<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?><rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
	xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
	xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/"
	>

<channel>
	<title>Arquivos Engenharia Social &#8226; Cultura de Fato</title>
	<atom:link href="https://culturadefato.com.br/tag/engenharia-social/feed/" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link>https://culturadefato.com.br/tag/engenharia-social/</link>
	<description>Cultura para evocar inteligência, responsabilidade e ética!</description>
	<lastBuildDate>Thu, 01 Jan 2026 20:06:49 +0000</lastBuildDate>
	<language>pt-BR</language>
	<sy:updatePeriod>
	hourly	</sy:updatePeriod>
	<sy:updateFrequency>
	1	</sy:updateFrequency>
	

<image>
	<url>https://culturadefato.com.br/wp-content/uploads/2020/07/cropped-IconeCulturaDeFato-32x32.gif</url>
	<title>Arquivos Engenharia Social &#8226; Cultura de Fato</title>
	<link>https://culturadefato.com.br/tag/engenharia-social/</link>
	<width>32</width>
	<height>32</height>
</image> 
	<item>
		<title>Comunismo e nazismo: dois monstros idênticos</title>
		<link>https://culturadefato.com.br/comunismo-e-nazismo-dois-monstros-identicos/</link>
					<comments>https://culturadefato.com.br/comunismo-e-nazismo-dois-monstros-identicos/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Ion Mihai Pacepa]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 13 Oct 2025 03:49:14 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Filosofia e História]]></category>
		<category><![CDATA[Adolf Hitler]]></category>
		<category><![CDATA[Aldo Moro]]></category>
		<category><![CDATA[Antonio Negri]]></category>
		<category><![CDATA[Comunismo]]></category>
		<category><![CDATA[Engenharia Social]]></category>
		<category><![CDATA[Eric Hobsbawm]]></category>
		<category><![CDATA[Fascismo]]></category>
		<category><![CDATA[Guerra Civil Espanhola]]></category>
		<category><![CDATA[Hitler]]></category>
		<category><![CDATA[Joachim von Ribbentrop]]></category>
		<category><![CDATA[KGB]]></category>
		<category><![CDATA[Luís Bonaparte]]></category>
		<category><![CDATA[Marxismo]]></category>
		<category><![CDATA[Michael Hardt]]></category>
		<category><![CDATA[Mídia Sem Máscara]]></category>
		<category><![CDATA[Napoleão]]></category>
		<category><![CDATA[Nazismo]]></category>
		<category><![CDATA[Nicolae Ceausescu]]></category>
		<category><![CDATA[Segunda Guerra Mundial]]></category>
		<category><![CDATA[Terceiro Reich]]></category>
		<category><![CDATA[Vladimir Tismaneanu]]></category>
		<category><![CDATA[Vyacheslav Molotov]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://culturadefato.com.br/?p=25940</guid>

					<description><![CDATA[<p>“O livro <em>O Diabo na História</em>, do professor Vladimir Tismaneanu, é a obra definitiva sobre estas duas pestes bubônicas. Extremamente documentado e elegantemente escrito, traz à luz não apenas as semelhanças ideológicas entre fascismo e comunismo mas também os métodos de manipulação semelhantes usados por ambos.”</p>
<p>O post <a href="https://culturadefato.com.br/comunismo-e-nazismo-dois-monstros-identicos/">Comunismo e nazismo: dois monstros idênticos</a> apareceu primeiro em <a href="https://culturadefato.com.br">Cultura de Fato</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="has-text-align-center">“<em>Lênin não foi apenas o fundador da propaganda política,</em><br><em>o sacerdote supremo de uma nova eclesiologia do partido infalível onisciente,</em><br><em>mas também o demiurgo do sistema do campo de concentração e o apóstolo do terror universal.</em>”<br><span data-tooltip-position="top" data-tooltip="Vladimir Tismăneanu é um cientista político romeno-americano, analista político, sociólogo e professor da Universidade de Maryland, College Park.">Vladimir Tismaneanu</span></p>



<hr class="wp-block-separator has-alpha-channel-opacity is-style-wide"/>



<br>



<p class="has-drop-cap">O livro “<a href="https://amzn.to/42EWTUt" target="_blank" rel="noreferrer noopener sponsored nofollow">The Devil in History: Communism, Fascism and Some Lessons of the Twentieth Century</a>” [“<a href="https://amzn.to/43b0kSP" target="_blank" rel="noreferrer noopener sponsored nofollow">O Diabo na História</a>”], do professor <span data-tooltip-position="top" data-tooltip="Vladimir Tismăneanu é um cientista político romeno-americano, analista político, sociólogo e professor da Universidade de Maryland, College Park.">Vladimir Tismaneanu</span>, é o livro definitivo sobre estas duas pestes bubônicas. Extremamente documentado e elegantemente escrito, traz à luz não apenas as semelhanças ideológicas entre fascismo e comunismo mas também os métodos de manipulação semelhantes usados por ambos para criar movimentos de massa destinados a fins apocalípticos.</p>



<p>Eu vivi tanto sob o Terceiro Reich quanto sob o Império Soviético e sei que um mero mortal qualquer que ousasse traçar um mínimo paralelo entre comunismo e nazismo acabaria atrás das grades — se tivesse sorte. Os nazistas, indignados, descartavam qualquer relação com o comunismo, do mesmo modo como os comunistas, nervosamente, rejeitavam qualquer comparação com o nazismo/fascismo. Mas não os seus líderes. No dia 23 de agosto de 1939, quando o ministro das Relações Exteriores soviético, <span data-tooltip-position="top" data-tooltip="Viatcheslav Mikhailovitch Molotov (1890 - 1986), nascido Scriabin, foi um diplomata e político da União Soviética de destaque entre os anos 20 e 50 do século XX.">Vyacheslav Molotov</span>, e o seu colega alemão equivalente, <span data-tooltip-position="top" data-tooltip="Ulrich Friedrich Wilhelm Joachim von Ribbentrop (1893 - 1946) foi um político alemão, ministro de Relações Exteriores da Alemanha Nazista entre 1938 e 1945 e uma das principais e influentes figuras do Terceiro Reich de Adolf Hitler.">Joachim von Ribbentrop</span>, se reuniram no Kremlin para assinar o infame <a href="https://encyclopedia.ushmm.org/content/pt-br/article/german-soviet-pact" target="_blank" rel="noreferrer noopener nofollow">Pacto de Não-agressão <span data-tooltip-position="top" style="color: #4682b4;" data-tooltip="Adolf Hitler (1889 - 1945) foi a figura central do Holocausto.">Hitler</span>&#8211;<span data-tooltip-position="top" style="color: #4682b4;" data-tooltip="Josef Stalin (1878 - 1953): Revolucionário comunista e político soviético de origem georgiana.">Stalin</span></a>, Stalin estava eufórico. Ele disse a Ribbentrop: “O governo soviético leva muito a sério este novo pacto. Eu posso garantir, sob a minha palavra de honra, que a União Soviética não trairá o seu parceiro”. (<span data-tooltip-position="top" data-tooltip="John Willard Toland (1912 - 2004) foi um escritor e historiador americano. Ele é mais conhecido por uma biografia de Adolf Hitler e uma história vencedora do Prêmio Pulitzer do Japão na época da Segunda Guerra Mundial, ''The Rising Sun''.">John Toland</span>, “<a href="https://amzn.to/4okZw6k" target="_blank" rel="noreferrer noopener sponsored nofollow">Adolf Hitler</a>”. New York: Doubleday, 1976, página 548)</p>



<p>Havia muitas razões para Stalin estar alegre. Tanto ele quanto Hitler acreditavam na necessidade histórica de expandir o território dos seus impérios. Stalin chamava isso de “revolução do proletariado mundial”. Hitler chamava de “Lebensraum” (espaço vital). Ambos basearam as suas tiranias no roubo. Hitler roubou a riqueza dos judeus. Stalin roubou a riqueza da igreja e da burguesia. Ambos odiavam religião, e ambos substituíram Deus pelo culto às suas próprias pessoas. Ambos eram também profundamente anti-semitas. Hitler matou cerca de 6 milhões de judeus. Durante a década de 1930, apenas Stalin — oriundo da Georgia, onde os judeus haviam sido escravos até 1871 — prendeu cerca de 7 milhões de russos (a maior parte judeus) sob a acusação de espionagem a serviço do sionismo americano e os matou.</p>



<p class="img-direita"><a href="https://amzn.to/43b0kSP" target="_blank" rel="noreferrer noopener sponsored nofollow"><img fetchpriority="high" decoding="async" width="489" height="745" class="wp-image-25951" src="https://culturadefato.com.br/wp-content/uploads/2025/10/ODiaboNaHistoria.jpg" alt="Capa da obra: &quot;O Diabo naHistória&quot;, de Vladimir Tismăneanu."></a>“<a href="https://amzn.to/42EWTUt" target="_blank" rel="noreferrer noopener sponsored nofollow">The Devil In History</a>” [“<a href="https://amzn.to/43b0kSP" target="_blank" rel="noreferrer noopener sponsored nofollow">O Diabo na História</a>”] não é o primeiro livro a estudar a relação entre fascismo e comunismo, mas é o primeiro escrito por um eminente estudioso em cujo sangue correm os genes dos dois movimentos. Os pais de Vladimir Tismaneanu lutaram pelo fascismo nas Brigadas Internacionais durante a <span data-tooltip="A Guerra Civil Espanhola (1936–1939) opôs republicanos e nacionalistas; estes contaram com apoio de Hitler e Mussolini, enquanto a União Soviética apoiou os republicanos." data-tooltip-position="top">Guerra Civil Espanhola</span>, viveram em Moscou durante a <span data-tooltip-position="top" data-tooltip="Segunda Guerra Mundial: conflito militar global ocorrido entre 1939 e 1945.">Segunda Guerra Mundial</span> como ativistas comunistas, compreenderam as tragédias provocadas pelo comunismo e terminaram a vida profundamente desencantados. O próprio Vladimir foi seduzido pelo <span data-tooltip-position="top" data-tooltip="Filosofia baseada em Karl Marx (1818 - 1883), que foi um revolucionário socialista, nascido em 1818 em Tréveris (Prússia) e falecido em 1883 na cidade de Londres (Reino Unido).">marxismo</span> (especialmente pelo neo-marxismo da Escola de Frankfurt) até deixar a Romênia, aos 30 anos de idade, em 1981. Ele se tornou professor anti-comunista especialista em estudos soviéticos e do leste europeu quando o marxismo-<span data-tooltip-position="top" data-tooltip="Filosofia baseada em Vladimir Ilyich Ulyanov (1870 - 1924), que foi um revolucionário comunista, político e teórico político russo.">leninismo</span> estava com força total e chefiou a Comissão Presidencial da Romênia para o Estudo da Ditadura Comunista em seu país, que condenou fortemente as atrocidades do comunismo. O primeiro livro de Vladimir em inglês foi publicado em 1988.&nbsp;O título é revelador — “<a href="https://amzn.to/4h32zxi" target="_blank" rel="noreferrer noopener sponsored nofollow" style="color: #4682b4;"><span data-tooltip="A Crise da Ideologia Marxista na Europa Oriental: A Pobreza da Utopia" data-tooltip-position="top" style="color: #4682b4;">The Crisis&nbsp;</span><span data-tooltip="A Crise da Ideologia Marxista na Europa Oriental: A Pobreza da Utopia" data-tooltip-position="top" style="color: #4682b4;"> of Marxist</span> <span data-tooltip="A Crise da Ideologia Marxista na Europa Oriental: A Pobreza da Utopia" data-tooltip-position="top" style="color: #4682b4;">Ideology in Eastern</span><span data-tooltip="A Crise da Ideologia Marxista na Europa Oriental: A Pobreza da Utopia" data-tooltip-position="top" style="color: #4682b4;"> Europe: The</span><span data-tooltip="A Crise da Ideologia Marxista na Europa Oriental: A Pobreza da Utopia" style="color: #4682b4;" data-tooltip-position="top"> Poverty of Utopia</span></a>”.&nbsp;Quando muitos kremlinologistas focavam os seus estudos nas elites comunistas e nos conflitos mortais, Tismaneanu percebeu que o comportamento das elites era explicado pelo sistema de crenças leninista. Os líderes comunistas eram assassinos, sem dúvida, mas eram assassinos com uma ideologia. <span data-tooltip-position="top" data-tooltip="Nicolae Ceaușescu (1918 -1989) foi um político romeno que serviu como Secretário-Geral do Partido Comunista do seu país de 1965 a 1989, servindo também, a partir de 1974, como Presidente da República Socialista da Romênia. Seu governo ditatorial foi derrubado como um resultado do que ficou conhecido como Revolução de Natal.">Nicolae Ceausescu</span>, a quem conheci muito bem, era um comunista fanático que acreditava realmente que o comunismo estava do lado certo da história.</p>



<p>“<a href="https://amzn.to/42EWTUt" target="_blank" rel="noreferrer noopener sponsored nofollow">The Devil In History</a>” [“<a href="https://amzn.to/43b0kSP" target="_blank" rel="noreferrer noopener sponsored nofollow">O Diabo na História</a>”] é tanto um livro sobre o passado quanto um livro sobre o futuro. Em novembro de 1989, quando o Muro de Berlim foi derrubado, milhões de pessoas gritaram “O comunismo morreu”. O comunismo soviético, como forma de governo, realmente morrera. Mas uma nova geração de pessoas, cujo conhecimento da vida sob o comunismo é pouco ou nulo, está tentando dar a esta heresia, agora vestida em trajes socialistas, uma nova vida na França, Grécia, Espanha, Portugal, Venezuela, Argentina, Brasil e Equador, e poucas pessoas estão prestando atenção a este fato. Em 15 de fevereiro de 2003, milhões de europeus tomaram as ruas, não para celebrar a liberdade desfrutada graças à luta dos americanos para impedir que eles se tornassem escravos soviéticos, mas para condenar o imperialismo americano, conforme descrito em “<a href="https://amzn.to/4h8VOdA" target="_blank" rel="noreferrer noopener sponsored nofollow">Empire</a>” (de <span data-tooltip-position="top" data-tooltip="Michael Hardt é um teórico literário e filósofo político estadunidense que leciona na Duke University.">Michael Hardt</span> e <span data-tooltip-position="top" data-tooltip="Antonio Negri (1933 - 2023), também conhecido como Toni Negri, foi um filósofo político marxista, acadêmico e militante político italiano.">Antonio Negri</span>, Harvard University Press, 2000), livro cujo co-autor, Antonio Negri, um terrorista disfarçado de professor marxista, esteve preso pelo envolvimento no sequestro e assassinato do primeiro ministro italiano <span data-tooltip-position="top" data-tooltip="Aldo Moro foi um jurista, professor e político italiano. Foi primeiro-ministro da Itália de 1963 até 1968 e de 1974 até 1976. Membro ativo da Igreja Católica, foi um dos líderes mais destacados da democracia cristã na Itália.">Aldo Moro</span>. O jornal The New York Times chamou o atual Manifesto Comunista de Negri de “o livro quente e inteligente do momento”. (David Pryce-Jones, “Evil Empire, The Communist ‘hot, smart book of the moment’”, National Review Online, 17 de setembro de 2001).</p>



<p>Durante 27 anos da minha outra vida, na Romênia, eu estive envolvido em operações destinadas a criar inúmeros Antonios Negris para desempenhar o papel de guerreiros da <span data-tooltip="Rivalidade política, ideológica e militar entre os Estados Unidos e a União Soviética após a Segunda Guerra Mundial. Sem confronto direto, o conflito se manifestou por meio de disputas econômicas, tecnológicas, armamentistas e de influência global." data-tooltip-position="top">Guerra Fria</span> em toda a Europa Oriental e usá-los para jogar a região contra os Estados Unidos. “<a href="https://amzn.to/42EWTUt" target="_blank" rel="noreferrer noopener sponsored nofollow">The Devil In History</a>” [“<a href="https://amzn.to/43b0kSP" target="_blank" rel="noreferrer noopener sponsored nofollow">O Diabo na História</a>”] é um estudo enciclopédico sobre como a máquina de desinformação soviética e pós-soviética usou aqueles Negris para converter o antigo ódio europeu pelos nazistas em ódio aos EUA, o novo poder de ocupação.</p>



<p>Em 1851, quando <span data-tooltip-position="top" data-tooltip="Luís Napoleão Bonaparte (1808 - 1873), conhecido como Napoleão III, o primeiro presidente da República Francesa eleito por sufrágio universal e o último imperador da França. Ele era filho do irmão de Napoleão, Luís Bonaparte, que foi Rei da Holanda.">Luís Bonaparte</span>, o vil sobrinho de <span data-tooltip-position="top" data-tooltip="Napoleão Bonaparte (1769 - 1821) foi um estadista e líder militar francês que ganhou destaque durante a Revolução Francesa e liderou várias campanhas militares de sucesso durante as Guerras Revolucionárias Francesas. Foi Imperador dos Franceses como Napoleão I de 1804 a 1814 e brevemente em 1815 durante os Cem Dias.">Napoleão</span>, tomou o poder na França, <span data-tooltip-position="top" data-tooltip="Karl Marx (1818 - 1883) foi um revolucionário socialista, nascido em 1818 em Tréveris (Prússia) e falecido em 1883 na cidade de Londres (Reino Unido).">Karl Marx</span> disse a sua agora famosa máxima: “A história sempre se repete, a primeira vez como tragédia, a segunda como farsa”. “<a href="https://amzn.to/42EWTUt" target="_blank" rel="noreferrer noopener sponsored nofollow">The Devil In History</a>” [“<a href="https://amzn.to/43b0kSP" target="_blank" rel="noreferrer noopener sponsored nofollow">O Diabo na História</a>”] documenta os atuais esforços dos esquerdistas para reviver as mentiras soviéticas, e isto mostra a sua ridícula natureza.</p>



<p>“<a href="https://amzn.to/42EWTUt" target="_blank" rel="noreferrer noopener sponsored nofollow">The Devil In History</a>” [“<a href="https://amzn.to/43b0kSP" target="_blank" rel="noreferrer noopener sponsored nofollow">O Diabo na História</a>”] tem não apenas importância ideológica mas também histórica, pois torna o seu autor, Vladimir Tismaneanu, uma versão americana conservadora de <span data-tooltip-position="top" data-tooltip="Eric John Ernest Hobsbawm (1917 - 2012) foi um historiador marxista britânico bastante reconhecido do século XX. Ao longo de toda a sua vida, Hobsbawm foi membro do Partido Comunista Britânico.">Eric Hobsbawm</span>, o mais respeitado historiador britânico.</p>



<p>Hobsbawm, morto há pouco com a venerável idade de 95 anos, era um polímata erudito, um esplêndido pesquisador e um excelente escritor. Infelizmente, também resolveu ser um marxista profissional e os marxistas são, por definição, mentirosos. Eles são&nbsp;<em>obrigados a mentir</em>&nbsp;porque a realidade de todas as sociedades marxistas tem sido devastadora, a um nível espantoso. Mais de 115 milhões de pessoas foram mortas em todo mundo na tentativa de manter vivas as mentiras do marxismo.</p>



<p>O quarteto de livros mais respeitado de Hobsbawm, “<a href="https://amzn.to/43eLryU" target="_blank" rel="noreferrer noopener sponsored nofollow">The Age of Revolution</a>” e “<a href="https://amzn.to/3KRevWW" target="_blank" rel="noreferrer noopener sponsored nofollow">The Age of Extremes</a>”, aos quais dedicou a maior parte da sua vida, também são uma mentira: apresentam a história da revolução marxista soviética, evolução e ‘descentralização’ (<em>evolution and devolution</em>) que ignoram totalmente os <span data-tooltip="Sistema penal institucional da antiga União Soviética, composto por uma rede de campos de concentração. ''Glavnoe Upravlenie Legarei'', em português: Administração Central dos Campos." data-tooltip-position="top">GULAGs</span>. São como uma história do nazismo ignorando o Holocausto, ou uma história do Egito desconsiderando os faraós e as pirâmides. Hobsbawm filiou-se ao Partido Comunista Britânico em 1936, e nele permaneceu mesmo após o seu eterno ídolo, a União Soviética, ter sucumbido. Hobsbawm jamais retirou a sua filiação ao Partido Comunista. Ele explicou: “O Partido… teve o primeiro, ou mais precisamente, o único direito real das nossas vidas… As exigências do Partido têm prioridade absoluta… Se ele mandar você abandonar a namorada ou a esposa, você deve fazê-lo”.</p>



<p>Vladimir Tismaneanu também se filiou ao Partido Comunista quando jovem – como eu fiz – mas rompeu com o partido quando o comunismo ainda estava com força total — como eu fiz — e expôs os seus males ao resto do mundo — como eu também fiz. A bem da verdade, devo registrar a minha imensa admiração por Tismaneanu e dizer que o considero um bom amigo, embora jamais tenhamos nos encontrado. Sob o meu ponto de vista, ele é o maior especialista em comunismo romeno e um dos maiores estudiosos do mundo sobre o Leste Europeu. O seu “<a href="https://amzn.to/438eXGC" target="_blank" rel="noreferrer noopener sponsored nofollow">Stalinism for All Seasons</a>” é o mais amplo estudo sobre o comunismo romeno e o seu “<a href="https://amzn.to/4qcKmBU" target="_blank" rel="noreferrer noopener sponsored nofollow">Fantasies of Salvation: Democracy, Nationalism, and Myth in Post-Communist Europe</a>” recebeu o prêmio romeno-americano da Academy of Arts and Sciences. Por sua incansável atividade de pesquisa, Vladimir Tismaneanu tornou-se um membro do prestigioso Institut fur die Wissenschaften von Menschen em Viena, Áustria, e recebeu o título de Public Policy Scholar do Woodrow Wilson International Center for Scholars.</p>



<p>A despeito da cobertura da imprensa sobre a corrida nuclear durante a Guerra Fria, nós, no topo do serviço de inteligência do bloco soviético naqueles anos, lutamos, naquela guerra, pela conquista das mentes — na Europa, na esquerda americana, no Terceiro Mundo — pois sabíamos ser impossível ganhar as batalhas militares. A Guerra Fria acabou realmente, mas, diferentemente das outras guerras, não terminou com um inimigo derrotado depondo as armas. No ano 2000, alguns dos meus antigos colegas da <span data-tooltip-position="top" data-tooltip="Komitet Gosudarstvennoy Bezopasnosti,em português: ''Comitê de Segurança do Estado''.">KGB</span> tomaram o Kremlin e transformaram a Rússia na primeira ditadura de inteligência da história. Mais de seis mil antigos agentes da KGB estão nos governos russos federal e local. Seria como tentar democratizar a Alemanha com os oficiais da Gestapo no comando.</p>



<p>Vladimir Tismaneanu é o analista político perfeito para os dias de hoje, pois é um especialista nos dois legados, nazista e comunista. A despeito de diagnósticos otimistas e do excessivo&nbsp;<em>wishful thinking</em>, estas duas patologias não estão mortas. O esclarecedor livro de Vladimir Tismaneanu é um antítodo contra os novos experimentos do radicalismo utópico e da engenharia social.</p>



<br>



<p class="has-text-align-right">Por <a href="https://culturadefato.com.br/author/ionmihaipacepa/">Ion Mihai Pacepa</a> (1928 &#8211; 2021).<br><br>O autor, general <a href="https://culturadefato.com.br/author/ionmihaipacepa/">Ion Mihai Pacepa</a>, foi o oficial de mais alta patente a desertar do bloco comunista,<br>obtendo asilo político nos Estados Unidos.<br><br>No Brasil, <a href="https://culturadefato.com.br/author/ionmihaipacepa/">Ion</a> ficou conhecido pelo livro <a href="https://amzn.to/4ncDp0Y" target="_blank" rel="noreferrer noopener sponsored nofollow"><em>Disinformation</em></a> (<em><a href="https://amzn.to/47mtCQW" target="_blank" rel="noreferrer noopener sponsored nofollow">Desinformação</a></em>), escrito em coautoria com<br>o professor <span data-tooltip-position="top" data-tooltip="Ronald J. Rychlak é um advogado, jurista, autor e comentarista político americano. Ele é um Distinguished Professor of Law na University of Mississippi School of Law e é titular da Cátedra Jamie L. Whitten em Direito e Governo.">Ronald Rychlak</span> e publicado pela WND Books em junho de 2013.<br><br>Artigo originalmente publicado em 14 de fevereiro de 2014<br>no <em>website <a href="https://midiasemmascara.net/">Mídia Sem Máscara</a></em>. Tradução de Ricardo Hashimoto.</p>



<br>



<p class="has-background has-very-light-gray-background-color"><strong>Notas da editoria:</strong><br><br>A imagem da capa é um recorte da obra: “<em>As duas Fridas</em>” (1939), de <span data-tooltip="Magdalena Carmen Frida Kahlo y Calderón (1907 - 1954), mais conhecida como Frida Kahlo, foi uma pintora mexicana conhecida pelos seus muitos retratos, autorretratos, e obras inspiradas na natureza e artefatos do México." data-tooltip-position="top">Frida Kahlo</span> (1907 &#8211; 1954).</p>



<br>



<h2 class="wp-block-heading has-text-align-center">Saiba mais, leia:</h2>



<br>



<section id="gm23ceb0f" class="wp-block-gutentor-m0 alignfull section-gm23ceb0f gutentor-module gutentor-module-carousel has-color-bg has-custom-bg gutentor-slick-a-default-desktop gutentor-slick-a-default-tablet gutentor-slick-a-default-mobile"><div class="grid-container"><div class="gutentor-module-carousel-row" data-dots="false" data-dotstablet="false" data-dotsmobile="false" data-arrows="true" data-arrowstablet="true" data-arrowsmobile="true" data-infinite="true" data-autoplay="true" data-draggable="true" data-pauseonfocus="true" data-pauseonhover="true" data-autoplayspeed="4500" data-cmondesktop="false" data-cmontablet="false" data-cmonmobile="false" data-nextarrow="fas fa-angle-right" data-prevarrow="fas fa-angle-left" data-arrowspositiondesktop="gutentor-slick-a-default-desktop" data-arrowspositiontablet="gutentor-slick-a-default-tablet" data-arrowspositionmobile="gutentor-slick-a-default-mobile" data-speed="300" data-slideitemdesktop="2" data-slideitemtablet="3" data-slideitemmobile="2" data-slidescroll-desktop="2" data-slidescroll-tablet="3" data-slidescroll-mobile="2">
<div id="col-gm3c9963" class="wp-block-gutentor-m0-col col-gm3c9963 gutentor-carousel-item"><div id="section-gm3c9963" class="section-gm3c9963 gutentor-col-wrap has-color-bg has-custom-bg">
<div id="section-gc06e0a" class="wp-block-gutentor-e6 section-gc06e0a gutentor-element gutentor-element-image text-align-center-desktop"><div class="gutentor-element-image-box"><a class="gutentor-element-image-link" href="https://culturadefato.com.br/nazismo-e-comunismo-irmaos-gemeos/"><div class="gutentor-image-thumb"><img decoding="async" class="normal-image" src="https://culturadefato.com.br/wp-content/uploads/2020/09/ComunismoNazismo.jpg" alt="Comunismo e Nazismo" /></div></a></div></div>



<p class="has-text-align-center"><a href="https://culturadefato.com.br/postagens-selecionadas-do-telegram-marco-de-2023/"></a><br><em><a href="https://culturadefato.com.br/nazismo-e-comunismo-irmaos-gemeos/">Nazismo e comunismo, irmãos gêmeos</a></em>,<br>por <a href="https://culturadefato.com.br/author/percivalpuggina/">Percival Puggina</a></p>
</div></div>



<div id="col-gmacf316" class="wp-block-gutentor-m0-col col-gmacf316 gutentor-carousel-item"><div id="section-gmacf316" class="section-gmacf316 gutentor-col-wrap has-color-bg has-custom-bg">
<div id="section-g5485d9" class="wp-block-gutentor-e6 section-g5485d9 gutentor-element gutentor-element-image text-align-center-desktop"><div class="gutentor-element-image-box"><a class="gutentor-element-image-link" href="https://culturadefato.com.br/as-raizes-socialistas-de-benito-mussolini/"><div class="gutentor-image-thumb"><img decoding="async" class="normal-image" src="https://culturadefato.com.br/wp-content/uploads/2025/05/BenitoMussolini_1941_Ernest-Hamlin-Baker.jpg" alt="Obra: &quot;Benito Mussolini&quot; (1941), de Ernest Hamlin Baker (1889 - 1975)." /></div></a></div></div>



<p class="has-text-align-center"><a href="https://culturadefato.com.br/postagens-selecionadas-do-telegram-marco-de-2023/"></a><br><a href="https://culturadefato.com.br/as-raizes-socialistas-de-benito-mussolini/" rel="sponsored nofollow"><em>As raízes socialistas de Benito Mussolini</em></a>,<br>por <a href="https://culturadefato.com.br/author/bryancaplan/">Bryan Caplan</a>.</p>
</div></div>



<div id="col-g-7nfl472" class="wp-block-gutentor-m0-col col-g-7nfl472 gutentor-carousel-item"><div id="section-g-7nfl472" class="section-g-7nfl472 gutentor-col-wrap has-color-bg has-custom-bg">
<div id="section-g-l1yi72r" class="wp-block-gutentor-e6 section-g-l1yi72r gutentor-element gutentor-element-image text-align-center-desktop"><div class="gutentor-element-image-box"><a class="gutentor-element-image-link" href="https://culturadefato.com.br/as-origens-socialistas-do-fascismo/"><div class="gutentor-image-thumb"><img decoding="async" class="normal-image" src="https://culturadefato.com.br/wp-content/uploads/2025/03/Hitler_Mussolini.jpg" alt="Pintura a óleo de Hitler &amp; Mussolini." /></div></a></div></div>



<p class="has-text-align-center"><a href="https://culturadefato.com.br/postagens-selecionadas-do-telegram-marco-de-2023/"></a><br><a href="https://culturadefato.com.br/as-origens-socialistas-do-fascismo/" rel="sponsored nofollow"><em>As origens socialistas do fascismo</em></a>,<br>por <a href="https://culturadefato.com.br/author/diversos/">diversos autores</a></p>
</div></div>



<div id="col-g-y048nel" class="wp-block-gutentor-m0-col col-g-y048nel gutentor-carousel-item"><div id="section-g-y048nel" class="section-g-y048nel gutentor-col-wrap has-color-bg has-custom-bg">
<div id="section-g-0l520d4" class="wp-block-gutentor-e6 section-g-0l520d4 gutentor-element gutentor-element-image text-align-center-desktop"><div class="gutentor-element-image-box"><a class="gutentor-element-image-link" href="https://culturadefato.com.br/por-que-os-alemaes-apoiaram-hitler/"><div class="gutentor-image-thumb"><img decoding="async" class="normal-image" src="https://culturadefato.com.br/wp-content/uploads/2023/08/EnterrandoUmCamarada_DavidFriedman.jpg" alt="Obra: &quot;Enterrando um camarada&quot;, por David Friedman (1893 - 1980)" /></div></a></div></div>



<p class="has-text-align-center"><a href="https://culturadefato.com.br/postagens-selecionadas-do-telegram-marco-de-2023/"></a><br><a href="https://culturadefato.com.br/por-que-os-alemaes-apoiaram-hitler/" rel="sponsored nofollow"><em>Por que os alemães apoiaram Hitler</em></a>,<br>por <a href="https://culturadefato.com.br/author/jacobhornberger/">Jacob Hornberger</a>.</p>
</div></div>



<div id="col-g-p13mi2s" class="wp-block-gutentor-m0-col col-g-p13mi2s gutentor-carousel-item"><div id="section-g-p13mi2s" class="section-g-p13mi2s gutentor-col-wrap has-color-bg has-custom-bg">
<div id="section-g-5b2b7o1" class="wp-block-gutentor-e6 section-g-5b2b7o1 gutentor-element gutentor-element-image text-align-center-desktop"><div class="gutentor-element-image-box"><a class="gutentor-element-image-link" href="https://culturadefato.com.br/knut-hamsun-entre-a-poesia-da-terra-e-o-abismo-da-historia/"><div class="gutentor-image-thumb"><img decoding="async" class="normal-image" src="https://culturadefato.com.br/wp-content/uploads/2025/07/KnutHamsun.jpg" alt="Knut Hamsun, fotografado em 1941 por Anders Beer Wilse (1865 – 1949)." /></div></a></div></div>



<p class="has-text-align-center"><a href="https://culturadefato.com.br/postagens-selecionadas-do-telegram-marco-de-2023/"></a><br><a href="https://culturadefato.com.br/knut-hamsun-entre-a-poesia-da-terra-e-o-abismo-da-historia/" rel="sponsored nofollow"><em>Knut Hamsun: entre a poesia da terra e o abismo da história</em></a>, por <a href="https://culturadefato.com.br/author/douglasalfini/">Douglas Alfini Jr</a>.</p>
</div></div>



<div id="col-gmdaa1c4" class="wp-block-gutentor-m0-col col-gmdaa1c4 gutentor-carousel-item"><div id="section-gmdaa1c4" class="section-gmdaa1c4 gutentor-col-wrap has-color-bg has-custom-bg">
<div id="section-g9e98c1" class="wp-block-gutentor-e6 section-g9e98c1 gutentor-element gutentor-element-image text-align-center-desktop"><div class="gutentor-element-image-box"><a class="gutentor-element-image-link" href="https://culturadefato.com.br/por-que-o-comunismo-nao-e-tao-odiado-quanto-o-nazismo-embora-tenha-matado-mais/"><div class="gutentor-image-thumb"><img decoding="async" class="normal-image" src="https://culturadefato.com.br/wp-content/uploads/2023/07/MassacreNaCoreia.jpg" alt="Obra: &quot;Massacre na Coreia&quot; (1951), por Pablo Picasso (1881 - 1973)" /></div></a></div></div>



<p class="has-text-align-center"><a href="https://culturadefato.com.br/postagens-selecionadas-do-telegram-marco-de-2023/"></a><br><em><a href="https://culturadefato.com.br/por-que-o-comunismo-nao-e-tao-odiado-quanto-o-nazismo-embora-tenha-matado-mais/">Por que o comunismo não é tão odiado quanto o nazismo, embora tenha matado mais?</a>,<br></em>por <a href="https://culturadefato.com.br/author/dennisprager/">Dennis Prager</a></p>
</div></div>



