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	<title>Arquivos Nova Ordem Mundial &#8226; Cultura de Fato</title>
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	<description>Cultura para evocar inteligência, responsabilidade e ética!</description>
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	<title>Arquivos Nova Ordem Mundial &#8226; Cultura de Fato</title>
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		<title>E subirei ao altar de Deus</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Daniel Marcondes]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 07 Jul 2025 04:02:43 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cristianismo]]></category>
		<category><![CDATA[Filosofia e História]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>“(...) parece que é justamente sob esta forma que se nos aproxima o Leviatã do controle social total em sua forma mais recente: (...) por uma espécie de religião civil universal, quase invisível e tanto melhor quanto mais inconsciente, com seus traços principais devidamente usurpados da religião verdadeira.”</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="has-text-align-center wp-block-paragraph">“<em>Se o mundo vos odeia, sabei que, primeiro do que a vós, me odiou a mim.</em><br><em>Se fôsseis do mundo, o mundo amaria o que era seu; mas, porque não sois</em><br><em>do mundo,</em> <em>antes eu vos escolhi do meio do mundo, por isso o mundo vos odeia.</em>” (Jo 15,18)</p>



<br>



<p class="has-text-align-right has-small-font-size wp-block-paragraph" id="RefNotasEditoria"><em>* <a href="#NotasEditoria">Notas da editoria</a></em></p>



<hr class="wp-block-separator has-css-opacity is-style-wide"/>



<br>



<h3 class="wp-block-heading">I. Paraíso perdido</h3>



<br>



<p class="has-drop-cap wp-block-paragraph">É possível perceber, no fundo de praticamente todas as ações satânicas, um componente fundamental — espécie de raiz comum —, que é o elemento da <em>inversão</em> (ou <em>subversão</em>).</p>



<p class="wp-block-paragraph">Tal raiz não poderia mesmo ser outra. Não havendo como separar-se do que é onipresente para combatê-lo desde fora, a simples ideia de “confrontar a Deus”, tomado em Si mesmo, sequer se aplica; àqueles que desejariam poder fazê-lo resta apenas o esforço de perverter, de alguma maneira, a ordem e a estrutura das coisas tal como determinadas por Ele. É claro que também isso não pode ser jamais efetivamente realizado; de fato, o máximo que se pode obter é um deslocamento do agente em relação a esta ordem, um movimento deliberado do indivíduo na direção contrária à de sua harmonização e adequação a ela. Mas essa dissonância entre o eu e sua situação dá-se apenas no plano lógico, jamais na realidade — no plano digamos ontológico, todo e qualquer acontecimento é a simples realização de uma entre diversas possibilidades, todas elas já garantidas de antemão pelo próprio modo de existência dos entes envolvidos e, portanto, pela própria estrutura geral do ser. Essa ruptura é apenas aparente, e não efetiva. Isso não impede, porém, que verdadeiras legiões de homens devotem suas vidas a serviço dela, nem que destruam, no decurso de seu empenho, gerações inteiras e um sem número de almas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Se considerarmos o ato máximo desse esforço, germe e paradigma de todos os seguintes, veremos que a grande insurreição de Lúcifer não é propriamente contra Deus “<em>per se</em>” — ele sabe (e sabe-o perfeitamente, tratando-se de um intelecto angélico) que isso não é possível —, mas contra a ordem e a hierarquia determinadas por Ele. O que Lúcifer não pode aceitar é o fato de não ser ele próprio o topo dessa hierarquia. Não podendo alterá-la no menor detalhe sequer, decide não por conformar-se a ela, não por adequar-se à realidade, mas por comprometer-se definitivamente com sua frustração raivosa: “<span data-tooltip-position="top" data-tooltip="''Melhor reinar no Inferno do que servir no Paraíso'' — trecho do poema Paraíso Perdido, de John Milton."><em>Better to reign in Hell than serve in Heaven</em></span>”<a href="#Nota01" id="Ref01"><strong><sup>1</sup></strong></a>. Ele sabe que essa hierarquia não pode ser <em>de fato</em> abalada, mas que é possível fazer <em>parecer</em> que tenha sido. Não por acaso, a tentação primordial com que seduz os nossos primeiros pais envolve justamente a falsa promessa de concretização do mesmo desejo irrealizável que tanto lhe perturba: “<em>E sereis como deuses</em>”, diz a Eva. O pecado original é, em última análise, o pecado do desejo de subversão da ordem do real.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Como era de se esperar, essa característica serve também de fundamento para a ritualística satanista em geral. Uma interessante ilustração disso nos é dada pelo <span data-tooltip-position="top" data-tooltip="Malachi Brendan Martin (1921 - 1999): padre católico irlandês.">Padre Malachi Martin</span> em seu livro <em><a href="https://amzn.to/3FTP7rz" target="_blank" rel="noreferrer noopener sponsored nofollow">Windswept House</a></em>, ao descrever um ritual satânico que teria ocorrido no coração do Vaticano em meados da década de 60:</p>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow">
<p class="wp-block-paragraph">“(…) cada elemento da Celebração do Sacrifício do Calvário precisa ser virado de cabeça para baixo pela outra — e oposta — Celebração. O sagrado deve ser profanado. O profano deve ser adorado. A representação incruenta do Sacrifício do Fraco Inominado [referência blasfema a Nosso Senhor Jesus Cristo] na Cruz deve ser substituída pela suprema e cruenta violação da dignidade do Inominado. A culpa deve ser aceita como inocência. A dor deve causar alegria. Graça, arrependimento e perdão devem ser todos afogados em uma orgia de opostos.”<a href="#Nota02" id="Ref02"><sup><strong>2</strong></sup></a></p>
</blockquote>



<p class="wp-block-paragraph">“Orgia de opostos” — não há definição mais precisa. Vejam que não se trata, ali, da simples destruição dos símbolos e ritos da Santa Missa, mas de sua banalização e perversão, de sua substituição por paródias e simulacros cuidadosamente selecionados. Ora, o mesmíssimo expediente pode ser verificado nas estratégias comunistas e globalistas em geral, hoje muito bem representadas nos planos da chamada <a href="https://culturadefato.com.br/tag/nova-ordem-mundial/">Nova Ordem Mundial</a>. Aliás, o nome não poderia ser mais apropriado: não se trata exatamente de demolir os pilares da civilização, mas de sequestrá-los e montar, como que por sobre eles, um novo cenário, uma nova imagem do mundo na qual estes não apareçam senão como meras sombras primitivas e ultrapassadas de suas versões subvertidas</p>



<p class="img-direita wp-block-paragraph"><a href="https://culturadefato.com.br/virus-desagregador-da-familia/"><img fetchpriority="high" decoding="async" width="528" height="306" class="wp-image-11029" src="https://culturadefato.com.br/wp-content/uploads/2022/01/OneOfTheFamily_FGCotman_Peq.jpg" alt="Obra: “One of the Family”, por F. G. Cotman (1850 - 1920)."></a>Com frequência dizemos que os adeptos desse lamentável mundo novo anseiam pela destruição da família, do matrimônio, da religião e assim por diante, mas esta é mais uma força de expressão do que uma descrição objetiva da situação. Com efeito, o que vimos nas últimas décadas não foi a proibição do casamento ou algo como sua extinção legal, mas uma pressão ideológica que culminou nas invenções jurídicas do “casamento gay”, casamento a três, casamento com animais e outras aberrações semelhantes; não é tanto a ideia da instituição familiar em si o alvo dos maiores ataques, mas a noção da família chamada tradicional, e, mesmo assim, apenas no caso de <em>algumas</em> famílias, como a sua e a minha — entre os megabilionários e altos oficiais do globalismo, as famílias continuam sendo pautadas pelas mais rígidas hierarquias dinásticas, subsistindo inclusive através de casamentos arranjados; jamais buscaram o fim digamos visível da Igreja, mas trataram de criar, a partir de um falso concílio, uma nova doutrina, uma nova “missa” — que atende ironicamente por <span data-tooltip-position="top" data-tooltip="''Novus Ordo Missae'', ou Novo Rito da Missa, é a forma ordinária da missa católica, promulgada pelo Papa Paulo VI em 1969. Ele foi criado para modernizar a liturgia da Igreja, incorporando o movimento bíblico e litúrgico da época e simplificando a linguagem da liturgia."><em>novus ordo missae</em></span> — e, consequentemente, uma nova fé. Enfim, o verdadeiro matrimônio, a verdadeira estrutura familiar, a verdadeira Igreja e tudo o mais não foram e nem podem ser efetivamente aniquilados — não por falta de empenho dos seus inimigos, mas porque refletem aspectos da estrutura da realidade tal como ela é. Resta apenas apossar-se de suas aparências, colori-las das mais criativas discrepâncias lógicas em relação a essa estrutura que antes expressavam tão afinadamente e devolvê-las ao público como se ainda se tratasse das mesmas coisas. Nada é verdadeiramente descartado, mas apenas torcido, retorcido, invertido e reapresentado sob as vestes litúrgicas dos novos tempos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">E por falar em liturgia, parece que é justamente sob esta forma que se nos aproxima o Leviatã do controle social total em sua versão mais recente: não tanto pela opressão de um Estado exteriormente materialista e cético (ainda que, interiormente, de fato o seja), de tipo clássico, como costumamos imaginar, mas por uma espécie de religião civil universal, quase invisível e de culto praticamente inconsciente por parte de seus seguidores (mas de perpetração perfeitamente consciente por parte de seus orquestradores), com seus traços principais devidamente usurpados da religião verdadeira. Não teríamos chegado ao presente estado de coisas, porém, sem o nascimento da ciência e filosofia modernas, em cujo seio convivem o mais agudo subjetivismo — inversão por excelência da ordem da realidade — e os mais desvairados pseudomisticismos, tudo cinicamente travestido do mais alto rigor racionalista.</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>II. <em>Mythos</em> e <em>logos</em></strong></h3>



<br>



<p class="has-drop-cap wp-block-paragraph">O fato de que a época louvada como a mais fértil de conhecimento científico e ápice da “vitória do <em>logos</em> sobre o <em>mythos</em>” seja justamente a mais recheada de superstições e crendices em toda a história humana apenas nos parecerá contraditório ou estranho se observarmos os principais eventos dos últimos quatro séculos através das lentes da versão oficial, que, já tão profundamente gravada no imaginário popular, apresenta o advento da chamada ciência moderna como a virada de um mundo de moralismos inócuos e fanatismos religiosos, liderado pelos “preconceitos anticientíficos” da Igreja, para o tempo da supremacia da razão e da liberdade de pensamento, no qual o homem tem autonomia para investigar o universo e exercer plenamente sua capacidade crítica. Não é a ocasião de demonstrar em detalhes o quão falsa é esta narrativa; basta-nos, por ora, recordar que jamais houve maior explosão de interesse em todo tipo de magia e práticas ocultistas como a partir do século XVI, e que os principais cientistas da era moderna, hoje cultuados como heróis da racionalidade pura, foram os maiores bruxos da paróquia. Seja como for, o fato é que, passado algum tempo, vemos os nossos excelsos homens de ciência, guiados — como dizem — exclusivamente pela luz da razão e baseados estritamente na observação direta e na experimentação, guardiões que são da objetividade contra as ingenuidades supersticiosas, a nos brindar com verdadeiros suprassumos de racionalidade, tais como suas discussões sobre vida alienígena, multiversos, viagens no tempo, colonizações galácticas, transferência de consciências, inteligências artificiais, máquinas autoconscientes e assim por diante. Por consequência, como não poderia deixar de ser, o fruto dessa elite pseudocientífica e seu análogo na esfera comum da sociedade é o sujeito que acredita na força do sal grosso, nos banhos de alfazema, na limpeza das “energias”, faz simpatias contra mau olhado, se protege com o Olho Grego, com o Olho de Hórus, faz terapias Reiki, consulta o tarô, mães de santo, videntes e até o Drauzio Varella, mas estufa o peito para gritar, com lágrimas histéricas, em defesa da ciência contra o “negacionismo” alheio.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Anunciando ao público leigo de fiéis servidores um mundo essencialmente material e fechado em si mesmo, enquanto, por sua vez e internamente, alimentam e deleitam-se com todo tipo de mandingas, o que a ciência e a filosofia modernas conseguiram, com esse discurso duplo ao melhor estilo das sociedades secretas — e isso não por acaso —, foi deteriorar de tal modo a relação e a percepção das pessoas quanto à autêntica dimensão espiritual da realidade que estas, agora, costumam ou descartá-la <em>in limine</em>, sem o menor exame (e geralmente apavoradas diante da possibilidade de precisar fazê-lo um dia), ou aceitar igualmente sem exame os mais diversos pseudomisticismos e superstições, principalmente quando fantasiados de “consensos científicos”. Se algum dia pareceu que o domínio comunoglobalista viria no aspecto de um ateísmo formal propriamente dito, com o tempo vai parecendo mais claro que a parada final do caminho para a apostasia será menos o não crer em nada do que o crer em tudo.<a id="Ref03" href="#Nota03"><sup><strong>3</strong></sup></a></p>



<p class="wp-block-paragraph">Mas esse “crer em tudo” encontra-se naturalmente disperso em uma miríade de símbolos, convicções e organizações diferentes, muitas vezes com pouca ou nenhuma relação entre si. É necessário submeter esse estado de coisas à próxima etapa do processo: depois de esfacelar o senso espiritual e religioso das pessoas, é-lhes oferecida uma reunificação dos fragmentos em um novo edifício, como quem cola novamente os estilhaços de um espelho quebrado. Essa reunificação é feita de forma lenta e velada; afinal, o sujeito precisa continuar acreditando que pensa e age de forma independente, precisa seguir enxergando-se a si mesmo como um espontâneo paladino das “luzes” contra a velha “escuridão” opressiva dos sistemas filosóficos tradicionais e da religião revelada. O princípio do <span data-tooltip-position="top" data-tooltip="''Dissolver e coagular.''"><em>solve et coagula</em></span> nunca funcionou tão bem.</p>



<p class="wp-block-paragraph">E assim chegamos ao momento presente, em que essa fase de reunificação parece estar tomando uma forma mais definida debaixo da farsa da pandemia e do esquema de <a href="https://culturadefato.com.br/o-que-era-descrito-sobre-vacinas-na-obra-a-verdadeira-historia-do-clube-bilderberg-publicada-em-2005/" target="_blank" rel="noreferrer noopener nofollow">vacinação em massa obrigatória</a>. Se esta forma é definitiva, ou por quanto tempo deverá perdurar até que se mude no próximo teatro global, ninguém é capaz de dizê-lo — o fundamental traço camaleônico desses movimentos, aliado à facilidade com que hoje dispõem dos corações das pessoas, impossibilita a previsão. O fato é que os apóstolos atuais da “nova ordem” parecem estar finalmente levando a cabo, de modo mais concreto, aquilo que seus predecessores, ainda que tendo lançado as bases necessárias, só puderam vislumbrar: o mergulhar da humanidade em uma espécie de anti-Igreja igualmente dotada de uma ritualística, iniciação e simbólica próprias (tudo isso, é claro, criado a partir da perversão das contrapartidas autênticas). E nada disso teria sido possível sem os “tempos difíceis que estamos vivendo”, para utilizar a jaculatória mais fervorosamente recitada pelos novos fiéis.</p>



<p class="img-direita wp-block-paragraph"><a href="https://culturadefato.com.br/as-mesmas-pessoas-sombrias-controlam-a-big-pharma-e-a-midia/" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><img decoding="async" width="470" height="272" class="wp-image-9835" src="https://culturadefato.com.br/wp-content/uploads/2021/09/GrandeDitador_Chaplin_Peq.jpg" alt="Cena do filme &quot;O grande ditador&quot;. de Charles Chaplin."></a>Consideremos que um ser humano dotado de funções cognitivas minimamente preservadas venha a crer na existência de uma pandemia cuja causa oficial seja atribuída a um vírus admitidamente jamais isolado e sequenciado, e cuja taxa de mortalidade nas estatísticas oficiais gire em torno de menos de 1%, ainda que estas se encontrem criminosamente infladas e permeadas de assassinatos perpetrados pela aplicação de “protocolos de saúde” clamorosamente prejudiciais a pacientes com dificuldades respiratórias, o que deveria ser aberrante para qualquer aluno de primeiro semestre de enfermagem, isso para não mencionar o esforço de se proibir a utilização de medicamentos comprovadamente eficazes, mas que já não podem representar lucros — financeiros ou políticos — para as <em><a href="https://culturadefato.com.br/as-mesmas-pessoas-sombrias-controlam-a-big-pharma-e-a-midia/">big pharma</a></em> e seus coligados; consideremos que, justificada por tão apocalíptico morticínio, seja imposta sobre toda a população mundial uma vacinação obrigatória (não me perguntem como é possível desenvolver testes e vacinas para um vírus jamais isolado e sequenciado) que não imuniza, não impede a transmissão do suposto vírus e mata ridiculamente mais do que a própria doença contra a qual deveria atuar, sendo responsável por uma nova pandemia: a de “mal súbito”, diagnóstico médico expedido pela grande mídia em casos de morte decorrente da vacinação, esta que não passa de uma terapia gênica experimental (fato primeiramente rechaçado como “teoria da conspiração” pela mesma classe científica que, dias depois, não podendo mais escondê-lo, tratou de assumi-lo como um maravilhoso avanço tecnológico a serviço da saúde humana), que admitidamente contém células de fetos abortados em seu conteúdo (conteúdo este cuja composição completa é segredo de Estado e não pode ser questionado) e que agora será estendida também para as crianças – entre as quais a taxa de mortalidade por tão avassaladora pandemia é virtualmente <em>zero</em>; consideremos ainda os curiosos caprichos do tal vírus, que mais parece dotado de vontade própria: ameaça manifestar-se nas aglomerações das igrejas, exigindo seu fechamento — jamais nas aglomerações dos desfiles de carnaval e casas de <em>reality show</em>; ataca os que esperam de pé nos restaurantes, mas respeita solenemente os que conseguem sentar-se às mesas; ronda as filas dos aeroportos, exigindo o “distanciamento social”, mas é suficientemente compreensivo para poupar os passageiros quando estes, minutos depois, espremem-se dentro do avião como sardinhas enlatadas; por fim, recordemos agora as pessoas que, por medo da “contaminação”, ficaram meses trancadas em casa, recusando o contato com parentes e amigos; as que venderam suas casas na cidade e se mudaram para sítios e chácaras, fugindo daquele menos de 1% como quem fugisse de Pripyat logo após o acidente em Chernobyl; as que denunciaram reuniões familiares dos vizinhos à polícia, como quem denunciasse grupos de judeus escondidos a oficiais da <span data-tooltip-position="top" data-tooltip="A Schutzstaffel, popularmente abreviada como SS, foi uma organização paramilitar ligada ao Partido Nazista, principal responsável pelas mortes do Holocausto."><em>Schutzstaffel</em></span>; os casais que dormiram em quartos separados para evitar o “contágio”; as pessoas que utilizaram e ainda utilizam máscaras mesmo que dentro de um carro, sozinhas, com os vidros fechados (máscaras estas absolutamente inúteis no quadro de uma pandemia viral, tal como admitido pela própria <span data-tooltip-position="top" data-tooltip="OMS: Organização Mundial da Saúde, ou WHO: World Health Organization.">OMS</span> no início de toda a farsa, e que jamais foram empregadas com este fim nem mesmo no contexto médico).</p>



<p class="wp-block-paragraph">Ora, a orgulhosa e comovida submissão pela qual as pessoas dão-se <em>voluntariamente</em> a escravizar em um estado de coisas tão flagrantemente violento contra elas próprias não pode ser explicada apenas por uma extrema ignorância, por uma suprema covardia e pela maciça manipulação que sofrem — talvez nem mesmo somente pela invencível avidez com que buscam a segurança psicológica a qualquer custo. Todos esses elementos estão fortemente presentes, é claro, mas há algo mais. Há, no âmago dessa psicose autoinfligida, o desejo de pertencer a essa nova <a href="https://culturadefato.com.br/poder-global-e-religiao-universal/">religião universal</a>, cujo deus e princípio apresenta-se sob a aparência da “ciência” — não a verdadeira, mas sua forma extorquida e subvertida pelo método já mencionado, convertida em um fetiche, na mera imagem de um desejo, e que apenas graças ao domínio exercido por seus apóstolos sobre a linguagem e o imaginário popular é que pode atender pelo mesmo nome e querer significar a mesma coisa.</p>



<h3 class="wp-block-heading">III. <em>Introibo ad altare Dei</em></h3>



<br>



<p class="has-drop-cap wp-block-paragraph">Você pode admirar o quanto quiser e até mesmo viver sob o guiamento irrestrito dos mandamentos da nova igreja, mas seu real ingresso será concretizado apenas através da participação em seus ritos iniciáticos. Não basta defendê-la e engrossar apenas externamente o coro dos adeptos; para ser um membro autêntico deste falso corpo místico é necessário passar pelo batismo da vacinação. A água e a pia batismal dão lugar à injeção na sala médica, e o sacerdote responsável não mais veste a batina preta do luto de quem morreu para o mundo, mas o jaleco branco de iluminação científica. Feito isso, haverá também ocasião, posteriormente, para o rito da confirmação, administrado através das “doses de reforço”.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Se os cristãos podem reconhecer-se por certos elementos externos, como um escapulário ou crucifixo à mostra, por exemplo, os novos fiéis leigos têm na <a href="https://culturadefato.com.br/mascara-covid-a-psicologia-da-submissao/">máscara ao rosto</a> — e não poderia haver sinal mais apropriado, indicando de um só golpe sua servil uniformidade grupal e a boca tapada — um eficaz artigo de identificação mútua; se aqueles têm seus cumprimentos próprios, como “Salve, Maria!”, basta a estes o fatídico “soquinho” para asseverar sua filiação.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O diaconato da classe política, ainda que mantendo uma relação intrincada e complexa com os presbíteros da classe médica e científico-acadêmica em geral, no fundo apenas age em função desta última e é determinado por ela. O episcopado divide-se entre aqueles que se reservam às sombras das lúgubres catedrais que são seus escritórios de engenharia social e os que dão as caras publicamente, emprestando seus sorrisos amarelados e cínicos como rosto do movimento e conferindo a este seu próprio prestígio social (sempre havendo também os que dominam a arte de transitar por entre esses dois mundos cujas fronteiras são cada vez menos visíveis).</p>



<p class="wp-block-paragraph">Mas de tudo o que se poderia citar, nada se compara ao cimo do edifício religioso, ato supremo do qual decorre todo o corpo de fé subsequente: o sacrifício. Se os elementos que foram subvertidos estão ancorados numa fé e num rito cuja razão de ser é o sacrifício por excelência — o de Nosso Senhor no Calvário —, de nada valeria apropriar-se deles sem fazê-lo também em relação ao que lhes fundamenta, e é assim que os novos fiéis são convocados a participar da máxima oferta: não recebendo o Corpo e o Sangue do próprio Deus que se sacrifica para salvar os Seus filhos, mas, ao contrário, entregando a própria vida para salvar a narrativa digna de sua adoração. Não sendo este cenário trágico o bastante, os novos sacerdotes voltam-se ainda para aquelas que, por sua pureza e inocência, sempre configuraram as vítimas perfeitas aos olhos dos satanistas. Não foi suficiente que 42% do total de mortes em 2021, ou seja, quase metade das mortes no planeta em um ano, tenha ocorrido devido ao aborto. Não foi suficiente que singelos <em>quarenta e dois milhões e seiscentos mil</em> bebês tenham sido esquartejados no ventre de suas mães em um único ano. Não — é preciso imolar mais e mais vítimas no altar do deus-sol do século XXI, o que já começou a ser feito através da vacinação infantil obrigatória.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Enquanto no início de toda Santa Missa, antes de aproximar-se do altar em que mais tarde se repetirá o sacrifício do Calvário, o Padre recita, alternadamente com os fiéis, o belíssimo salmo 42, anunciando: “<em>Introibo ad altare Dei</em>” — “subirei ao altar de Deus”, os novos fiéis hoje levantam seus olhos marejados de comoção ao tabernáculo profano de seus senhores e proclamam: “Subiremos ao altar dos homens”. Já não o fazem solitários — levam agora também a seus filhos pela mão, como um Abraão às avessas</p>



<p class="wp-block-paragraph">Mais do que nunca estende-se à nossa frente a necessidade de escolher diante de qual desses dois altares iremos nos prostrar. É impossível fazê-lo a ambos e um terceiro não há. Uma vez tomada a única decisão inteligente, será preciso recordar que “o servo não é maior do que seu senhor” (Jo 13, 16): o nosso sacrificado é o próprio Deus, e o nosso Rei veste uma coroa de espinhos; ou aceitamos de uma vez por todas e sem queixumes nossa parcela de autossacrifício nessa história, resolvendo-nos a perseverar até o fim (Mt 24, 13), independentemente dos resultados mais imediatos e dos caminhos aos quais essa escolha possa nos levar, ou já teremos perdido a batalha de antemão, posto que já teremos perdido a fé, caso em que será mais digno sequer tomar parte nela em primeiro lugar</p>



<p class="wp-block-paragraph">Aquele que disse: “Se eles me perseguiram a mim, também vos hão-de perseguir a vós” (Jo 15, 20) foi o mesmo que disse: “Haveis de ter aflições no mundo; mas tende confiança, eu venci o mundo” (Jo 16, 33).<br><span data-tooltip-position="top" data-tooltip="''Quo vadis'' é uma frase em latim, que significa ''para onde vais?''."><em>Quo vadis?</em></span></p>



<br>



<p class="has-text-align-right wp-block-paragraph">Escrito por <a href="https://culturadefato.com.br/author/danielmarcondes/">Daniel Marcondes</a>.</p>



<br>



<p class="has-background has-very-light-gray-background-color wp-block-paragraph">Notas:</p>



<ol class="wp-block-list">
<li id="Nota01">Milton, John. <em>Paradise lost</em>, canto I. <a href="#Ref01"><img decoding="async" width="14" height="10" class="wp-image-105" src="https://culturadefato.com.br/wp-content/uploads/2020/06/Subir.jpg" alt="Subir"></a></li>



<li id="Nota02">Martin, Malachi. <em><a href="https://amzn.to/3FTP7rz" target="_blank" rel="noreferrer noopener sponsored nofollow">Windswept House: A Vatican Novel</a></em>, p. 7. Nova York: Doubleday, 1996. <a href="#Ref02"><img loading="lazy" decoding="async" width="14" height="10" class="wp-image-105" style="width: 14px;" src="https://culturadefato.com.br/wp-content/uploads/2020/06/Subir.jpg" alt="Subir"></a></li>



<li id="Nota03">Refiro-me aqui apenas ao plano digamos externo e “estético” da questão, ou seja, às imagens, símbolos e discursos sob os quais esse domínio comunoglobalista escolhe se apresentar, o qual, a meu ver, segue e continuará seguindo o modelo de um sincretismo ecumenista, e não o do ateísmo clássico. Do ponto de vista da experiência real, porém, ambos são apenas dois modos diferentes de descrever uma mesma situação: todo ateísmo, que só faz rodar em círculos trocando um princípio criador por outro sem jamais resolver o problema, deságua em um “crer em tudo”, e todo sincretismo ou ecumenismo, pela anulação mútua a que submete os princípios envolvidos, é um “não crer em nada”.  <a href="#Ref03"><img loading="lazy" decoding="async" width="14" height="10" class="wp-image-105" style="width: 14px;" src="https://culturadefato.com.br/wp-content/uploads/2020/06/Subir.jpg" alt="Subir"></a></li>
</ol>



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<p class="has-background has-very-light-gray-background-color wp-block-paragraph" id="NotasEditoria"><strong>Notas da editoria:</strong><br><br><strong>1</strong>. Imagem de capa: “Saturno devorando seu filho&#8221; (1636), do pintor brabantino Peter Paul Rubens (1577 &#8211; 1640). <a href="#main"><img loading="lazy" decoding="async" width="17" height="14" class="wp-image-16646" style="width: 17px;" src="https://culturadefato.com.br/wp-content/uploads/2020/07/Subir_FundoCinza.jpg" alt="Subir com fundo cinza"></a><br><strong>2</strong>. Este artigo foi originalmente publicado em 24 de janeiro de 2022. Sete de julho de 2025 corresponde à última edição. <a href="#RefNotasEditoria"><img loading="lazy" decoding="async" width="17" height="14" class="wp-image-16646" style="width: 17px;" src="https://culturadefato.com.br/wp-content/uploads/2020/07/Subir_FundoCinza.jpg" alt="Subir com fundo cinza"></a></p>



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<h2 class="wp-block-heading has-text-align-center">Mais do autor:</h2>



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<section id="gm8ae840c" class="wp-block-gutentor-m0 alignfull section-gm8ae840c gutentor-module gutentor-module-carousel has-color-bg has-custom-bg gutentor-slick-a-default-desktop gutentor-slick-a-default-tablet gutentor-slick-a-default-mobile"><div class="grid-container"><div class="gutentor-module-carousel-row" data-dots="false" data-dotstablet="false" data-dotsmobile="false" data-arrows="true" data-arrowstablet="true" data-arrowsmobile="true" data-infinite="true" data-autoplay="true" data-draggable="true" data-pauseonfocus="true" data-pauseonhover="true" data-autoplayspeed="4500" data-cmondesktop="false" data-cmontablet="false" data-cmonmobile="false" data-nextarrow="fas fa-angle-right" data-prevarrow="fas fa-angle-left" data-arrowspositiondesktop="gutentor-slick-a-default-desktop" data-arrowspositiontablet="gutentor-slick-a-default-tablet" data-arrowspositionmobile="gutentor-slick-a-default-mobile" data-speed="300" data-slideitemdesktop="2" data-slideitemtablet="3" data-slideitemmobile="2" data-slidescroll-desktop="2" data-slidescroll-tablet="3" data-slidescroll-mobile="2">
<div id="col-gmb7aac2" class="wp-block-gutentor-m0-col col-gmb7aac2 gutentor-carousel-item"><div id="section-gmb7aac2" class="section-gmb7aac2 gutentor-col-wrap has-color-bg has-custom-bg">
<div id="section-ge721f7" class="wp-block-gutentor-e6 section-ge721f7 gutentor-element gutentor-element-image text-align-center-desktop"><div class="gutentor-element-image-box"><a class="gutentor-element-image-link" href="https://culturadefato.com.br/verdade-e-falsidade/"><div class="gutentor-image-thumb"><img decoding="async" class="normal-image" src="https://culturadefato.com.br/wp-content/uploads/2024/03/TheEarlyScholar_1865_EastmanJohnson.jpg" alt="Obra: &quot;The Early Scholar&quot; (1865), por Eastman Johnson (1824 - 1906)."/></div></a></div></div>



<p class="has-text-align-center wp-block-paragraph"><a href="https://culturadefato.com.br/postagens-selecionadas-do-telegram-marco-de-2023/"></a><br><em><a href="https://culturadefato.com.br/verdade-e-falsidade/">Verdade e falsidade</a></em></p>
</div></div>



<div id="col-g-146yjem" class="wp-block-gutentor-m0-col col-g-146yjem gutentor-carousel-item"><div id="section-g-146yjem" class="section-g-146yjem gutentor-col-wrap has-color-bg has-custom-bg">
<div id="section-g-s2xjixq" class="wp-block-gutentor-e6 section-g-s2xjixq gutentor-element gutentor-element-image text-align-center-desktop"><div class="gutentor-element-image-box"><a class="gutentor-element-image-link" href="https://culturadefato.com.br/literatos-de-monociclo/"><div class="gutentor-image-thumb"><img decoding="async" class="normal-image" src="https://culturadefato.com.br/wp-content/uploads/2024/01/Stanczyk_1862_JanMatejko.jpg" alt="Obra: “Stańczyk” (1862), de Jan Matejko (1838 – 1893)."/></div></a></div></div>



<p class="has-text-align-center wp-block-paragraph"><a href="https://culturadefato.com.br/postagens-selecionadas-do-telegram-marco-de-2023/"></a><br><a href="https://culturadefato.com.br/reino-dividido/">Literatos de m</a><a href="https://culturadefato.com.br/literatos-de-monociclo/">onociclo</a></p>
</div></div>



