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	<title>Arquivos Moralidade &#8226; Cultura de Fato</title>
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	<description>Cultura para evocar inteligência, responsabilidade e ética!</description>
	<lastBuildDate>Tue, 19 May 2026 03:00:53 +0000</lastBuildDate>
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	<title>Arquivos Moralidade &#8226; Cultura de Fato</title>
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		<title>Falemos, então, sobre escândalos</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Percival Puggina]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 19 May 2026 03:00:22 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Política e Economia]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>“Eles [esquerdistas] sabem que o eleitor conservador, de direita, diferentemente do eleitor de esquerda, é intransigente com a corrupção. Como regra geral, abalada a confiança, arranhado o cristal, vão-se o vinho, a taça e os votos.”</p>
<p>O post <a href="https://culturadefato.com.br/falemos-entao-sobre-escandalos/">Falemos, então, sobre escândalos</a> apareceu primeiro em <a href="https://culturadefato.com.br">Cultura de Fato</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="has-text-align-center wp-block-paragraph">“<em>O pior analfabeto é o analfabeto político.</em>”<br><span data-tooltip-position="top" data-tooltip="Eugen Berthold Friedrich Brecht (1898-1956) foi um dramaturgo e poeta alemão do século XX.">Bertolt Brecht</span> (1898-1956)</p>



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<p class="has-drop-cap wp-block-paragraph">Na semana passada, um surto moralista acometeu parcela significativa da sociedade brasileira. Emergências lotadas reportavam casos graves de hipertensão arterial, dispneia, taquicardia, sudorese, distúrbio de sono e por aí vai. A imaculada esquerda brasileira sente-se mal perante a simples menção à palavra escândalo, seja de quem for. Todo fiel da seita criada pelo monge de Garanhuns tem esse compromisso com a santidade e horror a toda forma de pecado.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Se o Brasil tem uma dívida com Lula e seu partido é a régua moral proporcionada por uma vida franciscana, partilhada no convívio seleto com os bons entre os melhores, no Brasil e pelo mundo afora.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Agora, bem&#8230;, agora falemos sério. Só há um motivo para a esquerda brasileira se dedicar com tal intensidade à infamante tarefa de destruir a reputação de seus adversários sempre que há uma campanha eleitoral. E eu já acompanhei muitas e posso assegurar, sem medo de errar, que o motivo é este: eles sabem que o eleitor conservador, de direita, diferentemente do eleitor de esquerda, é intransigente com a corrupção. Como regra geral, abalada a confiança, arranhado o cristal, vão-se o vinho, a taça e os votos. Com Lula, passa-se o oposto. Ele só é presidente pela terceira vez e postula a quarta eleição por ser de esquerda. Fosse de direita teria encerrado atividades em 2006.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><span data-tooltip-position="right" data-tooltip="Flávio Nantes Bolsonaro é empresário, advogado e político brasileiro, filiado ao Partido Liberal e atual senador da República pelo Rio de Janeiro. É o filho mais velho (nascido em 1981) do ex-presidente do Brasil, Jair Bolsonaro.">Flávio Bolsonaro</span> não disse que não está falando com jornalistas e não procurou se blindar. Antes, cobra investigação. Tenho certeza de que, neste caso, não haverá pacotes lacrados nem investigações proibidas, mas muita transparência e muito barulho. Perceberam? Viveríamos numa democracia se fosse sempre assim!</p>



<p class="wp-block-paragraph">Então, de escândalos em escândalos, chegamos ao que considero o maior da história republicana brasileira. Refiro-me ao que a esquerda fez com nossas instituições! Isso, realmente, causa hipertensão arterial, dispneia, taquicardia, sudorese, distúrbio de sono, indignação, emigração ou êxodo, e por aí vai. O Brasil esquerdista está fazendo, em 24 anos, o que Cuba levou 67 anos para produzir, tornando-se um país em pandarecos. Nada escapa às consequências do aparelhamento pela esquerda! Veja a <span data-tooltip-position="top" data-tooltip="Ordem dos Advogados do Brasil">OAB</span>, a <span data-tooltip-position="bottom" data-tooltip="Associação Brasileira de Imprensa">ABI</span>, a <span data-tooltip-position="top" data-tooltip="Academia Brasileira de Letras">ABL</span>, a <span data-tooltip-position="bottom" data-tooltip="Conferência Nacional dos Bispos do Brasil">CNBB</span>. Olhe a Câmara dos Deputados, o Senado Federal, o governo da União, o <span data-tooltip-position="top" data-tooltip="Supremo Tribunal Federal">STF</span>, o <span data-tooltip-position="bottom" data-tooltip="Tribunal Superior Eleitoral">TSE</span>. Por fim, observe para quem a corrupção bilionária distribui suas merrecas em forma de milionárias mesadas.</p>



<br>



<p class="has-text-align-right wp-block-paragraph">Por&nbsp;<a href="https://culturadefato.com.br/author/percivalpuggina/">Percival Puggina</a>.<br>Publicado no&nbsp;<em><a href="http://www.puggina.org/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">website</a></em>&nbsp;do autor, em 17 de maio de 2026.</p>



<br>



<p class="has-background has-very-light-gray-background-color wp-block-paragraph"><strong>Nota da editoria:</strong><br><br>A imagem da capa é um recorte da obra: “<em>A Lei Áurea</em>” (1888), de <span data-tooltip-position="top" data-tooltip="Francisco Aurélio de Figueiredo e Mello (1856-1916) foi escultor, pintor, ensaísta, desenhista, caricaturista e escritor brasileiro.">Aurélio de Figueiredo</span> (1741-1825).<br><br><strong>Sobre a imagem</strong>: pintura histórica brasileira que retrata a assinatura da Lei Áurea e a atmosfera política em torno do poder imperial no fim do século XIX. A composição enfatiza a teatralidade das instituições, a centralização simbólica da autoridade e a dimensão pública dos grandes acontecimentos políticos. A escolha da obra dialoga com o conteúdo do artigo ao evocar a relação entre Estado, poder e construção de narrativas políticas dentro da vida nacional.</p>



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<h2 class="wp-block-heading has-text-align-center">Mais do autor:</h2>



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<section id="gm71bf303" class="wp-block-gutentor-m0 alignfull section-gm71bf303 gutentor-module gutentor-module-carousel has-color-bg has-custom-bg gutentor-slick-a-default-desktop gutentor-slick-a-default-tablet gutentor-slick-a-default-mobile"><div class="grid-container"><div class="gutentor-module-carousel-row" data-dots="false" data-dotstablet="false" data-dotsmobile="false" data-arrows="true" data-arrowstablet="true" data-arrowsmobile="true" data-infinite="true" data-autoplay="true" data-draggable="true" data-pauseonfocus="true" data-pauseonhover="true" data-autoplayspeed="4500" data-cmondesktop="false" data-cmontablet="false" data-cmonmobile="false" data-nextarrow="fas fa-angle-right" data-prevarrow="fas fa-angle-left" data-arrowspositiondesktop="gutentor-slick-a-default-desktop" data-arrowspositiontablet="gutentor-slick-a-default-tablet" data-arrowspositionmobile="gutentor-slick-a-default-mobile" data-speed="300" data-slideitemdesktop="2" data-slideitemtablet="3" data-slideitemmobile="1" data-slidescroll-desktop="2" data-slidescroll-tablet="3" data-slidescroll-mobile="1">
<div id="col-g-tgljsvg" class="wp-block-gutentor-m0-col col-g-tgljsvg gutentor-carousel-item"><div id="section-g-tgljsvg" class="section-g-tgljsvg gutentor-col-wrap has-color-bg has-custom-bg">
<div id="section-g-noai4ve" class="wp-block-gutentor-e6 section-g-noai4ve gutentor-element gutentor-element-image text-align-center-desktop"><div class="gutentor-element-image-box"><a class="gutentor-element-image-link" href="https://culturadefato.com.br/a-ideologia-do-medo/"><div class="gutentor-image-thumb"><img decoding="async" class="normal-image" src="https://culturadefato.com.br/wp-content/uploads/2026/05/TheNightmare.jpg" alt="Recorte da obra: &quot;The Nightmare&quot; (1781), de Johann Heinrich Füssli (1741–1825)."/></div></a></div></div>



<p class="has-text-align-center wp-block-paragraph"><br><a href="https://culturadefato.com.br/um-cemiterio-de-verdades/"><em>A ideologia do medo</em></a></p>
</div></div>



<div id="col-g-bezb65z" class="wp-block-gutentor-m0-col col-g-bezb65z gutentor-carousel-item"><div id="section-g-bezb65z" class="section-g-bezb65z gutentor-col-wrap has-color-bg has-custom-bg">
<div id="section-g-fcsta3c" class="wp-block-gutentor-e6 section-g-fcsta3c gutentor-element gutentor-element-image text-align-center-desktop"><div class="gutentor-element-image-box"><a class="gutentor-element-image-link" href="https://culturadefato.com.br/o-tragico-fim-de-um-boneco-de-sal/"><div class="gutentor-image-thumb"><img decoding="async" class="normal-image" src="https://culturadefato.com.br/wp-content/uploads/2023/12/MorningGlory.jpg" alt="Obra: &quot;Morning Glory&quot;, por Marguerite Lloyd."/></div></a></div></div>



<p class="has-text-align-center wp-block-paragraph"><br><a href="https://culturadefato.com.br/o-poder-que-tudo-pode/"><em>O trágico fim de um boneco de sal</em></a></p>
</div></div>



<div id="col-g-nn1si11" class="wp-block-gutentor-m0-col col-g-nn1si11 gutentor-carousel-item"><div id="section-g-nn1si11" class="section-g-nn1si11 gutentor-col-wrap has-color-bg has-custom-bg">
<div id="section-g-tfi1llh" class="wp-block-gutentor-e6 section-g-tfi1llh gutentor-element gutentor-element-image text-align-center-desktop"><div class="gutentor-element-image-box"><a class="gutentor-element-image-link" href="https://culturadefato.com.br/no-brasil-das-prisoes-politicas/"><div class="gutentor-image-thumb"><img decoding="async" class="normal-image" src="https://culturadefato.com.br/wp-content/uploads/2026/03/UneExecutionCapitale_PlaceDeLaRevolution.jpg" alt="Recorte da obra: &quot;Une exécution capitale, place de la Révolution&quot; (aprox. 1793), de Pierre-Antoine Demachy (1723–1807)."/></div></a></div></div>



<p class="has-text-align-center wp-block-paragraph"><br><a href="https://culturadefato.com.br/o-poder-que-tudo-pode/"><em>No Brasil das prisões políticas</em></a></p>
</div></div>



<div id="col-g-zsbis0b" class="wp-block-gutentor-m0-col col-g-zsbis0b gutentor-carousel-item"><div id="section-g-zsbis0b" class="section-g-zsbis0b gutentor-col-wrap has-color-bg has-custom-bg">
<div id="section-g-86714ek" class="wp-block-gutentor-e6 section-g-86714ek gutentor-element gutentor-element-image text-align-center-desktop"><div class="gutentor-element-image-box"><a class="gutentor-element-image-link" href="https://culturadefato.com.br/o-poder-que-tudo-pode/"><div class="gutentor-image-thumb"><img decoding="async" class="normal-image" src="https://culturadefato.com.br/wp-content/uploads/2026/03/TheTowerOfBabel.jpg" alt="Recorte da obra: &quot;The Tower of Babel &quot; (1563), de Pieter Bruegel the Elder (1525/1530 – 1569)."/></div></a></div></div>



<p class="has-text-align-center wp-block-paragraph"><br><em><a href="https://culturadefato.com.br/o-poder-que-tudo-pode/">O poder que tudo pode</a></em></p>
</div></div>



<div id="col-g-1tb13yb" class="wp-block-gutentor-m0-col col-g-1tb13yb gutentor-carousel-item"><div id="section-g-1tb13yb" class="section-g-1tb13yb gutentor-col-wrap has-color-bg has-custom-bg">
<div id="section-g-di3vxpd" class="wp-block-gutentor-e6 section-g-di3vxpd gutentor-element gutentor-element-image text-align-center-desktop"><div class="gutentor-element-image-box"><a class="gutentor-element-image-link" href="https://culturadefato.com.br/o-enredado-no-samba-enredo/"><div class="gutentor-image-thumb"><img decoding="async" class="normal-image" src="https://culturadefato.com.br/wp-content/uploads/2026/02/OsSaltimbancos.jpg" alt="Recorte da obra: &quot;La famille de saltimbanques&quot; (1905), de Pablo Picasso (1881-1973)."/></div></a></div></div>



<p class="has-text-align-center wp-block-paragraph"><br><a href="https://culturadefato.com.br/o-enredado-no-samba-enredo/"><em>O enredado, no samba-enredo</em></a></p>
</div></div>



<div id="col-g-gmi0vm1" class="wp-block-gutentor-m0-col col-g-gmi0vm1 gutentor-carousel-item"><div id="section-g-gmi0vm1" class="section-g-gmi0vm1 gutentor-col-wrap has-color-bg has-custom-bg">
<div id="section-g-s7d7gh7" class="wp-block-gutentor-e6 section-g-s7d7gh7 gutentor-element gutentor-element-image text-align-center-desktop"><div class="gutentor-element-image-box"><a class="gutentor-element-image-link" href="https://culturadefato.com.br/silencios-e-mentiras/"><div class="gutentor-image-thumb"><img decoding="async" class="normal-image" src="https://culturadefato.com.br/wp-content/uploads/2026/02/MassacreDaRuaTransnonain.jpg" alt="Obra: &quot;Rue Transnonain, le 15 avril 1834&quot; (1834), de Honoré Daumier (1808–1879)."/></div></a></div></div>



<p class="has-text-align-center wp-block-paragraph"><br><em><a href="https://culturadefato.com.br/democracia-totalitaria/">Silêncios e mentiras</a></em></p>
</div></div>



<div id="col-g-1nesme4" class="wp-block-gutentor-m0-col col-g-1nesme4 gutentor-carousel-item"><div id="section-g-1nesme4" class="section-g-1nesme4 gutentor-col-wrap has-color-bg has-custom-bg">
<div id="section-g-phhzuxu" class="wp-block-gutentor-e6 section-g-phhzuxu gutentor-element gutentor-element-image text-align-center-desktop"><div class="gutentor-element-image-box"><a class="gutentor-element-image-link" href="https://culturadefato.com.br/democracia-totalitaria/"><div class="gutentor-image-thumb"><img decoding="async" class="normal-image" src="https://culturadefato.com.br/wp-content/uploads/2026/01/ATravessiaDoMarVermelho.jpg" alt="Obra: &quot;A travessia do Mar Vermelho&quot; (1634), de Nicolas Poussin (1594 – 1665)."/></div></a></div></div>



<p class="has-text-align-center wp-block-paragraph"><br><em><a href="https://culturadefato.com.br/democracia-totalitaria/">Democracia totalitária</a></em></p>
</div></div>



<div id="col-g-gtp11b2" class="wp-block-gutentor-m0-col col-g-gtp11b2 gutentor-carousel-item"><div id="section-g-gtp11b2" class="section-g-gtp11b2 gutentor-col-wrap has-color-bg has-custom-bg">
<div id="section-g-lsll2bg" class="wp-block-gutentor-e6 section-g-lsll2bg gutentor-element gutentor-element-image text-align-center-desktop"><div class="gutentor-element-image-box"><a class="gutentor-element-image-link" href="https://culturadefato.com.br/mais-um-dia-para-a-infamia/"><div class="gutentor-image-thumb"><img decoding="async" class="normal-image" src="https://culturadefato.com.br/wp-content/uploads/2025/12/PinturaDeTommyIngberg.jpg" alt="Pintura de Tommy Ingberg"/></div></a></div></div>



<p class="has-text-align-center wp-block-paragraph"><br><em><a href="https://culturadefato.com.br/mais-um-dia-para-a-infamia/">Mais um dia para a infâmia</a></em></p>
</div></div>



<div id="col-g-s11hnwh" class="wp-block-gutentor-m0-col col-g-s11hnwh gutentor-carousel-item"><div id="section-g-s11hnwh" class="section-g-s11hnwh gutentor-col-wrap has-color-bg has-custom-bg">
<div id="section-g-7s1vlll" class="wp-block-gutentor-e6 section-g-7s1vlll gutentor-element gutentor-element-image text-align-center-desktop"><div class="gutentor-element-image-box"><a class="gutentor-element-image-link" href="https://culturadefato.com.br/o-ai-5-no-espelho-e-a-prisao-de-bolsonaro/"><div class="gutentor-image-thumb"><img decoding="async" class="normal-image" src="https://culturadefato.com.br/wp-content/uploads/2025/11/Bolsonaro_LucimaryBillhardt.jpeg" alt="Obra &quot;Bolsonaro&quot;, por Lucimary Billhardt."/></div></a></div></div>



<p class="has-text-align-center wp-block-paragraph"><br><a href="https://culturadefato.com.br/o-ai-5-no-espelho-e-a-prisao-de-bolsonaro/"><em>O AI-5 no espelho e a prisão de Bolsonaro</em></a></p>
</div></div>



<div id="col-g-m3444ps" class="wp-block-gutentor-m0-col col-g-m3444ps gutentor-carousel-item"><div id="section-g-m3444ps" class="section-g-m3444ps gutentor-col-wrap has-color-bg has-custom-bg">
<div id="section-g-umfqmhu" class="wp-block-gutentor-e6 section-g-umfqmhu gutentor-element gutentor-element-image text-align-center-desktop"><div class="gutentor-element-image-box"><a class="gutentor-element-image-link" href="https://culturadefato.com.br/e-dizem-que-lutaram-pela-democracia/"><div class="gutentor-image-thumb"><img decoding="async" class="normal-image" src="https://culturadefato.com.br/wp-content/uploads/2025/11/PoliciaFemininaSP.jpg" alt="Pintura encomendada em 1966 ao pintor Edmundo Migliaccio (1903–1983) pela Polícia Feminina de São Paulo."/></div></a></div></div>



<p class="has-text-align-center wp-block-paragraph"><br><a href="https://culturadefato.com.br/e-dizem-que-lutaram-pela-democracia/"><em>E dizem que lutaram pela democracia…</em></a></p>
</div></div>



<div id="col-g-l10f1au" class="wp-block-gutentor-m0-col col-g-l10f1au gutentor-carousel-item"><div id="section-g-l10f1au" class="section-g-l10f1au gutentor-col-wrap has-color-bg has-custom-bg">
<div id="section-g-ueeoetr" class="wp-block-gutentor-e6 section-g-ueeoetr gutentor-element gutentor-element-image text-align-center-desktop"><div class="gutentor-element-image-box"><a class="gutentor-element-image-link" href="https://culturadefato.com.br/o-parlamento-e-a-casa-da-polvora/"><div class="gutentor-image-thumb"><img decoding="async" class="normal-image" src="https://culturadefato.com.br/wp-content/uploads/2026/01/LosDisparates_02.jpg" alt="Recorte da gravura Los Disparates (Disparate nº 2, publicada em 1864), de Francisco de Goya (1746–1828). A obra integra a série Los Disparates — conjunto de gravuras concebidas entre aproximadamente 1815 e 1823 e publicadas postumamente — nas quais Goya explora, de forma alegórica e sombria, o medo, a violência e o exercício irracional do poder."/></div></a></div></div>



<p class="has-text-align-center wp-block-paragraph"><br><a href="https://culturadefato.com.br/o-parlamento-e-a-casa-da-polvora/"><em>O parlamento e a Casa da Pólvora</em></a></p>
</div></div>



<div id="col-g-eku04uh" class="wp-block-gutentor-m0-col col-g-eku04uh gutentor-carousel-item"><div id="section-g-eku04uh" class="section-g-eku04uh gutentor-col-wrap has-color-bg has-custom-bg">
<div id="section-g-b9r3ps1" class="wp-block-gutentor-e6 section-g-b9r3ps1 gutentor-element gutentor-element-image text-align-center-desktop"><div class="gutentor-element-image-box"><a class="gutentor-element-image-link" href="https://culturadefato.com.br/nao-foi-um-piquenique-no-morro/"><div class="gutentor-image-thumb"><img decoding="async" class="normal-image" src="https://culturadefato.com.br/wp-content/uploads/2025/11/Morro_CandidoPortinari.jpg" alt="Obra: &quot;Morro&quot; (1933), de Candido Portinari (1903 - 1962)."/></div></a></div></div>



<p class="has-text-align-center wp-block-paragraph"><br><a href="https://culturadefato.com.br/nao-foi-um-piquenique-no-morro/">Não foi um piquenique no morro</a></p>
</div></div>



<div id="col-g-llwwpt1" class="wp-block-gutentor-m0-col col-g-llwwpt1 gutentor-carousel-item"><div id="section-g-llwwpt1" class="section-g-llwwpt1 gutentor-col-wrap has-color-bg has-custom-bg">
<div id="section-g-ef7tm27" class="wp-block-gutentor-e6 section-g-ef7tm27 gutentor-element gutentor-element-image text-align-center-desktop"><div class="gutentor-element-image-box"><a class="gutentor-element-image-link" href="https://culturadefato.com.br/o-brasil-no-atoleiro-ideologico/"><div class="gutentor-image-thumb"><img decoding="async" class="normal-image" src="https://culturadefato.com.br/wp-content/uploads/2022/10/TheBlindLeadingTheBlind_PieterBruegelTheElder.jpeg" alt="Obra: &quot;The Blind Leading the Blind&quot; (1568), de Pieter Bruegel the Elder (1525 ou 1530 - 1569)"/></div></a></div></div>



<p class="has-text-align-center wp-block-paragraph"><br><a href="https://culturadefato.com.br/o-brasil-no-atoleiro-ideologico/"><em>O Brasil no atoleiro ideológico</em></a></p>
</div></div>



<div id="col-g-rlgmc31" class="wp-block-gutentor-m0-col col-g-rlgmc31 gutentor-carousel-item"><div id="section-g-rlgmc31" class="section-g-rlgmc31 gutentor-col-wrap has-color-bg has-custom-bg">
<div id="section-g-kfelu1j" class="wp-block-gutentor-e6 section-g-kfelu1j gutentor-element gutentor-element-image text-align-center-desktop"><div class="gutentor-element-image-box"><a class="gutentor-element-image-link" href="https://culturadefato.com.br/no-brasil-nao-tem-hora-h-nem-dia-d/"><div class="gutentor-image-thumb"><img decoding="async" class="normal-image" src="https://culturadefato.com.br/wp-content/uploads/2025/10/Ophelia.jpg" alt="Obra: &quot;Ophelia&quot; (1851 - 1852), de John Everett Millais (1829 - 1896)."/></div></a></div></div>



<p class="has-text-align-center wp-block-paragraph"><br><a href="https://culturadefato.com.br/no-brasil-nao-tem-hora-h-nem-dia-d/"><em>No Brasil não tem Hora H nem Dia D</em></a></p>
</div></div>



<div id="col-g-ee6to66" class="wp-block-gutentor-m0-col col-g-ee6to66 gutentor-carousel-item"><div id="section-g-ee6to66" class="section-g-ee6to66 gutentor-col-wrap has-color-bg has-custom-bg">
<div id="section-g-p61ydgi" class="wp-block-gutentor-e6 section-g-p61ydgi gutentor-element gutentor-element-image text-align-center-desktop"><div class="gutentor-element-image-box"><a class="gutentor-element-image-link" href="https://culturadefato.com.br/jornalismo-em-negacao/"><div class="gutentor-image-thumb"><img decoding="async" class="normal-image" src="https://culturadefato.com.br/wp-content/uploads/2025/09/OQuartoEstado.jpg" alt="Obra: &quot;O quarto Estado&quot; (1901), de Giuseppe Pellizza da Volpedo (1868 - 1907)."/></div></a></div></div>



<p class="has-text-align-center wp-block-paragraph"><br><a href="https://culturadefato.com.br/jornalismo-em-negacao/"><em>Jornalismo em negação</em></a></p>
</div></div>



<div id="col-g-3on2ce2" class="wp-block-gutentor-m0-col col-g-3on2ce2 gutentor-carousel-item"><div id="section-g-3on2ce2" class="section-g-3on2ce2 gutentor-col-wrap has-color-bg has-custom-bg">
<div id="section-g-6x6qs1s" class="wp-block-gutentor-e6 section-g-6x6qs1s gutentor-element gutentor-element-image text-align-center-desktop"><div class="gutentor-element-image-box"><a class="gutentor-element-image-link" href="https://culturadefato.com.br/empurrar-a-historia-para-o-lado-errado-e-na-hora-errada/"><div class="gutentor-image-thumb"><img decoding="async" class="normal-image" src="https://culturadefato.com.br/wp-content/uploads/2024/10/Quartel-GeneralDaRevolucao.jpg" alt="Obra: &quot;O quartel-general da revolução&quot; (1935), por Sergei Gerasimov (1885 - 1964)."/></div></a></div></div>



<p class="has-text-align-center wp-block-paragraph"><br><em><a href="https://culturadefato.com.br/empurrar-a-historia-para-o-lado-errado-e-na-hora-errada/">Empurrar a História para o lado errado e na hora errada</a></em></p>
</div></div>



<div id="col-g-xa7hipl" class="wp-block-gutentor-m0-col col-g-xa7hipl gutentor-carousel-item"><div id="section-g-xa7hipl" class="section-g-xa7hipl gutentor-col-wrap has-color-bg has-custom-bg">
<div id="section-g-larsbl6" class="wp-block-gutentor-e6 section-g-larsbl6 gutentor-element gutentor-element-image text-align-center-desktop"><div class="gutentor-element-image-box"><a class="gutentor-element-image-link" href="https://culturadefato.com.br/felicidade-e-uma-convocacao/"><div class="gutentor-image-thumb"><img decoding="async" class="normal-image" src="https://culturadefato.com.br/wp-content/uploads/2025/06/Happiness.jpg" alt="Obra: &quot;Happiness&quot;, de M. &amp; I. Garmash."/></div></a></div></div>



<p class="has-text-align-center wp-block-paragraph"><br><em><a href="https://culturadefato.com.br/felicidade-e-uma-convocacao/">Felicidade é uma convocação</a></em></p>
</div></div>



<div id="col-g-3f1flsf" class="wp-block-gutentor-m0-col col-g-3f1flsf gutentor-carousel-item"><div id="section-g-3f1flsf" class="section-g-3f1flsf gutentor-col-wrap has-color-bg has-custom-bg">
<div id="section-g-bfeh76k" class="wp-block-gutentor-e6 section-g-bfeh76k gutentor-element gutentor-element-image text-align-center-desktop"><div class="gutentor-element-image-box"><a class="gutentor-element-image-link" href="https://culturadefato.com.br/as-jaboticabas-no-pomar-do-eden/"><div class="gutentor-image-thumb"><img decoding="async" class="normal-image" src="https://culturadefato.com.br/wp-content/uploads/2025/07/Jabuticabas.jpg" alt="Obra: &quot;Jabuticabas&quot; (2019), por Rosângela Vig."/></div></a></div></div>



<p class="has-text-align-center wp-block-paragraph"><br><em><a href="https://culturadefato.com.br/empurrar-a-historia-para-o-lado-errado-e-na-hora-errada/">As jaboticabas no pomar do Éden</a></em></p>
</div></div>



<div id="col-g-e77qeb7" class="wp-block-gutentor-m0-col col-g-e77qeb7 gutentor-carousel-item"><div id="section-g-e77qeb7" class="section-g-e77qeb7 gutentor-col-wrap has-color-bg has-custom-bg">
<div id="section-g-010n3oe" class="wp-block-gutentor-e6 section-g-010n3oe gutentor-element gutentor-element-image text-align-center-desktop"><div class="gutentor-element-image-box"><a class="gutentor-element-image-link" href="https://culturadefato.com.br/e-o-pl-da-adultizacao-nada-diz-sobre-emissoras-de-tv/"><div class="gutentor-image-thumb"><img decoding="async" class="normal-image" src="https://culturadefato.com.br/wp-content/uploads/2025/08/BouguereauLinnocence.jpg" alt="Obra: &quot;Innocence&quot; (1893), de William-Adolphe Bouguereau (1825–1905)."/></div></a></div></div>



<p class="has-text-align-center wp-block-paragraph"><br><em><a href="https://culturadefato.com.br/e-o-pl-da-adultizacao-nada-diz-sobre-emissoras-de-tv/">E o PL da “Adultização” nada diz sobre emissoras de TV?</a></em></p>
</div></div>



<div id="col-g-s3ph1o9" class="wp-block-gutentor-m0-col col-g-s3ph1o9 gutentor-carousel-item"><div id="section-g-s3ph1o9" class="section-g-s3ph1o9 gutentor-col-wrap has-color-bg has-custom-bg">
<div id="section-g-b44jh2n" class="wp-block-gutentor-e6 section-g-b44jh2n gutentor-element gutentor-element-image text-align-center-desktop"><div class="gutentor-element-image-box"><a class="gutentor-element-image-link" href="https://culturadefato.com.br/mais-medicos-o-petismo-e-a-senzala-cubana/"><div class="gutentor-image-thumb"><img decoding="async" class="normal-image" src="https://culturadefato.com.br/wp-content/uploads/2025/08/ExtracaoPedraLoucura.jpg" alt="Obra: &quot;A Extração da Pedra da Loucura&quot; (1475 - 1480), de Hieronymus Bosch (1450 - 1516)."/></div></a></div></div>



<p class="has-text-align-center wp-block-paragraph"><br><a href="https://culturadefato.com.br/mais-medicos-o-petismo-e-a-senzala-cubana/"><em>Mais médicos: o petismo e a senzala cubana</em></a></p>
</div></div>



<div id="col-g-kgvn121" class="wp-block-gutentor-m0-col col-g-kgvn121 gutentor-carousel-item"><div id="section-g-kgvn121" class="section-g-kgvn121 gutentor-col-wrap has-color-bg has-custom-bg">
<div id="section-g-biscskb" class="wp-block-gutentor-e6 section-g-biscskb gutentor-element gutentor-element-image text-align-center-desktop"><div class="gutentor-element-image-box"><a class="gutentor-element-image-link" href="https://culturadefato.com.br/salvaram-o-estado-democratico-de-direito-mesmo-quando/"><div class="gutentor-image-thumb"><img decoding="async" class="normal-image" src="https://culturadefato.com.br/wp-content/uploads/2025/08/TheJurist_GiuseppeArcimboldo.jpg" alt="Obra: &quot;The Jurist&quot; (1566), de Giuseppe Arcimboldo (1527 - 1593)."/></div></a></div></div>



<p class="has-text-align-center wp-block-paragraph"><br><em><a href="https://culturadefato.com.br/salvaram-o-estado-democratico-de-direito-mesmo-quando/">Salvaram o Estado Democrático de Direito? Mesmo? Quando?</a></em></p>
</div></div>



<div id="col-g-11sswrk" class="wp-block-gutentor-m0-col col-g-11sswrk gutentor-carousel-item"><div id="section-g-11sswrk" class="section-g-11sswrk gutentor-col-wrap has-color-bg has-custom-bg">
<div id="section-g-sltiqli" class="wp-block-gutentor-e6 section-g-sltiqli gutentor-element gutentor-element-image text-align-center-desktop"><div class="gutentor-element-image-box"><a class="gutentor-element-image-link" href="https://culturadefato.com.br/os-dez-esteios-do-regime/"><div class="gutentor-image-thumb"><img decoding="async" class="normal-image" src="https://culturadefato.com.br/wp-content/uploads/2025/07/TheTriumphDeath_PieterBruegel.jpg" alt="Obra: &quot;The triumph of death&quot; (aprox.1562), por Pieter Bruegel (1525–1530 - 1569), o Velho."/></div></a></div></div>