<div id="col-g-dp1115s" class="wp-block-gutentor-m0-col col-g-dp1115s gutentor-carousel-item"><div id="section-g-dp1115s" class="section-g-dp1115s gutentor-col-wrap has-color-bg has-custom-bg">
<div id="section-g-sufhsup" class="wp-block-gutentor-e6 section-g-sufhsup gutentor-element gutentor-element-image text-align-center-desktop"><div class="gutentor-element-image-box"><a class="gutentor-element-image-link" href="https://culturadefato.com.br/as-origens-do-politicamente-correto/"><div class="gutentor-image-thumb"><img decoding="async" class="normal-image" src="https://culturadefato.com.br/wp-content/uploads/2020/10/PoliticamenteCorreto.jpg" alt="Politicamente Correto" /></div></a></div></div>



<p class="has-text-align-center"><a href="https://culturadefato.com.br/postagens-selecionadas-do-telegram-marco-de-2023/"></a><br><a href="https://culturadefato.com.br/as-origens-do-politicamente-correto/" rel="sponsored nofollow"><em>As origens do politicamente correto</em></a>,<br>por <a href="https://culturadefato.com.br/author/williamlind/">William S. Lind</a></p>
</div></div>



<div id="col-gm6bd01f" class="wp-block-gutentor-m0-col col-gm6bd01f gutentor-carousel-item"><div id="section-gm6bd01f" class="section-gm6bd01f gutentor-col-wrap has-color-bg has-custom-bg">
<div id="section-gc1a09e" class="wp-block-gutentor-e6 section-gc1a09e gutentor-element gutentor-element-image text-align-center-desktop"><div class="gutentor-element-image-box"><a class="gutentor-element-image-link" href="https://culturadefato.com.br/a-grande-mentira-socialista/"><div class="gutentor-image-thumb"><img decoding="async" class="normal-image" src="https://culturadefato.com.br/wp-content/uploads/2020/11/KarlMarx.jpg" alt="Karl Marx" /></div></a></div></div>



<p class="has-text-align-center"><a href="https://culturadefato.com.br/postagens-selecionadas-do-telegram-marco-de-2023/"></a><br><a href="https://culturadefato.com.br/a-grande-mentira-socialista/"><em>A grande mentira socialista</em></a>,<br>por <a href="https://culturadefato.com.br/author/eguinaldosouza/">Eguinaldo Hélio de Souza</a></p>
</div></div>



<div id="col-gm15c1af" class="wp-block-gutentor-m0-col col-gm15c1af gutentor-carousel-item"><div id="section-gm15c1af" class="section-gm15c1af gutentor-col-wrap has-color-bg has-custom-bg">
<div id="section-g7203e6" class="wp-block-gutentor-e6 section-g7203e6 gutentor-element gutentor-element-image text-align-center-desktop"><div class="gutentor-element-image-box"><a class="gutentor-element-image-link" href="https://culturadefato.com.br/o-socialismo-reflete-a-atitude-interior-de-seus-adeptos/"><div class="gutentor-image-thumb"><img decoding="async" class="normal-image" src="https://culturadefato.com.br/wp-content/uploads/2023/08/1May_1958_Alexandru-Ciucurencu.jpg" alt="Obra: &quot;Primeiro de Maio&quot; (1958), de Alexandru Ciucurencu (1903 - 1977)." /></div></a></div></div>



<p class="has-text-align-center"><a href="https://culturadefato.com.br/postagens-selecionadas-do-telegram-marco-de-2023/"></a><br><a href="https://culturadefato.com.br/o-socialismo-reflete-a-atitude-interior-de-seus-adeptos/"><em>O socialismo reflete a atitude interior de seus adeptos</em></a>,<br>por <a href="https://culturadefato.com.br/author/antonymueller/">Antony Mueller</a></p>
</div></div>
</div></div></section>



<br>
<p>O post <a href="https://culturadefato.com.br/comunismo-e-nazismo-dois-monstros-identicos/">Comunismo e nazismo: dois monstros idênticos</a> apareceu primeiro em <a href="https://culturadefato.com.br">Cultura de Fato</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://culturadefato.com.br/comunismo-e-nazismo-dois-monstros-identicos/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
			</item>
		<item>
		<title>E subirei ao altar de Deus</title>
		<link>https://culturadefato.com.br/e-subirei-ao-altar-de-deus/</link>
					<comments>https://culturadefato.com.br/e-subirei-ao-altar-de-deus/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Daniel Marcondes]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 07 Jul 2025 04:02:43 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cristianismo]]></category>
		<category><![CDATA[Filosofia e História]]></category>
		<category><![CDATA[Política e Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Aborto]]></category>
		<category><![CDATA[Ateísmo]]></category>
		<category><![CDATA[Big Pharma]]></category>
		<category><![CDATA[Ciência Moderna]]></category>
		<category><![CDATA[Comunismo]]></category>
		<category><![CDATA[Comunoglobalismo]]></category>
		<category><![CDATA[Comunoglobalista]]></category>
		<category><![CDATA[Drauzio Varella]]></category>
		<category><![CDATA[Engenharia Social]]></category>
		<category><![CDATA[Família]]></category>
		<category><![CDATA[Globalistas]]></category>
		<category><![CDATA[Introibo ad altare Dei]]></category>
		<category><![CDATA[Jesus Cristo]]></category>
		<category><![CDATA[Mal Súbito]]></category>
		<category><![CDATA[Missa]]></category>
		<category><![CDATA[Moralidade]]></category>
		<category><![CDATA[Nova Ordem Mundial]]></category>
		<category><![CDATA[OMS]]></category>
		<category><![CDATA[Padre Malachi Martin]]></category>
		<category><![CDATA[Religião Universal]]></category>
		<category><![CDATA[Schutzstaffel]]></category>
		<category><![CDATA[Solve et Coagula]]></category>
		<category><![CDATA[Terapia Gênica Experimental]]></category>
		<category><![CDATA[Windswept House]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://culturadefato.com.br/?p=11004</guid>

					<description><![CDATA[<p>“(...) parece que é justamente sob esta forma que se nos aproxima o Leviatã do controle social total em sua forma mais recente: (...) por uma espécie de religião civil universal, quase invisível e tanto melhor quanto mais inconsciente, com seus traços principais devidamente usurpados da religião verdadeira.”</p>
<p>O post <a href="https://culturadefato.com.br/e-subirei-ao-altar-de-deus/">E subirei ao altar de Deus</a> apareceu primeiro em <a href="https://culturadefato.com.br">Cultura de Fato</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="has-text-align-center">“<em>Se o mundo vos odeia, sabei que, primeiro do que a vós, me odiou a mim.</em><br><em>Se fôsseis do mundo, o mundo amaria o que era seu; mas, porque não sois</em><br><em>do mundo,</em> <em>antes eu vos escolhi do meio do mundo, por isso o mundo vos odeia.</em>” (Jo 15,18)</p>



<br>



<p class="has-text-align-right has-small-font-size" id="RefNotasEditoria"><em>* <a href="#NotasEditoria">Notas da editoria</a></em></p>



<hr class="wp-block-separator has-css-opacity is-style-wide"/>



<br>



<h3 class="wp-block-heading">I. Paraíso perdido</h3>



<br>



<p class="has-drop-cap">É possível perceber, no fundo de praticamente todas as ações satânicas, um componente fundamental — espécie de raiz comum —, que é o elemento da <em>inversão</em> (ou <em>subversão</em>).</p>



<p>Tal raiz não poderia mesmo ser outra. Não havendo como separar-se do que é onipresente para combatê-lo desde fora, a simples ideia de “confrontar a Deus”, tomado em Si mesmo, sequer se aplica; àqueles que desejariam poder fazê-lo resta apenas o esforço de perverter, de alguma maneira, a ordem e a estrutura das coisas tal como determinadas por Ele. É claro que também isso não pode ser jamais efetivamente realizado; de fato, o máximo que se pode obter é um deslocamento do agente em relação a esta ordem, um movimento deliberado do indivíduo na direção contrária à de sua harmonização e adequação a ela. Mas essa dissonância entre o eu e sua situação dá-se apenas no plano lógico, jamais na realidade — no plano digamos ontológico, todo e qualquer acontecimento é a simples realização de uma entre diversas possibilidades, todas elas já garantidas de antemão pelo próprio modo de existência dos entes envolvidos e, portanto, pela própria estrutura geral do ser. Essa ruptura é apenas aparente, e não efetiva. Isso não impede, porém, que verdadeiras legiões de homens devotem suas vidas a serviço dela, nem que destruam, no decurso de seu empenho, gerações inteiras e um sem número de almas.</p>



<p>Se considerarmos o ato máximo desse esforço, germe e paradigma de todos os seguintes, veremos que a grande insurreição de Lúcifer não é propriamente contra Deus “<em>per se</em>” — ele sabe (e sabe-o perfeitamente, tratando-se de um intelecto angélico) que isso não é possível —, mas contra a ordem e a hierarquia determinadas por Ele. O que Lúcifer não pode aceitar é o fato de não ser ele próprio o topo dessa hierarquia. Não podendo alterá-la no menor detalhe sequer, decide não por conformar-se a ela, não por adequar-se à realidade, mas por comprometer-se definitivamente com sua frustração raivosa: “<span data-tooltip-position="top" data-tooltip="''Melhor reinar no Inferno do que servir no Paraíso'' — trecho do poema Paraíso Perdido, de John Milton."><em>Better to reign in Hell than serve in Heaven</em></span>”<a href="#Nota01" id="Ref01"><strong><sup>1</sup></strong></a>. Ele sabe que essa hierarquia não pode ser <em>de fato</em> abalada, mas que é possível fazer <em>parecer</em> que tenha sido. Não por acaso, a tentação primordial com que seduz os nossos primeiros pais envolve justamente a falsa promessa de concretização do mesmo desejo irrealizável que tanto lhe perturba: “<em>E sereis como deuses</em>”, diz a Eva. O pecado original é, em última análise, o pecado do desejo de subversão da ordem do real.</p>



<p>Como era de se esperar, essa característica serve também de fundamento para a ritualística satanista em geral. Uma interessante ilustração disso nos é dada pelo <span data-tooltip-position="top" data-tooltip="Malachi Brendan Martin (1921 - 1999): padre católico irlandês.">Padre Malachi Martin</span> em seu livro <em><a href="https://amzn.to/3FTP7rz" target="_blank" rel="noreferrer noopener sponsored nofollow">Windswept House</a></em>, ao descrever um ritual satânico que teria ocorrido no coração do Vaticano em meados da década de 60:</p>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow">
<p>“(…) cada elemento da Celebração do Sacrifício do Calvário precisa ser virado de cabeça para baixo pela outra — e oposta — Celebração. O sagrado deve ser profanado. O profano deve ser adorado. A representação incruenta do Sacrifício do Fraco Inominado [referência blasfema a Nosso Senhor Jesus Cristo] na Cruz deve ser substituída pela suprema e cruenta violação da dignidade do Inominado. A culpa deve ser aceita como inocência. A dor deve causar alegria. Graça, arrependimento e perdão devem ser todos afogados em uma orgia de opostos.”<a href="#Nota02" id="Ref02"><sup><strong>2</strong></sup></a></p>
</blockquote>



<p>“Orgia de opostos” — não há definição mais precisa. Vejam que não se trata, ali, da simples destruição dos símbolos e ritos da Santa Missa, mas de sua banalização e perversão, de sua substituição por paródias e simulacros cuidadosamente selecionados. Ora, o mesmíssimo expediente pode ser verificado nas estratégias comunistas e globalistas em geral, hoje muito bem representadas nos planos da chamada <a href="https://culturadefato.com.br/tag/nova-ordem-mundial/">Nova Ordem Mundial</a>. Aliás, o nome não poderia ser mais apropriado: não se trata exatamente de demolir os pilares da civilização, mas de sequestrá-los e montar, como que por sobre eles, um novo cenário, uma nova imagem do mundo na qual estes não apareçam senão como meras sombras primitivas e ultrapassadas de suas versões subvertidas</p>



<p class="img-direita"><a href="https://culturadefato.com.br/virus-desagregador-da-familia/"><img decoding="async" width="528" height="306" class="wp-image-11029" src="https://culturadefato.com.br/wp-content/uploads/2022/01/OneOfTheFamily_FGCotman_Peq.jpg" alt="Obra: “One of the Family”, por F. G. Cotman (1850 - 1920)."></a>Com frequência dizemos que os adeptos desse lamentável mundo novo anseiam pela destruição da família, do matrimônio, da religião e assim por diante, mas esta é mais uma força de expressão do que uma descrição objetiva da situação. Com efeito, o que vimos nas últimas décadas não foi a proibição do casamento ou algo como sua extinção legal, mas uma pressão ideológica que culminou nas invenções jurídicas do “casamento gay”, casamento a três, casamento com animais e outras aberrações semelhantes; não é tanto a ideia da instituição familiar em si o alvo dos maiores ataques, mas a noção da família chamada tradicional, e, mesmo assim, apenas no caso de <em>algumas</em> famílias, como a sua e a minha — entre os megabilionários e altos oficiais do globalismo, as famílias continuam sendo pautadas pelas mais rígidas hierarquias dinásticas, subsistindo inclusive através de casamentos arranjados; jamais buscaram o fim digamos visível da Igreja, mas trataram de criar, a partir de um falso concílio, uma nova doutrina, uma nova “missa” — que atende ironicamente por <span data-tooltip-position="top" data-tooltip="''Novus Ordo Missae'', ou Novo Rito da Missa, é a forma ordinária da missa católica, promulgada pelo Papa Paulo VI em 1969. Ele foi criado para modernizar a liturgia da Igreja, incorporando o movimento bíblico e litúrgico da época e simplificando a linguagem da liturgia."><em>novus ordo missae</em></span> — e, consequentemente, uma nova fé. Enfim, o verdadeiro matrimônio, a verdadeira estrutura familiar, a verdadeira Igreja e tudo o mais não foram e nem podem ser efetivamente aniquilados — não por falta de empenho dos seus inimigos, mas porque refletem aspectos da estrutura da realidade tal como ela é. Resta apenas apossar-se de suas aparências, colori-las das mais criativas discrepâncias lógicas em relação a essa estrutura que antes expressavam tão afinadamente e devolvê-las ao público como se ainda se tratasse das mesmas coisas. Nada é verdadeiramente descartado, mas apenas torcido, retorcido, invertido e reapresentado sob as vestes litúrgicas dos novos tempos.</p>



<p>E por falar em liturgia, parece que é justamente sob esta forma que se nos aproxima o Leviatã do controle social total em sua versão mais recente: não tanto pela opressão de um Estado exteriormente materialista e cético (ainda que, interiormente, de fato o seja), de tipo clássico, como costumamos imaginar, mas por uma espécie de religião civil universal, quase invisível e de culto praticamente inconsciente por parte de seus seguidores (mas de perpetração perfeitamente consciente por parte de seus orquestradores), com seus traços principais devidamente usurpados da religião verdadeira. Não teríamos chegado ao presente estado de coisas, porém, sem o nascimento da ciência e filosofia modernas, em cujo seio convivem o mais agudo subjetivismo — inversão por excelência da ordem da realidade — e os mais desvairados pseudomisticismos, tudo cinicamente travestido do mais alto rigor racionalista.</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>II. <em>Mythos</em> e <em>logos</em></strong></h3>



<br>



<p class="has-drop-cap">O fato de que a época louvada como a mais fértil de conhecimento científico e ápice da “vitória do <em>logos</em> sobre o <em>mythos</em>” seja justamente a mais recheada de superstições e crendices em toda a história humana apenas nos parecerá contraditório ou estranho se observarmos os principais eventos dos últimos quatro séculos através das lentes da versão oficial, que, já tão profundamente gravada no imaginário popular, apresenta o advento da chamada ciência moderna como a virada de um mundo de moralismos inócuos e fanatismos religiosos, liderado pelos “preconceitos anticientíficos” da Igreja, para o tempo da supremacia da razão e da liberdade de pensamento, no qual o homem tem autonomia para investigar o universo e exercer plenamente sua capacidade crítica. Não é a ocasião de demonstrar em detalhes o quão falsa é esta narrativa; basta-nos, por ora, recordar que jamais houve maior explosão de interesse em todo tipo de magia e práticas ocultistas como a partir do século XVI, e que os principais cientistas da era moderna, hoje cultuados como heróis da racionalidade pura, foram os maiores bruxos da paróquia. Seja como for, o fato é que, passado algum tempo, vemos os nossos excelsos homens de ciência, guiados — como dizem — exclusivamente pela luz da razão e baseados estritamente na observação direta e na experimentação, guardiões que são da objetividade contra as ingenuidades supersticiosas, a nos brindar com verdadeiros suprassumos de racionalidade, tais como suas discussões sobre vida alienígena, multiversos, viagens no tempo, colonizações galácticas, transferência de consciências, inteligências artificiais, máquinas autoconscientes e assim por diante. Por consequência, como não poderia deixar de ser, o fruto dessa elite pseudocientífica e seu análogo na esfera comum da sociedade é o sujeito que acredita na força do sal grosso, nos banhos de alfazema, na limpeza das “energias”, faz simpatias contra mau olhado, se protege com o Olho Grego, com o Olho de Hórus, faz terapias Reiki, consulta o tarô, mães de santo, videntes e até o Drauzio Varella, mas estufa o peito para gritar, com lágrimas histéricas, em defesa da ciência contra o “negacionismo” alheio.</p>



<p>Anunciando ao público leigo de fiéis servidores um mundo essencialmente material e fechado em si mesmo, enquanto, por sua vez e internamente, alimentam e deleitam-se com todo tipo de mandingas, o que a ciência e a filosofia modernas conseguiram, com esse discurso duplo ao melhor estilo das sociedades secretas — e isso não por acaso —, foi deteriorar de tal modo a relação e a percepção das pessoas quanto à autêntica dimensão espiritual da realidade que estas, agora, costumam ou descartá-la <em>in limine</em>, sem o menor exame (e geralmente apavoradas diante da possibilidade de precisar fazê-lo um dia), ou aceitar igualmente sem exame os mais diversos pseudomisticismos e superstições, principalmente quando fantasiados de “consensos científicos”. Se algum dia pareceu que o domínio comunoglobalista viria no aspecto de um ateísmo formal propriamente dito, com o tempo vai parecendo mais claro que a parada final do caminho para a apostasia será menos o não crer em nada do que o crer em tudo.<a id="Ref03" href="#Nota03"><sup><strong>3</strong></sup></a></p>



<p>Mas esse “crer em tudo” encontra-se naturalmente disperso em uma miríade de símbolos, convicções e organizações diferentes, muitas vezes com pouca ou nenhuma relação entre si. É necessário submeter esse estado de coisas à próxima etapa do processo: depois de esfacelar o senso espiritual e religioso das pessoas, é-lhes oferecida uma reunificação dos fragmentos em um novo edifício, como quem cola novamente os estilhaços de um espelho quebrado. Essa reunificação é feita de forma lenta e velada; afinal, o sujeito precisa continuar acreditando que pensa e age de forma independente, precisa seguir enxergando-se a si mesmo como um espontâneo paladino das “luzes” contra a velha “escuridão” opressiva dos sistemas filosóficos tradicionais e da religião revelada. O princípio do <span data-tooltip-position="top" data-tooltip="''Dissolver e coagular.''"><em>solve et coagula</em></span> nunca funcionou tão bem.</p>



<p>E assim chegamos ao momento presente, em que essa fase de reunificação parece estar tomando uma forma mais definida debaixo da farsa da pandemia e do esquema de <a href="https://culturadefato.com.br/o-que-era-descrito-sobre-vacinas-na-obra-a-verdadeira-historia-do-clube-bilderberg-publicada-em-2005/" target="_blank" rel="noreferrer noopener nofollow">vacinação em massa obrigatória</a>. Se esta forma é definitiva, ou por quanto tempo deverá perdurar até que se mude no próximo teatro global, ninguém é capaz de dizê-lo — o fundamental traço camaleônico desses movimentos, aliado à facilidade com que hoje dispõem dos corações das pessoas, impossibilita a previsão. O fato é que os apóstolos atuais da “nova ordem” parecem estar finalmente levando a cabo, de modo mais concreto, aquilo que seus predecessores, ainda que tendo lançado as bases necessárias, só puderam vislumbrar: o mergulhar da humanidade em uma espécie de anti-Igreja igualmente dotada de uma ritualística, iniciação e simbólica próprias (tudo isso, é claro, criado a partir da perversão das contrapartidas autênticas). E nada disso teria sido possível sem os “tempos difíceis que estamos vivendo”, para utilizar a jaculatória mais fervorosamente recitada pelos novos fiéis.</p>



<p class="img-direita"><a href="https://culturadefato.com.br/as-mesmas-pessoas-sombrias-controlam-a-big-pharma-e-a-midia/" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><img decoding="async" width="470" height="272" class="wp-image-9835" src="https://culturadefato.com.br/wp-content/uploads/2021/09/GrandeDitador_Chaplin_Peq.jpg" alt="Cena do filme &quot;O grande ditador&quot;. de Charles Chaplin."></a>Consideremos que um ser humano dotado de funções cognitivas minimamente preservadas venha a crer na existência de uma pandemia cuja causa oficial seja atribuída a um vírus admitidamente jamais isolado e sequenciado, e cuja taxa de mortalidade nas estatísticas oficiais gire em torno de menos de 1%, ainda que estas se encontrem criminosamente infladas e permeadas de assassinatos perpetrados pela aplicação de “protocolos de saúde” clamorosamente prejudiciais a pacientes com dificuldades respiratórias, o que deveria ser aberrante para qualquer aluno de primeiro semestre de enfermagem, isso para não mencionar o esforço de se proibir a utilização de medicamentos comprovadamente eficazes, mas que já não podem representar lucros — financeiros ou políticos — para as <em><a href="https://culturadefato.com.br/as-mesmas-pessoas-sombrias-controlam-a-big-pharma-e-a-midia/">big pharma</a></em> e seus coligados; consideremos que, justificada por tão apocalíptico morticínio, seja imposta sobre toda a população mundial uma vacinação obrigatória (não me perguntem como é possível desenvolver testes e vacinas para um vírus jamais isolado e sequenciado) que não imuniza, não impede a transmissão do suposto vírus e mata ridiculamente mais do que a própria doença contra a qual deveria atuar, sendo responsável por uma nova pandemia: a de “mal súbito”, diagnóstico médico expedido pela grande mídia em casos de morte decorrente da vacinação, esta que não passa de uma terapia gênica experimental (fato primeiramente rechaçado como “teoria da conspiração” pela mesma classe científica que, dias depois, não podendo mais escondê-lo, tratou de assumi-lo como um maravilhoso avanço tecnológico a serviço da saúde humana), que admitidamente contém células de fetos abortados em seu conteúdo (conteúdo este cuja composição completa é segredo de Estado e não pode ser questionado) e que agora será estendida também para as crianças – entre as quais a taxa de mortalidade por tão avassaladora pandemia é virtualmente <em>zero</em>; consideremos ainda os curiosos caprichos do tal vírus, que mais parece dotado de vontade própria: ameaça manifestar-se nas aglomerações das igrejas, exigindo seu fechamento — jamais nas aglomerações dos desfiles de carnaval e casas de <em>reality show</em>; ataca os que esperam de pé nos restaurantes, mas respeita solenemente os que conseguem sentar-se às mesas; ronda as filas dos aeroportos, exigindo o “distanciamento social”, mas é suficientemente compreensivo para poupar os passageiros quando estes, minutos depois, espremem-se dentro do avião como sardinhas enlatadas; por fim, recordemos agora as pessoas que, por medo da “contaminação”, ficaram meses trancadas em casa, recusando o contato com parentes e amigos; as que venderam suas casas na cidade e se mudaram para sítios e chácaras, fugindo daquele menos de 1% como quem fugisse de Pripyat logo após o acidente em Chernobyl; as que denunciaram reuniões familiares dos vizinhos à polícia, como quem denunciasse grupos de judeus escondidos a oficiais da <span data-tooltip-position="top" data-tooltip="A Schutzstaffel, popularmente abreviada como SS, foi uma organização paramilitar ligada ao Partido Nazista, principal responsável pelas mortes do Holocausto."><em>Schutzstaffel</em></span>; os casais que dormiram em quartos separados para evitar o “contágio”; as pessoas que utilizaram e ainda utilizam máscaras mesmo que dentro de um carro, sozinhas, com os vidros fechados (máscaras estas absolutamente inúteis no quadro de uma pandemia viral, tal como admitido pela própria <span data-tooltip-position="top" data-tooltip="OMS: Organização Mundial da Saúde, ou WHO: World Health Organization.">OMS</span> no início de toda a farsa, e que jamais foram empregadas com este fim nem mesmo no contexto médico).</p>



<p>Ora, a orgulhosa e comovida submissão pela qual as pessoas dão-se <em>voluntariamente</em> a escravizar em um estado de coisas tão flagrantemente violento contra elas próprias não pode ser explicada apenas por uma extrema ignorância, por uma suprema covardia e pela maciça manipulação que sofrem — talvez nem mesmo somente pela invencível avidez com que buscam a segurança psicológica a qualquer custo. Todos esses elementos estão fortemente presentes, é claro, mas há algo mais. Há, no âmago dessa psicose autoinfligida, o desejo de pertencer a essa nova <a href="https://culturadefato.com.br/poder-global-e-religiao-universal/">religião universal</a>, cujo deus e princípio apresenta-se sob a aparência da “ciência” — não a verdadeira, mas sua forma extorquida e subvertida pelo método já mencionado, convertida em um fetiche, na mera imagem de um desejo, e que apenas graças ao domínio exercido por seus apóstolos sobre a linguagem e o imaginário popular é que pode atender pelo mesmo nome e querer significar a mesma coisa.</p>



<h3 class="wp-block-heading">III. <em>Introibo ad altare Dei</em></h3>



<br>



<p class="has-drop-cap">Você pode admirar o quanto quiser e até mesmo viver sob o guiamento irrestrito dos mandamentos da nova igreja, mas seu real ingresso será concretizado apenas através da participação em seus ritos iniciáticos. Não basta defendê-la e engrossar apenas externamente o coro dos adeptos; para ser um membro autêntico deste falso corpo místico é necessário passar pelo batismo da vacinação. A água e a pia batismal dão lugar à injeção na sala médica, e o sacerdote responsável não mais veste a batina preta do luto de quem morreu para o mundo, mas o jaleco branco de iluminação científica. Feito isso, haverá também ocasião, posteriormente, para o rito da confirmação, administrado através das “doses de reforço”.</p>



<p>Se os cristãos podem reconhecer-se por certos elementos externos, como um escapulário ou crucifixo à mostra, por exemplo, os novos fiéis leigos têm na <a href="https://culturadefato.com.br/mascara-covid-a-psicologia-da-submissao/">máscara ao rosto</a> — e não poderia haver sinal mais apropriado, indicando de um só golpe sua servil uniformidade grupal e a boca tapada — um eficaz artigo de identificação mútua; se aqueles têm seus cumprimentos próprios, como “Salve, Maria!”, basta a estes o fatídico “soquinho” para asseverar sua filiação.</p>



<p>O diaconato da classe política, ainda que mantendo uma relação intrincada e complexa com os presbíteros da classe médica e científico-acadêmica em geral, no fundo apenas age em função desta última e é determinado por ela. O episcopado divide-se entre aqueles que se reservam às sombras das lúgubres catedrais que são seus escritórios de engenharia social e os que dão as caras publicamente, emprestando seus sorrisos amarelados e cínicos como rosto do movimento e conferindo a este seu próprio prestígio social (sempre havendo também os que dominam a arte de transitar por entre esses dois mundos cujas fronteiras são cada vez menos visíveis).</p>



<p>Mas de tudo o que se poderia citar, nada se compara ao cimo do edifício religioso, ato supremo do qual decorre todo o corpo de fé subsequente: o sacrifício. Se os elementos que foram subvertidos estão ancorados numa fé e num rito cuja razão de ser é o sacrifício por excelência — o de Nosso Senhor no Calvário —, de nada valeria apropriar-se deles sem fazê-lo também em relação ao que lhes fundamenta, e é assim que os novos fiéis são convocados a participar da máxima oferta: não recebendo o Corpo e o Sangue do próprio Deus que se sacrifica para salvar os Seus filhos, mas, ao contrário, entregando a própria vida para salvar a narrativa digna de sua adoração. Não sendo este cenário trágico o bastante, os novos sacerdotes voltam-se ainda para aquelas que, por sua pureza e inocência, sempre configuraram as vítimas perfeitas aos olhos dos satanistas. Não foi suficiente que 42% do total de mortes em 2021, ou seja, quase metade das mortes no planeta em um ano, tenha ocorrido devido ao aborto. Não foi suficiente que singelos <em>quarenta e dois milhões e seiscentos mil</em> bebês tenham sido esquartejados no ventre de suas mães em um único ano. Não — é preciso imolar mais e mais vítimas no altar do deus-sol do século XXI, o que já começou a ser feito através da vacinação infantil obrigatória.</p>



<p>Enquanto no início de toda Santa Missa, antes de aproximar-se do altar em que mais tarde se repetirá o sacrifício do Calvário, o Padre recita, alternadamente com os fiéis, o belíssimo salmo 42, anunciando: “<em>Introibo ad altare Dei</em>” — “subirei ao altar de Deus”, os novos fiéis hoje levantam seus olhos marejados de comoção ao tabernáculo profano de seus senhores e proclamam: “Subiremos ao altar dos homens”. Já não o fazem solitários — levam agora também a seus filhos pela mão, como um Abraão às avessas</p>



<p>Mais do que nunca estende-se à nossa frente a necessidade de escolher diante de qual desses dois altares iremos nos prostrar. É impossível fazê-lo a ambos e um terceiro não há. Uma vez tomada a única decisão inteligente, será preciso recordar que “o servo não é maior do que seu senhor” (Jo 13, 16): o nosso sacrificado é o próprio Deus, e o nosso Rei veste uma coroa de espinhos; ou aceitamos de uma vez por todas e sem queixumes nossa parcela de autossacrifício nessa história, resolvendo-nos a perseverar até o fim (Mt 24, 13), independentemente dos resultados mais imediatos e dos caminhos aos quais essa escolha possa nos levar, ou já teremos perdido a batalha de antemão, posto que já teremos perdido a fé, caso em que será mais digno sequer tomar parte nela em primeiro lugar</p>



<p>Aquele que disse: “Se eles me perseguiram a mim, também vos hão-de perseguir a vós” (Jo 15, 20) foi o mesmo que disse: “Haveis de ter aflições no mundo; mas tende confiança, eu venci o mundo” (Jo 16, 33).<br><span data-tooltip-position="top" data-tooltip="''Quo vadis'' é uma frase em latim, que significa ''para onde vais?''."><em>Quo vadis?</em></span></p>



<br>



<p class="has-text-align-right">Escrito por <a href="https://culturadefato.com.br/author/danielmarcondes/">Daniel Marcondes</a>.</p>



<br>



<p class="has-background has-very-light-gray-background-color">Notas:</p>



<ol class="wp-block-list">
<li id="Nota01">Milton, John. <em>Paradise lost</em>, canto I. <a href="#Ref01"><img loading="lazy" decoding="async" width="14" height="10" class="wp-image-105" src="https://culturadefato.com.br/wp-content/uploads/2020/06/Subir.jpg" alt="Subir"></a></li>



<li id="Nota02">Martin, Malachi. <em><a href="https://amzn.to/3FTP7rz" target="_blank" rel="noreferrer noopener sponsored nofollow">Windswept House: A Vatican Novel</a></em>, p. 7. Nova York: Doubleday, 1996. <a href="#Ref02"><img loading="lazy" decoding="async" width="14" height="10" class="wp-image-105" style="width: 14px;" src="https://culturadefato.com.br/wp-content/uploads/2020/06/Subir.jpg" alt="Subir"></a></li>



<li id="Nota03">Refiro-me aqui apenas ao plano digamos externo e “estético” da questão, ou seja, às imagens, símbolos e discursos sob os quais esse domínio comunoglobalista escolhe se apresentar, o qual, a meu ver, segue e continuará seguindo o modelo de um sincretismo ecumenista, e não o do ateísmo clássico. Do ponto de vista da experiência real, porém, ambos são apenas dois modos diferentes de descrever uma mesma situação: todo ateísmo, que só faz rodar em círculos trocando um princípio criador por outro sem jamais resolver o problema, deságua em um “crer em tudo”, e todo sincretismo ou ecumenismo, pela anulação mútua a que submete os princípios envolvidos, é um “não crer em nada”.  <a href="#Ref03"><img loading="lazy" decoding="async" width="14" height="10" class="wp-image-105" style="width: 14px;" src="https://culturadefato.com.br/wp-content/uploads/2020/06/Subir.jpg" alt="Subir"></a></li>
</ol>



<br>



<p class="has-background has-very-light-gray-background-color" id="NotasEditoria"><strong>Notas da editoria:</strong><br><br><strong>1</strong>. Imagem de capa: “Saturno devorando seu filho&#8221; (1636), do pintor brabantino Peter Paul Rubens (1577 &#8211; 1640). <a href="#main"><img loading="lazy" decoding="async" width="17" height="14" class="wp-image-16646" style="width: 17px;" src="https://culturadefato.com.br/wp-content/uploads/2020/07/Subir_FundoCinza.jpg" alt="Subir com fundo cinza"></a><br><strong>2</strong>. Este artigo foi originalmente publicado em 24 de janeiro de 2022. Sete de julho de 2025 corresponde à última edição. <a href="#RefNotasEditoria"><img loading="lazy" decoding="async" width="17" height="14" class="wp-image-16646" style="width: 17px;" src="https://culturadefato.com.br/wp-content/uploads/2020/07/Subir_FundoCinza.jpg" alt="Subir com fundo cinza"></a></p>



<br>



<h2 class="wp-block-heading has-text-align-center">Mais do autor:</h2>



<br>



<section id="gm8ae840c" class="wp-block-gutentor-m0 alignfull section-gm8ae840c gutentor-module gutentor-module-carousel has-color-bg has-custom-bg gutentor-slick-a-default-desktop gutentor-slick-a-default-tablet gutentor-slick-a-default-mobile"><div class="grid-container"><div class="gutentor-module-carousel-row" data-dots="false" data-dotstablet="false" data-dotsmobile="false" data-arrows="true" data-arrowstablet="true" data-arrowsmobile="true" data-infinite="true" data-autoplay="true" data-draggable="true" data-pauseonfocus="true" data-pauseonhover="true" data-autoplayspeed="4500" data-cmondesktop="false" data-cmontablet="false" data-cmonmobile="false" data-nextarrow="fas fa-angle-right" data-prevarrow="fas fa-angle-left" data-arrowspositiondesktop="gutentor-slick-a-default-desktop" data-arrowspositiontablet="gutentor-slick-a-default-tablet" data-arrowspositionmobile="gutentor-slick-a-default-mobile" data-speed="300" data-slideitemdesktop="2" data-slideitemtablet="3" data-slideitemmobile="2" data-slidescroll-desktop="2" data-slidescroll-tablet="3" data-slidescroll-mobile="2">
<div id="col-gmb7aac2" class="wp-block-gutentor-m0-col col-gmb7aac2 gutentor-carousel-item"><div id="section-gmb7aac2" class="section-gmb7aac2 gutentor-col-wrap has-color-bg has-custom-bg">
<div id="section-ge721f7" class="wp-block-gutentor-e6 section-ge721f7 gutentor-element gutentor-element-image text-align-center-desktop"><div class="gutentor-element-image-box"><a class="gutentor-element-image-link" href="https://culturadefato.com.br/verdade-e-falsidade/"><div class="gutentor-image-thumb"><img decoding="async" class="normal-image" src="https://culturadefato.com.br/wp-content/uploads/2024/03/TheEarlyScholar_1865_EastmanJohnson.jpg" alt="Obra: &quot;The Early Scholar&quot; (1865), por Eastman Johnson (1824 - 1906)." /></div></a></div></div>



