“Se a hipocrisia é a homenagem que o vício presta à virtude,
o cinismo é a afirmação ostensiva do vício como virtude.”
Olavo de Carvalho
Mesmo que o vírus da COVID-19 ainda não tenha sido isolado e sequenciado, a palhaçada das “variantes” não tem fim. Se o vírus original não foi isolado, como é possível constatar uma variante dele? 1
A Organização Mundial de Saúde disse estar monitorando uma nova variante da COVID-19 que cientistas acreditam ser potencialmente capaz de driblar a imunização tanto pelas vacinas quanto por infecção natural.
Chamada de “Mi” e sob a identificação científica de B.1.621, a mutação foi encontrada em pelo menos 39 países. Ela possui o que a OMS chamou de “uma constelação de mutações” que poderiam contornar a efetividade atual das vacinas. De acordo com a CNBC, a agência está monitorando diversas variantes “de preocupação” que poderiam sofrer mutações ao ponto de se tornarem “mais perigosas do que outras variações”.
A OMS mantém uma lista das variantes de preocupação (VOC) e variantes de interesse (VOI) que estão sob sua observação. Segundo a agência, a nomeação das variantes com nomes de letras do alfabeto grego é intencional, de modo a tornar sua referenciação “mais fácil e mais prática” para o “público não científico”.

Publicado originalmente no website do dr. Joseph Mercola (mercola.com). 2
Conteúdo veiculado pela CNBC:
https://www.cnbc.com/2021/09/01/who-says-it-is-monitoring-a-new
-covid-variant-called-mu.html.
Traduzido por Daniel Marcondes.
Notas da editoria:
Imagem de capa: “Coronavirus crisis on the Earth” (2020), da artista russa Olga Nikitina. ![]()
1. Nota do Tradutor. ![]()
2. Os artigos do site do dr. Joseph Mercola estão sendo deletados 48 horas após sua publicação. ![]()
Em adendo, atente as declarações do cientista PhD Joe Roseman:
