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	<title>Lee Strobel, Autor em Cultura de Fato</title>
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	<description>Cultura para evocar inteligência, responsabilidade e ética!</description>
	<lastBuildDate>Mon, 23 Mar 2026 03:04:49 +0000</lastBuildDate>
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	<title>Lee Strobel, Autor em Cultura de Fato</title>
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		<title>“Não consigo crer em Jesus”</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Lee Strobel]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 16 Mar 2026 03:00:21 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cristianismo]]></category>
		<category><![CDATA[Apologética]]></category>
		<category><![CDATA[Cristo]]></category>
		<category><![CDATA[Em Defesa de Cristo]]></category>
		<category><![CDATA[Lee Strobel]]></category>
		<category><![CDATA[Louis Lapides]]></category>
		<category><![CDATA[Sunset Strip]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>“Quando eu encontrar Deus, ele terá de ser objetivo. Estou cheio dessa filosofia oriental que diz que está tudo na minha mente e que posso criar minha realidade.”</p>
<p>O post <a href="https://culturadefato.com.br/nao-consigo-crer-em-jesus/">“Não consigo crer em Jesus”</a> apareceu primeiro em <a href="https://culturadefato.com.br">Cultura de Fato</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="has-text-align-center"><em>Nas Escrituras do Antigo Testamento encontram-se diversas profecias sobre a vinda do Messias. Escritas séculos antes do nascimento de Jesus Cristo, essas passagens descrevem aspectos de sua missão, de seu sofrimento e de sua obra redentora. O fiel cumprimento dessas promessas em Jesus constitui evidência fortíssima de que ele é, de fato, o Salvador anunciado na Bíblia.</em></p>



<p class="has-text-align-center"><em>No livro “<a href="https://amzn.to/4av02aI" target="_blank" rel="noreferrer noopener sponsored nofollow">Em Defesa de Cristo</a>”, o jornalista Lee Strobel relata diversas histórias de pessoas que passaram a considerar essas profecias com maior atenção. Entre elas está a de Louis Lapides, um judeu ligado ao movimento hippie e usuário de drogas nos anos 1960, interessado em budismo, hinduísmo e outras religiões. Após uma conversa inesperada sobre as Escrituras <em>(reproduzida após esta epígrafe)</em>, decidiu reler o Antigo Testamento — o que acabou levando-o à conversão ao cristianismo.</em></p>



<p class="has-text-align-center"><em>Vale mencionar que o próprio autor da obra, durante boa parte de sua vida, declarou-se ateu e cético em relação à fé cristã. Aliás, motivado pelo desejo de tornar sua esposa ateia, decidiu investigar historicamente as bases do cristianismo, entrevistando estudiosos e analisando documentos antigos. O resultado dessa investigação foi justamente o inverso: acabou levando-o à fé cristã e originou obras conhecidas, como a do excerto que segue.</em></p>



<br>



<p class="has-text-align-right has-small-font-size" id="RefVideo">⚠️ <a href="#Video">Ao final do texto, um vídeo complementa e encerra a reflexão apresentada.</a></p>



<hr class="wp-block-separator has-alpha-channel-opacity is-style-wide"/>



<br>



<p class="has-drop-cap">O ano era 1969. A curiosidade de Lapides levou-o a visitar <span data-tooltip="Famoso trecho da Sunset Boulevard, localizado na cidade de West Hollywood, na região de Los Angeles. Ficou mundialmente conhecida, especialmente entre as décadas de 1960 e 1970, por ser um centro da contracultura, da música rock e da vida noturna, o lugar era muito frequentado por hippies e músicos." data-tooltip-position="top">Sunset Strip</span> para ver um evangelista que se acorrentara a uma cruz de dois metros e meio de altura, para protestar contra os donos de bares que tinham conseguido proibi-lo de trabalhar nas ruas. Ali, na calçada, Lapides encontrou alguns cristãos que começaram uma discussão sobre coisas espirituais com ele.</p>



<p>Com certa arrogância, começou a esbanjar filosofia oriental. — Não existe Deus lá em cima — ele dizia, apontando para o céu. — Nós somos Deus. Eu sou Deus. Vocês são Deus. Vocês só precisam aceitar isso.</p>



<p>— Bem, se você é Deus, por que não cria uma pedra? — alguém lhe perguntou. — Faça alguma coisa aparecer. É isso o que Deus faz.</p>



<p>Lapides, com a mente anuviada pelas drogas, imaginou que estava segurando uma pedra.</p>



<p>— Muito bem, então vejam, aqui está uma pedra — ele disse, estendendo a mão vazia.</p>



<p>O cristão zombou dele.</p>



<p>— Essa é a diferença entre você e o Deus verdadeiro — ele disse.</p>



<p>— Quando Deus cria algo, todos podem vê-lo. É objetivo, não subjetivo.</p>



<p class="img-direita"><a href="https://amzn.to/4av02aI" target="_blank" rel="noreferrer noopener sponsored nofollow"><img fetchpriority="high" decoding="async" width="473" height="640" class="wp-image-4699" src="https://culturadefato.com.br/wp-content/uploads/2020/12/EmDefesaDeCristo.jpg" alt="Livro: &quot;Em defesa de Cristo&quot;, de Lee Strobel (jornalista e ex-ateu) Publicado pela Editora Vida, sob ISBN: 978-85-7367-561-0."></a>Isso calou fundo em Lapides. Depois de pensar no assunto por algum tempo, disse a si mesmo: “Quando eu encontrar Deus, ele terá de ser objetivo. Estou cheio dessa filosofia oriental que diz que está tudo na minha mente e que posso criar minha realidade. Deus deve ser uma realidade objetiva se quiser ter significado além da minha imaginação”.</p>



