* Acesse apanhados de outros períodos. Links acessíveis no término desta postagem.
Sumário
- Piada boa é piada curta! (política e humor)
- Estudo em imersão e estudo contínuo (ensino)
- Uma música que você ouviu centenas de noites, mas talvez nem saiba que é música! (música)
- Olavo tem razão! (política)
- A batina: é o traje de um formando universitário! (cristianismo)
- Trecho do livro Infocracia, de Byung-Chul Han (filosofia)
1. Piada boa é piada curta! 
Uma fervorosa militante do PT deu aos seus trigêmeos os nomes de Lula, Petê e Brasília.
O marido, metalúrgico, ligou do trabalho para saber notícias dos filhos.
— Estão todos bem, disse a militante. Lula está brincando com seu aviãozinho, Petê está
mamando quietinho, só Brasília é que está toda cagada.
Observação: piada recebida de minha prima Terezinha Preis Garcia.
Publicada na página de Félix Maier, no portal Recanto das Letras.
Republicado em nosso canal do Telegram, em 13 de outubro de 2026.
2. Estudo em imersão e estudo contínuo 

Publicado em nosso canal do Telegram, em 3 de outubro de 2026.
3. Uma música que você ouviu centenas de noites, mas talvez nem saiba que é música! 
Sobretudo se você tem aproximadamente 50 anos, há uma enorme possibilidade de que você tenha escutado parte desta música quase todas as noites, ou ao menos em muitas delas.
Ouviu um trecho e não obteve nenhuma lembrança? Avance para 2m:18s.
The Varsity Drag,
por Johnny Williams.
Publicado em nosso canal do Telegram, em 30 de outubro de 2026.
4. Olavo tem razão! 
No condomínio em que eu morava havia um morador jovem, um chinês que “arranhava” nosso idioma.
Um dia, por causa da falta de luz, algumas pessoas se acumularam no térreo, esperando que o elevador voltasse a operar — algumas estavam com seus pets —, e ele, no meio de todos, disse: “Na China, eu comia carne de cachorro como vocês comem carne bovina”. A maioria não conseguiu esconder a revolta contra ele, que disse mais de uma vez: “Eu não matava, não tenho coragem, assim como vocês provavelmente não têm coragem de matar um boi”.
Aí constatei: “Olavo tem razão”, a cultura é a força motriz. Se algum morador ali presente tivesse nascido no mesmo local daquele jovem, muito possivelmente agiria e pensaria como o chinês.
Então, ficou claríssimo o motivo pelo qual partidos e políticos desejam tanto destruir a cultura para “produzir” uma outra e nova cultura.
Eles entraram nas mídias, nas escolas e em demais instituições e cultivam o oposto do que está estabelecido (homossexualismo, aborto, bandidagem, etc.). Claro, consequentemente também criam divisões: o homossexual contra o heterossexual, o rico contra o pobre, o branco contra o negro, assim como “a China” jogou quem come carne bovina contra quem come carne canina. Por fim, colocam-se como “juízes”, claro, que necessitam de poder sobre tudo e todos.
Essa engenharia social fica tão enraizada em muitas pessoas que falar mal do partido ou do representante partidário delas é o mesmo que falar mal delas próprias. Já não diferenciam uma coisa da outra. Elas não veem diferenças entre seu próprio ser e suas ideologias. Trocar vermelho por amarelo e verde é, para elas, questão de sobrevivência.
Atualmente, parece que só a direita é capaz de questionar a direita. Entre esquerdistas, só há balançares de cabeça, indicando ininterrupta concordância e clara doutrinação.
Oremos para que essa maligna doutrinação possa ter um recuo no próximo ano, por meio da ação que fizemos ou iremos realizar ainda hoje.
Por Eric M. Rabello, Editor da Cultura de Fato.
Publicado em nosso canal em Telegram, em 25 de outubro de 2026,
durante o segundo turno das eleições presidenciais.
5. A batina: é o traje de um formando universitário! 
Publicado em nosso canal do Telegram, em 10 de outubro de 2026.
6. Trecho do livro Infocracia, de Byung-Chul Han 
Os influencers no YouTube e no Instagram também interiorizaram técnicas de poder neoliberais. Não importa se influencer Fitness, de beleza ou de viagem, invocam sem parar liberdade, criatividade e autenticidade. Propagandas, nas quais os produtos enviados encaixam em sua autoencenação, não passam a sensação de serem maçantes. São, assim, especialmente procuradas e cobiçadas, enquanto anúncios convencionais no YouTube são excluídos pelo Ad-Blocker.
Os influencers são adorados como modelos. Tudo assume, desse modo, uma dimensão religiosa. Influenciadores do tipo de treino motivacional se comportam como se fossem redentores. Os Followers, os seguidores, se comportam como discípulos, participando de sua vida, na medida em que compram produtos que pretendem consumi-los em seu próprio cotidiano encenado. Os followers participam, assim, de uma eucaristia digital. Mídias sociais se assemelham a uma igreja: Like é amém. Compartilhar é comunicação. Consumo é redenção.
A repetição como dramaturgia do influencer não leva ao tédio e à rotina. Ao contrário, dá ao todo o caráter de uma liturgia. Ao mesmo tempo, os influenciadores deixam aparecer produtos de consumo como utensílios de autorrealização. Desse modo, consumimo-nos até a morte, enquanto nos realizamos para a morte. Consumo e identidade se tornam a mesma coisa. A identidade é, ela própria, uma mercadoria.
Excerto da obra Infocracia, de Byung-Chul Han.
Publicado em nosso canal do Telegram, em 15 de outubro de 2026.
Nota da editoria:
A imagem da capa é um recorte da obra: “Um Entretenimento Eleitoral” (1754-1755), de William Hogarth (1697–1764).















































