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	<title>Arquivos Platão &#8226; Cultura de Fato</title>
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	<description>Cultura para evocar inteligência, responsabilidade e ética!</description>
	<lastBuildDate>Sun, 15 Feb 2026 06:45:53 +0000</lastBuildDate>
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	<title>Arquivos Platão &#8226; Cultura de Fato</title>
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		<title>A ideologia que não recompensa a criatividade do indivíduo</title>
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					<comments>https://culturadefato.com.br/a-ideologia-que-nao-recompensa-a-criatividade-do-individuo/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Orlando Braga]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 21 Oct 2025 23:47:10 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Filosofia e História]]></category>
		<category><![CDATA[Adolf Eichmann]]></category>
		<category><![CDATA[Adolf Otto Eichmann]]></category>
		<category><![CDATA[Aristóteles]]></category>
		<category><![CDATA[Ideologia de Esquerda]]></category>
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		<category><![CDATA[Politicamente Correto]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>“Um dos fenómenos que mais temo, vindo da Esquerda, é a burocratização do espírito. Todo o cliché ideológico burocratiza o espírito humano. [...] Não tenho dúvidas que este cliché ('transformar o mundo') poderia ter sido utilizado pelo nazi Eichmann.”</p>
<p>O post <a href="https://culturadefato.com.br/a-ideologia-que-nao-recompensa-a-criatividade-do-individuo/">A ideologia que não recompensa a criatividade do indivíduo</a> apareceu primeiro em <a href="https://culturadefato.com.br">Cultura de Fato</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="has-text-align-center">“<em>A pior forma de desigualdade é tentar igualar o desigual.</em>”<br><span data-tooltip-position="top" data-tooltip="Aristóteles (384 a. C. - 322 a. C.) foi filósofo grego. Aluno de Platão (428 ou 427 a. C. - 348 ou 347 a. C.) e professor de Alexandre o Grande (356 a. C. - 323 a. C.).">Aristotélico</span> (384 a. C. &#8211; 322 a. C.)<br><br>“<em>A tirania mais perigosa é a das ideias prontas.</em>”<br><span data-tooltip-position="top" data-tooltip="Nicolás Gómez Dávila (1913 - 1994) foi escritor e filósofo colombiano. Dedicou sua vida a escrever aforismos, reunidos em seus ''Escolios a um Texto Implícito'', nos quais critica a modernidade, a democracia e as ideologias.">Nicolás Gómez Dávila</span> (1913 &#8211; 1994)<br><br>“<em>O homem moderno, preso na &#8216;jaula de ferro&#8217; da burocracia, atua pela racionalidade</em> <em>instrumental,</em><br><em>que busca os meios mais eficientes, mas perde o sentido dos fins últimos.</em>”<br><span data-tooltip-position="top" data-tooltip="Maximilian Karl Emil Weber (1864 - 1920) foi intelectual, jurista e economista alemão considerado um dos fundadores da Sociologia.">Max Weber</span> (1913 &#8211; 1994)</p>



<p class="has-text-align-right has-small-font-size" id="Epigrafe"><em><a href="#Notas">* Notas da editoria</a></em></p>



<hr class="wp-block-separator has-alpha-channel-opacity is-style-wide"/>



<br>



<p class="has-drop-cap"><strong>Um dos fenómenos que mais temo, vindo da Esquerda, é a&nbsp;burocratização do espírito.</strong></p>



<p>Por exemplo, a ideia de “transformar o mundo” (<span data-tooltip-position="top" data-tooltip="Revolucionário socialista, nascido em 1818 em Tréveris (Prússia) e falecido em 1883 na cidade de Londres (Reino Unido).">Karl Marx</span>), que é um cliché progressista e revolucionário, significa, de fato, burocratizar o ser humano.&nbsp;<strong>Todo o cliché ideológico burocratiza o espírito humano.</strong>&nbsp;Não tenho dúvidas que este cliché (“transformar o mundo”) poderia ter sido utilizado pelo nazi&nbsp;<span data-tooltip-position="top" data-tooltip="Otto Adolf Eichmann (1906 - 1692): um dos principais organizadores do Holocausto e grande responsável pela deportação dos judeus europeus durante tal período.">Eichmann</span>. O marxismo cultural (ou <a href="https://culturadefato.com.br/as-origens-do-politicamente-correto/">politicamente correto</a>) é a burocratização do espírito no nosso tempo.</p>



<p>Esta “burocratização do espírito” nega ou mitiga o valor da Criatividade; e está bem patente, por exemplo, neste <a href="https://ktreta.blogspot.com/2025/10/transformacoes-e-licencas.html" target="_blank" rel="noreferrer noopener sponsored nofollow">artigo do Ludwig Krippahl</a>. O burocrata esquerdista (passo a redundância) coloca no mesmo plano da análise de valor, a Técnica, por um lado, e a Criatividade (que inclui a arte e a ciência), por outro lado.</p>



<p>A Natureza, para não perecer às mãos da Técnica, “refugia-se” na imaginação de&nbsp;alguns&nbsp;homens; e essa imaginação está na génese da Criatividade — o que significa que a Técnica, por um lado, e a Criatividade, por outro lado, estão em polos opostos da existência humana; e esta&nbsp;tensão bipolar existencial&nbsp;faz parte do fenómeno da <span data-tooltip-position="top" data-tooltip="Conceito filosófico de metaxy, que descreve o estado humano como uma tensão entre o imanente (o mundo material) e o transcendente (o divino). É a experiência de estar ''entre'' o finito e o infinito, onde a busca humana por significado encontra uma origem transcendente. O termo foi desenvolvido por Platão e expandido por filósofos como Eric Voegelin e Simone Weil.">Metaxia Humana</span> (segundo <span data-tooltip-position="top" data-tooltip="Platão foi filósofo e matemático do período clássico da Grécia Antiga. Nasceu em 428 a. C. ou 427 a. C., e faleceu em 348 a. C. ou 347 a. C.">Platão</span>).</p>



<p>Porém, esse&nbsp;<em>“refúgio da Natureza na imaginação de alguns homens”</em>&nbsp;aconteceu até ao século XIX; o que surgiu, nos séculos seguintes até à atualidade, foi o impacto da Técnica sobre a imaginação dos imbecis.</p>



<p>E desta imbecilidade humana saiu a ideia de que a Técnica e a Criatividade são equivalentes. Hoje abundam os que se creem “inovadores” porque imitam os que inovaram no passado, e vem deste equívoco imbecilizante a ideia de que Técnica e a Criatividade têm um valor semelhante.</p>



<br>



<hr class="wp-block-separator has-alpha-channel-opacity is-style-dots"/>



<br>



<p>Vivendo num mundo que a Ciência torna mais abstrato cada dia que passa, no meio da Técnica que submete o ser humano a comportamentos cada vez mais abstratos, no meio de uma sobre-população humana que lhe impõe relações cada vez mais abstratas — o Homem atual tenta escapar a essa abstração que lhe esconde o mundo e que lhe apergaminha a alma,&nbsp;<strong>optando por sonhar com o futuro</strong>&nbsp;— este grande abstrato entre os Abstratos.&nbsp;<strong>E desse sonho do futuro nasce a distopia do progressismo da Esquerda.</strong></p>



<p>É certo que a originalidade não é algo que se procure, mas é algo que se encontra; mas também é verdade que poucos a encontram.</p>



<p>“Encontrar” a originalidade criativa é apanágio de muito poucos. Por isso,&nbsp;<strong>a originalidade criativa deve ser recompensada de forma objetiva e concreta</strong>, sem abstrações ideológicas que tolhem a alma do ser humano e lhe burocratizam o espírito.</p>



<br>



<p class="has-text-align-right">Por&nbsp;<a href="https://culturadefato.com.br/author/orlandobraga/">Orlando Braga</a>.<br>Originalmente publicado em 13 de outubro de 2025, no&nbsp;<a href="https://espectivas.wordpress.com/" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><em>website</em>&nbsp;do autor</a>.</p>



<br>



<p class="has-background has-very-light-gray-background-color" id="Notas"><strong>Notas da editoria:</strong><br><br>A imagem de capa é um recorte da obra: “<em>Gradação de Cristal</em>” (1921), de Paul Klee (1879 &#8211; 1940). <a href="#main"><img decoding="async" width="17" height="14" class="wp-image-16646" style="width: 17px;" src="https://culturadefato.com.br/wp-content/uploads/2020/07/Subir_FundoCinza.jpg" alt="Subir com fundo cinza"></a><br><br>Artigo minimamente modificado. A versão original foi escrita em português de Portugal, para acessá-la <a href="https://espectivas.wordpress.com/2013/08/10/santo-agostinho-e-o-cogito-de-descartes/" target="_blank" rel="noreferrer noopener nofollow">clique aqui</a>. <a href="#Epigrafe"><img decoding="async" width="17" height="14" class="wp-image-16646" style="width: 17px;" src="https://culturadefato.com.br/wp-content/uploads/2020/07/Subir_FundoCinza.jpg" alt="Subir com fundo cinza"></a></p>



<br>



<hr class="wp-block-separator has-alpha-channel-opacity is-style-dots"/>



<br>



<h2 class="wp-block-heading has-text-align-center">Mais do autor:</h2>



<br>



<section id="gm60fb059" class="wp-block-gutentor-m0 alignfull section-gm60fb059 gutentor-module gutentor-module-carousel has-color-bg has-custom-bg gutentor-slick-a-default-desktop gutentor-slick-a-default-tablet gutentor-slick-a-default-mobile"><div class="grid-container"><div class="gutentor-module-carousel-row" data-dots="false" data-dotstablet="false" data-dotsmobile="false" data-arrows="true" data-arrowstablet="true" data-arrowsmobile="true" data-infinite="true" data-autoplay="true" data-draggable="true" data-pauseonfocus="true" data-pauseonhover="true" data-autoplayspeed="4500" data-cmondesktop="false" data-cmontablet="false" data-cmonmobile="false" data-nextarrow="fas fa-angle-right" data-prevarrow="fas fa-angle-left" data-arrowspositiondesktop="gutentor-slick-a-default-desktop" data-arrowspositiontablet="gutentor-slick-a-default-tablet" data-arrowspositionmobile="gutentor-slick-a-default-mobile" data-speed="300" data-slideitemdesktop="2" data-slideitemtablet="3" data-slideitemmobile="2" data-slidescroll-desktop="2" data-slidescroll-tablet="3" data-slidescroll-mobile="2">
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<div id="section-g-am1bx4r" class="wp-block-gutentor-e6 section-g-am1bx4r gutentor-element gutentor-element-image text-align-center-desktop"><div class="gutentor-element-image-box"><a class="gutentor-element-image-link" href="https://culturadefato.com.br/santo-agostinho-e-o-cogito-de-descartes/"><div class="gutentor-image-thumb"><img decoding="async" class="normal-image" src="https://culturadefato.com.br/wp-content/uploads/2025/10/Pleading.jpg" alt="Obra: &quot;Suplicando&quot; (1876), de Sir Lawrence Alma-Tadema (1836 - 1912)." /></div></a></div></div>



<p class="has-text-align-center"><br><em><a href="https://culturadefato.com.br/santo-agostinho-e-o-cogito-de-descartes/">Santo Agostinho e o Cogito de Descartes</a></em></p>
</div></div>



<div id="col-g-9k9z2w1" class="wp-block-gutentor-m0-col col-g-9k9z2w1 gutentor-carousel-item"><div id="section-g-9k9z2w1" class="section-g-9k9z2w1 gutentor-col-wrap has-color-bg has-custom-bg">
<div id="section-g-echbip1" class="wp-block-gutentor-e6 section-g-echbip1 gutentor-element gutentor-element-image text-align-center-desktop"><div class="gutentor-element-image-box"><a class="gutentor-element-image-link" href="https://culturadefato.com.br/o-genocidio-dos-europeus-programado-pela-esquerda/"><div class="gutentor-image-thumb"><img decoding="async" class="normal-image" src="https://culturadefato.com.br/wp-content/uploads/2025/09/Esterilizem.jpg" alt="Esterilizem-se! Oba!" /></div></a></div></div>



<p class="has-text-align-center"><br><em><a href="https://culturadefato.com.br/o-genocidio-dos-europeus-programado-pela-esquerda/">O genocídio dos europeus programado pela Esquerda</a></em></p>
</div></div>



<div id="col-g-f3jgyav" class="wp-block-gutentor-m0-col col-g-f3jgyav gutentor-carousel-item"><div id="section-g-f3jgyav" class="section-g-f3jgyav gutentor-col-wrap has-color-bg has-custom-bg">
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<p class="has-text-align-center"><br><em><a href="https://culturadefato.com.br/carro-a-pilhas-nao-se-trata-de-ecologia-e-um-ataque-politico-a-liberdade-individual/">“Carro a pilhas”: não se trata de “ecologia”; é um ataque político à liberdade individual</a></em></p>
</div></div>



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<p class="has-text-align-center"><br><em><a href="https://culturadefato.com.br/os-intelectuais-pos-modernos-nao-conseguem-compreender-sao-tomas-de-aquino/">Os intelectuais pós-modernos não conseguem compreender São Tomás de Aquino</a></em></p>
</div></div>



<div id="col-g-i6f232f" class="wp-block-gutentor-m0-col col-g-i6f232f gutentor-carousel-item"><div id="section-g-i6f232f" class="section-g-i6f232f gutentor-col-wrap has-color-bg has-custom-bg">
<div id="section-g-h4jiyf0" class="wp-block-gutentor-e6 section-g-h4jiyf0 gutentor-element gutentor-element-image text-align-center-desktop"><div class="gutentor-element-image-box"><a class="gutentor-element-image-link" href="https://culturadefato.com.br/a-evolucao-degenerativa-do-homem/"><div class="gutentor-image-thumb"><img decoding="async" class="normal-image" src="https://culturadefato.com.br/wp-content/uploads/2025/02/ThreestudiesForPortraitOfGeorgeDyer_FrancisBacon.jpg" alt="“Three studies for portrait of george dyer”, de Francis Bacon (1909 - 1992)." /></div></a></div></div>



<p class="has-text-align-center"><br><em><a href="https://culturadefato.com.br/a-evolucao-degenerativa-do-homem/">A evolução degenerativa do Homem</a></em></p>
</div></div>



<div id="col-g-1cbwibe" class="wp-block-gutentor-m0-col col-g-1cbwibe gutentor-carousel-item"><div id="section-g-1cbwibe" class="section-g-1cbwibe gutentor-col-wrap has-color-bg has-custom-bg">
<div id="section-g-shngdd4" class="wp-block-gutentor-e6 section-g-shngdd4 gutentor-element gutentor-element-image text-align-center-desktop"><div class="gutentor-element-image-box"><a class="gutentor-element-image-link" href="https://culturadefato.com.br/um-liberal-e-pior-do-que-um-comunista/"><div class="gutentor-image-thumb"><img decoding="async" class="normal-image" src="https://culturadefato.com.br/wp-content/uploads/2025/01/Revolution_LudwigMeidner.jpg" alt="Obra: &quot;Revolution&quot; (1919), de Ludwig Meidner (1884 - 1966)." /></div></a></div></div>



<p class="has-text-align-center"><br><em><a href="https://culturadefato.com.br/um-liberal-e-pior-do-que-um-comunista/">Um liberal é pior do que um comunista</a></em></p>
</div></div>



<div id="col-g-gppg81x" class="wp-block-gutentor-m0-col col-g-gppg81x gutentor-carousel-item"><div id="section-g-gppg81x" class="section-g-gppg81x gutentor-col-wrap has-color-bg has-custom-bg">
<div id="section-g-1w6aw1e" class="wp-block-gutentor-e6 section-g-1w6aw1e gutentor-element gutentor-element-image text-align-center-desktop"><div class="gutentor-element-image-box"><a class="gutentor-element-image-link" href="https://culturadefato.com.br/o-brasil-ja-nao-tem-um-sistema-democratico-liberal-passo-a-redundancia/"><div class="gutentor-image-thumb"><img decoding="async" class="normal-image" src="https://culturadefato.com.br/wp-content/uploads/2025/01/SupremeCourt.jpg" alt="Obra: &quot;Our Overworked Supreme Court&quot; (1885), por J. Keppler (1838 - 1894)." /></div></a></div></div>



<p class="has-text-align-center"><br><em><a href="https://culturadefato.com.br/o-brasil-ja-nao-tem-um-sistema-democratico-liberal-passo-a-redundancia/">O Brasil já não tem um sistema “democrático liberal” (passo a redundância)</a></em></p>
</div></div>



<div id="col-g-fbf1mdc" class="wp-block-gutentor-m0-col col-g-fbf1mdc gutentor-carousel-item"><div id="section-g-fbf1mdc" class="section-g-fbf1mdc gutentor-col-wrap has-color-bg has-custom-bg">
<div id="section-g-2nosr3f" class="wp-block-gutentor-e6 section-g-2nosr3f gutentor-element gutentor-element-image text-align-center-desktop"><div class="gutentor-element-image-box"><a class="gutentor-element-image-link" href="https://culturadefato.com.br/qual-e-a-diferenca-basica-entre-a-esquerda-e-a-direita/"><div class="gutentor-image-thumb"><img decoding="async" class="normal-image" src="https://culturadefato.com.br/wp-content/uploads/2024/10/LeSermentDuJeuDePaume_Jacques-LouisDavid.jpg" alt="Obra: &quot;Le Serment du Jeu de paume&quot; (década de 1790), por Jacques-Louis David (1748 – 1825)." /></div></a></div></div>



<p class="has-text-align-center"><br><em><a href="https://culturadefato.com.br/as-tatuagens-e-a-desfiguracao-do-corpo/">Qual </a><a href="https://culturadefato.com.br/qual-e-a-diferenca-basica-entre-a-esquerda-e-a-direita/">é a diferença básica entre a Esquerda e a Direita?</a></em></p>
</div></div>



<div id="col-g-kd1j7mr" class="wp-block-gutentor-m0-col col-g-kd1j7mr gutentor-carousel-item"><div id="section-g-kd1j7mr" class="section-g-kd1j7mr gutentor-col-wrap has-color-bg has-custom-bg">
<div id="section-g-br7719z" class="wp-block-gutentor-e6 section-g-br7719z gutentor-element gutentor-element-image text-align-center-desktop"><div class="gutentor-element-image-box"><a class="gutentor-element-image-link" href="https://culturadefato.com.br/as-tatuagens-e-a-desfiguracao-do-corpo/"><div class="gutentor-image-thumb"><img decoding="async" class="normal-image" src="https://culturadefato.com.br/wp-content/uploads/2024/08/RosettaII.jpg" alt="Obra: &quot;Rosetta II&quot; (2005), por Jenny Saville." /></div></a></div></div>



<p class="has-text-align-center"><br><em><a href="https://culturadefato.com.br/as-tatuagens-e-a-desfiguracao-do-corpo/">As tatuagens e a desfiguração do corpo</a></em></p>
</div></div>



<div id="col-g-1xseesy" class="wp-block-gutentor-m0-col col-g-1xseesy gutentor-carousel-item"><div id="section-g-1xseesy" class="section-g-1xseesy gutentor-col-wrap has-color-bg has-custom-bg">
<div id="section-g-z3dh3mz" class="wp-block-gutentor-e6 section-g-z3dh3mz gutentor-element gutentor-element-image text-align-center-desktop"><div class="gutentor-element-image-box"><a class="gutentor-element-image-link" href="https://culturadefato.com.br/ha-limites-para-a-loucura-globalista/"><div class="gutentor-image-thumb"><img decoding="async" class="normal-image" src="https://culturadefato.com.br/wp-content/uploads/2024/07/PoliceAndThieves.jpg" alt="Obra: &quot;Police and Thieves&quot; (2015), por Hugo Mayer." /></div></a></div></div>



<p class="has-text-align-center"><br><em><a href="https://culturadefato.com.br/ha-limites-para-a-loucura-globalista/">Há limites para a loucura globalista</a></em></p>
</div></div>



<div id="col-g-8zfqmg7" class="wp-block-gutentor-m0-col col-g-8zfqmg7 gutentor-carousel-item"><div id="section-g-8zfqmg7" class="section-g-8zfqmg7 gutentor-col-wrap has-color-bg has-custom-bg">
<div id="section-g-i8seiq1" class="wp-block-gutentor-e6 section-g-i8seiq1 gutentor-element gutentor-element-image text-align-center-desktop"><div class="gutentor-element-image-box"><a class="gutentor-element-image-link" href="https://culturadefato.com.br/estamos-caminhando-para-um-planeta-prisao/"><div class="gutentor-image-thumb"><img decoding="async" class="normal-image" src="https://culturadefato.com.br/wp-content/uploads/2024/06/Piranesi_Carcere_XIV.jpg" alt="Obra: &quot;Imaginary Prison (Carcere XIV)&quot; (1760), de Giovanni Battista Piranesi (1720 – 1778) ." /></div></a></div></div>



<p class="has-text-align-center"><br><em><a href="https://culturadefato.com.br/ha-limites-para-a-loucura-globalista/">Est</a><a href="https://culturadefato.com.br/estamos-caminhando-para-um-planeta-prisao/">amos caminhando para um planeta prisão</a></em></p>
</div></div>



<div id="col-gmb5392d" class="wp-block-gutentor-m0-col col-gmb5392d gutentor-carousel-item"><div id="section-gmb5392d" class="section-gmb5392d gutentor-col-wrap has-color-bg has-custom-bg">
<div id="section-g293cdd" class="wp-block-gutentor-e6 section-g293cdd gutentor-element gutentor-element-image text-align-center-desktop"><div class="gutentor-element-image-box"><a class="gutentor-element-image-link" href="https://culturadefato.com.br/a-esquerda-puritana-progressista-e-igualitarista-e-o-principio-de-pareto/"><div class="gutentor-image-thumb"><img decoding="async" class="normal-image" src="https://culturadefato.com.br/wp-content/uploads/2024/05/Mateus13_1-9.jpg" alt="Obra: &quot;The Sower&quot; (2013), por Liz Lemon Swindle. Representa Mateus 13 1-9." /></div></a></div></div>



<p class="has-text-align-center"><br><em><a href="https://culturadefato.com.br/a-esquerda-puritana-progressista-e-igualitarista-e-o-principio-de-pareto/">A Esquerda puritana, progressista e igualitarista, e o Princípio de Pareto</a></em></p>
</div></div>



<div id="col-gm0ad177" class="wp-block-gutentor-m0-col col-gm0ad177 gutentor-carousel-item"><div id="section-gm0ad177" class="section-gm0ad177 gutentor-col-wrap has-color-bg has-custom-bg">
<div id="section-gf5cd6a" class="wp-block-gutentor-e6 section-gf5cd6a gutentor-element gutentor-element-image text-align-center-desktop"><div class="gutentor-element-image-box"><a class="gutentor-element-image-link" href="https://culturadefato.com.br/joao-caupers-isabel-moreira-e-a-institucionalizacao-da-eutanasia/"><div class="gutentor-image-thumb"><img decoding="async" class="normal-image" src="https://culturadefato.com.br/wp-content/uploads/2024/03/DeathAndTheMiser_FransFranckenII.jpg" alt="Obra: &quot;Death and the miser&quot;, por Frans Francken II (1581-1642)." /></div></a></div></div>