<div id="col-gm351943" class="wp-block-gutentor-m0-col col-gm351943 gutentor-carousel-item"><div id="section-gm351943" class="section-gm351943 gutentor-col-wrap has-color-bg has-custom-bg">
<div id="section-gb80a6e" class="wp-block-gutentor-e6 section-gb80a6e gutentor-element gutentor-element-image text-align-center-desktop"><div class="gutentor-element-image-box"><a class="gutentor-element-image-link" href="https://culturadefato.com.br/reino-dividido/"><div class="gutentor-image-thumb"><img decoding="async" class="normal-image" src="https://culturadefato.com.br/wp-content/uploads/2024/01/JuramentoDoJogoPela_Jacques-LouisDavid.jpg" alt="Obra “O Juramento do Jogo da Péla” (1791), de Jacques-Louis David (1748 – 1825)."/></div></a></div></div>



<p class="has-text-align-center wp-block-paragraph"><a href="https://culturadefato.com.br/postagens-selecionadas-do-telegram-marco-de-2023/"></a><br><a href="https://culturadefato.com.br/reino-dividido/">Reino dividido</a></p>
</div></div>



<div id="col-gmc0cdaa" class="wp-block-gutentor-m0-col col-gmc0cdaa gutentor-carousel-item"><div id="section-gmc0cdaa" class="section-gmc0cdaa gutentor-col-wrap has-color-bg has-custom-bg">
<div id="section-gd52836" class="wp-block-gutentor-e6 section-gd52836 gutentor-element gutentor-element-image text-align-center-desktop"><div class="gutentor-element-image-box"><a class="gutentor-element-image-link" href="https://culturadefato.com.br/dia-das-bruxas-ou-dia-do-rei/"><div class="gutentor-image-thumb"><img decoding="async" class="normal-image" src="https://culturadefato.com.br/wp-content/uploads/2023/10/EternalFlame_DianaJanson.jpg" alt="Obra: &quot;Eternal flame&quot; (2016), por Diana Janson."/></div></a></div></div>



<p class="has-text-align-center wp-block-paragraph"><a href="https://culturadefato.com.br/postagens-selecionadas-do-telegram-marco-de-2023/"></a><br><a href="https://culturadefato.com.br/dia-das-bruxas-ou-dia-do-rei/">Dia das bruxas ou dia do Rei?</a></p>
</div></div>



<div id="col-gmfe97a1" class="wp-block-gutentor-m0-col col-gmfe97a1 gutentor-carousel-item"><div id="section-gmfe97a1" class="section-gmfe97a1 gutentor-col-wrap has-color-bg has-custom-bg">
<div id="section-gcbde01" class="wp-block-gutentor-e6 section-gcbde01 gutentor-element gutentor-element-image text-align-center-desktop"><div class="gutentor-element-image-box"><a class="gutentor-element-image-link" href="https://culturadefato.com.br/a-morte-do-gramofone/"><div class="gutentor-image-thumb"><img decoding="async" class="normal-image" src="https://culturadefato.com.br/wp-content/uploads/2023/10/HisMastersVoice_Francis-Barraud.jpg" alt="“His Master’s Voice” (1898), de Francis Barraud (1856 – 1924), pintura mundialmente conhecida como logotipo da gravadora americana RCA Victor."/></div></a></div></div>



<p class="has-text-align-center wp-block-paragraph"><a href="https://culturadefato.com.br/postagens-selecionadas-do-telegram-marco-de-2023/"></a><br><a href="https://culturadefato.com.br/a-morte-do-gramofone/">A morte do gramofone</a></p>
</div></div>



<div id="col-gm7ffa4e" class="wp-block-gutentor-m0-col col-gm7ffa4e gutentor-carousel-item"><div id="section-gm7ffa4e" class="section-gm7ffa4e gutentor-col-wrap has-color-bg has-custom-bg">
<div id="section-gb63807" class="wp-block-gutentor-e6 section-gb63807 gutentor-element gutentor-element-image text-align-center-desktop"><div class="gutentor-element-image-box"><a class="gutentor-element-image-link" href="https://culturadefato.com.br/messianismo-freudiano/"><div class="gutentor-image-thumb"><img decoding="async" class="normal-image" src="https://culturadefato.com.br/wp-content/uploads/2023/09/TheIsraelitesDancingAroungTheGoldenCalf.jpg" alt="Obra: &quot;The Israelites Dancing Aroung the Golden Calf&quot; (1899), por Henri Paul Motte (1846-1922)."/></div></a></div></div>



<p class="has-text-align-center wp-block-paragraph"><a href="https://culturadefato.com.br/postagens-selecionadas-do-telegram-marco-de-2023/"></a><br><a href="https://culturadefato.com.br/messianismo-freudiano/">Messianismo freudiano</a></p>
</div></div>



<div id="col-gmd98979" class="wp-block-gutentor-m0-col col-gmd98979 gutentor-carousel-item"><div id="section-gmd98979" class="section-gmd98979 gutentor-col-wrap has-color-bg has-custom-bg">
<div id="section-g3da01f" class="wp-block-gutentor-e6 section-g3da01f gutentor-element gutentor-element-image text-align-center-desktop"><div class="gutentor-element-image-box"><a class="gutentor-element-image-link" href="https://culturadefato.com.br/a-corrupcao-dos-olhares/"><div class="gutentor-image-thumb"><img decoding="async" class="normal-image" src="https://culturadefato.com.br/wp-content/uploads/2023/08/GustaveCaillebotte_YoungManAtHisWindow.jpg" alt="Obra: &quot;Young Man at His Window&quot; (1876), por Gustave Caillebotte (1848 - 1894)"/></div></a></div></div>



<p class="has-text-align-center wp-block-paragraph"><a href="https://culturadefato.com.br/postagens-selecionadas-do-telegram-marco-de-2023/"></a><br><a href="https://culturadefato.com.br/a-corrupcao-dos-olhares/">A corrupção dos olhares</a></p>
</div></div>



<div id="col-gm1562ea" class="wp-block-gutentor-m0-col col-gm1562ea gutentor-carousel-item"><div id="section-gm1562ea" class="section-gm1562ea gutentor-col-wrap has-color-bg has-custom-bg">
<div id="section-g893f42" class="wp-block-gutentor-e6 section-g893f42 gutentor-element gutentor-element-image text-align-center-desktop"><div class="gutentor-element-image-box"><a class="gutentor-element-image-link" href="https://culturadefato.com.br/sobre-a-vocacao/"><div class="gutentor-image-thumb"><img decoding="async" class="normal-image" src="https://culturadefato.com.br/wp-content/uploads/2023/07/ThePassionOfCreation_LeonidPasternak.jpg" alt="Obra: &quot;The Passion of Creation&quot;, Leonid Pasternak (1862 – 1945)"/></div></a></div></div>



<p class="has-text-align-center wp-block-paragraph"><br><a href="https://culturadefato.com.br/sobre-a-vocacao/">Sobre a vocação</a></p>
</div></div>



<div id="col-gm6cbaad" class="wp-block-gutentor-m0-col col-gm6cbaad gutentor-carousel-item"><div id="section-gm6cbaad" class="section-gm6cbaad gutentor-col-wrap has-color-bg has-custom-bg">
<div id="section-g13e3b5" class="wp-block-gutentor-e6 section-g13e3b5 gutentor-element gutentor-element-image text-align-center-desktop"><div class="gutentor-element-image-box"><a class="gutentor-element-image-link" href="https://culturadefato.com.br/fogo-fatuo/"><div class="gutentor-image-thumb"><img decoding="async" class="normal-image" src="https://culturadefato.com.br/wp-content/uploads/2023/06/MoisesSarcaArdenteDomenicoFetti.jpg" alt="Obra &quot;Moisés diante da sarça ardente&quot; (c. 1613 - 1614), por Domenico Fetti (1589 - ?)."/></div></a></div></div>



<p class="has-text-align-center wp-block-paragraph"><a href="https://culturadefato.com.br/postagens-selecionadas-do-telegram-marco-de-2023/"></a><br><a href="https://culturadefato.com.br/fogo-fatuo/">Fogo-fátuo</a></p>
</div></div>



<div id="col-gmf1e8f6" class="wp-block-gutentor-m0-col col-gmf1e8f6 gutentor-carousel-item"><div id="section-gmf1e8f6" class="section-gmf1e8f6 gutentor-col-wrap has-color-bg has-custom-bg">
<div id="section-g05047e" class="wp-block-gutentor-e6 section-g05047e gutentor-element gutentor-element-image text-align-center-desktop"><div class="gutentor-element-image-box"><a class="gutentor-element-image-link" href="https://culturadefato.com.br/os-ovnis-outra-vez-e-a-letargia-coletiva/"><div class="gutentor-image-thumb"><img decoding="async" class="normal-image" src="https://culturadefato.com.br/wp-content/uploads/2021/04/SaoWolfgang_e_o_Diabo_MichaelPacher.jpg" alt="Recorte da obra: &quot;São Wolfgang e o Diabo&quot;, criada pelo pintor e escultor austríaco Michael Pacher (1435 - 1498)."/></div></a></div></div>



<p class="has-text-align-center wp-block-paragraph"><a href="https://culturadefato.com.br/postagens-selecionadas-do-telegram-marco-de-2023/"></a><br><a href="https://culturadefato.com.br/os-ovnis-outra-vez-e-a-letargia-coletiva/">Os OVNIs (outra vez) e a letargia coletiva</a></p>
</div></div>



<div id="col-gm9316ba" class="wp-block-gutentor-m0-col col-gm9316ba gutentor-carousel-item"><div id="section-gm9316ba" class="section-gm9316ba gutentor-col-wrap has-color-bg has-custom-bg">
<div id="section-g9974f8" class="wp-block-gutentor-e6 section-g9974f8 gutentor-element gutentor-element-image text-align-center-desktop"><div class="gutentor-element-image-box"><a class="gutentor-element-image-link" href="https://culturadefato.com.br/palavras-do-avesso/"><div class="gutentor-image-thumb"><img decoding="async" class="normal-image" src="https://culturadefato.com.br/wp-content/uploads/2023/05/SaoJeronimoEscrevendo_1607_Caravaggio.jpg" alt="Obra &quot;São Jerônimo escrevendo&quot; (c. 1607), de Caravaggio (1571 – 1610)."/></div></a></div></div>



<p class="has-text-align-center wp-block-paragraph"><br><a href="https://culturadefato.com.br/palavras-do-avesso/">Palavras do avesso</a></p>
</div></div>



<div id="col-gmf5235c" class="wp-block-gutentor-m0-col col-gmf5235c gutentor-carousel-item"><div id="section-gmf5235c" class="section-gmf5235c gutentor-col-wrap">
<div id="section-g7dc3ac" class="wp-block-gutentor-e6 section-g7dc3ac gutentor-element gutentor-element-image gutentor-enabled-width text-align-center-desktop"><div class="gutentor-element-image-box"><a class="gutentor-element-image-link" href="https://culturadefato.com.br/educacao-e-anti-educacao/"><div class="gutentor-image-thumb"><img decoding="async" class="normal-image" src="https://culturadefato.com.br/wp-content/uploads/2023/04/TheSevereTeacher_JanSteen.jpg" alt="Obra: &quot;The severe teacher&quot; (1668), por Jan Steen (1626 – 1679)."/></div></a></div></div>



<p class="has-text-align-center wp-block-paragraph"><br><a href="https://culturadefato.com.br/educacao-e-anti-educacao/">Educação e anti-educação</a></p>
</div></div>



<div id="col-gme52d41" class="wp-block-gutentor-m0-col col-gme52d41 gutentor-carousel-item"><div id="section-gme52d41" class="section-gme52d41 gutentor-col-wrap">
<div id="section-g5385f2" class="wp-block-gutentor-e6 section-g5385f2 gutentor-element gutentor-element-image gutentor-enabled-width text-align-center-desktop"><div class="gutentor-element-image-box"><a class="gutentor-element-image-link" href="https://culturadefato.com.br/a-falacia-da-construcao-social/"><div class="gutentor-image-thumb"><img decoding="async" class="normal-image" src="https://culturadefato.com.br/wp-content/uploads/2023/03/AReproducaoInterdita_1937_ReneMagritte.jpg" alt="Obra: &quot;A Reproducao Interdita&quot; (1937), por René Magritte (1898 - 1967)."/></div></a></div></div>



<p class="has-text-align-center wp-block-paragraph"><br><a href="https://culturadefato.com.br/a-falacia-da-construcao-social/">A falácia da construção social</a></p>
</div></div>



<div id="col-gm47ee36" class="wp-block-gutentor-m0-col col-gm47ee36 gutentor-carousel-item"><div id="section-gm47ee36" class="section-gm47ee36 gutentor-col-wrap">
<div id="section-gf31ead" class="wp-block-gutentor-e6 section-gf31ead gutentor-element gutentor-element-image gutentor-enabled-width text-align-center-desktop"><div class="gutentor-element-image-box"><a class="gutentor-element-image-link" href="https://culturadefato.com.br/a-experiencia-do-profeta/"><div class="gutentor-image-thumb"><img decoding="async" class="normal-image" src="https://culturadefato.com.br/wp-content/uploads/2023/02/ProfetaIsaias_AntonioBalestra.jpg" alt="Obra: &quot;Profeta Isaías&quot; (1707), de Antonio Balestra (1666 - 1740)"/></div></a></div></div>



<p class="has-text-align-center wp-block-paragraph"><br><a href="https://culturadefato.com.br/a-experiencia-do-profeta/">A experiência do profeta</a></p>
</div></div>



<div id="col-gm16be08" class="wp-block-gutentor-m0-col col-gm16be08 gutentor-carousel-item"><div id="section-gm16be08" class="section-gm16be08 gutentor-col-wrap">
<div id="section-g8a8420" class="wp-block-gutentor-e6 section-g8a8420 gutentor-element gutentor-element-image"><div class="gutentor-element-image-box"><a class="gutentor-element-image-link" href="https://culturadefato.com.br/entre-santos-e-reis/"><div class="gutentor-image-thumb"><img decoding="async" class="normal-image" src="https://culturadefato.com.br/wp-content/uploads/2023/02/SaintLouis_1844_EmileSignol.jpg" alt="Obra: &quot;Louis IX, dit Saint Louis, Roi de France (1215-1270)&quot; (1844), por Émile Signol (1804 – 1892)."/></div></a></div></div>



<p class="has-text-align-center wp-block-paragraph"><br><a href="https://culturadefato.com.br/entre-santos-e-reis/">Entre santos e reis</a></p>
</div></div>



<div id="col-gma7a39b" class="wp-block-gutentor-m0-col col-gma7a39b gutentor-carousel-item"><div id="section-gma7a39b" class="section-gma7a39b gutentor-col-wrap">
<div id="section-g1e169f" class="wp-block-gutentor-e6 section-g1e169f gutentor-element gutentor-element-image"><div class="gutentor-element-image-box"><a class="gutentor-element-image-link" href="https://culturadefato.com.br/monocromatismo-mental/"><div class="gutentor-image-thumb"><img decoding="async" class="normal-image" src="https://culturadefato.com.br/wp-content/uploads/2023/02/SemTituloJackMallon.jpg" alt="Obra sem título, de Jack Mallon"/></div></a></div></div>



<p class="has-text-align-center wp-block-paragraph"><br><a href="https://culturadefato.com.br/monocromatismo-mental/">Monocromatismo mental</a></p>
</div></div>



<div id="col-gm61f1f2" class="wp-block-gutentor-m0-col col-gm61f1f2 gutentor-carousel-item"><div id="section-gm61f1f2" class="section-gm61f1f2 gutentor-col-wrap">
<div id="section-ge706dc" class="wp-block-gutentor-e6 section-ge706dc gutentor-element gutentor-element-image"><div class="gutentor-element-image-box"><a class="gutentor-element-image-link" href="https://culturadefato.com.br/saber-e-querer-saber/"><div class="gutentor-image-thumb"><img decoding="async" class="normal-image" src="https://culturadefato.com.br/wp-content/uploads/2023/01/SaoPaulo_EscrevendoEpistolas.jpg" alt="São Paulo escrevendo suas epístolas, atribuído a Valentin de Boulogne (1591 – 1632)."/></div></a></div></div>



<p class="has-text-align-center wp-block-paragraph"><br><a href="https://culturadefato.com.br/saber-e-querer-saber/">Saber é querer saber</a></p>
</div></div>



<div id="col-gm3a8ae5" class="wp-block-gutentor-m0-col col-gm3a8ae5 gutentor-carousel-item"><div id="section-gm3a8ae5" class="section-gm3a8ae5 gutentor-col-wrap">
<div id="section-g87a81e" class="wp-block-gutentor-e6 section-g87a81e gutentor-element gutentor-element-image"><div class="gutentor-element-image-box"><a class="gutentor-element-image-link" href="https://culturadefato.com.br/primatas-no-diva/"><div class="gutentor-image-thumb"><img decoding="async" class="normal-image" src="https://culturadefato.com.br/wp-content/uploads/2023/01/OurPsychoanalystsDrFreudIntroducesPatientToHerUnconscious.jpg" alt="Obra: &quot;Dr. Freud Introduz Uma Paciente em seu Inconsciente&quot; (1929), por William Henry Dyson (1880 - 1938)."/></div></a></div></div>



<p class="has-text-align-center wp-block-paragraph"><br><a href="https://culturadefato.com.br/primatas-no-diva/">Primatas no divã</a></p>
</div></div>



<div id="col-gm1a46df" class="wp-block-gutentor-m0-col col-gm1a46df gutentor-carousel-item"><div id="section-gm1a46df" class="section-gm1a46df gutentor-col-wrap">
<div id="section-g0d8608" class="wp-block-gutentor-e6 section-g0d8608 gutentor-element gutentor-element-image"><div class="gutentor-element-image-box"><a class="gutentor-element-image-link" href="https://culturadefato.com.br/entre-as-nuvens-e-a-lama/"><div class="gutentor-image-thumb"><img decoding="async" class="normal-image" src="https://culturadefato.com.br/wp-content/uploads/2022/11/PocaDeLamaNoDeserto_EricaGreen.jpg" alt="Obra &quot;Poça de lama no deserto&quot;, por Erica Green."/></div></a></div></div>



<p class="has-text-align-center wp-block-paragraph"><br><a href="https://culturadefato.com.br/entre-as-nuvens-e-a-lama/">Entre as nuvens e a lama</a></p>
</div></div>



<div id="col-gm84d8cb" class="wp-block-gutentor-m0-col col-gm84d8cb gutentor-carousel-item"><div id="section-gm84d8cb" class="section-gm84d8cb gutentor-col-wrap">
<div id="section-g2e0fd2" class="wp-block-gutentor-e6 section-g2e0fd2 gutentor-element gutentor-element-image"><div class="gutentor-element-image-box"><a class="gutentor-element-image-link" href="https://culturadefato.com.br/o-cristianismo-como-ideia/"><div class="gutentor-image-thumb"><img decoding="async" class="normal-image" src="https://culturadefato.com.br/wp-content/uploads/2022/11/CreationOfAdam_BradleyJParrish.jpg" alt="Obra &quot;Creation of Adam&quot;, por Bradley J. Parrish"/></div></a></div></div>



<p class="has-text-align-center wp-block-paragraph"><br><a href="https://culturadefato.com.br/o-cristianismo-como-ideia/">O cristianismo como ideia</a></p>
</div></div>



<div id="col-gmaeb26b" class="wp-block-gutentor-m0-col col-gmaeb26b gutentor-carousel-item"><div id="section-gmaeb26b" class="section-gmaeb26b gutentor-col-wrap">
<div id="section-g9c72ff" class="wp-block-gutentor-e6 section-g9c72ff gutentor-element gutentor-element-image"><div class="gutentor-element-image-box"><a class="gutentor-element-image-link" href="https://culturadefato.com.br/ciencia-e-ideologia/"><div class="gutentor-image-thumb"><img decoding="async" class="normal-image" src="https://culturadefato.com.br/wp-content/uploads/2022/08/AnAlchemistsLaboratory_JohannesStradanusJanVanDerStraet.jpg" alt="Obra: &quot;An Alchemist's Laboratory&quot; (1570), por Johannes Stradanus (1523 -1605)"/></div></a></div></div>



<p class="has-text-align-center wp-block-paragraph"><br><a href="https://culturadefato.com.br/ciencia-e-ideologia/">Ciência e ideologia</a></p>
</div></div>



<div id="col-gmc00bfa" class="wp-block-gutentor-m0-col col-gmc00bfa gutentor-carousel-item"><div id="section-gmc00bfa" class="section-gmc00bfa gutentor-col-wrap">
<div id="section-g533e9d" class="wp-block-gutentor-e6 section-g533e9d gutentor-element gutentor-element-image"><div class="gutentor-element-image-box"><a class="gutentor-element-image-link" href="https://culturadefato.com.br/fragmentacao-historica/"><div class="gutentor-image-thumb"><img decoding="async" class="normal-image" src="https://culturadefato.com.br/wp-content/uploads/2022/08/GenerationGap_TroyRohn.jpg" alt="Obra: &quot;Generation Gap&quot;, por Troy Rohn"/></div></a></div></div>



<p class="has-text-align-center wp-block-paragraph"><br><a href="https://culturadefato.com.br/fragmentacao-historica/">Fragmentação histórica</a></p>
</div></div>



<div id="col-gmc82832" class="wp-block-gutentor-m0-col col-gmc82832 gutentor-carousel-item"><div id="section-gmc82832" class="section-gmc82832 gutentor-col-wrap">
<div id="section-g4d7212" class="wp-block-gutentor-e6 section-g4d7212 gutentor-element gutentor-element-image"><div class="gutentor-element-image-box"><a class="gutentor-element-image-link" href="https://culturadefato.com.br/o-cristao-e-sua-expressao/"><div class="gutentor-image-thumb"><img decoding="async" class="normal-image" src="https://culturadefato.com.br/wp-content/uploads/2022/08/PrayingDorinaCostras.jpg" alt="Obra &quot;Praying&quot; (2017), por Dorina Costras"/></div></a></div></div>



<p class="has-text-align-center wp-block-paragraph"><br><a href="https://culturadefato.com.br/o-cristao-e-sua-expressao/">O cristão e sua expressão</a></p>
</div></div>



<div id="col-gm3dc892" class="wp-block-gutentor-m0-col col-gm3dc892 gutentor-carousel-item"><div id="section-gm3dc892" class="section-gm3dc892 gutentor-col-wrap">
<div id="section-ge8f4b7" class="wp-block-gutentor-e6 section-ge8f4b7 gutentor-element gutentor-element-image"><div class="gutentor-element-image-box"><a class="gutentor-element-image-link" href="https://culturadefato.com.br/sobre-filosofia-leis-morais-e-ciencia-moderna/"><div class="gutentor-image-thumb"><img decoding="async" class="normal-image" src="https://culturadefato.com.br/wp-content/uploads/2022/08/AlexaMeade.jpg" alt="Obra de Alexa Meade. Obs.: Não é uma pintura a óleo, é um modelo coberto de tinta acrílica."/></div></a></div></div>



<p class="has-text-align-center wp-block-paragraph"><br><a href="https://culturadefato.com.br/sobre-filosofia-leis-morais-e-ciencia-moderna/">Sobre filosofia, leis morais e ciência moderna</a></p>
</div></div>



<div id="col-gmda292d" class="wp-block-gutentor-m0-col col-gmda292d gutentor-carousel-item"><div id="section-gmda292d" class="section-gmda292d gutentor-col-wrap">
<div id="section-g9b50c7" class="wp-block-gutentor-e6 section-g9b50c7 gutentor-element gutentor-element-image"><div class="gutentor-element-image-box"><a class="gutentor-element-image-link" href="https://culturadefato.com.br/em-busca-do-eterno/"><div class="gutentor-image-thumb"><img decoding="async" class="normal-image" src="https://culturadefato.com.br/wp-content/uploads/2022/05/TouchOfHorizon_LeonildAlfremov.jpg" alt="Obra: &quot;Touch of horizon&quot;, de Leonid Afremov (1955 - 2019)."/></div></a></div></div>



<p class="has-text-align-center wp-block-paragraph"><br><a href="https://culturadefato.com.br/em-busca-do-eterno/">Em busca do eterno</a></p>
</div></div>



<div id="col-gm45c343" class="wp-block-gutentor-m0-col col-gm45c343 gutentor-carousel-item"><div id="section-gm45c343" class="section-gm45c343 gutentor-col-wrap">
<div id="section-gff9079" class="wp-block-gutentor-e6 section-gff9079 gutentor-element gutentor-element-image"><div class="gutentor-element-image-box"><a class="gutentor-element-image-link" href="https://culturadefato.com.br/vigiar-e-punir-estuprar-e-omitir/"><div class="gutentor-image-thumb"><img decoding="async" class="normal-image" src="https://culturadefato.com.br/wp-content/uploads/2021/04/MichelFoucault.jpg" alt="Michel Foucault"/></div></a></div></div>



<p class="has-text-align-center wp-block-paragraph"><br><a href="https://culturadefato.com.br/vigiar-e-punir-estuprar-e-omitir/">Vigiar e punir, estuprar e omitir</a></p>
</div></div>



<div id="col-gm55bf20" class="wp-block-gutentor-m0-col col-gm55bf20 gutentor-carousel-item"><div id="section-gm55bf20" class="section-gm55bf20 gutentor-col-wrap">
<div id="section-g2a1054" class="wp-block-gutentor-e6 section-g2a1054 gutentor-element gutentor-element-image"><div class="gutentor-element-image-box"><a class="gutentor-element-image-link" href="https://culturadefato.com.br/sub-specie-aeternitatis/"><div class="gutentor-image-thumb"><img decoding="async" class="normal-image" src="https://culturadefato.com.br/wp-content/uploads/2021/01/TheDivineComedy.jpg" alt="obra: “Discutindo a Divina Comédia com Dante”, criada em 2006 pelos taiwaneses Dai Dudu, Li Tieze e Zhang An"/></div></a></div></div>



<p class="has-text-align-center wp-block-paragraph"><br><a href="https://culturadefato.com.br/sub-specie-aeternitatis/">Sub Specie Aeternitatis</a></p>
</div></div>
</div></div></section>



<br>
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		<item>
		<title>O Clube Bilderberger</title>
		<link>https://culturadefato.com.br/o-clube-bilderberger/</link>
					<comments>https://culturadefato.com.br/o-clube-bilderberger/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Ipojuca Pontes]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 28 Mar 2024 00:48:42 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Filosofia e História]]></category>
		<category><![CDATA[Clube Bilderberger]]></category>
		<category><![CDATA[Clube de Roma]]></category>
		<category><![CDATA[David Rockfeller]]></category>
		<category><![CDATA[Globalistas]]></category>
		<category><![CDATA[Henry Kissinger]]></category>
		<category><![CDATA[Ian Fleming]]></category>
		<category><![CDATA[Instituto Tavistock]]></category>
		<category><![CDATA[Jacob Rothschild]]></category>
		<category><![CDATA[Jimmy Carter]]></category>
		<category><![CDATA[Laurence Rockefeller]]></category>
		<category><![CDATA[Mídia Sem Máscara]]></category>
		<category><![CDATA[Nova Ordem Mundial]]></category>
		<category><![CDATA[Olavo de Carvalho]]></category>
		<category><![CDATA[ONU]]></category>
		<category><![CDATA[Pol Pot]]></category>
		<category><![CDATA[Príncipe Bernardo de Holanda]]></category>
		<category><![CDATA[Religião Universal]]></category>
		<category><![CDATA[Socialistas]]></category>
		<category><![CDATA[Socialistas Fabianos]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://culturadefato.com.br/?p=20785</guid>

					<description><![CDATA[<p>“Os integrantes do Clube de Bilderber tem como objetivo livrar o mundo dos Estados Nação, estabelecendo em seu lugar, por via de consequência, uma Nova Ordem Mundial, com um só governo, um só exército e uma só religião.”</p>
<p>O post <a href="https://culturadefato.com.br/o-clube-bilderberger/">O Clube Bilderberger</a> apareceu primeiro em <a href="https://culturadefato.com.br">Cultura de Fato</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="has-text-align-center wp-block-paragraph">“<em>A Nova Ordem Mundial emergirá do caos.</em>”<br>David Rockefeller (1915 &#8211; 2017)</p>



<hr class="wp-block-separator has-alpha-channel-opacity is-style-wide"/>



<br>



<p class="has-drop-cap wp-block-paragraph">A primeira vez que ouvi falar do Clube Bilderberger (pela boca do meu amigo Olavo de Carvalho), pensei que se tratasse de uma cervejaria alemã ou mesmo, quem sabe, de algum sofisticado antro de prostituição nos confins da Europa ocidental: Clu-be Bil-der-ber-ger… Clu-be Bil-der-ber-ger… — bem, não se esquece fácil um nome desses.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Passou-se. Outro dia, transitando pela intransitável <a href="https://culturadefato.com.br/sao-paulo-nao-dorme-paulistanos-nao-acordam/">cidade de São Paulo</a>, entrei num velho sebo e dei de cara com uma cópia xerocada do livro “<a href="https://amzn.to/3TWzoSV" target="_blank" rel="noreferrer noopener sponsored nofollow">A verdadeira história do Clube Bilderberger</a>”, do jornalista e dissidente russo <a href="https://culturadefato.com.br/author/danielestulin/">Daniel Estulin</a>, com tradução de Ignácio Trofino e Marta-Ingrid Rebon, publicado pela Editorial Planeta, em 2005. Comprei-a no ato. O Clube Bilderberger é tudo aquilo que acreditamos só existir na literatura fantástica ou nas narrativas de <span data-tooltip-position="top" data-tooltip="Ian Lancaster Fleming (1908 - 1964) foi um militar, escritor e jornalista britânico mais conhecido por escrever vários romances de espionagem protagonizados por sua criação, o agente secreto James Bond.">Ian Fleming</span>, o criador do mirabolante James Bond. Mas o livro de Estulin, tristemente verdadeiro, é um relatório minucioso sobre a natureza e os propósitos da gente mais poderosa (e rica) da face da terra, que se reúne secretamente para decidir, desde meados dos anos 1950, os destinos econômicos, políticos e sociais da humanidade.</p>



<p class="img-direita wp-block-paragraph"><a href="https://amzn.to/3TWzoSV" target="_blank" rel="noreferrer noopener sponsored nofollow"><img loading="lazy" decoding="async" width="333" height="477" class="wp-image-20853" src="https://culturadefato.com.br/wp-content/uploads/2024/03/AVerdadeiraHistoriaDoClubeBilderberg.jpg" alt="Capa da obra: &quot;A verdadeira história do Clube Bilderberg&quot;, escrita por Daniel Estulin. Publicado pela Editora Planeta, sob ISBN 978-8576651697."></a>Os agregados do Clube Bilderberger e seus serviçais acusam Daniel Estulin de ser um teórico da conspiração — mas o mundo que o jornalista investiga e denuncia com paixão bate perfeitamente com a realidade que nos circunda, motivo pelo qual ficamos apreensivos com a leitura do seu livro. Mais do que apreensivos, atordoados.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Pelo que levantou Estulin, o Clube foi fundado entre os dias 29 e 31 de maio de 1954, numa reunião secreta realizada no Hotel Bilderberger, na cidade de Oosterbecke, nos Países Baixos. O organizador do evento foi o incrível <span data-tooltip-position="top" data-tooltip="Bernardo Leopoldo Frederico Evandro Júlio Carlos Godofredo Pedro (1911 - 2004), nasceu como um príncipe germânico, era filho do príncipe Bernardo de Lipa e de sua esposa, a baronesa Armgard von Cramm. O príncipe conheceu a futura rainha Juliana durante os Jogos Olímpicos de Inverno de 1936, eles se casaram e Bernardo se tornou um cidadão holandês.">príncipe Bernardo de Holanda</span>. Participaram do encontro — e do Clube se fizeram sócios — cerca de 100 representantes da elite dirigente, empresarial e financeira do Ocidente, escolhidos a dedo pelos trilionários <span data-tooltip-position="top" data-tooltip="Laurance Spelman Rockefeller (1910 - 2004) foi empresário e filantropo americano. Membro de terceira geração de destaque da família Rockefeller, sendo o quarto filho de John Davison Rockefeller Jr. e Abigail Greene ''Abby'' Aldrich.">Laurence Rockefeller</span> e <span data-tooltip-position="top" data-tooltip="Nathaniel Charles Jacob Rothschild, 4.º Barão Rothschild (1936 - 2024)  foi um banqueiro, investidor, filantropo britânico e membro da proeminente família Rothschild de banqueiros.">Lorde Rothschild</span> — os banqueiros da assombrosa armação.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Ocorreu o seguinte: ao analisar os rascunhos das atas do primeiro encontro do CB, Estulin descobriu que a maior preocupação dos bilderbergers, tanto dos Estados Unidos quanto da Europa, era a de que os poderosos do século não estavam coordenando como deviam &#8220;os assuntos de importância crítica&#8221; que rachavam o mundo do pós-guerra. Diante de tal constatação, os membros do Clube partiram para a execução de um plano que tem por objetivo livrar o mundo do Estado-nação, estabelecendo em seu lugar, por via de consequência, uma Nova Ordem Mundial, cujas metas são as seguintes:</p>



