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	<title>Arquivos Liberdade &#8226; Cultura de Fato</title>
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	<description>Cultura para evocar inteligência, responsabilidade e ética!</description>
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	<title>Arquivos Liberdade &#8226; Cultura de Fato</title>
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		<title>E dizem que lutaram pela democracia…</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Percival Puggina]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 21 Nov 2025 06:55:43 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Filosofia e História]]></category>
		<category><![CDATA[Política e Economia]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>“Nas encrencas típicas de republiqueta bananeira em que o país se enfia, volta e meia a frase <em>Nós, que lutamos pela democracia...</em> é pronunciada com poses de estadista por membros do consórcio governante. Que é isso, companheiro? Pra cima de mim?”</p>
<p>O post <a href="https://culturadefato.com.br/e-dizem-que-lutaram-pela-democracia/">E dizem que lutaram pela democracia…</a> apareceu primeiro em <a href="https://culturadefato.com.br">Cultura de Fato</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="has-text-align-center">“<em>Moderação na defesa da verdade é serviço prestado à mentira.</em>”<br>Olavo de Carvalho (1947 &#8211; 2022)</p>



<hr class="wp-block-separator has-alpha-channel-opacity is-style-wide"/>



<br>



<p class="has-drop-cap">Nas encrencas típicas de republiqueta bananeira em que o país se enfia, volta e meia a frase “Nós, que lutamos pela democracia&#8230;” é pronunciada com poses de estadista por membros do consórcio governante. Que é isso, companheiro? Pra cima de mim?</p>



<p>Desmentidos a essa alegada luta pela democracia são abundantes, inclusive por participantes da atividade clandestina que, mais tarde, se tornaram honestos historiadores do período. A balela da luta armada pela democracia requer relação inescrupulosa com a verdade.</p>



<p>O mais interessante — quase ninguém com menos de 70 anos sabe disso — é que esses terroristas e guerrilheiros tiveram a oportunidade de proclamar à nação, em cima dos acontecimentos, quem eram e o que pretendiam. O regime que combatiam lhes deu acesso a todos os grandes meios de comunicação em rádio, TV e aos jornalões de então. Poucos momentos e raros documentos foram tão importantes para a história do período quanto o que resumirei a seguir.</p>



<p>O mês de setembro de 1969 iniciou em plena vigência do <span data-tooltip-position="top" data-tooltip="Em 13 de dezembro de 1968, os militares emitiram o Ato Institucional nº 5, uma norma legal que favoreceu a contra-revolução de 1964.">AI-5</span>. O presidente <span data-tooltip-position="top" data-tooltip="Artur da Costa e Silva (1899 - 1969) foi um militar e político brasileiro. Foi o 27.º Presidente do Brasil, o segundo do período da militar.">Costa e Silva</span> sofrera um <span data-tooltip-position="top" data-tooltip="Acidente Vascular Cerebral">AVC</span> e o Brasil era governado por junta militar. Duas organizações guerrilheiras, a <span data-tooltip-position="top" data-tooltip="Ação Libertadora Nacional, uma organização de luta armada de esquerda.">ALN</span> e o <span data-tooltip-position="top" data-tooltip="Movimento Revolucionário 8 de Outubro, uma organização política de esquerda que participou da luta armada contra os militares no Brasil. O nome é uma homenagem a Che Guevara, líder revolucionário argentino assassinado em 8 de outubro de 1967.">MR-8</span>, haviam sequestrado, no dia 4, o embaixador dos Estados Unidos, <span data-tooltip-position="top" data-tooltip="Charles Burke Elbrick (1908 - 1983) foi um diplomata de carreira e membro do United States Foreign Service. Foi embaixador dos Estados Unidos em Portugal, Iugoslávia e Brasil, neste último durante a governo militar.">Charles Burke Elbrick</span>, e imposto condições para libertá-lo: soltura de 15 presos políticos e publicação e leitura, “na íntegra, pelos principais jornais, rádios e televisões” (<em>sic</em>) de um manifesto que haviam redigido.</p>



<p>Despachar os presos para os destinos combinados, era fácil, mas autorizar a ampla reprodução da catilinária dos sequestradores era constrangedora rendição&#8230; Contudo, a execução do embaixador por quem o havia sequestrado seria um mal maior. E a junta militar se rendeu.</p>



