David Charles Stove</a></p>
</div></div>



<div id="col-g-e77qeb7" class="wp-block-gutentor-m0-col col-g-e77qeb7 gutentor-carousel-item"><div id="section-g-e77qeb7" class="section-g-e77qeb7 gutentor-col-wrap has-color-bg has-custom-bg">
<div id="section-g-010n3oe" class="wp-block-gutentor-e6 section-g-010n3oe gutentor-element gutentor-element-image text-align-center-desktop"><div class="gutentor-element-image-box"><a class="gutentor-element-image-link" href="https://culturadefato.com.br/eu-sou-um-conservador/"><div class="gutentor-image-thumb"><img decoding="async" class="normal-image" src="https://culturadefato.com.br/wp-content/uploads/2021/02/VoceNaoEstaEsquecido.jpg" alt="Recorte da obra: &quot;You Are Not Forgotten&quot;, por Jon McNauhgton."/></div></a></div></div>



<p class="has-text-align-center wp-block-paragraph"><br><em><a href="https://culturadefato.com.br/eu-sou-um-conservador/">Eu sou um conservador</a></em>,<br>por <a href="https://culturadefato.com.br/author/joaomellaoneto/">João Mellão Neto</a></p>
</div></div>



<div id="col-g-g79x41c" class="wp-block-gutentor-m0-col col-g-g79x41c gutentor-carousel-item"><div id="section-g-g79x41c" class="section-g-g79x41c gutentor-col-wrap has-color-bg has-custom-bg">
<div id="section-g-3g3enag" class="wp-block-gutentor-e6 section-g-3g3enag gutentor-element gutentor-element-image text-align-center-desktop"><div class="gutentor-element-image-box"><a class="gutentor-element-image-link" href="https://culturadefato.com.br/a-essencia-do-conservadorismo/"><div class="gutentor-image-thumb"><img decoding="async" class="normal-image" src="https://culturadefato.com.br/wp-content/uploads/2020/11/MendingTheNation_Jon-McNaughton.jpg" alt="Obra: &quot;Mending the nation&quot;, por Jon McNaughton."/></div></a></div></div>



<p class="has-text-align-center wp-block-paragraph"><br><em><a href="https://culturadefato.com.br/a-essencia-do-conservadorismo/">A essência do conservadorismo</a></em>,<br>por <a href="https://culturadefato.com.br/author/russellkirk/">Russell Kirk</a></p>
</div></div>



<div id="col-g-bx5lbj1" class="wp-block-gutentor-m0-col col-g-bx5lbj1 gutentor-carousel-item"><div id="section-g-bx5lbj1" class="section-g-bx5lbj1 gutentor-col-wrap has-color-bg has-custom-bg">
<div id="section-g-8op5vvg" class="wp-block-gutentor-e6 section-g-8op5vvg gutentor-element gutentor-element-image text-align-center-desktop"><div class="gutentor-element-image-box"><a class="gutentor-element-image-link" href="https://culturadefato.com.br/qual-e-a-diferenca-basica-entre-a-esquerda-e-a-direita/"><div class="gutentor-image-thumb"><img decoding="async" class="normal-image" src="https://culturadefato.com.br/wp-content/uploads/2024/10/LeSermentDuJeuDePaume_Jacques-LouisDavid.jpg" alt="Obra: &quot;Le Serment du Jeu de paume&quot; (década de 1790), por Jacques-Louis David (1748 – 1825)."/></div></a></div></div>



<p class="has-text-align-center wp-block-paragraph"><br><em><a href="https://culturadefato.com.br/qual-e-a-diferenca-basica-entre-a-esquerda-e-a-direita/">Qual é a diferença básica entre a Esquerda e a Direita?</a></em>,<br>por <a href="https://culturadefato.com.br/author/orlandobraga/">Orlando Braga</a></p>
</div></div>



<div id="col-g-03n81ua" class="wp-block-gutentor-m0-col col-g-03n81ua gutentor-carousel-item"><div id="section-g-03n81ua" class="section-g-03n81ua gutentor-col-wrap has-color-bg has-custom-bg">
<div id="section-g-lepfdsl" class="wp-block-gutentor-e6 section-g-lepfdsl gutentor-element gutentor-element-image text-align-center-desktop"><div class="gutentor-element-image-box"><a class="gutentor-element-image-link" href="https://culturadefato.com.br/acepcoes-do-adjetivo-reacionario/"><div class="gutentor-image-thumb"><img decoding="async" class="normal-image" src="https://culturadefato.com.br/wp-content/uploads/2023/10/CollectiveReaction_2020_MariahKaminsky.jpg" alt="Obra: &quot;Reaction&quot; (2020), por Mariah Kaminsky"/></div></a></div></div>



<p class="has-text-align-center wp-block-paragraph"><br><em><a href="https://culturadefato.com.br/acepcoes-do-adjetivo-reacionario/">Acepções do adjetivo “reacionário”</a></em>,<br>por <a href="https://culturadefato.com.br/author/pliniocoliveira/">Plinio Corrêa de Oliveira</a></p>
</div></div>



<div id="col-g-z0m70zr" class="wp-block-gutentor-m0-col col-g-z0m70zr gutentor-carousel-item"><div id="section-g-z0m70zr" class="section-g-z0m70zr gutentor-col-wrap has-color-bg has-custom-bg">
<div id="section-g-9xl3an4" class="wp-block-gutentor-e6 section-g-9xl3an4 gutentor-element gutentor-element-image text-align-center-desktop"><div class="gutentor-element-image-box"><a class="gutentor-element-image-link" href="https://culturadefato.com.br/a-necessidade-de-uma-doutrina-conservadora/"><div class="gutentor-image-thumb"><img decoding="async" class="normal-image" src="https://culturadefato.com.br/wp-content/uploads/2025/12/LiberdadeArmada.jpg" alt="Obra: &quot; Liberdade armada com o cetro da razão derrubando a ignorância e o fanatismo&quot; (1793), de Louis-Simon Boizot (1743 – 1809)."/></div></a></div></div>



<p class="has-text-align-center wp-block-paragraph"><br><em><a href="https://culturadefato.com.br/a-necessidade-de-uma-doutrina-conservadora/">A necessidade de uma doutrina conservadora</a></em>,<br>por <a href="https://culturadefato.com.br/author/fabioblanco/">Fabio Blanco</a></p>
</div></div>



<div id="col-g-a3rdur1" class="wp-block-gutentor-m0-col col-g-a3rdur1 gutentor-carousel-item"><div id="section-g-a3rdur1" class="section-g-a3rdur1 gutentor-col-wrap has-color-bg has-custom-bg">
<div id="section-g-vel8ypd" class="wp-block-gutentor-e6 section-g-vel8ypd gutentor-element gutentor-element-image text-align-center-desktop"><div class="gutentor-element-image-box"><a class="gutentor-element-image-link" href="https://culturadefato.com.br/conservacao-e-progresso/"><div class="gutentor-image-thumb"><img decoding="async" class="normal-image" src="https://culturadefato.com.br/wp-content/uploads/2025/09/TheConsummationTheCourseEmpire_ColeThomas.jpg" alt="Obra: &quot;The Consummation The Course of the Empire&quot; (1836), de Thomas Cole (1801 – 1848)."/></div></a></div></div>



<p class="has-text-align-center wp-block-paragraph"><br><em><a href="https://culturadefato.com.br/conservacao-e-progresso/">Conservação e progresso</a></em>,<br>por <a href="https://culturadefato.com.br/author/fabioblanco/">Fabio Blanco</a></p>
</div></div>



<div id="col-g-135854c" class="wp-block-gutentor-m0-col col-g-135854c gutentor-carousel-item"><div id="section-g-135854c" class="section-g-135854c gutentor-col-wrap has-color-bg has-custom-bg">
<div id="section-g-ce07mde" class="wp-block-gutentor-e6 section-g-ce07mde gutentor-element gutentor-element-image text-align-center-desktop"><div class="gutentor-element-image-box"><a class="gutentor-element-image-link" href="https://culturadefato.com.br/por-que-nao-sou-liberal/"><div class="gutentor-image-thumb"><img decoding="async" class="normal-image" src="https://culturadefato.com.br/wp-content/uploads/2021/07/SedutaDOuvertureDelAssembleeDesEtatsGeneraux.jpg" alt="Recorte da obra &quot;Seduta d'ouverture de l'Assemblée des états généraux , 5 mai 1789&quot;, criada pelo pintor francês Couder Auguste (1789 - 1873)."/></div></a></div></div>



<p class="has-text-align-center wp-block-paragraph"><br><a href="https://culturadefato.com.br/por-que-nao-sou-liberal/"><em>Por que não sou liberal</em></a>,<br>por <a href="https://culturadefato.com.br/author/stephenkanitz/">Stephen Kanitz</a></p>
</div></div>



<div id="col-g-n7aoo11" class="wp-block-gutentor-m0-col col-g-n7aoo11 gutentor-carousel-item"><div id="section-g-n7aoo11" class="section-g-n7aoo11 gutentor-col-wrap has-color-bg has-custom-bg">
<div id="section-g-ac1vcz5" class="wp-block-gutentor-e6 section-g-ac1vcz5 gutentor-element gutentor-element-image text-align-center-desktop"><div class="gutentor-element-image-box"><a class="gutentor-element-image-link" href="https://culturadefato.com.br/excertos-da-obra-direita-e-esquerda-razoes-e-significados-de-uma-distincao-politica/"><div class="gutentor-image-thumb"><img decoding="async" class="normal-image" src="https://culturadefato.com.br/wp-content/uploads/2023/06/NoiteEstreladaVincentVanGogh.jpg"/></div></a></div></div>



<p class="has-text-align-center wp-block-paragraph"><br><em><a href="https://culturadefato.com.br/excertos-da-obra-direita-e-esquerda-razoes-e-significados-de-uma-distincao-politica/">Excertos da obra “Direita e esquerda: razões e significados de uma distinção política”</a></em>, por <a href="https://culturadefato.com.br/author/norbertobobbio/">Norberto Bobbio</a></p>
</div></div>
</div></div></section>



<br>
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		<title>Estudar antes de falar</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Olavo de Carvalho]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 10 Feb 2026 03:39:21 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Filosofia e História]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>“A discussão sobre política e sociedade exige estudo prévio e conhecimento sólido das fontes e tradições envolvidas. Sem esse preparo, o debate público tende a se transformar em repetição de <em>slogans</em>, interpretações superficiais e julgamentos apressados que pouco contribuem para a compreensão da realidade.”</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="has-text-align-center wp-block-paragraph">“<em>Pouco conhecimento faz com que as pessoas se sintam orgulhosas.</em><br><em>Muito conhecimento, com que se sintam humildes.</em>”<br><span data-tooltip-position="top" data-tooltip="Leonardo di Ser Piero da Vinci (1452-1519) foi um polímata nascido na atual Itália, uma das figuras mais importantes do Alto Renascimento, que se destacou como cientista, matemático, engenheiro, inventor, anatomista, pintor, escultor, arquiteto, botânico, poeta e músico.">Leonardo da Vinci</span> (1452-1519)</p>



<hr class="wp-block-separator has-alpha-channel-opacity is-style-wide"/>



<br>



<p class="has-drop-cap wp-block-paragraph">O caminho mais curto para a destruição da democracia é fomentar o banditismo por meio da cultura e tentar controlá-lo, em seguida, pelo desarmamento civil.  A esquerda nacional tem trilhado coerentemente essa dupla via há pelo menos cinco décadas, e sempre soube perfeitamente qual seria o resultado: o caos social, seguido de endurecimento do regime se ela estiver no poder, de agitação insurrecional se estiver fora dele.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Essa estratégia é antiga, clássica, imutável, mas os pretextos com que se legitima conforme as conveniências do momento têm sido variados o bastante para desnortear a plateia, que se entrega a animadas e às vezes ferozes discussões sobre os pretextos mesmos e nunca atina com a unidade do projeto por trás deles. Às vezes, como acontece no Brasil, nem chega a perceber que entre as duas vias simultâneas existe alguma relação.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Pessoas mentalmente covardes vendem a mãe para não correr o risco de ser rotuladas de “teóricas da conspiração”. Rebaixam-se ao ponto de defender de unhas e dentes a “teoria das puras coincidências”, segundo a qual as ações acontecem sem autores.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Imaginem então o medo que essa gente tem de reconhecer algo que no resto do mundo já é obviedade patente: que o comunismo não morreu em 1990, que está hoje mais forte que nunca, sobretudo na América Latina. Treze anos atrás, quando <span data-tooltip-position="top" data-tooltip="Jean-François Revele Paris (1924-2006) foi um filósofo, escritor e jornalista francês, e membro da Academia Francesa de Letras. Embora tenha sido socialista até 1970, Revel foi, até o fim de sua vida, um dos mais acesos críticos do marxismo e das esquerdas na intelectualidade francesa.">Jean-François Revel</span> publicou seu último livro,<em> <a href="https://amzn.to/4dUIQ1H" target="_blank" rel="noreferrer noopener sponsored nofollow">La Grande Parade</a></em>, ninguém na Europa ou  Estados Unidos o contestou quanto a esse ponto, que no Brasil ainda é um segredo esotérico.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Há até quem negue que Dilma ou Lula sejam comunistas, mas faz isso porque não sabe exatamente o que é um comunista e, como em geral os liberais, imagina que é questão de ideais e ideologias. Na verdade, um sujeito é comunista não porque creia em tais ou quais coisas, mas porque ocupa um lugar numa organização que age como parte ou herdeira da tradição revolucionária comunista, com toda a pletora de variedades e contradições ideológicas aí contida.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A unidade do movimento comunista, sobretudo desde <span data-tooltip-position="top" data-tooltip="Antonio Sebastiano Francesco Gramsci (1891-1937) militante marxista italiano, co-fundador do Partido Comunista Italiano. Passou anos no cárcere, onde escreveu os ''Cadernos do Cárcere'' os quais descrevem suas ideias sobre hegemonia cultural e poder.">Antonio Gramsci</span>, da <em>New Left</em> americana e do remanejamento dos partidos comunistas após a dissolução da URSS, é  mais de tipo estratégico do que ideológico.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Na verdade, esse movimento, cuja extinção a queda da União Soviética parecia anunciar como iminente e inevitável, conseguiu prosperar e crescer formidavelmente desde o começo dos anos 90 só porque abdicou de toda autodefinição doutrinal homogênea e aprimorou a técnica de articular numa unidade de ação estratégica as mais variadas correntes e dissidências cuja convivência era impossível até então. Convicções, portanto, sinceras ou fingidas, não têm aí a mais mínima importância.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Para um sujeito falar com alguma propriedade sobre o movimento comunista, deve antes ter estudado as seguintes coisas:</p>



<ol class="wp-block-list">
<li>Os clássicos do marxismo: <span data-tooltip-position="top" data-tooltip="Karl Marx foi um revolucionário socialista, nascido em 1818 em Tréveris (Prússia) e falecido em 1883 na cidade de Londres (Reino Unido). É considerado o ''pai do comunismo'', junto com Friedrich Engels.">Marx</span>, <span data-tooltip-position="bottom" data-tooltip="Friedrich Engels (1820-1895) foi industrial e teórico revolucionário prussiano, nascido na atual Alemanha.">Engels</span>, <span data-tooltip-position="top" data-tooltip="Vladimir Ilyich Ulyanov (1870-1924) foi um revolucionário comunista, político e teórico político russo.">Lênin</span>, <span data-tooltip-position="bottom" data-tooltip="Josef Stalin (1878 - 1953): Revolucionário comunista e político soviético de origem georgiana.">Stálin</span>, <span data-tooltip-position="top" data-tooltip="Mao Tsé-Tung (1893 - 1976), político, teórico, líder comunista e revolucionário chinês.">Mao Dzedong</span>.</li>



<li>Os filósofos marxistas mais importantes: <span data-tooltip-position="top" data-tooltip="Georg Lukács (1885–1971 filósofos e teórico marxista. Nascido na Hungria, ele é amplamente considerado o marco fundador do ''marxismo ocidental''. influenciou a Escola de Frankfurt e o existencialismo.">Lukács</span>, <span data-tooltip-position="bottom" data-tooltip="Karl Korsch (1886-1961) filósofo alemão e professor universitário que exerceu grande influência nos círculos radicais da esquerda.">Korsch</span>, Gramsci, <span data-tooltip-position="top" data-tooltip="Theodor Ludwig Wiesengrund-Adorno (1903 - 1969) foi filósofo, sociólogo, musicólogo e compositor alemão.">Adorno</span>, <span data-tooltip-position="bottom" data-tooltip="Max Horkheimer (1895-1973) foi um filósofo e sociólogo alemão, famoso por seu trabalho em teoria crítica como membro da ''Escola de Frankfurt'' de pesquisa social.">Horkheimer</span>, <span data-tooltip-position="top" data-tooltip="Herbert Marcuse (1898-1979) foi sociólogo e filósofo alemão naturalizado norte-americano.">Marcuse</span>, <span data-tooltip-position="bottom" data-tooltip="Henri Lefebvre (1901—1991) foi um filósofo marxista e sociólogo francês.">Lefebvre</span>, <span data-tooltip-position="top" data-tooltip="Louis Althusser (1918-1990) foi um filósofo do Marxismo Estrutural de origem Francesa nascido na Argélia.">Althusser</span>.</li>



<li><em><a href="https://amzn.to/4vn1RRo" target="_blank" rel="noreferrer noopener sponsored nofollow">Main Currents of Marxism</a></em>, de <span data-tooltip-position="top" data-tooltip="Leszek Kołakowski (1927-2009) foi um eminente filósofo e historiador polonês. Foi mais conhecido por suas análises críticas do marxismo">Leszek Kolakowski</span>.</li>



<li>Alguns bons livros de história e sociologia do movimento revolucionário em geral, como <em><a href="https://amzn.to/4o5h5s4" target="_blank" rel="noreferrer noopener sponsored nofollow">Fire in the Minds of Men</a></em>, de <span data-tooltip-position="top" data-tooltip="James Hadley Billington (1929-2018) foi um acadêmico e autor americano que lecionou história em Harvard e Princeton antes de servir por 42 anos como CEO de quatro instituições culturais federais.">James H. Billington</span>, <em><a href="https://amzn.to/4ucojfm" target="_blank" rel="noreferrer noopener sponsored nofollow">The Pursuit of the Millenium</a></em>, de <span data-tooltip-position="bottom" data-tooltip="Norman Rufus Colin Cohn (1915-2007) foi um acadêmico, historiador e escritor britânico que passou 14 anos como professor e professor Astor-Wolfson na Universidade de Sussex.">Norman Cohn</span>, <em><a href="https://amzn.to/4wVLH38" target="_blank" rel="noreferrer noopener sponsored nofollow">The New Science of Politics</a></em>, de <span data-tooltip-position="right" data-tooltip="Eric Voegelin (1901 - 1985): filósofo, historiador e cientista político alemão radicado nos Estados Unidos.">Eric Voegelin</span>.</li>



<li>Bons livros sobre a história dos regimes comunistas, escritos desde um ponto de vista não-apologético.</li>



<li>Livros dos críticos mais célebres do marxismo, como <span data-tooltip-position="top" data-tooltip="Eugen Böhm Ritter von Bawerk (1851-1914), conhecido como Eugen von Böhm-Bawerk foi um economista austríaco que fez importantes contribuições para o desenvolvimento da chamada Escola Austríaca de Economia.">Eugen von Böhm-Bawerk</span>, <span data-tooltip-position="bottom" data-tooltip="Ludwig Heinrich Edler von Mises (1881-1973) foi um economista teórico de nacionalidade austríaca e, posteriormente, americana, de origem judaica, que foi membro da Escola Austríaca de pensamento econômico.">Ludwig von Mises</span>, <span data-tooltip-position="top" data-tooltip="Raymond Aron (1905 - 1983): filósofo, sociólogo, historiador e jornalista francês.">Raymond Aron</span>, <span data-tooltip="Roger Scruton (1944-2020) foi filósofo e escritor inglês." data-tooltip-position="bottom">Roger Scruton</span>, <span data-tooltip-position="top" data-tooltip="Nikolai Alexandrovich Berdyaev (1874-1948) foi um religioso e filósofo político russo.">Nicolai Berdiaev</span> e tantos outros.</li>



<li>Livros sobre estratégia e tática da tomada do poder pelos comunistas, sobre a atividade subterrânea do movimento comunista no Ocidente e principalmente sobre as “medidas ativas” (desinformação, agentes de influência), como os de <span data-tooltip-position="top" data-tooltip="Anatoliy Mikhailovich Golitsyn (1926-2008) foi um desertor da KGB soviética e escritor.">Anatolyi Golitsyn</span>, <span data-tooltip-position="bottom" data-tooltip="Christopher Maurice Andrew é Professor Emérito de História Moderna e Contemporânea na Universidade de Cambridge, com interesse em relações internacionais e, em particular, na história dos serviços de inteligência.">Christopher Andrew</span>, <span data-tooltip-position="top" data-tooltip="John Earl Haynes é um historiador americano que trabalhou como especialista em história política do século XX na Divisão de Manuscritos da Biblioteca do Congresso. Ele é conhecido por seus livros sobre os movimentos comunistas e anticomunistas americanos e sobre a espionagem soviética na América.">John Earl Haynes</span>, <span data-tooltip-position="bottom" data-tooltip="Ladislav Bittman (1931-2018) foi um ex-agente da StB que, em 1968, desertou para o Ocidente. Adotou o nome de Lawrence Martin-Bittman. Durante seu tempo de serviço para a StB, usou o codinome Brychta.">Ladislaw Bittman</span>, <span data-tooltip-position="top" data-tooltip="Diana West é uma autora conservadora americana e ex-colunista. Ela escreveu uma coluna semanal de 1998 a 2014 que foi distribuída nacionalmente.">Diana West</span>.</li>



<li>Depoimentos, no maior número possível, de ex-agentes ou militantes comunistas que contam a sua experiência a serviço do movimento ou de governos comunistas, como <span data-tooltip-position="top" data-tooltip="Arthur Koestler (1905-1983) foi um jornalista, escritor, e ativista político judeu húngaro radicado no Reino Unido.">Arthur Koestler</span>, <span data-tooltip-position="bottom" data-tooltip="Jan Valtin (1905-1951) é o pseudônimo de Richard Julius Hermann Krebs, que foi um escritor alemão que escreveu entre as décadas de 1930 e de 1940.">Ian Valtin</span>, <span data-tooltip-position="top" data-tooltip="Ion Mihai Pacepa (1928-2021) foi Tenente-General que serviu como chefe do serviço de espionagem do regime comunista da Romênia, e também foi o principal conselheiro do ditador Nicolae Ceauşescu. Desertou para os Estados Unidos em julho de 1978, onde passou a escrever seus livros narrando as atividades do Serviço de Inteligência da polícia secreta romena.">Ion Mihai Pacepa</span>, <span data-tooltip-position="top" data-tooltip="Whittaker Chambers (1901-1961) foi um escritor e editor norte-americano que, após os primeiros anos como membro do Partido Comunista e espião soviético, desertou em 1938.">Whittaker Chambers</span>, <span data-tooltip-position="bottom" data-tooltip="David Joel Horowitz (1939-2025) foi um escritor estadunidense. Figura proeminente no apoio ao marxismo e membro da Nova Esquerda na década de 1960, Horowitz posteriormente afastou-se da esquerda, passando a se identificar com a direita do espectro político.">David Horowitz</span>.</li>