<ol class="wp-block-list">
<li>Firmar um só governo planetário com um único mercado globalizado, com um só exército e uma única <a href="https://culturadefato.com.br/para-uma-sociedade-sem-dinheiro-em-papel-moeda/">moeda</a> regulada por um Banco Mundial.</li>



<li>Firmar uma só <a href="https://culturadefato.com.br/poder-global-e-religiao-universal/">igreja universal</a> que canalizará as pessoas para crença em uma Nova Ordem Mundial. As demais religiões deverão ser destruídas.</li>



<li>Criação de serviços internacionais que partam para a destruição de qualquer tipo de identidade nacional, através da subversão da nacionalidade. Só serão permitidos o florescer e o culto de valores universais.</li>



<li>A intensificação do controle de toda a humanidade através dos meios de manipulação mental. Este plano já está definido no livro “<a href="https://amzn.to/3PDSNp0" target="_blank" rel="noreferrer noopener sponsored nofollow">Technotronie Era</a>”, de <span data-tooltip-position="top" data-tooltip="Zbigniew Kazimierz Brzezinski (1928 - 2017) foi um cientista político, geopolítico e estadista americano, de origem polonesa.">Zbignew Breezinski</span>, um filiado do Clube e impulsor do Instituto Tavistock (de lavagem cerebral), radicado em Londres. Na vigência da Nova Ordem Mundial não haverá classe média. Só governados (serventes) e governantes.</li>



<li>A vigência de uma sociedade pós-industrial de crescimento zero, que acabará com a industrialização e a produção de energia elétrica nuclear — exceto para as indústrias de ordenadores e serviços. (As indústrias canadenses e americanas porventura existentes serão exportadas para os países pobres e de mão de obra barata).</li>



<li>O crescimento zero se faz necessário para se destruir os vestígios de prosperidade, bem como dividir os proprietários dos escravos, visto que quando há prosperidade, há progresso — o que torna muito mais difícil a repressão e o controle social.</li>



<li>Cabe incluir nisso o despovoamento das grandes cidades, segundo o experimento levado a cabo no Camboja pelo ditador <span data-tooltip-position="top" data-tooltip="Saloth Sar (1925 - 1998): Revolucionário comunista, que liderou o Khmer Vermelho, partido governante do Camboja.">Pol Pot</span>. (Como se sabe, os planos genocidas de Pot foram desenhados pelo Clube de Roma).</li>



<li>Efetivação da morte de quatro bilhões de pessoas (às quais <span data-tooltip-position="top" data-tooltip="Henry Alfred Kissinger (1923 - 2023) foi um político, diplomata e especialista em geopolítica americano que serviu como Secretário de Estado e Conselheiro de Segurança Nacional dos Estados Unidos nos governos dos presidentes Richard Nixon e Gerald Ford.">Henry Kissinger</span> e <span data-tooltip="David Rockefeller (1915 - 2017), banqueiro estadunidense, atuou como presidente e executivo-chefe do Chase Manhattan Corporation." data-tooltip-position="top">David Rockfeller</span> chamavam de &#8220;estômagos imprestáveis”) por meio da guerra, da fome e de enfermidades criadas em laboratórios.<br><br>Isto estaria previsto para acontecer por volta de 2050. “Dos 2 bilhões de pessoas restantes, 500 milhões pertencerão às raças chinesas e japonesas, que se salvarão graças à sua grande capacidade de obediência junto às autoridades” — segundo previsto no relatório “Global 2000 Report”, aprovado pelo ex-presidente americano <span data-tooltip-position="top" data-tooltip="James Earl Carter Jr. (1924 - 1977) um político e filantropo norte-americano, que serviu como 39.° presidente dos Estados Unidos de 1977 a 1981.">Jimmy Carter</span> (e referendado pelo seu Secretário de Estado Edwin Muskie), no qual se especula que a população dos Estados Unidos será reduzida, em 2050, a 100 milhões de pessoas.</li>



<li>Intensificação de crises artificiais para manter as pessoas em um perpétuo estado de desequilíbrio físico, mental e emocional. Elas (as crises) confundirão e desmoralizarão as populações, evitando-se, assim, que decidam sobre o seu próprio destino — o que dará lugar a uma apatia em escala massiva.</li>



<li>Efetivação de um férreo controle sobre a educação, com o propósito de destruí-la. Uma das razões da existência da União Européia dá-se pelo sistemático programa de “emburrecimento” dos seus habitantes. Embora pareça incrível, tal esforço, para os bilderbergers, já vem obtendo “bons frutos”. A juventude de hoje, siderada pela “magia” do rock, ignora por completo a História, o real sentido das liberdades individuais e o significado mesmo do conceito de liberdade. Para os globalistas do CB, fica muito mais fácil lutar contra oponentes sem princípios.</li>



<li>Fomentar e intensificar o controle da política externa e interna dos Estados Unidos, Canadá e Europa — esse já em andamento através da União Européia.</li>



<li>Ampliar os recursos financeiros da ONU a fim de torná-la mais poderosa para que se converta num efetivo Governo Mundial. Uma medida importante para se chegar a esse estágio é a criação de um imposto direto sobre o salário do “cidadão mundial”.</li>



<li>Afirmação de uma Corte Internacional de Justiça com um só sistema legal.</li>



<li>Formatação de um estado do bem-estar socialista no qual se recompensará o cidadão obediente e se punirá, até pelo extermínio, o sujeito inconformado.</li>
</ol>



<p class="wp-block-paragraph">Esta monstruosa agenda traçada para o estabelecimento de uma Nova Ordem Mundial, cujos principais itens podem ser considerados como “de direita”, saíram, na verdade, da cabeça dos “<a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Sociedade_Fabiana" target="_blank" rel="noreferrer noopener nofollow">socialistas fabianos</a>” que compõem a maioria dos integrantes do Clube Bilderberger, todos partidários entusiastas de um governo mundial de corte elitista.</p>



<p class="wp-block-paragraph">De como os bilderbergers estão agindo para fechar o cerco e tomar conta do mundo, mais rápido do que se imagina, só trataremos no nosso próximo artigo.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Até lá.</p>



<br>



<p class="has-text-align-right img-direita wp-block-paragraph">Escrito por&nbsp;<a href="https://culturadefato.com.br/author/ipojucapontes/">Ipojuca Pontes</a>.<br>Publicado originalmente pelo&nbsp;<em>website</em>&nbsp;<a href="https://midiasemmascara.net/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Mídia Sem Máscara</a>, em 27 de setembro de 2010.</p>



<br>



<p class="has-text-align-right img-direita wp-block-paragraph"><a href="https://culturadefato.com.br/author/ipojucapontes/"><img loading="lazy" decoding="async" width="224" height="181" class="wp-image-20805" src="https://culturadefato.com.br/wp-content/uploads/2024/03/IpojucaPontes.jpg" alt="Ipojuca Pontes"></a><br><a href="https://culturadefato.com.br/author/ipojucapontes/">Ipojuca Pontes</a>&nbsp;nasceu em 1942 no Estado da Paraíba, em Campina Grande.<br>É autor, jornalista, cineasta e escritor. Conquistou mais de trinta prêmios nacionais e internacionais.<br>Foi secretário Nacional da Cultura em 1990,<br>no governo Fernando Collor de Mello, também foi Adido Cultural e Diretor do Centro de Estudos Brasileiros em Buenos Aires entre 1991 e 1992.</p>



<br>



<p class="has-background has-very-light-gray-background-color wp-block-paragraph"><strong>Nota da editoria:</strong><br><br>Imagem da capa: “<em>The Meeting of the Board of Directors</em>” (1900), por Ferdinand Brutt (1849 – 1936).</p>



<br>



<h2 class="wp-block-heading has-text-align-center">Saiba mais. Leia:</h2>



<br>



<section id="gma4d86c5" class="wp-block-gutentor-m0 alignfull section-gma4d86c5 gutentor-module gutentor-module-carousel has-color-bg has-custom-bg gutentor-slick-a-default-desktop gutentor-slick-a-default-tablet gutentor-slick-a-default-mobile"><div class="grid-container"><div class="gutentor-module-carousel-row" data-dots="false" data-dotstablet="false" data-dotsmobile="false" data-arrows="true" data-arrowstablet="true" data-arrowsmobile="true" data-infinite="true" data-autoplay="true" data-draggable="true" data-pauseonfocus="true" data-pauseonhover="true" data-autoplayspeed="4500" data-cmondesktop="false" data-cmontablet="false" data-cmonmobile="false" data-nextarrow="fas fa-angle-right" data-prevarrow="fas fa-angle-left" data-arrowspositiondesktop="gutentor-slick-a-default-desktop" data-arrowspositiontablet="gutentor-slick-a-default-tablet" data-arrowspositionmobile="gutentor-slick-a-default-mobile" data-speed="300" data-slideitemdesktop="2" data-slideitemtablet="3" data-slideitemmobile="2" data-slidescroll-desktop="2" data-slidescroll-tablet="3" data-slidescroll-mobile="2">
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<div id="section-gc9d0c2" class="wp-block-gutentor-e6 section-gc9d0c2 gutentor-element gutentor-element-image text-align-center-desktop"><div class="gutentor-element-image-box"><a class="gutentor-element-image-link" href="https://culturadefato.com.br/o-que-era-descrito-sobre-vacinas-na-obra-a-verdadeira-historia-do-clube-bilderberg-publicada-em-2005/"><div class="gutentor-image-thumb"><img decoding="async" class="normal-image" src="https://culturadefato.com.br/wp-content/uploads/2020/12/HotelDeBilderberg.jpeg"/></div></a></div></div>



<p class="has-text-align-center wp-block-paragraph"><br><em><a href="https://culturadefato.com.br/o-que-era-descrito-sobre-vacinas-na-obra-a-verdadeira-historia-do-clube-bilderberg-publicada-em-2005/">“A verdadeira história do Clube Bilderberg” (sobre vacinas)</a></em>, por <a href="https://culturadefato.com.br/author/danielestulin/">Daniel Estulin</a></p>
</div></div>



<div id="col-gm884f43" class="wp-block-gutentor-m0-col col-gm884f43 gutentor-carousel-item"><div id="section-gm884f43" class="section-gm884f43 gutentor-col-wrap has-color-bg has-custom-bg">
<div id="section-g60eb87" class="wp-block-gutentor-e6 section-g60eb87 gutentor-element gutentor-element-image text-align-center-desktop"><div class="gutentor-element-image-box"><a class="gutentor-element-image-link" href="https://culturadefato.com.br/para-uma-sociedade-sem-dinheiro-em-papel-moeda/"><div class="gutentor-image-thumb"><img decoding="async" class="normal-image" src="https://culturadefato.com.br/wp-content/uploads/2021/11/OCasamentoDesigual_QuentinMatsys.jpg" alt="Obra: &quot;O Casamento Desigual&quot; (1525 - 1530), do pintor flamengo Quentin Matsys (1466 - 1530)."/></div></a></div></div>



<p class="has-text-align-center wp-block-paragraph"><br><em><a href="https://culturadefato.com.br/para-uma-sociedade-sem-dinheiro-em-papel-moeda/">Para uma sociedade sem dinheiro em papel-moeda</a></em>,<br>por <a href="https://culturadefato.com.br/author/danielestulin/">Daniel Estulin</a></p>
</div></div>



<div id="col-gm63a3da" class="wp-block-gutentor-m0-col col-gm63a3da gutentor-carousel-item"><div id="section-gm63a3da" class="section-gm63a3da gutentor-col-wrap has-color-bg has-custom-bg">
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<p class="has-text-align-center wp-block-paragraph"><br><em><a href="https://culturadefato.com.br/comecamos-com-os-lockdowns-e-estamos-indo-para-o-grande-reset/">Começamos com os lockdowns. E estamos indo para “O Grande Reset”</a></em>, por <a href="https://culturadefato.com.br/author/antonymueller/">Antony Mueller</a></p>
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<div id="col-gm922ece" class="wp-block-gutentor-m0-col col-gm922ece gutentor-carousel-item"><div id="section-gm922ece" class="section-gm922ece gutentor-col-wrap has-color-bg has-custom-bg">
<div id="section-gd2f3e1" class="wp-block-gutentor-e6 section-gd2f3e1 gutentor-element gutentor-element-image text-align-center-desktop"><div class="gutentor-element-image-box"><a class="gutentor-element-image-link" href="https://culturadefato.com.br/as-mesmas-pessoas-sombrias-controlam-a-big-pharma-e-a-midia/"><div class="gutentor-image-thumb"><img decoding="async" class="normal-image" src="https://culturadefato.com.br/wp-content/uploads/2021/06/OGrandeDitador_Chaplin.jpg" alt="Cena do filme &quot;O grande ditador&quot;. de Charles Chaplin."/></div></a></div></div>



<p class="has-text-align-center wp-block-paragraph"><br><a href="https://culturadefato.com.br/as-mesmas-pessoas-sombrias-controlam-a-big-pharma-e-a-midia/"><em>As mesmas pessoas sombrias controlam a “Big Pharma” e a mídia</em></a>, por diversos autores</p>
</div></div>



<div id="col-gm5c3eb2" class="wp-block-gutentor-m0-col col-gm5c3eb2 gutentor-carousel-item"><div id="section-gm5c3eb2" class="section-gm5c3eb2 gutentor-col-wrap has-color-bg has-custom-bg">
<div id="section-g108f7c" class="wp-block-gutentor-e6 section-g108f7c gutentor-element gutentor-element-image text-align-center-desktop"><div class="gutentor-element-image-box"><a class="gutentor-element-image-link" href="https://culturadefato.com.br/eles-vao-fechar-sua-conta-bancaria/"><div class="gutentor-image-thumb"><img decoding="async" class="normal-image" src="https://culturadefato.com.br/wp-content/uploads/2024/02/Dolar.jpg" alt="Dólar desmanchando"/></div></a></div></div>



<p class="has-text-align-center wp-block-paragraph"><br><a href="https://culturadefato.com.br/eles-vao-fechar-sua-conta-bancaria/"><em>Eles vão fechar sua conta bancária?</em></a>,<br>por <a href="https://culturadefato.com.br/author/jeffreytucker/">Jeffrey Tucker</a></p>
</div></div>



<div id="col-gm995ec9" class="wp-block-gutentor-m0-col col-gm995ec9 gutentor-carousel-item"><div id="section-gm995ec9" class="section-gm995ec9 gutentor-col-wrap has-color-bg has-custom-bg">
<div id="section-g27daf5" class="wp-block-gutentor-e6 section-g27daf5 gutentor-element gutentor-element-image text-align-center-desktop"><div class="gutentor-element-image-box"><a class="gutentor-element-image-link" href="https://culturadefato.com.br/davos-ditadores-e-as-verdadeiras-ameacas-a-nossa-democracia/"><div class="gutentor-image-thumb"><img decoding="async" class="normal-image" src="https://culturadefato.com.br/wp-content/uploads/2021/02/VoceNaoEstaEsquecido.jpg" alt="Recorte da obra: &quot;You Are Not Forgotten&quot;, por Jon McNauhgton."/></div></a></div></div>



<p class="has-text-align-center wp-block-paragraph"><br><a href="https://culturadefato.com.br/davos-ditadores-e-as-verdadeiras-ameacas-a-nossa-democracia/"><em>Davos, ditadores e as verdadeiras “ameaças à nossa democracia”</em></a>, por <a href="https://culturadefato.com.br/author/laurahollis/">Laura Hollis</a></p>
</div></div>



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<p class="has-text-align-center wp-block-paragraph"><br><em><a href="https://culturadefato.com.br/postagens-selecionadas-do-telegram-outubro-de-2023/#DonosDoMundo">Quem são os “donos do mundo”? A Nasdaq responde!</a></em>,<br>por <a href="https://culturadefato.com.br/author/editoriaculturadefato/">Editoria Cultura de Fato</a></p>
</div></div>



<div id="col-gm6f2dc1" class="wp-block-gutentor-m0-col col-gm6f2dc1 gutentor-carousel-item"><div id="section-gm6f2dc1" class="section-gm6f2dc1 gutentor-col-wrap has-color-bg has-custom-bg">
<div id="section-gfb51e3" class="wp-block-gutentor-e6 section-gfb51e3 gutentor-element gutentor-element-image text-align-center-desktop"><div class="gutentor-element-image-box"><a class="gutentor-element-image-link" href="https://culturadefato.com.br/a-sala-de-meditacao-paga-da-onu-runas-altares-e-misterio-satanico/"><div class="gutentor-image-thumb"><img decoding="async" class="normal-image" src="https://culturadefato.com.br/wp-content/uploads/2022/09/FallenAngel_AlexandreCabanel.jpg" alt="Obra: &quot;Fallen Angel&quot; (1847). por Alexandre Cabanel (1823 - 1889)."/></div></a></div></div>



<p class="has-text-align-center wp-block-paragraph"><br><a href="https://culturadefato.com.br/a-sala-de-meditacao-paga-da-onu-runas-altares-e-misterio-satanico/"><em>A “sala de meditação” pagã da ONU: runas, altares e mistério satânico</em></a>,<br>por <a href="https://culturadefato.com.br/author/andrewwhite/">Andrew White</a></p>
</div></div>
</div></div></section>



<br>
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		<title>A Grande Tomada: O Fim dos Direitos de Propriedade</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Ray DiLorenzo]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 21 Feb 2024 03:00:50 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Política e Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Elite Globalista]]></category>
		<category><![CDATA[Fórum Econômico Mundial]]></category>
		<category><![CDATA[Globalistas]]></category>
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		<category><![CDATA[Great Reset]]></category>
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		<category><![CDATA[Leis de Aquartelamento]]></category>
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		<category><![CDATA[The Great Reset]]></category>
		<category><![CDATA[Vince Foster]]></category>
		<category><![CDATA[Vladimir Putin]]></category>
		<category><![CDATA[Warren Buffet]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>“Agora temos o Fórum Econômico Mundial, as Nações Unidas, a Organização Mundial da Saúde, oligarcas bilionários e grandes corporações em conluio com governos de todo o mundo, incluindo o atual regime aqui nos Estados Unidos, combinando-se para derrubar governos legítimos para formar um único país.”</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="has-text-align-center wp-block-paragraph">“<em>Você não será dono de nada e será feliz</em>.”<br>Fórum Econômico Mundial</p>



<hr class="wp-block-separator has-alpha-channel-opacity is-style-wide"/>



<br>



<p class="has-drop-cap wp-block-paragraph">Em 2016, o Fórum Econômico Mundial achou por bem lançar um <a href="https://youtu.be/Hx3DhoLFO4s?si=IjTsp7jcYGRIP8V1" target="_blank" rel="noreferrer noopener nofollow">vídeo promovendo a sua <em>Great Reset</em></a>. Eles deram uma imagem maravilhosa de como iriam refazer maravilhosamente o nosso mundo, ao mesmo tempo que destruíam os valores ocidentais. Mas uma das coisas que fez as pessoas recuarem foi a afirmação: “Você não será dono de nada e será feliz”.</p>



<br>



<h2 class="wp-block-heading">Os direitos de propriedade fazem parte da própria essência da vida</h2>



<br>



<p class="wp-block-paragraph">Os redatores da Constituição Americana atribuíram um alto valor ao direito de possuir e controlar suas propriedades. Os fundamentos deste pensamento foram forjados durante o período colonial, quando a aquisição e propriedade de grandes extensões de terra tornaram os colonos de todas as posições financeiras extremamente sensíveis à interferência nas suas propriedades. Depois de 1763, o fracasso da Inglaterra em respeitar estes direitos fez com que os coloniais pensassem que o seu “casamento” com a Inglaterra estava fadado ao divórcio.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Os direitos de propriedade fazem parte da própria essência da vida. Até os animais sabem controlar o seu território. Desconhecido para a maioria dos americanos hoje, os direitos de propriedade foram uma das principais causas da <span data-tooltip-position="top" data-tooltip="Revolução político-ideológica que ocorreu na América Britânica entre 1765 e 1791.">Revolução Americana</span>.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A 3ª Emenda à Declaração de Direitos, que restringe o “aquartelamento” (ou alojamento e/ou destacamento) de soldados, foi considerada suficientemente significativa para ser incluída na Constituição. O parlamento britânico aprovou a primeira de duas “Leis de Aquartelamento” em 1765, que exigiam que os residentes coloniais pagassem as despesas dos soldados britânicos servindo nas colônias. Estalagens, cervejarias e estábulos deveriam ser usados se os quartéis locais fossem insuficientes. Além disso, a Lei do Segundo Aquartelamento foi aprovada em 1774. Essas chamadas &#8216;Leis Intoleráveis&#8217; permitiam que os soldados residissem em residências privadas. A Declaração de Independência incluiu citações às atrocidades porque eram hediondas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Agora temos o Fórum Econômico Mundial, as Nações Unidas, a Organização Mundial da Saúde, oligarcas bilionários e grandes corporações em conluio com governos de todo o mundo, incluindo o atual regime aqui nos Estados Unidos, combinando-se para derrubar governos legítimos para formar um único país —&nbsp;<em><strong><a href="https://livrariaphvox.com.br/rumo-ao-governo-mundial-totalitario?author_id=407" target="_blank" rel="noreferrer noopener nofollow">governo mundial totalitário</a></strong></em>. [N. do T.: Meu livro com este título editado pela <a href="https://phvox.com.br/editora-phvox/" target="_blank" rel="noreferrer noopener nofollow">PHVox</a> está venda , inclusive na <a href="https://amzn.to/3SMbmrN" target="_blank" rel="noreferrer noopener sponsored nofollow">Amazon</a>]</p>



<br>



<h2 class="wp-block-heading">Conspiração? Sim. Teoria? Não.</h2>



<br>



<p class="wp-block-paragraph">Um dos seus objetivos consideráveis é destruir a classe média e confiscar as suas propriedades. À primeira vista, você pensaria que isso era impossível, mas eles têm um plano no qual trabalham há décadas. E é legal — por enquanto.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Minha pesquisa me levou a explicar o que acredito que está acontecendo agora. Estou usando como referência&nbsp;<em><a href="https://www.ebay.com/itm/156063877199?mkcid=16&amp;mkevt=1&amp;mkrid=711-127632-2357-0&amp;ssspo=6t8R5U_fSX6&amp;sssrc=2047675&amp;ssuid=&amp;widget_ver=artemis&amp;media=COPY" target="_blank" rel="noreferrer noopener nofollow">The Great Taking</a></em>, livro de <a href="https://www.linkedin.com/posts/sanja-mi%C5%A1kovi%C4%87-12a30b120_david-rogers-webb-i-would-recommend-people-activity-7154374802005254145-dMOE" target="_blank" rel="noreferrer noopener nofollow">David Webb</a> que está causando bastante rebuliço no mundo financeiro. Webb é ex-gerente de <span data-tooltip="Fundos de hedge, também conhecidos como fundos de investimento livre, são veículos de investimento que procuram obter retornos alfa (retorno acima do mercado) através de várias estratégias de investimento." data-tooltip-position="top">fundos de hedge</span> e especialista financeiro. Sou como quase todo mundo que lê isso: um cara com uma carreira que trabalhou duro e vive o sonho americano. Não sou um especialista financeiro, mas tentarei explicar para que eu possa entender.</p>



<br>



<h2 class="wp-block-heading">Então, como eles vão confiscar a propriedade das pessoas?</h2>



<br>



<p class="wp-block-paragraph">O nosso atual ciclo de acumulação de dívidas, do qual somos lembrados diariamente, não é por acaso. Foi habilmente executado por um grupo de elites globais, os oligarcas, para confiscar legalmente todos os bens, todas as garantias de todos. O que você pensa que possui, você não possui. O que você acha que é intocável, não é.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Há uma excelente chance de que aquilo que você acha que possui esteja sendo usado como garantia e corra o risco de ser confiscado.</p>



<p class="wp-block-paragraph">No início dos anos 2000, uma enorme quantidade de dinheiro começou a ser impressa sem resultar em qualquer crescimento econômico significativo. Sempre que há um aumento na oferta monetária sem crescimento, há uma queda no que é chamado de velocidade do dinheiro. A velocidade do dinheiro é o número de vezes que uma unidade monetária é usada para comprar bens e serviços em um determinado período. Em outras palavras, muito dinheiro fica parado.</p>



<br>



<h2 class="wp-block-heading">A velocidade do dinheiro hoje está nos níveis da era da depressão</h2>



<br>



<p class="wp-block-paragraph">A baixa velocidade do dinheiro é uma das variáveis que determina a inflação e o início de uma grande crise financeira. A velocidade do dinheiro hoje está nos níveis da era da depressão. O sistema de controle está em colapso. O sistema financeiro está falido. Quando não faz diferença quanto dinheiro é impresso e não causa impacto positivo, é quando você sabe que está em uma grande crise financeira. Foi isso que nossos pais e avós viram na década de 1930. Está acontecendo hoje.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Desta vez, isso está sendo feito com um propósito. Como você deve ter adivinhado, as elites globais têm um plano em vigor. O plano é permitir que eles permaneçam no controle. O seu objetivo é confiscar todos os ativos, incluindo todas as garantias. O plano remonta pelo menos à década de 1960, quando os títulos foram desmaterializados. Antes disso, quando você comprava uma ação, você tinha um certificado de ação literal, em papel, que comprovava sua propriedade e era visto como propriedade pessoal. Hoje é tudo eletrônico. A partir de 1994, o Código Comercial Uniforme (UCC) foi alterado, eventualmente em todos os 50 estados, para ver os títulos, não como propriedade privada, mas como um direito.&nbsp;<strong>Um direito é apenas uma reivindicação de um título, não propriedade.</strong>&nbsp;Esses ativos não estão no seu custodiante ou banco, que apenas possui registros de sua reivindicação, mas em uma Parte Central de Compensação (CCP). Nos EUA, é a <em>Depository Trust and Clearing Corporation</em> (DTCC). É aqui que os títulos são realmente mantidos em conjunto.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Ainda comigo? Estes títulos estão a ser detidos como garantia para especulação com derivados. Simplificando, os derivativos são contratos financeiros vinculados a um ativo subjacente. Derivativos comuns são contratos futuros e opções. Você entrou em um jogo de pôquer. É quase do conhecimento geral que os derivativos não têm garantias suficientes para apoiá-los, provavelmente intencionalmente. O que <span data-tooltip="Warren Edward Buffett, um dos investidores mais bem-sucedidos e reconhecidos do mundo. Nascido em 30 de agosto de 1930, Buffett é diretor executivo da Berkshire Hathaway, uma das maiores empresas de investimento e holding do mundo." data-tooltip-position="top">Warren Buffet</span> chama de “<strong>armas financeiras de destruição em massa</strong>”. Os derivativos foram uma das principais causas da crise financeira de 2007-2008. À escala global, os títulos são a garantia destes contratos. Se essas apostas não derem certo, você corre o risco de perder seus títulos.</p>



<br>



<h2 class="wp-block-heading">Seremos forçados a aceitar uma moeda digital do banco central</h2>



<br>



<p class="wp-block-paragraph">Como parte de uma grande conspiração, em 2005 as leis de falências foram alteradas, apenas dois anos antes da crise financeira de 2007-2008. A mudança que eles criaram foi o que chamaram de&#8230; Porto Seguro. Em caso de falência, os credores garantidos podem confiscar bens, mesmo em caso de fraude. Foi concebido, dizem, para reduzir o risco. Mas, ao fazê-lo, criou um risco enorme. A questão que paira na mente de muitos é: o que aconteceria se o nosso DTCC falhasse? Lembre-se de que eles detêm todos os títulos dos Estados Unidos. Não é apenas a nossa câmara de compensação, mas outras em todo o mundo que estão em risco. Aqui nos EUA, eles disseram que não apoiariam nem investiriam nenhum dinheiro nisso. Eles simplesmente começarão do zero.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Mas, como resultado, as empresas irão à falência e os bancos irão à falência. Os credores garantidos ficarão então com tudo — ações, obrigações, todas as garantias, todos os ativos, de todo o mundo. Serão proprietários de todas as empresas e de todos os ativos reais subjacentes, mesmo que sejam propriedade total. Os fundos de pensões e a Segurança Social desaparecerão. Chega de cheques pelo correio ou depósitos diretos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Seremos forçados a aceitar uma moeda digital do banco central. Não haverá outro lugar para ir. Eles não nos darão alternativa. Essa é a posição que eles querem nos colocar.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A elite global irá então entrar e oferecer-nos o seu próprio “porto seguro” de habitação governamental e lojas governamentais para comprar alimentos do governo (sem carne ou lacticínios) com o dinheiro do governo que nos é dado por um rendimento básico universal garantido (RBI). Não possuiremos nada e seremos felizes?</p>



<p class="wp-block-paragraph">Você deve compreender que grande parte do mundo está por trás desses planos. Se você mora em um país do terceiro mundo, um RBI garantido é um benefício tremendo. Eles não vão lutar pelos nossos direitos de propriedade. Eles vão torcer pelos globalistas. Somos um alvo porque temos a maior classe média do mundo e, para muitos de fora, vivemos num nível demasiado elevado.</p>



<br>



<h2 class="wp-block-heading">A globalização, ultimamente, está se tornando muito suspeita</h2>



<br>



<p class="wp-block-paragraph">Para a pílula amarga das elites globais, a invasão da Ucrânia pela Rússia regionalizou, mais uma vez, partes do nosso mundo. Alguns diriam que a globalização não está acabando, mas sim a remodelar-se. Se está a remodelar, não o está fazendo para agradar à elite global. A Rússia não é a favor da Nova Ordem Mundial. Tudo o que querem é preservar a sua esfera de influência. E se tiverem de criar a sua própria ordem mundial, fá-lo-ão. É por isso que tanta coisa está nas notícias:&nbsp;<strong>Rússia isto e Rússia aquilo, a farsa do conluio com a Rússia (refutada), “Os russos têm uma arma espacial secreta”, os russos assassinam a sua oposição, e os russos estão chegando.</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Assassinamos também a nossa oposição. O que aconteceu com <span data-tooltip-position="top" data-tooltip="John Fitzgerald Kennedy (1917 - 1963): 35° presidente dos Estados Unidos e é considerado uma das grandes personalidades do século XX.">JFK</span>, <span data-tooltip-position="top" data-tooltip="Robert Francis Kennedy (1925 - 1968) apelidado de Bobby, foi procurador-geral dos Estados Unidos de 1961 até 1964 tendo sido um dos primeiros a combater a Máfia, e Senador por Nova Iorque de 1965 até seu assassinato em junho de 1968. Irmão de John F. Kennedy">RFK</span>, <span data-tooltip-position="top" data-tooltip="Martin Luther King, Jr. (1929 – 1968): pastor batista e ativista político estadunidense que se tornou a figura mais proeminente e líder do movimento dos direitos civis nos Estados Unidos de 1955 até seu assassinato em 1968.">Martin Luther King</span>, <span data-tooltip-position="top" data-tooltip="Seth Conrad Rich (1989 - 2016), foi funcionário do Comitê Nacional Democrata (DNC) que foi morto a tiros em 10 de julho de 2016, em circunstâncias misteriosas, em Washington, D.C.">Seth Rich</span>, <span data-tooltip-position="top" data-tooltip="Vincent W. Foster Jr. (1945 - 1993) foi advogado e amigo próximo do presidente Bill Clinton. Ele foi nomeado Conselheiro da Casa Branca sob a administração de Clinton. Foster foi encontrado morto por suicídio em 20 de julho de 1993, em um parque em Virginia.">Vince Foster</span> e as dezenas de pessoas que morreram perto dos Clintons? É com os chineses e os democratas que deveríamos estar mais preocupados. Eles já estão aqui. Nunca esquecerei que, no início da Guerra da Ucrânia, a legislatura ucraniana foi entrevistada no exterior pela imprensa. Eles estavam, é claro, proclamando a sua indignação contra a Rússia pela invasão. Mas um dos legisladores disse algo que não esquecerei tão cedo:</p>