<p class="has-text-align-center wp-block-paragraph"><br><em><a href="https://culturadefato.com.br/os-dez-esteios-do-regime/">Os dez esteios do regime</a></em></p>
</div></div>



<div id="col-g-o9oipgv" class="wp-block-gutentor-m0-col col-g-o9oipgv gutentor-carousel-item"><div id="section-g-o9oipgv" class="section-g-o9oipgv gutentor-col-wrap has-color-bg has-custom-bg">
<div id="section-g-ym8x9ns" class="wp-block-gutentor-e6 section-g-ym8x9ns gutentor-element gutentor-element-image text-align-center-desktop"><div class="gutentor-element-image-box"><a class="gutentor-element-image-link" href="https://culturadefato.com.br/ainda-estou-aqui-conheco-esse-truque/"><div class="gutentor-image-thumb"><img decoding="async" class="normal-image" src="https://culturadefato.com.br/wp-content/uploads/2025/03/RetratoDeGiovanniArnolfiniESuaEsposa.jpg" alt="Obra: &quot;Retrato de Giovanni Arnolfini e sua Esposa&quot; (1434), de Jan van Eyck (1390 - 1441). À primeira vista, parece um retrato tradicional de um casal, mas o espelho ao fundo revela mais do que a cena principal mostra. A figura do próprio pintor e detalhes ocultos na sala só podem ser vistos através do reflexo."/></div></a></div></div>



<p class="has-text-align-center wp-block-paragraph"><br><em><a href="https://culturadefato.com.br/ainda-estou-aqui-conheco-esse-truque/">Ainda estou aqui. Conheço esse truque</a></em></p>
</div></div>



<div id="col-g-98qeqeq" class="wp-block-gutentor-m0-col col-g-98qeqeq gutentor-carousel-item"><div id="section-g-98qeqeq" class="section-g-98qeqeq gutentor-col-wrap has-color-bg has-custom-bg">
<div id="section-g-i15p77b" class="wp-block-gutentor-e6 section-g-i15p77b gutentor-element gutentor-element-image text-align-center-desktop"><div class="gutentor-element-image-box"><a class="gutentor-element-image-link" href="https://culturadefato.com.br/a-liberdade-e-a-maldade/"><div class="gutentor-image-thumb"><img decoding="async" class="normal-image" src="https://culturadefato.com.br/wp-content/uploads/2024/06/AMorteDeSocrates_1878_JoseMariaDeMedeiros.jpg" alt="Obra: &quot;A morte de Sócrates&quot; (1878), por José Maria de Medeiros (1849 – 1925)."/></div></a></div></div>



<p class="has-text-align-center wp-block-paragraph"><br><em><a href="https://culturadefato.com.br/a-liberdade-e-a-maldade/">A liberdade e a maldade</a></em></p>
</div></div>



<div id="col-g-0qwtnt1" class="wp-block-gutentor-m0-col col-g-0qwtnt1 gutentor-carousel-item"><div id="section-g-0qwtnt1" class="section-g-0qwtnt1 gutentor-col-wrap has-color-bg has-custom-bg">
<div id="section-g-brdar17" class="wp-block-gutentor-e6 section-g-brdar17 gutentor-element gutentor-element-image text-align-center-desktop"><div class="gutentor-element-image-box"><a class="gutentor-element-image-link" href="https://culturadefato.com.br/nos-e-os-nossos-gulags/"><div class="gutentor-image-thumb"><img decoding="async" class="normal-image" src="https://culturadefato.com.br/wp-content/uploads/2024/05/EsperandoParaSerBaleado.jpg" alt="Obra: &quot;Waiting to be Shot&quot;, por Nikolai Getman (1917 - 2004)."/></div></a></div></div>



<p class="has-text-align-center wp-block-paragraph"><br><em><a href="https://culturadefato.com.br/nos-e-os-nossos-gulags/">Nós e os nossos GULAGs</a></em></p>
</div></div>



<div id="col-g-7vzj87d" class="wp-block-gutentor-m0-col col-g-7vzj87d gutentor-carousel-item"><div id="section-g-7vzj87d" class="section-g-7vzj87d gutentor-col-wrap has-color-bg has-custom-bg">
<div id="section-g-01ebee0" class="wp-block-gutentor-e6 section-g-01ebee0 gutentor-element gutentor-element-image text-align-center-desktop"><div class="gutentor-element-image-box"><a class="gutentor-element-image-link" href="https://culturadefato.com.br/a-insensatez-abunda/"><div class="gutentor-image-thumb"><img decoding="async" class="normal-image" src="https://culturadefato.com.br/wp-content/uploads/2024/01/Turistas_2017_JuanAlvarezCebrian.jpg" alt="Obra: &quot;Turistas&quot; (2017), por Juan Álvarez Cebrián."/></div></a></div></div>



<p class="has-text-align-center wp-block-paragraph"><br><em><a href="https://culturadefato.com.br/a-insensatez-abunda/">A insensatez abunda</a></em></p>
</div></div>



<div id="col-g-77a8776" class="wp-block-gutentor-m0-col col-g-77a8776 gutentor-carousel-item"><div id="section-g-77a8776" class="section-g-77a8776 gutentor-col-wrap has-color-bg has-custom-bg">
<div id="section-g-1xsgd4n" class="wp-block-gutentor-e6 section-g-1xsgd4n gutentor-element gutentor-element-image text-align-center-desktop"><div class="gutentor-element-image-box"><a class="gutentor-element-image-link" href="https://culturadefato.com.br/o-amor-venceu-o-odio/"><div class="gutentor-image-thumb"><img decoding="async" class="normal-image" src="https://culturadefato.com.br/wp-content/uploads/2023/10/Hypocrite_PavelFilin_2020.jpeg" alt="Obra: &quot;Hypocrite&quot; (2020), por Pavel Filin"/></div></a></div></div>



<p class="has-text-align-center wp-block-paragraph"><br><em><a href="https://culturadefato.com.br/o-amor-venceu-o-odio/">O amor venceu o ódio?</a></em></p>
</div></div>



<div id="col-g-s1pz1a1" class="wp-block-gutentor-m0-col col-g-s1pz1a1 gutentor-carousel-item"><div id="section-g-s1pz1a1" class="section-g-s1pz1a1 gutentor-col-wrap has-color-bg has-custom-bg">
<div id="section-g-v14xif3" class="wp-block-gutentor-e6 section-g-v14xif3 gutentor-element gutentor-element-image text-align-center-desktop"><div class="gutentor-element-image-box"><a class="gutentor-element-image-link" href="https://culturadefato.com.br/brasil-2026/"><div class="gutentor-image-thumb"><img decoding="async" class="normal-image" src="https://culturadefato.com.br/wp-content/uploads/2025/06/Bananal.jpg" alt="Obra: &quot;Bananal&quot; (1927), de Lasar Segall (1889 - 1957)."/></div></a></div></div>



<p class="has-text-align-center wp-block-paragraph"><br><em><a href="https://culturadefato.com.br/brasil-2026/">Brasil 2026</a></em></p>
</div></div>



<div id="col-g-9bviut1" class="wp-block-gutentor-m0-col col-g-9bviut1 gutentor-carousel-item"><div id="section-g-9bviut1" class="section-g-9bviut1 gutentor-col-wrap has-color-bg has-custom-bg">
<div id="section-g-itzbe1d" class="wp-block-gutentor-e6 section-g-itzbe1d gutentor-element gutentor-element-image text-align-center-desktop"><div class="gutentor-element-image-box"><a class="gutentor-element-image-link" href="https://culturadefato.com.br/o-caminho-para-a-liberdade/"><div class="gutentor-image-thumb"><img decoding="async" class="normal-image" src="https://culturadefato.com.br/wp-content/uploads/2023/03/MuteAndBlindToTheWorld_2019_Yashashri-Rao.jpg" alt="Obra: &quot;Mute and Blind to the World&quot; (2019), por Yashashri Rao."/></div></a></div></div>



<p class="has-text-align-center wp-block-paragraph"><br><em><a href="https://culturadefato.com.br/o-caminho-para-a-liberdade/">O caminho para a liberdade</a></em></p>
</div></div>



<div id="col-g-1zjcpyb" class="wp-block-gutentor-m0-col col-g-1zjcpyb gutentor-carousel-item"><div id="section-g-1zjcpyb" class="section-g-1zjcpyb gutentor-col-wrap has-color-bg has-custom-bg">
<div id="section-g-f9xzzhj" class="wp-block-gutentor-e6 section-g-f9xzzhj gutentor-element gutentor-element-image text-align-center-desktop"><div class="gutentor-element-image-box"><a class="gutentor-element-image-link" href="https://culturadefato.com.br/falemos-entao-sobre-atos-antidemocraticos/"><div class="gutentor-image-thumb"><img decoding="async" class="normal-image" src="https://culturadefato.com.br/wp-content/uploads/2022/11/ManifestacoesSobreFraudeNasUrnas.jpg"/></div></a></div></div>



<p class="has-text-align-center wp-block-paragraph"><br><em><a href="https://culturadefato.com.br/falemos-entao-sobre-atos-antidemocraticos/">Falemos, então, sobre atos antidemocráticos</a></em></p>
</div></div>



<div id="col-g-099m9ix" class="wp-block-gutentor-m0-col col-g-099m9ix gutentor-carousel-item"><div id="section-g-099m9ix" class="section-g-099m9ix gutentor-col-wrap has-color-bg has-custom-bg">
<div id="section-g-xfexeyh" class="wp-block-gutentor-e6 section-g-xfexeyh gutentor-element gutentor-element-image text-align-center-desktop"><div class="gutentor-element-image-box"><a class="gutentor-element-image-link" href="https://culturadefato.com.br/tiranias-nao-batem-a-porta/"><div class="gutentor-image-thumb"><img decoding="async" class="normal-image" src="https://culturadefato.com.br/wp-content/uploads/2022/01/AnAllegoryOfThe-TyrannyOfTheDukeOfAlba_Gerrit-Pietersz.jpg" alt="Obra: &quot;An Allegory of the Tyranny of the Duke of Alba&quot;, do pintor holandês Gerrit Pietersz (1566 - 1612)."/></div></a></div></div>



<p class="has-text-align-center wp-block-paragraph"><br><em><a href="https://culturadefato.com.br/tiranias-nao-batem-a-porta/">Tiranias não batem à porta</a></em></p>
</div></div>



<div id="col-g-ism5sr8" class="wp-block-gutentor-m0-col col-g-ism5sr8 gutentor-carousel-item"><div id="section-g-ism5sr8" class="section-g-ism5sr8 gutentor-col-wrap has-color-bg has-custom-bg">
<div id="section-g-214m7o4" class="wp-block-gutentor-e6 section-g-214m7o4 gutentor-element gutentor-element-image text-align-center-desktop"><div class="gutentor-element-image-box"><a class="gutentor-element-image-link" href="https://culturadefato.com.br/acusam-me/"><div class="gutentor-image-thumb"><img decoding="async" class="normal-image" src="https://culturadefato.com.br/wp-content/uploads/2020/12/Acusam-Me.jpeg" alt="Acusam-Me"/></div></a></div></div>



<p class="has-text-align-center wp-block-paragraph"><br><em><a href="https://culturadefato.com.br/acusam-me/">Acusam-me!</a></em></p>
</div></div>



<div id="col-g-qhjaao8" class="wp-block-gutentor-m0-col col-g-qhjaao8 gutentor-carousel-item"><div id="section-g-qhjaao8" class="section-g-qhjaao8 gutentor-col-wrap has-color-bg has-custom-bg">
<div id="section-g-rifa1su" class="wp-block-gutentor-e6 section-g-rifa1su gutentor-element gutentor-element-image text-align-center-desktop"><div class="gutentor-element-image-box"><a class="gutentor-element-image-link" href="https://culturadefato.com.br/unidos-pelo-vicio/"><div class="gutentor-image-thumb"><img decoding="async" class="normal-image" src="https://culturadefato.com.br/wp-content/uploads/2021/04/SaoWolfgang_e_o_Diabo_MichaelPacher.jpg" alt="Recorte da obra: &quot;São Wolfgang e o Diabo&quot;, criada pelo pintor e escultor austríaco Michael Pacher (1435 - 1498)."/></div></a></div></div>



<p class="has-text-align-center wp-block-paragraph"><br><em><a href="https://culturadefato.com.br/unidos-pelo-vicio/">Unidos pelo vício</a></em></p>
</div></div>



<div id="col-g-7f84pxs" class="wp-block-gutentor-m0-col col-g-7f84pxs gutentor-carousel-item"><div id="section-g-7f84pxs" class="section-g-7f84pxs gutentor-col-wrap has-color-bg has-custom-bg">
<div id="section-g-mms3gs9" class="wp-block-gutentor-e6 section-g-mms3gs9 gutentor-element gutentor-element-image text-align-center-desktop"><div class="gutentor-element-image-box"><a class="gutentor-element-image-link" href="https://culturadefato.com.br/a-gota-dagua/" target="_blank" rel=" noopener noreferrer"><div class="gutentor-image-thumb"><img decoding="async" class="normal-image" src="https://culturadefato.com.br/wp-content/uploads/2025/07/WaterDrip.jpg" alt="Obra: &quot;Water Drip&quot;, por CMQ Studio."/></div></a></div></div>



<p class="has-text-align-center wp-block-paragraph"><br><em><a href="https://culturadefato.com.br/a-gota-dagua/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">A gota d’água</a></em></p>
</div></div>



<div id="col-g-pvxdlbv" class="wp-block-gutentor-m0-col col-g-pvxdlbv gutentor-carousel-item"><div id="section-g-pvxdlbv" class="section-g-pvxdlbv gutentor-col-wrap has-color-bg has-custom-bg">
<div id="section-g-xqn4wvb" class="wp-block-gutentor-e6 section-g-xqn4wvb gutentor-element gutentor-element-image text-align-center-desktop"><div class="gutentor-element-image-box"><a class="gutentor-element-image-link" href="https://culturadefato.com.br/a-bussola-e-a-biruta/" target="_blank" rel=" noopener noreferrer"><div class="gutentor-image-thumb"><img decoding="async" class="normal-image" src="https://culturadefato.com.br/wp-content/uploads/2020/07/Biruta.jpg" alt="Biruta de Aeroporto (Windsock)"/></div></a></div></div>



<p class="has-text-align-center wp-block-paragraph"><br><em><a href="https://culturadefato.com.br/a-bussola-e-a-biruta/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">A bússola e a biruta</a></em></p>
</div></div>



<div id="col-g-5u3lj7j" class="wp-block-gutentor-m0-col col-g-5u3lj7j gutentor-carousel-item"><div id="section-g-5u3lj7j" class="section-g-5u3lj7j gutentor-col-wrap has-color-bg has-custom-bg">
<div id="section-g-9af17a1" class="wp-block-gutentor-e6 section-g-9af17a1 gutentor-element gutentor-element-image text-align-center-desktop"><div class="gutentor-element-image-box"><a class="gutentor-element-image-link" href="https://puggina.org/" target="_blank" rel=" noopener noreferrer"><div class="gutentor-image-thumb"><img decoding="async" class="normal-image" src="https://culturadefato.com.br/wp-content/uploads/2025/11/SiteDoPuggina.jpg" alt="Site do Percival Puggina (https://puggina.org/home)"/></div></a></div></div>



<p class="has-text-align-center wp-block-paragraph"><br><a href="https://puggina.org/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Acessar o web<em>site </em>de Percival Puggina</a></p>
</div></div>
</div></div></section>



<br>
<p>O post <a href="https://culturadefato.com.br/falemos-entao-sobre-escandalos/">Falemos, então, sobre escândalos</a> apareceu primeiro em <a href="https://culturadefato.com.br">Cultura de Fato</a>.</p>
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		<title>Sacerdotes: homens que escolheram a melhor parte</title>
		<link>https://culturadefato.com.br/sacerdotes-homens-que-escolheram-a-melhor-parte/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Patrícia Castro]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 18 May 2026 03:11:59 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cristianismo]]></category>
		<category><![CDATA[Caravaggio]]></category>
		<category><![CDATA[Catolicismo]]></category>
		<category><![CDATA[Cristão]]></category>
		<category><![CDATA[Família]]></category>
		<category><![CDATA[Igreja Católica]]></category>
		<category><![CDATA[Jesus Cristo]]></category>
		<category><![CDATA[Moralidade]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>“Vivemos em uma sociedade tão sexualizada que muitos já não conseguem compreender que exista amor fora da lógica do desejo físico.”</p>
<p>O post <a href="https://culturadefato.com.br/sacerdotes-homens-que-escolheram-a-melhor-parte/">Sacerdotes: homens que escolheram a melhor parte</a> apareceu primeiro em <a href="https://culturadefato.com.br">Cultura de Fato</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="has-text-align-center wp-block-paragraph">“<em>O mundo oferece-vos conforto. Mas vós não fostes feitos</em><br><em>para o conforto. Fostes feitos para a grandeza.</em>”<br><span data-tooltip-position="top" data-tooltip="Joseph Aloisius Ratzinger (1927-2022) exerceu o pontificado de 19 de abril de 2005 a 28 de fevereiro de 2013. Nasceu em Marktl na Alemanha em 1927. Dominava pelo menos seis idiomas, entre os quais alemão, italiano, francês, latim, inglês, castelhano, e foi membro de várias academias científicas da Europa.">Papa Bento XVI</span> (1927-2022)</p>



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<br>



<p class="has-drop-cap wp-block-paragraph">Outro dia li um comentário estúpido em uma rede social. A pessoa dizia que os padres deveriam se casar, sugerindo que o casamento fosse um remédio contra o homossexualismo e a pedofilia dentro do clero.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Não é a primeira vez que vejo piadinhas maliciosas e comentários rasos a respeito do sacerdócio. Aliás, assim como Cristo foi perseguido, humilhado e sacrificado, todo homem que se separa do mundo para continuar Sua missão na Terra certamente terá que carregar sua cruz.</p>



<p class="wp-block-paragraph">E uma das cruzes que&nbsp; os sacerdotes carregam é justamente a maledicência de pessoas incapazes de enxergar o mundo pelos olhos da fé, da razão e da transcendência. São pessoas que reduzem toda existência humana aos impulsos do corpo e aos desejos da carne, como se o homem fosse incapaz de dominar a si mesmo ou viver por algo maior do que o próprio prazer.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O mundo moderno perdeu a capacidade de entender a renúncia. Acredita que felicidade é satisfazer todos os desejos da carne. Por isso não consegue entender o sacerdócio como uma entrega voluntária a Cristo. O Padre Daniel Rodrigues, em seu curso de Filosofia e Teologia no Youtube, repete constantemente que um padre consegue perfeitamente viver sem sexo, mas não é capaz de viver sem amor. E quem ama, se sacrifica.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Então, o padre não é um homem fracassado afetivamente. Pelo contrário: é um homem cheio de amor, que escolheu, de forma consciente e espiritual, ouvir o chamado de Deus para cumprir a sua vocação. É importante entender que o&nbsp; sacerdote abre mão do casamento, mas não despreza a família. Tanto que sua vida será dedicada a apoiar as famílias na missão mais importante do mundo: levá-las ao Céu.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Além disso, é intelectualmente desonesto associar celibato à perversão moral. O problema moral do homem não se resolve com uma aliança no dedo. Se fosse assim, não existiriam adultérios, abusos, prostituição, pornografia, violência doméstica e tantas outras perversões dentro de casamentos e famílias.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O casamento não canoniza ninguém automaticamente. Uma pessoa não se torna pura ou casta apenas porque se casou. A castidade é uma virtude nos dado pela graça divina e que todo ser humano deveria buscar — solteiro, casado ou vocacionado à vida sacerdotal.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Além disso, é profundamente injusto associar uma categoria inteira de homens que fizeram uma renúncia radical por amor a Cristo e ao próximo a crimes hediondos cometidos por indivíduos específicos. A pedofilia é um crime monstruoso, condenado moralmente e criminalmente, e deve ser tratada com absoluto rigor. Mas transformar exceções criminosas em instrumento de ataque ao sacerdócio revela desonestidade intelectual e preconceito anticatólico.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O sacerdote não abandona o casamento por incapacidade afetiva ou desvio moral. Ele faz uma entrega espiritual. Renuncia a uma vida comum para dedicar-se integralmente ao serviço de Deus e das almas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Vivemos em uma sociedade tão sexualizada que muitos já não conseguem compreender que exista amor fora da lógica do desejo físico. Reduzem tudo ao corpo, ao impulso e ao prazer. Por isso não entendem o sacerdócio. Não entendem a disciplina, a renúncia e a busca sincera pela santidade.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O padre não é um homem sem amor. É justamente o contrário: é alguém que decidiu ampliar sua forma de amar. Assim como Cristo se sacrificou por todos nós, o sacerdote se sacrifica diariamente pelos fiéis.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O Padre Luís Henrique Brandão (Paróquia Santa Genoveva-Goiânia), que abandonou a carreira médica para seguir sua vocação, sempre responde com brilho nos olhos a todos que o questionam sobre sua escolha: “eu escolhi a melhor parte”.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Oremos para que Deus chame novos vocacionados e para que estes respondam com zelo à voz do Senhor. Oremos para que Deus nos conceda sacerdotes santos e fervorosos. Lembremos que sem sacerdotes, não há sacramentos. Sem sacerdotes, não há Eucaristia, confissão, unção dos enfermos nem a continuidade visível da missão que Cristo confiou à Sua Igreja. Entenderam agora porque o sacerdócio é tão atacado?</p>



<br>



<p class="has-text-align-right wp-block-paragraph">Por&nbsp;<a href="https://culturadefato.com.br/author/patriciacastro/">Patrícia Castro</a>.<br>Publicado no&nbsp;<em>website</em>&nbsp;da autora,&nbsp;<a href="https://patriciacastro.org/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">patriciacastro.org</a>, em 25 de abril de 2026.</p>



<br>



<p class="has-background has-very-light-gray-background-color wp-block-paragraph"><strong>Nota da editoria:</strong><br><br>A imagem da capa é um recorte da obra: “<em>A vocação de São Mateus</em>”(1599-1600), de <span data-tooltip-position="top" data-tooltip="Michelangelo Merisi da Caravaggio (1397-1475) foi um dos mais notáveis pintores da escola lombarda do início do Barroco. O pintor italiano obrou fundamentalmente temas religiosos, inovando ao relacionar o sagrado com o profano.">Caravaggio</span> (1397-1475).<br><br><strong>Sobre a imagem</strong>: a pintura retrata o instante em que Cristo chama Mateus para abandonar a vida comum e segui-Lo. A cena simboliza o chamado divino, a renúncia ao mundo e a escolha de uma missão espiritual superior aos interesses materiais e aos desejos terrenos. O forte contraste entre luz e sombra, característico da obra de Caravaggio, reforça a ideia da graça iluminando o homem em meio às inquietações e limitações da condição humana. A escolha da obra dialoga diretamente com o tema do artigo ao representar o sacerdócio como vocação, entrega e resposta livre ao chamado de Deus.</p>



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<h2 class="wp-block-heading has-text-align-center">Mais da autora:</h2>



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<section id="gm71bf303" class="wp-block-gutentor-m0 alignfull section-gm71bf303 gutentor-module gutentor-module-carousel has-color-bg has-custom-bg gutentor-slick-a-default-desktop gutentor-slick-a-default-tablet gutentor-slick-a-default-mobile"><div class="grid-container"><div class="gutentor-module-carousel-row" data-dots="false" data-dotstablet="false" data-dotsmobile="false" data-arrows="true" data-arrowstablet="true" data-arrowsmobile="true" data-infinite="true" data-autoplay="true" data-draggable="true" data-pauseonfocus="true" data-pauseonhover="true" data-autoplayspeed="4500" data-cmondesktop="false" data-cmontablet="false" data-cmonmobile="false" data-nextarrow="fas fa-angle-right" data-prevarrow="fas fa-angle-left" data-arrowspositiondesktop="gutentor-slick-a-default-desktop" data-arrowspositiontablet="gutentor-slick-a-default-tablet" data-arrowspositionmobile="gutentor-slick-a-default-mobile" data-speed="300" data-slideitemdesktop="2" data-slideitemtablet="3" data-slideitemmobile="1" data-slidescroll-desktop="2" data-slidescroll-tablet="3" data-slidescroll-mobile="1">
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<div id="section-g-t1qfim1" class="wp-block-gutentor-e6 section-g-t1qfim1 gutentor-element gutentor-element-image text-align-center-desktop"><div class="gutentor-element-image-box"><a class="gutentor-element-image-link" href="https://culturadefato.com.br/o-misterio-da-iniquidade-o-mal-como-ausencia-de-deus-em-santo-agostinho/"><div class="gutentor-image-thumb"><img decoding="async" class="normal-image" src="https://culturadefato.com.br/wp-content/uploads/2026/04/AConversaoDeSantoAgostinho.jpg" alt="Recorte da obra: &quot;A Conversão de Santo Agostinho&quot; (aprox. 1430-1435), por Fra Angelico (c. 1395–1455)."/></div></a></div></div>



<p class="has-text-align-center wp-block-paragraph"><br><a href="https://culturadefato.com.br/o-misterio-da-iniquidade-o-mal-como-ausencia-de-deus-em-santo-agostinho/"><em>O mistério da iniquidade: o mal como ausência de Deus em Santo Agostinho</em></a></p>
</div></div>



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<p class="has-text-align-center wp-block-paragraph"><br><a href="https://culturadefato.com.br/o-conforto-de-errar-com-a-maioria/"><em>O conforto de errar com a maioria</em></a></p>
</div></div>



<div id="col-g-03n81ua" class="wp-block-gutentor-m0-col col-g-03n81ua gutentor-carousel-item"><div id="section-g-03n81ua" class="section-g-03n81ua gutentor-col-wrap has-color-bg has-custom-bg">
<div id="section-g-lepfdsl" class="wp-block-gutentor-e6 section-g-lepfdsl gutentor-element gutentor-element-image text-align-center-desktop"><div class="gutentor-element-image-box"><a class="gutentor-element-image-link" href="https://culturadefato.com.br/desmentindo-os-mitos-da-idade-media-como-a-igreja-catolica-construiu-a-civilizacao-ocidental/"><div class="gutentor-image-thumb"><img decoding="async" class="normal-image" src="https://culturadefato.com.br/wp-content/uploads/2026/01/DisputaSantissimoSacramento.jpg" alt="Obra: &quot;A Disputa do Santíssimo Sacramento&quot; (1509–1510). Primeira parte da encomenda feita a Rafael para a decoração em afrescos das salas hoje conhecidas como Salas de Rafael (Stanze di Raffaello), no Palácio Apostólico do Vaticano."/></div></a></div></div>



<p class="has-text-align-center wp-block-paragraph"><br><a href="https://culturadefato.com.br/desmentindo-os-mitos-da-idade-media-como-a-igreja-catolica-construiu-a-civilizacao-ocidental/"><em>Desmentindo mitos da Idade Média: “Como a Igreja Católica construiu a Civilização Ocidental”</em></a></p>
</div></div>



<div id="col-g-z0m70zr" class="wp-block-gutentor-m0-col col-g-z0m70zr gutentor-carousel-item"><div id="section-g-z0m70zr" class="section-g-z0m70zr gutentor-col-wrap has-color-bg has-custom-bg">
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<p class="has-text-align-center wp-block-paragraph"><br><em><a href="https://culturadefato.com.br/a-barbarie-legalizada-civilizacao-sem-deus-justica-sem-alma/">A barbárie legalizada: civilização sem Deus, justiça sem alma</a></em></p>
</div></div>



<div id="col-g-a3rdur1" class="wp-block-gutentor-m0-col col-g-a3rdur1 gutentor-carousel-item"><div id="section-g-a3rdur1" class="section-g-a3rdur1 gutentor-col-wrap has-color-bg has-custom-bg">
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<p class="has-text-align-center wp-block-paragraph"><br><em><a href="https://culturadefato.com.br/quando-o-tempo-andava-devagar/">Quando o tempo andava devagar</a></em></p>
</div></div>



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<p class="has-text-align-center wp-block-paragraph"><br><em><a href="https://culturadefato.com.br/a-verdade-sobre-a-inquisicao-desfazendo-os-mitos/">A Verdade sobre a Inquisição: desfazendo os mitos</a></em></p>
</div></div>



<div id="col-g-gg5bpgr" class="wp-block-gutentor-m0-col col-g-gg5bpgr gutentor-carousel-item"><div id="section-g-gg5bpgr" class="section-g-gg5bpgr gutentor-col-wrap has-color-bg has-custom-bg">
<div id="section-g-ssqpa11" class="wp-block-gutentor-e6 section-g-ssqpa11 gutentor-element gutentor-element-image text-align-center-desktop"><div class="gutentor-element-image-box"><a class="gutentor-element-image-link" href="https://patriciacastro.org/"><div class="gutentor-image-thumb"><img decoding="async" class="normal-image" src="https://culturadefato.com.br/wp-content/uploads/2026/02/WebSitePatriciaCastro.jpg" alt="Print do website da Patrícia Castro"/></div></a></div></div>



<p class="has-text-align-center wp-block-paragraph"><br><a href="https://patriciacastro.org/">Conheça o <em>website</em> da autora</a></p>
</div></div>
</div></div></section>



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			</item>
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		<title>O que é “mente revolucionária”?</title>
		<link>https://culturadefato.com.br/o-que-e-mente-revolucionaria/</link>
					<comments>https://culturadefato.com.br/o-que-e-mente-revolucionaria/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Orlando Braga]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 15 Mar 2026 22:27:22 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Filosofia e História]]></category>
		<category><![CDATA[Adolf Hitler]]></category>
		<category><![CDATA[Antonio Gramsci]]></category>
		<category><![CDATA[Che Guevara]]></category>
		<category><![CDATA[Friederich Nietzsche]]></category>
		<category><![CDATA[Gramsci]]></category>
		<category><![CDATA[Habermas]]></category>
		<category><![CDATA[Heidegger]]></category>
		<category><![CDATA[Hitler]]></category>
		<category><![CDATA[Jacques Derrida]]></category>
		<category><![CDATA[Jean-Paul Sartre]]></category>
		<category><![CDATA[Martin Heidegger]]></category>
		<category><![CDATA[Mente Revolucionária]]></category>
		<category><![CDATA[Michel Foucault]]></category>
		<category><![CDATA[Moralidade]]></category>
		<category><![CDATA[Nietzsche]]></category>
		<category><![CDATA[O Que É?]]></category>
		<category><![CDATA[Olavo de Carvalho]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>“Segundo Olavo de Carvalho, a mente revolucionária tem 3 características essenciais: inversão da percepção do tempo; inversão da moral; e, troca de papéis entre sujeito e objeto.”</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="has-text-align-center wp-block-paragraph">“<em>Mentalidade revolucionária é o estado de espírito, permanente ou transitório, no qual um indivíduo ou grupo se crê habilitado a remoldar o conjunto da sociedade — senão a natureza humana em geral — por meio da ação política; e acredita que, como agente ou portador de um futuro melhor, está acima de todo julgamento pela humanidade presente ou passada, só tendo satisfações a prestar ao “tribunal da história”. Mas o tribunal da história é, por definição, a própria sociedade futura que esse indivíduo ou grupo diz representar no presente; e, como essa sociedade não pode testemunhar ou julgar senão através desse seu mesmo representante, é claro que este se torna assim não apenas o único juiz soberano de seus próprios atos, mas o juiz de toda a humanidade, passada, presente ou futura.</em>”<br>Olavo de Carvalho (1947-2022)</p>



