Apocalipse agora: Nova York por trás da cortina de ferro

Obra: "New York", de Oleg Ryzhkov.

Estou velho e doente demais para deixar este inferno, e já espero morrer na Nova York de Mamdani.
Dr. Alexander Nussbaum



Em 4 de novembro de 2025, a cortina de ferro1 desceu sobre a cidade de Nova York. Esse dia marca o fim desta cidade como centro financeiro e cultural. Marca também o final da vida judaica na cidade. Qual é a diferença entre o Monte Everest e a Nova York de Mamdani? Ambos são extremamente perigosos. Nenhum dos dois tem mercearias nem força policial. Mas o Monte Everest ainda receberá turistas.

A vida humana não tem valor no socialismo


A ideia de que a vida humana possua algum valor especial é um conceito estranho à maior parte da história e do pensamento humano. Esse valor só existe no Ocidente e somente após séculos de síntese entre os valores iluministas e os valores judaico-cristãos. Nas universidades, hoje dominadas pelo pós-modernismo, ensina-se que “um rato, um porco, um cachorro e um ser humano têm o mesmo valor moral.” A tragédia de Israel é que, desde antes da sua independência, enfrenta inimigos que não atribuem qualquer valor à vida de seus próprios filhos — muito menos à vida de crianças judias.

Quando um móvel velho se torna inconveniente, nós o quebramos e jogamos fora. Não há dilema moral nisso. Mas esse é o status da vida humana em qualquer lugar onde a combinação entre valores iluministas e valores judaico-cristãos não é reconhecida ou aceita.

É curioso quando socialistas, que não atribuem valor à vida humana, afirmam se preocupar com “corujas-pintadas”. No entanto, todo esse discurso serve para justificar o ataque ao capitalismo e à liberdade. A “crise” da coruja-pintada foi usada como pretexto para impedir construções e atividades madeireiras.2 Corujas, porém, não são exatamente uma espécie ameaçada: o plano da administração Biden previa gastar 1,4 bilhão de dólares para eliminar cerca de 450 mil corujas-de-barriga-listrada!3 Essa espécie é maior, mais forte, mais agressiva, possui dieta mais ampla e compete diretamente pelo mesmo território da coruja-pintada — e está vencendo. Isso se chama evolução. As corujas-pintadas e as corujas-de-barriga-listrada são tão próximas que podem produzir descendentes férteis, e o cruzamento já está acontecendo. “Corujas híbridas” podem ser o futuro. Mas, curiosamente, os “progressistas” tornam-se criacionistas fixistas quando a narrativa envolve a defesa de políticas que ajudam a destruir o capitalismo.

A vida humana não tem valor para o Hamas e para os islamistas que Mamdani apoia. Ela não terá valor na Nova York de Mamdani. Hitler foi um socialista e um “muçulmano disfarçado”. Mamdani é um socialista e um muçulmano declarado. Os judeus na cidade de Nova York têm o mesmo futuro que os judeus tiveram na Europa de Hitler.

Algumas previsões sobre a vida na cidade de Mamdani


Os nova-iorquinos devem lembrar que, Mamdani é um progressista apenas para derrubar a sociedade judaico-cristã — ele é, no fundo, um islamista. Claro, a curto prazo ele apoia drag queens fazendo proselitismo com crianças de seis anos nas escolas. Mas os progressistas, se souberem ler, deveriam pesquisar como os gays são tratados em países muçulmanos. Alguns amigos de Mamdani são bastante explícitos sobre como acham que gays deveriam ser tratados.

É claro que os filhos sionistas — “porcos e cães”4 — serão os primeiros a ser eliminados. Mas, eventualmente, também chegarão as chamadas “aulas de voo”5 para gays.

O socialismo funciona como uma teocracia brutal, mas o seu “deus” não é o Deus judaico-cristão — é o próprio Estado.

Estou velho e doente demais para deixar este inferno, e já espero morrer na Nova York de Mamdani.

Mudanças estão chegando a Nova York… fechamento de supermercados, escassez de alimentos, filas por pão. Como meu pai aprendeu quando jovem, pão embolorado e água são mais do que suficientes para os camaradas. Os hipsters que votaram em Mamdani e ficam indignados quando o venti chai latte com leite de amêndoas6 é preparado errado terão um rude despertar.

Os nova-iorquinos irão descobrir algumas coisas sobre os comunistas.