<p class="has-text-align-center"><a href="https://culturadefato.com.br/postagens-selecionadas-do-telegram-marco-de-2023/"></a><br><em><a href="https://culturadefato.com.br/verdade-e-falsidade/">Verdade e falsidade</a></em></p>
</div></div>



<div id="col-g-146yjem" class="wp-block-gutentor-m0-col col-g-146yjem gutentor-carousel-item"><div id="section-g-146yjem" class="section-g-146yjem gutentor-col-wrap has-color-bg has-custom-bg">
<div id="section-g-s2xjixq" class="wp-block-gutentor-e6 section-g-s2xjixq gutentor-element gutentor-element-image text-align-center-desktop"><div class="gutentor-element-image-box"><a class="gutentor-element-image-link" href="https://culturadefato.com.br/literatos-de-monociclo/"><div class="gutentor-image-thumb"><img decoding="async" class="normal-image" src="https://culturadefato.com.br/wp-content/uploads/2024/01/Stanczyk_1862_JanMatejko.jpg" alt="Obra: “Stańczyk” (1862), de Jan Matejko (1838 – 1893)." /></div></a></div></div>



<p class="has-text-align-center"><a href="https://culturadefato.com.br/postagens-selecionadas-do-telegram-marco-de-2023/"></a><br><a href="https://culturadefato.com.br/reino-dividido/">Literatos de m</a><a href="https://culturadefato.com.br/literatos-de-monociclo/">onociclo</a></p>
</div></div>



<div id="col-gm351943" class="wp-block-gutentor-m0-col col-gm351943 gutentor-carousel-item"><div id="section-gm351943" class="section-gm351943 gutentor-col-wrap has-color-bg has-custom-bg">
<div id="section-gb80a6e" class="wp-block-gutentor-e6 section-gb80a6e gutentor-element gutentor-element-image text-align-center-desktop"><div class="gutentor-element-image-box"><a class="gutentor-element-image-link" href="https://culturadefato.com.br/reino-dividido/"><div class="gutentor-image-thumb"><img decoding="async" class="normal-image" src="https://culturadefato.com.br/wp-content/uploads/2024/01/JuramentoDoJogoPela_Jacques-LouisDavid.jpg" alt="Obra “O Juramento do Jogo da Péla” (1791), de Jacques-Louis David (1748 – 1825)." /></div></a></div></div>



<p class="has-text-align-center"><a href="https://culturadefato.com.br/postagens-selecionadas-do-telegram-marco-de-2023/"></a><br><a href="https://culturadefato.com.br/reino-dividido/">Reino dividido</a></p>
</div></div>



<div id="col-gmc0cdaa" class="wp-block-gutentor-m0-col col-gmc0cdaa gutentor-carousel-item"><div id="section-gmc0cdaa" class="section-gmc0cdaa gutentor-col-wrap has-color-bg has-custom-bg">
<div id="section-gd52836" class="wp-block-gutentor-e6 section-gd52836 gutentor-element gutentor-element-image text-align-center-desktop"><div class="gutentor-element-image-box"><a class="gutentor-element-image-link" href="https://culturadefato.com.br/dia-das-bruxas-ou-dia-do-rei/"><div class="gutentor-image-thumb"><img decoding="async" class="normal-image" src="https://culturadefato.com.br/wp-content/uploads/2023/10/EternalFlame_DianaJanson.jpg" alt="Obra: &quot;Eternal flame&quot; (2016), por Diana Janson." /></div></a></div></div>



<p class="has-text-align-center"><a href="https://culturadefato.com.br/postagens-selecionadas-do-telegram-marco-de-2023/"></a><br><a href="https://culturadefato.com.br/dia-das-bruxas-ou-dia-do-rei/">Dia das bruxas ou dia do Rei?</a></p>
</div></div>



<div id="col-gmfe97a1" class="wp-block-gutentor-m0-col col-gmfe97a1 gutentor-carousel-item"><div id="section-gmfe97a1" class="section-gmfe97a1 gutentor-col-wrap has-color-bg has-custom-bg">
<div id="section-gcbde01" class="wp-block-gutentor-e6 section-gcbde01 gutentor-element gutentor-element-image text-align-center-desktop"><div class="gutentor-element-image-box"><a class="gutentor-element-image-link" href="https://culturadefato.com.br/a-morte-do-gramofone/"><div class="gutentor-image-thumb"><img decoding="async" class="normal-image" src="https://culturadefato.com.br/wp-content/uploads/2023/10/HisMastersVoice_Francis-Barraud.jpg" alt="“His Master’s Voice” (1898), de Francis Barraud (1856 – 1924), pintura mundialmente conhecida como logotipo da gravadora americana RCA Victor." /></div></a></div></div>



<p class="has-text-align-center"><a href="https://culturadefato.com.br/postagens-selecionadas-do-telegram-marco-de-2023/"></a><br><a href="https://culturadefato.com.br/a-morte-do-gramofone/">A morte do gramofone</a></p>
</div></div>



<div id="col-gm7ffa4e" class="wp-block-gutentor-m0-col col-gm7ffa4e gutentor-carousel-item"><div id="section-gm7ffa4e" class="section-gm7ffa4e gutentor-col-wrap has-color-bg has-custom-bg">
<div id="section-gb63807" class="wp-block-gutentor-e6 section-gb63807 gutentor-element gutentor-element-image text-align-center-desktop"><div class="gutentor-element-image-box"><a class="gutentor-element-image-link" href="https://culturadefato.com.br/messianismo-freudiano/"><div class="gutentor-image-thumb"><img decoding="async" class="normal-image" src="https://culturadefato.com.br/wp-content/uploads/2023/09/TheIsraelitesDancingAroungTheGoldenCalf.jpg" alt="Obra: &quot;The Israelites Dancing Aroung the Golden Calf&quot; (1899), por Henri Paul Motte (1846-1922)." /></div></a></div></div>



<p class="has-text-align-center"><a href="https://culturadefato.com.br/postagens-selecionadas-do-telegram-marco-de-2023/"></a><br><a href="https://culturadefato.com.br/messianismo-freudiano/">Messianismo freudiano</a></p>
</div></div>



<div id="col-gmd98979" class="wp-block-gutentor-m0-col col-gmd98979 gutentor-carousel-item"><div id="section-gmd98979" class="section-gmd98979 gutentor-col-wrap has-color-bg has-custom-bg">
<div id="section-g3da01f" class="wp-block-gutentor-e6 section-g3da01f gutentor-element gutentor-element-image text-align-center-desktop"><div class="gutentor-element-image-box"><a class="gutentor-element-image-link" href="https://culturadefato.com.br/a-corrupcao-dos-olhares/"><div class="gutentor-image-thumb"><img decoding="async" class="normal-image" src="https://culturadefato.com.br/wp-content/uploads/2023/08/GustaveCaillebotte_YoungManAtHisWindow.jpg" alt="Obra: &quot;Young Man at His Window&quot; (1876), por Gustave Caillebotte (1848 - 1894)" /></div></a></div></div>



<p class="has-text-align-center"><a href="https://culturadefato.com.br/postagens-selecionadas-do-telegram-marco-de-2023/"></a><br><a href="https://culturadefato.com.br/a-corrupcao-dos-olhares/">A corrupção dos olhares</a></p>
</div></div>



<div id="col-gm1562ea" class="wp-block-gutentor-m0-col col-gm1562ea gutentor-carousel-item"><div id="section-gm1562ea" class="section-gm1562ea gutentor-col-wrap has-color-bg has-custom-bg">
<div id="section-g893f42" class="wp-block-gutentor-e6 section-g893f42 gutentor-element gutentor-element-image text-align-center-desktop"><div class="gutentor-element-image-box"><a class="gutentor-element-image-link" href="https://culturadefato.com.br/sobre-a-vocacao/"><div class="gutentor-image-thumb"><img decoding="async" class="normal-image" src="https://culturadefato.com.br/wp-content/uploads/2023/07/ThePassionOfCreation_LeonidPasternak.jpg" alt="Obra: &quot;The Passion of Creation&quot;, Leonid Pasternak (1862 – 1945)" /></div></a></div></div>



<p class="has-text-align-center"><br><a href="https://culturadefato.com.br/sobre-a-vocacao/">Sobre a vocação</a></p>
</div></div>



<div id="col-gm6cbaad" class="wp-block-gutentor-m0-col col-gm6cbaad gutentor-carousel-item"><div id="section-gm6cbaad" class="section-gm6cbaad gutentor-col-wrap has-color-bg has-custom-bg">
<div id="section-g13e3b5" class="wp-block-gutentor-e6 section-g13e3b5 gutentor-element gutentor-element-image text-align-center-desktop"><div class="gutentor-element-image-box"><a class="gutentor-element-image-link" href="https://culturadefato.com.br/fogo-fatuo/"><div class="gutentor-image-thumb"><img decoding="async" class="normal-image" src="https://culturadefato.com.br/wp-content/uploads/2023/06/MoisesSarcaArdenteDomenicoFetti.jpg" alt="Obra &quot;Moisés diante da sarça ardente&quot; (c. 1613 - 1614), por Domenico Fetti (1589 - ?)." /></div></a></div></div>



<p class="has-text-align-center"><a href="https://culturadefato.com.br/postagens-selecionadas-do-telegram-marco-de-2023/"></a><br><a href="https://culturadefato.com.br/fogo-fatuo/">Fogo-fátuo</a></p>
</div></div>



<div id="col-gmf1e8f6" class="wp-block-gutentor-m0-col col-gmf1e8f6 gutentor-carousel-item"><div id="section-gmf1e8f6" class="section-gmf1e8f6 gutentor-col-wrap has-color-bg has-custom-bg">
<div id="section-g05047e" class="wp-block-gutentor-e6 section-g05047e gutentor-element gutentor-element-image text-align-center-desktop"><div class="gutentor-element-image-box"><a class="gutentor-element-image-link" href="https://culturadefato.com.br/os-ovnis-outra-vez-e-a-letargia-coletiva/"><div class="gutentor-image-thumb"><img decoding="async" class="normal-image" src="https://culturadefato.com.br/wp-content/uploads/2021/04/SaoWolfgang_e_o_Diabo_MichaelPacher.jpg" alt="Recorte da obra: &quot;São Wolfgang e o Diabo&quot;, criada pelo pintor e escultor austríaco Michael Pacher (1435 - 1498)." /></div></a></div></div>



<p class="has-text-align-center"><a href="https://culturadefato.com.br/postagens-selecionadas-do-telegram-marco-de-2023/"></a><br><a href="https://culturadefato.com.br/os-ovnis-outra-vez-e-a-letargia-coletiva/">Os OVNIs (outra vez) e a letargia coletiva</a></p>
</div></div>



<div id="col-gm9316ba" class="wp-block-gutentor-m0-col col-gm9316ba gutentor-carousel-item"><div id="section-gm9316ba" class="section-gm9316ba gutentor-col-wrap has-color-bg has-custom-bg">
<div id="section-g9974f8" class="wp-block-gutentor-e6 section-g9974f8 gutentor-element gutentor-element-image text-align-center-desktop"><div class="gutentor-element-image-box"><a class="gutentor-element-image-link" href="https://culturadefato.com.br/palavras-do-avesso/"><div class="gutentor-image-thumb"><img decoding="async" class="normal-image" src="https://culturadefato.com.br/wp-content/uploads/2023/05/SaoJeronimoEscrevendo_1607_Caravaggio.jpg" alt="Obra &quot;São Jerônimo escrevendo&quot; (c. 1607), de Caravaggio (1571 – 1610)." /></div></a></div></div>



<p class="has-text-align-center"><br><a href="https://culturadefato.com.br/palavras-do-avesso/">Palavras do avesso</a></p>
</div></div>



<div id="col-gmf5235c" class="wp-block-gutentor-m0-col col-gmf5235c gutentor-carousel-item"><div id="section-gmf5235c" class="section-gmf5235c gutentor-col-wrap">
<div id="section-g7dc3ac" class="wp-block-gutentor-e6 section-g7dc3ac gutentor-element gutentor-element-image gutentor-enabled-width text-align-center-desktop"><div class="gutentor-element-image-box"><a class="gutentor-element-image-link" href="https://culturadefato.com.br/educacao-e-anti-educacao/"><div class="gutentor-image-thumb"><img decoding="async" class="normal-image" src="https://culturadefato.com.br/wp-content/uploads/2023/04/TheSevereTeacher_JanSteen.jpg" alt="Obra: &quot;The severe teacher&quot; (1668), por Jan Steen (1626 – 1679)." /></div></a></div></div>



<p class="has-text-align-center"><br><a href="https://culturadefato.com.br/educacao-e-anti-educacao/">Educação e anti-educação</a></p>
</div></div>



<div id="col-gme52d41" class="wp-block-gutentor-m0-col col-gme52d41 gutentor-carousel-item"><div id="section-gme52d41" class="section-gme52d41 gutentor-col-wrap">
<div id="section-g5385f2" class="wp-block-gutentor-e6 section-g5385f2 gutentor-element gutentor-element-image gutentor-enabled-width text-align-center-desktop"><div class="gutentor-element-image-box"><a class="gutentor-element-image-link" href="https://culturadefato.com.br/a-falacia-da-construcao-social/"><div class="gutentor-image-thumb"><img decoding="async" class="normal-image" src="https://culturadefato.com.br/wp-content/uploads/2023/03/AReproducaoInterdita_1937_ReneMagritte.jpg" alt="Obra: &quot;A Reproducao Interdita&quot; (1937), por René Magritte (1898 - 1967)." /></div></a></div></div>



<p class="has-text-align-center"><br><a href="https://culturadefato.com.br/a-falacia-da-construcao-social/">A falácia da construção social</a></p>
</div></div>



<div id="col-gm47ee36" class="wp-block-gutentor-m0-col col-gm47ee36 gutentor-carousel-item"><div id="section-gm47ee36" class="section-gm47ee36 gutentor-col-wrap">
<div id="section-gf31ead" class="wp-block-gutentor-e6 section-gf31ead gutentor-element gutentor-element-image gutentor-enabled-width text-align-center-desktop"><div class="gutentor-element-image-box"><a class="gutentor-element-image-link" href="https://culturadefato.com.br/a-experiencia-do-profeta/"><div class="gutentor-image-thumb"><img decoding="async" class="normal-image" src="https://culturadefato.com.br/wp-content/uploads/2023/02/ProfetaIsaias_AntonioBalestra.jpg" alt="Obra: &quot;Profeta Isaías&quot; (1707), de Antonio Balestra (1666 - 1740)" /></div></a></div></div>



<p class="has-text-align-center"><br><a href="https://culturadefato.com.br/a-experiencia-do-profeta/">A experiência do profeta</a></p>
</div></div>



<div id="col-gm16be08" class="wp-block-gutentor-m0-col col-gm16be08 gutentor-carousel-item"><div id="section-gm16be08" class="section-gm16be08 gutentor-col-wrap">
<div id="section-g8a8420" class="wp-block-gutentor-e6 section-g8a8420 gutentor-element gutentor-element-image"><div class="gutentor-element-image-box"><a class="gutentor-element-image-link" href="https://culturadefato.com.br/entre-santos-e-reis/"><div class="gutentor-image-thumb"><img decoding="async" class="normal-image" src="https://culturadefato.com.br/wp-content/uploads/2023/02/SaintLouis_1844_EmileSignol.jpg" alt="Obra: &quot;Louis IX, dit Saint Louis, Roi de France (1215-1270)&quot; (1844), por Émile Signol (1804 – 1892)." /></div></a></div></div>



<p class="has-text-align-center"><br><a href="https://culturadefato.com.br/entre-santos-e-reis/">Entre santos e reis</a></p>
</div></div>



<div id="col-gma7a39b" class="wp-block-gutentor-m0-col col-gma7a39b gutentor-carousel-item"><div id="section-gma7a39b" class="section-gma7a39b gutentor-col-wrap">
<div id="section-g1e169f" class="wp-block-gutentor-e6 section-g1e169f gutentor-element gutentor-element-image"><div class="gutentor-element-image-box"><a class="gutentor-element-image-link" href="https://culturadefato.com.br/monocromatismo-mental/"><div class="gutentor-image-thumb"><img decoding="async" class="normal-image" src="https://culturadefato.com.br/wp-content/uploads/2023/02/SemTituloJackMallon.jpg" alt="Obra sem título, de Jack Mallon" /></div></a></div></div>



<p class="has-text-align-center"><br><a href="https://culturadefato.com.br/monocromatismo-mental/">Monocromatismo mental</a></p>
</div></div>



<div id="col-gm61f1f2" class="wp-block-gutentor-m0-col col-gm61f1f2 gutentor-carousel-item"><div id="section-gm61f1f2" class="section-gm61f1f2 gutentor-col-wrap">
<div id="section-ge706dc" class="wp-block-gutentor-e6 section-ge706dc gutentor-element gutentor-element-image"><div class="gutentor-element-image-box"><a class="gutentor-element-image-link" href="https://culturadefato.com.br/saber-e-querer-saber/"><div class="gutentor-image-thumb"><img decoding="async" class="normal-image" src="https://culturadefato.com.br/wp-content/uploads/2023/01/SaoPaulo_EscrevendoEpistolas.jpg" alt="São Paulo escrevendo suas epístolas, atribuído a Valentin de Boulogne (1591 – 1632)." /></div></a></div></div>



<p class="has-text-align-center"><br><a href="https://culturadefato.com.br/saber-e-querer-saber/">Saber é querer saber</a></p>
</div></div>



<div id="col-gm3a8ae5" class="wp-block-gutentor-m0-col col-gm3a8ae5 gutentor-carousel-item"><div id="section-gm3a8ae5" class="section-gm3a8ae5 gutentor-col-wrap">
<div id="section-g87a81e" class="wp-block-gutentor-e6 section-g87a81e gutentor-element gutentor-element-image"><div class="gutentor-element-image-box"><a class="gutentor-element-image-link" href="https://culturadefato.com.br/primatas-no-diva/"><div class="gutentor-image-thumb"><img decoding="async" class="normal-image" src="https://culturadefato.com.br/wp-content/uploads/2023/01/OurPsychoanalystsDrFreudIntroducesPatientToHerUnconscious.jpg" alt="Obra: &quot;Dr. Freud Introduz Uma Paciente em seu Inconsciente&quot; (1929), por William Henry Dyson (1880 - 1938)." /></div></a></div></div>



<p class="has-text-align-center"><br><a href="https://culturadefato.com.br/primatas-no-diva/">Primatas no divã</a></p>
</div></div>



<div id="col-gm1a46df" class="wp-block-gutentor-m0-col col-gm1a46df gutentor-carousel-item"><div id="section-gm1a46df" class="section-gm1a46df gutentor-col-wrap">
<div id="section-g0d8608" class="wp-block-gutentor-e6 section-g0d8608 gutentor-element gutentor-element-image"><div class="gutentor-element-image-box"><a class="gutentor-element-image-link" href="https://culturadefato.com.br/entre-as-nuvens-e-a-lama/"><div class="gutentor-image-thumb"><img decoding="async" class="normal-image" src="https://culturadefato.com.br/wp-content/uploads/2022/11/PocaDeLamaNoDeserto_EricaGreen.jpg" alt="Obra &quot;Poça de lama no deserto&quot;, por Erica Green." /></div></a></div></div>



<p class="has-text-align-center"><br><a href="https://culturadefato.com.br/entre-as-nuvens-e-a-lama/">Entre as nuvens e a lama</a></p>
</div></div>



<div id="col-gm84d8cb" class="wp-block-gutentor-m0-col col-gm84d8cb gutentor-carousel-item"><div id="section-gm84d8cb" class="section-gm84d8cb gutentor-col-wrap">
<div id="section-g2e0fd2" class="wp-block-gutentor-e6 section-g2e0fd2 gutentor-element gutentor-element-image"><div class="gutentor-element-image-box"><a class="gutentor-element-image-link" href="https://culturadefato.com.br/o-cristianismo-como-ideia/"><div class="gutentor-image-thumb"><img decoding="async" class="normal-image" src="https://culturadefato.com.br/wp-content/uploads/2022/11/CreationOfAdam_BradleyJParrish.jpg" alt="Obra &quot;Creation of Adam&quot;, por Bradley J. Parrish" /></div></a></div></div>



<p class="has-text-align-center"><br><a href="https://culturadefato.com.br/o-cristianismo-como-ideia/">O cristianismo como ideia</a></p>
</div></div>



<div id="col-gmaeb26b" class="wp-block-gutentor-m0-col col-gmaeb26b gutentor-carousel-item"><div id="section-gmaeb26b" class="section-gmaeb26b gutentor-col-wrap">
<div id="section-g9c72ff" class="wp-block-gutentor-e6 section-g9c72ff gutentor-element gutentor-element-image"><div class="gutentor-element-image-box"><a class="gutentor-element-image-link" href="https://culturadefato.com.br/ciencia-e-ideologia/"><div class="gutentor-image-thumb"><img decoding="async" class="normal-image" src="https://culturadefato.com.br/wp-content/uploads/2022/08/AnAlchemistsLaboratory_JohannesStradanusJanVanDerStraet.jpg" alt="Obra: &quot;An Alchemist's Laboratory&quot; (1570), por Johannes Stradanus (1523 -1605)" /></div></a></div></div>



<p class="has-text-align-center"><br><a href="https://culturadefato.com.br/ciencia-e-ideologia/">Ciência e ideologia</a></p>
</div></div>



<div id="col-gmc00bfa" class="wp-block-gutentor-m0-col col-gmc00bfa gutentor-carousel-item"><div id="section-gmc00bfa" class="section-gmc00bfa gutentor-col-wrap">
<div id="section-g533e9d" class="wp-block-gutentor-e6 section-g533e9d gutentor-element gutentor-element-image"><div class="gutentor-element-image-box"><a class="gutentor-element-image-link" href="https://culturadefato.com.br/fragmentacao-historica/"><div class="gutentor-image-thumb"><img decoding="async" class="normal-image" src="https://culturadefato.com.br/wp-content/uploads/2022/08/GenerationGap_TroyRohn.jpg" alt="Obra: &quot;Generation Gap&quot;, por Troy Rohn" /></div></a></div></div>



<p class="has-text-align-center"><br><a href="https://culturadefato.com.br/fragmentacao-historica/">Fragmentação histórica</a></p>
</div></div>



<div id="col-gmc82832" class="wp-block-gutentor-m0-col col-gmc82832 gutentor-carousel-item"><div id="section-gmc82832" class="section-gmc82832 gutentor-col-wrap">
<div id="section-g4d7212" class="wp-block-gutentor-e6 section-g4d7212 gutentor-element gutentor-element-image"><div class="gutentor-element-image-box"><a class="gutentor-element-image-link" href="https://culturadefato.com.br/o-cristao-e-sua-expressao/"><div class="gutentor-image-thumb"><img decoding="async" class="normal-image" src="https://culturadefato.com.br/wp-content/uploads/2022/08/PrayingDorinaCostras.jpg" alt="Obra &quot;Praying&quot; (2017), por Dorina Costras" /></div></a></div></div>



<p class="has-text-align-center"><br><a href="https://culturadefato.com.br/o-cristao-e-sua-expressao/">O cristão e sua expressão</a></p>
</div></div>



<div id="col-gm3dc892" class="wp-block-gutentor-m0-col col-gm3dc892 gutentor-carousel-item"><div id="section-gm3dc892" class="section-gm3dc892 gutentor-col-wrap">
<div id="section-ge8f4b7" class="wp-block-gutentor-e6 section-ge8f4b7 gutentor-element gutentor-element-image"><div class="gutentor-element-image-box"><a class="gutentor-element-image-link" href="https://culturadefato.com.br/sobre-filosofia-leis-morais-e-ciencia-moderna/"><div class="gutentor-image-thumb"><img decoding="async" class="normal-image" src="https://culturadefato.com.br/wp-content/uploads/2022/08/AlexaMeade.jpg" alt="Obra de Alexa Meade. Obs.: Não é uma pintura a óleo, é um modelo coberto de tinta acrílica." /></div></a></div></div>



<p class="has-text-align-center"><br><a href="https://culturadefato.com.br/sobre-filosofia-leis-morais-e-ciencia-moderna/">Sobre filosofia, leis morais e ciência moderna</a></p>
</div></div>



<div id="col-gmda292d" class="wp-block-gutentor-m0-col col-gmda292d gutentor-carousel-item"><div id="section-gmda292d" class="section-gmda292d gutentor-col-wrap">
<div id="section-g9b50c7" class="wp-block-gutentor-e6 section-g9b50c7 gutentor-element gutentor-element-image"><div class="gutentor-element-image-box"><a class="gutentor-element-image-link" href="https://culturadefato.com.br/em-busca-do-eterno/"><div class="gutentor-image-thumb"><img decoding="async" class="normal-image" src="https://culturadefato.com.br/wp-content/uploads/2022/05/TouchOfHorizon_LeonildAlfremov.jpg" alt="Obra: &quot;Touch of horizon&quot;, de Leonid Afremov (1955 - 2019)." /></div></a></div></div>



<p class="has-text-align-center"><br><a href="https://culturadefato.com.br/em-busca-do-eterno/">Em busca do eterno</a></p>
</div></div>



<div id="col-gm45c343" class="wp-block-gutentor-m0-col col-gm45c343 gutentor-carousel-item"><div id="section-gm45c343" class="section-gm45c343 gutentor-col-wrap">
<div id="section-gff9079" class="wp-block-gutentor-e6 section-gff9079 gutentor-element gutentor-element-image"><div class="gutentor-element-image-box"><a class="gutentor-element-image-link" href="https://culturadefato.com.br/vigiar-e-punir-estuprar-e-omitir/"><div class="gutentor-image-thumb"><img decoding="async" class="normal-image" src="https://culturadefato.com.br/wp-content/uploads/2021/04/MichelFoucault.jpg" alt="Michel Foucault" /></div></a></div></div>



<p class="has-text-align-center"><br><a href="https://culturadefato.com.br/vigiar-e-punir-estuprar-e-omitir/">Vigiar e punir, estuprar e omitir</a></p>
</div></div>



<div id="col-gm55bf20" class="wp-block-gutentor-m0-col col-gm55bf20 gutentor-carousel-item"><div id="section-gm55bf20" class="section-gm55bf20 gutentor-col-wrap">
<div id="section-g2a1054" class="wp-block-gutentor-e6 section-g2a1054 gutentor-element gutentor-element-image"><div class="gutentor-element-image-box"><a class="gutentor-element-image-link" href="https://culturadefato.com.br/sub-specie-aeternitatis/"><div class="gutentor-image-thumb"><img decoding="async" class="normal-image" src="https://culturadefato.com.br/wp-content/uploads/2021/01/TheDivineComedy.jpg" alt="obra: “Discutindo a Divina Comédia com Dante”, criada em 2006 pelos taiwaneses Dai Dudu, Li Tieze e Zhang An" /></div></a></div></div>



<p class="has-text-align-center"><br><a href="https://culturadefato.com.br/sub-specie-aeternitatis/">Sub Specie Aeternitatis</a></p>
</div></div>
</div></div></section>



<br>
<p>O post <a href="https://culturadefato.com.br/e-subirei-ao-altar-de-deus/">E subirei ao altar de Deus</a> apareceu primeiro em <a href="https://culturadefato.com.br">Cultura de Fato</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://culturadefato.com.br/e-subirei-ao-altar-de-deus/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Bebês reborn: uma polêmica nitidamente fabricada</title>
		<link>https://culturadefato.com.br/bebes-reborn-uma-polemica-nitidamente-fabricada/</link>
					<comments>https://culturadefato.com.br/bebes-reborn-uma-polemica-nitidamente-fabricada/#comments</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Samira dos Santos de Vargas]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 25 May 2025 22:53:01 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Filosofia e História]]></category>
		<category><![CDATA[Suplementos]]></category>
		<category><![CDATA[Bebês Reborn]]></category>
		<category><![CDATA[Engenharia Social]]></category>
		<category><![CDATA[Globalismo]]></category>
		<category><![CDATA[Idiotas Úteis]]></category>
		<category><![CDATA[INSS]]></category>
		<category><![CDATA[Luís Fernando Veríssimo]]></category>
		<category><![CDATA[PSYOP]]></category>
		<category><![CDATA[Woke]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://culturadefato.com.br/?p=24802</guid>

					<description><![CDATA[<p>“Se formos rastrear o aparecimento dessa polêmica [bebês <em>reborn</em>] veremos que não houve nenhum caso estopim envolvendo alguma pessoa que faz uso de um boneco desses ou algo assim que catapultasse o tema.”</p>
<p>O post <a href="https://culturadefato.com.br/bebes-reborn-uma-polemica-nitidamente-fabricada/">Bebês reborn: uma polêmica nitidamente fabricada</a> apareceu primeiro em <a href="https://culturadefato.com.br">Cultura de Fato</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="has-text-align-center">“<em>Às vezes, a única coisa verdadeira num jornal é a data.</em>”<br><span data-tooltip-position="top" data-tooltip="Luis Fernando Verissimo é um escritor, humorista, cartunista, tradutor, roteirista, dramaturgo e romancista brasileiro. Já foi publicitário e revisor de jornal. É ainda músico, tendo tocado saxofone em alguns conjuntos.">Luís Fernando Verissimo</span></p>



<hr class="wp-block-separator has-alpha-channel-opacity is-style-wide"/>



<br>



<p class="has-drop-cap">Esta é uma abordagem do assunto dos bebês&nbsp;<em>reborn,</em>&nbsp;não como tantas outras que falam do fenômeno de um ponto de vista psicológico e ou psiquiátrico ou mesmo moral e espiritual. Este texto não pretende discorrer sobre como os bebês&nbsp;<em>reborn</em>&nbsp;denotam o vazio existencial em que a sociedade se encontra mergulhada. Fazer isso seria plausível se realmente pessoas comportando-se como se bebês&nbsp;<em>reborn</em>&nbsp;fossem crianças se tratasse de um fato em vias de se normalizar e não de casos excepcionais. Entretanto, o objetivo aqui é analisar, não o caso em si, mas o fenômeno da eclosão repentina dessa pauta nas mídias sociais que resolveram dar ênfase a esses casos como se fossem uma prática comum, largamente disseminada.</p>



<p>Os tais bonecos hiper realistas não são nenhuma novidade. Vem sendo comercializados já a algumas décadas. Bebês&nbsp;<em>reborn</em>, em português, renascidos, surgiram para que mães que perderam seus bebês ainda em fase de gestação ou recém-nascidos pudessem de alguma maneira se consolarem pela perda de seus filhos. São usados como ferramenta terapêutica (ainda que bastante questionável em sua eficácia) para lidar com o luto. Portanto, este fenômeno de mulheres “adotarem” bebês&nbsp;<em>reborn</em>&nbsp;tratando-os como se fossem filhos é algo que realmente ocorre, mas em qual quantidade isso vem acontecendo? Seria em extensão significativa o suficiente para justificar o estardalhaço que vem sendo feito pela mídia nacional nos últimos dias? Se formos rastrear o aparecimento dessa polêmica veremos que não houve nenhum caso estopim envolvendo alguma pessoa que faz uso de um boneco desses ou algo assim que catapultasse o tema.</p>



<p>Curiosamente, da noite para o dia o tópico passou a ser discutido e só então as atenções tem se voltado especialmente para perfis de mulheres em redes sociais que compartilham seu dia a dia como “mães de bebês reborn” em plataformas como Instagram e Tiktok. Valeria a pena pesquisar o número de seguidores que essas contas tinham antes de toda essa polêmica vir a tona como forma de averiguar que de fato tratava-se de algo sem relevância, mas que agora passou a ter status de uma epidemia. Também de uma hora para outra, como em um movimento coordenado, apareceram diversos profissionais relatando em tom alarmista que foram procurados por mães de bebês&nbsp;<em>reborn</em>&nbsp;para que estes recebessem algum serviço ou suposto direito. Advogados relatando pedidos por pensões para bebês&nbsp;<em>reborn</em>, babás se dizendo contratadas para cuidar de bonecos, etc. Relatos de situações que causam desde estranhamento até revolta. Por qual motivo a divulgação disso se deu tão subitamente?</p>



<p>Algumas hipóteses podem ser cogitadas. Há quem acredite que seria apenas cortina de fumaça para distrair a atenção da população de algo que estaria acontecendo simultaneamente como, por exemplo, o escândalo das cobranças indevidas do <span data-tooltip-position="top" data-tooltip="Instituto Nacional do Seguro Social">INSS</span>. A intenção desta breve análise é escavar um pouco mais a fundo do que seria essa hipótese mais óbvia e refletir sobre a quem interessa jogar luz sobre uma questão como a dos bebês <em>reborn</em>, que gera tanta reação e indignação. Trata-se de alguma experiência de engenharia social do tipo PSYOP (abreviação de&nbsp;<em>psychological operations</em>), ou seja, operações psicológicas com finalidade de influenciar a opinião e o comportamento de um grupo ou população?</p>



<p>Há nesse episódio dos bebês&nbsp;<em>reborn</em>&nbsp;um nítido interesse em gerar comoção nas pessoas para que sintam que o mundo a sua volta está saindo de controle e entrando em uma espiral de loucura coletiva que exigiria uma intervenção. A entidade empenhada em criar essa sensação de insegurança social estaria pretendendo com isso emplacar alguma suposta solução para os tais problemas que ela mesma vem tentando promover? O presente caso dos bebês&nbsp;<em>reborn</em>&nbsp;parece sim uma forma de escandalizar a todos mostrando o quão degenerada estaria a nossa sociedade na qual muitas mulheres optam por métodos anticoncepcionais e abortivos para evitarem filhos ao mesmo tempo em que se dedicam a tratar bonecos inanimados como seres humanos.</p>