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<br>



<p class="has-drop-cap wp-block-paragraph">Segundo Olavo de Carvalho, a mente revolucionária tem três características essenciais:</p>



<h2 class="wp-block-heading">I. A inversão da percepção do tempo</h2>



<br>



<p class="wp-block-paragraph">As pessoas normais consideram que o passado é algo imutável e que o futuro é algo de contingente ―&nbsp;<em>“o passado está enterrado e o futuro a Deus pertence”</em>, diz o senso-comum.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Por outro lado, a mente revolucionária considera que o passado pode ser mudado (e ferozmente denunciado!) através da reinterpretação da História por via do desconstrucionismo ideológico (<span data-tooltip-position="top" data-tooltip="Friedrich Wilhelm Nietzsche (1844-1900) foi filósofo, filólogo, crítico cultural, poeta e compositor prussiano do século XIX, nascido na atual Alemanha.">Nietzsche</span> → <span data-tooltip-position="bottom" data-tooltip="Antonio Sebastiano Francesco Gramsci (1891-1937) militante marxista italiano, co-fundador do Partido Comunista Italiano. Passou anos no cárcere, onde escreveu os ''Cadernos do Cárcere'' os quais descrevem suas ideias sobre hegemonia cultural e poder.">Gramsci</span> → <span data-tooltip-position="top" data-tooltip="Martin Heidegger (1889-1976) foi filósofo, professor universitário e reitor alemão.">Heidegger</span> → <span data-tooltip-position="bottom" data-tooltip="Jean-Paul Charles Aymard Sartre (1905-1980) foi filósofo, escritor e crítico francês, conhecido como representante do existencialismo.">Sartre</span> → <span data-tooltip-position="top" data-tooltip="Michel Foucault (1926-1984) foi um filósofo francês.">Foucault</span> → <span data-tooltip-position="bottom" data-tooltip="Jacques Derrida (1930-2004), filósofo franco-magrebino. Iniciou durante a década de 1960 a desconstrução em filosofia.">Derrida</span> → <span data-tooltip-position="top" data-tooltip="Jürgen Habermas é um filósofo e sociólogo alemão, nascido em 1929, que participa da tradição da teoria crítica e do pragmatismo, sendo membro da Escola de Frankfurt.">Habermas</span>). Em suma: o futuro é uma certeza, e o passado uma contingência ― isto é, o reviralho total.</p>



<br>



<h2 class="wp-block-heading">II. A inversão da moral</h2>



<br>



<p class="wp-block-paragraph">Em função da crença num futuro utópico dado como certo e determinado, em direcção ao qual a sociedade caminha sem qualquer possibilidade de desvio, a mente revolucionária acredita que esse futuro utópico inexorável é isento de “mal” ― esse futuro será perfeito, isento de erros humanos. Por isso, em função desse futuro utópico certo e dado como adquirido, todos os meios utilizados para atingir a inexorabilidade desse futuro estão, à partida, justificados. Trata-se de uma moral teleológica: os fins justificam todos os meios possíveis.</p>



<br>



<h2 class="wp-block-heading">III. Troca de papéis entre sujeito e objeto</h2>



<br>



<p class="wp-block-paragraph">A culpa dos atos de horror causados pela mente revolucionária é sempre das vítimas, porque estas não compreenderam as noções revolucionárias que levariam ao inexorável futuro perfeito e destituído de qualquer “mal”. As vítimas da mente revolucionária não foram assassinadas: antes suicidaram-se, e a ação da mente revolucionária é a que obedece sem remissão a uma verdade dialética imbuída de uma certeza científica que clama pela necessidade desse futuro sem “mal” ― portanto, a ação da mente revolucionária é impessoal, isenta de culpa ou de quaisquer responsabilidades morais ou legais nos atos criminosos que comete.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Segundo a mente revolucionária, as pessoas assassinadas por <span data-tooltip-position="top" data-tooltip="Ernesto Guevara (1928-1967) revolucionário marxista argentino.">Che Guevara</span> ou por <span data-tooltip-position="bottom" data-tooltip="Adolf Hitler (1889-1945) foi a figura central do Holocausto.">Hitler</span>, foram elas próprias as culpadas da sua morte (suicidaram-se), por se terem recusado a compreender a inexorabilidade do futuro sem “mal” de que os revolucionários seriam simples executores providenciais.</p>



<br>



<p class="has-text-align-right wp-block-paragraph">Por&nbsp;<a href="https://culturadefato.com.br/author/orlandobraga/">Orlando Braga</a>.<br>Conheça o&nbsp;<a href="https://espectivas.wordpress.com/" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><em>website</em>&nbsp;do autor</a>.</p>



<br>



<p class="has-background has-very-light-gray-background-color wp-block-paragraph"><strong>Nota da editoria:</strong><br><br>A imagem da capa é um recorte da obra: “<em>Balsa da Medusa</em>” (1818), de <span data-tooltip-position="top" data-tooltip="Jean-Louis André Théodore Géricault (1791-1824) foi um pintor francês do Romantismo.">Théodore Géricault</span> (1791-1824).<br><br>A pintura retrata um grupo de náufragos agarrados a uma esperança distante em meio ao desespero e ao caos, simbolizando massas humanas conduzidas por promessas de salvação que podem terminar em tragédia — uma imagem que dialoga com as inversões morais e históricas descritas no texto.</p>



<br>



<h2 class="wp-block-heading has-text-align-center">Mais do autor:</h2>



<br>



<section id="gm60fb059" class="wp-block-gutentor-m0 alignfull section-gm60fb059 gutentor-module gutentor-module-carousel has-color-bg has-custom-bg gutentor-slick-a-default-desktop gutentor-slick-a-default-tablet gutentor-slick-a-default-mobile"><div class="grid-container"><div class="gutentor-module-carousel-row" data-dots="false" data-dotstablet="false" data-dotsmobile="false" data-arrows="true" data-arrowstablet="true" data-arrowsmobile="true" data-infinite="true" data-autoplay="true" data-draggable="true" data-pauseonfocus="true" data-pauseonhover="true" data-autoplayspeed="4500" data-cmondesktop="false" data-cmontablet="false" data-cmonmobile="false" data-nextarrow="fas fa-angle-right" data-prevarrow="fas fa-angle-left" data-arrowspositiondesktop="gutentor-slick-a-default-desktop" data-arrowspositiontablet="gutentor-slick-a-default-tablet" data-arrowspositionmobile="gutentor-slick-a-default-mobile" data-speed="300" data-slideitemdesktop="2" data-slideitemtablet="3" data-slideitemmobile="1" data-slidescroll-desktop="2" data-slidescroll-tablet="1" data-slidescroll-mobile="2">
<div id="col-g-oy17o9n" class="wp-block-gutentor-m0-col col-g-oy17o9n gutentor-carousel-item"><div id="section-g-oy17o9n" class="section-g-oy17o9n gutentor-col-wrap has-color-bg has-custom-bg">
<div id="section-g-i8mk3pb" class="wp-block-gutentor-e6 section-g-i8mk3pb gutentor-element gutentor-element-image text-align-center-desktop"><div class="gutentor-element-image-box"><a class="gutentor-element-image-link" href="https://culturadefato.com.br/a-musica-ligeira-esta-praticamente-morta/"><div class="gutentor-image-thumb"><img decoding="async" class="normal-image" src="https://culturadefato.com.br/wp-content/uploads/2025/11/OrquestraDaOpera.jpg" alt="Recorte da obra: &quot;A Orquestra da Ópera&quot; (1868), de Edgar Degas (1834-1917)."/></div></a></div></div>



<p class="has-text-align-center wp-block-paragraph"><br><em><a href="https://culturadefato.com.br/a-musica-ligeira-esta-praticamente-morta/">A “música ligeira” está praticamente morta</a></em></p>
</div></div>



<div id="col-g-m1g771d" class="wp-block-gutentor-m0-col col-g-m1g771d gutentor-carousel-item"><div id="section-g-m1g771d" class="section-g-m1g771d gutentor-col-wrap has-color-bg has-custom-bg">
<div id="section-g-js222zj" class="wp-block-gutentor-e6 section-g-js222zj gutentor-element gutentor-element-image text-align-center-desktop"><div class="gutentor-element-image-box"><a class="gutentor-element-image-link" href="https://culturadefato.com.br/a-ideologia-que-nao-recompensa-a-criatividade-do-individuo/"><div class="gutentor-image-thumb"><img decoding="async" class="normal-image" src="https://culturadefato.com.br/wp-content/uploads/2025/10/CrystalGradation_1921.jpg" alt="Recorte da obra: &quot;Gradação de Cristal&quot; (1921), de Paul Klee (1879 - 1940)"/></div></a></div></div>



<p class="has-text-align-center wp-block-paragraph"><br><em><a href="https://culturadefato.com.br/a-ideologia-que-nao-recompensa-a-criatividade-do-individuo/">A ideologia que não recompensa a criatividade do indivíduo</a></em></p>
</div></div>



<div id="col-g-o77srx1" class="wp-block-gutentor-m0-col col-g-o77srx1 gutentor-carousel-item"><div id="section-g-o77srx1" class="section-g-o77srx1 gutentor-col-wrap has-color-bg has-custom-bg">
<div id="section-g-iifppeo" class="wp-block-gutentor-e6 section-g-iifppeo gutentor-element gutentor-element-image text-align-center-desktop"><div class="gutentor-element-image-box"><a class="gutentor-element-image-link" href="https://culturadefato.com.br/santo-agostinho-e-o-cogito-de-descartes/"><div class="gutentor-image-thumb"><img decoding="async" class="normal-image" src="https://culturadefato.com.br/wp-content/uploads/2025/10/Pleading.jpg" alt="Obra: &quot;Suplicando&quot; (1876), de Sir Lawrence Alma-Tadema (1836 - 1912)."/></div></a></div></div>



<p class="has-text-align-center wp-block-paragraph"><br><em><a href="https://culturadefato.com.br/santo-agostinho-e-o-cogito-de-descartes/">Santo Agostinho e o Cogito de Descartes</a></em></p>
</div></div>



<div id="col-g-9k9z2w1" class="wp-block-gutentor-m0-col col-g-9k9z2w1 gutentor-carousel-item"><div id="section-g-9k9z2w1" class="section-g-9k9z2w1 gutentor-col-wrap has-color-bg has-custom-bg">
<div id="section-g-echbip1" class="wp-block-gutentor-e6 section-g-echbip1 gutentor-element gutentor-element-image text-align-center-desktop"><div class="gutentor-element-image-box"><a class="gutentor-element-image-link" href="https://culturadefato.com.br/o-genocidio-dos-europeus-programado-pela-esquerda/"><div class="gutentor-image-thumb"><img decoding="async" class="normal-image" src="https://culturadefato.com.br/wp-content/uploads/2025/09/Esterilizem.jpg" alt="Esterilizem-se! Oba!"/></div></a></div></div>



<p class="has-text-align-center wp-block-paragraph"><br><em><a href="https://culturadefato.com.br/o-genocidio-dos-europeus-programado-pela-esquerda/">O genocídio dos europeus programado pela Esquerda</a></em></p>
</div></div>



<div id="col-g-f3jgyav" class="wp-block-gutentor-m0-col col-g-f3jgyav gutentor-carousel-item"><div id="section-g-f3jgyav" class="section-g-f3jgyav gutentor-col-wrap has-color-bg has-custom-bg">
<div id="section-g-pc5h5q9" class="wp-block-gutentor-e6 section-g-pc5h5q9 gutentor-element gutentor-element-image text-align-center-desktop"><div class="gutentor-element-image-box"><a class="gutentor-element-image-link" href="https://culturadefato.com.br/carro-a-pilhas-nao-se-trata-de-ecologia-e-um-ataque-politico-a-liberdade-individual/"><div class="gutentor-image-thumb"><img decoding="async" class="normal-image" src="https://culturadefato.com.br/wp-content/uploads/2025/07/ClassicCarShow.jpg" alt="Obra: &quot;Classic Car Show&quot; (2021), por Paul Cheng."/></div></a></div></div>



<p class="has-text-align-center wp-block-paragraph"><br><em><a href="https://culturadefato.com.br/carro-a-pilhas-nao-se-trata-de-ecologia-e-um-ataque-politico-a-liberdade-individual/">“Carro a pilhas”: não se trata de “ecologia”; é um ataque político à liberdade individual</a></em></p>
</div></div>



<div id="col-g-3jvvgv0" class="wp-block-gutentor-m0-col col-g-3jvvgv0 gutentor-carousel-item"><div id="section-g-3jvvgv0" class="section-g-3jvvgv0 gutentor-col-wrap has-color-bg has-custom-bg">
<div id="section-g-7xhx1h8" class="wp-block-gutentor-e6 section-g-7xhx1h8 gutentor-element gutentor-element-image text-align-center-desktop"><div class="gutentor-element-image-box"><a class="gutentor-element-image-link" href="https://culturadefato.com.br/os-intelectuais-pos-modernos-nao-conseguem-compreender-sao-tomas-de-aquino/"><div class="gutentor-image-thumb"><img decoding="async" class="normal-image" src="https://culturadefato.com.br/wp-content/uploads/2025/05/ApoteoseDeSaoTomasAquino.jpg" alt="Obra: &quot;Apoteose de São Tomás de Aquino&quot; (1631), de Francisco de Zurbarán (1598 – 1664)."/></div></a></div></div>



<p class="has-text-align-center wp-block-paragraph"><br><em><a href="https://culturadefato.com.br/os-intelectuais-pos-modernos-nao-conseguem-compreender-sao-tomas-de-aquino/">Os intelectuais pós-modernos não conseguem compreender São Tomás de Aquino</a></em></p>
</div></div>



<div id="col-g-i6f232f" class="wp-block-gutentor-m0-col col-g-i6f232f gutentor-carousel-item"><div id="section-g-i6f232f" class="section-g-i6f232f gutentor-col-wrap has-color-bg has-custom-bg">
<div id="section-g-h4jiyf0" class="wp-block-gutentor-e6 section-g-h4jiyf0 gutentor-element gutentor-element-image text-align-center-desktop"><div class="gutentor-element-image-box"><a class="gutentor-element-image-link" href="https://culturadefato.com.br/a-evolucao-degenerativa-do-homem/"><div class="gutentor-image-thumb"><img decoding="async" class="normal-image" src="https://culturadefato.com.br/wp-content/uploads/2025/02/ThreestudiesForPortraitOfGeorgeDyer_FrancisBacon.jpg" alt="“Three studies for portrait of george dyer”, de Francis Bacon (1909 - 1992)."/></div></a></div></div>



<p class="has-text-align-center wp-block-paragraph"><br><em><a href="https://culturadefato.com.br/a-evolucao-degenerativa-do-homem/">A evolução degenerativa do Homem</a></em></p>
</div></div>



<div id="col-g-1cbwibe" class="wp-block-gutentor-m0-col col-g-1cbwibe gutentor-carousel-item"><div id="section-g-1cbwibe" class="section-g-1cbwibe gutentor-col-wrap has-color-bg has-custom-bg">
<div id="section-g-shngdd4" class="wp-block-gutentor-e6 section-g-shngdd4 gutentor-element gutentor-element-image text-align-center-desktop"><div class="gutentor-element-image-box"><a class="gutentor-element-image-link" href="https://culturadefato.com.br/um-liberal-e-pior-do-que-um-comunista/"><div class="gutentor-image-thumb"><img decoding="async" class="normal-image" src="https://culturadefato.com.br/wp-content/uploads/2025/01/Revolution_LudwigMeidner.jpg" alt="Obra: &quot;Revolution&quot; (1919), de Ludwig Meidner (1884 - 1966)."/></div></a></div></div>



<p class="has-text-align-center wp-block-paragraph"><br><em><a href="https://culturadefato.com.br/um-liberal-e-pior-do-que-um-comunista/">Um liberal é pior do que um comunista</a></em></p>
</div></div>



<div id="col-g-gppg81x" class="wp-block-gutentor-m0-col col-g-gppg81x gutentor-carousel-item"><div id="section-g-gppg81x" class="section-g-gppg81x gutentor-col-wrap has-color-bg has-custom-bg">
<div id="section-g-1w6aw1e" class="wp-block-gutentor-e6 section-g-1w6aw1e gutentor-element gutentor-element-image text-align-center-desktop"><div class="gutentor-element-image-box"><a class="gutentor-element-image-link" href="https://culturadefato.com.br/o-brasil-ja-nao-tem-um-sistema-democratico-liberal-passo-a-redundancia/"><div class="gutentor-image-thumb"><img decoding="async" class="normal-image" src="https://culturadefato.com.br/wp-content/uploads/2025/01/SupremeCourt.jpg" alt="Obra: &quot;Our Overworked Supreme Court&quot; (1885), por J. Keppler (1838 - 1894)."/></div></a></div></div>



<p class="has-text-align-center wp-block-paragraph"><br><em><a href="https://culturadefato.com.br/o-brasil-ja-nao-tem-um-sistema-democratico-liberal-passo-a-redundancia/">O Brasil já não tem um sistema “democrático liberal” (passo a redundância)</a></em></p>
</div></div>



<div id="col-g-fbf1mdc" class="wp-block-gutentor-m0-col col-g-fbf1mdc gutentor-carousel-item"><div id="section-g-fbf1mdc" class="section-g-fbf1mdc gutentor-col-wrap has-color-bg has-custom-bg">
<div id="section-g-2nosr3f" class="wp-block-gutentor-e6 section-g-2nosr3f gutentor-element gutentor-element-image text-align-center-desktop"><div class="gutentor-element-image-box"><a class="gutentor-element-image-link" href="https://culturadefato.com.br/qual-e-a-diferenca-basica-entre-a-esquerda-e-a-direita/"><div class="gutentor-image-thumb"><img decoding="async" class="normal-image" src="https://culturadefato.com.br/wp-content/uploads/2024/10/LeSermentDuJeuDePaume_Jacques-LouisDavid.jpg" alt="Obra: &quot;Le Serment du Jeu de paume&quot; (década de 1790), por Jacques-Louis David (1748 – 1825)."/></div></a></div></div>



<p class="has-text-align-center wp-block-paragraph"><br><em><a href="https://culturadefato.com.br/as-tatuagens-e-a-desfiguracao-do-corpo/">Qual </a><a href="https://culturadefato.com.br/qual-e-a-diferenca-basica-entre-a-esquerda-e-a-direita/">é a diferença básica entre a Esquerda e a Direita?</a></em></p>
</div></div>



<div id="col-g-kd1j7mr" class="wp-block-gutentor-m0-col col-g-kd1j7mr gutentor-carousel-item"><div id="section-g-kd1j7mr" class="section-g-kd1j7mr gutentor-col-wrap has-color-bg has-custom-bg">
<div id="section-g-br7719z" class="wp-block-gutentor-e6 section-g-br7719z gutentor-element gutentor-element-image text-align-center-desktop"><div class="gutentor-element-image-box"><a class="gutentor-element-image-link" href="https://culturadefato.com.br/as-tatuagens-e-a-desfiguracao-do-corpo/"><div class="gutentor-image-thumb"><img decoding="async" class="normal-image" src="https://culturadefato.com.br/wp-content/uploads/2024/08/RosettaII.jpg" alt="Obra: &quot;Rosetta II&quot; (2005), por Jenny Saville."/></div></a></div></div>



<p class="has-text-align-center wp-block-paragraph"><br><em><a href="https://culturadefato.com.br/as-tatuagens-e-a-desfiguracao-do-corpo/">As tatuagens e a desfiguração do corpo</a></em></p>
</div></div>



<div id="col-g-1xseesy" class="wp-block-gutentor-m0-col col-g-1xseesy gutentor-carousel-item"><div id="section-g-1xseesy" class="section-g-1xseesy gutentor-col-wrap has-color-bg has-custom-bg">
<div id="section-g-z3dh3mz" class="wp-block-gutentor-e6 section-g-z3dh3mz gutentor-element gutentor-element-image text-align-center-desktop"><div class="gutentor-element-image-box"><a class="gutentor-element-image-link" href="https://culturadefato.com.br/ha-limites-para-a-loucura-globalista/"><div class="gutentor-image-thumb"><img decoding="async" class="normal-image" src="https://culturadefato.com.br/wp-content/uploads/2024/07/PoliceAndThieves.jpg" alt="Obra: &quot;Police and Thieves&quot; (2015), por Hugo Mayer."/></div></a></div></div>



<p class="has-text-align-center wp-block-paragraph"><br><em><a href="https://culturadefato.com.br/ha-limites-para-a-loucura-globalista/">Há limites para a loucura globalista</a></em></p>
</div></div>



<div id="col-g-8zfqmg7" class="wp-block-gutentor-m0-col col-g-8zfqmg7 gutentor-carousel-item"><div id="section-g-8zfqmg7" class="section-g-8zfqmg7 gutentor-col-wrap has-color-bg has-custom-bg">
<div id="section-g-i8seiq1" class="wp-block-gutentor-e6 section-g-i8seiq1 gutentor-element gutentor-element-image text-align-center-desktop"><div class="gutentor-element-image-box"><a class="gutentor-element-image-link" href="https://culturadefato.com.br/estamos-caminhando-para-um-planeta-prisao/"><div class="gutentor-image-thumb"><img decoding="async" class="normal-image" src="https://culturadefato.com.br/wp-content/uploads/2024/06/Piranesi_Carcere_XIV.jpg" alt="Obra: &quot;Imaginary Prison (Carcere XIV)&quot; (1760), de Giovanni Battista Piranesi (1720 – 1778) ."/></div></a></div></div>



<p class="has-text-align-center wp-block-paragraph"><br><em><a href="https://culturadefato.com.br/ha-limites-para-a-loucura-globalista/">Est</a><a href="https://culturadefato.com.br/estamos-caminhando-para-um-planeta-prisao/">amos caminhando para um planeta prisão</a></em></p>
</div></div>



<div id="col-gmb5392d" class="wp-block-gutentor-m0-col col-gmb5392d gutentor-carousel-item"><div id="section-gmb5392d" class="section-gmb5392d gutentor-col-wrap has-color-bg has-custom-bg">
<div id="section-g293cdd" class="wp-block-gutentor-e6 section-g293cdd gutentor-element gutentor-element-image text-align-center-desktop"><div class="gutentor-element-image-box"><a class="gutentor-element-image-link" href="https://culturadefato.com.br/a-esquerda-puritana-progressista-e-igualitarista-e-o-principio-de-pareto/"><div class="gutentor-image-thumb"><img decoding="async" class="normal-image" src="https://culturadefato.com.br/wp-content/uploads/2024/05/Mateus13_1-9.jpg" alt="Obra: &quot;The Sower&quot; (2013), por Liz Lemon Swindle. Representa Mateus 13 1-9."/></div></a></div></div>



<p class="has-text-align-center wp-block-paragraph"><br><em><a href="https://culturadefato.com.br/a-esquerda-puritana-progressista-e-igualitarista-e-o-principio-de-pareto/">A Esquerda puritana, progressista e igualitarista, e o Princípio de Pareto</a></em></p>
</div></div>



<div id="col-gm0ad177" class="wp-block-gutentor-m0-col col-gm0ad177 gutentor-carousel-item"><div id="section-gm0ad177" class="section-gm0ad177 gutentor-col-wrap has-color-bg has-custom-bg">
<div id="section-gf5cd6a" class="wp-block-gutentor-e6 section-gf5cd6a gutentor-element gutentor-element-image text-align-center-desktop"><div class="gutentor-element-image-box"><a class="gutentor-element-image-link" href="https://culturadefato.com.br/joao-caupers-isabel-moreira-e-a-institucionalizacao-da-eutanasia/"><div class="gutentor-image-thumb"><img decoding="async" class="normal-image" src="https://culturadefato.com.br/wp-content/uploads/2024/03/DeathAndTheMiser_FransFranckenII.jpg" alt="Obra: &quot;Death and the miser&quot;, por Frans Francken II (1581-1642)."/></div></a></div></div>



<p class="has-text-align-center wp-block-paragraph"><br><em><a href="https://culturadefato.com.br/joao-caupers-isabel-moreira-e-a-institucionalizacao-da-eutanasia/">João Caupers, Isabel Moreira, e a institucionalização da eutanásia</a></em></p>
</div></div>



<div id="col-gm277ea2" class="wp-block-gutentor-m0-col col-gm277ea2 gutentor-carousel-item"><div id="section-gm277ea2" class="section-gm277ea2 gutentor-col-wrap has-color-bg has-custom-bg">
<div id="section-g955680" class="wp-block-gutentor-e6 section-g955680 gutentor-element gutentor-element-image text-align-center-desktop"><div class="gutentor-element-image-box"><a class="gutentor-element-image-link" href="https://culturadefato.com.br/hume-tinha-razao-sem-querer/"><div class="gutentor-image-thumb"><img decoding="async" class="normal-image" src="https://culturadefato.com.br/wp-content/uploads/2024/01/SunriseInTheHarbor_LeonidAfremov.jpg" alt="Obra: &quot;Sunrise in the Harbor&quot;, por Leonid Afremov."/></div></a></div></div>



<p class="has-text-align-center wp-block-paragraph"><br><a href="https://culturadefato.com.br/hume-tinha-razao-sem-querer/"><em>Hume tinha razão, sem querer<br></em></a></p>
</div></div>



<div id="col-gm895252" class="wp-block-gutentor-m0-col col-gm895252 gutentor-carousel-item"><div id="section-gm895252" class="section-gm895252 gutentor-col-wrap has-color-bg has-custom-bg">
<div id="section-g4cc9d7" class="wp-block-gutentor-e6 section-g4cc9d7 gutentor-element gutentor-element-image text-align-center-desktop"><div class="gutentor-element-image-box"><a class="gutentor-element-image-link" href="https://culturadefato.com.br/o-prazer-e-a-dor-segundo-o-estoicismo-e-o-cristianismo/"><div class="gutentor-image-thumb"><img decoding="async" class="normal-image" src="https://culturadefato.com.br/wp-content/uploads/2022/06/TheDeathSeneca_PeterPaulRubens.jpg" alt="Obra: &quot;The Death of Seneca&quot; (1615), de Peter Paul Rubens (1577 - 1640)"/></div></a></div></div>



<p class="has-text-align-center wp-block-paragraph"><br><em><a href="https://culturadefato.com.br/o-prazer-e-a-dor-segundo-o-estoicismo-e-o-cristianismo/">O prazer e a dor, segundo o estoicismo e o Cristianismo</a></em></p>
</div></div>



<div id="col-gmbc4768" class="wp-block-gutentor-m0-col col-gmbc4768 gutentor-carousel-item"><div id="section-gmbc4768" class="section-gmbc4768 gutentor-col-wrap has-color-bg has-custom-bg">
<div id="section-g8678e8" class="wp-block-gutentor-e6 section-g8678e8 gutentor-element gutentor-element-image text-align-center-desktop"><div class="gutentor-element-image-box"><a class="gutentor-element-image-link" href="https://culturadefato.com.br/vem-ai-uma-recessao-economica-na-zona-euro/"><div class="gutentor-image-thumb"><img decoding="async" class="normal-image" src="https://culturadefato.com.br/wp-content/uploads/2022/04/SunburstPumpingUnit_GregEvans.jpg" alt="Obra: &quot;Sunburst - Pumping Unit&quot;, de Greg Evans."/></div></a></div></div>



<p class="has-text-align-center wp-block-paragraph"><br><em><a href="https://culturadefato.com.br/vem-ai-uma-recessao-economica-na-zona-euro/">Vem aí uma recessão econômica na zona Euro</a></em></p>
</div></div>



<div id="col-gm5015e4" class="wp-block-gutentor-m0-col col-gm5015e4 gutentor-carousel-item"><div id="section-gm5015e4" class="section-gm5015e4 gutentor-col-wrap has-color-bg has-custom-bg">
<div id="section-gec39f8" class="wp-block-gutentor-e6 section-gec39f8 gutentor-element gutentor-element-image text-align-center-desktop"><div class="gutentor-element-image-box"><a class="gutentor-element-image-link" href="https://culturadefato.com.br/a-verdade-existe/"><div class="gutentor-image-thumb"><img decoding="async" class="normal-image" src="https://culturadefato.com.br/wp-content/uploads/2021/03/NascerDoSol_VladimirKush.jpg" alt="Recorte da obra: &quot;Nascer do sol&quot; de autoria do pintor russo Vladimir Kush."/></div></a></div></div>



<p class="has-text-align-center wp-block-paragraph"><br><em><a href="https://culturadefato.com.br/a-verdade-existe/">A verdade existe?</a></em></p>
</div></div>



<div id="col-gm47aa84" class="wp-block-gutentor-m0-col col-gm47aa84 gutentor-carousel-item"><div id="section-gm47aa84" class="section-gm47aa84 gutentor-col-wrap has-color-bg has-custom-bg">
<div id="section-g7bdb86" class="wp-block-gutentor-e6 section-g7bdb86 gutentor-element gutentor-element-image text-align-center-desktop"><div class="gutentor-element-image-box"><a class="gutentor-element-image-link" href="https://culturadefato.com.br/o-que-e-o-politicamente-correto/"><div class="gutentor-image-thumb"><img decoding="async" class="normal-image" src="https://culturadefato.com.br/wp-content/uploads/2021/02/CalaABoca.jpg"/></div></a></div></div>



<p class="has-text-align-center wp-block-paragraph"><br><em><a href="https://culturadefato.com.br/o-que-e-o-politicamente-correto/">O que é o politicamente correto?</a></em></p>
</div></div>



<div id="col-gm5b60b9" class="wp-block-gutentor-m0-col col-gm5b60b9 gutentor-carousel-item"><div id="section-gm5b60b9" class="section-gm5b60b9 gutentor-col-wrap has-color-bg has-custom-bg">
<div id="section-g626fe4" class="wp-block-gutentor-e6 section-g626fe4 gutentor-element gutentor-element-image text-align-center-desktop"><div class="gutentor-element-image-box"><a class="gutentor-element-image-link" href="https://culturadefato.com.br/a-etica-e-a-moral-nao-podem-ser-definidas-ou-determinadas-pela-ciencia/"><div class="gutentor-image-thumb"><img decoding="async" class="normal-image" src="https://culturadefato.com.br/wp-content/uploads/2020/11/ParafusoSolto.jpg"/></div></a></div></div>



<p class="has-text-align-center wp-block-paragraph"><br><em><a href="https://culturadefato.com.br/a-etica-e-a-moral-nao-podem-ser-definidas-ou-determinadas-pela-ciencia/">A ética e a moral não podem ser definidas ou determinadas pela ciência</a></em></p>
</div></div>