<p class="has-text-align-center"><br><em><a href="https://culturadefato.com.br/joao-caupers-isabel-moreira-e-a-institucionalizacao-da-eutanasia/">João Caupers, Isabel Moreira, e a institucionalização da eutanásia</a></em></p>
</div></div>



<div id="col-gm277ea2" class="wp-block-gutentor-m0-col col-gm277ea2 gutentor-carousel-item"><div id="section-gm277ea2" class="section-gm277ea2 gutentor-col-wrap has-color-bg has-custom-bg">
<div id="section-g955680" class="wp-block-gutentor-e6 section-g955680 gutentor-element gutentor-element-image text-align-center-desktop"><div class="gutentor-element-image-box"><a class="gutentor-element-image-link" href="https://culturadefato.com.br/hume-tinha-razao-sem-querer/"><div class="gutentor-image-thumb"><img decoding="async" class="normal-image" src="https://culturadefato.com.br/wp-content/uploads/2024/01/SunriseInTheHarbor_LeonidAfremov.jpg" alt="Obra: &quot;Sunrise in the Harbor&quot;, por Leonid Afremov." /></div></a></div></div>



<p class="has-text-align-center"><br><a href="https://culturadefato.com.br/hume-tinha-razao-sem-querer/"><em>Hume tinha razão, sem querer<br></em></a></p>
</div></div>



<div id="col-gm895252" class="wp-block-gutentor-m0-col col-gm895252 gutentor-carousel-item"><div id="section-gm895252" class="section-gm895252 gutentor-col-wrap has-color-bg has-custom-bg">
<div id="section-g4cc9d7" class="wp-block-gutentor-e6 section-g4cc9d7 gutentor-element gutentor-element-image text-align-center-desktop"><div class="gutentor-element-image-box"><a class="gutentor-element-image-link" href="https://culturadefato.com.br/o-prazer-e-a-dor-segundo-o-estoicismo-e-o-cristianismo/"><div class="gutentor-image-thumb"><img decoding="async" class="normal-image" src="https://culturadefato.com.br/wp-content/uploads/2022/06/TheDeathSeneca_PeterPaulRubens.jpg" alt="Obra: &quot;The Death of Seneca&quot; (1615), de Peter Paul Rubens (1577 - 1640)" /></div></a></div></div>



<p class="has-text-align-center"><br><em><a href="https://culturadefato.com.br/o-prazer-e-a-dor-segundo-o-estoicismo-e-o-cristianismo/">O prazer e a dor, segundo o estoicismo e o Cristianismo</a></em></p>
</div></div>



<div id="col-gmbc4768" class="wp-block-gutentor-m0-col col-gmbc4768 gutentor-carousel-item"><div id="section-gmbc4768" class="section-gmbc4768 gutentor-col-wrap has-color-bg has-custom-bg">
<div id="section-g8678e8" class="wp-block-gutentor-e6 section-g8678e8 gutentor-element gutentor-element-image text-align-center-desktop"><div class="gutentor-element-image-box"><a class="gutentor-element-image-link" href="https://culturadefato.com.br/vem-ai-uma-recessao-economica-na-zona-euro/"><div class="gutentor-image-thumb"><img decoding="async" class="normal-image" src="https://culturadefato.com.br/wp-content/uploads/2022/04/SunburstPumpingUnit_GregEvans.jpg" alt="Obra: &quot;Sunburst - Pumping Unit&quot;, de Greg Evans." /></div></a></div></div>



<p class="has-text-align-center"><br><em><a href="https://culturadefato.com.br/vem-ai-uma-recessao-economica-na-zona-euro/">Vem aí uma recessão econômica na zona Euro</a></em></p>
</div></div>



<div id="col-gm5015e4" class="wp-block-gutentor-m0-col col-gm5015e4 gutentor-carousel-item"><div id="section-gm5015e4" class="section-gm5015e4 gutentor-col-wrap has-color-bg has-custom-bg">
<div id="section-gec39f8" class="wp-block-gutentor-e6 section-gec39f8 gutentor-element gutentor-element-image text-align-center-desktop"><div class="gutentor-element-image-box"><a class="gutentor-element-image-link" href="https://culturadefato.com.br/a-verdade-existe/"><div class="gutentor-image-thumb"><img decoding="async" class="normal-image" src="https://culturadefato.com.br/wp-content/uploads/2021/03/NascerDoSol_VladimirKush.jpg" alt="Recorte da obra: &quot;Nascer do sol&quot; de autoria do pintor russo Vladimir Kush." /></div></a></div></div>



<p class="has-text-align-center"><br><em><a href="https://culturadefato.com.br/a-verdade-existe/">A verdade existe?</a></em></p>
</div></div>



<div id="col-gm47aa84" class="wp-block-gutentor-m0-col col-gm47aa84 gutentor-carousel-item"><div id="section-gm47aa84" class="section-gm47aa84 gutentor-col-wrap has-color-bg has-custom-bg">
<div id="section-g7bdb86" class="wp-block-gutentor-e6 section-g7bdb86 gutentor-element gutentor-element-image text-align-center-desktop"><div class="gutentor-element-image-box"><a class="gutentor-element-image-link" href="https://culturadefato.com.br/o-que-e-o-politicamente-correto/"><div class="gutentor-image-thumb"><img decoding="async" class="normal-image" src="https://culturadefato.com.br/wp-content/uploads/2021/02/CalaABoca.jpg" /></div></a></div></div>



<p class="has-text-align-center"><br><em><a href="https://culturadefato.com.br/o-que-e-o-politicamente-correto/">O que é o politicamente correto?</a></em></p>
</div></div>



<div id="col-gm5b60b9" class="wp-block-gutentor-m0-col col-gm5b60b9 gutentor-carousel-item"><div id="section-gm5b60b9" class="section-gm5b60b9 gutentor-col-wrap has-color-bg has-custom-bg">
<div id="section-g626fe4" class="wp-block-gutentor-e6 section-g626fe4 gutentor-element gutentor-element-image text-align-center-desktop"><div class="gutentor-element-image-box"><a class="gutentor-element-image-link" href="https://culturadefato.com.br/a-etica-e-a-moral-nao-podem-ser-definidas-ou-determinadas-pela-ciencia/"><div class="gutentor-image-thumb"><img decoding="async" class="normal-image" src="https://culturadefato.com.br/wp-content/uploads/2020/11/ParafusoSolto.jpg" /></div></a></div></div>



<p class="has-text-align-center"><br><em><a href="https://culturadefato.com.br/a-etica-e-a-moral-nao-podem-ser-definidas-ou-determinadas-pela-ciencia/">A ética e a moral não podem ser definidas ou determinadas pela ciência</a></em></p>
</div></div>



<div id="col-gm79574f" class="wp-block-gutentor-m0-col col-gm79574f gutentor-carousel-item"><div id="section-gm79574f" class="section-gm79574f gutentor-col-wrap has-color-bg has-custom-bg">
<div id="section-geadb75" class="wp-block-gutentor-e6 section-geadb75 gutentor-element gutentor-element-image text-align-center-desktop"><div class="gutentor-element-image-box"><a class="gutentor-element-image-link" href="https://culturadefato.com.br/o-abandono-da-mulher/"><div class="gutentor-image-thumb"><img decoding="async" class="normal-image" src="https://culturadefato.com.br/wp-content/uploads/2020/10/OAbandonoDaMulher.jpg" alt="Mulher sentada em escadaria da rua e homem deixando-a." /></div></a></div></div>



<p class="has-text-align-center"><br><em><a href="https://culturadefato.com.br/o-abandono-da-mulher/">O abandono da mulher</a></em></p>
</div></div>
</div></div></section>



<br>
<p>O post <a href="https://culturadefato.com.br/a-ideologia-que-nao-recompensa-a-criatividade-do-individuo/">A ideologia que não recompensa a criatividade do indivíduo</a> apareceu primeiro em <a href="https://culturadefato.com.br">Cultura de Fato</a>.</p>
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					<wfw:commentRss>https://culturadefato.com.br/a-ideologia-que-nao-recompensa-a-criatividade-do-individuo/feed/</wfw:commentRss>
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			</item>
		<item>
		<title>O assassinato de Charlie Kirk amplia sua voz e revela a imortalidade da verdade</title>
		<link>https://culturadefato.com.br/o-assassinato-de-charlie-kirk-amplia-sua-voz-e-revela-a-imortalidade-da-verdade/</link>
					<comments>https://culturadefato.com.br/o-assassinato-de-charlie-kirk-amplia-sua-voz-e-revela-a-imortalidade-da-verdade/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Fabio Blanco]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 21 Sep 2025 16:24:48 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Filosofia e História]]></category>
		<category><![CDATA[Charlie Kirk]]></category>
		<category><![CDATA[Georges Bernanos]]></category>
		<category><![CDATA[Meias-Verdades]]></category>
		<category><![CDATA[Platão]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://culturadefato.com.br/?p=25682</guid>

					<description><![CDATA[<p>“Para eles, não existe o conceito de inflexibilidade da verdade, mas preferem fazê-la a mais elástica possível, para poderem manipulá-la a seu bel-prazer.”</p>
<p>O post <a href="https://culturadefato.com.br/o-assassinato-de-charlie-kirk-amplia-sua-voz-e-revela-a-imortalidade-da-verdade/">O assassinato de Charlie Kirk amplia sua voz e revela a imortalidade da verdade</a> apareceu primeiro em <a href="https://culturadefato.com.br">Cultura de Fato</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="has-text-align-center">“<em>Não existem meias-verdades.</em>”<br><span data-tooltip="Georges Bernanos (1888 - 1948) foi católico, escritor e jornalista francês." data-tooltip-position="top">Georges Bernanos</span> (1888 &#8211; 1948)</p>



<p class="has-text-align-right has-small-font-size">* <a href="#NotasEditoria"><em>Notas da editoria</em></a></p>



<hr class="wp-block-separator has-alpha-channel-opacity is-style-wide"/>



<br>



<p class="has-drop-cap">Eu pouco conhecia <span data-tooltip="Charles James Kirk (1993 - 2025) foi um dos um dos maiores líderes da direita americana atual. A presença constante na mídia como comentarista, somada a sua proximidade com o ex-presidente Donald Trump, ampliou seu alcance e consolidou sua influência. Foi cofundador e diretor-executivo da Turning Point USA, ganhou projeção nacional ao mobilizar jovens em defesa de livre mercado, governo limitado e valores tradicionais." data-tooltip-position="top">Charlie Kirk</span>. Tinha visto algumas inserções dele nas redes sociais, tinha conhecimento que se tratava de um jovem arrojado e defensor de princípios tradicionais, sabia que era um entusiasta de debates, mas, sinceramente, nunca havia parado para prestar atenção em seu trabalho.</p>



<p>Por razões óbvias, agora, vários de seus vídeos têm aparecido para mim e, assistindo-os, uma coisa me pareceu bastante óbvia: seu assassinato não foi uma surpresa.</p>



<p>Isso porque não há pessoa considerada mais ultrajante do que aquela que deixa seus debatedores sem palavras — e Kirk fazia isso com maestria. Calar alguém, diante de uma multidão, deixando-o sem argumentos, é o ápice da humilhação. E, pelo que vi, isso acontecia constantemente em seus debates.</p>



<p>Seu método, porém, era o mais simples e antigo possível: uma lógica clara e objetiva, com pouca retórica e nenhuma erística.</p>



<p>Ainda assim, apesar de nunca ser agressivo, Kirk parecia arrogante para seus adversários. Afinal, para eles, convicção e coerência lhes soava como intolerância.</p>



<p>Como os escravos da Alegoria da <em>Caverna de <span data-tooltip-position="top" data-tooltip="Platão: filósofo e matemático do período clássico da Grécia Antiga. Nasceu em 428 a. C. ou 427 a. C., e faleceu em 348 a. C. ou 347 a. C.">Platão</span></em>, que, ao se depararem com o conhecedor da verdade, passaram a tratá-lo como um louco, com falas estranhas e ameaçadoras, os adversários de Charlie Kirk também o tomaram por perigoso.</p>



<p>Até porque eles fazem parte de uma geração que abandonou a coerência e a racionalidade, tratando convicções, respeito aos conhecimentos tradicionais e apego à realidade como atitudes intransigentes.</p>



<p>Para eles, não existe o conceito de inflexibilidade da verdade, mas preferem fazê-la a mais elástica possível, para poderem manipulá-la a seu bel-prazer.</p>



<p>Por isso, o assassinato de Charlie Kirk, apesar de odioso, não surpreende. Até porque a violência é o único recurso que resta para quem despreza a lógica e a razão.</p>



<br>



<p class="has-text-align-right">Por&nbsp;<a href="https://culturadefato.com.br/author/fabioblanco/">Fabio Blanco</a>.<br>Publicado no&nbsp;<a href="https://t.me/filosofiaintegral" target="_blank" rel="noreferrer noopener">canal do Telegram do autor</a>, em 17 de setembro de 2025.<br>Fabio Blanco também é o responsável pelo portal&nbsp;<a href="http://www.filosofiaintegral.com.br/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">filosofiaintegral.com.br</a>, e seu&nbsp;<em>wesite</em>&nbsp;<a href="http://www.fabioblanco.com.br/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">fabioblanco.com.br</a>.</p>



<br>



<hr class="wp-block-separator has-alpha-channel-opacity is-style-dots"/>



<br>



<p class="has-background has-very-light-gray-background-color" id="NotasEditoria"><a href="#main"><img decoding="async" width="17" height="14" class="wp-image-16646" style="width: 17px;" src="https://culturadefato.com.br/wp-content/uploads/2020/07/Subir_FundoCinza.jpg" alt="Subir com fundo cinza"></a> <strong>Notas da editoria:</strong><br><br>Imagem da capa: “<em>Charlie Kirk</em>”, por Steve Penley.<br><br>O título desta postagem (“<em>O assassinato de Charlie Kirk amplia sua voz e revela a imortalidade da verdade</em>”) foi atribuído por nossa editoria.</p>



<br>



<h2 class="wp-block-heading has-text-align-center">Saiba mais, leia:</h2>



<br>



<section id="gm71bf303" class="wp-block-gutentor-m0 alignfull section-gm71bf303 gutentor-module gutentor-module-carousel has-color-bg has-custom-bg gutentor-slick-a-default-desktop gutentor-slick-a-default-tablet gutentor-slick-a-default-mobile"><div class="grid-container"><div class="gutentor-module-carousel-row" data-dots="false" data-dotstablet="false" data-dotsmobile="false" data-arrows="true" data-arrowstablet="true" data-arrowsmobile="true" data-infinite="true" data-autoplay="true" data-draggable="true" data-pauseonfocus="true" data-pauseonhover="true" data-autoplayspeed="4500" data-cmondesktop="false" data-cmontablet="false" data-cmonmobile="false" data-nextarrow="fas fa-angle-right" data-prevarrow="fas fa-angle-left" data-arrowspositiondesktop="gutentor-slick-a-default-desktop" data-arrowspositiontablet="gutentor-slick-a-default-tablet" data-arrowspositionmobile="gutentor-slick-a-default-mobile" data-speed="300" data-slideitemdesktop="2" data-slideitemtablet="3" data-slideitemmobile="2" data-slidescroll-desktop="2" data-slidescroll-tablet="3" data-slidescroll-mobile="2">
<div id="col-g-wpn9t1g" class="wp-block-gutentor-m0-col col-g-wpn9t1g gutentor-carousel-item"><div id="section-g-wpn9t1g" class="section-g-wpn9t1g gutentor-col-wrap has-color-bg has-custom-bg">
<div id="section-g-6x591w6" class="wp-block-gutentor-e6 section-g-6x591w6 gutentor-element gutentor-element-image text-align-center-desktop"><div class="gutentor-element-image-box"><a class="gutentor-element-image-link" href="https://culturadefato.com.br/a-tatica-do-papa-leguas/"><div class="gutentor-image-thumb"><img decoding="async" class="normal-image" src="https://culturadefato.com.br/wp-content/uploads/2020/11/PapaLeguas.jpg" alt="Papa-Léguas" /></div></a></div></div>



<p class="has-text-align-center"><br><em><a href="https://culturadefato.com.br/a-tatica-do-papa-leguas/">A tática do Papa-léguas</a></em>,<br>por <a href="https://culturadefato.com.br/author/diversos/">diversos autores</a></p>
</div></div>



<div id="col-g-w8ss9xx" class="wp-block-gutentor-m0-col col-g-w8ss9xx gutentor-carousel-item"><div id="section-g-w8ss9xx" class="section-g-w8ss9xx gutentor-col-wrap has-color-bg has-custom-bg">
<div id="section-g-s15s317" class="wp-block-gutentor-e6 section-g-s15s317 gutentor-element gutentor-element-image text-align-center-desktop"><div class="gutentor-element-image-box"><a class="gutentor-element-image-link" href="https://culturadefato.com.br/a-verdade-existe/"><div class="gutentor-image-thumb"><img decoding="async" class="normal-image" src="https://culturadefato.com.br/wp-content/uploads/2021/03/NascerDoSol_VladimirKush.jpg" alt="Recorte da obra: &quot;Nascer do sol&quot; de autoria do pintor russo Vladimir Kush." /></div></a></div></div>



<p class="has-text-align-center"><br><em><a href="https://culturadefato.com.br/a-verdade-existe/">A verdade existe?</a></em>,<br>por <a href="https://culturadefato.com.br/author/orlandobraga/">Orlando Braga</a></p>
</div></div>



<div id="col-g-k3nnnni" class="wp-block-gutentor-m0-col col-g-k3nnnni gutentor-carousel-item"><div id="section-g-k3nnnni" class="section-g-k3nnnni gutentor-col-wrap has-color-bg has-custom-bg">
<div id="section-g-t27x5av" class="wp-block-gutentor-e6 section-g-t27x5av gutentor-element gutentor-element-image text-align-center-desktop"><div class="gutentor-element-image-box"><a class="gutentor-element-image-link" href="https://culturadefato.com.br/o-preco-que-a-verdade-cobra/"><div class="gutentor-image-thumb"><img decoding="async" class="normal-image" src="https://culturadefato.com.br/wp-content/uploads/2021/11/AMorteDeSocrates_Jacques-LouisDavid.jpeg" alt="Obra: &quot;A morte de Socrátes&quot; (1787), de Jacques-Louis David (1748 - 1822)" /></div></a></div></div>



<p class="has-text-align-center"><br><em><a href="https://culturadefato.com.br/o-preco-que-a-verdade-cobra/">O preço que a verdade cobra</a></em>,<br>por <a href="https://culturadefato.com.br/author/fabioblanco/">Fabio Blanco</a></p>
</div></div>



<div id="col-g-pnc2fcb" class="wp-block-gutentor-m0-col col-g-pnc2fcb gutentor-carousel-item"><div id="section-g-pnc2fcb" class="section-g-pnc2fcb gutentor-col-wrap has-color-bg has-custom-bg">
<div id="section-g-p1spp5b" class="wp-block-gutentor-e6 section-g-p1spp5b gutentor-element gutentor-element-image text-align-center-desktop"><div class="gutentor-element-image-box"><a class="gutentor-element-image-link" href="https://culturadefato.com.br/o-que-e-a-verdade-e-por-qual-motivo-e-tao-dificil-defini-la/"><div class="gutentor-image-thumb"><img decoding="async" class="normal-image" src="https://culturadefato.com.br/wp-content/uploads/2020/09/LuzArtificial_LuzNatural.jpg" alt="Lâmpada fotografada ao por do sol, onde o sol aparece no lugar do bulbo devido a transparência do vidro." /></div></a></div></div>



<p class="has-text-align-center"><br><em><a href="https://culturadefato.com.br/o-que-e-a-verdade-e-por-qual-motivo-e-tao-dificil-defini-la/">O que é a verdade e por qual motivo é tão difícil defini-la</a></em>,<br>por<a href="https://culturadefato.com.br/author/pascalbernardin/"> <a href="https://culturadefato.com.br/author/ericrabello/">Eric M. Rabello</a></a></p>
</div></div>



<div id="col-g-5zrz1kl" class="wp-block-gutentor-m0-col col-g-5zrz1kl gutentor-carousel-item"><div id="section-g-5zrz1kl" class="section-g-5zrz1kl gutentor-col-wrap has-color-bg has-custom-bg">
<div id="section-g-eg1yoek" class="wp-block-gutentor-e6 section-g-eg1yoek gutentor-element gutentor-element-image text-align-center-desktop"><div class="gutentor-element-image-box"><a class="gutentor-element-image-link" href="https://culturadefato.com.br/a-verdade-e-irresistivel/"><div class="gutentor-image-thumb"><img decoding="async" class="normal-image" src="https://culturadefato.com.br/wp-content/uploads/2021/02/TheJudgementOfSolomon.jpeg" alt="Recorte da obra: &quot;The Judgement of Solomon&quot;, criada por William Dyce (1806–1864), em 1836." /></div></a></div></div>



<p class="has-text-align-center"><br><em><a href="https://culturadefato.com.br/truque-dos-tres-estagios-e-seis-passos-para-aprovar-uma-proposta-absurda/"><br>A </a><a href="https://culturadefato.com.br/a-verdade-e-irresistivel/">verdade </a><a href="https://culturadefato.com.br/truque-dos-tres-estagios-e-seis-passos-para-aprovar-uma-proposta-absurda/">é irresistível</a></em>,<br>por <a href="https://culturadefato.com.br/author/ludmilalinsgrilo/">Ludmila Lins Grilo</a></p>
</div></div>



<div id="col-g-tle1ej4" class="wp-block-gutentor-m0-col col-g-tle1ej4 gutentor-carousel-item"><div id="section-g-tle1ej4" class="section-g-tle1ej4 gutentor-col-wrap has-color-bg has-custom-bg">
<div id="section-g-inmsslx" class="wp-block-gutentor-e6 section-g-inmsslx gutentor-element gutentor-element-image text-align-center-desktop"><div class="gutentor-element-image-box"><a class="gutentor-element-image-link" href="https://culturadefato.com.br/deus-a-verdade-e-o-homem/"><div class="gutentor-image-thumb"><img decoding="async" class="normal-image" src="https://culturadefato.com.br/wp-content/uploads/2021/01/Gargula.jpg" alt="Gárgula da Catedral de Notre-Dame em Paris, França." /></div></a></div></div>



<p class="has-text-align-center"><br><em><a href="https://culturadefato.com.br/deus-a-verdade-e-o-homem/">Deus, a verdade e o homem</a></em>,<br>por <a href="https://culturadefato.com.br/author/leonardobruno/">Leonardo Bruno</a></p>
</div></div>



<div id="col-g-e1oe0xn" class="wp-block-gutentor-m0-col col-g-e1oe0xn gutentor-carousel-item"><div id="section-g-e1oe0xn" class="section-g-e1oe0xn gutentor-col-wrap has-color-bg has-custom-bg">
<div id="section-g-6731r80" class="wp-block-gutentor-e6 section-g-6731r80 gutentor-element gutentor-element-image text-align-center-desktop"><div class="gutentor-element-image-box"><a class="gutentor-element-image-link" href="https://culturadefato.com.br/a-crucificacao-da-verdade/"><div class="gutentor-image-thumb"><img decoding="async" class="normal-image" src="https://culturadefato.com.br/wp-content/uploads/2020/11/MentirasConfortaveis_VerdadesInconvenientes.jpg" alt="Mentiras Confortaveis e Verdades Inconvenientes" /></div></a></div></div>