<p>Quando um dos cristãos mencionou o nome de Jesus, Lapides tentou se desvencilhar com sua resposta padrão:</p>



<p>— Sou judeu. Não posso crer em Jesus. Nisso um pastor entrou na conversa.</p>



<p>— Você conhece as profecias sobre o Messias? — ele perguntou.</p>



<p>Lapides foi apanhado desprevenido.</p>



<p>— Profecias? Nunca ouvi falar delas.</p>



<p>O pastor deixou Lapides perplexo, citando algumas predições do Antigo Testamento. &#8220;Um momento!&#8221;, pensou. &#8220;Ele está citando minhas Escrituras hebraicas! Como Jesus pode estar nelas?”</p>



<p>Quando o pastor lhe ofereceu uma Bíblia, Lapides se manteve cético.</p>



<p>— O Novo Testamento está aí dentro? — perguntou. O pastor fez que sim com a cabeça. — Está bem, vou ler o Antigo Testamento, mas não vou nem abrir o Novo — disse.</p>



<p>Novamente ele ficou surpreso com a resposta do pastor.</p>



<p>— Está bem. Leia apenas o Antigo Testamento e peça ao Deus de Abraão, de Isaque e de Jacó, o Deus de Israel, que lhe mostre se Jesus é o seu Messias. Porque eu sei que ele é. Ele veio primeiro para o povo judeu, para depois se tornar o salvador do mundo.</p>



<p>Para Lapides, essas eram informações novas. Informações intrigantes. Informações surpreendentes. Ele voltou ao seu apartamento, abriu o Antigo Testamento no primeiro livro, Gênesis, e se pôs a procurar Jesus entre palavras que tinham sido escritas centenas de anos antes de o carpinteiro de Nazaré ter nascido.</p>



<br>



<p class="has-text-align-right img-esquerda"><a href="https://culturadefato.com.br/author/leestrobel/"><img decoding="async" class="wp-image-4732" src="https://culturadefato.com.br/wp-content/uploads/2020/12/LeeStrobel.jpg" alt="Lee Strobel"></a><br><br>Excertos do <span data-tooltip="As provas das testemunhas oculares" data-tooltip-position="top">primeiro</span> e do <span data-tooltip="A prova documental" data-tooltip-position="bottom">terceiro</span> capitulo da obra:<br><em><a href="https://amzn.to/4av02aI" target="_blank" rel="noreferrer noopener sponsored nofollow">Em defesa de Cristo</a></em>, de <a href="https://leestrobel.com/" target="_blank" rel="nofollow noopener noreferrer">Lee Strobel </a>(jornalista e ex-ateu)<br>Publicado pela <a href="http://www.editoravida.com.br/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Editora Vida</a>, sob <span data-tooltip="ISBN: International Standard Book Number." data-tooltip-position="bottom">ISBN</span>: 978-85-7367-561-0.</p>



<br><br>



<p class="has-background has-very-light-gray-background-color"><strong>Nota da editoria:</strong><br><br>A imagem da capa é um recorte da obra: “<em>The Light of the World</em>” (1851–1854), de <span data-tooltip-position="top" data-tooltip="William Holman Hunt (1827–1910) foi um pintor inglês e um dos fundadores da Irmandade Pré-Rafaelita. Suas pinturas eram notáveis ​​por sua grande atenção aos detalhes, cores vivas e simbolismo elaborado.">William Holman Hunt</span> (1827–1910).<br><br>A pintura, <a href="https://culturadefato.com.br/downloads/artes_e_literatura/2026/Hunt-light-of-the-world.jpeg" target="_blank" rel="noreferrer noopener nofollow">clique aqui para vê-la integralmente</a>, retrata Jesus batendo à porta, símbolo do chamado de Cristo ao coração humano. Um detalhe significativo é que a porta não possui maçaneta do lado de fora, indicando que ela só pode ser aberta por dentro. A obra tornou-se uma poderosa metáfora do encontro pessoal com a verdade e da decisão individual de acolher ou rejeitar esse chamado — ideia que dialoga diretamente com o relato apresentado no texto, no qual a busca sincera pela verdade acaba conduzindo à fé.</p>



<br>



<hr class="wp-block-separator has-alpha-channel-opacity is-style-dots"/>



<br>



<h2 class="wp-block-heading has-text-align-center" id="Video">Complemento: Fatos sobre Jesus Cristo, por Olavo de Carvalho <a href="#RefVideo"><img decoding="async" width="14" height="10" class="wp-image-105" style="width: 14px;" src="https://culturadefato.com.br/wp-content/uploads/2020/06/Subir.jpg" alt="Subir"></a></h2>



<br>



<figure class="wp-block-embed is-type-video is-provider-youtube wp-block-embed-youtube wp-embed-aspect-16-9 wp-has-aspect-ratio"><div class="wp-block-embed__wrapper">
<iframe title="Fatos sobre Jesus Cristo, por Olavo de Carvalho " width="640" height="360" src="https://www.youtube.com/embed/Se-tW9U08jI?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe>
</div></figure>



