Entre ideias, fatos e ironias: março de 2026

Obra: "Piano", de kikooyou. Detalhes em: https://www.etsy.com/pt/listing/666345020/pintura-de-piano-de-casa-interior

Esta publicação reúne sete postagens imperdíveis de março de 2026: surpreenda-se com trechos do romance Admirável Mundo Novo; ouça composição de Ramsey Lewis que revela as características singulares deste falecido jazzista; descubra, com preocupação, uma Portaria do Governo Federal que parece saída das páginas de 1984; divirta-se com áudios e imagens; e, mais.

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Entre ideias, fatos e ironias: fevereiro de 2026

Recorte da obra: "Still Life with Fruit " (1855), de Severin Roesen (1815–1872).

Esta publicação reúne seis postagens imperdíveis de fevereiro de 2026: divirta-se com José Vasconcellos interpretando um vendedor; surpreenda-se com a Ukulele Orchestra of Great Britain; conheça o portal que o governo americano está desenvolvendo para permitir acesso a conteúdos censurados por governos ou legislações locais; leia sobre o inventor da champanhe. E muito mais.

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Entre ideias, fatos e ironias: janeiro de 2026

Olavo de Carvalho. Esboço à lápis grafite.

Esta publicação reúne dez postagens imperecíveis de janeiro de 2026. Divirta-se com cartoons relacionados ao período; conheça o instrumento musical castanholas; cansou de ouvir notícias da forma tradicional? Então ouça-as de forma cantada; quatro anos sem Olavo de Carvalho: de modo conciso, o que ele disse sobre a morte? E muito mais.

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Postagens selecionadas do Telegram (novembro de 2025)

Obra "Bolsonaro", por Lucimary Billhardt.

Esta publicação reúne seis postagens “imperecíveis” de novembro de 2025. Saiba no que as igrejas da Europa estão sendo convertidas; leia pequenos excertos de Ortodoxia e O Homem Eterno, de G. K. Chesterton; surpreenda-se com a mensagem deixada por Olavo de Carvalho para Bolsonaro — e muito mais.

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A “música ligeira” está praticamente morta

Recorte da obra: "A Orquestra da Ópera" (1868), de Edgar Degas (1834-1917).

“A crise ou mesmo o desaparecimento da ‘música ligeira’ reflete a crise da música contemporânea que deixou de ter criatividade e não tem qualquer qualidade harmónica, por um lado, e por outro lado traduz a falta de educação dos nossos jovens no que respeita à chamada ‘música clássica’ — porque a ‘música ligeira’, de certa forma, faz a simbiose entre a música clássica e a contemporânea.”

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