<p class="has-text-align-center"><br><em><a href="https://culturadefato.com.br/a-crucificacao-da-verdade/">A crucificação da verdade</a></em>,<br>por <a href="https://culturadefato.com.br/author/ipojucapontes/">Ipojuca Pontes</a></p>
</div></div>



<div id="col-g-6mtvsrs" class="wp-block-gutentor-m0-col col-g-6mtvsrs gutentor-carousel-item"><div id="section-g-6mtvsrs" class="section-g-6mtvsrs gutentor-col-wrap has-color-bg has-custom-bg">
<div id="section-g-6a75sq7" class="wp-block-gutentor-e6 section-g-6a75sq7 gutentor-element gutentor-element-image text-align-center-desktop"><div class="gutentor-element-image-box"><a class="gutentor-element-image-link" href="https://culturadefato.com.br/o-verdadeiro-o-bom-e-o-belo/"><div class="gutentor-image-thumb"><img decoding="async" class="normal-image" src="https://culturadefato.com.br/wp-content/uploads/2020/09/NascimentoDeVenus.jpg" alt="Imagem da pintura “O nascimento de Vênus” (1483), obra de Sandro Botticelli (1445 – 1510)." /></div></a></div></div>



<p class="has-text-align-center"><br><em><a href="https://culturadefato.com.br/o-verdadeiro-o-bom-e-o-belo/">O verdadeiro, o bom e o belo</a></em>,<br>por <a href="https://culturadefato.com.br/author/rogerscruton/">Roger Scruton</a></p>
</div></div>



<div id="col-g-j977jft" class="wp-block-gutentor-m0-col col-g-j977jft gutentor-carousel-item"><div id="section-g-j977jft" class="section-g-j977jft gutentor-col-wrap has-color-bg has-custom-bg">
<div id="section-g-vyy272f" class="wp-block-gutentor-e6 section-g-vyy272f gutentor-element gutentor-element-image text-align-center-desktop"><div class="gutentor-element-image-box"><a class="gutentor-element-image-link" href="https://culturadefato.com.br/se-a-verdade-nao-existe/"><div class="gutentor-image-thumb"><img decoding="async" class="normal-image" src="https://culturadefato.com.br/wp-content/uploads/2020/07/DoisMaisDoisIgualCinco.jpg" alt="2+2 = 5" /></div></a></div></div>



<p class="has-text-align-center"><br><em><a href="https://culturadefato.com.br/se-a-verdade-nao-existe/">Se a verdade não existe…</a></em>,<br>por <a href="https://culturadefato.com.br/author/fabiorabello/">Fabio Rabello</a></p>
</div></div>
</div></div></section>



<br>
<p>O post <a href="https://culturadefato.com.br/o-assassinato-de-charlie-kirk-amplia-sua-voz-e-revela-a-imortalidade-da-verdade/">O assassinato de Charlie Kirk amplia sua voz e revela a imortalidade da verdade</a> apareceu primeiro em <a href="https://culturadefato.com.br">Cultura de Fato</a>.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Os dez esteios do regime</title>
		<link>https://culturadefato.com.br/os-dez-esteios-do-regime/</link>
					<comments>https://culturadefato.com.br/os-dez-esteios-do-regime/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Percival Puggina]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 28 Jul 2025 01:00:07 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Política e Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Democracia]]></category>
		<category><![CDATA[Georg Christoph Lichtenberg]]></category>
		<category><![CDATA[Joseph Goebbels]]></category>
		<category><![CDATA[Moralidade]]></category>
		<category><![CDATA[Pieter Bruegel]]></category>
		<category><![CDATA[Platão]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>“Em nosso país, do Estado Democrático de Direito só resta o Estado em forma bruta e brutal. A democracia foi extinta por sucessivas omissões da representação parlamentar e o Direito está relativizado às conveniências dos donos do poder.”</p>
<p>O post <a href="https://culturadefato.com.br/os-dez-esteios-do-regime/">Os dez esteios do regime</a> apareceu primeiro em <a href="https://culturadefato.com.br">Cultura de Fato</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="has-text-align-center">“<em>Quando os que mandam perdem a vergonha, os que obedecem perdem o respeito.</em>”<br><span data-tooltip-position="top" data-tooltip="Georg Christoph Lichtenberg (1742 - 1799) foi um filósofo, escritor e matemático alemão.">Georg Christoph Lichtenberg</span> (1742 &#8211; 1799)<br><br>“<em>O maior castigo para aqueles que não se interessam por política é serem</em><br><em>governados por aqueles que se interessam.</em>”<br><span data-tooltip-position="top" data-tooltip="Platão: filósofo e matemático do período clássico da Grécia Antiga. Nasceu em 428 a. C. ou 427 a. C., e faleceu em 348 a. C. ou 347 a. C.">Platão</span> (428/427 a. C. &#8211; 348/347 a. C.)</p>



<hr class="wp-block-separator has-alpha-channel-opacity is-style-wide"/>



<br>



<p class="has-drop-cap">Em nosso país, do Estado Democrático de Direito só resta o Estado em forma bruta e brutal. A democracia foi extinta por sucessivas omissões da representação parlamentar e o Direito está relativizado às conveniências dos donos do poder.</p>



<p>Ocorreu-me, então, identificar quem sustenta esse poder tão ativo, tão repressivo à direita e tão pertinaz no combate à liberdade de expressão.</p>



<p><strong>Numa conta redonda, cheguei aos seguintes dez esteios do novo regime político brasileiro:</strong></p>



<ol class="wp-block-list">
<li><strong>A legião dos omissos e dos isentões;</strong></li>



<li><strong>A multidão dos ignorantes dos quatro costados</strong>, passivos e sem voz porque sequer têm o que dizer;</li>



<li><strong>Os capturados pelo esquerdismo radical</strong>, moedor de neurônios, cujo senso moral foi vítima de sinistro sem cobertura de seguro;</li>



<li><strong>Os muitos que se aconchegam à lareira do poder</strong>, de cujas regalias usufruem;</li>



<li><strong>Os totalmente dependentes do Estado</strong>, aos quais se acrescentam, todo ano, novas vítimas de um tipo de miséria que só o Estado é capaz de produzir em tais proporções;</li>



<li><strong>Os covardes</strong>, que levam flores ao próprio silêncio no cemitério da Política;</li>



<li><strong>Os raramente frustrados corruptores, corruptos e criminosos</strong>, organizados ou não, hábeis em lidar com nossas piores tradições;</li>



<li><strong>Os submissos</strong>&nbsp;a toda sorte de pressões por terem o rabo preso em mãos de quem não se importa de abusar dos instrumentos institucionais;</li>



<li><strong>O Consórcio </strong><span data-tooltip-position="top" data-tooltip="Em alusão ao político alemão e Ministro da Propaganda na Alemanha Nazista entre 1933 e 1945, chamado Paul Joseph Goebbels (1897 - 1945)."><strong>Goebbels</strong></span>, seus membros, seus dependentes e a multidão que seus veículos manejam manejam a massa no curral das opiniões;</li>



<li><strong>Os mercenários da guerra cultural</strong>, bem pagos para atuar na cadeia produtiva da gandaia brasileira, adversários do Bem, da Beleza, da Justiça e da Verdade.</li>
</ol>



<p>Vamos combinar que é uma assombrosa parceria, cujo produto só pode ser essa obra prima das malas-artes políticas sob as quais vivemos. Esqueci algum ou alguém?</p>



<br>



<p class="has-text-align-right">Por&nbsp;<a href="https://culturadefato.com.br/author/percivalpuggina/">Percival Puggina</a>.<br>Publicado no&nbsp;<em><a href="http://www.puggina.org/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">website</a></em>&nbsp;do autor, em 24 de julho de 2025.</p>



<br>



<p class="has-background has-very-light-gray-background-color"><strong>Notas da editoria:</strong><br><br>Imagem da capa: “<em>The triumph of death</em>” (aprox. 1562), por <span data-tooltip-position="top" data-tooltip="Pieter Bruegel the Elder (Brueghel), o Velho: pintor e gravurista holandês, nasceu entre 1525 e 1530 e faleceu em 1569.">Pieter Bruegel</span> (1525/1530 – 1569).</p>



<br>



<h2 class="wp-block-heading has-text-align-center">Leia também:</h2>



<br>



<section id="gm71bf303" class="wp-block-gutentor-m0 alignfull section-gm71bf303 gutentor-module gutentor-module-carousel has-color-bg has-custom-bg gutentor-slick-a-default-desktop gutentor-slick-a-default-tablet gutentor-slick-a-default-mobile"><div class="grid-container"><div class="gutentor-module-carousel-row" data-dots="false" data-dotstablet="false" data-dotsmobile="false" data-arrows="true" data-arrowstablet="true" data-arrowsmobile="true" data-infinite="true" data-autoplay="true" data-draggable="true" data-pauseonfocus="true" data-pauseonhover="true" data-autoplayspeed="4500" data-cmondesktop="false" data-cmontablet="false" data-cmonmobile="false" data-nextarrow="fas fa-angle-right" data-prevarrow="fas fa-angle-left" data-arrowspositiondesktop="gutentor-slick-a-default-desktop" data-arrowspositiontablet="gutentor-slick-a-default-tablet" data-arrowspositionmobile="gutentor-slick-a-default-mobile" data-speed="300" data-slideitemdesktop="2" data-slideitemtablet="3" data-slideitemmobile="2" data-slidescroll-desktop="2" data-slidescroll-tablet="3" data-slidescroll-mobile="2">
<div id="col-g-g79x41c" class="wp-block-gutentor-m0-col col-g-g79x41c gutentor-carousel-item"><div id="section-g-g79x41c" class="section-g-g79x41c gutentor-col-wrap has-color-bg has-custom-bg">
<div id="section-g-3g3enag" class="wp-block-gutentor-e6 section-g-3g3enag gutentor-element gutentor-element-image text-align-center-desktop"><div class="gutentor-element-image-box"><a class="gutentor-element-image-link" href="https://culturadefato.com.br/as-jaboticabas-no-pomar-do-eden/"><div class="gutentor-image-thumb"><img decoding="async" class="normal-image" src="https://culturadefato.com.br/wp-content/uploads/2025/07/Jabuticabas.jpg" alt="Obra: &quot;Jabuticabas&quot; (2019), por Rosângela Vig." /></div></a></div></div>



<p class="has-text-align-center"><br><em><a href="https://culturadefato.com.br/as-jaboticabas-no-pomar-do-eden/">As jaboticabas no pomar do Éden</a></em>,<br>por <a href="https://culturadefato.com.br/author/percivalpuggina/">Percival Puggina</a></p>
</div></div>



<div id="col-g-e77qeb7" class="wp-block-gutentor-m0-col col-g-e77qeb7 gutentor-carousel-item"><div id="section-g-e77qeb7" class="section-g-e77qeb7 gutentor-col-wrap has-color-bg has-custom-bg">
<div id="section-g-010n3oe" class="wp-block-gutentor-e6 section-g-010n3oe gutentor-element gutentor-element-image text-align-center-desktop"><div class="gutentor-element-image-box"><a class="gutentor-element-image-link" href="https://culturadefato.com.br/o-intelectual-de-uma-variavel-so/"><div class="gutentor-image-thumb"><img decoding="async" class="normal-image" src="https://culturadefato.com.br/wp-content/uploads/2025/07/OComerciante_BorisMikhailovichKustodiev.jpg" alt="Obra: &quot;O Comerciante&quot;, de Boris Mikhailovich Kustodiev (1878 - 1927)." /></div></a></div></div>



<p class="has-text-align-center"><br><em><a href="https://culturadefato.com.br/o-intelectual-de-uma-variavel-so/">O intelectual de uma variável só</a></em>,<br>por <a href="https://culturadefato.com.br/author/stephenkanitz/">Stephen Kanitz</a></p>
</div></div>



<div id="col-gm666515" class="wp-block-gutentor-m0-col col-gm666515 gutentor-carousel-item"><div id="section-gm666515" class="section-gm666515 gutentor-col-wrap has-color-bg has-custom-bg">
<div id="section-g1aec69" class="wp-block-gutentor-e6 section-g1aec69 gutentor-element gutentor-element-image text-align-center-desktop"><div class="gutentor-element-image-box"><a class="gutentor-element-image-link" href="https://culturadefato.com.br/o-brasil-ja-nao-tem-um-sistema-democratico-liberal-passo-a-redundancia/"><div class="gutentor-image-thumb"><img decoding="async" class="normal-image" src="https://culturadefato.com.br/wp-content/uploads/2025/01/SupremeCourt.jpg" alt="Obra: &quot;Our Overworked Supreme Court&quot; (1885), por J. Keppler (1838 - 1894)." /></div></a></div></div>



<p class="has-text-align-center"><br><em><a href="https://culturadefato.com.br/o-brasil-ja-nao-tem-um-sistema-democratico-liberal-passo-a-redundancia/">O Brasil já não tem um sistema “democrático liberal” (passo a redundância)</a></em>, por <a href="https://culturadefato.com.br/author/orlandobraga/">Orlando Braga</a></p>
</div></div>



<div id="col-gm04c701" class="wp-block-gutentor-m0-col col-gm04c701 gutentor-carousel-item"><div id="section-gm04c701" class="section-gm04c701 gutentor-col-wrap has-color-bg has-custom-bg">
<div id="section-g348acf" class="wp-block-gutentor-e6 section-g348acf gutentor-element gutentor-element-image text-align-center-desktop"><div class="gutentor-element-image-box"><a class="gutentor-element-image-link" href="https://culturadefato.com.br/inss-o-escandalo-so-cresce/"><div class="gutentor-image-thumb"><img decoding="async" class="normal-image" src="https://culturadefato.com.br/wp-content/uploads/2021/07/VictorDubreuil_TonneauxDArgent.jpg" alt="Obra &quot;Barris de Prata&quot; (1897) de Victor Dubreuil (1846 - 1946)" /></div></a></div></div>



<p class="has-text-align-center"><br><a href="https://culturadefato.com.br/inss-o-escandalo-so-cresce/"><em>INSS: O escândalo só cresce!</em></a>,<br>por <a href="https://culturadefato.com.br/author/revistatimeline/">Revista Timeline</a></p>
</div></div>



<div id="col-g-suil7c5" class="wp-block-gutentor-m0-col col-g-suil7c5 gutentor-carousel-item"><div id="section-g-suil7c5" class="section-g-suil7c5 gutentor-col-wrap has-color-bg has-custom-bg">
<div id="section-g-a1liwq1" class="wp-block-gutentor-e6 section-g-a1liwq1 gutentor-element gutentor-element-image text-align-center-desktop"><div class="gutentor-element-image-box"><a class="gutentor-element-image-link" href="https://culturadefato.com.br/se-a-lava-jato-nao-sobreviver-em-nos/"><div class="gutentor-image-thumb"><img decoding="async" class="normal-image" src="https://culturadefato.com.br/wp-content/uploads/2024/03/GabrielGiucci_Desvios.jpg" alt="Gabriel Giucci - Desvios" /></div></a></div></div>



<p class="has-text-align-center"><br><em><a href="https://culturadefato.com.br/se-a-lava-jato-nao-sobreviver-em-nos/">Se a Lava Jato não sobreviver em nós…</a></em>,<br>por <a href="https://culturadefato.com.br/author/percivalpuggina/">Percival Puggina</a></p>
</div></div>



<div id="col-g-qt10030" class="wp-block-gutentor-m0-col col-g-qt10030 gutentor-carousel-item"><div id="section-g-qt10030" class="section-g-qt10030 gutentor-col-wrap has-color-bg has-custom-bg">
<div id="section-g-g0rts99" class="wp-block-gutentor-e6 section-g-g0rts99 gutentor-element gutentor-element-image text-align-center-desktop"><div class="gutentor-element-image-box"><a class="gutentor-element-image-link" href="https://culturadefato.com.br/poder-legitimo-e-ilegitimo/"><div class="gutentor-image-thumb"><img decoding="async" class="normal-image" src="https://culturadefato.com.br/wp-content/uploads/2021/09/RasgandoAConstituicao.jpg" alt="Rasgando a Constituição, por @OIlustra." /></div></a></div></div>



<p class="has-text-align-center"><br><em><a href="https://culturadefato.com.br/poder-legitimo-e-ilegitimo/">Poder legítimo e ilegítimo</a></em>,<br>por <a href="https://culturadefato.com.br/author/ludmilalinsgrilo/">Ludmila Lins Grilo</a></p>
</div></div>
</div></div></section>



<br>
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		<title>Uma vida de aprendizado</title>
		<link>https://culturadefato.com.br/uma-vida-de-aprendizado/</link>
					<comments>https://culturadefato.com.br/uma-vida-de-aprendizado/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Mortimer J. Adler]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 15 Apr 2025 01:20:58 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Ensino]]></category>
		<category><![CDATA[Aristóteles]]></category>
		<category><![CDATA[Excerto de Livro]]></category>
		<category><![CDATA[John Dewey]]></category>
		<category><![CDATA[Moralidade]]></category>
		<category><![CDATA[Mortimer Adler]]></category>
		<category><![CDATA[Mortimer J. Adler]]></category>
		<category><![CDATA[Olavo de Carvalho]]></category>
		<category><![CDATA[Platão]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>“A escolarização falha miseravelmente se não prepara os jovens a continuarem aprendendo depois que abandonam a escola, a continuarem com seu aprendizado pelo resto de suas vidas. Qualquer um que não compreende isso não consegue compreender uma das questões mais importantes da filosofia da educação.”</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="has-text-align-center"><em>Excertos do tópico “A juventude é uma barreira para o aprendizado”, o qual faz parte do livro</em><br><em><a href="https://amzn.to/3oRqPFY" target="_blank" rel="nofollow noopener">“Como pensar sobre as grandes ideias”</a>. Publicado pela Editora <a href="http://www.erealizacoes.com.br" target="_blank" rel="nofollow noopener">É Realizações</a>, sob </em><span data-tooltip-position="top" data-tooltip="International Standard Book Number"><em>ISBN</em></span><em> 978-8580331417.</em><br><em>Os 52 capítulos desta obra são transcrições editadas da clássica série norte-americana de</em><br><em>TV do professor </em><span data-tooltip-position="top" data-tooltip="Mortimer Jerome Adler (1902 - 2001) foi um filósofo americano, renomado educador e autor obras populares. Como filósofo, ele trabalhou dentro das tradições aristotélica e tomista."><em>Mortimer J. Adler</em></span><em>, <em>“The Great Ideas</em>”, transmitida nos anos 1950.</em></p>



<br>



<p class="has-text-align-right"><em>* <a id="RefEpigrafe" href="#NotasDaEditoria">Notas da editoria</a></em></p>



<hr class="wp-block-separator has-css-opacity is-style-wide"/>



<br>



<p class="has-drop-cap">Eu acredito que o erro mais profundo e sério que podemos cometer sobre a educação, e um que é cometido por todos os educadores e professores, bem como pelo público em geral, é associar a educação com a escolarização; ou mesmo supor que o tipo de aprendizado que acontece nas escolas, e eu quero dizer do jardim de infância à faculdade, é a parte principal da educação. Ou então supor que o tipo de aprendizado que as crianças têm na escola é o principal negócio da infância, que o aprendizado pertence essencialmente à infância, que a maior parte do aprendizado pode ser feita na infância, e que tudo que os adultos têm de fazer é usar o aprendizado que eles adquiriram na escola quando eram jovens.</p>



<p>Alguém <span data-tooltip-position="top" data-tooltip="Consulte a tarja disponível no topo deste artigo.">assistindo</span> a este programa supõe isso? Eu temo que muitos de vocês possam supor que sim. Eu gostaria que vocês me acompanhassem agora porque vou tentar convencê-los do oposto. Vou tentar mostrar três coisas a vocês.</p>



<p>A primeira é que o aprendizado é um processo de toda uma vida. A segunda é que o aprendizado adulto é a parte mais importante da educação de alguém. E a terceira é que a escolarização ou o aprendizado na escola é, na melhor das hipóteses, apenas uma preparação para o tipo de aprendizado que deve ser feito, porque só pode ser feito na vida adulta.</p>



<p class="img-direita"><a href="https://amzn.to/3oRqPFY" target="_blank" rel="noreferrer noopener nofollow"><img fetchpriority="high" decoding="async" width="480" height="585" class="wp-image-6373" src="https://culturadefato.com.br/wp-content/uploads/2021/02/ComoPensarGrandesIdeias.jpg" alt="Capa da obra: &quot;Como Pensar Sobre as Grandes Ideias&quot;, escrita por Mortimer Jerome Adler (1902 – 2001). Publicado por É Realizações, sob ISBN: 978-85-8033-151-7."></a>Deixem-me comentar por um momento esse terceiro ponto. A escolarização falha miseravelmente se não prepara os jovens a continuarem aprendendo depois que abandonam a escola, a continuarem com seu aprendizado pelo resto de suas vidas. Qualquer um que não compreende isso não consegue compreender uma das questões mais importantes da filosofia da educação, a questão que <span data-tooltip-position="top" data-tooltip="John Dewey (1859 - 1952): Filósofo, pedagogo e pedagogista norte-americano.">John Dewey</span> enfatizou repetidamente quando disse que todo aprendizado é causa de mais aprendizado, assim como cada fase de crescimento é causa de mais crescimento. E assim é quase possível dizer que todo o propósito da escolarização ou do aprendizado que temos na escola é nos preparar para o tipo de aprendizado que temos de fazer ou devemos fazer pelo resto de nossas vidas.</p>



<p>Eu usei a expressão “o tipo de aprendizado que temos de fazer ou que devemos fazer”. Não quero dizer, ao falar isso, que a educação adulta é ou deveria ser compulsória. Nós sabemos que não é; nós sabemos que não deveria ser. Mas o fato de não ser compulsória não exclui o fato de ser necessária. O aprendizado adulto é necessário para todos nós, para todos, mesmo que tenhamos frequentado escola e faculdade ou não.</p>



<p><strong>Lloyd Luckman</strong>: Bem, o senhor pode estar certo disso, mas eu tenho certeza, dr. Adler, de que há muitas pessoas que pensam o contrário. E eu acho que não é porque elas pensam que o aprendizado é um dever apenas da infância, mas porque pensam que os jovens também têm a capacidade de aprender, uma capacidade que adultos perdem. Quanto mais velhos ficamos, menos conseguimos aprender. O senhor conhece aquele ditado popular que “não se consegue ensinar novos truques a um cachorro velho”.</p>



<p><strong>Mortimer Adler</strong>: Eu temo que você esteja certo, Lloyd. Isso é o que as pessoas pensam. E eu acho que o que devemos ver a respeito disso é se conseguimos mudar essa concepção, e essa impressão. Talvez você não consiga ensinar novos truque a um cachorro velho, mas seres humanos não são cachorros velhos, e o aprendizado humano não consiste em adquirir novos truques.</p>



