“Quando o Brasil fez o L (ou o L foi feito), o poder político foi assumido por um grupo que reúne o velho antiamericanismo da UNE, o revolucionarismo latino-americano que teve espelho e alma em Havana e um ativismo extremista que faz estragos ortodoxos e heterodoxos na educação, na cultura, na economia e na política brasileira desde os anos 60.”
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