O genocídio dos europeus programado pela Esquerda

Esterilizem-se! Oba!

O mundo tem atualmente 6,8 bilhões de pessoas. E está a caminho de chegar a 9 bilhões. Agora, se fizermos um grande trabalho em novas vacinas, cuidados de saúde e serviços de saúde reprodutivos, poderíamos diminuir essa cifra, talvez, 10% ou 15%, mas veríamos um aumento aproximado de 1,3%.”

Bill Gates em palestra no fórum TED de 2010. Para assistir, clique aqui.

* Notas da editoria



Na imagem de capa (de Londres), aqui em cima, vemos um convite público do governo britânico aos cidadãos brancos: “esterilizem-se, para que as cidades fiquem menos apinhadas de gente”.

Esta mensagem é passada como sendo virtuosa, e utiliza até, cinicamente, figuras de crianças brancas no cartaz.

Importar MagotesPorém, ao mesmo tempo que os governos europeus controlados pela Esquerda (“World Economic Forum”, alguns magnatas como George Soros, Bill Gates, etc) pediam aos brancos para se suicidarem como etnia, importavam outras etnias aos magotes — como podemos ver na segunda imagem.

O racismo da Esquerda é radical, no sentido em que defende o genocídio dos europeus como política de Estado.

Esta política demográfica genocida e anti-europeia é basicamente irracional: o único critério inteligível e lógico é o de que “qualquer coisa é melhor do que a atual demografia com brancos em maioria”.

Para a Esquerda, e por razões puramente ideológicas, os brancos europeus representam o demónio; e, portanto, é preferível, até, a existência de marcianos em circulação do que de brancos.


Por Orlando Braga.
Originalmente publicado em 22 de setembro de 2025, no website do autor.


Subir com fundo cinza Notas da Editoria:

1. A grande mídia afirma que, “Gates não deseja matar pessoas ou provocar uma redução populacional forçada, mas sim promover melhorias em saúde, vacinas e serviços que podem diminuir o crescimento populacional” (sic) — Leia: https://checamos.afp.com/doc.afp.com.9N27ZV. A lógica seria que, quando há alta mortalidade infantil as famílias tendem a ter mais filhos, pois sabem que parte deles não chegará à idade adulta.

2. Diversas fontes indicam que a foto de capa é de 2019. No entanto, como se observa — inclusive pelo tópico “Saiba mais, leia” (abaixo) —, o assunto continua em voga.

3. Artigo minimamente modificado por questões técnicas (posicionamento da imagem de capa) e pelo fato da versão original ter sido escrita em português de Portugal. Para acessá-la, clique aqui.


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