<p>O assunto é pauta em tantas páginas nas redes sociais que fica o questionamento se essas pessoas que estão ecoando e reagindo à polêmica fazem parte de algum esquema no qual recebem ordens para abordar o tópico ou se apenas passam a falar do mesmo por perceberem que ele irá gerar engajamento e visibilidade por estar em alta no momento.</p>



<p>É o caso de muitos políticos como prefeitos, vereadores e deputados, que estão propondo leis como, por exemplo, para barrar o atendimento de bebês <em>reborn</em> em órgãos públicos, tais como, postos de saúde, onde supostamente pessoas estariam levando esses bonecos para serem atendidos. Ora, um posto de saúde foi criado e é mantido com verbas públicas para atender a pessoas. Logo, se alguém levar, por exemplo, seu cachorro para ser atendido em uma Unidade de Pronto Atendimento, lá chegando será comunicado de que o atendimento não se dará. O mesmo seria suficiente para o caso de alguém cometer o despautério de levar um bebê <em>reborn</em>. Não é necessário que se criem leis para impedir um órgão público de prestar um serviço que já está completamente fora de sua alçada. De modo que um político que propõem algo dessa natureza ou está buscando holofotes ao surfar a onda do momento ou está comprometido em divulgar o assunto, seguindo orientações que lhe foram passadas por alguma liderança oculta para a qual já está trabalhando em cumplicidade ou apenas como um idiota útil.</p>



<p>Assim como ocorre agora com o caso dos bebês <em>reborn</em>, temos visto de alguns anos para cá muitas bizarrices e práticas condenáveis serem exploradas por influenciadores que ganharam palco denunciando-as, em suas cruzadas contra o que ficou conhecido como globalismo ou <em><a href="https://culturadefato.com.br/wokismo-nova-face-da-revolucao-anticrista/" target="_blank" rel="noreferrer noopener nofollow">agenda woke</a></em>. Esses influenciadores acabam por promover um movimento contrário a toda essa agenda globalista. Só que esse movimento de reação contrária a <em>agenda woke</em> parece estar sendo manipulado para levar a aceitação de uma outra agenda que supostamente restauraria a ordem social perturbada. E para forçar sua aceitação os propagadores dessa agenda concorrente valem-se do expediente de, por baixo dos panos, promover aquilo que combatem, justificando assim sua existência e atuação.</p>



<p>O caso dos bebês <em>reborn</em> parece ser um exemplo dessa estratégia. E muitos são os que contribuem para o avanço dessa tal pauta alternativa, alguns propositalmente, outros inocentemente. Cabe-nos ficarmos atentos para perceber quem é quem entre esses agentes, bem como quem os comanda.</p>



<br>



<p class="has-text-align-right">Por <a href="https://culturadefato.com.br/author/samiravargas/">Samira dos Santos de Vargas</a>.<br>Publicado em 20 de maio de 2025, por <a href="https://www.estudosnacionais.com/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Instituto de Estudos Nacionais</a>.</p>



<br>



<p class="has-background has-very-light-gray-background-color"><strong>Nota da editoria:</strong><br><br>Imagem da capa: “<em>&#8220;Dolls</em>” (1948), de Sarika Góth (1900 &#8211; 1992).</p>



<br>



<h2 class="wp-block-heading has-text-align-center">Leia também:</h2>



<br>



<section id="gm71bf303" class="wp-block-gutentor-m0 alignfull section-gm71bf303 gutentor-module gutentor-module-carousel has-color-bg has-custom-bg gutentor-slick-a-default-desktop gutentor-slick-a-default-tablet gutentor-slick-a-default-mobile"><div class="grid-container"><div class="gutentor-module-carousel-row" data-dots="false" data-dotstablet="false" data-dotsmobile="false" data-arrows="true" data-arrowstablet="true" data-arrowsmobile="true" data-infinite="true" data-autoplay="true" data-draggable="true" data-pauseonfocus="true" data-pauseonhover="true" data-autoplayspeed="4500" data-cmondesktop="false" data-cmontablet="false" data-cmonmobile="false" data-nextarrow="fas fa-angle-right" data-prevarrow="fas fa-angle-left" data-arrowspositiondesktop="gutentor-slick-a-default-desktop" data-arrowspositiontablet="gutentor-slick-a-default-tablet" data-arrowspositionmobile="gutentor-slick-a-default-mobile" data-speed="300" data-slideitemdesktop="2" data-slideitemtablet="3" data-slideitemmobile="2" data-slidescroll-desktop="2" data-slidescroll-tablet="3" data-slidescroll-mobile="2">
<div id="col-gm04c701" class="wp-block-gutentor-m0-col col-gm04c701 gutentor-carousel-item"><div id="section-gm04c701" class="section-gm04c701 gutentor-col-wrap has-color-bg has-custom-bg">
<div id="section-g348acf" class="wp-block-gutentor-e6 section-g348acf gutentor-element gutentor-element-image text-align-center-desktop"><div class="gutentor-element-image-box"><a class="gutentor-element-image-link" href="https://culturadefato.com.br/relatorio-iron-mountain/"><div class="gutentor-image-thumb"><img decoding="async" class="normal-image" src="https://culturadefato.com.br/wp-content/uploads/2021/07/ManSmokingPipe_GiovanniMadonini.jpg" alt="Recorte da obra: &quot;Man smoking pipe&quot;, criada pelo pintor italiano Giovanni Madonini (1915 - 1989)" /></div></a></div></div>



<p class="has-text-align-center"><br><em><a href="https://culturadefato.com.br/relatorio-iron-mountain/">Relatório Iron Mountain</a></em>,<br>por <a href="https://culturadefato.com.br/author/alexandrecosta/">Alexandre Costa</a></p>
</div></div>



<div id="col-g-suil7c5" class="wp-block-gutentor-m0-col col-g-suil7c5 gutentor-carousel-item"><div id="section-g-suil7c5" class="section-g-suil7c5 gutentor-col-wrap has-color-bg has-custom-bg">
<div id="section-g-a1liwq1" class="wp-block-gutentor-e6 section-g-a1liwq1 gutentor-element gutentor-element-image text-align-center-desktop"><div class="gutentor-element-image-box"><a class="gutentor-element-image-link" href="https://culturadefato.com.br/a-engenheira-social-inclusa-nas-telenovelas/"><div class="gutentor-image-thumb"><img decoding="async" class="normal-image" src="https://culturadefato.com.br/wp-content/uploads/2021/01/ControleRemotoTV.jpg" /></div></a></div></div>



<p class="has-text-align-center"><br><em><a href="https://culturadefato.com.br/a-engenheira-social-inclusa-nas-telenovelas/">A engenheira social inclusa nas telenovelas</a></em>,<br>por <a href="https://culturadefato.com.br/author/diogowaki/">Diogo Waki</a></p>
</div></div>



<div id="col-g-g79x41c" class="wp-block-gutentor-m0-col col-g-g79x41c gutentor-carousel-item"><div id="section-g-g79x41c" class="section-g-g79x41c gutentor-col-wrap has-color-bg has-custom-bg">
<div id="section-g-3g3enag" class="wp-block-gutentor-e6 section-g-3g3enag gutentor-element gutentor-element-image text-align-center-desktop"><div class="gutentor-element-image-box"><a class="gutentor-element-image-link" href="https://culturadefato.com.br/breve-historia-do-blue-jeans/"><div class="gutentor-image-thumb"><img decoding="async" class="normal-image" src="https://culturadefato.com.br/wp-content/uploads/2020/10/RebiteDeCalcaJeans.jpg" alt="Calça jeans com foco no rebite" /></div></a></div></div>



<p class="has-text-align-center"><br><em><a href="https://culturadefato.com.br/breve-historia-do-blue-jeans/">Breve história do blue jeans</a></em>,<br>por <a href="https://culturadefato.com.br/author/nelsonribeirofragelli/">Nelson Ribeiro Fragelli</a></p>
</div></div>



<div id="col-g-qt10030" class="wp-block-gutentor-m0-col col-g-qt10030 gutentor-carousel-item"><div id="section-g-qt10030" class="section-g-qt10030 gutentor-col-wrap has-color-bg has-custom-bg">
<div id="section-g-g0rts99" class="wp-block-gutentor-e6 section-g-g0rts99 gutentor-element gutentor-element-image text-align-center-desktop"><div class="gutentor-element-image-box"><a class="gutentor-element-image-link" href="https://culturadefato.com.br/tecnicas-de-manipulacao-psicologica/"><div class="gutentor-image-thumb"><img decoding="async" class="normal-image" src="https://culturadefato.com.br/wp-content/uploads/2020/12/Cerebro.jpg" /></div></a></div></div>



<p class="has-text-align-center"><br><em><a href="https://culturadefato.com.br/tecnicas-de-manipulacao-psicologica/">Técnicas de manipulação psicológica</a></em>,<br>por <a href="https://culturadefato.com.br/author/pascalbernardin/">Pascal Bernardin</a></p>
</div></div>



<div id="col-gm666515" class="wp-block-gutentor-m0-col col-gm666515 gutentor-carousel-item"><div id="section-gm666515" class="section-gm666515 gutentor-col-wrap has-color-bg has-custom-bg">
<div id="section-g1aec69" class="wp-block-gutentor-e6 section-g1aec69 gutentor-element gutentor-element-image text-align-center-desktop"><div class="gutentor-element-image-box"><a class="gutentor-element-image-link" href="https://culturadefato.com.br/espontaneidade-fabricada/"><div class="gutentor-image-thumb"><img decoding="async" class="normal-image" src="https://culturadefato.com.br/wp-content/uploads/2020/11/MascarasTeatrais.jpg" alt="Máscaras teatrais (fundo preto, máscara em pé cor de ouro e máscara prateada &quot;deitada&quot;)." /></div></a></div></div>



<p class="has-text-align-center"><br><em><a href="https://culturadefato.com.br/espontaneidade-fabricada/">Espontaneidade fabricada</a></em>,<br>por <a href="https://culturadefato.com.br/author/fabioblanco/">Fabio Blanco</a></p>
</div></div>



<div id="col-gmc13a5d" class="wp-block-gutentor-m0-col col-gmc13a5d gutentor-carousel-item"><div id="section-gmc13a5d" class="section-gmc13a5d gutentor-col-wrap has-color-bg has-custom-bg">
<div id="section-gda919a" class="wp-block-gutentor-e6 section-gda919a gutentor-element gutentor-element-image text-align-center-desktop"><div class="gutentor-element-image-box"><a class="gutentor-element-image-link" href="https://culturadefato.com.br/a-negacao-do-ser-ideologia-como-falsa-metafisica/"><div class="gutentor-image-thumb"><img decoding="async" class="normal-image" src="https://culturadefato.com.br/wp-content/uploads/2020/09/PensamentosEmComum.jpg" alt="Compartilhando o cérebro" /></div></a></div></div>



<p class="has-text-align-center"><br><em><a href="https://culturadefato.com.br/a-negacao-do-ser-ideologia-como-falsa-metafisica/">A negação do ser: ideologia como falsa metafísica</a></em>,<br>por <a href="https://culturadefato.com.br/author/eminamelonic/">Emina Melonic</a></p>
</div></div>
</div></div></section>



<br>
<p>O post <a href="https://culturadefato.com.br/bebes-reborn-uma-polemica-nitidamente-fabricada/">Bebês reborn: uma polêmica nitidamente fabricada</a> apareceu primeiro em <a href="https://culturadefato.com.br">Cultura de Fato</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://culturadefato.com.br/bebes-reborn-uma-polemica-nitidamente-fabricada/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>1</slash:comments>
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Manipulação sem inocência</title>
		<link>https://culturadefato.com.br/manipulacao-sem-inocencia/</link>
					<comments>https://culturadefato.com.br/manipulacao-sem-inocencia/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Fabio Blanco]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 24 Mar 2025 03:00:45 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Filosofia e História]]></category>
		<category><![CDATA[Engenharia Social]]></category>
		<category><![CDATA[PNL]]></category>
		<category><![CDATA[Programação Neurolinguística]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://culturadefato.com.br/?p=24357</guid>

					<description><![CDATA[<p>“Temos o costume de colocarmo-nos como vítimas dos manipuladores. No entanto, começamos a deixar de sê-las ao normalizarmos suas atitudes. E fazemos isso ao aceitar o seu uso, por exemplo, da linguagem subliminar como forma de persuasão ou ao ter como admirável o vendedor que diz 'acessar' o sistema límbico de seus ouvintes.”</p>
<p>O post <a href="https://culturadefato.com.br/manipulacao-sem-inocencia/">Manipulação sem inocência</a> apareceu primeiro em <a href="https://culturadefato.com.br">Cultura de Fato</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="has-text-align-center">“<em>Se a hipocrisia é a homenagem que o vício presta à virtude,</em><br><em>o cinismo é a afirmação ostensiva do vício como virtude.</em>”<br>Olavo de Carvalho (1947 &#8211; 2022)</p>



<hr class="wp-block-separator has-alpha-channel-opacity is-style-wide"/>



<br>



<p class="has-drop-cap">Vivemos a era da manipulação, mas isso não significa que somos inocentes nessa história.</p>



<p>Temos o costume, sim, de colocarmo-nos como vítimas dos manipuladores. No entanto, começamos a deixar de sê-las ao normalizarmos suas atitudes. E fazemos isso ao aceitar o seu uso, por exemplo, da linguagem subliminar como forma de persuasão ou ao ter como admirável o vendedor que diz “acessar” o sistema límbico de seus ouvintes para fazê-los adquirir os seus serviços.</p>



<p>Consentimos tanto com a manipulação que fizemos do <em>neuromarketing</em> a ciência do momento.</p>



<p>Chegamos a esse ponto pela junção de dois fatores: a expansão das redes sociais, que fez das pessoas produtos, e o esgotamento da confiança no discurso argumentativo como via para o convencimento. Em se tratando de persuasão, fiam-se apenas numa linguagem sub-reptícia e manipulatória, do tipo da <span data-tooltip-position="top" data-tooltip="Programação Neurolinguística">PNL</span> e da hipnose.</p>



<p>A sensação que temos é que ninguém mais fala diretamente, nem é sincero, nem expõe o que pensa, mas estão todos se vendendo, se promovendo, persuadindo-nos, ou seja, tentando nos manipular.</p>



<p>No entanto, temos nossa parcela de culpa nesse processo.</p>



<p>Afinal, ninguém faz o que não deseja. Ajo porque quero. Se fui seduzido, é porque a sedução encontrou o meu desejo. A serpente manipulou Eva, mas Eva desejou o fruto; o canalha seduziu a garota, mas a garota desejou o canalha; o golpista enganou a vítima, mas a vítima desejou a oferta do golpista.</p>



<p>Quem manipula apenas sugere, mas quem decide satisfazer o desejo, vencendo a barreira moral ou a conveniência que lhe impedia, é o manipulado.</p>



<p>Por isso, o manipulado é responsável pelos seus atos. Esse é o motivo de Adão ser indesculpável: se ele foi seduzido pela proposta diabólica, é porque desejava o que o diabo lhe propôs.</p>



<p>Portanto, antes de nos vermos como vítimas da manipulação, precisamos ser claros quanto ao que desejamos e confessarmos que são esses desejos que fornecem a matéria-prima para os manipuladores trabalharem.</p>



<p>Não somos inocentes. Afinal, ninguém faz, mesmo quando sugerido, a não ser sob coação, o que não quer.</p>



<br>



<p class="has-text-align-right">Por&nbsp;<a href="https://culturadefato.com.br/author/fabioblanco/">Fabio Blanco</a>.<br>Publicado no <a href="https://t.me/filosofiaintegral" target="_blank" rel="noreferrer noopener nofollow">canal do Telegram do autor</a>, em 7 de Março de 2024.<br>Fabio Blanco também é o responsável pelo portal&nbsp;<a href="http://www.filosofiaintegral.com.br/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">filosofiaintegral.com.br</a>, e seu <em>wesite</em> <a href="http://www.fabioblanco.com.br/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">fabioblanco.com.br</a>.</p>



<br>



<p class="has-background has-very-light-gray-background-color"><strong>Nota da editoria:</strong><br><br>Imagem da capa: “<em><a href="https://fineartamerica.com/featured/the-manipulation-from-the-anti-consciousness-monsters-darwin-leon.html" target="_blank" rel="noreferrer noopener nofollow">The manipulation from the anti-consciousness monsters</a></em>”, de <a href="https://fineartamerica.com/profiles/darwin-leo" target="_blank" rel="noreferrer noopener nofollow">Darwin Leon</a>.</p>



<br>



<h2 class="wp-block-heading has-text-align-center">Leia também:</h2>



<br>



<section id="gm71bf303" class="wp-block-gutentor-m0 alignfull section-gm71bf303 gutentor-module gutentor-module-carousel has-color-bg has-custom-bg gutentor-slick-a-default-desktop gutentor-slick-a-default-tablet gutentor-slick-a-default-mobile"><div class="grid-container"><div class="gutentor-module-carousel-row" data-dots="false" data-dotstablet="false" data-dotsmobile="false" data-arrows="true" data-arrowstablet="true" data-arrowsmobile="true" data-infinite="true" data-autoplay="true" data-draggable="true" data-pauseonfocus="true" data-pauseonhover="true" data-autoplayspeed="4500" data-cmondesktop="false" data-cmontablet="false" data-cmonmobile="false" data-nextarrow="fas fa-angle-right" data-prevarrow="fas fa-angle-left" data-arrowspositiondesktop="gutentor-slick-a-default-desktop" data-arrowspositiontablet="gutentor-slick-a-default-tablet" data-arrowspositionmobile="gutentor-slick-a-default-mobile" data-speed="300" data-slideitemdesktop="2" data-slideitemtablet="3" data-slideitemmobile="2" data-slidescroll-desktop="2" data-slidescroll-tablet="3" data-slidescroll-mobile="2">
<div id="col-g-wpn9t1g" class="wp-block-gutentor-m0-col col-g-wpn9t1g gutentor-carousel-item"><div id="section-g-wpn9t1g" class="section-g-wpn9t1g gutentor-col-wrap has-color-bg has-custom-bg">
<div id="section-g-6x591w6" class="wp-block-gutentor-e6 section-g-6x591w6 gutentor-element gutentor-element-image text-align-center-desktop"><div class="gutentor-element-image-box"><a class="gutentor-element-image-link" href="https://culturadefato.com.br/manipulacao-sem-inocencia/"><div class="gutentor-image-thumb"><img decoding="async" class="normal-image" src="https://culturadefato.com.br/wp-content/uploads/2025/03/ManipulationFromTheAnti-ConsciousnessMonsters.jpg" alt="Obra: &quot;The manipulation from the anti-consciousness monsters&quot;, de Darwin Leon." /></div></a></div></div>



<p class="has-text-align-center"><br><em><a href="https://culturadefato.com.br/manipulacao-sem-inocencia/">Manipulação sem inocência</a></em>,<br>por <a href="https://culturadefato.com.br/author/fabioblanco/">Fabio Blanco</a></p>
</div></div>



<div id="col-g-k3nnnni" class="wp-block-gutentor-m0-col col-g-k3nnnni gutentor-carousel-item"><div id="section-g-k3nnnni" class="section-g-k3nnnni gutentor-col-wrap has-color-bg has-custom-bg">
<div id="section-g-t27x5av" class="wp-block-gutentor-e6 section-g-t27x5av gutentor-element gutentor-element-image text-align-center-desktop"><div class="gutentor-element-image-box"><a class="gutentor-element-image-link" href="https://culturadefato.com.br/a-geoengenharia-ja-nao-e-uma-conspiracao-secreta/"><div class="gutentor-image-thumb"><img decoding="async" class="normal-image" src="https://culturadefato.com.br/wp-content/uploads/2021/09/BeforeAStorm_LeonidAfremov.jpeg" alt="Obra: &quot;Before a storm&quot;, de Leonid Afremov." /></div></a></div></div>



<p class="has-text-align-center"><br><em><a href="https://culturadefato.com.br/a-geoengenharia-ja-nao-e-uma-conspiracao-secreta/">A geoengenharia já não é uma conspiração secreta</a></em>,<br>por <a href="https://culturadefato.com.br/author/diversos/">diversos autores</a></p>
</div></div>



<div id="col-g-w8ss9xx" class="wp-block-gutentor-m0-col col-g-w8ss9xx gutentor-carousel-item"><div id="section-g-w8ss9xx" class="section-g-w8ss9xx gutentor-col-wrap has-color-bg has-custom-bg">
<div id="section-g-s15s317" class="wp-block-gutentor-e6 section-g-s15s317 gutentor-element gutentor-element-image text-align-center-desktop"><div class="gutentor-element-image-box"><a class="gutentor-element-image-link" href="https://culturadefato.com.br/relatorio-iron-mountain/"><div class="gutentor-image-thumb"><img decoding="async" class="normal-image" src="https://culturadefato.com.br/wp-content/uploads/2021/07/ManSmokingPipe_GiovanniMadonini.jpg" alt="Recorte da obra: &quot;Man smoking pipe&quot;, criada pelo pintor italiano Giovanni Madonini (1915 - 1989)" /></div></a></div></div>



<p class="has-text-align-center"><br><em><a href="https://culturadefato.com.br/relatorio-iron-mountain/">Relatório Iron Mountain</a></em>,<br>por <a href="https://culturadefato.com.br/author/alexandrecosta/">Alexandre Costa</a></p>
</div></div>



<div id="col-g-5zrz1kl" class="wp-block-gutentor-m0-col col-g-5zrz1kl gutentor-carousel-item"><div id="section-g-5zrz1kl" class="section-g-5zrz1kl gutentor-col-wrap has-color-bg has-custom-bg">
<div id="section-g-eg1yoek" class="wp-block-gutentor-e6 section-g-eg1yoek gutentor-element gutentor-element-image text-align-center-desktop"><div class="gutentor-element-image-box"><a class="gutentor-element-image-link" href="https://culturadefato.com.br/truque-dos-tres-estagios-e-seis-passos-para-aprovar-uma-proposta-absurda/"><div class="gutentor-image-thumb"><img decoding="async" class="normal-image" src="https://culturadefato.com.br/wp-content/uploads/2021/03/OsTrapaceiros.jpg" alt="Recorte da obra: &quot;Os trapaceiros&quot;. Pintura do artista barroco italiano Michelangelo Merisi da Caravaggio (1671 - 1610)." /></div></a></div></div>



<p class="has-text-align-center"><br><em><a href="https://culturadefato.com.br/truque-dos-tres-estagios-e-seis-passos-para-aprovar-uma-proposta-absurda/">“Truque dos três estágios” e “Seis passos para aprovar uma proposta absurda”</a></em>, por <a href="https://culturadefato.com.br/author/alexandrecosta/">Alexandre Costa</a></p>
</div></div>



<div id="col-g-tle1ej4" class="wp-block-gutentor-m0-col col-g-tle1ej4 gutentor-carousel-item"><div id="section-g-tle1ej4" class="section-g-tle1ej4 gutentor-col-wrap has-color-bg has-custom-bg">
<div id="section-g-inmsslx" class="wp-block-gutentor-e6 section-g-inmsslx gutentor-element gutentor-element-image text-align-center-desktop"><div class="gutentor-element-image-box"><a class="gutentor-element-image-link" href="https://culturadefato.com.br/mascara-covid-a-psicologia-da-submissao/"><div class="gutentor-image-thumb"><img decoding="async" class="normal-image" src="https://culturadefato.com.br/wp-content/uploads/2021/01/Castigo_Escravo.jpg" alt="Obra: &quot;Castigo de escravos&quot;, de Jacques Arago (1790 - 1854)." /></div></a></div></div>



<p class="has-text-align-center"><br><em><a href="https://culturadefato.com.br/mascara-covid-a-psicologia-da-submissao/">Máscara COVID: a psicologia da submissão?</a></em>,<br>por <a href="https://culturadefato.com.br/author/julianrose/">Julian Rose</a></p>
</div></div>



<div id="col-g-e1oe0xn" class="wp-block-gutentor-m0-col col-g-e1oe0xn gutentor-carousel-item"><div id="section-g-e1oe0xn" class="section-g-e1oe0xn gutentor-col-wrap has-color-bg has-custom-bg">
<div id="section-g-6731r80" class="wp-block-gutentor-e6 section-g-6731r80 gutentor-element gutentor-element-image text-align-center-desktop"><div class="gutentor-element-image-box"><a class="gutentor-element-image-link" href="https://culturadefato.com.br/a-engenheira-social-inclusa-nas-telenovelas/"><div class="gutentor-image-thumb"><img decoding="async" class="normal-image" src="https://culturadefato.com.br/wp-content/uploads/2021/01/ControleRemotoTV.jpg" /></div></a></div></div>



<p class="has-text-align-center"><br><em><a href="https://culturadefato.com.br/a-engenheira-social-inclusa-nas-telenovelas/">A engenheira social inclusa nas telenovelas</a></em>,<br>por <a href="https://culturadefato.com.br/author/diogowaki/">Diogo Waki</a></p>
</div></div>



<div id="col-g-pnc2fcb" class="wp-block-gutentor-m0-col col-g-pnc2fcb gutentor-carousel-item"><div id="section-g-pnc2fcb" class="section-g-pnc2fcb gutentor-col-wrap has-color-bg has-custom-bg">
<div id="section-g-p1spp5b" class="wp-block-gutentor-e6 section-g-p1spp5b gutentor-element gutentor-element-image text-align-center-desktop"><div class="gutentor-element-image-box"><a class="gutentor-element-image-link" href="https://culturadefato.com.br/tecnicas-de-manipulacao-psicologica/"><div class="gutentor-image-thumb"><img decoding="async" class="normal-image" src="https://culturadefato.com.br/wp-content/uploads/2020/12/Cerebro.jpg" /></div></a></div></div>



<p class="has-text-align-center"><br><em><a href="https://culturadefato.com.br/tecnicas-de-manipulacao-psicologica/">Técnicas de manipulação psicológica</a></em>,<br>por <a href="https://culturadefato.com.br/author/pascalbernardin/">Pascal Bernardin</a></p>
</div></div>



<div id="col-g-6mtvsrs" class="wp-block-gutentor-m0-col col-g-6mtvsrs gutentor-carousel-item"><div id="section-g-6mtvsrs" class="section-g-6mtvsrs gutentor-col-wrap has-color-bg has-custom-bg">
<div id="section-g-6a75sq7" class="wp-block-gutentor-e6 section-g-6a75sq7 gutentor-element gutentor-element-image text-align-center-desktop"><div class="gutentor-element-image-box"><a class="gutentor-element-image-link" href="https://culturadefato.com.br/a-arrogancia-dos-manipulados/"><div class="gutentor-image-thumb"><img decoding="async" class="normal-image" src="https://culturadefato.com.br/wp-content/uploads/2020/11/VaralDeManipulados.jpg" alt="Bonecos de pessoas pendurados em uma espécie de Varal." /></div></a></div></div>



<p class="has-text-align-center"><br><em><a href="https://culturadefato.com.br/a-arrogancia-dos-manipulados/">A arrogância dos manipulados</a></em>,<br>por <a href="https://culturadefato.com.br/author/fabioblanco/">Fabio Blanco</a></p>
</div></div>



<div id="col-g-j977jft" class="wp-block-gutentor-m0-col col-g-j977jft gutentor-carousel-item"><div id="section-g-j977jft" class="section-g-j977jft gutentor-col-wrap has-color-bg has-custom-bg">
<div id="section-g-vyy272f" class="wp-block-gutentor-e6 section-g-vyy272f gutentor-element gutentor-element-image text-align-center-desktop"><div class="gutentor-element-image-box"><a class="gutentor-element-image-link" href="https://culturadefato.com.br/espontaneidade-fabricada/"><div class="gutentor-image-thumb"><img decoding="async" class="normal-image" src="https://culturadefato.com.br/wp-content/uploads/2020/11/MascarasTeatrais.jpg" alt="Máscaras teatrais (fundo preto, máscara em pé cor de ouro e máscara prateada &quot;deitada&quot;)." /></div></a></div></div>



<p class="has-text-align-center"><br><em><a href="https://culturadefato.com.br/espontaneidade-fabricada/">Espontaneidade fabricada</a></em>,<br>por <a href="https://culturadefato.com.br/author/fabioblanco/">Fabio Blanco</a></p>
</div></div>
</div></div></section>



<br>



<p></p>
<p>O post <a href="https://culturadefato.com.br/manipulacao-sem-inocencia/">Manipulação sem inocência</a> apareceu primeiro em <a href="https://culturadefato.com.br">Cultura de Fato</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://culturadefato.com.br/manipulacao-sem-inocencia/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Manipulação virtuosa</title>
		<link>https://culturadefato.com.br/manipulacao-virtuosa/</link>
					<comments>https://culturadefato.com.br/manipulacao-virtuosa/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Fabio Blanco]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 24 Mar 2025 00:21:43 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Filosofia e História]]></category>
		<category><![CDATA[Engenharia Social]]></category>
		<category><![CDATA[Moralidade]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://culturadefato.com.br/?p=24382</guid>

					<description><![CDATA[<p>“A manipulação virtuosa tira vantagens de sua boa vontade, de seu objetivo de ser alguém melhor — espiritualmente, profissionalmente, pessoalmente, socialmente — e, em vez de seduzi-la, sujeita-a.”</p>
<p>O post <a href="https://culturadefato.com.br/manipulacao-virtuosa/">Manipulação virtuosa</a> apareceu primeiro em <a href="https://culturadefato.com.br">Cultura de Fato</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="has-text-align-center">“<em>Uma verdade que é dita com má intenção derrota todas as mentiras que possamos inventar.</em>”<br><span data-tooltip-position="bottom" data-tooltip="William Blake (1757 - 1827) foi um poeta e pintor britânico, considerado um dos maiores nomes do Romantismo Inglês.">William Blake</span> (1757 &#8211; 1827)</p>



<hr class="wp-block-separator has-alpha-channel-opacity is-style-wide"/>



<br>



<p class="has-drop-cap">Há um tipo de manipulação mais perversa que a manipulação diabólica: a manipulação virtuosa. Enquanto o diabo seduz para levar a pessoa a satisfazer-se em seu próprio desejo, a manipulação virtuosa é mais cruel, pois tira vantagens de sua boa vontade, de seu objetivo de ser alguém melhor — espiritualmente, profissionalmente, pessoalmente, socialmente — e, em vez de seduzi-la, sujeita-a.</p>



<p>Diferente da manipulação sedutora, que rompe, por meio da racionalização ou da justificativa, a barreira da consciência pessoal, que, usando da moralidade ou conveniência, inibe a satisfação do desejo, a manipulação virtuosa não se depara com barreira alguma, porque o querido está previamente autorizado.</p>



<p>O problema é que, por querer a virtude, o manipulado mantém uma atitude acrítica em relação às sugestões do manipulador. Este, então, ciente do efeito da virtude sobre o manipulado, trata de personificá-la em si, mostrando-se como o exemplo perfeito daquele que a alcançou plenamente.</p>



<p>A partir desse momento, o manipulador já não é mais alguém que ensina o que fazer para alcançar tais virtudes, mas passa a encarná-las e a agir como a própria manifestação delas. Suas palavras, então, passam a ser inerrantes para o manipulado; suas dicas se transformam em dogmas e suas atitudes, em referência.</p>



<p>Porém, o manipulador não quer conduzir o manipulado às virtudes, mas arrancar dele benefícios para si. Então, passa a sugerir tarefas difíceis de serem realizadas, só para que o manipulado se perceba distante do objetivo virtuoso e, assim, se sinta fragilizado, impotente. Nesse ponto, o manipulado restará totalmente à sua mercê.</p>



<p>A partir daí, tudo o que o manipulador lhe sugerir — comprar, vender, fazer, pensar — ainda que não diretamente ligado à virtude procurada, será aceito sem restrições. Afinal, pela sua perspectiva, o manipulador sabe o que está fazendo e isso é para o bem.</p>



<p>Assim nascem os manipuladores religiosos, motivacionais, políticos e de desempenho.</p>



<p>Conhecer, portanto, a gênese o processo que envolve esse tipo de manipulação serve de alerta para aqueles que desejam o bem, mas se sujeitam a depender dos outros para alcançá-lo.</p>



<br>



<p class="has-text-align-right">Por&nbsp;<a href="https://culturadefato.com.br/author/fabioblanco/">Fabio Blanco</a>.<br>Publicado no&nbsp;<a href="https://t.me/filosofiaintegral" target="_blank" rel="noreferrer noopener">canal do Telegram do autor</a>, em 10 de Março de 2024.<br>Fabio Blanco também é o responsável pelo portal&nbsp;<a href="http://www.filosofiaintegral.com.br/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">filosofiaintegral.com.br</a>, e seu&nbsp;<em>wesite</em>&nbsp;<a href="http://www.fabioblanco.com.br/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">fabioblanco.com.br</a>.</p>



<br>



<p class="has-background has-very-light-gray-background-color"><strong>Nota da editoria:</strong><br><br>Imagem da capa: “<em>O hipnotizador</em>” (1887), de Richard Bergh (1858 &#8211; 1919).</p>



<br>



<h2 class="wp-block-heading has-text-align-center">Leia também:</h2>



<br>



<section id="gm71bf303" class="wp-block-gutentor-m0 alignfull section-gm71bf303 gutentor-module gutentor-module-carousel has-color-bg has-custom-bg gutentor-slick-a-default-desktop gutentor-slick-a-default-tablet gutentor-slick-a-default-mobile"><div class="grid-container"><div class="gutentor-module-carousel-row" data-dots="false" data-dotstablet="false" data-dotsmobile="false" data-arrows="true" data-arrowstablet="true" data-arrowsmobile="true" data-infinite="true" data-autoplay="true" data-draggable="true" data-pauseonfocus="true" data-pauseonhover="true" data-autoplayspeed="4500" data-cmondesktop="false" data-cmontablet="false" data-cmonmobile="false" data-nextarrow="fas fa-angle-right" data-prevarrow="fas fa-angle-left" data-arrowspositiondesktop="gutentor-slick-a-default-desktop" data-arrowspositiontablet="gutentor-slick-a-default-tablet" data-arrowspositionmobile="gutentor-slick-a-default-mobile" data-speed="300" data-slideitemdesktop="2" data-slideitemtablet="3" data-slideitemmobile="2" data-slidescroll-desktop="2" data-slidescroll-tablet="3" data-slidescroll-mobile="2">
<div id="col-g-wpn9t1g" class="wp-block-gutentor-m0-col col-g-wpn9t1g gutentor-carousel-item"><div id="section-g-wpn9t1g" class="section-g-wpn9t1g gutentor-col-wrap has-color-bg has-custom-bg">
<div id="section-g-6x591w6" class="wp-block-gutentor-e6 section-g-6x591w6 gutentor-element gutentor-element-image text-align-center-desktop"><div class="gutentor-element-image-box"><a class="gutentor-element-image-link" href="https://culturadefato.com.br/manipulacao-sem-inocencia/"><div class="gutentor-image-thumb"><img decoding="async" class="normal-image" src="https://culturadefato.com.br/wp-content/uploads/2025/03/ManipulationFromTheAnti-ConsciousnessMonsters.jpg" alt="Obra: &quot;The manipulation from the anti-consciousness monsters&quot;, de Darwin Leon." /></div></a></div></div>



