Do Natal ao paganismo

Recorte da obra: "Natividade" (1529 – 1530), de Antônio da Correggio (1489 - 1534).

“O Natal virou símbolo, também, de incorreção política. Papai Noel é politicamente correto. O Menino Jesus, não. E, por isso, sumiu Ele do seu próprio Natal. O trenó é politicamente correto; o presépio, não. A árvore de Natal é politicamente correta; a manjedoura, não. A ceia da noite de 24 de dezembro é politicamente correta; a Sagrada Família, não.”

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Postagens selecionadas do Telegram (novembro e dezembro de 2024)

Presépio

Esta publicação reúne dez postagens “imperecíveis” realizadas entre novembro e dezembro de 2024. Faça downloads de crônicas recitadas por Salomão Schvartzman, leia notícias imprescindíveis, divirta-se com cartoons, ouça música, medite sobre um dos pensamentos de Louis Lavelle. Enfim, consulte esta postagem repleta de entretenimentos e utilidades.

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O perigo das ideias

Obra: "Crispin and Scapin", por Honoré Daumier (1808 – 1879)

“Sabemos que no campo de batalha da guerra cultural as principais armas são as ideias… (…) Contra os adultos usam artilharia ostensiva, bombardeio pesado; quando querem nos enfiar alguma ideia goela abaixo, atiram de todos os lados: redes sociais, televisão, jornais, livros, músicas, filmes e peças de teatro, o tempo todo, sem parar, vinte e quatro horas por dia.”

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