<p>Assim, ao longo do dia seguinte ao sequestro, em diferentes horários, a nação inteira leu, ouviu e assistiu o texto redigido por <span data-tooltip-position="top" data-tooltip="Franklin de Sousa Martins é um jornalista político brasileiro. Foi ministro-chefe da Secretaria de Comunicação Social do Brasil durante o segundo mandato presidencial de Luiz Inácio Lula da Silva até dezembro de 2010.">Franklin Martins</span>, um dos autores da operação. Oportunidade preciosa, dourada, única para guerrilheiros e terroristas dizerem por que lutavam, afirmarem seus compromissos e cobrá-los do governo, não é mesmo? Qual o quê! O documento (leia a íntegra em “<a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Charles_Burke_Elbrick" target="_blank" rel="noreferrer noopener nofollow">Charles Burke Elbrick</a>” na Wikipedia) foi uma xingação em que os revoltosos falaram do que entendiam – ideologia, violência, revolução — e do que faziam — “justiçamentos&#8221;, sequestros, assaltos. Não há uma única menção às palavras democracia e liberdade.</p>



<p>O texto acima reproduz artigo que escrevi de 11 de janeiro de 2016, relembrando os fatos de 1969. Aquela “luta pela democracia”, da qual tantos fazem fila para se vangloriar, só retardou o processo político. E se tivessem vencido? Bem, teriam antecipado para pior, em meio século, o estrago que passaram a produzir a partir de 2003.</p>



<p>Para saber a que distância andamos das liberdades inerentes à democracia, sem a qual não há Estado de direito, pense nestes males de consumo forçado, disponibilizados pelo regime em vigor. Pense em Congresso de maioria intimidada e tímida, com medo até da sombra projetada pelo lado direito da Praça dos Três Poderes (<span data-tooltip-position="top" data-tooltip="Supremo Tribunal Federal">STF</span>) e dependente das emendas parlamentares proporcionadas pelo seu lado esquerdo (Palácio do Planalto). Pense em eleições com dogmas (em 2022 eram os dogmas das vacinas, das sagradas urnas sem impressora e da vida imaculada de Lula da Silva). Pense em censura (inclusive prévia), em multidões com tornozeleiras, em presos políticos, em exilados, em criminalização das opiniões, em obstinado e obcecado controle das redes sociais e plataformas. Pense em direito penal do inimigo; pense em todas as perguntas lógicas que ficam sem resposta e no silêncio com que tais silêncios são acolhidos. Pense, então, no jornalismo militante, também ele, de exceção em exceção, tornando-se cortesão do regime. E me digam se isso é próprio de uma democracia.</p>



<p>Nem em seus melhores devaneios nos anos 60 do século passado, Franklin Martins imaginaria tão amplo elenco de sucessos para sua revolução com meios de então.</p>



<br>



<p class="has-text-align-right">Por&nbsp;<a href="https://culturadefato.com.br/author/percivalpuggina/">Percival Puggina</a>.<br>Publicado no&nbsp;<em><a href="http://www.puggina.org/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">website</a></em>&nbsp;do autor, em 17 de novembro de 2025.</p>



<br>



<p class="has-background has-very-light-gray-background-color"><strong>Nota da editoria:</strong><br><br>Pintura encomendada em 1966 ao pintor Edmundo Migliaccio (1903–1983) pela Polícia Feminina de São Paulo.</p>



<br>



<hr class="wp-block-separator has-alpha-channel-opacity is-style-dots"/>



<br>



<h2 class="wp-block-heading has-text-align-center">Mais do autor:</h2>



<br>



<section id="gm71bf303" class="wp-block-gutentor-m0 alignfull section-gm71bf303 gutentor-module gutentor-module-carousel has-color-bg has-custom-bg gutentor-slick-a-default-desktop gutentor-slick-a-default-tablet gutentor-slick-a-default-mobile"><div class="grid-container"><div class="gutentor-module-carousel-row" data-dots="false" data-dotstablet="false" data-dotsmobile="false" data-arrows="true" data-arrowstablet="true" data-arrowsmobile="true" data-infinite="true" data-autoplay="true" data-draggable="true" data-pauseonfocus="true" data-pauseonhover="true" data-autoplayspeed="4500" data-cmondesktop="false" data-cmontablet="false" data-cmonmobile="false" data-nextarrow="fas fa-angle-right" data-prevarrow="fas fa-angle-left" data-arrowspositiondesktop="gutentor-slick-a-default-desktop" data-arrowspositiontablet="gutentor-slick-a-default-tablet" data-arrowspositionmobile="gutentor-slick-a-default-mobile" data-speed="300" data-slideitemdesktop="2" data-slideitemtablet="3" data-slideitemmobile="2" data-slidescroll-desktop="2" data-slidescroll-tablet="3" data-slidescroll-mobile="2">
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<div id="section-g-noai4ve" class="wp-block-gutentor-e6 section-g-noai4ve gutentor-element gutentor-element-image text-align-center-desktop"><div class="gutentor-element-image-box"><a class="gutentor-element-image-link" href="https://culturadefato.com.br/empurrar-a-historia-para-o-lado-errado-e-na-hora-errada/"><div class="gutentor-image-thumb"><img decoding="async" class="normal-image" src="https://culturadefato.com.br/wp-content/uploads/2024/10/Quartel-GeneralDaRevolucao.jpg" alt="Obra: &quot;O quartel-general da revolução&quot; (1935), por Sergei Gerasimov (1885 - 1964)." /></div></a></div></div>