<br>



<h2 class="wp-block-heading">“Estamos lutando para preservar a Nova Ordem Mundial”</h2>



<br>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Não sou a favor da invasão da Rússia ou de </strong><span data-tooltip-position="top" data-tooltip="Vladimir Vladimirovitch Putin é o atual presidente da Rússia. Ex-agente do KGB no departamento exterior e chefe dos serviços secretos soviético e russo, KGB e FSB, respectivamente."><strong>Putin</strong></span><strong>, mas também não sou a favor de despejar bilhões de dólares americanos num país totalmente corrupto apenas para beneficiar algumas esponjas oligarcas.</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Os planos dos globalistas para avançar com a Grande Reinicialização estão prosseguindo. Será o maior crime da história da humanidade. Enfrentamos pessoas insanas, perturbadas e ímpias, com recursos ilimitados, envolvidas em guerras bem planejadas. Eles planejaram quase qualquer contingência. Eles aumentarão a violência globalmente, desgastando-nos. <span data-tooltip-position="top" data-tooltip="Joseph Robinette ''Joe'' Biden Jr.: 46.º presidente dos Estados Unidos e 47.º vice-presidente entre 2009 a 2017 (pelo governo de Barack Obama). Filiado ao Partido Democrata. ">Biden</span> previu na sexta-feira (16/02) que haveria muito mais tiroteios em massa este ano. Que coincidência!</p>



<p class="wp-block-paragraph">Os estados precisam ser obrigados a aprovar leis que protejam os nossos direitos de propriedade e um compromisso de adesão aos direitos dos estados da 10ª Emenda. O poder dos bancos centrais precisa de ser interrompido. Se conseguirão confiscar tudo o que possuímos e reduzir o nosso padrão de vida ao de um país do terceiro mundo, não dependerá deles; vai depender de nós.</p>



<br>



<p class="has-text-align-right wp-block-paragraph">Por&nbsp;<a href="https://canadafreepress.com/members/1/RayDiLorenzo/978" target="_blank" rel="noreferrer noopener nofollow">Ray DiLorenzo</a>. Tradução de Heitor de Paola.<br>O tradutor está no&nbsp;<a href="https://hdepaola.substack.com/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Substack</a>,&nbsp;<a href="https://t.me/HeitorDePaola" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Telegram</a>&nbsp;e&nbsp;<a href="https://www.youtube.com/channel/UCBBnNJ_pwFkr9Po-Ejy6qXA" target="_blank" rel="noreferrer noopener">YouTube</a>.</p>



<p class="has-text-align-right wp-block-paragraph">Artigo original (em inglês) disponível em:<br><a href="https://canadafreepress.com/article/the-great-taking-the-end-of-property-rights" target="_blank" rel="noreferrer noopener nofollow">https://canadafreepress.com/article/the-great-taking-the-end-of-property-rights</a>.</p>



<br>



<p class="has-background has-very-light-gray-background-color wp-block-paragraph"><strong>Nota da editoria:</strong><br><br>Imagem da capa: “<em>Klaus Schwab</em>”, por Maria Petroff.</p>



<br>



<h2 class="wp-block-heading has-text-align-center">Compreenda mais, leia:</h2>



<br>



<section id="gmed29a3d" class="wp-block-gutentor-m0 alignfull section-gmed29a3d gutentor-module gutentor-module-carousel has-color-bg has-custom-bg gutentor-slick-a-default-desktop gutentor-slick-a-default-tablet gutentor-slick-a-default-mobile"><div class="grid-container"><div class="gutentor-module-carousel-row" data-dots="false" data-dotstablet="false" data-dotsmobile="false" data-arrows="true" data-arrowstablet="true" data-arrowsmobile="true" data-infinite="true" data-autoplay="true" data-draggable="true" data-pauseonfocus="true" data-pauseonhover="true" data-autoplayspeed="4500" data-cmondesktop="false" data-cmontablet="false" data-cmonmobile="false" data-nextarrow="fas fa-angle-right" data-prevarrow="fas fa-angle-left" data-arrowspositiondesktop="gutentor-slick-a-default-desktop" data-arrowspositiontablet="gutentor-slick-a-default-tablet" data-arrowspositionmobile="gutentor-slick-a-default-mobile" data-speed="300" data-slideitemdesktop="2" data-slideitemtablet="3" data-slideitemmobile="2" data-slidescroll-desktop="2" data-slidescroll-tablet="3" data-slidescroll-mobile="2">
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<div id="section-g034143" class="wp-block-gutentor-e6 section-g034143 gutentor-element gutentor-element-image text-align-center-desktop"><div class="gutentor-element-image-box"><a class="gutentor-element-image-link" href="https://culturadefato.com.br/comecamos-com-os-lockdowns-e-estamos-indo-para-o-grande-reset/"><div class="gutentor-image-thumb"><img decoding="async" class="normal-image" src="https://culturadefato.com.br/wp-content/uploads/2020/11/GrandeReset.jpg" alt="O Grande Reset"/></div></a></div></div>



<p class="has-text-align-center wp-block-paragraph"><br><em><a href="https://culturadefato.com.br/comecamos-com-os-lockdowns-e-estamos-indo-para-o-grande-reset/">Começamos com os lockdowns. E estamos indo para “O Grande Reset”</a></em>, por <a href="https://culturadefato.com.br/author/antonymueller/">Antony Mueller</a></p>
</div></div>



<div id="col-gm054a08" class="wp-block-gutentor-m0-col col-gm054a08 gutentor-carousel-item"><div id="section-gm054a08" class="section-gm054a08 gutentor-col-wrap has-color-bg has-custom-bg">
<div id="section-g85c3d7" class="wp-block-gutentor-e6 section-g85c3d7 gutentor-element gutentor-element-image text-align-center-desktop"><div class="gutentor-element-image-box"><a class="gutentor-element-image-link" href="https://culturadefato.com.br/davos-ditadores-e-as-verdadeiras-ameacas-a-nossa-democracia/"><div class="gutentor-image-thumb"><img decoding="async" class="normal-image" src="https://culturadefato.com.br/wp-content/uploads/2021/02/VoceNaoEstaEsquecido.jpg" alt="Recorte da obra: &quot;You Are Not Forgotten&quot;, por Jon McNauhgton."/></div></a></div></div>



<p class="has-text-align-center wp-block-paragraph"><br><a href="https://culturadefato.com.br/davos-ditadores-e-as-verdadeiras-ameacas-a-nossa-democracia/"><em>Davos, ditadores e as verdadeiras “ameaças à nossa democracia”</em></a>, por <a href="https://culturadefato.com.br/author/laurahollis/">Laura Hollis</a></p>
</div></div>



<div id="col-gm49c95b" class="wp-block-gutentor-m0-col col-gm49c95b gutentor-carousel-item"><div id="section-gm49c95b" class="section-gm49c95b gutentor-col-wrap has-color-bg has-custom-bg">
<div id="section-g19546c" class="wp-block-gutentor-e6 section-g19546c gutentor-element gutentor-element-image text-align-center-desktop"><div class="gutentor-element-image-box"><a class="gutentor-element-image-link" href="https://culturadefato.com.br/postagens-selecionadas-do-telegram-outubro-de-2023/#DonosDoMundo"><div class="gutentor-image-thumb"><img decoding="async" class="normal-image" src="https://culturadefato.com.br/wp-content/uploads/2023/10/Canhao.jpg" alt="Aquarela de canhão da Guerra Civil"/></div></a></div></div>



<p class="has-text-align-center wp-block-paragraph"><br><em><a href="https://culturadefato.com.br/postagens-selecionadas-do-telegram-outubro-de-2023/#DonosDoMundo">Quem são os “donos do mundo”? A Nasdaq responde!</a></em>, <a href="https://culturadefato.com.br/author/editoriaculturadefato/">Editoria Cultura de Fato</a></p>
</div></div>



<div id="col-gm6db2fa" class="wp-block-gutentor-m0-col col-gm6db2fa gutentor-carousel-item"><div id="section-gm6db2fa" class="section-gm6db2fa gutentor-col-wrap has-color-bg has-custom-bg">
<div id="section-gf90873" class="wp-block-gutentor-e6 section-gf90873 gutentor-element gutentor-element-image text-align-center-desktop"><div class="gutentor-element-image-box"><a class="gutentor-element-image-link" href="https://culturadefato.com.br/para-uma-sociedade-sem-dinheiro-em-papel-moeda/"><div class="gutentor-image-thumb"><img decoding="async" class="normal-image" src="https://culturadefato.com.br/wp-content/uploads/2021/11/OCasamentoDesigual_QuentinMatsys.jpg" alt="Obra: &quot;O Casamento Desigual&quot; (1525 - 1530), do pintor flamengo Quentin Matsys (1466 - 1530)."/></div></a></div></div>



<p class="has-text-align-center wp-block-paragraph"><br><em><a href="https://culturadefato.com.br/para-uma-sociedade-sem-dinheiro-em-papel-moeda/">Para uma sociedade sem dinheiro em papel-moeda</a></em>, por <a href="https://culturadefato.com.br/author/danielestulin/">Daniel Estulin</a></p>
</div></div>



<div id="col-gmc34254" class="wp-block-gutentor-m0-col col-gmc34254 gutentor-carousel-item"><div id="section-gmc34254" class="section-gmc34254 gutentor-col-wrap has-color-bg has-custom-bg">
<div id="section-g121b95" class="wp-block-gutentor-e6 section-g121b95 gutentor-element gutentor-element-image text-align-center-desktop"><div class="gutentor-element-image-box"><a class="gutentor-element-image-link" href="https://culturadefato.com.br/as-mesmas-pessoas-sombrias-controlam-a-big-pharma-e-a-midia/"><div class="gutentor-image-thumb"><img decoding="async" class="normal-image" src="https://culturadefato.com.br/wp-content/uploads/2021/06/OGrandeDitador_Chaplin.jpg" alt="Cena do filme &quot;O grande ditador&quot;. de Charles Chaplin."/></div></a></div></div>



<p class="has-text-align-center wp-block-paragraph"><br><a href="https://culturadefato.com.br/as-mesmas-pessoas-sombrias-controlam-a-big-pharma-e-a-midia/"><em>As mesmas pessoas sombrias controlam a “Big Pharma” e a mídia</em></a>, por diversos autores</p>
</div></div>



<div id="col-gmd66d3e" class="wp-block-gutentor-m0-col col-gmd66d3e gutentor-carousel-item"><div id="section-gmd66d3e" class="section-gmd66d3e gutentor-col-wrap has-color-bg has-custom-bg">
<div id="section-g89e2e5" class="wp-block-gutentor-e6 section-g89e2e5 gutentor-element gutentor-element-image text-align-center-desktop"><div class="gutentor-element-image-box"><a class="gutentor-element-image-link" href="https://culturadefato.com.br/a-sala-de-meditacao-paga-da-onu-runas-altares-e-misterio-satanico/"><div class="gutentor-image-thumb"><img decoding="async" class="normal-image" src="https://culturadefato.com.br/wp-content/uploads/2022/09/FallenAngel_AlexandreCabanel.jpg" alt="Obra: &quot;Fallen Angel&quot; (1847). por Alexandre Cabanel (1823 - 1889)."/></div></a></div></div>



<p class="has-text-align-center wp-block-paragraph"><br><a href="https://culturadefato.com.br/a-sala-de-meditacao-paga-da-onu-runas-altares-e-misterio-satanico/"><em>A “sala de meditação” pagã da ONU: runas, altares e mistério satânico</em></a>, por <a href="https://culturadefato.com.br/author/andrewwhite/">Andrew White</a></p>
</div></div>
</div></div></section>



<br>
<p>O post <a href="https://culturadefato.com.br/a-grande-tomada-o-fim-dos-direitos-de-propriedade/">A Grande Tomada: O Fim dos Direitos de Propriedade</a> apareceu primeiro em <a href="https://culturadefato.com.br">Cultura de Fato</a>.</p>
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		<item>
		<title>Cultura de Fato no Telegram: postagens selecionadas (agosto e setembro de 2022)</title>
		<link>https://culturadefato.com.br/cultura-de-fato-no-telegram-postagens-selecionadas-agosto-e-setembro-de-2022/</link>
					<comments>https://culturadefato.com.br/cultura-de-fato-no-telegram-postagens-selecionadas-agosto-e-setembro-de-2022/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Diversos]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 12 Oct 2022 03:18:06 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Artes e Literatura]]></category>
		<category><![CDATA[Filosofia e História]]></category>
		<category><![CDATA[Política e Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Suplementos]]></category>
		<category><![CDATA[1984]]></category>
		<category><![CDATA[Aquecimento Global]]></category>
		<category><![CDATA[Enoch Burke]]></category>
		<category><![CDATA[Excerto de Livro]]></category>
		<category><![CDATA[Foro de São Paulo]]></category>
		<category><![CDATA[Herald Sun]]></category>
		<category><![CDATA[Idade Média]]></category>
		<category><![CDATA[Justin Trudeau]]></category>
		<category><![CDATA[LGBT]]></category>
		<category><![CDATA[Little Demon]]></category>
		<category><![CDATA[Luiz Inácio Lula da Silva]]></category>
		<category><![CDATA[Lula]]></category>
		<category><![CDATA[Mudanças Climáticas]]></category>
		<category><![CDATA[Nova Ordem Mundial]]></category>
		<category><![CDATA[Revista Catolicismo]]></category>
		<category><![CDATA[Séneca]]></category>
		<category><![CDATA[Telegram]]></category>
		<category><![CDATA[Winnipeg]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://culturadefato.com.br/?p=13737</guid>

					<description><![CDATA[<p>Selecionamos dez de nossas postagens realizadas no Telegram entre agosto e setembro de 2022 e nelas acrescentamos <em>links</em>, legendas, áudios, imagens e outras informações. Todas estas “imperecíveis” informações estão reunidas nesta publicação, confira.</p>
<p>O post <a href="https://culturadefato.com.br/cultura-de-fato-no-telegram-postagens-selecionadas-agosto-e-setembro-de-2022/">Cultura de Fato no Telegram: postagens selecionadas (agosto e setembro de 2022)</a> apareceu primeiro em <a href="https://culturadefato.com.br">Cultura de Fato</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="has-text-align-center wp-block-paragraph"><sup>*</sup> <em>Para acessar nosso canal, <a href="https://t.me/culturadefato" target="_blank" rel="noreferrer noopener">clique aqui</a>.</em></p>



<hr class="wp-block-separator has-alpha-channel-opacity is-style-wide"/>



<br>



<h2 class="wp-block-heading">Geração YouTube</h2>



<br>



<p class="has-drop-cap wp-block-paragraph">Diversas mídias têm anunciado que jovens usuários estão abandonando o mecanismo de busca do Google e pesquisando seus assuntos diretamente em redes sociais como Instagram e TikTok. O motivo, ao que tudo indica, é que entre &#8220;ver figurinhas&#8221; e a necessidade de ler, eles estejam preferindo a primeira opção.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Profissionais de determinadas áreas utilizam jargões técnicos visando o reconhecimento imediato dos significados, e certos símbolos convencionados, como os matemáticos, acabam compondo uma espécie de &#8220;linguagem unversal&#8221;. Porém, como serão escritas e interpretadas, por exemplo, as leis (desde as federais até as regras de um condomínio) por uma geração avessa à leitura?</p>



<p class="wp-block-paragraph">Por mais que redigidas minuciosamente, as leis sempre permitem distorções; são textos impossíveis de se escrever por meio de meros símbolos ou jargões, pois remetem a um mundo de subjetividades muito mais amplo do que o limitado mundo técnico.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Como ficaremos quando as bulas de medicamentos, os manuais de instruções, as próprias leis e tudo o mais passar a ser escrito por uma geração que só sabe lidar com o visual? Onde isso nos levará?</p>



<br>



<p class="has-text-align-right wp-block-paragraph">Por <a href="https://culturadefato.com.br/author/ericrabello/">Eric M. Rabello</a><br>(1º de agosto de 2022)</p>



<br>



<hr class="wp-block-separator has-alpha-channel-opacity is-style-dots"/>



<h2 class="wp-block-heading">Sobre a brevidade da vida</h2>



<br>



<p class="has-drop-cap img-direita wp-block-paragraph">N<a href="https://amzn.to/3VmQ44K" target="_blank" rel="noreferrer noopener nofollow"><img loading="lazy" decoding="async" width="254" height="373" class="wp-image-13809" src="https://culturadefato.com.br/wp-content/uploads/2022/10/SobreABrevidadeDaVida_Seneca.jpg" alt="Capa da obra &quot;Sobre a brevidade da vida&quot;, por Sêneca."></a>ão temos exatamente uma vida curta, mas desperdiçamos uma grande parte dela. A vida, se bem empregada, é suficientemente longa e nos foi dada com muita generosidade para a realização de importantes tarefas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Ao contrário, desperdiçada no luxo e na indiferença, se nenhuma obra é concretizada, por fim, se não se respeita nenhum valor, não realizamos aquilo que deveríamos realizar, sentimos que ela realmente se esvai. Desse modo, não temos uma vida breve, mas fazemos com que seja assim.</p>



<br>



<p class="has-text-align-right wp-block-paragraph">Excerto da obra <a href="https://amzn.to/3VmQ44K" target="_blank" rel="noreferrer noopener nofollow"><em>Sobre a brevidade da vida</em></a>,<br>de <span data-tooltip-position="top" data-tooltip="Lúcio Aneu Sêneca (04 a.C. - 65): Filósofo, escritor, mestre da arte da retórica, membro do senado, questor e magistrado da justiça criminal durante o Império Romano.">Lúcio Aneu <strong>Sêneca</strong></span></p>



<p class="has-text-align-right wp-block-paragraph">(4 de agosto de 2022)</p>



<br>



<hr class="wp-block-separator has-alpha-channel-opacity is-style-dots"/>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Impulso medieval favorece o hábito da leitura</strong></h2>



<br>



<p class="has-drop-cap wp-block-paragraph">Fala-se que a informação virtual teria dado um golpe mortal na leitura. Mas na <em>Feira do Livro de Buenos Aires</em> “<em>foram quebrados todos os recordes</em>”, tendo ela recebido 1.324.500 visitantes. A indústria editorial apresentou mais de 1.727 títulos novos de 610 expositores locais e internacionais. Em São Paulo, a <em>26ª edição da Bienal do Livro</em> quase atingiu o recorde anterior à pandemia, com 660 mil visitantes que em média adquirem sete livros. Muitas editoras tiveram seu melhor desempenho da história. Mais de 300 novas livrarias independentes surgiram nos EUA nos últimos dois anos, em uma retomada sem precedentes. 80% dos livreiros disseram que suas vendas superaram as de 2020. O costume da leitura se popularizou na <span data-tooltip-position="top" data-tooltip="Idade Média: período da história da Europa entre os séculos V e XV.">Idade Média</span>, quando a Igreja introduziu a alfabetização.</p>



<br>



<p class="has-text-align-right wp-block-paragraph"><a href="https://catolicismo.com.br/Acervo/Num/0860/P18-19.html" target="_blank" rel="noreferrer noopener nofollow">Revista Catolicismo</a><br>(16 de agosto de 2022)</p>



<br>



<hr class="wp-block-separator has-alpha-channel-opacity is-style-dots"/>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>O Canadá está instalando depósitos de armas e salas de interrogatório para o Ministério da Mudança Climática</strong></h2>



<br>



<p class="has-drop-cap wp-block-paragraph">Não, não é um trecho de <em>1984</em> – o Canadá tem mesmo um Ministério da Mudança Climática e, graças a ele, uma instalação está sendo construída em <span data-tooltip-position="top" data-tooltip="Capital da província canadense de Manitoba.">Winnipeg</span> para tratar dos &#8220;criminosos ambientais&#8221;. Segundo as plantas originais, ela contará com um depósito de armas, salas de interrogatório, laboratórios biológicos, escritórios de imprensa, &#8220;salas silenciosas controladas&#8221; e setores de inteligência.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Nos últimos dias de maioria em seu governo, <span data-tooltip-position="top" data-tooltip="Justin Pierre James Trudeau: educador e político canadense que atua como o 23º primeiro-ministro do Canadá desde 2015 e Líder do Partido Liberal desde 2013. Nascido em 1971.">Trudeau</span> aprovou silenciosamente o IAA (Ato de Avaliação de Impacto, em português), que dá aos agentes da chamada Polícia Climática o poder de invadir locais sem mandado para &#8220;verificar conformidades ou prevenir não conformidades com o Ato&#8221;.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A <em>fraudemia </em>foi um simples ensaio. O espetáculo de fato, em todas as suas cores, está só começando, e ainda estamos apenas nas primeiras cenas.</p>



<br>



<p class="has-text-align-right wp-block-paragraph"><a href="https://t.me/culturadefato" target="_blank" rel="noreferrer noopener nofollow">Cultura de Fato</a>, sobre notícia publicada na <a href="https://www.truth11.com/untitled-471/" target="_blank" rel="noreferrer noopener nofollow">Truth 11</a><br>(25 de agosto de 2022)</p>



<br>



<hr class="wp-block-separator has-alpha-channel-opacity is-style-dots"/>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Recordar é viver e, por muitas vezes, um meio de se evitar uma tragédia</strong></h2>



<br>



<p class="has-drop-cap wp-block-paragraph">Eis o que Lula dizia, em 2007, sobre o <a href="https://culturadefato.com.br/que-e-o-foro-de-sao-paulo/">Foro de São Paulo</a>, no encerramento do Encontro de Governadores da Frente Norte do Mercosul:</p>



<br>



<blockquote class="wp-block-quote is-style-default is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow">
<p class="wp-block-paragraph">&#8220;<em>Meus companheiros representantes dos países da América do Sul, <strong>eu tive a felicidade de, em 1990, (&#8230;) convocar a primeira reunião da esquerda na América Latina</strong>, em 1990. Eu tinha terminado a eleição de 89, <strong>nós tínhamos saído muito fortalecidos do processo eleitoral </strong>e era preciso, então, fazer um chamamento a todas as organizações de esquerda que militavam na política da América Latina, para que pudéssemos <strong>começar a estabelecer uma estratégia de procedimento entre a esquerda da América Latina.</strong></em><br><br><em>Eu me lembro, <a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Carlos_Chacho_%C3%81lvarez" target="_blank" rel="noreferrer noopener nofollow">Chacho</a>, como se fosse hoje, era época da Copa do Mundo de 1990, e a reunião foi feita em São Paulo, por isso é que ficou constituído o Foro de São Paulo. Só da Argentina tinha 13 organizações políticas, 13 grupos de esquerda que não conversavam entre si. A única coisa que os unia era o Maradona, naquele momento. A República Dominicana, que é um país pequeno, tinha 18 organizações de esquerda naquele encontro. <strong>Parecia, Ana Júlia, o PT.</strong></em><br><br><em>Foi uma reunião muito difícil porque as pessoas não confiavam em si, cada um desconfiava do outro, cada um era mais revolucionário do que o outro, cada um era mais guerrilheiro do que o outro. E era preciso, então, criar um ponto de equilíbrio para fazer as pessoas entenderem. <strong>Eu descobri isso nas eleições de 89, que era possível, com um pouco de organização, o povo [ = o comunismo] chegar ao poder em qualquer país do mundo e em qualquer país da América do Sul.</strong></em><br><br>(…) <em>nós </em>[brasileiros] <em>temos a obrigação de estabelecer uma estratégia, não de querer fazer uma competitividade em igualdade de condições, <strong>mas de ajudar os países mais pobres (Venezuela, Colômbia, etc.) a ter uma relação conosco em que a vantagem possa ser desses países menores</strong>.</em>&#8220;</p>
</blockquote>



<br>



<p class="wp-block-paragraph">Se preferir, ouço o discurso de Lula:</p>



<figure class="wp-block-audio"><audio controls src="https://culturadefato.com.br/downloads/politica_e_economia/2020/discurso-de-encerramento-do-encontro-de-governadores-da-frente-norte-do-mercosul.mp3"></audio><figcaption class="wp-element-caption">Para obter a transcrição, <a href="https://culturadefato.com.br/downloads/politica_e_economia/2020/discurso-de-encerramento-do-encontro-de-governadores-da-frente-norte-do-mercosul.pdf" target="_blank" rel="noreferrer noopener nofollow">clique aqui</a>.</figcaption></figure>



<br>



<p class="has-text-align-right wp-block-paragraph"><a href="https://t.me/culturadefato" target="_blank" rel="noreferrer noopener nofollow">Cultura de Fato</a><br>(29 de agosto de 2022)</p>



<br>



<hr class="wp-block-separator has-alpha-channel-opacity is-style-dots"/>



<h2 class="wp-block-heading">Inteligência e verdade</h2>



<br>



<p class="has-drop-cap img-direita wp-block-paragraph">“I<a href="https://amzn.to/3Rhya0s" target="_blank" rel="noreferrer noopener nofollow"><img loading="lazy" decoding="async" width="282" height="428" class="wp-image-13738" src="https://culturadefato.com.br/wp-content/uploads/2022/10/InteligenciaEVerdade.jpg" alt="Capa da obra: &quot;Inteligência e Verdade&quot;, de Olavo de Carvalho."></a>nteligência, no sentido em que aqui emprego a palavra, no sentido que tem etimologicamente e no sentido em que se usava no tempo em que as palavras tinham sentido, não quer dizer a habilidade de resolver problemas, a habilidade matemática, a imaginação visual, a aptidão musical ou qualquer outro tipo de habilidade em especial. Quer dizer, da maneira mais geral e abrangente, a capacidade de apreender a verdade. A inteligência não consiste nem mesmo em pensar. Quando pensamos, mas o nosso pensamento não capta propriamente o que é verdade naquilo que pensa, então o que está em ação nesse pensar não é propriamente a inteligência, no rigor do termo, mas apenas o desejo frustrado de inteligir ou mesmo o puro automatismo de um pensar ininteligente. O pensar e o inteligir são atividades completamente distintas. A prova disto é que muitas vezes você pensa, pensa, e não intelige nada, e outras vezes intelige sem ter pensado, numa súbita fulguração intuitiva.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A inteligência é um órgão — digamos assim: um órgão — que só serve para isto: captar a verdade. Às vezes ela entra em operação através do pensamento, às vezes através da imaginação ou do sentimento, e às vezes entra diretamente, num ato intelectivo — ou intuitivo — instantâneo, no qual você capta alguma coisa sem uma preparação e sem uma forma representativa em especial que sirva de canal à intelecção. Outras vezes há uma longa preparação através do pensamento, da imaginação e da memória, e no fim você não capta coisíssima nenhuma: cumpridos os atos representativos, a intelecção a que se dirigiam falha por completo; dados os meios, a finalidade não se realiza. A inteligência está na realização da finalidade, e não na natureza dos meios empregados. E se a finalidade dos meios de conhecimento é conhecer, e se o conhecimento só é conhecimento em sentido pleno se conhece a verdade, então a definição de inteligência é: a potência de conhecer a verdade por qualquer meio que seja.”</p>



<br>



<p class="has-text-align-right wp-block-paragraph">Trecho de uma aula do Seminário de Filosofia / Curitiba &#8211; agosto de 1994. Transcrição de Luciane Amato.<br>Tais aulas foram compiladas na obra <a href="https://amzn.to/3Rhya0s" target="_blank" rel="noreferrer noopener nofollow"><em>Inteligência e Verdade: Ensaios de Filosofia</em></a>.<br>(31 de agosto de 2022)</p>



<br>



<hr class="wp-block-separator has-alpha-channel-opacity is-style-dots"/>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Adolescente de Melbourne diz que agora se identifica como <em>gato</em> – e a escola apoia</strong></h2>



<br>



<p class="has-drop-cap wp-block-paragraph">De acordo com um registro do <span data-tooltip-position="top" data-tooltip="jornal-tabloide matinal com sede em Melbourne, Austrália. É publicado pela The Herald e Weekly Times, uma subsidiária da News Corp Austrália, divisão da News Corporation.">Herald Sun</span>, a garota não fala enquanto está na escola, apesar de ser considerada “brilhante“. Uma fonte próxima à família disse que “<em>ninguém parece ter um protocolo para alunos que se identificam como animais, mas a abordagem tem sido a seguinte: desde que isso não traga perturbações à escola, todos serão solidários</em>“.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O Herald Sun também informou que um garoto se identificou como cachorro por determinado período. Em março, meninas de uma escola particular de elite em Brisbane estavam andando de quatro e cortando furos nos uniformes para suas caudas, uma vez que se identificavam como gatos ou raposas. “<em>Quando uma garota se sentou em uma cadeira vazia ao lado, a outra gritou com ela e disse que estava se sentando em sua cauda (…).</em>”</p>



<p class="wp-block-paragraph">Enfim, mais um dia normal no século XXI.</p>



<br>



<p class="has-text-align-right wp-block-paragraph"><a href="https://www.dailymail.co.uk/news/article-11130881/Melbourne-private-school-teenager-identifies-cat-furry-trend.html" target="_blank" rel="noreferrer noopener nofollow">Daily Mail</a><br>(2 de setembro de 2022)</p>



<br>



<hr class="wp-block-separator has-alpha-channel-opacity is-style-dots"/>



<h2 class="wp-block-heading">Disney lança novo desenho literalmente satânico</h2>



<br>



<p class="has-drop-cap img-direita wp-block-paragraph">“N<a href="https://www.thegatewaypundit.com/2022/09/disney-airs-sick-satanic-cartoon-little-demon-plot-features-demonic-pagan-rituals-single-mom-knocked-satan/" target="_blank" rel="noreferrer noopener nofollow"><img loading="lazy" decoding="async" width="293" height="211" class="wp-image-13756" src="https://culturadefato.com.br/wp-content/uploads/2022/10/LittleDemon.jpg" alt="Little Demon" srcset="https://culturadefato.com.br/wp-content/uploads/2022/10/LittleDemon.jpg 293w, https://culturadefato.com.br/wp-content/uploads/2022/10/LittleDemon-240x172.jpg 240w" sizes="auto, (max-width: 293px) 100vw, 293px" /></a>a última semana, a Disney prosseguiu em seu caminho rumo à destruição, lançando um novo desenho chamado <em>Little Demon</em>, e a coisa é tão ruim quanto parece.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O desenho se passa 13 anos depois que uma mulher pagã solteira é engravidada por Satanás (dublado por Danny DeVito), acompanhando esta mulher e sua filha (literalmente a filha de Satanás e referida como &#8216;Anticristo&#8217;) em sua vida cotidiana.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A série apresenta bruxaria demoníaca, rituais pagãos, violência gratuita, sanguinolência e nudez, e a julgar pelo trailer [incluído no <a href="https://www.thegatewaypundit.com/2022/09/disney-airs-sick-satanic-cartoon-little-demon-plot-features-demonic-pagan-rituals-single-mom-knocked-satan/" target="_blank" rel="noreferrer noopener nofollow">link</a>], pode ser facilmente considerada pornográfica por definição.”</p>



<br>



<p class="has-text-align-right wp-block-paragraph"><a href="https://www.thegatewaypundit.com/2022/09/disney-airs-sick-satanic-cartoon-little-demon-plot-features-demonic-pagan-rituals-single-mom-knocked-satan/" target="_blank" rel="noreferrer noopener nofollow">The Gateway Pundit</a><br>(2 de setembro de 2022)</p>



<hr class="wp-block-separator has-alpha-channel-opacity is-style-dots"/>



<h2 class="wp-block-heading">Irracionais: pela ecologia, por causa da ecologia, ou para uma “Nova Ordem”?</h2>