<li>Depoimentos de alto valor sobre a condição humana nas sociedades socialistas, como os de <span data-tooltip-position="top" data-tooltip="Guillermo Cabrera Infante (1929-2005) foi um escritor cubano naturalizado britânico. Além de ser romancista, contista e ensaísta, escreveu poemas visuais e roteiros cinematográficos.">Guillermo Cabrera Infante</span>, <span data-tooltip-position="bottom" data-tooltip="Vladimir Konstantinovich Bukovsky (1942-2019) foi um escritor e ativista de direitos humanos britânico nascido na Rússia. Do final da década de 1950 a meados da década de 1970, ele foi uma figura proeminente no movimento dissidente soviético, bem conhecido no país e no exterior.">Vladimir Bukovski</span>, <span data-tooltip-position="top" data-tooltip="Nadejda Iakovlevna Mandelstam (1899-1980) foi uma escritora e educadora russa.">Nadiejda Mandelstam</span>, <span data-tooltip-position="bottom" data-tooltip="Alexander Issaiévich Soljenítsin (1918-2008) foi um escritor e historiador russo. Recebeu o Prêmio Nobel de Literatura em 1970. Foi preso político do regime comunista soviético, suas obras revelaram ao mundo as atrocidades cometidas nos GULAGs.">Alexander Soljenítsin</span>, <span data-tooltip-position="top" data-tooltip="Richard Wurmbrand (1909-2001) foi um pastor e escritor evangélico romeno, fundador da Missão A Voz dos Mártires. Ficou conhecido mundialmente por ser preso e torturado pelo regime comunista-ateísta da Romênia, por mais de uma década.">Richard Wurmbrand</span>.</li>
</ol>



<p class="wp-block-paragraph">É um programa de leitura que pode ser cumprido em quatro ou cinco anos por um bom estudante. Não conheço, na direita ou na esquerda brasileiras, ninguém, absolutamente ninguém que o tenha cumprido.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Há tanta gente neste país querendo dar palpite no assunto, quase sempre com ares de sapiência, e ninguém, ou praticamente ninguém, disposto a fazer o esforço necessário para dar alguma substância às suas palavras.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Nenhum esquerdista honesto o fará sem abjurar da sua crença para sempre. Nenhum direitista, sem reconhecer que era um presunçoso, um bocó e, em muitos casos, um idiota útil – às vezes ainda mais útil e mais idiota do que a massa de manobra esquerdista.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A esquerda prospera na exploração da ignorância, própria e alheia. Onde quer que ela exerça a hegemonia, impera o mandamento de jamais ler as obras de adversários e críticos, mas espalhar versões deformadas e caricaturais das suas ideias e biografias, para que a juventude militante possa odiá-los na ilusão de conhecê-los. Universidades que professam dar cursos de marxismo capricham nesse ponto até o limite do controle mental puro e simples.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A direita, bem, a direita cultiva suas formas próprias de auto-ilusão, das quais já falei bastante neste mesmo jornal. Talvez volte ao assunto em outro artigo.</p>



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<p class="has-text-align-right wp-block-paragraph">Por Olavo de Carvalho (1947-2022).<br>Publicado originalmente pelo Diário do Comércio, em 13 de agosto de 2013.</p>



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<p class="has-background has-very-light-gray-background-color wp-block-paragraph"><strong>Notas da editoria:</strong><br> <br>A imagem da capa é um recorte da obra: “<a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/O_Ge%C3%B3grafo_%28Vermeer%29" target="_blank" rel="noreferrer noopener nofollow">O geógrafo</a>” (c. 1668–1669), de <span data-tooltip-position="top" data-tooltip="Johannes Vermeer (1632-1675) foi um pintor holandês especializado em cenas de interiores domésticos da vida da classe média. Ele é considerado um dos maiores pintores da Era de Ouro holandesa.">Johannes Vermeer</span> (1632-1675).<br><br><strong>Sobre a imagem e sua escolha</strong>: a pintura retrata um estudioso em pleno exercício de investigação, cercado por instrumentos de medição e mapas, em atitude de concentração e método. A cena sintetiza a ideia de conhecimento construído com rigor, paciência e observação direta da realidade, em contraste com a opinião apressada e desinformada. A escolha da obra dialoga com o tema do texto ao reforçar a importância do estudo prévio e da fundamentação sólida antes da formulação de juízos ou posicionamentos.</p>



<br>
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		<title>Do Natal ao paganismo</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Percival Puggina]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 23 Dec 2025 03:23:45 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cristianismo]]></category>
		<category><![CDATA[Filosofia e História]]></category>
		<category><![CDATA[Ateísmo]]></category>
		<category><![CDATA[C. S. Lewis]]></category>
		<category><![CDATA[Comunismo]]></category>
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		<category><![CDATA[Natal]]></category>
		<category><![CDATA[Politicamente Correto]]></category>
		<category><![CDATA[Yule]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>“O Natal virou símbolo, também, de incorreção política. Papai Noel é politicamente correto. O Menino Jesus, não. E, por isso, sumiu Ele do seu próprio Natal. O trenó é politicamente correto; o presépio, não. A árvore de Natal é politicamente correta; a manjedoura, não. A ceia da noite de 24 de dezembro é politicamente correta; a Sagrada Família, não.”</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p class="has-text-align-center wp-block-paragraph">“<em>O Natal é uma invasão divina: uma descida do alto em nossa<br>Terra para nos levar de volta para Ele.</em>”<br><span data-tooltip-position="top" data-tooltip="Clive">C</span>. <span data-tooltip-position="top" data-tooltip="Staples">S</span>. <span data-tooltip-position="top" data-tooltip="C. S. Lewis (1898 - 1963), escritor e apologista cristão irlandês.">Lewis</span> (1898 – 1963)</p>



<hr class="wp-block-separator has-alpha-channel-opacity is-style-wide"/>



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<p class="has-drop-cap wp-block-paragraph">Por volta de 1950, eu já suspeitava de que o tal Papai Noel fosse uma grande lorota quando, certa noite, meus pais e tios se reuniram na sala de estar e fecharam a porta onde, como sagaz detetive mirim, colei o ouvido para receber a má notícia: Papai Noel não existia e meu desejado carrinho de pedais não estava em cogitação.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Papai Noel é um mito da infância. Representa-o um aposentado gordo e simpático buscando graninha extra para o próprio Natal ou um parente bem disfarçado, com touca vermelha de pompom branco, sumido nas recordações infantis referentes ao 25 de dezembro. E o Menino Jesus vai embora junto, como parte do elenco? Ignorá-lo nesse dia, nesse período do ano, notadamente numa família cristã, é colocar no barquinho de papel do politicamente correto o maior acontecimento histórico da aventura humana. É transformar uma data marcante da Fé e da humanidade numa festa pagã e comemorar, como em tempos remotos, o <span data-tooltip="Yule é uma antiga festividade pagã, anterior ao cristianismo, celebrada pelos povos germânicos e nórdicos por ocasião do solstício de inverno no hemisfério norte. A origem das árvores decoradas e das guirlandas e ramos verdes têm origem nessas celebrações." data-tooltip-position="top">Yule</span> no solstício de inverno nórdico. &nbsp;Convenhamos!</p>



<p class="wp-block-paragraph">É sobre esses êxitos que avança o batalhão cristofóbico da guerra cultural, forçando qualquer expressão socialmente percebida de religiosidade cristã a um recuo para a vida privada e impondo sua gradual interdição nos espaços públicos. Neles, os fatos da realidade podem ser escrutinados por opiniões de ateus, materialistas, comunistas, agnósticos, juristas, filósofos, antropólogos, consumidores, empreendedores, sindicalistas, seja em que condição for. Pode-se dar palpites a propósito de temas morais e sociais com qualquer fundamento e, mesmo, sem fundamento algum. Mas não se ouse abrir o bico se algo, naquilo que se diz, puder ser identificado como tendo semelhança ou raiz em algum princípio da moral ou da fé cristã. Já é coisa sabida que isso seria politicamente incorreto.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Então, o Natal virou símbolo, também, de incorreção política. Papai Noel é politicamente correto. O Menino Jesus, não. E, por isso, sumiu Ele do seu próprio Natal. O trenó é politicamente correto; o presépio, não. A árvore de Natal é politicamente correta; a manjedoura, não. A ceia da noite de 24 de dezembro é politicamente correta; a Sagrada Família, não. Felizmente, Deus me concedeu a graça de rejeitar essa barganha sem sentido, que leva a um feriado ou feriadão pagão, cujo motivo não pode ser explicitado. A mesma irrazão leva a uma troca de lembrancinhas sem algo que lhe dê causa e a algo que morre quando longe de sua seiva cristã.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Feliz Natal do Menino Jesus!</p>



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<p class="has-text-align-right wp-block-paragraph">Por&nbsp;<a href="https://culturadefato.com.br/author/percivalpuggina/">Percival Puggina</a>.<br>Publicado no&nbsp;<em><a href="http://www.puggina.org/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">website</a></em>&nbsp;do autor, em 19 de dezembro de 2025.</p>



<br>



<p class="has-background has-very-light-gray-background-color wp-block-paragraph"><strong>Nota da editoria:</strong><br><br>A imagem da capa é um recorte da obra: “<em>Natividade</em>” (1529 – 1530), de Antônio da Correggio (1489 &#8211; 1534).</p>



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<hr class="wp-block-separator has-alpha-channel-opacity is-style-dots"/>



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<h2 class="wp-block-heading has-text-align-center">Mais artigos sobre Natal:</h2>



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<section id="gm71bf303" class="wp-block-gutentor-m0 alignfull section-gm71bf303 gutentor-module gutentor-module-carousel has-color-bg has-custom-bg gutentor-slick-a-default-desktop gutentor-slick-a-default-tablet gutentor-slick-a-default-mobile"><div class="grid-container"><div class="gutentor-module-carousel-row" data-dots="false" data-dotstablet="false" data-dotsmobile="false" data-arrows="true" data-arrowstablet="true" data-arrowsmobile="true" data-infinite="true" data-autoplay="true" data-draggable="true" data-pauseonfocus="true" data-pauseonhover="true" data-autoplayspeed="4500" data-cmondesktop="false" data-cmontablet="false" data-cmonmobile="false" data-nextarrow="fas fa-angle-right" data-prevarrow="fas fa-angle-left" data-arrowspositiondesktop="gutentor-slick-a-default-desktop" data-arrowspositiontablet="gutentor-slick-a-default-tablet" data-arrowspositionmobile="gutentor-slick-a-default-mobile" data-speed="300" data-slideitemdesktop="2" data-slideitemtablet="3" data-slideitemmobile="2" data-slidescroll-desktop="2" data-slidescroll-tablet="3" data-slidescroll-mobile="2">
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<p class="has-text-align-center wp-block-paragraph"><br><em><a href="https://culturadefato.com.br/prece-e-soneto-de-natal/">Prece e soneto de Natal</a></em>,<br>por <a href="https://culturadefato.com.br/author/olavodecarvalho/">Olavo de Carvalho</a></p>
</div></div>



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<p class="has-text-align-center wp-block-paragraph"><br><em><a href="https://culturadefato.com.br/o-primeiro-presepio-da-historia/">O primeiro presépio da História</a></em><br>(<a href="https://culturadefato.com.br/author/diversos/">diversos autores</a>)</p>
</div></div>



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<p class="has-text-align-center wp-block-paragraph"><br><em><a href="https://culturadefato.com.br/jesus-nasceu-mesmo-no-dia-25-de-dezembro/">Jesus nasceu mesmo no dia 25 de dezembro?</a></em>, por <a href="https://culturadefato.com.br/author/padrepauloricardo/">Padre Paulo Ricardo</a></p>
</div></div>



<div id="col-g-kgvn121" class="wp-block-gutentor-m0-col col-g-kgvn121 gutentor-carousel-item"><div id="section-g-kgvn121" class="section-g-kgvn121 gutentor-col-wrap has-color-bg has-custom-bg">
<div id="section-g-biscskb" class="wp-block-gutentor-e6 section-g-biscskb gutentor-element gutentor-element-image text-align-center-desktop"><div class="gutentor-element-image-box"><a class="gutentor-element-image-link" href="https://culturadefato.com.br/o-espirito-de-natal/"><div class="gutentor-image-thumb"><img decoding="async" class="normal-image" src="https://culturadefato.com.br/wp-content/uploads/2023/12/ChristmasWindow.jpg" alt="Obra &quot;Christmas Window in Chicago&quot; (1945), por Don Freeman (1908 - 1978)."/></div></a></div></div>



<p class="has-text-align-center wp-block-paragraph"><br><em><a href="https://culturadefato.com.br/o-espirito-de-natal/">O espírito de Natal,<br></a></em>por <a href="https://culturadefato.com.br/author/gkchesterton/">G. K. Chesterton</a></p>
</div></div>



<div id="col-g-6e6okt1" class="wp-block-gutentor-m0-col col-g-6e6okt1 gutentor-carousel-item"><div id="section-g-6e6okt1" class="section-g-6e6okt1 gutentor-col-wrap has-color-bg has-custom-bg">
<div id="section-g-arzuznf" class="wp-block-gutentor-e6 section-g-arzuznf gutentor-element gutentor-element-image text-align-center-desktop"><div class="gutentor-element-image-box"><a class="gutentor-element-image-link" href="https://culturadefato.com.br/postagens-selecionadas-do-telegram-novembro-e-dezembro-de-2024/#Post10"><div class="gutentor-image-thumb"><img decoding="async" class="normal-image" src="https://culturadefato.com.br/wp-content/uploads/2024/12/Presepio.jpg" alt="Presépio"/></div></a></div></div>



<p class="has-text-align-center wp-block-paragraph"><br><a href="https://culturadefato.com.br/postagens-selecionadas-do-telegram-novembro-e-dezembro-de-2024/#Post10"><em>O verdadeiro significado do Natal</em></a>,<br>por &nbsp;<a href="https://escritoralexandrecosta.com.br/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Alexandre Costa</a></p>
</div></div>



<div id="col-g-vpxut4y" class="wp-block-gutentor-m0-col col-g-vpxut4y gutentor-carousel-item"><div id="section-g-vpxut4y" class="section-g-vpxut4y gutentor-col-wrap has-color-bg has-custom-bg">
<div id="section-g-6phfzpv" class="wp-block-gutentor-e6 section-g-6phfzpv gutentor-element gutentor-element-image text-align-center-desktop"><div class="gutentor-element-image-box"><a class="gutentor-element-image-link" href="https://culturadefato.com.br/por-que-celebrar-o-natal/"><div class="gutentor-image-thumb"><img decoding="async" class="normal-image" src="https://culturadefato.com.br/wp-content/uploads/2023/12/GilmondeAzulejosNascimentoDeJesus.jpg" alt="Painel de Azulejos em Gilmonde, Barcelos, Portugal. (Fábrica Aleluia, Aveiro, 1988)."/></div></a></div></div>



<p class="has-text-align-center wp-block-paragraph"><br><em><a href="https://culturadefato.com.br/por-que-celebrar-o-natal/">Por que celebrar o Natal</a></em>,<br>por <a href="https://culturadefato.com.br/author/olavodecarvalho/">Olavo de Carvalho</a></p>
</div></div>



<div id="col-g-i9tdee6" class="wp-block-gutentor-m0-col col-g-i9tdee6 gutentor-carousel-item"><div id="section-g-i9tdee6" class="section-g-i9tdee6 gutentor-col-wrap has-color-bg has-custom-bg">
<div id="section-g-zleysje" class="wp-block-gutentor-e6 section-g-zleysje gutentor-element gutentor-element-image text-align-center-desktop"><div class="gutentor-element-image-box"><a class="gutentor-element-image-link" href="https://culturadefato.com.br/quatro-perigos-do-natal/"><div class="gutentor-image-thumb"><img decoding="async" class="normal-image" src="https://culturadefato.com.br/wp-content/uploads/2023/12/AAdoracaoDosPastores.jpg" alt="Obra: &quot;A adoração dos pastores&quot;, por Gerard van Honthorst (1592 – 1656)."/></div></a></div></div>



<p class="has-text-align-center wp-block-paragraph"><br><a href="https://culturadefato.com.br/quatro-perigos-do-natal/"><em>Quatro perigos do Natal</em></a>,<br>por <a href="https://culturadefato.com.br/author/percivalpuggina/">Percival Puggina</a></p>
</div></div>



<div id="col-g-0i4zv6s" class="wp-block-gutentor-m0-col col-g-0i4zv6s gutentor-carousel-item"><div id="section-g-0i4zv6s" class="section-g-0i4zv6s gutentor-col-wrap has-color-bg has-custom-bg">
<div id="section-g-4rdgwes" class="wp-block-gutentor-e6 section-g-4rdgwes gutentor-element gutentor-element-image text-align-center-desktop"><div class="gutentor-element-image-box"><a class="gutentor-element-image-link" href="https://culturadefato.com.br/natal-2014/"><div class="gutentor-image-thumb"><img decoding="async" class="normal-image" src="https://culturadefato.com.br/wp-content/uploads/2020/12/NascimentoDeJesus.jpg"/></div></a></div></div>



<p class="has-text-align-center wp-block-paragraph"><br><em><a href="https://culturadefato.com.br/natal-2014/">Natal 2014</a></em>,<br>por <a href="https://culturadefato.com.br/author/olavodecarvalho/">Olavo de Carvalho</a></p>
</div></div>



<div id="col-g-0bzf1wf" class="wp-block-gutentor-m0-col col-g-0bzf1wf gutentor-carousel-item"><div id="section-g-0bzf1wf" class="section-g-0bzf1wf gutentor-col-wrap has-color-bg has-custom-bg">
<div id="section-g-1iic1u5" class="wp-block-gutentor-e6 section-g-1iic1u5 gutentor-element gutentor-element-image text-align-center-desktop"><div class="gutentor-element-image-box"><a class="gutentor-element-image-link" href="https://culturadefato.com.br/a-impregnacao-das-alegrias-de-natal/"><div class="gutentor-image-thumb"><img decoding="async" class="normal-image" src="https://culturadefato.com.br/wp-content/uploads/2020/12/Presepio.jpg" alt="Presépio"/></div></a></div></div>



<p class="has-text-align-center wp-block-paragraph"><br><a href="https://culturadefato.com.br/a-impregnacao-das-alegrias-de-natal/"><em>A impregnação das alegrias de Natal</em></a>, por <a href="https://culturadefato.com.br/author/pliniocoliveira/">Plinio Corrêa de Oliveira</a></p>
</div></div>



<div id="col-g-j7k7287" class="wp-block-gutentor-m0-col col-g-j7k7287 gutentor-carousel-item"><div id="section-g-j7k7287" class="section-g-j7k7287 gutentor-col-wrap has-color-bg has-custom-bg">
<div id="section-g-o22cq7p" class="wp-block-gutentor-e6 section-g-o22cq7p gutentor-element gutentor-element-image text-align-center-desktop"><div class="gutentor-element-image-box"><a class="gutentor-element-image-link" href="https://culturadefato.com.br/agora-por-exemplo-e-natal/"><div class="gutentor-image-thumb"><img decoding="async" class="normal-image" src="https://culturadefato.com.br/wp-content/uploads/2022/12/AAdoracaoDosMagos_1828_DomingosSequeira.jpg" alt="Obra: &quot;A Adoração dos Magos&quot; (1828), por Domingos Sequeira (1768 - 1837)"/></div></a></div></div>



<p class="has-text-align-center wp-block-paragraph"><br><a href="https://culturadefato.com.br/agora-por-exemplo-e-natal/">Agora, por exemplo, é Natal</a>,<br>por <a href="https://culturadefato.com.br/author/percivalpuggina/">Percival Puggina</a></p>
</div></div>
</div></div></section>



<br>
<p>O post <a href="https://culturadefato.com.br/do-natal-ao-paganismo/">Do Natal ao paganismo</a> apareceu primeiro em <a href="https://culturadefato.com.br">Cultura de Fato</a>.</p>
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		<title>A necessidade de uma doutrina conservadora</title>
		<link>https://culturadefato.com.br/a-necessidade-de-uma-doutrina-conservadora/</link>
					<comments>https://culturadefato.com.br/a-necessidade-de-uma-doutrina-conservadora/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Fabio Blanco]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 22 Dec 2025 20:00:47 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Filosofia e História]]></category>
		<category><![CDATA[Comunismo]]></category>
		<category><![CDATA[Conservadorismo]]></category>
		<category><![CDATA[Fascismo]]></category>
		<category><![CDATA[Liberalismo]]></category>
		<category><![CDATA[Nacionalismo]]></category>
		<category><![CDATA[Roger Scruton]]></category>
		<category><![CDATA[Socialismo]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://culturadefato.com.br/?p=26656</guid>

					<description><![CDATA[<p>“Mentes habituadas a raciocinar apenas em termos de 'propostas e ação' identificaram no conservadorismo somente a reação, rebaixando-o a uma categoria intelectual inferior.”</p>
<p>O post <a href="https://culturadefato.com.br/a-necessidade-de-uma-doutrina-conservadora/">A necessidade de uma doutrina conservadora</a> apareceu primeiro em <a href="https://culturadefato.com.br">Cultura de Fato</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="has-text-align-center wp-block-paragraph">“<em>O conservadorismo advém de um sentimento que toda pessoa madura compartilha com facilidade:<br>a consciência de que as coisas admiráveis são facilmente destruídas, mas não são facilmente criadas.</em>”<br><span data-tooltip="Roger Scruton (1944 - 2020) foi filósofo e escritor inglês." data-tooltip-position="top">Roger Scruton</span> (1944 &#8211; 2020)</p>



<p class="has-text-align-right has-small-font-size wp-block-paragraph" id="RefNotasEditoria">* <a href="#NotasEditoria"><em>Notas da editoria</em></a></p>



<hr class="wp-block-separator has-alpha-channel-opacity is-style-wide"/>



<br>



<p class="has-drop-cap wp-block-paragraph">Ninguém jamais iniciou uma guerra para impor uma causa conservadora, nem promoveu uma revolução para implantar um “sistema” conservador. Seria porque o conservadorismo carece de causa, doutrina ou proposta?</p>



<p class="wp-block-paragraph">No século XX, diversas bandeiras agitaram as sociedades. Multidões lutaram pelo socialismo, comunismo, fascismo, nazismo, nacionalismos e até pelo liberalismo. Mas ninguém foi às barricadas pelo conservadorismo. Isso ocorre, provavelmente, porque ele não se apresenta como um sistema fechado. Como observa <span data-tooltip="Roger Scruton (1944 - 2020) foi filósofo e escritor inglês." data-tooltip-position="top">Roger Scruton</span>, “o argumento não é a ocupação favorita dos conservadores”, pois eles costumam ver “perigo no pensamento abstrato”.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Todavia, diante da ameaça de tantas ideologias fundamentadas em manuais e dogmas, os conservadores viram-se obrigados a improvisar, acabando por expressar suas crenças em uma “linguagem conciliatória e vaga”. O problema é que o mundo moderno não busca nuances; ele anseia por utopias, soluções definitivas e sistemas perfeitos. Por isso, chegou-se a dizer que a política conservadora sequer existe e que seu pensamento não passa de uma quimera.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Mentes habituadas a raciocinar apenas em termos de “propostas e ação” identificaram no conservadorismo somente a reação, rebaixando-o a uma categoria intelectual inferior. Scruton, porém, embora reconheça que a essência conservadora é muitas vezes “inarticulada e cética”, ressalta que ela possui uma “consciência da complexidade das coisas humanas e uma adesão a valores que não podem ser compreendidos pela clareza abstrata da teoria utópica”.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Para o filósofo, essa postura não impede que a atitude conservadora e a doutrina que a sustenta sejam sistemáticas e razoáveis. Ele defende que é perfeitamente possível — e necessário — delinear uma doutrina conservadora, sob o risco de que, sem ela, o movimento perca seu apelo intelectual.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A mente moderna encara a sociedade como uma construção artificial, fruto exclusivo da racionalidade e do planejamento humano. Para dialogar com esse mundo, o conservadorismo precisa ser capaz de propor algo concreto e apresentar-se de forma organizada. Scruton estava convencido de que o conservadorismo é plenamente capaz de realizar essa tarefa.</p>



<p class="has-text-align-right wp-block-paragraph">Por&nbsp;<a href="https://culturadefato.com.br/author/fabioblanco/">Fabio Blanco</a>.<br>Publicado no&nbsp;<a href="https://t.me/filosofiaintegral" target="_blank" rel="noreferrer noopener">canal do Telegram do autor</a>, em 22 de dezembro de 2025.<br>Fabio Blanco também é o responsável pelo portal&nbsp;<a href="http://www.filosofiaintegral.com.br/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">filosofiaintegral.com.br</a>, e seu&nbsp;<em>wesite</em>&nbsp;<a href="http://www.fabioblanco.com.br/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">fabioblanco.com.br</a>.</p>