<p class="has-text-align-center"><br><em><a href="https://culturadefato.com.br/manipulacao-sem-inocencia/">Manipulação sem inocência</a></em>,<br>por <a href="https://culturadefato.com.br/author/fabioblanco/">Fabio Blanco</a></p>
</div></div>



<div id="col-g-gaaj04o" class="wp-block-gutentor-m0-col col-g-gaaj04o gutentor-carousel-item"><div id="section-g-gaaj04o" class="section-g-gaaj04o gutentor-col-wrap has-color-bg has-custom-bg">
<div id="section-g-wrcifje" class="wp-block-gutentor-e6 section-g-wrcifje gutentor-element gutentor-element-image text-align-center-desktop"><div class="gutentor-element-image-box"><a class="gutentor-element-image-link" href="https://culturadefato.com.br/a-geoengenharia-ja-nao-e-uma-conspiracao-secreta/"><div class="gutentor-image-thumb"><img decoding="async" class="normal-image" src="https://culturadefato.com.br/wp-content/uploads/2021/09/BeforeAStorm_LeonidAfremov.jpeg" alt="Obra: &quot;Before a storm&quot;, de Leonid Afremov." /></div></a></div></div>



<p class="has-text-align-center"><br><em><a href="https://culturadefato.com.br/a-geoengenharia-ja-nao-e-uma-conspiracao-secreta/">A geoengenharia já não é uma conspiração secreta</a></em>,<br>por <a href="https://culturadefato.com.br/author/diversos/">diversos autores</a></p>
</div></div>



<div id="col-g-w8ss9xx" class="wp-block-gutentor-m0-col col-g-w8ss9xx gutentor-carousel-item"><div id="section-g-w8ss9xx" class="section-g-w8ss9xx gutentor-col-wrap has-color-bg has-custom-bg">
<div id="section-g-s15s317" class="wp-block-gutentor-e6 section-g-s15s317 gutentor-element gutentor-element-image text-align-center-desktop"><div class="gutentor-element-image-box"><a class="gutentor-element-image-link" href="https://culturadefato.com.br/relatorio-iron-mountain/"><div class="gutentor-image-thumb"><img decoding="async" class="normal-image" src="https://culturadefato.com.br/wp-content/uploads/2021/07/ManSmokingPipe_GiovanniMadonini.jpg" alt="Recorte da obra: &quot;Man smoking pipe&quot;, criada pelo pintor italiano Giovanni Madonini (1915 - 1989)" /></div></a></div></div>



<p class="has-text-align-center"><br><em><a href="https://culturadefato.com.br/relatorio-iron-mountain/">Relatório Iron Mountain</a></em>,<br>por <a href="https://culturadefato.com.br/author/alexandrecosta/">Alexandre Costa</a></p>
</div></div>



<div id="col-g-5zrz1kl" class="wp-block-gutentor-m0-col col-g-5zrz1kl gutentor-carousel-item"><div id="section-g-5zrz1kl" class="section-g-5zrz1kl gutentor-col-wrap has-color-bg has-custom-bg">
<div id="section-g-eg1yoek" class="wp-block-gutentor-e6 section-g-eg1yoek gutentor-element gutentor-element-image text-align-center-desktop"><div class="gutentor-element-image-box"><a class="gutentor-element-image-link" href="https://culturadefato.com.br/truque-dos-tres-estagios-e-seis-passos-para-aprovar-uma-proposta-absurda/"><div class="gutentor-image-thumb"><img decoding="async" class="normal-image" src="https://culturadefato.com.br/wp-content/uploads/2021/03/OsTrapaceiros.jpg" alt="Recorte da obra: &quot;Os trapaceiros&quot;. Pintura do artista barroco italiano Michelangelo Merisi da Caravaggio (1671 - 1610)." /></div></a></div></div>



<p class="has-text-align-center"><br><em><a href="https://culturadefato.com.br/truque-dos-tres-estagios-e-seis-passos-para-aprovar-uma-proposta-absurda/">“Truque dos três estágios” e “Seis passos para aprovar uma proposta absurda”</a></em>, por <a href="https://culturadefato.com.br/author/alexandrecosta/">Alexandre Costa</a></p>
</div></div>



<div id="col-g-tle1ej4" class="wp-block-gutentor-m0-col col-g-tle1ej4 gutentor-carousel-item"><div id="section-g-tle1ej4" class="section-g-tle1ej4 gutentor-col-wrap has-color-bg has-custom-bg">
<div id="section-g-inmsslx" class="wp-block-gutentor-e6 section-g-inmsslx gutentor-element gutentor-element-image text-align-center-desktop"><div class="gutentor-element-image-box"><a class="gutentor-element-image-link" href="https://culturadefato.com.br/mascara-covid-a-psicologia-da-submissao/"><div class="gutentor-image-thumb"><img decoding="async" class="normal-image" src="https://culturadefato.com.br/wp-content/uploads/2021/01/Castigo_Escravo.jpg" alt="Obra: &quot;Castigo de escravos&quot;, de Jacques Arago (1790 - 1854)." /></div></a></div></div>



<p class="has-text-align-center"><br><em><a href="https://culturadefato.com.br/mascara-covid-a-psicologia-da-submissao/">Máscara COVID: a psicologia da submissão?</a></em>,<br>por <a href="https://culturadefato.com.br/author/julianrose/">Julian Rose</a></p>
</div></div>



<div id="col-g-e1oe0xn" class="wp-block-gutentor-m0-col col-g-e1oe0xn gutentor-carousel-item"><div id="section-g-e1oe0xn" class="section-g-e1oe0xn gutentor-col-wrap has-color-bg has-custom-bg">
<div id="section-g-6731r80" class="wp-block-gutentor-e6 section-g-6731r80 gutentor-element gutentor-element-image text-align-center-desktop"><div class="gutentor-element-image-box"><a class="gutentor-element-image-link" href="https://culturadefato.com.br/a-engenheira-social-inclusa-nas-telenovelas/"><div class="gutentor-image-thumb"><img decoding="async" class="normal-image" src="https://culturadefato.com.br/wp-content/uploads/2021/01/ControleRemotoTV.jpg" /></div></a></div></div>



<p class="has-text-align-center"><br><em><a href="https://culturadefato.com.br/a-engenheira-social-inclusa-nas-telenovelas/">A engenheira social inclusa nas telenovelas</a></em>,<br>por <a href="https://culturadefato.com.br/author/diogowaki/">Diogo Waki</a></p>
</div></div>



<div id="col-g-pnc2fcb" class="wp-block-gutentor-m0-col col-g-pnc2fcb gutentor-carousel-item"><div id="section-g-pnc2fcb" class="section-g-pnc2fcb gutentor-col-wrap has-color-bg has-custom-bg">
<div id="section-g-p1spp5b" class="wp-block-gutentor-e6 section-g-p1spp5b gutentor-element gutentor-element-image text-align-center-desktop"><div class="gutentor-element-image-box"><a class="gutentor-element-image-link" href="https://culturadefato.com.br/tecnicas-de-manipulacao-psicologica/"><div class="gutentor-image-thumb"><img decoding="async" class="normal-image" src="https://culturadefato.com.br/wp-content/uploads/2020/12/Cerebro.jpg" /></div></a></div></div>



<p class="has-text-align-center"><br><em><a href="https://culturadefato.com.br/tecnicas-de-manipulacao-psicologica/">Técnicas de manipulação psicológica</a></em>,<br>por <a href="https://culturadefato.com.br/author/pascalbernardin/">Pascal Bernardin</a></p>
</div></div>



<div id="col-g-6mtvsrs" class="wp-block-gutentor-m0-col col-g-6mtvsrs gutentor-carousel-item"><div id="section-g-6mtvsrs" class="section-g-6mtvsrs gutentor-col-wrap has-color-bg has-custom-bg">
<div id="section-g-6a75sq7" class="wp-block-gutentor-e6 section-g-6a75sq7 gutentor-element gutentor-element-image text-align-center-desktop"><div class="gutentor-element-image-box"><a class="gutentor-element-image-link" href="https://culturadefato.com.br/a-arrogancia-dos-manipulados/"><div class="gutentor-image-thumb"><img decoding="async" class="normal-image" src="https://culturadefato.com.br/wp-content/uploads/2020/11/VaralDeManipulados.jpg" alt="Bonecos de pessoas pendurados em uma espécie de Varal." /></div></a></div></div>



<p class="has-text-align-center"><br><em><a href="https://culturadefato.com.br/a-arrogancia-dos-manipulados/">A arrogância dos manipulados</a></em>,<br>por <a href="https://culturadefato.com.br/author/fabioblanco/">Fabio Blanco</a></p>
</div></div>



<div id="col-g-j977jft" class="wp-block-gutentor-m0-col col-g-j977jft gutentor-carousel-item"><div id="section-g-j977jft" class="section-g-j977jft gutentor-col-wrap has-color-bg has-custom-bg">
<div id="section-g-vyy272f" class="wp-block-gutentor-e6 section-g-vyy272f gutentor-element gutentor-element-image text-align-center-desktop"><div class="gutentor-element-image-box"><a class="gutentor-element-image-link" href="https://culturadefato.com.br/espontaneidade-fabricada/"><div class="gutentor-image-thumb"><img decoding="async" class="normal-image" src="https://culturadefato.com.br/wp-content/uploads/2020/11/MascarasTeatrais.jpg" alt="Máscaras teatrais (fundo preto, máscara em pé cor de ouro e máscara prateada &quot;deitada&quot;)." /></div></a></div></div>



<p class="has-text-align-center"><br><em><a href="https://culturadefato.com.br/espontaneidade-fabricada/">Espontaneidade fabricada</a></em>,<br>por <a href="https://culturadefato.com.br/author/fabioblanco/">Fabio Blanco</a></p>
</div></div>
</div></div></section>



<br>
<p>O post <a href="https://culturadefato.com.br/manipulacao-virtuosa/">Manipulação virtuosa</a> apareceu primeiro em <a href="https://culturadefato.com.br">Cultura de Fato</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://culturadefato.com.br/manipulacao-virtuosa/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Postagens selecionadas do Telegram (janeiro de 2025)</title>
		<link>https://culturadefato.com.br/postagens-selecionadas-do-telegram-janeiro-de-2025/</link>
					<comments>https://culturadefato.com.br/postagens-selecionadas-do-telegram-janeiro-de-2025/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Diversos]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 02 Feb 2025 17:22:20 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Artes e Literatura]]></category>
		<category><![CDATA[Filosofia e História]]></category>
		<category><![CDATA[Política e Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Suplementos]]></category>
		<category><![CDATA[Abraham Lincoln]]></category>
		<category><![CDATA[Charlie Chaplin]]></category>
		<category><![CDATA[Cuba]]></category>
		<category><![CDATA[Diário da Manhã]]></category>
		<category><![CDATA[Discurso de Gettysburg]]></category>
		<category><![CDATA[Engenharia Social]]></category>
		<category><![CDATA[Humor]]></category>
		<category><![CDATA[Martin Luther King]]></category>
		<category><![CDATA[Martin Luther King Jr.]]></category>
		<category><![CDATA[Revista Catolicismo]]></category>
		<category><![CDATA[Salomão Schvartzman]]></category>
		<category><![CDATA[Telegram]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://culturadefato.com.br/?p=23959</guid>

					<description><![CDATA[<p>Esta publicação reúne sete postagens “imperecíveis” realizadas em janeiro de 2025. Faça <em>downloads</em> de músicas e citações de Salomão Schvartzman; leia e assista notícias imprescindíveis; e, divirta-se com <em>cartoon</em>.</p>
<p>O post <a href="https://culturadefato.com.br/postagens-selecionadas-do-telegram-janeiro-de-2025/">Postagens selecionadas do Telegram (janeiro de 2025)</a> apareceu primeiro em <a href="https://culturadefato.com.br">Cultura de Fato</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="has-text-align-center" id="Epigrafe"><em><sup>*</sup>&nbsp;Acesse apanhados de outros períodos.&nbsp;<a href="#OutrosPeriodos">Links</a>&nbsp;disponíveis no término desta postagem.</em></p>



<hr class="wp-block-separator has-alpha-channel-opacity is-style-wide"/>



<br>



<h1 class="wp-block-heading has-text-align-center">Sumário</h1>



<br>



<ol class="wp-block-list">
<li id="Ref1"><a href="#Top1">Trechos do programa&nbsp;<em>Diário da Manhã</em>, com Salomão Schvartzman</a>&nbsp;(arte, história, política e humor)</li>



<li id="Ref2"><a href="#Top2">Mais de mil igrejas à venda nos EUA</a> (filosofia / politica)</li>



<li id="Ref3"><a href="#Top3">Cuba afunda nas trevas do nada</a> (politica)</li>



<li id="Ref4"><a href="#Top4">O mundo mágico dos ambientalistas</a> (suplemento)</li>



<li id="Ref5"><a href="#Top5">Fruto do regime comunista: desaparição da nação cubana</a> (politica)</li>



<li id="Ref6"><a href="#Top6">Estudo com quimeras</a> (filosofia / politica)</li>



<li id="Ref7"><a href="#Top7">Seja feliz</a> (humor)</li>
</ol>



<br>



<hr class="wp-block-separator has-alpha-channel-opacity is-style-dots"/>



<br>



<h2 class="wp-block-heading" id="Top1">1. Trechos do programa&nbsp;<em>Diário da Manhã</em>, com Salomão Schvartzman&nbsp;<a href="#Ref1"><img loading="lazy" decoding="async" width="14" height="10" class="wp-image-105" style="width: 14px;" src="https://culturadefato.com.br/wp-content/uploads/2020/06/Subir.jpg" alt="Subir"></a></h2>



<br>



<p class="has-drop-cap">Ouça quatro trechos do programa&nbsp;<em>Diário da Manhã</em>, intitulados: (a) <em>Uma história engraçada e outra triste</em>; (b) <em>Charlie Chaplin a maior personalidade do século passado</em>; (c). <em>Como partidos políticos são nomeados</em> (com participação de <a href="https://academiabrasileiradecinema.com.br/socios-acad/alfredo-alves/" target="_blank" rel="noreferrer noopener nofollow">Alfredo Alves</a>); e, (d) <em>Discursos de Abraham Lincoln (Discurso de Gettysburg) e Martin Luther King (&#8216;Eu tenho um sonho&#8217;)</em>. A atração era apresentada por <span data-tooltip-position="top" data-tooltip="Salomão Schvartzman (1931 - 2019) foi jornalista e sociólogo brasileiro nascido em Niterói (RJ).">Salomão Schvartzman</span>, de segunda à sexta-feira, às 8 horas, pela&nbsp;<a href="http://culturafm.cmais.com.br/" target="_blank" rel="noreferrer noopener nofollow">Rádio Cultura FM</a>&nbsp;de São Paulo, em 103,3 Mhz.</p>



<br>



<p><em><strong>Uma história engraçada e outra triste</strong></em>, veiculado em 18 de dezembro de 2013:</p>



<figure class="wp-block-audio"><audio controls src="https://culturadefato.com.br//downloads/artes_e_literatura/2025/HistoriaEngracadaHistoriaTriste.mp3"></audio></figure>



<br>



<p><span data-tooltip-position="right" data-tooltip="Sir Charles Spencer 'Charlie' Chaplin, Jr. (1889 - 1977) foi um ator, comediante, diretor, compositor, roteirista, cineasta, editor e músico britânico. Nasceu em Londres (Reino Unido) e faleceu em Manoir de Ban (Suíça)."><em><strong>Charlie Chaplin</strong></em></span> a maior personalidade do século passado, veiculado em 17 de julho de 2014:</p>



<figure class="wp-block-audio"><audio controls src="https://culturadefato.com.br//downloads/artes_e_literatura/2025/CharlieChaplin.mp3"></audio></figure>



<br>



<p><strong><em>Como partidos políticos são nomeados</em></strong>, veiculado em 17 de maio de 2016:</p>



<figure class="wp-block-audio"><audio controls src="https://culturadefato.com.br//downloads/artes_e_literatura/2025/PartidosPoliticos.mp3"></audio></figure>



<br>



<p><em><strong>Discursos de </strong></em><span data-tooltip-position="top" data-tooltip="Abraham Lincoln (1809 – 1865) foi o 16° Presidente dos Estados Unidos da América. Durante seu mandato (entre 4 de março de 1861 e 15 de abril de 1865) enfrentou a Guerra Civil Americana e aboliu a escravidão no país."><strong><em>Abraham Lincoln</em></strong></span><em><strong> e </strong></em><span data-tooltip-position="top" data-tooltip="Martin Luther King, Jr. (1929 – 1968) foi pastor batista e ativista político estadunidense que se tornou a figura mais proeminente e líder do movimento dos direitos civis nos Estados Unidos de 1955 até seu assassinato em 1968."><strong><em>Martin Luther King</em></strong></span>, veiculado em 2 de outubro de 2013:</p>



<figure class="wp-block-audio"><audio controls src="https://culturadefato.com.br//downloads/artes_e_literatura/2025/Discursos.mp3"></audio></figure>



<br>



<p class="has-text-align-right">Publicado em&nbsp;<a href="https://t.me/culturadefato" target="_blank" rel="noreferrer noopener">nosso canal</a>, em 14 e 27 de janeiro de 2025.</p>



<br>



<hr class="wp-block-separator has-alpha-channel-opacity is-style-dots"/>



<br>



<h2 class="wp-block-heading" id="Top2">2. Mais de mil igrejas à venda nos EUA <a href="#Ref2"><img loading="lazy" decoding="async" width="14" height="10" class="wp-image-105" style="width: 14px;" src="https://culturadefato.com.br/wp-content/uploads/2020/06/Subir.jpg" alt="Subir"></a></h2>



<br>



<p class="has-drop-cap">Há cerca de 1.100 antigas igrejas à venda nos EUA. Particulares as transformam em qualquer coisa (casa, bar, academia, pista de skate etc.), diz a corretora&nbsp;<em>Kidder Mathews</em>. Em Green Mountain, um casal que outrora doou muitos dos bancos para a igreja, agora a converteu em seu lar e tocam o campanário aos domingos para preencher o patético vazio religioso. Eis mais um dos frutos do ateísmo prático, resultante de cultos modelados segundo o capricho dos leigos ignorando as normas da Santa Igreja.</p>



<br>



<p class="has-text-align-right">Publicado em&nbsp;<a href="https://t.me/culturadefato" target="_blank" rel="noreferrer noopener">nosso canal</a>, em 5 de janeiro de 2025.<br>Fonte <em><a href="https://catolicismo.com.br/Acervo/Num/0888/p01.html" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Revista Catolicismo</a></em>, edição número. 888 – dezembro de 2024.</p>



<br>



<hr class="wp-block-separator has-alpha-channel-opacity is-style-dots"/>



<br>



<h2 class="wp-block-heading" id="Top3">3. Cuba afunda nas trevas do nada <a href="#Ref3"><img loading="lazy" decoding="async" width="14" height="10" class="wp-image-105" style="width: 14px;" src="https://culturadefato.com.br/wp-content/uploads/2020/06/Subir.jpg" alt="Subir"></a></h2>



<br>



<p class="has-drop-cap">Milhões de cubanos vivem há meses sem eletricidade estável. O “camarada socialista” <a href="https://pt.cibercuba.com/noticias/2024-06-04-u1-e129488-s27061-nid283028-promueven-mejor-cargo-lazaro-guerra-directivo-une" target="_blank" rel="noreferrer noopener nofollow">Lázaro Guerra</a>, responsável pela energia, declarou que o sistema colapsou e não se sabe quando se estabilizará. Na capital, os dois milhões de habitantes favelizados, exaustos e consumidos pela carência de alimentos, medicamentos e combustível, ateiam fogueiras coletivas para cozinhar. O governo culpa o embargo comercial dos EUA e os “vermes” anticastristas de Miami, mas o povo está farto dessas mentiras, repetidas há 65 anos na Ilha, onde tudo está caindo de podre devido ao regime comunista.</p>



<br>



<p class="has-text-align-right">Publicado em&nbsp;<a href="https://t.me/culturadefato" target="_blank" rel="noreferrer noopener">nosso canal</a>, em 5 de janeiro de 2025.<br>Fonte <em><a href="https://catolicismo.com.br/Acervo/Num/0888/p01.html" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Revista Catolicismo</a></em>, edição número. 888 – dezembro de 2024.</p>



<br>



<hr class="wp-block-separator has-alpha-channel-opacity is-style-dots"/>



<br>



<h2 class="wp-block-heading" id="Top4">4. O mundo mágico dos ambientalistas <a href="#Ref4"><img loading="lazy" decoding="async" width="14" height="10" class="wp-image-105" style="width: 14px;" src="https://culturadefato.com.br/wp-content/uploads/2020/06/Subir.jpg" alt="Subir"></a></h2>



<br>



<figure class="wp-block-video"><video controls src="https://culturadefato.com.br/downloads/suplementos/2025/MundoMagico.mp4"></video></figure>



<br>



<p class="has-text-align-right">Publicado no&nbsp;<a href="https://t.me/escritoralexandrecosta" target="_blank" rel="noreferrer noopener">canal</a>&nbsp;do escritor&nbsp;<a href="https://escritoralexandrecosta.com.br/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Alexandre Costa</a>, em 4 de janeiro de 2025.</p>



<br>



<hr class="wp-block-separator has-alpha-channel-opacity is-style-dots"/>



<br>



<h2 class="wp-block-heading" id="Top5">5. Fruto do regime comunista: desaparição da nação cubana <a href="#Ref5"><img loading="lazy" decoding="async" width="14" height="10" class="wp-image-105" style="width: 14px;" src="https://culturadefato.com.br/wp-content/uploads/2020/06/Subir.jpg" alt="Subir"></a></h2>



<br>



<p class="has-drop-cap">Pelas cifras oficiais de Cuba, sua população caiu de 11.181.595 em dezembro de 2021 para 10.055.968 no mesmo mês de 2023. Desde 2022, mais de um milhão de cubanos fugiu da ilha. Em 2024 a população estaria abaixo dos 10 milhões, e para 2100 só teria 5.001.009 habitantes, ou menos da metade de 2000 (10.725.000), composta em 69% por idosos. O deperecimento anual oscila entre –1 % e –4 %. Em 2025 a ilha comunista será um país de velhos. Cuba precede a Venezuela, cuja emigração caminha para atingir dez milhões de pessoas.</p>



<br>



<p class="has-text-align-right">Publicado em&nbsp;<a href="https://t.me/culturadefato" target="_blank" rel="noreferrer noopener">nosso canal</a>, em 19 de janeiro de 2025.<br>Fonte <em><a href="https://catolicismo.com.br/Acervo/Num/0888/p01.html" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Revista Catolicismo</a></em>, edição número. 889 – janeiro de 2025.</p>



<br>



<hr class="wp-block-separator has-alpha-channel-opacity is-style-dots"/>



<br>



<h2 class="wp-block-heading" id="Top6">6. Estudo com quimeras <a href="#Ref6"><img loading="lazy" decoding="async" width="14" height="10" class="wp-image-105" style="width: 14px;" src="https://culturadefato.com.br/wp-content/uploads/2020/06/Subir.jpg" alt="Subir"></a></h2>



<br>



<figure class="wp-block-embed is-type-video is-provider-youtube wp-block-embed-youtube wp-embed-aspect-16-9 wp-has-aspect-ratio"><div class="wp-block-embed__wrapper">
<iframe loading="lazy" title="Quimeras" width="640" height="360" src="https://www.youtube.com/embed/PtcFZe3qxOI?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe>
</div></figure>



<br>



<p class="has-text-align-right">Publicado no&nbsp;<a href="https://t.me/escritoralexandrecosta" target="_blank" rel="noreferrer noopener">canal</a>&nbsp;do escritor&nbsp;<a href="https://escritoralexandrecosta.com.br/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Alexandre Costa</a>, em 15 de janeiro de 2025.</p>



<br>



<hr class="wp-block-separator has-alpha-channel-opacity is-style-dots"/>



<br>



<h2 class="wp-block-heading" id="Top7">7. Seja feliz <a href="#Ref7"><img loading="lazy" decoding="async" width="14" height="10" class="wp-image-105" style="width: 14px;" src="https://culturadefato.com.br/wp-content/uploads/2020/06/Subir.jpg" alt="Subir"></a></h2>



<br>


<div class="wp-block-image">
<figure class="aligncenter size-full"><img loading="lazy" decoding="async" width="1037" height="1280" src="https://culturadefato.com.br/wp-content/uploads/2025/02/SejaFeliz.jpg" alt="Seja Feliz" class="wp-image-23996" srcset="https://culturadefato.com.br/wp-content/uploads/2025/02/SejaFeliz.jpg 1037w, https://culturadefato.com.br/wp-content/uploads/2025/02/SejaFeliz-768x948.jpg 768w" sizes="auto, (max-width: 1037px) 100vw, 1037px" /></figure>
</div>


<br>



<hr class="wp-block-separator has-alpha-channel-opacity is-style-dots"/>



<br>



<p class="has-background has-very-light-gray-background-color"><strong>Nota da editoria:</strong><br><br>Imagem da capa: “<em><a href="https://fineartamerica.com/featured/crowley-radio-scott-white.html" target="_blank" rel="noreferrer noopener nofollow">Crowley radio</a></em>”, de <a href="https://fineartamerica.com/profiles/2-scott-white" target="_blank" rel="noreferrer noopener nofollow">Scott White</a>.</p>



<br>



<h2 class="wp-block-heading has-text-align-center" id="OutrosPeriodos">Outros períodos <a href="#Epigrafe"><img loading="lazy" decoding="async" width="14" height="10" id="OutrosPeriodos" class="wp-image-105" style="width: 14px;" src="https://culturadefato.com.br/wp-content/uploads/2020/06/Subir.jpg" alt="Subir"></a></h2>



<br>



<section id="gm1f764ad" class="wp-block-gutentor-m0 alignfull section-gm1f764ad gutentor-module gutentor-module-carousel has-color-bg has-custom-bg gutentor-slick-a-default-desktop gutentor-slick-a-default-tablet gutentor-slick-a-default-mobile"><div class="grid-container"><div class="gutentor-module-carousel-row" data-dots="false" data-dotstablet="false" data-dotsmobile="false" data-arrows="true" data-arrowstablet="true" data-arrowsmobile="true" data-infinite="true" data-autoplay="true" data-draggable="true" data-pauseonfocus="true" data-pauseonhover="true" data-autoplayspeed="4500" data-cmondesktop="false" data-cmontablet="false" data-cmonmobile="false" data-nextarrow="fas fa-angle-right" data-prevarrow="fas fa-angle-left" data-arrowspositiondesktop="gutentor-slick-a-default-desktop" data-arrowspositiontablet="gutentor-slick-a-default-tablet" data-arrowspositionmobile="gutentor-slick-a-default-mobile" data-speed="300" data-slideitemdesktop="2" data-slideitemtablet="3" data-slideitemmobile="1" data-slidescroll-desktop="2" data-slidescroll-tablet="3" data-slidescroll-mobile="1">
<div id="col-gmaedf8b" class="wp-block-gutentor-m0-col col-gmaedf8b gutentor-carousel-item"><div id="section-gmaedf8b" class="section-gmaedf8b gutentor-col-wrap has-color-bg has-custom-bg">
<div id="section-g670eb6" class="wp-block-gutentor-e6 section-g670eb6 gutentor-element gutentor-element-image text-align-center-desktop"><div class="gutentor-element-image-box"><a class="gutentor-element-image-link" href="https://culturadefato.com.br/postagens-selecionadas-do-telegram-novembro-e-dezembro-de-2024/"><div class="gutentor-image-thumb"><img decoding="async" class="normal-image" src="https://culturadefato.com.br/wp-content/uploads/2024/12/Presepio.jpg" alt="Presépio" /></div></a></div></div>



<p class="has-text-align-center"><a href="https://culturadefato.com.br/postagens-selecionadas-do-telegram-marco-de-2023/"></a><br><a href="https://culturadefato.com.br/postagens-selecionadas-do-telegram-novembro-e-dezembro-de-2024/">Postagens selecionadas do Telegram (novembro e dezembro de 2024)</a></p>
</div></div>



<div id="col-g-i51a3v3" class="wp-block-gutentor-m0-col col-g-i51a3v3 gutentor-carousel-item"><div id="section-g-i51a3v3" class="section-g-i51a3v3 gutentor-col-wrap has-color-bg has-custom-bg">
<div id="section-g-yrsy1is" class="wp-block-gutentor-e6 section-g-yrsy1is gutentor-element gutentor-element-image text-align-center-desktop"><div class="gutentor-element-image-box"><a class="gutentor-element-image-link" href="https://culturadefato.com.br/postagens-selecionadas-do-telegram-outubro-de-2024/"><div class="gutentor-image-thumb"><img decoding="async" class="normal-image" src="https://culturadefato.com.br/wp-content/uploads/2024/11/AquarelaDeAparecida.jpg" alt="Panorâmica da Basílica - Aquarela de Aparecida. Por Ricardo Montenegro." /></div></a></div></div>



<p class="has-text-align-center"><a href="https://culturadefato.com.br/postagens-selecionadas-do-telegram-marco-de-2023/"></a><br><a href="https://culturadefato.com.br/postagens-selecionadas-do-telegram-agosto-e-setembro-de-2024/">Postagens selecionadas do </a><a href="https://culturadefato.com.br/postagens-selecionadas-do-telegram-outubro-de-2024/">Telegram (outubro de 2024)</a></p>
</div></div>



<div id="col-g-etie5e3" class="wp-block-gutentor-m0-col col-g-etie5e3 gutentor-carousel-item"><div id="section-g-etie5e3" class="section-g-etie5e3 gutentor-col-wrap has-color-bg has-custom-bg">
<div id="section-g-1etjvj1" class="wp-block-gutentor-e6 section-g-1etjvj1 gutentor-element gutentor-element-image text-align-center-desktop"><div class="gutentor-element-image-box"><a class="gutentor-element-image-link" href="https://culturadefato.com.br/postagens-selecionadas-do-telegram-agosto-e-setembro-de-2024/"><div class="gutentor-image-thumb"><img decoding="async" class="normal-image" src="https://culturadefato.com.br/wp-content/uploads/2024/09/ReiRato_LizWieselArts.jpg" alt="Obra: &quot;Rei Rato&quot;, por Liz Wiesel Arts." /></div></a></div></div>



<p class="has-text-align-center"><a href="https://culturadefato.com.br/postagens-selecionadas-do-telegram-marco-de-2023/"></a><br><a href="https://culturadefato.com.br/postagens-selecionadas-do-telegram-agosto-e-setembro-de-2024/">Postagens selecionadas do Telegram<br>(agosto e setembro de 2024)</a></p>
</div></div>



<div id="col-g-phws552" class="wp-block-gutentor-m0-col col-g-phws552 gutentor-carousel-item"><div id="section-g-phws552" class="section-g-phws552 gutentor-col-wrap has-color-bg has-custom-bg">
<div id="section-g-7cienn3" class="wp-block-gutentor-e6 section-g-7cienn3 gutentor-element gutentor-element-image text-align-center-desktop"><div class="gutentor-element-image-box"><a class="gutentor-element-image-link" href="https://culturadefato.com.br/postagens-selecionadas-do-telegram-junho-e-julho-de-2024/"><div class="gutentor-image-thumb"><img decoding="async" class="normal-image" src="https://culturadefato.com.br/wp-content/uploads/2024/07/StillLifeWithLetterToThomasBClarkeWilliamMHarnett.jpg" alt="Oba: &quot;Still Life with Letter to Thomas B. Clarke&quot;, por William M. Harnett." /></div></a></div></div>



<p class="has-text-align-center"><a href="https://culturadefato.com.br/postagens-selecionadas-do-telegram-marco-de-2023/"></a><br><a href="https://culturadefato.com.br/postagens-selecionadas-do-telegram-junho-e-julho-de-2024/">Postagens selecionadas do Telegram<br>(junho e julho de 2024)</a></p>
</div></div>



<div id="col-g-kpkp9w4" class="wp-block-gutentor-m0-col col-g-kpkp9w4 gutentor-carousel-item"><div id="section-g-kpkp9w4" class="section-g-kpkp9w4 gutentor-col-wrap has-color-bg has-custom-bg">
<div id="section-g-gvd557a" class="wp-block-gutentor-e6 section-g-gvd557a gutentor-element gutentor-element-image text-align-center-desktop"><div class="gutentor-element-image-box"><a class="gutentor-element-image-link" href="https://culturadefato.com.br/postagens-selecionadas-do-telegram-maio-de-2024/"><div class="gutentor-image-thumb"><img decoding="async" class="normal-image" src="https://culturadefato.com.br/wp-content/uploads/2024/06/Airplane_ElenaEpifantseva.jpg" alt="Obra &quot;Airplane&quot;, por Elena Epifantseva." /></div></a></div></div>



<p class="has-text-align-center"><a href="https://culturadefato.com.br/postagens-selecionadas-do-telegram-marco-de-2023/"></a><br><a href="https://culturadefato.com.br/postagens-selecionadas-do-telegram-maio-de-2024/">Postagens selecionadas do Telegram<br>(maio de 2024)</a></p>
</div></div>



<div id="col-g-8wqqqqi" class="wp-block-gutentor-m0-col col-g-8wqqqqi gutentor-carousel-item"><div id="section-g-8wqqqqi" class="section-g-8wqqqqi gutentor-col-wrap has-color-bg has-custom-bg">
<div id="section-g-6bx7q7q" class="wp-block-gutentor-e6 section-g-6bx7q7q gutentor-element gutentor-element-image text-align-center-desktop"><div class="gutentor-element-image-box"><a class="gutentor-element-image-link" href="https://culturadefato.com.br/postagens-selecionadas-do-telegram-abril-de-2024/"><div class="gutentor-image-thumb"><img decoding="async" class="normal-image" src="https://culturadefato.com.br/wp-content/uploads/2024/04/PaperPlane_BujanitaMPaul.jpg" alt="Obra: &quot;Paper Plane&quot;, por Bujanita M. Paul." /></div></a></div></div>



<p class="has-text-align-center"><a href="https://culturadefato.com.br/postagens-selecionadas-do-telegram-marco-de-2023/"></a><br><a href="https://culturadefato.com.br/postagens-selecionadas-do-telegram-abril-de-2024/">Postagens selecionadas do Telegram<br>(abril de 2024)</a></p>
</div></div>



