“Na obra Ortodoxia, o autor, G. K. Chesterton, explica: A mente de um louco é rápida, pois não é embaraçada pelo senso de humor, pela caridade ou pelas certezas das experiências. É mais lógica por perder certos afetos da sanidade.”
Leia mais...Tag: G. K. Chesterton
E o PL da “Adultização” nada diz sobre emissoras de TV?
“O foco desse projeto [PL da ‘Adultização’], de tanto interesse do governo, não são crianças e adolescentes. É o controle das redes e a autorização para regulamentar uma autoridade nacional.”
Leia mais...Degeneração da Justiça
“Não há diferenças naturais entre homens e mulheres. É a sociedade que atribui a cada sexo um papel determinado. Esse papel é chamado ‘gênero’, e deve ser ‘desconstruído’. A mulher não é mais emotiva, nem o homem é mais racional.”
Leia mais...G. K. Chesterton: um trecho da obra “O que há de errado com o mundo”
“A partir do momento em que atribuímos a uma nação a unidade e a simplicidade de um animal, começamos a pensar de forma selvagem. Não é porque todo homem é bípede que cinquenta homens formarão uma centopeia.”
Leia mais...Cem frases de G. K. Chesterton
Nesta postagem, reunimos cem pensamentos do escritor, jornalista, poeta, ensaísta e apologista cristão Gilbert Keith Chesterton, antecedidos de uma breve biografia.
Leia mais...Contos de fadas
“Os contos de fadas são por natureza não apenas morais no sentido de serem inocentes, mas morais no sentido de serem didáticos, morais no sentido de moralizarem.”
Leia mais...Eu acredito, eu posso: Narciso no espelho
“Onde estão as pessoas sensatas o suficiente para duvidar de si mesmas, e reconhecer que não têm condição de dar sentido à própria vida?”
Leia mais...Paradoxos do cristianismo
“A vida não é um ilogismo; todavia, é uma cilada para os lógicos. Parece simplesmente um pouco mais matemática e regular do que é; sua exatidão é óbvia, mas sua inexatidão está escondida; sua loucura está à espreita.”
Leia mais...O espírito de Natal
“O período natalino é doméstico; e por esta razão a maioria das pessoas se preparam para ele apertando-se em ônibus, esperando em filas, correndo pelos metrôs, comprimindo-se em casas de chá, e imaginando quando ou se vão chegar em casa algum dia. Não sei se alguns não desaparecem para sempre.”
Leia mais...Uma defesa das histórias de detetive
“Para se captar a verdadeira razão psicológica da popularidade das histórias de detetive, precisamos nos livrar do mero palavrório. Não é verdade, por exemplo, que a multidão prefira a má à boa literatura, aprovando as histórias de detetives porque são ruins. A mera ausência de sutileza artística não torna um livro popular.”
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