Você até pode eleger comunistas, mas não consegue tirá-los do poder depois. “Camaradas” não permitem que o povo escolha seus governantes novamente. Não espere que alguém que não seja comunista volte a controlar Nova York tão cedo.

“Socialista democrata” é apenas um rótulo elegante que estalinistas usam quando lhes convém. Socialistas defendem execuções públicas. Meu pai testemunhou isso com os próprios olhos quando viveu sob o chamado “socialista democrático” Joseph Stalin.

Mamdani vai fazer David Dinkins parecer Rudy Giuliani. Dinkins tolerou um pogrom. Mas aquilo vai parecer brincadeira de criança perto do pogrom que está por vir.

Mamdani vai administrar o golpe de misericórdia


Nova York vinha registrando cerca de quatrocentos homicídios por ano nos últimos anos, o que, para uma cidade do seu porte, é um número relativamente baixo.

Durante o governo de David “Pogrom” Dinkins, o pico chegou a 2.245 homicídios em 1990. Esse recorde vai ser facilmente ultrapassado poucos meses depois que Mamdani assumir o cargo.

Calculo que uma estimativa modesta do número de assassinatos na cidade de Nova York sob o governo de Mamdani seja uma taxa equivalente à de muitas cidades no México, Venezuela e Brasil: cem por 100 mil habitantes por ano. Essa taxa é endêmica nas Américas ao Sul dos Estados Unidos. Se a cidade de Nova York tem dez milhões de habitantes, legais e ilegais, isso se traduz em dez mil assassinatos por ano. Assassinato na cidade de Nova York será, na prática, legal.  Com a polícia sem financiamento, apenas os assassinatos de membros de alto escalão do partido serão investigados. Como se pode investigar dez mil assassinatos?

Vi três prefeitos de Nova York tentaram destruir a cidade: John Lindsay, David Dinkins e Bill de Blasio. Mas, em comparação a Mamdani, eles teriam causado apenas ferimentos superficiais. Mamdani, será quem dará o golpe de misericórdia.

Epílogo: Uma explicação do que aconteceu


Como alguém cujas ideias já foram responsáveis por centenas de milhões de mortes, e que tem aliados ligados ao atentado do World Trade Center, consegue vencer a eleição para prefeito com uma enorme margem de votos?

Como alguém cujas crenças já foram responsáveis ​​por centenas de milhões de mortes, cujos amigos e associados explodiram o World Trade Center, pode vencer a eleição para prefeito com uma vitória esmagadora? Nova York era um antro de depravação moral. Mamdani é o castigo moderno para Sodoma e Gomorra. Uma cidade “progressista e moderna” será destruída por um governo progressista e moderno. Mamdani é o fogo e o enxofre que punirá Nova York por seus pecados.


Por Dr. Alexander Nussbaum.
Traduzido do inglês pela editoria da Cultura de Fato. Para acessar o artigo original, clique aqui.


Notas do tradutor:

  1. Metáfora que faz referência à Cortina de Ferro da Guerra Fria: a barreira ideológica que separava o mundo comunista (ditaduras socialistas do Leste Europeu) do Ocidente democrático. Subir
  2. As corujas-pintadas vivem em florestas antigas. Para protegê-las, foi proibida a exploração de madeira em grandes áreas, o que impactou a economia madeireira e resultou em perda de empregos. Depois, descobriu-se que o principal problema para a sobrevivência da espécie não era a atividade humana, mas sim outra coruja: a coruja-de-barriga-listrada, maior, mais agressiva, com dieta mais variada e que disputa o mesmo território. Subir
  3. https://noticiasambientales.com/animais/a-polemica-medida-de-donald-trump-contra-as-corujas-1300-milhoes-para-mata-las/ Subir
  4. Expressão que reflete linguagem típica de grupos jihadistas como Hamas ao se referirem a judeus e israelenses, utilizando termos que visam desumanizar o inimigo. Subir
  5. O autor faz referência às execuções de homossexuais realizadas por grupos jihadistas (como o ISIS), que jogavam pessoas de edifícios altos como forma de punição pública. Subir
  6. Venti chai latte é uma bebida de cafeteria, especialmente conhecida na rede Starbucks. Subir

Nota da editoria:

Imagem da capa: “New York” (1911), de Oleg Ryzhkov.




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