<p class="has-text-align-center"><br><em><a href="https://culturadefato.com.br/empurrar-a-historia-para-o-lado-errado-e-na-hora-errada/">Empurrar a História para o lado errado e na hora errada</a></em></p>
</div></div>



<div id="col-g-e77qeb7" class="wp-block-gutentor-m0-col col-g-e77qeb7 gutentor-carousel-item"><div id="section-g-e77qeb7" class="section-g-e77qeb7 gutentor-col-wrap has-color-bg has-custom-bg">
<div id="section-g-010n3oe" class="wp-block-gutentor-e6 section-g-010n3oe gutentor-element gutentor-element-image text-align-center-desktop"><div class="gutentor-element-image-box"><a class="gutentor-element-image-link" href="https://culturadefato.com.br/jornalismo-em-negacao/"><div class="gutentor-image-thumb"><img decoding="async" class="normal-image" src="https://culturadefato.com.br/wp-content/uploads/2025/09/OQuartoEstado.jpg" alt="Obra: &quot;O quarto Estado&quot; (1901), de Giuseppe Pellizza da Volpedo (1868 - 1907)." /></div></a></div></div>



<p class="has-text-align-center"><br><em><a href="https://culturadefato.com.br/jornalismo-em-negacao/">Jornalismo em negação</a></em></p>
</div></div>



<div id="col-g-kgvn121" class="wp-block-gutentor-m0-col col-g-kgvn121 gutentor-carousel-item"><div id="section-g-kgvn121" class="section-g-kgvn121 gutentor-col-wrap has-color-bg has-custom-bg">
<div id="section-g-biscskb" class="wp-block-gutentor-e6 section-g-biscskb gutentor-element gutentor-element-image text-align-center-desktop"><div class="gutentor-element-image-box"><a class="gutentor-element-image-link" href="https://culturadefato.com.br/salvaram-o-estado-democratico-de-direito-mesmo-quando/"><div class="gutentor-image-thumb"><img decoding="async" class="normal-image" src="https://culturadefato.com.br/wp-content/uploads/2025/08/TheJurist_GiuseppeArcimboldo.jpg" alt="Obra: &quot;The Jurist&quot; (1566), de Giuseppe Arcimboldo (1527 - 1593)." /></div></a></div></div>



<p class="has-text-align-center"><br><em><a href="https://culturadefato.com.br/salvaram-o-estado-democratico-de-direito-mesmo-quando/">Salvaram o Estado Democrático de Direito? Mesmo? Quando?</a></em></p>
</div></div>



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<div id="section-g-sltiqli" class="wp-block-gutentor-e6 section-g-sltiqli gutentor-element gutentor-element-image text-align-center-desktop"><div class="gutentor-element-image-box"><a class="gutentor-element-image-link" href="https://culturadefato.com.br/os-dez-esteios-do-regime/"><div class="gutentor-image-thumb"><img decoding="async" class="normal-image" src="https://culturadefato.com.br/wp-content/uploads/2025/07/TheTriumphDeath_PieterBruegel.jpg" alt="Obra: &quot;The triumph of death&quot; (aprox.1562), por Pieter Bruegel (1525–1530 - 1569), o Velho." /></div></a></div></div>



<p class="has-text-align-center"><br><em><a href="https://culturadefato.com.br/os-dez-esteios-do-regime/">Os dez esteios do regime</a></em></p>
</div></div>