<div id="col-gm502515" class="wp-block-gutentor-m0-col col-gm502515 gutentor-carousel-item"><div id="section-gm502515" class="section-gm502515 gutentor-col-wrap has-color-bg has-custom-bg">
<div id="section-g08c413" class="wp-block-gutentor-e6 section-g08c413 gutentor-element gutentor-element-image text-align-center-desktop"><div class="gutentor-element-image-box"><a class="gutentor-element-image-link" href="https://culturadefato.com.br/postagens-selecionadas-do-telegram-marco-de-2024/"><div class="gutentor-image-thumb"><img decoding="async" class="normal-image" src="https://culturadefato.com.br/wp-content/uploads/2024/04/PaperPlane.jpg" alt="Obra: &quot;Paper Airplane&quot;, de Meda Norbutaitė." /></div></a></div></div>



<p class="has-text-align-center"><a href="https://culturadefato.com.br/postagens-selecionadas-do-telegram-marco-de-2023/"></a><br><a href="https://culturadefato.com.br/postagens-selecionadas-do-telegram-marco-de-2024/">Postagens selecionadas do Telegram<br>(março de 2024)</a></p>
</div></div>



<div id="col-gm8b80e4" class="wp-block-gutentor-m0-col col-gm8b80e4 gutentor-carousel-item"><div id="section-gm8b80e4" class="section-gm8b80e4 gutentor-col-wrap has-color-bg has-custom-bg">
<div id="section-geefe1e" class="wp-block-gutentor-e6 section-geefe1e gutentor-element gutentor-element-image text-align-center-desktop"><div class="gutentor-element-image-box"><a class="gutentor-element-image-link" href="https://culturadefato.com.br/postagens-selecionadas-do-telegram-fevereiro-de-2024/"><div class="gutentor-image-thumb"><img decoding="async" class="normal-image" src="https://culturadefato.com.br/wp-content/uploads/2024/02/ThePaperPlane_VeronicaByers.jpg" alt="Obra: &quot;The paper plane&quot;, por Veronica Byers." /></div></a></div></div>



<p class="has-text-align-center"><a href="https://culturadefato.com.br/postagens-selecionadas-do-telegram-marco-de-2023/"></a><br><a href="https://culturadefato.com.br/postagens-selecionadas-do-telegram-fevereiro-de-2024/">Postagens selecionadas do Telegram<br>(fevereiro de 2024)</a></p>
</div></div>



<div id="col-gmce3036" class="wp-block-gutentor-m0-col col-gmce3036 gutentor-carousel-item"><div id="section-gmce3036" class="section-gmce3036 gutentor-col-wrap has-color-bg has-custom-bg">
<div id="section-gc24f30" class="wp-block-gutentor-e6 section-gc24f30 gutentor-element gutentor-element-image text-align-center-desktop"><div class="gutentor-element-image-box"><a class="gutentor-element-image-link" href="https://culturadefato.com.br/postagens-selecionadas-do-telegram-janeiro-de-2024"><div class="gutentor-image-thumb"><img decoding="async" class="normal-image" src="https://culturadefato.com.br/wp-content/uploads/2024/02/DorBeachWinter_2012_NogaAmi-Rav.jpgNoga-Ami-rav.jpg" alt="Obra: &quot;Dor beach winter&quot; (2012), por Noga Ami-rav." /></div></a></div></div>



<p class="has-text-align-center"><a href="https://culturadefato.com.br/postagens-selecionadas-do-telegram-marco-de-2023/"></a><br><a href="https://culturadefato.com.br/postagens-selecionadas-do-telegram-janeiro-de-2024">Postagens selecionadas do Telegram<br>(janeiro de 2024)</a></p>
</div></div>



<div id="col-gm96f0fb" class="wp-block-gutentor-m0-col col-gm96f0fb gutentor-carousel-item"><div id="section-gm96f0fb" class="section-gm96f0fb gutentor-col-wrap has-color-bg has-custom-bg">
<div id="section-gd84f31" class="wp-block-gutentor-e6 section-gd84f31 gutentor-element gutentor-element-image text-align-center-desktop"><div class="gutentor-element-image-box"><a class="gutentor-element-image-link" href="https://culturadefato.com.br/postagens-selecionadas-do-telegram-dezembro-de-2023/"><div class="gutentor-image-thumb"><img decoding="async" class="normal-image" src="https://culturadefato.com.br/wp-content/uploads/2023/12/OnTheLoose_BehzadTabar.jpg" alt="Obra: &quot;On the loose&quot;, por Behzad Tabar." /></div></a></div></div>



<p class="has-text-align-center"><a href="https://culturadefato.com.br/postagens-selecionadas-do-telegram-marco-de-2023/"></a><br><a href="https://culturadefato.com.br/postagens-selecionadas-do-telegram-dezembro-de-2023/">Postagens selecionadas do Telegram<br>(dezembro de 2023)</a></p>
</div></div>



<div id="col-gmb1d6c1" class="wp-block-gutentor-m0-col col-gmb1d6c1 gutentor-carousel-item"><div id="section-gmb1d6c1" class="section-gmb1d6c1 gutentor-col-wrap has-color-bg has-custom-bg">
<div id="section-g8cfa2f" class="wp-block-gutentor-e6 section-g8cfa2f gutentor-element gutentor-element-image text-align-center-desktop"><div class="gutentor-element-image-box"><a class="gutentor-element-image-link" href="https://culturadefato.com.br/postagens-selecionadas-do-telegram-novembro-de-2023/"><div class="gutentor-image-thumb"><img decoding="async" class="normal-image" src="https://culturadefato.com.br/wp-content/uploads/2023/11/WomanWithASmartPhone.jpg" alt="Woman with a smartPhone" /></div></a></div></div>



<p class="has-text-align-center"><a href="https://culturadefato.com.br/postagens-selecionadas-do-telegram-marco-de-2023/"></a><br><a href="https://culturadefato.com.br/postagens-selecionadas-do-telegram-novembro-de-2023/">Postagens selecionadas do Telegram<br>(novembro de 2023)</a></p>
</div></div>



<div id="col-gm7312d2" class="wp-block-gutentor-m0-col col-gm7312d2 gutentor-carousel-item"><div id="section-gm7312d2" class="section-gm7312d2 gutentor-col-wrap has-color-bg has-custom-bg">
<div id="section-g58a9c3" class="wp-block-gutentor-e6 section-g58a9c3 gutentor-element gutentor-element-image text-align-center-desktop"><div class="gutentor-element-image-box"><a class="gutentor-element-image-link" href="https://culturadefato.com.br/postagens-selecionadas-do-telegram-outubro-de-2023"><div class="gutentor-image-thumb"><img decoding="async" class="normal-image" src="https://culturadefato.com.br/wp-content/uploads/2023/10/Canhao.jpg" alt="Aquarela de canhão da Guerra Civil" /></div></a></div></div>



<p class="has-text-align-center"><a href="https://culturadefato.com.br/postagens-selecionadas-do-telegram-marco-de-2023/"></a><br><a href="https://culturadefato.com.br/postagens-selecionadas-do-telegram-outubro-de-2023">Postagens selecionadas do Telegram<br>(outubro de 2023)</a></p>
</div></div>



<div id="col-gm31758c" class="wp-block-gutentor-m0-col col-gm31758c gutentor-carousel-item"><div id="section-gm31758c" class="section-gm31758c gutentor-col-wrap has-color-bg has-custom-bg">
<div id="section-g2e9a55" class="wp-block-gutentor-e6 section-g2e9a55 gutentor-element gutentor-element-image text-align-center-desktop"><div class="gutentor-element-image-box"><a class="gutentor-element-image-link" href="https://culturadefato.com.br/postagens-selecionadas-do-telegram-setembro-de-2023/"><div class="gutentor-image-thumb"><img decoding="async" class="normal-image" src="https://culturadefato.com.br/wp-content/uploads/2023/09/VishalJoshiFineArtist.jpg" alt="Por Vishal Joshi Fine Artist" /></div></a></div></div>



<p class="has-text-align-center"><a href="https://culturadefato.com.br/postagens-selecionadas-do-telegram-marco-de-2023/"></a><br><a href="https://culturadefato.com.br/postagens-selecionadas-do-telegram-setembro-de-2023/">Postagens selecionadas do Telegram<br>(setembro de 2023)</a></p>
</div></div>



<div id="col-gmf5e171" class="wp-block-gutentor-m0-col col-gmf5e171 gutentor-carousel-item"><div id="section-gmf5e171" class="section-gmf5e171 gutentor-col-wrap has-color-bg has-custom-bg">
<div id="section-g90b161" class="wp-block-gutentor-e6 section-g90b161 gutentor-element gutentor-element-image text-align-center-desktop"><div class="gutentor-element-image-box"><a class="gutentor-element-image-link" href="https://culturadefato.com.br/postagens-selecionadas-do-telegram-agosto-de-2023/"><div class="gutentor-image-thumb"><img decoding="async" class="normal-image" src="https://culturadefato.com.br/wp-content/uploads/2023/09/PaperAirplane_VoichenkoSerghei.jpg" alt="Obra &quot;Paper airplane&quot;, por Voichenko Serghei" /></div></a></div></div>



<p class="has-text-align-center"><a href="https://culturadefato.com.br/postagens-selecionadas-do-telegram-marco-de-2023/"></a><br><a href="https://culturadefato.com.br/postagens-selecionadas-do-telegram-agosto-de-2023/">Postagens selecionadas do Telegram</a><br><a href="https://culturadefato.com.br/postagens-selecionadas-do-telegram-agosto-de-2023/">(agosto de 2023)</a></p>
</div></div>



<div id="col-gmaa2bf4" class="wp-block-gutentor-m0-col col-gmaa2bf4 gutentor-carousel-item"><div id="section-gmaa2bf4" class="section-gmaa2bf4 gutentor-col-wrap has-color-bg has-custom-bg">
<div id="section-g9bcbd4" class="wp-block-gutentor-e6 section-g9bcbd4 gutentor-element gutentor-element-image text-align-center-desktop"><div class="gutentor-element-image-box"><a class="gutentor-element-image-link" href="https://culturadefato.com.br/postagens-selecionadas-do-telegram-julho-2023/"><div class="gutentor-image-thumb"><img decoding="async" class="normal-image" src="https://culturadefato.com.br/wp-content/uploads/2023/07/TheFlightOfAviatorSantosDumontWithAirplane14Bis.jpg" alt="Obra: &quot;The flight of aviator Santos Dumont with airplane 14 Bis&quot; (1906), detalhes em: https://www.deconamic.com/item/the-flight-of-aviator-santos-dumont-with-airplane-14-bis/" /></div></a></div></div>



<p class="has-text-align-center"><a href="https://culturadefato.com.br/postagens-selecionadas-do-telegram-marco-de-2023/"></a><br><a href="https://culturadefato.com.br/postagens-selecionadas-do-telegram-julho-2023/">Postagens selecionadas do Telegram</a><br><a href="https://culturadefato.com.br/postagens-selecionadas-do-telegram-julho-2023/">(junho de 2023)</a></p>
</div></div>



<div id="col-gm2d4d18" class="wp-block-gutentor-m0-col col-gm2d4d18 gutentor-carousel-item"><div id="section-gm2d4d18" class="section-gm2d4d18 gutentor-col-wrap has-color-bg has-custom-bg">
<div id="section-g581c62" class="wp-block-gutentor-e6 section-g581c62 gutentor-element gutentor-element-image text-align-center-desktop"><div class="gutentor-element-image-box"><a class="gutentor-element-image-link" href="https://culturadefato.com.br/postagens-selecionadas-do-telegram-junho-2023/"><div class="gutentor-image-thumb"><img decoding="async" class="normal-image" src="https://culturadefato.com.br/wp-content/uploads/2023/06/PaperPlane_AhedIzhiman.jpg" alt="Obra: &quot;Paper Plane&quot;, por Ahed Izhiman." /></div></a></div></div>



<p class="has-text-align-center"><a href="https://culturadefato.com.br/postagens-selecionadas-do-telegram-marco-de-2023/"></a><br><a href="https://culturadefato.com.br/postagens-selecionadas-do-telegram-junho-2023/">Postagens selecionadas do Telegram</a><br><a href="https://culturadefato.com.br/postagens-selecionadas-do-telegram-junho-2023/">(junho de 2023)</a></p>
</div></div>



<div id="col-gmf58f82" class="wp-block-gutentor-m0-col col-gmf58f82 gutentor-carousel-item"><div id="section-gmf58f82" class="section-gmf58f82 gutentor-col-wrap has-color-bg has-custom-bg">
<div id="section-g93ab48" class="wp-block-gutentor-e6 section-g93ab48 gutentor-element gutentor-element-image text-align-center-desktop"><div class="gutentor-element-image-box"><a class="gutentor-element-image-link" href="https://culturadefato.com.br/postagens-selecionadas-do-telegram-abril-e-maio-de-2023/"><div class="gutentor-image-thumb"><img decoding="async" class="normal-image" src="https://culturadefato.com.br/wp-content/uploads/2023/05/PaperAirplanes.jpg" alt="&quot;Paper Airplanes&quot; é uma fotografia de YoPedro." /></div></a></div></div>



<p class="has-text-align-center"><a href="https://culturadefato.com.br/postagens-selecionadas-do-telegram-marco-de-2023/"></a><br><a href="https://culturadefato.com.br/postagens-selecionadas-do-telegram-abril-e-maio-de-2023/">Postagens selecionadas do Telegram</a><br><a href="https://culturadefato.com.br/postagens-selecionadas-do-telegram-abril-e-maio-de-2023/">(abril e maio de 2023)</a></p>
</div></div>



<div id="col-gme37308" class="wp-block-gutentor-m0-col col-gme37308 gutentor-carousel-item"><div id="section-gme37308" class="section-gme37308 gutentor-col-wrap has-color-bg has-custom-bg">
<div id="section-ga464ca" class="wp-block-gutentor-e6 section-ga464ca gutentor-element gutentor-element-image text-align-center-desktop"><div class="gutentor-element-image-box"><a class="gutentor-element-image-link" href="https://culturadefato.com.br/postagens-selecionadas-do-telegram-marco-de-2023/"><div class="gutentor-image-thumb"><img decoding="async" class="normal-image" src="https://culturadefato.com.br/wp-content/uploads/2023/03/PaperAirplanes_2018_MichaelCreese.jpg" alt="“Paper Airplanes” (2018), por Michael Creese." /></div></a></div></div>



<p class="has-text-align-center"><a href="https://culturadefato.com.br/postagens-selecionadas-do-telegram-marco-de-2023/"></a><br><a href="https://culturadefato.com.br/postagens-selecionadas-do-telegram-novembro-de-2022/">Postagens selecionadas do Telegram</a><br><a href="https://culturadefato.com.br/postagens-selecionadas-do-telegram-novembro-de-2022/">(março de 2022)</a></p>
</div></div>



<div id="col-gm7e220e" class="wp-block-gutentor-m0-col col-gm7e220e gutentor-carousel-item"><div id="section-gm7e220e" class="section-gm7e220e gutentor-col-wrap has-color-bg has-custom-bg">
<div id="section-g573dc0" class="wp-block-gutentor-e6 section-g573dc0 gutentor-element gutentor-element-image text-align-center-desktop"><div class="gutentor-element-image-box"><a class="gutentor-element-image-link" href="https://culturadefato.com.br/postagens-selecionadas-do-telegram-novembro-de-2022/"><div class="gutentor-image-thumb"><img decoding="async" class="normal-image" src="https://culturadefato.com.br/wp-content/uploads/2022/11/PaperPlaneFlying_OverTheOcean_IdanBadishi.jpg" alt="Obra &quot;Paper plane flying over rhe ocean&quot;, por Idan Badishi." /></div></a></div></div>



<p class="has-text-align-center"><br><a href="https://culturadefato.com.br/postagens-selecionadas-do-telegram-novembro-de-2022/">Postagens selecionadas do Telegram</a><br><a href="https://culturadefato.com.br/postagens-selecionadas-do-telegram-novembro-de-2022/">(novembro de 2022)</a></p>
</div></div>



<div id="col-gmb0aabb" class="wp-block-gutentor-m0-col col-gmb0aabb gutentor-carousel-item"><div id="section-gmb0aabb" class="section-gmb0aabb gutentor-col-wrap">
<div id="section-geaf75e" class="wp-block-gutentor-e6 section-geaf75e gutentor-element gutentor-element-image gutentor-enabled-width text-align-center-desktop"><div class="gutentor-element-image-box"><a class="gutentor-element-image-link" href="https://culturadefato.com.br/cultura-de-fato-no-telegram-postagens-selecionadas-agosto-e-setembro-de-2022/"><div class="gutentor-image-thumb"><img decoding="async" class="normal-image" src="https://culturadefato.com.br/wp-content/uploads/2022/10/PaperAirplanesCarolineSerafinas.jpg" alt="Obra: &quot;Paper Airplanes&quot;, por Caroline Serafinas." /></div></a></div></div>



<p class="has-text-align-center"><br><a href="https://culturadefato.com.br/cultura-de-fato-no-telegram-postagens-selecionadas-agosto-e-setembro-de-2022/">Cultura de Fato no Telegram:</a><br><a href="https://culturadefato.com.br/cultura-de-fato-no-telegram-postagens-selecionadas-agosto-e-setembro-de-2022/">Postagens selecionadas (agosto e setembro de 2022)</a></p>
</div></div>



<div id="col-gm950c68" class="wp-block-gutentor-m0-col col-gm950c68 gutentor-carousel-item"><div id="section-gm950c68" class="section-gm950c68 gutentor-col-wrap">
<div id="section-g4c3d27" class="wp-block-gutentor-e6 section-g4c3d27 gutentor-element gutentor-element-image gutentor-enabled-width text-align-center-desktop"><div class="gutentor-element-image-box"><a class="gutentor-element-image-link" href="https://culturadefato.com.br/postagens-selecionadas-do-telegram-fevereiro-de-2022/"><div class="gutentor-image-thumb"><img decoding="async" class="normal-image" src="https://culturadefato.com.br/wp-content/uploads/2022/03/PageTurner.jpg" alt="Obra: &quot;Page Turner&quot; (2013), de David Tanner." /></div></a></div></div>



<p class="has-text-align-center"><br><a href="https://culturadefato.com.br/postagens-selecionadas-do-telegram-fevereiro-de-2022/">Postagens selecionadas do Telegram</a><br><a href="https://culturadefato.com.br/postagens-selecionadas-do-telegram-fevereiro-de-2022/">(fevereiro de 2022)</a></p>
</div></div>



<div id="col-gm6d83bf" class="wp-block-gutentor-m0-col col-gm6d83bf gutentor-carousel-item"><div id="section-gm6d83bf" class="section-gm6d83bf gutentor-col-wrap">
<div id="section-g048357" class="wp-block-gutentor-e6 section-g048357 gutentor-element gutentor-element-image gutentor-enabled-width text-align-center-desktop"><div class="gutentor-element-image-box"><a class="gutentor-element-image-link" href="https://culturadefato.com.br/postagens-selecionadas-do-telegram-janeiro-de-2022/"><div class="gutentor-image-thumb"><img decoding="async" class="normal-image" src="https://culturadefato.com.br/wp-content/uploads/2022/02/DDReading.jpg" alt="Obra &quot;D. D. Reading&quot;, por Onelio Marrero." /></div></a></div></div>



<p class="has-text-align-center"><br><a href="https://culturadefato.com.br/postagens-selecionadas-do-telegram-janeiro-de-2022/">Postagens selecionadas do Telegram</a><br><a href="https://culturadefato.com.br/postagens-selecionadas-do-telegram-janeiro-de-2022/">(janeiro de 2022)</a></p>
</div></div>



<div id="col-gmabb011" class="wp-block-gutentor-m0-col col-gmabb011 gutentor-carousel-item"><div id="section-gmabb011" class="section-gmabb011 gutentor-col-wrap">
<div id="section-g561d45" class="wp-block-gutentor-e6 section-g561d45 gutentor-element gutentor-element-image"><div class="gutentor-element-image-box"><a class="gutentor-element-image-link" href="https://culturadefato.com.br/postagens-selecionadas-do-telegram-set-out-2021/"><div class="gutentor-image-thumb"><img decoding="async" class="normal-image" src="https://culturadefato.com.br/wp-content/uploads/2021/10/Reading_FrancescoNetti.jpg" alt="Obra: &quot;Reading&quot; (1873), de Francesco Netti (1832 - 1894)." /></div></a></div></div>



<p class="has-text-align-center"><br><a href="https://culturadefato.com.br/postagens-selecionadas-do-telegram-set-out-2021/">Postagens selecionadas do Telegram</a><br><a href="https://culturadefato.com.br/postagens-selecionadas-do-telegram-set-out-2021/">(Set/Out 2021)</a></p>
</div></div>



<div id="col-gmfaebfc" class="wp-block-gutentor-m0-col col-gmfaebfc gutentor-carousel-item"><div id="section-gmfaebfc" class="section-gmfaebfc gutentor-col-wrap">
<div id="section-g9031b8" class="wp-block-gutentor-e6 section-g9031b8 gutentor-element gutentor-element-image"><div class="gutentor-element-image-box"><a class="gutentor-element-image-link" href="https://culturadefato.com.br/sete-postagens-selecionadas-do-telegram/"><div class="gutentor-image-thumb"><img decoding="async" class="normal-image" src="https://culturadefato.com.br/wp-content/uploads/2021/08/ReadingANewspaperInTheGarden_HenriToulouse-Lautrec.jpg" alt="“Desire Dehau Reading a Newspaper in the Garden” (1890), do pintor francês Henri de Toulouse-Lautrec (1864 - 1901)." /></div></a></div></div>



<p class="has-text-align-center"><br><a href="https://culturadefato.com.br/sete-postagens-selecionadas-do-telegram/">Sete postagens selecionadas do Telegram</a></p>
</div></div>



<div id="col-gm9adca9" class="wp-block-gutentor-m0-col col-gm9adca9 gutentor-carousel-item"><div id="section-gm9adca9" class="section-gm9adca9 gutentor-col-wrap">
<div id="section-ga69870" class="wp-block-gutentor-e6 section-ga69870 gutentor-element gutentor-element-image"><div class="gutentor-element-image-box"><a class="gutentor-element-image-link" href="https://culturadefato.com.br/seis-postagens-selecionadas-do-telegram/"><div class="gutentor-image-thumb"><img decoding="async" class="normal-image" src="https://culturadefato.com.br/wp-content/uploads/2021/06/LendoJornal.jpg" alt="Recorte da obra: &quot;Lendo o jornal&quot;, criada em 1905 pelo pintor, desenhista e professor português José Vital Branco Malhoa (1855 - 1933)." /></div></a></div></div>



<p class="has-text-align-center"><br><a href="https://culturadefato.com.br/seis-postagens-selecionadas-do-telegram/">Seis postagens selecionadas do Telegram</a></p>
</div></div>



<div id="col-gm80874c" class="wp-block-gutentor-m0-col col-gm80874c gutentor-carousel-item"><div id="section-gm80874c" class="section-gm80874c gutentor-col-wrap">
<div id="section-gd8eccc" class="wp-block-gutentor-e6 section-gd8eccc gutentor-element gutentor-element-image"><div class="gutentor-element-image-box"><a class="gutentor-element-image-link" href="https://culturadefato.com.br/telegram-postagens-avulsas-de-autores-pertinentes/"><div class="gutentor-image-thumb"><img decoding="async" class="normal-image" src="https://culturadefato.com.br/wp-content/uploads/2021/06/TheLetter_1896_LadislausVonCzachorski.jpg" alt="Recorte da obra: &quot;The Letter&quot;, criada em 1896 pelo pintor polonês Władysław Czachórski (1850 - 1911)." /></div></a></div></div>



<p class="has-text-align-center"><br><a href="https://culturadefato.com.br/telegram-postagens-avulsas-de-autores-pertinentes/">Seis postagens selecionadas do Telegram</a></p>
</div></div>
</div></div></section>



<br>
<p>O post <a href="https://culturadefato.com.br/postagens-selecionadas-do-telegram-janeiro-de-2025/">Postagens selecionadas do Telegram (janeiro de 2025)</a> apareceu primeiro em <a href="https://culturadefato.com.br">Cultura de Fato</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://culturadefato.com.br/postagens-selecionadas-do-telegram-janeiro-de-2025/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Reciclagem, conservação e sustentabilidade</title>
		<link>https://culturadefato.com.br/reciclagem-conservacao-e-sustentabilidade/</link>
					<comments>https://culturadefato.com.br/reciclagem-conservacao-e-sustentabilidade/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Roy Cordato]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 23 Apr 2024 03:00:44 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Política e Economia]]></category>
		<category><![CDATA[A Grande Farsa do Aquecimento Global]]></category>
		<category><![CDATA[Ambientalismo]]></category>
		<category><![CDATA[Aquecimento Global]]></category>
		<category><![CDATA[Engenharia Social]]></category>
		<category><![CDATA[Ideologia de Esquerda]]></category>
		<category><![CDATA[Instituto Ludwig von Mises]]></category>
		<category><![CDATA[Reciclagem]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://culturadefato.com.br/?p=2644</guid>

					<description><![CDATA[<p>“Na indústria papeleira, 87% das árvores são plantadas para a produção de papel. Isto significa que, de cada 13 árvores que seriam 'salvas' pela reciclagem, 87 jamais seriam plantadas.”</p>
<p>O post <a href="https://culturadefato.com.br/reciclagem-conservacao-e-sustentabilidade/">Reciclagem, conservação e sustentabilidade</a> apareceu primeiro em <a href="https://culturadefato.com.br">Cultura de Fato</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="has-text-align-center">“<em>É tradição da Esquerda julgar o sucesso humano pelo fracasso de alguns.</em><br><em>Isso sempre lhe oferece uma vítima a ser resgatada.</em> <em>No século XIX eram os proletários;</em><br><em>nos anos 60, a juventude; depois as mulheres e os animais; agora o planeta!</em>”<br><span data-tooltip="Roger Scruton (1944 - 2020), filósofo e escritor inglês." data-tooltip-position="top">Roger Scruton</span> (1944 &#8211; 2020)</p>



<p class="has-text-align-right" style="font-size:13px"><em>* <a href="#Notas" id="RefNotas">Notas da editoria</a></em></p>



<hr class="wp-block-separator has-css-opacity is-style-wide"/>



<br>



<p class="has-drop-cap">A reciclagem adquiriu um <em>status</em> moral quase que inquestionável, em grande parte porque crianças e adolescentes, doutrinados pela propaganda ambientalista continuamente regurgitada pelas escolas e universidades, chegam às suas casas munidos de informações falaciosas e as utilizam para intimidar seus pais.&nbsp;Não seria exagero algum dizer que mais de 70% da juventude quer que seus pais reciclem.</p>



<p>Porém, aqui vai meu humilde conselho aos pais: não se envergonhem e não se deixem intimidar! Joguem fora todo e qualquer lixo. Não há nenhuma virtude em reciclar algo que o mercado não está disposto a lhe pagar.&nbsp;Se reciclagem fosse realmente uma necessidade premente, tal ato teria um enorme preço de mercado, e as pessoas seriam pagas para incorrer em tal atividade. O que nossas crianças e adolescentes estão aprendendo nada mais é do que ideologia esquerdista, sem nenhum respaldo em fatos ou na ciência.</p>



<p>Um dos argumentos utilizados em prol da reciclagem é que o mundo está ficando sem aterros sanitários, pois o espaço para eles estaria acabando.&nbsp;Os meios de comunicação se esmeram em propagandear, principalmente em canais voltados para o público infantil, imagens sombrias de cidades soterradas sob seu próprio lixo.&nbsp;É exatamente isto o que se passa por educação ambientalista no mundo atual.</p>



<p>Porém, a realidade é que não há e nem nunca houve qualquer escassez de espaço para a construção de aterros.&nbsp;Se houvesse de fato tal escassez, o preço de mercado para tal espaço seria tão astronômico, que as pessoas estariam demolindo suas próprias casas para construir aterros em seus lugares.&nbsp;Ato contínuo, elas iriam embolsar o lucro e comprariam mansões.&nbsp;No entanto, a verdade é que se todo o lixo sólido a ser produzido nos próximos mil anos fosse concentrado em um único lugar, ele ocuparia apenas 114 quilômetros quadrados — o equivalente a 0,001% de toda a área dos EUA.</p>



<p class="img-direita"><a href="https://culturadefato.com.br/a-religiao-do-seculo-xxi/"><img decoding="async" class="wp-image-21261" src="https://culturadefato.com.br/wp-content/uploads/2024/04/Welcome_Med.jpg" alt="Welcome (Tamanho pequeno e cantos esfumaçados)"></a>E o que dizer sobre a tão propalada alegação de que a reciclagem, principalmente a de papel, irá “salvar a vida” de várias árvores? Toda criança tem este mantra na ponta da língua. O papel, afinal, é feito da madeira das árvores. Por que não produzir papel novo utilizando papel antigo e, assim, evitar que mais árvores sejam derrubadas? Simplesmente porque não é assim que funciona a lógica econômica. A oferta sempre será comandada pela demanda. Se amanhã repentinamente pararmos de utilizar trigo para fazer pão, haveria menos trigo no mundo daqui a um ano. A oferta de trigo cairia drasticamente. Não mais haveria incentivos de mercado para se cultivar trigos, seus preços despencariam e o cultivo de trigo seria uma atividade totalmente deficitária. Da mesma forma, se todo o mundo parasse de comer frango, a população de frango diminuiria, e não aumentaria, como supõem quase todos os ambientalistas.</p>



<p>A mesma lógica se aplica à relação entre papel e árvores. Se pararmos de utilizar papel, menos árvores seriam plantadas. Não haveria incentivos de mercado para a conservação de florestas. Na indústria papeleira, 87% das árvores utilizadas são plantadas para a produção de papel. Isto significa que, de cada 13 árvores que seriam “salvas” pela reciclagem, 87 jamais seriam plantadas. É exatamente por causa da demanda por papel que o número de árvores plantadas no mundo aumentou nos últimos 60 anos. Eis, portanto, uma lição incômoda para os ambientalistas: se o seu objetivo é maximizar o número de árvores, não recicle papel. Outra lição: se você quer aumentar o número de árvores, defenda o capitalismo e a propriedade privada. Quando se é dono da sua própria terra, há vários incentivos econômicos para se cuidar muito bem desta sua terra. Sua preocupação é com a produtividade de longo prazo. Assim, o proprietário de uma floresta, por exemplo, irá permitir que uma madeireira ceife apenas um número limitado de árvores, pois ele não apenas terá de replantar todas as que foram ceifadas, como também terá de deixar um número suficiente para a colheita do próximo ano.</p>



<p>Outras declarações feitas por defensores da reciclagem são igualmente problemáticas. Reciclar não poupa recursos. Pelo contrário, desperdiça recursos valiosos. Em geral, reciclar é mais caro do que construir aterros, com a única exceção para esta regra sendo o alumínio. As crianças também são doutrinadas a acreditar que reciclar irá reduzir a poluição. Mas a elas não é dito que o processo de reciclagem é, em si, extremamente poluente. A reciclagem de jornais, por exemplo, requer que a tinta velha utilizada nos jornais seja retirada das páginas. Este é um processo quimicamente intensivo que gera enormes quantidades de lixo tóxico. Muito mais “ambientalmente saudável” seria simplesmente jogar os jornais fora.</p>



<p>Adicionalmente, um programa de coleta de recicláveis exige o uso de caminhões diferentes dos caminhões utilizados para a coleta de lixo comum. Isto, por sua vez, significa mais caminhões circulando diariamente (ou semanalmente) nas cidades. E isto, por sua vez, significa mais poluição do ar. Em Nova York, por exemplo, após instituir a reciclagem compulsória, a prefeitura teve de acrescentar duas coletas adicionais por semana. Já em Los Angeles, a prefeitura teve de duplicar sua frota de caminhões de lixo.</p>



<p>Mas o fato é que os recicladores têm uma agenda muito mais ambiciosa do que aquela com que doutrinam as crianças e os adolescentes. No livro <a href="https://amzn.to/3UgHc2k" target="_blank" rel="noreferrer noopener sponsored nofollow"><em>Waste Management: Towards a Sustainable Society</em></a>, seus autores, <span data-tooltip="Om" data-tooltip-position="top">O.</span> <span data-tooltip="Prakash" data-tooltip-position="top">P.</span> Kharband e <span data-tooltip="Ernest" data-tooltip-position="top">E.</span> A. Stallworthy, chegam a reclamar que as construtoras descartam pregos envergados e que os hospitais utilizam seringas descartáveis. “O chamado ‘padrão de vida&#8217;”, concluem os autores, “terá de ser reduzido”.</p>



<p>Eis aí o real objetivo da elite defensora de programas compulsórios de reciclagem. E, tragicamente, esta redução no padrão de vida já foi alcançada em várias cidades que construíram monstruosas e caras fábricas de reciclagem, o que levou a desperdícios inacreditáveis, impostos mais altos, e prefeituras financeiramente estropiadas.</p>



<br>



<h2 class="wp-block-heading">A realidade econômica do debate ambientalista</h2>



<br>



<p>Debates sobre questões ambientais nada mais são do que debates sobre como estamos precificando o futuro. Em economês, diz-se que estamos atribuindo ao futuro um valor presente muito descontado. Questões sobre “o mundo que estamos deixando para nossos filhos” e reclamações sobre a suposta miopia das gerações atuais são, em última instância, alegações de que estamos precificando o futuro de maneira incorreta e inapropriada — ou, mais especificamente, que estamos descontando acentuadamente o valor presente do futuro.</p>



<p class="img-direita"><a href="https://amzn.to/3OrexUC" target="_blank" rel="noreferrer noopener sponsored nofollow"><img loading="lazy" decoding="async" width="345" height="530" class="wp-image-2650" src="https://culturadefato.com.br/wp-content/uploads/2020/10/TheArmchairEconomist.jpg" alt="Capa do livro: &quot;The Armchair Economist: Economics and Everyday Life&quot;"></a>Em seu livro <em><a href="https://amzn.to/3OrexUC" target="_blank" rel="noreferrer noopener sponsored nofollow">The Armchair Economist: Economics and Everyday Life</a></em>, Steven Landsburg apresentou um excelente ponto sobre a alegação de que temos de conservar a terra para as gerações futuras. Ele pergunta como podemos saber com total certeza se nossos filhos e netos irão preferir uma floresta a toda a renda e riqueza que seriam geradas por, digamos, um estacionamento ou um <em>shopping</em>. E a resposta é que nós simplesmente não sabemos, pois, novamente recorrendo ao economês, é impossível fazer comparações interpessoais de utilidade. Mas podemos utilizar o princípio da preferência temporal para nortear nossas decisões.</p>



