Do Natal ao paganismo

Recorte da obra: "Natividade" (1529 – 1530), de Antônio da Correggio (1489 - 1534).

“O Natal virou símbolo, também, de incorreção política. Papai Noel é politicamente correto. O Menino Jesus, não. E, por isso, sumiu Ele do seu próprio Natal. O trenó é politicamente correto; o presépio, não. A árvore de Natal é politicamente correta; a manjedoura, não. A ceia da noite de 24 de dezembro é politicamente correta; a Sagrada Família, não.”

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Quando uma criança e um chimpanzé foram criados juntos

“Quando o filho do casal, Donald, tinha apenas dez meses, os pais e psicólogos Winthrop e Luella Kellogg decidiram criá-lo junto com um filhote de chimpanzé (…), em uma casa temporária na Flórida, próxima a um centro de pesquisas de primatas. Winthrop já havia escrito sobre as possibilidades de humanizar o macaco, e o nascimento de um filho ofereceu-lhe essa oportunidade.”

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Cientistas nada científicos

Obra: "DNA Scientific".

“O livro [Ciência, Intolerância e Fé] faz uma abordagem séria e ao mesmo tempo acessível do conflito de fundo entre ciência e fé, mostrando que, mais do que ter respostas, é necessário aprender a fazer as perguntas corretas. Dessa forma, desmascara pressupostos tidos como ‘científicos’, mas que constituem crenças do materialismo ou naturalismo.”

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