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<div id="section-g-ym8x9ns" class="wp-block-gutentor-e6 section-g-ym8x9ns gutentor-element gutentor-element-image text-align-center-desktop"><div class="gutentor-element-image-box"><a class="gutentor-element-image-link" href="https://culturadefato.com.br/ainda-estou-aqui-conheco-esse-truque/"><div class="gutentor-image-thumb"><img decoding="async" class="normal-image" src="https://culturadefato.com.br/wp-content/uploads/2025/03/RetratoDeGiovanniArnolfiniESuaEsposa.jpg" alt="Obra: &quot;Retrato de Giovanni Arnolfini e sua Esposa&quot; (1434), de Jan van Eyck (1390 - 1441). À primeira vista, parece um retrato tradicional de um casal, mas o espelho ao fundo revela mais do que a cena principal mostra. A figura do próprio pintor e detalhes ocultos na sala só podem ser vistos através do reflexo." /></div></a></div></div>



<p class="has-text-align-center"><br><em><a href="https://culturadefato.com.br/ainda-estou-aqui-conheco-esse-truque/">Ainda estou aqui. Conheço esse truque</a></em></p>
</div></div>



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<div id="section-g-i15p77b" class="wp-block-gutentor-e6 section-g-i15p77b gutentor-element gutentor-element-image text-align-center-desktop"><div class="gutentor-element-image-box"><a class="gutentor-element-image-link" href="https://culturadefato.com.br/a-liberdade-e-a-maldade/"><div class="gutentor-image-thumb"><img decoding="async" class="normal-image" src="https://culturadefato.com.br/wp-content/uploads/2024/06/AMorteDeSocrates_1878_JoseMariaDeMedeiros.jpg" alt="Obra: &quot;A morte de Sócrates&quot; (1878), por José Maria de Medeiros (1849 – 1925)." /></div></a></div></div>



<p class="has-text-align-center"><br><em><a href="https://culturadefato.com.br/a-liberdade-e-a-maldade/">A liberdade e a maldade</a></em></p>
</div></div>



<div id="col-g-0qwtnt1" class="wp-block-gutentor-m0-col col-g-0qwtnt1 gutentor-carousel-item"><div id="section-g-0qwtnt1" class="section-g-0qwtnt1 gutentor-col-wrap has-color-bg has-custom-bg">
<div id="section-g-brdar17" class="wp-block-gutentor-e6 section-g-brdar17 gutentor-element gutentor-element-image text-align-center-desktop"><div class="gutentor-element-image-box"><a class="gutentor-element-image-link" href="https://culturadefato.com.br/nos-e-os-nossos-gulags/"><div class="gutentor-image-thumb"><img decoding="async" class="normal-image" src="https://culturadefato.com.br/wp-content/uploads/2024/05/EsperandoParaSerBaleado.jpg" alt="Obra: &quot;Waiting to be Shot&quot;, por Nikolai Getman (1917 - 2004)." /></div></a></div></div>



<p class="has-text-align-center"><br><em><a href="https://culturadefato.com.br/nos-e-os-nossos-gulags/">Nós e os nossos GULAGs</a></em></p>
</div></div>



<div id="col-g-7vzj87d" class="wp-block-gutentor-m0-col col-g-7vzj87d gutentor-carousel-item"><div id="section-g-7vzj87d" class="section-g-7vzj87d gutentor-col-wrap has-color-bg has-custom-bg">
<div id="section-g-01ebee0" class="wp-block-gutentor-e6 section-g-01ebee0 gutentor-element gutentor-element-image text-align-center-desktop"><div class="gutentor-element-image-box"><a class="gutentor-element-image-link" href="https://culturadefato.com.br/a-insensatez-abunda/"><div class="gutentor-image-thumb"><img decoding="async" class="normal-image" src="https://culturadefato.com.br/wp-content/uploads/2024/01/Turistas_2017_JuanAlvarezCebrian.jpg" alt="Obra: &quot;Turistas&quot; (2017), por Juan Álvarez Cebrián." /></div></a></div></div>



<p class="has-text-align-center"><br><em><a href="https://culturadefato.com.br/a-insensatez-abunda/">A insensatez abunda</a></em></p>
</div></div>



<div id="col-g-77a8776" class="wp-block-gutentor-m0-col col-g-77a8776 gutentor-carousel-item"><div id="section-g-77a8776" class="section-g-77a8776 gutentor-col-wrap has-color-bg has-custom-bg">
<div id="section-g-1xsgd4n" class="wp-block-gutentor-e6 section-g-1xsgd4n gutentor-element gutentor-element-image text-align-center-desktop"><div class="gutentor-element-image-box"><a class="gutentor-element-image-link" href="https://culturadefato.com.br/o-amor-venceu-o-odio/"><div class="gutentor-image-thumb"><img decoding="async" class="normal-image" src="https://culturadefato.com.br/wp-content/uploads/2023/10/Hypocrite_PavelFilin_2020.jpeg" alt="Obra: &quot;Hypocrite&quot; (2020), por Pavel Filin" /></div></a></div></div>