<div id="col-gm79574f" class="wp-block-gutentor-m0-col col-gm79574f gutentor-carousel-item"><div id="section-gm79574f" class="section-gm79574f gutentor-col-wrap has-color-bg has-custom-bg">
<div id="section-geadb75" class="wp-block-gutentor-e6 section-geadb75 gutentor-element gutentor-element-image text-align-center-desktop"><div class="gutentor-element-image-box"><a class="gutentor-element-image-link" href="https://culturadefato.com.br/o-abandono-da-mulher/"><div class="gutentor-image-thumb"><img decoding="async" class="normal-image" src="https://culturadefato.com.br/wp-content/uploads/2020/10/OAbandonoDaMulher.jpg" alt="Mulher sentada em escadaria da rua e homem deixando-a."/></div></a></div></div>



<p class="has-text-align-center wp-block-paragraph"><br><em><a href="https://culturadefato.com.br/o-abandono-da-mulher/">O abandono da mulher</a></em></p>
</div></div>



<div id="col-g-gg3fsp7" class="wp-block-gutentor-m0-col col-g-gg3fsp7 gutentor-carousel-item"><div id="section-g-gg3fsp7" class="section-g-gg3fsp7 gutentor-col-wrap has-color-bg has-custom-bg">
<div id="section-g-it5ifdd" class="wp-block-gutentor-e6 section-g-it5ifdd gutentor-element gutentor-element-image text-align-center-desktop"><div class="gutentor-element-image-box"><a class="gutentor-element-image-link" href="https://espectivas.wordpress.com/" target="_blank" rel=" noopener noreferrer nofollow"><div class="gutentor-image-thumb"><img decoding="async" class="normal-image" src="https://culturadefato.com.br/wp-content/uploads/2020/07/http.jpg" alt="Letreiro azul http indicando links"/></div></a></div></div>



<p class="has-text-align-center wp-block-paragraph"><br><a href="https://espectivas.wordpress.com/" target="_blank" rel="noreferrer noopener nofollow">Conheça o <em>website</em> do autor</a></p>
</div></div>



<div id="col-g-1usyfbd" class="wp-block-gutentor-m0-col col-g-1usyfbd gutentor-carousel-item"><div id="section-g-1usyfbd" class="section-g-1usyfbd gutentor-col-wrap has-color-bg has-custom-bg">
<div id="section-g-gdrlopz" class="wp-block-gutentor-e6 section-g-gdrlopz gutentor-element gutentor-element-image text-align-center-desktop"><div class="gutentor-element-image-box"><a class="gutentor-element-image-link" href="#main"><div class="gutentor-image-thumb"><img decoding="async" class="normal-image" src="https://culturadefato.com.br/wp-content/uploads/2026/03/TheRaftOfTheMedusa.jpg" alt="Recorte da obra: &quot;Balsa da Medusa&quot; (1818), de Théodore Géricault (1791 - 1824)."/></div></a></div></div>



<p class="has-text-align-center wp-block-paragraph"><br><a href="#main">Retornar ao topo</a></p>
</div></div>
</div></div></section>



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		<title>Coração versus Bíblia</title>
		<link>https://culturadefato.com.br/coracao-versus-biblia/</link>
					<comments>https://culturadefato.com.br/coracao-versus-biblia/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Dennis Prager]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 09 Mar 2026 03:00:36 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cristianismo]]></category>
		<category><![CDATA[Filosofia e História]]></category>
		<category><![CDATA[Aborto]]></category>
		<category><![CDATA[GULAG]]></category>
		<category><![CDATA[Ideologia Gay]]></category>
		<category><![CDATA[Martin Luther King Jr.]]></category>
		<category><![CDATA[Mídia Sem Máscara]]></category>
		<category><![CDATA[Moralidade]]></category>
		<category><![CDATA[Nazismo]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://culturadefato.com.br/?p=27469</guid>

					<description><![CDATA[<p>“Os olhos e o coração formam uma força extraordinariamente poderosa. Eles só podem ser superados, na formulação de políticas, por uma mente e um sistema de valores que sejam mais fortes do que a dupla coração-olho.”</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="has-text-align-center wp-block-paragraph">“<em>Enganoso é o coração, mais do que todas as coisas,</em><br><em>e perverso; quem o conhecerá?</em>”<br>Jeremias 17:9</p>



<hr class="wp-block-separator has-alpha-channel-opacity is-style-wide"/>



<br>



<p class="has-drop-cap wp-block-paragraph">Recentemente, entrevistei uma estudante sueca de 26 anos a respeito de suas ideias sobre a vida. Perguntei se ela acreditava em Deus ou em alguma religião.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“Não, isso é tolice,” ela respondeu.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“Então como você sabe o que é certo e o que é errado?” perguntei.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“Meu coração me diz,” ela replicou.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Em poucas palavras, essa é a principal razão para a grande divergência que há na América, e também entre a América e boa parte da Europa. A maioria das pessoas usa o seu coração — incitado por seus olhos — para determinar o que é certo e o que é errado. Uma minoria usa sua mente e/ou a Bíblia para fazer essa determinação.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Escolha quase qualquer assunto e estas duas maneiras opostas de determinar certo e errado se tornam evidentes.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Aqui vão três exemplos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Casamento entre pessoas do mesmo sexo: o coração favorece essa ideia. É preciso ter um coração endurecido para não ser comovido quando se veem muitos adoráveis casais do mesmo sexo que querem comprometer suas vidas mutuamente em casamento. O olho vê os casais; o coração se comove para redefinir o casamento.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Direitos dos animais: o coração os favorece. É difícil encontrar uma pessoa, por exemplo, cujo coração não se comova ao ver um animal sendo usado para pesquisas médicas. O olho vê o animal fofinho; o coração então equipara a vida animal e a vida humana.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Aborto: Como se pode olhar para uma menina de 18 anos, que teve relações sem proteção, e não ficar comovido? Que tipo de pessoa sem coração vai lhe dizer que ela não deveria abortar e que deveria dar à luz?</p>



<p class="wp-block-paragraph">Os olhos e o coração formam uma força extraordinariamente poderosa. Eles só podem ser superados, na formulação de políticas, por uma mente e um sistema de valores que sejam mais fortes do que a dupla coração-olho.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Com o declínio das religiões judaico-cristãs, o coração, moldado pelo que o olho vê (aqui está o poder da televisão), tornou-se a fonte das decisões morais das pessoas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Este é um problema potencialmente fatal para nossa civilização. O coração pode ser muito belo, entretanto não é nem intelectualmente nem moralmente profundo.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Portanto, é assustador que centenas de milhares de pessoas não vejam problema algum em admitir que o seu coração é a fonte dos seus valores. Seu coração sabe mais do que milhares de anos de sabedoria acumulada; sabe mais do que religiões moldadas pelos melhores pensadores de nossa civilização (e, para o crente, moldadas por Deus); e sabe mais do que o livro que guiou nossa sociedade — dos Fundadores de nossa singularmente bem-sucedida sociedade, passando pelos militantes contra a escravidão e chegando até ao Rev. <span data-tooltip-position="top" data-tooltip="Martin Luther King, Jr. (1929 – 1968) foi pastor batista e ativista político estadunidense que se tornou a figura mais proeminente e líder do movimento dos direitos civis nos Estados Unidos de 1955 até seu assassinato em 1968.">Martin Luther King Jr.</span> e à maioria dos líderes da luta pela igualdade racial.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Esta exaltação do próprio coração vai bem além da autoconfiança — é a autodeificação.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Uma das primeiras coisas que se aprende no judaísmo e no cristianismo é que os olhos e o coração são geralmente terríveis guias no que diz respeito ao bom e ao santo. “&#8230; não se prostituam nem sigam as inclinações do seu coração e dos seus olhos.” (<a href="https://www.bibliaonline.com.br/acf/nm/15/39" target="_blank" rel="noreferrer noopener nofollow">Números 15:39</a>);  “O coração é mais enganoso&nbsp;que qualquer outra coisa&#8230;” (<a href="https://www.bibliaonline.com.br/acf/jr/17/9" target="_blank" rel="noreferrer noopener nofollow">Jeremias 17:9</a>).</p>



<p class="wp-block-paragraph">Os apoiadores do casamento do mesmo sexo veem o adorável casal homossexual, e portanto não se interessam pelos efeitos das mudanças no casamento e na família sobre as crianças que não veem. E, como tem veneração pelos seus corações, o ideal bíblico de amor entre homem e mulher, casamento e família, não têm importância nenhuma para eles.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Os corações dos defensores dos direitos dos animais estão profundamente comovidos pelos animais que veem submetidos aos experimentos, mas não pelos milhões de pessoas que não veem que vão sofrer e morrer se pararmos com esses experimentos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Da mesma forma, os corações das pessoas que apoiam a PETA (People for the Ethical Treatment of Animals, Pessoas pelo Tratamento Ético aos Animais) estão tão comovidas pela &nbsp;condição dos frangos abatidos que a organização tem uma campanha intitulada “Holocausto no seu prato,” que compara o abate de galinhas com o massacre dos Judeus pelos nazistas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Por 25 anos tenho perguntado a graduandos do ensino médio em toda a América se salvariam seu cão ou uma pessoa desconhecida, caso ambos estivessem se afogando. A maioria tem quase sempre votado contra a pessoa. Por quê? Porque, dizem sem hesitar, eles amam seu cão, não o estranho. Uma geração inteira foi criada sem referência a nenhum código moral acima dos sentimentos do seu coração. Não sabem, e não se importariam se soubessem, que a Bíblia ensina que os seres humanos, não os animais, foram criados à imagem de Deus.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Da mesma forma, aqueles que não conseguem chamar nenhum aborto de imoral estão comovidos pelo que veem — a mulher desolada que quer um aborto, não pelo feto humano que não veem. É por isso que os grupos pró-direitos abortivos são tão contra mostrar fotografias de fetos abortados — imagens assim podem comover o olho e o coração dos espectadores de maneira a julgar de outro modo a moralidade de muitos abortos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">É inegável que muitas pessoas usaram suas mentes e muitos usaram a Bíblia de maneiras que conduziram ao mal. E algumas dessas pessoas de fato não tinham coração. Mas nenhuma das grandes crueldades do século XX — o <span data-tooltip="Sistema penal institucional da antiga União Soviética, composto por uma rede de campos de concentração. ''Glavnoe Upravlenie Legarei'', em português: Administração Central dos Campos." data-tooltip-position="top">GULAG</span>, Auschwitz, Camboja, Coréia do Norte, a <span data-tooltip="A Revolução Cultural (1966-1976) foi um movimento sociopolítico radical lançado por Mao Tsé-Tung para reafirmar seu poder, expurgar rivais e eliminar elementos ''burgueses'' na China." data-tooltip-position="top">Revolução Cultural de Mao</span> — veio daqueles que obtiveram seus valores da Bíblia. E o maior mal deste século XXI, ainda que baseado numa religião, também não veio da Bíblia.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Enquanto isso, a combinação de mente, valores judaico-cristãos e coração produziu, ao longo dos séculos, o sucesso singular conhecido como América. Estribar-se no coração vai destruir esta diligente conquista em uma geração.</p>



<br>



<p class="has-text-align-right wp-block-paragraph">Por Dennis Prager.<br><br>Publicado originalmente em inglês em 16 de março de 2004, no endereço:<br><a href="https://web.archive.org/web/20160313134016/http://www.dennisprager.com/its-the-heart-versus-the-bible/" target="_blank" rel="noreferrer noopener nofollow">https://web.archive.org/web/20160313134016/http://www.dennisprager.com/its-the-heart-versus-the-bible/</a><br><br>O artigo foi traduzido por Timóteo Kühn para publicação no <em>website</em> <a href="https://midiasemmascara.net/" target="_blank" rel="noreferrer noopener nofollow">Mídia Sem Máscara</a>, em 30 de janeiro de 2014.</p>



<br>



<p class="has-background has-very-light-gray-background-color wp-block-paragraph"><strong>Nota da editoria:</strong><br><br>A imagem da capa é um recorte da obra: “<em>Queda de Ícaro</em>” (aprox. 1558), por <span data-tooltip-position="top" data-tooltip="Pieter Bruegel the Elder (Brueghel), o Velho: pintor e gravurista holandês, nasceu entre 1525 e 1530 e faleceu em 1569.">Pieter Bruegel</span> (1525/1530–1569).<br><br>A pintura foi inspirada no mito de Ícaro. Como se sabe, Ícaro ignora os avisos de seu pai, Dédalo, voa alto demais e, ao aproximar-se do sol, tem a cera de suas asas derretida, caindo no mar. Na obra, sua queda aparece quase escondida — visível apenas pelas pernas que emergem da água no canto inferior direito, enquanto o restante do mundo segue sua rotina. A imagem dialoga com o argumento do artigo ao sugerir que o entusiasmo ou os impulsos humanos, quando ignoram advertências e princípios mais sólidos, podem conduzir à queda.</p>



<br>



<hr class="wp-block-separator has-alpha-channel-opacity is-style-dots"/>



<h2 class="wp-block-heading has-text-align-center">Saiba mais, leia:</h2>



<br>



<section id="gm71bf303" class="wp-block-gutentor-m0 alignfull section-gm71bf303 gutentor-module gutentor-module-carousel has-color-bg has-custom-bg gutentor-slick-a-default-desktop gutentor-slick-a-default-tablet gutentor-slick-a-default-mobile"><div class="grid-container"><div class="gutentor-module-carousel-row" data-dots="false" data-dotstablet="false" data-dotsmobile="false" data-arrows="true" data-arrowstablet="true" data-arrowsmobile="true" data-infinite="true" data-autoplay="true" data-draggable="true" data-pauseonfocus="true" data-pauseonhover="true" data-autoplayspeed="4500" data-cmondesktop="false" data-cmontablet="false" data-cmonmobile="false" data-nextarrow="fas fa-angle-right" data-prevarrow="fas fa-angle-left" data-arrowspositiondesktop="gutentor-slick-a-default-desktop" data-arrowspositiontablet="gutentor-slick-a-default-tablet" data-arrowspositionmobile="gutentor-slick-a-default-mobile" data-speed="300" data-slideitemdesktop="2" data-slideitemtablet="3" data-slideitemmobile="1" data-slidescroll-desktop="2" data-slidescroll-tablet="3" data-slidescroll-mobile="1">
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<div id="section-g-lepfdsl" class="wp-block-gutentor-e6 section-g-lepfdsl gutentor-element gutentor-element-image text-align-center-desktop"><div class="gutentor-element-image-box"><a class="gutentor-element-image-link" href="https://culturadefato.com.br/desmentindo-os-mitos-da-idade-media-como-a-igreja-catolica-construiu-a-civilizacao-ocidental/"><div class="gutentor-image-thumb"><img decoding="async" class="normal-image" src="https://culturadefato.com.br/wp-content/uploads/2026/01/DisputaSantissimoSacramento.jpg" alt="Obra: &quot;A Disputa do Santíssimo Sacramento&quot; (1509–1510). Primeira parte da encomenda feita a Rafael para a decoração em afrescos das salas hoje conhecidas como Salas de Rafael (Stanze di Raffaello), no Palácio Apostólico do Vaticano."/></div></a></div></div>



<p class="has-text-align-center wp-block-paragraph"><br><a href="https://culturadefato.com.br/desmentindo-os-mitos-da-idade-media-como-a-igreja-catolica-construiu-a-civilizacao-ocidental/"><em>Desmentindo mitos da Idade Média: “Como a Igreja Católica construiu a Civilização Ocidental”</em></a>, por <a href="https://culturadefato.com.br/author/patriciacastro/">Patrícia Castro</a></p>
</div></div>



<div id="col-g-z0m70zr" class="wp-block-gutentor-m0-col col-g-z0m70zr gutentor-carousel-item"><div id="section-g-z0m70zr" class="section-g-z0m70zr gutentor-col-wrap has-color-bg has-custom-bg">
<div id="section-g-9xl3an4" class="wp-block-gutentor-e6 section-g-9xl3an4 gutentor-element gutentor-element-image text-align-center-desktop"><div class="gutentor-element-image-box"><a class="gutentor-element-image-link" href="https://culturadefato.com.br/a-barbarie-legalizada-civilizacao-sem-deus-justica-sem-alma/"><div class="gutentor-image-thumb"><img decoding="async" class="normal-image" src="https://culturadefato.com.br/wp-content/uploads/2026/01/AEntradaDeCristoEmBruxelas.jpg" alt="Obra: &quot;A Entrada de Cristo em Bruxelas&quot; (1888), de James Ensor (1860 - 1949)."/></div></a></div></div>



<p class="has-text-align-center wp-block-paragraph"><br><em><a href="https://culturadefato.com.br/a-barbarie-legalizada-civilizacao-sem-deus-justica-sem-alma/">A barbárie legalizada: civilização sem Deus, justiça sem alma</a></em>, por <a href="https://culturadefato.com.br/author/patriciacastro/">Patrícia Castro</a></p>
</div></div>



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<div id="section-g-umah1vs" class="wp-block-gutentor-e6 section-g-umah1vs gutentor-element gutentor-element-image text-align-center-desktop"><div class="gutentor-element-image-box"><a class="gutentor-element-image-link" href="https://culturadefato.com.br/a-verdade-sobre-a-inquisicao-desfazendo-os-mitos/"><div class="gutentor-image-thumb"><img decoding="async" class="normal-image" src="https://culturadefato.com.br/wp-content/uploads/2025/09/AutoDeFeEnLaPlazaMayorDeMadrid.jpg" alt="Obra: &quot;Auto de Fe en la plaza Mayor de Madrid&quot; (1683), por Francisco Rizi (1614 – 1685)."/></div></a></div></div>



<p class="has-text-align-center wp-block-paragraph"><br><em><a href="https://culturadefato.com.br/a-verdade-sobre-a-inquisicao-desfazendo-os-mitos/">A Verdade sobre a Inquisição: desfazendo os mitos</a></em>, por <a href="https://culturadefato.com.br/author/patriciacastro/">Patrícia Castro</a></p>
</div></div>



<div id="col-g-gg5bpgr" class="wp-block-gutentor-m0-col col-g-gg5bpgr gutentor-carousel-item"><div id="section-g-gg5bpgr" class="section-g-gg5bpgr gutentor-col-wrap has-color-bg has-custom-bg">
<div id="section-g-ssqpa11" class="wp-block-gutentor-e6 section-g-ssqpa11 gutentor-element gutentor-element-image text-align-center-desktop"><div class="gutentor-element-image-box"><a class="gutentor-element-image-link" href="https://culturadefato.com.br/o-cristianismo-como-ideia/"><div class="gutentor-image-thumb"><img decoding="async" class="normal-image" src="https://culturadefato.com.br/wp-content/uploads/2022/11/CreationOfAdam_BradleyJParrish.jpg" alt="Obra &quot;Creation of Adam&quot;, por Bradley J. Parrish"/></div></a></div></div>



<p class="has-text-align-center wp-block-paragraph"><br><a href="https://patriciacastro.org/">O cristianismo como ideia</a>,<br>por <a href="https://culturadefato.com.br/author/danielmarcondes/">Daniel Marcondes</a></p>
</div></div>



<div id="col-g-y5bwbjw" class="wp-block-gutentor-m0-col col-g-y5bwbjw gutentor-carousel-item"><div id="section-g-y5bwbjw" class="section-g-y5bwbjw gutentor-col-wrap has-color-bg has-custom-bg">
<div id="section-g-t1qfim1" class="wp-block-gutentor-e6 section-g-t1qfim1 gutentor-element gutentor-element-image text-align-center-desktop"><div class="gutentor-element-image-box"><a class="gutentor-element-image-link" href="https://culturadefato.com.br/docura-comovedora-severidade-fulminante/"><div class="gutentor-image-thumb"><img decoding="async" class="normal-image" src="https://culturadefato.com.br/wp-content/uploads/2025/09/CristoMulherAdultera.jpg" alt="Obra: &quot;Jesus Cristo e a mulher apanhada em adultério&quot; (após 1532), de Lucas Cranach, o Jovem (1515 – 1586)."/></div></a></div></div>



<p class="has-text-align-center wp-block-paragraph"><br><a href="#main"><em>Doçura comovedora, severidade fulminante</em></a>,<br>por <a href="https://culturadefato.com.br/author/pliniocoliveira/">Plinio Corrêa de Oliveira</a></p>
</div></div>



<div id="col-g-11hferx" class="wp-block-gutentor-m0-col col-g-11hferx gutentor-carousel-item"><div id="section-g-11hferx" class="section-g-11hferx gutentor-col-wrap has-color-bg has-custom-bg">
<div id="section-g-uoe9loo" class="wp-block-gutentor-e6 section-g-uoe9loo gutentor-element gutentor-element-image text-align-center-desktop"><div class="gutentor-element-image-box"><a class="gutentor-element-image-link" href="https://culturadefato.com.br/o-ateismo-e-o-problema-do-bem/"><div class="gutentor-image-thumb"><img decoding="async" class="normal-image" src="https://culturadefato.com.br/wp-content/uploads/2025/01/AlegoriaDaBondade.jpg" alt="Obra: &quot;Alegoria da bondade&quot; (1564), por Jacopo Robusti (1518 - 1594)."/></div></a></div></div>



<p class="has-text-align-center wp-block-paragraph"><br><a href="#main"><em>O ateísmo e o problema do bem</em></a>,<br>por <a href="https://culturadefato.com.br/author/jonathansilveira/">Jonathan Silveira</a></p>
</div></div>
</div></div></section>



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		<title>O conforto de errar com a maioria</title>
		<link>https://culturadefato.com.br/o-conforto-de-errar-com-a-maioria/</link>
					<comments>https://culturadefato.com.br/o-conforto-de-errar-com-a-maioria/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Patrícia Castro]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 23 Feb 2026 01:44:43 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Filosofia e História]]></category>
		<category><![CDATA[Caravaggio]]></category>
		<category><![CDATA[COVID-19]]></category>
		<category><![CDATA[Cristo]]></category>
		<category><![CDATA[Homem-Massa]]></category>
		<category><![CDATA[Jesus Cristo]]></category>
		<category><![CDATA[José Ortega y Gasset]]></category>
		<category><![CDATA[Moralidade]]></category>
		<category><![CDATA[Santo Agostinho]]></category>
		<category><![CDATA[São João Paulo II]]></category>
		<category><![CDATA[São Tomás de Aquino]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>“Quando o erro se torna coletivo, ele deixa de parecer erro e passa a assumir a forma de consenso. A responsabilidade pessoal se dilui, e a consciência encontra repouso na estatística: <em>se todos pensam assim, logo não pode estar errado</em>.”</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="has-text-align-center wp-block-paragraph">“<em>Quem diz verdades perde amizades.</em>”<br><span data-tooltip-position="top" data-tooltip="Tomás de Aquino (1225 - 1274) santo e frade católico italiano, cujas obras tiveram enorme influência na teologia e na filosofia, principalmente na tradição conhecida como Escolástica. É conhecido como ''Doctor Angelicus''.">São Tomás de Aquino</span> (1225 &#8211; 1274)</p>



<hr class="wp-block-separator has-alpha-channel-opacity is-style-wide"/>



<br>



<p class="has-drop-cap wp-block-paragraph">Poucas coisas são tão sedutoras quanto errar acompanhado. Quando o erro se torna coletivo, ele deixa de parecer erro e passa a assumir a forma de consenso. A responsabilidade pessoal se dilui, e a consciência encontra repouso na estatística: &#8220;<em>se todos pensam assim, logo não pode estar errado&#8221;</em>.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><span data-tooltip-position="right" data-tooltip="José Ortega y Gasset (1883 – 1955) filósofo espanhol.">José Ortega y Gasset</span> chamou esse fenômeno de mentalidade do homem-massa:<strong>&nbsp;</strong>aquele que não quer razões, mas resultados; que não busca a verdade, prefere o conforto e considera ofensivo tudo aquilo que o obriga a pensar. Para o homem-massa, a discordância&nbsp; ameaça à sua tranquilidade.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A busca da verdade exige esforço, risco e, muitas vezes, isolamento. Já o erro compartilhado oferece abrigo. E poucos episódios recentes revelaram isso de forma tão clara quanto o que ocorreu durante a pandemia da <span data-tooltip-position="top" data-tooltip="Desde o início de fevereiro de 2019, a OMS passou a chamar oficialmente a doença causada pelo coronavírus de COVID-19, que é a sigla de COrona VIrus Disease, o sufixo''19'' indica o ano de 2019, quando os primeiros casos em Wuhan, na China, foram divulgados.">COVID-19</span>.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Naquele período, médicos e cientistas que defendiam prevenção, cautela, debate científico aberto e pluralidade de abordagens foram ridicularizados, censurados e moralmente desqualificados. Não importava o currículo, a experiência clínica ou a intenção de proteger vidas. Bastava divergir do discurso dominante para ser tachado de irresponsável ou negacionista.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Ao mesmo tempo, aqueles que defendiam a vacinação em massa com produtos ainda em fase experimental, amparados por uma narrativa oficial e por grandes instituições, foram automaticamente elevados à condição de autoridades morais. Questioná-los não era visto como prudência científica, mas como heresia social. Não se podia debater; apenas obedecer — mesmo quando essa obediência pudesse custar a própria vida.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Pensar sempre representa um perigo para aqueles que desejam exercer domínio. Por isso, o apelo emocional torna-se a ferramenta preferida: ele dispensa argumentos, silencia perguntas e substitui a ciência por algo bem distante da verdade — o consenso.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Independentemente da posição que se adote hoje sobre aqueles acontecimentos, ninguém pode negar o quanto o comportamento coletivo foi revelador. A maioria não quis pensar, mas alinhar-se, pertencer ao rebanho que era conduzido pela narrativa oficial. E, como advertia Ortega, ser diferente tornou-se indecente.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Para desfazer esse pensamento bizarro, recorramos a <span data-tooltip-position="left" data-tooltip="Agostinho de Hipona (354 d. C. - 430 d. C.) foi um dos mais importantes teólogos e filósofos nos primeiros séculos do cristianismo.">Santo Agostinho</span> que desmonta essa lógica com clareza desarmante:&nbsp;<em>“A verdade não é alterada pelo número dos que nela creem.”</em>&nbsp;A aclamação não transforma hipótese em verdade, nem o isolamento converte um argumento em erro. A verdade permanece o que é, ainda que seja incômoda e minoritária.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Podemos relembrar também as palavras de Jesus advertindo que a porta do céu é estreita. Infelizmente, apesar de todo o sacrifício feito por Ele, muitos optam pela porta larga e caminham para a perdição porque amam mais este mundo atolado em mentiras do que a Deus. Em outras palavras, preferem uma mentira confortável a uma verdade incômoda.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Mais grave ainda é a dimensão moral desse fenômeno. <span data-tooltip-position="top" data-tooltip="Karol Józef Wojtyla (1920 - 2005), Papa da Igreja Católica de 22 de outubro de 1978 a 2 de abril de 2005.">São João Paulo II</span> ensina, na&nbsp;<em>Veritatis Splendor</em>, que&nbsp;uma consciência errônea continua sendo culpável quando a pessoa se recusa a procurar a verdade.&nbsp;Não é apenas o erro que compromete, mas a preguiça deliberada de pensar, o medo de questionar e a recusa de sair do conforto do rebanho.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A pandemia revelou muito sobre a questão sanitária, mas, no dia a dia, inúmeras pessoas continuam enfrentando problemas dos mais diversos porque se recusam a abrir a mente para buscar a verdade, custe o que custar.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Disse Jesus:&nbsp;<em>“Conhecereis a verdade e a verdade vos libertará”</em>&nbsp;(<a href="https://www.bibliaonline.com.br/acf/jo/8/32+" target="_blank" rel="noreferrer noopener nofollow">Jo 8,32</a>). Isso vale para qualquer área da vida.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Se você é um desses que ama ser aceito por todo mundo e foge de discussões que contestam suas ideias, vai um conselho: saia da caverna. Existe um mundo ensolarado esperando por você lá fora.</p>



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<p class="has-text-align-right wp-block-paragraph">Por&nbsp;<a href="https://culturadefato.com.br/author/patriciacastro/">Patrícia Castro</a>.<br>Publicado no&nbsp;<em>website</em>&nbsp;da autora,&nbsp;<a href="https://patriciacastro.org/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">patriciacastro.org</a>, em 24 de janeiro de 2026.</p>



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<p class="has-background has-very-light-gray-background-color wp-block-paragraph"><strong>Nota da editoria:</strong><br><br>A imagem da capa é um recorte da obra: “<em>A Negação de São Pedro</em>” (1610), de de <span data-tooltip-position="top" data-tooltip="Michelangelo Merisi (Michele Angelo Merigi or Amerighi) da Caravaggio (1571 - 1610) foi pintor italiano.">Caravaggio</span> (1571-1610).<br><br><strong>Sobre a pintura:</strong> a luz concentra-se no momento exato da fraqueza humana. Pedro, confrontado, hesita e nega. Ao seu redor, a sombra domina a cena, enquanto a claridade ilumina não apenas seu rosto, mas também os acusadores e o gesto que o denuncia, intensificando a tensão do instante. A iluminação transforma o acontecimento bíblico em símbolo universal — o momento em que, por medo ou pressão do ambiente, alguém escolhe alinhar-se à maioria em vez de permanecer fiel à verdade. A luz não acusa; revela. E, ao revelar, expõe o conflito entre pertencimento e convicção, tema que atravessa este artigo.</p>



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<hr class="wp-block-separator has-alpha-channel-opacity is-style-dots"/>



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<h2 class="wp-block-heading has-text-align-center">Mais da autora:</h2>



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<section id="gm71bf303" class="wp-block-gutentor-m0 alignfull section-gm71bf303 gutentor-module gutentor-module-carousel has-color-bg has-custom-bg gutentor-slick-a-default-desktop gutentor-slick-a-default-tablet gutentor-slick-a-default-mobile"><div class="grid-container"><div class="gutentor-module-carousel-row" data-dots="false" data-dotstablet="false" data-dotsmobile="false" data-arrows="true" data-arrowstablet="true" data-arrowsmobile="true" data-infinite="true" data-autoplay="true" data-draggable="true" data-pauseonfocus="true" data-pauseonhover="true" data-autoplayspeed="4500" data-cmondesktop="false" data-cmontablet="false" data-cmonmobile="false" data-nextarrow="fas fa-angle-right" data-prevarrow="fas fa-angle-left" data-arrowspositiondesktop="gutentor-slick-a-default-desktop" data-arrowspositiontablet="gutentor-slick-a-default-tablet" data-arrowspositionmobile="gutentor-slick-a-default-mobile" data-speed="300" data-slideitemdesktop="2" data-slideitemtablet="3" data-slideitemmobile="1" data-slidescroll-desktop="2" data-slidescroll-tablet="3" data-slidescroll-mobile="1">
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<div id="section-g-lepfdsl" class="wp-block-gutentor-e6 section-g-lepfdsl gutentor-element gutentor-element-image text-align-center-desktop"><div class="gutentor-element-image-box"><a class="gutentor-element-image-link" href="https://culturadefato.com.br/desmentindo-os-mitos-da-idade-media-como-a-igreja-catolica-construiu-a-civilizacao-ocidental/"><div class="gutentor-image-thumb"><img decoding="async" class="normal-image" src="https://culturadefato.com.br/wp-content/uploads/2026/01/DisputaSantissimoSacramento.jpg" alt="Obra: &quot;A Disputa do Santíssimo Sacramento&quot; (1509–1510). Primeira parte da encomenda feita a Rafael para a decoração em afrescos das salas hoje conhecidas como Salas de Rafael (Stanze di Raffaello), no Palácio Apostólico do Vaticano."/></div></a></div></div>



