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	<title>Arquivos Jesus Cristo &#8226; Cultura de Fato</title>
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	<description>Cultura para evocar inteligência, responsabilidade e ética!</description>
	<lastBuildDate>Mon, 20 Apr 2026 05:34:52 +0000</lastBuildDate>
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	<title>Arquivos Jesus Cristo &#8226; Cultura de Fato</title>
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		<title>O mistério da iniquidade: o mal como ausência de Deus em Santo Agostinho</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Patrícia Castro]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 20 Apr 2026 02:59:07 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cristianismo]]></category>
		<category><![CDATA[Filosofia e História]]></category>
		<category><![CDATA[Apologética]]></category>
		<category><![CDATA[Ateu]]></category>
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		<category><![CDATA[Problema do Mal]]></category>
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		<category><![CDATA[Santo Agostinho]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>“O mal não possui substância; ele é a ferida, a ausência e o vazio do Bem. Deus, em Sua infinita perfeição, não criou o mal; tudo o que procede de Suas mãos é inerentemente bom. O mal, portanto, é o <em>não-ser</em>.”</p>
<p>O post <a href="https://culturadefato.com.br/o-misterio-da-iniquidade-o-mal-como-ausencia-de-deus-em-santo-agostinho/">O mistério da iniquidade: o mal como ausência de Deus em Santo Agostinho</a> apareceu primeiro em <a href="https://culturadefato.com.br">Cultura de Fato</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="has-text-align-center">“<em>Pois o mal não é uma substância; a corrupção do bem é que recebeu o nome de mal.</em>”<br><span data-tooltip-position="top" data-tooltip="Agostinho de Hipona (354 d. C. - 430 d. C.) foi um dos mais importantes teólogos e filósofos nos primeiros séculos do cristianismo.">Santo Agostinho</span> (354-430)</p>



<hr class="wp-block-separator has-alpha-channel-opacity is-style-wide"/>



<br>



<p class="has-drop-cap">Por que o mal e o sofrimento são tão onipresentes em um mundo criado por Deus que é a própria essência do amor? Por que o mal existe e por que Deus permite que tragédias assolem até mesmo os justos?</p>



<p>Estas não são meras dúvidas existenciais; são perguntas fundamentais que todo católico deve estar apto a responder — tanto para a resistência da própria fé quanto para os embates com céticos e ateus, que frequentemente nos confrontam com questionamentos capciosos, lançados sem uma real intenção de busca pela Verdade, mas com o intuito de semear a dúvida.</p>



<p>Em qualquer debate onde a religião ocupe o centro das atenções, o “problema do mal” será, fatalmente, o primeiro ponto de ataque. No entanto, o católico não precisa se sentir encurralado: não é necessário “reinventar a roda”. Um dos maiores luminares da Igreja, <span data-tooltip-position="top" data-tooltip="Agostinho de Hipona (354 d. C. - 430 d. C.) foi um dos mais importantes teólogos e filósofos nos primeiros séculos do cristianismo.">Santo Agostinho</span> — o filho de muitas lágrimas e fruto de 33 anos de oração incessante de sua mãe, <span data-tooltip-position="top" data-tooltip="Santa Mónica (331 d. C. - 387 d. C.) é a mãe de Santo Agostinho de Hipona. Nasceu Tagaste, norte da África, no seio de uma família opulenta, mas de antigas raízes cristãs. Aplicou-se, com dedicação, aos ensinamentos da Sagrada Escritura; sua forte espiritualidade foi forjada pela oração e assídua prática dos Sacramentos, além dos quais se coloca a serviço da comunidade eclesial.">Santa Mônica</span> — já trilhou esse caminho árduo. Após anos perdido em filosofias que davam ao mal um poder divino, ele nos legou uma síntese genial: o mal não possui substância; ele é a ferida, a ausência e o vazio do Bem.</p>



<br>



<h2 class="wp-block-heading">A Natureza do Mal</h2>



<br>



<p>Deus, em Sua infinita perfeição, não criou o mal; tudo o que procede de Suas mãos é inerentemente bom. O mal, portanto, é o “não-ser” — uma ferida na criação, o silêncio onde deveria haver louvor e a sombra onde deveria haver luz. O mal é a ausência do bem, assim como a cegueira é a ausência da visão, a escuridão a ausência de luz, a doença é a ausência da saúde, e o pecado, a ausência da justiça.</p>



<p>Deus criou o mundo e contemplou que tudo era bom; coroou Sua obra com a criação do homem e descansou, satisfeito com a formosura de Sua vontade realizada. Contudo, sendo Deus a própria Liberdade, Ele não poderia criar o homem como um escravo, caso contrário, seria um tirano. Em Sua essência de Amor, Ele nos deu a liberdade, ou seja, o Livre-Arbítrio.</p>



<br>



<h2 class="wp-block-heading">O Livre-Arbítrio e a Queda</h2>



<br>



<p>Portanto, Deus criou o Bem e a Liberdade. O mal, em contrapartida, não possui uma digital divina. Ele é o resultado trágico de quando o homem, no exercício dessa mesma liberdade, escolhe fugir da vontade de Deus. O mal acontece no exato instante em que nos afastamos da Ordem Original; ele é o vazio deixado pela nossa rejeição ao Autor da Vida. O mal moral (o pecado) acontece quando usamos nossa vontade para nos afastarmos do Bem Imutável (Deus) em direção a bens inferiores ou egoístas. Pecar é, essencialmente, preferir a criatura ao Criador.</p>



<br>



<h2 class="wp-block-heading">A Alquimia Divina</h2>



<br>



<p>Santo Agostinho nos deixou uma pérola teológica definitiva: Deus prefere extrair o bem do mal do que simplesmente não permitir que o mal exista. Ele jamais é o autor do pecado, mas é o Mestre Supremo em redimi-lo. Poderíamos citar inúmeros episódios da ação de Deus ao longo da história, mas, dada a brevidade deste artigo, traremos quatro exemplos clássicos dessa “alquimia divina” — momentos em que a Providência transformou o veneno da tragédia no remédio da salvação:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li><strong>José do Egito:</strong>&nbsp;Vendido como escravo por seus próprios irmãos, movidos por uma inveja cega, José enfrentou anos de injustiça, cárcere e abandono em terra estrangeira. Contudo, Deus não permitiu que aquele mal fosse o fim da história; ao contrário, usou essa trilha de sofrimento para elevá-lo ao trono do Egito. O que parecia uma tragédia familiar tornou-se o meio pelo qual nações inteiras foram salvas da fome, confirmando sua célebre declaração:&nbsp;<em>“Vós bem intentastes mal contra mim; porém Deus o tornou em bem”</em>&nbsp;(<a href="https://www.bibliaon.com/versiculo/genesis_50_20/" target="_blank" rel="noreferrer noopener nofollow">Gn 50,20</a>).</li>



<li><strong>A Perseguição na Igreja Primitiva:</strong>&nbsp;O Império Romano empenhou toda a sua força brutal para extinguir a chama da fé católica através do martírio e do medo. No entanto, a “alquimia divina” operou de forma surpreendente: quanto mais os fiéis eram dispersos e perseguidos, mais o Evangelho alcançava terras distantes. O que o mundo via como a aniquilação de um movimento, Deus transformou em expansão missionária, validando a máxima de Tertuliano:&nbsp;<em>“O sangue dos mártires é a semente de novos cristãos”</em>.</li>



<li><strong>O Próprio Santo Agostinho:</strong>&nbsp;Deus não ignorou a inquietude, os vícios e os erros teológicos da juventude do Bispo de Hipona; Ele os utilizou como matéria-prima para forjar um dos maiores luminares da história da Igreja. As feridas passadas de Agostinho e suas lutas contra as paixões desordenadas não foram apagadas, mas redimidas, tornando-se o remédio espiritual e o mapa de navegação para milhões de almas que encontraram em suas&nbsp;<em><a href="https://culturadefato.com.br/downloads/cristianismo/2020/confissoes-santo-agostinho.pdf">Confissões</a></em>&nbsp;o caminho de volta para casa.</li>



<li><strong>A Cruz de Cristo:</strong>&nbsp;O ápice absoluto desse mistério reside na Cruz de Cristo. Naquele momento, o mundo testemunhou o maior crime e a maior malícia de que a humanidade é capaz: o assassinato do próprio Deus encarnado, o único puramente inocente. Todavia, o que era para ser o triunfo definitivo das trevas foi transformado pelo Pai no instrumento supremo da nossa redenção. Pela mão de Deus, a Cruz — outrora o símbolo máximo de tortura e morte — foi transmutada para sempre no Trono da Vida.</li>
</ul>



<br>



<h2 class="wp-block-heading">Natureza Humana: Ferida, mas não Destruída</h2>



<br>



<p>Diferente da visão <span data-tooltip-position="top" data-tooltip="O calvinismo é um sistema teológico protestante do século XVI, baseado nos ensinamentos de João Calvino, com forte ênfase na soberania absoluta de Deus sobre todas as coisas, incluindo a salvação.">calvinista</span> de que o homem tornou-se “totalmente depravado” e incapaz de qualquer bem após a Queda, a visão católica, fundamentada na síntese agostiniana, acredita em algo mais esperançoso: o homem não é essencialmente mau; ele está essencialmente ferido. Como o mal é apenas uma “privação”, o pecado não tem poder para destruir a substância da nossa alma, que continua sendo uma criação de Deus. O pecado original nos tirou a santidade e enfraqueceu nossa vontade — como um pássaro de asa quebrada que não consegue voar sozinho —, mas não nos transformou em seres malignos. Com o auxílio da Graça de Deus, o ser humano é plenamente capaz de cooperar com o bem e buscar a virtude. A Graça não destrói a nossa natureza; ela a cura e a eleva.</p>



<br>



<h2 class="wp-block-heading">A Insuficiência da Vontade: Agostinho contra Pelágio</h2>



<br>



<p>É fundamental compreender que, ao falarmos de liberdade, não caímos no erro do Pelagianismo. Enquanto Pelágio acreditava que o homem nasce como uma “folha em branco” (mantendo a mesma capacidade de Adão de nunca pecar pelo esforço próprio), Santo Agostinho nos recorda a dura realidade: o pecado original feriu profundamente a natureza humana. Nascemos com uma inclinação ao erro, a chamada concupiscência. Para Agostinho, o homem sem Deus é como um prisioneiro que não consegue abrir a própria cela por dentro. O nosso livre-arbítrio, embora ainda exista, está cativo e doente; ele possui força para pecar, mas carece de poder para, sozinho, alcançar a santidade.</p>



<p>Neste embate, a Graça Divina deixa de ser um mero “facilitador” para se tornar uma necessidade absoluta. A Graça não é apenas um empurrão externo, mas a força interna que cura a vontade e a move em direção ao Bem. Sem ela, não podemos sequer dar o primeiro passo de retorno ao Pai. A postura do católico diante do mal resume-se na célebre prece agostiniana:&nbsp;<em>“Dá-me o que mandas e manda o que queiras”</em>. Reconhecemos que Deus nos pede a perfeição, mas confessamos que só podemos entregá-la se Ele mesmo a infundir em nossos corações.</p>



<br>



<p class="has-text-align-right">Por&nbsp;<a href="https://culturadefato.com.br/author/patriciacastro/">Patrícia Castro</a>.<br>Publicado no&nbsp;<em>website</em>&nbsp;da autora,&nbsp;<a href="https://patriciacastro.org/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">patriciacastro.org</a>, em 18 de março de 2026.</p>



<br>



<p class="has-background has-very-light-gray-background-color"><strong>Nota da editoria:</strong><br><br>A imagem da capa é um recorte da obra em <span data-tooltip-position="top" data-tooltip="Têmpera sobre painel é uma técnica de pintura clássica que utiliza pigmentos de cor misturados com um aglutinante solúvel em água (tradicionalmente gema de ovo) aplicados sobre uma superfície de madeira rígida.">têmpera sobre painel</span>: “<em>A Conversão de Santo Agostinho</em>” (c. 1430–1435), de <span data-tooltip-position="top" data-tooltip="Fra Angelico (c. 1395–1455), nascido Guido di Pietro, foi um frade dominicano e pintor italiano, figura central do início do Renascimento. Beatificado em 1982 pelo Papa João Paulo II e declarado padroeiro dos artistas. É o autor dos afrescos do Convento de São Marcos em Florença.">Fra Angelico</span> (c. 1395–1455).</p>



<br>



<hr class="wp-block-separator has-alpha-channel-opacity is-style-dots"/>



<br>



<h2 class="wp-block-heading has-text-align-center">Mais da autora:</h2>



<br>



<section id="gm71bf303" class="wp-block-gutentor-m0 alignfull section-gm71bf303 gutentor-module gutentor-module-carousel has-color-bg has-custom-bg gutentor-slick-a-default-desktop gutentor-slick-a-default-tablet gutentor-slick-a-default-mobile"><div class="grid-container"><div class="gutentor-module-carousel-row" data-dots="false" data-dotstablet="false" data-dotsmobile="false" data-arrows="true" data-arrowstablet="true" data-arrowsmobile="true" data-infinite="true" data-autoplay="true" data-draggable="true" data-pauseonfocus="true" data-pauseonhover="true" data-autoplayspeed="4500" data-cmondesktop="false" data-cmontablet="false" data-cmonmobile="false" data-nextarrow="fas fa-angle-right" data-prevarrow="fas fa-angle-left" data-arrowspositiondesktop="gutentor-slick-a-default-desktop" data-arrowspositiontablet="gutentor-slick-a-default-tablet" data-arrowspositionmobile="gutentor-slick-a-default-mobile" data-speed="300" data-slideitemdesktop="2" data-slideitemtablet="3" data-slideitemmobile="1" data-slidescroll-desktop="2" data-slidescroll-tablet="3" data-slidescroll-mobile="1">
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<p class="has-text-align-center"><br><a href="#main"><em>O conforto de errar com a maioria</em></a></p>
</div></div>



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<p class="has-text-align-center"><br><a href="https://culturadefato.com.br/desmentindo-os-mitos-da-idade-media-como-a-igreja-catolica-construiu-a-civilizacao-ocidental/"><em>Desmentindo mitos da Idade Média: “Como a Igreja Católica construiu a Civilização Ocidental”</em></a></p>
</div></div>



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<p class="has-text-align-center"><br><em><a href="https://culturadefato.com.br/a-barbarie-legalizada-civilizacao-sem-deus-justica-sem-alma/">A barbárie legalizada: civilização sem Deus, justiça sem alma</a></em></p>
</div></div>



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<p class="has-text-align-center"><br><em><a href="https://culturadefato.com.br/quando-o-tempo-andava-devagar/">Quando o tempo andava devagar</a></em></p>
</div></div>



<div id="col-g-l2y76wp" class="wp-block-gutentor-m0-col col-g-l2y76wp gutentor-carousel-item"><div id="section-g-l2y76wp" class="section-g-l2y76wp gutentor-col-wrap has-color-bg has-custom-bg">
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<p class="has-text-align-center"><br><em><a href="https://culturadefato.com.br/a-verdade-sobre-a-inquisicao-desfazendo-os-mitos/">A Verdade sobre a Inquisição: desfazendo os mitos</a></em></p>
</div></div>



<div id="col-g-gg5bpgr" class="wp-block-gutentor-m0-col col-g-gg5bpgr gutentor-carousel-item"><div id="section-g-gg5bpgr" class="section-g-gg5bpgr gutentor-col-wrap has-color-bg has-custom-bg">
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<p class="has-text-align-center"><br><a href="https://patriciacastro.org/">Conheça o <em>website</em> da autora</a></p>
</div></div>
</div></div></section>



<br>
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			</item>
		<item>
		<title>Ressurreição de Cristo</title>
		<link>https://culturadefato.com.br/ressurreicao-de-cristo/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Diversos]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 05 Apr 2026 03:58:20 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cristianismo]]></category>
		<category><![CDATA[Cristo]]></category>
		<category><![CDATA[Dom Prosper Guéranger]]></category>
		<category><![CDATA[Jesus Cristo]]></category>
		<category><![CDATA[Paulo VI]]></category>
		<category><![CDATA[Pentecostes]]></category>
		<category><![CDATA[Tihamer Toth]]></category>
		<category><![CDATA[Vigília Pascal]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://culturadefato.com.br/?p=27762</guid>

					<description><![CDATA[<p>Sobre a Ressurreição de Cristo, apresentamos dez evidências concisas de que ela realmente aconteceu. Nesta postagem, você também poderá assistir a um vídeo no qual William Lane Craig expõe argumentos históricos sobre o tema, bem como a um documentário do teólogo e arqueólogo Rodrigo Silva. Por fim, convidamos você a conhecer nossa sugestão de revista.</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="has-text-align-center">“<em>Quando um homem deixa de acreditar em Deus,</em><br><em>ele não passa a acreditar em nada — passa a acreditar em qualquer coisa.</em>”<br><span data-tooltip-position="top" data-tooltip="Gilbert">G</span>. <span data-tooltip-position="top" data-tooltip="Keith">K</span>. <span data-tooltip="Gilbert Keith Chesterton (1874-1936) foi um escritor inglês." data-tooltip-position="top">Chesterton</span> (1874-1936)</p>



<hr class="wp-block-separator has-alpha-channel-opacity is-style-wide"/>



<br>



<h1 class="wp-block-heading has-text-align-center">Sumário</h1>



<br>



<ol class="wp-block-list">
<li id="RefTop01"><a href="#Top01">Dez evidências concisas da Ressurreição de Cristo</a>, por George Sinclair (artigo)</li>



<li id="RefTop02"><a href="#Top02">As evidências históricas da Ressurreição de Cristo</a>, por William Lane Craig (vídeo)</li>



<li id="RefTop03"><a href="#Top03">Ressureição de Cristo: fundamentos da nossa fé, triunfo da verdade</a>; por Revista Catolicismo (artigo)</li>



<li id="RefTop04"><a href="#Top04">Ressureição de Cristo: fato ou embuste</a>, por Rodrigo Silva (vídeo)</li>
</ol>



<br>



<hr class="wp-block-separator has-alpha-channel-opacity is-style-dots"/>



<br>



<h2 class="wp-block-heading" id="Top01">1. Dez evidências concisas da Ressurreição de Cristo <a href="#RefTop01"><img decoding="async" width="14" height="10" class="wp-image-105" style="width: 14px;" src="https://culturadefato.com.br/wp-content/uploads/2020/06/Subir.jpg" alt="Subir"></a></h2>



<br>



<p class="has-text-align-center">“<em>Cristo provou sua ressurreição de três maneiras: pela vista: ‘Vede minhas mãos e meus pés’ (Lc 24,39); pelo toque, para o qual ele continua: ‘Apalpai e vede: um espírito não tem carne’; pelo paladar: ‘Mas, vacilando eles ainda e estando transportados de alegria, perguntou: ‘Tendes aqui alguma coisa para comer?’</em>”<br><span data-tooltip-position="top" data-tooltip="Tomás de Aquino (1225-1274) santo e frade católico italiano, cujas obras tiveram enorme influência na teologia e na filosofia, principalmente na tradição conhecida como Escolástica. É conhecido como ''Doctor Angelicus''.">São Tomás de Aquino</span> (1225-1274)</p>



<hr class="wp-block-separator has-alpha-channel-opacity is-style-wide"/>



<br>



<p class="has-drop-cap">Para sua consideração, o que se segue é uma declaração concisa das evidências da real, verdadeira e histórica ressurreição do Messias Jesus.</p>



<p><strong>1. Há quatro biografias antigas de Jesus. Todas foram escritas por testemunhas oculares e/ou baseadas em testemunhas oculares.&nbsp;</strong>Foram escritas e circularam enquanto muitas outras testemunhas ainda estavam vivas. Todas estas biografias dizem que Jesus ressuscitou dos mortos. Estas biografias são complementadas por cartas escritas por testemunhas oculares enquanto muitas outras testemunhas ainda estavam vivas. Estas cartas antigas afirmam que Jesus morreu por crucificação e que ao terceiro Jesus ressuscitou dos mortos.</p>



<p><strong>2. Escritores pagãos e judeus relatam que os cristãos criam que Jesus ressuscitou dos mortos.</strong></p>



<p><strong>3. Muitas das principais testemunhas oculares da ressurreição de Jesus, morreram por alegarem que Jesus havia ressuscitado. </strong>Suas vidas provavelmente teriam sido poupadas se eles tivessem se retratado. Isto é muito significativo. Sabemos que pessoas morrem por uma causa. Mas aqueles homens e mulheres morreram por um conjunto de fatos. Escolheram ir para o túmulo ao invés de dizer que aqueles fatos eram falsos. Morreram por dizerem que os fatos da crucificação e da ressurreição de Jesus eram verdadeiros.</p>



<p><strong>4. A história narrada pela testemunha ocular João é muito importante. Muitas pessoas hoje afirmam que a história de João (tal como outras histórias de testemunhas oculares) deve ser entendida como uma história simbólica e metafórica.&nbsp;</strong>No entanto, sabemos que João entendia claramente a diferença entre fazer um relato histórico e contar uma história transbordando de símbolos e metáforas. Por que? Porque ele escreveu dois livros, um que claramente afirma ser histórico (que conhecemos como <em>O Evangelho de João</em>) o outro é um livro claramente cheio de símbolos e metáforas (que conhecemos como <em>O Livro do Apocalipse</em>). Portanto, João é uma testemunha importante do que aconteceu na morte e ressurreição de Jesus.</p>



<p><strong>5. A evidência histórica demonstra que: a sepultura estava vazia; as roupas sepulcrais estavam cuidadosamente arrumadas; a pedra que lacrava o túmulo havia sido movida; o corpo de Jesus jamais foi encontrado; a sepultura tinha sido guardada por soldados romanos; e ninguém jamais alegou ter roubado o corpo.&nbsp;</strong>A presença das roupas sepulcrais são significativas. Eram as especiarias colocadas nas vestes que tinham valor. Caso alguém houvesse removido o corpo para fins lucrativos ou por maldade, teria levado o corpo embrulhado e separado a valiosa mistura oportunamente. Na verdade, a disposição das roupas no túmulo, tal como a posição da pedra, se encaixam perfeitamente com a ressurreição ser a sua causa, e não alguma ação humana.</p>



<p><strong>6. Há (sem contar Paulo), onze momentos registrados em que Jesus apareceu às pessoas provando que havia ressuscitado.&nbsp;</strong>Tais aparições foram para: homens e mulheres, indivíduos, casais, grupos e pelo menos uma multidão. As aparências ocorreram em locais fechados e ao ar livre, em diferentes lugares e em diferentes momentos do dia. Ele foi tocado fisicamente, ouvido audivelmente, visto e comeu na presença de testemunhas. Nenhuma destas testemunhas cria que Jesus ressuscitaria dos mortos antes de Ele ter ressuscitado dos mortos. Todos o conheciam antes de Sua morte, portanto sabiam que Ele era o mesmo Jesus que morreu na cruz.</p>



<p><strong>7. No mesmo lugar onde Jesus morreu e foi enterrado, houve uma explosão de crescimento do movimento cristão — que estava centrado na afirmação de que a sepultura estava vazia e que Jesus tinha realmente ressuscitado.&nbsp;</strong>Esta explosão de crescimento aconteceu poucas semanas após a morte e ressurreição de Jesus no lugar onde Ele morreu. O crescimento ocorreu diante da hostilidade, oposição e perseguição de líderes civis e religiosos.</p>



<p><strong>8. A morte e ressurreição de Jesus não foi um evento aleatório. Jesus havia previsto que morreria crucificado, seria enterrado e ressuscitaria dos mortos.&nbsp;</strong>Sua previsão de que morreria crucificado é muito significativa. Ele não podia controlar isso. A crucificação era um meio de morte reservado às autoridades imperiais romanas. Jesus alegou, razoavelmente, que Sua morte por crucificação e Sua ressurreição ao terceiro dia seriam um “sinal” que confirmaria quem Ele era, aquilo que ensinava e aquilo que Sua morte e ressurreição iriam trazer como resultado.</p>



<p><strong>9. A morte e ressurreição de Jesus também ocorreu num contexto de séculos de profecia que tal Messias viria da parte de Deus, morreria e ressuscitaria.&nbsp;O próprio Jesus afirmou que Sua vida, morte e ressurreição eram o cumprimento destas profecias.</strong></p>



<p><strong>10. Há mais ainda. A morte e ressurreição de Jesus ocorreu no contexto de uma história abrangente com profundos e poderosos insights sobre a condição humana.&nbsp;</strong>Sua vida, morte e ressurreição ocorreram no contexto de um conjunto de escritos que há milênios provaram serem sábios e perspicazes quanto à condição humana. Tais escritos serviram como base para o desenvolvimento da ciência, dos direitos humanos e do bom governo. A vida, a morte e a ressurreição de Jesus realizaram-se no contexto de uma visão de mundo insuperável na sua amplitude, profundidade, coerência, consistência e poder emocional e racional.</p>



<p>Amigos, considerem a Jesus, o Salvador Crucificado e Ressurreto, o Senhor amoroso. Venham a Ele com humilde confiança.</p>



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<p class="has-text-align-right">Por George Sinclair. Tradução de Vittor Rocha.<br>Publicado originalmente em português pelo <em>website</em> <a href="https://coalizaopeloevangelho.org/" target="_blank" rel="noreferrer noopener nofollow">Coalizão pelo Evengelho</a>, em 21 de abril de 2020</p>



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<h2 class="wp-block-heading" id="Top02">2. As evidências históricas da Ressurreição de Cristo <a href="#RefTop02"><img decoding="async" width="14" height="10" class="wp-image-105" style="width: 14px;" src="https://culturadefato.com.br/wp-content/uploads/2020/06/Subir.jpg" alt="Subir"></a></h2>



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<figure class="wp-block-embed is-type-video is-provider-youtube wp-block-embed-youtube wp-embed-aspect-4-3 wp-has-aspect-ratio"><div class="wp-block-embed__wrapper">
<iframe title="AS EVIDÊNCIAS HISTÓRICAS DA RESSURREIÇÃO DE JESUS | William Lane Craig" width="640" height="480" src="https://www.youtube.com/embed/q4pc0SYZRMA?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe>
</div></figure>



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<h2 class="wp-block-heading" id="Top03">3. Ressureição de Cristo: fundamentos da nossa fé, triunfo da verdade  <a href="#RefTop03" type="internal" id="#RefTop03"><img decoding="async" width="14" height="10" class="wp-image-105" style="width: 14px;" src="https://culturadefato.com.br/wp-content/uploads/2020/06/Subir.jpg" alt="Subir"></a></h2>



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<p class="has-text-align-center"><em>Vale mencionar que nós, da Cultura de Fato, não temos ligação com a <a href="https://revistacatolicismo.com.br/" target="_blank" rel="noreferrer noopener nofollow">Revista Catolicismo</a>.</em><br><em>Ainda assim, a recomendamos fortemente. Nos próximos parágrafos, você lerá o conteúdo da</em><br><em>contracapa da edição nº 903 deste mês (abril de 2026).</em></p>



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<p class="has-drop-cap">O Abade de Solesmes, <span data-tooltip-position="top" data-tooltip="Prosper-Louis-Pascal Guéranger (1805-1875) foi um sacerdote francês, restaurador e abade do priorado beneditino de Solesmes, e fundador da Congregação da França da Ordem de São Bento.">Dom Prosper Guéranger</span> (1805-1875), na sua famosa obra&nbsp;<em><a href="https://amzn.to/4v63fbT" target="_blank" rel="noreferrer noopener sponsored nofollow">L’Année Liturgique</a></em>, expõe que se pode dizer que o “Tempo Pascal” não é composto por várias festividades, mas de uma única solenidade prolongada: <em>“É a mais longa das solenidades da Igreja. Forma um único período festivo, no qual a alegria da Ressurreição não conhece interrupção.”</em></p>



<p>Nesse período, como se fosse um “prolongado domingo”, o “Aleluia”, como manifestação de júbilo pela Ressurreição, é repetido frequentemente nos cânticos da Liturgia, após ter sido emudecido durante a Quaresma. O Círio Pascal (símbolo de Cristo ressuscitado), aceso na Vigília da Páscoa, assim permanece durante todas as Missas do “Tempo Pascal”.</p>



<p>O ápice das solenidades comemora-se no Domingo de Páscoa. Por excelência, a proclamação da vitória de Nosso Senhor Jesus Cristo com a Ressurreição. Vitória inequívoca e fato histórico, pois testemunhado por numerosas pessoas, tanto por amigos quanto por inimigos. Elas O viram morrer na Cruz, assistiram seu sepultamento e depois O viram em diversas ocasiões. Inclusive, entabularam conversas com Jesus. Algumas até, como no caso dos Apóstolos, tomaram refeições com Ele e deixaram registros — basta ler os Evangelhos — de que, após a Ressurreição, passou 40 dias na Terra antes de sua Ascensão ao Céu em corpo e alma.</p>



<p>É o que demonstra brilhantemente <span data-tooltip-position="top" data-tooltip="Tihamér Tóth (1889 - 1939) foi um sacerdote católico húngaro, bispo de Veszprém, que se destacou como pregador e por sua dedicação à pastoral de jovens e estudantes.">Mons. Tihamer Toth</span> (1889-1939), bispo-coadjutor de Veszprém (Hungria), num de seus célebres sermões, em estilo muito agradável, que reproduziremos proximamente.</p>



<p>Complementando esse tema, o <a href="https://ipco.org.br/um-padre-catolico-por-inteiro-entrevista-com-o-pe-david-francisquini/" target="_blank" rel="noreferrer noopener nofollow">Pe. David Francisquini</a>, na seção “A Palavra do Sacerdote” (p. 36), responde a questão falaciosa: a Ressurreição de Cristo foi um fato empírico acessível aos métodos da história científica ou uma subjetiva “experiência de fé”?</p>



<p>Desejando a todos uma boa leitura, fazemos nossos os conselhos de São Paulo Apóstolo:&nbsp;<em>“Se ressuscitastes com Cristo, buscai as coisas lá do alto, onde Cristo está sentado à direita de Deus. Afeiçoai-vos às coisas lá de cima, e não às da terra. Porque estais mortos e a vossa vida está escondida com Cristo em Deus. Quando Cristo, vossa vida, aparecer, então também vós aparecereis com Ele na glória”&nbsp;</em>(Col. 3, 1-4).</p>



<br>



<p class="has-text-align-right">Por <a href="https://culturadefato.com.br/author/revistacatolicismo/">Revista Catolicismo</a>.<br>Edição nº 903  de abril de 2026.</p>



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<h2 class="wp-block-heading" id="Top04">4. Prova que Jesus ressuscitou <a href="#RefTop04"><img decoding="async" width="14" height="10" class="wp-image-105" style="width: 14px;" src="https://culturadefato.com.br/wp-content/uploads/2020/06/Subir.jpg" alt="Subir"></a></h2>



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<figure class="wp-block-embed is-type-video is-provider-youtube wp-block-embed-youtube wp-embed-aspect-4-3 wp-has-aspect-ratio"><div class="wp-block-embed__wrapper">
<iframe title="Evidências - A Ressurreição de Jesus Cristo  Parte 01" width="640" height="480" src="https://www.youtube.com/embed/yLKxwQGvvoU?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe>
</div><figcaption class="wp-element-caption">Assista também a <a href="https://youtu.be/akO3cLHulWE?si=eKiORP6Yo-QKnRx1" target="_blank" rel="noreferrer noopener nofollow">parte II</a> e a <a href="https://youtu.be/K1onNduEnYU?si=Vny2SWRjG70dv7IO" target="_blank" rel="noreferrer noopener nofollow">parte III</a></figcaption></figure>



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<p class="has-background has-very-light-gray-background-color"><strong>Nota da editoria:</strong><br><br>A imagem da capa é um recorte da obra: “<em>A Ressurreição</em>” (1457 / 1459), de <span data-tooltip-position="top" data-tooltip="Andrea Mantegna (1431-1506) foi um pintor renascentista italiano , um estudante de arqueologia romana , e genro de Jacopo Bellini.">Andrea Mantegna </span> (1431-1506).</p>



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<h2 class="wp-block-heading has-text-align-center">Saiba mais, leia:</h2>