<br>



<p class="has-background has-very-light-gray-background-color wp-block-paragraph" id="NotasEditoria"><a href="#main"><img decoding="async" width="17" height="14" class="wp-image-16646" style="width: 17px;" src="https://culturadefato.com.br/wp-content/uploads/2020/07/Subir_FundoCinza.jpg" alt="Subir com fundo cinza"></a> <strong>Notas da editoria:</strong><br><br>Gostaríamos de ter nomeado este artigo da mesma forma que o autor, com o título “<em>A necessidade de uma doutrina conservadora</em>” e o subtítulo “<em>Por que ninguém faz revoluções pelo conservadorismo</em>”; porém, por questões técnicas, foi necessário excluir o subtítulo. <a href="#RefNotasEditoria"><img decoding="async" width="17" height="14" class="wp-image-16646" style="width: 17px;" src="https://culturadefato.com.br/wp-content/uploads/2020/07/Subir_FundoCinza.jpg" alt="Subir com fundo cinza"></a><br><br>A imagem da capa é um recorte da obra “Liberdade armada com o cetro da razão derrubando a ignorância e o fanatismo” (1793), de Louis-Simon Boizot (1743 – 1809). <a href="#main"><img decoding="async" width="17" height="14" class="wp-image-16646" style="width: 17px;" src="https://culturadefato.com.br/wp-content/uploads/2020/07/Subir_FundoCinza.jpg" alt="Subir com fundo cinza"></a></p>



<br>



<hr class="wp-block-separator has-alpha-channel-opacity is-style-dots"/>



<br>



<h2 class="wp-block-heading has-text-align-center">Mais do autor:</h2>



<br>



<section id="gm71bf303" class="wp-block-gutentor-m0 alignfull section-gm71bf303 gutentor-module gutentor-module-carousel has-color-bg has-custom-bg gutentor-slick-a-default-desktop gutentor-slick-a-default-tablet gutentor-slick-a-default-mobile"><div class="grid-container"><div class="gutentor-module-carousel-row" data-dots="false" data-dotstablet="false" data-dotsmobile="false" data-arrows="true" data-arrowstablet="true" data-arrowsmobile="true" data-infinite="true" data-autoplay="true" data-draggable="true" data-pauseonfocus="true" data-pauseonhover="true" data-autoplayspeed="4500" data-cmondesktop="false" data-cmontablet="false" data-cmonmobile="false" data-nextarrow="fas fa-angle-right" data-prevarrow="fas fa-angle-left" data-arrowspositiondesktop="gutentor-slick-a-default-desktop" data-arrowspositiontablet="gutentor-slick-a-default-tablet" data-arrowspositionmobile="gutentor-slick-a-default-mobile" data-speed="300" data-slideitemdesktop="2" data-slideitemtablet="3" data-slideitemmobile="2" data-slidescroll-desktop="2" data-slidescroll-tablet="3" data-slidescroll-mobile="2">
<div id="col-g-5zrz1kl" class="wp-block-gutentor-m0-col col-g-5zrz1kl gutentor-carousel-item"><div id="section-g-5zrz1kl" class="section-g-5zrz1kl gutentor-col-wrap has-color-bg has-custom-bg">
<div id="section-g-eg1yoek" class="wp-block-gutentor-e6 section-g-eg1yoek gutentor-element gutentor-element-image text-align-center-desktop"><div class="gutentor-element-image-box"><a class="gutentor-element-image-link" href="https://culturadefato.com.br/juventude-europeia-entre-o-nacionalismo-suave-e-as-incertezas-culturais/"><div class="gutentor-image-thumb"><img decoding="async" class="normal-image" src="https://culturadefato.com.br/wp-content/uploads/2025/11/COMMITRivierenwijk.jpg" alt="COMMIT Rivierenwijk, um clube de fitness instalado na antiga Igreja de Santa Gertrudes, em Utrecht, (Países Baixos)."/></div></a></div></div>



<p class="has-text-align-center wp-block-paragraph"><br><a href="https://culturadefato.com.br/juventude-europeia-entre-o-nacionalismo-suave-e-as-incertezas-culturais/"><em>Juventude europeia: entre o nacionalismo suave e as incertezas culturais</em></a></p>
</div></div>



<div id="col-g-111kts1" class="wp-block-gutentor-m0-col col-g-111kts1 gutentor-carousel-item"><div id="section-g-111kts1" class="section-g-111kts1 gutentor-col-wrap has-color-bg has-custom-bg">
<div id="section-g-2el0eee" class="wp-block-gutentor-e6 section-g-2el0eee gutentor-element gutentor-element-image text-align-center-desktop"><div class="gutentor-element-image-box"><a class="gutentor-element-image-link" href="https://culturadefato.com.br/pragmatismo-do-projeto-chines/"><div class="gutentor-image-thumb"><img decoding="async" class="normal-image" src="https://culturadefato.com.br/wp-content/uploads/2025/09/DongFoundingOfANation.jpg" alt="Obra: &quot;A Cerimônia de Fundação da Nação&quot; (1953), Dong Xiwen (1914 - 1973)."/></div></a></div></div>



<p class="has-text-align-center wp-block-paragraph"><br><a href="https://culturadefato.com.br/pragmatismo-do-projeto-chines/"><em>Pragmatismo do Projeto Chinês</em></a></p>
</div></div>



<div id="col-g-e1oe0xn" class="wp-block-gutentor-m0-col col-g-e1oe0xn gutentor-carousel-item"><div id="section-g-e1oe0xn" class="section-g-e1oe0xn gutentor-col-wrap has-color-bg has-custom-bg">
<div id="section-g-6731r80" class="wp-block-gutentor-e6 section-g-6731r80 gutentor-element gutentor-element-image text-align-center-desktop"><div class="gutentor-element-image-box"><a class="gutentor-element-image-link" href="https://culturadefato.com.br/o-assassinato-de-charlie-kirk-amplia-sua-voz-e-revela-a-imortalidade-da-verdade/"><div class="gutentor-image-thumb"><img decoding="async" class="normal-image" src="https://culturadefato.com.br/wp-content/uploads/2025/09/CharlieKirk.jpg" alt="Obra: &quot;Charlie Kirk&quot;, por Steve Penley."/></div></a></div></div>



<p class="has-text-align-center wp-block-paragraph"><br><em><a href="https://culturadefato.com.br/o-assassinato-de-charlie-kirk-amplia-sua-voz-e-revela-a-imortalidade-da-verdade/">O assassinato de Charlie Kirk amplia sua voz e revela a imortalidade da verdade</a></em></p>
</div></div>



<div id="col-g-e31f9v5" class="wp-block-gutentor-m0-col col-g-e31f9v5 gutentor-carousel-item"><div id="section-g-e31f9v5" class="section-g-e31f9v5 gutentor-col-wrap has-color-bg has-custom-bg">
<div id="section-g-7bbske1" class="wp-block-gutentor-e6 section-g-7bbske1 gutentor-element gutentor-element-image text-align-center-desktop"><div class="gutentor-element-image-box"><a class="gutentor-element-image-link" href="https://culturadefato.com.br/conservacao-e-progresso/"><div class="gutentor-image-thumb"><img decoding="async" class="normal-image" src="https://culturadefato.com.br/wp-content/uploads/2025/09/TheConsummationTheCourseEmpire_ColeThomas.jpg" alt="Obra: &quot;The Consummation The Course of the Empire&quot; (1836), de Thomas Cole (1801 – 1848)."/></div></a></div></div>



<p class="has-text-align-center wp-block-paragraph"><br><em><a href="https://culturadefato.com.br/conservacao-e-progresso/">Conservação e progresso</a></em></p>
</div></div>



<div id="col-g-mlh4h48" class="wp-block-gutentor-m0-col col-g-mlh4h48 gutentor-carousel-item"><div id="section-g-mlh4h48" class="section-g-mlh4h48 gutentor-col-wrap has-color-bg has-custom-bg">
<div id="section-g-adp661s" class="wp-block-gutentor-e6 section-g-adp661s gutentor-element gutentor-element-image text-align-center-desktop"><div class="gutentor-element-image-box"><a class="gutentor-element-image-link" href="https://culturadefato.com.br/paradoxo-do-amadurecimento-liderar-a-propria-vida-sem-abandonar-o-passado/"><div class="gutentor-image-thumb"><img decoding="async" class="normal-image" src="https://culturadefato.com.br/wp-content/uploads/2025/08/TheVoyageOfLife_ThomasCole.jpg" alt="Obra: &quot;Manhood&quot; (1842), de Thomas Cole (1801 - 1848). Esta é uma das quatro paisagens da sequencia intitulada: &quot;The Voyage of Life&quot;."/></div></a></div></div>



<p class="has-text-align-center wp-block-paragraph"><br><em><a href="https://culturadefato.com.br/paradoxo-do-amadurecimento-liderar-a-propria-vida-sem-abandonar-o-passado/">Paradoxo do amadurecimento: liderar sem abandonar o passado</a></em></p>
</div></div>



<div id="col-g-sttxru3" class="wp-block-gutentor-m0-col col-g-sttxru3 gutentor-carousel-item"><div id="section-g-sttxru3" class="section-g-sttxru3 gutentor-col-wrap has-color-bg has-custom-bg">
<div id="section-g-v8ee94b" class="wp-block-gutentor-e6 section-g-v8ee94b gutentor-element gutentor-element-image text-align-center-desktop"><div class="gutentor-element-image-box"><a class="gutentor-element-image-link" href="https://culturadefato.com.br/o-paradoxo-da-inteligencia-artificial/"><div class="gutentor-image-thumb"><img decoding="async" class="normal-image" src="https://culturadefato.com.br/wp-content/uploads/2025/06/ManAndMachine_XVI.jpg" alt="Obra: &quot;Man and Machine XVI&quot; (1955), por David Carr (1915 - 1968)."/></div></a></div></div>



<p class="has-text-align-center wp-block-paragraph"><br><em><a href="https://culturadefato.com.br/o-paradoxo-da-inteligencia-artificial/">O paradoxo da Inteligência Artificial</a></em></p>
</div></div>



<div id="col-g-r1xlnxl" class="wp-block-gutentor-m0-col col-g-r1xlnxl gutentor-carousel-item"><div id="section-g-r1xlnxl" class="section-g-r1xlnxl gutentor-col-wrap has-color-bg has-custom-bg">
<div id="section-g-1m611os" class="wp-block-gutentor-e6 section-g-1m611os gutentor-element gutentor-element-image text-align-center-desktop"><div class="gutentor-element-image-box"><a class="gutentor-element-image-link" href="https://culturadefato.com.br/a-velhinha-de-zaragoza-e-o-espirito-do-nosso-tempo/"><div class="gutentor-image-thumb"><img decoding="async" class="normal-image" src="https://culturadefato.com.br/wp-content/uploads/2025/04/EcceHomo.jpg" alt="Obra: &quot;Ecce Homo&quot;, de Elías García Martínez (1858 - 1934). Trata-se de pequena pintura localizada no Santuário da Misericórdia de Borja, Província de Saragoça, Espanha. Ao lado direito a pintura é apresentada a mesma pintura pós restauração de Cecilia Giménez."/></div></a></div></div>



<p class="has-text-align-center wp-block-paragraph"><br><em><a href="https://culturadefato.com.br/a-velhinha-de-zaragoza-e-o-espirito-do-nosso-tempo/">A velhinha de Zaragoza e o espírito do nosso tempo</a></em></p>
</div></div>



<div id="col-g-tl1epbu" class="wp-block-gutentor-m0-col col-g-tl1epbu gutentor-carousel-item"><div id="section-g-tl1epbu" class="section-g-tl1epbu gutentor-col-wrap has-color-bg has-custom-bg">
<div id="section-g-7066ibl" class="wp-block-gutentor-e6 section-g-7066ibl gutentor-element gutentor-element-image text-align-center-desktop"><div class="gutentor-element-image-box"><a class="gutentor-element-image-link" href="https://culturadefato.com.br/manipulacao-sem-inocencia/"><div class="gutentor-image-thumb"><img decoding="async" class="normal-image" src="https://culturadefato.com.br/wp-content/uploads/2025/03/ManipulationFromTheAnti-ConsciousnessMonsters.jpg" alt="Obra: &quot;The manipulation from the anti-consciousness monsters&quot;, de Darwin Leon."/></div></a></div></div>



<p class="has-text-align-center wp-block-paragraph"><br><em><a href="https://culturadefato.com.br/manipulacao-sem-inocencia/">Manipulação sem inocência</a></em></p>
</div></div>



<div id="col-g-9lr88aj" class="wp-block-gutentor-m0-col col-g-9lr88aj gutentor-carousel-item"><div id="section-g-9lr88aj" class="section-g-9lr88aj gutentor-col-wrap has-color-bg has-custom-bg">
<div id="section-g-j3vv363" class="wp-block-gutentor-e6 section-g-j3vv363 gutentor-element gutentor-element-image text-align-center-desktop"><div class="gutentor-element-image-box"><a class="gutentor-element-image-link" href="https://culturadefato.com.br/manipulacao-virtuosa/"><div class="gutentor-image-thumb"><img decoding="async" class="normal-image" src="https://culturadefato.com.br/wp-content/uploads/2025/03/OHipnotizador_RichardBergh.jpg" alt="Obra: &quot;O hipnotizador&quot; (1887), de Richard Bergh (1858 - 1919)."/></div></a></div></div>



<p class="has-text-align-center wp-block-paragraph"><br><em><a href="https://culturadefato.com.br/manipulacao-virtuosa/">Manipulação virtuosa</a></em></p>
</div></div>



<div id="col-g-u4ewd4r" class="wp-block-gutentor-m0-col col-g-u4ewd4r gutentor-carousel-item"><div id="section-g-u4ewd4r" class="section-g-u4ewd4r gutentor-col-wrap has-color-bg has-custom-bg">
<div id="section-g-v44r0a0" class="wp-block-gutentor-e6 section-g-v44r0a0 gutentor-element gutentor-element-image text-align-center-desktop"><div class="gutentor-element-image-box"><a class="gutentor-element-image-link" href="https://culturadefato.com.br/religiao-e-industria/"><div class="gutentor-image-thumb"><img decoding="async" class="normal-image" src="https://culturadefato.com.br/wp-content/uploads/2025/02/Factory_CamillePissarro.jpg" alt="Obra: &quot;The factory at pontoise&quot; (1873), de Camille Pissarro (1830 - 1903)."/></div></a></div></div>



<p class="has-text-align-center wp-block-paragraph"><br><em><a href="https://culturadefato.com.br/religiao-e-industria/">Religião e indústria</a></em></p>
</div></div>



<div id="col-g-sfb52vr" class="wp-block-gutentor-m0-col col-g-sfb52vr gutentor-carousel-item"><div id="section-g-sfb52vr" class="section-g-sfb52vr gutentor-col-wrap has-color-bg has-custom-bg">
<div id="section-g-tq9dl14" class="wp-block-gutentor-e6 section-g-tq9dl14 gutentor-element gutentor-element-image text-align-center-desktop"><div class="gutentor-element-image-box"><a class="gutentor-element-image-link" href="https://culturadefato.com.br/fuga-do-tedio/"><div class="gutentor-image-thumb"><img decoding="async" class="normal-image" src="https://culturadefato.com.br/wp-content/uploads/2025/01/Boredom_GastonDeLatouche.jpg" alt="Obra: &quot;Boredom&quot; (1893), de Gaston de Latouche (1854 - 1913)."/></div></a></div></div>



<p class="has-text-align-center wp-block-paragraph"><br><em><a href="https://culturadefato.com.br/fuga-do-tedio/">Fuga do tédio</a></em></p>
</div></div>



<div id="col-g-7ar0te5" class="wp-block-gutentor-m0-col col-g-7ar0te5 gutentor-carousel-item"><div id="section-g-7ar0te5" class="section-g-7ar0te5 gutentor-col-wrap has-color-bg has-custom-bg">
<div id="section-g-r6ux88g" class="wp-block-gutentor-e6 section-g-r6ux88g gutentor-element gutentor-element-image text-align-center-desktop"><div class="gutentor-element-image-box"><a class="gutentor-element-image-link" href="https://culturadefato.com.br/as-ideias-dos-naufragos-a-necessidade-de-aceitar-o-caos-da-nossa-existencia/"><div class="gutentor-image-thumb"><img decoding="async" class="normal-image" src="https://culturadefato.com.br/wp-content/uploads/2024/12/Shipwreck_Turner.jpg" alt="Obra: &quot;Naufrágio de um Cargueiro&quot; (1810), por Joseph Mallord William Turner (1775 - 1851)."/></div></a></div></div>



<p class="has-text-align-center wp-block-paragraph"><br><em><a href="https://culturadefato.com.br/as-ideias-dos-naufragos-a-necessidade-de-aceitar-o-caos-da-nossa-existencia/">As ideias dos náufragos: a necessidade de aceitar o caos da nossa existência</a></em></p>
</div></div>



<div id="col-g-1o33lh1" class="wp-block-gutentor-m0-col col-g-1o33lh1 gutentor-carousel-item"><div id="section-g-1o33lh1" class="section-g-1o33lh1 gutentor-col-wrap has-color-bg has-custom-bg">
<div id="section-g-k7xpxof" class="wp-block-gutentor-e6 section-g-k7xpxof gutentor-element gutentor-element-image text-align-center-desktop"><div class="gutentor-element-image-box"><a class="gutentor-element-image-link" href="https://culturadefato.com.br/gradatividade-do-conhecimento/"><div class="gutentor-image-thumb"><img decoding="async" class="normal-image" src="https://culturadefato.com.br/wp-content/uploads/2024/05/OFilosofoEmMeditacao.jpg" alt="Obra: &quot;Filósofo em Meditação&quot; (1632), por Rembrandt Harmenszoon van Rijn (1606 - 1669)."/></div></a></div></div>



<p class="has-text-align-center wp-block-paragraph"><br><em><a href="https://culturadefato.com.br/gradatividade-do-conhecimento/">Gradatividade do conhecimento</a></em></p>
</div></div>



<div id="col-g-rxm9751" class="wp-block-gutentor-m0-col col-g-rxm9751 gutentor-carousel-item"><div id="section-g-rxm9751" class="section-g-rxm9751 gutentor-col-wrap has-color-bg has-custom-bg">
<div id="section-g-q4lqqkk" class="wp-block-gutentor-e6 section-g-q4lqqkk gutentor-element gutentor-element-image text-align-center-desktop"><div class="gutentor-element-image-box"><a class="gutentor-element-image-link" href="https://culturadefato.com.br/paradoxo-da-confianca-tecnologica/"><div class="gutentor-image-thumb"><img decoding="async" class="normal-image" src="https://culturadefato.com.br/wp-content/uploads/2024/05/MillaSofia_InfluenciadoraIA.jpg"/></div></a></div></div>



<p class="has-text-align-center wp-block-paragraph"><br><em><a href="https://culturadefato.com.br/conservacao-e-progresso/">P</a><a href="https://culturadefato.com.br/paradoxo-da-confianca-tecnologica/">aradoxo da confiança tecnológica</a></em></p>
</div></div>



<div id="col-g-co7vvp7" class="wp-block-gutentor-m0-col col-g-co7vvp7 gutentor-carousel-item"><div id="section-g-co7vvp7" class="section-g-co7vvp7 gutentor-col-wrap has-color-bg has-custom-bg">
<div id="section-g-sb9ui91" class="wp-block-gutentor-e6 section-g-sb9ui91 gutentor-element gutentor-element-image text-align-center-desktop"><div class="gutentor-element-image-box"><a class="gutentor-element-image-link" href="https://culturadefato.com.br/gatilhos-emocionais/"><div class="gutentor-image-thumb"><img decoding="async" class="normal-image" src="https://culturadefato.com.br/wp-content/uploads/2023/11/AngryGirl.jpg" alt="Obra: &quot;Angry Girl &quot; (2023), por My Head Cinema."/></div></a></div></div>



<p class="has-text-align-center wp-block-paragraph"><br><em><a href="https://culturadefato.com.br/gatilhos-emocionais/">Gatilhos emocionais</a></em></p>
</div></div>



<div id="col-g-56djnin" class="wp-block-gutentor-m0-col col-g-56djnin gutentor-carousel-item"><div id="section-g-56djnin" class="section-g-56djnin gutentor-col-wrap has-color-bg has-custom-bg">
<div id="section-g-9291274" class="wp-block-gutentor-e6 section-g-9291274 gutentor-element gutentor-element-image text-align-center-desktop"><div class="gutentor-element-image-box"><a class="gutentor-element-image-link" href="https://culturadefato.com.br/vocacao-para-a-politica/"><div class="gutentor-image-thumb"><img decoding="async" class="normal-image" src="https://culturadefato.com.br/wp-content/uploads/2023/11/TheVerdictOfThePeople_GeorgeCalebBingham.jpg" alt="Obra: &quot;The Verdict of the People&quot; (1854–55), por George Caleb Bingham (1811 - 1879)."/></div></a></div></div>



<p class="has-text-align-center wp-block-paragraph"><br><em><a href="https://culturadefato.com.br/vocacao-para-a-politica/">Vocação para a política</a></em></p>
</div></div>



<div id="col-g-w1zwi3o" class="wp-block-gutentor-m0-col col-g-w1zwi3o gutentor-carousel-item"><div id="section-g-w1zwi3o" class="section-g-w1zwi3o gutentor-col-wrap has-color-bg has-custom-bg">
<div id="section-g-r1ezdeo" class="wp-block-gutentor-e6 section-g-r1ezdeo gutentor-element gutentor-element-image text-align-center-desktop"><div class="gutentor-element-image-box"><a class="gutentor-element-image-link" href="https://culturadefato.com.br/casais-infelizes/"><div class="gutentor-image-thumb"><img decoding="async" class="normal-image" src="https://culturadefato.com.br/wp-content/uploads/2023/08/Arrufos_BelmiroDeAlmeida.jpg" alt="Obra: &quot;Arrufos&quot; (1887), por Belmiro de Almeida (1858 - 1935)."/></div></a></div></div>



<p class="has-text-align-center wp-block-paragraph"><br><em><a href="https://culturadefato.com.br/casais-infelizes/">Casais infelizes</a></em></p>
</div></div>



<div id="col-g-w81g11r" class="wp-block-gutentor-m0-col col-g-w81g11r gutentor-carousel-item"><div id="section-g-w81g11r" class="section-g-w81g11r gutentor-col-wrap has-color-bg has-custom-bg">
<div id="section-g-5f15kek" class="wp-block-gutentor-e6 section-g-5f15kek gutentor-element gutentor-element-image text-align-center-desktop"><div class="gutentor-element-image-box"><a class="gutentor-element-image-link" href="https://culturadefato.com.br/paradoxos-da-solidao-contemporanea/"><div class="gutentor-image-thumb"><img decoding="async" class="normal-image" src="https://culturadefato.com.br/wp-content/uploads/2023/08/Nighthawks_Edward_Hopper_1942.jpg" alt="Obra: &quot;Nighthawks&quot; (1942), de Edward Hopper (1882 - 1967)"/></div></a></div></div>



<p class="has-text-align-center wp-block-paragraph"><br><em><a href="https://culturadefato.com.br/paradoxos-da-solidao-contemporanea/">Paradoxos da solidão contemporânea</a></em></p>
</div></div>



<div id="col-g-bjdel23" class="wp-block-gutentor-m0-col col-g-bjdel23 gutentor-carousel-item"><div id="section-g-bjdel23" class="section-g-bjdel23 gutentor-col-wrap has-color-bg has-custom-bg">
<div id="section-g-4omvtu4" class="wp-block-gutentor-e6 section-g-4omvtu4 gutentor-element gutentor-element-image text-align-center-desktop"><div class="gutentor-element-image-box"><a class="gutentor-element-image-link" href="https://culturadefato.com.br/douto-desconhecimento/"><div class="gutentor-image-thumb"><img decoding="async" class="normal-image" src="https://culturadefato.com.br/wp-content/uploads/2023/07/Narcissist_KyprianosDimosthenous.jpg" alt="Obra &quot;Narcissist&quot; (2021), por Kyprianos Dimosthenous."/></div></a></div></div>