<br>



<hr class="wp-block-separator has-alpha-channel-opacity is-style-dots"/>



<br>



<h2 class="wp-block-heading has-text-align-center">Saiba mais, leia:</h2>



<br>



<section id="gm71bf303" class="wp-block-gutentor-m0 alignfull section-gm71bf303 gutentor-module gutentor-module-carousel has-color-bg has-custom-bg gutentor-slick-a-default-desktop gutentor-slick-a-default-tablet gutentor-slick-a-default-mobile"><div class="grid-container"><div class="gutentor-module-carousel-row" data-dots="false" data-dotstablet="false" data-dotsmobile="false" data-arrows="true" data-arrowstablet="true" data-arrowsmobile="true" data-infinite="true" data-autoplay="true" data-draggable="true" data-pauseonfocus="true" data-pauseonhover="true" data-autoplayspeed="4500" data-cmondesktop="false" data-cmontablet="false" data-cmonmobile="false" data-nextarrow="fas fa-angle-right" data-prevarrow="fas fa-angle-left" data-arrowspositiondesktop="gutentor-slick-a-default-desktop" data-arrowspositiontablet="gutentor-slick-a-default-tablet" data-arrowspositionmobile="gutentor-slick-a-default-mobile" data-speed="300" data-slideitemdesktop="2" data-slideitemtablet="3" data-slideitemmobile="1" data-slidescroll-desktop="2" data-slidescroll-tablet="3" data-slidescroll-mobile="1">
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<p class="has-text-align-center"><br><a href="https://culturadefato.com.br/sudario-autenticidade-comprovada-pela-ciencia/">Sudário: autenticidade comprovada pela ciência</a><br>(<a href="https://culturadefato.com.br/author/diversos/">diversos autores</a>)</p>
</div></div>



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<p class="has-text-align-center"><br><em><a href="https://culturadefato.com.br/o-santo-sudario-de-turim/">O Santo Sudário de Turim</a></em>,<br>por <a href="https://culturadefato.com.br/author/benoitbemelmans/">Benoît Bemelmans</a></p>
</div></div>



<div id="col-g-03n81ua" class="wp-block-gutentor-m0-col col-g-03n81ua gutentor-carousel-item"><div id="section-g-03n81ua" class="section-g-03n81ua gutentor-col-wrap has-color-bg has-custom-bg">
<div id="section-g-lepfdsl" class="wp-block-gutentor-e6 section-g-lepfdsl gutentor-element gutentor-element-image text-align-center-desktop"><div class="gutentor-element-image-box"><a class="gutentor-element-image-link" href="https://culturadefato.com.br/as-biografias-de-jesus-foram-preservadas/"><div class="gutentor-image-thumb"><img decoding="async" class="normal-image" src="https://culturadefato.com.br/wp-content/uploads/2020/12/CristoCarregandoACruz.jpg" alt="recorte da obra: “Cristo carregando a cruz”, criada em 1580 pelo pintor, escultor e arquiteto grego El Greco (1541 - 1614)." /></div></a></div></div>



<p class="has-text-align-center"><br><em><a href="https://culturadefato.com.br/as-biografias-de-jesus-foram-preservadas/">As biografias de Jesus foram preservadas?</a></em>,<br>por <a href="https://culturadefato.com.br/author/leestrobel/">Lee Strobel</a></p>
</div></div>



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<div id="section-g-9xl3an4" class="wp-block-gutentor-e6 section-g-9xl3an4 gutentor-element gutentor-element-image text-align-center-desktop"><div class="gutentor-element-image-box"><a class="gutentor-element-image-link" href="https://culturadefato.com.br/jesus-realmente-existiu-tres-excertos-da-obra-nao-tenho-fe-suficiente-para-ser-ateu/"><div class="gutentor-image-thumb"><img decoding="async" class="normal-image" src="https://culturadefato.com.br/wp-content/uploads/2025/03/CristoSaoJoaoDaCruz.jpeg" alt="Cristo de São João da Cruz é uma pintura do espanhol Salvador Dalí executada em 1951." /></div></a></div></div>



<p class="has-text-align-center"><br><em><a href="https://culturadefato.com.br/jesus-realmente-existiu-tres-excertos-da-obra-nao-tenho-fe-suficiente-para-ser-ateu/">Jesus realmente existiu? Três excertos da obra “Não tenho fé suficiente para ser ateu”</a> </em>(<a href="https://culturadefato.com.br/author/diversos/">diversos autores</a>)</p>
</div></div>



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<div id="section-g-umah1vs" class="wp-block-gutentor-e6 section-g-umah1vs gutentor-element gutentor-element-image text-align-center-desktop"><div class="gutentor-element-image-box"><a class="gutentor-element-image-link" href="https://culturadefato.com.br/ha-evidencias-historicas-da-ressurreicao-de-jesus-cristo/"><div class="gutentor-image-thumb"><img decoding="async" class="normal-image" src="https://culturadefato.com.br/wp-content/uploads/2024/03/IncredulidadeDeSaoTome.jpg" alt="Obra: &quot;A Incredulidade de São Tomé&quot; (1601–1602), de Caravaggio (1571 - 1610)." /></div></a></div></div>



<p class="has-text-align-center"><br><em><a href="https://culturadefato.com.br/ha-evidencias-historicas-da-ressurreicao-de-jesus-cristo/">Há evidências históricas da ressurreição de Jesus Cristo?</a></em>, por <a href="https://culturadefato.com.br/author/everaldocescon/">Everaldo Cescon</a></p>
</div></div>