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<section id="gm71bf303" class="wp-block-gutentor-m0 alignfull section-gm71bf303 gutentor-module gutentor-module-carousel has-color-bg has-custom-bg gutentor-slick-a-default-desktop gutentor-slick-a-default-tablet gutentor-slick-a-default-mobile"><div class="grid-container"><div class="gutentor-module-carousel-row" data-dots="false" data-dotstablet="false" data-dotsmobile="false" data-arrows="true" data-arrowstablet="true" data-arrowsmobile="true" data-infinite="true" data-autoplay="true" data-draggable="true" data-pauseonfocus="true" data-pauseonhover="true" data-autoplayspeed="4500" data-cmondesktop="false" data-cmontablet="false" data-cmonmobile="false" data-nextarrow="fas fa-angle-right" data-prevarrow="fas fa-angle-left" data-arrowspositiondesktop="gutentor-slick-a-default-desktop" data-arrowspositiontablet="gutentor-slick-a-default-tablet" data-arrowspositionmobile="gutentor-slick-a-default-mobile" data-speed="300" data-slideitemdesktop="2" data-slideitemtablet="3" data-slideitemmobile="1" data-slidescroll-desktop="2" data-slidescroll-tablet="3" data-slidescroll-mobile="1">
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<div id="section-g-t1qfim1" class="wp-block-gutentor-e6 section-g-t1qfim1 gutentor-element gutentor-element-image text-align-center-desktop"><div class="gutentor-element-image-box"><a class="gutentor-element-image-link" href="https://culturadefato.com.br/ainda-sobre-pascoa-que-e-o-fato-mais-importante-de-toda-a-historia/"><div class="gutentor-image-thumb"><img decoding="async" class="normal-image" src="https://culturadefato.com.br/wp-content/uploads/2024/04/Pentecostes_1732_JeanLiRestout.jpg" alt="Obra: &quot;Pentecostes&quot; (1732) por Jean Ii Restout (1692 - 1768)." /></div></a></div></div>



<p class="has-text-align-center"><br><a href="https://culturadefato.com.br/ainda-sobre-pascoa-que-e-o-fato-mais-importante-de-toda-a-historia/"><em>Ainda sobre a Páscoa, que é o fato mais importante de toda a história</em></a>, por <a href="https://culturadefato.com.br/author/marktapscott/">Mark Tapscott</a></p>
</div></div>



<div id="col-g-pn8u841" class="wp-block-gutentor-m0-col col-g-pn8u841 gutentor-carousel-item"><div id="section-g-pn8u841" class="section-g-pn8u841 gutentor-col-wrap has-color-bg has-custom-bg">
<div id="section-g-xow0vpe" class="wp-block-gutentor-e6 section-g-xow0vpe gutentor-element gutentor-element-image text-align-center-desktop"><div class="gutentor-element-image-box"><a class="gutentor-element-image-link" href="https://culturadefato.com.br/vivamos-a-semana-santa/"><div class="gutentor-image-thumb"><img decoding="async" class="normal-image" src="https://culturadefato.com.br/wp-content/uploads/2026/03/Lamentacao.jpg" alt="Recorte do afresco &quot;Lamentação&quot; (1305), de Giotto di Bondone (1267 - 1337)." /></div></a></div></div>



<p class="has-text-align-center"><br><em><a href="https://culturadefato.com.br/vivamos-a-semana-santa/">Vivamos a Semana Santa</a></em>,<br>por folheto litúrgico&nbsp;<em><a href="https://arquisp.org.br/wp-content/uploads/2025/12/Ano-50A-16-4a-FEIRA-DE-CINZAS.pdf" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Povo de Deus</a></em></p>
</div></div>



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<div id="section-g-kk2f56s" class="wp-block-gutentor-e6 section-g-kk2f56s gutentor-element gutentor-element-image text-align-center-desktop"><div class="gutentor-element-image-box"><a class="gutentor-element-image-link" href="https://culturadefato.com.br/nao-consigo-crer-em-jesus/"><div class="gutentor-image-thumb"><img decoding="async" class="normal-image" src="https://culturadefato.com.br/wp-content/uploads/2026/03/TheLightOfTheWorld.jpg" alt="Recorte da obra: &quot;The Light of the World&quot; (1851–1854), de William Holman Hunt (1827–1910)." /></div></a></div></div>



<p class="has-text-align-center"><br><em><a href="https://culturadefato.com.br/nao-consigo-crer-em-jesus/">“Não consigo crer em Jesus”</a></em>,<br>por <a href="https://culturadefato.com.br/author/leestrobel/">Lee Strobel</a></p>
</div></div>



<div id="col-g-ebeq1tw" class="wp-block-gutentor-m0-col col-g-ebeq1tw gutentor-carousel-item"><div id="section-g-ebeq1tw" class="section-g-ebeq1tw gutentor-col-wrap has-color-bg has-custom-bg">
<div id="section-g-im61ms1" class="wp-block-gutentor-e6 section-g-im61ms1 gutentor-element gutentor-element-image text-align-center-desktop"><div class="gutentor-element-image-box"><a class="gutentor-element-image-link" href="https://culturadefato.com.br/sudario-autenticidade-comprovada-pela-ciencia/"><div class="gutentor-image-thumb"><img decoding="async" class="normal-image" src="https://culturadefato.com.br/wp-content/uploads/2021/02/SantoSudario.jpg" alt="Santo Sudário" /></div></a></div></div>



<p class="has-text-align-center"><br><a href="https://culturadefato.com.br/sudario-autenticidade-comprovada-pela-ciencia/">Sudário: autenticidade comprovada pela ciência</a><br>(<a href="https://culturadefato.com.br/author/diversos/">diversos autores</a>)</p>
</div></div>



<div id="col-g-11hferx" class="wp-block-gutentor-m0-col col-g-11hferx gutentor-carousel-item"><div id="section-g-11hferx" class="section-g-11hferx gutentor-col-wrap has-color-bg has-custom-bg">
<div id="section-g-uoe9loo" class="wp-block-gutentor-e6 section-g-uoe9loo gutentor-element gutentor-element-image text-align-center-desktop"><div class="gutentor-element-image-box"><a class="gutentor-element-image-link" href="https://culturadefato.com.br/o-santo-sudario-de-turim/"><div class="gutentor-image-thumb"><img decoding="async" class="normal-image" src="https://culturadefato.com.br/wp-content/uploads/2021/01/SudarioRosto.jpg" /></div></a></div></div>



<p class="has-text-align-center"><br><em><a href="https://culturadefato.com.br/o-santo-sudario-de-turim/">O Santo Sudário de Turim</a></em>,<br>por <a href="https://culturadefato.com.br/author/benoitbemelmans/">Benoît Bemelmans</a></p>
</div></div>



<div id="col-g-03n81ua" class="wp-block-gutentor-m0-col col-g-03n81ua gutentor-carousel-item"><div id="section-g-03n81ua" class="section-g-03n81ua gutentor-col-wrap has-color-bg has-custom-bg">
<div id="section-g-lepfdsl" class="wp-block-gutentor-e6 section-g-lepfdsl gutentor-element gutentor-element-image text-align-center-desktop"><div class="gutentor-element-image-box"><a class="gutentor-element-image-link" href="https://culturadefato.com.br/as-biografias-de-jesus-foram-preservadas/"><div class="gutentor-image-thumb"><img decoding="async" class="normal-image" src="https://culturadefato.com.br/wp-content/uploads/2020/12/CristoCarregandoACruz.jpg" alt="recorte da obra: “Cristo carregando a cruz”, criada em 1580 pelo pintor, escultor e arquiteto grego El Greco (1541 - 1614)." /></div></a></div></div>



<p class="has-text-align-center"><br><em><a href="https://culturadefato.com.br/as-biografias-de-jesus-foram-preservadas/">As biografias de Jesus foram preservadas?</a></em>,<br>por <a href="https://culturadefato.com.br/author/leestrobel/">Lee Strobel</a></p>
</div></div>



<div id="col-g-z0m70zr" class="wp-block-gutentor-m0-col col-g-z0m70zr gutentor-carousel-item"><div id="section-g-z0m70zr" class="section-g-z0m70zr gutentor-col-wrap has-color-bg has-custom-bg">
<div id="section-g-9xl3an4" class="wp-block-gutentor-e6 section-g-9xl3an4 gutentor-element gutentor-element-image text-align-center-desktop"><div class="gutentor-element-image-box"><a class="gutentor-element-image-link" href="https://culturadefato.com.br/jesus-realmente-existiu-tres-excertos-da-obra-nao-tenho-fe-suficiente-para-ser-ateu/"><div class="gutentor-image-thumb"><img decoding="async" class="normal-image" src="https://culturadefato.com.br/wp-content/uploads/2025/03/CristoSaoJoaoDaCruz.jpeg" alt="Cristo de São João da Cruz é uma pintura do espanhol Salvador Dalí executada em 1951." /></div></a></div></div>



<p class="has-text-align-center"><br><em><a href="https://culturadefato.com.br/jesus-realmente-existiu-tres-excertos-da-obra-nao-tenho-fe-suficiente-para-ser-ateu/">Jesus realmente existiu? Três excertos da obra “Não tenho fé suficiente para ser ateu”</a> </em>(<a href="https://culturadefato.com.br/author/diversos/">diversos autores</a>)</p>
</div></div>



<div id="col-g-l2y76wp" class="wp-block-gutentor-m0-col col-g-l2y76wp gutentor-carousel-item"><div id="section-g-l2y76wp" class="section-g-l2y76wp gutentor-col-wrap has-color-bg has-custom-bg">
<div id="section-g-umah1vs" class="wp-block-gutentor-e6 section-g-umah1vs gutentor-element gutentor-element-image text-align-center-desktop"><div class="gutentor-element-image-box"><a class="gutentor-element-image-link" href="https://culturadefato.com.br/ha-evidencias-historicas-da-ressurreicao-de-jesus-cristo/"><div class="gutentor-image-thumb"><img decoding="async" class="normal-image" src="https://culturadefato.com.br/wp-content/uploads/2024/03/IncredulidadeDeSaoTome.jpg" alt="Obra: &quot;A Incredulidade de São Tomé&quot; (1601–1602), de Caravaggio (1571 - 1610)." /></div></a></div></div>



<p class="has-text-align-center"><br><em><a href="https://culturadefato.com.br/ha-evidencias-historicas-da-ressurreicao-de-jesus-cristo/">Há evidências históricas da ressurreição de Jesus Cristo?</a></em>, por <a href="https://culturadefato.com.br/author/everaldocescon/">Everaldo Cescon</a></p>
</div></div>



<div id="col-g-gg5bpgr" class="wp-block-gutentor-m0-col col-g-gg5bpgr gutentor-carousel-item"><div id="section-g-gg5bpgr" class="section-g-gg5bpgr gutentor-col-wrap has-color-bg has-custom-bg">
<div id="section-g-ssqpa11" class="wp-block-gutentor-e6 section-g-ssqpa11 gutentor-element gutentor-element-image text-align-center-desktop"><div class="gutentor-element-image-box"><a class="gutentor-element-image-link" href="https://culturadefato.com.br/diversas-provas-de-jesus-cristo/"><div class="gutentor-image-thumb"><img decoding="async" class="normal-image" src="https://culturadefato.com.br/wp-content/uploads/2024/02/TempestadeNoMarDaGalileia_1633_Rembrandt.jpg" alt="Obra: &quot;Tempestade no mar da Galileia&quot; (1633), de Rembrandt Harmenszoon van Rijn (1606 - 1669)." /></div></a></div></div>



<p class="has-text-align-center"><br><em><a href="https://culturadefato.com.br/diversas-provas-de-jesus-cristo/">Diversas provas de Jesus Cristo</a></em>,<br>por <a href="https://culturadefato.com.br/author/blaisepascal/">Blaise Pascal</a></p>
</div></div>
</div></div></section>



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		<title>Vivamos a Semana Santa</title>
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		<pubDate>Sun, 29 Mar 2026 15:37:58 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Tríduo Pascal]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>“Com a celebração do Domingo de Ramos da Paixão do Senhor, iniciamos a <em>semana maior</em> da Liturgia da Igreja, recordando os mistérios da paixão, morte e ressurreição de Jesus. Portanto, com este Domingo, já iniciamos a celebração da Páscoa deste ano.”</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="has-text-align-center">“<em>Que a Paixão de Cristo esteja sempre esculpida na tua mente e no teu coração!</em>”<br><span data-tooltip-position="top" data-tooltip="Francesco Forgione (1887-1968) foi um frade capuchinho e sacerdote católico italiano, nascido na comuna de Pietrelcina e falecido em San Giovanni Rotondo é(comuna italiana da região da Puglia). Foi canonizado em 2002 pelo Papa São João Paulo II com o título de São Pio de Pietrelcina.">Padre Pio de Pietrelcina</span> (1887-1968)</p>



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<p class="has-drop-cap">Com a celebração do <strong>Domingo de Ramos da Paixão do Senhor</strong>, iniciamos a “semana maior” da Liturgia da Igreja, recordando os mistérios da paixão, morte e ressurreição de Jesus. Portanto, com este Domingo, já iniciamos a celebração da Páscoa deste ano. Hoje recordamos a entrada de Cristo em Jerusalém para celebrar a sua Páscoa. Vamos repetir um rito que o povo da antiga aliança costumava realizar durante a chamada “festa das tendas”, levando ramos nas mãos, significando a esperança da chegada do Messias. Hoje somos nós que também erguemos nossos ramos em procissão, reconhecendo que o Messias tão esperado está no meio de nós e, olhando para Jesus, aclamaremos: “<span data-tooltip-position="top" data-tooltip="Hosana é uma expressão de origem hebraica (hoshia-na) que significa literalmente ''salva-nos, te pedimos!' ou ''salva-nos agora!''. ">Hosana</span>, ao <span data-tooltip-position="top" data-tooltip="Jesus é chamado ''Filho de Davi'' porque, no contexto bíblico, José, ao adotar Jesus legalmente, transferiu sua própria linhagem genealógica da casa de Davi para ele. A adoção conferia plenos direitos de herança, tornando Jesus o herdeiro legítimo do trono de Davi, cumprindo as promessas messiânicas do Antigo Testamento.">Filho de Davi</span>”. Vale lembrar que o “Domingo de Ramos” é também é “Domingo da Paixão”. O mesmo Jesus aclamado festivamente ao entrar em Jerusalém será levado aos tribunais, condenado e crucificado, experimentando a humilhação do Servo do Senhor em vista de nossa salvação.</p>



<p>A <strong>Segunda</strong>, <strong>Terça</strong> e <strong>Quarta-feira Santas</strong> serão dias para acompanharmos a narrativa dos acontecimentos que antecedem a Paixão, Morte e ressurreição de Jesus. Na <strong>Segunda-feira Santa</strong>, recordaremos o gesto da mulher que unge os pés de Jesus e os seca com seus cabelos, prefigurando a unção do Corpo do Senhor para ser sepultado. A <strong>Terça-feira Santa</strong> será o dia em que, com grande tristeza, Jesus anunciará a sua morte e também a traição, indicando Judas como sendo o seu traidor. Já na <strong>Quarta-feira Santa</strong>, recordaremos o dia em que Judas decide trair Jesus, vendendo-o por trinta moedas. Seria bom aproveitar esses dias para uma boa confissão, quem ainda não a fez!</p>



<p class="img-direita"><img loading="lazy" decoding="async" width="551" height="749" class="wp-image-27641" src="https://culturadefato.com.br/wp-content/uploads/2026/03/SemanaSanta.jpg" alt="Semana Santa">Na <strong>Quinta-feira Santa</strong>, ainda <strong>pela manhã</strong>, a Igreja, numa solene celebração eucarística presidida pelo bispo, reunir-se-á para celebrar a memória da instituição do ministério sacerdotal. Nesta celebração ficará visível o rosto da Igreja que, presidida pelo seu bispo tendo ao seu redor os seus padres e diáconos, com todo povo santo de Deus, celebra a Eucaristia. Também nessa ocasião, os padres renovarão suas promessas sacerdotais de servir a Deus e ao seu povo.</p>



<p>Ainda na <strong>Quinta-feira Santa</strong> (<strong>à tarde ou noite</strong>), a Igreja se reunirá mais uma vez, agora para abrir solenemente o <span data-tooltip-position="top" data-tooltip="O Tríduo Pascal é o período de três dias que celebra o centro da fé cristã: a paixão, morte e ressurreição de Jesus Cristo.">Tríduo Pascal</span>, com a celebração da Ceia do Senhor, memorial do sacrifício de Cristo na Cruz. Na ocasião, recordaremos o gesto de Jesus de lavar os pés dos discípulos indicando-lhes o mandamento do amor. A celebração se concluirá com a transladação do Santíssimo Sacramento para o altar da reposição. A partir desse momento, a Igreja permanecerá em vigília de oração, pois o Senhor, após a Ceia celebrada com os discípulos, será entregue aos que irão condená-lo.</p>



<p>Na <strong>Sexta-feira Santa</strong>, dia de jejum e de abstinência de carne, a Igreja permanecerá em profundo silêncio orante, e é com esse silêncio que começará a celebração da Paixão e Morte do Senhor. A Igreja reunida ouvirá atenta o relato da Paixão, como povo sacerdotal, rezará pelas intenções universais da Igreja e fará a solene adoração da Cruz. Ainda, todos somos convidados a fazer um gesto de solidariedade concreta para com os cristãos que vivem na Terra Santa (Israel, Palestina, Síria, Egito, Turquia…), onde nasceu a nossa fé; lá os cristãos são poucos e passam por privações e precisam de nossa ajuda. Façamos nossa oferta generosa na coleta para os “Lugares Santos”.</p>



<p>Durante o dia do <strong>Sábado Santo</strong>, o silêncio do dia anterior é prolongado. A Igreja, em oração diante da sepultura do Senhor, contemplará o mistério de sua morte. Por ela, o Senhor desce à “mansão dos mortos” para resgatá-los. Chegada a noite, a Igreja, cheia de alegria e júbilo, reúne-se para o grande anúncio da Ressurreição do Senhor. Com uma rica e longa celebração, ouviremos as leituras que farão o grande resumo de toda história da salvação, acompanharemos os que se prepararam para receber os sacramentos da iniciação, renovaremos nossa fé batismal e finalmente cantaremos alegres o Aleluia que anuncia a vitória de Jesus sobre o mal e a morte.</p>



<p>O <strong>Domingo da Páscoa</strong> será o grande dia e a mais importante celebração de nossa fé. “<em>Este é o dia que o Senhor fez para nós</em>”, cantaremos com o salmista e assim proclamaremos que a Páscoa de Cristo se faz viva e atual na vida de cada um de nós, de cada família, de toda Igreja e da criação inteira. Que nenhum católico se dispense facilmente de celebrar em sua comunidade este dia!</p>



<p>Feliz e santa Páscoa do Senhor para todos, com a bênção de Deus!</p>



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<p class="has-text-align-right">Escrito pela equipe do folheto litúrgico&nbsp;<em><a href="https://arquisp.org.br/wp-content/uploads/2025/12/Ano-50A-16-4a-FEIRA-DE-CINZAS.pdf" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Povo de Deus</a></em>.<br>Este texto faz parte do suplemento do folheto litúrgico de 29 de março de 2026 (Domingo de Ramos).<br>Para acessar folhetos litúrgicos de outras datas, acesse o&nbsp;<em>website&nbsp;</em>da&nbsp;<a href="http://arquisp.org.br/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Arquidiocese de São Paulo</a>&nbsp;ou&nbsp;<a href="https://arquisp.org.br/folheto-povo-de-deus/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">clique aqui</a>.</p>



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<p class="has-background has-very-light-gray-background-color"><strong>Nota da editoria:</strong><br><br>A imagem da capa é um recorte do afresco “<em>Lamentações</em>” (1305), de <span data-tooltip-position="top" data-tooltip="Giotto di Bondone 1267-1337), mais conhecido por Giotto (Colle Vespignano, atual Vicchio, 1267 — Florença, 8 de janeiro de 1337), foi um pintor e arquiteto italiano.">Giotto di Bondone</span> (1267–1337). A obra integra as paredes internas da Capela Scrovegni, em Pádua, Itália.</p>



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<h2 class="wp-block-heading has-text-align-center">Assista ao filme <em>Paixão de Cristo</em> (2004) — direção de Mel Gibson:</h2>



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<figure class="wp-block-embed is-type-video is-provider-youtube wp-block-embed-youtube wp-embed-aspect-16-9 wp-has-aspect-ratio"><div class="wp-block-embed__wrapper">
<iframe loading="lazy" title="A Paixão de Cristo (2004) | FILME COMPLETO E DUBLADO" width="640" height="360" src="https://www.youtube.com/embed/xBxciKn49Kg?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe>
</div></figure>



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<h2 class="wp-block-heading has-text-align-center">Mais textos originalmente publicados no Povo de Deus:</h2>



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<section id="gm71bf303" class="wp-block-gutentor-m0 alignfull section-gm71bf303 gutentor-module gutentor-module-carousel has-color-bg has-custom-bg gutentor-slick-a-default-desktop gutentor-slick-a-default-tablet gutentor-slick-a-default-mobile"><div class="grid-container"><div class="gutentor-module-carousel-row" data-dots="false" data-dotstablet="false" data-dotsmobile="false" data-arrows="true" data-arrowstablet="true" data-arrowsmobile="true" data-infinite="true" data-autoplay="true" data-draggable="true" data-pauseonfocus="true" data-pauseonhover="true" data-autoplayspeed="4500" data-cmondesktop="false" data-cmontablet="false" data-cmonmobile="false" data-nextarrow="fas fa-angle-right" data-prevarrow="fas fa-angle-left" data-arrowspositiondesktop="gutentor-slick-a-default-desktop" data-arrowspositiontablet="gutentor-slick-a-default-tablet" data-arrowspositionmobile="gutentor-slick-a-default-mobile" data-speed="300" data-slideitemdesktop="2" data-slideitemtablet="3" data-slideitemmobile="1" data-slidescroll-desktop="2" data-slidescroll-tablet="3" data-slidescroll-mobile="1">
<div id="col-g-03n81ua" class="wp-block-gutentor-m0-col col-g-03n81ua gutentor-carousel-item"><div id="section-g-03n81ua" class="section-g-03n81ua gutentor-col-wrap has-color-bg has-custom-bg">
<div id="section-g-lepfdsl" class="wp-block-gutentor-e6 section-g-lepfdsl gutentor-element gutentor-element-image text-align-center-desktop"><div class="gutentor-element-image-box"><a class="gutentor-element-image-link" href="https://culturadefato.com.br/fraternidade-e-conversao/"><div class="gutentor-image-thumb"><img decoding="async" class="normal-image" src="https://culturadefato.com.br/wp-content/uploads/2026/02/AsRespigadoras.jpg" alt="Recorte da obra: &quot;As Respigadoras&quot; (1857), de Jean-François Millet (1814-1875)." /></div></a></div></div>



<p class="has-text-align-center"><br><em><a href="https://culturadefato.com.br/fraternidade-e-conversao/">Fraternidade e conversão</a></em>,<br>por <a href="https://culturadefato.com.br/fraternidade-e-conversao/">Dom Rogério Augusto das Neves</a></p>
</div></div>



<div id="col-g-bx1rk0k" class="wp-block-gutentor-m0-col col-g-bx1rk0k gutentor-carousel-item"><div id="section-g-bx1rk0k" class="section-g-bx1rk0k gutentor-col-wrap has-color-bg has-custom-bg">
<div id="section-g-d4d6k4l" class="wp-block-gutentor-e6 section-g-d4d6k4l gutentor-element gutentor-element-image text-align-center-desktop"><div class="gutentor-element-image-box"><a class="gutentor-element-image-link" href="https://culturadefato.com.br/como-nao-ser-surpreendidos-por-aquilo-que-estavamos-esperando/"><div class="gutentor-image-thumb"><img decoding="async" class="normal-image" src="https://culturadefato.com.br/wp-content/uploads/2023/10/CincoDelasEramPrudentes_WalterRane.jpg" alt="Obra: &quot;Cinco delas eram prudentes&quot;, por Walter Rane." /></div></a></div></div>



<p class="has-text-align-center"><br><em><a href="https://culturadefato.com.br/como-nao-ser-surpreendidos-por-aquilo-que-estavamos-esperando/">Como não ser surpreendidos por aquilo que estávamos esperando?</a></em>, por <a href="https://culturadefato.com.br/author/domrogerioaugustodasneves/">Dom Rogério Augusto das Neves</a></p>
</div></div>



<div id="col-g-z0m70zr" class="wp-block-gutentor-m0-col col-g-z0m70zr gutentor-carousel-item"><div id="section-g-z0m70zr" class="section-g-z0m70zr gutentor-col-wrap has-color-bg has-custom-bg">
<div id="section-g-9xl3an4" class="wp-block-gutentor-e6 section-g-9xl3an4 gutentor-element gutentor-element-image text-align-center-desktop"><div class="gutentor-element-image-box"><a class="gutentor-element-image-link" href="https://culturadefato.com.br/foi-morar-em-nazare/"><div class="gutentor-image-thumb"><img decoding="async" class="normal-image" src="https://culturadefato.com.br/wp-content/uploads/2020/12/MariaJoseJesus.jpg" alt="José, Maria e Jesus" /></div></a></div></div>



<p class="has-text-align-center"><br><em><a href="https://culturadefato.com.br/foi-morar-em-nazare/">Foi morar em Nazaré</a></em>,<br>por <a href="https://culturadefato.com.br/author/domdevairaraujofonseca/">Dom Devair Araújo da Fonseca</a></p>
</div></div>



<div id="col-g-a3rdur1" class="wp-block-gutentor-m0-col col-g-a3rdur1 gutentor-carousel-item"><div id="section-g-a3rdur1" class="section-g-a3rdur1 gutentor-col-wrap has-color-bg has-custom-bg">
<div id="section-g-vel8ypd" class="wp-block-gutentor-e6 section-g-vel8ypd gutentor-element gutentor-element-image text-align-center-desktop"><div class="gutentor-element-image-box"><a class="gutentor-element-image-link" href="https://culturadefato.com.br/vai-e-faz-a-mesma-coisa/"><div class="gutentor-image-thumb"><img decoding="async" class="normal-image" src="https://culturadefato.com.br/wp-content/uploads/2025/07/BomSamaritano_Langetti.jpg" alt="Obra: &quot;O bom samaritano&quot; (entre 1660 e 1665), por Giovan Battista Langetti (1625 – 1676)." /></div></a></div></div>



<p class="has-text-align-center"><br><em><a href="https://culturadefato.com.br/vai-e-faz-a-mesma-coisa/">“Vai e faz a mesma coisa”</a></em>,<br>por <a href="https://culturadefato.com.br/author/padrecarlosalbertodoutel/">Padre Carlos Alberto Doutel</a></p>
</div></div>



<div id="col-g-l2y76wp" class="wp-block-gutentor-m0-col col-g-l2y76wp gutentor-carousel-item"><div id="section-g-l2y76wp" class="section-g-l2y76wp gutentor-col-wrap has-color-bg has-custom-bg">
<div id="section-g-umah1vs" class="wp-block-gutentor-e6 section-g-umah1vs gutentor-element gutentor-element-image text-align-center-desktop"><div class="gutentor-element-image-box"><a class="gutentor-element-image-link" href="https://culturadefato.com.br/o-que-e-um-sinodo/"><div class="gutentor-image-thumb"><img decoding="async" class="normal-image" src="https://culturadefato.com.br/wp-content/uploads/2020/10/Clerigos.jpg" alt="Clérigos (representando um sínodo)" /></div></a></div></div>



<p class="has-text-align-center"><br><em><a href="https://culturadefato.com.br/o-que-e-um-sinodo/">O que é um sínodo?</a></em>,<br>por <a href="https://culturadefato.com.br/author/domdevairaraujofonseca/">Dom Devair Araújo da Fonseca</a></p>
</div></div>



<div id="col-g-y5bwbjw" class="wp-block-gutentor-m0-col col-g-y5bwbjw gutentor-carousel-item"><div id="section-g-y5bwbjw" class="section-g-y5bwbjw gutentor-col-wrap has-color-bg has-custom-bg">
<div id="section-g-t1qfim1" class="wp-block-gutentor-e6 section-g-t1qfim1 gutentor-element gutentor-element-image text-align-center-desktop"><div class="gutentor-element-image-box"><a class="gutentor-element-image-link" href="#main"><div class="gutentor-image-thumb"><img decoding="async" class="normal-image" src="https://culturadefato.com.br/wp-content/uploads/2026/03/Lamentacao.jpg" alt="Recorte do afresco &quot;Lamentação&quot; (1305), de Giotto di Bondone (1267 - 1337)." /></div></a></div></div>



<p class="has-text-align-center"><br><a href="#main">Retornar ao topo</a></p>
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			</item>
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		<title>O conforto de errar com a maioria</title>
		<link>https://culturadefato.com.br/o-conforto-de-errar-com-a-maioria/</link>
					<comments>https://culturadefato.com.br/o-conforto-de-errar-com-a-maioria/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Patrícia Castro]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 23 Feb 2026 01:44:43 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Filosofia e História]]></category>
		<category><![CDATA[Caravaggio]]></category>
		<category><![CDATA[COVID-19]]></category>
		<category><![CDATA[Cristo]]></category>
		<category><![CDATA[Homem-Massa]]></category>
		<category><![CDATA[Jesus Cristo]]></category>
		<category><![CDATA[José Ortega y Gasset]]></category>
		<category><![CDATA[Moralidade]]></category>
		<category><![CDATA[Santo Agostinho]]></category>
		<category><![CDATA[São João Paulo II]]></category>
		<category><![CDATA[São Tomás de Aquino]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>“Quando o erro se torna coletivo, ele deixa de parecer erro e passa a assumir a forma de consenso. A responsabilidade pessoal se dilui, e a consciência encontra repouso na estatística: <em>se todos pensam assim, logo não pode estar errado</em>.”</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="has-text-align-center">“<em>Quem diz verdades perde amizades.</em>”<br><span data-tooltip-position="top" data-tooltip="Tomás de Aquino (1225 - 1274) santo e frade católico italiano, cujas obras tiveram enorme influência na teologia e na filosofia, principalmente na tradição conhecida como Escolástica. É conhecido como ''Doctor Angelicus''.">São Tomás de Aquino</span> (1225 &#8211; 1274)</p>



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<p class="has-drop-cap">Poucas coisas são tão sedutoras quanto errar acompanhado. Quando o erro se torna coletivo, ele deixa de parecer erro e passa a assumir a forma de consenso. A responsabilidade pessoal se dilui, e a consciência encontra repouso na estatística: &#8220;<em>se todos pensam assim, logo não pode estar errado&#8221;</em>.</p>



<p><span data-tooltip-position="right" data-tooltip="José Ortega y Gasset (1883 – 1955) filósofo espanhol.">José Ortega y Gasset</span> chamou esse fenômeno de mentalidade do homem-massa:<strong>&nbsp;</strong>aquele que não quer razões, mas resultados; que não busca a verdade, prefere o conforto e considera ofensivo tudo aquilo que o obriga a pensar. Para o homem-massa, a discordância&nbsp; ameaça à sua tranquilidade.</p>



<p>A busca da verdade exige esforço, risco e, muitas vezes, isolamento. Já o erro compartilhado oferece abrigo. E poucos episódios recentes revelaram isso de forma tão clara quanto o que ocorreu durante a pandemia da <span data-tooltip-position="top" data-tooltip="Desde o início de fevereiro de 2019, a OMS passou a chamar oficialmente a doença causada pelo coronavírus de COVID-19, que é a sigla de COrona VIrus Disease, o sufixo''19'' indica o ano de 2019, quando os primeiros casos em Wuhan, na China, foram divulgados.">COVID-19</span>.</p>



<p>Naquele período, médicos e cientistas que defendiam prevenção, cautela, debate científico aberto e pluralidade de abordagens foram ridicularizados, censurados e moralmente desqualificados. Não importava o currículo, a experiência clínica ou a intenção de proteger vidas. Bastava divergir do discurso dominante para ser tachado de irresponsável ou negacionista.</p>



<p>Ao mesmo tempo, aqueles que defendiam a vacinação em massa com produtos ainda em fase experimental, amparados por uma narrativa oficial e por grandes instituições, foram automaticamente elevados à condição de autoridades morais. Questioná-los não era visto como prudência científica, mas como heresia social. Não se podia debater; apenas obedecer — mesmo quando essa obediência pudesse custar a própria vida.</p>



