Skip to content
7 de junho de 2026
Artigos recentes:
  • Excertos de “O Jardim das Aflições”: por que a cultura importa?
  • O quinto e o sexto
  • É evolução mesmo?
  • Montello, Petrucciani e a vergonha.
  • Entre ideias, fatos e ironias: maio de 2026
  • A última crônica
  • Mexa-se!
  • A burrice de Espinosa
  • Profissionais disformes
  • Páginas esquecidas
  • Falemos, então, sobre escândalos
  • Sacerdotes: homens que escolheram a melhor parte
  • “Teratomaquia”, de Douglas Alfini Jr.
  • A ideologia do medo
  • Bugigangas são só bugigangas
  • O Conservador deve evitar a confusão entre “gênero” e “sexo”
  • Entre ideias, fatos e ironias: abril de 2026
  • Manifesto contra as cidades
  • O homem conservador
  • O pensamento de Gramsci
  • Um cemitério de verdades
  • O mistério da iniquidade: o mal como ausência de Deus em Santo Agostinho
  • A fé incomoda o poder. A ciência explica o porquê.
  • Proposta para a Copa: cotas para japonês
  • O fundamento natural da estética
Cultura de Fato
  • Artes e Literatura
  • Cristianismo
  • Ensino
  • Filosofia e História
  • Política e Economia
  • Suplementos
  • Mais Cultura
    • Objetivos
    • Quem somos
    • Mapa do website
    • Downloads
      • Artes e literatura
      • Cristianismo
      • Ensino
      • Filosofia e história
      • Política e economia
      • Suplementos
    • Links
    • Entre em contato
Oriente-se:
  • Início
  • 2026
  • Page 6

Ano: 2026

Por que “1984” ainda não passou

19 de janeiro de 202619 de janeiro de 2026 Editoria Cultura de Fato
Recorte da obra: "Metrópolis" (1916 - 1917), de George Grosz (1893 - 1959).

“Atualmente, não sem razão, muito se fala sobre a obra 1984, de George Orwell. Escrita em 1948, o romance expõe a visão — ou, talvez, os alertas — do autor sobre um futuro marcado pelo controle, pela manipulação e pela supressão da liberdade.”

Leia mais...
Artes e Literatura Filosofia e História 

O parlamento e a Casa da Pólvora

18 de janeiro de 202618 de janeiro de 2026 Percival Puggina
Recorte da gravura Los Disparates (Disparate nº 2, publicada em 1864), de Francisco de Goya (1746–1828). A obra integra a série Los Disparates — conjunto de gravuras concebidas entre aproximadamente 1815 e 1823 e publicadas postumamente — nas quais Goya explora, de forma alegórica e sombria, o medo, a violência e o exercício irracional do poder.

“Cuba, Venezuela e Irã são exemplos desafortunados, cuja história transcorre sob nossos olhos sem que aproveitemos quanto nos ensinam sobre poderes que podem tudo.”

Leia mais...
Filosofia e História Política e Economia 

Inteligência instrumental: o que significa ser inteligente

15 de janeiro de 202615 de janeiro de 2026 Fabio Blanco
Recorte da obra: "O Astrônomo" (1668), de Johannes Vermeer (1632-1675).

“Longe de ser um estado, a inteligência é, na verdade, um instrumento. […] a ferramenta que nos permite interpretar a realidade e que nos auxilia a entender aquilo que observamos.”

Leia mais...
Filosofia e História 

Saudade é o amor que fica!

13 de janeiro de 202613 de janeiro de 2026 Rogério Brandão
Recorte da obra: "Saudade"(1899), de Almeida Júnior (1850 – 1899).

Um médico relembra a marcante história de uma criança com câncer que lhe ensinou, com maturidade e fé, que “saudade é o amor que fica”.

Leia mais...
Suplementos 

A arte como presságio: quando a ficção antecipa o real

12 de janeiro de 202613 de janeiro de 2026 Douglas Alfini Jr.
Recorte da obra: "O Sonho da Razão Produz Monstros" (1797-1798), de Francisco de Goya (1746–1828).

“Literatura, artes plásticas, cinema, televisão e música frequentemente operam como sismógrafos do tempo, captando vibrações invisíveis antes de que se tornem eventos concretos.”