<br>



<p class="has-drop-cap wp-block-paragraph">A maioria das baterias que equipam carros elétricos pesam em torno de 450 quilos. Contendo, 11 kg de lítio, cerca de 14 kg de cobalto, 27 kg de níquel e, mais de 40 kg de cobre e 50 kg de grafite — além de aproximadamente 180 kg de aço, alumínio e plásticos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Agora imaginem as escavações mineiras necessárias para produzir carros elétricos em série e em escala.</p>



<p class="wp-block-paragraph">E os <em>progressistas</em> ainda dizem que <em>os motores a combustão não são ecológicos</em>.</p>



<br>



<p class="has-text-align-right wp-block-paragraph">Por <a href="https://culturadefato.com.br/author/orlandobraga/">Orlando Braga</a><br>(5 de setembro de 2022)</p>



<br>



<hr class="wp-block-separator has-alpha-channel-opacity is-style-dots"/>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Professor é preso na Irlanda por se recusar a utilizar pronomes neutros</strong></h2>



<br>



<p class="has-drop-cap img-direita wp-block-paragraph">A<img loading="lazy" decoding="async" width="391" height="305" class="wp-image-13828" src="https://culturadefato.com.br/wp-content/uploads/2022/10/EnochBurke.jpg" alt="Enoch Burke">pós se recusar a tratar um garoto por pronomes neutros, o professor <a href="https://www.bbc.com/news/world-europe-62818245" target="_blank" rel="noreferrer noopener nofollow">Enoch Burke</a> foi legalmente afastado de seu colégio e proibido até mesmo de estar presente no local. Ignorando a ordem, Burke dirigiu-se normalmente ao colégio para lecionar, onde foi preso.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Após a decisão, o professor de alemão, história e política disse que <em>não iria desistir de suas crenças cristãs</em>.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><em>&#8220;O transgenerismo vai contra minha fé cristã. (&#8230;) Minhas crenças religiosas não são má conduta e nunca serão. Elas me são caras. Jamais irei negá-las ou traí-las, e jamais irei me curvar a uma ordem que me exija fazê-lo&#8221;</em>, afirmou o professor.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Reparem que em nenhum momento – e o próprio juiz do caso declarou isto – se discutiu a questão em si dos pronomes e as leis/consequências envolvidas. O sistema jurídico já está partindo do princípio de que as pessoas são <strong>OBRIGADAS</strong> a aceitar tudo isso: o professor foi sumariamente afastado do colégio e, ao resistir, sumariamente preso. Isso significa que os direitos de consciência LGBT são lei; os de consciência cristã, crime – e isto já não é mais discutido, mas imposto como ponto de partida. Resista e você será preso.</p>



<br>



<p class="has-text-align-right wp-block-paragraph"><a href="https://t.me/culturadefato" target="_blank" rel="noreferrer noopener nofollow">Cultura de Fato</a>, sobre notícia no <a href="https://www.dailymail.co.uk/news/article-11184043/Teacher-refused-use-students-gender-neutral-pronouns-JAILED-Ireland.html" target="_blank" rel="noreferrer noopener nofollow">Daily Mail</a><br>(6  de setembro de 2022)</p>



<br>



<p class="has-background has-very-light-gray-background-color wp-block-paragraph"><strong>Notas da editoria:</strong><br><br>Imagem de capa: “<a href="https://pixels.com/featured/paper-airplanes-on-a-textured-sky-caroline-serafinas.html" target="_blank" rel="noreferrer noopener nofollow"><em>Paper airplanes</em></a>”, por <a href="https://pixels.com/profiles/caroline-serafinas" target="_blank" rel="noreferrer noopener nofollow">Caroline Serafinas</a>.</p>



<br>



<h2 class="wp-block-heading has-text-align-center">Postagens similares:</h2>



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<section id="gm719ee82" class="wp-block-gutentor-m0 alignfull section-gm719ee82 gutentor-module gutentor-module-carousel has-color-bg has-custom-bg gutentor-slick-a-default-desktop gutentor-slick-a-default-tablet gutentor-slick-a-default-mobile"><div class="grid-container"><div class="gutentor-module-carousel-row" data-dots="false" data-dotstablet="false" data-dotsmobile="false" data-arrows="true" data-arrowstablet="true" data-arrowsmobile="true" data-infinite="true" data-autoplay="true" data-draggable="true" data-pauseonfocus="true" data-pauseonhover="true" data-autoplayspeed="4500" data-cmondesktop="false" data-cmontablet="false" data-cmonmobile="false" data-nextarrow="fas fa-angle-right" data-prevarrow="fas fa-angle-left" data-arrowspositiondesktop="gutentor-slick-a-default-desktop" data-arrowspositiontablet="gutentor-slick-a-default-tablet" data-arrowspositionmobile="gutentor-slick-a-default-mobile" data-speed="300" data-slideitemdesktop="2" data-slideitemtablet="3" data-slideitemmobile="2" data-slidescroll-desktop="2" data-slidescroll-tablet="3" data-slidescroll-mobile="2">
<div id="col-gmed8b45" class="wp-block-gutentor-m0-col col-gmed8b45 gutentor-carousel-item"><div id="section-gmed8b45" class="section-gmed8b45 gutentor-col-wrap has-color-bg has-custom-bg">
<div id="section-g184ecb" class="wp-block-gutentor-e6 section-g184ecb gutentor-element gutentor-element-image text-align-center-desktop"><div class="gutentor-element-image-box"><a class="gutentor-element-image-link" href="https://culturadefato.com.br/postagens-selecionadas-do-telegram-abril-e-maio-de-2023/"><div class="gutentor-image-thumb"><img decoding="async" class="normal-image" src="https://culturadefato.com.br/wp-content/uploads/2023/05/PaperAirplanes.jpg" alt="&quot;Paper Airplanes&quot; é uma fotografia de YoPedro."/></div></a></div></div>



<p class="has-text-align-center wp-block-paragraph"><a href="https://culturadefato.com.br/postagens-selecionadas-do-telegram-marco-de-2023/"></a><br><a href="https://culturadefato.com.br/postagens-selecionadas-do-telegram-abril-e-maio-de-2023/">Postagens selecionadas do Telegram</a><br><a href="https://culturadefato.com.br/postagens-selecionadas-do-telegram-abril-e-maio-de-2023/">(abril e maio de 2023)</a></p>
</div></div>



<div id="col-gm34a9c4" class="wp-block-gutentor-m0-col col-gm34a9c4 gutentor-carousel-item"><div id="section-gm34a9c4" class="section-gm34a9c4 gutentor-col-wrap has-color-bg has-custom-bg">
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<p class="has-text-align-center wp-block-paragraph"><a href="https://culturadefato.com.br/postagens-selecionadas-do-telegram-marco-de-2023/"></a><br><a href="https://culturadefato.com.br/postagens-selecionadas-do-telegram-novembro-de-2022/">Postagens selecionadas do Telegram</a><br><a href="https://culturadefato.com.br/postagens-selecionadas-do-telegram-novembro-de-2022/">(março de 2022)</a></p>
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<div id="section-gf78d90" class="wp-block-gutentor-e6 section-gf78d90 gutentor-element gutentor-element-image text-align-center-desktop"><div class="gutentor-element-image-box"><a class="gutentor-element-image-link" href="https://culturadefato.com.br/postagens-selecionadas-do-telegram-novembro-de-2022/"><div class="gutentor-image-thumb"><img decoding="async" class="normal-image" src="https://culturadefato.com.br/wp-content/uploads/2022/11/PaperPlaneFlying_OverTheOcean_IdanBadishi.jpg" alt="Obra &quot;Paper plane flying over rhe ocean&quot;, por Idan Badishi."/></div></a></div></div>



<p class="has-text-align-center wp-block-paragraph"><br><a href="https://culturadefato.com.br/postagens-selecionadas-do-telegram-novembro-de-2022/">Postagens selecionadas do Telegram</a><br><a href="https://culturadefato.com.br/postagens-selecionadas-do-telegram-novembro-de-2022/">(novembro de 2022)</a></p>
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<div id="col-gm722615" class="wp-block-gutentor-m0-col col-gm722615 gutentor-carousel-item"><div id="section-gm722615" class="section-gm722615 gutentor-col-wrap">
<div id="section-g124e97" class="wp-block-gutentor-e6 section-g124e97 gutentor-element gutentor-element-image gutentor-enabled-width text-align-center-desktop"><div class="gutentor-element-image-box"><a class="gutentor-element-image-link" href="https://culturadefato.com.br/postagens-selecionadas-do-telegram-fevereiro-de-2022/"><div class="gutentor-image-thumb"><img decoding="async" class="normal-image" src="https://culturadefato.com.br/wp-content/uploads/2022/03/PageTurner.jpg" alt="Obra: &quot;Page Turner&quot; (2013), de David Tanner."/></div></a></div></div>



<p class="has-text-align-center wp-block-paragraph"><br><a href="https://culturadefato.com.br/postagens-selecionadas-do-telegram-fevereiro-de-2022/">Postagens selecionadas do Telegram</a><br><a href="https://culturadefato.com.br/postagens-selecionadas-do-telegram-fevereiro-de-2022/">(fevereiro de 2022)</a></p>
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<div id="col-gmd20fb9" class="wp-block-gutentor-m0-col col-gmd20fb9 gutentor-carousel-item"><div id="section-gmd20fb9" class="section-gmd20fb9 gutentor-col-wrap">
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<p class="has-text-align-center wp-block-paragraph"><br><a href="https://culturadefato.com.br/postagens-selecionadas-do-telegram-janeiro-de-2022/">Postagens selecionadas do Telegram</a><br><a href="https://culturadefato.com.br/postagens-selecionadas-do-telegram-janeiro-de-2022/">(janeiro de 2022)</a></p>
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<div id="section-g743f41" class="wp-block-gutentor-e6 section-g743f41 gutentor-element gutentor-element-image"><div class="gutentor-element-image-box"><a class="gutentor-element-image-link" href="https://culturadefato.com.br/postagens-selecionadas-do-telegram-set-out-2021/"><div class="gutentor-image-thumb"><img decoding="async" class="normal-image" src="https://culturadefato.com.br/wp-content/uploads/2021/10/Reading_FrancescoNetti.jpg" alt="Obra: &quot;Reading&quot; (1873), de Francesco Netti (1832 - 1894)."/></div></a></div></div>



<p class="has-text-align-center wp-block-paragraph"><br><a href="https://culturadefato.com.br/postagens-selecionadas-do-telegram-set-out-2021/">Postagens selecionadas do Telegram</a><br><a href="https://culturadefato.com.br/postagens-selecionadas-do-telegram-set-out-2021/">(Set/Out 2021)</a></p>
</div></div>



<div id="col-gm9f0f16" class="wp-block-gutentor-m0-col col-gm9f0f16 gutentor-carousel-item"><div id="section-gm9f0f16" class="section-gm9f0f16 gutentor-col-wrap">
<div id="section-gf06e84" class="wp-block-gutentor-e6 section-gf06e84 gutentor-element gutentor-element-image"><div class="gutentor-element-image-box"><a class="gutentor-element-image-link" href="https://culturadefato.com.br/sete-postagens-selecionadas-do-telegram/"><div class="gutentor-image-thumb"><img decoding="async" class="normal-image" src="https://culturadefato.com.br/wp-content/uploads/2021/08/ReadingANewspaperInTheGarden_HenriToulouse-Lautrec.jpg" alt="“Desire Dehau Reading a Newspaper in the Garden” (1890), do pintor francês Henri de Toulouse-Lautrec (1864 - 1901)."/></div></a></div></div>



<p class="has-text-align-center wp-block-paragraph"><br><a href="https://culturadefato.com.br/sete-postagens-selecionadas-do-telegram/">Sete postagens selecionadas do Telegram</a></p>
</div></div>



<div id="col-gm43d66b" class="wp-block-gutentor-m0-col col-gm43d66b gutentor-carousel-item"><div id="section-gm43d66b" class="section-gm43d66b gutentor-col-wrap">
<div id="section-g534ec6" class="wp-block-gutentor-e6 section-g534ec6 gutentor-element gutentor-element-image"><div class="gutentor-element-image-box"><a class="gutentor-element-image-link" href="https://culturadefato.com.br/seis-postagens-selecionadas-do-telegram/"><div class="gutentor-image-thumb"><img decoding="async" class="normal-image" src="https://culturadefato.com.br/wp-content/uploads/2021/06/LendoJornal.jpg" alt="Recorte da obra: &quot;Lendo o jornal&quot;, criada em 1905 pelo pintor, desenhista e professor português José Vital Branco Malhoa (1855 - 1933)."/></div></a></div></div>



<p class="has-text-align-center wp-block-paragraph"><br><a href="https://culturadefato.com.br/seis-postagens-selecionadas-do-telegram/">Seis postagens selecionadas do Telegram</a></p>
</div></div>



<div id="col-gm54b2da" class="wp-block-gutentor-m0-col col-gm54b2da gutentor-carousel-item"><div id="section-gm54b2da" class="section-gm54b2da gutentor-col-wrap">
<div id="section-gf13728" class="wp-block-gutentor-e6 section-gf13728 gutentor-element gutentor-element-image"><div class="gutentor-element-image-box"><a class="gutentor-element-image-link" href="https://culturadefato.com.br/telegram-postagens-avulsas-de-autores-pertinentes/"><div class="gutentor-image-thumb"><img decoding="async" class="normal-image" src="https://culturadefato.com.br/wp-content/uploads/2021/06/TheLetter_1896_LadislausVonCzachorski.jpg" alt="Recorte da obra: &quot;The Letter&quot;, criada em 1896 pelo pintor polonês Władysław Czachórski (1850 - 1911)."/></div></a></div></div>



<p class="has-text-align-center wp-block-paragraph"><br><a href="https://culturadefato.com.br/telegram-postagens-avulsas-de-autores-pertinentes/">Seis postagens selecionadas do Telegram</a></p>
</div></div>
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			</item>
		<item>
		<title>A “sala de meditação” pagã da ONU: runas, altares e mistério satânico</title>
		<link>https://culturadefato.com.br/a-sala-de-meditacao-paga-da-onu-runas-altares-e-misterio-satanico/</link>
					<comments>https://culturadefato.com.br/a-sala-de-meditacao-paga-da-onu-runas-altares-e-misterio-satanico/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Andrew White]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 22 Sep 2022 12:36:26 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Filosofia e História]]></category>
		<category><![CDATA[Alice Bailey]]></category>
		<category><![CDATA[Bo Beskow]]></category>
		<category><![CDATA[Dag Hammarskjöld]]></category>
		<category><![CDATA[Foster Bailey]]></category>
		<category><![CDATA[Human and Solar]]></category>
		<category><![CDATA[Initiation]]></category>
		<category><![CDATA[Meditação Satânica]]></category>
		<category><![CDATA[New Age]]></category>
		<category><![CDATA[Nova Ordem Mundial]]></category>
		<category><![CDATA[ONU]]></category>
		<category><![CDATA[Robert Muller]]></category>
		<category><![CDATA[The Lucis Trust]]></category>
		<category><![CDATA[UNESCO]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://culturadefato.com.br/?p=13470</guid>

					<description><![CDATA[<p>Neste artigo, Andrew White expõe uma das principais raízes espirituais do globalismo da ONU: o satanismo declarado dos ocultistas Alice e Foster Bailey, consagrados promulgadores da Nova Era.</p>
<p>O post <a href="https://culturadefato.com.br/a-sala-de-meditacao-paga-da-onu-runas-altares-e-misterio-satanico/">A “sala de meditação” pagã da ONU: runas, altares e mistério satânico</a> apareceu primeiro em <a href="https://culturadefato.com.br">Cultura de Fato</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="has-text-align-center wp-block-paragraph">“<em>Então, se alguém vos disser: eis aqui está o Cristo, ou ei-lo acolá, não deis crédito,</em> <em>porque se levantarão falsos cristos,</em><br><em>e falsos profetas,</em> <em>e farão grandes milagres e prodígios, de tal modo que (se fosse possível)</em><br><em>até os escolhidos seriam enganados.</em>” Mt 24,23-24.</p>



<hr class="wp-block-separator has-alpha-channel-opacity is-style-wide"/>



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<p class="has-drop-cap wp-block-paragraph">Não há um jeito fácil de dizer isto, então irei simplesmente afirmá-lo claramente: <em>há uma “sala de meditação” satânica localizada nas instalações da ONU em Nova York</em>.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A sala, criada pelo artista <span data-tooltip-position="top" data-tooltip="Bo Beskow (1906 - 1989): escritor,artista e pintor nórdico.">Bo Beskow</span> sob a direção do segundo secretário-geral da ONU, <span data-tooltip-position="top" data-tooltip="Dag Hjalmar Agne Carl Hammarskjöld (1905 - 1961):  diplomata, economista e escritor sueco. Foi Secretário-Geral das Nações Unidas (ONU) de abril de 1953 até sua morte.">Dag Hammarskjöld</span> (ambos de descendência nórdica), foi oficialmente revelada em 1952, inicialmente sob o propósito de servir como um local “dedicado ao silêncio, onde as pessoas pudessem retirar-se para dentro de si mesmas, independentemente de sua fé, credo ou religião”. Porém, o plano original da sala acabou sendo preterido pelo secretário-geral, que queria “algo mais solene”.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Passando por uma transformação, a sala foi reaberta cinco anos depois, em 1957 — agora contendo “um mural abstrato, uma composição de figuras geométricas interligadas” diante de um altar de ferro de 6,5 toneladas, localizado no centro da sala. De acordo com a ONU, o bizarro mural deveria “evocar um sentimento da essencial unidade de Deus”.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Durante a cerimônia de abertura, o secretário-geral Hammarskjöld afirmou que “temos entre nós um centro de quietude rodeado pelo silêncio. Esta casa, dedicada ao trabalho e ao debate a serviço da paz, deveria ter uma sala dedicada ao silêncio exterior e à quietude interior (…). Pessoas de fé diversa hão de encontrar-se aqui e, por esta razão, nenhum dos símbolos aos quais estamos acostumados em nossas meditações pôde ser utilizado”. Ele ainda acrescentaria, mais adiante, que o altar representa “um encontro entre a luz, o céu e a terra (…), é o altar para o Deus de todos”. A ONU afirmou que essa grotesca exibição foi dedicada “ao Deus que o homem adora <em>sob muitos nomes e muitas formas</em>”.</p>



<p class="wp-block-paragraph">De modo a compreender verdadeiramente a natureza e o bizarro significado por trás da sala de meditação da ONU, é preciso ir até o fundo do buraco, ou seja:</p>



<h2 class="wp-block-heading"><em><strong>The Lucis Trust</strong></em>, Alice e Foster Bailey, e a “Nova Era”</h2>



<br>



<p class="img-direita wp-block-paragraph"><a href="https://www.lucistrust.org/" target="_blank" rel="noreferrer noopener nofollow"><img loading="lazy" decoding="async" width="313" height="299" class="wp-image-13492" src="https://culturadefato.com.br/wp-content/uploads/2022/09/LogoLucis.jpg" alt="Logo Lucis"></a>Nos inícios de 1920, uma organização conhecida como <em><a href="https://www.lucistrust.org/" target="_blank" rel="noreferrer noopener nofollow">The Lucis Trust</a></em> foi estabelecida pelos ocultistas satanistas <span data-tooltip-position="top" data-tooltip="Alice Ann Bailey (1880 - 1949): nascida como Alice LaTrobe Bateman e também conhecida por AAB,  foi uma pesquisadora e escritora espiritualista de origem inglesa.">Alice</span> e <span data-tooltip-position="top" data-tooltip="Foster Bailey (1888 – 1977): editor e escritor americano que estabeleceu a 'Lucis Trust', a 'Arcane School' e a revista 'The Beacon'.">Foster Bailey</span> (que era também um <a href="https://www.goodreads.com/book/show/175732.The_Spirit_of_Masonry" target="_blank" rel="noreferrer noopener nofollow">maçom de 32º grau</a>) como “um veículo para promover o reconhecimento dos princípios espirituais universais como o coração de todo trabalho de construção de boas relações”. O logotipo da <em>Lucis Trust</em> [imagem ao lado] lembra algo como uma runa pagã nórdica.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Em 1922, a Lucis Trust lançou uma editora chamada <em>Editora Lucifer</em>, supostamente para publicar o livro “<em>new age</em>” de Alice Bailey intitulado <em><a href="https://jyotishbooks.wordpress.com/2021/02/19/initiation-human-and-solar-by-alice-bailey-1922/" target="_blank" rel="noreferrer noopener nofollow">Initiation, Human and Solar</a></em>, que “trata da ordem da hierarquia planetária das entidades espirituais e os graus de seu aprendizado através da iniciação, na qual são delineadas as quatorze regras pelas quais o neófito iniciado pode se tornar um candidato no Portal da Iniciação”.</p>



<p class="wp-block-paragraph">No <em>website</em> atual da organização, a Lucis Trust explica que os Bailey deram convenientemente o nome do Príncipe das Trevas à sua editora porque “queriam provocar uma compreensão mais profunda do sacrifício feito por Lúcifer”, que afirmam ter sido “o anjo que trouxe luz ao mundo”. A Lucis Trust diz que:</p>



<blockquote class="wp-block-quote is-style-default is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow"><p id="ContemRefNota01">“Alice e Foster Bailey foram sérios estudiosos e professores de teosofia, uma tradição espiritual que vê a Lúcifer como um dos anjos solares, seres avançados que a teosofia diz terem descendido (daí o sentido de ‘queda’) de Vênus para o nosso planeta, eras atrás, para trazer o princípio da mente para o até então homem-animal. Na perspectiva teosófica, a descida desses anjos solares não foi uma queda no pecado ou na desgraça, mas, antes, um ato de grande sacrifício, tal como sugerido pelo nome ‘Lucifer’, que significa ‘o portador da luz’”.<sup><a href="#Nota01">1</a></sup></p></blockquote>



<p class="wp-block-paragraph">Em 1924, a Editora Lucifer viria a mudar seu nome para <em>Editora Lucis</em> por conta da repercussão entre os cristãos, que expressaram preocupação quanto a uma editora que se vangloriava abertamente do nome do diabo. A Editora Lucis seguiu publicando enormes quantidades de literatura ocultista “<em>new age</em>”.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Em 1932, a Lucis Trust estabeleceu a <a href="https://www.encyclopedia.com/science/encyclopedias-almanacs-transcripts-and-maps/world-goodwill" target="_blank" rel="noreferrer noopener nofollow"><em>World Goodwill</em></a>, que foi historicamente reconhecida pela ONU, prega a “definição de novas Metas de Desenvolvimento Sustentável para a humanidade” e encoraja as pessoas a prestar homenagem àquela sala de meditação.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Em uma página chamada <a href="https://www.lucistrust.org/store/0" target="_blank" rel="noreferrer noopener nofollow"><em>Apoiando o trabalho das Nações Unidas</em></a>, a Lucis Trust escreve que “a criação de uma opinião pública iluminada começa no indivíduo. Aprendam sobre as Nações Unidas e suas atividades, bem como sobre os requisitos para uma ordem mundial harmônica”.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“Grupos e indivíduos que valorizam o poder do pensamento são encorajados a apoiar as Nações Unidas através de meditações, invocações e orações. Conheçam a <a href="https://www.un.org/Depts/dhl/dag/meditationroom.htm" target="_blank" rel="noreferrer noopener nofollow">sala de meditação das Nações Unidas</a>, que fica aberta ao público quando o prédio da ONU em Nova York está funcionando. De tempos em tempos, a <a href="https://www.lucistrust.org/world_goodwill/world_goodwill_homepage/cycle_conferences" target="_blank" rel="noreferrer noopener nofollow">Iniciativa do Ciclo de Conferências</a> da World Goodwill foca-se em importantes reuniões e encontros nas Nações Unidas. Vejam também o Grupo de Meditação Criativa, ‘<a href="https://www.creativegroupmeditation.org/images/pdf/Service/UN_Delegates_2013.pdf" target="_blank" rel="noreferrer noopener nofollow">Torne-se um Representante da ONU Através do Pensamento</a>’; a <a href="http://www.spiritualcaucusun.org/" target="_blank" rel="noreferrer noopener nofollow">Convenção Espiritual na ONU</a>, em Nova York; a <a href="http://ngo-alliance.org/" target="_blank" rel="noreferrer noopener nofollow">Aliança das ONGs na ONU</a>, em Genebra; e os <a href="http://www.aquaac.org/un/" target="_blank" rel="noreferrer noopener nofollow">materiais da Comunidade da Era de Aquário na ONU</a>”, diz a Lucis Trust.</p>



<blockquote class="wp-block-quote is-style-default is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow"><p>“Evidências do crescimento do intelecto humano em termos das linhas receptivas necessárias [para a preparação da Nova Era] podem ser vistas no ‘planejamento’ de várias nações e nos esforços das Nações Unidas para formular um plano mundial (…). Desde o início desses desdobramentos, três fatores ocultos têm governado o desenvolvimento de todos esses planos (…).”</p><cite>Alice Bailey em <em><a href="https://amzn.to/3BSxmKl" target="_blank" rel="noreferrer noopener nofollow">Discipleship in the New Age</a></em> [“Discipulado na Nova Era”] , 1995.</cite></blockquote>



<p class="wp-block-paragraph" id="ContemRefNota02">“Uma figura central da ONU intimamente relacionada a Alice Bailey é <span data-tooltip-position="top" data-tooltip="Robert Muller (1923 - 2010): um dos principais mentores do pensamento filosófico  da ONU. Em 1948 ingressou no então recém criado organismo, onde militou  diretamente por mais de 40 anos.">Robert Muller</span>, que trabalhou na ONU por quarenta anos e foi assistente de três Secretários Gerais. Muller idealizou o <a href="http://robertmuller.org/rm/R1/World_Core_Curriculum.html" target="_blank" rel="noreferrer noopener nofollow">World Core Curriculum</a><sup><a href="#Nota02">2</a></sup>, pelo qual recebeu o Prêmio <span data-tooltip-position="top" data-tooltip="Organização das Nações Unidas para Educação, Ciência e Cultura.">UNESCO</span> de Educação para a Paz de 1989, um programa inspirado no livro <em>Education in the New Age</em> [“Educação na Nova Era”], de Alice Bailey. Ele contribuiu com a revista <a href="https://theosophy.wiki/en/The_Beacon_(periodical)" target="_blank" rel="noreferrer noopener nofollow"><em>The Beacon</em></a>, de Alice Bailey, e participou de conferências da <a href="https://lucis.org/a-escola-arcana/" target="_blank" rel="noreferrer noopener nofollow">Escola Arcana</a>”, <a href="https://www.newdawnmagazine.com/articles/alice-a-bailey-mother-of-the-new-age-or-the-new-world-order" target="_blank" rel="noreferrer noopener nofollow">escreveu Blackthorn</a> em <em>Alice A. Bailey: Mother of the New Age or the New World Order?</em> [“Alice A. Bailey: mãe da Nova Era ou da Nova Ordem Mundial?”], de 2019.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“Dag Hammarskjöld, o racional economista nórdico, acabou tornando-se um místico”, escreveu Muller, certa vez, a respeito do ex-secretário-geral da ONU e inaugurador da sala de meditação, em <em><a href="https://books.google.com.br/books/about/The_Desire_to_be_Human.html?id=nS6CPAAACAAJ&amp;redir_esc=y" target="_blank" rel="noreferrer noopener nofollow">The Desire to be Human: A Global Reconnaissance of Human Perspectives in an Age of Transformation</a></em> [“O desejo de ser humano: um reconhecimento global das perspectivas humanas em uma era de transformações”], de 1983. “Ele também sustentou, no fim de sua vida, que a espiritualidade era a chave crucial do nosso destino terreno em tempo e espaço (…).”</p>



<h2 class="wp-block-heading">O que tudo isso significa?</h2>



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<p class="img-direita wp-block-paragraph"><a href="https://www.meditare.net/wp/meditazione/sala-meditazione-delle-nazioni-unite/" target="_blank" rel="noreferrer noopener nofollow"><img loading="lazy" decoding="async" width="532" height="400" class="wp-image-13516" src="https://culturadefato.com.br/wp-content/uploads/2022/09/SalaMeditacaoPagaDaONU.jpg" alt="Sala de meditação pagã na ONU"></a>Eu estaria mentindo se dissesse que tenho todas as respostas, mas estou certo de que este incômodo mistério é ainda mais complexo, confuso e preocupante.</p>



<p class="wp-block-paragraph">É evidente, porém, que existe uma estranha religião profundamente enraizada na ONU, religião esta que tem servido historicamente como sua <a href="http://www.aquaac.org/un/found.html" target="_blank" rel="noreferrer noopener nofollow">fundamentação espiritual</a>, algo como todas as religiões do mundo unindo-se em vista da <a href="http://www.aquaac.org/un/SRI24mar01.html" target="_blank" rel="noreferrer noopener nofollow">chegada de um Cristo cósmico</a> – uma religião mundial única esperando sua hora nas sombras (ou mesmo em campo aberto, à vista de todos).</p>



<blockquote class="wp-block-quote is-style-default is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow"><p>“As crises, como sabemos por nossa própria experiência direta, servem como grandes oportunidades espirituais, desafiando-nos a aproximarmo-nos cada vez mais de nossa própria divindade interior. Assim, a crescente intensificação das crises planetárias servirá para testar e preparar a humanidade para a oportunidade inédita e iminente na qual milhões poderão trilhar o caminho da iniciação. Nos é dito, de fato, que esta é uma das razões pelas quais o Cristo deve reaparecer neste tempo. Pois é Ele o responsável por oficiar nas duas primeiras iniciações, que uma vez mais — como na Velha Atlantis — serão abertamente celebradas no plano físico.”</p><cite>Ida Urso, Ph. D., na 15a Conferência Internacional Anual do Instituto Seven Ray, em 24 de março de 2001.</cite></blockquote>



<p class="wp-block-paragraph">William Jasper, autor de <em>A New World Religion</em> [“Uma nova religião mundial”], de 2002, descreveu tudo isso como “(…) uma estranha e diabólica convergência de misticismo <em>new age</em>, panteísmo, animismo aborígene, ateísmo, comunismo, socialismo, ocultismo luciferino, apostasia cristã, islamismo, taoismo, budismo e hinduísmo”.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Quanto mais procuramos, mais acabamos encontrando…</p>



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<p class="has-text-align-right wp-block-paragraph">Por <a href="https://libertyonenews.com/the-uns-pagan-meditation-room-runes-altars-and-luciferian-mystery-analysis/." target="_blank" rel="noreferrer noopener nofollow">Andrew White</a>.<br>Tradução: <a href="https://culturadefato.com.br/author/danielmarcondes/">Daniel Marcondes</a>.<br><br>Artigo original disponível em:<br><a href="https://libertyonenews.com/the-uns-pagan-meditation-room-runes-altars-and-luciferian-mystery-analysis/" target="_blank" rel="noreferrer noopener nofollow">https://libertyonenews.com/the-uns-pagan-meditation-room-runes-altars-and-luciferian-mystery-analysis/</a>.</p>



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<p class="has-background has-very-light-gray-background-color wp-block-paragraph">Notas:</p>



<ol class="wp-block-list"><li id="Nota01"><a href="https://www.lucistrust.org/arcane_school/talks_and_articles/the_esoteric_meaning_lucifer" target="_blank" rel="noreferrer noopener nofollow">https://www.lucistrust.org/arcane_school/talks_and_articles/the_esoteric_meaning_lucifer</a> <a href="#ContemRefNota01"><img loading="lazy" decoding="async" width="14" height="10" class="wp-image-105" style="width: 14px;" src="https://culturadefato.com.br/wp-content/uploads/2020/06/Subir.jpg" alt="Subir"></a></li><li id="Nota02">Algo como Currículo Central Mundial, em tradução livre. Trata-se de um programa global de educação única, com certas disciplinas-chave que deveriam ser ensinadas universalmente. — NT <a href="#ContemRefNota02"><img loading="lazy" decoding="async" width="14" height="10" class="wp-image-105" style="width: 14px;" src="https://culturadefato.com.br/wp-content/uploads/2020/06/Subir.jpg" alt="Subir"></a></li></ol>



<br>



<p class="has-background has-very-light-gray-background-color wp-block-paragraph"><strong>Notas da editoria:</strong><br><br>Imagem da capa: “<em>Fallen Angel</em>” (1847), por <span data-tooltip-position="top" data-tooltip="Alexandre Cabanel (1823 - 1889): pintor francês, representante do Neoclassicismo Acadêmico.">Alexandre Cabanel</span> (1823 &#8211; 1889).</p>