<p>Pensar sempre representa um perigo para aqueles que desejam exercer domínio. Por isso, o apelo emocional torna-se a ferramenta preferida: ele dispensa argumentos, silencia perguntas e substitui a ciência por algo bem distante da verdade — o consenso.</p>



<p>Independentemente da posição que se adote hoje sobre aqueles acontecimentos, ninguém pode negar o quanto o comportamento coletivo foi revelador. A maioria não quis pensar, mas alinhar-se, pertencer ao rebanho que era conduzido pela narrativa oficial. E, como advertia Ortega, ser diferente tornou-se indecente.</p>



<p>Para desfazer esse pensamento bizarro, recorramos a <span data-tooltip-position="left" data-tooltip="Agostinho de Hipona (354 d. C. - 430 d. C.) foi um dos mais importantes teólogos e filósofos nos primeiros séculos do cristianismo.">Santo Agostinho</span> que desmonta essa lógica com clareza desarmante:&nbsp;<em>“A verdade não é alterada pelo número dos que nela creem.”</em>&nbsp;A aclamação não transforma hipótese em verdade, nem o isolamento converte um argumento em erro. A verdade permanece o que é, ainda que seja incômoda e minoritária.</p>



<p>Podemos relembrar também as palavras de Jesus advertindo que a porta do céu é estreita. Infelizmente, apesar de todo o sacrifício feito por Ele, muitos optam pela porta larga e caminham para a perdição porque amam mais este mundo atolado em mentiras do que a Deus. Em outras palavras, preferem uma mentira confortável a uma verdade incômoda.</p>



<p>Mais grave ainda é a dimensão moral desse fenômeno. <span data-tooltip-position="top" data-tooltip="Karol Józef Wojtyla (1920 - 2005), Papa da Igreja Católica de 22 de outubro de 1978 a 2 de abril de 2005.">São João Paulo II</span> ensina, na&nbsp;<em>Veritatis Splendor</em>, que&nbsp;uma consciência errônea continua sendo culpável quando a pessoa se recusa a procurar a verdade.&nbsp;Não é apenas o erro que compromete, mas a preguiça deliberada de pensar, o medo de questionar e a recusa de sair do conforto do rebanho.</p>



<p>A pandemia revelou muito sobre a questão sanitária, mas, no dia a dia, inúmeras pessoas continuam enfrentando problemas dos mais diversos porque se recusam a abrir a mente para buscar a verdade, custe o que custar.</p>



<p>Disse Jesus:&nbsp;<em>“Conhecereis a verdade e a verdade vos libertará”</em>&nbsp;(<a href="https://www.bibliaonline.com.br/acf/jo/8/32+" target="_blank" rel="noreferrer noopener nofollow">Jo 8,32</a>). Isso vale para qualquer área da vida.</p>



<p>Se você é um desses que ama ser aceito por todo mundo e foge de discussões que contestam suas ideias, vai um conselho: saia da caverna. Existe um mundo ensolarado esperando por você lá fora.</p>



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<p class="has-text-align-right">Por&nbsp;<a href="https://culturadefato.com.br/author/patriciacastro/">Patrícia Castro</a>.<br>Publicado no&nbsp;<em>website</em>&nbsp;da autora,&nbsp;<a href="https://patriciacastro.org/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">patriciacastro.org</a>, em 24 de janeiro de 2026.</p>



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<p class="has-background has-very-light-gray-background-color"><strong>Nota da editoria:</strong><br><br>A imagem da capa é um recorte da obra: “<em>A Negação de São Pedro</em>” (1610), de de <span data-tooltip-position="top" data-tooltip="Michelangelo Merisi (Michele Angelo Merigi or Amerighi) da Caravaggio (1571 - 1610) foi pintor italiano.">Caravaggio</span> (1571-1610).<br><br><strong>Sobre a pintura:</strong> a luz concentra-se no momento exato da fraqueza humana. Pedro, confrontado, hesita e nega. Ao seu redor, a sombra domina a cena, enquanto a claridade ilumina não apenas seu rosto, mas também os acusadores e o gesto que o denuncia, intensificando a tensão do instante. A iluminação transforma o acontecimento bíblico em símbolo universal — o momento em que, por medo ou pressão do ambiente, alguém escolhe alinhar-se à maioria em vez de permanecer fiel à verdade. A luz não acusa; revela. E, ao revelar, expõe o conflito entre pertencimento e convicção, tema que atravessa este artigo.</p>



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<h2 class="wp-block-heading has-text-align-center">Mais da autora:</h2>



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<section id="gm71bf303" class="wp-block-gutentor-m0 alignfull section-gm71bf303 gutentor-module gutentor-module-carousel has-color-bg has-custom-bg gutentor-slick-a-default-desktop gutentor-slick-a-default-tablet gutentor-slick-a-default-mobile"><div class="grid-container"><div class="gutentor-module-carousel-row" data-dots="false" data-dotstablet="false" data-dotsmobile="false" data-arrows="true" data-arrowstablet="true" data-arrowsmobile="true" data-infinite="true" data-autoplay="true" data-draggable="true" data-pauseonfocus="true" data-pauseonhover="true" data-autoplayspeed="4500" data-cmondesktop="false" data-cmontablet="false" data-cmonmobile="false" data-nextarrow="fas fa-angle-right" data-prevarrow="fas fa-angle-left" data-arrowspositiondesktop="gutentor-slick-a-default-desktop" data-arrowspositiontablet="gutentor-slick-a-default-tablet" data-arrowspositionmobile="gutentor-slick-a-default-mobile" data-speed="300" data-slideitemdesktop="2" data-slideitemtablet="3" data-slideitemmobile="1" data-slidescroll-desktop="2" data-slidescroll-tablet="3" data-slidescroll-mobile="1">
<div id="col-g-03n81ua" class="wp-block-gutentor-m0-col col-g-03n81ua gutentor-carousel-item"><div id="section-g-03n81ua" class="section-g-03n81ua gutentor-col-wrap has-color-bg has-custom-bg">
<div id="section-g-lepfdsl" class="wp-block-gutentor-e6 section-g-lepfdsl gutentor-element gutentor-element-image text-align-center-desktop"><div class="gutentor-element-image-box"><a class="gutentor-element-image-link" href="https://culturadefato.com.br/desmentindo-os-mitos-da-idade-media-como-a-igreja-catolica-construiu-a-civilizacao-ocidental/"><div class="gutentor-image-thumb"><img decoding="async" class="normal-image" src="https://culturadefato.com.br/wp-content/uploads/2026/01/DisputaSantissimoSacramento.jpg" alt="Obra: &quot;A Disputa do Santíssimo Sacramento&quot; (1509–1510). Primeira parte da encomenda feita a Rafael para a decoração em afrescos das salas hoje conhecidas como Salas de Rafael (Stanze di Raffaello), no Palácio Apostólico do Vaticano." /></div></a></div></div>



<p class="has-text-align-center"><br><a href="https://culturadefato.com.br/desmentindo-os-mitos-da-idade-media-como-a-igreja-catolica-construiu-a-civilizacao-ocidental/"><em>Desmentindo mitos da Idade Média: “Como a Igreja Católica construiu a Civilização Ocidental”</em></a></p>
</div></div>



<div id="col-g-z0m70zr" class="wp-block-gutentor-m0-col col-g-z0m70zr gutentor-carousel-item"><div id="section-g-z0m70zr" class="section-g-z0m70zr gutentor-col-wrap has-color-bg has-custom-bg">
<div id="section-g-9xl3an4" class="wp-block-gutentor-e6 section-g-9xl3an4 gutentor-element gutentor-element-image text-align-center-desktop"><div class="gutentor-element-image-box"><a class="gutentor-element-image-link" href="https://culturadefato.com.br/a-barbarie-legalizada-civilizacao-sem-deus-justica-sem-alma/"><div class="gutentor-image-thumb"><img decoding="async" class="normal-image" src="https://culturadefato.com.br/wp-content/uploads/2026/01/AEntradaDeCristoEmBruxelas.jpg" alt="Obra: &quot;A Entrada de Cristo em Bruxelas&quot; (1888), de James Ensor (1860 - 1949)." /></div></a></div></div>



<p class="has-text-align-center"><br><em><a href="https://culturadefato.com.br/a-barbarie-legalizada-civilizacao-sem-deus-justica-sem-alma/">A barbárie legalizada: civilização sem Deus, justiça sem alma</a></em></p>
</div></div>



<div id="col-g-a3rdur1" class="wp-block-gutentor-m0-col col-g-a3rdur1 gutentor-carousel-item"><div id="section-g-a3rdur1" class="section-g-a3rdur1 gutentor-col-wrap has-color-bg has-custom-bg">
<div id="section-g-vel8ypd" class="wp-block-gutentor-e6 section-g-vel8ypd gutentor-element gutentor-element-image text-align-center-desktop"><div class="gutentor-element-image-box"><a class="gutentor-element-image-link" href="https://culturadefato.com.br/quando-o-tempo-andava-devagar/"><div class="gutentor-image-thumb"><img decoding="async" class="normal-image" src="https://culturadefato.com.br/wp-content/uploads/2025/12/TheDanceToTheMsicOfTime.jpg" alt="Recorte da obra: &quot;Uma dança ao som da música do tempo&quot; (1634 – 1636), de Nicolas Poussin (1594 - 1665)." /></div></a></div></div>



<p class="has-text-align-center"><br><em><a href="https://culturadefato.com.br/quando-o-tempo-andava-devagar/">Quando o tempo andava devagar</a></em></p>
</div></div>



<div id="col-g-l2y76wp" class="wp-block-gutentor-m0-col col-g-l2y76wp gutentor-carousel-item"><div id="section-g-l2y76wp" class="section-g-l2y76wp gutentor-col-wrap has-color-bg has-custom-bg">
<div id="section-g-umah1vs" class="wp-block-gutentor-e6 section-g-umah1vs gutentor-element gutentor-element-image text-align-center-desktop"><div class="gutentor-element-image-box"><a class="gutentor-element-image-link" href="https://culturadefato.com.br/a-verdade-sobre-a-inquisicao-desfazendo-os-mitos/"><div class="gutentor-image-thumb"><img decoding="async" class="normal-image" src="https://culturadefato.com.br/wp-content/uploads/2025/09/AutoDeFeEnLaPlazaMayorDeMadrid.jpg" alt="Obra: &quot;Auto de Fe en la plaza Mayor de Madrid&quot; (1683), por Francisco Rizi (1614 – 1685)." /></div></a></div></div>



<p class="has-text-align-center"><br><em><a href="https://culturadefato.com.br/a-verdade-sobre-a-inquisicao-desfazendo-os-mitos/">A Verdade sobre a Inquisição: desfazendo os mitos</a></em></p>
</div></div>



<div id="col-g-gg5bpgr" class="wp-block-gutentor-m0-col col-g-gg5bpgr gutentor-carousel-item"><div id="section-g-gg5bpgr" class="section-g-gg5bpgr gutentor-col-wrap has-color-bg has-custom-bg">
<div id="section-g-ssqpa11" class="wp-block-gutentor-e6 section-g-ssqpa11 gutentor-element gutentor-element-image text-align-center-desktop"><div class="gutentor-element-image-box"><a class="gutentor-element-image-link" href="https://patriciacastro.org/"><div class="gutentor-image-thumb"><img decoding="async" class="normal-image" src="https://culturadefato.com.br/wp-content/uploads/2026/02/WebSitePatriciaCastro.jpg" alt="Print do website da Patrícia Castro" /></div></a></div></div>



<p class="has-text-align-center"><br><a href="https://patriciacastro.org/">Conheça o <em>website</em> da autora</a></p>
</div></div>



<div id="col-g-y5bwbjw" class="wp-block-gutentor-m0-col col-g-y5bwbjw gutentor-carousel-item"><div id="section-g-y5bwbjw" class="section-g-y5bwbjw gutentor-col-wrap has-color-bg has-custom-bg">
<div id="section-g-t1qfim1" class="wp-block-gutentor-e6 section-g-t1qfim1 gutentor-element gutentor-element-image text-align-center-desktop"><div class="gutentor-element-image-box"><a class="gutentor-element-image-link" href="#main"><div class="gutentor-image-thumb"><img decoding="async" class="normal-image" src="https://culturadefato.com.br/wp-content/uploads/2026/02/NegacaoDeSaoPedro.jpg" alt="Recorte da obra: &quot;A Negação de São Pedro&quot; (1610), de Caravaggio (1571-1610)." /></div></a></div></div>



<p class="has-text-align-center"><br><a href="#main">Retornar ao topo</a></p>
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		<title>Fraternidade e conversão</title>
		<link>https://culturadefato.com.br/fraternidade-e-conversao/</link>
					<comments>https://culturadefato.com.br/fraternidade-e-conversao/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Dom Rogério Augusto das Neves]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 19 Feb 2026 03:01:03 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cristianismo]]></category>
		<category><![CDATA[Jesus Cristo]]></category>
		<category><![CDATA[Leão XIV]]></category>
		<category><![CDATA[Padre Pio de Pietrelcina]]></category>
		<category><![CDATA[Povo de Deus]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>“Beneficência e caridade não são necessariamente a mesma coisa. São Paulo falou sobre isso quando escreveu aos Coríntios: <em>Ainda que distribuísse todos os meus bens em sustento dos pobres, e ainda que entregasse o meu corpo para ser queimado, se não tiver caridade, de nada valeria!</em> (1Cor 13,3).”</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="has-text-align-center">“<em>O verdadeiro servo de Deus é aquele que usa a caridade para com seu próximo,</em><br><em>que está decidido a fazer a vontade de Deus a todo custo, que vive em profunda humildade e simplicidade.</em>”<br><span data-tooltip-position="top" data-tooltip="Francesco Forgione (1887-1968) foi um frade capuchinho e sacerdote católico italiano, nascido na comuna de Pietrelcina e falecido em San Giovanni Rotondo é(comuna italiana da região da Puglia). Foi canonizado em 2002 pelo Papa São João Paulo II com o título de São Pio de Pietrelcina.">Padre Pio de Pietrelcina</span> (1887-1968)</p>



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<p class="has-drop-cap">Beneficência e caridade não são necessariamente a mesma coisa. São Paulo falou sobre isso quando escreveu aos Coríntios: “<em>Ainda que distribuísse todos os meus bens em sustento dos pobres, e ainda que entregasse o meu corpo para ser queimado, se não tiver caridade, de nada valeria!</em>” (<a href="https://www.bibliaonline.com.br/acf/1co/13/3" target="_blank" rel="noreferrer noopener nofollow">1Cor 13,3</a>).</p>



<p>O bem realizado só se torna caridade, quando é realizado por quem seja capaz de buscar a conversão e a bondade. Desse modo, a própria pessoa assume as características do amor que pratica, conforme ensina o mesmo Paulo: “<em>A caridade é paciente, é bondosa. Não tem inveja. A caridade não é orgulhosa. Não é arrogante. Nem escandalosa. Não busca os seus próprios interesses, não se irrita, não guarda rancor. Não se alegra com a injustiça, mas se rejubila com a verdade. Tudo desculpa, tudo crê, tudo espera, tudo suporta</em>” (<a href="https://www.bibliaonline.com.br/nvi/1co/13/4-7" target="_blank" rel="noreferrer noopener nofollow">1Cor 13,4-7</a>).</p>



<p>É por isso que não faz sentido pensar que o bem possa ser realizado por quem só alimenta o ódio. E também é inconcebível que se fale de fraternidade sem que se assuma a atitude fraterna que caracteriza quem quer construí-la. “<em>A fraternidade nasce de um dado profundamente humano. Somos capazes de relação e, se quisermos, sabemos construir ligames autênticos entre nós. Sem relações, que nos sustentam e que nos enriquecem desde o início da nossa vida, não poderemos sobreviver, crescer e aprender. (…) Se somos inclinados sobre nós mesmos, corremos o risco de adoecermos de solidão, e também de um narcisismo que só se preocupa com os outros por interesse. O outro se reduz então a alguém do qual se recebe, sem que nunca estejamos dispostos a dar, a doar&#8211;nos. Sabemos bem que também hoje a fraternidade não nasce sozinha, não é imediata. Muitos conflitos, tantas guerras espalhadas pelo mundo, tensões sociais e sentimentos de ódio parecem demonstrar o contrário. Todavia, a fraternidade não é só um belo sonho impossível, não é um desejo de poucos iludidos. Mas, para superar as sombras que a ameaçam, é necessário ir às fontes, e sobretudo encontrar luz e força no único que nos liberta do veneno da inimizade</em>” (<span data-tooltip-position="top" data-tooltip="Robert Francis Prevost, atualmente o 267º Papa da História. Nasceu em território estadunidense (1955, Chicago, Illinois), é cidadão naturalizado peruano. É bacharel em Matemática, e aos 27 anos foi enviado por seus superiores a Roma para estudar Direito Canônico.">Leão XIV</span>, <a href="https://www.vatican.va/content/leo-xiv/pt/audiences/2025/documents/20251112-udienza-generale.html" target="_blank" rel="noreferrer noopener nofollow">Audiência Geral, 12.11.2025</a>). “<em>Porque Ele é a nossa paz, Ele que de dois povos fez um só, destruindo o muro de inimizada que os separava</em>” (<a href="https://www.bibliaonline.com.br/acf/ef/2/14" target="_blank" rel="noreferrer noopener nofollow">Ef 2,14</a>). É, portanto, de nossa conversão a Cristo que nasce a verdadeira fraternidade e, sem essa conversão, não é possível falar de Cristo.</p>



<p>Por isso, Ele ensinou: “<em>Quando deres esmola, não toques a trombeta diante de ti, como fazem os hipócritas nas sinagogas e nas ruas, para serem elogiados pelos homens. Em verdade vos digo: eles já receberam a sua recompensa. Ao contrário, quando deres esmola, que a tua mão esquerda não saiba o que faz a tua mão direita, de modo que a tua esmola fique oculta. E o teu Pai, que vê o que está oculto, te dará a recompensa</em>” (<a href="https://www.bibliaonline.com.br/acf/mt/6/2-4" target="_blank" rel="noreferrer noopener nofollow">Mt 6,2-4</a>).</p>



<p>Mas, falando em conversão, não podemos pensar que se trate de uma coisa íntima, que diga respeito só a nós mesmos, tal como ensina São Tiago: “<em>De que aproveitará, irmãos, a alguém dizer que tem fé, se não tiver obras? Acaso essa fé poderá salvá-lo? Se a um irmão ou a uma irmã faltarem roupas e o alimento cotidiano, e algum de vós lhes disser: ‘Ide em paz, aquecei-vos e fartai-vos’, mas não lhes der o necessário para o corpo, de que lhes aproveitará? Assim também a fé: se não tiver obras, é morta em si mesma</em>” (<a href="https://www.bibliaonline.com.br/acf/tg/2/14-17" target="_blank" rel="noreferrer noopener nofollow">Tg 2, 14-17</a>).</p>



<br>



<p class="has-text-align-right">Escrito por <a href="https://culturadefato.com.br/author/domrogerioaugustodasneves/">Dom Rogério Augusto das Neves</a> (Bispo Auxiliar de São Paulo, SP).<br>Artigo extraído do suplemento do folheto litúrgico <em><a href="https://arquisp.org.br/wp-content/uploads/2025/12/Ano-50A-16-4a-FEIRA-DE-CINZAS.pdf" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Povo de Deus</a></em>, de 18 de fevereiro de 2026 (quarta-feira de cinzas).<br>Para acessar folhetos litúrgicos de outras datas, acesse o <em>website </em>da <a href="http://arquisp.org.br/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Arquidiocese de São Paulo</a> ou <a href="https://arquisp.org.br/folheto-povo-de-deus/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">clique aqui</a>.</p>



<br>



<p class="has-background has-very-light-gray-background-color"><strong>Nota da editoria:</strong><br><br>A imagem da capa é um recorte da obra: “<em>As Respigadoras</em>” (1857), de Jean-François Millet (1814-1875).<br><br><strong>Sobre a pintura:</strong> retrata três camponesas em primeiro plano, inclinadas para recolher os restos da colheita de trigo. Seus olhares não se dirigem ao espectador, e seus rostos permanecem sombreados, quase anônimos. Ao fundo, o senhorio supervisiona os trabalhadores à distância, o que sugere que as mulheres em primeiro plano ocupam posição tão baixa na hierarquia social que sequer exigem vigilância direta. A solidariedade silenciosa e a dignidade partilhada no trabalho evocam uma fraternidade social discreta, nascida da própria condição comum.</p>



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<hr class="wp-block-separator has-alpha-channel-opacity is-style-dots"/>



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<h2 class="wp-block-heading has-text-align-center">Mais textos originalmente publicados no Povo de Deus:</h2>



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<section id="gm71bf303" class="wp-block-gutentor-m0 alignfull section-gm71bf303 gutentor-module gutentor-module-carousel has-color-bg has-custom-bg gutentor-slick-a-default-desktop gutentor-slick-a-default-tablet gutentor-slick-a-default-mobile"><div class="grid-container"><div class="gutentor-module-carousel-row" data-dots="false" data-dotstablet="false" data-dotsmobile="false" data-arrows="true" data-arrowstablet="true" data-arrowsmobile="true" data-infinite="true" data-autoplay="true" data-draggable="true" data-pauseonfocus="true" data-pauseonhover="true" data-autoplayspeed="4500" data-cmondesktop="false" data-cmontablet="false" data-cmonmobile="false" data-nextarrow="fas fa-angle-right" data-prevarrow="fas fa-angle-left" data-arrowspositiondesktop="gutentor-slick-a-default-desktop" data-arrowspositiontablet="gutentor-slick-a-default-tablet" data-arrowspositionmobile="gutentor-slick-a-default-mobile" data-speed="300" data-slideitemdesktop="2" data-slideitemtablet="3" data-slideitemmobile="1" data-slidescroll-desktop="2" data-slidescroll-tablet="3" data-slidescroll-mobile="1">
<div id="col-g-03n81ua" class="wp-block-gutentor-m0-col col-g-03n81ua gutentor-carousel-item"><div id="section-g-03n81ua" class="section-g-03n81ua gutentor-col-wrap has-color-bg has-custom-bg">
<div id="section-g-lepfdsl" class="wp-block-gutentor-e6 section-g-lepfdsl gutentor-element gutentor-element-image text-align-center-desktop"><div class="gutentor-element-image-box"><a class="gutentor-element-image-link" href="https://culturadefato.com.br/como-nao-ser-surpreendidos-por-aquilo-que-estavamos-esperando/"><div class="gutentor-image-thumb"><img decoding="async" class="normal-image" src="https://culturadefato.com.br/wp-content/uploads/2023/10/CincoDelasEramPrudentes_WalterRane.jpg" alt="Obra: &quot;Cinco delas eram prudentes&quot;, por Walter Rane." /></div></a></div></div>



<p class="has-text-align-center"><br><em><a href="https://culturadefato.com.br/como-nao-ser-surpreendidos-por-aquilo-que-estavamos-esperando/">Como não ser surpreendidos por aquilo que estávamos esperando?</a></em>, por <a href="https://culturadefato.com.br/author/domrogerioaugustodasneves/">Dom Rogério Augusto das Neves</a></p>
</div></div>



<div id="col-g-z0m70zr" class="wp-block-gutentor-m0-col col-g-z0m70zr gutentor-carousel-item"><div id="section-g-z0m70zr" class="section-g-z0m70zr gutentor-col-wrap has-color-bg has-custom-bg">
<div id="section-g-9xl3an4" class="wp-block-gutentor-e6 section-g-9xl3an4 gutentor-element gutentor-element-image text-align-center-desktop"><div class="gutentor-element-image-box"><a class="gutentor-element-image-link" href="https://culturadefato.com.br/foi-morar-em-nazare/"><div class="gutentor-image-thumb"><img decoding="async" class="normal-image" src="https://culturadefato.com.br/wp-content/uploads/2020/12/MariaJoseJesus.jpg" alt="José, Maria e Jesus" /></div></a></div></div>



<p class="has-text-align-center"><br><em><a href="https://culturadefato.com.br/foi-morar-em-nazare/">Foi morar em Nazaré</a></em>,<br>por <a href="https://culturadefato.com.br/author/domdevairaraujofonseca/">Dom Devair Araújo da Fonseca</a></p>
</div></div>



<div id="col-g-a3rdur1" class="wp-block-gutentor-m0-col col-g-a3rdur1 gutentor-carousel-item"><div id="section-g-a3rdur1" class="section-g-a3rdur1 gutentor-col-wrap has-color-bg has-custom-bg">
<div id="section-g-vel8ypd" class="wp-block-gutentor-e6 section-g-vel8ypd gutentor-element gutentor-element-image text-align-center-desktop"><div class="gutentor-element-image-box"><a class="gutentor-element-image-link" href="https://culturadefato.com.br/vai-e-faz-a-mesma-coisa/"><div class="gutentor-image-thumb"><img decoding="async" class="normal-image" src="https://culturadefato.com.br/wp-content/uploads/2025/07/BomSamaritano_Langetti.jpg" alt="Obra: &quot;O bom samaritano&quot; (entre 1660 e 1665), por Giovan Battista Langetti (1625 – 1676)." /></div></a></div></div>



<p class="has-text-align-center"><br><em><a href="https://culturadefato.com.br/vai-e-faz-a-mesma-coisa/">“Vai e faz a mesma coisa”</a></em>,<br>por <a href="https://culturadefato.com.br/author/padrecarlosalbertodoutel/">Padre Carlos Alberto Doutel</a></p>
</div></div>



<div id="col-g-l2y76wp" class="wp-block-gutentor-m0-col col-g-l2y76wp gutentor-carousel-item"><div id="section-g-l2y76wp" class="section-g-l2y76wp gutentor-col-wrap has-color-bg has-custom-bg">
<div id="section-g-umah1vs" class="wp-block-gutentor-e6 section-g-umah1vs gutentor-element gutentor-element-image text-align-center-desktop"><div class="gutentor-element-image-box"><a class="gutentor-element-image-link" href="https://culturadefato.com.br/o-que-e-um-sinodo/"><div class="gutentor-image-thumb"><img decoding="async" class="normal-image" src="https://culturadefato.com.br/wp-content/uploads/2020/10/Clerigos.jpg" alt="Clérigos (representando um sínodo)" /></div></a></div></div>



<p class="has-text-align-center"><br><em><a href="https://culturadefato.com.br/o-que-e-um-sinodo/">O que é um sínodo?</a></em>,<br>por <a href="https://culturadefato.com.br/author/domdevairaraujofonseca/">Dom Devair Araújo da Fonseca</a></p>
</div></div>



<div id="col-g-gg5bpgr" class="wp-block-gutentor-m0-col col-g-gg5bpgr gutentor-carousel-item"><div id="section-g-gg5bpgr" class="section-g-gg5bpgr gutentor-col-wrap has-color-bg has-custom-bg">
<div id="section-g-ssqpa11" class="wp-block-gutentor-e6 section-g-ssqpa11 gutentor-element gutentor-element-image text-align-center-desktop"><div class="gutentor-element-image-box"><a class="gutentor-element-image-link" href="https://culturadefato.com.br/postagens-selecionadas-do-telegram-fevereiro-de-2025/#Top3"><div class="gutentor-image-thumb"><img decoding="async" class="normal-image" src="https://culturadefato.com.br/wp-content/uploads/2025/03/BoloDe10Anos.jpg" alt="Bolo de 10 anos" /></div></a></div></div>



<p class="has-text-align-center"><br><em><a href="https://culturadefato.com.br/postagens-selecionadas-do-telegram-fevereiro-de-2025/#Top3">Panfleto Povo de Deus</a></em>,<br>por <a href="https://culturadefato.com.br/author/editoriaculturadefato/">Editoria Cultura de Fato</a></p>
</div></div>



<div id="col-g-y5bwbjw" class="wp-block-gutentor-m0-col col-g-y5bwbjw gutentor-carousel-item"><div id="section-g-y5bwbjw" class="section-g-y5bwbjw gutentor-col-wrap has-color-bg has-custom-bg">
<div id="section-g-t1qfim1" class="wp-block-gutentor-e6 section-g-t1qfim1 gutentor-element gutentor-element-image text-align-center-desktop"><div class="gutentor-element-image-box"><a class="gutentor-element-image-link" href="#main"><div class="gutentor-image-thumb"><img decoding="async" class="normal-image" src="https://culturadefato.com.br/wp-content/uploads/2026/02/AsRespigadoras.jpg" alt="Recorte da obra: &quot;As Respigadoras&quot; (1857), de Jean-François Millet (1814-1875)." /></div></a></div></div>



<p class="has-text-align-center"><br><a href="#main">Retornar ao topo</a></p>
</div></div>
</div></div></section>



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		<title>Postagens selecionadas do Telegram (dezembro de 2025)</title>
		<link>https://culturadefato.com.br/postagens-selecionadas-do-telegram-dezembro-de-2025/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Diversos]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 01 Jan 2026 02:59:19 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cristianismo]]></category>
		<category><![CDATA[Política e Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Suplementos]]></category>
		<category><![CDATA[Alexandre de Moraes]]></category>
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		<guid isPermaLink="false">https://culturadefato.com.br/?p=26762</guid>

					<description><![CDATA[<p>Esta publicação reúne seis postagens imperecíveis de dezembro de 2025. Divirta-se com José Vasconcellos, o “pai” da comédia <em>stand-up</em> no Brasil; compreenda, em apenas dois parágrafos, qual é a postura correta de um juiz e por quê; descubra a verdadeira beleza do Natal em um excerto da obra <em>L’Année Liturgique</em>, de Dom Prosper Guéranger; e muito mais.</p>
<p>O post <a href="https://culturadefato.com.br/postagens-selecionadas-do-telegram-dezembro-de-2025/">Postagens selecionadas do Telegram (dezembro de 2025)</a> apareceu primeiro em <a href="https://culturadefato.com.br">Cultura de Fato</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="has-text-align-center" id="Epigrafe"><em><sup>*</sup>&nbsp;Acesse apanhados de outros períodos.&nbsp;<a href="#OutrosPeriodos">Links</a>&nbsp;disponíveis no término desta postagem.</em></p>



<hr class="wp-block-separator has-alpha-channel-opacity is-style-wide"/>



<br>



<h1 class="wp-block-heading has-text-align-center">Sumário</h1>



<br>



<ol class="wp-block-list">
<li id="RefTop01"><a href="#Top01">Toga e palanque: uma incompatibilidade institucional</a> (política)</li>



<li id="RefTop02"><a href="#Top02">O “pai” da comédia stand up no Brasil, não sabia “lacrar”</a> (suplemento/humor)</li>



<li id="RefTop03"><a href="#Top03">Como “entrar” no Ano Novo</a> (suplemento)</li>



<li id="RefTop04"><a href="#Top04">Duas verdades básicas cuja compreensão é urgente</a> (política/história)</li>



<li id="RefTop05"><a href="#Top05">Lupo decidiu encerrar suas operações produtivas no país</a> (política/economia)</li>



<li id="RefTop06"><a href="#Top06">Sem Cristo, não há Natal</a> (cristianismo)</li>
</ol>



<br>



<hr class="wp-block-separator has-alpha-channel-opacity is-style-dots"/>



<br>



<h2 class="wp-block-heading" id="Top01">1. Toga e palanque: uma incompatibilidade institucional <a href="#RefTop01"><img loading="lazy" decoding="async" width="14" height="10" class="wp-image-105" style="width: 14px;" src="https://culturadefato.com.br/wp-content/uploads/2020/06/Subir.jpg" alt="Subir"></a></h2>



<br>



<p class="has-drop-cap">Tradicionalmente, um juiz deve ter um papel discreto e imparcial. Seus atos não são louváveis, pois não são seus, mas a mera aplicação das leis. Além disso, em sua função, não admira ninguém, não louva ninguém, principalmente quem está em posição de ser julgado por ele.</p>



<p>Por isso, um ministro do Supremo Tribunal Federal dar uma palestra, na inauguração de uma agência de notícias<strong><sup><a href="#NotaTop01" id="RefNotaTop01">*</a></sup></strong>, enaltecendo seus próprios atos e bajulando o governo, fere não só o bom senso e a tradição, mas provavelmente o próprio Código de Ética.</p>