<p class="has-text-align-center wp-block-paragraph"><br><em><a href="https://culturadefato.com.br/douto-desconhecimento/">Douto desconhecimento</a></em></p>
</div></div>



<div id="col-g-ff6wol6" class="wp-block-gutentor-m0-col col-g-ff6wol6 gutentor-carousel-item"><div id="section-g-ff6wol6" class="section-g-ff6wol6 gutentor-col-wrap has-color-bg has-custom-bg">
<div id="section-g-a2q132a" class="wp-block-gutentor-e6 section-g-a2q132a gutentor-element gutentor-element-image text-align-center-desktop"><div class="gutentor-element-image-box"><a class="gutentor-element-image-link" href="https://culturadefato.com.br/nem-tudo-e-importante/"><div class="gutentor-image-thumb"><img decoding="async" class="normal-image" src="https://culturadefato.com.br/wp-content/uploads/2023/03/FriendsTalking_LeonidAfremov.jpg" alt="Obra: &quot;Friends Talking&quot;, por Leonid Afremov (1955 - 2019)."/></div></a></div></div>



<p class="has-text-align-center wp-block-paragraph"><br><em><a href="https://culturadefato.com.br/nem-tudo-e-importante/">Nem tudo é importante</a></em></p>
</div></div>



<div id="col-g-xgxalu1" class="wp-block-gutentor-m0-col col-g-xgxalu1 gutentor-carousel-item"><div id="section-g-xgxalu1" class="section-g-xgxalu1 gutentor-col-wrap has-color-bg has-custom-bg">
<div id="section-g-filqlma" class="wp-block-gutentor-e6 section-g-filqlma gutentor-element gutentor-element-image text-align-center-desktop"><div class="gutentor-element-image-box"><a class="gutentor-element-image-link" href="https://culturadefato.com.br/a-essencia-da-democracia/"><div class="gutentor-image-thumb"><img decoding="async" class="normal-image" src="https://culturadefato.com.br/wp-content/uploads/2023/02/GranCirco_1956_MarcChagall.jpg" alt="Obra: &quot;Gran Circo&quot; (1956), por Marc Chagall (1887 - 1985)"/></div></a></div></div>



<p class="has-text-align-center wp-block-paragraph"><br><em><a href="https://culturadefato.com.br/a-essencia-da-democracia/">A Essência da democracia</a></em></p>
</div></div>



<div id="col-g-wyuoyut" class="wp-block-gutentor-m0-col col-g-wyuoyut gutentor-carousel-item"><div id="section-g-wyuoyut" class="section-g-wyuoyut gutentor-col-wrap has-color-bg has-custom-bg">
<div id="section-g-ebmrmdg" class="wp-block-gutentor-e6 section-g-ebmrmdg gutentor-element gutentor-element-image text-align-center-desktop"><div class="gutentor-element-image-box"><a class="gutentor-element-image-link" href="https://culturadefato.com.br/enfadonhas-certezas-politicas/"><div class="gutentor-image-thumb"><img decoding="async" class="normal-image" src="https://culturadefato.com.br/wp-content/uploads/2023/01/TheHouseOfCommons_1833_Sir_George_Hayter.jpg" alt="Obra: &quot;The House of Commons&quot; (1833), por Sir George Hayter (1792 - 1871)"/></div></a></div></div>



<p class="has-text-align-center wp-block-paragraph"><br><em><a href="https://culturadefato.com.br/enfadonhas-certezas-politicas/">Enfadonhas certezas políticas</a></em></p>
</div></div>



<div id="col-g-obnrsiv" class="wp-block-gutentor-m0-col col-g-obnrsiv gutentor-carousel-item"><div id="section-g-obnrsiv" class="section-g-obnrsiv gutentor-col-wrap has-color-bg has-custom-bg">
<div id="section-g-6rgw1ow" class="wp-block-gutentor-e6 section-g-6rgw1ow gutentor-element gutentor-element-image text-align-center-desktop"><div class="gutentor-element-image-box"><a class="gutentor-element-image-link" href="https://culturadefato.com.br/sejam-ceticos/"><div class="gutentor-image-thumb"><img decoding="async" class="normal-image" src="https://culturadefato.com.br/wp-content/uploads/2023/01/TheCardSharpWithAceDiamonds.jpg" alt="Obra: &quot;The Card Sharp with the Ace of Diamonds&quot; (1636–1638), por Georges de La Tour (1593 - 1652)."/></div></a></div></div>



<p class="has-text-align-center wp-block-paragraph"><br><em><a href="https://culturadefato.com.br/conservacao-e-progresso/">Sejam céticos</a></em></p>
</div></div>



<div id="col-g-wk51okw" class="wp-block-gutentor-m0-col col-g-wk51okw gutentor-carousel-item"><div id="section-g-wk51okw" class="section-g-wk51okw gutentor-col-wrap has-color-bg has-custom-bg">
<div id="section-g-yl3nioy" class="wp-block-gutentor-e6 section-g-yl3nioy gutentor-element gutentor-element-image text-align-center-desktop"><div class="gutentor-element-image-box"><a class="gutentor-element-image-link" href="https://culturadefato.com.br/enquanto-a-guerra-durar/"><div class="gutentor-image-thumb"><img decoding="async" class="normal-image" src="https://culturadefato.com.br/wp-content/uploads/2022/12/PierreNolhac_Por_HenryNolhac.jpg" alt="Obra: &quot;Retrato de Pierre de Nolhac (1859-1936)&quot; (1909), por Henri Girault De Nolhac (1884 - 1948)."/></div></a></div></div>



<p class="has-text-align-center wp-block-paragraph"><br><em><a href="https://culturadefato.com.br/enquanto-a-guerra-durar/">Enquanto a guerra durar</a></em></p>
</div></div>



<div id="col-g-2llqzxi" class="wp-block-gutentor-m0-col col-g-2llqzxi gutentor-carousel-item"><div id="section-g-2llqzxi" class="section-g-2llqzxi gutentor-col-wrap has-color-bg has-custom-bg">
<div id="section-g-h1unx44" class="wp-block-gutentor-e6 section-g-h1unx44 gutentor-element gutentor-element-image text-align-center-desktop"><div class="gutentor-element-image-box"><a class="gutentor-element-image-link" href="https://culturadefato.com.br/cultura-de-massa/"><div class="gutentor-image-thumb"><img decoding="async" class="normal-image" src="https://culturadefato.com.br/wp-content/uploads/2022/10/SpeechOfLeninOnTheRedQquare._ViktorShatalin.jpeg" alt="Obra: &quot;Speech of Lenin on the Red Square&quot; (1959), por Viktor Shatalin (1929 - 2003)"/></div></a></div></div>



<p class="has-text-align-center wp-block-paragraph"><br><em><a href="https://culturadefato.com.br/cultura-de-massa/">Cultura de massa</a></em></p>
</div></div>



<div id="col-g-v78p4dc" class="wp-block-gutentor-m0-col col-g-v78p4dc gutentor-carousel-item"><div id="section-g-v78p4dc" class="section-g-v78p4dc gutentor-col-wrap has-color-bg has-custom-bg">
<div id="section-g-66m8rnp" class="wp-block-gutentor-e6 section-g-66m8rnp gutentor-element gutentor-element-image text-align-center-desktop"><div class="gutentor-element-image-box"><a class="gutentor-element-image-link" href="https://culturadefato.com.br/natureza-resistente/"><div class="gutentor-image-thumb"><img decoding="async" class="normal-image" src="https://culturadefato.com.br/wp-content/uploads/2022/09/NewSchoolSlaves.jpg" alt="Obra &quot;Struggle in the Orient: Slavery, Imperialism &amp; Gandhi&quot; (1930), de José Clemente Orozco (1883 – 1949)"/></div></a></div></div>



<p class="has-text-align-center wp-block-paragraph"><br><em><a href="https://culturadefato.com.br/natureza-resistente/">Natureza resistente</a></em></p>
</div></div>



<div id="col-g-2h5rj1p" class="wp-block-gutentor-m0-col col-g-2h5rj1p gutentor-carousel-item"><div id="section-g-2h5rj1p" class="section-g-2h5rj1p gutentor-col-wrap has-color-bg has-custom-bg">
<div id="section-g-9shif66" class="wp-block-gutentor-e6 section-g-9shif66 gutentor-element gutentor-element-image text-align-center-desktop"><div class="gutentor-element-image-box"><a class="gutentor-element-image-link" href="https://culturadefato.com.br/o-habito-da-escrita/"><div class="gutentor-image-thumb"><img decoding="async" class="normal-image" src="https://culturadefato.com.br/wp-content/uploads/2022/06/TheLetter1878JanezSubic.jpg" alt="Obra: &quot;A Carta&quot; (1878) de Janez Šubic (1850 - 1889)."/></div></a></div></div>



<p class="has-text-align-center wp-block-paragraph"><br><em><a href="https://culturadefato.com.br/o-habito-da-escrita/" rel="sponsored nofollow">O hábito da escrita</a></em></p>
</div></div>



<div id="col-g-7mp4841" class="wp-block-gutentor-m0-col col-g-7mp4841 gutentor-carousel-item"><div id="section-g-7mp4841" class="section-g-7mp4841 gutentor-col-wrap has-color-bg has-custom-bg">
<div id="section-g-kfqifln" class="wp-block-gutentor-e6 section-g-kfqifln gutentor-element gutentor-element-image text-align-center-desktop"><div class="gutentor-element-image-box"><a class="gutentor-element-image-link" href="https://culturadefato.com.br/o-preco-do-conhecimento/"><div class="gutentor-image-thumb"><img decoding="async" class="normal-image" src="https://culturadefato.com.br/wp-content/uploads/2022/06/CavernaDePlataoMichielCoxcie.jpg" alt="Obra: &quot;A caverna de Platão&quot;, de Michiel Coxcie (1499 – 1592)"/></div></a></div></div>



<p class="has-text-align-center wp-block-paragraph"><br><em><a href="https://culturadefato.com.br/o-preco-do-conhecimento/">O preço do conhecimento</a></em></p>
</div></div>



<div id="col-g-cvqm14q" class="wp-block-gutentor-m0-col col-g-cvqm14q gutentor-carousel-item"><div id="section-g-cvqm14q" class="section-g-cvqm14q gutentor-col-wrap has-color-bg has-custom-bg">
<div id="section-g-vvayt9m" class="wp-block-gutentor-e6 section-g-vvayt9m gutentor-element gutentor-element-image text-align-center-desktop"><div class="gutentor-element-image-box"><a class="gutentor-element-image-link" href="https://culturadefato.com.br/pensamento-critico/"><div class="gutentor-image-thumb"><img decoding="async" class="normal-image" src="https://culturadefato.com.br/wp-content/uploads/2022/05/ACountrySchool_EdwardLamsonHenry.jpg" alt="Obra: &quot;A Country School&quot;, de Edward Lamson Henry (1841 - 1919)"/></div></a></div></div>



<p class="has-text-align-center wp-block-paragraph"><br><em><a href="https://culturadefato.com.br/pensamento-critico/">Pensamento crítico</a></em></p>
</div></div>



<div id="col-g-60ya0up" class="wp-block-gutentor-m0-col col-g-60ya0up gutentor-carousel-item"><div id="section-g-60ya0up" class="section-g-60ya0up gutentor-col-wrap has-color-bg has-custom-bg">
<div id="section-g-jytssds" class="wp-block-gutentor-e6 section-g-jytssds gutentor-element gutentor-element-image text-align-center-desktop"><div class="gutentor-element-image-box"><a class="gutentor-element-image-link" href="https://culturadefato.com.br/a-funcao-da-filosofia/"><div class="gutentor-image-thumb"><img decoding="async" class="normal-image" src="https://culturadefato.com.br/wp-content/uploads/2022/05/Plato_Roger-Payne.jpg" alt="Obra: &quot;The Philosopher Plato&quot; (1980), de Roger Payne."/></div></a></div></div>



<p class="has-text-align-center wp-block-paragraph"><br><em><a href="https://culturadefato.com.br/a-funcao-da-filosofia/">A função da filosofia</a></em></p>
</div></div>



<div id="col-g-h7ef9as" class="wp-block-gutentor-m0-col col-g-h7ef9as gutentor-carousel-item"><div id="section-g-h7ef9as" class="section-g-h7ef9as gutentor-col-wrap has-color-bg has-custom-bg">
<div id="section-g-n11uh4i" class="wp-block-gutentor-e6 section-g-n11uh4i gutentor-element gutentor-element-image text-align-center-desktop"><div class="gutentor-element-image-box"><a class="gutentor-element-image-link" href="https://culturadefato.com.br/ortodoxia-de-chesterton/"><div class="gutentor-image-thumb"><img decoding="async" class="normal-image" src="https://culturadefato.com.br/wp-content/uploads/2022/04/Chesterton_TimothyJones.jpg" alt="Obra: &quot;Astonished at the World&quot;, de Timothy Jones."/></div></a></div></div>



<p class="has-text-align-center wp-block-paragraph"><br><em><a href="https://culturadefato.com.br/ortodoxia-de-chesterton/">Ortodoxia, de Chesterton</a></em></p>
</div></div>



<div id="col-g-v00e593" class="wp-block-gutentor-m0-col col-g-v00e593 gutentor-carousel-item"><div id="section-g-v00e593" class="section-g-v00e593 gutentor-col-wrap has-color-bg has-custom-bg">
<div id="section-g-e1esaae" class="wp-block-gutentor-e6 section-g-e1esaae gutentor-element gutentor-element-image text-align-center-desktop"><div class="gutentor-element-image-box"><a class="gutentor-element-image-link" href="https://culturadefato.com.br/breve-introducao-ao-eurasianismo/"><div class="gutentor-image-thumb"><img decoding="async" class="normal-image" src="https://culturadefato.com.br/wp-content/uploads/2022/03/Guernica_PabloPicasso.jpg"/></div></a></div></div>



<p class="has-text-align-center wp-block-paragraph"><br><em><a href="https://culturadefato.com.br/breve-introducao-ao-eurasianismo/">Breve introdução ao eurasianismo</a></em></p>
</div></div>



<div id="col-g-8885lv1" class="wp-block-gutentor-m0-col col-g-8885lv1 gutentor-carousel-item"><div id="section-g-8885lv1" class="section-g-8885lv1 gutentor-col-wrap has-color-bg has-custom-bg">
<div id="section-g-nxen8xr" class="wp-block-gutentor-e6 section-g-nxen8xr gutentor-element gutentor-element-image text-align-center-desktop"><div class="gutentor-element-image-box"><a class="gutentor-element-image-link" href="https://culturadefato.com.br/tecnologia-e-poder/"><div class="gutentor-image-thumb"><img decoding="async" class="normal-image" src="https://culturadefato.com.br/wp-content/uploads/2022/02/ManAndComputer.jpg" alt="Obra &quot;Man and computer&quot; (2011), por Paulus Hoffman."/></div></a></div></div>



<p class="has-text-align-center wp-block-paragraph"><br><em><a href="https://culturadefato.com.br/tecnologia-e-poder/">Tecnologia e poder</a></em></p>
</div></div>



<div id="col-g-7hs4zha" class="wp-block-gutentor-m0-col col-g-7hs4zha gutentor-carousel-item"><div id="section-g-7hs4zha" class="section-g-7hs4zha gutentor-col-wrap has-color-bg has-custom-bg">
<div id="section-g-i708iul" class="wp-block-gutentor-e6 section-g-i708iul gutentor-element gutentor-element-image text-align-center-desktop"><div class="gutentor-element-image-box"><a class="gutentor-element-image-link" href="https://culturadefato.com.br/o-preco-que-a-verdade-cobra/"><div class="gutentor-image-thumb"><img decoding="async" class="normal-image" src="https://culturadefato.com.br/wp-content/uploads/2021/11/AMorteDeSocrates_Jacques-LouisDavid.jpeg" alt="Obra: &quot;A morte de Socrátes&quot; (1787), de Jacques-Louis David (1748 - 1822)"/></div></a></div></div>



<p class="has-text-align-center wp-block-paragraph"><br><em><a href="https://culturadefato.com.br/o-preco-que-a-verdade-cobra/">O preço que a verdade cobra</a></em></p>
</div></div>



<div id="col-g-j731op3" class="wp-block-gutentor-m0-col col-g-j731op3 gutentor-carousel-item"><div id="section-g-j731op3" class="section-g-j731op3 gutentor-col-wrap has-color-bg has-custom-bg">
<div id="section-g-4y8711b" class="wp-block-gutentor-e6 section-g-4y8711b gutentor-element gutentor-element-image text-align-center-desktop"><div class="gutentor-element-image-box"><a class="gutentor-element-image-link" href="https://culturadefato.com.br/por-que-o-socialismo-nao-funciona/"><div class="gutentor-image-thumb"><img decoding="async" class="normal-image" src="https://culturadefato.com.br/wp-content/uploads/2021/10/SanFrancisco.jpg" alt="Obra: &quot;San Francisco&quot;, por Jacob Dhein's"/></div></a></div></div>



<p class="has-text-align-center wp-block-paragraph"><br><em><a href="https://culturadefato.com.br/por-que-o-socialismo-nao-funciona/">Por que o socialismo não funciona</a></em></p>
</div></div>



<div id="col-g-7c0e1vc" class="wp-block-gutentor-m0-col col-g-7c0e1vc gutentor-carousel-item"><div id="section-g-7c0e1vc" class="section-g-7c0e1vc gutentor-col-wrap has-color-bg has-custom-bg">
<div id="section-g-hl949ts" class="wp-block-gutentor-e6 section-g-hl949ts gutentor-element gutentor-element-image text-align-center-desktop"><div class="gutentor-element-image-box"><a class="gutentor-element-image-link" href="https://culturadefato.com.br/o-consumidor-e-soberano/"><div class="gutentor-image-thumb"><img decoding="async" class="normal-image" src="https://culturadefato.com.br/wp-content/uploads/2021/08/NewYorkTimesSquare_Olga-Knezevic.jpg" alt="Obra &quot;New York, Times Square&quot;, por Olga Knezevic."/></div></a></div></div>



<p class="has-text-align-center wp-block-paragraph"><br><em><a href="https://culturadefato.com.br/o-consumidor-e-soberano/">O consumidor é soberano</a></em></p>
</div></div>



<div id="col-g-8t9u3jv" class="wp-block-gutentor-m0-col col-g-8t9u3jv gutentor-carousel-item"><div id="section-g-8t9u3jv" class="section-g-8t9u3jv gutentor-col-wrap has-color-bg has-custom-bg">
<div id="section-g-1fslill" class="wp-block-gutentor-e6 section-g-1fslill gutentor-element gutentor-element-image text-align-center-desktop"><div class="gutentor-element-image-box"><a class="gutentor-element-image-link" href="https://culturadefato.com.br/a-perspectiva-superior-da-filosofia-em-will-durant/"><div class="gutentor-image-thumb"><img decoding="async" class="normal-image" src="https://culturadefato.com.br/wp-content/uploads/2021/04/BanquetOfficersCalivermenCivicGuard_Interior559.jpg" alt="Ao lado esquerdo é vista a pintura: “Banquet of the Officers of the Calivermen Civic Guard”, criada em 1627 pelo pintor neerlandês Frans Hals (1582 - 1666); ao lado direito contrasta a obra “Interior No. 559”, a qual foi produzida em 2018 pelo artista alemão Anton Henning (nascido em 1964)."/></div></a></div></div>



<p class="has-text-align-center wp-block-paragraph"><br><em><a href="https://culturadefato.com.br/a-perspectiva-superior-da-filosofia-em-will-durant/">A perspectiva superior da Filosofia, em Will Durant</a></em></p>
</div></div>



<div id="col-g-iv8nx8l" class="wp-block-gutentor-m0-col col-g-iv8nx8l gutentor-carousel-item"><div id="section-g-iv8nx8l" class="section-g-iv8nx8l gutentor-col-wrap has-color-bg has-custom-bg">
<div id="section-g-lalh4jl" class="wp-block-gutentor-e6 section-g-lalh4jl gutentor-element gutentor-element-image text-align-center-desktop"><div class="gutentor-element-image-box"><a class="gutentor-element-image-link" href="https://culturadefato.com.br/a-deusa-ciencia/"><div class="gutentor-image-thumb"><img decoding="async" class="normal-image" src="https://culturadefato.com.br/wp-content/uploads/2021/02/ApresentandoMembrosDaAcademiaParaLouisXIV.jpg" alt="Jean-Baptiste Colbert (1619-1683) Apresentando os membros da Academia Real da Ciência para Louis XIV (1638-1715) c.1667"/></div></a></div></div>



<p class="has-text-align-center wp-block-paragraph"><br><em><a href="https://culturadefato.com.br/a-deusa-ciencia/">A deusa da ciência</a></em></p>
</div></div>



<div id="col-g-lla1l91" class="wp-block-gutentor-m0-col col-g-lla1l91 gutentor-carousel-item"><div id="section-g-lla1l91" class="section-g-lla1l91 gutentor-col-wrap has-color-bg has-custom-bg">
<div id="section-g-orl8l87" class="wp-block-gutentor-e6 section-g-orl8l87 gutentor-element gutentor-element-image text-align-center-desktop"><div class="gutentor-element-image-box"><a class="gutentor-element-image-link" href="https://culturadefato.com.br/espontaneidade-fabricada/"><div class="gutentor-image-thumb"><img decoding="async" class="normal-image" src="https://culturadefato.com.br/wp-content/uploads/2020/11/MascarasTeatrais.jpg" alt="Máscaras teatrais (fundo preto, máscara em pé cor de ouro e máscara prateada &quot;deitada&quot;)."/></div></a></div></div>



<p class="has-text-align-center wp-block-paragraph"><br><em><a href="https://culturadefato.com.br/espontaneidade-fabricada/">Espontaneidade fabricada</a></em></p>
</div></div>



<div id="col-g-n0h1n08" class="wp-block-gutentor-m0-col col-g-n0h1n08 gutentor-carousel-item"><div id="section-g-n0h1n08" class="section-g-n0h1n08 gutentor-col-wrap has-color-bg has-custom-bg">
<div id="section-g-stpmspa" class="wp-block-gutentor-e6 section-g-stpmspa gutentor-element gutentor-element-image text-align-center-desktop"><div class="gutentor-element-image-box"><a class="gutentor-element-image-link" href="https://culturadefato.com.br/o-valor-de-uma-curtida/"><div class="gutentor-image-thumb"><img decoding="async" class="normal-image" src="https://culturadefato.com.br/wp-content/uploads/2020/11/CurtidaDesmanchando.jpg" alt="Sinal de positivo. Curtida desmanchando (fundo azul, mão branca)."/></div></a></div></div>



<p class="has-text-align-center wp-block-paragraph"><br><em><a href="https://culturadefato.com.br/o-valor-de-uma-curtida/">O valor de uma “curtida”</a></em></p>
</div></div>



<div id="col-g-dqi1ii3" class="wp-block-gutentor-m0-col col-g-dqi1ii3 gutentor-carousel-item"><div id="section-g-dqi1ii3" class="section-g-dqi1ii3 gutentor-col-wrap has-color-bg has-custom-bg">
<div id="section-g-3ry31xp" class="wp-block-gutentor-e6 section-g-3ry31xp gutentor-element gutentor-element-image text-align-center-desktop"><div class="gutentor-element-image-box"><a class="gutentor-element-image-link" href="https://culturadefato.com.br/a-arrogancia-dos-manipulados/"><div class="gutentor-image-thumb"><img decoding="async" class="normal-image" src="https://culturadefato.com.br/wp-content/uploads/2020/11/VaralDeManipulados.jpg" alt="Bonecos de pessoas pendurados em uma espécie de Varal."/></div></a></div></div>



<p class="has-text-align-center wp-block-paragraph"><br><em><a href="https://culturadefato.com.br/a-arrogancia-dos-manipulados/">A arrogância dos manipulados</a></em></p>
</div></div>