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<div id="section-g-ssqpa11" class="wp-block-gutentor-e6 section-g-ssqpa11 gutentor-element gutentor-element-image text-align-center-desktop"><div class="gutentor-element-image-box"><a class="gutentor-element-image-link" href="https://culturadefato.com.br/diversas-provas-de-jesus-cristo/"><div class="gutentor-image-thumb"><img decoding="async" class="normal-image" src="https://culturadefato.com.br/wp-content/uploads/2024/02/TempestadeNoMarDaGalileia_1633_Rembrandt.jpg" alt="Obra: &quot;Tempestade no mar da Galileia&quot; (1633), de Rembrandt Harmenszoon van Rijn (1606 - 1669)." /></div></a></div></div>



<p class="has-text-align-center"><br><em><a href="https://culturadefato.com.br/diversas-provas-de-jesus-cristo/">Diversas provas de Jesus Cristo</a></em>,<br>por <a href="https://culturadefato.com.br/author/blaisepascal/">Blaise Pascal</a></p>
</div></div>
</div></div></section>



<br>
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			</item>
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		<title>As biografias de Jesus foram preservadas?</title>
		<link>https://culturadefato.com.br/as-biografias-de-jesus-foram-preservadas/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Lee Strobel]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 09 Dec 2020 03:07:30 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cristianismo]]></category>
		<category><![CDATA[Alexandre o Grande]]></category>
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		<category><![CDATA[Tácito]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Quando soube que não havia nenhum exemplar original do Novo Testamento, fiquei muito cético. Se tudo que temos são cópias, pensei, como ter certeza de que o Novo Testamento que temos hoje é, no mínimo, semelhante aos originais?</p>
<p>O post <a href="https://culturadefato.com.br/as-biografias-de-jesus-foram-preservadas/">As biografias de Jesus foram preservadas?</a> apareceu primeiro em <a href="https://culturadefato.com.br">Cultura de Fato</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="has-text-align-center">Excerto do livro: “<a href="https://amzn.to/4av02aI" target="_blank" rel="noreferrer noopener sponsored nofollow">Em defesa de Cristo</a>”. Publicado pela <a href="http://www.editoravida.com.br/" target="_blank" rel="nofollow noopener noreferrer">Editora Vida</a>. <span data-tooltip-position="top" data-tooltip="ISBN: International Standard Book Number">ISBN</span>: 978-85-7367-561-0.<br>Atente: os parágrafos não estão reescritos de modo integral.</p>



<hr class="wp-block-separator has-css-opacity is-style-wide"/>



<br>



<p class="has-drop-cap"><strong>As</strong> <span data-tooltip="Excertos do primeiro capítulo. Resultado da entrevista concedida pelo Ph.D. Craig L. Blomberg, ao autor do livro, Lee Strobel (jornalista e ex-ateu)." data-tooltip-position="top"><strong>provas das testemunhas oculares</strong></span></p>



<p>Alguns estudiosos dizem que os evangelhos foram escritos muito depois dos acontecimentos por eles registrados. Com isso, as lendas que se desenvolveram durante esse período acabaram por contaminar sua redação, alçando Jesus de simples professor sábio ao mitológico Filho de Deus. O <span data-tooltip="Lee Strobel questionando Craig L. Blomberg." data-tooltip-position="top">senhor</span> acha razoável essa hipótese ou será que existem indícios suficientes de que a composição dos evangelhos é anterior a essa data, ou seja, antes que a lenda pudesse corromper totalmente o que ficou registrado?</p>



<br>



<hr class="wp-block-separator has-css-opacity is-style-dots"/>



<br>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow">
<p>As datas estabelecidas no meio acadêmico, mesmo nos círculos mais liberais, situam Marcos nos anos na década de 70, Mateus e Lucas na década de 80, e João na década de 90. Observe que essas datas ainda estão dentro do período de vida de várias pessoas que foram testemunhas oculares da vida de Jesus, inclusive daquelas que lhe foram hostis, e que por isso poderiam atuar como parâmetro de correção caso houvesse em circulação algum ensinamento falso sobre Jesus. Consequentemente, essas datas mais recentes para os evangelhos não são assim tão recentes. Na verdade, é possível fazer uma comparação muito instrutiva. As duas biografias mais antigas de <span data-tooltip-position="top" data-tooltip="Alexandre III da Macedônia, comumente conhecido como ''Alexandre, o Grande'' ou Alexandre Magno (356 a. C. - 323 a. C.): foi rei do reino grego antigo da Macedônia e um membro da dinastia argéada.">Alexandre, o Grande</span>, foram escritas por <span data-tooltip-position="top" data-tooltip="Lúcio Flávio Arriano Xenofonte (? - 82 d. C.): historiador da Roma Antiga. Nasceu em Nicomédia (atual İzmit).">Arriano</span> e <span data-tooltip-position="top" data-tooltip="Plutarco ou Lúcio Méstrio Plutarco (46 d. C. - 66 ou 67 d. C.): historiador, biógrafo, ensaísta e filósofo médio platônico grego, conhecido principalmente por suas obras Vidas Paralelas e Morália.">Plutarco</span> depois de mais de 400 anos da morte de Alexandre, ocorrida em&nbsp;323 a. C, e mesmo assim os historiadores as consideram muito confiáveis. É claro que surgiu um material lendário com o decorrer do tempo, mas isso só aconteceu nos séculos posteriores aos dois autores. Por outras palavras, nos primeiros 500 anos, a história de Alexandre ficou quase intacta. O material lendário começou a aparecer nos 500 anos seguintes. Portanto, comparativamente, é insignificante saber se os evangelhos foram escritos 60 ou 30 anos depois da morte de Jesus. Na verdade, a questão praticamente inexiste.</p>
</blockquote>