<p class="has-text-align-center wp-block-paragraph"><br><a href="https://culturadefato.com.br/desmentindo-os-mitos-da-idade-media-como-a-igreja-catolica-construiu-a-civilizacao-ocidental/"><em>Desmentindo mitos da Idade Média: “Como a Igreja Católica construiu a Civilização Ocidental”</em></a></p>
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<div id="col-g-z0m70zr" class="wp-block-gutentor-m0-col col-g-z0m70zr gutentor-carousel-item"><div id="section-g-z0m70zr" class="section-g-z0m70zr gutentor-col-wrap has-color-bg has-custom-bg">
<div id="section-g-9xl3an4" class="wp-block-gutentor-e6 section-g-9xl3an4 gutentor-element gutentor-element-image text-align-center-desktop"><div class="gutentor-element-image-box"><a class="gutentor-element-image-link" href="https://culturadefato.com.br/a-barbarie-legalizada-civilizacao-sem-deus-justica-sem-alma/"><div class="gutentor-image-thumb"><img decoding="async" class="normal-image" src="https://culturadefato.com.br/wp-content/uploads/2026/01/AEntradaDeCristoEmBruxelas.jpg" alt="Obra: &quot;A Entrada de Cristo em Bruxelas&quot; (1888), de James Ensor (1860 - 1949)."/></div></a></div></div>



<p class="has-text-align-center wp-block-paragraph"><br><em><a href="https://culturadefato.com.br/a-barbarie-legalizada-civilizacao-sem-deus-justica-sem-alma/">A barbárie legalizada: civilização sem Deus, justiça sem alma</a></em></p>
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<div id="col-g-a3rdur1" class="wp-block-gutentor-m0-col col-g-a3rdur1 gutentor-carousel-item"><div id="section-g-a3rdur1" class="section-g-a3rdur1 gutentor-col-wrap has-color-bg has-custom-bg">
<div id="section-g-vel8ypd" class="wp-block-gutentor-e6 section-g-vel8ypd gutentor-element gutentor-element-image text-align-center-desktop"><div class="gutentor-element-image-box"><a class="gutentor-element-image-link" href="https://culturadefato.com.br/quando-o-tempo-andava-devagar/"><div class="gutentor-image-thumb"><img decoding="async" class="normal-image" src="https://culturadefato.com.br/wp-content/uploads/2025/12/TheDanceToTheMsicOfTime.jpg" alt="Recorte da obra: &quot;Uma dança ao som da música do tempo&quot; (1634 – 1636), de Nicolas Poussin (1594 - 1665)."/></div></a></div></div>



<p class="has-text-align-center wp-block-paragraph"><br><em><a href="https://culturadefato.com.br/quando-o-tempo-andava-devagar/">Quando o tempo andava devagar</a></em></p>
</div></div>



<div id="col-g-l2y76wp" class="wp-block-gutentor-m0-col col-g-l2y76wp gutentor-carousel-item"><div id="section-g-l2y76wp" class="section-g-l2y76wp gutentor-col-wrap has-color-bg has-custom-bg">
<div id="section-g-umah1vs" class="wp-block-gutentor-e6 section-g-umah1vs gutentor-element gutentor-element-image text-align-center-desktop"><div class="gutentor-element-image-box"><a class="gutentor-element-image-link" href="https://culturadefato.com.br/a-verdade-sobre-a-inquisicao-desfazendo-os-mitos/"><div class="gutentor-image-thumb"><img decoding="async" class="normal-image" src="https://culturadefato.com.br/wp-content/uploads/2025/09/AutoDeFeEnLaPlazaMayorDeMadrid.jpg" alt="Obra: &quot;Auto de Fe en la plaza Mayor de Madrid&quot; (1683), por Francisco Rizi (1614 – 1685)."/></div></a></div></div>



<p class="has-text-align-center wp-block-paragraph"><br><em><a href="https://culturadefato.com.br/a-verdade-sobre-a-inquisicao-desfazendo-os-mitos/">A Verdade sobre a Inquisição: desfazendo os mitos</a></em></p>
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<div id="col-g-gg5bpgr" class="wp-block-gutentor-m0-col col-g-gg5bpgr gutentor-carousel-item"><div id="section-g-gg5bpgr" class="section-g-gg5bpgr gutentor-col-wrap has-color-bg has-custom-bg">
<div id="section-g-ssqpa11" class="wp-block-gutentor-e6 section-g-ssqpa11 gutentor-element gutentor-element-image text-align-center-desktop"><div class="gutentor-element-image-box"><a class="gutentor-element-image-link" href="https://patriciacastro.org/"><div class="gutentor-image-thumb"><img decoding="async" class="normal-image" src="https://culturadefato.com.br/wp-content/uploads/2026/02/WebSitePatriciaCastro.jpg" alt="Print do website da Patrícia Castro"/></div></a></div></div>



<p class="has-text-align-center wp-block-paragraph"><br><a href="https://patriciacastro.org/">Conheça o <em>website</em> da autora</a></p>
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<div id="col-g-y5bwbjw" class="wp-block-gutentor-m0-col col-g-y5bwbjw gutentor-carousel-item"><div id="section-g-y5bwbjw" class="section-g-y5bwbjw gutentor-col-wrap has-color-bg has-custom-bg">
<div id="section-g-t1qfim1" class="wp-block-gutentor-e6 section-g-t1qfim1 gutentor-element gutentor-element-image text-align-center-desktop"><div class="gutentor-element-image-box"><a class="gutentor-element-image-link" href="#main"><div class="gutentor-image-thumb"><img decoding="async" class="normal-image" src="https://culturadefato.com.br/wp-content/uploads/2026/02/NegacaoDeSaoPedro.jpg" alt="Recorte da obra: &quot;A Negação de São Pedro&quot; (1610), de Caravaggio (1571-1610)."/></div></a></div></div>



<p class="has-text-align-center wp-block-paragraph"><br><a href="#main">Retornar ao topo</a></p>
</div></div>
</div></div></section>



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		<title>A barbárie legalizada: civilização sem Deus, justiça sem alma</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Patrícia Castro]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 04 Jan 2026 04:46:55 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Filosofia e História]]></category>
		<category><![CDATA[Deus]]></category>
		<category><![CDATA[Fulton Sheen]]></category>
		<category><![CDATA[Justiça]]></category>
		<category><![CDATA[Moralidade]]></category>
		<category><![CDATA[Politicamente Correto]]></category>
		<category><![CDATA[Tecnologia]]></category>
		<category><![CDATA[Tecnologia da Informação]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>“A modernidade acreditou que poderia dominar a natureza sem obedecer a nenhuma lei superior. Conseguiu dominar a matéria, mas perdeu o domínio de si mesma. O homem moderno não é livre — é escravo dos próprios impulsos, das próprias ideologias e das próprias contradições.”</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p class="has-text-align-center wp-block-paragraph">“<em>A geração mais tecnologicamente equipada da história humana é aquela</em><br><em>mais assombrada por sentimentos de insegurança e desamparo.</em>”<br><span data-tooltip-position="top" data-tooltip="Zygmunt Bauman (1925 - 2017) foi sociólogo polonês, criador do termo ''Modernidade Líquida''.">Zygmunt Bauman</span> (1925 &#8211; 2017)</p>



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<p class="has-drop-cap wp-block-paragraph">É impressionante como o homem contemporâneo se deixou embriagar pela tecnologia. Os mais velhos ainda conservam lembranças de um tempo que não volta mais; os mais jovens sequer sabem existir sem a comodidade absoluta que hoje consideramos normal. Muitos de nossos avós viveram sem máquina de lavar, sem geladeira, sem eletricidade, sem conforto algum — realidades tão banais hoje que já nem conseguimos conceber sua ausência.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Essa avalanche tecnológica cria a ilusão de progresso. Não precisamos mais ir ao banco; compramos pela internet, pagamos contas por aplicativos, já não sacamos dinheiro — a moeda tornou-se digital — e conversamos com pessoas do outro lado do mundo por meio de um pequeno objeto que carregamos no bolso. Tudo parece mais eficiente, mais rápido, mais “humano”.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Mas basta olhar pela tela desse mesmo aparelho que nos oferece tanta comodidade para perceber que não estamos avançando. Estamos regredindo. E a barbárie de hoje não tem o rosto tosco dos povos primitivos: ela é sofisticada, legalizada e moralmente cínica.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Esse arcabouço tecnológico, em si, não é o problema. Falando sobre a bomba atômica, <span data-tooltip-position="top" data-tooltip="Fulton John Sheen (1895 - 1979) foi um bispo norte-americano da Igreja Católica conhecido por sua pregação e, especialmente, por seu trabalho na televisão e no rádio.">Fulton Sheen</span> já alertava que o mal não estava no artefato, mas na mente que o concebeu: “não são as bombas que ameaçam o mundo, são os homens”. A matéria não é má. A técnica não é perversa. O que apodreceu foi o coração humano — e ele apodreceu porque se afastou de Deus.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Hoje, colhemos os frutos dessa rebelião.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Na Inglaterra, uma jovem de 18 anos foi condenada à prisão perpétua — depois reduzida para 17 anos — por ter matado o homem que a violentou. Uma garota cuja dignidade foi rasgada, cuja intimidade foi tomada à força, cuja vida foi marcada de forma irreversível pela violência, agora vê o peso da justiça recair sobre ela — a vítima. O agressor destruiu sua alma em alguns minutos; o Estado decidiu destruir o restante de sua juventude com o selo oficial de “justiça”.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Isso não é civilização. É barbárie — e hoje ela veste toga.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Seria reconfortante imaginar que esse desvio moral é um problema distante, restrito a um país específico. Mas a barbárie contemporânea não respeita fronteiras. Ela se espalha com a mesma lógica, ou melhor, falta de lógica.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Na Inglaterra, uma vítima é sacrificada no altar de uma lei desumana. Na França, a Cidade Luz cancela seus rituais públicos por medo da própria sombra, refém de uma violência crescente alimentada por políticas irresponsáveis — violência que não pode sequer ser nomeada sem escândalo, porque a verdade fere o dogma <a href="https://culturadefato.com.br/as-origens-do-politicamente-correto/">politicamente correto</a>. No Brasil, o quadro se completa: há exilados políticos tratados como párias, pessoas manifestamente inocentes apodrecendo atrás das grades e criminosos reincidentes circulando livremente pelas ruas, tudo embalado em decisões tecnicamente sofisticadas e moralmente grotescas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Três países distintos, a mesma lógica perversa: pune-se quem reage, silencia-se quem discorda e protege-se quem ameaça. A lei permanece de pé; a justiça, não. O que ruiu não foram os sistemas — foi a consciência que deveria governá-los.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Não se trata de exaltar a violência, mas de reconhecer a obscenidade moral de um mundo jurídico que protege o agressor com teorias abstratas e sacrifica a vítima. Quando a lei perde a capacidade de reconhecer o sofrimento real, ela deixa de ser justiça e se transforma em instrumento de crueldade legitimada.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Esse caso não é exceção. É sintoma. Vivemos em uma &#8220;civilização&#8221; na qual:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>crianças podem ser eliminadas antes de nascer, em nome da “autonomia”;</li>



<li>idosos são descartados para não comprometer estatísticas;</li>



<li>doentes são empurrados para a morte por conveniência social;</li>



<li>criminosos são explicados, enquanto vítimas são relativizadas.</li>
</ul>



<p class="wp-block-paragraph">Tudo isso em sociedades abarrotadas de diplomas, tribunais, ONGs e discursos emocionados sobre “direitos humanos”.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O que desapareceu não foi a organização social — foi a consciência moral.</p>



<p class="img-direita wp-block-paragraph"><a href="#DescObra"><img fetchpriority="high" decoding="async" width="360" height="516" id="Recorte" class="wp-image-26851" src="https://culturadefato.com.br/wp-content/uploads/2026/01/AEntradaDeCristoEmBruxelas_Recorte.jpg" alt="Recorte da obra: &quot;A Entrada de Cristo em Bruxelas&quot; (1888), de James Ensor (1860 - 1949)."></a>Fulton Sheen descreveu esse processo com precisão cirúrgica: primeiro, o homem torna-se indiferente a Deus; depois, passa a odiá-Lo; por fim, esse ódio transborda para os outros homens. Quem rompe o primeiro vínculo do amor — o vínculo com Deus — já não consegue sustentar nenhum outro. O resultado é inevitável: uma sociedade que já não sabe distinguir justiça de crueldade.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A modernidade acreditou que poderia dominar a natureza sem obedecer a nenhuma lei superior. Conseguiu dominar a matéria, mas perdeu o domínio de si mesma. O homem moderno não é livre — é escravo dos próprios impulsos, das próprias ideologias e das próprias contradições.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Quando Deus é expulso, o homem deixa de ser sagrado. Quando o homem deixa de ser sagrado, tudo vira cálculo. E quando tudo vira cálculo, os inocentes sempre pagam a conta.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A barbárie contemporânea não usa clavas nem fogueiras. Ela usa sentenças judiciais, pareceres técnicos e vocabulário “humanitário”. Mata com luvas, destrói com justificativas, condena com tranquilidade moral.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Não será a fiscalização de armas, nem mais leis, nem organismos internacionais que resolverão isso. Nenhuma estrutura corrige uma alma deformada. O problema do mundo não é político, jurídico ou tecnológico. É espiritual.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Civilizações não caem porque falham em progredir, mas porque se recusam a obedecer a Deus. O retorno à verdadeira civilização só será possível quando o homem abandonar a fantasia de ocupar o lugar do Criador e aceitar, novamente, a condição de criatura. É preciso educar os filhos na virtude, ensiná-los a amar a Deus e ao próximo, para que as próximas gerações consigam enxergar a realidade que hoje se tornou invisível a um mundo que se afastou de Deus, abandonou a religião e se entregou a ideologias travestidas de justiça, mas marcadas por sangue.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Toda sociedade que tenta viver sem Deus acaba descobrindo — sempre tarde demais — que também não consegue viver com o homem.</p>



<br>



<p class="has-text-align-right wp-block-paragraph">Por <a href="https://culturadefato.com.br/author/patriciacastro/">Patrícia Castro</a>.</p>



<p class="has-text-align-right wp-block-paragraph">Publicado no <em>website</em> da autora, <a href="https://patriciacastro.org/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">patriciacastro.org</a>,<br>em 23 de dezembro de 2025.</p>



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<p class="has-background has-very-light-gray-background-color wp-block-paragraph"><strong>Nota da editoria:</strong><br><br>Imagem de capa: “<em>A Entrada de Cristo em Bruxelas</em>” (1888), de <span data-tooltip-position="top" data-tooltip="James Sidney Edouard (1860 - 1949), Barão Ensor, pintor e gravador belga.">James Ensor</span> (1860 &#8211; 1949). <a href="#main"><img decoding="async" width="17" height="14" class="wp-image-16646" style="width: 17px;" src="https://culturadefato.com.br/wp-content/uploads/2020/07/Subir_FundoCinza.jpg" alt="Subir com fundo cinza"></a><br><br>A obra retrata uma cena movimentada de uma procissão carnavalesca, supostamente realizada para celebrar a chegada de Cristo. No entanto, os personagens na pintura ignoram a figura de Cristo, que aparece quase escondida no centro da composição (veja a <a href="#Recorte">imagem dentro do artigo</a>). A pintura faz alusão à entrada triunfal de Jesus em Jerusalém, celebrada no Domingo de Ramos, mas a ênfase está na indiferença e na distorção da fé, sugerindo uma crítica à sociedade que, embora professe religiosidade, ignora o verdadeiro significado espiritual.</p>



<br>



<hr class="wp-block-separator has-alpha-channel-opacity is-style-dots"/>



<br>



<h2 class="wp-block-heading has-text-align-center">Mais da autora:</h2>



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<section id="gm71bf303" class="wp-block-gutentor-m0 alignfull section-gm71bf303 gutentor-module gutentor-module-carousel has-color-bg has-custom-bg gutentor-slick-a-default-desktop gutentor-slick-a-default-tablet gutentor-slick-a-default-mobile"><div class="grid-container"><div class="gutentor-module-carousel-row" data-dots="false" data-dotstablet="false" data-dotsmobile="false" data-arrows="true" data-arrowstablet="true" data-arrowsmobile="true" data-infinite="true" data-autoplay="true" data-draggable="true" data-pauseonfocus="true" data-pauseonhover="true" data-autoplayspeed="4500" data-cmondesktop="false" data-cmontablet="false" data-cmonmobile="false" data-nextarrow="fas fa-angle-right" data-prevarrow="fas fa-angle-left" data-arrowspositiondesktop="gutentor-slick-a-default-desktop" data-arrowspositiontablet="gutentor-slick-a-default-tablet" data-arrowspositionmobile="gutentor-slick-a-default-mobile" data-speed="300" data-slideitemdesktop="2" data-slideitemtablet="3" data-slideitemmobile="1" data-slidescroll-desktop="2" data-slidescroll-tablet="3" data-slidescroll-mobile="1">
<div id="col-g-e77qeb7" class="wp-block-gutentor-m0-col col-g-e77qeb7 gutentor-carousel-item"><div id="section-g-e77qeb7" class="section-g-e77qeb7 gutentor-col-wrap has-color-bg has-custom-bg">
<div id="section-g-010n3oe" class="wp-block-gutentor-e6 section-g-010n3oe gutentor-element gutentor-element-image text-align-center-desktop"><div class="gutentor-element-image-box"><a class="gutentor-element-image-link" href="https://culturadefato.com.br/a-verdade-sobre-a-inquisicao-desfazendo-os-mitos/"><div class="gutentor-image-thumb"><img decoding="async" class="normal-image" src="https://culturadefato.com.br/wp-content/uploads/2025/09/AutoDeFeEnLaPlazaMayorDeMadrid.jpg" alt="Obra: &quot;Auto de Fe en la plaza Mayor de Madrid&quot; (1683), por Francisco Rizi (1614 – 1685)."/></div></a></div></div>



<p class="has-text-align-center wp-block-paragraph"><br><em><a href="https://culturadefato.com.br/a-verdade-sobre-a-inquisicao-desfazendo-os-mitos/">A Verdade sobre a Inquisição: desfazendo os mitos</a></em></p>
</div></div>



<div id="col-g-g79x41c" class="wp-block-gutentor-m0-col col-g-g79x41c gutentor-carousel-item"><div id="section-g-g79x41c" class="section-g-g79x41c gutentor-col-wrap has-color-bg has-custom-bg">
<div id="section-g-3g3enag" class="wp-block-gutentor-e6 section-g-3g3enag gutentor-element gutentor-element-image text-align-center-desktop"><div class="gutentor-element-image-box"><a class="gutentor-element-image-link" href="https://culturadefato.com.br/quando-o-tempo-andava-devagar/"><div class="gutentor-image-thumb"><img decoding="async" class="normal-image" src="https://culturadefato.com.br/wp-content/uploads/2025/12/TheDanceToTheMsicOfTime.jpg" alt="Recorte da obra: &quot;Uma dança ao som da música do tempo&quot; (1634 – 1636), de Nicolas Poussin (1594 - 1665)."/></div></a></div></div>



<p class="has-text-align-center wp-block-paragraph"><br><em><a href="https://culturadefato.com.br/quando-o-tempo-andava-devagar/">Quando o tempo andava devagar</a></em></p>
</div></div>



<div id="col-g-03n81ua" class="wp-block-gutentor-m0-col col-g-03n81ua gutentor-carousel-item"><div id="section-g-03n81ua" class="section-g-03n81ua gutentor-col-wrap has-color-bg has-custom-bg">
<div id="section-g-lepfdsl" class="wp-block-gutentor-e6 section-g-lepfdsl gutentor-element gutentor-element-image text-align-center-desktop"><div class="gutentor-element-image-box"><a class="gutentor-element-image-link" href="#main"><div class="gutentor-image-thumb"><img decoding="async" class="normal-image" src="https://culturadefato.com.br/wp-content/uploads/2026/01/AEntradaDeCristoEmBruxelas.jpg" alt="Obra: &quot;A Entrada de Cristo em Bruxelas&quot; (1888), de James Ensor (1860 - 1949)."/></div></a></div></div>



<p class="has-text-align-center wp-block-paragraph"><br><a href="#main">Retornar ao topo</a></p>
</div></div>
</div></div></section>



<br>
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					<wfw:commentRss>https://culturadefato.com.br/a-barbarie-legalizada-civilizacao-sem-deus-justica-sem-alma/feed/</wfw:commentRss>
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			</item>
		<item>
		<title>Do Natal ao paganismo</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Percival Puggina]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 23 Dec 2025 03:23:45 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cristianismo]]></category>
		<category><![CDATA[Filosofia e História]]></category>
		<category><![CDATA[Ateísmo]]></category>
		<category><![CDATA[C. S. Lewis]]></category>
		<category><![CDATA[Comunismo]]></category>
		<category><![CDATA[Materialismo]]></category>
		<category><![CDATA[Moralidade]]></category>
		<category><![CDATA[Natal]]></category>
		<category><![CDATA[Politicamente Correto]]></category>
		<category><![CDATA[Yule]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://culturadefato.com.br/?p=26670</guid>

					<description><![CDATA[<p>“O Natal virou símbolo, também, de incorreção política. Papai Noel é politicamente correto. O Menino Jesus, não. E, por isso, sumiu Ele do seu próprio Natal. O trenó é politicamente correto; o presépio, não. A árvore de Natal é politicamente correta; a manjedoura, não. A ceia da noite de 24 de dezembro é politicamente correta; a Sagrada Família, não.”</p>
<p>O post <a href="https://culturadefato.com.br/do-natal-ao-paganismo/">Do Natal ao paganismo</a> apareceu primeiro em <a href="https://culturadefato.com.br">Cultura de Fato</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="has-text-align-center wp-block-paragraph">“<em>O Natal é uma invasão divina: uma descida do alto em nossa<br>Terra para nos levar de volta para Ele.</em>”<br><span data-tooltip-position="top" data-tooltip="Clive">C</span>. <span data-tooltip-position="top" data-tooltip="Staples">S</span>. <span data-tooltip-position="top" data-tooltip="C. S. Lewis (1898 - 1963), escritor e apologista cristão irlandês.">Lewis</span> (1898 – 1963)</p>



<hr class="wp-block-separator has-alpha-channel-opacity is-style-wide"/>



<br>



<p class="has-drop-cap wp-block-paragraph">Por volta de 1950, eu já suspeitava de que o tal Papai Noel fosse uma grande lorota quando, certa noite, meus pais e tios se reuniram na sala de estar e fecharam a porta onde, como sagaz detetive mirim, colei o ouvido para receber a má notícia: Papai Noel não existia e meu desejado carrinho de pedais não estava em cogitação.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Papai Noel é um mito da infância. Representa-o um aposentado gordo e simpático buscando graninha extra para o próprio Natal ou um parente bem disfarçado, com touca vermelha de pompom branco, sumido nas recordações infantis referentes ao 25 de dezembro. E o Menino Jesus vai embora junto, como parte do elenco? Ignorá-lo nesse dia, nesse período do ano, notadamente numa família cristã, é colocar no barquinho de papel do politicamente correto o maior acontecimento histórico da aventura humana. É transformar uma data marcante da Fé e da humanidade numa festa pagã e comemorar, como em tempos remotos, o <span data-tooltip="Yule é uma antiga festividade pagã, anterior ao cristianismo, celebrada pelos povos germânicos e nórdicos por ocasião do solstício de inverno no hemisfério norte. A origem das árvores decoradas e das guirlandas e ramos verdes têm origem nessas celebrações." data-tooltip-position="top">Yule</span> no solstício de inverno nórdico. &nbsp;Convenhamos!</p>



<p class="wp-block-paragraph">É sobre esses êxitos que avança o batalhão cristofóbico da guerra cultural, forçando qualquer expressão socialmente percebida de religiosidade cristã a um recuo para a vida privada e impondo sua gradual interdição nos espaços públicos. Neles, os fatos da realidade podem ser escrutinados por opiniões de ateus, materialistas, comunistas, agnósticos, juristas, filósofos, antropólogos, consumidores, empreendedores, sindicalistas, seja em que condição for. Pode-se dar palpites a propósito de temas morais e sociais com qualquer fundamento e, mesmo, sem fundamento algum. Mas não se ouse abrir o bico se algo, naquilo que se diz, puder ser identificado como tendo semelhança ou raiz em algum princípio da moral ou da fé cristã. Já é coisa sabida que isso seria politicamente incorreto.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Então, o Natal virou símbolo, também, de incorreção política. Papai Noel é politicamente correto. O Menino Jesus, não. E, por isso, sumiu Ele do seu próprio Natal. O trenó é politicamente correto; o presépio, não. A árvore de Natal é politicamente correta; a manjedoura, não. A ceia da noite de 24 de dezembro é politicamente correta; a Sagrada Família, não. Felizmente, Deus me concedeu a graça de rejeitar essa barganha sem sentido, que leva a um feriado ou feriadão pagão, cujo motivo não pode ser explicitado. A mesma irrazão leva a uma troca de lembrancinhas sem algo que lhe dê causa e a algo que morre quando longe de sua seiva cristã.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Feliz Natal do Menino Jesus!</p>



<br>



<p class="has-text-align-right wp-block-paragraph">Por&nbsp;<a href="https://culturadefato.com.br/author/percivalpuggina/">Percival Puggina</a>.<br>Publicado no&nbsp;<em><a href="http://www.puggina.org/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">website</a></em>&nbsp;do autor, em 19 de dezembro de 2025.</p>



<br>



<p class="has-background has-very-light-gray-background-color wp-block-paragraph"><strong>Nota da editoria:</strong><br><br>A imagem da capa é um recorte da obra: “<em>Natividade</em>” (1529 – 1530), de Antônio da Correggio (1489 &#8211; 1534).</p>



<br>



<hr class="wp-block-separator has-alpha-channel-opacity is-style-dots"/>



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<h2 class="wp-block-heading has-text-align-center">Mais artigos sobre Natal:</h2>



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<section id="gm71bf303" class="wp-block-gutentor-m0 alignfull section-gm71bf303 gutentor-module gutentor-module-carousel has-color-bg has-custom-bg gutentor-slick-a-default-desktop gutentor-slick-a-default-tablet gutentor-slick-a-default-mobile"><div class="grid-container"><div class="gutentor-module-carousel-row" data-dots="false" data-dotstablet="false" data-dotsmobile="false" data-arrows="true" data-arrowstablet="true" data-arrowsmobile="true" data-infinite="true" data-autoplay="true" data-draggable="true" data-pauseonfocus="true" data-pauseonhover="true" data-autoplayspeed="4500" data-cmondesktop="false" data-cmontablet="false" data-cmonmobile="false" data-nextarrow="fas fa-angle-right" data-prevarrow="fas fa-angle-left" data-arrowspositiondesktop="gutentor-slick-a-default-desktop" data-arrowspositiontablet="gutentor-slick-a-default-tablet" data-arrowspositionmobile="gutentor-slick-a-default-mobile" data-speed="300" data-slideitemdesktop="2" data-slideitemtablet="3" data-slideitemmobile="2" data-slidescroll-desktop="2" data-slidescroll-tablet="3" data-slidescroll-mobile="2">
<div id="col-g-tgljsvg" class="wp-block-gutentor-m0-col col-g-tgljsvg gutentor-carousel-item"><div id="section-g-tgljsvg" class="section-g-tgljsvg gutentor-col-wrap has-color-bg has-custom-bg">
<div id="section-g-noai4ve" class="wp-block-gutentor-e6 section-g-noai4ve gutentor-element gutentor-element-image text-align-center-desktop"><div class="gutentor-element-image-box"><a class="gutentor-element-image-link" href="https://culturadefato.com.br/prece-e-soneto-de-natal/"><div class="gutentor-image-thumb"><img decoding="async" class="normal-image" src="https://culturadefato.com.br/wp-content/uploads/2025/12/NascimentoDeJesus.jpg" alt="Recorte da obra: &quot;Nascimento de Jesus&quot; (1306), de Giotto di Bondone (1266–1337)."/></div></a></div></div>



<p class="has-text-align-center wp-block-paragraph"><br><em><a href="https://culturadefato.com.br/prece-e-soneto-de-natal/">Prece e soneto de Natal</a></em>,<br>por <a href="https://culturadefato.com.br/author/olavodecarvalho/">Olavo de Carvalho</a></p>
</div></div>



<div id="col-g-wjwswuw" class="wp-block-gutentor-m0-col col-g-wjwswuw gutentor-carousel-item"><div id="section-g-wjwswuw" class="section-g-wjwswuw gutentor-col-wrap has-color-bg has-custom-bg">
<div id="section-g-l6tzzl7" class="wp-block-gutentor-e6 section-g-l6tzzl7 gutentor-element gutentor-element-image text-align-center-desktop"><div class="gutentor-element-image-box"><a class="gutentor-element-image-link" href="https://culturadefato.com.br/o-primeiro-presepio-da-historia/"><div class="gutentor-image-thumb"><img decoding="async" class="normal-image" src="https://culturadefato.com.br/wp-content/uploads/2025/12/PresepioDaCapelaDeNossaSenhoraDaGloria_Recorte05.jpg" alt="Recorte 05: Presépio da Capela de Nossa Senhora da Glória e São Gens, mais conhecida como Capela de Nossa Senhora do Monte, situada em Lisboa, Portugal. A obra data do século XVIII (meados do século de 1700) e é tradicionalmente atribuída ao célebre escultor barroco António Ferreira, um dos mais notáveis mestres portugueses na arte dos presépios."/></div></a></div></div>



<p class="has-text-align-center wp-block-paragraph"><br><em><a href="https://culturadefato.com.br/o-primeiro-presepio-da-historia/">O primeiro presépio da História</a></em><br>(<a href="https://culturadefato.com.br/author/diversos/">diversos autores</a>)</p>
</div></div>



<div id="col-g-e77qeb7" class="wp-block-gutentor-m0-col col-g-e77qeb7 gutentor-carousel-item"><div id="section-g-e77qeb7" class="section-g-e77qeb7 gutentor-col-wrap has-color-bg has-custom-bg">
<div id="section-g-010n3oe" class="wp-block-gutentor-e6 section-g-010n3oe gutentor-element gutentor-element-image text-align-center-desktop"><div class="gutentor-element-image-box"><a class="gutentor-element-image-link" href="https://culturadefato.com.br/jesus-nasceu-mesmo-no-dia-25-de-dezembro/"><div class="gutentor-image-thumb"><img decoding="async" class="normal-image" src="https://culturadefato.com.br/wp-content/uploads/2023/12/GilmondeAzulejosNascimentoDeJesus.jpg" alt="Painel de Azulejos em Gilmonde, Barcelos, Portugal. (Fábrica Aleluia, Aveiro, 1988)."/></div></a></div></div>



<p class="has-text-align-center wp-block-paragraph"><br><em><a href="https://culturadefato.com.br/jesus-nasceu-mesmo-no-dia-25-de-dezembro/">Jesus nasceu mesmo no dia 25 de dezembro?</a></em>, por <a href="https://culturadefato.com.br/author/padrepauloricardo/">Padre Paulo Ricardo</a></p>
</div></div>