<div id="col-g-g2dm8up" class="wp-block-gutentor-m0-col col-g-g2dm8up gutentor-carousel-item"><div id="section-g-g2dm8up" class="section-g-g2dm8up gutentor-col-wrap has-color-bg has-custom-bg">
<div id="section-g-qt7xi7y" class="wp-block-gutentor-e6 section-g-qt7xi7y gutentor-element gutentor-element-image text-align-center-desktop"><div class="gutentor-element-image-box"><a class="gutentor-element-image-link" href="https://filosofiaintegral.com.br/"><div class="gutentor-image-thumb"><img decoding="async" class="normal-image" src="https://culturadefato.com.br/wp-content/uploads/2025/11/FilosofiaIntegral.jpg" alt="Portal &quot;Filosofia Integral&quot;, de Fabio Blanco."/></div></a></div></div>



<p class="has-text-align-center wp-block-paragraph"><br><a href="https://filosofiaintegral.com.br/">Portal <em>Filosofia Integral</em>, de Fabio Blanco</a></p>
</div></div>



<div id="col-g-h2jl919" class="wp-block-gutentor-m0-col col-g-h2jl919 gutentor-carousel-item"><div id="section-g-h2jl919" class="section-g-h2jl919 gutentor-col-wrap has-color-bg has-custom-bg">
<div id="section-g-s8d3ubf" class="wp-block-gutentor-e6 section-g-s8d3ubf gutentor-element gutentor-element-image text-align-center-desktop"><div class="gutentor-element-image-box"><a class="gutentor-element-image-link" href="https://www.fabioblanco.com.br/"><div class="gutentor-image-thumb"><img decoding="async" class="normal-image" src="https://culturadefato.com.br/wp-content/uploads/2025/11/FabioBlanco.jpg" alt="Website do Professor Fabio Blanco"/></div></a></div></div>



<p class="has-text-align-center wp-block-paragraph"><br><a href="https://www.fabioblanco.com.br/"><em>Website</em> do Professor Fabio Blanco</a></p>
</div></div>
</div></div></section>



<br>
<p>O post <a href="https://culturadefato.com.br/a-necessidade-de-uma-doutrina-conservadora/">A necessidade de uma doutrina conservadora</a> apareceu primeiro em <a href="https://culturadefato.com.br">Cultura de Fato</a>.</p>
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		<title>Carta ao milionário brasileiro</title>
		<link>https://culturadefato.com.br/carta-ao-milionario-brasileiro/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Nelson Rodrigues]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 12 Nov 2025 05:53:10 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Artes e Literatura]]></category>
		<category><![CDATA[Filosofia e História]]></category>
		<category><![CDATA[Alceu Amoroso Lima]]></category>
		<category><![CDATA[Burle Marx]]></category>
		<category><![CDATA[Católico]]></category>
		<category><![CDATA[Comunismo]]></category>
		<category><![CDATA[Dom Helder Câmara]]></category>
		<category><![CDATA[Marxismo]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>“Não tenho o preconceito contra a fortuna e tenho o preconceito oposto, ou seja: contra a miséria. Entendo que o Dom Helder ame a miséria, ame a mortalidade infantil, ame a fome. Tudo isso é o seu ganha-pão”</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="has-text-align-center wp-block-paragraph">“<em>Estava dirigindo quando o sinal fechou. Parei atrás de um Audi preto do ano. Carrão. Dentro,</em><br><em>um sujeito de terno e gravata que,</em> <em>cheio de si, não teve dúvida: abriu o vidro automático,</em> <em>amassou</em><br><em>uma embalagem de cigarro vazia e a jogou pela janela no meio da rua,</em> <em>como se o asfalto fosse uma lixeira pública.</em><br><em>O Audi é só um disfarce que ele pôde comprar,</em> <em>no fundo é um pobretão que só tem a oferecer sua miséria existencial.</em>”<br>Martha Mattos Medeiros (escritora brasileira)<br><br>“<em>Um país em que é preciso acorrentar canetas em locais públicos… não se pode esperar muita coisa.</em>”<br>Clodovil Hernandes (1937 &#8211; 2009)</p>



<p class="has-text-align-right has-small-font-size wp-block-paragraph" id="RefNotas"><em>* <a href="#Notas">Notas da editora</a></em></p>



<hr class="wp-block-separator has-alpha-channel-opacity is-style-wide"/>



<br>



<p class="has-drop-cap wp-block-paragraph">Meu caro milionário paulista. Não, não. Melhor será dizer: brasileiro. Meu caro milionário brasileiro: em primeiro lugar, devo dizer-lhe que não sinto nenhum preconceito contra o rico. Fica-lhe muito bem a sua fortuna e vou-lhe dizer mais: desejo do fundo da alma que você tenha uma casaca. Se a tem, creia-me: está justificado o fato de você ter nascido.</p>



<h2 class="wp-block-heading has-text-align-center">II</h2>



<br>



<p class="wp-block-paragraph">Nem pense que a casaca seja um dado frívolo, intranscendente. Sabe você por onde se demonstra o nosso racismo jamais confessado? Por um fato muito mais dramático do que se imagina: até hoje, não se viu um preto brasileiro de casaca. Não importa que os nossos sociólogos ponham a mão no fogo por uma democracia racial que nunca existiu. Primeiro, a casaca; depois, a sociologia.</p>



<h2 class="wp-block-heading has-text-align-center">III</h2>



<br>



<p class="wp-block-paragraph">Mas como ia dizendo: não tenho o preconceito contra a fortuna e tenho o preconceito oposto, ou seja: contra a miséria. Entendo que o <span data-tooltip-position="top" data-tooltip="Dom Hélder Pessoa Câmara OFS (Fortaleza, 7 de fevereiro de 1909 – Recife, 27 de agosto de 1999) foi um bispo católico, arcebispo emérito de Olinda e Recife. Foi um dos fundadores da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil.">Dom Helder</span> ame a miséria, ame a mortalidade infantil, ame a fome. Tudo isso é o seu ganha-pão. Por uma questão de sobrevivência e de turismo (ele, que viaja tanto), interessa-lhe que o Nordeste apodreça de fome infantil e adulta. Mas eu quero, inversamente, a multiplicação dos ricos.</p>



<h2 class="wp-block-heading has-text-align-center">IV</h2>



<br>



<p class="wp-block-paragraph">Está escrito que é mais fácil um camelo passar pelo fundo de uma agulha do que um rico entrar no Reino dos Céus. Escrevo isso e já uma dúvida me ocorre: será “fundo de uma agulha” ou “buraco de uma agulha”? Em ambas as hipóteses, tanto faz. Não sei se é católico e, em caso afirmativo — que tipo de católico? No passado, o católico era simplesmente católico. Mas hoje tudo mudou. Os “padres de passeata”, ditos “progressistas”, questionam todos os dogmas e, até, acham graça nos dogmas. Uns são católicos-marxistas, outros católicos sem vida eterna, e ainda outros “católicos-maoístas&#8217;“, ou “católicos-fidelistas” etc. etc. Só não são católicos.</p>



<h2 class="wp-block-heading has-text-align-center">V</h2>



<br>



<p class="wp-block-paragraph">Se meu caro milionário está na linha de D. Hélder e <span data-tooltip-position="top" data-tooltip="Dr. Alceu Amoroso Lima (1893 - 1983), conhecido também pelo pseudônimo Tristão de Athayde, foi crítico literário, escritor e líder católico amigo de Dom Hélder.">dr. Alceu</span>, a história do camelo e da agulha não passa de fábula de “gibi”. Mas quero crer que você seja um católico de verdade e não dos falsamente chamados “progressistas”. E, nesse caso, entre o efêmero e o eterno, você terá escolhido a eternidade.</p>



<h2 class="wp-block-heading has-text-align-center">VI</h2>



<br>



<p class="wp-block-paragraph">Mas pergunto: entrará você no reino dos céus? Façamos aqui uma breve meditação sobre o seu destino efêmero e o seu destino eterno. Na Terra ou por outra — no Brasil, ser rico é um risco. Duas forças o ameaçam: de um lado, o comunismo; de outro lado, o anticomunismo. O que o salva do comunismo é o comunista. Com que inépcia, cegueira, obtusidade, irrealismo, alienação o comunista liquida o comunismo.</p>



<h2 class="wp-block-heading has-text-align-center">VII</h2>



<br>



<p class="wp-block-paragraph">Resta o anticomunismo, que, por um ressentimento ingênuo, também não gosta dos ricos. Outro dia, dizia-me um milionário: “Ainda vou-me disfarçar de ceguinho.” Não brincava. Falo muito no ceguinho da Rua do Ouvidor. É o que toca ao violino sempre o mesmo tango: “<span data-tooltip-position="top" data-tooltip="É um tango composto pelo uruguaio Gerardo Matos Rodríguez (1897–1948) em 1916. A melodia original foi escrita como uma marcha carnavalesca para a comparsa (grupo carnavalesco) ''La Cumparsita'' — daí o nome, que significa ''a pequena comparsa''. Mais tarde a composição recebeu versos de Pascual Contursi e Enrique Maroni.">La Cumparsita</span>” <a href="#LaCumparsita" id="RefLaCumparsita"><img decoding="async" width="22" height="21" class="wp-image-26212" style="width: 22px;" src="https://culturadefato.com.br/wp-content/uploads/2025/11/NotasMusicais.jpg" alt="Notas Musicais"></a>. E o meu amigo milionário, nas suas fantasias, imagina-se de óculos escuros, bisando eternamente “La Cumparsita”. Gemeu: “O ceguinho da Rua do Ouvidor está muito mais seguro do que os milionários do Brasil.” Certamente, há, no seu pânico, um relativo exagero.</p>



<h2 class="wp-block-heading has-text-align-center">VIII</h2>



<br>



<p class="wp-block-paragraph">Eu me pergunto se você será ou não um herdeiro. Fez a sua fortuna ou se a recebeu, de graça? Em ambas as hipóteses, não há mal nenhum. Admitamos que seja um milionário de berço. Antes da primeira chupeta, já era milionário. Resta saber que destino escolheu para a sua herança. Você a dinamizou, você a potencializou, você injetou-lhe a sua vontade criadora?</p>



<h2 class="wp-block-heading has-text-align-center">IX</h2>



<br>



<p class="wp-block-paragraph">Não sei se você passa muitas vezes pela Avenida Atlântica. É o meu caminho diário. Aquelas máquinas, aqueles guindastes, aquelas estacas, aquelas dragas, tudo aquilo parece a fundação do mundo. Todas as manhãs, faço o caminho do Forte ao Leme. E sinto que a praia da véspera não é a mesma do dia seguinte; que o mar é outro; que as dunas conquistam o mar. E como a praia muda, e muda o mar, e as espumas, tudo começa a mudar. É um delírio. Eis o que eu quero dizer: o seu dinheiro pode transformar também a realidade. Pode fazer inventar outras praias, outros mares, outros horizontes, outras ilhas.</p>



<h2 class="wp-block-heading has-text-align-center">X</h2>



<br>



<p class="wp-block-paragraph">Quero saber se você, meu bom milionário, tem feito horizontes, ilhas, praias. Há de gostar de uísque. Ou por outra: não gosta, mas toma uísque. Ninguém gosta e todos se encharcam de uísque. Está maravilhosamente certo. Ninguém bebe o que quer, ninguém come o que quer, ninguém tem a mulher que quer. Também finge que adora o seu jardim. Mandou <span data-tooltip-position="top" data-tooltip="Roberto Burle Marx (1909 - 1994) foi um artista plástico e paisagista brasileiro. Embora tenha ficado conhecido internacionalmente ao exercer a profissão de paisagista, também era pintor, desenhista, designer, escultor e cantor.">Burle Marx</span> fazê-lo. E o seu jardim só tem uma cor: um verde obsessivo, apavorante, alucinatório. Nós sabemos que não há nada mais feio do que uma cor sem as outras. E as visitas invejam o seu insuportável jardim e acham Burle Marx um gênio.</p>



<h2 class="wp-block-heading has-text-align-center">XI</h2>



<br>



<p class="wp-block-paragraph">Você gosta de ter, nas imediações, decotes ideais. Nada disso o impedirá de atravessar o buraco da agulha (não o estou chamando de camelo). Mas o que é que você faz ou que é que você tem feito? O Brasil está para ser feito, nós temos de fazê-lo. Você nasceu, e como justifica o fato de ter nascido? É milionário e o acusam de ter dinheiro. Estão contra você o comunismo e o anticomunismo. E é possível que você mesmo, em suas insônias, faça uma autoflagelação.</p>



<h2 class="wp-block-heading has-text-align-center">XII</h2>



<br>



<p class="wp-block-paragraph">Estou dizendo tudo isso para lhe fazer um pedido, meu bom milionário. Não quero de você nada de épico, de sublime. Pelo contrário. É um pequeno ato, de uma infinita modéstia. Sim, ato humilde, que não vai absolutamente promovê-lo. Ninguém vai saber que você o fez, senão você mesmo. É o seguinte: há, no Brasil, uma revista católica chamada&nbsp;<em>Permanência</em><strong><sup><a href="#Nota01" id="RefNota01">1</a></sup></strong>. Imagino o seu pânico: “Revista católica?” Não se assuste, meu caro milionário.&nbsp;<em>Permanência</em>&nbsp;é uma desesperada batalha contra os “assassinos da Igreja”.</p>



<h2 class="wp-block-heading has-text-align-center">XIII</h2>



<br>



<p class="wp-block-paragraph">Não sei se você sabe, e, se não sabe, fique sabendo: a maioria absoluta, a quase unanimidade das revistas católicas são feitas, precisamente, pelos anticatólicos. Outro dia, li um pequeno jornalzinho e lá Cristo é apresentado como um guerrilheiro. Sim, como um assassino. Dirá alguém: “Mas o guerrilheiro não é assassino.” Acontece, porém, que é perfeitamente — assassino. Sabemos que qualquer guerra é monstruosa. Na última, morreram milhões e milhões de pessoas. Essa abundância cadavérica chega para o nosso horror. Pois a guerrilha é a mais infame das guerras, a chamada “guerra suja”. Direi, apenas, que é a guerra sem prisioneiro, que não admite prisioneiros, que mata prisioneiros. Você entende? Se quem mata prisioneiros não é assassino, quem o será?</p>



<h2 class="wp-block-heading has-text-align-center">XIV</h2>



<br>



<p class="wp-block-paragraph"><em>Permanência</em>&nbsp;constitui uma dramática exceção. É uma das raras, raríssimas revistas católicas feitas por católicos e não pelos inimigos da Igreja. Vive e sobrevive graças ao esforço abnegado e solitário de uma meia dúzia. E, sem meios promocionais, é pouquíssimo conhecida. Imagino que você, milionário, diga: ”Eu nunca a li.” E outros dirão: ”Nem eu, nem eu.” Não importa que ninguém a tenha lido. Mesmo sem um único leitor,&nbsp;<em>Permanência</em>&nbsp;precisa existir, continuar, não morrer.</p>



<h2 class="wp-block-heading has-text-align-center">XV</h2>



<br>



<p class="wp-block-paragraph">Bem. Vamos ao pedido. Eu queria, milionário, que você fizesse o seguinte: mandasse um cheque para&nbsp;<em>Permanência</em>. Ninguém saberá, ou por outra: saberá aquele que o receber. Mas não mande uma quantia pequenina e vil. Se você, milionário, me pedisse uma sugestão, eu diria: um cheque de vinte milhões antigos. Gostaria de saber se, entre os milionários brasileiros, há um capaz desse gesto de amor. Se você fizer isso, meu amigo, o camelo passará pelo buraco da agulha. Sua doação será um momento da consciência católica.</p>



<br>



<p class="has-text-align-right wp-block-paragraph">Por&nbsp;<a href="https://culturadefato.com.br/author/nelsonrodrigues/">Nelson Rodrigues</a>&nbsp;(1912 – 1980).<br>Escrito em dezembro de 1969.</p>



<br>



<p class="has-background has-very-light-gray-background-color wp-block-paragraph" id="Notas"><a href="#RefNotas"><img loading="lazy" decoding="async" width="17" height="14" class="wp-image-16646" style="width: 17px;" src="https://culturadefato.com.br/wp-content/uploads/2020/07/Subir_FundoCinza.jpg" alt="Subir com fundo cinza"></a> <strong>Notas da editoria:</strong><br><br><strong id="Nota01">1</strong>. Não temos qualquer vínculo com a <em>Revista Permanência</em>, que segue em atividade mesmo após o falecimento de seu fundador, Gustavo Corção, um dos maiores pensadores católicos brasileiros, e de Nelson Rodrigues, gênio incomparável de nossa literatura. Republicamos este texto como forma de homenagear ambos e de mostrar como suas reflexões, escritas há décadas, continuam a iluminar os dilemas do presente.<a href="#RefNota01"><img loading="lazy" decoding="async" width="17" height="14" class="wp-image-16646" style="width: 17px;" src="https://culturadefato.com.br/wp-content/uploads/2020/07/Subir_FundoCinza.jpg" alt="Subir com fundo cinza"></a><br><br><strong>2</strong>. A imagem da capa é um recorte da obra: “<em>Retrato de Adele Bloch-Bauer</em>” (1907), de Gustav Klimt (1862 &#8211; 1918). <a href="#main"><img loading="lazy" decoding="async" width="17" height="14" class="wp-image-16646" style="width: 17px;" src="https://culturadefato.com.br/wp-content/uploads/2020/07/Subir_FundoCinza.jpg" alt="Subir com fundo cinza"></a></p>



<br>



<hr class="wp-block-separator has-alpha-channel-opacity is-style-dots"/>



<br>



<h2 class="wp-block-heading has-text-align-center" id="LaCumparsita"><a href="#RefLaCumparsita"><img loading="lazy" decoding="async" width="14" height="10" class="wp-image-105" style="width: 14px;" src="https://culturadefato.com.br/wp-content/uploads/2020/06/Subir.jpg" alt="Subir"></a> Ouça um trecho de <em>La Cumparsita</em>:</h2>



<br>



<figure class="wp-block-audio"><audio controls src="https://culturadefato.com.br/downloads/artes_e_literatura/2025/LaCumparsita.mp3"></audio></figure>



<br>



<hr class="wp-block-separator has-alpha-channel-opacity is-style-dots"/>



<br>



<h2 class="wp-block-heading has-text-align-center">Mais do autor e artigo complementar:</h2>



<br>



<section id="gm71bf303" class="wp-block-gutentor-m0 alignfull section-gm71bf303 gutentor-module gutentor-module-carousel has-color-bg has-custom-bg gutentor-slick-a-default-desktop gutentor-slick-a-default-tablet gutentor-slick-a-default-mobile"><div class="grid-container"><div class="gutentor-module-carousel-row" data-dots="false" data-dotstablet="false" data-dotsmobile="false" data-arrows="true" data-arrowstablet="true" data-arrowsmobile="true" data-infinite="true" data-autoplay="true" data-draggable="true" data-pauseonfocus="true" data-pauseonhover="true" data-autoplayspeed="4500" data-cmondesktop="false" data-cmontablet="false" data-cmonmobile="false" data-nextarrow="fas fa-angle-right" data-prevarrow="fas fa-angle-left" data-arrowspositiondesktop="gutentor-slick-a-default-desktop" data-arrowspositiontablet="gutentor-slick-a-default-tablet" data-arrowspositionmobile="gutentor-slick-a-default-mobile" data-speed="300" data-slideitemdesktop="2" data-slideitemtablet="3" data-slideitemmobile="2" data-slidescroll-desktop="2" data-slidescroll-tablet="3" data-slidescroll-mobile="2">
<div id="col-g-tgljsvg" class="wp-block-gutentor-m0-col col-g-tgljsvg gutentor-carousel-item"><div id="section-g-tgljsvg" class="section-g-tgljsvg gutentor-col-wrap has-color-bg has-custom-bg">
<div id="section-g-noai4ve" class="wp-block-gutentor-e6 section-g-noai4ve gutentor-element gutentor-element-image text-align-center-desktop"><div class="gutentor-element-image-box"><a class="gutentor-element-image-link" href="https://culturadefato.com.br/velhos-espartilhos/"><div class="gutentor-image-thumb"><img decoding="async" class="normal-image" src="https://culturadefato.com.br/wp-content/uploads/2023/08/EmUmEspartilho_1910_LovisCorinth.jpg" alt="Obra: &quot;Em um espartilho&quot; (1910), por Lovis Corinth (1858 - 1925)."/></div></a></div></div>



<p class="has-text-align-center wp-block-paragraph"><br><em><a href="https://culturadefato.com.br/velhos-espartilhos/">Velhos espartilhos</a></em></p>
</div></div>



<div id="col-g-e77qeb7" class="wp-block-gutentor-m0-col col-g-e77qeb7 gutentor-carousel-item"><div id="section-g-e77qeb7" class="section-g-e77qeb7 gutentor-col-wrap has-color-bg has-custom-bg">
<div id="section-g-010n3oe" class="wp-block-gutentor-e6 section-g-010n3oe gutentor-element gutentor-element-image text-align-center-desktop"><div class="gutentor-element-image-box"><a class="gutentor-element-image-link" href="https://culturadefato.com.br/assassinar-o-gesto-de-amor/"><div class="gutentor-image-thumb"><img decoding="async" class="normal-image" src="https://culturadefato.com.br/wp-content/uploads/2023/08/CenaDe_CasaDeBernardaAlba.jpg" alt="Cena da peça teatral &quot;A Casa de Bernarda Alba&quot;, de Federico García Lorca (1898 - 1936)."/></div></a></div></div>



<p class="has-text-align-center wp-block-paragraph"><br><em><a href="https://culturadefato.com.br/assassinar-o-gesto-de-amor/">Assassinar o gesto de amor</a></em></p>
</div></div>



<div id="col-g-kgvn121" class="wp-block-gutentor-m0-col col-g-kgvn121 gutentor-carousel-item"><div id="section-g-kgvn121" class="section-g-kgvn121 gutentor-col-wrap has-color-bg has-custom-bg">
<div id="section-g-biscskb" class="wp-block-gutentor-e6 section-g-biscskb gutentor-element gutentor-element-image text-align-center-desktop"><div class="gutentor-element-image-box"><a class="gutentor-element-image-link" href="https://culturadefato.com.br/os-ricos-pobres/"><div class="gutentor-image-thumb"><img decoding="async" class="normal-image" src="https://culturadefato.com.br/wp-content/uploads/2020/07/PapelHigienicoDeOuro.jpeg" alt="Papel Higiênico de Ouro"/></div></a></div></div>



<p class="has-text-align-center wp-block-paragraph"><br><em><a href="https://culturadefato.com.br/os-ricos-pobres/">Os ricos-pobres</a></em><br>(artigo complementar)</p>
</div></div>
</div></div></section>



<br>
<p>O post <a href="https://culturadefato.com.br/carta-ao-milionario-brasileiro/">Carta ao milionário brasileiro</a> apareceu primeiro em <a href="https://culturadefato.com.br">Cultura de Fato</a>.</p>
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		<title>O modelo certo</title>
		<link>https://culturadefato.com.br/o-modelo-certo/</link>
					<comments>https://culturadefato.com.br/o-modelo-certo/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Silvio Lopes]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 20 Oct 2025 00:57:42 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Filosofia e História]]></category>
		<category><![CDATA[Aristóteles]]></category>
		<category><![CDATA[Comunismo]]></category>
		<category><![CDATA[Socialismo]]></category>
		<category><![CDATA[Thomas de Kempis]]></category>
		<category><![CDATA[Winston Churchill]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://culturadefato.com.br/?p=25977</guid>

					<description><![CDATA[<p>“Não só o socialismo, mas a sua expressão mais aguda — o comunismo —, se especializaram em tornar o homem escravo da ideologia que, para se impor, não reluta em dizimar sem dó nem piedade a seus opositores.”</p>
<p>O post <a href="https://culturadefato.com.br/o-modelo-certo/">O modelo certo</a> apareceu primeiro em <a href="https://culturadefato.com.br">Cultura de Fato</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="has-text-align-center wp-block-paragraph">“<em>A diferença básica é que os animais não escolhem um estúpido para os liderar.</em>”<br><span data-tooltip-position="top" data-tooltip="Sir Winston Leonard Spencer-Churchill (1874 - 1965), político conservador e estadista britânico. Famoso principalmente por sua atuação como primeiro-ministro do Reino Unido durante a Segunda Guerra Mundial.">Winston Churchill</span> (1874 &#8211; 1965)</p>