<p>Eu acho que a fonte do erro está na confusão fundamental que muitas pessoas fazem entre o crescimento corporal e o crescimento mental. Não há dúvida que nossos corpos crescem muito rapidamente quando somos jovens e que nós paramos de crescer quando chegamos à idade de 16 ou 18 anos. Mas a mente que não é afetada pela senilidade patológica nunca perde sua capacidade de se desenvolver. Ela mantém seu poder de crescimento desde que seu corpo se mantenha saudável.</p>



<hr class="wp-block-separator has-css-opacity is-style-dots"/>



<h4 class="wp-block-heading">Crianças aprendem habilidades; Adultos apreendem sabedoria</h4>



<br>



<p>A maioria dos grandes educadores reconhece isso, e certamente todos os professores deveriam saber disso, apesar de que alguns infelizmente não sabem. Por exemplo, se eu fosse tirar <span data-tooltip-position="top" data-tooltip="Platão: filósofo e matemático do período clássico da Grécia Antiga. Nasceu em 428 a. C. ou 427 a. C., e faleceu em 348 a. C. ou 347 a. C.">Platão</span> da prateleira, e examinar a passagem em <a href="https://amzn.to/2YLSsFO" target="_blank" rel="noreferrer noopener nofollow">A República</a> na qual ele trata dos benefícios da educação humana, nos veríamos que ele pensa que a consideração das ideias fundamentas só deve começar quando o homem tem 45 anos. O estudo das ideias e a aquisição da sabedoria são adiados até a outra metade da vida, até quase os 50 anos.</p>



<p>Ou se fôssemos até ética de <span data-tooltip-position="top" data-tooltip="Aristóteles: (384 a. C. - 322 a. C.): Filósofo grego.">Aristóteles</span>, veríamos que Aristóteles diz que os assuntos morais, éticos e políticos não devem ser ensinados aos jovens porque eles não têm experiência, estabilidade emocional, ou essa seriedade profunda, sem as quais tais assuntos não podem ser compreendidos.</p>



<p>Deixe-me falar brevemente da minha própria experiência como professor. Eu sempre achei fácil ensinar matérias abstratas e teóricas aos jovens na faculdade. É muito mais difícil ensinar filosofia moral, lidar com questões morais e políticas. É muito difícil, por exemplo, ler grandes romances e peças com jovens, romances e peças que tratam dos problemas mais sérios da vida. Eu já li e discuti romances e peças com jovens na faculdade e com adultos, e a diferença é como entre o dia e a noite.</p>



<p>Deixe-me dar mais uma evidência. Quando eu saí da faculdade, tinha certeza que compreendia alguns dos grandes livros que eu tive a sorte de ler naquela época. Mas eu tive ainda mais sorte na minha carreira de professor de reler muitas vezes alguns desses livros. E eu sei que eu não os entendi muito bem há dez anos. Não é que eu seja mais experto agora; eu simplesmente estou mais velho. Essa não foi sua experiência também, Lloyd, como professor?</p>



<br>



<p class="has-text-align-right img-esquerda"><img loading="lazy" decoding="async" width="192" height="197" class="wp-image-5000" src="https://culturadefato.com.br/wp-content/uploads/2020/12/MortimerAdler.jpg" alt="Mortimer Adler (1902 – 2001)."><br>Excerto da obra: <em>“</em><a href="https://amzn.to/3oRqPFY" target="_blank" rel="nofollow noopener">Como pensar sobre as grandes ideias</a>”,<br>de <a href="https://culturadefato.com.br/author/mortimeradler/">Mortimer J. Adler</a> (1902 – 2001).<br><br>A obra contém transcrições editadas da clássica série norte-americana de TV do professor Adler, <em>“The Great Ideas</em>”, transmitida nos anos 1950.<br>Publicado por <a href="http://www.erealizacoes.com.br/home" target="_blank" rel="noreferrer noopener">É Realizações</a>, sob <span data-tooltip-position="top" data-tooltip="ISBN: International Standard Book Number.">ISBN</span>: 978-85-8033-151-7.</p>



<br>



<br>



<p class="has-background has-very-light-gray-background-color" id="NotasDaEditoria"><strong>Notas da Editoria <em>Cultura de Fato</em>:</strong></p>



<br>



<ol class="wp-block-list">
<li>Este artigo foi originalmente publicado<em>&nbsp;</em>em 7 de fevereiro de 2021. A data de 14 de abril de 2025 refere-se à última edição. <a href="#RefEpigrafe"><img loading="lazy" decoding="async" width="14" height="10" class="wp-image-105" style="width: 14px;" src="https://culturadefato.com.br/wp-content/uploads/2020/06/Subir.jpg" alt="Subir"></a></li>



<li> Imagem da capa: “<a href="https://artlevin.com/painting-view/original-oil-painting-a-grandfather-and-his-grandchildren-in-study/" target="_blank" rel="noreferrer noopener nofollow"><em>A grandfather and his grandchildren in study</em></a>”, de <a href="https://artlevin.com/" target="_blank" rel="noreferrer noopener nofollow">Alex Levin</a>. <a href="#main"><img loading="lazy" decoding="async" width="14" height="10" class="wp-image-105" style="width: 14px;" src="https://culturadefato.com.br/wp-content/uploads/2020/06/Subir.jpg" alt="Subir"></a></li>



<li>Em apresentações, o filósofo <a href="https://culturadefato.com.br/author/olavodecarvalho/">Olavo de Carvalho</a> elucidou: existem matemáticos prodígios; não existem filósofos prodígios. A matemática demanda edificar construções intelectuais que dependem apenas dos próprios pensamentos do matemático; a filosofia é arquitetada pelo acúmulo de experiências de vida, as quais envolvem conflitos internos e externos ao próprio filósofo.</li>
</ol>



<br>



<p class="has-background has-very-light-gray-background-color"><strong>Demais assuntos (capítulos) abordados na obra que originou esta postagem:</strong></p>



<ol class="wp-block-list">
<li>Como pensar sobre a verdade</li>



<li>Como pensar sobre opinião</li>



<li>A diferença entre conhecimento e opinião</li>



<li>Opinião e liberdade humana</li>



<li>Opinião e a regra da maioria</li>



<li>Como pensar sobre o homem</li>



<li>Quão diferentes são os seres humanos?</li>



<li>A teoria Darwinista da origem do homem</li>



<li>A resposta de Darwin</li>



<li>A singularidade do homem</li>



<li>Como pensar sobre emoção</li>



<li>Como pensar sobre amor</li>



<li>Amor como amizade: um mundo sem sexo</li>



<li>Amor sexual</li>



<li>A moralidade do amor</li>



<li>Como pensar sobre bem e mal</li>



<li>Como pensar sobre beleza</li>



<li>Como pensar sobre liberdade</li>



<li>Como pensar sobre aprendizado</li>



<li><span data-tooltip-position="top" data-tooltip="Esta postagem foi formada por excertos deste capítulo.">A juventude&nbsp;é uma barreira para o aprendizado</span></li>



<li>Como ler um livro</li>



<li>Como conversar</li>



<li>Como assistir à TV</li>



<li>Como pensar sobre arte</li>



<li>Os tipos de artes</li>



<li>As belas-artes</li>



<li>A bondade da arte</li>



<li>Como pensar sobre justiça</li>



<li>Como pensar sobre punição</li>



<li>Como pensar sobre linguagem</li>



<li>Como pensar sobre trabalho,</li>



<li>Trabalho, divisão e lazer</li>



<li>A dignidade de todos os tipos de trabalho</li>



<li>Trabalho e lazer ontem e hoje</li>



<li>Trabalho, lazer e educação liberal</li>



<li>Como pensar sobre a lei</li>



<li>Os tipos de lei</li>



<li>A criação das leis</li>



<li>A justiça da Lei</li>



<li>Como pensar sobre o governo</li>



<li>A natureza do governo</li>



<li>Os poderes do governo</li>



<li>A melhor forma de governo</li>



<li>Como pensar sobre democracia</li>



<li>Como pensar sobre mudança</li>



<li>Como pensar sobre progresso</li>



<li>Como pensar sobre guerra e paz</li>



<li>Como pensar sobre filosofia</li>



<li>Como a filosofia difere da ciência e da religião</li>



<li>Os problemas não resolvidos da filosofia</li>



<li>Como a filosofia pode progredir?</li>



<li>Como pensar sobre Deus?</li>
</ol>



<br>



<hr class="wp-block-separator has-alpha-channel-opacity is-style-dots"/>



<br>



<h2 class="wp-block-heading has-text-align-center">Artigos similares:</h2>



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<section id="gm3601a2e" class="wp-block-gutentor-m0 alignfull section-gm3601a2e gutentor-module gutentor-module-carousel has-color-bg has-custom-bg gutentor-slick-a-default-desktop gutentor-slick-a-default-tablet gutentor-slick-a-default-mobile"><div class="grid-container"><div class="gutentor-module-carousel-row" data-dots="false" data-dotstablet="false" data-dotsmobile="false" data-arrows="true" data-arrowstablet="true" data-arrowsmobile="true" data-infinite="true" data-autoplay="true" data-draggable="true" data-pauseonfocus="true" data-pauseonhover="true" data-autoplayspeed="4500" data-cmondesktop="false" data-cmontablet="false" data-cmonmobile="false" data-nextarrow="fas fa-angle-right" data-prevarrow="fas fa-angle-left" data-arrowspositiondesktop="gutentor-slick-a-default-desktop" data-arrowspositiontablet="gutentor-slick-a-default-tablet" data-arrowspositionmobile="gutentor-slick-a-default-mobile" data-speed="300" data-slideitemdesktop="2" data-slideitemtablet="3" data-slideitemmobile="2" data-slidescroll-desktop="2" data-slidescroll-tablet="3" data-slidescroll-mobile="2">
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<p class="has-text-align-center"><br><em><a href="https://culturadefato.com.br/por-que-estudar/">Por que estudar?</a></em>,<br>por <a href="https://culturadefato.com.br/author/josemonirnasser/">José Monir Nasser</a></p>
</div></div>



<div id="col-gm45dccf" class="wp-block-gutentor-m0-col col-gm45dccf gutentor-carousel-item"><div id="section-gm45dccf" class="section-gm45dccf gutentor-col-wrap has-color-bg has-custom-bg">
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<p class="has-text-align-center"><br><em><a href="https://culturadefato.com.br/excerto-da-obra-meditar-e-aprender-de-hugo-de-sao-vitor/">Excerto da obra “Meditar e aprender”, de Hugo de São Vítor</a></em><a href="https://culturadefato.com.br/fatos-nada-significam/"><br></a></p>
</div></div>



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<p class="has-text-align-center"><br><em><a href="https://culturadefato.com.br/como-tomar-notas/">Como tomar notas</a></em>,<br>por <a href="https://culturadefato.com.br/author/adsertillanges/">A. D. Sertillanges</a></p>
</div></div>



<div id="col-gm59ecc6" class="wp-block-gutentor-m0-col col-gm59ecc6 gutentor-carousel-item"><div id="section-gm59ecc6" class="section-gm59ecc6 gutentor-col-wrap has-color-bg has-custom-bg">
<div id="section-g472543" class="wp-block-gutentor-e6 section-g472543 gutentor-element gutentor-element-image text-align-center-desktop"><div class="gutentor-element-image-box"><a class="gutentor-element-image-link" href="https://culturadefato.com.br/pensamento-critico/"><div class="gutentor-image-thumb"><img decoding="async" class="normal-image" src="https://culturadefato.com.br/wp-content/uploads/2022/05/ACountrySchool_EdwardLamsonHenry.jpg" alt="Obra: &quot;A Country School&quot;, de Edward Lamson Henry (1841 - 1919)" /></div></a></div></div>



<p class="has-text-align-center"><br><em><a href="https://culturadefato.com.br/pensamento-critico/">Pensamento crítico</a></em>,<br>por <a href="https://culturadefato.com.br/author/fabioblanco/">Fabio Blanco</a></p>
</div></div>



<div id="col-g-512h3po" class="wp-block-gutentor-m0-col col-g-512h3po gutentor-carousel-item"><div id="section-g-512h3po" class="section-g-512h3po gutentor-col-wrap has-color-bg has-custom-bg">
<div id="section-g-2bslams" class="wp-block-gutentor-e6 section-g-2bslams gutentor-element gutentor-element-image text-align-center-desktop"><div class="gutentor-element-image-box"><a class="gutentor-element-image-link" href="https://culturadefato.com.br/educacao-e-anti-educacao/"><div class="gutentor-image-thumb"><img decoding="async" class="normal-image" src="https://culturadefato.com.br/wp-content/uploads/2023/04/TheSevereTeacher_JanSteen.jpg" alt="Obra: &quot;The severe teacher&quot; (1668), por Jan Steen (1626 – 1679)." /></div></a></div></div>



<p class="has-text-align-center"><br><em><a href="https://culturadefato.com.br/educacao-e-anti-educacao/">Educação e anti-educação</a></em>,<br>por <a href="https://culturadefato.com.br/author/danielmarcondes/">Daniel Marcondes</a></p>
</div></div>
</div></div></section>



<br>
<p>O post <a href="https://culturadefato.com.br/uma-vida-de-aprendizado/">Uma vida de aprendizado</a> apareceu primeiro em <a href="https://culturadefato.com.br">Cultura de Fato</a>.</p>
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					<wfw:commentRss>https://culturadefato.com.br/uma-vida-de-aprendizado/feed/</wfw:commentRss>
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			</item>
		<item>
		<title>Cem frases de Olavo de Carvalho</title>
		<link>https://culturadefato.com.br/cem-frases-de-olavo-de-carvalho/</link>
					<comments>https://culturadefato.com.br/cem-frases-de-olavo-de-carvalho/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Editoria Cultura de Fato]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 24 Jan 2024 03:46:26 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Filosofia e História]]></category>
		<category><![CDATA[Aristóteles]]></category>
		<category><![CDATA[Cem Frases]]></category>
		<category><![CDATA[Marxismo]]></category>
		<category><![CDATA[Olavo de Carvalho]]></category>
		<category><![CDATA[Platão]]></category>
		<category><![CDATA[True Outspeak]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://culturadefato.com.br/?p=19669</guid>

					<description><![CDATA[<p>Nesta postagem, reunimos cem pensamentos do filósofo Olavo de Carvalho, além de uma observação sobre a data de seu falecimento.</p>
<p>O post <a href="https://culturadefato.com.br/cem-frases-de-olavo-de-carvalho/">Cem frases de Olavo de Carvalho</a> apareceu primeiro em <a href="https://culturadefato.com.br">Cultura de Fato</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="has-text-align-center">“<em>A morte é uma das poucas certezas empíricas que temos. Uma idéia se avalia pela sua capacidade de se defrontar com a morte. Só importa aquilo que para nós é mortalmente importante, as verdades pelas quais morreríamos, e que valem mais que a vida. Noventa e nove por cento do que pensamos não têm importância nenhuma. Livrar-se da vaidade e adotar a morte como critério é um bom começo em filosofia.</em>”<br>Olavo de Carvalho</p>



<hr class="wp-block-separator has-alpha-channel-opacity is-style-wide"/>



<br>



<p class="has-drop-cap">Hoje, 24 de janeiro, celebramos o dia de São Francisco de Sales, Doutor da Igreja e padroeiro dos educadores, escritores e jornalistas. No ano retrasado, em 2022, nesta mesma data, nosso professor Olavo de Carvalho fez sua Páscoa. Sobre tal fato, o jornalista Paulo Briguet comentou: “Pessoas me disseram ser coincidência. Coincidência é o novo nome do Espírito Santo”.</p>



<p>Na sequência, reunimos cem pensamentos do filósofo. Mas, não por acaso, afinal, motivados por Olavo Luiz Pimentel de Carvalho (1947 &#8211; 2022), sem que ele soubesse, lançamos este <em>website</em> em 2015 como <a href="http://culturateca.com.br/">Culturateca</a>. Posteriormente, em 2020, adotamos o nome <a href="https://culturadefato.com.br/">Cultura de Fato</a> como uma singela homenagem ao programa <em><a href="https://open.spotify.com/show/3nsMmbKanv0lsk7npi8Rvb" target="_blank" rel="noreferrer noopener nofollow">True Outspeak</a></em>, apresentado semanalmente por ele entre os anos de 2006 e 2012.</p>



<br>



<hr class="wp-block-separator has-alpha-channel-opacity is-style-dots"/>



<br>



<ol class="wp-block-list">
<li>“<em>O amor não é um sentimento; é uma decisão, um ato de vontade e um comprometimento existencial profundo. Os sentimentos variam, mas o amor permanece. Quem não compreendeu isso não chegou nem perto da maturidade.</em>”</li>



<li>“<em>O tipo mais desprezível que existe é aquele que esconde a própria sujeira por trás de versículos da Bíblia.</em>”</li>



<li>“<em>Quando você defender uma ideia, procure a origem dessa ideia.</em>”</li>



<li>“<em>A autoridade de um pai deve ser diretamente proporcional à sua capacidade de alegrar os filhos e à sua disposição de morrer por eles, se preciso.</em>”</li>



<li>“<em>O amor nunca deve ser tímido nem discreto. Deve ser intenso, apaixonado e ostensivo, sobretudo quando é casto e sem cobiça.</em>”</li>



<li>“<em>Numa discussão, o incapaz é invencível. Nenhum argumento infundirá jamais na cabeça de ninguém a capacidade de compreendê-lo.</em>”</li>



<li>“<em>A sorte favorece os audazes. E quando entrar em um negócio, entre com a seguinte posição: &#8216;Sabe quando eu vou parar? Nunca.&#8217; É assim que tem de ser.</em>”</li>



<li>“<em>O homem que não domina as palavras é dominado por elas: vive num mundo de ilusões verbais, que toma por realidades. Quando você consegue montar uma frase, imagina que provou um fato. A fala, em vez de ser uma janela para o mundo, substitui o mundo.</em>”</li>



<li>“<em>Não tenha medo de sofrer; aprenda com a humilhação, torne-se uma pessoa digna de ser amada, e o será.</em>”</li>



<li>“<em>A coragem nasce do amor ao próximo, e só isso. Então não se preocupe em ser corajoso, pois a coragem é um resultado, não uma causa. A causa é amor ao próximo ou falta dele.</em>”</li>



<li>“<em>Não suporto gente que fala bonitinho. Só dou ouvidos a quem não tem medo de falar com o coração nas mãos, mesmo ao preço de parecer doido.</em>”</li>



<li>“<em>O xingamento serve precisamente para aquelas ocasiões onde responder delicadamente é compactuar com o intolerável.</em>”</li>



<li>“<em>Se você quer vencer um inimigo, primeiro troque o ódio por desprezo sarcástico. Ódio é uma forma de culto.</em>”</li>



<li>“<em>Nada paralisa mais as ações necessárias do que o medo do ridículo.</em>”</li>



<li>“<em>Só preste atenção aos defeitos das pessoas se elas vierem pedir, rogar, implorar para você ajudar a corrigi-los.</em>”</li>



<li>“<em>Os fortes não têm medo de encarar o pior: os fracos fogem dele porque sua mera visão os esmaga.</em>”</li>



<li>“<em>A verdadeira coragem é sempre moral. Coragem é não fugir da morte, da derrota, da humilhação</em>.”</li>



<li>“<em>Moderação na defesa da verdade é serviço prestado à mentira.</em>”</li>



<li>“<em>O homem medíocre não acredita no que vê, mas no que aprende a dizer.</em>”</li>



<li>“<em>Conservadorismo significa fidelidade, constância, firmeza. Não é coisa para homens de geleia.</em>”</li>



<li>“<em>Há coisas que são boas por alguns instantes, outras por algum tempo. Só algumas são para sempre.</em>”</li>



<li class="img-direita"><img loading="lazy" decoding="async" width="360" height="615" class="wp-image-19700" src="https://culturadefato.com.br/wp-content/uploads/2024/01/OlavoDeCarvalhoDesenho.jpg" alt="Cartoon de Olavo Luiz Pimentel de Carvalho">“<em>As portas do espírito só se abrem à perfeita sinceridade de propósitos.</em>”</li>



<li>“<em>O mundo seria melhor se não houvesse tanta gente prometendo melhorá-lo.</em>”</li>



<li>“<em>Um búfalo é muito mais forte e temível do que um leão. A diferença é que o leão quer comer um bife de búfalo e o búfalo não quer comer um bife de leão. Resultado: o leão acaba vencendo.</em>”</li>



<li>“<em>Você não tem que lutar para ser melhor que ninguém, você precisa lutar para ser melhor a cada dia consigo mesmo.</em>”</li>



<li>“<em>A característica mais proeminente do imbecil é a incapacidade de sair fora de sua esfera de interesses e perceber que do interlocutor pode ser outra.</em>”</li>



<li>“<em>Ser odiado por multidões de ignorantes é o preço de não ser um deles.</em>”</li>



<li>“<em>Se você não tem sequer a coragem de enxergar a realidade, como pode ter a pretensão de mudá-la?</em>”</li>



<li>“<em>O idiota útil, por definição, é idiota demais para saber que é útil e quem o utiliza.</em>”</li>



<li>“<em>Heróis genuínos fazem-me desde dentro, na luta da alma pela verdade da existência. Antes de brilhar em ações espetaculares têm de vencer a mentira interior e pagar, com a solidão moral extrema, o preço da sinceridade.</em>”</li>



<li>“<em>Só um imbecil completo deseja ter uma opinião própria. Quem tem cabeça busca uma opinião verdadeira.</em>”</li>



<li>“<em>Aquilo que te dá segurança é ao mesmo tempo aquilo que te aprisiona.</em>”</li>



<li>“<em>Nada irrita mais um desesperado do que forçá-lo a uma longa espera na antesala de uma pura incerteza.</em>”</li>



<li>“<em>O aprendizado é impossível sem o direito de errar e sem uma longa tolerância para com o estado de dúvida.</em>”</li>



<li>“<em>Não há covardia mais torpe que a covardia da inteligência, a burrice voluntária, a recusa de juntar os pontos e enxergar o sentido geral dos fatos.</em>”</li>



<li>“<em>Estudar de menos e opinar demais. Essa é a maior desgraça do brasileiro.</em>”</li>



<li>“<em>É inútil tentar convencer quem acha que já sabe. Sem a humilhação preliminar que quebra a autoconfiança postiça e cria o desejo de saber, nada é possível.</em>”</li>



<li>“<em>É próprio da idiotice tomar posição pelo valor nominal das causas defendidas ou atacadas, sem saber sua origem histórica, as forças políticas e econômicas que as sustentam e os planos estratégicos de maior escala que as abrangem e utilizam.</em>”</li>



<li>“<em>Em grego, ‘idios’ que dizer ‘o mesmo’. ‘Idiotes’ de onde veio o nosso termo ‘idiota’, é o sujeito que nada enxerga além dele mesmo, que julga tudo pela sua própria pequenez.</em>”</li>



<li>“<em>Um homem maduro é aquele em cuja alma todos os sentimentos e emoções: ternura, ódio, esperança, pressa, indiferença. Todos eles são balizados pela consciência da morte.</em>”</li>