<p class="has-text-align-center"><br><em><a href="https://culturadefato.com.br/o-amor-venceu-o-odio/">O amor venceu o ódio?</a></em></p>
</div></div>



<div id="col-g-9bviut1" class="wp-block-gutentor-m0-col col-g-9bviut1 gutentor-carousel-item"><div id="section-g-9bviut1" class="section-g-9bviut1 gutentor-col-wrap has-color-bg has-custom-bg">
<div id="section-g-itzbe1d" class="wp-block-gutentor-e6 section-g-itzbe1d gutentor-element gutentor-element-image text-align-center-desktop"><div class="gutentor-element-image-box"><a class="gutentor-element-image-link" href="https://culturadefato.com.br/o-caminho-para-a-liberdade/"><div class="gutentor-image-thumb"><img decoding="async" class="normal-image" src="https://culturadefato.com.br/wp-content/uploads/2023/03/MuteAndBlindToTheWorld_2019_Yashashri-Rao.jpg" alt="Obra: &quot;Mute and Blind to the World&quot; (2019), por Yashashri Rao." /></div></a></div></div>



<p class="has-text-align-center"><br><em><a href="https://culturadefato.com.br/o-caminho-para-a-liberdade/">O caminho para a liberdade</a></em></p>
</div></div>



<div id="col-g-1zjcpyb" class="wp-block-gutentor-m0-col col-g-1zjcpyb gutentor-carousel-item"><div id="section-g-1zjcpyb" class="section-g-1zjcpyb gutentor-col-wrap has-color-bg has-custom-bg">
<div id="section-g-f9xzzhj" class="wp-block-gutentor-e6 section-g-f9xzzhj gutentor-element gutentor-element-image text-align-center-desktop"><div class="gutentor-element-image-box"><a class="gutentor-element-image-link" href="https://culturadefato.com.br/falemos-entao-sobre-atos-antidemocraticos/"><div class="gutentor-image-thumb"><img decoding="async" class="normal-image" src="https://culturadefato.com.br/wp-content/uploads/2022/11/ManifestacoesSobreFraudeNasUrnas.jpg" /></div></a></div></div>



<p class="has-text-align-center"><br><em><a href="https://culturadefato.com.br/falemos-entao-sobre-atos-antidemocraticos/">Falemos, então, sobre atos antidemocráticos</a></em></p>
</div></div>



<div id="col-g-099m9ix" class="wp-block-gutentor-m0-col col-g-099m9ix gutentor-carousel-item"><div id="section-g-099m9ix" class="section-g-099m9ix gutentor-col-wrap has-color-bg has-custom-bg">
<div id="section-g-xfexeyh" class="wp-block-gutentor-e6 section-g-xfexeyh gutentor-element gutentor-element-image text-align-center-desktop"><div class="gutentor-element-image-box"><a class="gutentor-element-image-link" href="https://culturadefato.com.br/tiranias-nao-batem-a-porta/"><div class="gutentor-image-thumb"><img decoding="async" class="normal-image" src="https://culturadefato.com.br/wp-content/uploads/2022/01/AnAllegoryOfThe-TyrannyOfTheDukeOfAlba_Gerrit-Pietersz.jpg" alt="Obra: &quot;An Allegory of the Tyranny of the Duke of Alba&quot;, do pintor holandês Gerrit Pietersz (1566 - 1612)." /></div></a></div></div>



<p class="has-text-align-center"><br><em><a href="https://culturadefato.com.br/tiranias-nao-batem-a-porta/">Tiranias não batem à porta</a></em></p>
</div></div>



<div id="col-g-k1eiper" class="wp-block-gutentor-m0-col col-g-k1eiper gutentor-carousel-item"><div id="section-g-k1eiper" class="section-g-k1eiper gutentor-col-wrap has-color-bg has-custom-bg">
<div id="section-g-wjrsioj" class="wp-block-gutentor-e6 section-g-wjrsioj gutentor-element gutentor-element-image text-align-center-desktop"><div class="gutentor-element-image-box"><a class="gutentor-element-image-link" href="https://culturadefato.com.br/tiranias-nao-batem-a-porta/"><div class="gutentor-image-thumb"><img decoding="async" class="normal-image" src="https://culturadefato.com.br/wp-content/uploads/2022/01/AnAllegoryOfThe-TyrannyOfTheDukeOfAlba_Gerrit-Pietersz.jpg" alt="Obra: &quot;An Allegory of the Tyranny of the Duke of Alba&quot;, do pintor holandês Gerrit Pietersz (1566 - 1612)." /></div></a></div></div>