<br>



<p class="has-text-align-right has-small-font-size" id="NotaTop01"><strong><sup>*</sup> </strong> <span data-tooltip-position="top" data-tooltip="Alexandre de Moraes é um jurista, magistrado, professor e ex-político brasileiro, sendo ministro e vice-presidente do Supremo Tribunal Federal e ex-presidente do Tribunal Superior Eleitoral. Nasceu em 1968 em São Paulo, SP.">Alexandre de Moraes</span> esteve presente na inauguração do <span data-tooltip-position="top" data-tooltip="Sistema Brasileiro de Televisão">SBT</span> News, em 12 de dezembro de 2025<br>(data em que <span data-tooltip-position="top" data-tooltip="Silvio Santos (1930 - 2024), nome artístico de Senor Abravanel, apresentador de televisão, empresário, produtor e radialista. Amplamente reconhecido como a maior referência na história da comunicação do país. Nasceu no Rio de Janeiro (RJ) e faleceu em São Paulo (SP).">Silvio Santos</span> completaria 95 anos), mas a emissora entrou no ar apenas três dias depois,<br>em 15 de dezembro, quando veiculou a entrevista do respectivo ministro. <a href="#RefNotaTop01"><img loading="lazy" decoding="async" width="14" height="10" class="wp-image-105" style="width: 14px;" src="https://culturadefato.com.br/wp-content/uploads/2020/06/Subir.jpg" alt="Subir"></a></p>



<p class="has-text-align-right">Publicado no <a href="https://t.me/filosofiaintegral" target="_blank" rel="noreferrer noopener nofollow">canal de Fabio Blanco</a>,<br>em 21 de dezembro de 2025.</p>



<br>



<hr class="wp-block-separator has-alpha-channel-opacity is-style-dots"/>



<br>



<h2 class="wp-block-heading" id="Top02">2. O “pai” da comédia stand up no Brasil, não sabia “lacrar” <a href="#RefTop02"><img loading="lazy" decoding="async" width="14" height="10" class="wp-image-105" style="width: 14px;" src="https://culturadefato.com.br/wp-content/uploads/2020/06/Subir.jpg" alt="Subir"></a></h2>



<br>



<p class="has-drop-cap">J<span data-tooltip-position="right" data-tooltip="José Thomaz da Cunha Vasconcellos Neto foi um humorista, ator, diretor, produtor, dublador, radialista e compositor brasileiro, foi pioneiro no gênero humorístico ''comédia stand up''. Nasceu em 1926 na capital do Acre, Rio Branco, e faleu em 2021 na cidade de São Paulo (SP).">osé Vasconcellos</span> (1926 &#8211; 2011) é considerado o &#8220;pai&#8221; da comédia <em>stand up</em> no Brasil. Mas, pasme: ele levava humor aos palcos e não sabia &#8220;lacrar&#8221;!</p>



<p>No vídeo, o humorista interpreta, no programa de <span data-tooltip-position="top" data-tooltip="José Eugênio Soares (1938 - 2022), apresentador de televisão, escritor, dramaturgo, diretor teatral, ator, humorista, músico e artista plástico.">Jô Soares</span> (1938–2022), um técnico de futebol cujos jogadores têm nomes inusitados — Ken, Nunsey, Nathur Al Memntih e Kual —, o que gera grande confusão no diálogo que se segue.</p>



<br>



<figure class="wp-block-embed is-type-video is-provider-youtube wp-block-embed-youtube wp-embed-aspect-4-3 wp-has-aspect-ratio"><div class="wp-block-embed__wrapper">
<iframe loading="lazy" title="Quem é o lateral?" width="640" height="480" src="https://www.youtube.com/embed/syZBIP8eMzE?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe>
</div></figure>



<br>



<p class="has-text-align-right">Publicado em&nbsp;<a href="https://t.me/culturadefato" target="_blank" rel="noreferrer noopener">nosso canal</a>, em 5 de Dezembro de 2025.</p>



<br>



<hr class="wp-block-separator has-alpha-channel-opacity is-style-dots"/>



<br>



<h2 class="wp-block-heading" id="Top03">3. Como “entrar” no Ano Novo <a href="#RefTop03"><img loading="lazy" decoding="async" width="14" height="10" class="wp-image-105" style="width: 14px;" src="https://culturadefato.com.br/wp-content/uploads/2020/06/Subir.jpg" alt="Subir"></a></h2>



<br>



<p class="has-drop-cap">Em 31 de dezembro de 2015, Olavo de Carvalho escreveu no Facebook algo que poderá servir como um alento em 2026. Leia atentamente.</p>



<p>“Meus votos de&nbsp;<strong>Feliz Ano Novo</strong>&nbsp;para cada um de vocês são os seguintes:</p>



<p>Aconteça o que acontecer, não se deixe desencorajar. Não feche os olhos ante a realidade, por pior que ela seja. A coragem do espírito, o amor incondicional à verdade, é a mãe de todas as virtudes – e não existe amor à verdade quando, por pensar que já possui, você deixa de buscá-la. Peça a Deus que preserve, acima de tudo, a luz da sua consciência e a sua humildade de reconhecer a verdade quando ela aparece e é diferente do que você esperava. O resto deixe por conta d’Ele. Assim você atravessará o ano vitoriosamente, mesmo que tudo em sua volta seja derrota e tristeza.”</p>



<br>



<p class="has-text-align-right">Publicado em&nbsp;<a href="https://t.me/culturadefato" target="_blank" rel="noreferrer noopener">nosso canal</a>, em 31 de Dezembro de 2025.</p>



<br>



<hr class="wp-block-separator has-alpha-channel-opacity is-style-dots"/>



<br>



<h2 class="wp-block-heading" id="Top04">4. Duas verdades básicas cuja compreensão é urgente <a href="#RefTop04"><img loading="lazy" decoding="async" width="14" height="10" class="wp-image-105" style="width: 14px;" src="https://culturadefato.com.br/wp-content/uploads/2020/06/Subir.jpg" alt="Subir"></a></h2>



<br>



<p class="has-drop-cap">Duas coisas importantes que o professor Olavo de Carvalho explicava muito bem — e que vocês, tradicionalistas, precisam <strong>entender nitidamente</strong>. Vou apenas apresentar os tópicos por ora; quem sabe, em outro momento, eu os desenvolva melhor. Mas o essencial é básico.</p>



<p>Nós sabemos que o <span data-tooltip-position="top" data-tooltip="Partido dos Trabalhadores">PT</span> roubou. O que quase não se diz — ou ao menos não com a devida ênfase — é <strong>para qual finalidade o PT roubou</strong>: roubou para financiar o <a href="https://culturadefato.com.br/que-e-o-foro-de-sao-paulo/">Foro de São Paulo</a> e ditaduras sanguinárias em vários cantos do mundo.</p>



<p>Outra questão, ainda mais importante — e que esse desgoverno atual tem seguido <strong>à risca</strong> — é a seguinte:</p>



<p><span data-tooltip-position="right" data-tooltip="Revolucionário socialista, nascido em 1818 em Tréveris (Prússia) e falecido em 1883 na cidade de Londres (Reino Unido).">Karl Marx</span> dizia que o comunismo viria por meio do <strong>estrangulamento da classe que produz</strong>. Essa classe é a classe média. No Brasil de hoje, quem mais produz é a classe do <strong>comércio</strong>. Isso, por si só, explica muito bem essa carga absurda de impostos que esse verme tem imposto ao país.</p>



<p>Vão atrás do assunto, aprendam isso nitidamente e expliquem aos leigos. <strong>Aqui foram apenas os tópicos citados.</strong></p>



<br>



<p class="has-text-align-right">Publicado no <a href="https://t.me/proestudos" target="_blank" rel="noreferrer noopener nofollow">Canal Pró Conservadorismo</a>,<br>em 27 de dezembro de 2025.</p>



<br>



<hr class="wp-block-separator has-alpha-channel-opacity is-style-dots"/>



<br>



<h2 class="wp-block-heading" id="Top05">5. Lupo decidiu encerrar suas operações produtivas no país <a href="#RefTop05"><img loading="lazy" decoding="async" width="14" height="10" class="wp-image-105" style="width: 14px;" src="https://culturadefato.com.br/wp-content/uploads/2020/06/Subir.jpg" alt="Subir"></a></h2>



<br>



<p class="has-drop-cap">Após mais de um século de atuação no Brasil, a Lupo decidiu encerrar suas operações produtivas no país.</p>



<p>Fundada há 104 anos, a empresa atravessou diferentes períodos da história nacional e internacional, incluindo guerras mundiais, crises econômicas globais, mudanças de regime político, hiperinflação, sucessivas trocas de moeda, confisco da poupança e a pandemia da <span data-tooltip-position="top" data-tooltip="Desde o início de fevereiro de 2019, a OMS passou a chamar oficialmente a doença causada pelo coronavírus de COVID-19, que é a sigla de COrona VIrus Disease (Doença do Coronavírus), o sufixo''19'' indica o ano de 2019, quando os primeiros casos em Wuhan, na China, foram divulgados.">COVID-19</span>, mantendo sua produção em território brasileiro durante todo esse período.</p>



<p>A decisão de deixar o país, segundo informações da própria companhia, está relacionada às dificuldades enfrentadas no atual ambiente econômico.</p>



<p>De acordo com a direção da empresa, fatores como elevada carga tributária, excesso de burocracia e perda de competitividade tornaram a operação no Brasil financeiramente inviável.</p>



<p class="img-direita"><img loading="lazy" decoding="async" width="466" height="143" class="wp-image-26779" src="https://culturadefato.com.br/wp-content/uploads/2026/01/Lupo.jpg" alt="Lupo">Com isso, a produção foi transferida para o Paraguai, país apontado pela empresa como detentor de um ambiente de negócios mais favorável, com menor incidência de impostos e custos operacionais reduzidos.</p>



<p>A mudança faz parte de uma estratégia para garantir a continuidade das atividades e a sustentabilidade financeira da marca.</p>



<p>O encerramento da produção da Lupo no Brasil se soma a outros casos recentes de empresas que optaram por transferir operações para fora do país.</p>



<p>O movimento reacende o debate sobre os impactos do sistema tributário, da burocracia e das condições de competitividade sobre a permanência de indústrias e a geração de empregos no território nacional.<a href="https://x.com/SensoCrtico1/status/2006055486076903433/photo/1"></a></p>



<br>



<p class="has-text-align-right">Senso Crítico, em: <a href="https://x.com/i/status/2006055486076903433" target="_blank" rel="noreferrer noopener nofollow">https://x.com/i/status/2006055486076903433</a>.<br>Publicado em&nbsp;<a href="https://t.me/culturadefato" target="_blank" rel="noreferrer noopener">nosso canal</a>, em 30 de Dezembro de 2025.</p>



<br>



<hr class="wp-block-separator has-alpha-channel-opacity is-style-dots"/>



<br>



<h2 class="wp-block-heading" id="Top06">6. Sem Cristo, não há Natal <a href="#RefTop06"><img loading="lazy" decoding="async" width="14" height="10" class="wp-image-105" style="width: 14px;" src="https://culturadefato.com.br/wp-content/uploads/2020/06/Subir.jpg" alt="Subir"></a></h2>



<br>



<p class="has-drop-cap">Entretanto, à meia-noite, a Virgem sentiu que chegava o momento supremo. Seu coração maternal é, de repente, inundado de delícias desconhecidas; ele se liquefaz num êxtase de amor. Súbito, ultrapassando com sua onipotência as barreiras do seio maternal, do mesmo modo que ele penetrará um dia a pedra do sepulcro, o Filho de Deus, Filho de Maria, aparece estendido sobre o solo, sob os olhares de sua mãe, para a qual ele estende os braços. (…) A Virgem Maria adora esse Menino divino que sorri para Ela; Ela ousa abraçá-lo; Ela o envolve de panos que Ela tinha preparado. Ela o deita no presépio. O fiel José adora com Ela; (&#8230;) o céu se abre por cima do estábulo, e os primeiros votos do recém-nascido sobem ao Pai dos séculos; seus primeiros gritos, seus doces vagidos chegam aos ouvidos do Deus ofendido, e já preparam a salvação do mundo.</p>



<br>



<p class="has-text-align-right"><span data-tooltip-position="left" data-tooltip="Prosper-Louis-Pascal Guéranger (1808 - 1875), O.S.B., mais conhecido como Dom Guéranger, foi um sacerdote francês, restaurador e abade do priorado beneditino de Solesmes, e fundador da Congregação da França da Ordem de São Bento.">Dom Prosper Guéranger</span>, <em><a href="https://amzn.to/3KYZvaa" target="_blank" rel="noreferrer noopener sponsored nofollow">L’Année Liturgique</a></em>.<br>Publicado em&nbsp;<a href="https://t.me/culturadefato" target="_blank" rel="noreferrer noopener">nosso canal</a>, em 25 de Dezembro de 2025.</p>



<br>



<p class="has-background has-very-light-gray-background-color"><strong>Nota da editoria:</strong><br><br>A imagem da capa é um recorte da obra <em>Adoração dos Pastores</em> (c. 1505–1510), de Giorgio Barbarelli da Castelfranco, conhecido como Giorgione (1478–1510).<br><br>Note-se que a pintura retrata a adoração dos <strong>pastores</strong>, conforme o relato do Evangelho de Lucas, ocorrida na noite do nascimento de Cristo, e não a adoração dos <strong>Reis Magos</strong>, associada à Epifania, celebrada posteriormente.</p>



<br>



<hr class="wp-block-separator has-alpha-channel-opacity is-style-dots"/>



<br>



<h2 class="wp-block-heading has-text-align-center" id="OutrosPeriodos"><a href="#Epigrafe"><img loading="lazy" decoding="async" width="14" height="10" class="wp-image-105" style="width: 14px;" src="https://culturadefato.com.br/wp-content/uploads/2020/06/Subir.jpg" alt="Subir"></a> Outros períodos:</h2>



<br>



<section id="gm1f764ad" class="wp-block-gutentor-m0 alignfull section-gm1f764ad gutentor-module gutentor-module-carousel has-color-bg has-custom-bg gutentor-slick-a-default-desktop gutentor-slick-a-default-tablet gutentor-slick-a-default-mobile"><div class="grid-container"><div class="gutentor-module-carousel-row" data-dots="false" data-dotstablet="false" data-dotsmobile="false" data-arrows="true" data-arrowstablet="true" data-arrowsmobile="true" data-infinite="true" data-autoplay="true" data-draggable="true" data-pauseonfocus="true" data-pauseonhover="true" data-autoplayspeed="4500" data-cmondesktop="false" data-cmontablet="false" data-cmonmobile="false" data-nextarrow="fas fa-angle-right" data-prevarrow="fas fa-angle-left" data-arrowspositiondesktop="gutentor-slick-a-default-desktop" data-arrowspositiontablet="gutentor-slick-a-default-tablet" data-arrowspositionmobile="gutentor-slick-a-default-mobile" data-speed="300" data-slideitemdesktop="2" data-slideitemtablet="3" data-slideitemmobile="1" data-slidescroll-desktop="2" data-slidescroll-tablet="3" data-slidescroll-mobile="1">
<div id="col-gmaedf8b" class="wp-block-gutentor-m0-col col-gmaedf8b gutentor-carousel-item"><div id="section-gmaedf8b" class="section-gmaedf8b gutentor-col-wrap has-color-bg has-custom-bg">
<div id="section-g670eb6" class="wp-block-gutentor-e6 section-g670eb6 gutentor-element gutentor-element-image text-align-center-desktop"><div class="gutentor-element-image-box"><a class="gutentor-element-image-link" href="https://culturadefato.com.br/postagens-selecionadas-do-telegram-novembro-de-2025"><div class="gutentor-image-thumb"><img decoding="async" class="normal-image" src="https://culturadefato.com.br/wp-content/uploads/2025/11/Bolsonaro_LucimaryBillhardt.jpg" alt="Obra &quot;Bolsonaro&quot;, por Lucimary Billhardt." /></div></a></div></div>



<p class="has-text-align-center"><a href="https://culturadefato.com.br/postagens-selecionadas-do-telegram-marco-de-2023/"></a><br><a href="https://culturadefato.com.br/postagens-selecionadas-do-telegram-novembro-de-2025">Postagens selecionadas do Telegram (novembro de 2025)</a></p>
</div></div>



<div id="col-g-n9ysaq9" class="wp-block-gutentor-m0-col col-g-n9ysaq9 gutentor-carousel-item"><div id="section-g-n9ysaq9" class="section-g-n9ysaq9 gutentor-col-wrap has-color-bg has-custom-bg">
<div id="section-g-4os4sti" class="wp-block-gutentor-e6 section-g-4os4sti gutentor-element gutentor-element-image text-align-center-desktop"><div class="gutentor-element-image-box"><a class="gutentor-element-image-link" href="https://culturadefato.com.br/postagens-selecionadas-do-telegram-outubro-de-2025/"><div class="gutentor-image-thumb"><img decoding="async" class="normal-image" src="https://culturadefato.com.br/wp-content/uploads/2025/11/PhilosopherLecturingOrrery.jpg" alt="Obra: &quot;A Philosopher Lecturing on the Orrery&quot; (aprox. 1766), de Joseph Wright of Derby (1734 - 1897)." /></div></a></div></div>



<p class="has-text-align-center"><a href="https://culturadefato.com.br/postagens-selecionadas-do-telegram-marco-de-2023/"></a><br><a href="https://culturadefato.com.br/postagens-selecionadas-do-telegram-outubro-de-2025/">Postagens selecionadas do Telegram (outubro de 2025)</a></p>
</div></div>



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<div id="section-g-ippq3x1" class="wp-block-gutentor-e6 section-g-ippq3x1 gutentor-element gutentor-element-image text-align-center-desktop"><div class="gutentor-element-image-box"><a class="gutentor-element-image-link" href="https://culturadefato.com.br/postagens-selecionadas-do-telegram-setembro-de-2025/"><div class="gutentor-image-thumb"><img decoding="async" class="normal-image" src="https://culturadefato.com.br/wp-content/uploads/2025/09/GuitarSound.jpg" alt="Obra: &quot;Guitar Sound&quot; (2023), de Paul Cheng." /></div></a></div></div>



<p class="has-text-align-center"><a href="https://culturadefato.com.br/postagens-selecionadas-do-telegram-marco-de-2023/"></a><br><a href="https://culturadefato.com.br/postagens-selecionadas-do-telegram-setembro-de-2025/">Postagens selecionadas do Telegram (setembro de 2025)</a></p>
</div></div>



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<div id="section-g-1ur1pl1" class="wp-block-gutentor-e6 section-g-1ur1pl1 gutentor-element gutentor-element-image text-align-center-desktop"><div class="gutentor-element-image-box"><a class="gutentor-element-image-link" href="https://culturadefato.com.br/postagens-selecionadas-do-telegram-agosto-de-2025/"><div class="gutentor-image-thumb"><img decoding="async" class="normal-image" src="https://culturadefato.com.br/wp-content/uploads/2025/08/GustaveDore_KingLouis-IX_Recorte.jpg" alt="Obra: &quot;Luís IX feito prisioneiro durante a Sétima Cruzada&quot;, por Paul Gustave Doré (1832 - 1883)." /></div></a></div></div>



<p class="has-text-align-center"><a href="https://culturadefato.com.br/postagens-selecionadas-do-telegram-marco-de-2023/"></a><br><a href="https://culturadefato.com.br/postagens-selecionadas-do-telegram-agosto-de-2025/">Postagens selecionadas do Telegram (agosto de 2025)</a></p>
</div></div>



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<div id="section-g-r20ouf3" class="wp-block-gutentor-e6 section-g-r20ouf3 gutentor-element gutentor-element-image text-align-center-desktop"><div class="gutentor-element-image-box"><a class="gutentor-element-image-link" href="https://culturadefato.com.br/postagens-selecionadas-do-telegram-julho-de-2025/"><div class="gutentor-image-thumb"><img decoding="async" class="normal-image" src="https://culturadefato.com.br/wp-content/uploads/2025/08/MercuryAndArgus_DiegoVelazquez.jpg" alt="Obra: &quot;Mercury and Argus&quot; (1659), por Diego Vélasquez (1599 – 1660)." /></div></a></div></div>



<p class="has-text-align-center"><a href="https://culturadefato.com.br/postagens-selecionadas-do-telegram-marco-de-2023/"></a><br><a href="https://culturadefato.com.br/postagens-selecionadas-do-telegram-julho-de-2025/">Postagens selecionadas do Telegram (julho de 2025)</a></p>
</div></div>



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<div id="section-g-6k9ko7h" class="wp-block-gutentor-e6 section-g-6k9ko7h gutentor-element gutentor-element-image text-align-center-desktop"><div class="gutentor-element-image-box"><a class="gutentor-element-image-link" href="https://culturadefato.com.br/postagens-selecionadas-do-telegram-junho-de-2025/"><div class="gutentor-image-thumb"><img decoding="async" class="normal-image" src="https://culturadefato.com.br/wp-content/uploads/2025/06/BigBrotherIsWatchingYou.jpg" alt="Obra; &quot;Big Brother is watching You&quot; (2024), de Dr. Magdalena Laabs." /></div></a></div></div>



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</div></div>



<div id="col-g-f07ulek" class="wp-block-gutentor-m0-col col-g-f07ulek gutentor-carousel-item"><div id="section-g-f07ulek" class="section-g-f07ulek gutentor-col-wrap has-color-bg has-custom-bg">
<div id="section-g-5y5nwyl" class="wp-block-gutentor-e6 section-g-5y5nwyl gutentor-element gutentor-element-image text-align-center-desktop"><div class="gutentor-element-image-box"><a class="gutentor-element-image-link" href="https://culturadefato.com.br/postagens-selecionadas-do-telegram-maio-de-2025/"><div class="gutentor-image-thumb"><img decoding="async" class="normal-image" src="https://culturadefato.com.br/wp-content/uploads/2025/06/AlegoriaDoMauGoverno_AmbrogioLorenzetti.jpg" alt="Obra: &quot;A Alegoria do Mau Governo&quot; (1338), de Ambrogio Lorenzetti (1285/1290 - 1348)" /></div></a></div></div>



<p class="has-text-align-center"><a href="https://culturadefato.com.br/postagens-selecionadas-do-telegram-marco-de-2023/"></a><br><a href="https://culturadefato.com.br/postagens-selecionadas-do-telegram-maio-de-2025/">Postagens selecionadas do Telegram (maio de 2025)</a></p>
</div></div>



<div id="col-g-00l1ldl" class="wp-block-gutentor-m0-col col-g-00l1ldl gutentor-carousel-item"><div id="section-g-00l1ldl" class="section-g-00l1ldl gutentor-col-wrap has-color-bg has-custom-bg">
<div id="section-g-meo0yaj" class="wp-block-gutentor-e6 section-g-meo0yaj gutentor-element gutentor-element-image text-align-center-desktop"><div class="gutentor-element-image-box"><a class="gutentor-element-image-link" href="https://culturadefato.com.br/postagens-selecionadas-do-telegram-abril-de-2025"><div class="gutentor-image-thumb"><img decoding="async" class="normal-image" src="https://culturadefato.com.br/wp-content/uploads/2025/05/TheWallStreetBullOfNewYorkNASDAQBowlingGreenUSA.jpg" alt="Obra: &quot;O Touro de Wall Street, de Nova York, NASDAQ, Bowling Green, EUA&quot;, de Andrea del Pesco." /></div></a></div></div>



<p class="has-text-align-center"><a href="https://culturadefato.com.br/postagens-selecionadas-do-telegram-marco-de-2023/"></a><br><a href="https://culturadefato.com.br/postagens-selecionadas-do-telegram-abril-de-2025">Postagens selecionadas do Telegram (abril de 2025)</a></p>
</div></div>



<div id="col-g-usu9yng" class="wp-block-gutentor-m0-col col-g-usu9yng gutentor-carousel-item"><div id="section-g-usu9yng" class="section-g-usu9yng gutentor-col-wrap has-color-bg has-custom-bg">
<div id="section-g-wrgxxj9" class="wp-block-gutentor-e6 section-g-wrgxxj9 gutentor-element gutentor-element-image text-align-center-desktop"><div class="gutentor-element-image-box"><a class="gutentor-element-image-link" href="https://culturadefato.com.br/postagens-selecionadas-do-telegram-marco-de-2025/"><div class="gutentor-image-thumb"><img decoding="async" class="normal-image" src="https://culturadefato.com.br/wp-content/uploads/2025/03/OldManPlaysTheViolin.jpg" alt="Obra: &quot;Old man plays the violin&quot;, de Abraham Straski (1903 - 1987)" /></div></a></div></div>



<p class="has-text-align-center"><a href="https://culturadefato.com.br/postagens-selecionadas-do-telegram-marco-de-2023/"></a><br><a href="https://culturadefato.com.br/postagens-selecionadas-do-telegram-marco-de-2025/">Postagens selecionadas do Telegram (março de 2025)</a></p>
</div></div>



<div id="col-g-eo26ev2" class="wp-block-gutentor-m0-col col-g-eo26ev2 gutentor-carousel-item"><div id="section-g-eo26ev2" class="section-g-eo26ev2 gutentor-col-wrap has-color-bg has-custom-bg">
<div id="section-g-15qoiyh" class="wp-block-gutentor-e6 section-g-15qoiyh gutentor-element gutentor-element-image text-align-center-desktop"><div class="gutentor-element-image-box"><a class="gutentor-element-image-link" href="https://culturadefato.com.br/postagens-selecionadas-do-telegram-fevereiro-de-2025/"><div class="gutentor-image-thumb"><img decoding="async" class="normal-image" src="https://culturadefato.com.br/wp-content/uploads/2025/03/BoloDe10Anos.jpg" alt="Bolo de 10 anos" /></div></a></div></div>



<p class="has-text-align-center"><a href="https://culturadefato.com.br/postagens-selecionadas-do-telegram-marco-de-2023/"></a><br><a href="https://culturadefato.com.br/postagens-selecionadas-do-telegram-fevereiro-de-2025/">Postagens selecionadas do Telegram (fevereiro de 2025)</a></p>
</div></div>



<div id="col-g-fdta4a4" class="wp-block-gutentor-m0-col col-g-fdta4a4 gutentor-carousel-item"><div id="section-g-fdta4a4" class="section-g-fdta4a4 gutentor-col-wrap has-color-bg has-custom-bg">
<div id="section-g-ilfs69d" class="wp-block-gutentor-e6 section-g-ilfs69d gutentor-element gutentor-element-image text-align-center-desktop"><div class="gutentor-element-image-box"><a class="gutentor-element-image-link" href="https://culturadefato.com.br/postagens-selecionadas-do-telegram-janeiro-de-2025/"><div class="gutentor-image-thumb"><img decoding="async" class="normal-image" src="https://culturadefato.com.br/wp-content/uploads/2025/02/CrowleyRadio_ScottWhite.jpg" alt="Obra: &quot;Crowley Radio&quot;, por Scott White." /></div></a></div></div>



<p class="has-text-align-center"><a href="https://culturadefato.com.br/postagens-selecionadas-do-telegram-marco-de-2023/"></a><br><a href="https://culturadefato.com.br/postagens-selecionadas-do-telegram-janeiro-de-2025/">Postagens selecionadas do Telegram (janeiro de 2025)</a></p>
</div></div>



<div id="col-g-keilkr2" class="wp-block-gutentor-m0-col col-g-keilkr2 gutentor-carousel-item"><div id="section-g-keilkr2" class="section-g-keilkr2 gutentor-col-wrap has-color-bg has-custom-bg">
<div id="section-g-2lldssl" class="wp-block-gutentor-e6 section-g-2lldssl gutentor-element gutentor-element-image text-align-center-desktop"><div class="gutentor-element-image-box"><a class="gutentor-element-image-link" href="https://culturadefato.com.br/postagens-selecionadas-do-telegram-novembro-e-dezembro-de-2024/"><div class="gutentor-image-thumb"><img decoding="async" class="normal-image" src="https://culturadefato.com.br/wp-content/uploads/2024/12/Presepio.jpg" alt="Presépio" /></div></a></div></div>



<p class="has-text-align-center"><a href="https://culturadefato.com.br/postagens-selecionadas-do-telegram-marco-de-2023/"></a><br><a href="https://culturadefato.com.br/postagens-selecionadas-do-telegram-novembro-e-dezembro-de-2024/">Postagens selecionadas do Telegram (novembro e dezembro de 2024)</a></p>
</div></div>



<div id="col-g-i51a3v3" class="wp-block-gutentor-m0-col col-g-i51a3v3 gutentor-carousel-item"><div id="section-g-i51a3v3" class="section-g-i51a3v3 gutentor-col-wrap has-color-bg has-custom-bg">
<div id="section-g-yrsy1is" class="wp-block-gutentor-e6 section-g-yrsy1is gutentor-element gutentor-element-image text-align-center-desktop"><div class="gutentor-element-image-box"><a class="gutentor-element-image-link" href="https://culturadefato.com.br/postagens-selecionadas-do-telegram-outubro-de-2024/"><div class="gutentor-image-thumb"><img decoding="async" class="normal-image" src="https://culturadefato.com.br/wp-content/uploads/2024/11/AquarelaDeAparecida.jpg" alt="Panorâmica da Basílica - Aquarela de Aparecida. Por Ricardo Montenegro." /></div></a></div></div>



<p class="has-text-align-center"><a href="https://culturadefato.com.br/postagens-selecionadas-do-telegram-marco-de-2023/"></a><br><a href="https://culturadefato.com.br/postagens-selecionadas-do-telegram-agosto-e-setembro-de-2024/">Postagens selecionadas do </a><a href="https://culturadefato.com.br/postagens-selecionadas-do-telegram-outubro-de-2024/">Telegram (outubro de 2024)</a></p>
</div></div>



<div id="col-g-etie5e3" class="wp-block-gutentor-m0-col col-g-etie5e3 gutentor-carousel-item"><div id="section-g-etie5e3" class="section-g-etie5e3 gutentor-col-wrap has-color-bg has-custom-bg">
<div id="section-g-1etjvj1" class="wp-block-gutentor-e6 section-g-1etjvj1 gutentor-element gutentor-element-image text-align-center-desktop"><div class="gutentor-element-image-box"><a class="gutentor-element-image-link" href="https://culturadefato.com.br/postagens-selecionadas-do-telegram-agosto-e-setembro-de-2024/"><div class="gutentor-image-thumb"><img decoding="async" class="normal-image" src="https://culturadefato.com.br/wp-content/uploads/2024/09/ReiRato_LizWieselArts.jpg" alt="Obra: &quot;Rei Rato&quot;, por Liz Wiesel Arts." /></div></a></div></div>



<p class="has-text-align-center"><a href="https://culturadefato.com.br/postagens-selecionadas-do-telegram-marco-de-2023/"></a><br><a href="https://culturadefato.com.br/postagens-selecionadas-do-telegram-agosto-e-setembro-de-2024/">Postagens selecionadas do Telegram<br>(agosto e setembro de 2024)</a></p>
</div></div>



<div id="col-g-phws552" class="wp-block-gutentor-m0-col col-g-phws552 gutentor-carousel-item"><div id="section-g-phws552" class="section-g-phws552 gutentor-col-wrap has-color-bg has-custom-bg">
<div id="section-g-7cienn3" class="wp-block-gutentor-e6 section-g-7cienn3 gutentor-element gutentor-element-image text-align-center-desktop"><div class="gutentor-element-image-box"><a class="gutentor-element-image-link" href="https://culturadefato.com.br/postagens-selecionadas-do-telegram-junho-e-julho-de-2024/"><div class="gutentor-image-thumb"><img decoding="async" class="normal-image" src="https://culturadefato.com.br/wp-content/uploads/2024/07/StillLifeWithLetterToThomasBClarkeWilliamMHarnett.jpg" alt="Oba: &quot;Still Life with Letter to Thomas B. Clarke&quot;, por William M. Harnett." /></div></a></div></div>



<p class="has-text-align-center"><a href="https://culturadefato.com.br/postagens-selecionadas-do-telegram-marco-de-2023/"></a><br><a href="https://culturadefato.com.br/postagens-selecionadas-do-telegram-junho-e-julho-de-2024/">Postagens selecionadas do Telegram<br>(junho e julho de 2024)</a></p>
</div></div>