<p>Entendi o que Blomberg queria dizer. Ao mesmo tempo, tinha minhas reservas. Para mim, parecia intuitivamente óbvio que, quanto menor o lapso de tempo entre um acontecimento e o momento de seu registro, tanto menor a possibilidade de esse registro ser corrompido por lendas ou lembranças incorretas.</p>



<p>Voltemos à data de registro dos evangelho. O <span data-tooltip="Lee Strobel continua questionando Craig L. Blomberg com o objetivo de compor o primeiro capítulo de sua obra: ''Em defesa de Cristo''." data-tooltip-position="top">senhor acredita</span> que eles foram escritos possivelmente antes da data mencionada?</p>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow">
<p>Sim. Podemos confirmar isso pelo livro de Atos, escrito por <span data-tooltip-position="top" data-tooltip="Lucas, o Evangelista (? - 84 d. C.): nasceu em Antioquia (Turquia) e faleceu em Tebas (Grécia).">Lucas</span>. Atos termina, aparentemente, sem uma conclusão. <span data-tooltip-position="top" data-tooltip="Paulo de Tarso (5 a. C. - 67 d. C.): apóstolo de Cristo, nasceu em Tarso na Cilícia e faleceu em Roma.">Paulo</span> é a personagem principal do livro, e se encontra preso em Roma. É assim, abruptamente, que o livro acaba. O que acontece com Paulo? Atos não nos diz, provavelmente porque o livro foi escrito antes da morte dele.</p>
</blockquote>



<br>



<hr class="wp-block-separator has-css-opacity is-style-dots"/>



<br>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow">
<p>Isso significa que o livro de Atos não pode ser posterior a 62 d. C. Assim, podemos recuar a partir desse ponto. Uma vez que Atos é o segundo tomo de um volume duplo, sabemos que o primeiro tomo — o evangelho de Lucas — deve ter sido escrito antes dessa data. E já que Lucas inclui parte do evangelho de <span data-tooltip-position="top" data-tooltip="Marcos (10 a. C. - 68 d. C.): apostólo de Cristo, nasceu em Cirene (Pentápole Líbia) e faleceu em Alexandria.">Marcos</span>, isto significa que Marcos é ainda mais antigo. Se trabalharmos com a margem aproximada de um ano para cada um, chegaremos à conclusão de que Marcos foi escrito por volta de 60 d. C, talvez até mesmo em fins da década de 50. Se Jesus foi morto em 30 ou 33 d. C, temos aí um intervalo de, no máximo, 30 anos aproximadamente.</p>
</blockquote>



<br>



<hr class="wp-block-separator has-css-opacity is-style-dots"/>



<br>



<p><span data-tooltip="Excertos do terceiro capítulo. Resultado da entrevista concedida pelo Ph.D. Bruce M. Metzger (1914 - 2017), ao autor do livro, Lee Strobel (jornalista e ex-ateu)." data-tooltip-position="right"><strong>A prova documental</strong></span></p>



<p>Para ser sincero com o senhor — <span data-tooltip="Lee Strobel (Jornalista e ex-ateu) entrevistando o Ph.D. Bruce M. Metzger (1914 - 2017), objetivando compor o segundo capítulo (''A prova documental'') para a obra: ''Em defesa de Cristo''." data-tooltip-position="bottom">eu disse a Metzger</span> —, quando soube que não havia nenhum exemplar original do Novo Testamento, fiquei muito cético. Se tudo que temos são cópias de cópias, pensei, como ter certeza de que o Novo Testamento que temos hoje é, no mínimo, semelhante aos escritos originais? Como o senhor responderia a isso?</p>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow">
<p>Não é só a Bíblia que está nessa situação, outros documentos antigos que chegaram até nós também estão — replicou ele. — A vantagem do Novo Testamento, principalmente quando comparado com outros escritos antigos, é que muitas cópias sobreviveram.</p>
</blockquote>



<p>Qual a importância disso?</p>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow">
<p>Bem, quanto maior o número de cópias em harmonia umas com as outras, sobretudo se provêm de áreas geográficas diferentes, tanto maior a possibilidade de confrontá-las, o que nos permite visualizar como seriam os documentos originais. A única forma possível de harmonizá-los seria pela ascendência de todos eles à mesma árvore genealógica que representaria a descendência dos manuscritos.</p>
</blockquote>



<br>



<hr class="wp-block-separator has-css-opacity is-style-dots"/>



<br>



<p>Mas, e quanto à idade dos documentos? Não há dúvida de que isso também é importante, não é verdade?</p>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow">
<p>Exatamente, mas esse elemento é outro dado que favorece o Novo Testamento. Temos cópias que datam de algumas gerações posteriores ao escrito dos originais, ao passo que, no caso de outros textos antigos, talvez cinco, oito ou dez séculos tenham se passado entre o original e as cópias mais antigas que sobreviveram. Além dos manuscritos gregos, temos também a tradução dos evangelhos para outras línguas numa época relativamente antiga: para o latim, o <span data-tooltip="Dialeto do aramaico médio. Ramo ocidental da família linguística semita." data-tooltip-position="left">siríaco</span> e o <span data-tooltip="Idioma do Egito Antigo, da família linguística camito-semítica ou afro-asiática. Extinta no século XVII." data-tooltip-position="right">copta</span>. Além disso, temos o que podemos chamar de traduções secundárias feitas pouco depois, como a armênia e a gótica. Há várias outras além dessas: a georgiana, a etíope e uma grande variedade.</p>
</blockquote>