<p class="has-text-align-center"><br><em><a href="https://culturadefato.com.br/tiranias-nao-batem-a-porta/">Tiranias não batem à porta</a></em></p>
</div></div>



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<p class="has-text-align-center"><br><a href="https://culturadefato.com.br/author/percivalpuggina/">Todos os artigos de Percival Puggina</a></p>
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</div></div>
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		<title>Espírito de época</title>
		<link>https://culturadefato.com.br/espirito-de-epoca/</link>
					<comments>https://culturadefato.com.br/espirito-de-epoca/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Jeffrey R. Nyquist]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 03 Nov 2025 03:00:32 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Filosofia e História]]></category>
		<category><![CDATA[Política e Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Capitalismo]]></category>
		<category><![CDATA[Casamento]]></category>
		<category><![CDATA[Liberdade]]></category>
		<category><![CDATA[Livre Mercado]]></category>
		<category><![CDATA[Mídia Sem Máscara]]></category>
		<category><![CDATA[Paul Gottfried]]></category>
		<category><![CDATA[Socialismo]]></category>
		<category><![CDATA[Stephen Baskerville]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>“Por conta de o pai não ser mais necessário e o novo regime prometer dar apoio a todos que passarem por necessidades, a sociedade se transformou e o espírito da época já não é mais capitalista.”</p>
<p>O post <a href="https://culturadefato.com.br/espirito-de-epoca/">Espírito de época</a> apareceu primeiro em <a href="https://culturadefato.com.br">Cultura de Fato</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="has-text-align-center">“<em>O futuro da humanidade passa pela família.</em>”<br><span data-tooltip-position="bottom" data-tooltip="Karol Józef Wojtyła (1920 - 2005), papa João Paulo II. Iniciou o pontificado em 22 de outubro de 1978 e finalizou em 2 de abril de 2005. Foi canonizado no dia 27 de Abril de 2014, dia em que foi comemorada a festa da Divina Misericórdia, estabelecida por João Paulo II.">Papa João Paulo II</span> (1920 &#8211; 2005)</p>



<hr class="wp-block-separator has-alpha-channel-opacity is-style-wide"/>



<br>



<p class="has-drop-cap">Por que o livre mercado está recuando e por que o Estado está sempre avançando? Em tempos passados era óbvio a todos que a única garantia da prosperidade era a liberdade. Hoje as pessoas acreditam que o governo pode resgatar todos da pobreza. Só que agora o governo está secando a economia até a última gota, pois ele se tornou o grande monstro consumidor que pisoteia o mercado e desmoraliza o investimento. Uma pergunta tem de ser feita: Por que o mercado não conseguiu se defender satisfatoriamente? Acredito que a resposta está no espírito da épica e nas condições que possibilitaram a ascensão desse espírito.</p>



<p>Na parte final do livro&nbsp;<em><a href="https://amzn.to/436Whau" target="_blank" rel="noreferrer noopener sponsored nofollow">The Strange Death of Marxism</a>,</em> <span data-tooltip="Paul Edward Gottfried é um filósofo político paleoconservador americano, historiador, colunista e professor emérito de Humanidades no Elizabethtown College na Pensilvânia. Atualmente é editor-chefe da revista Crônicas. Nasceu em 1941 na cidade de New York." data-tooltip-position="top">Paul Gottfried</span>, há uma breve explicação sobre o declínio da sociedade de mercado, que logo recai para uma “democracia administrada”. Gottfried escreve que “A consolidação de um estado administrativo que apela à ideia de oferecer serviço ao povo por meio de uma gestão &#8216;científica&#8217;, selou o destino da sociedade a qual ele tomou conta. O novo regime se apropriou das funções da família vitoriana e passou a mediar as relações entre pais e filhos e de casais em disputa; eventualmente ele passou a presidir uma sociedade de consumidores descuidados e desenraizados.”</p>



<p>Deve-se admitir que Gottfried está na pista certa quando ele escreve sobre o “novo regime” que se apropria das funções da família vitoriana. Eis a chave para se entender tudo que está acontecendo nos dias de hoje. Além disso, o novo regime “administrado” teve como seu maior e mais decisivo feito a aniquilação do pai de família. Se alguém duvida do impacto dessa revelação, considere a&nbsp;<a href="https://web.archive.org/web/20150322203154/http://www.cdc.gov/nchs/fastats/unmarry.htm" target="_blank" rel="noreferrer noopener nofollow">estatística de 2010 do CDC</a>&nbsp;dizendo que 40.8% de todos os nascimentos provém de mulheres solteiras.</p>