<div id="col-g-kpkp9w4" class="wp-block-gutentor-m0-col col-g-kpkp9w4 gutentor-carousel-item"><div id="section-g-kpkp9w4" class="section-g-kpkp9w4 gutentor-col-wrap has-color-bg has-custom-bg">
<div id="section-g-gvd557a" class="wp-block-gutentor-e6 section-g-gvd557a gutentor-element gutentor-element-image text-align-center-desktop"><div class="gutentor-element-image-box"><a class="gutentor-element-image-link" href="https://culturadefato.com.br/postagens-selecionadas-do-telegram-maio-de-2024/"><div class="gutentor-image-thumb"><img decoding="async" class="normal-image" src="https://culturadefato.com.br/wp-content/uploads/2024/06/Airplane_ElenaEpifantseva.jpg" alt="Obra &quot;Airplane&quot;, por Elena Epifantseva." /></div></a></div></div>



<p class="has-text-align-center"><a href="https://culturadefato.com.br/postagens-selecionadas-do-telegram-marco-de-2023/"></a><br><a href="https://culturadefato.com.br/postagens-selecionadas-do-telegram-maio-de-2024/">Postagens selecionadas do Telegram<br>(maio de 2024)</a></p>
</div></div>



<div id="col-g-8wqqqqi" class="wp-block-gutentor-m0-col col-g-8wqqqqi gutentor-carousel-item"><div id="section-g-8wqqqqi" class="section-g-8wqqqqi gutentor-col-wrap has-color-bg has-custom-bg">
<div id="section-g-6bx7q7q" class="wp-block-gutentor-e6 section-g-6bx7q7q gutentor-element gutentor-element-image text-align-center-desktop"><div class="gutentor-element-image-box"><a class="gutentor-element-image-link" href="https://culturadefato.com.br/postagens-selecionadas-do-telegram-abril-de-2024/"><div class="gutentor-image-thumb"><img decoding="async" class="normal-image" src="https://culturadefato.com.br/wp-content/uploads/2024/04/PaperPlane_BujanitaMPaul.jpg" alt="Obra: &quot;Paper Plane&quot;, por Bujanita M. Paul." /></div></a></div></div>



<p class="has-text-align-center"><a href="https://culturadefato.com.br/postagens-selecionadas-do-telegram-marco-de-2023/"></a><br><a href="https://culturadefato.com.br/postagens-selecionadas-do-telegram-abril-de-2024/">Postagens selecionadas do Telegram<br>(abril de 2024)</a></p>
</div></div>



<div id="col-gm502515" class="wp-block-gutentor-m0-col col-gm502515 gutentor-carousel-item"><div id="section-gm502515" class="section-gm502515 gutentor-col-wrap has-color-bg has-custom-bg">
<div id="section-g08c413" class="wp-block-gutentor-e6 section-g08c413 gutentor-element gutentor-element-image text-align-center-desktop"><div class="gutentor-element-image-box"><a class="gutentor-element-image-link" href="https://culturadefato.com.br/postagens-selecionadas-do-telegram-marco-de-2024/"><div class="gutentor-image-thumb"><img decoding="async" class="normal-image" src="https://culturadefato.com.br/wp-content/uploads/2024/04/PaperPlane.jpg" alt="Obra: &quot;Paper Airplane&quot;, de Meda Norbutaitė." /></div></a></div></div>



<p class="has-text-align-center"><a href="https://culturadefato.com.br/postagens-selecionadas-do-telegram-marco-de-2023/"></a><br><a href="https://culturadefato.com.br/postagens-selecionadas-do-telegram-marco-de-2024/">Postagens selecionadas do Telegram<br>(março de 2024)</a></p>
</div></div>



<div id="col-gm8b80e4" class="wp-block-gutentor-m0-col col-gm8b80e4 gutentor-carousel-item"><div id="section-gm8b80e4" class="section-gm8b80e4 gutentor-col-wrap has-color-bg has-custom-bg">
<div id="section-geefe1e" class="wp-block-gutentor-e6 section-geefe1e gutentor-element gutentor-element-image text-align-center-desktop"><div class="gutentor-element-image-box"><a class="gutentor-element-image-link" href="https://culturadefato.com.br/postagens-selecionadas-do-telegram-fevereiro-de-2024/"><div class="gutentor-image-thumb"><img decoding="async" class="normal-image" src="https://culturadefato.com.br/wp-content/uploads/2024/02/ThePaperPlane_VeronicaByers.jpg" alt="Obra: &quot;The paper plane&quot;, por Veronica Byers." /></div></a></div></div>



<p class="has-text-align-center"><a href="https://culturadefato.com.br/postagens-selecionadas-do-telegram-marco-de-2023/"></a><br><a href="https://culturadefato.com.br/postagens-selecionadas-do-telegram-fevereiro-de-2024/">Postagens selecionadas do Telegram<br>(fevereiro de 2024)</a></p>
</div></div>



<div id="col-gmce3036" class="wp-block-gutentor-m0-col col-gmce3036 gutentor-carousel-item"><div id="section-gmce3036" class="section-gmce3036 gutentor-col-wrap has-color-bg has-custom-bg">
<div id="section-gc24f30" class="wp-block-gutentor-e6 section-gc24f30 gutentor-element gutentor-element-image text-align-center-desktop"><div class="gutentor-element-image-box"><a class="gutentor-element-image-link" href="https://culturadefato.com.br/postagens-selecionadas-do-telegram-janeiro-de-2024"><div class="gutentor-image-thumb"><img decoding="async" class="normal-image" src="https://culturadefato.com.br/wp-content/uploads/2024/02/DorBeachWinter_2012_NogaAmi-Rav.jpgNoga-Ami-rav.jpg" alt="Obra: &quot;Dor beach winter&quot; (2012), por Noga Ami-rav." /></div></a></div></div>



<p class="has-text-align-center"><a href="https://culturadefato.com.br/postagens-selecionadas-do-telegram-marco-de-2023/"></a><br><a href="https://culturadefato.com.br/postagens-selecionadas-do-telegram-janeiro-de-2024">Postagens selecionadas do Telegram<br>(janeiro de 2024)</a></p>
</div></div>



<div id="col-gm96f0fb" class="wp-block-gutentor-m0-col col-gm96f0fb gutentor-carousel-item"><div id="section-gm96f0fb" class="section-gm96f0fb gutentor-col-wrap has-color-bg has-custom-bg">
<div id="section-gd84f31" class="wp-block-gutentor-e6 section-gd84f31 gutentor-element gutentor-element-image text-align-center-desktop"><div class="gutentor-element-image-box"><a class="gutentor-element-image-link" href="https://culturadefato.com.br/postagens-selecionadas-do-telegram-dezembro-de-2023/"><div class="gutentor-image-thumb"><img decoding="async" class="normal-image" src="https://culturadefato.com.br/wp-content/uploads/2023/12/OnTheLoose_BehzadTabar.jpg" alt="Obra: &quot;On the loose&quot;, por Behzad Tabar." /></div></a></div></div>



<p class="has-text-align-center"><a href="https://culturadefato.com.br/postagens-selecionadas-do-telegram-marco-de-2023/"></a><br><a href="https://culturadefato.com.br/postagens-selecionadas-do-telegram-dezembro-de-2023/">Postagens selecionadas do Telegram<br>(dezembro de 2023)</a></p>
</div></div>



<div id="col-gmb1d6c1" class="wp-block-gutentor-m0-col col-gmb1d6c1 gutentor-carousel-item"><div id="section-gmb1d6c1" class="section-gmb1d6c1 gutentor-col-wrap has-color-bg has-custom-bg">
<div id="section-g8cfa2f" class="wp-block-gutentor-e6 section-g8cfa2f gutentor-element gutentor-element-image text-align-center-desktop"><div class="gutentor-element-image-box"><a class="gutentor-element-image-link" href="https://culturadefato.com.br/postagens-selecionadas-do-telegram-novembro-de-2023/"><div class="gutentor-image-thumb"><img decoding="async" class="normal-image" src="https://culturadefato.com.br/wp-content/uploads/2023/11/WomanWithASmartPhone.jpg" alt="Woman with a smartPhone" /></div></a></div></div>



<p class="has-text-align-center"><a href="https://culturadefato.com.br/postagens-selecionadas-do-telegram-marco-de-2023/"></a><br><a href="https://culturadefato.com.br/postagens-selecionadas-do-telegram-novembro-de-2023/">Postagens selecionadas do Telegram<br>(novembro de 2023)</a></p>
</div></div>



<div id="col-gm7312d2" class="wp-block-gutentor-m0-col col-gm7312d2 gutentor-carousel-item"><div id="section-gm7312d2" class="section-gm7312d2 gutentor-col-wrap has-color-bg has-custom-bg">
<div id="section-g58a9c3" class="wp-block-gutentor-e6 section-g58a9c3 gutentor-element gutentor-element-image text-align-center-desktop"><div class="gutentor-element-image-box"><a class="gutentor-element-image-link" href="https://culturadefato.com.br/postagens-selecionadas-do-telegram-outubro-de-2023"><div class="gutentor-image-thumb"><img decoding="async" class="normal-image" src="https://culturadefato.com.br/wp-content/uploads/2023/10/Canhao.jpg" alt="Aquarela de canhão da Guerra Civil" /></div></a></div></div>



<p class="has-text-align-center"><a href="https://culturadefato.com.br/postagens-selecionadas-do-telegram-marco-de-2023/"></a><br><a href="https://culturadefato.com.br/postagens-selecionadas-do-telegram-outubro-de-2023">Postagens selecionadas do Telegram<br>(outubro de 2023)</a></p>
</div></div>



<div id="col-gm31758c" class="wp-block-gutentor-m0-col col-gm31758c gutentor-carousel-item"><div id="section-gm31758c" class="section-gm31758c gutentor-col-wrap has-color-bg has-custom-bg">
<div id="section-g2e9a55" class="wp-block-gutentor-e6 section-g2e9a55 gutentor-element gutentor-element-image text-align-center-desktop"><div class="gutentor-element-image-box"><a class="gutentor-element-image-link" href="https://culturadefato.com.br/postagens-selecionadas-do-telegram-setembro-de-2023/"><div class="gutentor-image-thumb"><img decoding="async" class="normal-image" src="https://culturadefato.com.br/wp-content/uploads/2023/09/VishalJoshiFineArtist.jpg" alt="Por Vishal Joshi Fine Artist" /></div></a></div></div>



<p class="has-text-align-center"><a href="https://culturadefato.com.br/postagens-selecionadas-do-telegram-marco-de-2023/"></a><br><a href="https://culturadefato.com.br/postagens-selecionadas-do-telegram-setembro-de-2023/">Postagens selecionadas do Telegram<br>(setembro de 2023)</a></p>
</div></div>



<div id="col-gmf5e171" class="wp-block-gutentor-m0-col col-gmf5e171 gutentor-carousel-item"><div id="section-gmf5e171" class="section-gmf5e171 gutentor-col-wrap has-color-bg has-custom-bg">
<div id="section-g90b161" class="wp-block-gutentor-e6 section-g90b161 gutentor-element gutentor-element-image text-align-center-desktop"><div class="gutentor-element-image-box"><a class="gutentor-element-image-link" href="https://culturadefato.com.br/postagens-selecionadas-do-telegram-agosto-de-2023/"><div class="gutentor-image-thumb"><img decoding="async" class="normal-image" src="https://culturadefato.com.br/wp-content/uploads/2023/09/PaperAirplane_VoichenkoSerghei.jpg" alt="Obra &quot;Paper airplane&quot;, por Voichenko Serghei" /></div></a></div></div>



<p class="has-text-align-center"><a href="https://culturadefato.com.br/postagens-selecionadas-do-telegram-marco-de-2023/"></a><br><a href="https://culturadefato.com.br/postagens-selecionadas-do-telegram-agosto-de-2023/">Postagens selecionadas do Telegram</a><br><a href="https://culturadefato.com.br/postagens-selecionadas-do-telegram-agosto-de-2023/">(agosto de 2023)</a></p>
</div></div>



<div id="col-gmaa2bf4" class="wp-block-gutentor-m0-col col-gmaa2bf4 gutentor-carousel-item"><div id="section-gmaa2bf4" class="section-gmaa2bf4 gutentor-col-wrap has-color-bg has-custom-bg">
<div id="section-g9bcbd4" class="wp-block-gutentor-e6 section-g9bcbd4 gutentor-element gutentor-element-image text-align-center-desktop"><div class="gutentor-element-image-box"><a class="gutentor-element-image-link" href="https://culturadefato.com.br/postagens-selecionadas-do-telegram-julho-2023/"><div class="gutentor-image-thumb"><img decoding="async" class="normal-image" src="https://culturadefato.com.br/wp-content/uploads/2023/07/TheFlightOfAviatorSantosDumontWithAirplane14Bis.jpg" alt="Obra: &quot;The flight of aviator Santos Dumont with airplane 14 Bis&quot; (1906), detalhes em: https://www.deconamic.com/item/the-flight-of-aviator-santos-dumont-with-airplane-14-bis/" /></div></a></div></div>



<p class="has-text-align-center"><a href="https://culturadefato.com.br/postagens-selecionadas-do-telegram-marco-de-2023/"></a><br><a href="https://culturadefato.com.br/postagens-selecionadas-do-telegram-julho-2023/">Postagens selecionadas do Telegram</a><br><a href="https://culturadefato.com.br/postagens-selecionadas-do-telegram-julho-2023/">(junho de 2023)</a></p>
</div></div>



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<div id="section-ga464ca" class="wp-block-gutentor-e6 section-ga464ca gutentor-element gutentor-element-image text-align-center-desktop"><div class="gutentor-element-image-box"><a class="gutentor-element-image-link" href="https://culturadefato.com.br/postagens-selecionadas-do-telegram-marco-de-2023/"><div class="gutentor-image-thumb"><img decoding="async" class="normal-image" src="https://culturadefato.com.br/wp-content/uploads/2023/03/PaperAirplanes_2018_MichaelCreese.jpg" alt="“Paper Airplanes” (2018), por Michael Creese." /></div></a></div></div>



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<div id="section-g4c3d27" class="wp-block-gutentor-e6 section-g4c3d27 gutentor-element gutentor-element-image gutentor-enabled-width text-align-center-desktop"><div class="gutentor-element-image-box"><a class="gutentor-element-image-link" href="https://culturadefato.com.br/postagens-selecionadas-do-telegram-fevereiro-de-2022/"><div class="gutentor-image-thumb"><img decoding="async" class="normal-image" src="https://culturadefato.com.br/wp-content/uploads/2022/03/PageTurner.jpg" alt="Obra: &quot;Page Turner&quot; (2013), de David Tanner." /></div></a></div></div>



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<div id="section-g9031b8" class="wp-block-gutentor-e6 section-g9031b8 gutentor-element gutentor-element-image"><div class="gutentor-element-image-box"><a class="gutentor-element-image-link" href="https://culturadefato.com.br/sete-postagens-selecionadas-do-telegram/"><div class="gutentor-image-thumb"><img decoding="async" class="normal-image" src="https://culturadefato.com.br/wp-content/uploads/2021/08/ReadingANewspaperInTheGarden_HenriToulouse-Lautrec.jpg" alt="“Desire Dehau Reading a Newspaper in the Garden” (1890), do pintor francês Henri de Toulouse-Lautrec (1864 - 1901)." /></div></a></div></div>



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<div id="section-ga69870" class="wp-block-gutentor-e6 section-ga69870 gutentor-element gutentor-element-image"><div class="gutentor-element-image-box"><a class="gutentor-element-image-link" href="https://culturadefato.com.br/seis-postagens-selecionadas-do-telegram/"><div class="gutentor-image-thumb"><img decoding="async" class="normal-image" src="https://culturadefato.com.br/wp-content/uploads/2021/06/LendoJornal.jpg" alt="Recorte da obra: &quot;Lendo o jornal&quot;, criada em 1905 pelo pintor, desenhista e professor português José Vital Branco Malhoa (1855 - 1933)." /></div></a></div></div>



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<p class="has-text-align-center"><br><a href="https://culturadefato.com.br/telegram-postagens-avulsas-de-autores-pertinentes/">Seis postagens selecionadas do Telegram</a></p>
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		<title>Prece e soneto de Natal</title>
		<link>https://culturadefato.com.br/prece-e-soneto-de-natal/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Olavo de Carvalho]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 17 Dec 2025 00:24:08 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Artes e Literatura]]></category>
		<category><![CDATA[Cristianismo]]></category>
		<category><![CDATA[Filosofia e História]]></category>
		<category><![CDATA[Alexandre Magno]]></category>
		<category><![CDATA[Carl Schmitt]]></category>
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		<category><![CDATA[Logos Divino]]></category>
		<category><![CDATA[Natal]]></category>
		<category><![CDATA[Olavo de Carvalho]]></category>
		<category><![CDATA[Pólis]]></category>
		<category><![CDATA[Sócrates]]></category>
		<category><![CDATA[Urbi et Orbi]]></category>
		<category><![CDATA[Verdadeiro]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>“Neste Natal de 2002, minha prece é: Por cima de todos os 'consensos', Senhor, concede-nos o dom de buscar, amar e obedecer à Tua verdade.”</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="has-text-align-center">“<em>As portas do espírito só se abrem à perfeita sinceridade de propósitos.</em>”<br>Olavo de Carvalho (1947 &#8211; 2022)</p>



<hr class="wp-block-separator has-alpha-channel-opacity is-style-wide"/>



<br>



<h1 class="wp-block-heading">Prece de Natal 2002</h1>



<br>



<p class="has-drop-cap">Até uma certa época da história, a noção de “verdade” não se distinguia do sentimento de coesão social expresso nos símbolos mitológicos de identidade cultural. “Estar na verdade” era estar imerso nessa identidade, era “ser um de nós”, era pertinência e aliança. O erro, a mentira, eram “o outro”, o estranho, o “de fora”, o alheio, rebelde à assimilação.</p>



<p>A percepção de um tipo de verdade que transcende a identidade social só começa a aparecer no teatro grego. Rito cívico destinado a sedimentar essa identidade, ele ao mesmo tempo insinuava os limites da cultura local, a diferença irredutível entre a sociedade existente e o humano em geral. Fazia isso escolhendo como protagonista o estrangeiro, de modo que o povo se compadecesse do inimigo morto em batalha, ou armando um conflito de jurisdições no qual o herói rejeitado colocava em evidência uma invisível e universal ordem divina por cima das leis da <span data-tooltip="Na Grécia Antiga, ''pólis'' significa Cidade-Estado, ou seja, uma comunidade política autônoma que englobava o núcleo urbano e rural circundante, formando uma unidade independente com suas próprias leis, governo e cidadãos." data-tooltip-position="top"><em>pólis</em></span>. No esforço de restaurar a hierarquia entre ordem maior e ordem menor por meio da persuasão racional, o herói individual aparecia como porta-voz da verdade divina, do significado último do qual a verdade meramente “geral” da comunidade se revelava como significante provisório.</p>



<p>Quando o teatro perde força persuasiva, repentinamente o drama torna-se realidade. <span data-tooltip-position="top" data-tooltip="Sócrates (470 a. C. ou 469 a. C. - 399 a. C.). foi filósofo da Grécia antiga, o primeiro pensador do trio de antigos filósofos gregos, que incluía Platão e Aristóteles, a estabelecer os fundamentos filosóficos da cultura ocidental. ''Conhece-te a ti mesmo'' é a essência de todo seu ensinamento.">Sócrates</span> não é um personagem de teatro: é o sábio de carne e osso que, por meio da arte dialética, faz ver a seus concidadãos as exigências da ordem divina por cima das crenças comuns e hábitos consolidados. A vida do filósofo não apenas encarna, na materialidade do seu desfecho trágico, a tensão irresolvida entre sabedoria universal e ordem social concreta, mas marca o momento decisivo em que o primado da verdade transcendente se integra no patrimônio cultural como medida de todas as coisas. À verdade como “pertinência” sucede então a verdade como “conhecimento”, “razão”, “discurso” e “Espírito”. Esse salto, esse repentino esclarecimento do quadro da vida é registrado não somente pelo nascimento da pesquisa filosófica organizada, mas por mutações linguísticas que comprovam a descoberta da independência entre os significados espirituais de certas palavras e o suporte sensível que, em compactação poética, antes apenas apontava para eles obscuramente.</p>



<p>Rejeitando o convite do filósofo para integrar-se na ordem espiritual, a&nbsp;<em>pólis</em>&nbsp;estava condenada: menos de uma geração depois ela é destruída e absorvida numa nova ordem, não espiritual, mas material: o império de <span data-tooltip="Alexandre Magno (Alexandre III da Macedônia), rei da Macedônia no século IV a.C." data-tooltip-position="top">Alexandre</span> e as monarquias em que ele se desmembrou, inaugurando o período “<span data-tooltip="O período helenístico começa com as conquistas de Alexandre Magno e vai aproximadamente até a dominação romana do Mediterrâneo oriental. Uma característica deste período foi o desaparecimento da pólis como centro político." data-tooltip-position="top">helenístico</span>”. Foi um período de caos, tirania e desespero, mas ampliou o campo histórico de tal modo que o salto seguinte já não ocorreu no âmbito limitado de uma cultura local, mas num cenário imperial apto a fazê-lo repercutir <span data-tooltip="Expressão latina que significa literalmente: ''à cidade e ao mundo''." data-tooltip-position="top"><em>urbi et orbi</em></span>: à descoberta do Espírito em Atenas segue-se a sua encarnação em Belém. Esta veio por intermédio de um povo que, distante e sem contato com os gregos, numa trajetória própria e sem similares, já havia superado por si a ilusão da verdade comunitária e aprendido a viver na busca e na obediência da ordem invisível. A história dos judeus repete, a seu modo, o drama de Sócrates: eles são o povo profético, repelido por “este mundo”. Desse povo emerge o novo salto de consciência, já não como “descoberta”, mas como “nascimento”: já não um acontecimento na escala interna da alma, mas simultaneamente nela e no mundo físico.</p>



<p>Jesus Cristo já não é apenas o “porta-voz” da ordem divina: Ele é&nbsp;<em>a própria</em>&nbsp;ordem divina que se apresenta, curando e reintegrando a ordem humana na sua origem e sentido. Daí por diante, nenhuma ordem local, nenhuma sociedade historicamente dada terá mais o direito de encarnar, por si, a verdade. Todas sabem que “verdade” e “comunidade” não são termos mutuamente conversíveis. Todas sabem que são mortais, reflexos transitórios da verdade imortal que as gera e suprime. Reinos, principados, repúblicas cedem às injunções da ordem invisível e, humildemente, buscam modelar-se por ela.</p>



<p>Há entre esses quatro grandes momentos — o teatro grego, a filosofia, a lei mosaica e o nascimento de Cristo — uma convergência tão patente, que negá-la seria recusar a própria base de nossas vidas: pois tudo o que somos e fazemos, desde então, se funda no reconhecimento de uma verdade universal que transcende as pretensões das comunidades históricas e jamais é conhecida por completo. Tudo: ciência, moral, direito, liberdade, dignidade e valor da existência. Essa verdade, que começa por se insinuar obscuramente nos enredos dos dramaturgos e termina por iluminar a Terra inteira como presença do&nbsp;<em><a href="https://culturadefato.com.br/true-outspeak-logos-divino/">Logos</a>&nbsp;</em>encarnado, é, para nós, tudo. Nela “vivemos, nos movemos e somos”, dirá o Apóstolo. Sem ela, somos apenas a tribo cega que, do fundo da caverna, se autoproclama o único Sol.</p>



<p>Mas, hoje em dia, essa ilusão arrogante volta a imperar. Doutores e príncipes, escribas e fariseus, ricos e pobres, cardeais e comissários do povo negam toda verdade superior às suas autoridades reunidas e proclamam o reinado absoluto do “consenso”. Sua vontade é lei. A cada geração, o apelo da ordem universal torna-se mais inaudível, cada nova sociedade faz da sua assembleia o topo e o limite da consciência possível. Tudo o que esteja para além da assembleia é “o outro”, é erro, ilusão, rebelião odiosa. Assim decretaram o nazismo, o fascismo e o socialismo. A própria democracia, enfeitiçada por eles, esquece o legado grego, judaico e cristão que a originou e condena às trevas exteriores tudo o que fuja ao “consenso”. Passados dois milênios do nascimento de Cristo, voltamos à vivência tribal da verdade como identidade do “nós” contra “eles”. É o que <span data-tooltip-position="top" data-tooltip="Carl Schmitt (1888 - 1985) foi filósofo político, jurista, e professor universitário alemão. Membro proeminente do Partido Nazista, é considerado um dos mais significativos e controversos especialistas em direito constitucional e internacional da Europa do século XX.">Carl Schmitt</span> chamava “política”.</p>



<p>Por isto, neste Natal de 2002, minha prece é: Por cima de todos os “consensos”, Senhor, concede-nos o dom de buscar, amar e obedecer à Tua verdade.</p>



<br>



<p class="has-text-align-right">Por <a href="https://culturadefato.com.br/author/olavodecarvalho/">Olavo de Carvalho</a> (1947-2022).<br><em>O Globo</em>, 21 de dezembro de 2002.</p>



<br>



<hr class="wp-block-separator has-alpha-channel-opacity is-style-dots"/>



<br>



<h1 class="wp-block-heading has-text-align-center">Soneto de Natal</h1>



<br>



<p class="has-text-align-center">Nasceste neste mundo sem sair do eterno<br>E para lá voltaste sem sair daqui.<br>Discursaste aos demônios no fundo do inferno<br>Sem nem descer do Trono que pertence a Ti.</p>



<p class="has-text-align-center"><br>Ferido e mutilado no topo da Cruz,<br>Resgatavas da morte eterna os Teus algozes,<br>Que ao pregar no madeiro duro os Teus pés nus,<br>Sorviam com delícia as Tuas dores atrozes.</p>



<p class="has-text-align-center"><br>Não perdeste nenhum dos que o Pai te entregou,<br>Mesmo os que relutavam em seguir Teus passos,<br>Sem saber que só em Ti podem dizer “Eu sou”.</p>



<p class="has-text-align-center"><br>Salva-nos por Teus méritos, Encarnação<br>Do Verbo, pois os nossos são falsos e escassos<br>E nem para louvar-Te jamais bastarão.</p>



<br>



<p class="has-text-align-right">Por <a href="https://culturadefato.com.br/author/olavodecarvalho/">Olavo de Carvalho</a> (1947 &#8211; 2022).<br>Publicado no <a href="https://www.facebook.com/carvalho.olavo/posts/soneto-de-natal-2016olavo-de-carvalhonasceste-neste-mundo-sem-sair-do-eternoe-pa/749993758486034/?locale=pt_BR" target="_blank" rel="noreferrer noopener nofollow">Facebook</a> do autor, em 15 de dezembro de 2016.</p>



<br>



<p class="has-background has-very-light-gray-background-color"><strong>Nota da editoria:</strong><br><br>A imagem da capa é um recorte da obra: “<em>Nascimento de Jesus</em>” (1306), de Giotto di Bondone (1266 – 1337).</p>



<br>



<h2 class="wp-block-heading has-text-align-center">Mais artigos sobre Natal:</h2>



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<section id="gm71bf303" class="wp-block-gutentor-m0 alignfull section-gm71bf303 gutentor-module gutentor-module-carousel has-color-bg has-custom-bg gutentor-slick-a-default-desktop gutentor-slick-a-default-tablet gutentor-slick-a-default-mobile"><div class="grid-container"><div class="gutentor-module-carousel-row" data-dots="false" data-dotstablet="false" data-dotsmobile="false" data-arrows="true" data-arrowstablet="true" data-arrowsmobile="true" data-infinite="true" data-autoplay="true" data-draggable="true" data-pauseonfocus="true" data-pauseonhover="true" data-autoplayspeed="4500" data-cmondesktop="false" data-cmontablet="false" data-cmonmobile="false" data-nextarrow="fas fa-angle-right" data-prevarrow="fas fa-angle-left" data-arrowspositiondesktop="gutentor-slick-a-default-desktop" data-arrowspositiontablet="gutentor-slick-a-default-tablet" data-arrowspositionmobile="gutentor-slick-a-default-mobile" data-speed="300" data-slideitemdesktop="2" data-slideitemtablet="3" data-slideitemmobile="2" data-slidescroll-desktop="2" data-slidescroll-tablet="3" data-slidescroll-mobile="2">
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<div id="section-g-noai4ve" class="wp-block-gutentor-e6 section-g-noai4ve gutentor-element gutentor-element-image text-align-center-desktop"><div class="gutentor-element-image-box"><a class="gutentor-element-image-link" href="https://culturadefato.com.br/o-primeiro-presepio-da-historia/"><div class="gutentor-image-thumb"><img decoding="async" class="normal-image" src="https://culturadefato.com.br/wp-content/uploads/2025/12/PresepioDaCapelaDeNossaSenhoraDaGloria_Recorte05.jpg" alt="Recorte 05: Presépio da Capela de Nossa Senhora da Glória e São Gens, mais conhecida como Capela de Nossa Senhora do Monte, situada em Lisboa, Portugal. A obra data do século XVIII (meados do século de 1700) e é tradicionalmente atribuída ao célebre escultor barroco António Ferreira, um dos mais notáveis mestres portugueses na arte dos presépios." /></div></a></div></div>



<p class="has-text-align-center"><br><em><a href="https://culturadefato.com.br/o-primeiro-presepio-da-historia/">O primeiro presépio da História</a></em><br>(<a href="https://culturadefato.com.br/author/diversos/">diversos autores</a>)</p>
</div></div>



<div id="col-g-e77qeb7" class="wp-block-gutentor-m0-col col-g-e77qeb7 gutentor-carousel-item"><div id="section-g-e77qeb7" class="section-g-e77qeb7 gutentor-col-wrap has-color-bg has-custom-bg">
<div id="section-g-010n3oe" class="wp-block-gutentor-e6 section-g-010n3oe gutentor-element gutentor-element-image text-align-center-desktop"><div class="gutentor-element-image-box"><a class="gutentor-element-image-link" href="https://culturadefato.com.br/jesus-nasceu-mesmo-no-dia-25-de-dezembro/"><div class="gutentor-image-thumb"><img decoding="async" class="normal-image" src="https://culturadefato.com.br/wp-content/uploads/2023/12/GilmondeAzulejosNascimentoDeJesus.jpg" alt="Painel de Azulejos em Gilmonde, Barcelos, Portugal. (Fábrica Aleluia, Aveiro, 1988)." /></div></a></div></div>



<p class="has-text-align-center"><br><em><a href="https://culturadefato.com.br/jesus-nasceu-mesmo-no-dia-25-de-dezembro/">Jesus nasceu mesmo no dia 25 de dezembro?</a></em>, por <a href="https://culturadefato.com.br/author/padrepauloricardo/">Padre Paulo Ricardo</a></p>
</div></div>



<div id="col-g-kgvn121" class="wp-block-gutentor-m0-col col-g-kgvn121 gutentor-carousel-item"><div id="section-g-kgvn121" class="section-g-kgvn121 gutentor-col-wrap has-color-bg has-custom-bg">
<div id="section-g-biscskb" class="wp-block-gutentor-e6 section-g-biscskb gutentor-element gutentor-element-image text-align-center-desktop"><div class="gutentor-element-image-box"><a class="gutentor-element-image-link" href="https://culturadefato.com.br/o-espirito-de-natal/"><div class="gutentor-image-thumb"><img decoding="async" class="normal-image" src="https://culturadefato.com.br/wp-content/uploads/2023/12/ChristmasWindow.jpg" alt="Obra &quot;Christmas Window in Chicago&quot; (1945), por Don Freeman (1908 - 1978)." /></div></a></div></div>



<p class="has-text-align-center"><br><em><a href="https://culturadefato.com.br/o-espirito-de-natal/">O espírito de Natal,<br></a></em>por <a href="https://culturadefato.com.br/author/gkchesterton/">G. K. Chesterton</a></p>
</div></div>



<div id="col-g-6e6okt1" class="wp-block-gutentor-m0-col col-g-6e6okt1 gutentor-carousel-item"><div id="section-g-6e6okt1" class="section-g-6e6okt1 gutentor-col-wrap has-color-bg has-custom-bg">
<div id="section-g-arzuznf" class="wp-block-gutentor-e6 section-g-arzuznf gutentor-element gutentor-element-image text-align-center-desktop"><div class="gutentor-element-image-box"><a class="gutentor-element-image-link" href="https://culturadefato.com.br/postagens-selecionadas-do-telegram-novembro-e-dezembro-de-2024/#Post10"><div class="gutentor-image-thumb"><img decoding="async" class="normal-image" src="https://culturadefato.com.br/wp-content/uploads/2024/12/Presepio.jpg" alt="Presépio" /></div></a></div></div>