<p>Alguns dizem que não podemos precificar o futuro de maneira tão baixa — ou que, se o fizermos, deveríamos descontar seu valor presente de uma maneira extremamente ínfima. Tais pessoas argumentam que, ao fazermos nossos cálculos ambientais de hoje, as gerações futuras deveriam ser incluídas nele e consideradas como tendo o mesmo peso da geração atual. Certo, mas qual a consequência real e lógica de tal postura? Ora, se realmente fizermos isso para todos os assuntos envolvendo o ambiente, então qualquer questão sobre a proteção do planeta irá se tornar irrelevante por causa de um fato incômodo e perturbador já apontado pelo economista <span data-tooltip="Walter Edward Block: economista americano, pró-livre mercado e associado à Escola Austríaca. É membro sênior do Instituto Ludwig von Mises em Auburn, Alabama." data-tooltip-position="top">Walter Block</span>: <em>em algum momento futuro, o sol irá desaparecer, e o planeta com o qual estamos tão preocupados hoje irá simplesmente desaparecer. E isso é um fato para o qual não há alternativas</em>.</p>



<p>Logo, se estamos tão preocupados com a preservação das espécies, e se já sambemos de antemão que, um dia, o planeta Terra irá inevitavelmente desaparecer, então temos de buscar um conjunto de ideias radicalmente distintas e uma abordagem radicalmente diferente da atual maneira de se pensar o ambiente. Temos de levar em conta que haverá um momento em que o principal problema ambiental a ser enfrentado pela humanidade não será como reduzir a poluição da terra, do ar e do mar, mas sim como sair deste planeta ou como alterar sua posição no sistema solar, duas tarefas que estão muito além das fronteiras da nossa atual capacidade tecnológica, mas que podem ser alcançadas, pelo menos em princípio.</p>



<p>Uma solução para este inevitável problema seria o acúmulo de recursos e capital, algo que requer um nível muito maior de criatividade e engenho humano, e uma divisão do trabalho muito mais acentuada que a atual, de modo que as pessoas possam se concentrar nos problemas e desafios gerados por uma viagem interplanetária. Isto significa que seriam necessárias mais pessoas habitando o planeta, e elas teriam de ser muito mais ricas do que são hoje, e teriam de enriquecer de maneira bem mais acelerada, pois isso liberaria o recursos necessários para solucionar todos estes problemas.</p>



<p>Embora isto — aumento populacional e enriquecimento acelerado — seja algo que vá exatamente contra as ideias ambientalistas convencionais, trata-se exatamente da consequência lógica de se dizer que as gerações futuras devem ser consideradas como tendo o mesmo valor da nossa geração atual. A tese de que não devemos dar ao futuro — e às gerações futuras — um valor presente descontado implica que todos os outros problemas atuais devem ser relegados a segundo plano, dando-se prioridade ao urgente problema de como impedir a inevitável extinção humana que irá ocorrer quando o sol morrer.</p>



<br>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Conclusão</strong></h2>



<br>



<p>À primeira vista, o objetivo de se reciclar mais e de se conservar mais pode parecer muito apropriado, até mesmo desejável. No entanto, os defensores de tais práticas não possuem as informações econômicas necessárias para se tomar as decisões corretas nestas questões, pois não há direitos de propriedade claramente definidos sobre os recursos naturais escassos. Não há propriedade privada sobre aterros sanitários e não há livre mercado para a reciclagem de lixo. Adicionalmente, como mostra o exemplo de Block, se realmente nos importamos com as gerações futuras, se dermos a ela exatamente a mesma importância que damos a nós mesmos e, consequentemente, se estamos dispostos a nos sacrificar por ela — pois, afinal, damos a ela o mesmo valor que damos a nós mesmos —, então o inevitável fato de que o sol irá morrer um dia significa que, em vez de estarmos hoje preocupados com a reciclagem de lixo, deveríamos, isto sim, estar preocupados em construir colônias planetárias, exatamente como no seriado <em>Battlestar Galáctica</em>. Quem for contra isso, ou achar que se trata de um exagero, então tal pessoa realmente não está preocupada com as gerações futuras que presumivelmente irão habitar a terra daqui a vários bilhões de anos.</p>



<p>Recicladores e ambientalistas não são cidadãos melhores ou mais bem intencionados. São apenas mal informados. Quer salvar árvores e diminuir a poluição? Enfie seus papeis em uma grande sacola plástica e jogue-a fora.</p>



<br>



<p class="has-text-align-right img-esquerda">Escrito por <a rel="nofollow noopener noreferrer" href="http://www.johnlocke.org/research/bio/25" target="_blank">Roy Cordato</a>.<br>Colaborou para este artigo <a rel="nofollow noopener noreferrer" href="http://www.learnliberty.org/speakers/art-carden/" target="_blank">Art Carden</a>.<br>Publicado originalmente por <a href="http://www.mises.org.br/" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><em>Instituto Ludwig von Mises Brasil</em></a>, em 28 de Maio de 2012.</p>



<br>



<p class="has-text-align-right">O autor, <a href="https://culturadefato.com.br/author/roycordato/">Roy Cordato</a>, é Vice-presidente para pesquisas e acadêmico residente da <em><a href="https://www.johnlocke.org/" target="_blank" rel="noreferrer noopener nofollow">John Locke Foundation</a></em>.<br>É também pesquisador adjunto do <em><a href="https://mises.org/" target="_blank" rel="noreferrer noopener nofollow">Mises Institute</a></em>.</p>



<br>



<p class="has-background has-very-light-gray-background-color"><span id="Notas"></span><a href="#RefNotas"><img loading="lazy" decoding="async" width="17" height="14" class="wp-image-16646" style="width: 17px;" src="https://culturadefato.com.br/wp-content/uploads/2020/07/Subir_FundoCinza.jpg" alt="Subir com fundo cinza"></a> <strong>Notas da editoria:</strong><br><br><strong>1</strong>. Imagem da capa: “<em><a href="https://arthive.com/artists/66605~Mikhail_Rudnik/works/464637~Landfill_No_5" target="_blank" rel="noreferrer noopener nofollow">Landfill No. 5</a></em>”, de <a href="https://arthive.com/artists/66605~Mikhail_Rudnik" target="_blank" rel="noreferrer noopener nofollow">Mikhail Rudnik</a>.<br><strong>2</strong>. Este artigo foi originalmente publicado na <span data-tooltip="Na época utilizávamos o endereço: ''culturateca.com.br''." data-tooltip-position="top"><em>Cultura de Fato</em></span> em 5 de dezembro de 2015. A data de 23 de abril de 2024 corresponde à última edição.</p>



<br>



<h2 class="wp-block-heading has-text-align-center">Para saber mais, leia:</h2>



<br>



<section id="gme01b4d5" class="wp-block-gutentor-m0 alignfull section-gme01b4d5 gutentor-module gutentor-module-carousel has-color-bg has-custom-bg gutentor-slick-a-default-desktop gutentor-slick-a-default-tablet gutentor-slick-a-default-mobile"><div class="grid-container"><div class="gutentor-module-carousel-row" data-dots="false" data-dotstablet="false" data-dotsmobile="false" data-arrows="true" data-arrowstablet="true" data-arrowsmobile="true" data-infinite="true" data-autoplay="true" data-draggable="true" data-pauseonfocus="true" data-pauseonhover="true" data-autoplayspeed="4500" data-cmondesktop="false" data-cmontablet="false" data-cmonmobile="false" data-nextarrow="fas fa-angle-right" data-prevarrow="fas fa-angle-left" data-arrowspositiondesktop="gutentor-slick-a-default-desktop" data-arrowspositiontablet="gutentor-slick-a-default-tablet" data-arrowspositionmobile="gutentor-slick-a-default-mobile" data-speed="300" data-slideitemdesktop="2" data-slideitemtablet="3" data-slideitemmobile="2" data-slidescroll-desktop="2" data-slidescroll-tablet="3" data-slidescroll-mobile="2">
<div id="col-gm1ff6c2" class="wp-block-gutentor-m0-col col-gm1ff6c2 gutentor-carousel-item"><div id="section-gm1ff6c2" class="section-gm1ff6c2 gutentor-col-wrap has-color-bg has-custom-bg">
<div id="section-g4df0f0" class="wp-block-gutentor-e6 section-g4df0f0 gutentor-element gutentor-element-image text-align-center-desktop"><div class="gutentor-element-image-box"><a class="gutentor-element-image-link" href="https://culturadefato.com.br/dioxido-de-carbono-nao-causa-aquecimento-nenhum-gas-causa-aquecimento/"><div class="gutentor-image-thumb"><img decoding="async" class="normal-image" src="https://culturadefato.com.br/wp-content/uploads/2023/11/ForestFire_GertJRheeders.jpg" alt="Obra: &quot;Forest Fire - Reflected H B&quot;, por Gert J Rheeders" /></div></a></div></div>



<p class="has-text-align-center"><br><em><a href="https://culturadefato.com.br/dioxido-de-carbono-nao-causa-aquecimento-nenhum-gas-causa-aquecimento/">Dióxido de carbono não causa aquecimento – nenhum gás causa aquecimento</a></em>, por <a href="https://culturadefato.com.br/author/jamesmoodey/">James T. Moodey</a></p>
</div></div>



<div id="col-gm29160f" class="wp-block-gutentor-m0-col col-gm29160f gutentor-carousel-item"><div id="section-gm29160f" class="section-gm29160f gutentor-col-wrap has-color-bg has-custom-bg">
<div id="section-g4ad8f0" class="wp-block-gutentor-e6 section-g4ad8f0 gutentor-element gutentor-element-image text-align-center-desktop"><div class="gutentor-element-image-box"><a class="gutentor-element-image-link" href="https://culturadefato.com.br/estudos-provam-que/"><div class="gutentor-image-thumb"><img decoding="async" class="normal-image" src="https://culturadefato.com.br/wp-content/uploads/2024/02/TheStockExchange.jpg" alt="Obra: &quot;The Stock Exchange&quot; (1878 – 1879), por Edgar Degas (1834 - 1917)." /></div></a></div></div>



<p class="has-text-align-center"><br><em><a href="https://culturadefato.com.br/estudos-provam-que/">Estudos provam que…</a></em>,<br>por <a href="https://culturadefato.com.br/author/thomassowell/">Thomas Sowell</a></p>
</div></div>



<div id="col-gmbfcb19" class="wp-block-gutentor-m0-col col-gmbfcb19 gutentor-carousel-item"><div id="section-gmbfcb19" class="section-gmbfcb19 gutentor-col-wrap has-color-bg has-custom-bg">
<div id="section-gc6b58c" class="wp-block-gutentor-e6 section-gc6b58c gutentor-element gutentor-element-image text-align-center-desktop"><div class="gutentor-element-image-box"><a class="gutentor-element-image-link" href="https://culturadefato.com.br/os-veiculos-eletricos-vao-desaparecer/"><div class="gutentor-image-thumb"><img decoding="async" class="normal-image" src="https://culturadefato.com.br/wp-content/uploads/2023/04/AnuncioDeRevistaSobreCarroEletricoHupp-Yeats_1912.jpeg" alt="Anúncio em revista sobre o carro elétrico Hupp-Yeats em 27 de janeiro de 1912." /></div></a></div></div>



<p class="has-text-align-center"><br><em><a href="https://culturadefato.com.br/os-veiculos-eletricos-vao-desaparecer/">Os veículos elétricos vão desaparecer</a></em>,<br>por <a href="https://culturadefato.com.br/author/douglasfrench/">Douglas French</a></p>
</div></div>



<div id="col-gm1a69f9" class="wp-block-gutentor-m0-col col-gm1a69f9 gutentor-carousel-item"><div id="section-gm1a69f9" class="section-gm1a69f9 gutentor-col-wrap has-color-bg has-custom-bg">
<div id="section-g8accb0" class="wp-block-gutentor-e6 section-g8accb0 gutentor-element gutentor-element-image text-align-center-desktop"><div class="gutentor-element-image-box"><a class="gutentor-element-image-link" href="https://culturadefato.com.br/a-religiao-do-seculo-xxi/"><div class="gutentor-image-thumb"><img decoding="async" class="normal-image" src="https://culturadefato.com.br/wp-content/uploads/2020/12/Welcome.jpg" /></div></a></div></div>



<p class="has-text-align-center"><br><em><a href="https://culturadefato.com.br/a-religiao-do-seculo-xxi/">A religião do século XXI</a></em>,<br>por <a href="https://culturadefato.com.br/author/joaoluizmauad/">João Luiz Mauad</a></p>
</div></div>



<div id="col-gm7e920c" class="wp-block-gutentor-m0-col col-gm7e920c gutentor-carousel-item"><div id="section-gm7e920c" class="section-gm7e920c gutentor-col-wrap has-color-bg has-custom-bg">
<div id="section-g0f3fde" class="wp-block-gutentor-e6 section-g0f3fde gutentor-element gutentor-element-image text-align-center-desktop"><div class="gutentor-element-image-box"><a class="gutentor-element-image-link" href="https://culturadefato.com.br/davos-ditadores-e-as-verdadeiras-ameacas-a-nossa-democracia/"><div class="gutentor-image-thumb"><img decoding="async" class="normal-image" src="https://culturadefato.com.br/wp-content/uploads/2021/02/VoceNaoEstaEsquecido.jpg" alt="Recorte da obra: &quot;You Are Not Forgotten&quot;, por Jon McNauhgton." /></div></a></div></div>



<p class="has-text-align-center"><br><em><a href="https://culturadefato.com.br/davos-ditadores-e-as-verdadeiras-ameacas-a-nossa-democracia/">Davos, ditadores e as verdadeiras “ameaças à nossa democracia”</a></em>, por <a href="https://culturadefato.com.br/author/laurahollis/">Laura Hollis</a></p>
</div></div>
</div></div></section>



<br>
<p>O post <a href="https://culturadefato.com.br/reciclagem-conservacao-e-sustentabilidade/">Reciclagem, conservação e sustentabilidade</a> apareceu primeiro em <a href="https://culturadefato.com.br">Cultura de Fato</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://culturadefato.com.br/reciclagem-conservacao-e-sustentabilidade/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
			</item>
		<item>
		<title>O poder da burrice</title>
		<link>https://culturadefato.com.br/o-poder-da-burrice/</link>
					<comments>https://culturadefato.com.br/o-poder-da-burrice/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Olavo de Carvalho]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 24 Oct 2022 03:00:21 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Filosofia e História]]></category>
		<category><![CDATA[Doxa]]></category>
		<category><![CDATA[Engenharia Social]]></category>
		<category><![CDATA[Olavo de Carvalho]]></category>
		<category><![CDATA[Platão]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://culturadefato.com.br/?p=14019</guid>

					<description><![CDATA[<p>“Numa discussão, a superioridade intelectual nem sempre é vantajosa. Quando excessiva, torna-se um inconveniente, pela simples razão de que nada pode fazer um debatedor render-se a um argumento que esteja acima da sua compreensão.”</p>
<p>O post <a href="https://culturadefato.com.br/o-poder-da-burrice/">O poder da burrice</a> apareceu primeiro em <a href="https://culturadefato.com.br">Cultura de Fato</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="has-text-align-center">“<em>Burrice e maldade jamais foram termos antagônicos.</em>”<br>Olavo de Carvalho (1947 &#8211; 2022)</p>



<hr class="wp-block-separator has-alpha-channel-opacity is-style-wide"/>



<br>



<p class="has-drop-cap">Numa discussão, a superioridade intelectual nem sempre é vantajosa. Quando excessiva, torna-se um inconveniente, pela simples razão de que nada pode fazer um debatedor render-se a um argumento que esteja acima da sua compreensão. Quanto mais esmagado sob montanhas de fatos e provas, mais ele se sentirá imune e vitorioso, saindo do debate persuadido de que foi vítima de injustiça. Se há uma força invencível neste mundo, é a burrice. Por isso os demagogos e cabos eleitorais que fazem as vezes de professores não procuram desenvolver em seus alunos a inteligência, que arrisca torná-los sensíveis a objeções, e sim a burrice, que faz deles criaturas invulneráveis e coriáceas como rinocerontes.</p>



<p>Num recente debate sobre as quotas raciais, fiz o que pude para explicar a meus interlocutores a diferença — que mencionei em artigo anterior nesta coluna — entre o compactado emocional pré-analítico da <span data-tooltip="Sistema ou conjunto de juízos que uma sociedade elabora em um determinado momento histórico supondo tratar-se de uma verdade óbvia ou evidência natural, mas que para a filosofia não passa de crença ingênua, a ser superada para a obtenção do verdadeiro conhecimento." data-tooltip-position="top">doxa</span> e o discurso analítico do conhecimento, mostrando em seguida que a argumentação da “affirmative action” estava no primeiro caso e não podia ser levada a sério como descrição da realidade. Mal terminei de falar, e um militante se levantou indignado:</p>



<p>— Quer dizer que o senhor nega a existência do apartheid?</p>



<p>Eu não poderia ter solicitado um exemplo mais didático. No uso vulgar do termo apartheid comprime-se uma multidão de significados heterogêneos: um regime jurídico de separação formal entre as raças acompanhado de perseguição genocida, a mesma separação sem violência genocida, a segregação informal pacífica ou violenta sem suporte jurídico, o ódio racial explícito sem segregação formal ou informal e acompanhado ou não de condutas agressivas, o ódio incubado e implícito, o vago desprezo cultural sem expressão em atos e até mesmo o famoso “racismo sutil”, cuja presença ou ausência depende da subjetividade do observador que atribui intenções mesmo quando negadas com veemência pelo próprio agente. Tudo isso, no vocabulário dos quotistas raciais, é apartheid.</p>



<p class="img-direita"><a href="https://culturadefato.com.br/tecnicas-de-manipulacao-psicologica/"><img loading="lazy" decoding="async" width="520" height="300" class="wp-image-14022" src="https://culturadefato.com.br/wp-content/uploads/2022/10/Cerebro_Pequeno.jpg" alt="Cérebro"></a>Responder “sim” ou “não” à existência de tudo isso em bloco é uma impossibilidade. Por que, então, formular a pergunta com termo tão elástico e enganoso? Simples: para dar ares de delito a qualquer resposta que não seja a desejada pelo interrogante. É obrigatório, aí, não só admitir como fato líquido e certo a onipresença do alegado “racismo sutil”, mas ver nele um crime tão grave quanto a segregação explícita e o genocídio. Qualquer hipótese que fique abaixo disso, que não consinta em igualar o Brasil à Alemanha nazista, torna-se ela própria um crime de racismo. Para isso serve a confusão de significados: para mudar à vontade o sentido das objeções e recobri-las de uma aura criminosa mesmo quando são conclusões lógicas elementares ou a expressão de fatos notórios. Trata-se de atemorizar para inibir, de vetar a possibilidade da discussão racional por meio da intimidação psicológica.</p>



<p>Isso começa como um ardil premeditado, um truque de erística concebido por técnicos em manipulação de consciências. Mas, ao propagar-se, perde toda intencionalidade consciente e torna-se um automatismo introjetado, um cacoete mental. As pessoas já não o usam para confundir os outros, mas para expressar, com tocante candura, sua proibição interna de compreender o que elas mesmas dizem, seu temor e incapacidade de abandonar por um momento sequer o círculo dos chavões sagrados e examinar a realidade sob outros aspectos, ainda quando a omissão destes esvazie de significado o seu próprio discurso por falta de pontos de comparação. No fim das contas, já não verbalizam senão um sistema de tabus destinado a bloquear o acesso ao significado de qualquer objeção possível, tornando repulsiva e criminosa a simples tentação de examiná-la. Imantado da ilusão de santidade e interiorizado ao ponto de tornar-se um substituto do senso de identidade para o seu portador, o sistema reage com violência à destruição de qualquer das suas partes e se recompõe como um rabo de lagartixa.</p>



<p>É evidente que mentalidades assim formadas estão intelectualmente danificadas, e por isso mesmo imunes à persuasão racional: querer fazê-las perceber o que quer que seja é como exigir que um paralítico saia andando. Para voltar ao exercício da inteligência normal, precisam de um milagre.</p>



<p>A distribuição democrática dessa lesão mental é a finalidade essencial da educação neste país.</p>



<p>Alguns observadores desatentos imaginam que, para produzir um mal tão profundo, seja preciso toneladas de doutrinação e propaganda. Nada disso. Basta usar a técnica do “ato comprometedor”, descoberta por <span data-tooltip="Jonathan" data-tooltip-position="top">J</span>. L. Freedman e <span data-tooltip="Scott" data-tooltip-position="top">S</span>. C. Fraser em 1966 e hoje incorporada à pedagogia oficial. Se um grupo de pessoas é induzido a imitar, ainda que a título de mera experiência, uma determinada conduta que não compreendam bem ou que seja contrária às suas convicções, em 76 por cento dos casos elas mudarão suas convicções para adaptá-las retroativamente à conduta imitada. Basta portanto um professor enviar seus alunos uma vez, uma única vez, a uma manifestação em favor de qualquer “causa” que não estejam em condições de julgar por si próprios, e 76 por cento deles aderirão automaticamente a essa causa, qualquer que seja. Ora, enviar alunos a manifestações políticas, reforçando a incitação por meio de recompensas e castigos às vezes nada sutis, tornou-se entre os professores brasileiros do ensino médio quase uma obrigação, mesmo porque eles próprios tiveram suas convicções formadas mais ou menos assim e não veem nada de mau naquilo que fazem. Consolidada a estupidez por algumas repetições, resta para o ensino universitário apenas a tarefa de embelezá-la com uns toques de vocabulário pedante.</p>



<p>Platão considerava que, após o homicídio, o segundo delito mais grave era o de arruinar a alma de jovens e crianças. E Jesus Cristo dizia que o melhor a fazer com os culpados desse crime era amarrar-lhes uma pedra no pescoço e jogá-los ao fundo do mar. Mas não creio que na baía da Guanabara haja espaço bastante para todos eles.</p>



<br>



<p class="has-text-align-right"><br>Escrito por <a href="https://culturadefato.com.br/author/olavodecarvalho/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Olavo de Carvalho</a><br>Publicado originalmente no jornal <em>O Globo</em>, em 3 de outubro de 2003</p>



<br>



<p class="has-background has-very-light-gray-background-color"><strong>Notas da editoria:</strong><br><br>Imagem da capa: “<em>Parábola, cego guiando o cego</em>” (1568), por <span data-tooltip-position="top" data-tooltip="Pieter Bruegel the Elder (Brueghel), o Velho: pintor e gravurista holandês, nasceu entre 1525 e 1530 e faleceu em 1569.">Pieter Bruegel</span> (1525/1530 – 1569).</p>



<br>
<p>O post <a href="https://culturadefato.com.br/o-poder-da-burrice/">O poder da burrice</a> apareceu primeiro em <a href="https://culturadefato.com.br">Cultura de Fato</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://culturadefato.com.br/o-poder-da-burrice/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Insanidade versus liberdade</title>
		<link>https://culturadefato.com.br/insanidade-versus-liberdade/</link>
					<comments>https://culturadefato.com.br/insanidade-versus-liberdade/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Ubiratan Jorge Iorio]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 24 Jul 2022 19:37:46 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Política e Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Agenda 2030]]></category>
		<category><![CDATA[Ambientalismo]]></category>
		<category><![CDATA[Ângela Merkel]]></category>
		<category><![CDATA[Engenharia Social]]></category>
		<category><![CDATA[Fórum de Davos]]></category>
		<category><![CDATA[Globalismo]]></category>
		<category><![CDATA[Gotabaya Rajapaksa]]></category>
		<category><![CDATA[Moralidade]]></category>
		<category><![CDATA[Nova Ordem Mundial]]></category>
		<category><![CDATA[ONU]]></category>
		<category><![CDATA[Putin]]></category>
		<category><![CDATA[Trump]]></category>
		<category><![CDATA[Weltanschauung]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://culturadefato.com.br/?p=12979</guid>

					<description><![CDATA[<p>“Seja qual for o nome que se dê — <em>globalismo</em>, <em>Nova Ordem Mundial</em>, <em>Fórum de Davos</em>, <em>Agenda 2030</em> ou <em>Protocolo ESG</em> —, o fato é que estão progressivamente avançando sobre a nossa liberdade. Fortemente endinheirados e controlando muitos canais políticos, já conseguiram transformar o Ocidente em uma coisa chata demais; porém, estão longe de estar satisfeitos.”</p>
<p>O post <a href="https://culturadefato.com.br/insanidade-versus-liberdade/">Insanidade versus liberdade</a> apareceu primeiro em <a href="https://culturadefato.com.br">Cultura de Fato</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="has-text-align-center">“<em>Liberdade é improvável que seja perdida de uma vez e abertamente.</em><br><em>É muito mais provável que seja corroída, pouco a pouco,</em><br><em>por meio de promessas e expressões brilhantes repletas de ideais nobres.</em>”<br>Thomas Sowell, economista e critico social estadunidense.</p>



<hr class="wp-block-separator has-alpha-channel-opacity is-style-wide"/>



<br>



<p class="has-drop-cap">Seja qual for o nome que se dê — <em>globalismo</em>, <em>Nova Ordem Mundial</em>, <em>Fórum de Davos</em>, <em>Agenda 2030</em> ou <em>Protocolo ESG</em> (de <em>environmental, social e governance</em>) —, o fato é que se trata de ardis dos candidatos a donos do mundo e que estão progressivamente avançando sobre a nossa liberdade. Fortemente endinheirados e controlando muitos canais políticos, já conseguiram transformar o Ocidente em uma coisa chata demais; porém, estão longe de estar satisfeitos.</p>



<p>Como exemplos dessa amofinação permanente, as constatações de que já não se pode mais chamar as pessoas pelo que elas de fato são; de que existe algo como uma obrigação de endossar comportamentos e visões de mundo de que se discorda; e de que, quando se criticam ideias, é preciso primeiro verificar se quem as está expondo pertence a alguma das chamadas “minorias”, sob o risco de atrair ataques furiosos das “sentinelas do bem”. Um saco! Ninguém aguenta mais.</p>



<p class="img-direita"><a href="https://culturadefato.com.br/as-origens-do-politicamente-correto/"><img loading="lazy" decoding="async" width="441" height="255" class="wp-image-6520" src="https://culturadefato.com.br/wp-content/uploads/2021/02/Pare.jpg" alt=""></a>Os exageros que esses tiranos vêm paulatinamente nos impondo ultrapassam todos os limites do tolerável. Há que se encher de muitos cuidados, todos descabidos e inaceitáveis: se você critica, por exemplo, o excesso de pimenta em uma feijoada preparada por alguma cozinheira gorda, pode ser duplamente carimbado de <em>misógino</em> e <em>gordofóbico</em>. Se discorda da opinião de algum integrante de um movimento negro ou indígena sobre determinado assunto, de <em>racista</em> ou <em>supremacista branco</em>. Se desaprova um artigo científico sobre tartarugas marinhas escrito por algum <em>homossexual</em>, de <em>homofóbico</em>. Se, mesmo sendo mulher, negra e homossexual, tem a coragem de assumir alguma bandeira da chamada direita, de <em>traidora fascista</em>. Se manifesta respeito e amor a Deus, de <em>ultraconservador</em>. Se pisa por descuido em uma lagartixa sonolenta, de <em>antiambientalista</em>. Se sente revolta contra um assaltante que atirou em um inocente, de <em>socialmente insensível</em>. Se elogia a beleza de uma colega de escritório, de <em>machista assediador</em>. E, se pega uma folha de jornal, amarra as quatro pontas duas a duas e as acende com um fósforo, simplesmente para fazer um <em>balão maria-fumaça</em> para distrair o seu filho, será tratado como um criminoso hediondo, um destruidor da mãe terra, um monstro estuprador da natureza.</p>



<p>O policiamento das patrulhas politicamente corretas é tão implacável que muitas pessoas se sentem constrangidas e quase que obrigadas, antes de se atreverem a criticar uma ideia — por mais absurda que possa ser — exposta por alguém que faça parte das tais minorias, a afirmar coisas como: “Não tenho nada contra, pois tenho até amigos que são”, ou “Não os estou atacando, tenho vários amigos assim”, etc.. Pedindo desculpas por não concordar.</p>



<p>Os ditos “progressistas” venceram a guerra da linguagem. É por isso que está ficando cada vez mais difícil expor opiniões e ideias sem ser de antemão condenado e imediatamente “cancelado” por destacamentos fortemente armados com fuzis carregados de falácias, brandidos por combatentes alucinados que dão plantão permanente na velha imprensa, nas universidades, na política e, ultimamente, em todas as instâncias do Judiciário.</p>



<p>Infelizmente, o Ocidente está sendo ameaçado por um perigo sem precedentes — o do avanço das pautas disseminadoras de divisões, especialmente aquelas que se escondem nas narrativas de defesa dos direitos das minorias. O perigo é que esse incitamento dialético ao choque entre “nós”, os bonzinhos, explorados, coitadinhos, marginalizados, e “vocês”, os malvados, exploradores, descendentes de europeus e poderosos, vem influenciando progressivamente a política de muitos governos e organismos internacionais.</p>



<h2 class="wp-block-heading">A obsessão ambientalista</h2>



<br>



<p>Uma das facetas desse radicalismo é a obsessão ambientalista, que não é apenas inconveniente, mas perigosíssima, pelo seu poder destruidor das atividades econômicas, inclusive as indispensáveis à sobrevivência da humanidade, como a da produção de alimentos. Os lunáticos do clima se instalaram principalmente na Velha Europa e engana-se quem desconhece que sua maluquice é apenas aparente, porque ela nada mais é do que um meio utilizado para implantar sua agenda totalitária. São malucos perigosos. Vamos passar rapidamente em revista alguns casos recentes.</p>



<figure class="wp-block-pullquote alignright"><blockquote><p>A tendência é que a escassez de alimentos e a inflação de preços que essas políticas estão produzindo se agravem.</p></blockquote></figure>



<p>Podemos começar pelas políticas ambientais da União Europeia, capitaneadas pela ex-chanceler <span data-tooltip-position="top" data-tooltip="Angela Dorothea Merkel: chanceler federal alemã eleita em 2005 e reeleita em 2009, 2013 e 2017.">Ângela Merkel</span> e berradas espalhafatosamente na mídia por aquela adolescente sueca que aparenta sempre estar pronta para morder alguém. Tal como o então presidente <span data-tooltip-position="top" data-tooltip="Donald John Trump: 45.º presidente dos Estados Unidos (mandato de 20 de janeiro de 2017 até 20 de janeiro de 2021).">Trump</span> avisou, esse furor ambiental tornou a Europa muito mais dependente do gás russo do que era anteriormente. Hoje, com a situação da ocupação da Ucrânia e com as sanções estultas impostas à Rússia, essa dependência está apavorando toda a Europa, com o receio de que <span data-tooltip-position="top" data-tooltip="Vladimir Vladimirovitch Putin, atual presidente da Rússia, ex-agente da KGB no departamento exterior e chefe dos serviços secretos soviético e russo (KGB e FSB, respectivamente).">Putin</span> feche definitivamente as torneiras, tanto que já se discute o abrandamento das sanções.</p>



<p>Em Sri Lanka, o antigo Ceilão — um país pobre —, o presidente <span data-tooltip-position="top" data-tooltip="Nandasena Gotabaya Rajapaksa: foi presidente do Sri Lanka entre 2019 e 2022 quando se demitiu, anteriormente (entre 2005 e 1015) serviu como secretário do Ministério da Defesa e do Desenvolvimento Urbano.">Gotabaya Rajapaksa</span>, em 2019, resolveu com seus botões e com seus ministros (sendo alguns deles parentes próximos) que o país seria o primeiro no mundo a ter uma agricultura totalmente orgânica e simplesmente, entre outras medidas estupidamente radicais, proibiu todas as importações de fertilizantes e de defensivos agrícolas. O resultado — óbvio — foi a escassez de alimentos. E o país, que era exportador de bens primários, passou a ser obrigado a importá-los, o que fez com que se esgotassem suas já parcas divisas. Sobreveio a fome, e então a população recentemente se revoltou e invadiu o palácio presidencial na capital, Colombo. O presidente “orgânico”, passou as mãos rapidamente no que pôde pegar e escafedeu-se pelos fundos.</p>



<p>Na Holanda — um país desenvolvido —, os <em>illuminati</em> da <em>Nova Ordem Mundial</em> encravelhados no governo decidiram que a produção das atividades agrícolas teria de passar a ser realizada em uma área ocupando no máximo 70% da até então utilizada. Um efeito absurdo dessa decisão tirânica, conforme publicou o <a href="https://www.theepochtimes.com/mkt_app/dutch-dairy-farmer-faces-having-to-cull-95-percent-of-his-cows_4596335.html"><em>Epoch Times</em>, é o do produtor de leite Martin Neppelenbroek</a>, que terá de cessar as suas atividades, pois não poderá administrar uma fazenda com 5% do total de suas vacas leiteiras, uma vez que será obrigado pela nova regulamentação a vender ou abater 95% delas. Mas os tiranos verdes não são tão malvados assim, porque nem todos os agricultores serão obrigados a se livrar de parcela tão grande de seu gado, já que os que vivem mais afastados das áreas protegidas pela <em>Natura 2000</em> (uma imposição da União Europeia para a preservação de espécies e <em>habitats</em>) podem possuir mais animais. As pobres e simpáticas vaquinhas holandesas passaram a ser tidas como inimigas do planeta, a não ser que vivam bem longe, onde os regulamentos lhes permitam emitir a sua amônia e o seu óxido de nitrogênio em paz e sem medo da polícia. Muitas fazendas na Holanda, que pertencem há gerações a famílias, encerrarão as suas atividades.</p>



<figure class="wp-block-pullquote alignright"><blockquote><p>Na Austrália, os políticos “progressistas” aprovaram em segunda votação um inacreditável projeto de lei que proíbe as pessoas de cultivarem seus próprios alimentos, com multas para os infratores, sob a alegação da biossegurança.</p></blockquote></figure>



<p>O resultado dessa perversão foi o bloqueio das estradas por tratores de fazendeiros, que se revoltaram e foram à luta, ungidos do vigor dos justos. Mesmo sendo um país rico e tecnologicamente adiantado, estima-se que cerca de 30% das fazendas poderão ser extintas em decorrência das medidas impostas pelos burocratas fanáticos do governo. É fácil antever que o impacto econômico será enorme, dado que o país exporta quase US$ 100 bilhões por ano em alimentos.</p>