<hr class="wp-block-separator has-alpha-channel-opacity is-style-wide"/>



<br>



<p class="has-drop-cap wp-block-paragraph">De todos os modelos de sociedade, desde os tempos faraônicos, podemos dizer, como sentenciou <span data-tooltip-position="top" data-tooltip="Tomás de Kempis (1380 - 1471) foi um monge alemão. Escreveu uma série de mensagens que influenciaram a Igreja de Cristo ao logo dos séculos. Aos 12 anos foi estudar na escola de Deventer, na Holanda, onde precocemente revelou muito talento. ''A Imitação de Cristo'' destaca-se o seu livro mais célebre.">Thomas de Kempis</span> ( séc. XV), em “<a href="https://amzn.to/49dOwTH" target="_blank" rel="noreferrer noopener sponsored nofollow">A Imitação de Cristo</a>”, “o capitalismo democrático pode não ser o reino de Deus na terra; mas, com certeza, o socialismo é o inferno materializado”.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Não só o socialismo, mas a sua expressão mais aguda — o comunismo —, se especializaram em tornar o homem escravo da ideologia que, para se impor, não reluta em dizimar sem dó nem piedade a seus opositores.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O socialismo nega, peremptoriamente, os princípios e valores que dignificam o ser humano como sua liberdade de ir e vir, de pensar e agir, e de devoção ou proximidade com o divino. O desprezo a Deus ou a algo que lhe seja superior, fora da cartilha ideológica, constitui o <em>modus operandi</em> dos que te querem dominar e tornar instrumento de opressão em prol da “causa ideológica”.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Bem diferente da sujeição ou domínio <span data-tooltip-position="top" data-tooltip="Ref. Aristóteles (384 a. C. - 322 a. C.) foi filósofo grego. Aluno de Platão (428 ou 427 a. C. - 348 ou 347 a. C.) e professor de Alexandre o Grande (356 a. C. - 323 a. C.).">Aristotélico</span>, que estabelece as regras e normas de civilidade, nas quais a ordem e a saudável convivência entre humanos requer a adoção de padrões de autoridade indispensáveis e capazes de evitar o caos generalizado. É a chamada hierarquia de valores, em que os mais aptos são ungidos para exercer ascendência sobre os demais, na bem conhecida relação comandantes e comandados.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Temos falhado, porém, e terrivelmente, na escolha de nossas lideranças. Certa feita, perguntado sobre a diferença entre os homens e os animais, <span data-tooltip-position="top" data-tooltip="Sir Winston Leonard Spencer-Churchill (1874 - 1965), político conservador e estadista britânico. Famoso principalmente por sua atuação como primeiro-ministro do Reino Unido durante a Segunda Guerra Mundial.">Winston Churchill</span> observou: “A diferença básica é que os animais não escolhem um estúpido para os liderar”.</p>



<p class="wp-block-paragraph">E nós, brasileiros, até quando vamos continuar a viver estupidamente, condenando a nação a um futuro de desalento, de desconstrução e chafurdada na corrupção institucionalizada que só nos leva ainda mais para o fundo do poço civilizatório?</p>



<br>



<p class="has-text-align-right wp-block-paragraph">Por <a href="https://culturadefato.com.br/author/silviolopes/">Silvio Lopes</a>.<br>O autor é jornalista, economista e palestrante sobre Economia Comportamental.<br>Publicado originalmente no&nbsp;<em><a href="https://www.puggina.org/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">website</a></em>&nbsp;de&nbsp;<a href="https://www.puggina.org/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Percival Puggina</a>, em 16 de outubro de 2025.</p>



<br>



<p class="has-background has-very-light-gray-background-color wp-block-paragraph"><strong>Nota da editoria:</strong><br><br>Imagem da capa: “<em>Monkey Parliament</em>” (2009), de Banksy.</p>



<br>



<hr class="wp-block-separator has-alpha-channel-opacity is-style-dots"/>



<br>



<h2 class="wp-block-heading has-text-align-center">Saiba mais, leia:</h2>



<br>



<section id="gm71bf303" class="wp-block-gutentor-m0 alignfull section-gm71bf303 gutentor-module gutentor-module-carousel has-color-bg has-custom-bg gutentor-slick-a-default-desktop gutentor-slick-a-default-tablet gutentor-slick-a-default-mobile"><div class="grid-container"><div class="gutentor-module-carousel-row" data-dots="false" data-dotstablet="false" data-dotsmobile="false" data-arrows="true" data-arrowstablet="true" data-arrowsmobile="true" data-infinite="true" data-autoplay="true" data-draggable="true" data-pauseonfocus="true" data-pauseonhover="true" data-autoplayspeed="4500" data-cmondesktop="false" data-cmontablet="false" data-cmonmobile="false" data-nextarrow="fas fa-angle-right" data-prevarrow="fas fa-angle-left" data-arrowspositiondesktop="gutentor-slick-a-default-desktop" data-arrowspositiontablet="gutentor-slick-a-default-tablet" data-arrowspositionmobile="gutentor-slick-a-default-mobile" data-speed="300" data-slideitemdesktop="2" data-slideitemtablet="3" data-slideitemmobile="2" data-slidescroll-desktop="2" data-slidescroll-tablet="3" data-slidescroll-mobile="2">
<div id="col-g-g79x41c" class="wp-block-gutentor-m0-col col-g-g79x41c gutentor-carousel-item"><div id="section-g-g79x41c" class="section-g-g79x41c gutentor-col-wrap has-color-bg has-custom-bg">
<div id="section-g-3g3enag" class="wp-block-gutentor-e6 section-g-3g3enag gutentor-element gutentor-element-image text-align-center-desktop"><div class="gutentor-element-image-box"><a class="gutentor-element-image-link" href="https://culturadefato.com.br/estamos-em-queda-livre/"><div class="gutentor-image-thumb"><img decoding="async" class="normal-image" src="https://culturadefato.com.br/wp-content/uploads/2025/09/OsComedoresDeBatata.jpg" alt="Obra: &quot;Os comedores de batata&quot; (1885), de Vincent van Gogh (1853 - 1890)."/></div></a></div></div>



<p class="has-text-align-center wp-block-paragraph"><br><em><a href="https://culturadefato.com.br/estamos-em-queda-livre/">Estamos em queda livre</a></em>,<br>por <a href="https://culturadefato.com.br/author/stephenkanitz/">Stephen Kanitz</a></p>
</div></div>



<div id="col-g-18sisi1" class="wp-block-gutentor-m0-col col-g-18sisi1 gutentor-carousel-item"><div id="section-g-18sisi1" class="section-g-18sisi1 gutentor-col-wrap has-color-bg has-custom-bg">
<div id="section-g-6va3p29" class="wp-block-gutentor-e6 section-g-6va3p29 gutentor-element gutentor-element-image text-align-center-desktop"><div class="gutentor-element-image-box"><a class="gutentor-element-image-link" href="https://culturadefato.com.br/jornalismo-em-negacao/"><div class="gutentor-image-thumb"><img decoding="async" class="normal-image" src="https://culturadefato.com.br/wp-content/uploads/2025/09/OQuartoEstado.jpg" alt="Obra: &quot;O quarto Estado&quot; (1901), de Giuseppe Pellizza da Volpedo (1868 - 1907)."/></div></a></div></div>



<p class="has-text-align-center wp-block-paragraph"><br><em><a href="https://culturadefato.com.br/jornalismo-em-negacao/">Jornalismo em negação</a></em>,<br>por <a href="https://culturadefato.com.br/author/percivalpuggina/">Percival Puggina</a></p>
</div></div>



<div id="col-g-l01u8uj" class="wp-block-gutentor-m0-col col-g-l01u8uj gutentor-carousel-item"><div id="section-g-l01u8uj" class="section-g-l01u8uj gutentor-col-wrap has-color-bg has-custom-bg">
<div id="section-g-h974ihy" class="wp-block-gutentor-e6 section-g-h974ihy gutentor-element gutentor-element-image text-align-center-desktop"><div class="gutentor-element-image-box"><a class="gutentor-element-image-link" href="https://culturadefato.com.br/mais-medicos-o-petismo-e-a-senzala-cubana/"><div class="gutentor-image-thumb"><img decoding="async" class="normal-image" src="https://culturadefato.com.br/wp-content/uploads/2025/08/ExtracaoPedraLoucura.jpg" alt="Obra: &quot;A Extração da Pedra da Loucura&quot; (1475 - 1480), de Hieronymus Bosch (1450 - 1516)."/></div></a></div></div>



<p class="has-text-align-center wp-block-paragraph"><br><em><a href="https://culturadefato.com.br/mais-medicos-o-petismo-e-a-senzala-cubana/">Mais médicos: o petismo e a senzala cubana</a></em>,<br>por <a href="https://culturadefato.com.br/author/percivalpuggina/">Percival Puggina</a></p>
</div></div>



<div id="col-g-q9eacmk" class="wp-block-gutentor-m0-col col-g-q9eacmk gutentor-carousel-item"><div id="section-g-q9eacmk" class="section-g-q9eacmk gutentor-col-wrap has-color-bg has-custom-bg">
<div id="section-g-cis97ll" class="wp-block-gutentor-e6 section-g-cis97ll gutentor-element gutentor-element-image text-align-center-desktop"><div class="gutentor-element-image-box"><a class="gutentor-element-image-link" href="https://culturadefato.com.br/o-stf-e-a-admiracao-pela-ditadura-chinesa/"><div class="gutentor-image-thumb"><img decoding="async" class="normal-image" src="https://culturadefato.com.br/wp-content/uploads/2025/08/Execution.jpg" alt="Obra: &quot;Execução&quot; (1995), de Yue Minjun."/></div></a></div></div>



<p class="has-text-align-center wp-block-paragraph"><br><em><a href="https://culturadefato.com.br/o-stf-e-a-admiracao-pela-ditadura-chinesa/">O STF e a admiração pela ditadura chinesa</a></em>,<br>por <a href="https://culturadefato.com.br/author/revistatimeline/">Revista Timeline</a></p>
</div></div>



<div id="col-g-l571163" class="wp-block-gutentor-m0-col col-g-l571163 gutentor-carousel-item"><div id="section-g-l571163" class="section-g-l571163 gutentor-col-wrap has-color-bg has-custom-bg">
<div id="section-g-0ov6vii" class="wp-block-gutentor-e6 section-g-0ov6vii gutentor-element gutentor-element-image text-align-center-desktop"><div class="gutentor-element-image-box"><a class="gutentor-element-image-link" href="https://culturadefato.com.br/salvaram-o-estado-democratico-de-direito-mesmo-quando/"><div class="gutentor-image-thumb"><img decoding="async" class="normal-image" src="https://culturadefato.com.br/wp-content/uploads/2025/08/TheJurist_GiuseppeArcimboldo.jpg" alt="Obra: &quot;The Jurist&quot; (1566), de Giuseppe Arcimboldo (1527 - 1593)."/></div></a></div></div>



<p class="has-text-align-center wp-block-paragraph"><br><em><a href="https://culturadefato.com.br/salvaram-o-estado-democratico-de-direito-mesmo-quando/">Salvaram o Estado Democrático de Direito? Mesmo? Quando?</a></em>,<br>por <a href="https://culturadefato.com.br/author/percivalpuggina/">Percival Puggina</a></p>
</div></div>



<div id="col-g-l3ud1lc" class="wp-block-gutentor-m0-col col-g-l3ud1lc gutentor-carousel-item"><div id="section-g-l3ud1lc" class="section-g-l3ud1lc gutentor-col-wrap has-color-bg has-custom-bg">
<div id="section-g-w11qp9q" class="wp-block-gutentor-e6 section-g-w11qp9q gutentor-element gutentor-element-image text-align-center-desktop"><div class="gutentor-element-image-box"><a class="gutentor-element-image-link" href="https://culturadefato.com.br/os-dez-esteios-do-regime/"><div class="gutentor-image-thumb"><img decoding="async" class="normal-image" src="https://culturadefato.com.br/wp-content/uploads/2025/07/TheTriumphDeath_PieterBruegel.jpg" alt="Obra: &quot;The triumph of death&quot; (aprox.1562), por Pieter Bruegel (1525–1530 - 1569), o Velho."/></div></a></div></div>



<p class="has-text-align-center wp-block-paragraph"><br><em><a href="https://culturadefato.com.br/os-dez-esteios-do-regime/">Os dez esteios do regime</a></em>,<br>por <a href="https://culturadefato.com.br/author/percivalpuggina/">Percival Puggina</a></p>
</div></div>



<div id="col-g-p7vlak4" class="wp-block-gutentor-m0-col col-g-p7vlak4 gutentor-carousel-item"><div id="section-g-p7vlak4" class="section-g-p7vlak4 gutentor-col-wrap has-color-bg has-custom-bg">
<div id="section-g-sz22zml" class="wp-block-gutentor-e6 section-g-sz22zml gutentor-element gutentor-element-image text-align-center-desktop"><div class="gutentor-element-image-box"><a class="gutentor-element-image-link" href="https://culturadefato.com.br/as-jaboticabas-no-pomar-do-eden/"><div class="gutentor-image-thumb"><img decoding="async" class="normal-image" src="https://culturadefato.com.br/wp-content/uploads/2025/07/Jabuticabas.jpg" alt="Obra: &quot;Jabuticabas&quot; (2019), por Rosângela Vig."/></div></a></div></div>



<p class="has-text-align-center wp-block-paragraph"><br><em><a href="https://culturadefato.com.br/as-jaboticabas-no-pomar-do-eden/">As jaboticabas no pomar do Éden</a></em>,<br>por <a href="https://culturadefato.com.br/author/percivalpuggina/">Percival Puggina</a></p>
</div></div>



<div id="col-g-e77qeb7" class="wp-block-gutentor-m0-col col-g-e77qeb7 gutentor-carousel-item"><div id="section-g-e77qeb7" class="section-g-e77qeb7 gutentor-col-wrap has-color-bg has-custom-bg">
<div id="section-g-010n3oe" class="wp-block-gutentor-e6 section-g-010n3oe gutentor-element gutentor-element-image text-align-center-desktop"><div class="gutentor-element-image-box"><a class="gutentor-element-image-link" href="https://culturadefato.com.br/postagens-selecionadas-do-telegram-julho-de-2025/#Top04"><div class="gutentor-image-thumb"><img decoding="async" class="normal-image" src="https://culturadefato.com.br/wp-content/uploads/2025/08/MercuryAndArgus_DiegoVelazquez.jpg" alt="Obra: &quot;Mercury and Argus&quot; (1659), por Diego Vélasquez (1599 – 1660)."/></div></a></div></div>



<p class="has-text-align-center wp-block-paragraph"><br><em><a href="https://culturadefato.com.br/postagens-selecionadas-do-telegram-julho-de-2025/#Top04">Resumo da semana, entre 28 de julho e 1º de agosto de 2025</a></em>, por Luís Ernesto Lacombe</p>
</div></div>



<div id="col-gm666515" class="wp-block-gutentor-m0-col col-gm666515 gutentor-carousel-item"><div id="section-gm666515" class="section-gm666515 gutentor-col-wrap has-color-bg has-custom-bg">
<div id="section-g1aec69" class="wp-block-gutentor-e6 section-g1aec69 gutentor-element gutentor-element-image text-align-center-desktop"><div class="gutentor-element-image-box"><a class="gutentor-element-image-link" href="https://culturadefato.com.br/o-brasil-ja-nao-tem-um-sistema-democratico-liberal-passo-a-redundancia/"><div class="gutentor-image-thumb"><img decoding="async" class="normal-image" src="https://culturadefato.com.br/wp-content/uploads/2025/01/SupremeCourt.jpg" alt="Obra: &quot;Our Overworked Supreme Court&quot; (1885), por J. Keppler (1838 - 1894)."/></div></a></div></div>



<p class="has-text-align-center wp-block-paragraph"><br><em><a href="https://culturadefato.com.br/o-brasil-ja-nao-tem-um-sistema-democratico-liberal-passo-a-redundancia/">O Brasil já não tem um sistema “democrático liberal” (passo a redundância)</a></em>, por <a href="https://culturadefato.com.br/author/orlandobraga/">Orlando Braga</a></p>
</div></div>



<div id="col-gm04c701" class="wp-block-gutentor-m0-col col-gm04c701 gutentor-carousel-item"><div id="section-gm04c701" class="section-gm04c701 gutentor-col-wrap has-color-bg has-custom-bg">
<div id="section-g348acf" class="wp-block-gutentor-e6 section-g348acf gutentor-element gutentor-element-image text-align-center-desktop"><div class="gutentor-element-image-box"><a class="gutentor-element-image-link" href="https://culturadefato.com.br/inss-o-escandalo-so-cresce/"><div class="gutentor-image-thumb"><img decoding="async" class="normal-image" src="https://culturadefato.com.br/wp-content/uploads/2021/07/VictorDubreuil_TonneauxDArgent.jpg" alt="Obra &quot;Barris de Prata&quot; (1897) de Victor Dubreuil (1846 - 1946)"/></div></a></div></div>



<p class="has-text-align-center wp-block-paragraph"><br><a href="https://culturadefato.com.br/inss-o-escandalo-so-cresce/"><em>INSS: O escândalo só cresce!</em></a>,<br>por <a href="https://culturadefato.com.br/author/revistatimeline/">Revista Timeline</a></p>
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<div id="col-g-suil7c5" class="wp-block-gutentor-m0-col col-g-suil7c5 gutentor-carousel-item"><div id="section-g-suil7c5" class="section-g-suil7c5 gutentor-col-wrap has-color-bg has-custom-bg">
<div id="section-g-a1liwq1" class="wp-block-gutentor-e6 section-g-a1liwq1 gutentor-element gutentor-element-image text-align-center-desktop"><div class="gutentor-element-image-box"><a class="gutentor-element-image-link" href="https://culturadefato.com.br/se-a-lava-jato-nao-sobreviver-em-nos/"><div class="gutentor-image-thumb"><img decoding="async" class="normal-image" src="https://culturadefato.com.br/wp-content/uploads/2024/03/GabrielGiucci_Desvios.jpg" alt="Gabriel Giucci - Desvios"/></div></a></div></div>



<p class="has-text-align-center wp-block-paragraph"><br><em><a href="https://culturadefato.com.br/se-a-lava-jato-nao-sobreviver-em-nos/">Se a Lava Jato não sobreviver em nós…</a></em>,<br>por <a href="https://culturadefato.com.br/author/percivalpuggina/">Percival Puggina</a></p>
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<div id="col-g-qt10030" class="wp-block-gutentor-m0-col col-g-qt10030 gutentor-carousel-item"><div id="section-g-qt10030" class="section-g-qt10030 gutentor-col-wrap has-color-bg has-custom-bg">
<div id="section-g-g0rts99" class="wp-block-gutentor-e6 section-g-g0rts99 gutentor-element gutentor-element-image text-align-center-desktop"><div class="gutentor-element-image-box"><a class="gutentor-element-image-link" href="https://culturadefato.com.br/poder-legitimo-e-ilegitimo/"><div class="gutentor-image-thumb"><img decoding="async" class="normal-image" src="https://culturadefato.com.br/wp-content/uploads/2021/09/RasgandoAConstituicao.jpg" alt="Rasgando a Constituição, por @OIlustra."/></div></a></div></div>



<p class="has-text-align-center wp-block-paragraph"><br><em><a href="https://culturadefato.com.br/poder-legitimo-e-ilegitimo/">Poder legítimo e ilegítimo</a></em>,<br>por <a href="https://culturadefato.com.br/author/ludmilalinsgrilo/">Ludmila Lins Grilo</a></p>
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		<title>Comunismo e nazismo: dois monstros idênticos</title>
		<link>https://culturadefato.com.br/comunismo-e-nazismo-dois-monstros-identicos/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Ion Mihai Pacepa]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 13 Oct 2025 03:49:14 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Filosofia e História]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>“O livro <em>O Diabo na História</em>, do professor Vladimir Tismaneanu, é a obra definitiva sobre estas duas pestes bubônicas. Extremamente documentado e elegantemente escrito, traz à luz não apenas as semelhanças ideológicas entre fascismo e comunismo mas também os métodos de manipulação semelhantes usados por ambos.”</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p class="has-text-align-center wp-block-paragraph">“<em>Lênin não foi apenas o fundador da propaganda política,</em><br><em>o sacerdote supremo de uma nova eclesiologia do partido infalível onisciente,</em><br><em>mas também o demiurgo do sistema do campo de concentração e o apóstolo do terror universal.</em>”<br><span data-tooltip-position="top" data-tooltip="Vladimir Tismăneanu é um cientista político romeno-americano, analista político, sociólogo e professor da Universidade de Maryland, College Park.">Vladimir Tismaneanu</span></p>



<hr class="wp-block-separator has-alpha-channel-opacity is-style-wide"/>



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<p class="has-drop-cap wp-block-paragraph">O livro “<a href="https://amzn.to/42EWTUt" target="_blank" rel="noreferrer noopener sponsored nofollow">The Devil in History: Communism, Fascism and Some Lessons of the Twentieth Century</a>” [“<a href="https://amzn.to/43b0kSP" target="_blank" rel="noreferrer noopener sponsored nofollow">O Diabo na História</a>”], do professor <span data-tooltip-position="top" data-tooltip="Vladimir Tismăneanu é um cientista político romeno-americano, analista político, sociólogo e professor da Universidade de Maryland, College Park.">Vladimir Tismaneanu</span>, é o livro definitivo sobre estas duas pestes bubônicas. Extremamente documentado e elegantemente escrito, traz à luz não apenas as semelhanças ideológicas entre fascismo e comunismo mas também os métodos de manipulação semelhantes usados por ambos para criar movimentos de massa destinados a fins apocalípticos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Eu vivi tanto sob o Terceiro Reich quanto sob o Império Soviético e sei que um mero mortal qualquer que ousasse traçar um mínimo paralelo entre comunismo e nazismo acabaria atrás das grades — se tivesse sorte. Os nazistas, indignados, descartavam qualquer relação com o comunismo, do mesmo modo como os comunistas, nervosamente, rejeitavam qualquer comparação com o nazismo/fascismo. Mas não os seus líderes. No dia 23 de agosto de 1939, quando o ministro das Relações Exteriores soviético, <span data-tooltip-position="top" data-tooltip="Viatcheslav Mikhailovitch Molotov (1890 - 1986), nascido Scriabin, foi um diplomata e político da União Soviética de destaque entre os anos 20 e 50 do século XX.">Vyacheslav Molotov</span>, e o seu colega alemão equivalente, <span data-tooltip-position="top" data-tooltip="Ulrich Friedrich Wilhelm Joachim von Ribbentrop (1893 - 1946) foi um político alemão, ministro de Relações Exteriores da Alemanha Nazista entre 1938 e 1945 e uma das principais e influentes figuras do Terceiro Reich de Adolf Hitler.">Joachim von Ribbentrop</span>, se reuniram no Kremlin para assinar o infame <a href="https://encyclopedia.ushmm.org/content/pt-br/article/german-soviet-pact" target="_blank" rel="noreferrer noopener nofollow">Pacto de Não-agressão <span data-tooltip-position="top" style="color: #4682b4;" data-tooltip="Adolf Hitler (1889 - 1945) foi a figura central do Holocausto.">Hitler</span>&#8211;<span data-tooltip-position="top" style="color: #4682b4;" data-tooltip="Josef Stalin (1878 - 1953): Revolucionário comunista e político soviético de origem georgiana.">Stalin</span></a>, Stalin estava eufórico. Ele disse a Ribbentrop: “O governo soviético leva muito a sério este novo pacto. Eu posso garantir, sob a minha palavra de honra, que a União Soviética não trairá o seu parceiro”. (<span data-tooltip-position="top" data-tooltip="John Willard Toland (1912 - 2004) foi um escritor e historiador americano. Ele é mais conhecido por uma biografia de Adolf Hitler e uma história vencedora do Prêmio Pulitzer do Japão na época da Segunda Guerra Mundial, ''The Rising Sun''.">John Toland</span>, “<a href="https://amzn.to/4okZw6k" target="_blank" rel="noreferrer noopener sponsored nofollow">Adolf Hitler</a>”. New York: Doubleday, 1976, página 548)</p>