<p>De que forma isso nos ajuda?</p>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow">
<p>Mesmo que não tivéssemos nenhum manuscrito grego hoje, se juntássemos as informações fornecidas por essas traduções que remontam a um período muito antigo, seria possível reproduzir o conteúdo do Novo Testamento. Além disso, mesmo que perdêssemos todos os manuscritos gregos e as traduções mais antigas, ainda seria possível reproduzir o conteúdo do Novo Testamento com base na multiplicidade de citações e comentários, sermões, cartas etc. dos antigos pais da igreja.</p>
</blockquote>



<br>



<hr class="wp-block-separator has-css-opacity is-style-dots"/>



<br>



<h4 class="wp-block-heading">Uma montanha de manuscritos</h4>



<br>



<p>Quando o <span data-tooltip="Lee Strobel prossegue questionando Bruce M. Metzger (1914 - 2017)." data-tooltip-position="right">senhor</span> fala da multiplicidade de manuscritos, de que modo isso contrasta com outros livros antigos normalmente reputados pelos eruditos por confiáveis? Por exemplo, fale-me de escritos de autores da época de Jesus.</p>



<p class="img-direita"><a href="https://amzn.to/4av02aI" target="_blank" rel="noreferrer noopener sponsored nofollow"><img decoding="async" class="wp-image-4720" src="https://culturadefato.com.br/wp-content/uploads/2020/12/EmDefesaDeCristo.jpg" alt="Capa da obra &quot;Em defesa de Cristo&quot;,  escrita por Lee Strobel (jornalista e ex-ateu). Publicado pela Editora Vida, sob ISBN: 978-85-7367-561-0."></a>Metzger consultou algumas anotações à mão que tinha trazido, prevendo minha pergunta.</p>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow">
<p>Veja o caso de <a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/T%C3%A1cito" target="_blank" rel="nofollow noopener noreferrer">Tácito</a>, o historiador romano que escreveu os <a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Anais_(T%C3%A1cito)" target="_blank" rel="nofollow noopener noreferrer"><em>Anais</em></a> por volta de 116 d. C. — começou. — Seus primeiros seis livros existem hoje em apenas um manuscrito, copiado mais ou menos em 850 d. C. Os livros 11 a 16 estão em outro manuscrito do século XI. Os livros 7 a 10 estão perdidos. Portanto, há um intervalo muito longo entre o tempo em que Tácito colheu suas informações e as escreveu e as únicas cópias existentes. Com relação a <a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Fl%C3%A1vio_Josefo" target="_blank" rel="nofollow noopener noreferrer">Josefo</a>, historiador do século I, temos nove manuscritos gregos de sua obra <em><a href="https://amzn.to/3IUeZY6" target="_blank" rel="noreferrer noopener sponsored nofollow">Guerra dos judeus</a></em>, todos eles cópias feitas nos séculos X a XII. Existe uma tradução latina do século IV e textos russos dos séculos XI ou XII.</p>
</blockquote>



<p>Eram números impressionantes, sem dúvida. Existe apenas uma sequência muito tênue de manuscritos ligando essas obras antigas ao mundo moderno.</p>



<p>Só para comparar — perguntei —, quantos manuscritos do Novo Testamento grego existem ainda hoje?</p>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow">
<p>Há mais de 5 mil catalogados.</p>
</blockquote>



<p>Isso é incomum no mundo antigo? Qual seria o segundo colocado?</p>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow">
<p>O volume de material do Novo Testamento é quase constrangedor em relação a outras obras da Antigüidade. O que mais se aproxima é a <em><a href="https://amzn.to/43yahc2" target="_blank" rel="noreferrer noopener nofollow">Ilíada</a></em> de <a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Homero" target="_blank" rel="nofollow noopener noreferrer">Homero</a>, que era a bíblia dos antigos gregos. Há menos de 650 manuscritos hoje em dia. Alguns são muito fragmentários. Eles chegaram a nós a partir dos séculos 11 e <span data-tooltip="Mil em algarismo romano." data-tooltip-position="top">M</span> d. C. Se levarmos em conta que Homero redigiu seu épico em aproximadamente 800 a. C, veremos que o intervalo é bastante longo.</p>
</blockquote>



<p>“Bastante longo” era eufemismo; estávamos falando em mil anos! De fato, não havia comparação: a existência de manuscritos do Novo Testamento constituía uma prova surpreendente quando justaposta a outros escritos respeitados da Antiguidade — obras que os estudiosos modernos não relutam de forma alguma em considerar autênticas.</p>



<p>Minha curiosidade em relação aos manuscritos do Novo Testamento fora despertada. Pedi a Metzger que me descrevesse alguns deles.</p>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow">
<p>Os mais antigos são fragmentos de papiros, que era um tipo de material para escrita feito da planta do papiro que crescia às margens do delta do Nilo, no Egito — disse Metzger. — Existem atualmente 99 fragmentos de papiros com uma ou mais passagens ou livros do Novo Testamento. Os mais importantes já descobertos são os papiros <a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Papiro_Chester_Beatty" target="_blank" rel="nofollow noopener noreferrer">Chester Beatty</a>, achados por volta de 1930. Destes, o número 1 apresenta partes dos quatro evangelhos e do livro de Atos, datando do século III d. C. O papiro número 2 contém grandes porções de oito cartas de Paulo além de trechos de Hebreus, e a data gira em torno de 200 d. C. O papiro número 3 compreende uma seção enorme do livro de Apocalipse, com data do século III d. C. Um outro grupo de manuscritos de papiros importantes foi comprado por um bibliófilo suíço, <a href="https://en.wikipedia.org/wiki/Martin_Bodmer" target="_blank" rel="nofollow noopener noreferrer">Martin Bodmer</a>. O mais antigo deles, de aproximadamente 200 d. C, contém cerca de dois terços do evangelho de João. Um outro papiro, com partes dos evangelhos de Lucas e João, é do século III d. C.</p>
</blockquote>