<br>



<hr class="wp-block-separator has-alpha-channel-opacity is-style-dots"/>



<br>



<p class="wp-block-paragraph">Confira os comentários do tradutor deste artigo a respeito do tema:</p>



<figure class="wp-block-embed is-type-video is-provider-youtube wp-block-embed-youtube wp-embed-aspect-16-9 wp-has-aspect-ratio"><div class="wp-block-embed__wrapper">
https://youtu.be/H3nQJH1eUJY
</div></figure>



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<p>O post <a href="https://culturadefato.com.br/a-sala-de-meditacao-paga-da-onu-runas-altares-e-misterio-satanico/">A “sala de meditação” pagã da ONU: runas, altares e mistério satânico</a> apareceu primeiro em <a href="https://culturadefato.com.br">Cultura de Fato</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
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		<title>A verdadeira história da escravidão (Parte II)</title>
		<link>https://culturadefato.com.br/a-verdadeira-historia-da-escravidao-parte-ii/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Silvana de Mari]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 29 Aug 2022 21:07:49 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Filosofia e História]]></category>
		<category><![CDATA[Catolicismo]]></category>
		<category><![CDATA[Ceauşescu]]></category>
		<category><![CDATA[Cristóvão Colombo]]></category>
		<category><![CDATA[Escravidão]]></category>
		<category><![CDATA[Francisco de Vitória]]></category>
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		<category><![CDATA[Jacques Rouillard]]></category>
		<category><![CDATA[João Paulo II]]></category>
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		<category><![CDATA[Papa Paulo III]]></category>
		<category><![CDATA[Santo Isaac Jogues]]></category>
		<category><![CDATA[São João de Brébeuf]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>“Nesta segunda parte de <em>A verdadeira história da escravidão</em>, a autora trata principalmente das falsificações históricas relacionadas à escravidão indígena e à suposta 'cristianização forçada' da América pelos europeus.”</p>
<p>O post <a href="https://culturadefato.com.br/a-verdadeira-historia-da-escravidao-parte-ii/">A verdadeira história da escravidão (Parte II)</a> apareceu primeiro em <a href="https://culturadefato.com.br">Cultura de Fato</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="has-text-align-center wp-block-paragraph"><em>Para acessar a primeira parte, <a href="https://culturadefato.com.br/a-verdadeira-historia-da-escravidao-parte-i/">clique aqui</a>.</em></p>



<hr class="wp-block-separator has-alpha-channel-opacity is-style-wide"/>



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<p class="has-drop-cap wp-block-paragraph" id="ContemNota01">As palavras de <span data-tooltip-position="top" data-tooltip="Jorge Mario Bergoglio: nascido em Buenos Aires, em 1936, é o atual Chefe de Estado do Vaticano e 266º Papa da Igreja Católica.">Jorge Bergoglio</span> no Canadá causaram muita sensação.<sup><a href="#Nota01">1</a></sup> Vale a pena recordar a verdadeira história da escravidão e da guerra contra ela nas Américas.</p>



<p class="wp-block-paragraph" id="ContemNota02">Quando <span data-tooltip-position="top" data-tooltip="Cristóvão de Colombo (1451 - 1506): navegador e explorador genovês, responsável por liderar a frota que alcançou o continente americano em 12 de outubro de 1492, sob as ordens dos Reis Católicos de Espanha, no chamado descobrimento da América.">Colombo</span> lá chegou, as Américas eram praticamente despovoadas, habitadas por povos atualmente em fase de beatificação, mas que, na verdade, dedicavam-se sistematicamente à guerra, à escravidão e a sacrifícios humanos de uma ferocidade apocalíptica. O canibalismo era muito frequente, tanto para fins rituais quanto alimentares. A velocíssima conversão da América do Sul deveu-se também à crueldade dos regimes precedentes, dos quais o povo estava feliz em se libertar. A população era muito escassa, e partes enormes do território eram desabitadas, muito por conta da beligerância permanente entre vários grupos. Entre os mais ferozes estavam os <span data-tooltip-position="top" data-tooltip="Os iroqueses (em inglês e francês: Iroquois, pronunciado irocuá) ou Haudenosaunee foram um grupo nativo norte-americano que vivia em torno da região dos Grandes Lagos, primariamente no sul de Ontário, uma província do Canadá, e no nordeste dos Estados Unidos.">iroqueses</span>, conhecidos pelo hábito de comer os condenados cozidos, mas ainda vivos.<sup><a href="#Nota02">2</a></sup></p>



<p class="wp-block-paragraph">A evangelização das Américas é bem contada por Agostino Nobile, no livro <em><a href="https://amzn.to/3CExaz8" target="_blank" rel="noreferrer noopener nofollow">Quello che i cattolici devono sapere — almeno per evitare una fine ridicola</a></em> (“O que os católicos devem saber — ao menos para evitar um fim ridículo”), publicado em 2015, cuja leitura é cada vez mais urgente, talvez até já demasiado atrasada, visto que os católicos já estão mesmo se aprofundando no ridículo.</p>



<p class="img-direita wp-block-paragraph"><a href="https://amzn.to/3CExaz8" target="_blank" rel="noreferrer noopener nofollow"><img loading="lazy" decoding="async" width="512" height="455" class="wp-image-13321" src="https://culturadefato.com.br/wp-content/uploads/2022/08/QuelloCheCattoliciDevonoSapere.jpg" alt="Capa da obra: &quot;Quello che i cattolici devono sapere. Almeno per evitare una fine ridicola&quot;, de Agostino Nobile."></a>“Ninguém se preocupou mais com as almas dos seus novos súditos do que <span data-tooltip-position="top" data-tooltip="Isabel I de Castela (1474 - 1504): Apelidada de ''Isabel, a Católica'', foi a Rainha de Castela e Leão de 1474 até sua morte, além de Rainha Consorte de Aragão a partir de 1479 e Imperatriz titular do Império Bizantino de 1502 até sua morte. Era filha do rei João II e sua esposa Isabel de Portugal.">Isabel de Castela</span> (1451 — 1504), que, juntamente com o <span data-tooltip-position="top" data-tooltip="Alessandro Farnese (1468 - 1549): chefe da Igreja Católica e governante dos Estados papais de 13 de outubro de 1534 até à sua morte em 1549.">Papa Paulo III</span>, proibiu a escravidão e os abusos contra os índios. Já em 1478, a rainha católica havia libertado os escravos das colônias nas Canárias, e a proibição da escravidão dos indígenas do Novo Mundo foi respeitada por seus sucessores, encorajando-se o matrimônio entre seus súditos e os índios. À exceção da região do Caribe, da Argentina e do Brasil (onde, desde o século XVIII, os laicistas e a maçonaria tiveram o maior impacto), os países de língua latina são povoados por uma maioria ameríndia e mestiça, enquanto no norte protestante quase não existem mais índios.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A altíssima porcentagem de negros presentes nos países maçônicos e protestantes do norte prova — se ainda fosse preciso — que o tráfico de escravos nos países da América do Norte foi extenso a ponto de alterar a estrutura social e cultural. Não devemos nos esquecer, porém, de que a história das Américas não começa com a invasão dos europeus: naquelas terras, as tribos locais sempre se massacraram umas às outras, como frequentemente acontecia e acontece em todas as culturas tribais. Os missionários cristãos, ao contrário dos demais colonizadores, levaram a mensagem que enobrece o homem, extirpando daquelas culturas as tradições que queriam o homem guerreiro, escravo, vítima sacrificial dos deuses. Os incas e os astecas, por exemplo, realizavam sacrifícios humanos em massa. Para cativar a benevolência dos deuses, chegaram a jogar de suas pirâmides milhares de homens, mulheres e crianças escravizados.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O teólogo espanhol <span data-tooltip-position="top" data-tooltip="Francisco de Vitória (1483 - 1546): teólogo espanhol neo-escolástico e um dos fundadores da tradição filosófica da chamada ''Escola de Salamanca'', sendo também conhecido por suas contribuições para a teoria da Guerra Justa e como um dos criadores do moderno direito internacional. Entrou na Ordem dos Pregadores em 1504.">Francisco de Vitória</span> (1492 — 1546), em defesa dos índios, escreveu uma carta de direitos humanos que vale a pena relatar:</p>



<ol class="wp-block-list"><li>Os homens são livres por nascimento;</li><li>Pela <a href="https://culturadefato.com.br/lei-do-certo-e-do-errado/">lei natural</a>, ninguém é superior aos outros;</li><li>A criança não vem à existência em função dos outros, mas de si mesma;</li><li>É melhor renunciar ao próprio direito do que violar o dos outros;</li><li>A propriedade privada é lícita ao homem, mas ninguém é tão proprietário que não deva, às vezes, compartilhar seus bens com os outros. Em caso de extrema necessidade, todas as coisas são comuns;</li><li>Os dementes perpétuos — que não fazem e não há esperanças de que venham a poder fazer uso da razão — são sujeitos de direito e podem ser proprietários;</li><li>Ao condenado à morte é lícito fugir, porque a liberdade se equipara à vida;</li><li>Se o juiz, não respeitando a ordem da lei, obtém a confissão do réu por meio de tortura, não pode condená-lo, porque agindo assim não se comportou como juiz;</li><li>Não se pode levar à morte alguém que não tenha sido julgado e condenado legitimamente;</li><li>Cada nação tem direito de governar-se a si mesma, e pode escolher o regime político que quiser, mesmo quando não for o melhor;</li><li>Todo o poder do rei vem da nação, porque esta é livre por princípio;</li><li>O orbe inteiro, que de certa maneira constitui uma república, tem o poder de dar leis justas e convenientes a toda a humanidade;</li><li>Não é lícita uma guerra que traga às nações um mal bem maior do que as vantagens que se pretende obter por meio dela, sejam quais forem as razões e causas pelas quais se creia que seja justa;</li><li>Se um súdito constata a injustiça de uma guerra, pode recusar-se a participar dela, mesmo contra o mando do príncipe;</li><li>O homem não é lobo para o homem, mas é, antes de tudo, homem.”</li></ol>



<p class="wp-block-paragraph">Se analisamos os textos, podemos perceber que a escravidão foi um fenômeno totalmente atroz fora do cristianismo, mas muito menos feroz dentro dele, e também aqui devemos fazer uma distinção entre protestantismo e catolicismo. A condenação da escravidão teve origem no catolicismo. Seguramente existiram escravistas dentro do catolicismo, mas as linhas teóricas do antiescravagismo nasceram ali. No Canadá, Bergoglio se esqueceu da verdade histórica, das missões católicas que criaram escolas, hospitais e vilas onde finalmente não era mais permitida a tortura e não era mais permitida a escravidão, normalmente praticada pelos iroqueses e por outros grupos étnicos, exatamente como não era mais permitido o estupro étnico de mulheres de outras tribos escravizadas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Os missionários católicos pagaram com a vida e com a dor: foram comidos cozidos, ainda vivos (os iroqueses assavam o prisioneiro vivo, depois cortavam as partes externas de seu corpo já cozido e as comiam diante de seus olhos, enquanto cozinhavam o resto). Essa história é contada pelo padre Celestino Testore, no livro <em><a href="https://amzn.to/3wzJZH5" target="_blank" rel="noreferrer noopener nofollow">I santi martiri canadesi</a></em> (“Os santos mártires canadenses”), de 1941. No Canadá, Bergoglio não recordou esses mártires e as inúmeras vidas que salvaram, e pediu desculpas por eventos jamais ocorridos.</p>



<p class="img-direita wp-block-paragraph"><a href="https://culturadefato.com.br/a-verdadeira-historia-da-escravidao-parte-i/"><img loading="lazy" decoding="async" width="571" height="329" class="wp-image-13324" src="https://culturadefato.com.br/wp-content/uploads/2022/08/TheSlaveMarket_1886_GustaveBoulanger_Peq.jpg" alt="Obra: &quot;The Slave Market&quot; (1886), por Gustave Clarence Rodolphe Boulanger (1824 - 1888). Tamanho Pequeno."></a>Aquela conversa das valas comuns de crianças é uma lenda negra já clamorosamente desmentida, visto que nem um único cadáver foi jamais exumado. As crianças eram retiradas de suas famílias pelo Estado canadense — certamente não pelos padres católicos, que jamais separaram as crianças de suas famílias —, Estado este que, depois, as confiava aos orfanatos católicos, pois não pretendia ocupar-se delas. O historiador Jacques Rouillard, professor da Faculdade de História da Universidade de Montreal, publicou, no dia 11 de janeiro, no portal canadense <em><a href="https://www.dorchesterreview.ca/blogs/news/in-kamloops-not-one-body-has-been-found?_pos=4&amp;_sid=c0e014ad3&amp;_ss=r" target="_blank" rel="noreferrer noopener nofollow">Dorchester Review</a></em>, um longo artigo em que demonstra não haver quaisquer sepulturas irregulares ou de massa, mas simples cemitérios para estudantes e professores. As causas de morte das crianças, documentadas, são a tuberculose, a influenza e, mais raramente, acidentes, e estão absolutamente adequadas às estatísticas sanitárias daquele tempo, completamente comparáveis à taxa de mortalidade dos órfãos ingleses, nos orfanatos ingleses desses mesmos anos, muito inferiores à taxa de mortalidade dos orfanatos soviéticos e dos romenos sob <span data-tooltip-position="top" data-tooltip="Nicolae Ceaușescu (1918 - 1989): político romeno que serviu como Secretário-geral do Partido Comunista do seu país de 1965 a 1989, servindo também, a partir de 1974, como Presidente da República Socialista da Romênia. Seu governo ditatorial foi derrubado na Revolução de 1989.">Ceauşescu</span>, e enormemente inferiores ao percentual de mortos nos orfanatos chineses, que eram chamados <em>dying rooms</em>, “quartos da morte”, enquanto milhares e milhares de crianças foram salvas através dos séculos e continentes nos orfanatos católicos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Em 2022, o professor Tom Flanagan e o magistrado Brian Gesbrecht, na <a href="https://www.dorchesterreview.ca/">Dorchester Review</a>, com o título <em><a href="https://www.dorchesterreview.ca/blogs/news/the-false-narrative-of-irs-burials?_pos=1&amp;_sid=f99253f16&amp;_ss=r" target="_blank" rel="noreferrer noopener nofollow">The false narrative of the residential schools burials</a></em> (“A falsa narrativa das covas das escolas residenciais”), reafirmam não haver vestígios de um único aluno morto nos 113 anos de história das escolas residenciais católicas. Por que Bergoglio se desculpou por eventos jamais comprovados? A civilização cristã católica foi o primeiro baluarte contra a escravidão, o genocídio e a exploração extrema do homem pelo homem. Uma vez abatida, cancelada ou reduzida a um cachorrinho na coleira da <a href="https://culturadefato.com.br/insanidade-versus-liberdade/">Nova Ordem Mundial</a>, a receber ordens de Davos, não haverá mais baluartes. Fomos nós os mestres da ciência, da técnica, da filosofia e das artes, os paladinos da guerra contra a escravidão, aqueles que falaram sobre a dignidade humana, não porque fôssemos melhores do que os outros, mas porque tivemos extraordinária sorte em fundir a espiritualidade bíblica evangélica, a filosofia grega, o direito romano e até mesmo a paixão dos bárbaros.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Foi um milagre. Uma vez que tenhamos sido aniquilados, destruídos, domesticados, substituídos, o conceito de dignidade humana não mais existirá, e a escravidão, que já está efervescendo escondida em palavras muito mais brandas, como gravidez para os outros e eutanásia sem consentimento, explodirá como nunca antes.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Os milagres não se repetirão. A Providência não intervém uma segunda vez, depois que seus dons são jogados fora.</p>



<br>



<p class="has-text-align-right wp-block-paragraph">Por <a href="https://culturadefato.com.br/author/silvanademari/">Silvana de Mari</a><br>Tradução: <a href="https://culturadefato.com.br/author/danielmarcondes/">Daniel Marcondes</a><br><br> Artigo original disponível em<br><a href="https://www.silvanademaricommunity.it/2022/08/09/la-vera-storia-dello-schiavismo/">https://www.silvanademaricommunity.it/2022/08/09/4998/</a>.</p>



<br>



<p class="has-background has-very-light-gray-background-color wp-block-paragraph">Notas:</p>



<ol class="wp-block-list"><li id="Nota01">Em julho deste ano, Francisco esteve no Canadá, diante de <span data-tooltip-position="top" data-tooltip="Justin Pierre James Trudeau: educador e político canadense que atua como o 23º primeiro-ministro do Canadá desde 2015 e Líder do Partido Liberal desde 2013. Nascido em 1971.">Justin Trudeau</span> e representantes de índios nativos da região, para, mais uma vez — seguindo à risca a escola de <span data-tooltip-position="top" data-tooltip="Karol Józef Wojtyla (1920 - 2005), Papa da Igreja Católica de 22 de outubro de 1978 a 2 de abril de 2005.">João Paulo II</span> — implorar perdão por coisas que a Igreja nunca fez, reafirmando algumas das piores falsificações históricas já fabricadas contra ela (entre as quais o mito dos internatos, do qual a autora falará adiante). Em um de seus discursos, proferido em espanhol, disse: “<em>Pido perdón por la manera en la que, lamentablemente, muchos cristianos adoptaran la mentalidad colonialista de las potencias que oprimieron a los pueblos indígenas. Estoy dolido. Pido perdón, en particular, por el modo en el que muchos miembros de la Iglesia y de las comunidades religiosas cooperaron, también por medio de la indiferencia, en esos proyectos de destrucción cultural y asimilación forzada de los gobiernos de la época, que finalizaron en el sistema de las escuelas residenciales</em>” (<a href="https://www.lapresse.it/vaticano/2022/07/25/il-mea-culpa-del-papa-davanti-agli-indigeni-chiedo-perdono/" target="_blank" rel="noreferrer noopener nofollow">https://www.lapresse.it/vaticano/2022/07/25/il-mea-culpa-del-papa-davanti-agli-indigeni-chiedo-perdono/</a>). Cobrado, na coletiva de imprensa do encontro, por não ter utilizado a palavra “genocídio” (!), Francisco fez questão de se explicar: “<em>Es cierto que no utilicé la palabra porque no me vino a la mente, pero describí el genocidio y pedí perdón, perdón por esta obra que es genocida. Por ejemplo, yo también condené esto: quitar a los niños, cambiar la cultura, cambiar las mentes, cambiar las tradiciones, cambiar una raza, digamos, toda una cultura. Sí, es una palabra técnica — genocidio — pero no la utilicé porque no me vino a la mente</em>” (todas as demais atrocidades pronunciadas nos discursos completos e homilias de Francisco, neste e em outros eventos, podem ser encontradas em sua versão oficial, em diversos idiomas, em sua página no site da Santa Sé: <a href="https://www.vatican.va/content/francesco/it.html" target="_blank" rel="noreferrer noopener nofollow">https://www.vatican.va/content/francesco/it.html</a>). Julgando, porém, que aliar-se aos inimigos da Igreja para atacá-la não fosse suficiente humilhação e zombaria pública aos católicos e ao nome de Nosso Senhor Jesus Cristo, o papa da Pachamama participou, de cocar na cabeça, juntamente com toda sua delegação de cardeais, de um ritual pagão de purificação. Um homem da tribo Huron “acendeu ervas com um fósforo, em uma pequena tigela, para ‘honrar’ a terra, o ar, a água e o fogo. Ele então espalhou, com uma pena, a pequena fumaça produzida, expressando sua crença de que o fogo sagrado haveria de unir tudo o que existe na criação. (…) O ancião pediu às Quatro Direções que abrissem as portas dos ancestrais e permitissem o acesso ao ‘círculo sagrado de espíritos’ [= demônios]” (<a href="https://gloria.tv/post/3gj4Vh8f7cbv4STgiWgQHAjpb" target="_blank" rel="noreferrer noopener nofollow">https://gloria.tv/post/3gj4Vh8f7cbv4STgiWgQHAjpb</a>). Que <span data-tooltip-position="top" data-tooltip="Isaac Jogues (1607 - 1646): missionário e mártir francês que viajou e trabalhou entre os iroqueses, hurons e outras populações indígenas da América do Norte. Ele, juntamente com São João de Brébeuf e outros missionários martirizados, foram canonizados em 1930 e ganharam o título de ''Os Mártires Norte-Americanos''.">Santo Isaac Jogues</span> e <span data-tooltip-position="top" data-tooltip="João de Brébeuf (1593 - 1649): missionário jesuíta que entrou na Companhia de Jesus em 08/11/1617, com a idade de 24 anos. Tinha uma grande facilidade para aprender línguas, característica essa que acabou por favorecer sua nomeação para missões com os índios no Canadá. Ele, juntamente com Isaac Jogues e outros missionários martirizados, foram canonizados em 1930 e ganharam o título de ''Os Mártires Norte-Americanos''">São João de Brébeuf</span>, brutalmente martirizados pelos índios canadenses, implorem para nós a misericórdia de Deus. — NT <a href="#ContemNota01"><img loading="lazy" decoding="async" width="14" height="10" class="wp-image-105" style="width: 14px;" src="https://culturadefato.com.br/wp-content/uploads/2020/06/Subir.jpg" alt="Subir"></a></li><li id="Nota02">Para uma verdadeira e detalhada história da chegada dos europeus na América, bem como dos hábitos e práticas dos povos indígenas que lá encontraram, cf.: Iturralde, Cristián Rodrigo. <em><a href="https://amzn.to/3CDtZru" target="_blank" rel="noreferrer noopener nofollow">1492: fim da barbárie, começo da civilização na América</a></em>. Campinas: VIDE Editorial, 2020. — NT <a href="#ContemNota02"><img loading="lazy" decoding="async" width="14" height="10" class="wp-image-105" style="width: 14px;" src="https://culturadefato.com.br/wp-content/uploads/2020/06/Subir.jpg" alt="Subir"></a></li></ol>



<br>



<p class="has-background has-very-light-gray-background-color wp-block-paragraph"><strong>Notas da editoria:</strong><br><br>Imagem da capa: “<em><a href="https://www.meisterdrucke.pt/impressoes-artisticas-sofisticadas/Theodore-de-Bry/90268/Cena-do-canibalismo,-de-&amp;39;Americae-Tertia-Pars-...&amp;39;,-1592-%28gravura-colorida%29.html" target="_blank" rel="noreferrer noopener nofollow">Cenas de canibalismo</a></em>”, gravura criada em 1592 por Théodore de Bry (1528 &#8211; 1598).</p>



<br>
<p>O post <a href="https://culturadefato.com.br/a-verdadeira-historia-da-escravidao-parte-ii/">A verdadeira história da escravidão (Parte II)</a> apareceu primeiro em <a href="https://culturadefato.com.br">Cultura de Fato</a>.</p>
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		<title>Margaret Sanger: doente sexual e ícone do feminismo</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Magdalena del Amo]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 17 Aug 2022 15:22:57 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Filosofia e História]]></category>
		<category><![CDATA[Aborto]]></category>
		<category><![CDATA[Alfred Kinsey]]></category>
		<category><![CDATA[Cristianismo]]></category>
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		<category><![CDATA[Planned Parenthood]]></category>
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		<category><![CDATA[William Sanger]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>“Nada do que acontece nestes tempos distópicos é casual. (...) As ideias que fizeram desta mulher um trapo humano são o paradigma da liberalização feminista e estão se impondo em todo o mundo sob as ditaduras progressistas.”</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="has-text-align-center wp-block-paragraph">“<em>O mais misericordioso que uma família numerosa pode fazer com um de seus membros pequenos é matá-lo.</em>”<br>Margaret Sanger (1879 — 1966), eugenista, abortista e ídolo do movimento feminista.</p>



<hr class="wp-block-separator has-alpha-channel-opacity is-style-wide"/>



<br>



<p class="has-drop-cap wp-block-paragraph">Nada do que acontece nestes tempos distópicos é casual. No tema do gênero – um dos pilares da <span data-tooltip-position="top" data-tooltip="Nova Ordem Mundial">NOM</span> – e suas diversas ramificações, que se fundamentam no ódio ao homem, na inversão dos valores, na aversão à família, aos não nascidos e ao que quer que se relacione à tradição e ao humanismo cristão da sociedade ocidental, tudo foi cuidadosamente programado, louvando-se personagens mentalmente instáveis para criar a corrente contranatura que haveria de impor-se – por lei – nas duas primeiras décadas deste século pelas mãos de políticos desmiolados e amorais, a fim de se estabelecer um paradigma involutivo e trans-humanista.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Os personagens aos quais me refiro foram elevados e financiados pelos predecessores dos que hoje ditam todo tipo de normas para sustentar suas estratégias, baseadas em falácias científicas como a do gênero, já citada, das pandemias ou das mudanças climáticas. Entre as figuras que influenciaram o novo paradigma moral que daria lugar à atual Cultura da Morte há que se destacar <span data-tooltip-position="top" data-tooltip="Margaret Higgins Sanger (1879 - 1966): Enfermeira, sexóloga, escritora e ativista para o controle de natalidade (norte-americana).">Margaret Sanger</span>, <span data-tooltip-position="top" data-tooltip="Margaret Mead (1901 - 1978): antropóloga estadunidense.">Margaret Mead</span>, <span data-tooltip-position="top" data-tooltip="Alfred Charles Kinsey (1894 - 1956): Biólogo, professor de entomologia e zoologia. Fundou o Instituto de Pesquisa do Sexo na Universidade de Indiana.">Alfred Kinsey</span> e <span data-tooltip-position="top" data-tooltip="David Berry Gamble (1847 - 1923): membro de segunda geração da companhia P&amp;G.">David Gamble</span>. Estes foram criando o caldo de cultivo propício a que ideias extravagantes, devidamente adornadas, fossem aceitas pelo grande público. Do ponto de vista pessoal, todos eles protagonizaram vidas desastrosas. No entanto, são ícones dos ideólogos da nova sociedade que se está impondo, e se buscarmos no Google, aparecerão posicionados nos primeiros lugares como heróis e heroínas criadores de paraísos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Conhecer a personalidade de Margaret Sanger é fundamental para compreender a situação de atual legalidade do aborto no mundo, dado que a implantação da mal chamada “saúde reprodutiva”, que tanto a ONU – assessorada pela International Planned Parenthood (IPPF) – como quase todos os governos pautaram como objetivo, teve seu germe nas projeções e na amargura desta mulher norte-americana nascida em 1879.</p>



<p class="img-direita wp-block-paragraph"><a href="https://es.catholic.net/op/articulos/32686/cat/224/dejame-nacer-el-aborto-no-es-un-derecho.html" target="_blank" rel="noreferrer noopener nofollow"><img loading="lazy" decoding="async" width="321" height="462" class="wp-image-13159" src="https://culturadefato.com.br/wp-content/uploads/2022/08/DejameNacer.jpg" alt="Capa da obra “Déjame nacer. El aborto no es un derecho”, de Magdalena del Amo. Editora La Regla de Oro Ediciones. Madri, 2009."></a>Os traços de inconformismo patológico de sua personalidade deixam ver seus traumas de infância e adolescência, que, mais do que à falta de fartura econômica, que ela culpava, se deviam a carências afetivas. Para ela, seus nove irmãos haviam sido um grande obstáculo e os culpados de que lhe faltasse o necessário. Via outras famílias, com menos filhos, que viviam melhor e lhe pareciam rir mais e ser mais felizes. Sua mente de criança começou, então, a formar dois arquétipos: família com muitos filhos é igual a família pobre, infeliz e triste; família com poucos filhos é igual a família que vive sem privações, feliz e alegre. A própria Sanger declararia que, para ela, a distinção entre felicidade e infelicidade apoiava-se, mais do que em pobreza e riqueza, em famílias grandes ou pequenas. Alguns anos depois, essa dedução seria por ela elevada a nível de axioma, com a implantação das políticas de planejamento familiar.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><span data-tooltip="Michael Hennessy Higgins (1846 - 1926)" data-tooltip-position="right">Seu pai</span> era inimigo de todo tipo de religião e havia proibido que seus filhos recebessem ensino religioso. Essa influência contribuiu ao seu posterior materialismo, que haveria de aprofundar-se quando se casou com seu primeiro marido, <span data-tooltip="William Sanger (1875 - 1975): arquiteto e artista nascido na Alemanha e formado nos Estados Unidos." data-tooltip-position="top">William Sanger</span>, um arquiteto anarquista e ainda mais anti-religioso do que seu pai.</p>



<p class="wp-block-paragraph" id="ContemNota01">Deste matrimônio nasceram <span data-tooltip="Peggy Sanger, Grant Sanger e Stuart Sanger." data-tooltip-position="top">três bebês</span>. Desconhecemos se realizou algum aborto, ainda que conste em sua biografia que manteve relações sexuais durante seu tempo de estudos secundários. Fazemos alusão a isto porque seu comportamento com as crianças deixa ver uma das consequências da síndrome pós-aborto: a negligência no cuidado dos filhos. Sua biografia diz que a vida doméstica e os filhos lhe aborreciam, e que ainda que gostasse de beijá-los e abraçá-los, quando tinha que se ocupar deles “afirmava sofrer um ataque de uma misteriosa ‘enfermidade nervosa’ e se agarrava à primeira oportunidade de sair de casa”. “Mamãe raramente se encontrava em casa. Se limitava a deixar-nos com qualquer um que estivesse por perto e ia correndo não sabemos para onde”, diria, anos depois, seu filho Grant<a href="#Nota01"><sup>1</sup></a>.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Sanger participava de reuniões sobre socialismo radical, eugenia e “sexo livre”. Este último não era apenas matéria de discussão, mas ela também o praticava. Sanger tornou-se uma de suas grandes defensoras – na teoria e na prática –, o que levou à ruptura de seu casamento.</p>



<p class="wp-block-paragraph">As informações que sua biografia nos fornece delineiam um problema de adição sexual grave, talvez buscando essa afetividade que nunca teve, na infância. Sua voracidade sexual era tal que se viu obrigada a elaborar a “teoria evolutiva da criação do gênio” para justificar seu desajuste. A implantação do “sexo em liberdade” como meio para se obter o paraíso na terra se transformou no esforço de sua vida. Seus ícones foram seu amante <span data-tooltip="Henry Havelock Ellis (1859 - 1939): médico e psicólogo britânico, escritor e reformador social que estudou a sexualidade humana." data-tooltip-position="top">Havellock Ellis</span>, a quem chamava “Rei”, e Emma Goldman, ambos promotores do sexo livre.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Era partidária da eugenia para eliminar o que ela chamava “o mais débil da sociedade”. Trechos como este revelam, sem subterfúgios, o seu pensamento:</p>



<blockquote class="wp-block-quote is-style-default is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow">
<p class="wp-block-paragraph">“Na história primitiva da raça, a chamada ‘lei natural’ reinava sem interferência. Sob sua cruel regra de ferro, apenas os mais fortes e valentes podiam viver e converter-se em progenitores da raça. Os débeis ou morriam prematuramente ou se os eliminava. Hoje, porém, a civilização oferece compaixão, pena, ternura e outros sentimentos elevados e dignos que interferem na lei da seleção natural. Encontramo-nos em uma situação em que nossas instituições beneficentes, nossos atos de compensação, nossas pensões, nossos hospitais, inclusive nossas infraestruturas básicas, tendem a manter vivos os doentes e os débeis, aos quais é permitido que se propaguem e, assim, produzam uma raça de degenerados”<sup><a href="#Nota02">2</a></sup>.</p>
</blockquote>