<p>Meus colegas libertários podem perguntar porque nascimentos fora do casamento estão relacionados com a destruição do capitalismo. A resposta é simples. O Estado de bem-estar social alimentou essa catástrofe social da orfandade paterna. Por conta de o pai não ser mais necessário e o novo regime prometer dar apoio a todos que passarem por necessidades, a sociedade se transformou e o espírito da época já não é mais capitalista. Ele é agora estadista. E agora, ao invés de milhões de pais tomando conta dos seus filhos e esposas, temos o governo no lugar. Isso é verdade pelo menos em princípio, pois em última análise pode se dizer que todas mulheres têm um verdadeiro e firme esposo. Esse esposo é o Estado.</p>



<p>O capitalismo é um sistema de propriedades, e a paternidade é a fonte permanente da propriedade. Isso está melhor exposto na sábia obra de <span data-tooltip="Stephen K. Baskerville é um autor e teórico político americano. Anteriormente, foi professor associado de governo no Patrick Henry College e atualmente leciona no Collegium Intermarium em Varsóvia. Nasceu em 1957." data-tooltip-position="top">Stephen Baskerville</span>, cujo artigo recente, “Porquê estamos perdendo a batalha pelo casamento” explica que “o casamento existe para ligar o pai à família”. O casamento, segundo ele, não é uma instituição de gênero neutro. É a propriedade do pai que estabelece a família como unidade econômica e que possibilita a regeneração da função materna. Sem essa propriedade não pode haver capitalismo, propriedade efetiva ou uma firme base para sustentar a economia nacional.</p>



<p>Como mostra Baskerville, onde quer que a paternidade seja descartada ou diminuída, vemos “matriarcados empobrecidos e dominados pela criminalidade e pelas drogas”. Ao fazer o papel de proprietário, o estado se torna pai desses “matriarcados”. De acordo com Baskerville, “sem a autoridade paterna, adolescentes viram selvagens e a sociedade descende ao caos”. Naturalmente, o estado tem um número cada vez maior de razões para intervir na sociedade e, por conseguinte, na economia. O que muitos defensores do capitalismo não conseguiram entender é que a conexão existente entre a autoridade paterna e o livre mercado. Eles não conseguiram entender que a erosão do patriarcado significa o surgimento de um estado leviatã (isto é, um governo cujo controle sobre a economia é cada vez maior — o socialismo).</p>



<p>A erosão do patriarcado não é acidente. Ela foi levada a cabo pelas cortes, que por meio de sentenças violaram os direitos de propriedade. Conforme explicado por Baskerville, o divórcio é o primeiro passo na destruição da liberdade: “Assim como o casamento cria a paternidade, o divórcio deliberadamente a destrói. As cortes de divórcio são, em grande parte, um método para saquear e criminalizar os pais — homens que não são acusados de crime nenhum, porém criminalizados pelos procedimentos que literalmente e legalmente não atribuem culpa alguma a eles.” Baskerville acrescenta que “Com os atuais métodos formulados contra o homem, nenhum em sã consciência irá casar e formar uma família. Nenhuma pressão de um moralista de poltrona [&#8230;] será suficiente para persuadir o homem a entrar em um casamento que é sinônimo de [&#8230;] expropriação e encarceramento”.</p>



<p>Portanto, se voltarmos às colocações de Gottfried as quais ele descreve o atual regime como um estado se apropriando das “funções da família vitoriana”, podemos encontrar uma ligação perigosa entre o colapso do livre mercado e o colapso dos lares biparentais. Dos destroços da instituição familiar, surge agora uma nova ideologia multicultural. Com a família burguesa destruída e a propriedade paterna descartada, não há nada além da administração burocrática dos destroços humanos — das crianças sem pai e das mães necessitadas de apoio estatal. Uma vez dentro desse regime, diz Gottfried, não há volta. “Os pré-requisitos sociais para um retorno ao passado, mesmo que num sentido limitado, como a volta dos papéis de gênero e um estado de bem-estar social constitucionalmente limitado como era em meados do século XX deixam de existir”. O establishment midiático e educacional “alteraram a moralidade social”.</p>