<li>“<em>Muitas pessoas não alcançam o verdadeiro amor porque se apegam ao sexo para sentir que estão vivas, para fugir da angústia e do tempo da morte. Mas é só a consciência da morte que nos abre para o verdadeiro amor, quando vemos a nossa amada envelhecendo. Se extinguindo pouco a pouco, e imploramos a Deus que a preserve na outra vida.</em>”</li>



<li>“<em>Eu só quero uma coisa, que Deus perdoe meus pecados e me leve pra perto dele.</em>”</li>



<li>“<em>A terra é um planeta inabitável. Conforto só no céu.</em>”</li>



<li>“<em>Burrice e maldade jamais foram termos antagônicos.</em>”</li>



<li>“<em>No Brasil é preciso explicar, desenhar, depois explicar o desenho e desenhar a explicação.</em>”</li>



<li>“<em>Marxismo, pragmatismo, nietzscheanismo e freudismo nada nos dizem a respeito da realidade, mas tudo a respeito da mentalidade de seus adeptos. São os quatro pilares do barbarismo contemporâneo.</em>”</li>



<li>“<em>Sem senso de eternidade, não há senso de realidade.</em>”</li>



<li>“<em>Não me julguem mal. Já pratiquei o jornalismo — confesso —, mas foi só porque tinha filhos pequenos para sustentar.</em>”</li>



<li>“<em>O sentimento segue aquilo que amamos. Se amamos o que é verdadeiro, bom e belo, ele nos conduzirá para lá. O problema, portanto, não é sentir, mas amar as coisas certas. Do mesmo modo, o pensamento não é guia de si próprio, mas se deixa levar pelos amores que temos</em>.”</li>



<li>“<em>Sentir ou conhecer, nenhum dos dois é um guia confiável. Antes de poder seguir qualquer um dos dois, é preciso aprender a escolher os objetos de amor – e o critério dessa escolha é: quais são as coisas que, se dependessem de mim, deveriam durar para sempre? Há coisas que são boas por alguns instantes, outras por algum tempo. Só algumas são para sempre.</em>”</li>



<li>“<em>É a proporção entre nossas representações e a experiência, que assegura a racionalidade dos nossos pensamentos.</em>”</li>



<li>“<em>Primeiro o aborto é autorizado, depois recomendado, por fim imposto obrigatoriamente. É sempre assim. Cada novo ‘direito’ contém em si o germe de uma imposição totalitária. Quando vão entender isso?</em>”</li>



<li>“<em>A crítica não tem sobre a psicologia das massas o poder sugestivo que têm as crenças afirmativas, mesmo falsas.</em>”</li>



<li>“<em>O Brasil inventou a categoria do OBVIOSCENO: aquilo que, justamente por ser óbvio, é proibido como obsceno.</em>”</li>



<li>“<em>Escrever bem’ e deixar a realidade falar, tal é a diferença entre um jornalista e um escritor. Deixar que os fatos da experiência falem é muito mais difícil do que ‘escrever bem’. Para isto basta dominar os instrumentos usuais da linguagem pública. Para aquilo, é preciso inventar uma linguagem capaz de dizer o que nunca foi dito antes.</em>”</li>



<li>“<em>Nada debilita mais a inteligência do que a obstinação orgulhosa na astúcia fracassada.</em>”</li>



<li>“<em>O advento da grande mídia democratizou a ignorância.</em>”</li>



<li>“<em>Se a hipocrisia é a homenagem que o vício presta à virtude, o cinismo é a afirmação ostensiva do vício como virtude.</em>”</li>



<li>“<em>A ciência política começa no instante que Platão e Aristóteles estabelecem a diferença entre o discurso do agente político e do observador científico. Quem quer que discurse em nome de um partido, de um grupo ou de uma instituição é, por definição, um agente político.</em>”</li>



<li>“<em>O mais desprezível dos homens é aquele que considera a intensidade de seu ódio como prova da veracidade de sua crença.</em>”</li>



<li>“<em>Tudo em volta induz à loucura, ao infantilismo, à exasperação imaginativa. Contra isso o estudo não basta. Tomem consciência da infecção moral e lutem, lutem, lutem pelo seu equilíbrio, pela sua maturidade, pela sua lucidez. Tenham a normalidade, a sanidade, a centralidade da psique como um ideal. Prometam a vocês mesmos ser personalidades fortes, bem estruturadas, serenas no meio da tempestade, prontas a vencer todos os obstáculos com a ajuda de Deus e de mais ninguém. Prometam ser e não apenas pedir, obter, sentir e desfrutar.</em>”</li>



<li>“<em>O Império Eurasiano promete-nos uma guerra mundial e, como resultado dela, uma ditadura global. Alguns de seus adeptos chegam a chamá-lo ‘o Império do Fim’, uma evocação claramente apocalíptica. Só esquecem de observar que o último império antes do Juízo Final não será outra coisa senão o Império do Anticristo.</em>”</li>



<li>“<em>O cúmulo da fé é o sujeito acreditar que sabe que Deus não existe.</em>”</li>



<li>“<em>Na medida em que você se desliga do espírito daquela era, está ligado ao espírito de todas as eras. Isto quer dizer que, de fato, na constituição do próprio indivíduo, já está dada toda a dialética entre o mundo do sensível ou da temporalidade e o mundo da eternidade.</em>”</li>



<li>“<em>As mudanças aceleradas, na tecnologia ou em tudo o mais, produzem um estado mental chamado ‘psicose informática’, cujo principal sintoma é a abdicação de todo discernimento, a aceitação passiva de qualquer ordem ou sugestão recebida.</em>”</li>



<li>“<em>Se cometi tantos erros, se tão rico e variado é o repertório dos meus pecados, para que inventar mais um, acusando-me logo daquilo que não fiz?</em>”</li>



<li>“<em>O liberalismo é um momento do processo revolucionário que, por meio do capitalismo, acaba dissolvendo no mercado a herança da civilização judaico-cristã e o Estado de direito.</em>”</li>



<li>“<em>Filosofia é a busca pela unidade do conhecimento na unidade da consciência.</em>”</li>



<li>“<em>Não se deve fingir saber o que não se sabe nem fingir não saber o que se sabe.</em>”</li>



<li>“<em>A atenção é a coisa mais preciosa que há no mundo.</em>”</li>



<li>“<em>No Brasil, ser um intelectual é um direito assegurado por lei a todos os incapazes.</em>”</li>



<li>“<em>Não sei de outros ramos da economia, mas na mídia nunca vi ninguém perder o emprego por ser gay, preto, mulher ou índio. Só por ser conservador.</em>”</li>



<li>“<em>Se Jesus exigisse fidelidade incondicional, teria demitido São Pedro.</em>”</li>



<li>“<em>Orgulho hétero é veadagem.</em>”</li>



<li>“<em>Não há nada mais difícil do que fazer alguém tomar consciência da sua inconsciência progressiva. É como tentar parar uma queda em pleno ar.</em>”</li>



<li>“<em>Deus perdoa os adúlteros, os mentirosos, os ladrões e até os assassinos, mas não perdoa quem não perdoa.</em>”</li>



<li>“<em>As pessoas que mais se angustiam na vida são aquelas que padecem de uma desesperadora falta de problemas.</em>”</li>



<li>“<em>No Brasil, muitas pessoas acham que &#8216;Eu não gosto&#8217; é o argumento definitivo contra qualquer coisa.</em>”</li>



<li>“<em>Quando você perde o medo de ser ridicularizado, você retira a maior arma do seu inimigo.</em>”</li>



<li>“<em>Ter a consciência tranquila não é próprio de um cristão.</em>”</li>



<li>“<em>O histérico acha que a intensidade do seu ódio prova a veracidade da sua crença.</em>”</li>



<li>“<em>Dos meus cursos, quem é inteligente sai mais inteligente, quem é burro sai maluco.</em>”</li>



<li>“<em>O tempo é a substância da vida humana. O dinheiro que se perde, ganha-se de novo. O tempo, nunca.</em>”</li>



<li>“<em>A política pró-diversidade consiste essencialmente em proibir a diversidade de opiniões.</em>”</li>



<li>“<em>Emocionalismo tosco é a raiz de todos os males. O amor não segue as emoções, mas as dirige racionalmente para gerar alegria, confiança e esperança no coração da pessoa amada.</em>”</li>



<li>“<em>Todo mundo que segue o caminho certo começa andando sozinho.</em>”</li>



<li>“<em>É a minha prece de sempre: Eu não sei o que é ser bom, mas o Senhor sabe. Faça, portanto, que eu seja bom sem saber.</em>”</li>



<li>“<em>Gastamos aquilo que recebemos, mas aquilo que damos nos pertence para sempre.</em>”</li>



<li>“<em>A reeducação das emoções é impossível sem passar primeiro pela reeducação da inteligência, de modo que esta assuma, pouco a pouco, o comando da alma inteira e se torne o centro da personalidade em vez de um penduricalho inútil a serviço da vaidade.</em>”</li>



<li>“<em>No Brasil denomina-se &#8216;ordem jurídica&#8217; a proteção estatal dos criminosos contra suas vítimas.</em>”</li>



<li>“<em>O amor morre porque o condicionamos a mil exigências que ele não pode cumprir: conforto, utilidade, funcionalidade social, prosperidade, até mesmo a fidelidade — tudo conspira para matá-lo.</em>”</li>



<li>“<em>No país onde o dever máximo do cidadão é ser um cagão convicto, coragem é nazismo.</em>”</li>



<li>“<em>Como não consegue acreditar seriamente que vai alcançar sucesso, o brasileiro acha mais seguro apostar no fracasso alheio.</em>”</li>



<li>“<em>O fingimento requer mais investimento intelectual do que a vida sincera.</em>”</li>



<li>“<em>Não fiquem tristes. Se todos os problemas tivessem solução, para quê precisaríamos de Deus? Só os problemas insolúveis levam à sabedoria.</em>”</li>



<li>“<em>Qual é a minha ideologia? Eu não tenho nenhuma.</em>”</li>



<li>“<em>Diferença crucial: na esquerda, as ideias corrompem as pessoas; na direita, as pessoas corrompem as ideias.</em>”</li>



<li>“<em>A vocação é algo para o qual você tem uma resistência específica. A minha resistência específica é a burrice humana.</em>”</li>



<li>“<em>A compulsão de discordar é sinal de inteligência deficiente.</em>”</li>



<li>“<em>Aquilo que é nobre e elevado só transparece a quem o ama.</em>”</li>
</ol>



<br>



<hr class="wp-block-separator has-alpha-channel-opacity is-style-dots"/>



<br>



<p>Os 42 primeiros pensamentos não foram diretamente selecionados por nós, mas obtidos do vídeo abaixo:</p>



<figure class="wp-block-embed is-type-video is-provider-youtube wp-block-embed-youtube wp-embed-aspect-16-9 wp-has-aspect-ratio"><div class="wp-block-embed__wrapper">
<iframe loading="lazy" title="Frases de Olavo de Carvalho sobre a vida e a morte  | Citações, frases e aforismos." width="640" height="360" src="https://www.youtube.com/embed/MRzfnXizBSQ?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe>
</div></figure>



<br>
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		<item>
		<title>O insondável abismo</title>
		<link>https://culturadefato.com.br/o-insondavel-abismo/</link>
					<comments>https://culturadefato.com.br/o-insondavel-abismo/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Dartagnan Zanela]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 24 Dec 2023 14:45:18 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Filosofia e História]]></category>
		<category><![CDATA[Natal]]></category>
		<category><![CDATA[Platão]]></category>
		<category><![CDATA[Santo Agostinho]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://culturadefato.com.br/?p=19024</guid>

					<description><![CDATA[<p>“Nunca é demais lembrarmos que conhecer é uma jornada. Uma jornada onde, entre medos e relutâncias, vamos gradualmente renunciando a tudo aquilo que nos faz sentir acomodados, que barra o início dessa perigosa, e fabulosa, aventura.”</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="has-text-align-center">“<em>O Natal é feito de um belo e intencional paradoxo; que o nascimento<br>do desabrigado deve ser comemorado em todos os lares.</em>”<br><span data-tooltip-position="top" data-tooltip="Gilbert">G</span>. <span data-tooltip-position="top" data-tooltip="Keith">K</span>. <span data-tooltip="Gilbert Keith Chesterton (1874 - 1936) é mais conhecido como G. K. Chesterton, foi um escritor inglês." data-tooltip-position="top">Chesterton</span> (1874 – 1936)</p>



<hr class="wp-block-separator has-alpha-channel-opacity is-style-wide"/>



<br>



<p class="has-drop-cap">Todos conhecemos o velho, e sempre atual, “<a href="https://youtu.be/BnmpCa3-FYw?si=mbAgwakT4YhwbhoZ" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Mito da Caverna</a>”, presente nas páginas do livro VII da “<a href="https://amzn.to/3twbqDu" target="_blank" rel="noreferrer noopener">República</a>” de <span data-tooltip-position="top" data-tooltip="Platão nasceu em 428 a. C. ou 427 a. C., e faleceu em 348 a. C. ou 347 a. C.">Platão</span>, que nos conta o causo de uma certa &#8220;galera galerosa&#8221;, que estava agrilhoada em um buraco bem fundo, com as ventas voltadas para o fundo desse buraco profundo, sendo assombrados pelas sombras projetadas na parede por meio de um mirrado feixe de luz.</p>



<p>Porém, todavia e, entretanto, um dia, um dos abençoados da caverna, num golpe de sorte, ou por um milagre, conseguiu desfazer-se dos grilhões e, zaz, conseguiu dar o fora da dita-cuja e aí, foi um Deus que nos acuda.</p>



<p>Como havíamos dito, todos conhecemos essa alegoria. Alegoria essa que nos apresenta uma imagem mais do que perfeita da jornada que nos leva a libertação da alma humana do abismo frio de ignorância que, muitas e muitas vezes, nos aprisiona.</p>



<p>Cárcere esse que nos impede de ter os vitrais da nossa alma inundados pela luz do conhecimento da Verdade, que se encontra além das gélidas paredes cavernosas de nossa presunçosa estupidez.</p>



<p>Nunca é demais lembrarmos que conhecer é uma jornada. Uma jornada onde, entre medos e relutâncias, vamos gradualmente renunciando a tudo aquilo que nos faz sentir acomodados, que barra o início dessa perigosa, e fabulosa, aventura.</p>



<p>Repito: uma perigosa e fabulosa aventura, porque quando abrimos o nosso peito para as possibilidades até então impensadas por nós, é mais do que natural que nos sintamos receosos, com medo de descobrirmos que até a véspera estávamos redondamente enganados sobre um montão de coisas que tínhamos como certas e inquestionáveis.</p>



<p>E assim agimos porque nos esquecemos que conhecer é, antes de qualquer coisa, um ato onde procuramos nos manter abertos para aprender algo que os demais desconhecem.</p>



<p>Desconhecem, ignoram que desconhecem e tem uma raiva danada de qualquer um que ouse tocar no assunto.</p>



<p>Aliás, seguindo por esse caminho, podemos dizer que <span data-tooltip-position="top" data-tooltip="Bilbo Bolseiro, personagem fictício protagonista da obra ''O Hobbit'' de J. R. R. Tolkien.">Bilbo Bolseiro</span>, de “<a href="https://amzn.to/48sVnoT" target="_blank" rel="noreferrer noopener">O Hobbit</a>”, vivenciou com seus amigos anões, uma aventura análoga à que nos é apresentada por Platão.</p>



<p>O&nbsp;pequeno Hobbit, confortável em sua vida &#8220;pequeno-burguesa&#8221;, vivendo num buraco (estiloso pra caramba), bem acomodado em sua rotina pra lá de segura. Aí, de repente, ele se vê envolvido em uma jornada que transformou sua vida e transubstanciou a sua alma de fio a pavio.</p>



<p>Ele nunca mais foi o mesmo.</p>



<p>Pois é, feliz ou infelizmente, nós não somos o senhor Bilbo. E mesmo que <span data-tooltip-position="top" data-tooltip="O Cinzento ou Gandalf, o Branco é um personagem fictício das obras do autor, professor e filólogo britânico J. R. R. Tolkien.">Gandalf</span> nos apresentasse, detalhadamente, o porquê nós deveríamos nos embrenhar numa pedregosa jornada de autoconhecimento, bem provavelmente acabaríamos dando de ombros e continuaríamos afetuosamente abraçadinhos aos grilhões da nossa tão amada estultice a respeito da vida, do mundo e, principalmente, a respeito de nós mesmos.</p>



<p>Enfim, somos pra lá de teimosos. Tão teimosos que as mulas empacadas passariam vergonha se estivessem perto da gente.</p>



<p>Por essa razão, imagino eu, a Divina Providência resolveu intervir nos entreveros da nossa amada caverna existencial, enviando o seu Filho amado para quebrar o nosso galho.</p>



<p>Ora, se somos lesados ao ponto de não almejarmos ter nossas vistas tocadas pela luz da Verdade, Ele, que é o Caminho, para fora da caverna perdição, a Verdade, que dissipa as sombras da perversão, e a Vida, que dilata os nossos corações apequenados pela soberba, resolveu adentrar a caverna da “<a href="https://www.monografias.com/pt/docs/Santo-agostinho-cidade-de-deus-e-dos-P3JYMRR57X" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Cidade dos Homens</a>”, que se esparrama em nosso coração, com a luz da “<a href="https://www.monografias.com/pt/docs/Santo-agostinho-cidade-de-deus-e-dos-P3JYMRR57X" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Cidade de Deus</a>”.</p>



<p>Lembremos, que uma cidade, antes de qualquer coisa, é a comunhão dos corações dos homens em torno dos tesouros que cada um carrega nos átrios e ventrículos do seu coração, conforme nos ensina <span data-tooltip-position="top" data-tooltip="Agostinho de Hipona (354 d. C. - 430 d. C.): um dos mais importantes teólogos e filósofos nos primeiros séculos do cristianismo.">Santo Agostinho</span> e, por isso, na primeira cidade, temos os pútridos frutos do nosso degradante e deformante amor-próprio e, na segunda cidadela, temos o amor a Deus, o amor ao próximo e, é claro, seus aquilatados frutos.</p>



<p>Enfim, no Santo Natal, celebramos a encarnação do Verbo Divino que não encontrou abrigo na “Cidade dos Homens” e, por isso, teve de nascer numa gruta, em uma caverninha em Belém.</p>



<p>Ele, a segunda pessoa da Santíssima Trindade, é a luz que vem romper o véu da noite mais escura da vida, da nossa vida, para que possamos viver verdadeiramente sob a Sua luz se, é claro, humildemente estivermos dispostos a ficarmos com o peito aberto, permitindo que nosso coração seja para Ele uma manjedoura, onde possam ser firmados os alicerces da &#8220;Cidade de Deus&#8221; em nossa alma, em nossa vida.</p>



<p>É isso. Fim de causo. Feliz Natal.</p>



<br>



<p class="has-text-align-right">Por&nbsp;<a href="https://sites.google.com/view/zanela" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Dartagnan Zanela</a>.<br><br>Pulicado originalmente em 20 de dezembro de 2023&nbsp;no <em><a href="https://www.puggina.org/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">website</a></em><br>do arquiteto, empresário, escritor <a href="https://culturadefato.com.br/author/percivalpuggina/">Percival Puggina</a>.</p>



<br>



<p class="has-background has-very-light-gray-background-color"><strong>Nota da editoria:</strong><br><br>Imagem da capa: “<em>The cave of eternity</em>”, por Luca Giordano (1634 – 1705).</p>



<br>



<h2 class="wp-block-heading has-text-align-center">Artigos análogos:</h2>



<br>



<section id="gm5b29f28" class="wp-block-gutentor-m0 alignfull section-gm5b29f28 gutentor-module gutentor-module-carousel has-color-bg has-custom-bg gutentor-slick-a-default-desktop gutentor-slick-a-default-tablet gutentor-slick-a-default-mobile"><div class="grid-container"><div class="gutentor-module-carousel-row" data-dots="false" data-dotstablet="false" data-dotsmobile="false" data-arrows="true" data-arrowstablet="true" data-arrowsmobile="true" data-infinite="true" data-autoplay="true" data-draggable="true" data-pauseonfocus="true" data-pauseonhover="true" data-autoplayspeed="4500" data-cmondesktop="false" data-cmontablet="false" data-cmonmobile="false" data-nextarrow="fas fa-angle-right" data-prevarrow="fas fa-angle-left" data-arrowspositiondesktop="gutentor-slick-a-default-desktop" data-arrowspositiontablet="gutentor-slick-a-default-tablet" data-arrowspositionmobile="gutentor-slick-a-default-mobile" data-speed="300" data-slideitemdesktop="2" data-slideitemtablet="3" data-slideitemmobile="2" data-slidescroll-desktop="2" data-slidescroll-tablet="3" data-slidescroll-mobile="2">
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<p class="has-text-align-center"><a href="https://culturadefato.com.br/postagens-selecionadas-do-telegram-marco-de-2023/"></a><br><a href="https://culturadefato.com.br/o-insondavel-abismo/" rel="sponsored nofollow"><em>O insondável abismo</em></a><br><a href="https://culturadefato.com.br/author/dartagnanzanela/">Dartagnan Zanela</a></p>
</div></div>



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<p class="has-text-align-center"><a href="https://culturadefato.com.br/postagens-selecionadas-do-telegram-marco-de-2023/"></a><br><a href="https://culturadefato.com.br/o-espirito-de-natal/"><em>O espírito de Natal</em></a><br><a href="https://culturadefato.com.br/author/gkchesterton/">G. K. Chesterton</a></p>
</div></div>



<div id="col-gm5e613a" class="wp-block-gutentor-m0-col col-gm5e613a gutentor-carousel-item"><div id="section-gm5e613a" class="section-gm5e613a gutentor-col-wrap has-color-bg has-custom-bg">
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<p class="has-text-align-center"><a href="https://culturadefato.com.br/postagens-selecionadas-do-telegram-marco-de-2023/"></a><br><em><a href="https://culturadefato.com.br/por-que-celebrar-o-natal/">Por que celebrar o Natal</a></em><br><a href="https://culturadefato.com.br/author/correadesa/">Olavo de Carv</a><a href="https://culturadefato.com.br/author/olavodecarvalho/">alho</a></p>
</div></div>



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<p class="has-text-align-center"><a href="https://culturadefato.com.br/postagens-selecionadas-do-telegram-marco-de-2023/"></a><br><em><a href="https://culturadefato.com.br/disney-ja-nao-e-disney/">Agenda LGBT e satanismo para crianças e adolescentes: Disney já não é Disney</a></em>, <a href="https://culturadefato.com.br/author/correadesa/">Correa de Sá</a></p>
</div></div>



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<p class="has-text-align-center"><a href="https://culturadefato.com.br/postagens-selecionadas-do-telegram-marco-de-2023/"></a><br><a href="https://culturadefato.com.br/quatro-perigos-do-natal/"><em>Quatro perigos do Natal</em><br></a><a href="https://culturadefato.com.br/author/percivalpuggina/">Percival Puggina</a></p>
</div></div>



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<p class="has-text-align-center"><a href="https://culturadefato.com.br/postagens-selecionadas-do-telegram-marco-de-2023/"></a><br><a href="https://culturadefato.com.br/natal-por-que-25-de-dezembro/"><em>Natal: por que 25 de dezembro?</em><br></a><a href="https://culturadefato.com.br/author/dommurilokrieger/">Dom Murilo S. R. Krieger</a></p>
</div></div>



