Do Natal ao paganismo

Recorte da obra: "Natividade" (1529 – 1530), de Antônio da Correggio (1489 - 1534).

“O Natal virou símbolo, também, de incorreção política. Papai Noel é politicamente correto. O Menino Jesus, não. E, por isso, sumiu Ele do seu próprio Natal. O trenó é politicamente correto; o presépio, não. A árvore de Natal é politicamente correta; a manjedoura, não. A ceia da noite de 24 de dezembro é politicamente correta; a Sagrada Família, não.”

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Postagens selecionadas do Telegram (novembro de 2025)

Obra "Bolsonaro", por Lucimary Billhardt.

Esta publicação reúne seis postagens “imperecíveis” de novembro de 2025. Saiba no que as igrejas da Europa estão sendo convertidas; leia pequenos excertos de Ortodoxia e O Homem Eterno, de G. K. Chesterton; surpreenda-se com a mensagem deixada por Olavo de Carvalho para Bolsonaro — e muito mais.

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Postagens selecionadas do Telegram (setembro de 2025)

Obra: "Guitar Sound" (2023), de Paul Cheng.

Esta publicação reúne seis postagens “imperecíveis” de setembro de 2025. Conheça o músico que cantava coaxando como um sapo, relembre ou surpreenda-se com a canção Sleep Walker da dupla Santo & Johnny, espante-se com os mosaicos dos primeiros séculos que patenteiam: “Jesus Cristo é Deus” e foram descobertos recentemente, e muito mais.

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O cristianismo como ideia

Obra "Creation of Adam", por Bradley J. Parrish

“Em Deus, ser e conhecer coincidem completamente; em nós, porém, não é assim. Mas justamente o fato de sermos feitos à Sua imagem e semelhança é o que nos permite aspirar, neste nosso estado, a um nível ontológico superior, no qual esse hiato entre ser e conhecer — e as tensões próprias da experiência humana que ele acarreta — possa ser transcendido e superado finalmente.”

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