<p class="wp-block-paragraph">Quando foi visitar Hitler para lhe propor suas ideias de criar a super-raça, premiando os casais selecionados que tivessem muitos filhos, este ficou encantado.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Margaret Sanger proclamava a superioridade da raça anglo-saxã, à qual pertencia. Considerava inferiores aos latinos, negros e judeus. Um de seus lemas era “controle de natalidade: criar uma raça de puros-sangues”, que depois foi substituído por algo menos forte: “Bebês por opção, não por azar”. Essas teorias que Margaret Sanger começou a publicar no início do século XIX não apenas tomaram corpo, mas foram já superadas. Hoje, a manipulação de embriões para trazer ao mundo filhos sem defeitos, sacrificando o resto dos embriões fecundados, é um fato.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Todavia, para os pobres, negros e hispanos havia reservado outras medidas. Sugeriu a políticos que os governos esterilizassem as mulheres, em troca de donativos. Em seu tempo, isso não foi aceito, mas, atualmente, essas políticas estão sendo aplicadas em vários países da América Espanhola, Ásia e África, através da Agência para o Desenvolvimento Internacional (USAID). O objetivo de dizimar essas raças sempre esteve na agenda dos populacionistas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Para Sanger, a sociedade estava abarrotada de imbecis, cuja excessiva fertilidade fazia com que se perpetuassem os defeituosos, delinquentes e dependentes. Margaret Sanger não ocultava seu racismo. Era favorável a que se utilizasse métodos espartanos e quaisquer outros que levassem à esterilização dos indivíduos “idiotas”, de modo a evitar que procriassem.</p>



<p class="img-direita wp-block-paragraph"><a href="https://culturadefato.com.br/o-darwinismo-e-a-raiz-da-cultura-da-morte/"><img loading="lazy" decoding="async" width="570" height="327" class="wp-image-13154" src="https://culturadefato.com.br/wp-content/uploads/2022/08/EstatuaDarwin.jpg" alt="Estátua de Darwin"></a>Ao falar de eugenia, nos vem à mente a Alemanha do Terceiro Reich, mas a eliminação dos débeis foi sempre um velho sonho dos eugenistas anteriores a Sanger, como <span data-tooltip-position="top" data-tooltip="Francis Galton (1822 - 1911): primo de Charles Darwin, que, baseado em sua obra, criou o termo ''eugenia'' para designar o aprimoramento da espécie através da seleção artificial.">Galton</span> ou o próprio <span data-tooltip-position="top" data-tooltip="Charles Robert Darwin (1809 - 1882): naturalista britânico, pai da famosa teoria evolucionista.">Darwin</span>, todos sob grande influência de <span data-tooltip-position="top" data-tooltip="Thomas Robert Malthus (1766 - 1834): economista e matemático britânico, propositor de uma teoria segundo a qual o crescimento exponencial da população humana levaria à escassez de alimentos, tornando-se um dos primeiros defensores do controle de natalidade e da diminuição populacional.">Malthus</span>. Por outro lado, a eugenia era aceita, antes da Segunda Guerra Mundial, como necessária à saúde racial.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A obsessão de Sanger pelo controle de natalidade a levou a fundar, em 1916, em Nova York, a primeira clínica para o controle de nascimentos, e a criar a National Birth Control League (Liga Nacional para o Controle de Natalidade), que após mudar de nome por diversas vezes, aterrissou na atual <a href="https://www.plannedparenthood.org/" target="_blank" rel="noreferrer noopener nofollow">Planned Parenthood</a> Federation of America (Federação Americana de Planejamento Familiar), que deu lugar, em 1942, à <a href="https://www.ippf.org/about-us/member-associations/united-states" target="_blank" rel="noreferrer noopener nofollow">IPPF</a>, a maior promotora do aborto no mundo, que também vê com muito bons olhos a eugenia. De fato, foi a mais firme defensora do diagnóstico pré-natal para as grávidas com risco de ter bebês com deficiência. A IPPF foi criada com fundos da “Fundação Brush” e estabeleceu sua sede principal em Londres.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Antes da Segunda Guerra Mundial, vários conselheiros da Planned Parenthood eram também conselheiros da <a href="https://eugenicsarchive.ca/discover/tree/5233e53d5c2ec500000000e2" target="_blank" rel="noreferrer noopener nofollow">American Eugenics Society</a> (Associação Americana de Eugenia); por isso, após a guerra se viram obrigados a mudar de nome, para que não fossem relacionados aos nazistas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Sanger viajou à Índia e tentou convencer <span data-tooltip-position="top" data-tooltip="Mohandas Karamchand Gandhi (1869 - 1948): líder pacifista indiano.">Mahatma Gandhi</span> a apoiá-la. Este lhe respondeu que “as ajudas artificiais [anticoncepcionais] conduzem à satisfação imoderada dos desejos e são, portanto, desmoralizadoras e debilitantes”. A ideia do libertador sobre o autocontrole nada tinha que ver com a prática do sexo descontrolado de Sanger. Hitler, porém, havia se deslumbrado com a ideia de premiar aos melhores da raça para que procriassem, criando assim uma raça de super-homens.</p>



<p class="wp-block-paragraph" id="ContemNota03">Em seu livro <em><a href="https://amzn.to/3Cf3msH" target="_blank" rel="noreferrer noopener nofollow">Women and the New Race</a></em> (“As mulheres e a nova raça”), Sanger escreveu: “O mais misericordioso que uma família numerosa pode fazer com um de seus membros pequenos é matá-lo”<sup><a href="#Nota03">3</a></sup>.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Definitivamente, o aborto é hoje promovido no mundo pela IPPF, organização resultante das propostas delirantes de um ser que não é exemplo de nada para ninguém. Sua voracidade sexual esteve incluída até pouco tempo no manual de patologias <span data-tooltip="''Diagnostic and Statistical Manual of Mental Disorders'' ou ''Manual Diagnóstico e Estatístico de Transtornos Mentais''. " data-tooltip-position="top">DSM-IV</span> como ninfomania (até a chegada da imundície decadente e vermelha que tem invadido e apodrecido as instituições)..</p>



<p class="wp-block-paragraph">Margaret Sanger se casou várias vezes e teve dezenas de amantes. Quando deixou de ser atrativa para o sexo oposto, passou a comprar a companhia de garotos jovens. Ia de festa em festa para aliviar sua solidão, mas como já ninguém lhe fazia caso, recorreu ao álcool. Vagava bêbada durante a noite e teve que ser internada em uma clínica até o fim de seus dias, em setembro de 1966, aos 87 anos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Enquanto escrevemos tudo isso, move-nos um sentimento ambivalente de pena e raiva. Pena porque a pobre mulher era uma doente e, portanto, digna de lástima e de ser tratada por profissionais. Raiva porque as ideias que fizeram desta mulher um trapo humano são o paradigma da liberalização feminista e estão se impondo em todo o mundo sob as ditaduras progressistas.</p>



<br>



<p class="has-text-align-right wp-block-paragraph">Por <a href="https://www.eldiestro.es/author/magdalena/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Magdalena del Amo</a>.<br>Traduzido por <a href="https://culturadefato.com.br/author/danielmarcondes/">Daniel Marcondes</a>.<br><br>Excerto da obra <a href="https://es.catholic.net/op/articulos/32686/cat/224/dejame-nacer-el-aborto-no-es-un-derecho.html" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><em>Déjame nacer. El aborto no es un derecho</em></a>, de Magdalena del Amo.<br>Editora <a href="http://laregladeoroediciones.com/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">La Regla de Oro Ediciones</a>. Madri, 2009.</p>



<br>



<p class="has-background has-very-light-gray-background-color wp-block-paragraph">Notas:</p>



<ol class="wp-block-list">
<li>Margaret Sanger. <em><a href="https://amzn.to/3PnoUX6" target="_blank" rel="noreferrer noopener nofollow">The Pivot of Civilization</a></em>. Nova York: Maxwell Reprint Company, 1969, p. 237, citado em Donald de Marco e Benjamin D. Wiker, <em><a href="https://amzn.to/3C8za2v" target="_blank" rel="noreferrer noopener nofollow">Arquitectos de la cultura de la muerte</a></em>, p. 264. <figure><a href="#ContemNota01"><img loading="lazy" decoding="async" width="14" height="10" class="wp-image-105" style="width: 14px;" src="https://culturadefato.com.br/wp-content/uploads/2020/06/Subir.jpg" alt="Subir"></a></figure></li>



<li>Margaret Sanger. <em>Birth Control and Women’s Health</em>, em “<em><a href="https://amzn.to/3ApUPSj" target="_blank" rel="noreferrer noopener nofollow">Birth Control Review</a></em>”, I, n. 12, dezembro de 1917, 7. <figure><a href="#ContemNota02"><img loading="lazy" decoding="async" width="14" height="10" class="wp-image-105" style="width: 14px;" src="https://culturadefato.com.br/wp-content/uploads/2020/06/Subir.jpg" alt="Subir"></a></figure></li>



<li>Margaret Sanger. <em><a href="https://amzn.to/3K1AAxr">Women and the New Race</a></em>. Nova York: Brentano’s, 1920. Reimpr.: Geo. W. Halter, 1928, p. 67. <figure><a href="#ContemNota03"><img loading="lazy" decoding="async" width="14" height="10" class="wp-image-105" style="width: 14px;" src="https://culturadefato.com.br/wp-content/uploads/2020/06/Subir.jpg" alt="Subir"></a></figure></li>
</ol>



<br>



<p class="has-background has-very-light-gray-background-color wp-block-paragraph"><strong>Nota da editoria:</strong><br><br>Imagem da capa: “<em><a href="https://arteeartistas.com.br/les-demoiselles-davignon/" target="_blank" rel="noreferrer noopener nofollow">Les Demoiselles d&#8217;Avignon</a></em>” (1907), por Pablo Picasso (1881 &#8211; 1973).</p>



<br>
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		<title>Insanidade versus liberdade</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Ubiratan Jorge Iorio]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 24 Jul 2022 19:37:46 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Política e Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Agenda 2030]]></category>
		<category><![CDATA[Ambientalismo]]></category>
		<category><![CDATA[Ângela Merkel]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>“Seja qual for o nome que se dê — <em>globalismo</em>, <em>Nova Ordem Mundial</em>, <em>Fórum de Davos</em>, <em>Agenda 2030</em> ou <em>Protocolo ESG</em> —, o fato é que estão progressivamente avançando sobre a nossa liberdade. Fortemente endinheirados e controlando muitos canais políticos, já conseguiram transformar o Ocidente em uma coisa chata demais; porém, estão longe de estar satisfeitos.”</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p class="has-text-align-center wp-block-paragraph">“<em>Liberdade é improvável que seja perdida de uma vez e abertamente.</em><br><em>É muito mais provável que seja corroída, pouco a pouco,</em><br><em>por meio de promessas e expressões brilhantes repletas de ideais nobres.</em>”<br>Thomas Sowell, economista e critico social estadunidense.</p>



<hr class="wp-block-separator has-alpha-channel-opacity is-style-wide"/>



<br>



<p class="has-drop-cap wp-block-paragraph">Seja qual for o nome que se dê — <em>globalismo</em>, <em>Nova Ordem Mundial</em>, <em>Fórum de Davos</em>, <em>Agenda 2030</em> ou <em>Protocolo ESG</em> (de <em>environmental, social e governance</em>) —, o fato é que se trata de ardis dos candidatos a donos do mundo e que estão progressivamente avançando sobre a nossa liberdade. Fortemente endinheirados e controlando muitos canais políticos, já conseguiram transformar o Ocidente em uma coisa chata demais; porém, estão longe de estar satisfeitos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Como exemplos dessa amofinação permanente, as constatações de que já não se pode mais chamar as pessoas pelo que elas de fato são; de que existe algo como uma obrigação de endossar comportamentos e visões de mundo de que se discorda; e de que, quando se criticam ideias, é preciso primeiro verificar se quem as está expondo pertence a alguma das chamadas “minorias”, sob o risco de atrair ataques furiosos das “sentinelas do bem”. Um saco! Ninguém aguenta mais.</p>



<p class="img-direita wp-block-paragraph"><a href="https://culturadefato.com.br/as-origens-do-politicamente-correto/"><img loading="lazy" decoding="async" width="441" height="255" class="wp-image-6520" src="https://culturadefato.com.br/wp-content/uploads/2021/02/Pare.jpg" alt=""></a>Os exageros que esses tiranos vêm paulatinamente nos impondo ultrapassam todos os limites do tolerável. Há que se encher de muitos cuidados, todos descabidos e inaceitáveis: se você critica, por exemplo, o excesso de pimenta em uma feijoada preparada por alguma cozinheira gorda, pode ser duplamente carimbado de <em>misógino</em> e <em>gordofóbico</em>. Se discorda da opinião de algum integrante de um movimento negro ou indígena sobre determinado assunto, de <em>racista</em> ou <em>supremacista branco</em>. Se desaprova um artigo científico sobre tartarugas marinhas escrito por algum <em>homossexual</em>, de <em>homofóbico</em>. Se, mesmo sendo mulher, negra e homossexual, tem a coragem de assumir alguma bandeira da chamada direita, de <em>traidora fascista</em>. Se manifesta respeito e amor a Deus, de <em>ultraconservador</em>. Se pisa por descuido em uma lagartixa sonolenta, de <em>antiambientalista</em>. Se sente revolta contra um assaltante que atirou em um inocente, de <em>socialmente insensível</em>. Se elogia a beleza de uma colega de escritório, de <em>machista assediador</em>. E, se pega uma folha de jornal, amarra as quatro pontas duas a duas e as acende com um fósforo, simplesmente para fazer um <em>balão maria-fumaça</em> para distrair o seu filho, será tratado como um criminoso hediondo, um destruidor da mãe terra, um monstro estuprador da natureza.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O policiamento das patrulhas politicamente corretas é tão implacável que muitas pessoas se sentem constrangidas e quase que obrigadas, antes de se atreverem a criticar uma ideia — por mais absurda que possa ser — exposta por alguém que faça parte das tais minorias, a afirmar coisas como: “Não tenho nada contra, pois tenho até amigos que são”, ou “Não os estou atacando, tenho vários amigos assim”, etc.. Pedindo desculpas por não concordar.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Os ditos “progressistas” venceram a guerra da linguagem. É por isso que está ficando cada vez mais difícil expor opiniões e ideias sem ser de antemão condenado e imediatamente “cancelado” por destacamentos fortemente armados com fuzis carregados de falácias, brandidos por combatentes alucinados que dão plantão permanente na velha imprensa, nas universidades, na política e, ultimamente, em todas as instâncias do Judiciário.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Infelizmente, o Ocidente está sendo ameaçado por um perigo sem precedentes — o do avanço das pautas disseminadoras de divisões, especialmente aquelas que se escondem nas narrativas de defesa dos direitos das minorias. O perigo é que esse incitamento dialético ao choque entre “nós”, os bonzinhos, explorados, coitadinhos, marginalizados, e “vocês”, os malvados, exploradores, descendentes de europeus e poderosos, vem influenciando progressivamente a política de muitos governos e organismos internacionais.</p>



<h2 class="wp-block-heading">A obsessão ambientalista</h2>



<br>



<p class="wp-block-paragraph">Uma das facetas desse radicalismo é a obsessão ambientalista, que não é apenas inconveniente, mas perigosíssima, pelo seu poder destruidor das atividades econômicas, inclusive as indispensáveis à sobrevivência da humanidade, como a da produção de alimentos. Os lunáticos do clima se instalaram principalmente na Velha Europa e engana-se quem desconhece que sua maluquice é apenas aparente, porque ela nada mais é do que um meio utilizado para implantar sua agenda totalitária. São malucos perigosos. Vamos passar rapidamente em revista alguns casos recentes.</p>



<figure class="wp-block-pullquote alignright"><blockquote><p>A tendência é que a escassez de alimentos e a inflação de preços que essas políticas estão produzindo se agravem.</p></blockquote></figure>



<p class="wp-block-paragraph">Podemos começar pelas políticas ambientais da União Europeia, capitaneadas pela ex-chanceler <span data-tooltip-position="top" data-tooltip="Angela Dorothea Merkel: chanceler federal alemã eleita em 2005 e reeleita em 2009, 2013 e 2017.">Ângela Merkel</span> e berradas espalhafatosamente na mídia por aquela adolescente sueca que aparenta sempre estar pronta para morder alguém. Tal como o então presidente <span data-tooltip-position="top" data-tooltip="Donald John Trump: 45.º presidente dos Estados Unidos (mandato de 20 de janeiro de 2017 até 20 de janeiro de 2021).">Trump</span> avisou, esse furor ambiental tornou a Europa muito mais dependente do gás russo do que era anteriormente. Hoje, com a situação da ocupação da Ucrânia e com as sanções estultas impostas à Rússia, essa dependência está apavorando toda a Europa, com o receio de que <span data-tooltip-position="top" data-tooltip="Vladimir Vladimirovitch Putin, atual presidente da Rússia, ex-agente da KGB no departamento exterior e chefe dos serviços secretos soviético e russo (KGB e FSB, respectivamente).">Putin</span> feche definitivamente as torneiras, tanto que já se discute o abrandamento das sanções.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Em Sri Lanka, o antigo Ceilão — um país pobre —, o presidente <span data-tooltip-position="top" data-tooltip="Nandasena Gotabaya Rajapaksa: foi presidente do Sri Lanka entre 2019 e 2022 quando se demitiu, anteriormente (entre 2005 e 1015) serviu como secretário do Ministério da Defesa e do Desenvolvimento Urbano.">Gotabaya Rajapaksa</span>, em 2019, resolveu com seus botões e com seus ministros (sendo alguns deles parentes próximos) que o país seria o primeiro no mundo a ter uma agricultura totalmente orgânica e simplesmente, entre outras medidas estupidamente radicais, proibiu todas as importações de fertilizantes e de defensivos agrícolas. O resultado — óbvio — foi a escassez de alimentos. E o país, que era exportador de bens primários, passou a ser obrigado a importá-los, o que fez com que se esgotassem suas já parcas divisas. Sobreveio a fome, e então a população recentemente se revoltou e invadiu o palácio presidencial na capital, Colombo. O presidente “orgânico”, passou as mãos rapidamente no que pôde pegar e escafedeu-se pelos fundos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Na Holanda — um país desenvolvido —, os <em>illuminati</em> da <em>Nova Ordem Mundial</em> encravelhados no governo decidiram que a produção das atividades agrícolas teria de passar a ser realizada em uma área ocupando no máximo 70% da até então utilizada. Um efeito absurdo dessa decisão tirânica, conforme publicou o <a href="https://www.theepochtimes.com/mkt_app/dutch-dairy-farmer-faces-having-to-cull-95-percent-of-his-cows_4596335.html"><em>Epoch Times</em>, é o do produtor de leite Martin Neppelenbroek</a>, que terá de cessar as suas atividades, pois não poderá administrar uma fazenda com 5% do total de suas vacas leiteiras, uma vez que será obrigado pela nova regulamentação a vender ou abater 95% delas. Mas os tiranos verdes não são tão malvados assim, porque nem todos os agricultores serão obrigados a se livrar de parcela tão grande de seu gado, já que os que vivem mais afastados das áreas protegidas pela <em>Natura 2000</em> (uma imposição da União Europeia para a preservação de espécies e <em>habitats</em>) podem possuir mais animais. As pobres e simpáticas vaquinhas holandesas passaram a ser tidas como inimigas do planeta, a não ser que vivam bem longe, onde os regulamentos lhes permitam emitir a sua amônia e o seu óxido de nitrogênio em paz e sem medo da polícia. Muitas fazendas na Holanda, que pertencem há gerações a famílias, encerrarão as suas atividades.</p>



<figure class="wp-block-pullquote alignright"><blockquote><p>Na Austrália, os políticos “progressistas” aprovaram em segunda votação um inacreditável projeto de lei que proíbe as pessoas de cultivarem seus próprios alimentos, com multas para os infratores, sob a alegação da biossegurança.</p></blockquote></figure>



<p class="wp-block-paragraph">O resultado dessa perversão foi o bloqueio das estradas por tratores de fazendeiros, que se revoltaram e foram à luta, ungidos do vigor dos justos. Mesmo sendo um país rico e tecnologicamente adiantado, estima-se que cerca de 30% das fazendas poderão ser extintas em decorrência das medidas impostas pelos burocratas fanáticos do governo. É fácil antever que o impacto econômico será enorme, dado que o país exporta quase US$ 100 bilhões por ano em alimentos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Por sua vez, na Austrália, os políticos “progressistas” aprovaram em segunda votação um inacreditável projeto de lei que proíbe as pessoas de cultivarem seus próprios alimentos, com multas para os infratores, sob a alegação da biossegurança. O projeto amplia os poderes das autoridades para a aplicação da lei, autorizando-as a vistoriar propriedades e pessoas sem um mandado e aplicar multas por fornecer informações “falsas ou enganosas”, que subiram de US$ 1.800 para US$ 10 mil. Os fiscais autorizados não precisarão mais do consentimento do proprietário para recolher amostras, animais e documentos, e os proprietários que obstruírem o seu acesso às terras serão severamente punidos. Adicionalmente, a Cláusula 36 desse projeto absurdo contempla a exigência de esterilização e identificação dos animais por implante, marca ou qualquer outra forma.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Agenda 2030</h2>



<br>



<p class="wp-block-paragraph">Há vários outros exemplos da sanha insana dos chefões <em>globalistas</em> para nos impor o seu conceito peculiar de felicidade, mas esses são suficientes para afastar as hipóteses de “teorias conspiratórias” e enxergar os perigos concretos que representam para a economia e, principalmente, para a nossa liberdade. Essa gente acha-se apta e com o direito de modificar a sociedade humana desconstruindo — descarada e criminosamente — milênios de costumes, usos e tradições que se cristalizaram espontaneamente, século após século, fundamentados no relativismo moral, no niilismo, no racionalismo utópico e na consequente engenharia social. Querem nos fazer felizes à maneira deles.</p>



<p class="img-direita wp-block-paragraph"><a href="https://culturadefato.com.br/as-mesmas-pessoas-sombrias-controlam-a-big-pharma-e-a-midia/"><img loading="lazy" decoding="async" width="470" height="272" class="wp-image-9835" src="https://culturadefato.com.br/wp-content/uploads/2021/09/GrandeDitador_Chaplin_Peq.jpg" alt="Cena do filme &quot;O grande ditador&quot;. de Charles Chaplin."></a>O que representam a <em>Agenda 2030</em> da <span data-tooltip="ONU: Organização das Nações Unidas." data-tooltip-position="right">ONU</span> ou qualquer outra denominação das conhecidas a não ser nomenclaturas espertamente construídas para defender a tentativa de um grupo político-financeiro internacional de impor um projeto de poder, com vistas a destruir a <em>Weltanschauung</em>, a cosmovisão ocidental, um processo espontâneo esculpido com muito esforço ao longo de séculos de tentativas e erros. A <em>Weltanschauung</em> (que, traduzido do alemão, significa o modo pelo qual a pessoa vê ou interpreta a realidade, algo como um paradigma) é uma ordem evolutiva natural, que ao fim e ao cabo configura a maneira como um indivíduo ou um povo, entendido como uma média dos indivíduos, enxerga Deus, o bem, o mal, a condição humana, os valores, o destino, a economia, a política, a vida, enfim.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Suas propostas são extremamente arrogantes. Trazem a democracia na boca, mas a tirania nas ações, pois o seu intuito é impor à sociedade a sua vontade exclusiva. São mentirosos, porque falam em nome dos princípios característicos da democracia, como o da igualdade de todos perante a lei, mas os distorcem e os levam às últimas consequências, ao se proporem a domesticá-los e homogeneizá-los, sufocando as individualidades que caracterizam a espécie humana, em nome de um “bem comum” — a igualdade absoluta, a “<em>mãe terra</em>”, o clima, a diversidade, etc. —, que, no frigir dos ovos, é o bem deles.</p>



<p class="wp-block-paragraph">São inimigos da civilização; desconstroem a razão; relativizam a Verdade cristã; subvertem os princípios, os valores e as instituições construídos naturalmente durante milênios. Proíbem a divergência e o debate. Enfim, são monstros totalitários travestidos de protetores dos pobres e das minorias. E possuem uma tara mórbida pela Amazônia, que pretendem subtrair do Brasil e transformar em “área internacional”, além de destruir o agronegócio brasileiro, uma vez que aqui, segundo os “estudos e pesquisas” cambetas que financiam fartamente, estão sendo produzidos alimentos demais, o que vai contra a sua “ciência”. Seu sonho parece ser que os seres humanos passem a se alimentar de gafanhotos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A tendência é que a escassez de alimentos e a inflação de preços que essas políticas estão produzindo se agravem. Mas o Brasil, um dos maiores exportadores de alimentos do planeta, poderá em pouco tempo beneficiar-se desses erros desastrosos, desde que os brasileiros rejeitem o modelo de mundo patético que querem nos impor.</p>



<br>



<p class="has-text-align-right img-esquerda wp-block-paragraph"><a href="https://culturadefato.com.br/author/ubiratanjorgeiorio/"><img decoding="async" loading="lazy" width="171" height="172" class="wp-image-4851" src="https://culturadefato.com.br/wp-content/uploads/2020/12/UbiratanJorgeIorio.jpg" alt="Ubiratan Jorge Iorio"></a><br>Escrito por <a href="https://www.ubirataniorio.org/index.php/perfil" target="_blank" rel="nofollow noopener noreferrer">Ubiratan Jorge Iorio</a> (Instagram: <a href="https://www.instagram.com/ubiratanjorgeiorio/" target="_blank" rel="noreferrer noopener nofollow">@ubiratanjorgeiorio</a>).<br><br> Economista, professor da <span data-tooltip="UERJ: Universidade do Estado do Rio de Janeiro." data-tooltip-position="top">UERJ</span>, Diretor Acadêmico do <em><a href="https://www.mises.org.br/" target="_blank" rel="nofollow noopener noreferrer">Instituto Ludwig von Mises Brasil</a></em> e<br> Presidente do <a href="https://www.linkedin.com/company/cieepbr" target="_blank" rel="nofollow noopener noreferrer"><em>Centro Interdisciplinar de Ética e Economia Personalista</em></a>.<br>Publicado originalmente no <a href="https://www.ubirataniorio.org/" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><em>website</em> do autor</a>, em 22 de julho de 2022.</p>



<br>



<p class="has-background has-very-light-gray-background-color wp-block-paragraph"><strong>Nota da editoria:</strong><br><br>Imagem da capa: “<em><a href="https://faso.com/boldbrush/painting/190862">Hill country brindle</a></em>” (2019), por <a href="https://faso.com/boldbrush/artist/13170">Teresa Elliott</a>.</p>



<br>
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		<title>Breve introdução ao eurasianismo</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Fabio Blanco]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 16 Mar 2022 03:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Filosofia e História]]></category>
		<category><![CDATA[Política e Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Alexander Dugin]]></category>
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		<category><![CDATA[Quarta Teoria Política]]></category>
		<category><![CDATA[Socialistas]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>“Quem imagina que o sonho eurasiano representa algum tipo de libertação dos povos ou de promoção da liberdade do indivíduo engana-se completamente. Ele não passa de mais uma ideologia totalitária, com a mesma retórica de fraternidade e igualdade que todos os movimentos revolucionários usaram desde pelo menos o século XVIII.”</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="has-text-align-center wp-block-paragraph">“<em>O mundo seria melhor se não houvesse tanta gente prometendo melhorá-lo.</em>”<br>Olavo de Carvalho (1947 &#8211; 2022)</p>



<hr class="wp-block-separator is-style-wide"/>



<br>



<p class="has-drop-cap wp-block-paragraph">Há uma guerra acontecendo, com o potencial de acarretar sérias consequências a todo mundo. Diante disso, acredito ser importante fazer uma análise mais aprofundada sobre as razões ideológicas que existem por trás das ações do governo de <span data-tooltip-position="top" data-tooltip="Vladimir Vladimirovitch Putin, atual presidente da Rússia, ex-agente da KGB no departamento exterior e chefe dos serviços secretos soviético e russo (KGB e FSB, respectivamente).">Vladimir Putin</span>, e que estão além dos motivos geopolíticos e econômicos declarados.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Nem todo mundo sabe, mas Putin possui como que um conselheiro permanente em assuntos estratégicos. <span data-tooltip-position="top" data-tooltip="Alexándr Gélievitch Dugin, cientista político russo, arquiteto do projeto eurasiano e principal ideólogo da Rússia de Putin.">Alexandr Dugin</span> é a mente por detrás de muitas das decisões do presidente russo e o principal responsável por fornecer para o governo uma estrutura ideológica que lhe dê sustentação. Há dez anos, o professor Dugin – que possui alguns admiradores aqui no Brasil – foi convidado para um debate, por escrito, com o professor Olavo de Carvalho. O debate, então, transformou-se em um livro, chamado <a href="https://amzn.to/3Ih1a38" target="_blank" rel="noreferrer noopener nofollow">Os Estados Unidos e a Nova Ordem Mundial</a>. Nele, a ideologia duginiana foi exposta e devidamente contraditada pelo professor Olavo. Nas próximas linhas, farei uma síntese daquilo que Dugin expôs, para que possamos começar a entender o seu pensamento.</p>



<p class="img-direita wp-block-paragraph"><a href="https://amzn.to/3Ih1a38" target="_blank" rel="noreferrer noopener nofollow"><img loading="lazy" decoding="async" width="382" height="534" class="wp-image-11593" src="https://culturadefato.com.br/wp-content/uploads/2022/03/OsEuaNovaOrdemMundial.jpg" alt="Capa da obra: &quot;Os EUA e a Nova Ordem Mundial&quot;, resultante de um debate entre Olavo de Carvalho e Alexandre Dugin."></a>Segundo o professor Dugin, depois do fim da guerra fria, nasceu uma Nova Ordem Mundial, baseada na cooperação entre os EUA e a <span data-tooltip-position="top" data-tooltip="URSS é a sigla para União das Repúblicas Socialistas Soviéticas, criada em 1922, pelo líder da Revolução Bolchevique, Lenin. Era formada pelas repúblicas: Rússia, Letônia, Lituânia, Estônia, Geórgia, Armênia, Azerbaijão, Bielorrússia, Cazaquistão, Moldávia, Quirguistão, Tadjiquistão, Turcomenistão, Ucrânia e Usbequistão.">URSS</span>. No entanto, com a dissolução desta, os Estados Unidos passaram a buscar o controle hegemônico da política e da economia mundiais. Para isso, eles apostariam em três vias concomitantes: a do Império Americano (da preferência dos neocons), a da unipolaridade multilateral (da preferência dos democratas) e o do simples e direto governo mundial (delineada nas mesas do <span data-tooltip-position="top" data-tooltip="Council on Foreign Relations (''Conselho de Relações Exteriores'').">CFR</span>). Tudo isso porque, conforme pensa Dugin, os EUA enxergam a si mesmos como o pico da civilização e o fim da história. Com isso, entendem-se obrigados a impor uma ordem global unilateral, tendo seu estilo de vida como o modelo a ser seguido em todo o mundo. Nessa tentativa de imposição, os EUA estariam promovendo um período de transição, que seria a passagem do liberalismo para um tipo de pós-humanismo, com a destruição de qualquer entidade social holística e com a fragmentação e atomização da sociedade.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O que Dugin quer dizer é que os Estados Unidos querem impor o seu estilo de vida, baseado na competição, no individualismo e no materialismo sobre todo o mundo, sufocando as formas mais tradicionais e naturais de existência, dissolvendo as identidades nacionais e desprezando as raízes culturais dos povos. Porém, explica Dugin, contra essa ordem americana, existem grupos que se opõem, propondo configurações globais alternativas. Um deles seria o mundo islâmico e outro o neo-socialismo. Porém, há também o eurasianismo, o qual o professor representa. O eurasianismo propõe simplesmente a divisão do mundo em grandes espaços, com a união de nações através da comunidade de valores e princípios. Seria, então, um mundo repartido em blocos ideológicos, cada um possuindo seu próprio estilo de vida e, consequentemente, sua própria maneira de viver, incluindo aí, seu próprio sistema econômico. A proposta eurasiana é o rompimento com a ordem político-econômica global, como ela vem sendo desenhada, para apresentar um modelo alternativo, que, se diz não querer dominar o mundo inteiro, certamente quer ter autonomia para dominar as nações que estiverem sujeitas à sua própria ordem. Sendo assim, é um objetivo manifesto da ideologia eurasiana fazer com que a Rússia rompa com o sistema global atual. Isso significaria, segundo sua perspectiva, a libertação em relação ao imperialismo americano e uma verdadeira independência daquilo que é considerado por ela como uma imposição de uma forma de vida que é uma afronta às tradições e história russas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Há diversas teorias que sustentam a ideologia eurasiana e que precisam ser compreendidas com mais profundidade. Por ora, é preciso entender que se trata de uma ideologia revolucionária, com elementos socialistas e fascistas, que tem como objetivo não apenas romper com uma ordem imposta desde fora, mas que pretende criar uma nova ordem, da mesma maneira autoritária.</p>