<div id="col-g-kgvn121" class="wp-block-gutentor-m0-col col-g-kgvn121 gutentor-carousel-item"><div id="section-g-kgvn121" class="section-g-kgvn121 gutentor-col-wrap has-color-bg has-custom-bg">
<div id="section-g-biscskb" class="wp-block-gutentor-e6 section-g-biscskb gutentor-element gutentor-element-image text-align-center-desktop"><div class="gutentor-element-image-box"><a class="gutentor-element-image-link" href="https://culturadefato.com.br/o-espirito-de-natal/"><div class="gutentor-image-thumb"><img decoding="async" class="normal-image" src="https://culturadefato.com.br/wp-content/uploads/2023/12/ChristmasWindow.jpg" alt="Obra &quot;Christmas Window in Chicago&quot; (1945), por Don Freeman (1908 - 1978)."/></div></a></div></div>



<p class="has-text-align-center wp-block-paragraph"><br><em><a href="https://culturadefato.com.br/o-espirito-de-natal/">O espírito de Natal,<br></a></em>por <a href="https://culturadefato.com.br/author/gkchesterton/">G. K. Chesterton</a></p>
</div></div>



<div id="col-g-6e6okt1" class="wp-block-gutentor-m0-col col-g-6e6okt1 gutentor-carousel-item"><div id="section-g-6e6okt1" class="section-g-6e6okt1 gutentor-col-wrap has-color-bg has-custom-bg">
<div id="section-g-arzuznf" class="wp-block-gutentor-e6 section-g-arzuznf gutentor-element gutentor-element-image text-align-center-desktop"><div class="gutentor-element-image-box"><a class="gutentor-element-image-link" href="https://culturadefato.com.br/postagens-selecionadas-do-telegram-novembro-e-dezembro-de-2024/#Post10"><div class="gutentor-image-thumb"><img decoding="async" class="normal-image" src="https://culturadefato.com.br/wp-content/uploads/2024/12/Presepio.jpg" alt="Presépio"/></div></a></div></div>



<p class="has-text-align-center wp-block-paragraph"><br><a href="https://culturadefato.com.br/postagens-selecionadas-do-telegram-novembro-e-dezembro-de-2024/#Post10"><em>O verdadeiro significado do Natal</em></a>,<br>por &nbsp;<a href="https://escritoralexandrecosta.com.br/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Alexandre Costa</a></p>
</div></div>



<div id="col-g-vpxut4y" class="wp-block-gutentor-m0-col col-g-vpxut4y gutentor-carousel-item"><div id="section-g-vpxut4y" class="section-g-vpxut4y gutentor-col-wrap has-color-bg has-custom-bg">
<div id="section-g-6phfzpv" class="wp-block-gutentor-e6 section-g-6phfzpv gutentor-element gutentor-element-image text-align-center-desktop"><div class="gutentor-element-image-box"><a class="gutentor-element-image-link" href="https://culturadefato.com.br/por-que-celebrar-o-natal/"><div class="gutentor-image-thumb"><img decoding="async" class="normal-image" src="https://culturadefato.com.br/wp-content/uploads/2023/12/GilmondeAzulejosNascimentoDeJesus.jpg" alt="Painel de Azulejos em Gilmonde, Barcelos, Portugal. (Fábrica Aleluia, Aveiro, 1988)."/></div></a></div></div>



<p class="has-text-align-center wp-block-paragraph"><br><em><a href="https://culturadefato.com.br/por-que-celebrar-o-natal/">Por que celebrar o Natal</a></em>,<br>por <a href="https://culturadefato.com.br/author/olavodecarvalho/">Olavo de Carvalho</a></p>
</div></div>



<div id="col-g-i9tdee6" class="wp-block-gutentor-m0-col col-g-i9tdee6 gutentor-carousel-item"><div id="section-g-i9tdee6" class="section-g-i9tdee6 gutentor-col-wrap has-color-bg has-custom-bg">
<div id="section-g-zleysje" class="wp-block-gutentor-e6 section-g-zleysje gutentor-element gutentor-element-image text-align-center-desktop"><div class="gutentor-element-image-box"><a class="gutentor-element-image-link" href="https://culturadefato.com.br/quatro-perigos-do-natal/"><div class="gutentor-image-thumb"><img decoding="async" class="normal-image" src="https://culturadefato.com.br/wp-content/uploads/2023/12/AAdoracaoDosPastores.jpg" alt="Obra: &quot;A adoração dos pastores&quot;, por Gerard van Honthorst (1592 – 1656)."/></div></a></div></div>



<p class="has-text-align-center wp-block-paragraph"><br><a href="https://culturadefato.com.br/quatro-perigos-do-natal/"><em>Quatro perigos do Natal</em></a>,<br>por <a href="https://culturadefato.com.br/author/percivalpuggina/">Percival Puggina</a></p>
</div></div>



<div id="col-g-0i4zv6s" class="wp-block-gutentor-m0-col col-g-0i4zv6s gutentor-carousel-item"><div id="section-g-0i4zv6s" class="section-g-0i4zv6s gutentor-col-wrap has-color-bg has-custom-bg">
<div id="section-g-4rdgwes" class="wp-block-gutentor-e6 section-g-4rdgwes gutentor-element gutentor-element-image text-align-center-desktop"><div class="gutentor-element-image-box"><a class="gutentor-element-image-link" href="https://culturadefato.com.br/natal-2014/"><div class="gutentor-image-thumb"><img decoding="async" class="normal-image" src="https://culturadefato.com.br/wp-content/uploads/2020/12/NascimentoDeJesus.jpg"/></div></a></div></div>



<p class="has-text-align-center wp-block-paragraph"><br><em><a href="https://culturadefato.com.br/natal-2014/">Natal 2014</a></em>,<br>por <a href="https://culturadefato.com.br/author/olavodecarvalho/">Olavo de Carvalho</a></p>
</div></div>



<div id="col-g-0bzf1wf" class="wp-block-gutentor-m0-col col-g-0bzf1wf gutentor-carousel-item"><div id="section-g-0bzf1wf" class="section-g-0bzf1wf gutentor-col-wrap has-color-bg has-custom-bg">
<div id="section-g-1iic1u5" class="wp-block-gutentor-e6 section-g-1iic1u5 gutentor-element gutentor-element-image text-align-center-desktop"><div class="gutentor-element-image-box"><a class="gutentor-element-image-link" href="https://culturadefato.com.br/a-impregnacao-das-alegrias-de-natal/"><div class="gutentor-image-thumb"><img decoding="async" class="normal-image" src="https://culturadefato.com.br/wp-content/uploads/2020/12/Presepio.jpg" alt="Presépio"/></div></a></div></div>



<p class="has-text-align-center wp-block-paragraph"><br><a href="https://culturadefato.com.br/a-impregnacao-das-alegrias-de-natal/"><em>A impregnação das alegrias de Natal</em></a>, por <a href="https://culturadefato.com.br/author/pliniocoliveira/">Plinio Corrêa de Oliveira</a></p>
</div></div>



<div id="col-g-j7k7287" class="wp-block-gutentor-m0-col col-g-j7k7287 gutentor-carousel-item"><div id="section-g-j7k7287" class="section-g-j7k7287 gutentor-col-wrap has-color-bg has-custom-bg">
<div id="section-g-o22cq7p" class="wp-block-gutentor-e6 section-g-o22cq7p gutentor-element gutentor-element-image text-align-center-desktop"><div class="gutentor-element-image-box"><a class="gutentor-element-image-link" href="https://culturadefato.com.br/agora-por-exemplo-e-natal/"><div class="gutentor-image-thumb"><img decoding="async" class="normal-image" src="https://culturadefato.com.br/wp-content/uploads/2022/12/AAdoracaoDosMagos_1828_DomingosSequeira.jpg" alt="Obra: &quot;A Adoração dos Magos&quot; (1828), por Domingos Sequeira (1768 - 1837)"/></div></a></div></div>



<p class="has-text-align-center wp-block-paragraph"><br><a href="https://culturadefato.com.br/agora-por-exemplo-e-natal/">Agora, por exemplo, é Natal</a>,<br>por <a href="https://culturadefato.com.br/author/percivalpuggina/">Percival Puggina</a></p>
</div></div>
</div></div></section>



<br>
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			</item>
		<item>
		<title>Apocalipse agora: Nova York por trás da cortina de ferro</title>
		<link>https://culturadefato.com.br/apocalipse-agora-nova-york-por-tras-da-cortina-de-ferro/</link>
					<comments>https://culturadefato.com.br/apocalipse-agora-nova-york-por-tras-da-cortina-de-ferro/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Dr. Alexander Nussbaum]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 11 Nov 2025 07:23:39 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Filosofia e História]]></category>
		<category><![CDATA[Política e Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Adolf Hitler]]></category>
		<category><![CDATA[Capitalismo]]></category>
		<category><![CDATA[David Dinkins]]></category>
		<category><![CDATA[Hitler]]></category>
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		<category><![CDATA[Socialismo]]></category>
		<category><![CDATA[Stalin]]></category>
		<category><![CDATA[Zohran Mamdani]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://culturadefato.com.br/?p=26161</guid>

					<description><![CDATA[<p>“Hitler foi um socialista e um 'muçulmano disfarçado'. Mamdani é um socialista e um muçulmano declarado. Os judeus na cidade de Nova York têm o mesmo futuro que os judeus tiveram na Europa de Hitler.”</p>
<p>O post <a href="https://culturadefato.com.br/apocalipse-agora-nova-york-por-tras-da-cortina-de-ferro/">Apocalipse agora: Nova York por trás da cortina de ferro</a> apareceu primeiro em <a href="https://culturadefato.com.br">Cultura de Fato</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="has-text-align-center wp-block-paragraph">“<em>Estou velho e doente demais para deixar este inferno, e já espero morrer na Nova York de Mamdani.</em>”<br>Dr. Alexander Nussbaum</p>



<hr class="wp-block-separator has-alpha-channel-opacity is-style-wide"/>



<br>



<p class="has-drop-cap wp-block-paragraph">Em 4 de novembro de 2025, a <em>cortina de ferro</em><strong><sup><a id="RefNota01" href="#Nota01">1</a></sup></strong> desceu sobre a cidade de Nova York. Esse dia marca o fim desta cidade como centro financeiro e cultural. Marca também o final da vida judaica na cidade. Qual é a diferença entre o Monte Everest e a Nova York de <span data-tooltip="Zohran Kwame Mamdani, nasceu em 1991 em Kampala (Uganda). Foi eleito prefeito de Nova York em 4 de novembro de 2025. É membro do Partido Democrata e dos Socialistas Democráticos da América, muito conhecido por defender políticas de esquerda radical." data-tooltip-position="top">Mamdani</span>? Ambos são extremamente perigosos. Nenhum dos dois tem mercearias nem força policial. Mas o Monte Everest ainda receberá turistas.</p>



<h2 class="wp-block-heading">A vida humana não tem valor no socialismo</h2>



<br>



<p class="wp-block-paragraph">A ideia de que a vida humana possua algum valor especial é um conceito estranho à maior parte da história e do pensamento humano. Esse valor só existe no Ocidente e somente após séculos de síntese entre os valores iluministas e os valores judaico-cristãos. Nas universidades, hoje dominadas pelo pós-modernismo, ensina-se que “um rato, um porco, um cachorro e um ser humano têm o mesmo valor moral.” A tragédia de Israel é que, desde antes da sua independência, enfrenta inimigos que não atribuem qualquer valor à vida de seus próprios filhos — muito menos à vida de crianças judias.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Quando um móvel velho se torna inconveniente, nós o quebramos e jogamos fora. Não há dilema moral nisso. Mas esse é o <em>status</em> da vida humana em qualquer lugar onde a combinação entre valores iluministas e valores judaico-cristãos não é reconhecida ou aceita.</p>



<p class="wp-block-paragraph">É curioso quando socialistas, que não atribuem valor à vida humana, afirmam se preocupar com “corujas-pintadas”. No entanto, todo esse discurso serve para justificar o ataque ao capitalismo e à liberdade. A “crise” da coruja-pintada foi usada como pretexto para impedir construções e atividades madeireiras.<strong><sup><a id="RefNota02" href="#Nota02">2</a></sup></strong> Corujas, porém, não são exatamente uma espécie ameaçada: o plano da administração <span data-tooltip-position="top" data-tooltip="Joseph Robinette ''Joe'' Biden Jr.: 46.º presidente dos Estados Unidos e 47.º vice-presidente entre 2009 a 2017 (pelo governo de Barack Obama). Filiado ao Partido Democrata. ">Biden</span> previa gastar 1,4 bilhão de dólares para eliminar cerca de 450 mil corujas-de-barriga-listrada!<strong><sup><a id="RefNota03" href="#Nota03">3</a></sup></strong> Essa espécie é maior, mais forte, mais agressiva, possui dieta mais ampla e compete diretamente pelo mesmo território da coruja-pintada — e está vencendo. Isso se chama evolução. As corujas-pintadas e as corujas-de-barriga-listrada são tão próximas que podem produzir descendentes férteis, e o cruzamento já está acontecendo. “Corujas híbridas” podem ser o futuro. Mas, curiosamente, os “progressistas” tornam-se criacionistas fixistas quando a narrativa envolve a defesa de políticas que ajudam a destruir o capitalismo.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A vida humana não tem valor para o Hamas e para os islamistas que Mamdani apoia. Ela não terá valor na Nova York de Mamdani. <span data-tooltip-position="top" data-tooltip="Adolf Hitler (1889 - 1945) foi a figura central do Holocausto.">Hitler</span> foi um socialista e um “muçulmano disfarçado”. Mamdani é um socialista e um muçulmano declarado. Os judeus na cidade de Nova York têm o mesmo futuro que os judeus tiveram na Europa de Hitler.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Algumas previsões sobre a vida na cidade de Mamdani</h2>



<br>



<p class="wp-block-paragraph">Os nova-iorquinos devem lembrar que, Mamdani é um progressista apenas para derrubar a sociedade judaico-cristã — ele é, no fundo, um islamista. Claro, a curto prazo ele apoia <em>drag queens</em> fazendo proselitismo com crianças de seis anos nas escolas. Mas os progressistas, se souberem ler, deveriam pesquisar como os <em>gays</em> são tratados em países muçulmanos. Alguns amigos de Mamdani são bastante explícitos sobre como acham que <em>gays</em> deveriam ser tratados.</p>



<p class="wp-block-paragraph">É claro que os filhos sionistas — “porcos e cães”<a id="RefNota04" href="#Nota04"><strong><sup>4</sup></strong></a> — serão os primeiros a ser eliminados. Mas, eventualmente, também chegarão as chamadas “aulas de voo”<strong><sup><a id="RefNota05" href="#Nota05">5</a></sup></strong> para <em>gays</em>.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O socialismo funciona como uma teocracia brutal, mas o seu “deus” não é o Deus judaico-cristão — é o próprio Estado.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Estou velho e doente demais para deixar este inferno, e já espero morrer na Nova York de Mamdani.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Mudanças estão chegando a Nova York… fechamento de supermercados, escassez de alimentos, filas por pão. Como meu pai aprendeu quando jovem, pão embolorado e água são mais do que suficientes para os camaradas. Os <em>hipsters</em> que votaram em Mamdani e ficam indignados quando o <em>venti chai latte</em> com leite de amêndoas<strong><a id="RefNota06" href="#Nota06"><sup>6</sup></a></strong> é preparado errado terão um rude despertar.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Os nova-iorquinos irão descobrir algumas coisas sobre os comunistas.</h2>



<br>



<p class="wp-block-paragraph">Você até pode eleger comunistas, mas não consegue tirá-los do poder depois. “Camaradas” não permitem que o povo escolha seus governantes novamente. Não espere que alguém que não seja comunista volte a controlar Nova York tão cedo.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“Socialista democrata” é apenas um rótulo elegante que estalinistas usam quando lhes convém. Socialistas defendem execuções públicas. Meu pai testemunhou isso com os próprios olhos quando viveu sob o chamado “socialista democrático” <span data-tooltip-position="top" data-tooltip="Josef Stalin (1878 - 1953): Revolucionário comunista e político soviético de origem georgiana.">Joseph Stalin</span>.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Mamdani vai fazer <span data-tooltip-position="top" data-tooltip="David Dinkins foi o primeiro prefeito negro de Nova York, governou entre 1990 e 1993. Seu mandato ocorreu durante um período de violência urbana e tensões raciais. Foi muito criticado pela forma como lidou com os distúrbios de Crown Heights.">David Dinkins</span> parecer <span data-tooltip-position="top" data-tooltip="Rudy Giuliani foi prefeito de Nova York de 1994 a 2001 e ficou conhecido por sua política de tolerância zero contra o crime, que reduziu drasticamente a violência na cidade. Ele ganhou enorme destaque nacional após sua atuação durante o 11 de Setembro, sendo visto como figura de liderança no caos.">Rudy Giuliani</span>. Dinkins tolerou um <span data-tooltip-position="top" data-tooltip="Pogrom é um termo que significa ataque violento, organizado e coletivo contra um grupo étnico ou religioso, geralmente judeus. Historicamente envolve: multidões atacando casas, lojas, sinagogas e espancamentos, assassinatos e saques.">pogrom</span>. Mas aquilo vai parecer brincadeira de criança perto do pogrom que está por vir.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Mamdani vai administrar o golpe de misericórdia</h2>



<br>



<p class="wp-block-paragraph">Nova York vinha registrando cerca de quatrocentos homicídios por ano nos últimos anos, o que, para uma cidade do seu porte, é um número relativamente baixo.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Durante o governo de David “<span data-tooltip-position="top" data-tooltip="Pogrom é um termo que significa ataque violento, organizado e coletivo contra um grupo étnico ou religioso, geralmente judeus. Historicamente envolve: multidões atacando casas, lojas, sinagogas e espancamentos, assassinatos e saques.">Pogrom</span>” Dinkins, o pico chegou a 2.245 homicídios em 1990. Esse recorde vai ser facilmente ultrapassado poucos meses depois que Mamdani assumir o cargo.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Calculo que uma estimativa modesta do número de assassinatos na cidade de Nova York sob o governo de Mamdani seja uma taxa equivalente à de muitas cidades no México, Venezuela e Brasil: cem por 100 mil habitantes por ano. Essa taxa é endêmica nas Américas ao Sul dos Estados Unidos. Se a cidade de Nova York tem dez milhões de habitantes, legais e ilegais, isso se traduz em dez mil assassinatos por ano. Assassinato na cidade de Nova York será, na prática, legal. &nbsp;Com a polícia sem financiamento, apenas os assassinatos de membros de alto escalão do partido serão investigados. Como se pode investigar dez mil assassinatos?</p>



<p class="wp-block-paragraph">Vi três prefeitos de Nova York tentaram destruir a cidade: <span data-tooltip-position="top" data-tooltip="John Lindsay foi prefeito de Nova York entre 1966 e 1973.">John Lindsay</span>, <span data-tooltip-position="top" data-tooltip="David Dinkins foi prefeito de Nova York entre 1990 e 1993.">David Dinkins</span> e <span data-tooltip-position="top" data-tooltip="Bill de Blasio foi prefeito de Nova York entre 2014 e 2021.">Bill de Blasio</span>. Mas, em comparação a Mamdani, eles teriam causado apenas ferimentos superficiais. Mamdani, será quem dará o golpe de misericórdia.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Epílogo: Uma explicação do que aconteceu</h2>



<br>



<p class="wp-block-paragraph">Como alguém cujas ideias já foram responsáveis por centenas de milhões de mortes, e que tem aliados ligados ao atentado do World Trade Center, consegue vencer a eleição para prefeito com uma enorme margem de votos?</p>



<p class="wp-block-paragraph">Como alguém cujas crenças já foram responsáveis ​​por centenas de milhões de mortes, cujos amigos e associados explodiram o World Trade Center, pode vencer a eleição para prefeito com uma vitória esmagadora? Nova York era um antro de depravação moral. Mamdani é o castigo moderno para Sodoma e Gomorra. Uma cidade “progressista e moderna” será destruída por um governo progressista e moderno. Mamdani é o fogo e o enxofre que punirá Nova York por seus pecados.</p>



<br>



<p class="has-text-align-right wp-block-paragraph">Por <a href="https://culturadefato.com.br/author/alexandernussbaum/">Dr. Alexander Nussbaum</a>.<br>Traduzido do inglês pela editoria da Cultura de Fato. Para acessar o artigo original, <a href="https://canadafreepress.com/article/apocalypse-now-new-york-city-behind-the-iron-curtain" target="_blank" rel="noreferrer noopener nofollow">clique aqui</a>.</p>



<br>



<p class="has-background has-very-light-gray-background-color wp-block-paragraph"><strong>Notas do tradutor:</strong></p>



<ol class="wp-block-list">
<li id="Nota01">Metáfora que faz referência à <em>Cortina de Ferro</em> da Guerra Fria: a barreira ideológica que separava o mundo comunista (ditaduras socialistas do Leste Europeu) do Ocidente democrático. <a href="#RefNota01"><img decoding="async" width="14" height="10" class="wp-image-105" style="width: 14px;" src="https://culturadefato.com.br/wp-content/uploads/2020/06/Subir.jpg" alt="Subir"></a></li>



<li id="Nota02">As corujas-pintadas vivem em florestas antigas. Para protegê-las, foi proibida a exploração de madeira em grandes áreas, o que impactou a economia madeireira e resultou em perda de empregos. Depois, descobriu-se que o principal problema para a sobrevivência da espécie não era a atividade humana, mas sim outra coruja: a coruja-de-barriga-listrada, maior, mais agressiva, com dieta mais variada e que disputa o mesmo território. <a href="#RefNota02"><img decoding="async" width="14" height="10" class="wp-image-105" style="width: 14px;" src="https://culturadefato.com.br/wp-content/uploads/2020/06/Subir.jpg" alt="Subir"></a></li>



<li id="Nota03"><a href="https://noticiasambientales.com/animais/a-polemica-medida-de-donald-trump-contra-as-corujas-1300-milhoes-para-mata-las/" target="_blank" rel="noreferrer noopener nofollow">https://noticiasambientales.com/animais/a-polemica-medida-de-donald-trump-contra-as-corujas-1300-milhoes-para-mata-las/</a> <a href="#RefNota03"><img decoding="async" width="14" height="10" class="wp-image-105" style="width: 14px;" src="https://culturadefato.com.br/wp-content/uploads/2020/06/Subir.jpg" alt="Subir"></a></li>



<li id="Nota04">Expressão que reflete linguagem típica de grupos jihadistas como Hamas ao se referirem a judeus e israelenses, utilizando termos que visam desumanizar o inimigo. <a href="#RefNota04"><img decoding="async" width="14" height="10" class="wp-image-105" style="width: 14px;" src="https://culturadefato.com.br/wp-content/uploads/2020/06/Subir.jpg" alt="Subir"></a></li>



<li id="Nota05">O autor faz referência às execuções de homossexuais realizadas por grupos jihadistas (como o <span data-tooltip-position="top" data-tooltip="Estado Islâmico do Iraque e da Síria (em inglês, Islamic State of Iraq and Syria).">ISIS</span>), que jogavam pessoas de edifícios altos como forma de punição pública. <a href="#RefNota05"><img decoding="async" width="14" height="10" class="wp-image-105" style="width: 14px;" src="https://culturadefato.com.br/wp-content/uploads/2020/06/Subir.jpg" alt="Subir"></a></li>



<li id="Nota06"><em>Venti chai latte</em> é uma bebida de cafeteria, especialmente conhecida na rede Starbucks. <a href="#RefNota06"><img decoding="async" width="14" height="10" class="wp-image-105" style="width: 14px;" src="https://culturadefato.com.br/wp-content/uploads/2020/06/Subir.jpg" alt="Subir"></a></li>
</ol>



<br>



<p class="has-background has-very-light-gray-background-color wp-block-paragraph"><strong>Nota da editoria:</strong><br><br>Imagem da capa: “<em>New York</em>” (1911), de Oleg Ryzhkov.</p>



<br>



<hr class="wp-block-separator has-alpha-channel-opacity is-style-dots"/>



<br>



<h2 class="wp-block-heading has-text-align-center">Leia também:</h2>



<br>



<section id="gm71bf303" class="wp-block-gutentor-m0 alignfull section-gm71bf303 gutentor-module gutentor-module-carousel has-color-bg has-custom-bg gutentor-slick-a-default-desktop gutentor-slick-a-default-tablet gutentor-slick-a-default-mobile"><div class="grid-container"><div class="gutentor-module-carousel-row" data-dots="false" data-dotstablet="false" data-dotsmobile="false" data-arrows="true" data-arrowstablet="true" data-arrowsmobile="true" data-infinite="true" data-autoplay="true" data-draggable="true" data-pauseonfocus="true" data-pauseonhover="true" data-autoplayspeed="4500" data-cmondesktop="false" data-cmontablet="false" data-cmonmobile="false" data-nextarrow="fas fa-angle-right" data-prevarrow="fas fa-angle-left" data-arrowspositiondesktop="gutentor-slick-a-default-desktop" data-arrowspositiontablet="gutentor-slick-a-default-tablet" data-arrowspositionmobile="gutentor-slick-a-default-mobile" data-speed="300" data-slideitemdesktop="2" data-slideitemtablet="3" data-slideitemmobile="2" data-slidescroll-desktop="2" data-slidescroll-tablet="3" data-slidescroll-mobile="2">
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<div id="section-g-010n3oe" class="wp-block-gutentor-e6 section-g-010n3oe gutentor-element gutentor-element-image text-align-center-desktop"><div class="gutentor-element-image-box"><a class="gutentor-element-image-link" href="https://culturadefato.com.br/o-assassinato-de-charlie-kirk-amplia-sua-voz-e-revela-a-imortalidade-da-verdade/"><div class="gutentor-image-thumb"><img decoding="async" class="normal-image" src="https://culturadefato.com.br/wp-content/uploads/2025/09/CharlieKirk.jpg" alt="Obra: &quot;Charlie Kirk&quot;, por Steve Penley."/></div></a></div></div>



<p class="has-text-align-center wp-block-paragraph"><br><em><a href="https://culturadefato.com.br/o-assassinato-de-charlie-kirk-amplia-sua-voz-e-revela-a-imortalidade-da-verdade/">O assassinato de Charlie Kirk amplia sua voz e revela a imortalidade da verdade</a></em>, por <a href="https://culturadefato.com.br/author/fabioblanco/">Fabio Blanco</a></p>
</div></div>



<div id="col-g-kgvn121" class="wp-block-gutentor-m0-col col-g-kgvn121 gutentor-carousel-item"><div id="section-g-kgvn121" class="section-g-kgvn121 gutentor-col-wrap has-color-bg has-custom-bg">
<div id="section-g-biscskb" class="wp-block-gutentor-e6 section-g-biscskb gutentor-element gutentor-element-image text-align-center-desktop"><div class="gutentor-element-image-box"><a class="gutentor-element-image-link" href="https://culturadefato.com.br/inquisicao-mito-e-realidade-historica/"><div class="gutentor-image-thumb"><img decoding="async" class="normal-image" src="https://culturadefato.com.br/wp-content/uploads/2020/11/Inquisicao.jpg" alt="Tribunal da Inquisição"/></div></a></div></div>



<p class="has-text-align-center wp-block-paragraph"><br><em><a href="https://culturadefato.com.br/inquisicao-mito-e-realidade-historica/">Inquisição: Mito e realidade histórica</a></em>,<br>por <a href="https://culturadefato.com.br/author/romankonik/">Roman Konik</a></p>
</div></div>



<div id="col-g-6xnepre" class="wp-block-gutentor-m0-col col-g-6xnepre gutentor-carousel-item"><div id="section-g-6xnepre" class="section-g-6xnepre gutentor-col-wrap has-color-bg has-custom-bg">
<div id="section-g-1fo1r67" class="wp-block-gutentor-e6 section-g-1fo1r67 gutentor-element gutentor-element-image text-align-center-desktop"><div class="gutentor-element-image-box"><a class="gutentor-element-image-link" href="https://culturadefato.com.br/como-o-estado-monopoliza-a-violencia/"><div class="gutentor-image-thumb"><img decoding="async" class="normal-image" src="https://culturadefato.com.br/wp-content/uploads/2021/06/FuzilamentosTresDemaio.jpg" alt="Recorte da obra: &quot;Os fuzilamentos de 3 maio&quot;, criada em 1814 pelo pintor espanhol Francisco de Goya (1746 - 1828)."/></div></a></div></div>



<p class="has-text-align-center wp-block-paragraph"><br><em><a href="https://culturadefato.com.br/como-o-estado-monopoliza-a-violencia/">Como o Estado monopoliza a violência?</a></em>,<br>por <a href="https://culturadefato.com.br/author/marcellomazzilli/">Marcello Mazzilli</a></p>
</div></div>



<div id="col-g-tgljsvg" class="wp-block-gutentor-m0-col col-g-tgljsvg gutentor-carousel-item"><div id="section-g-tgljsvg" class="section-g-tgljsvg gutentor-col-wrap has-color-bg has-custom-bg">
<div id="section-g-noai4ve" class="wp-block-gutentor-e6 section-g-noai4ve gutentor-element gutentor-element-image text-align-center-desktop"><div class="gutentor-element-image-box"><a class="gutentor-element-image-link" href="https://culturadefato.com.br/vamos-falar-sobre-violencia-politica/"><div class="gutentor-image-thumb"><img decoding="async" class="normal-image" src="https://culturadefato.com.br/wp-content/uploads/2022/10/LoveIsBlind_PamelaBlaies.jpg" alt="Obra &quot;O amor é cego&quot;, de Pamela Blaies."/></div></a></div></div>



<p class="has-text-align-center wp-block-paragraph"><br><em><a href="https://culturadefato.com.br/vamos-falar-sobre-violencia-politica/">Vamos falar sobre violência política</a></em>,<br>por <a href="https://culturadefato.com.br/author/percivalpuggina/">Percival Puggina</a></p>
</div></div>



<div id="col-gm666515" class="wp-block-gutentor-m0-col col-gm666515 gutentor-carousel-item"><div id="section-gm666515" class="section-gm666515 gutentor-col-wrap has-color-bg has-custom-bg">
<div id="section-g1aec69" class="wp-block-gutentor-e6 section-g1aec69 gutentor-element gutentor-element-image text-align-center-desktop"><div class="gutentor-element-image-box"><a class="gutentor-element-image-link" href="https://culturadefato.com.br/degeneracao-da-justica/"><div class="gutentor-image-thumb"><img decoding="async" class="normal-image" src="https://culturadefato.com.br/wp-content/uploads/2025/07/TheJudgmentCambyses.jpg" alt="Obra: &quot;O Julgamento de Cambises&quot; (1498), de Gerard David(1460 - 1523)."/></div></a></div></div>



<p class="has-text-align-center wp-block-paragraph"><br><em><a href="https://culturadefato.com.br/degeneracao-da-justica/">Degeneração da Justiça</a></em>,<br>por <a href="https://culturadefato.com.br/author/pelodicruz/">Pe. Luiz Carlos Lodi da Cruz</a></p>
</div></div>