<p>A essa altura, o intervalo entre a escrita das biografias de Jesus e os manuscritos mais antigos revelava-se extremamente pequeno. Mas qual é o manuscrito mais antigo? Será que é possível chegar aos manuscritos originais, que os especialistas chamam de “autógrafos”</p>



<br>



<h4 class="wp-block-heading">O refugo que mudou a história</h4>



<br>



<p>De todo o Novo Testamento, qual é a parte mais antiga que temos hoje?</p>



<p>Metzger não precisou refletir para responder.</p>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow">
<p>Um fragmento do evangelho de João com parte do capítulo 18. Tem cinco versículos, três de um lado, dois de outro e mede cerca de 6,5 por nove centímetros.</p>
</blockquote>



<p>Como foi descoberto?</p>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow">
<p>Foi comprado no Egito em 1920, mas passou despercebido durante anos em meio a outros fragmentos de papiros semelhantes. Em 1934, porém, <a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Papiro_P52" target="_blank" rel="nofollow noopener noreferrer">C. H. Roberts</a>, do Saint Johris College, de Oxford, trabalhava na classificação de papiros na <a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Biblioteca_Universit%C3%A1ria_John_Rylands" target="_blank" rel="nofollow noopener noreferrer">Biblioteca John Rylands</a>, em Manchester, na Inglaterra, quando percebeu imediatamente que havia deparado com um papiro em que se achava preservado um trecho do evangelho de João. Pelo estilo da escrita, ele foi capaz de datá-lo.</p>
</blockquote>



<p>E a que conclusão ele chegou? É muito antigo?</p>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow">
<p>Ele concluiu que o manuscrito era de cerca de 100 a 150 d. C. Muitos outros <span data-tooltip="Especialista no estudo de textos antigos e medievais." data-tooltip-position="bottom">paleógrafos</span> famosos, como sir <a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Frederic_G._Kenyon" target="_blank" rel="nofollow noopener noreferrer">Frederic Kenyon</a>, sir Harold Bell, Adolf Deissmann, W. H. P. Hatch, Ulrich Wilcken e outros, concordam com sua avaliação. Deissmann estava convencido de que o manuscrito remontava pelo menos ao reinado do <a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Adriano" target="_blank" rel="nofollow noopener noreferrer">imperador Adriano</a>, nos anos 117 a 138 d. C, ou até mesmo ao do<a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Trajano" target="_blank" rel="nofollow noopener noreferrer"> imperador Trajano</a>, entre os anos 98 e 117 d. C.</p>
</blockquote>



<br>



<p class="has-text-align-right img-esquerda"><a href="https://culturadefato.com.br/author/leestrobel/"><img decoding="async" class="wp-image-4732" src="https://culturadefato.com.br/wp-content/uploads/2020/12/LeeStrobel.jpg" alt="Lee Strobel"></a><br><br>Excertos do <span data-tooltip="As provas das testemunhas oculares" data-tooltip-position="top">primeiro</span> e do <span data-tooltip="A prova documental" data-tooltip-position="bottom">terceiro</span> capitulo da obra:<br><em><a href="https://amzn.to/4av02aI" target="_blank" rel="noreferrer noopener sponsored nofollow">Em defesa de Cristo</a></em>, de <a href="https://leestrobel.com/" target="_blank" rel="nofollow noopener noreferrer">Lee Strobel </a>(jornalista e ex-ateu)<br>Publicado pela <a href="http://www.editoravida.com.br/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Editora Vida</a>, sob <span data-tooltip="ISBN: International Standard Book Number." data-tooltip-position="bottom">ISBN</span>: 978-85-7367-561-0.</p>



<br>



<p class="has-background has-very-light-gray-background-color">Demais tópicos abordados na obra <em><a href="https://amzn.to/4av02aI" target="_blank" rel="noreferrer noopener sponsored nofollow">Em defesa de Cristo</a></em>:</p>