<p class="has-text-align-center"><br><a href="https://culturadefato.com.br/postagens-selecionadas-do-telegram-novembro-e-dezembro-de-2024/#Post10"><em>O verdadeiro significado do Natal</em></a>,<br>por  <a href="https://escritoralexandrecosta.com.br/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Alexandre Costa</a></p>
</div></div>



<div id="col-g-vpxut4y" class="wp-block-gutentor-m0-col col-g-vpxut4y gutentor-carousel-item"><div id="section-g-vpxut4y" class="section-g-vpxut4y gutentor-col-wrap has-color-bg has-custom-bg">
<div id="section-g-6phfzpv" class="wp-block-gutentor-e6 section-g-6phfzpv gutentor-element gutentor-element-image text-align-center-desktop"><div class="gutentor-element-image-box"><a class="gutentor-element-image-link" href="https://culturadefato.com.br/por-que-celebrar-o-natal/"><div class="gutentor-image-thumb"><img decoding="async" class="normal-image" src="https://culturadefato.com.br/wp-content/uploads/2023/12/GilmondeAzulejosNascimentoDeJesus.jpg" alt="Painel de Azulejos em Gilmonde, Barcelos, Portugal. (Fábrica Aleluia, Aveiro, 1988)." /></div></a></div></div>



<p class="has-text-align-center"><br><em><a href="https://culturadefato.com.br/por-que-celebrar-o-natal/">Por que celebrar o Natal</a></em>,<br>por <a href="https://culturadefato.com.br/author/olavodecarvalho/">Olavo de Carvalho</a></p>
</div></div>



<div id="col-g-i9tdee6" class="wp-block-gutentor-m0-col col-g-i9tdee6 gutentor-carousel-item"><div id="section-g-i9tdee6" class="section-g-i9tdee6 gutentor-col-wrap has-color-bg has-custom-bg">
<div id="section-g-zleysje" class="wp-block-gutentor-e6 section-g-zleysje gutentor-element gutentor-element-image text-align-center-desktop"><div class="gutentor-element-image-box"><a class="gutentor-element-image-link" href="https://culturadefato.com.br/quatro-perigos-do-natal/"><div class="gutentor-image-thumb"><img decoding="async" class="normal-image" src="https://culturadefato.com.br/wp-content/uploads/2023/12/AAdoracaoDosPastores.jpg" alt="Obra: &quot;A adoração dos pastores&quot;, por Gerard van Honthorst (1592 – 1656)." /></div></a></div></div>



<p class="has-text-align-center"><br><a href="https://culturadefato.com.br/quatro-perigos-do-natal/"><em>Quatro perigos do Natal</em></a>,<br>por <a href="https://culturadefato.com.br/author/percivalpuggina/">Percival Puggina</a></p>
</div></div>



<div id="col-g-0i4zv6s" class="wp-block-gutentor-m0-col col-g-0i4zv6s gutentor-carousel-item"><div id="section-g-0i4zv6s" class="section-g-0i4zv6s gutentor-col-wrap has-color-bg has-custom-bg">
<div id="section-g-4rdgwes" class="wp-block-gutentor-e6 section-g-4rdgwes gutentor-element gutentor-element-image text-align-center-desktop"><div class="gutentor-element-image-box"><a class="gutentor-element-image-link" href="https://culturadefato.com.br/natal-2014/"><div class="gutentor-image-thumb"><img decoding="async" class="normal-image" src="https://culturadefato.com.br/wp-content/uploads/2020/12/NascimentoDeJesus.jpg" /></div></a></div></div>



<p class="has-text-align-center"><br><em><a href="https://culturadefato.com.br/natal-2014/">Natal 2014</a></em>,<br>por <a href="https://culturadefato.com.br/author/olavodecarvalho/">Olavo de Carvalho</a></p>
</div></div>



<div id="col-g-0bzf1wf" class="wp-block-gutentor-m0-col col-g-0bzf1wf gutentor-carousel-item"><div id="section-g-0bzf1wf" class="section-g-0bzf1wf gutentor-col-wrap has-color-bg has-custom-bg">
<div id="section-g-1iic1u5" class="wp-block-gutentor-e6 section-g-1iic1u5 gutentor-element gutentor-element-image text-align-center-desktop"><div class="gutentor-element-image-box"><a class="gutentor-element-image-link" href="https://culturadefato.com.br/a-impregnacao-das-alegrias-de-natal/"><div class="gutentor-image-thumb"><img decoding="async" class="normal-image" src="https://culturadefato.com.br/wp-content/uploads/2020/12/Presepio.jpg" alt="Presépio" /></div></a></div></div>



<p class="has-text-align-center"><br><a href="https://culturadefato.com.br/a-impregnacao-das-alegrias-de-natal/"><em>A impregnação das alegrias de Natal</em></a>, por <a href="https://culturadefato.com.br/author/pliniocoliveira/">Plinio Corrêa de Oliveira</a></p>
</div></div>



<div id="col-g-j7k7287" class="wp-block-gutentor-m0-col col-g-j7k7287 gutentor-carousel-item"><div id="section-g-j7k7287" class="section-g-j7k7287 gutentor-col-wrap has-color-bg has-custom-bg">
<div id="section-g-o22cq7p" class="wp-block-gutentor-e6 section-g-o22cq7p gutentor-element gutentor-element-image text-align-center-desktop"><div class="gutentor-element-image-box"><a class="gutentor-element-image-link" href="https://culturadefato.com.br/agora-por-exemplo-e-natal/"><div class="gutentor-image-thumb"><img decoding="async" class="normal-image" src="https://culturadefato.com.br/wp-content/uploads/2022/12/AAdoracaoDosMagos_1828_DomingosSequeira.jpg" alt="Obra: &quot;A Adoração dos Magos&quot; (1828), por Domingos Sequeira (1768 - 1837)" /></div></a></div></div>



<p class="has-text-align-center"><br><a href="https://culturadefato.com.br/agora-por-exemplo-e-natal/">Agora, por exemplo, é Natal</a>,<br>por <a href="https://culturadefato.com.br/author/percivalpuggina/">Percival Puggina</a></p>
</div></div>
</div></div></section>



<br>
<p>O post <a href="https://culturadefato.com.br/prece-e-soneto-de-natal/">Prece e soneto de Natal</a> apareceu primeiro em <a href="https://culturadefato.com.br">Cultura de Fato</a>.</p>
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		<title>O primeiro presépio da História</title>
		<link>https://culturadefato.com.br/o-primeiro-presepio-da-historia/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Diversos]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 15 Dec 2025 03:00:38 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cristianismo]]></category>
		<category><![CDATA[Jesus Cristo]]></category>
		<category><![CDATA[Natal]]></category>
		<category><![CDATA[Revista Catolicismo]]></category>
		<category><![CDATA[São Boaventura]]></category>
		<category><![CDATA[São Francisco de Assis]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>"O belo costume de armar o presépio para rememorar o nascimento do Menino Jesus nos foi legado por São Francisco de Assis, conforme narra São Boaventura.”</p>
<p>O post <a href="https://culturadefato.com.br/o-primeiro-presepio-da-historia/">O primeiro presépio da História</a> apareceu primeiro em <a href="https://culturadefato.com.br">Cultura de Fato</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="has-text-align-center">“<em>Comece fazendo o que é necessário, depois o que é possível,</em><br><em>e de repente você estará fazendo o impossível.</em>”<br><span data-tooltip="Giovanni di Pietro di Bernardone (1182 - 1226), conhecido como São Francisco de Assis. Nasceu e faleceu em Assis (Itália)." data-tooltip-position="top">São Francisco de Assis</span> (1182 &#8211; 1226)</p>



<hr class="wp-block-separator has-alpha-channel-opacity is-style-wide"/>



<br>



<p class="has-drop-cap">O belo costume de armar o presépio para rememorar o nascimento do Menino Jesus nos foi legado por <span data-tooltip="Giovanni di Pietro di Bernardone (1182 - 1226), conhecido como São Francisco de Assis. Nasceu e faleceu em Assis (Itália)." data-tooltip-position="top">São Francisco de Assis</span>, conforme narra <span data-tooltip="Giovanni di Fidanza (1221 - 1274), mais conhecido como São Boaventura, foi teólogo e filósofo escolástico medieval. Sétimo ministro-geral da Ordem dos Frades Menores, foi também cardeal-bispo de Albano. Nasceu na Itália e faleceu na França." data-tooltip-position="top">São Boaventura</span>:</p>



<br>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow">
<p>“Três anos antes de sua morte, encontrando-se o Santo em Grecio, movido por sua ardente devoção e para excitá-la nos outros, quis celebrar a festa da Natividade do Menino Jesus com toda a pompa e majestade possíveis.</p>



<p>Mas, para que ninguém pudesse tachar essa festa de ridícula novidade, pediu e obteve do Sumo Pontífice licença para celebrá-la.</p>



<p>Em seguida, Francisco fez preparar um presépio; mandou trazer grande quantidade de feno, juntamente com um asno e um boi, dispondo tudo ordenadamente; reuniram-se os religiosos, chamados de diversos lugares; concorreram pessoas do povo, ressoaram vozes de júbilo por todas as partes. E o grande número de luzes e resplandecentes tochas, bem como os cânticos sonoros que brotavam dos peitos simples e piedosos converteram aquela noite num dia claro, esplêndido e festivo.</p>



<p>Iniciou-se, então, a missa solene, na qual Francisco, que oficiava como diácono cantou o Evangelho. Pregou depois ao povo e lhes falou do nascimento do Rei pobre, a quem, quando a Ele se referia, chamava, impulsionado por seu terno amor, o Menino de Belém.</p>



<p>Havia entre os assistentes deste ato um soldado muito piedoso e veraz que, movido pelo amor a Cristo, renunciou à milícia secular e se uniu estreitamente ao servo de Deus. Chamava-se <span data-tooltip="João de Grecio não é um santo canonizado nem um teólogo, mas um leigo convertido, próximo de São Francisco, cuja importância está em ter sido o principal testemunho humano do milagre do presépio de Greccio." data-tooltip-position="top">João de Grecio</span>, e assegurou de um modo formal ter visto no presépio, reclinado e dormindo, um Menino extremamente belo, o qual o bem-aventurado Francisco tomou em seus braços, como se docemente o quisesse despertar do sono.</p>



<p>Que tal visão do piedoso soldado é inteiramente certa o afirma não só a santidade de quem a teve, mas também sua veracidade; e a evidenciam os milagres que depois se realizaram. Pois o exemplo de Francisco, mesmo humanamente considerado, tem poder para excitar a fé de Cristo nos corações mais frios. E aquele feno do presépio, cuidadosamente conservado pelo povo, foi um eficaz remédio para curar milagrosamente os animais doentes, e antídoto contra muitas outras espécies de peste. E assim, glorificou o Senhor seu servo com todas estas maravilhas e demonstrou a eficácia de suas orações com prodígios tão evidentes.”</p>
</blockquote>



<br>



<p class="has-text-align-right">Excerto da obra <span data-tooltip="Trata-se da biografia oficial de São Francisco de Assis, escrita por São Boaventura no século XIII." data-tooltip-position="top"><em>Legenda de São Francisco de Assis</em></span>, em<br><span data-tooltip="Livro (ou volume) no qual a Legenda de São Francisco foi publicada/reunida." data-tooltip-position="top"><em>Escritos Completos de San Francisco de Asis y Biografias de sua época</em></span>. <span data-tooltip="Biblioteca de Autores Cristianos" data-tooltip-position="top">BAC</span>, 1945, pp. 597-598.<br><br>Publicado originalmente pela <a href="http://catolicismo.com.br/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Revista Catolicismo</a>,<br>em dezembro de 1988.Edição número 456.</p>



<br>



<p class="has-background has-very-light-gray-background-color"><strong>Nota da editoria:</strong><br><br>A imagem (recorte) da capa retrata o presépio da Capela de Nossa Senhora da Glória e São Gens, mais conhecida como Capela de Nossa Senhora do Monte, situada em Lisboa, Portugal. A obra data do século XVIII (meados do século de 1700) e é tradicionalmente atribuída ao célebre escultor barroco António Ferreira, um dos mais notáveis mestres portugueses na arte dos presépios. Veja mais recortes abaixo:</p>



<br>



<h2 class="wp-block-heading has-text-align-center">Detalhes do Presépio da Capela de Nossa Senhora da Glória e São Gens:</h2>



<br>



<section id="gm71bf303" class="wp-block-gutentor-m0 alignfull section-gm71bf303 gutentor-module gutentor-module-carousel has-color-bg has-custom-bg gutentor-slick-a-default-desktop gutentor-slick-a-default-tablet gutentor-slick-a-default-mobile"><div class="grid-container"><div class="gutentor-module-carousel-row" data-dots="true" data-dotstablet="false" data-dotsmobile="false" data-arrows="true" data-arrowstablet="true" data-arrowsmobile="true" data-infinite="true" data-autoplay="true" data-draggable="true" data-pauseonfocus="true" data-pauseonhover="true" data-autoplayspeed="4500" data-cmondesktop="false" data-cmontablet="false" data-cmonmobile="false" data-nextarrow="fas fa-angle-right" data-prevarrow="fas fa-angle-left" data-arrowspositiondesktop="gutentor-slick-a-default-desktop" data-arrowspositiontablet="gutentor-slick-a-default-tablet" data-arrowspositionmobile="gutentor-slick-a-default-mobile" data-speed="300" data-slideitemdesktop="1" data-slideitemtablet="1" data-slideitemmobile="1" data-slidescroll-desktop="1" data-slidescroll-tablet="1" data-slidescroll-mobile="2">
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<div id="section-g-noai4ve" class="wp-block-gutentor-e6 section-g-noai4ve gutentor-element gutentor-element-image text-align-center-desktop"><div class="gutentor-element-image-box"><div class="gutentor-image-thumb"><img decoding="async" class="normal-image" src="https://culturadefato.com.br/wp-content/uploads/2025/12/PresepioDaCapelaDeNossaSenhoraDaGloria_Recorte01.jpg" alt="Recorte 01: Presépio da Capela de Nossa Senhora da Glória e São Gens, mais conhecida como Capela de Nossa Senhora do Monte, situada em Lisboa, Portugal. A obra data do século XVIII (meados do século de 1700) e é tradicionalmente atribuída ao célebre escultor barroco António Ferreira, um dos mais notáveis mestres portugueses na arte dos presépios." /></div></div></div>
</div></div>



<div id="col-g-e77qeb7" class="wp-block-gutentor-m0-col col-g-e77qeb7 gutentor-carousel-item"><div id="section-g-e77qeb7" class="section-g-e77qeb7 gutentor-col-wrap has-color-bg has-custom-bg">
<div id="section-g-010n3oe" class="wp-block-gutentor-e6 section-g-010n3oe gutentor-element gutentor-element-image text-align-center-desktop"><div class="gutentor-element-image-box"><div class="gutentor-image-thumb"><img decoding="async" class="normal-image" src="https://culturadefato.com.br/wp-content/uploads/2025/12/PresepioDaCapelaDeNossaSenhoraDaGloria_Recorte02.jpg" alt="Recorte 02: Presépio da Capela de Nossa Senhora da Glória e São Gens, mais conhecida como Capela de Nossa Senhora do Monte, situada em Lisboa, Portugal. A obra data do século XVIII (meados do século de 1700) e é tradicionalmente atribuída ao célebre escultor barroco António Ferreira, um dos mais notáveis mestres portugueses na arte dos presépios." /></div></div></div>
</div></div>



<div id="col-g-kgvn121" class="wp-block-gutentor-m0-col col-g-kgvn121 gutentor-carousel-item"><div id="section-g-kgvn121" class="section-g-kgvn121 gutentor-col-wrap has-color-bg has-custom-bg">
<div id="section-g-biscskb" class="wp-block-gutentor-e6 section-g-biscskb gutentor-element gutentor-element-image text-align-center-desktop"><div class="gutentor-element-image-box"><div class="gutentor-image-thumb"><img decoding="async" class="normal-image" src="https://culturadefato.com.br/wp-content/uploads/2025/12/PresepioDaCapelaDeNossaSenhoraDaGloria_Recorte03.jpg" alt="Recorte 03: Presépio da Capela de Nossa Senhora da Glória e São Gens, mais conhecida como Capela de Nossa Senhora do Monte, situada em Lisboa, Portugal. A obra data do século XVIII (meados do século de 1700) e é tradicionalmente atribuída ao célebre escultor barroco António Ferreira, um dos mais notáveis mestres portugueses na arte dos presépios." /></div></div></div>
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<div id="col-g-vpxut4y" class="wp-block-gutentor-m0-col col-g-vpxut4y gutentor-carousel-item"><div id="section-g-vpxut4y" class="section-g-vpxut4y gutentor-col-wrap has-color-bg has-custom-bg">
<div id="section-g-6phfzpv" class="wp-block-gutentor-e6 section-g-6phfzpv gutentor-element gutentor-element-image text-align-center-desktop"><div class="gutentor-element-image-box"><div class="gutentor-image-thumb"><img decoding="async" class="normal-image" src="https://culturadefato.com.br/wp-content/uploads/2025/12/PresepioDaCapelaDeNossaSenhoraDaGloria_Recorte04.jpg" alt="Recorte 04: Presépio da Capela de Nossa Senhora da Glória e São Gens, mais conhecida como Capela de Nossa Senhora do Monte, situada em Lisboa, Portugal. A obra data do século XVIII (meados do século de 1700) e é tradicionalmente atribuída ao célebre escultor barroco António Ferreira, um dos mais notáveis mestres portugueses na arte dos presépios." /></div></div></div>
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<div id="col-g-0i4zv6s" class="wp-block-gutentor-m0-col col-g-0i4zv6s gutentor-carousel-item"><div id="section-g-0i4zv6s" class="section-g-0i4zv6s gutentor-col-wrap has-color-bg has-custom-bg">
<div id="section-g-4rdgwes" class="wp-block-gutentor-e6 section-g-4rdgwes gutentor-element gutentor-element-image text-align-center-desktop"><div class="gutentor-element-image-box"><div class="gutentor-image-thumb"><img decoding="async" class="normal-image" src="https://culturadefato.com.br/wp-content/uploads/2025/12/PresepioDaCapelaDeNossaSenhoraDaGloria_Recorte05.jpg" alt="Recorte 05: Presépio da Capela de Nossa Senhora da Glória e São Gens, mais conhecida como Capela de Nossa Senhora do Monte, situada em Lisboa, Portugal. A obra data do século XVIII (meados do século de 1700) e é tradicionalmente atribuída ao célebre escultor barroco António Ferreira, um dos mais notáveis mestres portugueses na arte dos presépios." /></div></div></div>
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<div id="col-g-i9tdee6" class="wp-block-gutentor-m0-col col-g-i9tdee6 gutentor-carousel-item"><div id="section-g-i9tdee6" class="section-g-i9tdee6 gutentor-col-wrap has-color-bg has-custom-bg">
<div id="section-g-zleysje" class="wp-block-gutentor-e6 section-g-zleysje gutentor-element gutentor-element-image text-align-center-desktop"><div class="gutentor-element-image-box"><div class="gutentor-image-thumb"><img decoding="async" class="normal-image" src="https://culturadefato.com.br/wp-content/uploads/2025/12/PresepioDaCapelaDeNossaSenhoraDaGloria_Recorte06.jpg" alt="Recorte 06: Presépio da Capela de Nossa Senhora da Glória e São Gens, mais conhecida como Capela de Nossa Senhora do Monte, situada em Lisboa, Portugal. A obra data do século XVIII (meados do século de 1700) e é tradicionalmente atribuída ao célebre escultor barroco António Ferreira, um dos mais notáveis mestres portugueses na arte dos presépios." /></div></div></div>
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<div id="col-g-t7t772t" class="wp-block-gutentor-m0-col col-g-t7t772t gutentor-carousel-item"><div id="section-g-t7t772t" class="section-g-t7t772t gutentor-col-wrap has-color-bg has-custom-bg">
<div id="section-g-iltt9u1" class="wp-block-gutentor-e6 section-g-iltt9u1 gutentor-element gutentor-element-image text-align-center-desktop"><div class="gutentor-element-image-box"><div class="gutentor-image-thumb"><img decoding="async" class="normal-image" src="https://culturadefato.com.br/wp-content/uploads/2025/12/PresepioDaCapelaDeNossaSenhoraDaGloria_Recorte07.jpg" alt="Recorte 07: Presépio da Capela de Nossa Senhora da Glória e São Gens, mais conhecida como Capela de Nossa Senhora do Monte, situada em Lisboa, Portugal. A obra data do século XVIII (meados do século de 1700) e é tradicionalmente atribuída ao célebre escultor barroco António Ferreira, um dos mais notáveis mestres portugueses na arte dos presépios." /></div></div></div>
</div></div>



<div id="col-g-mkavw33" class="wp-block-gutentor-m0-col col-g-mkavw33 gutentor-carousel-item"><div id="section-g-mkavw33" class="section-g-mkavw33 gutentor-col-wrap has-color-bg has-custom-bg">
<div id="section-g-p2ukpmk" class="wp-block-gutentor-e6 section-g-p2ukpmk gutentor-element gutentor-element-image text-align-center-desktop"><div class="gutentor-element-image-box"><div class="gutentor-image-thumb"><img decoding="async" class="normal-image" src="https://culturadefato.com.br/wp-content/uploads/2025/12/PresepioDaCapelaDeNossaSenhoraDaGloria_Recorte08.jpg" alt="Recorte 08: Presépio da Capela de Nossa Senhora da Glória e São Gens, mais conhecida como Capela de Nossa Senhora do Monte, situada em Lisboa, Portugal. A obra data do século XVIII (meados do século de 1700) e é tradicionalmente atribuída ao célebre escultor barroco António Ferreira, um dos mais notáveis mestres portugueses na arte dos presépios." /></div></div></div>
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<div id="col-g-1t4rgd7" class="wp-block-gutentor-m0-col col-g-1t4rgd7 gutentor-carousel-item"><div id="section-g-1t4rgd7" class="section-g-1t4rgd7 gutentor-col-wrap has-color-bg has-custom-bg">
<div id="section-g-1nhe3d3" class="wp-block-gutentor-e6 section-g-1nhe3d3 gutentor-element gutentor-element-image text-align-center-desktop"><div class="gutentor-element-image-box"><div class="gutentor-image-thumb"><img decoding="async" class="normal-image" src="https://culturadefato.com.br/wp-content/uploads/2025/12/PresepioDaCapelaDeNossaSenhoraDaGloria_Recorte09.jpg" alt="Recorte 09: Presépio da Capela de Nossa Senhora da Glória e São Gens, mais conhecida como Capela de Nossa Senhora do Monte, situada em Lisboa, Portugal. A obra data do século XVIII (meados do século de 1700) e é tradicionalmente atribuída ao célebre escultor barroco António Ferreira, um dos mais notáveis mestres portugueses na arte dos presépios." /></div></div></div>
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<div id="col-g-g4rcaic" class="wp-block-gutentor-m0-col col-g-g4rcaic gutentor-carousel-item"><div id="section-g-g4rcaic" class="section-g-g4rcaic gutentor-col-wrap has-color-bg has-custom-bg">
<div id="section-g-kj6bkpq" class="wp-block-gutentor-e6 section-g-kj6bkpq gutentor-element gutentor-element-image text-align-center-desktop"><div class="gutentor-element-image-box"><div class="gutentor-image-thumb"><img decoding="async" class="normal-image" src="https://culturadefato.com.br/wp-content/uploads/2025/12/PresepioDaCapelaDeNossaSenhoraDaGloria_Recorte10.jpg" alt="Recorte 10: Presépio da Capela de Nossa Senhora da Glória e São Gens, mais conhecida como Capela de Nossa Senhora do Monte, situada em Lisboa, Portugal. A obra data do século XVIII (meados do século de 1700) e é tradicionalmente atribuída ao célebre escultor barroco António Ferreira, um dos mais notáveis mestres portugueses na arte dos presépios." /></div></div></div>
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<div id="col-g-akqxk4c" class="wp-block-gutentor-m0-col col-g-akqxk4c gutentor-carousel-item"><div id="section-g-akqxk4c" class="section-g-akqxk4c gutentor-col-wrap has-color-bg has-custom-bg">
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<div id="col-g-ak47vyf" class="wp-block-gutentor-m0-col col-g-ak47vyf gutentor-carousel-item"><div id="section-g-ak47vyf" class="section-g-ak47vyf gutentor-col-wrap has-color-bg has-custom-bg">
<div id="section-g-efeqiae" class="wp-block-gutentor-e6 section-g-efeqiae gutentor-element gutentor-element-image text-align-center-desktop"><div class="gutentor-element-image-box"><div class="gutentor-image-thumb"><img decoding="async" class="normal-image" src="https://culturadefato.com.br/wp-content/uploads/2025/12/PresepioDaCapelaDeNossaSenhoraDaGloria_Recorte12.jpg" alt="Recorte 12: Presépio da Capela de Nossa Senhora da Glória e São Gens, mais conhecida como Capela de Nossa Senhora do Monte, situada em Lisboa, Portugal. A obra data do século XVIII (meados do século de 1700) e é tradicionalmente atribuída ao célebre escultor barroco António Ferreira, um dos mais notáveis mestres portugueses na arte dos presépios." /></div></div></div>
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<div id="col-g-vr6vg36" class="wp-block-gutentor-m0-col col-g-vr6vg36 gutentor-carousel-item"><div id="section-g-vr6vg36" class="section-g-vr6vg36 gutentor-col-wrap has-color-bg has-custom-bg">
<div id="section-g-tm632so" class="wp-block-gutentor-e6 section-g-tm632so gutentor-element gutentor-element-image text-align-center-desktop"><div class="gutentor-element-image-box"><div class="gutentor-image-thumb"><img decoding="async" class="normal-image" src="https://culturadefato.com.br/wp-content/uploads/2025/12/PresepioDaCapelaDeNossaSenhoraDaGloria_Recorte13.jpg" alt="Recorte 13: Presépio da Capela de Nossa Senhora da Glória e São Gens, mais conhecida como Capela de Nossa Senhora do Monte, situada em Lisboa, Portugal. A obra data do século XVIII (meados do século de 1700) e é tradicionalmente atribuída ao célebre escultor barroco António Ferreira, um dos mais notáveis mestres portugueses na arte dos presépios." /></div></div></div>
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<div id="col-g-h51ntao" class="wp-block-gutentor-m0-col col-g-h51ntao gutentor-carousel-item"><div id="section-g-h51ntao" class="section-g-h51ntao gutentor-col-wrap has-color-bg has-custom-bg">
<div id="section-g-li33u6f" class="wp-block-gutentor-e6 section-g-li33u6f gutentor-element gutentor-element-image text-align-center-desktop"><div class="gutentor-element-image-box"><div class="gutentor-image-thumb"><img decoding="async" class="normal-image" src="https://culturadefato.com.br/wp-content/uploads/2025/12/PresepioDaCapelaDeNossaSenhoraDaGloria_Recorte14.jpg" alt="Recorte 13: Presépio da Capela de Nossa Senhora da Glória e São Gens, mais conhecida como Capela de Nossa Senhora do Monte, situada em Lisboa, Portugal. A obra data do século XVIII (meados do século de 1700) e é tradicionalmente atribuída ao célebre escultor barroco António Ferreira, um dos mais notáveis mestres portugueses na arte dos presépios." /></div></div></div>
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<div id="col-g-s8w98wq" class="wp-block-gutentor-m0-col col-g-s8w98wq gutentor-carousel-item"><div id="section-g-s8w98wq" class="section-g-s8w98wq gutentor-col-wrap has-color-bg has-custom-bg">
<div id="section-g-a2t773c" class="wp-block-gutentor-e6 section-g-a2t773c gutentor-element gutentor-element-image text-align-center-desktop"><div class="gutentor-element-image-box"><div class="gutentor-image-thumb"><img decoding="async" class="normal-image" src="https://culturadefato.com.br/wp-content/uploads/2025/12/PresepioDaCapelaDeNossaSenhoraDaGloria.jpg" alt="Presépio da Capela de Nossa Senhora da Glória e São Gens, mais conhecida como Capela de Nossa Senhora do Monte, situada em Lisboa, Portugal. A obra data do século XVIII (meados do século de 1700) e é tradicionalmente atribuída ao célebre escultor barroco António Ferreira, um dos mais notáveis mestres portugueses na arte dos presépios." /></div></div></div>
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<p>O post <a href="https://culturadefato.com.br/o-primeiro-presepio-da-historia/">O primeiro presépio da História</a> apareceu primeiro em <a href="https://culturadefato.com.br">Cultura de Fato</a>.</p>
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		<title>12 de outubro: dia da Padroeira do Brasil</title>
		<link>https://culturadefato.com.br/12-de-outubro-dia-da-padroeira-do-brasil/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Editoria Cultura de Fato]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 12 Oct 2025 17:20:08 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cristianismo]]></category>
		<category><![CDATA[Filosofia e História]]></category>
		<category><![CDATA[Catolicismo]]></category>
		<category><![CDATA[Jesus Cristo]]></category>
		<category><![CDATA[Nossa Senhora Aparecida]]></category>
		<category><![CDATA[PIO X]]></category>
		<category><![CDATA[Pio XI]]></category>
		<category><![CDATA[Princesa Isabel]]></category>
		<category><![CDATA[Renato Teixeira]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>“O título, Nossa Senhora da Conceição Aparecida, um dentre os vários pelos quais Nossa Senhora é carinhosamente reconhecida — diz respeito às extraordinárias circunstâncias em que uma imagem de Nossa Senhora da Conceição, feita de terracota, foi encontrada por pescadores.”</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="has-text-align-center">“<em>Compreende para crer, crê para compreender.</em>”<br><span data-tooltip-position="top" data-tooltip="Agostinho de Hipona (354 d. C. - 430 d. C.) foi um dos mais importantes teólogos e filósofos nos primeiros séculos do cristianismo.">Santo Agostinho</span> (354 d. C. &#8211; 430 d. C.)</p>



<hr class="wp-block-separator has-alpha-channel-opacity is-style-wide"/>



<br>



<p class="has-drop-cap">Hoje, 12 de outubro, é dia de Nossa Senhora Aparecida, Padroeira do Brasil.</p>



<p>O título, Nossa Senhora da Conceição Aparecida, um dentre os vários pelos quais Nossa Senhora é carinhosamente reconhecida — diz respeito às extraordinárias circunstâncias em que uma imagem de Nossa Senhora da Conceição, feita de terracota, foi encontrada pelos pescadores Domingos Garcia, João Alves e Felipe Pedroso nas águas do rio Paraíba, ainda em 1717.</p>



<p>Com o registro de numerosos <a href="#Video" id="ChamadaVideo">acontecimentos miraculosos</a> desde o primeiro momento, a devoção a Nossa Senhora Aparecida iniciou-se imediatamente. A imagem foi solenemente coroada em 1904, durante o pontificado do <span data-tooltip-position="top" data-tooltip="Pio X (1835 - 1914), nascido Giuseppe Melchiorre Sarto, foi o 257.º Papa. O seu pontificado decorreu de 4 de agosto de 1903 até a data da sua morte.">Papa São Pio X</span>, com coroa e manto doados pela <span data-tooltip-position="top" data-tooltip="Isabel do Brasil (1846 - 1921): foi a filha mais velha do imperador Pedro II do Brasil e da imperatriz consorte Teresa Cristina das Duas Sicílias e, portanto membro do ramo brasileiro da Casa de Bragança. Nasceu no Rio de Janeiro e faleceu no Cartelo d'Eu na região da Alta Normandia (França).">Princesa Isabel</span>. Em 1930, Nossa Senhora da Conceição Aparecida foi proclamada Rainha e Padroeira do Brasil pelo <span data-tooltip-position="top" data-tooltip=" Papa Pio XI (1857 - 1939) foi 259º bispo de Roma e Papa da Igreja Católica de 1922 até a data da sua morte, nasceu em Desio (Itália) como Ambrogio Damiano Achille Ratti e faleceu no Vaticano.">Pio XI</span>. Em 1980, a <a href="https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/leis/l6802.htm" target="_blank" rel="noreferrer noopener nofollow">Lei Federal nº 6.802</a> reconheceu a Santíssima Virgem Maria como Protetora do Brasil e instituiu o dia 12 de outubro como feriado nacional em sua honra.</p>