Leia mais...
Artes e Literatura Filosofia e História 

Consequências da Revolução Francesa

8 de janeiro de 20268 de janeiro de 2026 Diversos
Obra: "Une exécution capitale, place de la Révolution" (1793), de Pierre-Antoine Demachy (1723 – 1807).

“A revolução foi uma ruptura em todos os domínios. Primeiramente, no domínio político […] Ruptura no domínio das instituições e das leis: mil anos de leis, de costumes, de instituições, de privilégios e de liberdades, abolidos de repente, sem motivos. Ruptura e degradação de uma sociedade: de um dia para o outro.”

Leia mais...
Filosofia e História 

A barbárie legalizada: civilização sem Deus, justiça sem alma

4 de janeiro de 20264 de janeiro de 2026 Patrícia Castro
Obra: "A Entrada de Cristo em Bruxelas" (1888), de James Ensor (1860 - 1949).

“A modernidade acreditou que poderia dominar a natureza sem obedecer a nenhuma lei superior. Conseguiu dominar a matéria, mas perdeu o domínio de si mesma. O homem moderno não é livre — é escravo dos próprios impulsos, das próprias ideologias e das próprias contradições.”

Leia mais...
Filosofia e História 

O novo ano e a taxa de retorno eleitoral

2 de janeiro de 20262 de janeiro de 2026 Gilberto Simões Pires
Recorte da obra: "Gargantua" (1831), de Honoré-Victorien Daumier (1808 - 1879).

“Aproveitando, de cabo a rabo o fato de que a maioria do povo brasileiro divide o seu tempo em trabalho e jogos de futebol e acompanhamento do time do coração, os nossos parlamentares resolveram que o melhor destino para os impostos está na acomodação das despesas em ano eleitoral.”

Leia mais...
Política e Economia 

Navegação por posts

Publicações mais novas

Mais lidos da semana

Sugestão de leitura

Capa da obra: "Crônicas do Invisível", escrita por Douglas Alfini Jr. ISBN-10: 6500198158 / ISBN-13: 978-6500198157.

Marcadores

Aborto Apologética Aquecimento Global Aristóteles Ateísmo Bolsonaro C. S. Lewis Capitalismo Catolicismo Comunismo Conservadorismo COVID-19 Cristianismo Democracia Engenharia Social Excerto de Livro Fascismo G. K. Chesterton Hitler Humor Ideologia de Esquerda Igreja Católica Jesus Cristo Karl Marx Liberdade Luiz Inácio Lula da Silva Lula Marxismo Moralidade Mídia Sem Máscara Nazismo Nova Ordem Mundial Olavo de Carvalho Platão Politicamente Correto PT Revista Catolicismo Santo Agostinho Socialismo Sofrimento STF São Tomás de Aquino Sócrates Telegram Totalitarismo

Publicidade

Artigos recentes

Recorte da obra: "Corner of a Library" (1711), de Jan van der Heyden (1637-1712).

Excertos de “O Jardim das Aflições”: por que a cultura importa?

Recorte da obra: "O Jardim do Éden com a Queda do Homem" (c. 1615), de Peter Paul Rubens (1577-1640).

O quinto e o sexto

Recorte da obra: "The Village Lawyer’s Office" (1618), de Pieter Brueghel The Younger (1565–1636).

É evolução mesmo?

Recorte da obra: "The Voyage of Life Manhood" (1842), de Thomas Cole (1801–1848).

Montello, Petrucciani e a vergonha.

Recorte da ilustração: "Retro Digital Art Illustration", por Magnific.

Entre ideias, fatos e ironias: maio de 2026

Obra: "Carruagem de Terceira Classe" (1863-65), de Honoré Daumier (1808-1879).

A última crônica

Mais Cultura de Fato

  • Objetivos
  • Quem somos
  • Mapa do website
  • Downloads
  • Links
  • Entre em contato

Direitos autorais e responsabilidades

Toda postagem publicada em Cultura de fato é de responsabilidade exclusiva do respectivo autor.

Reproduções são consentidas desde que acompanhadas de inteligível citação da fonte e link.

…

Cultura de Fato para evocar inteligência, responsabilidade e ética!