<p class="wp-block-paragraph">Havia muitas razões para Stalin estar alegre. Tanto ele quanto Hitler acreditavam na necessidade histórica de expandir o território dos seus impérios. Stalin chamava isso de “revolução do proletariado mundial”. Hitler chamava de “Lebensraum” (espaço vital). Ambos basearam as suas tiranias no roubo. Hitler roubou a riqueza dos judeus. Stalin roubou a riqueza da igreja e da burguesia. Ambos odiavam religião, e ambos substituíram Deus pelo culto às suas próprias pessoas. Ambos eram também profundamente anti-semitas. Hitler matou cerca de 6 milhões de judeus. Durante a década de 1930, apenas Stalin — oriundo da Georgia, onde os judeus haviam sido escravos até 1871 — prendeu cerca de 7 milhões de russos (a maior parte judeus) sob a acusação de espionagem a serviço do sionismo americano e os matou.</p>



<p class="img-direita wp-block-paragraph"><a href="https://amzn.to/43b0kSP" target="_blank" rel="noreferrer noopener sponsored nofollow"><img loading="lazy" decoding="async" width="489" height="745" class="wp-image-25951" src="https://culturadefato.com.br/wp-content/uploads/2025/10/ODiaboNaHistoria.jpg" alt="Capa da obra: &quot;O Diabo naHistória&quot;, de Vladimir Tismăneanu."></a>“<a href="https://amzn.to/42EWTUt" target="_blank" rel="noreferrer noopener sponsored nofollow">The Devil In History</a>” [“<a href="https://amzn.to/43b0kSP" target="_blank" rel="noreferrer noopener sponsored nofollow">O Diabo na História</a>”] não é o primeiro livro a estudar a relação entre fascismo e comunismo, mas é o primeiro escrito por um eminente estudioso em cujo sangue correm os genes dos dois movimentos. Os pais de Vladimir Tismaneanu lutaram pelo fascismo nas Brigadas Internacionais durante a <span data-tooltip="A Guerra Civil Espanhola (1936–1939) opôs republicanos e nacionalistas; estes contaram com apoio de Hitler e Mussolini, enquanto a União Soviética apoiou os republicanos." data-tooltip-position="top">Guerra Civil Espanhola</span>, viveram em Moscou durante a <span data-tooltip-position="top" data-tooltip="Segunda Guerra Mundial: conflito militar global ocorrido entre 1939 e 1945.">Segunda Guerra Mundial</span> como ativistas comunistas, compreenderam as tragédias provocadas pelo comunismo e terminaram a vida profundamente desencantados. O próprio Vladimir foi seduzido pelo <span data-tooltip-position="top" data-tooltip="Filosofia baseada em Karl Marx (1818 - 1883), que foi um revolucionário socialista, nascido em 1818 em Tréveris (Prússia) e falecido em 1883 na cidade de Londres (Reino Unido).">marxismo</span> (especialmente pelo neo-marxismo da Escola de Frankfurt) até deixar a Romênia, aos 30 anos de idade, em 1981. Ele se tornou professor anti-comunista especialista em estudos soviéticos e do leste europeu quando o marxismo-<span data-tooltip-position="top" data-tooltip="Filosofia baseada em Vladimir Ilyich Ulyanov (1870 - 1924), que foi um revolucionário comunista, político e teórico político russo.">leninismo</span> estava com força total e chefiou a Comissão Presidencial da Romênia para o Estudo da Ditadura Comunista em seu país, que condenou fortemente as atrocidades do comunismo. O primeiro livro de Vladimir em inglês foi publicado em 1988.&nbsp;O título é revelador — “<a href="https://amzn.to/4h32zxi" target="_blank" rel="noreferrer noopener sponsored nofollow" style="color: #4682b4;"><span data-tooltip="A Crise da Ideologia Marxista na Europa Oriental: A Pobreza da Utopia" data-tooltip-position="top" style="color: #4682b4;">The Crisis&nbsp;</span><span data-tooltip="A Crise da Ideologia Marxista na Europa Oriental: A Pobreza da Utopia" data-tooltip-position="top" style="color: #4682b4;"> of Marxist</span> <span data-tooltip="A Crise da Ideologia Marxista na Europa Oriental: A Pobreza da Utopia" data-tooltip-position="top" style="color: #4682b4;">Ideology in Eastern</span><span data-tooltip="A Crise da Ideologia Marxista na Europa Oriental: A Pobreza da Utopia" data-tooltip-position="top" style="color: #4682b4;"> Europe: The</span><span data-tooltip="A Crise da Ideologia Marxista na Europa Oriental: A Pobreza da Utopia" style="color: #4682b4;" data-tooltip-position="top"> Poverty of Utopia</span></a>”.&nbsp;Quando muitos kremlinologistas focavam os seus estudos nas elites comunistas e nos conflitos mortais, Tismaneanu percebeu que o comportamento das elites era explicado pelo sistema de crenças leninista. Os líderes comunistas eram assassinos, sem dúvida, mas eram assassinos com uma ideologia. <span data-tooltip-position="top" data-tooltip="Nicolae Ceaușescu (1918 -1989) foi um político romeno que serviu como Secretário-Geral do Partido Comunista do seu país de 1965 a 1989, servindo também, a partir de 1974, como Presidente da República Socialista da Romênia. Seu governo ditatorial foi derrubado como um resultado do que ficou conhecido como Revolução de Natal.">Nicolae Ceausescu</span>, a quem conheci muito bem, era um comunista fanático que acreditava realmente que o comunismo estava do lado certo da história.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“<a href="https://amzn.to/42EWTUt" target="_blank" rel="noreferrer noopener sponsored nofollow">The Devil In History</a>” [“<a href="https://amzn.to/43b0kSP" target="_blank" rel="noreferrer noopener sponsored nofollow">O Diabo na História</a>”] é tanto um livro sobre o passado quanto um livro sobre o futuro. Em novembro de 1989, quando o Muro de Berlim foi derrubado, milhões de pessoas gritaram “O comunismo morreu”. O comunismo soviético, como forma de governo, realmente morrera. Mas uma nova geração de pessoas, cujo conhecimento da vida sob o comunismo é pouco ou nulo, está tentando dar a esta heresia, agora vestida em trajes socialistas, uma nova vida na França, Grécia, Espanha, Portugal, Venezuela, Argentina, Brasil e Equador, e poucas pessoas estão prestando atenção a este fato. Em 15 de fevereiro de 2003, milhões de europeus tomaram as ruas, não para celebrar a liberdade desfrutada graças à luta dos americanos para impedir que eles se tornassem escravos soviéticos, mas para condenar o imperialismo americano, conforme descrito em “<a href="https://amzn.to/4h8VOdA" target="_blank" rel="noreferrer noopener sponsored nofollow">Empire</a>” (de <span data-tooltip-position="top" data-tooltip="Michael Hardt é um teórico literário e filósofo político estadunidense que leciona na Duke University.">Michael Hardt</span> e <span data-tooltip-position="top" data-tooltip="Antonio Negri (1933 - 2023), também conhecido como Toni Negri, foi um filósofo político marxista, acadêmico e militante político italiano.">Antonio Negri</span>, Harvard University Press, 2000), livro cujo co-autor, Antonio Negri, um terrorista disfarçado de professor marxista, esteve preso pelo envolvimento no sequestro e assassinato do primeiro ministro italiano <span data-tooltip-position="top" data-tooltip="Aldo Moro foi um jurista, professor e político italiano. Foi primeiro-ministro da Itália de 1963 até 1968 e de 1974 até 1976. Membro ativo da Igreja Católica, foi um dos líderes mais destacados da democracia cristã na Itália.">Aldo Moro</span>. O jornal The New York Times chamou o atual Manifesto Comunista de Negri de “o livro quente e inteligente do momento”. (David Pryce-Jones, “Evil Empire, The Communist ‘hot, smart book of the moment’”, National Review Online, 17 de setembro de 2001).</p>



<p class="wp-block-paragraph">Durante 27 anos da minha outra vida, na Romênia, eu estive envolvido em operações destinadas a criar inúmeros Antonios Negris para desempenhar o papel de guerreiros da <span data-tooltip="Rivalidade política, ideológica e militar entre os Estados Unidos e a União Soviética após a Segunda Guerra Mundial. Sem confronto direto, o conflito se manifestou por meio de disputas econômicas, tecnológicas, armamentistas e de influência global." data-tooltip-position="top">Guerra Fria</span> em toda a Europa Oriental e usá-los para jogar a região contra os Estados Unidos. “<a href="https://amzn.to/42EWTUt" target="_blank" rel="noreferrer noopener sponsored nofollow">The Devil In History</a>” [“<a href="https://amzn.to/43b0kSP" target="_blank" rel="noreferrer noopener sponsored nofollow">O Diabo na História</a>”] é um estudo enciclopédico sobre como a máquina de desinformação soviética e pós-soviética usou aqueles Negris para converter o antigo ódio europeu pelos nazistas em ódio aos EUA, o novo poder de ocupação.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Em 1851, quando <span data-tooltip-position="top" data-tooltip="Luís Napoleão Bonaparte (1808 - 1873), conhecido como Napoleão III, o primeiro presidente da República Francesa eleito por sufrágio universal e o último imperador da França. Ele era filho do irmão de Napoleão, Luís Bonaparte, que foi Rei da Holanda.">Luís Bonaparte</span>, o vil sobrinho de <span data-tooltip-position="top" data-tooltip="Napoleão Bonaparte (1769 - 1821) foi um estadista e líder militar francês que ganhou destaque durante a Revolução Francesa e liderou várias campanhas militares de sucesso durante as Guerras Revolucionárias Francesas. Foi Imperador dos Franceses como Napoleão I de 1804 a 1814 e brevemente em 1815 durante os Cem Dias.">Napoleão</span>, tomou o poder na França, <span data-tooltip-position="top" data-tooltip="Karl Marx (1818 - 1883) foi um revolucionário socialista, nascido em 1818 em Tréveris (Prússia) e falecido em 1883 na cidade de Londres (Reino Unido).">Karl Marx</span> disse a sua agora famosa máxima: “A história sempre se repete, a primeira vez como tragédia, a segunda como farsa”. “<a href="https://amzn.to/42EWTUt" target="_blank" rel="noreferrer noopener sponsored nofollow">The Devil In History</a>” [“<a href="https://amzn.to/43b0kSP" target="_blank" rel="noreferrer noopener sponsored nofollow">O Diabo na História</a>”] documenta os atuais esforços dos esquerdistas para reviver as mentiras soviéticas, e isto mostra a sua ridícula natureza.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“<a href="https://amzn.to/42EWTUt" target="_blank" rel="noreferrer noopener sponsored nofollow">The Devil In History</a>” [“<a href="https://amzn.to/43b0kSP" target="_blank" rel="noreferrer noopener sponsored nofollow">O Diabo na História</a>”] tem não apenas importância ideológica mas também histórica, pois torna o seu autor, Vladimir Tismaneanu, uma versão americana conservadora de <span data-tooltip-position="top" data-tooltip="Eric John Ernest Hobsbawm (1917 - 2012) foi um historiador marxista britânico bastante reconhecido do século XX. Ao longo de toda a sua vida, Hobsbawm foi membro do Partido Comunista Britânico.">Eric Hobsbawm</span>, o mais respeitado historiador britânico.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Hobsbawm, morto há pouco com a venerável idade de 95 anos, era um polímata erudito, um esplêndido pesquisador e um excelente escritor. Infelizmente, também resolveu ser um marxista profissional e os marxistas são, por definição, mentirosos. Eles são&nbsp;<em>obrigados a mentir</em>&nbsp;porque a realidade de todas as sociedades marxistas tem sido devastadora, a um nível espantoso. Mais de 115 milhões de pessoas foram mortas em todo mundo na tentativa de manter vivas as mentiras do marxismo.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O quarteto de livros mais respeitado de Hobsbawm, “<a href="https://amzn.to/43eLryU" target="_blank" rel="noreferrer noopener sponsored nofollow">The Age of Revolution</a>” e “<a href="https://amzn.to/3KRevWW" target="_blank" rel="noreferrer noopener sponsored nofollow">The Age of Extremes</a>”, aos quais dedicou a maior parte da sua vida, também são uma mentira: apresentam a história da revolução marxista soviética, evolução e ‘descentralização’ (<em>evolution and devolution</em>) que ignoram totalmente os <span data-tooltip="Sistema penal institucional da antiga União Soviética, composto por uma rede de campos de concentração. ''Glavnoe Upravlenie Legarei'', em português: Administração Central dos Campos." data-tooltip-position="top">GULAGs</span>. São como uma história do nazismo ignorando o Holocausto, ou uma história do Egito desconsiderando os faraós e as pirâmides. Hobsbawm filiou-se ao Partido Comunista Britânico em 1936, e nele permaneceu mesmo após o seu eterno ídolo, a União Soviética, ter sucumbido. Hobsbawm jamais retirou a sua filiação ao Partido Comunista. Ele explicou: “O Partido… teve o primeiro, ou mais precisamente, o único direito real das nossas vidas… As exigências do Partido têm prioridade absoluta… Se ele mandar você abandonar a namorada ou a esposa, você deve fazê-lo”.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Vladimir Tismaneanu também se filiou ao Partido Comunista quando jovem – como eu fiz – mas rompeu com o partido quando o comunismo ainda estava com força total — como eu fiz — e expôs os seus males ao resto do mundo — como eu também fiz. A bem da verdade, devo registrar a minha imensa admiração por Tismaneanu e dizer que o considero um bom amigo, embora jamais tenhamos nos encontrado. Sob o meu ponto de vista, ele é o maior especialista em comunismo romeno e um dos maiores estudiosos do mundo sobre o Leste Europeu. O seu “<a href="https://amzn.to/438eXGC" target="_blank" rel="noreferrer noopener sponsored nofollow">Stalinism for All Seasons</a>” é o mais amplo estudo sobre o comunismo romeno e o seu “<a href="https://amzn.to/4qcKmBU" target="_blank" rel="noreferrer noopener sponsored nofollow">Fantasies of Salvation: Democracy, Nationalism, and Myth in Post-Communist Europe</a>” recebeu o prêmio romeno-americano da Academy of Arts and Sciences. Por sua incansável atividade de pesquisa, Vladimir Tismaneanu tornou-se um membro do prestigioso Institut fur die Wissenschaften von Menschen em Viena, Áustria, e recebeu o título de Public Policy Scholar do Woodrow Wilson International Center for Scholars.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A despeito da cobertura da imprensa sobre a corrida nuclear durante a Guerra Fria, nós, no topo do serviço de inteligência do bloco soviético naqueles anos, lutamos, naquela guerra, pela conquista das mentes — na Europa, na esquerda americana, no Terceiro Mundo — pois sabíamos ser impossível ganhar as batalhas militares. A Guerra Fria acabou realmente, mas, diferentemente das outras guerras, não terminou com um inimigo derrotado depondo as armas. No ano 2000, alguns dos meus antigos colegas da <span data-tooltip-position="top" data-tooltip="Komitet Gosudarstvennoy Bezopasnosti,em português: ''Comitê de Segurança do Estado''.">KGB</span> tomaram o Kremlin e transformaram a Rússia na primeira ditadura de inteligência da história. Mais de seis mil antigos agentes da KGB estão nos governos russos federal e local. Seria como tentar democratizar a Alemanha com os oficiais da Gestapo no comando.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Vladimir Tismaneanu é o analista político perfeito para os dias de hoje, pois é um especialista nos dois legados, nazista e comunista. A despeito de diagnósticos otimistas e do excessivo&nbsp;<em>wishful thinking</em>, estas duas patologias não estão mortas. O esclarecedor livro de Vladimir Tismaneanu é um antítodo contra os novos experimentos do radicalismo utópico e da engenharia social.</p>



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<p class="has-text-align-right wp-block-paragraph">Por <a href="https://culturadefato.com.br/author/ionmihaipacepa/">Ion Mihai Pacepa</a> (1928 &#8211; 2021).<br><br>O autor, general <a href="https://culturadefato.com.br/author/ionmihaipacepa/">Ion Mihai Pacepa</a>, foi o oficial de mais alta patente a desertar do bloco comunista,<br>obtendo asilo político nos Estados Unidos.<br><br>No Brasil, <a href="https://culturadefato.com.br/author/ionmihaipacepa/">Ion</a> ficou conhecido pelo livro <a href="https://amzn.to/4ncDp0Y" target="_blank" rel="noreferrer noopener sponsored nofollow"><em>Disinformation</em></a> (<em><a href="https://amzn.to/47mtCQW" target="_blank" rel="noreferrer noopener sponsored nofollow">Desinformação</a></em>), escrito em coautoria com<br>o professor <span data-tooltip-position="top" data-tooltip="Ronald J. Rychlak é um advogado, jurista, autor e comentarista político americano. Ele é um Distinguished Professor of Law na University of Mississippi School of Law e é titular da Cátedra Jamie L. Whitten em Direito e Governo.">Ronald Rychlak</span> e publicado pela WND Books em junho de 2013.<br><br>Artigo originalmente publicado em 14 de fevereiro de 2014<br>no <em>website <a href="https://midiasemmascara.net/">Mídia Sem Máscara</a></em>. Tradução de Ricardo Hashimoto.</p>



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<p class="has-background has-very-light-gray-background-color wp-block-paragraph"><strong>Notas da editoria:</strong><br><br>A imagem da capa é um recorte da obra: “<em>As duas Fridas</em>” (1939), de <span data-tooltip="Magdalena Carmen Frida Kahlo y Calderón (1907 - 1954), mais conhecida como Frida Kahlo, foi uma pintora mexicana conhecida pelos seus muitos retratos, autorretratos, e obras inspiradas na natureza e artefatos do México." data-tooltip-position="top">Frida Kahlo</span> (1907 &#8211; 1954).</p>



<br>



<h2 class="wp-block-heading has-text-align-center">Saiba mais, leia:</h2>



<br>



<section id="gm23ceb0f" class="wp-block-gutentor-m0 alignfull section-gm23ceb0f gutentor-module gutentor-module-carousel has-color-bg has-custom-bg gutentor-slick-a-default-desktop gutentor-slick-a-default-tablet gutentor-slick-a-default-mobile"><div class="grid-container"><div class="gutentor-module-carousel-row" data-dots="false" data-dotstablet="false" data-dotsmobile="false" data-arrows="true" data-arrowstablet="true" data-arrowsmobile="true" data-infinite="true" data-autoplay="true" data-draggable="true" data-pauseonfocus="true" data-pauseonhover="true" data-autoplayspeed="4500" data-cmondesktop="false" data-cmontablet="false" data-cmonmobile="false" data-nextarrow="fas fa-angle-right" data-prevarrow="fas fa-angle-left" data-arrowspositiondesktop="gutentor-slick-a-default-desktop" data-arrowspositiontablet="gutentor-slick-a-default-tablet" data-arrowspositionmobile="gutentor-slick-a-default-mobile" data-speed="300" data-slideitemdesktop="2" data-slideitemtablet="3" data-slideitemmobile="2" data-slidescroll-desktop="2" data-slidescroll-tablet="3" data-slidescroll-mobile="2">
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<div id="section-gc06e0a" class="wp-block-gutentor-e6 section-gc06e0a gutentor-element gutentor-element-image text-align-center-desktop"><div class="gutentor-element-image-box"><a class="gutentor-element-image-link" href="https://culturadefato.com.br/nazismo-e-comunismo-irmaos-gemeos/"><div class="gutentor-image-thumb"><img decoding="async" class="normal-image" src="https://culturadefato.com.br/wp-content/uploads/2020/09/ComunismoNazismo.jpg" alt="Comunismo e Nazismo"/></div></a></div></div>



<p class="has-text-align-center wp-block-paragraph"><a href="https://culturadefato.com.br/postagens-selecionadas-do-telegram-marco-de-2023/"></a><br><em><a href="https://culturadefato.com.br/nazismo-e-comunismo-irmaos-gemeos/">Nazismo e comunismo, irmãos gêmeos</a></em>,<br>por <a href="https://culturadefato.com.br/author/percivalpuggina/">Percival Puggina</a></p>
</div></div>



<div id="col-gmacf316" class="wp-block-gutentor-m0-col col-gmacf316 gutentor-carousel-item"><div id="section-gmacf316" class="section-gmacf316 gutentor-col-wrap has-color-bg has-custom-bg">
<div id="section-g5485d9" class="wp-block-gutentor-e6 section-g5485d9 gutentor-element gutentor-element-image text-align-center-desktop"><div class="gutentor-element-image-box"><a class="gutentor-element-image-link" href="https://culturadefato.com.br/as-raizes-socialistas-de-benito-mussolini/"><div class="gutentor-image-thumb"><img decoding="async" class="normal-image" src="https://culturadefato.com.br/wp-content/uploads/2025/05/BenitoMussolini_1941_Ernest-Hamlin-Baker.jpg" alt="Obra: &quot;Benito Mussolini&quot; (1941), de Ernest Hamlin Baker (1889 - 1975)."/></div></a></div></div>



<p class="has-text-align-center wp-block-paragraph"><a href="https://culturadefato.com.br/postagens-selecionadas-do-telegram-marco-de-2023/"></a><br><a href="https://culturadefato.com.br/as-raizes-socialistas-de-benito-mussolini/" rel="sponsored nofollow"><em>As raízes socialistas de Benito Mussolini</em></a>,<br>por <a href="https://culturadefato.com.br/author/bryancaplan/">Bryan Caplan</a>.</p>
</div></div>



<div id="col-g-7nfl472" class="wp-block-gutentor-m0-col col-g-7nfl472 gutentor-carousel-item"><div id="section-g-7nfl472" class="section-g-7nfl472 gutentor-col-wrap has-color-bg has-custom-bg">
<div id="section-g-l1yi72r" class="wp-block-gutentor-e6 section-g-l1yi72r gutentor-element gutentor-element-image text-align-center-desktop"><div class="gutentor-element-image-box"><a class="gutentor-element-image-link" href="https://culturadefato.com.br/as-origens-socialistas-do-fascismo/"><div class="gutentor-image-thumb"><img decoding="async" class="normal-image" src="https://culturadefato.com.br/wp-content/uploads/2025/03/Hitler_Mussolini.jpg" alt="Pintura a óleo de Hitler &amp; Mussolini."/></div></a></div></div>



<p class="has-text-align-center wp-block-paragraph"><a href="https://culturadefato.com.br/postagens-selecionadas-do-telegram-marco-de-2023/"></a><br><a href="https://culturadefato.com.br/as-origens-socialistas-do-fascismo/" rel="sponsored nofollow"><em>As origens socialistas do fascismo</em></a>,<br>por <a href="https://culturadefato.com.br/author/diversos/">diversos autores</a></p>
</div></div>



<div id="col-g-y048nel" class="wp-block-gutentor-m0-col col-g-y048nel gutentor-carousel-item"><div id="section-g-y048nel" class="section-g-y048nel gutentor-col-wrap has-color-bg has-custom-bg">
<div id="section-g-0l520d4" class="wp-block-gutentor-e6 section-g-0l520d4 gutentor-element gutentor-element-image text-align-center-desktop"><div class="gutentor-element-image-box"><a class="gutentor-element-image-link" href="https://culturadefato.com.br/por-que-os-alemaes-apoiaram-hitler/"><div class="gutentor-image-thumb"><img decoding="async" class="normal-image" src="https://culturadefato.com.br/wp-content/uploads/2023/08/EnterrandoUmCamarada_DavidFriedman.jpg" alt="Obra: &quot;Enterrando um camarada&quot;, por David Friedman (1893 - 1980)"/></div></a></div></div>



<p class="has-text-align-center wp-block-paragraph"><a href="https://culturadefato.com.br/postagens-selecionadas-do-telegram-marco-de-2023/"></a><br><a href="https://culturadefato.com.br/por-que-os-alemaes-apoiaram-hitler/" rel="sponsored nofollow"><em>Por que os alemães apoiaram Hitler</em></a>,<br>por <a href="https://culturadefato.com.br/author/jacobhornberger/">Jacob Hornberger</a>.</p>
</div></div>