<p>Rezemos para que a Sempre Virgem Maria proteja nossa nação e nos inspire com seu santo modelo, especialmente neste momento de tão feroz perseguição a tudo o que possa lembrar o nome e os ensinamentos de seu Filho, Nosso Senhor Jesus Cristo.</p>



<br>



<p class="has-text-align-right">Escrito pela <a href="https://culturadefato.com.br/author/editoriaculturadefato/">Editoria da Cultura de Fato</a>.</p>



<br>



<hr class="wp-block-separator has-alpha-channel-opacity is-style-dots"/>



<br>



<h2 class="wp-block-heading has-text-align-center">Imagens de Nossa Senhora da Conceição Aparecida e relacionadas:</h2>



<br>



<section id="gm97e4185" class="wp-block-gutentor-m0 section-gm97e4185 gutentor-module gutentor-module-carousel gutentor-slick-a-default-desktop gutentor-slick-a-default-tablet gutentor-slick-a-default-mobile"><div class="grid-container"><div class="gutentor-module-carousel-row" data-dots="false" data-dotstablet="false" data-dotsmobile="false" data-arrows="true" data-arrowstablet="true" data-arrowsmobile="true" data-infinite="true" data-autoplay="true" data-draggable="true" data-pauseonfocus="true" data-pauseonhover="true" data-autoplayspeed="3000" data-cmondesktop="false" data-cmontablet="false" data-cmonmobile="false" data-nextarrow="fas fa-angle-right" data-prevarrow="fas fa-angle-left" data-arrowspositiondesktop="gutentor-slick-a-default-desktop" data-arrowspositiontablet="gutentor-slick-a-default-tablet" data-arrowspositionmobile="gutentor-slick-a-default-mobile" data-speed="3000" data-slideitemdesktop="1" data-slideitemtablet="3" data-slideitemmobile="2" data-slidescroll-desktop="1" data-slidescroll-tablet="3" data-slidescroll-mobile="2">
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<div id="section-gf7b2a5" class="wp-block-gutentor-e6 section-gf7b2a5 gutentor-element gutentor-element-image"><div class="gutentor-element-image-box"><div class="gutentor-image-thumb"><img decoding="async" class="normal-image" src="https://culturadefato.com.br/wp-content/uploads/2025/10/NossaSenhoraAparecida01.jpg" alt="Imagem Original de Nossa Senhora da Conceição Aparecida" /></div></div></div>



<p class="has-text-align-center"><br>Imagem original de Nossa Senhora da Conceição Aparecida</p>
</div></div>



<div id="col-gm08abbd" class="wp-block-gutentor-m0-col col-gm08abbd gutentor-carousel-item"><div id="section-gm08abbd" class="section-gm08abbd gutentor-col-wrap">
<div id="section-g230d80" class="wp-block-gutentor-e6 section-g230d80 gutentor-element gutentor-element-image"><div class="gutentor-element-image-box"><div class="gutentor-image-thumb"><img decoding="async" class="normal-image" src="https://culturadefato.com.br/wp-content/uploads/2025/10/NossaSenhoraAparecida02.jpg" alt="Imagem Original de Nossa Senhora da Conceição Aparecida" /></div></div></div>



<p class="has-text-align-center"><br>Imagem original de Nossa Senhora da Conceição Aparecida</p>
</div></div>



<div id="col-gmb9ddd5" class="wp-block-gutentor-m0-col col-gmb9ddd5 gutentor-carousel-item"><div id="section-gmb9ddd5" class="section-gmb9ddd5 gutentor-col-wrap">
<div id="section-g11c80f" class="wp-block-gutentor-e6 section-g11c80f gutentor-element gutentor-element-image"><div class="gutentor-element-image-box"><div class="gutentor-image-thumb"><img decoding="async" class="normal-image" src="https://culturadefato.com.br/wp-content/uploads/2025/10/SantuarioNacionalNossaSenhoraAparecida01.jpg" alt="Santuário Nacional de Nossa Senhora da Conceição Aparecida" /></div></div></div>



<p class="has-text-align-center"><br>Santuário Nacional de Nossa Senhora da Conceição Aparecida</p>
</div></div>



<div id="col-gm6a44ba" class="wp-block-gutentor-m0-col col-gm6a44ba gutentor-carousel-item"><div id="section-gm6a44ba" class="section-gm6a44ba gutentor-col-wrap">
<div id="section-g109fdc" class="wp-block-gutentor-e6 section-g109fdc gutentor-element gutentor-element-image"><div class="gutentor-element-image-box"><div class="gutentor-image-thumb"><img decoding="async" class="normal-image" src="https://culturadefato.com.br/wp-content/uploads/2025/10/NossaSenhoraAparecida03.jpg" alt="Santuário Nacional de Nossa Senhora da Conceição Aparecida" /></div></div></div>



<p class="has-text-align-center"><br>Santuário Nacional de Nossa Senhora da Conceição Aparecida (interior)</p>
</div></div>



<div id="col-g-nnqxg1x" class="wp-block-gutentor-m0-col col-g-nnqxg1x gutentor-carousel-item"><div id="section-g-nnqxg1x" class="section-g-nnqxg1x gutentor-col-wrap">
<div id="section-g-hpd1a11" class="wp-block-gutentor-e6 section-g-hpd1a11 gutentor-element gutentor-element-image"><div class="gutentor-element-image-box"><div class="gutentor-image-thumb"><img decoding="async" class="normal-image" src="https://culturadefato.com.br/wp-content/uploads/2025/10/SantuarioNacionalNossaSenhoraAparecida02.jpg" alt="Santuário Nacional de Nossa Senhora da Conceição Aparecida" /></div></div></div>



<p class="has-text-align-center"><br>Santuário Nacional de Nossa Senhora da Conceição Aparecida (interior)</p>
</div></div>



<div id="col-gm589506" class="wp-block-gutentor-m0-col col-gm589506 gutentor-carousel-item"><div id="section-gm589506" class="section-gm589506 gutentor-col-wrap">
<div id="section-ga07aaf" class="wp-block-gutentor-e6 section-ga07aaf gutentor-element gutentor-element-image"><div class="gutentor-element-image-box"><div class="gutentor-image-thumb"><img decoding="async" class="normal-image" src="https://culturadefato.com.br/wp-content/uploads/2025/10/BasilicaVelhaNossaSenhoraAparecida01.jpg" alt="Basílica Velha de Nossa Senhora da Conceição Aparecida" /></div></div></div>



<p class="has-text-align-center"><br>Basílica Velha de Nossa Senhora da Conceição Aparecida</p>
</div></div>



<div id="col-gmf43f42" class="wp-block-gutentor-m0-col col-gmf43f42 gutentor-carousel-item"><div id="section-gmf43f42" class="section-gmf43f42 gutentor-col-wrap">
<div id="section-g0e1ed2" class="wp-block-gutentor-e6 section-g0e1ed2 gutentor-element gutentor-element-image"><div class="gutentor-element-image-box"><div class="gutentor-image-thumb"><img decoding="async" class="normal-image" src="https://culturadefato.com.br/wp-content/uploads/2025/10/BasilicaVelhaNossaSenhoraAparecida02.jpg" alt="Basílica Velha de Nossa Senhora da Conceição Aparecida" /></div></div></div>



<p class="has-text-align-center"><br>Basílica Velha de Nossa Senhora da Conceição Aparecida</p>
</div></div>



<div id="col-g-22442cu" class="wp-block-gutentor-m0-col col-g-22442cu gutentor-carousel-item"><div id="section-g-22442cu" class="section-g-22442cu gutentor-col-wrap">
<div id="section-g-97a797y" class="wp-block-gutentor-e6 section-g-97a797y gutentor-element gutentor-element-image"><div class="gutentor-element-image-box"><div class="gutentor-image-thumb"><img decoding="async" class="normal-image" src="https://culturadefato.com.br/wp-content/uploads/2025/10/CidadeAparecidaSP.jpg" alt="Município de Aparecida, SP." /></div></div></div>



<p class="has-text-align-center"><br>Município de Aparecida, SP</p>
</div></div>



<div id="col-g-us1su4k" class="wp-block-gutentor-m0-col col-g-us1su4k gutentor-carousel-item"><div id="section-g-us1su4k" class="section-g-us1su4k gutentor-col-wrap">
<div id="section-g-1ssyo1n" class="wp-block-gutentor-e6 section-g-1ssyo1n gutentor-element gutentor-element-image"><div class="gutentor-element-image-box"><div class="gutentor-image-thumb"><img decoding="async" class="normal-image" src="https://culturadefato.com.br/wp-content/uploads/2025/10/NossaSenhoraAparecidaPapaJoaoPauloII.jpg" alt="Papa São João Paulo II com imagem de Nossa Senhora da Conceição Aparecida, em 4 de Julho de 1980." /></div></div></div>



<p class="has-text-align-center"><br><span data-tooltip-position="top" data-tooltip="Karol Józef Wojtyła (1920 - 2005): O papa João Paulo II iniciou o pontificado em 22 de outubro de 1978 e finalizou em 2 de abril de 2005. Foi canonizado no dia 27 de Abril de 2014, dia em que foi comemorada a festa da Divina Misericórdia, estabelecida por João Paulo II.">Papa João Paulo II</span> com imagem de Nossa Senhora da Conceição Aparecida, em 4 de Julho de 1980.</p>
</div></div>



<div id="col-g-osfkfg2" class="wp-block-gutentor-m0-col col-g-osfkfg2 gutentor-carousel-item"><div id="section-g-osfkfg2" class="section-g-osfkfg2 gutentor-col-wrap">
<div id="section-g-ktteeer" class="wp-block-gutentor-e6 section-g-ktteeer gutentor-element gutentor-element-image"><div class="gutentor-element-image-box"><div class="gutentor-image-thumb"><img decoding="async" class="normal-image" src="https://culturadefato.com.br/wp-content/uploads/2025/10/RioParaiba.jpg" alt="Rio Paraíba do Sul" /></div></div></div>



<p class="has-text-align-center"><br>Rio Paraíba do Sul</p>
</div></div>



<div id="col-g-s1191hs" class="wp-block-gutentor-m0-col col-g-s1191hs gutentor-carousel-item"><div id="section-g-s1191hs" class="section-g-s1191hs gutentor-col-wrap">
<div id="section-g-r166421" class="wp-block-gutentor-e6 section-g-r166421 gutentor-element gutentor-element-image"><div class="gutentor-element-image-box"><div class="gutentor-image-thumb"><img decoding="async" class="normal-image" src="https://culturadefato.com.br/wp-content/uploads/2025/10/ParoquiaNossaSenhoraAparecida_Moema.jpg" alt="Paróquia Nossa Senhora Aparecida - São Paulo, SP (Moema)" /></div></div></div>



<p class="has-text-align-center"><br>Paróquia Nossa Senhora Aparecida<br>(Moema &#8211; São Paulo, SP)</p>
</div></div>



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<p class="has-text-align-center"><br>Teto da Paróquia Nossa Senhora Aparecida<br>(Moema &#8211; São Paulo, SP)</p>
</div></div>



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<p class="has-text-align-center"><br>Santuário Nossa Senhora da Conceição Aparecida<br>(Jaboticabal &#8211; São Paulo, SP)</p>
</div></div>



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<p class="has-text-align-center"><br>Vitral do Santuário Nossa Senhora da Conceição Aparecida (Jaboticabal &#8211; São Paulo, SP)</p>
</div></div>



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<p class="has-text-align-center"><br>Imagem original de Nossa Senhora da Conceição Aparecida</p>
</div></div>



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<p class="has-text-align-center"><br>Retrato do momento em que Nossa Senhora Aparecida foi encontrada pelos pescadores nas águas do Rio Paraíba do Sul (utilizamos como imagem de capa deste artigo).</p>
</div></div>



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<div id="section-g-2r2nnee" class="wp-block-gutentor-e6 section-g-2r2nnee gutentor-element gutentor-element-image"><div class="gutentor-element-image-box"><div class="gutentor-image-thumb"><img decoding="async" class="normal-image" src="https://culturadefato.com.br/wp-content/uploads/2025/10/RestauracaoNossaSenhoraAparecida.jpg" alt="Imagem de Nossa Senhora da Conceição Aparecida, após ocorrido em 16 de maio de 1978,, e durante restauração." /></div></div></div>



<p class="has-text-align-center"><br>Imagem de Nossa Senhora da Conceição Aparecida após o atentado ocorrido em 16 de maio de 1978, cometido pelo jovem protestante Rogério Marcos de Oliveira,e durante o processo de restauração conduzido por Maria Helena Chartuni.</p>
</div></div>



<div id="col-g-c0vh33q" class="wp-block-gutentor-m0-col col-g-c0vh33q gutentor-carousel-item"><div id="section-g-c0vh33q" class="section-g-c0vh33q gutentor-col-wrap">
<div id="section-g-9eeee16" class="wp-block-gutentor-e6 section-g-9eeee16 gutentor-element gutentor-element-image"><div class="gutentor-element-image-box"><div class="gutentor-image-thumb"><img decoding="async" class="normal-image" src="https://culturadefato.com.br/wp-content/uploads/2025/10/NossaSenhoraAparecidaPosRestauracao.jpg" alt="Imagem de Nossa Senhora da Conceição Aparecida levada de volta ao Santuário Nacional de Aparecida, em carro aberto do Corpo de Bombeiros, no dia 19 de agosto de 1978." /></div></div></div>



<p class="has-text-align-center"><br>Imagem de Nossa Senhora da Conceição Aparecida levada de volta ao Santuário Nacional de Aparecida, em carro aberto do Corpo de Bombeiros, no dia 19 de agosto de 1978.</p>
</div></div>
</div></div></section>



<br>



<hr class="wp-block-separator has-alpha-channel-opacity is-style-dots"/>



<br>



<h2 class="wp-block-heading has-text-align-center"><em>Romaria</em>, canção de Renato Teixeira</h2>



<br>



<figure class="wp-block-audio"><audio controls src="https://culturadefato.com.br/downloads/cristianismo/2025/Romaria.mp3"></audio><figcaption class="wp-element-caption">A canção <em>Romaria</em>, de <span data-tooltip-position="top" data-tooltip="Renato Teixeira de Oliveira é um cantor, compositor e músico brasileiro. Nasceu em Santos (SP) no ano de 1945.">Renato Teixeira</span>, foi composta em 1973.<br>Tornou-se muito popular por homenagear Nossa Senhora da Conceição Aparecida</figcaption></figure>



<br>



<hr class="wp-block-separator has-alpha-channel-opacity is-style-dots"/>



<br>



<h2 class="wp-block-heading has-text-align-center" id="Video">Saiba mais sobre a história de Nossa Senhora da Conceição Aparecida <a href="#ChamadaVideo"><img loading="lazy" decoding="async" width="14" height="10" class="wp-image-105" style="width: 14px;" src="https://culturadefato.com.br/wp-content/uploads/2020/06/Subir.jpg" alt="Subir"></a></h2>



<br>



<figure class="wp-block-embed is-type-video is-provider-youtube wp-block-embed-youtube wp-embed-aspect-16-9 wp-has-aspect-ratio"><div class="wp-block-embed__wrapper">
<iframe loading="lazy" title="POUCA GENTE SABE QUAL É O MILAGRE DE APARECIDA | Pe. Gabriel Vila Verde" width="640" height="360" src="https://www.youtube.com/embed/TUNS_mM-nZ8?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe>
</div></figure>



<br>



<hr class="wp-block-separator has-alpha-channel-opacity is-style-dots"/>



<br>



<h2 class="wp-block-heading has-text-align-center">Rodrigo Alvarez entrevista <span data-tooltip-position="top" data-tooltip="Maria Helena Chartuni (São Paulo, 1942) é escultora, pintora, restauradora, desenhista e ilustradora brasileira. Foi responsável pela restauração da imagem de Nossa Senhora Aparecida. No Brasil, Chefiou, entre 1965 e 1988, o Departamento de Restauro do Museu de Arte de São Paulo, onde a imagem foi restaurada.">Maria Helena Chartuni</span> <a href="#ChamadaVideo"><img loading="lazy" decoding="async" width="14" height="10" class="wp-image-105" style="width: 14px;" src="https://culturadefato.com.br/wp-content/uploads/2020/06/Subir.jpg" alt="Subir"></a></h2>



<br>



<figure class="wp-block-embed is-type-video is-provider-youtube wp-block-embed-youtube wp-embed-aspect-16-9 wp-has-aspect-ratio"><div class="wp-block-embed__wrapper">
<iframe loading="lazy" title="EXCLUSIVO: Restauradora revela segredos sobre Aparecida | Maria Helena Chartuni - E3A#009" width="640" height="360" src="https://www.youtube.com/embed/D2i7nBqqH2U?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe>
</div></figure>



<br>
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		<title>O cristianismo como ideia</title>
		<link>https://culturadefato.com.br/o-cristianismo-como-ideia/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Daniel Marcondes]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 14 Sep 2025 23:49:31 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cristianismo]]></category>
		<category><![CDATA[Filosofia e História]]></category>
		<category><![CDATA[Bruno Tolentino]]></category>
		<category><![CDATA[Galileu]]></category>
		<category><![CDATA[Galileu Galilei]]></category>
		<category><![CDATA[Jesus Cristo]]></category>
		<category><![CDATA[Pensées]]></category>
		<category><![CDATA[René Descartes]]></category>
		<category><![CDATA[Verbo Encarnado]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>“Em Deus, ser e conhecer coincidem completamente; em nós, porém, não é assim. Mas justamente o fato de sermos feitos à Sua imagem e semelhança é o que nos permite aspirar, neste nosso estado, a um nível ontológico superior, no qual esse hiato entre ser e conhecer — e as tensões próprias da experiência humana que ele acarreta — possa ser transcendido e superado finalmente.”</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="has-text-align-center">“<em>Há sempre um paradoxo no aparente,<br>que é por um lado simples emergência<br>e por outro o portal da consciência;<br>a partir de um momento, no Ocidente,<br>os dois aspectos gêmeos da aparência,<br>que em Platão se completam, bruscamente<br>se separam. Talvez na Renascença<br>a tensão que a escolástica consente<br>à imanência do eterno no real,<br>perdido aquele instinto, se perdesse<br>na sacralização do temporal,<br>mas não creio: o que antes acontece<br>é que o humanismo faz do que aparece<br>o que parece, e do todo um total.</em>”</p>



<br>



<p class="has-text-align-center">(<span data-tooltip-position="top" data-tooltip="Bruno Lúcio de Carvalho Tolentino Sobrinho (1940 – 2007), poeta e intelectual brasileiro, vencedor do Prêmio Jabuti em 1994, 2000 e 2007.">Bruno Tolentino</span>, “A imitação da música” (92), em <em><a href="https://amzn.to/3TkeCJ2" target="_blank" rel="noreferrer noopener sponsored nofollow">O mundo como Idéia</a></em>)</p>



<p class="has-text-align-right has-small-font-size" id="Epigrafe"><em>* <a href="#NotasDaEditoria02">Notas da editoria</a></em></p>



<hr class="wp-block-separator has-alpha-channel-opacity is-style-wide"/>



<br>



<p class="has-drop-cap">Após os eventos da vida, morte e ressurreição de Nosso Senhor Jesus Cristo, algo tornou-se óbvio: sendo Ele o Verbo Encarnado, a Inteligência Divina, todo e qualquer corpo filosófico, científico e teológico, bem como toda ordem sociopolítica subjacente, para atinar com a verdade, precisaria constituir-se necessariamente de um desdobramento, um reflexo, em alguma medida, das verdades por Ele reveladas. Isto levou a um ingente esforço para se compreender e organizar, tanto quanto possível, em um quadro harmônico e favorável à inteligência humana, as palavras e atos de Cristo, que, sendo expressões da Verdade — “<em>plenum gratiae et veritatis” </em>(Jo 1, 14) — e produtos diretos do intelecto divino, só podem assumir, para nós, um caráter compacto, ainda que absolutamente luminoso, jamais esgotando-se na imensidão de seus conteúdos e significados.<a href="#Nota01" id="Ref01"><strong><sup>1</sup></strong></a> É a Palavra sempre viva, sempre nova, que fez São Pedro exclamar: “Tu tens palavras de vida eterna” (Jo 6, 68). Esse esforço resultou nos cimos dos maiores edifícios intelectuais da história da humanidade, nos ápices do desenvolvimento filosófico e teológico, e, <em>pari passu</em>, na construção da civilização ocidental como a conhecemos, mesmo em seus detalhes aparentemente mais secundários.</p>



<p>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Isto é dizer que o cristianismo foi sempre se espargindo como que uma luz a irradiar-se para todos os recantos, permeando todos os domínios da vida do homem e coadunando-os à volta de si. Esta luz provém do “Verbo [que] era a luz verdadeira, que ilumina todo o homem que vem a este mundo” (Jo 1, 9). Inescapavelmente, o próprio Cristo tornava-se, então, ao mesmo tempo o ponto de partida e o destino da peregrinação humana sobre esta terra, em todos os seus níveis e aspectos: da formulação de uma tese filosófica à promulgação de uma lei, da vida simples em família à mais profunda atividade contemplativa, Ele haveria de ser, a quem desejasse manter-se na realidade, “o Alfa e o Ômega, o primeiro e o último, o princípio e o fim” (Ap 22, 13).</p>



<p>Tudo o que dissemos até agora foi sempre cristalino para praticamente qualquer pessoa de qualquer nível de instrução (ou de instrução nenhuma), de qualquer classe socioeconômica, de qualquer sociedade cristã pré-moderna — para não mencionar até mesmo as sociedades pré-cristãs, uma vez que os melhores filósofos gregos antigos, por exemplo, mesmo sem a Revelação, souberam conservar maravilhosamente, com o que tinham em mãos, a relação e a proporção, digamos, do <em>status </em>ontológico humano em face das verdades metafísicas em geral, também preservando, portanto, uma visão realista do homem diante da<em> sophia</em>. Hoje, porém, as coisas são diferentes.</p>



<p>Da miríade de assaltos e ultrajes que a verdade sofre desde tempos imemoriais, os que mais definitivamente inauguram a era moderna merecem aqui um destaque especial, tanto pela gravidade quanto pela presença, em todo seu vigor, nos dias atuais.</p>



<p>Antes de tudo, a civilização viu despedaçar-se toda uma cosmologia tradicional que não apenas se adequava perfeitamente ao que apreendemos da realidade através da percepção sensível — faculdade luminosa, absolutamente elementar à inteligência, que vem sendo sistematicamente rebaixada desde então —, mas que também constituía, na estrutura que oferecia do universo físico, um reflexo e uma espécie de atualização da dimensão <em>meta</em>-física e dos planos ontológicos superiores, e no interior da qual o homem surgia como um microcosmo deste universo. A revolução científica de <span data-tooltip-position="top" data-tooltip="Galileu Galilei (1564 – 1642), astrônomo e físico considerado o pai da ciência moderna e uma das figuras centrais da Revolução Científica.">Galileu</span> — muito mais espiritual e cultural do que científica — tirou do homem sua capacidade de ler o mundo criado em toda sua dimensão qualitativa, simbólica e transcendente, e fê-lo perder qualquer noção de objetividade deste mundo (e sua própria), bem como o fundamental senso de integração real a este, algo inconcebivelmente distante de crer-se uma partícula de matéria cujo acaso teve por bem dispersar aleatoriamente em uma parte qualquer de um universo interminável e vago de qualquer significado.</p>



<p>No fundo do cenário mental sobre o qual Galileu monta suas alegações, jaz um subjetivismo radical cuja máxima expressão pôde ser encontrada na filosofia de <span data-tooltip-position="top" data-tooltip="René Descartes (1596 – 1650), filósofo e matemático francês, geralmente referido como o pai da filosofia moderna e considerado um dos maiores expoentes da escola racionalista.">René Descartes</span>, antes de desaguar em um dilúvio de outras teorias nela inspiradas. Até hoje a inteligência humana não se recuperou — e talvez nunca tenha estado tão longe de fazê-lo — da esquizofrenia pseudointelectual que, primeiro, cindiu estrutural e formalmente a realidade entre o “mundo do pensamento” e o “mundo material”, e, depois, não satisfeita, fez e ainda faz muita gente tomar como fato evidente que as qualidades sensíveis dos objetos não pertençam aos próprios objetos, mas sejam elementos mentais como que neles projetados. Em outras palavras: o que observamos diretamente não é o mundo físico, e sim o mundo das coisas do pensamento, das coisas mentais; e os elementos mentais não são assim tão mentais, uma vez que constituem o que antes julgávamos ser próprio do mundo físico da nossa experiência quotidiana. Tudo, então, está de ponta-cabeça: lá se vão séculos e mais séculos não apenas da tradição intelectual que culminou naqueles altíssimos edifícios já mencionados, mas também de simples normalidade psicológica e senso comum, através dos quais qualquer pessoa é capaz — desde que jamais tenha frequentado uma universidade moderna — de dizer que aquilo que vê é aquilo que vê e aquilo que pensa é aquilo que pensa.</p>



<p>Tal cisão da experiência, que se torna uma cisão da consciência, juntamente com suas mais profundas e danosas consequências, assumiu, com o passar do tempo, “muitas formas e muitos nomes”, vindo a constituir não somente mais um elemento entre muitos da profusa paisagem de ideologias e pseudofilosofias modernas, mas, antes, o fundo mesmo da tela sobre a qual esta se desenha. Já quase onipresente, tão sutilmente disseminado que é, este chamado dualismo, que é de fato mais uma desintegração total, tornou-se, para muita gente, a base da própria estrutura do pensamento — ou de sua corrupção —, passando, por isso mesmo, como algo imperceptível e, muitas vezes, sendo prontamente negado no próprio ato em que é acionado.</p>



<p>Acontece que no exato momento em que essa desintegração se torna a lente através da qual se enxerga o mundo e a si mesmo, o cristianismo, em sua inteireza, em sua unidade integral, torna-se imediatamente impossível. É que justamente por esta sua unidade, consequência do fato de ser expressão da Verdade mesma, como já dissemos, o cristianismo ou é integralmente ou não é absolutamente. A Verdade revelada por Aquele que é a suprema inteligência não pode subsistir em um ambiente psicológico no qual nenhuma unidade é possível, marcado por um fragmentarismo radical.</p>



<p>Não podemos nos esquecer de que, em Deus, ser e conhecer coincidem completamente; em nós, porém, não é assim. Mas justamente o fato de sermos feitos à Sua imagem e semelhança é o que nos permite aspirar, neste nosso estado, a um nível superior no qual esse hiato entre ser e conhecer — e as tensões próprias da experiência humana que ele acarreta — possa ser transcendido e superado finalmente. Aspiramos a isto, apenas, sabendo que o destino final, em sua completude, pertence apenas a Deus, tal como também os filósofos pré-cristãos definiam a jornada no caminho da sabedoria, cuja posse total jamais tiveram a pretensão de alcançar, reconhecendo-a própria do domínio da divindade. Ora, essa superação só pode ser buscada uma vez que se pressuponha haver, em uma dimensão mais elevada, ser e conhecer em unidade, em Deus; mas a mente acostumada a considerar as tensões (como mente vs. corpo, subjetivo vs. objetivo, interno vs. externo, e assim por diante) não como desdobramentos ou expressões temporais do que é resolvido apenas no mais alto plano metafísico, mas como antagonismos formais e estruturais, como é característico de praticamente todas as filosofias dos últimos três ou quatro séculos, jamais será capaz de conceber a unidade superior que as abrange e explica (e sem a qual não poderiam ser sequer percebidas).</p>



<p>O cristão moderno, de mentalidade tipicamente cartesiana, costuma, portanto, ter diante de si duas opções principais de deformação do cristianismo: ou o relega a um mero conjunto de regras de conduta, totalmente esvaziado de qualquer conteúdo religioso e espiritual autêntico, ou o toma como uma espécie de subjetivismo espiritualista a prescindir de quaisquer ações concretas. De um lado, um pragmatismo esvaziado de conteúdo espiritual real; de outro, um espiritualismo inerte e emasculado a desaguar invariavelmente no mais tacanho dos idealismos. No campo político, por exemplo, é possível identificar claramente, hoje, essas duas tendências: a primeira naqueles que arrogam aos quatro cantos os tais “valores cristãos”, mas não fazem o menor esforço para configurar-se a eles através de um contínuo saneamento intelectual e cultural, uma reconstrução da vida interior, pela mudança dos hábitos, pela busca da conquista das virtudes, pela prática religiosa genuína, entre outros; a segunda, nos paladinos do “isentismo cristão”, que enxergam na completa omissão em plena guerra um sinal de virtude angélica. Seja como for, o cristianismo autêntico não se encontra, certamente, nem no farisaísmo moderno do primeiro grupo, nem na mornidão afetada do segundo. A articulação entre os aspectos ativos, práticos e “externos” e os aspectos contemplativos, meditativos e “internos” da vida cristã pode ser de fato algo complexo, principalmente diante de situações específicas frente às quais é preciso posicionar-se ou tomar decisões rapidamente. Estas, no entanto, são contradições apenas aparentes, que, repito, jamais chegarão perto de ser ultrapassadas — e não “solucionadas”<a id="Ref02" href="#Nota02"><strong><sup>2</sup></strong></a> — nas mentes em que não possa subsistir sequer a própria concepção da unidade no interior da qual isso pode ser operado.</p>



<p><em>Falar</em> de Deus como unidade e onipresença é algo muito diferente de experienciá-lo realmente, existencialmente (na falta de um termo melhor), como tal. O simples salto entre esses dois níveis — o da linguagem e o do ser propriamente — já traz em si uma tensão própria da estrutura do real, tensão que só pode ser diluída no próprio Deus, no qual, novamente, ser e conhecer são um só. Isso não significa, porém, que devamos viver no sentimento da imperscrutabilidade dessas tensões e, assim, como que nos comprometer exclusiva e resolutamente com uma de suas faces em detrimento da outra, quando estas se nos apresentam de modo mais urgente, mas sim em vista dessa superação que, mesmo quando escapa às condições do nosso intelecto, sabemos encontrar-se perfeitamente realizada no intelecto divino. Só então entenderemos, sem exasperação, o que está sintetizado nas palavras de Pascal, quando diz que “<em>ni la contradiction n’est marque de fausseté, ni l’incontradiction n’est marque de vérité</em>”.<a href="#Nota03" id="Ref03"><strong><sup>3</sup></strong></a></p>



<br>



<p class="has-text-align-right">Por <a href="https://culturadefato.com.br/author/danielmarcondes/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Daniel Marcondes</a></p>



<br>



<p class="has-background has-very-light-gray-background-color">Notas:</p>



<ol class="wp-block-list">
<li><span id="Nota01"></span>Sempre, é claro, não no sentido de admitir novidades, mas tão somente um maior <em>aprofundamento </em>nas <em>mesmas</em> verdades originais, como já distinguia São Vicente de Lerins ainda no século V. <a href="#Ref01"><img loading="lazy" decoding="async" width="14" height="10" class="wp-image-105" style="width: 14px;" src="https://culturadefato.com.br/wp-content/uploads/2020/06/Subir.jpg" alt="Subir"></a></li>