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<p class="has-text-align-center"><a href="https://culturadefato.com.br/postagens-selecionadas-do-telegram-marco-de-2023/"></a><br><a href="https://culturadefato.com.br/a-impregnacao-das-alegrias-de-natal/"><em>A impregnação das alegrias de Natal</em></a><a href="https://culturadefato.com.br/postagens-selecionadas-do-telegram-setembro-de-2023/"><br></a><a href="https://culturadefato.com.br/author/pliniocoliveira/">Plinio Corrêa de Oliveira</a></p>
</div></div>



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<p class="has-text-align-center"><a href="https://culturadefato.com.br/postagens-selecionadas-do-telegram-marco-de-2023/"></a><br><a href="https://culturadefato.com.br/natal-2014/"><em>Natal 2014</em></a><br><a href="https://culturadefato.com.br/author/olavodecarvalho/">Olavo de Carvalho</a></p>
</div></div>



<div id="col-gm22e0c5" class="wp-block-gutentor-m0-col col-gm22e0c5 gutentor-carousel-item"><div id="section-gm22e0c5" class="section-gm22e0c5 gutentor-col-wrap has-color-bg has-custom-bg">
<div id="section-g124b0a" class="wp-block-gutentor-e6 section-g124b0a gutentor-element gutentor-element-image text-align-center-desktop"><div class="gutentor-element-image-box"><a class="gutentor-element-image-link" href="https://culturadefato.com.br/agora-por-exemplo-e-natal/"><div class="gutentor-image-thumb"><img decoding="async" class="normal-image" src="https://culturadefato.com.br/wp-content/uploads/2022/12/AAdoracaoDosMagos_1828_DomingosSequeira.jpg" alt="Obra: &quot;A Adoração dos Magos&quot; (1828), por Domingos Sequeira (1768 - 1837)" /></div></a></div></div>



<p class="has-text-align-center"><a href="https://culturadefato.com.br/postagens-selecionadas-do-telegram-marco-de-2023/"></a><br><a href="https://culturadefato.com.br/agora-por-exemplo-e-natal/">Agora, por exemplo, é Natal</a><br><a href="https://culturadefato.com.br/author/percivalpuggina/">Percival Puggina</a></p>
</div></div>
</div></div></section>



<br>
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		<title>A morte do gramofone</title>
		<link>https://culturadefato.com.br/a-morte-do-gramofone/</link>
					<comments>https://culturadefato.com.br/a-morte-do-gramofone/#comments</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Daniel Marcondes]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 23 Oct 2023 03:01:44 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Artes e Literatura]]></category>
		<category><![CDATA[Filosofia e História]]></category>
		<category><![CDATA[Angenor de Oliveira]]></category>
		<category><![CDATA[Beleza]]></category>
		<category><![CDATA[Cartola]]></category>
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		<category><![CDATA[Música]]></category>
		<category><![CDATA[Platão]]></category>
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		<category><![CDATA[Tchaikovsky]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>“A partir do momento em que certos hábitos de contemplação estética fundamentais, como a apreciação musical, são retirados quase que totalmente para os confins da intimidade pessoal, o que estava antes ligado à realidade total e às raízes transcendentes deste mundo, e portanto falava a toda a humanidade, passa a dizer apenas dos sentimentos e desejos de um único sujeito.”</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="has-text-align-center">“<em>O belo é o esplendor da ordem.</em>”<br>Aristóteles (384 a. C. – 322 a. C.)</p>



<hr class="wp-block-separator has-alpha-channel-opacity is-style-wide"/>



<br>



<p class="has-drop-cap">Uma de minhas mais antigas memórias de infância é a de acordar, pela manhã, ao som dos discos que meu pai colocava para tocar, experiência enormemente responsável pelo desenvolvimento do meu senso estético e gosto pela arte em geral. Para os nascidos por volta da década de 90 ou antes, esse tipo de vivência pode ter sido até bastante comum; hoje, no entanto, na era dos <em>headphones</em> e da internet, qual criança experimentará acordar ao som de uma bela (e decente) peça musical? Qual jovem reunirá seus colegas exclusivamente para dividir uma experiência artística? No tempo dos fones de ouvido, cada pessoa é um mundo próprio e fechado em si mesmo, apenas cada um sabe o que escuta e quando o faz. Os impactos de uma obra, as reações por ela provocadas, os valores que nos inspira, suas influências sociológicas, históricas, políticas e religiosas, considerações sobre sua execução, composição e estilo, nada mais se compartilha, sobre nada se conversa: tudo agora pertence já nem sequer à dimensão do individual apenas, mas à esfera do secreto.</p>



<p>O problema é que o belo, a ordem, a harmonia, não são criados pela nossa mente na particularidade de um “eu” e posteriormente projetados no “mundo exterior”, mas são próprios da realidade — objetivamente, concretamente — que se apresenta a todos nós e no interior da qual existimos. A partir do momento em que certos hábitos de contemplação estética fundamentais, como a apreciação musical, são retirados quase que totalmente para os confins da intimidade pessoal, o que estava antes ligado à realidade total e às raízes transcendentes deste mundo, e que portanto falava a toda a humanidade coletivamente, passa a dizer apenas dos sentimentos e desejos de um único sujeito. O gozo artístico, que nas obras de maior valor nos é proporcionado não em causa própria, mas à medida que nos mergulha, por pouco que seja, em um pedacinho de eternidade, deixa de ser este meio para tornar-se um fim em si mesmo, princípio de apenas mais uma forma de hedonismo além das muitas às quais o homem contemporâneo já se encontra submetido.</p>



<p>Do ponto de vista intelectual (para não falar do moral e religioso), esse rebaixamento da experiência estética é a pior de todas as tragédias. É mais fácil fazer um recém-convertido à vida de estudos ler as obras completas de <span data-tooltip-position="top" data-tooltip="Platão: filósofo e matemático do período clássico da Grécia Antiga. Nasceu em 428 a. C. ou 427 a. C., e faleceu em 348 a. C. ou 347 a. C.">Platão</span> em grego do que fazê-lo sanear, pouco a pouco, seu gosto musical, por exemplo — e sem uma restauração imaginativa, sem uma reparação harmônica dos pensamentos, que são os “quadros” que compõem nossa “galeria de arte” mental, toda a filosofia do mundo será, para este, nada além de uma coleção de jargões a se decorar e aplicar mecanicamente a esta ou aquela situação.</p>



<p>Um verdadeiro cultivo da inteligência pode (e deveria) começar por atividades bastante simples em termos de aparência, mas muito densas em conteúdo, como, por exemplo, a criação do hábito de contemplar um pouquinho as estrelas lá fora, todos os dias, mesmo no céu urbano, ou redecorar a casa lentamente, na medida do possível, cuidando das imagens e símbolos que estarão cotidianamente diante dos nossos olhos. Se não percebermos ordem, proporção, consonância e afinação no cosmos, em toda a natureza e nos ambientes mais imediatamente próximos a nós, em vão procuraremos encontrá-los nas sentenças imóveis dos livros.</p>



<br>



<p class="has-text-align-right">Por <a href="https://culturadefato.com.br/author/danielmarcondes/">Daniel Marcondes</a>.<br>O autor está no <a href="https://danielmarcondes.substack.com/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Substack</a> e no <a href="https://t.me/danielmarcondescanal" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Telegram</a>.</p>



<br>



<p class="has-background has-very-light-gray-background-color"><strong>Notas da editoria:</strong><br><br>Imagem de capa “<em>His Master’s Voice</em>” (1898), por Francis Barraud (1856 – 1924). A pintura é mundialmente conhecida como logotipo da gravadora americana <span data-tooltip-position="top" data-tooltip="Radio Corporation of America s">RCA</span> Victor.</p>



<br>



<h2 class="wp-block-heading has-text-align-center">Mais do autor</h2>



</p>



<section id="gmd9ec584" class="wp-block-gutentor-m0 alignfull section-gmd9ec584 gutentor-module gutentor-module-carousel has-color-bg has-custom-bg gutentor-slick-a-default-desktop gutentor-slick-a-default-tablet gutentor-slick-a-default-mobile"><div class="grid-container"><div class="gutentor-module-carousel-row" data-dots="false" data-dotstablet="false" data-dotsmobile="false" data-arrows="true" data-arrowstablet="true" data-arrowsmobile="true" data-infinite="true" data-autoplay="true" data-draggable="true" data-pauseonfocus="true" data-pauseonhover="true" data-autoplayspeed="4500" data-cmondesktop="false" data-cmontablet="false" data-cmonmobile="false" data-nextarrow="fas fa-angle-right" data-prevarrow="fas fa-angle-left" data-arrowspositiondesktop="gutentor-slick-a-default-desktop" data-arrowspositiontablet="gutentor-slick-a-default-tablet" data-arrowspositionmobile="gutentor-slick-a-default-mobile" data-speed="300" data-slideitemdesktop="2" data-slideitemtablet="3" data-slideitemmobile="2" data-slidescroll-desktop="2" data-slidescroll-tablet="3" data-slidescroll-mobile="2">
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<div id="section-g4ada2c" class="wp-block-gutentor-e6 section-g4ada2c gutentor-element gutentor-element-image text-align-center-desktop"><div class="gutentor-element-image-box"><a class="gutentor-element-image-link" href="https://culturadefato.com.br/messianismo-freudiano/"><div class="gutentor-image-thumb"><img decoding="async" class="normal-image" src="https://culturadefato.com.br/wp-content/uploads/2023/09/TheIsraelitesDancingAroungTheGoldenCalf.jpg" alt="Obra: &quot;The Israelites Dancing Aroung the Golden Calf&quot; (1899), por Henri Paul Motte (1846-1922)." /></div></a></div></div>



<p class="has-text-align-center"><a href="https://culturadefato.com.br/postagens-selecionadas-do-telegram-marco-de-2023/"></a><br><a href="https://culturadefato.com.br/messianismo-freudiano/">Messianismo freudiano</a></p>
</div></div>



<div id="col-gm215b62" class="wp-block-gutentor-m0-col col-gm215b62 gutentor-carousel-item"><div id="section-gm215b62" class="section-gm215b62 gutentor-col-wrap has-color-bg has-custom-bg">
<div id="section-g6bf968" class="wp-block-gutentor-e6 section-g6bf968 gutentor-element gutentor-element-image text-align-center-desktop"><div class="gutentor-element-image-box"><a class="gutentor-element-image-link" href="https://culturadefato.com.br/a-corrupcao-dos-olhares/"><div class="gutentor-image-thumb"><img decoding="async" class="normal-image" src="https://culturadefato.com.br/wp-content/uploads/2023/08/GustaveCaillebotte_YoungManAtHisWindow.jpg" alt="Obra: &quot;Young Man at His Window&quot; (1876), por Gustave Caillebotte (1848 - 1894)" /></div></a></div></div>



<p class="has-text-align-center"><a href="https://culturadefato.com.br/postagens-selecionadas-do-telegram-marco-de-2023/"></a><br><a href="https://culturadefato.com.br/a-corrupcao-dos-olhares/">A corrupção dos olhares</a></p>
</div></div>



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<div id="section-g41701d" class="wp-block-gutentor-e6 section-g41701d gutentor-element gutentor-element-image text-align-center-desktop"><div class="gutentor-element-image-box"><a class="gutentor-element-image-link" href="https://culturadefato.com.br/sobre-a-vocacao/"><div class="gutentor-image-thumb"><img decoding="async" class="normal-image" src="https://culturadefato.com.br/wp-content/uploads/2023/07/ThePassionOfCreation_LeonidPasternak.jpg" alt="Obra: &quot;The Passion of Creation&quot;, Leonid Pasternak (1862 – 1945)" /></div></a></div></div>



<p class="has-text-align-center"><br><a href="https://culturadefato.com.br/sobre-a-vocacao/">Sobre a vocação</a></p>
</div></div>



<div id="col-gm97fe20" class="wp-block-gutentor-m0-col col-gm97fe20 gutentor-carousel-item"><div id="section-gm97fe20" class="section-gm97fe20 gutentor-col-wrap has-color-bg has-custom-bg">
<div id="section-g891d77" class="wp-block-gutentor-e6 section-g891d77 gutentor-element gutentor-element-image text-align-center-desktop"><div class="gutentor-element-image-box"><a class="gutentor-element-image-link" href="https://culturadefato.com.br/fogo-fatuo/"><div class="gutentor-image-thumb"><img decoding="async" class="normal-image" src="https://culturadefato.com.br/wp-content/uploads/2023/06/MoisesSarcaArdenteDomenicoFetti.jpg" alt="Obra &quot;Moisés diante da sarça ardente&quot; (c. 1613 - 1614), por Domenico Fetti (1589 - ?)." /></div></a></div></div>



<p class="has-text-align-center"><a href="https://culturadefato.com.br/postagens-selecionadas-do-telegram-marco-de-2023/"></a><br><a href="https://culturadefato.com.br/fogo-fatuo/">Fogo-fátuo</a></p>
</div></div>



<div id="col-gma5a809" class="wp-block-gutentor-m0-col col-gma5a809 gutentor-carousel-item"><div id="section-gma5a809" class="section-gma5a809 gutentor-col-wrap has-color-bg has-custom-bg">
<div id="section-g9c0f4e" class="wp-block-gutentor-e6 section-g9c0f4e gutentor-element gutentor-element-image text-align-center-desktop"><div class="gutentor-element-image-box"><a class="gutentor-element-image-link" href="https://culturadefato.com.br/os-ovnis-outra-vez-e-a-letargia-coletiva/"><div class="gutentor-image-thumb"><img decoding="async" class="normal-image" src="https://culturadefato.com.br/wp-content/uploads/2021/04/SaoWolfgang_e_o_Diabo_MichaelPacher.jpg" alt="Recorte da obra: &quot;São Wolfgang e o Diabo&quot;, criada pelo pintor e escultor austríaco Michael Pacher (1435 - 1498)." /></div></a></div></div>



<p class="has-text-align-center"><a href="https://culturadefato.com.br/postagens-selecionadas-do-telegram-marco-de-2023/"></a><br><a href="https://culturadefato.com.br/os-ovnis-outra-vez-e-a-letargia-coletiva/">Os OVNIs (outra vez) e a letargia coletiva</a></p>
</div></div>



<div id="col-gmbb6489" class="wp-block-gutentor-m0-col col-gmbb6489 gutentor-carousel-item"><div id="section-gmbb6489" class="section-gmbb6489 gutentor-col-wrap has-color-bg has-custom-bg">
<div id="section-gb8daca" class="wp-block-gutentor-e6 section-gb8daca gutentor-element gutentor-element-image text-align-center-desktop"><div class="gutentor-element-image-box"><a class="gutentor-element-image-link" href="https://culturadefato.com.br/palavras-do-avesso/"><div class="gutentor-image-thumb"><img decoding="async" class="normal-image" src="https://culturadefato.com.br/wp-content/uploads/2023/05/SaoJeronimoEscrevendo_1607_Caravaggio.jpg" alt="Obra &quot;São Jerônimo escrevendo&quot; (c. 1607), de Caravaggio (1571 – 1610)." /></div></a></div></div>



<p class="has-text-align-center"><br><a href="https://culturadefato.com.br/palavras-do-avesso/">Palavras do avesso</a></p>
</div></div>



<div id="col-gm5bf578" class="wp-block-gutentor-m0-col col-gm5bf578 gutentor-carousel-item"><div id="section-gm5bf578" class="section-gm5bf578 gutentor-col-wrap">
<div id="section-gcfd382" class="wp-block-gutentor-e6 section-gcfd382 gutentor-element gutentor-element-image gutentor-enabled-width text-align-center-desktop"><div class="gutentor-element-image-box"><a class="gutentor-element-image-link" href="https://culturadefato.com.br/educacao-e-anti-educacao/"><div class="gutentor-image-thumb"><img decoding="async" class="normal-image" src="https://culturadefato.com.br/wp-content/uploads/2023/04/TheSevereTeacher_JanSteen.jpg" alt="Obra: &quot;The severe teacher&quot; (1668), por Jan Steen (1626 – 1679)." /></div></a></div></div>



<p class="has-text-align-center"><br><a href="https://culturadefato.com.br/educacao-e-anti-educacao/">Educação e anti-educação</a></p>
</div></div>



<div id="col-gm1d14f4" class="wp-block-gutentor-m0-col col-gm1d14f4 gutentor-carousel-item"><div id="section-gm1d14f4" class="section-gm1d14f4 gutentor-col-wrap">
<div id="section-gda6cfe" class="wp-block-gutentor-e6 section-gda6cfe gutentor-element gutentor-element-image gutentor-enabled-width text-align-center-desktop"><div class="gutentor-element-image-box"><a class="gutentor-element-image-link" href="https://culturadefato.com.br/a-falacia-da-construcao-social/"><div class="gutentor-image-thumb"><img decoding="async" class="normal-image" src="https://culturadefato.com.br/wp-content/uploads/2023/03/AReproducaoInterdita_1937_ReneMagritte.jpg" alt="Obra: &quot;A Reproducao Interdita&quot; (1937), por René Magritte (1898 - 1967)." /></div></a></div></div>



<p class="has-text-align-center"><br><a href="https://culturadefato.com.br/a-falacia-da-construcao-social/">A falácia da construção social</a></p>
</div></div>



<div id="col-gmb99a0b" class="wp-block-gutentor-m0-col col-gmb99a0b gutentor-carousel-item"><div id="section-gmb99a0b" class="section-gmb99a0b gutentor-col-wrap">
<div id="section-ge510c9" class="wp-block-gutentor-e6 section-ge510c9 gutentor-element gutentor-element-image gutentor-enabled-width text-align-center-desktop"><div class="gutentor-element-image-box"><a class="gutentor-element-image-link" href="https://culturadefato.com.br/a-experiencia-do-profeta/"><div class="gutentor-image-thumb"><img decoding="async" class="normal-image" src="https://culturadefato.com.br/wp-content/uploads/2023/02/ProfetaIsaias_AntonioBalestra.jpg" alt="Obra: &quot;Profeta Isaías&quot; (1707), de Antonio Balestra (1666 - 1740)" /></div></a></div></div>



<p class="has-text-align-center"><br><a href="https://culturadefato.com.br/a-experiencia-do-profeta/">A experiência do profeta</a></p>
</div></div>



<div id="col-gm6fa709" class="wp-block-gutentor-m0-col col-gm6fa709 gutentor-carousel-item"><div id="section-gm6fa709" class="section-gm6fa709 gutentor-col-wrap">
<div id="section-gb6351d" class="wp-block-gutentor-e6 section-gb6351d gutentor-element gutentor-element-image"><div class="gutentor-element-image-box"><a class="gutentor-element-image-link" href="https://culturadefato.com.br/entre-santos-e-reis/"><div class="gutentor-image-thumb"><img decoding="async" class="normal-image" src="https://culturadefato.com.br/wp-content/uploads/2023/02/SaintLouis_1844_EmileSignol.jpg" alt="Obra: &quot;Louis IX, dit Saint Louis, Roi de France (1215-1270)&quot; (1844), por Émile Signol (1804 – 1892)." /></div></a></div></div>



<p class="has-text-align-center"><br><a href="https://culturadefato.com.br/entre-santos-e-reis/">Entre santos e reis</a></p>
</div></div>



<div id="col-gm14af9e" class="wp-block-gutentor-m0-col col-gm14af9e gutentor-carousel-item"><div id="section-gm14af9e" class="section-gm14af9e gutentor-col-wrap">
<div id="section-g023ebc" class="wp-block-gutentor-e6 section-g023ebc gutentor-element gutentor-element-image"><div class="gutentor-element-image-box"><a class="gutentor-element-image-link" href="https://culturadefato.com.br/monocromatismo-mental/"><div class="gutentor-image-thumb"><img decoding="async" class="normal-image" src="https://culturadefato.com.br/wp-content/uploads/2023/02/SemTituloJackMallon.jpg" alt="Obra sem título, de Jack Mallon" /></div></a></div></div>



<p class="has-text-align-center"><br><a href="https://culturadefato.com.br/monocromatismo-mental/">Monocromatismo mental</a></p>
</div></div>



<div id="col-gm4b4b2e" class="wp-block-gutentor-m0-col col-gm4b4b2e gutentor-carousel-item"><div id="section-gm4b4b2e" class="section-gm4b4b2e gutentor-col-wrap">
<div id="section-g240d5a" class="wp-block-gutentor-e6 section-g240d5a gutentor-element gutentor-element-image"><div class="gutentor-element-image-box"><a class="gutentor-element-image-link" href="https://culturadefato.com.br/saber-e-querer-saber/"><div class="gutentor-image-thumb"><img decoding="async" class="normal-image" src="https://culturadefato.com.br/wp-content/uploads/2023/01/SaoPaulo_EscrevendoEpistolas.jpg" alt="São Paulo escrevendo suas epístolas, atribuído a Valentin de Boulogne (1591 – 1632)." /></div></a></div></div>



<p class="has-text-align-center"><br><a href="https://culturadefato.com.br/saber-e-querer-saber/">Saber é querer saber</a></p>
</div></div>



<div id="col-gmfde72b" class="wp-block-gutentor-m0-col col-gmfde72b gutentor-carousel-item"><div id="section-gmfde72b" class="section-gmfde72b gutentor-col-wrap">
<div id="section-gc9496c" class="wp-block-gutentor-e6 section-gc9496c gutentor-element gutentor-element-image"><div class="gutentor-element-image-box"><a class="gutentor-element-image-link" href="https://culturadefato.com.br/primatas-no-diva/"><div class="gutentor-image-thumb"><img decoding="async" class="normal-image" src="https://culturadefato.com.br/wp-content/uploads/2023/01/OurPsychoanalystsDrFreudIntroducesPatientToHerUnconscious.jpg" alt="Obra: &quot;Dr. Freud Introduz Uma Paciente em seu Inconsciente&quot; (1929), por William Henry Dyson (1880 - 1938)." /></div></a></div></div>



<p class="has-text-align-center"><br><a href="https://culturadefato.com.br/primatas-no-diva/">Primatas no divã</a></p>
</div></div>



<div id="col-gm7fdf68" class="wp-block-gutentor-m0-col col-gm7fdf68 gutentor-carousel-item"><div id="section-gm7fdf68" class="section-gm7fdf68 gutentor-col-wrap">
<div id="section-g7548d7" class="wp-block-gutentor-e6 section-g7548d7 gutentor-element gutentor-element-image"><div class="gutentor-element-image-box"><a class="gutentor-element-image-link" href="https://culturadefato.com.br/entre-as-nuvens-e-a-lama/"><div class="gutentor-image-thumb"><img decoding="async" class="normal-image" src="https://culturadefato.com.br/wp-content/uploads/2022/11/PocaDeLamaNoDeserto_EricaGreen.jpg" alt="Obra &quot;Poça de lama no deserto&quot;, por Erica Green." /></div></a></div></div>



<p class="has-text-align-center"><br><a href="https://culturadefato.com.br/entre-as-nuvens-e-a-lama/">Entre as nuvens e a lama</a></p>
</div></div>