<p>Por sua vez, na Austrália, os políticos “progressistas” aprovaram em segunda votação um inacreditável projeto de lei que proíbe as pessoas de cultivarem seus próprios alimentos, com multas para os infratores, sob a alegação da biossegurança. O projeto amplia os poderes das autoridades para a aplicação da lei, autorizando-as a vistoriar propriedades e pessoas sem um mandado e aplicar multas por fornecer informações “falsas ou enganosas”, que subiram de US$ 1.800 para US$ 10 mil. Os fiscais autorizados não precisarão mais do consentimento do proprietário para recolher amostras, animais e documentos, e os proprietários que obstruírem o seu acesso às terras serão severamente punidos. Adicionalmente, a Cláusula 36 desse projeto absurdo contempla a exigência de esterilização e identificação dos animais por implante, marca ou qualquer outra forma.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Agenda 2030</h2>



<br>



<p>Há vários outros exemplos da sanha insana dos chefões <em>globalistas</em> para nos impor o seu conceito peculiar de felicidade, mas esses são suficientes para afastar as hipóteses de “teorias conspiratórias” e enxergar os perigos concretos que representam para a economia e, principalmente, para a nossa liberdade. Essa gente acha-se apta e com o direito de modificar a sociedade humana desconstruindo — descarada e criminosamente — milênios de costumes, usos e tradições que se cristalizaram espontaneamente, século após século, fundamentados no relativismo moral, no niilismo, no racionalismo utópico e na consequente engenharia social. Querem nos fazer felizes à maneira deles.</p>



<p class="img-direita"><a href="https://culturadefato.com.br/as-mesmas-pessoas-sombrias-controlam-a-big-pharma-e-a-midia/"><img loading="lazy" decoding="async" width="470" height="272" class="wp-image-9835" src="https://culturadefato.com.br/wp-content/uploads/2021/09/GrandeDitador_Chaplin_Peq.jpg" alt="Cena do filme &quot;O grande ditador&quot;. de Charles Chaplin."></a>O que representam a <em>Agenda 2030</em> da <span data-tooltip="ONU: Organização das Nações Unidas." data-tooltip-position="right">ONU</span> ou qualquer outra denominação das conhecidas a não ser nomenclaturas espertamente construídas para defender a tentativa de um grupo político-financeiro internacional de impor um projeto de poder, com vistas a destruir a <em>Weltanschauung</em>, a cosmovisão ocidental, um processo espontâneo esculpido com muito esforço ao longo de séculos de tentativas e erros. A <em>Weltanschauung</em> (que, traduzido do alemão, significa o modo pelo qual a pessoa vê ou interpreta a realidade, algo como um paradigma) é uma ordem evolutiva natural, que ao fim e ao cabo configura a maneira como um indivíduo ou um povo, entendido como uma média dos indivíduos, enxerga Deus, o bem, o mal, a condição humana, os valores, o destino, a economia, a política, a vida, enfim.</p>



<p>Suas propostas são extremamente arrogantes. Trazem a democracia na boca, mas a tirania nas ações, pois o seu intuito é impor à sociedade a sua vontade exclusiva. São mentirosos, porque falam em nome dos princípios característicos da democracia, como o da igualdade de todos perante a lei, mas os distorcem e os levam às últimas consequências, ao se proporem a domesticá-los e homogeneizá-los, sufocando as individualidades que caracterizam a espécie humana, em nome de um “bem comum” — a igualdade absoluta, a “<em>mãe terra</em>”, o clima, a diversidade, etc. —, que, no frigir dos ovos, é o bem deles.</p>



<p>São inimigos da civilização; desconstroem a razão; relativizam a Verdade cristã; subvertem os princípios, os valores e as instituições construídos naturalmente durante milênios. Proíbem a divergência e o debate. Enfim, são monstros totalitários travestidos de protetores dos pobres e das minorias. E possuem uma tara mórbida pela Amazônia, que pretendem subtrair do Brasil e transformar em “área internacional”, além de destruir o agronegócio brasileiro, uma vez que aqui, segundo os “estudos e pesquisas” cambetas que financiam fartamente, estão sendo produzidos alimentos demais, o que vai contra a sua “ciência”. Seu sonho parece ser que os seres humanos passem a se alimentar de gafanhotos.</p>



<p>A tendência é que a escassez de alimentos e a inflação de preços que essas políticas estão produzindo se agravem. Mas o Brasil, um dos maiores exportadores de alimentos do planeta, poderá em pouco tempo beneficiar-se desses erros desastrosos, desde que os brasileiros rejeitem o modelo de mundo patético que querem nos impor.</p>



<br>



<p class="has-text-align-right img-esquerda"><a href="https://culturadefato.com.br/author/ubiratanjorgeiorio/"><img decoding="async" loading="lazy" width="171" height="172" class="wp-image-4851" src="https://culturadefato.com.br/wp-content/uploads/2020/12/UbiratanJorgeIorio.jpg" alt="Ubiratan Jorge Iorio"></a><br>Escrito por <a href="https://www.ubirataniorio.org/index.php/perfil" target="_blank" rel="nofollow noopener noreferrer">Ubiratan Jorge Iorio</a> (Instagram: <a href="https://www.instagram.com/ubiratanjorgeiorio/" target="_blank" rel="noreferrer noopener nofollow">@ubiratanjorgeiorio</a>).<br><br> Economista, professor da <span data-tooltip="UERJ: Universidade do Estado do Rio de Janeiro." data-tooltip-position="top">UERJ</span>, Diretor Acadêmico do <em><a href="https://www.mises.org.br/" target="_blank" rel="nofollow noopener noreferrer">Instituto Ludwig von Mises Brasil</a></em> e<br> Presidente do <a href="https://www.linkedin.com/company/cieepbr" target="_blank" rel="nofollow noopener noreferrer"><em>Centro Interdisciplinar de Ética e Economia Personalista</em></a>.<br>Publicado originalmente no <a href="https://www.ubirataniorio.org/" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><em>website</em> do autor</a>, em 22 de julho de 2022.</p>



<br>



<p class="has-background has-very-light-gray-background-color"><strong>Nota da editoria:</strong><br><br>Imagem da capa: “<em><a href="https://faso.com/boldbrush/painting/190862">Hill country brindle</a></em>” (2019), por <a href="https://faso.com/boldbrush/artist/13170">Teresa Elliott</a>.</p>



<br>
<p>O post <a href="https://culturadefato.com.br/insanidade-versus-liberdade/">Insanidade versus liberdade</a> apareceu primeiro em <a href="https://culturadefato.com.br">Cultura de Fato</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://culturadefato.com.br/insanidade-versus-liberdade/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Dez princípios conservadores</title>
		<link>https://culturadefato.com.br/dez-principios-conservadores/</link>
					<comments>https://culturadefato.com.br/dez-principios-conservadores/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Russell Kirk]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 07 Nov 2021 19:23:04 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Filosofia e História]]></category>
		<category><![CDATA[Conservadorismo]]></category>
		<category><![CDATA[Edmund Burke]]></category>
		<category><![CDATA[Engenharia Social]]></category>
		<category><![CDATA[Eric Voegelin]]></category>
		<category><![CDATA[John Randolph]]></category>
		<category><![CDATA[John Randolph of Roanoke]]></category>
		<category><![CDATA[Moralidade]]></category>
		<category><![CDATA[Padre Paulo Ricardo]]></category>
		<category><![CDATA[Progressistas]]></category>
		<category><![CDATA[Samuel Taylor Coleridge]]></category>
		<category><![CDATA[Sir Henry Maine]]></category>
		<category><![CDATA[The Conservative Mind]]></category>
		<category><![CDATA[The Portable Conservative Reader]]></category>
		<category><![CDATA[Totalitarismo]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://culturadefato.com.br/?p=10461</guid>

					<description><![CDATA[<p>Já que não existe um Modelo Conservador, (...) o conservadorismo, na verdade, [é] a negação da ideologia: trata-se de um estado da mente, de um tipo de caráter, de uma maneira de olhar para a ordem social civil.</p>
<p>O post <a href="https://culturadefato.com.br/dez-principios-conservadores/">Dez princípios conservadores</a> apareceu primeiro em <a href="https://culturadefato.com.br">Cultura de Fato</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="has-text-align-center"><em>Tradução de <a href="https://padrepauloricardo.org/" target="_blank" rel="noreferrer noopener nofollow">Padre Paulo Ricardo de Azevedo Júnior</a></em></p>



<hr class="wp-block-separator is-style-wide"/>



<br>



<p class="has-drop-cap">Não sendo nem uma religião nem uma ideologia, o conjunto de opiniões designado como <em>conservadorismo</em> não possui nem uma <a href="https://culturadefato.com.br/downloads/cristianismo/2021/biblia_vulgata_pe_matos_soares.pdf">Escritura Sagrada</a> nem um <em><a href="https://amzn.to/3CXgzUz" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Das Kapital</a></em> que lhe forneça um dogma. Na medida em que seja possível determinar o que os conservadores creem, os primeiros princípios do pensamento conservador provêm daquilo que professaram os principais escritores e homens públicos conservadores ao longo dos últimos dois séculos. Sendo assim, depois de algumas observações introdutórias a respeito deste tema geral, eu irei arrolar dez destes princípios conservadores.</p>



<p>Talvez seja mais apropriado, a maior parte das vezes, usar a palavra “conservador” principalmente como adjetivo. Já que não existe um Modelo Conservador, sendo o conservadorismo, na verdade, a negação da ideologia: trata-se de um estado da mente, de um tipo de caráter, de uma maneira de olhar para a ordem social civil.</p>



<p id="ContemNota01e02">A atitude que nós chamamos de conservadorismo é sustentada por um conjunto de sentimentos, mais do que por um sistema de dogmas ideológicos. É quase verdade que um conservador pode ser definido como sendo a pessoa que se acha conservadora. O movimento ou o conjunto de opiniões conservadoras pode comportar uma diversidade considerável de visões a respeito de um número considerável de temas, não havendo nenhuma Lei do Teste (<em>Test Act</em>) <sup><a href="#Nota01">1</a></sup> ou Trinta e Nove Artigos (<em>Thirty-Nine Articles</em>) <sup><a href="#Nota02">2</a></sup> do credo conservador.</p>



<p class="img-direita" id="ContemNota03"><a href="https://amzn.to/3BP8rEd" target="_blank" rel="noreferrer noopener nofollow"><img loading="lazy" decoding="async" width="323" height="483" class="wp-image-10502" src="https://culturadefato.com.br/wp-content/uploads/2021/11/ThePortableConservativeReader.jpg" alt="Capa da obra: &quot;The Portable ConservativeReader&quot;, escrita por Russell Kirk (1918 – 1994)."></a>Em suma, uma pessoa conservadora é simplesmente uma pessoa que considera as coisas permanentes mais satisfatórias do que o “caos e a noite primitiva” <sup><a href="#Nota03">3</a></sup>. (Mesmo assim, os conservadores sabem, como <span data-tooltip-position="top" data-tooltip="Edmund Burke (1729 – 1797): político, filósofo e orador irlandês.">Burke</span>, que a saudável “mudança é o meio de nossa preservação”). A continuidade da experiência de um povo, diz o conservador, oferece uma direção muito melhor para a política do que os planos abstratos dos filósofos de botequim. Mas é claro que a convicção conservadora é muito mais do que esta simples atitude genérica.</p>



<p>Não é possível redigir um catálogo completo das convicções conservadoras; no entanto, ofereço aqui, de forma sumária, dez princípios gerais; tudo indica que se possa afirmar com segurança que a maioria dos conservadores subscreveria a maior parte destas máximas. Nas várias edições do meu livro <em><a href="https://www.amazon.com.br/gp/product/7003377705?ie=UTF8" target="_blank" rel="noreferrer noopener nofollow">The Conservative Mind</a></em>, fiz uma lista de alguns cânones do pensamento conservador – a lista foi sendo levemente modificada de uma edição para a outra edição; em minha antologia <em><a href="https://amzn.to/3BP8rEd" target="_blank" rel="noreferrer noopener nofollow">The Portable Conservative Reader</a></em>, ofereço algumas variações sobre este assunto. Agora, lhes apresento uma resenha dos pontos de vista conservadores que difere um pouco dos cânones que se encontram nestes meus dois livros. Por fim, as diferentes maneiras através das quais as opiniões conservadoras podem se expressar são, em si mesmas, uma prova de que o conservadorismo não é uma ideologia rígida. Os princípios específicos enfatizados pelos conservadores, em um dado período, variam de acordo com as circunstâncias e as necessidades daquela época. Os dez artigos de convicções abaixo refletem as ênfases dos conservadores americanos da atualidade.</p>



<h5 class="wp-block-heading">Primeiro, um conservador crê que existe uma ordem moral duradoura.</h5>



<br>



<p>Esta ordem é feita para o homem, e o homem é feito para ela: a natureza humana é uma constante e as verdades morais são permanentes.</p>



<p>Esta palavra <em>ordem</em> quer dizer harmonia. Há dois aspectos ou tipos de ordem: a ordem interior da alma e a ordem exterior do estado. Vinte e cinco séculos atrás, <span data-tooltip-position="top" data-tooltip="Platão: filósofo e matemático do período clássico da Grécia Antiga. Nasceu em 428 a. C. ou 427 a. C., e faleceu em 348 a. C. ou 347 a. C.">Platão</span> ensinou esta doutrina, mas hoje em dia até as pessoas instruídas acham difícil de compreendê-la. O problema da ordem tem sido uma das principais preocupações dos <em>conservadores</em> desde que a palavra conservador se tornou um termo político.</p>



<p>O nosso mundo do século XX experimentou as terríveis consequências do colapso na crença em uma ordem moral. Assim como as atrocidades e os desastres da Grécia do V século a. C., a ruína das grandes nações, em nosso século, nos mostra o poço dentro do qual caem as sociedades que fazem confusão entre o interesse pessoal, ou engenhosos controles sociais, e as soluções satisfatórias da ordem moral tradicional.</p>



<p>Foi dito pelos intelectuais progressistas que os conservadores acreditam que todas as questões sociais, no fundo, são uma questão de moral pessoal. Se entendida corretamente esta afirmação é bastante verdadeira. Uma sociedade onde homens e mulheres são governados pela crença em uma ordem moral duradoura, por um forte sentido de certo e errado, por convicções pessoais sobre a justiça e a honra, será uma boa sociedade – não importa que mecanismo político se possa usar; enquanto se uma sociedade for composta de homens e mulheres moralmente à deriva, ignorantes das normas, e voltados primariamente para a gratificação de seus apetites, ela será sempre uma má sociedade – não importa o número de seus eleitores e não importa o quanto seja progressista sua constituição formal.</p>



<h5 class="wp-block-heading">Segundo, o conservador adere ao costume, à convenção e à continuidade.</h5>



<br>



<p>É o costume tradicional que permite que as pessoas vivam juntas pacificamente; os destruidores dos costumes demolem mais do que o que eles conhecem ou desejam. É através da convenção – uma palavra bastante mal empregada em nossos dias – que nós conseguimos evitar as eternas discussões sobre direitos e deveres: o Direito é fundamentalmente um conjunto de convenções. Continuidade é uma forma de atar uma geração com a outra; isto é tão importante para a sociedade com o é para o indivíduo; sem isto a vida seria sem sentido. Revolucionários bem sucedidos conseguem apagar os antigos costumes, ridicularizar as velhas convenções e quebrar a continuidade das instituições sociais – motivo pelo qual, nos últimos tempos, eles têm descoberto a necessidade de estabelecer novos costumes, convenções e continuidade; mas este processo é lento e doloroso; e a nova ordem social que eventualmente emerge pode ser muito inferior à antiga ordem que os radicais derrubaram um seu zelo pelo Paraíso Terrestre.</p>



<p>Os conservadores são defensores do costume, da convenção e da continuidade porque preferem o diabo conhecido ao diabo que não conhecem. Eles creem que ordem, justiça e liberdade são produtos artificiais de uma longa experiência social, o resultado de séculos de tentativas, reflexão e sacrifício. Por isto, o organismo social é uma espécie de corporação espiritual, comparável à Igreja; pode até ser chamado de comunidade de almas. A sociedade humana não é uma máquina, para ser tratada mecanicamente. A continuidade, a seiva vital de uma sociedade não pode ser interrompida. A necessidade de uma mudança prudente, recordada por Burke, está na mente de um conservador. Mas a mudança necessária, redarguem os conservadores, deve ser gradual e descriminativa, nunca se desvencilhando de uma só vez dos antigos cuidados.</p>



<h5 class="wp-block-heading">Terceiro, os conservadores acreditam no que se poderia chamar de princípio do preestabelecimento.</h5>



<br>



<p>Os conservadores percebem que as pessoas atuais são anões nos ombros de gigantes, capazes de ver mais longe do que seus ancestrais apenas por causa da grande estatura dos que nos precederam no tempo. Por isto os conservadores com frequência enfatizam a importância do <em>preestabelecimento </em>– ou seja, as coisas estabelecidas por costume imemorial, de cujo contrário não há memória de homem que se recorde. Há direitos cuja principal ratificação é a própria antiguidade – inclusive, com frequência, direitos de propriedade. Da mesma forma a nossa moral é, em grande parte, preestabelecida. Os conservadores argumentam que seja improvável que nós modernos façamos alguma grande descoberta em termos de moral, de política ou de bom gosto. É perigoso avaliar cada tema eventual tendo como base o julgamento pessoal e a racionalidade pessoal. O indivíduo é tolo, mas a espécie é sábia, declarou Burke. Na política nós agimos bem se observarmos o precedente, o preestabelecido e até o preconceito, porque a grande e misteriosa incorporação da raça humana adquiriu uma sabedoria prescritiva muito maior do que a mesquinha racionalidade privada de uma pessoa.</p>



<h5 class="wp-block-heading">Quarto, os conservadores são guiados pelo princípio da prudência.</h5>



<br>



<p>Burke concorda com Platão que entre os estadistas a prudência é a primeira das virtudes. Toda medida política deveria ser medida a partir das prováveis consequências de longo prazo, não apenas pela vantagem temporária e pela popularidade. Os progressistas e os radicais, dizem os conservadores, são imprudentes: porque eles se lançam aos seus objetivos sem dar muita importância ao risco de novos abusos, piores do que os males que esperam varrer. Com diz <span data-tooltip-position="top" data-tooltip="John Randolph (1773 - 1833): político americano da Virgínia. Foi Ministro da Rússia sob Andrew Jackson em 1830. Foi porta-voz do presidente Thomas Jefferson na Câmara.">John Randolph of Roanoke</span>, a Providência se move devagar, mas o demônio está sempre com pressa. Sendo a sociedade humana complexa, os remédios não podem ser simples, se desejam ser eficazes. O conservador afirma que só agirá depois de uma reflexão adequada, tendo pesado as consequências. Reformas repentinas e incisivas são tão perigosas quanto as cirurgias repentinas e incisivas.</p>



<h5 class="wp-block-heading">Quinto, os conservadores prestam atenção no princípio da variedade.</h5>



<br>



<p class="img-direita"><a href="https://culturadefato.com.br/a-essencia-do-conservadorismo/"><img loading="lazy" decoding="async" width="573" height="328" class="wp-image-7874" src="https://culturadefato.com.br/wp-content/uploads/2021/04/MendingTheNation_Jon-McNaughton_Peq.jpg" alt="Obra: &quot;Mending the nation&quot;, por Jon McNaughton."></a>Eles gostam do crescente emaranhado de instituições sociais e dos modos de vida tradicionais, e isto os diferencia da uniformidade estreita e do igualitarismo entorpecente dos sistemas radicais. Em qualquer civilização, para que seja preservada uma diversidade sadia, devem sobreviver ordens e classes, diferenças em condições matérias e várias formas de desigualdade. As únicas formas verdadeiras de igualdade são a igualdade do Juízo Final e a igualdade diante do tribunal de justiça; todas as outras tentativas de nivelamento irão conduzir, na melhor das hipóteses, à estagnação social. Uma sociedade precisa de liderança honesta e capaz; e se as diferenças naturais e institucionais forem abolidas, algum tirano ou algum bando de oligarcas desprezíveis irá rapidamente criar novas formas de desigualdade.</p>



<h5 class="wp-block-heading">Sexto, os conservadores são refreados pelo princípio da imperfectibilidade.</h5>



<br>



<p id="ContemNota04">A natureza humana sofre irremediavelmente de certas falhas graves, bem conhecidas pelos conservadores. Sendo o homem imperfeito, nenhuma ordem social perfeita poderá jamais ser criada. Por causa da inquietação humana, a humanidade tornar-se-ia rebelde sob qualquer dominação utópica e se desmantelaria, mais uma vez, em violento desencontro – ou então morreria de tédio. Buscar a utopia é terminar num desastre, dizem os conservadores: nós não somos capazes de coisas perfeitas. Tudo o que podemos esperar razoavelmente é uma sociedade que seja sofrivelmente ordenada, justa e livre, na qual alguns males, desajustes e desprazeres continuarão a se esconder. Dando a devida atenção à prudente reforma, podemos preservar e aperfeiçoar esta ordem sofrível. Mas se os baluartes tradicionais de instituição e moralidade de uma nação forem negligenciados, se dá largas ao impulso anárquico que está no ser humano: “afoga-se o ritual da inocência” <sup><a href="#Nota04">4</a></sup>. Os ideólogos que prometem a perfeição do homem e da sociedade transformaram boa parte do século XX em um inferno terrestre.</p>



<h5 class="wp-block-heading">Sétimo, conservadores estão convencidos que liberdade e propriedade estão intimamente ligadas.</h5>



<br>



<p>Separe a propriedade do domínio privado e Leviatã se tornará o mestre de tudo. Sobre o fundamento da propriedade privada, construíram-se grandes civilizações. Quanto mais se espalhar o domínio da propriedade privada, tanto mais a nação será estável e produtiva. Os conservadores defendem que o nivelamento econômico não é progresso econômico. Aquisição e gasto não são as finalidades principais da existência humana; mas deve-se desejar uma sólida base econômica para a pessoa, a família e o estado. <span data-tooltip-position="top" data-tooltip="Henry James Sumner Main (1822 - 1888): jurista comparativo e historiador britânico.">Sir Henry Maine</span>, em sua <em><a href="https://amzn.to/3COzSiO" target="_blank" rel="noreferrer noopener nofollow">Village Communities</a></em>, defende vigorosamente a causa da propriedade privada, como diferente da propriedade pública: “Ninguém pode ao mesmo tempo atacar a propriedade privada e dizer que aprecia a civilização. A história destas duas realidades não pode ser desintrincada”. Pois a instituição da propriedade privada tem sido um instrumento poderoso, ensinando a responsabilidade a homens e mulheres, dando motivos para a integridade, apoiando a cultura geral e elevando a humanidade acima do nível do mero trabalho pesado, proporcionando tempo livre para pensar e liberdade para agir. Ser capaz de guardar o fruto do próprio trabalho; ser capaz de ver o próprio trabalho transformado em algo de duradouro; ser capaz de deixar em herança a sua propriedade para sua posteridade; ser capaz de se erguer da condição natural da oprimente pobreza para a segurança de uma realização estável; ter algo que é realmente propriedade pessoal – estas são vantagens difíceis de refutar. O conservador reconhece que a posse de propriedade estabelece certos deveres do possuidor; ele reconhece com alegria estas obrigações morais e legais.</p>



<h5 class="wp-block-heading">Oitavo, os conservadores promovem comunidades voluntárias, assim como se opõem ao coletivismo involuntário.</h5>



<br>



<p>Embora os americanos tenham se apegado vigorosamente aos direitos privados e de privacidade, também têm sido um povo conhecido por seu bem sucedido espírito comunitário. Na verdadeira comunidade, as decisões que afetam de forma mais direta as vidas dos cidadãos são tomadas no âmbito local e de forma voluntária. Algumas destas função são desempenhadas por organismos políticos locais, outras por associações privadas: enquanto permanecem no âmbito local e são caracterizadas pelo comum acordo das pessoas envolvidas, elas constituem comunidades saudáveis. Mas quando as funções, quer por deficiência, quer por usurpação, passam para uma autoridade central, a comunidade se encontra em sério perigo. Se existe algo de benéfico ou prudente em uma democracia moderna, isto se dá através da volição cooperativa. Se, então, em nome de uma democracia abstrata, as funções da comunidade são transferidas para uma coordenação política distante, o governo verdadeiro, através do consentimento dos governados, cede lugar para um processo de padronização hostil à liberdade e à dignidade humanas.</p>



<p>Uma nação não é mais forte do que as numerosas pequenas comunidades pelas quais é composta. Uma administração central, ou um grupo seleto de administradores e servidores públicos, por mais bem intencionado e bem treinado que seja, não pode produzir justiça, prosperidade e tranquilidade</p>



<p> para uma massa de homens e mulheres privada de suas responsabilidades de outrora. Esta experiência já foi feita; e foi desastrosa. É a realização de nossos deveres em comunidade que nos ensina a prudência, a eficiência e a caridade.</p>



<h5 class="wp-block-heading">Nono, o conservador percebe a necessidade de uma prudente contenção do poder e das paixões humanas.</h5>



<br>



<p>Politicamente falando, poder é a capacidade de se fazer aquilo que se queira, a despeito da aspiração dos próprios companheiros. Um estado em que um indivíduo ou um pequeno grupo é capaz de dominar as aspirações de seus companheiros sem controles é um despotismo, quer seja monárquico, aristocrático ou democrático. Quando cada pessoa pretende ser um poder em si mesmo, então a sociedade se transforma numa anarquia. A anarquia nunca dura muito tempo, já que, sendo intolerável para todos e contrária ao fato irrefutável de que algumas pessoas são mais fortes e espertas do que seus próximos. À anarquia sucede a tirania ou a oligarquia, nas quais o poder é monopolizado por pouquíssimos.</p>



<p>O conservador se esforça por limitar e balancear o poder político para que não surjam nem a anarquia, nem a tirania. No entanto, em todas as épocas, homens e mulheres foram tentados a derrubar os limites colocados sobre o poder, a favor de um capricho temporário. É uma característica do radical que ele pense o poder como uma força para o bem – desde que o poder caia em suas mãos. Em nome da liberdade, os revolucionários franceses e russos aboliram os limites tradicionais ao poder; mas o poder não pode ser abolido; e ele sempre acha um jeito de terminar nas mãos de alguém. O poder que os revolucionários pensavam ser opressor nas mãos do antigo regime, tornou-se muitas vezes mais tirânico nas mãos dos novos mestres do estado.</p>



<p>Sabendo que a natureza humana é uma mistura do bem e do mal, o conservador não coloca sua confiança na mera benevolência. Restrições constitucionais, freios e contrapesos políticos (<em>checks and balances</em>), correta coerção das leis, a rede tradicional e intricada de contenções sobre a vontade e o apetite – tudo isto o conservador aprova como instrumento de liberdade e de ordem. Um governo justo mantém uma tensão saudável entre as reivindicações da autoridade e as reivindicações da liberdade.</p>



<h5 class="wp-block-heading">Décimo, o pensador conservador compreende que a estabilidade e a mudança devem ser reconhecidas e reconciliadas em uma sociedade robusta.</h5>



<br>



<p class="img-direita"><a href="https://www.amazon.com.br/gp/product/8580331447/ref=as_li_tl?ie=UTF8&amp;camp=1789&amp;creative=9325&amp;creativeASIN=8580331447&amp;linkCode=as2&amp;tag=culturateca-20&amp;linkId=3d0efdf08cfc3d0ddc44cd7ce0ba875d" target="_blank" rel="noreferrer noopener nofollow"><img loading="lazy" decoding="async" width="350" height="449" class="wp-image-3793" src="https://culturadefato.com.br/wp-content/uploads/2020/11/APoliticaDaPrudencia.jpg" alt="Capa da obra &quot;A Política da Prudência&quot;, escrita por Russell Kirk (1918 – 1994)."></a>O conservador não se opõe ao aprimoramento da sociedade, embora ele tenha suas dúvidas sobre a existência de qualquer força parecida com um místico Progresso, com P maiúsculo, em ação no mundo. Quando uma sociedade progride em alguns aspectos, geralmente ela está decaindo em outros. O conservador sabe que qualquer sociedade sadia é influenciada por duas forças, que <span data-tooltip-position="top" data-tooltip="Samuel Taylor Coleridge (1772 - 1834): comumente designado por S. T. Coleridge, foi um poeta, crítico e ensaista inglês, considerado, ao lado de seu colega William Wordsworth, um dos fundadores do romantismo na Inglaterra.">Samuel Taylor Coleridge</span> chamou de Conservação e Progressão (<em>Permanence and Progression</em>). A Conservação de uma sociedade é formada pelos interesses e convicções duradouros que nos dão estabilidade e continuidade; sem esta a Conservação as fontes do grande abismo se dissolvem, a sociedade resvala para a anarquia. A Progressão de uma sociedade é aquele espírito e conjunto de talentos que nos instiga a realizar uma prudente reforma e aperfeiçoamento; sem esta Progressão, um povo fica estagnado. Por isto o conservador inteligente se esforça por reconciliar as reivindicações da Conservação e as reivindicações da Progressão. Ele pensa que o progressista e o radical, cegos aos justos reclamos da Conservação, colocariam em perigo a herança que nos foi legada, num esforço de nos apressar na direção de um duvidoso Paraíso Terrestre. O conservador, em suma, é a favor de um razoável e moderado progresso; ele se opõe ao culto do Progresso, cujos devotos creem que tudo o que é novo é necessariamente superior a tudo o que é velho.</p>



<p>O conservador raciocina que a mudança é essencial para um corpo social da mesma forma que o é para o corpo humano. Um corpo que deixou de se renovar, começou a morrer. Mas se este corpo deve ser vigoroso, a mudança deve acontecer de uma forma harmoniosa, adequando-se à forma e à natureza do corpo; do contrário a mudança produz um crescimento monstruoso, um câncer que devora o seu hospedeiro. O conservado cuida para que numa sociedade nada nunca seja completamente velho e que nada nunca seja completamente novo. Esta é a forma de conservar uma nação, da mesma forma que é o meio de conservar um organismo vivo. Quanta mudança seja necessária em uma sociedade, e que tipo de mudança, depende das circunstâncias de uma época e de uma nação.</p>



<br>



<hr class="wp-block-separator is-style-dots"/>



<br>



<p>Assim, este são os dez princípios que tiveram grande destaque durante os dois séculos do pensamento conservador moderno. Outros princípios de igual importância poderiam ter sido discutidos aqui: a compreensão conservadora de justiça, por exemplo, ou a visão conservadora de educação. Mas estes temas, com o tempo que passa, eu deverei deixar para a sua investigação pessoal.</p>



<p><span data-tooltip-position="right" data-tooltip="Eric Voegelin (1901 - 1985): filósofo, historiador e cientista político alemão radicado nos Estados Unidos.">Eric Voegelin</span> costumava dizer que a grande linha de demarcação na política moderna não é a divisão entre progressistas de um lado e totalitários do outro. Não, de um lado da linha estão todos os homens e mulheres que imaginam que a ordem temporal é a única ordem e que as necessidades materiais são as únicas necessidades e que eles podem fazer o que quiserem do patrimônio da humanidade. No outro lado da linha estão todas as pessoas que reconhecem uma ordem moral duradoura no universo, uma natureza humana constante e deveres transcendentes para com a ordem espiritual e a ordem temporal.</p>



<br>



<p class="has-text-align-right img-esquerda"><a href="https://culturadefato.com.br/author/russellkirk/"><img loading="lazy" decoding="async" width="152" height="139" class="wp-image-10491" src="https://culturadefato.com.br/wp-content/uploads/2021/11/RussellKirk.jpg" alt="Russell Kirk"></a><br>Escrito por <a href="https://culturadefato.com.br/author/russellkirk/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Russell Kirk</a> (1918 – 1994).<br> Tradução de <a href="https://padrepauloricardo.org/" target="_blank" rel="noreferrer noopener nofollow">Padre Paulo Ricardo de Azevedo Júnior</a>.<br>Artigo original: <a href="http://www.kirkcenter.org" target="_blank" rel="noreferrer noopener nofollow">http://www.kirkcenter.org</a><br>(atualmente indisponível).</p>



<br>



<p class="has-background has-very-light-gray-background-color">Notas:</p>



<ol class="wp-block-list"><li id="Nota01"><em>Test Act</em> &#8211; Lei inglesa de 1673 que exigia dos titulares de cargos civis e militares professarem a fé da Igreja Anglicana através de uma fórmula de juramento (N. do T.). <a href="#ContemNota01e02"><img loading="lazy" decoding="async" width="14" height="10" class="wp-image-105" style="width: 14px;" src="https://culturadefato.com.br/wp-content/uploads/2020/06/Subir.jpg" alt="Subir"></a></li><li id="Nota02">Declaração oficial da doutrina da Igreja Anglicana (N. do T.). <a href="#ContemNota01e02"><img loading="lazy" decoding="async" width="14" height="10" class="wp-image-105" style="width: 14px;" src="https://culturadefato.com.br/wp-content/uploads/2020/06/Subir.jpg" alt="Subir"></a></li><li id="Nota03">A frase “Chaos and old Night” provém do poema épico de <span data-tooltip="John Milton (1608 - 1674): poeta, polemista, intelectual e funcionário público inglês, servindo como Secretário de Línguas Estrangeiras da Comunidade da Inglaterra sob Oliver Cromwell." data-tooltip-position="top">John Milton</span> <em><a href="https://amzn.to/3bKujGm" target="_blank" rel="noreferrer noopener nofollow">Paradise Lost</a></em> (Book I; line 544). Milton usa esta frase para se referir à “matéria” a partir da qual Deus ordenou e criou o mundo (N. do T.). <a href="#ContemNota03"><img loading="lazy" decoding="async" width="14" height="10" class="wp-image-105" style="width: 14px;" src="https://culturadefato.com.br/wp-content/uploads/2020/06/Subir.jpg" alt="Subir"></a></li><li id="Nota04">William Buttler Yeats, <em>The Second Coming</em> (N. do T.). <a href="#ContemNota04"><img loading="lazy" decoding="async" width="14" height="10" class="wp-image-105" style="width: 14px;" src="https://culturadefato.com.br/wp-content/uploads/2020/06/Subir.jpg" alt="Subir"></a></li></ol>



<br>



<p class="has-background has-very-light-gray-background-color"><strong>Nota da editoria:</strong><br><br>Imagem de capa: “<span data-tooltip-position="top" data-tooltip="Justice for all, em português: ''Justiça para todos''."><em>Justice for all</em></span>”, do artista americano <a href="https://jonmcnaughton.com/" target="_blank" rel="noreferrer noopener nofollow">Jon McNaughton</a>.</p>



<br>
<p>O post <a href="https://culturadefato.com.br/dez-principios-conservadores/">Dez princípios conservadores</a> apareceu primeiro em <a href="https://culturadefato.com.br">Cultura de Fato</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://culturadefato.com.br/dez-principios-conservadores/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
			</item>
	</channel>
</rss>
