“Literatura, artes plásticas, cinema, televisão e música frequentemente operam como sismógrafos do tempo, captando vibrações invisíveis antes de que se tornem eventos concretos.”
Leia mais...Consequências da Revolução Francesa
“A revolução foi uma ruptura em todos os domínios. Primeiramente, no domínio político […] Ruptura no domínio das instituições e das leis: mil anos de leis, de costumes, de instituições, de privilégios e de liberdades, abolidos de repente, sem motivos. Ruptura e degradação de uma sociedade: de um dia para o outro.”
Leia mais...A barbárie legalizada: civilização sem Deus, justiça sem alma
“A modernidade acreditou que poderia dominar a natureza sem obedecer a nenhuma lei superior. Conseguiu dominar a matéria, mas perdeu o domínio de si mesma. O homem moderno não é livre — é escravo dos próprios impulsos, das próprias ideologias e das próprias contradições.”
Leia mais...O novo ano e a taxa de retorno eleitoral
“Aproveitando, de cabo a rabo o fato de que a maioria do povo brasileiro divide o seu tempo em trabalho e jogos de futebol e acompanhamento do time do coração, os nossos parlamentares resolveram que o melhor destino para os impostos está na acomodação das despesas em ano eleitoral.”
Leia mais...Postagens selecionadas do Telegram (dezembro de 2025)
Esta publicação reúne seis postagens imperecíveis de dezembro de 2025. Divirta-se com José Vasconcellos, o “pai” da comédia stand-up no Brasil; compreenda, em apenas dois parágrafos, qual é a postura correta de um juiz e por quê; descubra a verdadeira beleza do Natal em um excerto da obra L’Année Liturgique, de Dom Prosper Guéranger; e muito mais.
Leia mais...A que ponto chegamos!
“Há eleições, mas sem escolha popular, em países como Coreia do Norte, Rússia, Laos, Cuba, Vietnã, Venezuela e Nicarágua. Esquecemos algum país?
Em todas essas nações há hegemonia partidária, oposição perseguida, justiça eleitoral controlada ou mídia censurada. Esquecemos fator?”
Leia mais...Do Natal ao paganismo
“O Natal virou símbolo, também, de incorreção política. Papai Noel é politicamente correto. O Menino Jesus, não. E, por isso, sumiu Ele do seu próprio Natal. O trenó é politicamente correto; o presépio, não. A árvore de Natal é politicamente correta; a manjedoura, não. A ceia da noite de 24 de dezembro é politicamente correta; a Sagrada Família, não.”
Leia mais...A necessidade de uma doutrina conservadora
“Mentes habituadas a raciocinar apenas em termos de ‘propostas e ação’ identificaram no conservadorismo somente a reação, rebaixando-o a uma categoria intelectual inferior.”
Leia mais...Quando o tempo andava devagar
“Cresci acreditando que o tempo era um rio manso. As horas se estendiam em silêncio, e a vida acontecia num compasso quase artesanal. A gente esperava mais, desejava mais, sonhava mais — e, paradoxalmente, sofria menos com essa espera. Havia sabor no intervalo entre uma coisa e outra.”
Leia mais...Prece e soneto de Natal
“Neste Natal de 2002, minha prece é: Por cima de todos os ‘consensos’, Senhor, concede-nos o dom de buscar, amar e obedecer à Tua verdade.”
Leia mais...