<div id="col-g-p13mi2s" class="wp-block-gutentor-m0-col col-g-p13mi2s gutentor-carousel-item"><div id="section-g-p13mi2s" class="section-g-p13mi2s gutentor-col-wrap has-color-bg has-custom-bg">
<div id="section-g-5b2b7o1" class="wp-block-gutentor-e6 section-g-5b2b7o1 gutentor-element gutentor-element-image text-align-center-desktop"><div class="gutentor-element-image-box"><a class="gutentor-element-image-link" href="https://culturadefato.com.br/knut-hamsun-entre-a-poesia-da-terra-e-o-abismo-da-historia/"><div class="gutentor-image-thumb"><img decoding="async" class="normal-image" src="https://culturadefato.com.br/wp-content/uploads/2025/07/KnutHamsun.jpg" alt="Knut Hamsun, fotografado em 1941 por Anders Beer Wilse (1865 – 1949)."/></div></a></div></div>



<p class="has-text-align-center wp-block-paragraph"><a href="https://culturadefato.com.br/postagens-selecionadas-do-telegram-marco-de-2023/"></a><br><a href="https://culturadefato.com.br/knut-hamsun-entre-a-poesia-da-terra-e-o-abismo-da-historia/" rel="sponsored nofollow"><em>Knut Hamsun: entre a poesia da terra e o abismo da história</em></a>, por <a href="https://culturadefato.com.br/author/douglasalfini/">Douglas Alfini Jr</a>.</p>
</div></div>



<div id="col-gmdaa1c4" class="wp-block-gutentor-m0-col col-gmdaa1c4 gutentor-carousel-item"><div id="section-gmdaa1c4" class="section-gmdaa1c4 gutentor-col-wrap has-color-bg has-custom-bg">
<div id="section-g9e98c1" class="wp-block-gutentor-e6 section-g9e98c1 gutentor-element gutentor-element-image text-align-center-desktop"><div class="gutentor-element-image-box"><a class="gutentor-element-image-link" href="https://culturadefato.com.br/por-que-o-comunismo-nao-e-tao-odiado-quanto-o-nazismo-embora-tenha-matado-mais/"><div class="gutentor-image-thumb"><img decoding="async" class="normal-image" src="https://culturadefato.com.br/wp-content/uploads/2023/07/MassacreNaCoreia.jpg" alt="Obra: &quot;Massacre na Coreia&quot; (1951), por Pablo Picasso (1881 - 1973)"/></div></a></div></div>



<p class="has-text-align-center wp-block-paragraph"><a href="https://culturadefato.com.br/postagens-selecionadas-do-telegram-marco-de-2023/"></a><br><em><a href="https://culturadefato.com.br/por-que-o-comunismo-nao-e-tao-odiado-quanto-o-nazismo-embora-tenha-matado-mais/">Por que o comunismo não é tão odiado quanto o nazismo, embora tenha matado mais?</a>,<br></em>por <a href="https://culturadefato.com.br/author/dennisprager/">Dennis Prager</a></p>
</div></div>



<div id="col-g-dp1115s" class="wp-block-gutentor-m0-col col-g-dp1115s gutentor-carousel-item"><div id="section-g-dp1115s" class="section-g-dp1115s gutentor-col-wrap has-color-bg has-custom-bg">
<div id="section-g-sufhsup" class="wp-block-gutentor-e6 section-g-sufhsup gutentor-element gutentor-element-image text-align-center-desktop"><div class="gutentor-element-image-box"><a class="gutentor-element-image-link" href="https://culturadefato.com.br/as-origens-do-politicamente-correto/"><div class="gutentor-image-thumb"><img decoding="async" class="normal-image" src="https://culturadefato.com.br/wp-content/uploads/2020/10/PoliticamenteCorreto.jpg" alt="Politicamente Correto"/></div></a></div></div>



<p class="has-text-align-center wp-block-paragraph"><a href="https://culturadefato.com.br/postagens-selecionadas-do-telegram-marco-de-2023/"></a><br><a href="https://culturadefato.com.br/as-origens-do-politicamente-correto/" rel="sponsored nofollow"><em>As origens do politicamente correto</em></a>,<br>por <a href="https://culturadefato.com.br/author/williamlind/">William S. Lind</a></p>
</div></div>



<div id="col-gm6bd01f" class="wp-block-gutentor-m0-col col-gm6bd01f gutentor-carousel-item"><div id="section-gm6bd01f" class="section-gm6bd01f gutentor-col-wrap has-color-bg has-custom-bg">
<div id="section-gc1a09e" class="wp-block-gutentor-e6 section-gc1a09e gutentor-element gutentor-element-image text-align-center-desktop"><div class="gutentor-element-image-box"><a class="gutentor-element-image-link" href="https://culturadefato.com.br/a-grande-mentira-socialista/"><div class="gutentor-image-thumb"><img decoding="async" class="normal-image" src="https://culturadefato.com.br/wp-content/uploads/2020/11/KarlMarx.jpg" alt="Karl Marx"/></div></a></div></div>



<p class="has-text-align-center wp-block-paragraph"><a href="https://culturadefato.com.br/postagens-selecionadas-do-telegram-marco-de-2023/"></a><br><a href="https://culturadefato.com.br/a-grande-mentira-socialista/"><em>A grande mentira socialista</em></a>,<br>por <a href="https://culturadefato.com.br/author/eguinaldosouza/">Eguinaldo Hélio de Souza</a></p>
</div></div>



<div id="col-gm15c1af" class="wp-block-gutentor-m0-col col-gm15c1af gutentor-carousel-item"><div id="section-gm15c1af" class="section-gm15c1af gutentor-col-wrap has-color-bg has-custom-bg">
<div id="section-g7203e6" class="wp-block-gutentor-e6 section-g7203e6 gutentor-element gutentor-element-image text-align-center-desktop"><div class="gutentor-element-image-box"><a class="gutentor-element-image-link" href="https://culturadefato.com.br/o-socialismo-reflete-a-atitude-interior-de-seus-adeptos/"><div class="gutentor-image-thumb"><img decoding="async" class="normal-image" src="https://culturadefato.com.br/wp-content/uploads/2023/08/1May_1958_Alexandru-Ciucurencu.jpg" alt="Obra: &quot;Primeiro de Maio&quot; (1958), de Alexandru Ciucurencu (1903 - 1977)."/></div></a></div></div>



<p class="has-text-align-center wp-block-paragraph"><a href="https://culturadefato.com.br/postagens-selecionadas-do-telegram-marco-de-2023/"></a><br><a href="https://culturadefato.com.br/o-socialismo-reflete-a-atitude-interior-de-seus-adeptos/"><em>O socialismo reflete a atitude interior de seus adeptos</em></a>,<br>por <a href="https://culturadefato.com.br/author/antonymueller/">Antony Mueller</a></p>
</div></div>
</div></div></section>



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		<title>A Verdade sobre a Inquisição: desfazendo os mitos</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Patrícia Castro]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 24 Sep 2025 02:15:09 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Filosofia e História]]></category>
		<category><![CDATA[Aborto]]></category>
		<category><![CDATA[Calvino]]></category>
		<category><![CDATA[Cátaros]]></category>
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		<category><![CDATA[Papa Paulo III]]></category>
		<category><![CDATA[Rino Cammilleri]]></category>
		<category><![CDATA[Santa Inquisição]]></category>
		<category><![CDATA[Santo Ofício]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>“Quando se fala em Inquisição, logo vêm à mente imagens de fogueiras, torturas e tribunais cruéis, sempre associadas à Igreja Católica de forma negativa. Poucos sabem, porém, que essa visão foi construída ao longo de séculos por iluministas, protestantes e propagandistas anticatólicos.”</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="has-text-align-center wp-block-paragraph">“<em>Quem controla o passado, controla o futuro.</em><br><em>Quem controla o presente, controla o passado.</em>”<br><span data-tooltip-position="top" data-tooltip="George Orwell (1903 – 1950) é pseudônimo do escritor inglês Eric Arthur Blair.">George Orwell</span> (1903 – 1950)</p>



<hr class="wp-block-separator has-alpha-channel-opacity is-style-wide"/>



<br>



<p class="has-drop-cap wp-block-paragraph">Quando se fala em Inquisição, logo vêm à mente imagens de fogueiras, torturas e tribunais cruéis, sempre associadas à Igreja Católica de forma negativa. Poucos sabem, porém, que essa visão foi construída ao longo de séculos por iluministas, protestantes e propagandistas anticatólicos, que distorceram a realidade e transformaram a Inquisição em sinônimo de intolerância e violência.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Hoje contamos com pesquisas sérias que desmistificam esse período e, graças ao acesso à informação, podemos confrontar narrativas que por muito tempo foram aceitas sem questionamento. Buscar a verdade, entretanto, exige humildade e disposição — afinal, se tantas mentiras se repetiram, é porque alguém tirava e ainda tira proveito dessas falsificações históricas.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Não houve uma única Inquisição</h2>



<br>



<p class="wp-block-paragraph">É importante lembrar que existiram quatro principais formas de Inquisição:</p>



<ol class="wp-block-list">
<li>Medieval – fundada no século XIII, voltada contra heresias que ameaçavam a unidade da cristandade, como os <span data-tooltip-position="top" data-tooltip="Movimento herético dos séculos XI a XIII, difundido sobretudo no sul da França. Pregavam um dualismo contrário à fé cristã (para eles, o mundo visível seria uma criação do deus mau, pois é onde existe a matéria que é corruptível, portanto, também o pecado), negavam os sacramentos e a autoridade da Igreja.">cátaros</span>.</li>



<li>Espanhola – instituída em 1478 pela Coroa da Espanha, com forte dimensão política.</li>



<li>Portuguesa – criada em 1536, semelhante à espanhola, mas adaptada ao contexto lusitano e colonial.</li>



<li>Romana – fundada em 1542 pelo <span data-tooltip-position="top" data-tooltip="Alessandro Farnese (1468 - 1549): chefe da Igreja Católica e governante dos Estados papais de 13 de outubro de 1534 até à sua morte em 1549.">Papa Paulo III</span>, também chamada de Santo Ofício, atuando principalmente após a Reforma Protestante.</li>
</ol>



<p class="wp-block-paragraph">Embora diferentes em contexto e funcionamento, todas tinham como princípio central a defesa da fé e da unidade social. Aqui, vamos nos concentrar na Inquisição Medieval, diretamente ligada à Igreja.</p>



<h2 class="wp-block-heading">A Origem e o Contexto da Inquisição Medieval</h2>



<br>



<p class="wp-block-paragraph">A Inquisição Medieval (séculos XIII a XV) surgiu em um tempo em que a fé era vista como alicerce da ordem social e política. Diferente do Estado moderno, que separa religião e governo, a cristandade considerava a heresia não apenas como erro doutrinário, mas como ameaça à estabilidade coletiva.</p>



<figure class="wp-block-pullquote alignright has-small-font-size"><blockquote><p>“Lendo os autos dos processos inquisitoriais, encontramos bandidos comuns que, surpreendidos pela polícia no ato de violação, rapidamente inventavam uma motivação religiosa para explicar o seu delito, simplesmente para cair na esfera da justiça da Inquisição e não da justiça civil ou temporal.”</p><cite>Roman Konik <a href="https://culturadefato.com.br/inquisicao-mito-e-realidade-historica/"><img loading="lazy" decoding="async" width="16" height="16" class="wp-image-25740" style="width: 16px;" src="https://culturadefato.com.br/wp-content/uploads/2025/09/IconeLupa.png" alt="Lupa"></a></cite></blockquote></figure>



<p class="wp-block-paragraph">Oficialmente instituída em 1231 por <span data-tooltip-position="top" data-tooltip="Gregório IX (1145 - 1241), nascido Ugolino di Conti na comuna italiana Anagni; foi o Papa da Igreja Católica e Soberano dos Estados Papais de 19 de março de 1227 até a data de sua morte em 22 de agosto de 1241 em Roma.">Gregório IX</span>, tinha como alvo movimentos como o dos cátaros, que se diziam cristão, mas rejeitavam a matéria, desprezavam a vida e até incentivavam a morte por inanição. Ideias tão radicais, se difundidas, poderiam desestruturar a sociedade tanto naquela época, como nos dias de hoje.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A historiadora <span data-tooltip-position="right" data-tooltip="Régine Pernoud (1909 - 1998) foi uma historiadora medievalista, arquivista e paleógrafa francesa do século XX. Recebeu o Prêmio Gobert em 1997.">Régine Pernoud</span>, em&nbsp;<em><a href="https://amzn.to/3KjwDbP" target="_blank" rel="noreferrer noopener sponsored nofollow">Idade Média: O que não nos ensinaram</a></em>, lembra que muitos preconceitos atuais resultam de uma leitura anacrônica. Não se pode julgar o passado com os critérios de hoje, mas compreender cada fato dentro da mentalidade de sua época.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Ao contrário da imagem popular, a Inquisição buscava evitar linchamentos e execuções sumárias, muitos comuns naquele tempo. Frequentemente, a Igreja oferecia julgamentos mais equilibrados do que a justiça civil, que aplicava punições muito mais severas. A chamada “lenda negra”, criada por inimigos da Igreja, tinha como objetivo retratá-la como inimiga da liberdade e do progresso.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Mitos e Realidade</strong></h2>



<br>



<p class="wp-block-paragraph">A ideia de que a Inquisição matou milhões é pura invenção. Pesquisadores como <span data-tooltip-position="top" data-tooltip="Henry A. Kamen (nascido em 1936 em Rangun, Birmânia) é é um historiador britânico, que publicou extensivamente sobre a Europa, a Espanha e o Império Espanhol.">Henry Kamen</span> e <span data-tooltip-position="top" data-tooltip="Edward Murray Peters nasceu em 1936, é professor emérito da Universidade da Pensilvânia, especializado em história religiosa e política da Europa primitiva. Ele realizou pesquisas aprofundadas sobre heresia, repressão e os limites e o tratamento da investigação intelectual na Baixa Idade Média.">Edward Peters</span> apontam entre 2 mil e 5 mil mortos em todo o período. O historiador italiano <span data-tooltip-position="top" data-tooltip="Rino Cammilleri nasceu em 1950, é um escritor e jornalista italiano.">Rino Cammilleri</span>, em&nbsp;<em><a href="https://amzn.to/3Ih1HZg" target="_blank" rel="noreferrer noopener sponsored nofollow">A Verdadeira História da Inquisição</a></em>, calcula cerca de 1.200 execuções ao longo de quatro séculos — número ínfimo diante dos exageros.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A maior parte das penas era espiritual: orações, peregrinações e penitências. A intenção não era punir fisicamente, mas reconciliar a pessoa com a fé.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Quanto à tortura, seu uso foi restrito e controlado, muito menos severo do que nos tribunais civis, que recorriam a práticas brutais e frequentes. Em contraste, em um único dia, cortes seculares chegavam a executar mais do que a Inquisição em décadas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Até mesmo a Inquisição Espanhola, sempre lembrada como exemplo negativo, teve números muito menores do que a propaganda anticatólica divulgou. A historiografia moderna confirma que protestantes ingleses e iluministas franceses deliberadamente exageraram os fatos para enfraquecer a Igreja.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Outro mito recorrente é o de que a Inquisição perseguiu cientistas. O <a href="https://youtu.be/kCMyB3qhKhY?si=tK9zYNJVQ0aV07ER" target="_blank" rel="noreferrer noopener nofollow">caso de <span data-tooltip-position="top" style="color: #4682b4;" data-tooltip="Galileu Galilei (1564 – 1642), astrônomo e físico considerado o pai da ciência moderna e uma das figuras centrais da Revolução Científica.">Galileu</span></a>, frequentemente citado, foi mais uma questão de interpretação bíblica e de postura pessoal do que de ciência. A própria Igreja fundou universidades, apoiou pesquisas e deu origem a inúmeros cientistas.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Os Frutos Positivos da Inquisição</h2>



<br>



<p class="wp-block-paragraph">Apesar da má fama, a Inquisição trouxe contribuições significativas:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Maior racionalidade jurídica: introduziu normas que protegiam acusados contra arbitrariedades.</li>



<li>Redução da violência social: muitos foram poupados de execuções populares por poderem ser julgados pela Inquisição.</li>



<li>Unidade cultural e religiosa: em uma época em que divisões levavam a guerras civis, a fé comum ajudava a manter a coesão social.</li>
</ul>



<h2 class="wp-block-heading">Conclusão</h2>



<br>



<p class="wp-block-paragraph">Pouco se comenta que os próprios reformadores protestantes criaram tribunais semelhantes. <span data-tooltip-position="top" data-tooltip="Martinho Lutero (1483 - 1546) foi monge agostiniano e professor de teologia germânico que tornou-se uma das figuras centrais da Reforma Protestante.">Lutero</span> e <span data-tooltip-position="top" data-tooltip="João Calvino (1509 - 1564) foi um teólogo, líder religioso e escritor cristão francês. Considerado como um dos principais líderes da Reforma Protestante, em particular na França.">Calvino</span> apoiaram perseguições contra anabatistas e bruxas. Em Genebra, Calvino levou o médico <span data-tooltip-position="top" data-tooltip="Miguel Servet (1511 - 1553), foi um teólogo, médico e filósofo aragonês, humanista, interessando-se por assuntos como astronomia, meteorologia, geografia, jurisprudência, matemática, anatomia, estudos bíblicos e medicina. Servet foi o primeiro europeu a descrever a circulação pulmonar.">Miguel Serveto</span> à fogueira, em 1553. Já na Inglaterra, sob <span data-tooltip-position="top" data-tooltip="Isabel I (1533 - 1603) ou Elizabeth I, também chamada de ''A Rainha Virgem'', ''Gloriana'' ou ''Boa Rainha Bess'' foi Rainha Reinante da Inglaterra e Irlanda de 1558 até sua morte.">Isabel I</span>, inúmeros católicos foram executados por resistirem ao anglicanismo.</p>



<p class="wp-block-paragraph">É curioso notar que muitos que condenam a Inquisição hoje aceitam práticas infinitamente mais cruéis, como o aborto, a eutanásia, as perseguições ideológicas contra cristãos e até a censura cultural. Se os governantes atuais se orientassem pelo Evangelho, não veríamos tantas imoralidades travestidas de lei.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Claro, a Inquisição não foi perfeita. Mas reduzi-la a um “monstro sanguinário” é fraude histórica. Regimes modernos, como o comunismo (mais de 100 milhões de mortos) e o nazismo (cerca de 20 milhões), revelaram ao mundo o verdadeiro rosto da tirania e da crueldade — acusando a Igreja daquilo que eles próprios praticaram em escala incomparavelmente maior.</p>



<p class="wp-block-paragraph">No seu contexto, a Inquisição foi uma tentativa de aplicar justiça em meio à instabilidade religiosa e social. Cabe a nós desmascarar as falsificações e reconhecer que, apesar dos ataques de ontem e de hoje, a Igreja permanece como guardiã da verdade — inclusive sobre o seu próprio passado.</p>



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<p class="has-text-align-right wp-block-paragraph">Por <a href="https://culturadefato.com.br/author/patriciacastro/">Patrícia Castro</a>.<br>Publicado no <em>website</em> da autora, <a href="https://patriciacastro.org/" target="_blank" rel="noreferrer noopener nofollow">patriciacastro.org</a>, em 22 de setembro de 2025.</p>



<br>



<p class="has-background has-very-light-gray-background-color wp-block-paragraph"><strong>Nota da editoria:</strong><br><br>Imagem da capa: “<em>Auto de Fe en la plaza Mayor de Madrid</em>” (1683), por Francisco Rizi (1614 – 1685).</p>



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<h2 class="wp-block-heading has-text-align-center">Saiba mais, leia:</h2>



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<section id="gm71bf303" class="wp-block-gutentor-m0 alignfull section-gm71bf303 gutentor-module gutentor-module-carousel has-color-bg has-custom-bg gutentor-slick-a-default-desktop gutentor-slick-a-default-tablet gutentor-slick-a-default-mobile"><div class="grid-container"><div class="gutentor-module-carousel-row" data-dots="false" data-dotstablet="false" data-dotsmobile="false" data-arrows="true" data-arrowstablet="true" data-arrowsmobile="true" data-infinite="true" data-autoplay="true" data-draggable="true" data-pauseonfocus="true" data-pauseonhover="true" data-autoplayspeed="4500" data-cmondesktop="false" data-cmontablet="false" data-cmonmobile="false" data-nextarrow="fas fa-angle-right" data-prevarrow="fas fa-angle-left" data-arrowspositiondesktop="gutentor-slick-a-default-desktop" data-arrowspositiontablet="gutentor-slick-a-default-tablet" data-arrowspositionmobile="gutentor-slick-a-default-mobile" data-speed="300" data-slideitemdesktop="2" data-slideitemtablet="3" data-slideitemmobile="2" data-slidescroll-desktop="2" data-slidescroll-tablet="3" data-slidescroll-mobile="2">
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<p class="has-text-align-center wp-block-paragraph"><br><em><a href="https://culturadefato.com.br/inquisicao-mito-e-realidade-historica/">Inquisição: Mito e realidade histórica</a></em>,<br>por <a href="https://culturadefato.com.br/author/romankonik/">Roman Konik</a></p>
</div></div>



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<p class="has-text-align-center wp-block-paragraph"><br><em><a href="https://culturadefato.com.br/um-martir-da-ciencia/">Um mártir da ciência</a></em>,<br>por <a href="https://culturadefato.com.br/author/olavodecarvalho/">Olavo de Carvalho</a></p>
</div></div>



<div id="col-g-e1oe0xn" class="wp-block-gutentor-m0-col col-g-e1oe0xn gutentor-carousel-item"><div id="section-g-e1oe0xn" class="section-g-e1oe0xn gutentor-col-wrap has-color-bg has-custom-bg">
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<p class="has-text-align-center wp-block-paragraph"><br><em><a href="https://culturadefato.com.br/o-sacerdote-cientista/">O sacerdote cientista</a></em>,<br>por <a href="https://culturadefato.com.br/author/thomas-e-woods-jr/">Thomas E. Woods Jr.</a></p>
</div></div>



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<p class="has-text-align-center wp-block-paragraph"><br><em><a href="https://culturadefato.com.br/como-a-igreja-desenvolveu-a-ciencia-e-a-tecnologia-na-idade-media/">Como a Igreja desenvolveu a ciência e a tecnologia na Idade Média</a></em>, por <a href="https://culturadefato.com.br/author/felipeaquino/">Felipe Aquino</a></p>
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<div id="col-g-e4to3nw" class="wp-block-gutentor-m0-col col-g-e4to3nw gutentor-carousel-item"><div id="section-g-e4to3nw" class="section-g-e4to3nw gutentor-col-wrap has-color-bg has-custom-bg">
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<p class="has-text-align-center wp-block-paragraph"><br><em><a href="https://culturadefato.com.br/cristianismo-mae-da-liberdade-politica/">Cristianismo: mãe da liberdade política</a></em>,<br>por <a href="https://culturadefato.com.br/author/andrewsandlin/">P. Andrew Sandlin</a></p>
</div></div>



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<div id="section-g-11n1exc" class="wp-block-gutentor-e6 section-g-11n1exc gutentor-element gutentor-element-image text-align-center-desktop"><div class="gutentor-element-image-box"><a class="gutentor-element-image-link" href="https://culturadefato.com.br/religiao-e-industria/"><div class="gutentor-image-thumb"><img decoding="async" class="normal-image" src="https://culturadefato.com.br/wp-content/uploads/2025/02/Factory_CamillePissarro.jpg" alt="Obra: &quot;The factory at pontoise&quot; (1873), de Camille Pissarro (1830 - 1903)."/></div></a></div></div>



<p class="has-text-align-center wp-block-paragraph"><br><em><a href="https://culturadefato.com.br/religiao-e-industria/">Religião e indústria</a></em>,<br>por <a href="https://culturadefato.com.br/author/fabioblanco/">Fabio Blanco</a></p>
</div></div>
</div></div></section>



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