<h2 class="wp-block-heading">EUA vítima do projeto globalista</h2>



<br>



<p class="wp-block-paragraph">Na ideologia eurasiana, os Estados Unidos aparecem como os pivôs de um projeto de dominação global, que pretende implantar, no mundo inteiro, seu estilo de vida, seu modelo econômico e sua democracia liberal. Porém, o eurasianismo entende que esse modelo americano nada mais é do que a expressão do individualismo, a encarnação da mentalidade materialista, a manifestação do racionalismo iluminista e a dinâmica da sociedade aberta <span data-tooltip="Karl Raimund Popper (1902 - 1994): filósofo e professor austro-britânico." data-tooltip-position="top">popperiana</span>. O eurasianismo conclui, então, que essa exportação forçada do modelo americano representa a corrupção do mundo, com o consequente enfraquecimento das manifestações tradicionais dos povos e fragilização das soberanias nacionais.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O professor Olavo de Carvalho, porém, em sua contestação, lembra, antes de tudo, que o projeto de dominação global, arquitetado por ocidentais, não é o único existente, mas concorre com outros dois, a saber, o russo-chinês e o islâmico. O projeto islâmico nada mais é do que uma consequência da própria teologia muçulmana, interpretada politicamente, que convoca seus fiéis a expandir a fé islâmica por todo o mundo, nem que seja à força; o projeto russo-chinês, do qual o eurasianismo é sua expressão mais atualizada, nada mais é do que a continuidade da velha utopia comunista, com algumas adaptações, mas conduzido pelos mesmos personagens – afinal, toda a elite russa é composta por ex-membros da <em>nomenklatura</em> soviética, que saíram da URSS milionários e mais poderosos do que nunca.</p>



<p class="img-direita wp-block-paragraph"><a href="https://culturadefato.com.br/a-teologia-do-mal-de-dugin/"><img loading="lazy" decoding="async" width="485" height="276" class="wp-image-11540" src="https://culturadefato.com.br/wp-content/uploads/2022/03/AlexanderDugina_AntonioPires_Peq.jpg" alt="Obra &quot;Alexander Dugin&quot;, por Antonio Pires."></a>Quanto ao projeto de dominação global ocidental, o professor Olavo de Carvalho não nega sua existência, inclusive atribuindo a ele o nome de Consórcio, mas contesta a interpretação do professor Dugin de que esse é um projeto americano. Segundo o professor Olavo, os Estado Unidos, especialmente seu povo, são uma vítima do Consórcio, que os usa – de sua prosperidade e poderio militar – para a consecução de seus próprios objetivos. Isso porque o americano médio é nacionalista e cristão. Sua cultura é baseada na valorização do indivíduo e em sua proteção contra os poderes deste mundo. A Constituição Americana é totalmente fundamentada nesses princípios, inclusive reconhecendo os direitos dos cidadãos diante de seu próprio governo. Sendo assim, esse nacionalismo americano acaba sendo um entrave para as pretensões do Consórcio, que são alicerçadas numa ideia coletivista.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Os globalistas insistem, por meio dos movimentos que patrocinam, que, antes de tudo, importa a coletividade e os interesses do todo. O ambientalismo é o exemplo notório desse tipo de mentalidade, que sufoca o indivíduo em favor de um suposto direito coletivo. O povo americano configura-se como um obstáculo que os globalistas precisam superar e fazem isso, antes de tudo, tentando corromper sua cultura. Portanto, diferente do que afirma o professor Dugin, não são os Estados Unidos que corrompem o mundo, mas os globalistas, muitas vezes em conluio com outros grupos – inclusive os russos, com a notória infiltração cultural marxista e institucional comunista – que fazem de tudo para corromper os Estados Unidos. O fato é que o projeto globalista esforça-se por sufocar o nacionalismo americano, enquanto usurpa suas riquezas e usa de suas instituições. Na verdade, todos esses três projetos de dominação: o russo-chinês, o islâmico e o globalista, possuem um inimigo comum: o cristianismo, conforme expressão de fé de pessoas individuais e independentes das forças governamentais. Todos esses projetos expressam um ódio extremo pelo individualismo cristão. Para eles, a fé não pode ser uma expressão do homem em sua individualidade, mas, quando não for simplesmente extinguida, deve servir aos interesses do Estado. Por isso, não dá para se empolgar com qualquer proposta vinda dos ideólogos russos. Nós que valorizamos a fé individual e a liberdade de consciência não podemos nos iludir com qualquer proposta oriunda de quem acredita que essa autonomia é um problema.</p>



<h2 class="wp-block-heading">A sociedade holística</h2>



<br>



<p class="wp-block-paragraph">O que atrai a simpatia de muitos conservadores brasileiros para o discurso duginista é o seu constante apelo à Tradição. O professor Dugin se apresenta como um verdadeiro apóstolo da filosofia perene e diz querer salvar o mundo da modernidade que o está destruindo. Segundo o professor Dugin, esses valores modernos têm como princípio o mais puro individualismo, que é a causa de toda competição, egoísmo e materialismo que os caracterizam. Isso, segundo ele, gera uma sociedade fragmentária, na qual não há qualquer senso de cooperação, nem identificação coletiva. Uma sociedade sem fraternidade e sem unidade. As mais afetadas por essa influência ocidental sobre todo o mundo seriam as identidades nacionais que, corrompidas pela mentalidade individualista e competitiva que o Ocidente disseminou, enfraqueceram-se. Por isso, Dugin entende ser importante resgatar um tipo de sociedade que ele chama de holística, a qual se caracteriza por ser, à maneira de comunidades antigas, mais orgânica e hierárquica.</p>



<p class="img-direita wp-block-paragraph"><a href="https://culturadefato.com.br/um-mapa-ilustrativo-da-terceira-guerra-mundial/"><img loading="lazy" decoding="async" width="442" height="254" class="wp-image-11600" src="https://culturadefato.com.br/wp-content/uploads/2022/03/Mapa-Mundi_LianaHaraga_Peq.jpg" alt="Obra &quot;Mapa-Múndi&quot; (2020), por Liana Haraga."></a>Na visão do professor Dugin, esse tipo de sociedade holística é naturalmente mais fraterna, mais ordeira e mais voltada para a preservação daqueles valores que o mundo moderno destruiu. Portanto, a proposta eurasiana acaba sendo coletivista. O mundo que ela quer erigir não preza, definitivamente, pela autonomia do indivíduo. Pelo contrário, sua preocupação concentra-se na unidade social e na identidade coletiva, bem à maneira fascista. Por isso, o eurasianismo vai propor abertamente o confronto direto contra o Ocidente e contra aqueles valores que Dugin vai dizer que, por meio do projeto globalista, têm corrompido o mundo inteiro. Sua luta é, de fato, contra a liberdade que o mundo ocidental propugnou desde o advento de suas democracias liberais.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O truque eurasiano, porém, é identificar toda a libertinagem que há no mundo com a liberdade que o Ocidente promove. Parece que toda depravação que existe é oriunda do Ocidente e que o Oriente é um oásis de puritanismo. O que ele esquece é que o Ocidente sempre foi sustentado por princípios claros de comportamento, baseados em seu alicerce cristão, enquanto toda a liberalização sempre foi patrocinada exatamente por aqueles mesmos que estão do outro lado, promovendo ideologias coletivistas e revolucionárias. Inclusive, o professor Olavo de Carvalho adverte-nos que a corrupção ocorreu principalmente do Oriente para o Ocidente, através da infiltração que os governos comunistas fizeram, direta e indiretamente, nas instituições ocidentais. Além do mais, o professor Olavo vai lembrar-nos que os defensores dessas sociedades coletivistas não possuem qualquer moral para julgar o Ocidente, afinal foram exatamente essas sociedades, por meio de seus governos, que cometeram as maiores atrocidades da história. Especialmente a Rússia, com o seu projeto comunista soviético, foi a responsável por milhões de mortes no século XX.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Sempre é bom destacar que o coletivismo possui uma retórica encantadora. Desde o princípio, ele declara que busca liberdade, igualdade e fraternidade. Na prática, porém, mostrou-se intolerante e violento, sufocando qualquer tipo de manifestação livre do indivíduo, além de justificar toda forma de totalitarismos que, com a desculpa de agir pelo bem comum, fazem dos cidadãos seus escravos. Na verdade, apenas o individualismo (no sentido filosófico desse termo) é capaz de gerar um ambiente solidário. Isso porque apenas ele permite a expressão da fraternidade espontânea. Afinal, é o individualismo, como a forma de vida que protege o cidadão da tirania governamental e coletiva, que respeita a integridade da pessoa humana.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Por isso, quem imagina que o sonho eurasiano representa algum tipo de libertação dos povos ou de promoção da liberdade do indivíduo engana-se completamente. Ele não passa de mais uma ideologia totalitária, com a mesma retórica de fraternidade e igualdade que todos os movimentos revolucionários usaram desde pelo menos o século XVIII.</p>



<h2 class="wp-block-heading">A Quarta Teoria Política</h2>



<br>



<p class="wp-block-paragraph">Desde o século XVIII, utopias e ideologias revolucionárias sucederam-se, constituindo-se invariavelmente de elementos antiliberais e anti-individualistas. Todas elas se levantaram contra as forças do mercado, a autonomia dos indivíduos, a livre competição e a liberdade, de maneira geral. Mostraram-se, invariavelmente, coletivistas e apostaram num sistema social planificado, executado por meio de um poder centralizado, formado por uma elite iluminada.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O professor Alexander Dugin as tem como modelos a serem seguidos, propondo que se dê, de alguma maneira, continuidade ao que elas começaram. No entanto, ele identifica nesses movimentos características modernas, as quais rechaça, propondo que sejam abandonadas. Assim, o Eurasianismo acaba se apresentando como uma espécie de evolução das ideologias predecessoras, porém sem os elementos modernos que as caracterizaram.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O Eurasianismo denomina a si mesmo de Quarta Teoria Política porque, segundo sua interpretação, houve três movimentos políticos anteriores e que, agora, chegou a hora da manifestação do quarto movimento. O primeiro desses movimentos teria sido o liberalismo, que é o que dá origem ao capitalismo e, consequentemente, ao globalismo. Nele, o ator político principal é o indivíduo. Todos as ideologias posteriores vão se levantar contra ele, inclusive, o eurasianismo. Em seguida, viria o comunismo, que se caracterizaria por ser, além de antiliberal e anti-individualista, coletivista. Seu ator político principal é a classe. No entanto, o comunismo, segundo a visão duginiana, teria falhado por ser ateu, materialista e por querer se sobrepor às nacionalidades, por meio de uma união comunista internacional. O próximo movimento seria aquele que o professor Dugin chama de Terceira Via, que nada mais é do que o fascismo que se manifestou na Itália e na Alemanha. Este teria uma característica anti-individualista também bastante forte e isso é louvado no eurasianismo. Seu ator político principal é a nação. O defeito do fascismo, porém, estaria em sua xenofobia e racismo.</p>



<p class="img-direita wp-block-paragraph"><img loading="lazy" decoding="async" width="303" height="333" class="wp-image-11459" src="https://culturadefato.com.br/wp-content/uploads/2022/03/SimbEurasianismoComLeg.jpg" alt="Símbolo do Eurasianismo">Após essas três teorias políticas, a Quarta Teoria Política, representada pelo eurasianismo, seria como uma evolução delas. Na verdade, seria como uma lapidação, principalmente do comunismo e do fascismo. O que o eurasianismo propõe é que simplesmente tome-se as ideias anticapitalistas, antiliberais e anti-individualistas dos dois movimentos anteriores, além de seu coletivismo e de sua índole revolucionária, apresentando uma nova versão ideológica, abrindo mão apenas daquilo que diz ser moderno neles e incompatível com a Tradição.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Fica claro, portanto, que a Quarta Teoria Política nada mais é do que mais uma manifestação revolucionária. Ela possui o mesmo espírito destrutivo dos movimentos ideológicos anteriores. Apesar de afirmar que pretende estabelecer um respeito ao tradicionalismo, propõe o fim do mundo como o conhecemos. À maneira revolucionária, deseja que não se deixe pedra sobre pedra do modo de vida atual (inclusive suas conquistas democráticas e a favor da liberdade do indivíduo), para o restabelecimento de um tipo de sociedade que se supõe ter existido num passado longínquo.</p>



<p class="wp-block-paragraph">No entanto, que novidade há nisso? Não foi exatamente isso que todos os movimentos revolucionários propuseram? Não é essa crítica à forma de vida contemporânea e o sonho de trazer de volta algo de uma Era de Ouro, quando tudo parecia ser melhor e mais saudável, que estão contidos nos escritos dos socialistas utópicos, desde o século XVI?</p>



<p class="wp-block-paragraph">Além do mais, apesar do professor Dugin se apresentar com um tipo de apóstolo antimoderno, ele mesmo está tomado de modernismo. Apesar de possuir uma retórica tradicionalista, seus valores basilares são todos modernos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Em primeiro lugar, o professor Dugin afirma que sua concepção do indivíduo é absorvida de <span data-tooltip-position="top" data-tooltip="Martin Heidegger (1889 - 1976):  filósofo, professor universitário e reitor alemão.">Heidegger</span> (um filósofo moderno). O sujeito da Quarta Teoria Política deve ser encontrado no conceito heideggeriano de “Dasein” (ser aí/aqui). No entanto, o “dasein” é tipicamente um conceito moderno, pois configura o indivíduo não como um ser metafísico, ontológico, nem individuado, mas como potencialidade, basicamente. É um conceito existencialista, que praticamente despreza o ser enquanto ser permanente – o que não deixa de ser uma compreensão bastante moderna.</p>



<p class="img-direita wp-block-paragraph"><a href="https://culturadefato.com.br/por-que-o-socialismo-nao-funciona/"><img loading="lazy" decoding="async" width="462" height="266" class="wp-image-11776" src="https://culturadefato.com.br/wp-content/uploads/2022/03/SanFrancisco_Pequeno.jpg" alt="Obra: &quot;San Francisco&quot;, por Jacob Dhein's (tamanho pequeno)."></a>Outro conceito defendido pelo professor Dugin é a <a href="https://culturadefato.com.br/multiculturalismo-ou-apropriacao-cultural/">multiculturalidade</a>. O tempo todo ele reclama da unipolaridade do imperialismo americano e reivindica a dissolução desse etnocentrismo. Porém, isso também é um conceito bem moderno, diferente da perspectiva tradicional que, baseada na centralidade da religião, era mais universalista.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Além disso, o professor Dugin é saudosista de um tempo que não conheceu, mas acredita ter sido superior em diversos aspectos. Porém, essa é outra concepção característica da modernidade que, desde o Renascimento (pré-moderno), busca, de alguma maneira, a restauração de formas antigas. O próprio <span data-tooltip-position="bottom" data-tooltip="Jean-Jacques Rousseau (1712 - 1778): filósofo, teórico político, escritor e compositor genebrino. De acordo com Rousseau, na natureza não há bem ou mal, pois a moral é uma convenção criada socialmente.">Rousseau</span> propunha algo desse tipo. Praticamente todos os socialistas utópicos propuseram isso. Hitler propôs isso. Apenas o marxismo tentou evitar cair nesse saudosismo, mas nem ele pôde evitá-lo, quando pensou no comunismo como um sistema de vida semelhante aos tempos primitivos, quando não havia divisão de classes. De qualquer forma, esse saudosismo é mais um elemento moderno existente numa ideologia que se apresenta antimoderna.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Com tudo isso, considero demonstrado que o Eurasianismo (denominado de Quarta Teoria Política) é uma teoria contraditória, pois, apesar de sua retórica tradicionalista, não passa de uma ideologia revolucionária e apesar de seu apelo antimodernista não deixa ele mesmo de ser essencialmente moderno.</p>



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<p class="has-text-align-right wp-block-paragraph">Por <a href="https://culturadefato.com.br/author/fabioblanco/">Fabio Blanco</a>.<br>Publicado no <em><a href="http://www.fabioblanco.com.br/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">website</a></em> do autor em março de 2022.</p>



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<p class="has-background has-very-light-gray-background-color wp-block-paragraph"><strong>Nota da editoria:</strong><br><br>Imagem de capa: “<a href="http://lounge.obviousmag.org/uma_proposta_irrecusavel/2015/03/a-triste-historia-de-guernica-a-obra-prima-de-pablo-picasso.html" target="_blank" rel="noreferrer noopener nofollow">Guernica</a>” (1937), por Pablo Picasso (1881 &#8211; 1973).</p>



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<p>O post <a href="https://culturadefato.com.br/breve-introducao-ao-eurasianismo/">Breve introdução ao eurasianismo</a> apareceu primeiro em <a href="https://culturadefato.com.br">Cultura de Fato</a>.</p>
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		<title>Para uma sociedade sem dinheiro em papel-moeda</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Daniel Estulin]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 30 Nov 2021 22:29:54 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Filosofia e História]]></category>
		<category><![CDATA[Donald S. McAlvany]]></category>
		<category><![CDATA[Excerto de Livro]]></category>
		<category><![CDATA[Frank Church]]></category>
		<category><![CDATA[Instituto Tavistock]]></category>
		<category><![CDATA[KGB]]></category>
		<category><![CDATA[Linus Pauling]]></category>
		<category><![CDATA[Nelson Rockefeller]]></category>
		<category><![CDATA[Nova Ordem Mundial]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>“O objetivo da Nova Ordem Mundial é erradicar aos poderes descentralizados, portanto, devem suprimir os territórios independentes, que são mais difíceis de controlar, e criar uma comunidade europeia dependente, a fim de estabelecer um Governo Mundial Único (autoridade universal, monopólio) que se autoperpetue.”</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p class="has-text-align-center wp-block-paragraph"><em>Esta postagem contém um pequeno excerto da obra:<br>“<a href="https://amzn.to/3mTwFFY" target="_blank" rel="noreferrer noopener nofollow">A verdadeira história do Clube Bilderberg</a>”, escrita por <a href="https://www.amazon.com.br/gp/search/ref=as_li_qf_sp_sr_tl?ie=UTF8&amp;tag=culturateca-20&amp;keywords=daniel estulin&amp;index=aps&amp;camp=1789&amp;creative=9325&amp;linkCode=ur2&amp;linkId=30cb9b10f48278b4e66d55ad4e461764" target="_blank" rel="noreferrer noopener nofollow">Daniel Estulin</a>.<br>O livro foi publicado pela <a href="https://www.planetadelivros.com.br/" target="_blank" rel="noreferrer noopener nofollow">Editora Planeta</a> em 2005, sob</em> <span data-tooltip-position="top" data-tooltip="ISBN: International Standard Book Number."><em>ISBN</em></span> <em>978-8576651697.</em></p>



<hr class="wp-block-separator is-style-wide"/>



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<p class="has-drop-cap wp-block-paragraph" id="ContemNota01">Não faz muito tempo, tanto filósofos como profanos consideravam insondável o conceito aterrador de um mundo futurista, irradiado através de uma miríade de livros e filmes de ficção científica, onde os humanos ─ assinalados pela «marca da besta» ─ convertem-se em escravos, e cuja dignidade, humanidade e honra veem-se confiscados em nome da Nova Ordem Mundial, e «seu acérrimo individualismo sacrificado em altares de uma harmonia universal anestesiada». <sup><a href="#Nota01">1</a></sup></p>



<p class="wp-block-paragraph">Logo, na década de 1960, os globalizadores se deram conta de que o mundo não estava mudando suficientemente rápido para seu gosto e decidiram atuar. Em 1962, <span data-tooltip-position="top" data-tooltip="Nelson Aldrich Rockefeller (1908 - 1979): 41º Vice-Presidente dos Estados Unidos, e 49º governador de Nova Iorque, filantropo e empresário.">Nelson Rockefeller</span> apelou à criação de uma Nova Ordem Mundial: «Os temas da atualidade exigem a gritos uma nova ordem mundial, porque a antiga caiu; uma ordem nova e livre luta por emergir à luz… Antes de que pudéssemos nos dar conta, estabeleceram-se as bases da estrutura federal para um mundo livre.»</p>



<p class="wp-block-paragraph">Se a informação dos <span data-tooltip-position="top" data-tooltip="Este artigo na realidade é um excerto do quarto capítulo da obra ''A Verdadeira História do Clube Bilderberg'', escrita por Daniel Estulin e lançada em 2005.">capítulos anteriores</span> foi alarmante, o que vem a seguir lhe produzirá um calafrio nas costas, porque nos aproximamos das etapas finais da Escravidão Total.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A sociedade sem dinheiro em papel-moeda não é um «novo» conceito, mas, um antigo recuperado pela elite globalizadora para exercer um controle absoluto sobre todos os indivíduos. Em agosto de 1975, o senador americano <span data-tooltip-position="top" data-tooltip="Frank Forrester Church III (1924 - 1984): ex-senador dos Estados Unidos.">Frank Church</span> declarou que «o Governo tem capacidade tecnológica para impor uma “tirania total” no caso de que um ditador tomasse o poder. Não existiria um só lugar para ocultar-se».</p>



<p class="wp-block-paragraph">O dinheiro em metálico nos garante intimidade e anonimato ou, o que é o mesmo, liberdade. Também nos garante independência.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Todos nós poderíamos conseguir que os bancos do mundo quebrassem apenas tirando simultaneamente o dinheiro que temos depositado neles. O dinheiro em papel-moeda também é sinônimo de descentralização. O governo sabe que para controlar, vigiar e seguir a pista da população deve suprimir o dinheiro em efetivo. Na década de 1960, segundo meu avô ─ um oficial do Serviço Contra espionagem da <span data-tooltip-position="top" data-tooltip="KGB: Sigla em russo para Comitê de Segurança do Estado (Komitet Gosudarstvennoi Bezopasnosti ). Órgão ligado ao Partido Comunista responsável pelo serviço secreto da antiga União das Repúblicas Socialistas Soviéticas (URSS).">KGB</span> ─, este último baralhou um plano que consistia na introdução de um cartão de crédito no sistema para assim poder efetuar com facilidade um seguimento, tanto das pessoas, como do dinheiro. Para sua desgraça, embora felizmente para o resto da população, havia um inconveniente de caráter prático em todo este assunto. Naquela época as lojas russas, se caracterizavam por algo, era por sua falta de mercadorias. Embora cada cidadão russo dispusesse de um sofisticado cartão de crédito, o governo não poderia seguir a pista de ninguém, excetuando um reduzidíssimo grupo de clientes, geralmente aqueles que tinham contatos, aqueles que conheciam alguém em alguma parte e podiam trocar seus bens e favores pelos de seus amigos. Isto me recorda uma anedota de minha juventude: uma vez, em pleno inverno, meu pai e eu, enquanto retornávamos à casa, depois de esperar duas horas em um supermercado local, encontramo-nos com uns amigos da família. Antes de partimos meu pai trocou doze rolos de papel higiênico por um par de sapatos, que eram muito estreitos a seu amigo. Conforme me explicou meu pai mais tarde, as pessoas sempre levavam consigo alguma coisa que lhes resultasse imprestável e que sempre pudessem trocar por algo que pudessem tirar proveito.</p>



<p class="img-direita wp-block-paragraph"><a href="https://culturadefato.com.br/o-que-era-descrito-sobre-vacinas-na-obra-a-verdadeira-historia-do-clube-bilderberg-publicada-em-2005/"><img loading="lazy" decoding="async" width="564" height="323" class="wp-image-10716" src="https://culturadefato.com.br/wp-content/uploads/2021/11/HotelBilderberg.jpg" alt="Hotel Bilderberg"></a>Como já assinalei no <span data-tooltip-position="top" data-tooltip="Este artigo na realidade é um excerto do quarto capítulo da obra ''A Verdadeira História do Clube Bilderberg'', escrita por Daniel Estulin e lançada em 2005.">capítulo 3</span>, o objetivo da Nova Ordem Mundial é erradicar aos poderes descentralizados, portanto, devem suprimir os territórios independentes, que são mais difíceis de controlar, e criar uma comunidade europeia dependente, a fim de estabelecer um Governo Mundial Único (autoridade universal, monopólio) que se autoperpetue.</p>



<p class="wp-block-paragraph" id="ContemNota02">Na década de 1980, o professor B. A. Hodson, diretor do Centro Informático da Universidade da Manitoba, recomendou gravar uma marca identificadora na frente de cada indivíduo. Num primeiro momento, a ideia consistia em tatuar um fluido permanente, não tóxico, sobre a carne humana, que se trasluziria, com a ajuda de raios ultravioleta, ou infravermelhos. <sup><a href="#Nota02">2</a></sup></p>



<p class="wp-block-paragraph">Em 20 de setembro de 1973, a capa do <em>Senior Scholastics</em> ─ uma publicação especializada (agora desaparecida), orientada aos centros de ensino médio e superior ─ mostrava um grupo de meninos com números tatuados na fronte e divulgava um artigo de fundo intitulado «Necessidades sociais e direitos privados. Quem lhe vigia?». Em tal artigo se especulava o seguinte: «Sem moeda, sem mudança e sem cheques. No programa, a todas as pessoas lhes atribuirá um número que terão tatuado, bem no pulso, ou na fronte. Deste modo, todos os artigos de bens de consumo marcar-se-ão digitalmente. No ponto de controle, graças a um ordenador situado na saída da loja, captar-se-á o número de artigos selecionados para sua compra, assim como o número da pessoa, e automaticamente o ordenador somará o preço e descontará a importância da conta do cliente.»</p>



<p class="wp-block-paragraph">O Prêmio Nobel de Química de 1954, <span data-tooltip-position="top" data-tooltip="Linus Carl Pauling (1901 - 1994): químico quântico e bioquímico dos Estados Unidos.">Linus Pauling</span>, propôs que se tatuasse uma marca nos pés, ou na fronte de todos os jovens, o código de seu respectivo genótipo.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Em 1974, um professor da universidade pública de Washington, o <a href="https://giving.vetmed.wsu.edu/supporters/more-supporters/r-keith-farrell-memorial-funds" target="_blank" rel="noreferrer noopener nofollow">doutor R. Keith</a>, inventou uma pistola laser que se empregaria para numerar peixes em menos de um segundo. <a href="https://giving.vetmed.wsu.edu/supporters/more-supporters/r-keith-farrell-memorial-funds" target="_blank" rel="noreferrer noopener nofollow">Farrell</a> disse que tal arma também poderia utilizar-se para registrar numericamente às pessoas.</p>



<p class="wp-block-paragraph" id="ContemNota03">O assessor do Serviço de Inteligência, <span data-tooltip-position="top" data-tooltip="Donald S. McAlvany: editor do ''McAlvany Intelligence Advisor'', um boletim informativo mensal de inteligência geopolítica / financeira que analisa os desenvolvimentos econômicos, sociais, políticos e monetários globais e seus efeitos.">McAlvany</span>, declarou que «a era do dinheiro em papel moeda está chegando a seu fim e uma nova era com uma sociedade sem dinheiro está amanhecendo. Se os modernos cartões eletrônicos de crédito e débito podem trocar-se por dinheiro em efetivo, então cada transação econômica de sua vida pode ser catalogada e armazenada como uma futura referência e, aqueles com o poder de interromper seu acesso ao dinheiro eletrônico, podem estrangulá-lo no tempo que dura um batimento cardíaco. O potencial do totalitarismo para chantagear e controlar é incrível, mas a maioria das pessoas nem sequer parece dar-se conta». <sup><a href="#Nota03">3</a></sup></p>



<p class="wp-block-paragraph">Michael Journal, do Canadá, lançou uma advertência sinistra sobre os perigos dos cartões de débito: «Enquanto você puder tirar dinheiro dos caixas automáticos mediante cartões, estes parecer-lhe-ão bastante práticos, já que eliminam a necessidade de levar dinheiro em papel moeda. Em tal caso, o sistema do cartão de débito se converterá em um instrumento para exercer um controle absoluto sobre o ser humano. O objetivo é conseguir uma sociedade sem dinheiro; em que toda transação econômica deva fazer-se, obrigatoriamente, através de um sistema bancário informático, para utilizá-lo se, por qualquer razão, você é classificado como &#8220;pessoa indesejável&#8221;.» Tomem como exemplo ao autor deste livro. Quanto tempo pensa você que a Nova Ordem Mundial me deixará conservar meu dinheiro eletrônico, em minha conta eletrônica, que em papel-moeda «são só números na tela», antes de decidir suprimir cada euro, duramente ganho, só pressionando a tecla e apagando tudo do ordenador? Ou, realmente você crê, que após ler este livro, deixar-me-ão seguir atuando a meu bel-prazer? Convertido em «inimigo do Estado» pelo Governo, só terão que apagar seu número do ordenador central e você já não poderá comprar nem vender e, deste modo, condenarão a desaparecer pouco depois. Boris Illinietz, um dissidente soviético exilado no Ocidente na década dos setenta, que atualmente vive em Paris, o Estado confiscou seu dinheiro antes de apartá-lo, mediante a imposição de um exílio permanente no estrangeiro, por atividade antissoviética, uma frase chave para a «pessoa indesejável».</p>



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<p class="has-text-align-right img-esquerda wp-block-paragraph"><a href="https://culturadefato.com.br/author/danielestulin/"><img decoding="async" loading="lazy" width="155" height="164" class="wp-image-5317" src="//i3.wp.com/culturadefato.com.br/wp-content/uploads/2020/12/DanielEstulin.jpg" alt=""></a><br>Excerto da obra: “<a href="https://amzn.to/3mTwFFY" target="_blank" rel="noreferrer noopener nofollow">A verdadeira história do Clube Bilderberg</a>”, escrita por <a href="https://www.amazon.com.br/gp/search/ref=as_li_qf_sp_sr_tl?ie=UTF8&amp;tag=culturateca-20&amp;keywords=daniel estulin&amp;index=aps&amp;camp=1789&amp;creative=9325&amp;linkCode=ur2&amp;linkId=30cb9b10f48278b4e66d55ad4e461764" target="_blank" rel="noreferrer noopener nofollow">Daniel Estulin</a>.<br>Publicada pela <a href="https://www.planetadelivros.com.br/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Editora Planeta</a> em 2005, sob <span data-tooltip-position="left" data-tooltip="ISBN: International Standard Book Number">ISBN</span> 978-8576651697.<br><br>Daniel Estulin (Vilnius, RSS da Lituânia, URSS, 29 de agosto de 1966) é conhecido por extensos trabalhos sobre o grupo Bilderberg e por livros sobre técnica de comunicação.</p>



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<p class="has-background has-very-light-gray-background-color wp-block-paragraph">Notas:</p>



<ol class="wp-block-list"><li id="Nota01"><em><a href="https://amzn.to/3riP44H" target="_blank" rel="noreferrer noopener nofollow">The Gods Who WalkAmong Us</a></em>, Thomas Horn and DI. Donald. <a href="#ContemNota01"><img loading="lazy" decoding="async" width="14" height="10" class="wp-image-105" style="width: 14px;" src="https://culturadefato.com.br/wp-content/uploads/2020/06/Subir.jpg" alt="Subir"></a></li><li id="Nota02">O processo provou secretamente com bebês nos Estados Unidos, os quais foram tatuados com o número da Seguridade Social. <a href="#ContemNota02"><img loading="lazy" decoding="async" width="14" height="10" class="wp-image-105" style="width: 14px;" src="https://culturadefato.com.br/wp-content/uploads/2020/06/Subir.jpg" alt="Subir"></a></li><li id="Nota03"><em>The Me Alvany Intelligenee Advisor</em>, Donald S. McAlvany, Estados Unidos, julho, 1991. <a href="#ContemNota03"><img loading="lazy" decoding="async" width="14" height="10" class="wp-image-105" style="width: 14px;" src="https://culturadefato.com.br/wp-content/uploads/2020/06/Subir.jpg" alt="Subir"></a></li></ol>



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<p class="has-background has-very-light-gray-background-color wp-block-paragraph"><strong>Nota da editoria:</strong><br><br>Imagem de capa: “<em>O Casamento Desigual</em>” (1525 &#8211; 1530), do pintor flamengo Quentin Matsys (1466 &#8211; 1530).</p>



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