<div id="col-gm5b33fb" class="wp-block-gutentor-m0-col col-gm5b33fb gutentor-carousel-item"><div id="section-gm5b33fb" class="section-gm5b33fb gutentor-col-wrap">
<div id="section-g706c7e" class="wp-block-gutentor-e6 section-g706c7e gutentor-element gutentor-element-image"><div class="gutentor-element-image-box"><a class="gutentor-element-image-link" href="https://culturadefato.com.br/o-cristianismo-como-ideia/"><div class="gutentor-image-thumb"><img decoding="async" class="normal-image" src="https://culturadefato.com.br/wp-content/uploads/2022/11/CreationOfAdam_BradleyJParrish.jpg" alt="Obra &quot;Creation of Adam&quot;, por Bradley J. Parrish" /></div></a></div></div>



<p class="has-text-align-center"><br><a href="https://culturadefato.com.br/o-cristianismo-como-ideia/">O cristianismo como ideia</a></p>
</div></div>



<div id="col-gmd3933b" class="wp-block-gutentor-m0-col col-gmd3933b gutentor-carousel-item"><div id="section-gmd3933b" class="section-gmd3933b gutentor-col-wrap">
<div id="section-g654d77" class="wp-block-gutentor-e6 section-g654d77 gutentor-element gutentor-element-image"><div class="gutentor-element-image-box"><a class="gutentor-element-image-link" href="https://culturadefato.com.br/ciencia-e-ideologia/"><div class="gutentor-image-thumb"><img decoding="async" class="normal-image" src="https://culturadefato.com.br/wp-content/uploads/2022/08/AnAlchemistsLaboratory_JohannesStradanusJanVanDerStraet.jpg" alt="Obra: &quot;An Alchemist's Laboratory&quot; (1570), por Johannes Stradanus (1523 -1605)" /></div></a></div></div>



<p class="has-text-align-center"><br><a href="https://culturadefato.com.br/ciencia-e-ideologia/">Ciência e ideologia</a></p>
</div></div>



<div id="col-gm2f54ba" class="wp-block-gutentor-m0-col col-gm2f54ba gutentor-carousel-item"><div id="section-gm2f54ba" class="section-gm2f54ba gutentor-col-wrap">
<div id="section-gb9957a" class="wp-block-gutentor-e6 section-gb9957a gutentor-element gutentor-element-image"><div class="gutentor-element-image-box"><a class="gutentor-element-image-link" href="https://culturadefato.com.br/fragmentacao-historica/"><div class="gutentor-image-thumb"><img decoding="async" class="normal-image" src="https://culturadefato.com.br/wp-content/uploads/2022/08/GenerationGap_TroyRohn.jpg" alt="Obra: &quot;Generation Gap&quot;, por Troy Rohn" /></div></a></div></div>



<p class="has-text-align-center"><br><a href="https://culturadefato.com.br/fragmentacao-historica/">Fragmentação histórica</a></p>
</div></div>



<div id="col-gma2dacb" class="wp-block-gutentor-m0-col col-gma2dacb gutentor-carousel-item"><div id="section-gma2dacb" class="section-gma2dacb gutentor-col-wrap">
<div id="section-g290545" class="wp-block-gutentor-e6 section-g290545 gutentor-element gutentor-element-image"><div class="gutentor-element-image-box"><a class="gutentor-element-image-link" href="https://culturadefato.com.br/o-cristao-e-sua-expressao/"><div class="gutentor-image-thumb"><img decoding="async" class="normal-image" src="https://culturadefato.com.br/wp-content/uploads/2022/08/PrayingDorinaCostras.jpg" alt="Obra &quot;Praying&quot; (2017), por Dorina Costras" /></div></a></div></div>



<p class="has-text-align-center"><br><a href="https://culturadefato.com.br/o-cristao-e-sua-expressao/">O cristão e sua expressão</a></p>
</div></div>



<div id="col-gmf5115b" class="wp-block-gutentor-m0-col col-gmf5115b gutentor-carousel-item"><div id="section-gmf5115b" class="section-gmf5115b gutentor-col-wrap">
<div id="section-ga19ab4" class="wp-block-gutentor-e6 section-ga19ab4 gutentor-element gutentor-element-image"><div class="gutentor-element-image-box"><a class="gutentor-element-image-link" href="https://culturadefato.com.br/sobre-filosofia-leis-morais-e-ciencia-moderna/"><div class="gutentor-image-thumb"><img decoding="async" class="normal-image" src="https://culturadefato.com.br/wp-content/uploads/2022/08/AlexaMeade.jpg" alt="Obra de Alexa Meade. Obs.: Não é uma pintura a óleo, é um modelo coberto de tinta acrílica." /></div></a></div></div>



<p class="has-text-align-center"><br><a href="https://culturadefato.com.br/sobre-filosofia-leis-morais-e-ciencia-moderna/">Sobre filosofia, leis morais e ciência moderna</a></p>
</div></div>



<div id="col-gmf3955a" class="wp-block-gutentor-m0-col col-gmf3955a gutentor-carousel-item"><div id="section-gmf3955a" class="section-gmf3955a gutentor-col-wrap">
<div id="section-g637860" class="wp-block-gutentor-e6 section-g637860 gutentor-element gutentor-element-image"><div class="gutentor-element-image-box"><a class="gutentor-element-image-link" href="https://culturadefato.com.br/em-busca-do-eterno/"><div class="gutentor-image-thumb"><img decoding="async" class="normal-image" src="https://culturadefato.com.br/wp-content/uploads/2022/05/TouchOfHorizon_LeonildAlfremov.jpg" alt="Obra: &quot;Touch of horizon&quot;, de Leonid Afremov (1955 - 2019)." /></div></a></div></div>



<p class="has-text-align-center"><br><a href="https://culturadefato.com.br/em-busca-do-eterno/">Em busca do eterno</a></p>
</div></div>



<div id="col-gm7f1410" class="wp-block-gutentor-m0-col col-gm7f1410 gutentor-carousel-item"><div id="section-gm7f1410" class="section-gm7f1410 gutentor-col-wrap">
<div id="section-g601987" class="wp-block-gutentor-e6 section-g601987 gutentor-element gutentor-element-image"><div class="gutentor-element-image-box"><a class="gutentor-element-image-link" href="https://culturadefato.com.br/e-subirei-ao-altar-de-deus/"><div class="gutentor-image-thumb"><img decoding="async" class="normal-image" src="https://culturadefato.com.br/wp-content/uploads/2022/01/SaturnoDevorandoSeuFilho_PeterPaulRubens.jpg" alt="Obra: &quot;Saturno devorando seu filho&quot; (1636), de Peter Paul Rubens (1577 - 1640)" /></div></a></div></div>



<p class="has-text-align-center"><br><a href="https://culturadefato.com.br/e-subirei-ao-altar-de-deus/">E subirei ao altar de Deus</a></p>
</div></div>



<div id="col-gm479c20" class="wp-block-gutentor-m0-col col-gm479c20 gutentor-carousel-item"><div id="section-gm479c20" class="section-gm479c20 gutentor-col-wrap">
<div id="section-g07ee42" class="wp-block-gutentor-e6 section-g07ee42 gutentor-element gutentor-element-image"><div class="gutentor-element-image-box"><a class="gutentor-element-image-link" href="https://culturadefato.com.br/vigiar-e-punir-estuprar-e-omitir/"><div class="gutentor-image-thumb"><img decoding="async" class="normal-image" src="https://culturadefato.com.br/wp-content/uploads/2021/04/MichelFoucault.jpg" alt="Michel Foucault" /></div></a></div></div>



<p class="has-text-align-center"><br><a href="https://culturadefato.com.br/vigiar-e-punir-estuprar-e-omitir/">Vigiar e punir, estuprar e omitir</a></p>
</div></div>



<div id="col-gm537485" class="wp-block-gutentor-m0-col col-gm537485 gutentor-carousel-item"><div id="section-gm537485" class="section-gm537485 gutentor-col-wrap">
<div id="section-g44e2e4" class="wp-block-gutentor-e6 section-g44e2e4 gutentor-element gutentor-element-image"><div class="gutentor-element-image-box"><a class="gutentor-element-image-link" href="https://culturadefato.com.br/sub-specie-aeternitatis/"><div class="gutentor-image-thumb"><img decoding="async" class="normal-image" src="https://culturadefato.com.br/wp-content/uploads/2021/01/TheDivineComedy.jpg" alt="obra: “Discutindo a Divina Comédia com Dante”, criada em 2006 pelos taiwaneses Dai Dudu, Li Tieze e Zhang An" /></div></a></div></div>



<p class="has-text-align-center"><br><a href="https://culturadefato.com.br/sub-specie-aeternitatis/">Sub Specie Aeternitatis</a></p>
</div></div>
</div></div></section>



<br>
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		<title>Os mercadores da direita</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Douglas Alfini Jr.]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 19 Jun 2023 03:00:17 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Filosofia e História]]></category>
		<category><![CDATA[Aristóteles]]></category>
		<category><![CDATA[Comunismo]]></category>
		<category><![CDATA[Conservadorismo]]></category>
		<category><![CDATA[Curso Online de Filosofia]]></category>
		<category><![CDATA[Olavo de Carvalho]]></category>
		<category><![CDATA[Platão]]></category>
		<category><![CDATA[PT]]></category>
		<category><![CDATA[Seminário de Filosofia]]></category>
		<category><![CDATA[Sócrates]]></category>
		<category><![CDATA[Torto arado]]></category>
		<category><![CDATA[True Outspeak]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>“Graças à internet e ao ‘saudoso’ Orkut, Olavo de Carvalho ‘furaria a bolha”, como dizem alguns, e adentraria os lares daqueles brasileiros sedentos por conhecimento, mas que ainda não haviam tido contato com seu trabalho como filósofo e escritor.”</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="has-text-align-center">“<em>O fraco, quando quer imitar o poderoso, perece.</em>”<br>Fedro (cerca de 15 a. C. &#8211; 50 d. C.), fabulista romano nascido na Macedônia.</p>



<hr class="wp-block-separator has-alpha-channel-opacity is-style-wide"/>



<br>



<p class="has-drop-cap">E cá estamos nós, quase vinte anos após os primeiros ecos daquela voz que ganharia, finalmente, o merecido alcance popular através do surgimento de uma ainda embrionária rede social que, utilizada de modo absolutamente original, mudaria de maneira singular e para sempre os rumos do país.</p>



<p>Graças à internet e ao “saudoso” Orkut, Olavo de Carvalho “furaria a bolha”, como dizem alguns, e adentraria os lares daqueles brasileiros sedentos por conhecimento, mas que ainda não haviam tido contato com seu trabalho como filósofo e escritor. Em seguida, o advento do memorável programa <em><a href="https://culturadefato.com.br/?s=true+outspeak%3A">True Outspeak</a></em> resultaria no <a href="https://sl.seminariodefilosofia.org/" target="_blank" rel="noreferrer noopener nofollow">Curso Online de Filosofia</a>, e uma verdadeira rede de alunos seria formada com o passar dos anos, alunos que reconheciam merecidamente, na figura de seu mestre, a voz da verdade há tanto sufocada. Enfim o conservadorismo brasileiro estava de volta, e talvez com uma força — ao menos política — nunca vista antes.</p>



<p>Faço este breve resumo apenas como um pretexto, pois é lugar comum, tanto entre os “influenciadores” do meio como também para os próprios esquerdistas, a consideração do professor Olavo como o maior responsável por tal fenômeno. Quanto a isso, acredito, não há dúvidas nem pontos de discordância: os inimigos reconhecem sua importância, os seguidores também, e assunto encerrado.</p>



<p>“Ou não”, diria ironicamente o tedioso “poeta baiano”, colecionador de indenizações.</p>



<p>Coloco em dúvida o reconhecimento do professor entre muitos dos seus, não pelos méritos que evidentemente possuía, mas porque agora, mais de um ano após sua morte, noto com incômodo pesar o descaso com que seu legado, mais que sua obra — esta inatingível —, vem sendo tratado por aqueles que, pensávamos, levariam sua bandeira ao próximo forte.</p>



<p class="img-direita"><a href="https://culturadefato.com.br/ambar-gris-de-douglas-alfini-jr/" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><img decoding="async" class="wp-image-16374" src="https://culturadefato.com.br/wp-content/uploads/2023/06/StillLife_VitaSchagen_PequenaCantosEsfumacados.jpg" alt=""></a>Não é o que vemos.</p>



<p>Não é preciso citar nomes — mesmo porque, para o consumidor habitual de conteúdo conservador nas redes, não é difícil identificá-los, acredito —, mas, em geral, são os mesmos que mendigavam “<em>lives</em>” com o professor em seus canais, repetindo nestas os jargões criados por ele e chegando ao ridículo de copiá-lo não só verbalmente, mas também no modo de se vestir e nos trejeitos. Patético. Se esses alunos digamos “<em>mainstream</em>” já se comportavam assim com o professor ainda em atividade, abusando de sua reconhecida boa vontade para com aqueles que lhe pediam alguma visibilidade, era óbvio que a coisa iria degringolar após sua partida. E degringolou.</p>



<p>Os mercadores do templo tiraram Jesus do sério ao transformar aquele lugar sagrado em balcão de negócios: hoje, permito-me a grosseira comparação desta passagem com o cenário atual dos “discípulos famosos” do professor, que usam da proximidade que tinham com ele para vender seus conteúdos, muitas vezes absurdos, no “ambiente” conservador das redes — ambiente criado por ele —, aos ainda sedentos e pouco esclarecidos conservadores brasileiros.</p>



<p>Não há pudor algum em misturar Platão com a mais fútil autoajuda de banca de jornal de aeroporto, Aristóteles com a cultura pop ou Sócrates com as mais gritantes manchetes de jornal sobre a rasteira política do dia, esta pela qual parecem possuir uma inexplicável tara. Tão extrema é a fixação pelas movimentações em Brasília que talvez a galinha dos ovos de ouro dessa turma seja, além dos cursos sobre nada, os livros de temática política sensacionalista. Novas (velhas) obras sobre o comunismo no Brasil e os planos do PT multiplicam-se como <em>gremlins</em> nas lojas virtuais, remoendo sem qualquer novidade teórica um tema que já foi esmiuçado com habilidade pelo próprio professor Olavo e tantos outros, ao mesmo tempo em que ignora-se, com altiva surdez seletiva, sua mais importante constatação: só equilibraremos as forças no Brasil quando retomarmos a cultura através da arte, principalmente no campo literário, produzindo romances, peças e todo tipo de ficção de real valor, alimentando o imaginário popular com o inverso da proposta de destruição moral implantada pela esquerda ao longo de décadas.</p>



<p>Alguém está realmente fazendo isso, e com a seriedade que a situação exige? Tenho a impressão de que não. Aliás, a quem esteja disposto a produzir ficção de viés conservador sem apelar a bobagens futuristas ou emulações baratas da Terra Média, é aconselhável um bom investimento para adentrar a panelinha — afinal, garantir uma cadeira ao lado dos autoproclamados senhores da verdade conservadora parece custar caro.</p>



<p>Imaginem só, que sorte a nossa, se a esquerda também cultivasse, entre seus “pilares”, tamanho ego e ganância. Será que teriam sido vendidos os 400 mil exemplares do panfleto progressista <em>Torto arado</em>, por exemplo? Duvido muito. Neste sentido, admito, há algo de admirável nos comunistas. Eles, sim, entendem que é a solidariedade com os seus iguais que faz a máquina girar. Levantam escritores e os divulgam, compram, distribuem, cedem lugar e entendem a guerra muito mais que os de cá, que parecem nada conseguir fazer além de seguir editando intermináveis edições do <em><a href="https://culturadefato.com.br/downloads/artes_e_literatura/2020/1984-george-owell.pdf" target="_blank" rel="noreferrer noopener nofollow">1984</a></em>.</p>



<p>Que falta nos faz o professor Olavo! Que pena que não houve tempo para que pudesse chicotear, com suas broncas “alborghetianas”, esses mercadores do templo conservador que ele tanto ajudou a construir.</p>



<br>



<p class="has-text-align-right">Por <a href="https://culturadefato.com.br/author/douglasalfini/">Douglas Alfini Jr.</a><br>Douglas é autor das obras <a href="https://amzn.to/3iYz0Rw" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><em>Crônicas do Invisível</em></a> (2021) e <em><a href="https://www.estantevirtual.com.br/clube-de-autores/douglas-alfini-jr--ambar-gris-3889678800?show_suggestion=0" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Âmbar Gris</a></em> (2023):</p>



<section id="section-d9ef611d-4c7d-459b-aa8c-8886c2f3231f" class="wp-block-gutentor-image-box alignfull gutentor-section gutentor-image-wrapper imagebox-template1 wow animated zoomIn" data-wow-animation="zoomIn" data-wow-delay="0s" data-wow-duration="2s" data-wow-iteration="1"><div class="grid-container"><div class="grid-row gutentor-grid-item-wrap"><div class="gutentor-grid-column grid-lg-6 grid-md-4 grid-12"><div class="gutentor-single-item gutentor-image gutentor-single-item-0 g-single-column-link-enabled"><div class="gutentor-single-item-wrap"><div class="gutentor-single-item-image-box"><div class="gutentor-image-thumb"><img loading="lazy" decoding="async" class="normal-image" src="https://culturadefato.com.br/wp-content/uploads/2023/06/Ambar_Gris.png" alt="Capa da obra: &quot;Âmbar Gris&quot;, escrita por Douglas Alfini Jr." height="643" width="453" /></div></div><div class="gutentor-single-item-content"></div></div><a class="gutentor-single-item-box-link gutentor-link" href="https://www.estantevirtual.com.br/clube-de-autores/douglas-alfini-jr--ambar-gris-3889678800?show_suggestion=0" target="_blank" rel="noopener noreferrer"></a></div></div><div class="gutentor-grid-column grid-lg-6 grid-md-4 grid-12"><div class="gutentor-single-item gutentor-image gutentor-single-item-1 g-single-column-link-enabled"><div class="gutentor-single-item-wrap"><div class="gutentor-single-item-image-box"><div class="gutentor-image-thumb"><img loading="lazy" decoding="async" class="normal-image" src="https://culturadefato.com.br/wp-content/uploads/2023/06/Cronicas_do_Invisivel.jpg" alt="Capa da obra: &quot;Crônicas do Invisível&quot;, escrita por Douglas Alfini Jr." height="643" width="453" /></div></div><div class="gutentor-single-item-content"></div></div><a class="gutentor-single-item-box-link gutentor-link" href="https://amzn.to/3iYz0Rw" target="_blank" rel="noopener noreferrer"></a></div></div></div></div></section>



<br>



<p class="has-background has-very-light-gray-background-color"><strong>Notas da editoria:</strong><br><br>Imagem da capa: “<em><a href="https://www.behance.net/gallery/149645211/Olavo-de-Carvalho/modules/845114607" target="_blank" rel="noreferrer noopener nofollow">Olavo de Carvalho</a></em>”, por <a href="https://ismaelespindola.myportfolio.com/" target="_blank" rel="noreferrer noopener nofollow">Ismael Souza</a>.</p>



<br>
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		<item>
		<title>Postagens selecionadas do Telegram (março de 2023)</title>
		<link>https://culturadefato.com.br/postagens-selecionadas-do-telegram-marco-de-2023/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Diversos]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 27 Mar 2023 03:00:15 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Artes e Literatura]]></category>
		<category><![CDATA[Cristianismo]]></category>
		<category><![CDATA[Filosofia e História]]></category>
		<category><![CDATA[Política e Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Diálogos de Platão]]></category>
		<category><![CDATA[Jesus Cristo]]></category>
		<category><![CDATA[Mahatma Gandhi]]></category>
		<category><![CDATA[Maomé]]></category>
		<category><![CDATA[Mário Ferreira dos Santos]]></category>
		<category><![CDATA[Nelson Rodrigues]]></category>
		<category><![CDATA[Olavo de Carvalho]]></category>
		<category><![CDATA[Platão]]></category>
		<category><![CDATA[Sermão da Montanha]]></category>
		<category><![CDATA[Telegram]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Esta publicação reúne seis postagens deste mês, março de 2023, originárias dos canais de Patrícia Castro, Rodrigo Campello, Daniel Marcondes e Cristian Derosa.</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="has-text-align-center"><em>* Títulos nossos</em></p>



<hr class="wp-block-separator has-alpha-channel-opacity is-style-wide"/>



<br>



<h2 class="wp-block-heading">1. Ingrata felicidade</h2>



<br>



<p class="has-drop-cap">Há uns 10 anos eu li esta máxima do <span data-tooltip-position="right" data-tooltip="Nelson Falcão Rodrigues (1912 – 1980): escritor e jornalista brasileiro.">Nelson Rodrigues</span> e não entendi muito bem, que é a seguinte:</p>



<p>“<em>Aos 18 anos o homem não sabe nem como se diz bom dia a uma mulher. Todo homem deveria nascer com 30 anos feitos.</em>”</p>



<p>Hoje consigo entender perfeitamente. Eu não sei como conseguem romantizar essa coisa de “juventude”. E aqui não me refiro a uma geração de jovens, mas a ser jovem mesmo. Juventude é uma bosta, uma desgraça, uma insensatez, uma loucura. Tudo é confuso e nebuloso, mas se se comporta com aqueles ares de certeza inquebrantável que só o tempo é capaz de dissuadir.</p>



<p>Nelson Rodrigues era exagerado em algumas coisas, mas acertou quanto a se ser jovem, sobretudo quando recomendou: jovens, envelheçam! Envelheçam depressa, deixem de ser jovens o mais depressa possível, isto é um azar, uma infelicidade.</p>



<p>Ingrata infelicidade.</p>



<br>



<p class="has-text-align-right">Escrito por Cassiano Filarde.<br>Publicado no canal privado de <a href="https://t.me/apatriciacastro" target="_blank" rel="noreferrer noopener nofollow">Patrícia Castro</a>, em 22 de Março de 2023.</p>



<br>



<hr class="wp-block-separator has-alpha-channel-opacity is-style-dots"/>



<h2 class="wp-block-heading">2. Quando o ódio anticristão entra em cena</h2>



<br>



<p class="has-drop-cap">Eu estava em determinado lugar onde a Rede Globo estava ligada. Sim, o veículo de mídia que carrega a culpa pela maior destruição já feita à ética, aos bons costumes, aos valores familiares dentro desse país.</p>



<p>Cinicamente, estava dando lugar para cantores da “música Gospel” e, aparentemente, abrindo espaço para a mensagem do Evangelho de Jesus.</p>



<p>Como pode de uma mesma fonte jorrar água salgada e doce ao mesmo tempo?</p>



<p class="img-direita"><a href="https://culturadefato.com.br/a-engenheira-social-inclusa-nas-telenovelas/"><img loading="lazy" decoding="async" width="500" height="287" class="wp-image-14077" src="https://culturadefato.com.br/wp-content/uploads/2022/10/ControleRemotoTV_Peq.jpg" alt="Controle Remoto (Pequeno)"></a>Não se deixem enganar! Nada tem potencial tão destruidor do que a palavra de Deus deturpada.</p>