<li><span id="Nota02"></span>As tentativas de se “resolver” essas tensões pela subordinação radical de um aspecto ao outro, ou mesmo pela negação total de um deles, resultaram nos mais atrozes exemplos de reducionismo jamais vistos, justamente por ter-se perdido de vista que a tensão é parte estruturante da realidade, não sendo passível de ser “resolvida” em seu plano mais imediato, mas integrada e superada — “dissolvida”, se quisermos — em níveis metafísicos mais elevados que a abranjam, transcendam e absorvam. Uma ilustração clara de até que ponto esse impasse pode chegar é a psicologia moderna: formada por uma galeria de diferentes escolas de pensamento, cada uma dessas escolas reivindica para si a autoridade de falar em nome daquela ciência, ao mesmo tempo em que opera de mil maneiras todo tipo de recorte artificial que deveria solucionar o problema das tensões inerentes às suas investigações, como psique vs. corpo, influência ambiental vs. influência hereditária, individual vs. social, consciente vs. inconsciente, e assim por diante. Uma concebe um homem puramente biológico, outra um cujo corpo esteja totalmente submetido às funções psíquicas, outra um que seja miraculosamente determinado apenas por elementos sociais, e coisas do tipo. Por conta disso, essas escolas não conseguem chegar a um acordo sequer a respeito do que deveria ser o próprio objeto de estudo da psicologia. Ora, todas essas tensões poderiam ser enormemente enriquecidas e reorganizadas em um todo superior, ressurgindo, vigorosas, como expressões não de meras contradições intrínsecas, mas de particularidades e características de realidades muito mais profundas e elevadas, uma vez que fossem simplesmente germinadas no interior de um conceito de ordem mais alta: o da<em> alma</em> humana — o “psico” em “psicologia”, afinal —, cujos cientistas modernos, no auge do estabelecimento de uma psicologia que, à época, como todas as ciências, precisava ser naturalista, utilitarista e, de preferência, laboratorial, fizeram questão de jogar fora. <a href="#Ref02"><img loading="lazy" decoding="async" width="14" height="10" class="wp-image-105" style="width: 14px;" src="https://culturadefato.com.br/wp-content/uploads/2020/06/Subir.jpg" alt="Subir"></a></li>



<li id="Nota03">“Nem a contradição é sinal de falsidade, nem a falta de contradição é sinal de verdade.”  <em><a href="https://amzn.to/3tkg5o9" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Pensées</a></em><span id="Nota03"></span>, 1670. <a href="#Ref03"><img loading="lazy" decoding="async" width="14" height="10" class="wp-image-105" style="width: 14px;" src="https://culturadefato.com.br/wp-content/uploads/2020/06/Subir.jpg" alt="Subir"></a></li>
</ol>



<br>



<p class="has-background has-very-light-gray-background-color" id="NotasDaEditoria"><strong>Notas da editoria:</strong><br><br><strong id="NotasDaEditoria01">1</strong>. Imagem da capa: “<em><a href="https://www.parrishfineart.com/index#/inspirational-gallery" target="_blank" rel="noreferrer noopener nofollow">Creation of Adam</a></em>” (2017), por <a href="https://www.parrishfineart.com/" target="_blank" rel="noreferrer noopener nofollow">Bradley J. Parrish</a>. <a href="#main"><img loading="lazy" decoding="async" width="17" height="14" class="wp-image-16646" src="https://culturadefato.com.br/wp-content/uploads/2020/07/Subir_FundoCinza.jpg" alt="Subir com fundo cinza"></a><br><strong id="NotasDaEditoria02">2</strong>. Este artigo foi originalmente publicado em 2 de novembro de 2022. 14 de setembro de 2025 corresponde à última edição. <a href="#Epigrafe"><img loading="lazy" decoding="async" width="17" height="14" class="wp-image-16646" src="https://culturadefato.com.br/wp-content/uploads/2020/07/Subir_FundoCinza.jpg" alt="Subir com fundo cinza"></a><br></p>



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<h2 class="wp-block-heading has-text-align-center">Mais do autor:</h2>



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<section id="gm8ae840c" class="wp-block-gutentor-m0 alignfull section-gm8ae840c gutentor-module gutentor-module-carousel has-color-bg has-custom-bg gutentor-slick-a-default-desktop gutentor-slick-a-default-tablet gutentor-slick-a-default-mobile"><div class="grid-container"><div class="gutentor-module-carousel-row" data-dots="false" data-dotstablet="false" data-dotsmobile="false" data-arrows="true" data-arrowstablet="true" data-arrowsmobile="true" data-infinite="true" data-autoplay="true" data-draggable="true" data-pauseonfocus="true" data-pauseonhover="true" data-autoplayspeed="4500" data-cmondesktop="false" data-cmontablet="false" data-cmonmobile="false" data-nextarrow="fas fa-angle-right" data-prevarrow="fas fa-angle-left" data-arrowspositiondesktop="gutentor-slick-a-default-desktop" data-arrowspositiontablet="gutentor-slick-a-default-tablet" data-arrowspositionmobile="gutentor-slick-a-default-mobile" data-speed="300" data-slideitemdesktop="2" data-slideitemtablet="3" data-slideitemmobile="2" data-slidescroll-desktop="2" data-slidescroll-tablet="3" data-slidescroll-mobile="2">
<div id="col-gmb7aac2" class="wp-block-gutentor-m0-col col-gmb7aac2 gutentor-carousel-item"><div id="section-gmb7aac2" class="section-gmb7aac2 gutentor-col-wrap has-color-bg has-custom-bg">
<div id="section-ge721f7" class="wp-block-gutentor-e6 section-ge721f7 gutentor-element gutentor-element-image text-align-center-desktop"><div class="gutentor-element-image-box"><a class="gutentor-element-image-link" href="https://culturadefato.com.br/e-subirei-ao-altar-de-deus/"><div class="gutentor-image-thumb"><img decoding="async" class="normal-image" src="https://culturadefato.com.br/wp-content/uploads/2022/01/SaturnoDevorandoSeuFilho_PeterPaulRubens.jpg" alt="Obra: &quot;Saturno devorando seu filho&quot; (1636), de Peter Paul Rubens (1577 - 1640)" /></div></a></div></div>



<p class="has-text-align-center"><a href="https://culturadefato.com.br/postagens-selecionadas-do-telegram-marco-de-2023/"></a><br><em><a href="https://culturadefato.com.br/e-subirei-ao-altar-de-deus/">E subirei ao altar de Deus</a></em></p>
</div></div>



<div id="col-g-cel6el8" class="wp-block-gutentor-m0-col col-g-cel6el8 gutentor-carousel-item"><div id="section-g-cel6el8" class="section-g-cel6el8 gutentor-col-wrap has-color-bg has-custom-bg">
<div id="section-g-vc1fr2c" class="wp-block-gutentor-e6 section-g-vc1fr2c gutentor-element gutentor-element-image text-align-center-desktop"><div class="gutentor-element-image-box"><a class="gutentor-element-image-link" href="https://culturadefato.com.br/verdade-e-falsidade/"><div class="gutentor-image-thumb"><img decoding="async" class="normal-image" src="https://culturadefato.com.br/wp-content/uploads/2024/03/TheEarlyScholar_1865_EastmanJohnson.jpg" alt="Obra: &quot;The Early Scholar&quot; (1865), por Eastman Johnson (1824 - 1906)." /></div></a></div></div>



<p class="has-text-align-center"><a href="https://culturadefato.com.br/postagens-selecionadas-do-telegram-marco-de-2023/"></a><br><em><a href="https://culturadefato.com.br/verdade-e-falsidade/">Verdade e falsidade</a></em></p>
</div></div>



<div id="col-g-146yjem" class="wp-block-gutentor-m0-col col-g-146yjem gutentor-carousel-item"><div id="section-g-146yjem" class="section-g-146yjem gutentor-col-wrap has-color-bg has-custom-bg">
<div id="section-g-s2xjixq" class="wp-block-gutentor-e6 section-g-s2xjixq gutentor-element gutentor-element-image text-align-center-desktop"><div class="gutentor-element-image-box"><a class="gutentor-element-image-link" href="https://culturadefato.com.br/literatos-de-monociclo/"><div class="gutentor-image-thumb"><img decoding="async" class="normal-image" src="https://culturadefato.com.br/wp-content/uploads/2024/01/Stanczyk_1862_JanMatejko.jpg" alt="Obra: “Stańczyk” (1862), de Jan Matejko (1838 – 1893)." /></div></a></div></div>



<p class="has-text-align-center"><a href="https://culturadefato.com.br/postagens-selecionadas-do-telegram-marco-de-2023/"></a><br><a href="https://culturadefato.com.br/reino-dividido/">Literatos de m</a><a href="https://culturadefato.com.br/literatos-de-monociclo/">onociclo</a></p>
</div></div>



<div id="col-gm351943" class="wp-block-gutentor-m0-col col-gm351943 gutentor-carousel-item"><div id="section-gm351943" class="section-gm351943 gutentor-col-wrap has-color-bg has-custom-bg">
<div id="section-gb80a6e" class="wp-block-gutentor-e6 section-gb80a6e gutentor-element gutentor-element-image text-align-center-desktop"><div class="gutentor-element-image-box"><a class="gutentor-element-image-link" href="https://culturadefato.com.br/reino-dividido/"><div class="gutentor-image-thumb"><img decoding="async" class="normal-image" src="https://culturadefato.com.br/wp-content/uploads/2024/01/JuramentoDoJogoPela_Jacques-LouisDavid.jpg" alt="Obra “O Juramento do Jogo da Péla” (1791), de Jacques-Louis David (1748 – 1825)." /></div></a></div></div>



<p class="has-text-align-center"><a href="https://culturadefato.com.br/postagens-selecionadas-do-telegram-marco-de-2023/"></a><br><a href="https://culturadefato.com.br/reino-dividido/">Reino dividido</a></p>
</div></div>



<div id="col-gmc0cdaa" class="wp-block-gutentor-m0-col col-gmc0cdaa gutentor-carousel-item"><div id="section-gmc0cdaa" class="section-gmc0cdaa gutentor-col-wrap has-color-bg has-custom-bg">
<div id="section-gd52836" class="wp-block-gutentor-e6 section-gd52836 gutentor-element gutentor-element-image text-align-center-desktop"><div class="gutentor-element-image-box"><a class="gutentor-element-image-link" href="https://culturadefato.com.br/dia-das-bruxas-ou-dia-do-rei/"><div class="gutentor-image-thumb"><img decoding="async" class="normal-image" src="https://culturadefato.com.br/wp-content/uploads/2023/10/EternalFlame_DianaJanson.jpg" alt="Obra: &quot;Eternal flame&quot; (2016), por Diana Janson." /></div></a></div></div>



<p class="has-text-align-center"><a href="https://culturadefato.com.br/postagens-selecionadas-do-telegram-marco-de-2023/"></a><br><a href="https://culturadefato.com.br/dia-das-bruxas-ou-dia-do-rei/">Dia das bruxas ou dia do Rei?</a></p>
</div></div>



<div id="col-gmfe97a1" class="wp-block-gutentor-m0-col col-gmfe97a1 gutentor-carousel-item"><div id="section-gmfe97a1" class="section-gmfe97a1 gutentor-col-wrap has-color-bg has-custom-bg">
<div id="section-gcbde01" class="wp-block-gutentor-e6 section-gcbde01 gutentor-element gutentor-element-image text-align-center-desktop"><div class="gutentor-element-image-box"><a class="gutentor-element-image-link" href="https://culturadefato.com.br/a-morte-do-gramofone/"><div class="gutentor-image-thumb"><img decoding="async" class="normal-image" src="https://culturadefato.com.br/wp-content/uploads/2023/10/HisMastersVoice_Francis-Barraud.jpg" alt="“His Master’s Voice” (1898), de Francis Barraud (1856 – 1924), pintura mundialmente conhecida como logotipo da gravadora americana RCA Victor." /></div></a></div></div>



<p class="has-text-align-center"><a href="https://culturadefato.com.br/postagens-selecionadas-do-telegram-marco-de-2023/"></a><br><a href="https://culturadefato.com.br/a-morte-do-gramofone/">A morte do gramofone</a></p>
</div></div>



<div id="col-gm7ffa4e" class="wp-block-gutentor-m0-col col-gm7ffa4e gutentor-carousel-item"><div id="section-gm7ffa4e" class="section-gm7ffa4e gutentor-col-wrap has-color-bg has-custom-bg">
<div id="section-gb63807" class="wp-block-gutentor-e6 section-gb63807 gutentor-element gutentor-element-image text-align-center-desktop"><div class="gutentor-element-image-box"><a class="gutentor-element-image-link" href="https://culturadefato.com.br/messianismo-freudiano/"><div class="gutentor-image-thumb"><img decoding="async" class="normal-image" src="https://culturadefato.com.br/wp-content/uploads/2023/09/TheIsraelitesDancingAroungTheGoldenCalf.jpg" alt="Obra: &quot;The Israelites Dancing Aroung the Golden Calf&quot; (1899), por Henri Paul Motte (1846-1922)." /></div></a></div></div>



<p class="has-text-align-center"><a href="https://culturadefato.com.br/postagens-selecionadas-do-telegram-marco-de-2023/"></a><br><a href="https://culturadefato.com.br/messianismo-freudiano/">Messianismo freudiano</a></p>
</div></div>



<div id="col-gmd98979" class="wp-block-gutentor-m0-col col-gmd98979 gutentor-carousel-item"><div id="section-gmd98979" class="section-gmd98979 gutentor-col-wrap has-color-bg has-custom-bg">
<div id="section-g3da01f" class="wp-block-gutentor-e6 section-g3da01f gutentor-element gutentor-element-image text-align-center-desktop"><div class="gutentor-element-image-box"><a class="gutentor-element-image-link" href="https://culturadefato.com.br/a-corrupcao-dos-olhares/"><div class="gutentor-image-thumb"><img decoding="async" class="normal-image" src="https://culturadefato.com.br/wp-content/uploads/2023/08/GustaveCaillebotte_YoungManAtHisWindow.jpg" alt="Obra: &quot;Young Man at His Window&quot; (1876), por Gustave Caillebotte (1848 - 1894)" /></div></a></div></div>



<p class="has-text-align-center"><a href="https://culturadefato.com.br/postagens-selecionadas-do-telegram-marco-de-2023/"></a><br><a href="https://culturadefato.com.br/a-corrupcao-dos-olhares/">A corrupção dos olhares</a></p>
</div></div>



<div id="col-gm1562ea" class="wp-block-gutentor-m0-col col-gm1562ea gutentor-carousel-item"><div id="section-gm1562ea" class="section-gm1562ea gutentor-col-wrap has-color-bg has-custom-bg">
<div id="section-g893f42" class="wp-block-gutentor-e6 section-g893f42 gutentor-element gutentor-element-image text-align-center-desktop"><div class="gutentor-element-image-box"><a class="gutentor-element-image-link" href="https://culturadefato.com.br/sobre-a-vocacao/"><div class="gutentor-image-thumb"><img decoding="async" class="normal-image" src="https://culturadefato.com.br/wp-content/uploads/2023/07/ThePassionOfCreation_LeonidPasternak.jpg" alt="Obra: &quot;The Passion of Creation&quot;, Leonid Pasternak (1862 – 1945)" /></div></a></div></div>



<p class="has-text-align-center"><br><a href="https://culturadefato.com.br/sobre-a-vocacao/">Sobre a vocação</a></p>
</div></div>



<div id="col-gm6cbaad" class="wp-block-gutentor-m0-col col-gm6cbaad gutentor-carousel-item"><div id="section-gm6cbaad" class="section-gm6cbaad gutentor-col-wrap has-color-bg has-custom-bg">
<div id="section-g13e3b5" class="wp-block-gutentor-e6 section-g13e3b5 gutentor-element gutentor-element-image text-align-center-desktop"><div class="gutentor-element-image-box"><a class="gutentor-element-image-link" href="https://culturadefato.com.br/fogo-fatuo/"><div class="gutentor-image-thumb"><img decoding="async" class="normal-image" src="https://culturadefato.com.br/wp-content/uploads/2023/06/MoisesSarcaArdenteDomenicoFetti.jpg" alt="Obra &quot;Moisés diante da sarça ardente&quot; (c. 1613 - 1614), por Domenico Fetti (1589 - ?)." /></div></a></div></div>



<p class="has-text-align-center"><a href="https://culturadefato.com.br/postagens-selecionadas-do-telegram-marco-de-2023/"></a><br><a href="https://culturadefato.com.br/fogo-fatuo/">Fogo-fátuo</a></p>
</div></div>



<div id="col-gmf1e8f6" class="wp-block-gutentor-m0-col col-gmf1e8f6 gutentor-carousel-item"><div id="section-gmf1e8f6" class="section-gmf1e8f6 gutentor-col-wrap has-color-bg has-custom-bg">
<div id="section-g05047e" class="wp-block-gutentor-e6 section-g05047e gutentor-element gutentor-element-image text-align-center-desktop"><div class="gutentor-element-image-box"><a class="gutentor-element-image-link" href="https://culturadefato.com.br/os-ovnis-outra-vez-e-a-letargia-coletiva/"><div class="gutentor-image-thumb"><img decoding="async" class="normal-image" src="https://culturadefato.com.br/wp-content/uploads/2021/04/SaoWolfgang_e_o_Diabo_MichaelPacher.jpg" alt="Recorte da obra: &quot;São Wolfgang e o Diabo&quot;, criada pelo pintor e escultor austríaco Michael Pacher (1435 - 1498)." /></div></a></div></div>



<p class="has-text-align-center"><a href="https://culturadefato.com.br/postagens-selecionadas-do-telegram-marco-de-2023/"></a><br><a href="https://culturadefato.com.br/os-ovnis-outra-vez-e-a-letargia-coletiva/">Os OVNIs (outra vez) e a letargia coletiva</a></p>
</div></div>



<div id="col-gm9316ba" class="wp-block-gutentor-m0-col col-gm9316ba gutentor-carousel-item"><div id="section-gm9316ba" class="section-gm9316ba gutentor-col-wrap has-color-bg has-custom-bg">
<div id="section-g9974f8" class="wp-block-gutentor-e6 section-g9974f8 gutentor-element gutentor-element-image text-align-center-desktop"><div class="gutentor-element-image-box"><a class="gutentor-element-image-link" href="https://culturadefato.com.br/palavras-do-avesso/"><div class="gutentor-image-thumb"><img decoding="async" class="normal-image" src="https://culturadefato.com.br/wp-content/uploads/2023/05/SaoJeronimoEscrevendo_1607_Caravaggio.jpg" alt="Obra &quot;São Jerônimo escrevendo&quot; (c. 1607), de Caravaggio (1571 – 1610)." /></div></a></div></div>



<p class="has-text-align-center"><br><a href="https://culturadefato.com.br/palavras-do-avesso/">Palavras do avesso</a></p>
</div></div>



<div id="col-gmf5235c" class="wp-block-gutentor-m0-col col-gmf5235c gutentor-carousel-item"><div id="section-gmf5235c" class="section-gmf5235c gutentor-col-wrap">
<div id="section-g7dc3ac" class="wp-block-gutentor-e6 section-g7dc3ac gutentor-element gutentor-element-image gutentor-enabled-width text-align-center-desktop"><div class="gutentor-element-image-box"><a class="gutentor-element-image-link" href="https://culturadefato.com.br/educacao-e-anti-educacao/"><div class="gutentor-image-thumb"><img decoding="async" class="normal-image" src="https://culturadefato.com.br/wp-content/uploads/2023/04/TheSevereTeacher_JanSteen.jpg" alt="Obra: &quot;The severe teacher&quot; (1668), por Jan Steen (1626 – 1679)." /></div></a></div></div>



<p class="has-text-align-center"><br><a href="https://culturadefato.com.br/educacao-e-anti-educacao/">Educação e anti-educação</a></p>
</div></div>



<div id="col-gme52d41" class="wp-block-gutentor-m0-col col-gme52d41 gutentor-carousel-item"><div id="section-gme52d41" class="section-gme52d41 gutentor-col-wrap">
<div id="section-g5385f2" class="wp-block-gutentor-e6 section-g5385f2 gutentor-element gutentor-element-image gutentor-enabled-width text-align-center-desktop"><div class="gutentor-element-image-box"><a class="gutentor-element-image-link" href="https://culturadefato.com.br/a-falacia-da-construcao-social/"><div class="gutentor-image-thumb"><img decoding="async" class="normal-image" src="https://culturadefato.com.br/wp-content/uploads/2023/03/AReproducaoInterdita_1937_ReneMagritte.jpg" alt="Obra: &quot;A Reproducao Interdita&quot; (1937), por René Magritte (1898 - 1967)." /></div></a></div></div>



<p class="has-text-align-center"><br><a href="https://culturadefato.com.br/a-falacia-da-construcao-social/">A falácia da construção social</a></p>
</div></div>



<div id="col-gm47ee36" class="wp-block-gutentor-m0-col col-gm47ee36 gutentor-carousel-item"><div id="section-gm47ee36" class="section-gm47ee36 gutentor-col-wrap">
<div id="section-gf31ead" class="wp-block-gutentor-e6 section-gf31ead gutentor-element gutentor-element-image gutentor-enabled-width text-align-center-desktop"><div class="gutentor-element-image-box"><a class="gutentor-element-image-link" href="https://culturadefato.com.br/a-experiencia-do-profeta/"><div class="gutentor-image-thumb"><img decoding="async" class="normal-image" src="https://culturadefato.com.br/wp-content/uploads/2023/02/ProfetaIsaias_AntonioBalestra.jpg" alt="Obra: &quot;Profeta Isaías&quot; (1707), de Antonio Balestra (1666 - 1740)" /></div></a></div></div>



<p class="has-text-align-center"><br><a href="https://culturadefato.com.br/a-experiencia-do-profeta/">A experiência do profeta</a></p>
</div></div>



<div id="col-gm16be08" class="wp-block-gutentor-m0-col col-gm16be08 gutentor-carousel-item"><div id="section-gm16be08" class="section-gm16be08 gutentor-col-wrap">
<div id="section-g8a8420" class="wp-block-gutentor-e6 section-g8a8420 gutentor-element gutentor-element-image"><div class="gutentor-element-image-box"><a class="gutentor-element-image-link" href="https://culturadefato.com.br/entre-santos-e-reis/"><div class="gutentor-image-thumb"><img decoding="async" class="normal-image" src="https://culturadefato.com.br/wp-content/uploads/2023/02/SaintLouis_1844_EmileSignol.jpg" alt="Obra: &quot;Louis IX, dit Saint Louis, Roi de France (1215-1270)&quot; (1844), por Émile Signol (1804 – 1892)." /></div></a></div></div>



<p class="has-text-align-center"><br><a href="https://culturadefato.com.br/entre-santos-e-reis/">Entre santos e reis</a></p>
</div></div>



<div id="col-gma7a39b" class="wp-block-gutentor-m0-col col-gma7a39b gutentor-carousel-item"><div id="section-gma7a39b" class="section-gma7a39b gutentor-col-wrap">
<div id="section-g1e169f" class="wp-block-gutentor-e6 section-g1e169f gutentor-element gutentor-element-image"><div class="gutentor-element-image-box"><a class="gutentor-element-image-link" href="https://culturadefato.com.br/monocromatismo-mental/"><div class="gutentor-image-thumb"><img decoding="async" class="normal-image" src="https://culturadefato.com.br/wp-content/uploads/2023/02/SemTituloJackMallon.jpg" alt="Obra sem título, de Jack Mallon" /></div></a></div></div>



<p class="has-text-align-center"><br><a href="https://culturadefato.com.br/monocromatismo-mental/">Monocromatismo mental</a></p>
</div></div>



<div id="col-gm61f1f2" class="wp-block-gutentor-m0-col col-gm61f1f2 gutentor-carousel-item"><div id="section-gm61f1f2" class="section-gm61f1f2 gutentor-col-wrap">
<div id="section-ge706dc" class="wp-block-gutentor-e6 section-ge706dc gutentor-element gutentor-element-image"><div class="gutentor-element-image-box"><a class="gutentor-element-image-link" href="https://culturadefato.com.br/saber-e-querer-saber/"><div class="gutentor-image-thumb"><img decoding="async" class="normal-image" src="https://culturadefato.com.br/wp-content/uploads/2023/01/SaoPaulo_EscrevendoEpistolas.jpg" alt="São Paulo escrevendo suas epístolas, atribuído a Valentin de Boulogne (1591 – 1632)." /></div></a></div></div>



<p class="has-text-align-center"><br><a href="https://culturadefato.com.br/saber-e-querer-saber/">Saber é querer saber</a></p>
</div></div>



<div id="col-gm3a8ae5" class="wp-block-gutentor-m0-col col-gm3a8ae5 gutentor-carousel-item"><div id="section-gm3a8ae5" class="section-gm3a8ae5 gutentor-col-wrap">
<div id="section-g87a81e" class="wp-block-gutentor-e6 section-g87a81e gutentor-element gutentor-element-image"><div class="gutentor-element-image-box"><a class="gutentor-element-image-link" href="https://culturadefato.com.br/primatas-no-diva/"><div class="gutentor-image-thumb"><img decoding="async" class="normal-image" src="https://culturadefato.com.br/wp-content/uploads/2023/01/OurPsychoanalystsDrFreudIntroducesPatientToHerUnconscious.jpg" alt="Obra: &quot;Dr. Freud Introduz Uma Paciente em seu Inconsciente&quot; (1929), por William Henry Dyson (1880 - 1938)." /></div></a></div></div>



<p class="has-text-align-center"><br><a href="https://culturadefato.com.br/primatas-no-diva/">Primatas no divã</a></p>
</div></div>



<div id="col-gm1a46df" class="wp-block-gutentor-m0-col col-gm1a46df gutentor-carousel-item"><div id="section-gm1a46df" class="section-gm1a46df gutentor-col-wrap">
<div id="section-g0d8608" class="wp-block-gutentor-e6 section-g0d8608 gutentor-element gutentor-element-image"><div class="gutentor-element-image-box"><a class="gutentor-element-image-link" href="https://culturadefato.com.br/entre-as-nuvens-e-a-lama/"><div class="gutentor-image-thumb"><img decoding="async" class="normal-image" src="https://culturadefato.com.br/wp-content/uploads/2022/11/PocaDeLamaNoDeserto_EricaGreen.jpg" alt="Obra &quot;Poça de lama no deserto&quot;, por Erica Green." /></div></a></div></div>



<p class="has-text-align-center"><br><a href="https://culturadefato.com.br/entre-as-nuvens-e-a-lama/">Entre as nuvens e a lama</a></p>
</div></div>



<div id="col-gmaeb26b" class="wp-block-gutentor-m0-col col-gmaeb26b gutentor-carousel-item"><div id="section-gmaeb26b" class="section-gmaeb26b gutentor-col-wrap">
<div id="section-g9c72ff" class="wp-block-gutentor-e6 section-g9c72ff gutentor-element gutentor-element-image"><div class="gutentor-element-image-box"><a class="gutentor-element-image-link" href="https://culturadefato.com.br/ciencia-e-ideologia/"><div class="gutentor-image-thumb"><img decoding="async" class="normal-image" src="https://culturadefato.com.br/wp-content/uploads/2022/08/AnAlchemistsLaboratory_JohannesStradanusJanVanDerStraet.jpg" alt="Obra: &quot;An Alchemist's Laboratory&quot; (1570), por Johannes Stradanus (1523 -1605)" /></div></a></div></div>



<p class="has-text-align-center"><br><a href="https://culturadefato.com.br/ciencia-e-ideologia/">Ciência e ideologia</a></p>
</div></div>



<div id="col-gmc00bfa" class="wp-block-gutentor-m0-col col-gmc00bfa gutentor-carousel-item"><div id="section-gmc00bfa" class="section-gmc00bfa gutentor-col-wrap">
<div id="section-g533e9d" class="wp-block-gutentor-e6 section-g533e9d gutentor-element gutentor-element-image"><div class="gutentor-element-image-box"><a class="gutentor-element-image-link" href="https://culturadefato.com.br/fragmentacao-historica/"><div class="gutentor-image-thumb"><img decoding="async" class="normal-image" src="https://culturadefato.com.br/wp-content/uploads/2022/08/GenerationGap_TroyRohn.jpg" alt="Obra: &quot;Generation Gap&quot;, por Troy Rohn" /></div></a></div></div>



<p class="has-text-align-center"><br><a href="https://culturadefato.com.br/fragmentacao-historica/">Fragmentação histórica</a></p>
</div></div>



<div id="col-gmc82832" class="wp-block-gutentor-m0-col col-gmc82832 gutentor-carousel-item"><div id="section-gmc82832" class="section-gmc82832 gutentor-col-wrap">
<div id="section-g4d7212" class="wp-block-gutentor-e6 section-g4d7212 gutentor-element gutentor-element-image"><div class="gutentor-element-image-box"><a class="gutentor-element-image-link" href="https://culturadefato.com.br/o-cristao-e-sua-expressao/"><div class="gutentor-image-thumb"><img decoding="async" class="normal-image" src="https://culturadefato.com.br/wp-content/uploads/2022/08/PrayingDorinaCostras.jpg" alt="Obra &quot;Praying&quot; (2017), por Dorina Costras" /></div></a></div></div>



<p class="has-text-align-center"><br><a href="https://culturadefato.com.br/o-cristao-e-sua-expressao/">O cristão e sua expressão</a></p>
</div></div>



<div id="col-gm3dc892" class="wp-block-gutentor-m0-col col-gm3dc892 gutentor-carousel-item"><div id="section-gm3dc892" class="section-gm3dc892 gutentor-col-wrap">
<div id="section-ge8f4b7" class="wp-block-gutentor-e6 section-ge8f4b7 gutentor-element gutentor-element-image"><div class="gutentor-element-image-box"><a class="gutentor-element-image-link" href="https://culturadefato.com.br/sobre-filosofia-leis-morais-e-ciencia-moderna/"><div class="gutentor-image-thumb"><img decoding="async" class="normal-image" src="https://culturadefato.com.br/wp-content/uploads/2022/08/AlexaMeade.jpg" alt="Obra de Alexa Meade. Obs.: Não é uma pintura a óleo, é um modelo coberto de tinta acrílica." /></div></a></div></div>



<p class="has-text-align-center"><br><a href="https://culturadefato.com.br/sobre-filosofia-leis-morais-e-ciencia-moderna/">Sobre filosofia, leis morais e ciência moderna</a></p>
</div></div>



<div id="col-gmda292d" class="wp-block-gutentor-m0-col col-gmda292d gutentor-carousel-item"><div id="section-gmda292d" class="section-gmda292d gutentor-col-wrap">
<div id="section-g9b50c7" class="wp-block-gutentor-e6 section-g9b50c7 gutentor-element gutentor-element-image"><div class="gutentor-element-image-box"><a class="gutentor-element-image-link" href="https://culturadefato.com.br/em-busca-do-eterno/"><div class="gutentor-image-thumb"><img decoding="async" class="normal-image" src="https://culturadefato.com.br/wp-content/uploads/2022/05/TouchOfHorizon_LeonildAlfremov.jpg" alt="Obra: &quot;Touch of horizon&quot;, de Leonid Afremov (1955 - 2019)." /></div></a></div></div>



<p class="has-text-align-center"><br><a href="https://culturadefato.com.br/em-busca-do-eterno/">Em busca do eterno</a></p>
</div></div>



<div id="col-gm45c343" class="wp-block-gutentor-m0-col col-gm45c343 gutentor-carousel-item"><div id="section-gm45c343" class="section-gm45c343 gutentor-col-wrap">
<div id="section-gff9079" class="wp-block-gutentor-e6 section-gff9079 gutentor-element gutentor-element-image"><div class="gutentor-element-image-box"><a class="gutentor-element-image-link" href="https://culturadefato.com.br/vigiar-e-punir-estuprar-e-omitir/"><div class="gutentor-image-thumb"><img decoding="async" class="normal-image" src="https://culturadefato.com.br/wp-content/uploads/2021/04/MichelFoucault.jpg" alt="Michel Foucault" /></div></a></div></div>



<p class="has-text-align-center"><br><a href="https://culturadefato.com.br/vigiar-e-punir-estuprar-e-omitir/">Vigiar e punir, estuprar e omitir</a></p>
</div></div>



<div id="col-gm55bf20" class="wp-block-gutentor-m0-col col-gm55bf20 gutentor-carousel-item"><div id="section-gm55bf20" class="section-gm55bf20 gutentor-col-wrap">
<div id="section-g2a1054" class="wp-block-gutentor-e6 section-g2a1054 gutentor-element gutentor-element-image"><div class="gutentor-element-image-box"><a class="gutentor-element-image-link" href="https://culturadefato.com.br/sub-specie-aeternitatis/"><div class="gutentor-image-thumb"><img decoding="async" class="normal-image" src="https://culturadefato.com.br/wp-content/uploads/2021/01/TheDivineComedy.jpg" alt="obra: “Discutindo a Divina Comédia com Dante”, criada em 2006 pelos taiwaneses Dai Dudu, Li Tieze e Zhang An" /></div></a></div></div>



<p class="has-text-align-center"><br><a href="https://culturadefato.com.br/sub-specie-aeternitatis/">Sub Specie Aeternitatis</a></p>
</div></div>
</div></div></section>



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