<div id="col-g-z3wdpzk" class="wp-block-gutentor-m0-col col-g-z3wdpzk gutentor-carousel-item"><div id="section-g-z3wdpzk" class="section-g-z3wdpzk gutentor-col-wrap has-color-bg has-custom-bg">
<div id="section-g-srviavx" class="wp-block-gutentor-e6 section-g-srviavx gutentor-element gutentor-element-image text-align-center-desktop"><div class="gutentor-element-image-box"><a class="gutentor-element-image-link" href="https://culturadefato.com.br/precisamos-falar-sobre-os-crimes-do-estado-contra-o-individuo/"><div class="gutentor-image-thumb"><img decoding="async" class="normal-image" src="https://culturadefato.com.br/wp-content/uploads/2023/12/ViolenciaPelaPaz.jpg" alt="Obra: &quot;Violence For Peace&quot;, por Tirthankar Biswas."/></div></a></div></div>



<p class="has-text-align-center wp-block-paragraph"><br><em><a href="https://culturadefato.com.br/precisamos-falar-sobre-os-crimes-do-estado-contra-o-individuo/">Precisamos falar sobre os crimes do Estado contra o indivíduo</a></em>,<br>por <a href="https://culturadefato.com.br/author/variusavitusbassianus/">Varius Avitus Bassianus</a></p>
</div></div>



<div id="col-g-sax4zez" class="wp-block-gutentor-m0-col col-g-sax4zez gutentor-carousel-item"><div id="section-g-sax4zez" class="section-g-sax4zez gutentor-col-wrap has-color-bg has-custom-bg">
<div id="section-g-u2g3oss" class="wp-block-gutentor-e6 section-g-u2g3oss gutentor-element gutentor-element-image text-align-center-desktop"><div class="gutentor-element-image-box"><a class="gutentor-element-image-link" href="https://culturadefato.com.br/por-que-os-alemaes-apoiaram-hitler/"><div class="gutentor-image-thumb"><img decoding="async" class="normal-image" src="https://culturadefato.com.br/wp-content/uploads/2023/08/EnterrandoUmCamarada_DavidFriedman.jpg" alt="Obra: &quot;Enterrando um camarada&quot;, por David Friedman (1893 - 1980)"/></div></a></div></div>



<p class="has-text-align-center wp-block-paragraph"><br><em><a href="https://culturadefato.com.br/por-que-os-alemaes-apoiaram-hitler/">Por que os alemães apoiaram Hitler</a></em>,<br>por <a href="https://culturadefato.com.br/author/jacobhornberger/">Jacob Hornberger</a></p>
</div></div>



<div id="col-g-5abwq5e" class="wp-block-gutentor-m0-col col-g-5abwq5e gutentor-carousel-item"><div id="section-g-5abwq5e" class="section-g-5abwq5e gutentor-col-wrap has-color-bg has-custom-bg">
<div id="section-g-sss9ess" class="wp-block-gutentor-e6 section-g-sss9ess gutentor-element gutentor-element-image text-align-center-desktop"><div class="gutentor-element-image-box"><a class="gutentor-element-image-link" href="https://culturadefato.com.br/sao-paulo-nao-dorme-paulistanos-nao-acordam/"><div class="gutentor-image-thumb"><img decoding="async" class="normal-image" src="https://culturadefato.com.br/wp-content/uploads/2020/12/BandeiraDaCidadeDeSaoPaulo.jpg" alt="Bandeira da Cidade de São Paulo"/></div></a></div></div>



<p class="has-text-align-center wp-block-paragraph"><br><em><a href="https://culturadefato.com.br/sao-paulo-nao-dorme-paulistanos-nao-acordam/">São Paulo não dorme; paulistanos não acordam!</a></em>,<br>por <a href="https://culturadefato.com.br/author/ericrabello/">Eric M. Rabello</a></p>
</div></div>



<div id="col-g-1b27ueg" class="wp-block-gutentor-m0-col col-g-1b27ueg gutentor-carousel-item"><div id="section-g-1b27ueg" class="section-g-1b27ueg gutentor-col-wrap has-color-bg has-custom-bg">
<div id="section-g-4jujfj4" class="wp-block-gutentor-e6 section-g-4jujfj4 gutentor-element gutentor-element-image text-align-center-desktop"><div class="gutentor-element-image-box"><a class="gutentor-element-image-link" href="https://culturadefato.com.br/a-verdade-sobre-a-inquisicao-desfazendo-os-mitos/"><div class="gutentor-image-thumb"><img decoding="async" class="normal-image" src="https://culturadefato.com.br/wp-content/uploads/2025/09/AutoDeFeEnLaPlazaMayorDeMadrid.jpg" alt="Obra: &quot;Auto de Fe en la plaza Mayor de Madrid&quot; (1683), por Francisco Rizi (1614 – 1685)."/></div></a></div></div>



<p class="has-text-align-center wp-block-paragraph"><br><em><a href="https://culturadefato.com.br/a-verdade-sobre-a-inquisicao-desfazendo-os-mitos/">A Verdade sobre a Inquisição: desfazendo os mitos</a></em>,<br>por <a href="https://culturadefato.com.br/author/patriciacastro/">Patrícia Castro</a></p>
</div></div>
</div></div></section>



<br>
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		<title>Loucos (ou desequilibrados) pela razão</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Eric M. Rabello]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 29 Oct 2025 02:01:34 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Filosofia e História]]></category>
		<category><![CDATA[Cardeal Joseph Aloisius Ratzinger]]></category>
		<category><![CDATA[Catolicismo]]></category>
		<category><![CDATA[Ciências]]></category>
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		<category><![CDATA[Padre Antônio Vieira]]></category>
		<category><![CDATA[Padre Jesuíta Antônio Vieira]]></category>
		<category><![CDATA[Papa Bento XVI]]></category>
		<category><![CDATA[Paulo Bomfim]]></category>
		<category><![CDATA[Príncipe dos poetas]]></category>
		<category><![CDATA[Salomão Schvartzman]]></category>
		<category><![CDATA[Sofrimento]]></category>
		<category><![CDATA[Thomas E. Woods]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>"Na obra <em>Ortodoxia</em>, o autor, G. K. Chesterton, explica: <em>A mente de um louco é rápida, pois não é embaraçada pelo senso de humor, pela caridade ou pelas certezas das experiências. É mais lógica por perder certos afetos da sanidade</em>."</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="has-text-align-center wp-block-paragraph">“<em>O louco não é um homem que perdeu a razão.</em><br><em>O louco é um homem que perdeu tudo, exceto a razão.</em>”<br><span data-tooltip-position="top" data-tooltip="Gilbert">G</span>. <span data-tooltip-position="top" data-tooltip="Keith">K</span>. <span data-tooltip="Gilbert Keith Chesterton (1874 - 1936) foi um escritor inglês, reconhecido como caridoso e de uma inteligência honesta e brilhante. Era um católico romano que se converteu à fé em 1922, aos 48 anos." data-tooltip-position="top">Chesterton</span> (1874 – 1936)</p>



<p class="has-text-align-right has-small-font-size wp-block-paragraph" id="Epigrafe"><em>* <a href="#NotasDaEditoria02">Notas da editoria</a></em></p>



<hr class="wp-block-separator has-css-opacity is-style-wide"/>



<br>



<p class="has-drop-cap wp-block-paragraph">Nash <a href="#Nota01"><sup id="ContemNota01"><strong>1</strong></sup></a>, o matemático nem terminou de convidar Bomfim <a href="#Nota02"><sup id="ContemNota02"><strong>2</strong></sup></a> para um chá da tarde e já obteve uma resposta requintada: “Desde que possamos encerrá-lo após o anoitecer, eu aceito! Assim, sentaremos à beira da tarde e veremos a noite que plantaremos” <a href="#Nota03"><sup id="ContemNota03"><strong>3</strong></sup></a>. O poeta ainda completou: “Gosto de despentear os cabelos da noite, para depois uni-los em tranças úmidas de orvalho com fivelas de pirilampos” <a href="#Nota04"><sup id="ContemNota04"><strong>4</strong></sup></a>. Na verdade, Nash já previa que seu pedido seria aceito, em muitas outras ocasiões seu amigo havia lhe dito: “Em sua casa, no alto daquele rochedo, eu abriria uma janela sempre que precisasse colher um poema” <a href="#Nota05"><sup id="ContemNota05"><strong>5</strong></sup></a>!</p>



<p class="wp-block-paragraph">O encontro levou meses para ocorrer, porém, logo no início daquela visita, Bomfim ficou perplexo — notou que a mesa e a cadeira nas quais Nash trabalhava estavam voltadas para o lado oposto ao da janela, além do mais, a ventana estava encoberta por uma cortina espessa e bicolor (amarela do lado direito e bordô do lado esquerdo).</p>



<p class="wp-block-paragraph">Diante daquela cena, o visitante não se conteve, e mesmo prevendo que o morador teria argumentos extremamente lógicos, provocou. Bomfim apontou o dedo indicador para a cortina e disse: “Assim você realmente não perderá sua concentração; perderá o <em>seu</em> norte”.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Perante uma coincidência descomunal, Nash apontou para o topo de cada estante e de cada cantoneira que encobriam as paredes daquele escritório octogonal, mostrando que cada seção era nomeada pela sigla de um ponto <span data-tooltip-position="top" data-tooltip="Pontos cardeais: norte (N), sul (S), leste (E) e oeste (O).">cardeal</span> ou <span data-tooltip-position="right" data-tooltip="Pontos colaterais: Nordeste (NE), Sudeste (SE), Noroeste (NW) e Sudoeste (SW).">colateral</span>. O matemático ainda explicou que os objetos predominantemente claros eram deixados a leste (analogamente com a nascente do Sol), enquanto os mais escuros eram posicionados a oeste. Em seguida, Nash, que trajava vestimentas pretas, contornou seu amigo com indumentárias claras e prosseguiu a conversa.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Nada mais se sabe sobre aquela visita, exceto que nos dois ou três dias posteriores o matemático não fez cálculos, e o poeta não escreveu poemas.</p>



<hr class="wp-block-separator has-css-opacity is-style-dots"/>



<br>



<p class="wp-block-paragraph">O fictício encontro entre o poeta e o matemático permite revelar o âmago de um dos muitos pensamentos descritos na obra <a href="https://amzn.to/30lThq8" target="_blank" rel="noreferrer noopener nofollow"><em>Ortodoxia</em></a>, na qual, logo nas primeiras páginas, o autor, G. K. Chesterton (1874 – 1936), afirma: “O poeta apenas pede para pôr a cabeça nos céus. O lógico é que procura pôr os céus dentro de sua cabeça” <a href="#Nota06"><sup id="ContemNota06"><strong>6</strong></sup></a>. Contudo, o livro, que busca expor as contradições da natureza humana, não ataca a lógica, apenas alerta que “O louco não é um homem que perdeu a razão. O louco é um homem que perdeu tudo, exceto a razão” <a href="#Nota07"><sup id="ContemNota07"><strong>7</strong></sup></a>.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Talvez, aqueles que nunca tenham lido <a href="https://amzn.to/30lThq8" target="_blank" rel="noreferrer noopener nofollow"><em>Ortodoxia</em></a> e que jamais tenham discutido com loucos discordem de Chesterton, pois pessoas sãs, quando debatem com desvairados, comumente levam a pior e desvendam os fatores da derrota. Causas que também são documentadas pelo escritor inglês.</p>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow">
<p class="wp-block-paragraph">“A mente dele [o louco] move muito mais rápido por não se atrapalhar com coisas que costumam acompanhar o bom juízo. Ele não é embaraçado pelo senso de humor ou pela caridade, ou pelas tolas certezas das experiências. Ele é muito mais lógico por perder certos afetos da sanidade” <a href="#Nota08"><sup id="ContemNota08"><strong>8</strong></sup></a>.</p>
</blockquote>



<p class="wp-block-paragraph">Agora, deixemos de lado os cálculos e as poesias, para considerarmos genericamente todas as possibilidades inerentes da vida humana.</p>



<p class="img-direita wp-block-paragraph"><img decoding="async" class="size-full wp-image-11112 alignright" src="https://culturadefato.com.br/wp-content/uploads/2020/10/PossibilidadesHumanas.jpg" alt="">De modo bastante sumário, podemos categorizar todos os nossos esforços em quatro tipos: artísticos, científicos (no qual, incluiremos o “ramo” tecnológico), políticos e credos (crenças das quais não devem ser limitadas por religiões <a href="#Nota09"><sup id="ContemNota09"><strong>9</strong></sup></a>). Obviamente, assim como somente os pontos cardeais não sinalizam todas as direções possíveis de modo preciso, nossas quatro categorias também não explicitam pontualmente todas as nossas atividades, mas ambos os conceitos oferecem “um norte”. Além do mais, algumas pautas são neutras. Por exemplo: quando focamos em nossas finanças (pauta econômica), o objetivo poderá ser a compra de um aparato tecnológico, um livro religioso ou, talvez, um ingresso para uma peça teatral. O valor do dinheiro não está no próprio dinheiro, salvas exceções paradoxais — por meio de uma moeda muito antiga não é possível pagar uma “conta de luz”, mas é possível vendê-la devido ao valor histórico!</p>



<p class="wp-block-paragraph">E entretenimento, é catalogável como “atividade neutra”? Na realidade, assim como não precisamos de uma bússola para chegar onde estamos, não precisamos, neste caso, “catalogar” entretenimento. Explico. Quando fazemos um curso profissionalizante (seja de administração de empresas ou de mecânica dos fluidos), almejamos adquirir uma qualificação; uma vez especializados, desejamos obter ganhos financeiros; em posse de dinheiro aspiramos a, por exemplo, adquirir um automóvel para nos deslocarmos com maior rapidez e mais conforto, e assim indeterminadamente. Mas, quando pegamos um baralho e jogamos paciência, o nosso único objetivo é “jogar paciência”, ou seja, desejamos apenas “passar o tempo” <a href="#Nota10"><sup id="ContemNota10"><strong>10</strong></sup></a>.</p>



<p class="img-direita wp-block-paragraph"><a href="https://amzn.to/30lThq8" target="_blank" rel="noreferrer noopener nofollow"><img decoding="async" class="wp-image-2582" src="https://culturadefato.com.br/wp-content/uploads/2020/10/Ortodoxia_MundoCristao_GKChesterton.jpg" alt="Obra &quot;Ortodoxia&quot;, escrita por G. K. Chesterton (1874–1936). Publicada pela Mundo Cristão, sob ISBN-13 : 978-8543302751."></a>Entretanto, antes de classificar entretenimento como algo inútil, voltemos a G. K. Chesterton. Ainda em <a href="https://amzn.to/30lThq8" target="_blank" rel="noreferrer noopener nofollow"><em>Ortodoxia</em></a>, o autor afirma que os loucos são incapazes de executar ações sem metas. “Assobiar andando por aí, golpear o capim com uma bengala, bater os calcanhares no chão ou esfregar as mãos” <a href="#Nota11"><sup id="ContemNota11"><strong>11</strong></sup></a> são coisas apenas para homens sensatos! Elucidando. Um louco que acreditasse que todos estão conspirando contra ele, possivelmente, seria incapaz de observar passivamente alguém esfregando as mãos ou golpeando um gramado, pois iria acreditar que tais atitudes fossem sinas para que outras pessoas, por exemplo, devam atacá-lo.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Hoje é notável que muitas crianças não possam brincar com bolas, mas precisem frequentar cursos de futebol; ou não possam usufruir de uma piscina no próprio condomínio, sem que haja um professor de natação; brinquedos com efeitos sonoros e luminosos também não são admitidos se os sons não ensinarem outros idiomas e se as luzes não piscarem com base em algum algoritmo que ensine matemática! Contudo, é evidente que entre golpear capim e jogar futebol existem fortes diferenças: o segundo requer técnica, cooperação mútua e preparo físico. No entanto, lembre-se que nossas quatro categorias (artes, políticas, ciências/tecnologias e crenças) são extremamente sumarizadas. Mesmo assim, se essas atividades requerem aulas técnicas, quais seriam realmente do tipo “passatempo”? Além do mais, é válido mencionar que aqui a criança é a vítima, portanto, a origem do problema está no adulto.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Qualquer excesso faz mal: comer espinafre faz bem; comer somente espinafre faz mal! Analogamente, um sacerdote que não tenha senso administrativo e político poderá encontrar dificuldades para gerenciar seu templo, enquanto um administrador de empresas dotado de grande racionalidade e que sofra de <span data-tooltip-position="top" data-tooltip="Transtorno Obsessivo Compulsivo">TOC</span> não poderá ser salvo pela razão — que é a causa raiz do problema —, mas poderá ser recuperado pela fé. Mesmo assim, é claro que um sacerdote passará a maior parte do tempo envolvido com teologia, enquanto um gestor se envolverá mais com processos administrativos e políticos. No entanto, até mesmo uma perfeita divisão não basta.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Caso um padre divida igualmente seu tempo entre celebrar missas e apresentar <em>shows</em> de <em>Heavy Metal</em>, ele certamente não será um bom profissional em uma, ou em ambas as atividades. Entre as ações de cada um de nós, espera-se uma certa compatibilidade, ou em outras palavras, ininterruptamente exige-se uma “filosofia de vida”. Sendo que filosofia transcende cursos universitários e é aperfeiçoada durante toda a vida.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Todavia, existem algumas atividades que exigem muita lógica e pouca experiência de vida. Talvez, um programador de computadores seja capaz de, solitariamente, especificar um minucioso algoritmo que descreva como jogar pôquer, para, depois, ainda sozinho, converter tais regras em um belo jogo eletrônico. Porém, este mesmo profissional poderá perder uma partida real pela sua incapacidade de perceber os blefes de seus adversários. Este é o motivo pelo qual o filósofo Olavo de Carvalho (1947 &#8211; 2022), em algumas ocasiões, proferiu: “existem matemáticos prodígios, mas não existem filósofos prodígios”. Ciências humanas exigem continuamente mergulhar no mundo, retornar à superfície e avaliar tudo o que foi profundamente vivenciado; ciências exatas exigem que o indivíduo mergulhe veemente para dentro de si próprio.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Atualmente é evidente que evoluímos tecnicamente, o que é ótimo. Das grandes aeronaves aos nossos pequenos automóveis, temos “algoritmos” que contribuem com a nossa segurança e o nosso conforto, ou dos grandes laboratórios clínicos aos nossos domésticos medidores de pressão arterial, temos a ciência e a tecnologia como grandes aliadas. Por outro lado, é claro que progredimos pouco nas ciências humanas. E pior, parece que muitos veem nas tecnologias e no “mundo empírico” uma futura possibilidade de eliminar muitos (ou todos) os sofrimentos humanos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Porém, assim como é inerente da água não ter forma própria, o sofrimento é inerente ao ser humano. É ótimo que existam vacinas, antibióticos e aspirinas, mas seres humanos transcendem os problemas físicos. Um poderosíssimo computador (mesmo quando dotado de inteligência artificial) não sofre, pois não reconhece o seu próprio ser, ao contrário de nós, que somos conscientes de nossas próprias existências, e, portanto, padecemos psicologicamente. E mesmo que no futuro as ciências compreendam tudo (o que é tão plausível quanto um conto de fadas), ainda teríamos outro problema, que seria o excesso de tédio alavancado pela ausência do mistério!</p>



<p class="wp-block-paragraph">Ainda em <a href="https://amzn.to/30lThq8" target="_blank" rel="noreferrer noopener nofollow"><em>Ortodoxia</em></a>, Chesterton afirmou que “enquanto se tem um mistério se tem saúde; quando se destrói o mistério se cria a morbidez <a href="#Nota12"><sup id="ContemNota12"><strong>12</strong></sup></a>”, enquanto o <span data-tooltip-position="top" data-tooltip="Padre António Vieira (1608, Lisboa – 1697, Salvador) foi jesuíta, pregador e diplomata, uma das figuras mais notáveis do século XVII luso-brasileiro. Destacou-se como missionário no Brasil, onde defendeu com eloquência os povos indígenas, combatendo sua exploração e escravização, e promovendo sua evangelização.">Padre Jesuíta Antônio Vieira</span> (1608 – 1697) declarou:</p>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow">
<p class="wp-block-paragraph">“A admiração é filha da ignorância, porque ninguém se admira senão das coisas que ignora, principalmente se são grandes; e mãe da ciência, porque admirados os homens das coisas que ignoram, inquirem e investigam as causas delas até as alcançar, e isto é o que se chama ciência”.</p>
</blockquote>



<p class="wp-block-paragraph">Quando o cristianismo afirma que cada um nós deve carregar sua cruz, ele não ignora nenhum dos conceitos anteriores. Além do mais, nossos sofrimentos contribuem para os nossos aperfeiçoamentos, a mesma lógica torna plausível até mesmo imaginar o demônio como uma espécie de <em>personal trainer</em>, sobretudo de pessoas já capacitadas de boa ética! Contudo, o cristianismo também defende que devemos amar ao próximo como amamos a nós mesmos, e foi, certamente, pensando nisto que a Igreja Católica consolidou instituições como os hospitais. Além do mais, a mesma igreja que possibilitou o método cientifico <a href="#Nota13"><sup id="ContemNota13"><strong>13</strong></sup></a> nunca pretendeu eliminar, por exemplo, o mistério da Santíssima Trinidade.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Em 2003 o então cardeal <span data-tooltip-position="top" data-tooltip="Joseph Aloisius Ratzinger (1927 - 2022) exerceu o pontificado de 19 de abril de 2005 a 28 de fevereiro de 2013. Nasceu em Marktl na Alemanha em 1927.">Joseph Aloisius Ratzinger</span> (1927 &#8211; 2022) proferiu, em entrevista concedida ao jornalista italiano <span data-tooltip-position="top" data-tooltip="Antonio Socci é um jornalista, escritor e ensaísta italiano. Conhecido por suas obras sobre fé, cultura e política, tornou-se uma das vozes mais proeminentes do jornalismo católico contemporâneo. Nasceu em 1959 em Siena (Itália).">António Socci</span>:</p>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow">
<p class="wp-block-paragraph">É fácil perceber que as coisas proporcionadas por um mundo meramente material — ou mesmo intelectual — não atendem à necessidade mais profunda, mais radical, que existe em todo o homem: porque — como dizem os Padres da Igreja — o homem anseia pelo infinito. Parece-me que precisamente o nosso tempo, com as suas contradições, os seus desesperos, o seu massivo empenho em refugiar-se em becos sem saída como a droga, manifesta visivelmente essa sede do infinito.</p>
</blockquote>



<p class="wp-block-paragraph">Quando o homem busca o infinito por meio de algo materialmente ou intelectualmente demonstrável (mensurável), ele pode acabar como o louco que acredita que todos estão conspirando contra ele, ou seja, doentio pelo egocentrismo. Por exemplo, é evidente que devemos desempenhar nossas profissões com total perseverança, responsabilidade e máxima perfeição, mas seria errôneo buscarmos “o infinito” trabalhando em uma indústria, comércio, órgão educacional ou outras instituições. Afinal, é claro que aqueles que buscam o infinito unicamente por meio de um ofício finito acabam adquirindo um grande desequilíbrio em sua vida, ou seja, mesmo que sejam sublimes em determinado segmento, irão desprezar outros ramos, cargos e, consequentemente, outras pessoas. Na ânsia de se engradecerem, não notarão o quanto se apequenarão em seus “próprios mundos”!</p>



<p class="wp-block-paragraph">Quando um egocêntrico acredita que todos só se interessam por ele, já que se vê como medida máxima, ele não será capaz de ver nos outros nada além daquilo que ele mesmo não possa conter, assim não encontrará nada de substancial ou misterioso em ninguém — todos se tornam desinteressantes, e ele se tornará um chato de tão limitado por suas atuais capacitações! <a href="#Nota14"><sup id="ContemNota14"><strong>14</strong></sup></a> De certo modo, estamos presenciando algo similar no campo artístico.</p>



<p class="img-direita wp-block-paragraph"><a href="https://amzn.to/30n2n60" target="_blank" rel="noreferrer noopener nofollow"><img decoding="async" class="wp-image-2587" src="https://culturadefato.com.br/wp-content/uploads/2020/07/IgrejaCatolicaConstruiuCivilizacaoOcidental.jpg" alt="Capa da obra: &quot;Como a Igreja Católica construiu a civilização ocidental&quot;, escrita por: Thomas Woods Jr. Publicada pela Quadrante Editora, sob ISBN-13 : 978-8574651255."></a>Na obra <a href="https://amzn.to/30n2n60" target="_blank" rel="noreferrer noopener nofollow"><em>Como a Igreja Católica Construiu a Civilização Ocidental</em></a>, o autor, <span data-tooltip-position="top" data-tooltip="Thomas E. Woods Jr. é católico, historiador, escritor e comentarista político norte-americano. Doutor em História pela Universidade de Columbia, é conhecido por suas obras sobre economia, história dos Estados Unidos e defesa das ideias libertárias. Nasceu em 1972 em Melrose (Massachusetts, EUA).">Thomas Woords Jr.</span>, deixa claro que, quando um artista perde a expectativa de transcendência de si e deste mundo, ele produzirá obras que exprimam suas próprias lutas e seus próprios sentimentos, enfim irá explorar sua essência. Woods sela tal conceito documentando que “o artista medieval, consciente de que seu papel era comunicar algo maior do que ele mesmo, normalmente não assinava as obras” <a href="#Nota15"><sup id="ContemNota15"><strong>15</strong></sup></a>. Talvez, este seja o motivo pelo qual artistas comumente tornam-se militantes de políticos totalitários — ambos são individualistas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Por fim, não basta ter senso político, artístico, científico e estar envolto de mistérios e entretenimentos. Também não basta esvaziar-se de si, para que, no espaço vago, se possa engrandecer-se dos outros. Nossas necessidades são ainda mais elevadas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Assim como nossas ações do presente visam a algo no futuro (frequentamos o ensino fundamental, objetivando cursar universidades; obtemos diplomas, visando a alcançar empregos, e assim sucessivamente), também precisamos atribuir a esta vida um propósito que esteja em outra, do contrário, inevitavelmente consideraremos que o sepulcro é o único troféu para toda a biografia! Neste caso, é válido agirmos de modo oposto ao matemático e ao poeta do conto — enobrecermo-nos diante da possibilidade de conhecer o desconhecido.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Se um matemático desejar se comover pelos poemas, ele deverá “lê-los com o coração”; se um poeta desejar desfrutar de cálculos, ele deverá estudá-los com a razão. Da mesma maneira, se desejamos viver esta vida plenamente, precisamos considerar a morte como um fato, acreditar na transcendência com o coração e, se nada disso for suficiente, devemos fortalecer nossa fé pelas ciências, por evidências arqueológicas e por outros aspectos históricos ou empíricos. Afinal, acreditar que o cristianismo se mantém por séculos alicerçados exclusivamente na coluna da fé é como acreditar que alguém realmente goste de “despentear os cabelos da noite, para depois uni-los em tranças úmidas de orvalho com fivelas de pirilampos”.</p>



<br>



<p class="has-text-align-right wp-block-paragraph">Por <a href="https://culturadefato.com.br/author/ericrabello/">Eric M. Rabello</a>.</p>



<br>



<p class="has-background has-very-light-gray-background-color wp-block-paragraph"><strong>Notas:</strong></p>



<ol class="wp-block-list">
<li><span id="Nota01"></span>Em alusão ao matemático norte-americano <a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/John_Forbes_Nash" target="_blank" rel="nofollow noopener noreferrer">John Forbes Nash</a> (1928 – 2015), que além de ter sido reconhecido academicamente, tornou-se figura popular por meio do filme <a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Uma_Mente_Brilhante" target="_blank" rel="nofollow noopener noreferrer"><em>Uma mente brilhante</em></a> (drama biográfico).&nbsp;<a href="#ContemNota01"><img loading="lazy" decoding="async" width="14" height="10" class="alignnone size-full wp-image-6655" src="https://culturadefato.com.br/wp-content/uploads/2020/06/Subir.jpg" alt=""></a></li>



<li><span id="Nota02"></span>Em alusão ao poeta brasileiro <a href="https://www.paulobomfim.com/" target="_blank" rel="nofollow noopener noreferrer">Paulo Bomfim</a> (1926 &#8211; 2019). Foi membro da <a href="http://www.academiapaulistadeletras.org.br/" target="_blank" rel="nofollow noopener noreferrer">Academia Paulista de Letras</a>, ocupou a cadeira de número 35.&nbsp;<a href="#ContemNota02"><img loading="lazy" decoding="async" width="14" height="10" class="alignnone size-full wp-image-6655" src="https://culturadefato.com.br/wp-content/uploads/2020/06/Subir.jpg" alt=""></a></li>



<li><span id="Nota03"></span>Citação baseada em <a href="https://culturadefato.com.br/o-colecionador-de-minutos/">entrevista</a> que Paulo Bomfim (1926 &#8211; 2019) concedeu ao jornalista <a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Salom%C3%A3o_Schvartzman" target="_blank" rel="nofollow noopener noreferrer">Salomão Schvartzman</a> (1934 – 2019), em 15 de maio de 2006 (<a href="http://culturafm.cmais.com.br/" target="_blank" rel="nofollow noopener noreferrer">Rádio Cultura FM de São Paulo</a>, 103,3 Mhz).&nbsp;<a href="#ContemNota03"><img loading="lazy" decoding="async" width="14" height="10" class="alignnone size-full wp-image-6655" src="https://culturadefato.com.br/wp-content/uploads/2020/06/Subir.jpg" alt=""></a></li>



<li><span id="Nota04"></span><em>ibid</em>., p. N/D.&nbsp;<a href="#ContemNota04"><img loading="lazy" decoding="async" width="14" height="10" class="alignnone size-full wp-image-6655" src="https://culturadefato.com.br/wp-content/uploads/2020/06/Subir.jpg" alt=""></a></li>



<li><span id="Nota05"></span><a href="https://culturadefato.com.br/o-colecionador-de-minutos/"><em>O Colecionador de Minutos</em></a>, São Paulo, <a href="https://www.editoragente.com.br/" target="_blank" rel="nofollow noopener noreferrer">Editora Gente</a> 2006. p. 11.&nbsp;<a href="#ContemNota05"><img loading="lazy" decoding="async" width="14" height="10" class="alignnone size-full wp-image-6655" src="https://culturadefato.com.br/wp-content/uploads/2020/06/Subir.jpg" alt=""></a></li>



<li><span id="Nota06"></span><a href="https://amzn.to/30lThq8" target="_blank" rel="noreferrer noopener nofollow"><em>Ortodoxia</em></a>, São Paulo, <a href="http://www.mundocristao.com.br" target="_blank" rel="nofollow noopener noreferrer">Editora Mundo Cristão</a> 2017. p. 26.&nbsp;<a href="#ContemNota06"><img loading="lazy" decoding="async" width="14" height="10" class="alignnone size-full wp-image-6655" src="https://culturadefato.com.br/wp-content/uploads/2020/06/Subir.jpg" alt=""></a></li>



<li><span id="Nota07"></span><em>ibid.</em>, p. 28.&nbsp;<a href="#ContemNota07"><img loading="lazy" decoding="async" width="14" height="10" class="alignnone size-full wp-image-6655" src="https://culturadefato.com.br/wp-content/uploads/2020/06/Subir.jpg" alt=""></a></li>



<li><span id="Nota08"></span>G. K. Chesterton. <em>loc. cit.&nbsp;<a href="#ContemNota08"><img loading="lazy" decoding="async" width="14" height="10" class="alignnone size-full wp-image-6655" src="https://culturadefato.com.br/wp-content/uploads/2020/06/Subir.jpg" alt=""></a></em></li>