<br>



<p><strong>Parte I – Analisando os dados</strong></p>



<p>01. <span data-tooltip="Pode-se confiar nas biografias de Jesus?" data-tooltip-position="right">As provas das testemunhas oculares</span>, baseado em entrevista concedida por <a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Craig_Blomberg" target="_blank" rel="nofollow noopener noreferrer">Dr. Craig Blomberg</a>.<br>02. <span data-tooltip="As biografias de Jesus resistem à investigação minuciosa?" data-tooltip-position="right">Avaliando o testemunho ocular</span>, baseado em entrevista concedida por Dr. Craig Blomberg.<br>03. <span data-tooltip="As biografias de Jesus foram preservadas de modo confiável?" data-tooltip-position="right">A prova documental</span>, baseado em entrevista concedida por <a href="https://en.wikipedia.org/wiki/Bruce_M._Metzger" target="_blank" rel="nofollow noopener noreferrer">Dr. Bruce Metzger</a> (1914 – 2007).<br>04. <span data-tooltip="Existem evidências confiáveis a favor de Jesus além de suas biografias?" data-tooltip-position="right">A prova corroborativa</span>, baseado em entrevista concedida por <a href="https://en.wikipedia.org/wiki/Edwin_M._Yamauchi" target="_blank" rel="nofollow noopener noreferrer">Dr. Edwin Yamauchi</a>.<br>05. <span data-tooltip="A arqueologia confirma ou contradiz as biografias de Jesus?" data-tooltip-position="right">A prova científica</span>, baseado em entrevista concedida por <a href="http://www.wheaton.edu/Academics/Departments/Theology/Faculty-Emeriti/John-MacRay" target="_blank" rel="nofollow noopener noreferrer">Dr. John McRay</a>.<br>06. <span data-tooltip="O Jesus da história é o mesmo Jesus da fé?" data-tooltip-position="right">A prova da contestação</span>, baseado em entrevista concedida por <a href="https://en.wikipedia.org/wiki/Greg_Boyd_(theologian)" target="_blank" rel="nofollow noopener noreferrer">Dr. Gregory Boyd</a>.</p>



<br>



<p><strong>Parte II – Analisando Jesus</strong></p>



<p>07.&nbsp;<span data-tooltip="Jesus estava realmente convicto de que era o Filho de Deus?" data-tooltip-position="right">A prova da identidade</span>, baseado em entrevista concedida por <a href="https://en.wikipedia.org/wiki/Ben_Witherington_III" target="_blank" rel="nofollow noopener noreferrer">Dr. Ben Witherington</a>.<br>08.&nbsp;<span data-tooltip="Jesus estava louco quando afirmou ser o Filho de Deus?" data-tooltip-position="right">A prova psicológica</span>, baseado em entrevista concedida por Dr. Gary Collins.<br>09.&nbsp;<span data-tooltip="Jesus apresentou os atributos de Deus?" data-tooltip-position="right">A prova do perfil</span>, baseado em entrevista concedida por <a href="https://en.wikipedia.org/wiki/D._A._Carson" target="_blank" rel="nofollow noopener noreferrer">Dr. D. A. Carson</a>.<br>10.&nbsp;<span data-tooltip="Jesus — e só ele — enquadra-se no perfil do Messias?" data-tooltip-position="right">A prova das impressões digitais</span>, baseado em entrevista concedida por <a href="https://en.wikipedia.org/wiki/Louis_Lapides" target="_blank" rel="nofollow noopener noreferrer">Louis Lapides, Th.M</a>.</p>



<br>



<p><strong>Parte III – Pesquisando a ressurreição</strong></p>



<p>11. <span data-tooltip="A morte de Jesus foi uma fraude e sua ressurreição, um logro?" data-tooltip-position="right">A prova médica</span>, baseado em entrevista concedida por <a href="https://en.wikipedia.org/wiki/Alexander_Metherell" target="_blank" rel="nofollow noopener noreferrer">Dr. Alexander Metherell</a>.<br>12. <span data-tooltip="O corpo de Jesus realmente desapareceu do túmulo?" data-tooltip-position="right">A prova do corpo desaparecido</span>, baseado em entrevista concedida por <a href="http://www.reasonablefaith.org/william-lane-craig" target="_blank" rel="nofollow noopener noreferrer">Dr. William Lane Craig</a>.<br>13. <span data-tooltip="Jesus foi visto vivo depois de sua morte na cruz?" data-tooltip-position="right">A prova das aparições</span>, baseado em entrevista concedida por <a href="https://en.wikipedia.org/wiki/Gary_Habermas" target="_blank" rel="nofollow noopener noreferrer">Dr. Gary Habermas</a>.<br>14. <span data-tooltip="Existem fatos secundários que apontam para a ressurreição?" data-tooltip-position="right">A prova circunstancial</span>, baseado em entrevista concedida por <a href="https://en.wikipedia.org/wiki/J._P._Moreland" target="_blank" rel="nofollow noopener noreferrer">Dr. J. P. Moreland</a>.</p>



<br>



<p class="has-background has-very-light-gray-background-color"><strong>Nota do editor:</strong><br><br>A imagem associada a esta postagem ilustra recorte da obra: “Cristo carregando a cruz”, criada em 1580 pelo pintor, escultor e arquiteto grego <a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/El_Greco" target="_blank" rel="nofollow noopener noreferrer">El Greco</a> (1541 &#8211; 1614).</p>



<br>



<hr class="wp-block-separator">



<br>



<p>Em adendo, assista trecho de aula onde o filósofo <a href="http://www.olavodecarvalho.org/" target="_blank" rel="nofollow noopener noreferrer">Olavo de Carvalho</a> elucida dúvidas comuns relativas ao cristianismo:</p>



<figure class="wp-block-embed is-type-video is-provider-youtube wp-block-embed-youtube wp-embed-aspect-16-9 wp-has-aspect-ratio"><div class="wp-block-embed__wrapper">
<iframe loading="lazy" title="Aulinha de Cristianismo para Ateus" width="640" height="360" src="https://www.youtube.com/embed/bR7gNLOcYdY?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe>
</div></figure>



<br>
<p>O post <a href="https://culturadefato.com.br/as-biografias-de-jesus-foram-preservadas/">As biografias de Jesus foram preservadas?</a> apareceu primeiro em <a href="https://culturadefato.com.br">Cultura de Fato</a>.</p>
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