<p>O que faz do Evangelho algo odiado não são as suas palavras de amor, contidas, por exemplo, nos discursos de Jesus no chamado <a href="https://padrepauloricardo.org/aulas/o-evangelho-segundo-sao-mateus-vi-o-sermao-da-montanha" target="_blank" rel="noreferrer noopener nofollow">Sermão do Monte</a>. O que o Sistema nunca tolerou e jamais estará disposto a aceitar é a reivindicação de divindade feita por Jesus e reproduzida pelos cristãos ao longo dos séculos.</p>



<p>Um Jesus que não passa de mais um mestre, ainda que o mais elevado dentre eles, e que se coloca numa galeria junto com Buda, <span data-tooltip-position="top" data-tooltip="Mohandas Karamchand Gandhi (1869 - 1948): líder pacifista indiano.">Gandhi</span>, <span data-tooltip-position="top" data-tooltip="Abul Alcacim Maomé ibne Abdalá ibne Abdal Mutalibe ibne Haxim (571 d. C. - 632 d. C.): líder religioso, político e militar árabe. Segundo a religião islâmica, Maomé é o mais recente e último profeta do Deus de Abraão.">Maomé</span>, como sendo apenas um dos veículos da mensagem de Deus na Terra será, não somente tolerado, mas louvado e propagado.</p>



<p>A partir do momento, todavia, em que a pregação se encaminha para a exclusividade, o ódio anticristão entra em cena. Quando Jesus deixa de ser mais um para ser O ÚNICO caminho, Aquele que tem a palavra final e definitiva sobre a vontade de Deus para os homens, o inferno se enfurece.</p>



<p>Qualquer um, por mais doces e agradáveis que sejam suas palavras, que negue que Jesus é Deus está desencaminhando pessoas para a estrada da perdição.</p>



<br>



<p class="has-text-align-right">Escrito por <a href="https://t.me/rodrigocampello" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Rodrigo Campello</a>.<br>Publicado no <a href="https://t.me/rodrigocampello" target="_blank" rel="noreferrer noopener">canal do autor</a> em 9 de março de 2023.</p>



<br>



<hr class="wp-block-separator has-alpha-channel-opacity is-style-dots"/>



<h2 class="wp-block-heading">3. Qual a ordem de leitura ideal para se ler os <em>Diálogos de Platão</em>?</h2>



<br>



<p class="has-drop-cap">Nos últimos dias, coincidentemente, tenho visto algumas pessoas iniciando seus estudos em <span data-tooltip-position="top" data-tooltip="Platão: filósofo e matemático do período clássico da Grécia Antiga. Nasceu em 428 a. C. ou 427 a. C., e faleceu em 348 a. C. ou 347 a. C.">Platão</span> e perguntando-se acerca da fatídica ordem de leitura dos Diálogos. Sendo assim, resolvi oferecer algumas sugestões — completamente pessoais e longe de ser regras — a este respeito:</p>



<ol class="wp-block-list">
<li><strong>Não há ordem definitiva</strong> para a leitura dos diálogos platônicos. Há, porém, certos diálogos que se lê sempre primeiro, outros sempre por último e outros sempre juntos. <strong>Fujam das listas prontas</strong>, quase sempre completamente invertidas.</li>



<li>O <em>corpus platonicum</em> é convencionalmente dividido em três partes: os chamados escritos <em>da juventude</em>, <em>intermediários</em> e <em>da velhice</em>. A obra de Platão <strong>não segue um desenvolvimento linear e cronológico</strong>, mas manter ao menos esta sequência (ler primeiro os da juventude, depois os intermediários e, por fim, os da velhice) pode ser uma referência utilizável quando se vai lê-los pela primeira vez. Quanto a esta divisão, porém, também não há concordância geral entre os historiadores, não sendo portanto definitiva e não passando de uma aproximação (assim como a questão da autenticidade de diversos diálogos já deu muito pano para manga).</li>



<li>Montar, aos poucos, sua própria lista, pesquisando um pouquinho sobre cada diálogo, lendo sinopses, sem preocupações com um rigor excessivo, será por si só parte do estudo e de sua relação com a obra platônica. No mais, um estudo sério nos obrigará a retornar muitas vezes aos diálogos, intercaladamente e em novas conexões entre eles, de modo que a ordem da nossa primeira leitura importará menos do que a perseverança em fazê-la de uma vez.</li>



<li>Esta primeira leitura deve ser igualmente &#8220;despreocupada&#8221;, sem a pretensão de se compreender tudo logo de cara, o que é impossível, mas voltada principalmente ao estilo da escrita de Platão, às sutilezas do texto, às ironias, às nuances, à construção psicológica dos personagens, à diferença de &#8220;clima&#8221; entre os diálogos, e assim por diante. Deixe os livros dos comentadores para depois; as primeiras impressões &#8220;puras&#8221; que temos ao ler esse tipo de literatura, as imagens que mais nos tocam e nos falam, são muito importantes, e indicam geralmente os nossos pontos de maior interesse.</li>



<li>Antes de partir para os diálogos em si, seria muito importante um primeiro contato com a história da filosofia dos pré-socráticos até o próprio Platão, de modo a compreender o contexto desde o qual ele realiza sua filosofia e do quê, exatamente, está falando (recomendo os primeiros volumes da <em>História da Filosofia Grega e Romana</em>, de Giovanni Reale, ele mesmo um dos maiores platonistas da nossa época). Quanto maior o contato com os clássicos da cultura grega (ao menos Homero e Hesíodo), melhor.</li>



<li>A melhor tradução brasileira dos diálogos platônicos (e de qualquer coisa escrita em grego) é, ao meu ver, de longe, a de Carlos Alberto Nunes. Em geral, principalmente se for necessário ler outras traduções, cuidado com as notas de rodapé. No caso da tradução de Edson Bini (Edipro), RASGUEM as notas de rodapé, que vão de Platão machista a reformador comunista. Também sugiro pular os ensaios introdutórios e lê-los, no máximo, depois do diálogo, sempre com as devidas ressalvas (são geralmente produtos do academicismo moderno, cheios de anacronismos e outras incompreensões).</li>
</ol>



<p>Por fim, segue a ordem na qual eu mesmo li os diálogos platônicos pela primeira vez, <strong>não como lista a ser seguida</strong>, mas apenas como exemplo. Muitos diálogos, ali, poderiam certamente ser lidos em outra ordem, de acordo com a referência preferencial do leitor. Quanto aos primeiros e aos últimos, e aos agrupamentos de alguns deles, acredito que estejam em uma boa disposição:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Apologia de Sócrates</li>



<li>Críton</li>



<li>Laques</li>



<li>Eutífron</li>



<li>Cármides</li>



<li>Lísis</li>



<li>Hípias Maior</li>



<li>Hípias Menor</li>



<li>Primeiro Alcibíades</li>



<li>Segundo Alcibíades</li>



<li>Íon</li>



<li>Protágoras</li>
</ul>



<ul class="wp-block-list">
<li>Mênon</li>



<li>Eutidemo</li>



<li>Menexeno</li>



<li>Crátilo</li>



<li>Teeteto</li>



<li>Górgias</li>



<li>Fédon</li>



<li>República</li>



<li>Banquete</li>
</ul>



<ul class="wp-block-list">
<li>Fedro</li>



<li>Sofista</li>



<li>Político</li>



<li>Parmênides</li>



<li>Filebo</li>



<li>Timeu</li>



<li>Crítias</li>



<li>Leis</li>



<li>Carta VII</li>
</ul>



<p>Quaisquer dúvidas ou questões, estejam à vontade para entrar em contato. Bons estudos!</p>



<br>



<p class="has-text-align-right">Escrito por <a href="https://culturadefato.com.br/author/danielmarcondes/">Daniel Marcondes</a>.<br>O autor também está no&nbsp;<a href="https://www.youtube.com/@danielmarcondes" target="_blank" rel="noreferrer noopener">YouTube</a>&nbsp;e no&nbsp;<a href="https://t.me/danielmarcondescanal" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Telegram</a>.</p>



<br>



<hr class="wp-block-separator has-alpha-channel-opacity is-style-dots"/>



<h2 class="wp-block-heading">4. A essência imutável da moda</h2>



<br>



<p class="has-drop-cap">Quando uma mulher se veste de modo elegante, ela não está apenas demonstrando que tem classe, mas combatendo a cultura do cadelismo e negando a glamourização do grotesco. Quem veste a filha com roupas que erotizam o corpo da criança, não está apenas demonstrando que tem um gosto vulgar, mas incentivando a cultura pedófila e fragilizando a infância.</p>



<p class="img-direita"><a href="https://rockntech.com.br/roupas-criadas-por-estilistas-esquisitas/" target="_blank" rel="noreferrer noopener nofollow"><img loading="lazy" decoding="async" width="452" height="405" class="wp-image-15209" src="https://culturadefato.com.br/wp-content/uploads/2023/03/ModaRidicula.jpg" alt="Moda Ridícula"></a>A essência imutável da moda é esta: o que se quer vender, se mostra; e o que se quer manter, se oculta. Essa regra vale desde para uma peça clássica da Channel até para os desvairados parangolés que vemos nos atuais desfiles de moda.</p>



<p>É preciso saber o que se deseja mostrar. Elegância? Feiura? Protesto? Desejo de dar? Recato? Status social? Rebeldia? Poder? Riqueza? Para cada objetivo do usuário &#8211; objetivo consciente ou não &#8211; há uma roupa correspondente. E, quer o usuário goste ou não, o recado será dado pelo tipo de roupa, e não de acordo com o que o usuário acha particularmente daquela roupa.</p>



<p>Pode-se argumentar: &#8220;E como avaliar os que não estão nem aí para o tipo de roupa que usam? Conheço gente que é desleixada e veste qualquer coisa&#8221;. Na própria pergunta já está a decodificação: a pessoa passa, por meio de suas roupas, a impressão de que é descuidada e relaxada, e de que aceita qualquer coisa; e passa essa mensagem com tal eficiência que, até aqueles que tentam defendê-la, não deixam de citar seu relaxo e seu descuido.</p>



<p>E as prostitutas de altíssimo nível que só usam vestidos clássicos de grife? Ora, ao se camuflarem de mulheres respeitáveis da alta classe, demonstram que dominam os códigos de vestimenta, pois estão passando a clara mensagem de que são destinadas aos milionários, e que não são para o bico dos pobres. Roupa é, e continuará sendo, uma forma de linguagem.</p>



<br>



<p class="has-text-align-right">Escrito por Marco Frenette.<br>Publicado no canal privado de <a href="https://t.me/apatriciacastro" target="_blank" rel="noreferrer noopener nofollow">Patrícia Castro</a>, em 16 de Março de 2023.</p>



<br>



<hr class="wp-block-separator has-alpha-channel-opacity is-style-dots"/>



<h2 class="wp-block-heading">5. Queima de arquivo?</h2>



<br>



<p class="has-drop-cap">Apenas documentos foram destruídos, em meio aos esforços para a instalação de uma <span data-tooltip="CPI: Comissão Parlamentar de Inquérito." data-tooltip-position="top">CPI</span> para investigar se houve participação do governo petista nos protestos de 8 de janeiro. Esse é um exemplo em que há a obrigação séria e grave do jornalismo realmente independente questionar e insinuar uma suspeita que está materialmente presente no fato.</p>



<p>Incêndio atinge prédio do Comando da Marinha em Brasília, sem deixar vítimas: <a href="https://www.campograndenoticias.com.br/incendio-atinge-predio-do-comando-da-marinha-em-brasilia-sem-deixar-vitimas/" target="_blank" rel="noreferrer noopener nofollow">https://www.campograndenoticias.com.br/incendio-atinge-predio-do-comando-da-marinha-em-brasilia-sem-deixar-vitimas/</a>.</p>



<p class="has-text-align-right">Extraído do canal de <a href="https://t.me/cristianderosajornalismo" target="_blank" rel="noreferrer noopener nofollow">Cristian Derosa</a>.<br>Publicado em 19 de março de 2023.</p>



<br>



<hr class="wp-block-separator has-alpha-channel-opacity is-style-dots"/>



<h2 class="wp-block-heading">6. O ceticismo, o agnosticismo e seus frutos</h2>



<br>



<p class="has-drop-cap">O QI médio do brasileiro caiu e muito nos últimos anos com a infiltração dos marxistas nas escolas e universidades brasileiras, especialmente, a partir dos anos 60. Em 1967, o filósofo brasileiro <span data-tooltip-position="top" data-tooltip="Mário Dias Ferreira dos Santos (1907 - 1968): filósofo, tradutor e escritor brasileiro.">Mário Ferreira dos Santos</span> foi ignorado pela “elite intelectual brasileira” que é mestra em querer ofuscar qualquer pessoa que se destaque pelo pensamento da alta cultura. Mário Ferreira dos Santos, assim como o professor Olavo de Carvalho, foram profetas antecipando em décadas a decadência social dos anos que viriam em razão da invasão vertical dos bárbaros modernos que, vestindo roupas de nobres, ignoraram propositalmente os princípios universais e absolutos do cristianismo para colocar no seu lugar um discurso politicamente correto fétido, pernicioso e decadente.</p>



<p>Leia abaixo um trechinho do seu livro onde ele desmascara os professores analfabetos funcionais que sorrateiramente corromperam os nossos jovens até chegar no ponto em que eles relativizam a beleza, a verdade e duvidam até mesmo da própria sexualidade:</p>



<blockquote class="wp-block-quote is-style-default is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow">
<p>O ceticismo e o agnosticismo produziram os seus frutos. Há legiões de professores céticos e agnósticos, que dizem que nada podemos saber dos primeiros princípios. Que eles não possam saber não duvidamos e aceitamos como verdade, mas que ninguém possa saber é mentira. Não tem esses senhores o direito de levar a sua petulância e temeridade a ponto de julgar que os outros todos são como eles. Não lhes cabe o direito de fazer informações tão categóricas em matéria que de antemão eles reconhecem que nada sabem.</p>



<p class="img-direita"><a href="https://culturadefato.com.br/credo-de-dom-quixote/"><img loading="lazy" decoding="async" width="454" height="353" class="wp-image-15215" src="https://culturadefato.com.br/wp-content/uploads/2023/03/DomQuixoteDeLaManchaNikolajWilhelmMarstrand_Peq.jpg" alt="Obra “Dom Quixote de La Mancha”, criada pelo pintor dinamarquês Nikolaj Wilhelm-Marstrand (1810 - 1873). Tamanho pequeno."></a>Onde está a prova de que estudaram um assunto? Não conhecemos nenhuma nem ninguém conhece nenhum que tenha dedicado o seu tempo a estudar aqueles que realmente trataram dos primeiros princípios e também dos últimos. São eles ignorantes sobre as obras mestras que se dedicaram a essa matéria. Nem por ouvir dizer eles as conhecem. Ignoram até os nomes dos principais autores. Nunca se debruçaram a analisá-las, nem cremos que seriam capazes de fazê-lo devido a fraca mente filosófica de que dispõem, o que não nos favoreceria nenhum progresso. Seria mister que começassem desde o princípio ao bê-á-bá da filosofia, pois desconhecem a lógica formal, a material, a demonstrativa, a dialética no bom sentido, a matese, a ontologia, etc. Nada estudaram de crítica, porque se tivessem estudado não defenderiam ideias falsas já ultrapassadas por milênios, refutadas totalmente, que se reavivam em suas mãos.</p>



<p>Esses homens não aceitam o debate com os que lhes poderiam pôr a mostra a sua ignorância palmar. E, se o aceitam, fogem pelas portas falsas da piada ou das desculpas ridículas, deplorando a fraqueza da mente humana para entender o mais elevado, razão pela qual é melhor suspender os juízos porque nós nada podemos saber, por nos estar vedado para sempre o conhecimento dos primeiros princípios, cujas leis regem todas as esferas da realidade.</p>



<p>O que esses senhores fazem simplesmente isto: mentem com toda língua, com todas as cordas vocais, com todos os dentes naturais ou postiços, com a gengivas, com o sopro, com gestos, com tudo, mentem e provam que nada conhecem do assunto, mas como o ocupam postos que dão uma presunção de que realmente são sábios, podem, então, aproveitando-se da ignorância natural e desculpável da juventude, instilar o seu veneno cético o agnóstico. Pretendem assim fechar para sempre as portas por onde os jovens, que serão cientistas e técnicos de amanhã poderiam enveredar e encontrar apoio sólido para os seus estudos, e também encontrar linguagem universal que os uniria aos companheiros, evitando que, ao tornarem-se especialistas, não contenham o necessário grau de universalidade, que lhes permita ser um afim daqueles que seguem caminhos outros. Nesse caso, os sábios se entenderiam. Mas que sucederia se cientistas e técnicos se entendessem?</p>



<p>Aqui é o ponto crucial os cesariocratas de nossa época sabem muito bem que esse perigo é terrível e o que desenvolveremos nos tópicos a seguir.</p>



<p></p>
</blockquote>



<br>



<p class="has-text-align-right">Publicado no canal privado de <a href="https://t.me/apatriciacastro" target="_blank" rel="noreferrer noopener nofollow">Patrícia Castro</a>, em 16 de Março de 2023.</p>



<br>



<p class="has-background has-very-light-gray-background-color"><strong>Notas da editoria:</strong><br><br>Imagem de capa: “<a href="https://fineartamerica.com/featured/paper-airplanes-michael-creese.html" target="_blank" rel="noreferrer noopener nofollow"><em>Paper Airplanes</em></a>” (2018), por <a href="https://fineartamerica.com/profiles/1-michael-creese" target="_blank" rel="noreferrer noopener nofollow">Michael Creese</a>.</p>



<br>



<h2 class="wp-block-heading has-text-align-center">Postagens similares:</h2>



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</div></div>



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</div></div>



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<p class="has-text-align-center"><br><a href="https://culturadefato.com.br/seis-postagens-selecionadas-do-telegram/">Seis postagens selecionadas do Telegram</a></p>
</div></div>



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		<title>Enfadonhas certezas políticas</title>
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					<comments>https://culturadefato.com.br/enfadonhas-certezas-politicas/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Fabio Blanco]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 31 Jan 2023 17:28:05 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Filosofia e História]]></category>
		<category><![CDATA[Política e Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Aristóteles]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>“Toda vez que troco palavras com pessoas ligadas à política me frustro. Não porque não gosto de falar sobre política – pelo contrário –, mas costumo fazer isso tentando levantar mais suspeitas do que certezas. Consciente da dificuldade que existe na colheita dos dados (...), prefiro tomar as informações como temporárias e suspendo os julgamentos o máximo que eu posso.”</p>
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<p class="has-text-align-center">“<em>Sábio é aquele que conhece os limites da própria ignorância.</em>”<br>Sócrates (470 a. C. &#8211; 399 a. C.)</p>



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<p class="has-drop-cap">Outro dia fui convidado para participar de um seminário sobre política. Depois das palestras, sempre há aquele momento que oradores e plateia se juntam para conversar mais pessoalmente. Não me furtei a isso. No entanto, confesso, não consegui ficar mais do que vinte minutos no local.</p>



<p>No dia seguinte, encontrei-me com meus alunos de filosofia e foi como um bálsamo. Passei o dia inteiro com eles e ficaria mais. A diferença é que enquanto aquelas pessoas do dia anterior tinham certeza de tudo, teoria sobre tudo, respostas exatas sobre as questões mais complicadas do mundo e as soluções para os problemas mais complexos da sociedade, meus alunos tinham principalmente dúvidas.</p>



<p>Pessoas muito certas do que falam costumam ser chatas porque não há espaço, no diálogo com elas, para o aprendizado. Há apenas a exposição do que se pensa que se sabe. Geralmente, quem participa de movimentos políticos já escolheu um lado, possui uma ideologia pronta, tem uma visão de mundo bem estabelecida. Uma conversa de cinco minutos com qualquer pessoa desse tipo, por isso, torna-se enfadonha, pois não passa de um desfile de teorias e convicções.</p>



<p>Toda vez que troco palavras com pessoas ligadas à política me frustro. Não porque não gosto de falar sobre política – pelo contrário –, mas costumo fazer isso tentando levantar mais suspeitas do que certezas. Consciente da dificuldade que existe na colheita dos dados que devem formar meu conhecimento, prefiro tomar as informações como temporárias e suspendo os julgamentos o máximo que eu posso. No entanto, isso é visto nos meios políticos como falta de engajamento, como isenção. Neles, se a pessoa não tiver muito claro o que está ocorrendo no mundo, quem são os inimigos a se combater e os objetivos a se buscar ela é vista como alguém que mais atrapalha do que ajuda.</p>



<p class="img-direita"><a href="https://culturadefato.com.br/sejam-ceticos/"><img loading="lazy" decoding="async" width="562" height="331" class="wp-image-14774" src="https://culturadefato.com.br/wp-content/uploads/2023/01/TheCardSharpWithAceDiamondsPeqEsf.jpg" alt="Obra: &quot;The Card Sharp with the Ace of Diamonds&quot; (1636–1638), por 	Georges de La Tour (1593 - 1652). Pequeno cantos esfumaçados."></a>Na política, não há muito espaço para questionamentos. Simplesmente, você precisa entrar nela já certo de todos os movimentos que ocorrem na sociedade, com todas teorias sobre as forças que existem bem estabelecidas em sua mente. Qualquer vacilo quanto a tudo isso é sinal de fraqueza.</p>



<p>A militância política é o exato oposto do que se espera de uma personalidade filosófica. Esta, apesar de buscar a verdade e perseguir a certeza, tem como princípio a dúvida e como primeira lição o mapeamento da própria ignorância. Uma mente filosófica compreende a complexidade do mundo e sabe que os fatos são sobrepostos. Por isso, ela entende que as primeiras impressões que tem sobre o que acontece geralmente não refletem a verdadeira natureza das coisas nem a essência dos fatos.</p>



<p>Se a filosofia propõe mais perguntas do que oferece respostas não é porque se delicia na dúvida, mas por querer encontrar uma verdade que seja inabalável e sabe que, para isso, tem de rastrear os dados com muito cuidado e parcimônia.</p>



<p>Não é por acaso que minhas conversas com os alunos de filosofia são deliciosas: elas não possuem aquela certeza apressada de quem acha que pode entender o mundo com base em algumas informações confusas. O verdadeiro estudioso de filosofia é humilde, no sentido mais exato desse termo, sabendo sua posição no mundo e seu estado atual de conhecimento, estando, assim, mais abertos ao aprendizado mútuo. Por isso, apesar de não haver certeza sobre muitas coisas, os diálogos com eles são muito mais frutíferos.</p>



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<p class="has-text-align-right">Por <a href="https://culturadefato.com.br/author/fabioblanco/">Fabio Blanco</a>.<br>Publicado no <em><a href="http://www.fabioblanco.com.br/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">website</a></em> do autor em 23 de janeiro de 2023.<br><br>Fabio Blanco também é o responsável pelo domínio<br><a href="http://www.filosofiaintegral.com.br/" target="_blank" rel="noreferrer noopener nofollow">http://www.filosofiaintegral.com.br/</a>.</p>



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<p class="has-background has-very-light-gray-background-color"><strong>Nota da editoria:</strong><br><br>Imagem da capa: “<em>The House of Commons</em>” (1833), por Sir George Hayter (1792 &#8211; 1871).</p>



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