<li><span id="Nota09"></span>Por exemplo, quando temos no mercado problemas financeiros, a origem poderá ser a falta de <em>crédito</em>, ou seja, a carência de fé (<em>crer</em>, acreditar).&nbsp;<a href="#ContemNota09"><img loading="lazy" decoding="async" width="14" height="10" class="alignnone size-full wp-image-6655" src="https://culturadefato.com.br/wp-content/uploads/2020/06/Subir.jpg" alt=""></a></li>



<li><span id="Nota10"></span>No contexto deste artigo, tecnologia, sobretudo tecnologia da informação, também pode ser enquadrada como “atividade neutra”, contudo foi associada às ciências devido ao grande valor contemporâneo deste setor. <a href="#ContemNota10"><img loading="lazy" decoding="async" width="14" height="10" class="alignnone size-full wp-image-6655" src="https://culturadefato.com.br/wp-content/uploads/2020/06/Subir.jpg" alt=""></a></li>



<li><span id="Nota11"></span><a href="https://amzn.to/30lThq8" target="_blank" rel="noreferrer noopener nofollow"><em>Ortodoxia</em></a>, São Paulo, <a href="http://www.mundocristao.com.br" target="_blank" rel="nofollow noopener noreferrer">Editora Mundo Cristão</a> 2017. p. 27.&nbsp;<a href="#ContemNota11"><img loading="lazy" decoding="async" width="14" height="10" class="alignnone size-full wp-image-6655" src="https://culturadefato.com.br/wp-content/uploads/2020/06/Subir.jpg" alt=""></a></li>



<li><span id="Nota12"></span><em>ibid</em>., p. 39.&nbsp;<a href="#ContemNota12"><img loading="lazy" decoding="async" width="14" height="10" class="alignnone size-full wp-image-6655" src="https://culturadefato.com.br/wp-content/uploads/2020/06/Subir.jpg" alt=""></a></li>



<li><span id="Nota13"></span>Na obra <a href="https://amzn.to/30n2n60" target="_blank" rel="nofollow noopener noreferrer"><em>Como a Igreja Católica Construiu a Civilização Ocidental</em></a> (São Paulo, <a href="https://www.quadrante.com.br" target="_blank" rel="nofollow noopener noreferrer">Editora Quadrante</a> 2010. p. 72.), o autor, Thomas Woods Jr. menciona que o <a href="http://www.catolicismoromano.com.br/content/view/1388/26/" target="_blank" rel="nofollow noopener noreferrer">pe. Stanley Jaki</a> alerta que o livro da <a href="https://www.bibliacatolica.com.br/biblia-ave-maria/sabedoria/11/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Sabedoria</a> (11, 20) diz que “Deus dispôs todas as coisas com medida, quantidade e peso”, e que a partir de tal fato foi possível arquitetar o método cientifico.&nbsp;<a href="#ContemNota13"><img loading="lazy" decoding="async" width="14" height="10" class="alignnone size-full wp-image-6655" src="https://culturadefato.com.br/wp-content/uploads/2020/06/Subir.jpg" alt=""></a></li>



<li><span id="Nota14"></span>Até mesmo clérigos, se desejarem “cegamente” um crescimento intelectual na teologia, poderão utilizá-lo, sobretudo, para sobrepujar outros sacerdotes e leigos! <a href="#ContemNota14"><img loading="lazy" decoding="async" width="14" height="10" class="alignnone size-full wp-image-6655" src="https://culturadefato.com.br/wp-content/uploads/2020/06/Subir.jpg" alt=""></a></li>



<li><span id="Nota15"></span><em>ibid</em>., p. 210.&nbsp;<a href="#ContemNota15"><img loading="lazy" decoding="async" width="14" height="10" class="alignnone size-full wp-image-6655" src="https://culturadefato.com.br/wp-content/uploads/2020/06/Subir.jpg" alt=""></a></li>
</ol>



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<p class="has-background has-very-light-gray-background-color wp-block-paragraph" id="NotasDaEditoria02"><strong>Notas da editoria:</strong><br><br><strong>1</strong>. Imagem de capa: “<em><a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Navio_dos_Loucos" target="_blank" rel="noreferrer noopener nofollow">O navio dos loucos</a></em>” (1503 &#8211; 1504), por <span data-tooltip-position="top" data-tooltip="Jeroen van Aken (1450 - 1516) foi pintor e gravador brabantino. É mais conhecido pelo pseudônimo Hieronymus Bosch, mas também é chamado de Jeroen Bosch.">Hieronymus Bosch</span> (1450 &#8211; 1516). <a href="#main"><img loading="lazy" decoding="async" width="17" height="14" class="wp-image-16646" style="width: 17px;" src="https://culturadefato.com.br/wp-content/uploads/2020/07/Subir_FundoCinza.jpg" alt="Subir com fundo cinza"></a><br><strong>2</strong>. Este artigo foi originalmente publicado em 2 de outubro de 2020. 28 de outubro de 2025 corresponde à última edição. <a href="#Epigrafe"><img loading="lazy" decoding="async" width="17" height="14" class="wp-image-16646" style="width: 17px;" src="https://culturadefato.com.br/wp-content/uploads/2020/07/Subir_FundoCinza.jpg" alt="Subir com fundo cinza"></a></p>



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<hr class="wp-block-separator has-alpha-channel-opacity is-style-dots"/>



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<h2 class="wp-block-heading has-text-align-center">Mais do autor:</h2>



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<section id="gmc8eb5aa" class="wp-block-gutentor-m0 alignfull section-gmc8eb5aa gutentor-module gutentor-module-carousel has-color-bg has-custom-bg gutentor-slick-a-default-desktop gutentor-slick-a-default-tablet gutentor-slick-a-default-mobile"><div class="grid-container"><div class="gutentor-module-carousel-row" data-dots="false" data-dotstablet="false" data-dotsmobile="false" data-arrows="true" data-arrowstablet="true" data-arrowsmobile="true" data-infinite="true" data-autoplay="true" data-draggable="true" data-pauseonfocus="true" data-pauseonhover="true" data-autoplayspeed="4500" data-cmondesktop="false" data-cmontablet="false" data-cmonmobile="false" data-nextarrow="fas fa-angle-right" data-prevarrow="fas fa-angle-left" data-arrowspositiondesktop="gutentor-slick-a-default-desktop" data-arrowspositiontablet="gutentor-slick-a-default-tablet" data-arrowspositionmobile="gutentor-slick-a-default-mobile" data-speed="300" data-slideitemdesktop="2" data-slideitemtablet="3" data-slideitemmobile="2" data-slidescroll-desktop="2" data-slidescroll-tablet="3" data-slidescroll-mobile="2">
<div id="col-gm73ff07" class="wp-block-gutentor-m0-col col-gm73ff07 gutentor-carousel-item"><div id="section-gm73ff07" class="section-gm73ff07 gutentor-col-wrap">
<div id="section-g396b3e" class="wp-block-gutentor-e6 section-g396b3e gutentor-element gutentor-element-image"><div class="gutentor-element-image-box"><a class="gutentor-element-image-link" href="https://culturadefato.com.br/destino-o-todo-via-o-nada/"><div class="gutentor-image-thumb"><img decoding="async" class="normal-image" src="https://culturadefato.com.br/wp-content/uploads/2024/02/TheEgged.jpg" alt="The Egged"/></div></a></div></div>



<p class="has-text-align-center wp-block-paragraph"><br><em><a href="https://culturadefato.com.br/destino-o-todo-via-o-nada/">Destino: “O Todo”, via “O Nada”</a></em></p>
</div></div>



<div id="col-gma1c95c" class="wp-block-gutentor-m0-col col-gma1c95c gutentor-carousel-item"><div id="section-gma1c95c" class="section-gma1c95c gutentor-col-wrap">
<div id="section-g499d04" class="wp-block-gutentor-e6 section-g499d04 gutentor-element gutentor-element-image"><div class="gutentor-element-image-box"><a class="gutentor-element-image-link" href="https://culturadefato.com.br/profissionais-da-efemeridade"><div class="gutentor-image-thumb"><img decoding="async" class="normal-image" src="https://culturadefato.com.br/wp-content/uploads/2024/01/BusDriverNewYorkCity.jpg" alt="Bus Driver, New York City. Pintura a óleo. Imagem extraída do liivro: &quot;Schroeder: A man and his art&quot;."/></div></a></div></div>



<p class="has-text-align-center wp-block-paragraph"><br><em><a href="https://culturadefato.com.br/profissionais-da-efemeridade">Profissionais da efemeridade</a></em></p>
</div></div>



<div id="col-gmc4b018" class="wp-block-gutentor-m0-col col-gmc4b018 gutentor-carousel-item"><div id="section-gmc4b018" class="section-gmc4b018 gutentor-col-wrap has-color-bg has-custom-bg">
<div id="section-g2bee61" class="wp-block-gutentor-e6 section-g2bee61 gutentor-element gutentor-element-image text-align-center-desktop"><div class="gutentor-element-image-box"><a class="gutentor-element-image-link" href="https://culturadefato.com.br/breve-expedicao-musical-dos-jingles-aos-classicos/"><div class="gutentor-image-thumb"><img decoding="async" class="normal-image" src="https://culturadefato.com.br/wp-content/uploads/2023/07/Harmonious_PatriciaBellerose.jpg" alt="Obra &quot;Harmonious&quot;, por Patricia Bellerose"/></div></a></div></div>



<p class="has-text-align-center wp-block-paragraph"><a href="https://culturadefato.com.br/postagens-selecionadas-do-telegram-marco-de-2023/"></a><br><a href="https://culturadefato.com.br/breve-expedicao-musical-dos-jingles-aos-classicos/"><em>Breve expedição musical: dos jingles aos clássicos (via formação de caráter)</em></a></p>
</div></div>



<div id="col-gmf3ee14" class="wp-block-gutentor-m0-col col-gmf3ee14 gutentor-carousel-item"><div id="section-gmf3ee14" class="section-gmf3ee14 gutentor-col-wrap has-color-bg has-custom-bg">
<div id="section-ga8e64c" class="wp-block-gutentor-e6 section-ga8e64c gutentor-element gutentor-element-image text-align-center-desktop"><div class="gutentor-element-image-box"><a class="gutentor-element-image-link" href="https://culturadefato.com.br/burrice-artificial/"><div class="gutentor-image-thumb"><img decoding="async" class="normal-image" src="https://culturadefato.com.br/wp-content/uploads/2023/05/PuppetMaster_NatalyaSyuzeva.jpg" alt="Obra: &quot;Puppet master&quot;, por Natalya Syuzeva"/></div></a></div></div>



<p class="has-text-align-center wp-block-paragraph"><a href="https://culturadefato.com.br/postagens-selecionadas-do-telegram-marco-de-2023/"></a><br><em><a href="https://culturadefato.com.br/burrice-artificial/">Burrice artificial</a></em></p>
</div></div>



<div id="col-gm6571fa" class="wp-block-gutentor-m0-col col-gm6571fa gutentor-carousel-item"><div id="section-gm6571fa" class="section-gm6571fa gutentor-col-wrap has-color-bg has-custom-bg">
<div id="section-gb4f284" class="wp-block-gutentor-e6 section-gb4f284 gutentor-element gutentor-element-image text-align-center-desktop"><div class="gutentor-element-image-box"><a class="gutentor-element-image-link" href="https://culturadefato.com.br/o-que-e-mais-importante-a-viagem-ou-o-destino/"><div class="gutentor-image-thumb"><img decoding="async" class="normal-image" src="https://culturadefato.com.br/wp-content/uploads/2023/03/Dente-De-Leao_O_Voo_Das_Sementes.jpg" alt="O voo das sementes de um dente-de-leão"/></div></a></div></div>



<p class="has-text-align-center wp-block-paragraph"><a href="https://culturadefato.com.br/postagens-selecionadas-do-telegram-marco-de-2023/"></a><br><a href="https://culturadefato.com.br/o-que-e-mais-importante-a-viagem-ou-o-destino/"><em>O que é mais importante: a viagem ou o destino?</em></a></p>
</div></div>



<div id="col-gm0e78ba" class="wp-block-gutentor-m0-col col-gm0e78ba gutentor-carousel-item"><div id="section-gm0e78ba" class="section-gm0e78ba gutentor-col-wrap has-color-bg has-custom-bg">
<div id="section-g63958e" class="wp-block-gutentor-e6 section-g63958e gutentor-element gutentor-element-image text-align-center-desktop"><div class="gutentor-element-image-box"><a class="gutentor-element-image-link" href="https://culturadefato.com.br/viagem/"><div class="gutentor-image-thumb"><img decoding="async" class="normal-image" src="https://culturadefato.com.br/wp-content/uploads/2023/01/TheTravellingCompanions_1862_AugustusLeopoldEgg.jpg" alt="Obra: &quot;The Travelling Companions&quot; (1862), por Augustus Leopold Egg (1816 - 1863)"/></div></a></div></div>



<p class="has-text-align-center wp-block-paragraph"><br><a href="https://culturadefato.com.br/viagem/"><em>Viagem</em></a></p>
</div></div>



<div id="col-gm08f111" class="wp-block-gutentor-m0-col col-gm08f111 gutentor-carousel-item"><div id="section-gm08f111" class="section-gm08f111 gutentor-col-wrap has-color-bg has-custom-bg">
<div id="section-ga02353" class="wp-block-gutentor-e6 section-ga02353 gutentor-element gutentor-element-image text-align-center-desktop"><div class="gutentor-element-image-box"><a class="gutentor-element-image-link" href="https://culturadefato.com.br/sorte-em-abundancia-ou-razao-em-escassez/"><div class="gutentor-image-thumb"><img decoding="async" class="normal-image" src="https://culturadefato.com.br/wp-content/uploads/2022/07/SteampunkGears_CindyPinnock.jpg" alt="Obra: &quot;Steampunk Gears&quot;, por Cindy Pinnock."/></div></a></div></div>



<p class="has-text-align-center wp-block-paragraph"><a href="https://culturadefato.com.br/postagens-selecionadas-do-telegram-marco-de-2023/"></a><br><a href="https://culturadefato.com.br/sorte-em-abundancia-ou-razao-em-escassez/"><em>Sorte em abundância ou razão em escassez?</em></a></p>
</div></div>



<div id="col-gm10f588" class="wp-block-gutentor-m0-col col-gm10f588 gutentor-carousel-item"><div id="section-gm10f588" class="section-gm10f588 gutentor-col-wrap has-color-bg has-custom-bg">
<div id="section-g1eb3e1" class="wp-block-gutentor-e6 section-g1eb3e1 gutentor-element gutentor-element-image text-align-center-desktop"><div class="gutentor-element-image-box"><a class="gutentor-element-image-link" href="https://culturadefato.com.br/o-barbeiro-e-sao-tomas-de-aquino/"><div class="gutentor-image-thumb"><img decoding="async" class="normal-image" src="https://culturadefato.com.br/wp-content/uploads/2022/03/BarbershopAtChristmasTime_WilliamASmith.jpg" alt="Obra: &quot;Barbershop at Christmas Time&quot;, por William A. Smith (1918 - 1989)."/></div></a></div></div>



<p class="has-text-align-center wp-block-paragraph"><a href="https://culturadefato.com.br/postagens-selecionadas-do-telegram-marco-de-2023/"></a><br><a href="https://culturadefato.com.br/o-barbeiro-e-sao-tomas-de-aquino/">O barbeiro e São Tomás de Aquino</a></p>
</div></div>



<div id="col-gm65933f" class="wp-block-gutentor-m0-col col-gm65933f gutentor-carousel-item"><div id="section-gm65933f" class="section-gm65933f gutentor-col-wrap has-color-bg has-custom-bg">
<div id="section-g9bbc72" class="wp-block-gutentor-e6 section-g9bbc72 gutentor-element gutentor-element-image text-align-center-desktop"><div class="gutentor-element-image-box"><a class="gutentor-element-image-link" href="https://culturadefato.com.br/os-primitivos-do-futuro-ou-os-documentadores-musicais/"><div class="gutentor-image-thumb"><img decoding="async" class="normal-image" src="https://culturadefato.com.br/wp-content/uploads/2021/04/TribalMusette.jpg" alt="Capa do CD &quot;Tribal Musette&quot;, da banda ''Les Primitifs du Futur''. Arte gráfica de Robert Crumb."/></div></a></div></div>



<p class="has-text-align-center wp-block-paragraph"><br><em><a href="https://culturadefato.com.br/os-primitivos-do-futuro-ou-os-documentadores-musicais/">“Os primitivos do futuro” ou “Os documentadores musicais”</a></em></p>
</div></div>



<div id="col-gm62bdf0" class="wp-block-gutentor-m0-col col-gm62bdf0 gutentor-carousel-item"><div id="section-gm62bdf0" class="section-gm62bdf0 gutentor-col-wrap">
<div id="section-gf9a5fb" class="wp-block-gutentor-e6 section-gf9a5fb gutentor-element gutentor-element-image gutentor-enabled-width text-align-center-desktop"><div class="gutentor-element-image-box"><a class="gutentor-element-image-link" href="https://culturadefato.com.br/deus-existe-nada-prova-tudo-evidencia/"><div class="gutentor-image-thumb"><img decoding="async" class="normal-image" src="https://culturadefato.com.br/wp-content/uploads/2021/02/ACriacaoDeAdao.jpg" alt="&quot;A Criação de Adão&quot;, parte do afresco pintado por Michelangelo no teto da Capela Sistina entre os anos de 1508 e 1510, a pedido do papa Júlio II."/></div></a></div></div>



<p class="has-text-align-center wp-block-paragraph"><br><a href="https://culturadefato.com.br/educacao-e-anti-educacao/"><em>Deus existe? Nada prova; t</em></a><a href="https://culturadefato.com.br/deus-existe-nada-prova-tudo-evidencia/"><em>udo evidencia!</em></a></p>
</div></div>



<div id="col-gm908f95" class="wp-block-gutentor-m0-col col-gm908f95 gutentor-carousel-item"><div id="section-gm908f95" class="section-gm908f95 gutentor-col-wrap">
<div id="section-g804e1e" class="wp-block-gutentor-e6 section-g804e1e gutentor-element gutentor-element-image gutentor-enabled-width text-align-center-desktop"><div class="gutentor-element-image-box"><a class="gutentor-element-image-link" href="https://culturadefato.com.br/sao-paulo-nao-dorme-paulistanos-nao-acordam/"><div class="gutentor-image-thumb"><img decoding="async" class="normal-image" src="https://culturadefato.com.br/wp-content/uploads/2020/12/BandeiraDaCidadeDeSaoPaulo.jpg" alt="Bandeira da Cidade de São Paulo"/></div></a></div></div>



<p class="has-text-align-center wp-block-paragraph"><br><a href="http://São Paulo não dorme; paulistanos não acordam!"><em>São P</em></a><a href="https://culturadefato.com.br/sao-paulo-nao-dorme-paulistanos-nao-acordam/"><em>aulo não dorme; paulistanos não acordam!</em></a></p>
</div></div>



<div id="col-gmd2bd84" class="wp-block-gutentor-m0-col col-gmd2bd84 gutentor-carousel-item"><div id="section-gmd2bd84" class="section-gmd2bd84 gutentor-col-wrap">
<div id="section-ge35124" class="wp-block-gutentor-e6 section-ge35124 gutentor-element gutentor-element-image gutentor-enabled-width text-align-center-desktop"><div class="gutentor-element-image-box"><a class="gutentor-element-image-link" href="https://culturadefato.com.br/o-que-e-a-verdade-e-por-qual-motivo-e-tao-dificil-defini-la/"><div class="gutentor-image-thumb"><img decoding="async" class="normal-image" src="https://culturadefato.com.br/wp-content/uploads/2020/09/LuzArtificial_LuzNatural.jpg" alt="Lâmpada fotografada ao por do sol, onde o sol aparece no lugar do bulbo devido a transparência do vidro."/></div></a></div></div>



<p class="has-text-align-center wp-block-paragraph"><br><a href="https://culturadefato.com.br/o-que-e-a-verdade-e-por-qual-motivo-e-tao-dificil-defini-la/"><em>O que é a verdade e por qual motivo é tão difícil defini-la</em></a></p>
</div></div>



<div id="col-gm69286f" class="wp-block-gutentor-m0-col col-gm69286f gutentor-carousel-item"><div id="section-gm69286f" class="section-gm69286f gutentor-col-wrap">
<div id="section-gdab742" class="wp-block-gutentor-e6 section-gdab742 gutentor-element gutentor-element-image"><div class="gutentor-element-image-box"><a class="gutentor-element-image-link" href="https://culturadefato.com.br/loucos-ou-desequilibrados-pela-razao/"><div class="gutentor-image-thumb"><img decoding="async" class="normal-image" src="https://culturadefato.com.br/wp-content/uploads/2020/10/NavioDosLoucos_HieronymusBosch.jpg" alt="Obra: &quot;O Navio dos Loucos&quot; (1503-1504), por Hieronymus Bosch (1450 - 1516)."/></div></a></div></div>



<p class="has-text-align-center wp-block-paragraph"><br><a href="https://culturadefato.com.br/loucos-ou-desequilibrados-pela-razao/"><em>Loucos (ou desequilibrados) pela razão</em></a></p>
</div></div>



<div id="col-gmce2761" class="wp-block-gutentor-m0-col col-gmce2761 gutentor-carousel-item"><div id="section-gmce2761" class="section-gmce2761 gutentor-col-wrap">
<div id="section-gb9e353" class="wp-block-gutentor-e6 section-gb9e353 gutentor-element gutentor-element-image"><div class="gutentor-element-image-box"><a class="gutentor-element-image-link" href="https://culturadefato.com.br/nao-tenho-fe-suficiente-para-ser-ateu/"><div class="gutentor-image-thumb"><img decoding="async" class="normal-image" src="https://culturadefato.com.br/wp-content/uploads/2020/08/DNA_Azul.jpg" alt="Representação do DNA"/></div></a></div></div>



<p class="has-text-align-center wp-block-paragraph"><br><a href="https://culturadefato.com.br/nao-tenho-fe-suficiente-para-ser-ateu/"><em>Não tenho fé suficiente para ser ateu</em></a></p>
</div></div>



<div id="col-gm3c87c3" class="wp-block-gutentor-m0-col col-gm3c87c3 gutentor-carousel-item"><div id="section-gm3c87c3" class="section-gm3c87c3 gutentor-col-wrap">
<div id="section-g5681dc" class="wp-block-gutentor-e6 section-g5681dc gutentor-element gutentor-element-image"><div class="gutentor-element-image-box"><a class="gutentor-element-image-link" href="https://culturadefato.com.br/jingles-inesqueciveis-mas-evitaveis/"><div class="gutentor-image-thumb"><img decoding="async" class="normal-image" src="https://culturadefato.com.br/wp-content/uploads/2020/08/RadioAntigo-Cafe-Livre.jpg" alt="Rádio antigo, café e livro. Representando jingles antigos."/></div></a></div></div>



<p class="has-text-align-center wp-block-paragraph"><br><a href="https://culturadefato.com.br/jingles-inesqueciveis-mas-evitaveis/"><em>Jingles inesquecíveis, mas evitáveis</em></a></p>
</div></div>



<div id="col-gmbf3543" class="wp-block-gutentor-m0-col col-gmbf3543 gutentor-carousel-item"><div id="section-gmbf3543" class="section-gmbf3543 gutentor-col-wrap">
<div id="section-gc5f9e4" class="wp-block-gutentor-e6 section-gc5f9e4 gutentor-element gutentor-element-image"><div class="gutentor-element-image-box"><a class="gutentor-element-image-link" href="https://culturadefato.com.br/decolando-na-liberdade-aterrissando-na-escravidao/"><div class="gutentor-image-thumb"><img decoding="async" class="normal-image" src="https://culturadefato.com.br/wp-content/uploads/2020/07/FlyHigh_RachanaMathradan.jpg" alt="Obra: &quot;Fly high!&quot;, por Rachana Mathradan"/></div></a></div></div>



<p class="has-text-align-center wp-block-paragraph"><br><em><a href="https://culturadefato.com.br/decolando-na-liberdade-aterrissando-na-escravidao/">Decolando na liberdade; aterrissando na escravidão</a></em></p>
</div></div>



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<div id="section-ga80954" class="wp-block-gutentor-e6 section-ga80954 gutentor-element gutentor-element-image"><div class="gutentor-element-image-box"><a class="gutentor-element-image-link" href="https://culturadefato.com.br/decolando-na-liberdade-aterrissando-na-escravidao/"><div class="gutentor-image-thumb"><img decoding="async" class="normal-image" src="https://culturadefato.com.br/wp-content/uploads/2020/06/O_Que_E_Cultura.jpg" alt="O que é cultura?"/></div></a></div></div>



<p class="has-text-align-center wp-block-paragraph"><br><em><a href="https://culturadefato.com.br/o-que-e-cultura/">O que é cultura?</a></em></p>
</div></div>
</div></div></section>



<br>
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		<title>Paradoxo do amadurecimento: liderar sem abandonar o passado</title>
		<link>https://culturadefato.com.br/paradoxo-do-amadurecimento-liderar-a-propria-vida-sem-abandonar-o-passado/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Fabio Blanco]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 11 Aug 2025 03:01:03 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Filosofia e História]]></category>
		<category><![CDATA[Amadurecimento]]></category>
		<category><![CDATA[Antoine de Saint-Exupéry]]></category>
		<category><![CDATA[Moralidade]]></category>
		<category><![CDATA[Olavo de Carvalho]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>“É muito comum pessoas que alcançam estágios superiores começarem a sentir que as escolhas que elas fizeram em outros momentos, e que faziam muito sentido até ali, já não se encaixam mais nessa nova fase mais amadurecida. Seja a carreira profissional, a linha de estudos, a fé religiosa e até as pessoas com quem decidiu conviver.”</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p class="has-text-align-center wp-block-paragraph">“<em>O essencial é invisível aos olhos.</em>”<br><span data-tooltip-position="top" data-tooltip="Antoine de Saint-Exupéry (1900 – 1944) escritor, ilustrador e piloto de aeronaves nascido na França. Autor da obra ''O Pequeno Príncipe''.">Antoine de Saint-Exupéry</span> (1900 – 1944)</p>



<p class="has-text-align-right has-small-font-size wp-block-paragraph" id="RefNotasEditoria"><em>*&nbsp;<a href="#NotasEditoria">Notas da editoria</a></em></p>



<hr class="wp-block-separator has-alpha-channel-opacity is-style-wide"/>



<br>



<p class="has-drop-cap wp-block-paragraph">Todo processo de evolução pessoal acarreta um sentimento ambíguo: por um lado, a certeza de um amadurecimento, resultado do acúmulo de experiências e conhecimento, por outro, uma sensação de incapacidade de lidar com aspectos triviais da vida.</p>



<p class="wp-block-paragraph">É muito comum pessoas que alcançam estágios superiores começarem a sentir que as escolhas que elas fizeram em outros momentos, e que faziam muito sentido até ali, já não se encaixam mais nessa nova fase mais amadurecida. Seja a carreira profissional, a linha de estudos, a fé religiosa e até as pessoas com quem decidiu conviver, se mostram agora em dissonância com essa nova fase.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Isso é perigoso porque aquelas antigas escolhas, que até este momento faziam parte da vida da pessoa, começam a ser vistas como entraves, como elementos que a dificultam de seguir em frente.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Só que não é possível abandonar tudo. Isso traria consequências traumáticas e irreversíveis. Além do que, o abandono seria como uma fuga, o que não condiz com a atitude de uma pessoa evoluída.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A verdade é que quem se encontra em um estágio superior de amadurecimento precisa ser capaz, em vez de abandonar as coisas, absorvê-las. Precisa aprender a ressignificar as circunstâncias para que elas façam sentido nesse novo momento.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Para isso, porém, precisa tornar-se protagonista da própria existência. Isso significa agir intencionalmente no sentido de transformar todas as coisas que fazem parte da sua vida em colaboradoras do seu processo de evolução pessoal.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Por esse motivo, não cabe fazer-se de vítima das circunstâncias. Pelo contrário, como superior, deve se esforçar para entendê-las e guiá-las. Não cobrar delas que estejam no mesmo nível de amadurecimento, mas evitar o estágio que elas estão e aprender a conviver com elas, compreendendo-as e amando-as.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Claro que, de tempos em tempos, algumas coisas precisam ser abandonadas. No entanto, estas se referem aquelas que, por sua natureza, são temporárias e já cumpriram o seu papel. As outras precisam ser absorvidas e receber um novo significado.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Portanto, é preciso ser o líder da sua própria existência e luz na existência dos outros. Não se deve fugir, nem abandonar as coisas, como se tudo fosse descartável, nem agir como quem é impedido pelas coisas que lhe rodeiam. Deve-se, sim, dirigi-las e iluminá-las.</p>



<p class="wp-block-paragraph">E é exatamente essa capacidade de dar sentido positivo a tudo o sinal mais claro de um verdadeiro amadurecimento.</p>



<br>



<p class="has-text-align-right wp-block-paragraph">Por&nbsp;<a href="https://culturadefato.com.br/author/fabioblanco/">Fabio Blanco</a>.<br>Publicado no&nbsp;<a href="https://t.me/filosofiaintegral" target="_blank" rel="noreferrer noopener">canal do Telegram do autor</a>, em 6 de agosto de 2025.<br>Fabio Blanco também é o responsável pelo portal&nbsp;<a href="http://www.filosofiaintegral.com.br/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">filosofiaintegral.com.br</a>, e seu&nbsp;<em>wesite</em>&nbsp;<a href="http://www.fabioblanco.com.br/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">fabioblanco.com.br</a>.</p>



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<hr class="wp-block-separator has-alpha-channel-opacity is-style-dots"/>



<br>



<p class="has-background has-very-light-gray-background-color wp-block-paragraph" id="NotasEditoria"><a href="#RefNotasEditoria"><img loading="lazy" decoding="async" width="17" height="14" class="wp-image-16646" style="width: 17px;" src="https://culturadefato.com.br/wp-content/uploads/2020/07/Subir_FundoCinza.jpg" alt="Subir com fundo cinza"></a> <strong>Notas da editoria:</strong><br><br>Imagem da capa: “<em>Manhood</em>” (1842), de Thomas Cole (1801 &#8211; 1848). Esta é uma das quatro paisagens da sequência intitulada “<em>The Voyage of Life</em>”.<br><br>O título desta postagem (“<em>Paradoxo do amadurecimento: liderar sem abandonar o passado</em>”) foi atribuído por nossa editoria.</p>



<br>



<hr class="wp-block-separator has-alpha-channel-opacity is-style-dots"/>



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<p class="wp-block-paragraph">Em complemento ao artigo, assista ao depoimento de Silvio Grimaldo: como Olavo de Carvalho mudou sua vida:</p>



<figure class="wp-block-embed is-type-video is-provider-youtube wp-block-embed-youtube wp-embed-aspect-16-9 wp-has-aspect-ratio"><div class="wp-block-embed__wrapper">
<iframe loading="lazy" title="A verdade sobre OLAVO DE CARVALHO - e que ninguém contou (ainda)" width="640" height="360" src="https://www.youtube.com/embed/H9mpKN6ttoc?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe>
</div></figure>



<br>
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