<p>Esse último assunto deve ser profundamente entendido antes de entendermos o próximo —e mais devastador — assunto colocado em pauta por Gottfried; nomeadamente, que o novo regime se estabeleceu como moralmente superior ao sistema que ele destruiu, e que essa superioridade moral é baseada na ideia de que a mídia e os educadores estão “libertando” indivíduos oprimidos da intolerância, da ignorância, da desigualdade e das injustiças do patriarcado. Segundo Gottfried, a Europa está mais susceptível a esse regime do que os Estados Unidos. E se olharmos para a falência da Europa e considerarmos a iminente falência da América, há apenas uma diferença de meses — ou poucos anos — entre o colapso daquele continente e deste país.</p>



<p>Por que o livre mercado está recuando e por que o Estado está sempre avançando? Nós mudamos a sociedade desde as suas fundações. Fizemos isso sem olharmos para o todo. Eis o espírito da época. O que se segue e ó cataclismo da época.</p>



<br>



<p class="has-text-align-right">Por <a href="https://culturadefato.com.br/author/jeffreynyquist/">Jeffrey R. Nyquist</a>.<br><br>Artigo originalmente publicado em 17 de abril de 2013<br>no&nbsp;<em>website&nbsp;<a href="https://midiasemmascara.net/">Mídia Sem Máscara</a></em>. Tradução de Leonildo Trombela Júnior.</p>



<br>



<p class="has-background has-very-light-gray-background-color"><strong>Nota da editoria:</strong><br><br>Imagem da capa: “<em>Lendo o testamento</em>” (1820), de David Wilkie (1785 &#8211; 1841).</p>



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<h2 class="wp-block-heading has-text-align-center">Mais do autor:</h2>



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<section id="gm71bf303" class="wp-block-gutentor-m0 alignfull section-gm71bf303 gutentor-module gutentor-module-carousel has-color-bg has-custom-bg gutentor-slick-a-default-desktop gutentor-slick-a-default-tablet gutentor-slick-a-default-mobile"><div class="grid-container"><div class="gutentor-module-carousel-row" data-dots="false" data-dotstablet="false" data-dotsmobile="false" data-arrows="true" data-arrowstablet="true" data-arrowsmobile="true" data-infinite="true" data-autoplay="true" data-draggable="true" data-pauseonfocus="true" data-pauseonhover="true" data-autoplayspeed="4500" data-cmondesktop="false" data-cmontablet="false" data-cmonmobile="false" data-nextarrow="fas fa-angle-right" data-prevarrow="fas fa-angle-left" data-arrowspositiondesktop="gutentor-slick-a-default-desktop" data-arrowspositiontablet="gutentor-slick-a-default-tablet" data-arrowspositionmobile="gutentor-slick-a-default-mobile" data-speed="300" data-slideitemdesktop="2" data-slideitemtablet="3" data-slideitemmobile="2" data-slidescroll-desktop="2" data-slidescroll-tablet="3" data-slidescroll-mobile="2">
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<p class="has-text-align-center"><br><em><a href="https://culturadefato.com.br/o-mal-na-politica/">O mal na política</a></em></p>
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<p class="has-text-align-center"><br><em><a href="https://culturadefato.com.br/aviso-de-um-filosofo/">Aviso de um filósofo</a></em></p>
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		<item>
		<title>Os intelectuais pós-modernos não conseguem compreender São Tomás de Aquino</title>
		<link>https://culturadefato.com.br/os-intelectuais-pos-modernos-nao-conseguem-compreender-sao-tomas-de-aquino/</link>
					<comments>https://culturadefato.com.br/os-intelectuais-pos-modernos-nao-conseguem-compreender-sao-tomas-de-aquino/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Orlando Braga]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 28 May 2025 03:00:15 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Filosofia e História]]></category>
		<category><![CDATA[Belo]]></category>
		<category><![CDATA[Bem]]></category>
		<category><![CDATA[Clive Bell]]></category>
		<category><![CDATA[George Edward Moore]]></category>
		<category><![CDATA[Heródoto]]></category>
		<category><![CDATA[Homero]]></category>
		<category><![CDATA[Liberdade]]></category>
		<category><![CDATA[Santo Tomás de Aquino]]></category>
		<category><![CDATA[São Tomás de Aquino]]></category>
		<category><![CDATA[Sócrates]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>“Como todos os seres vivos, o Homem tem um arbítrio e escolhe certos atos entre outros; mas, diferentemente de outros seres vivos, o Homem é capaz de representar o objeto do seu desejo na ausência desse objeto. No ser humano, a vontade é um desejo informado pelo intelecto.”</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="has-text-align-center">“<em>A vontade é apetite racional, isto é, um apetite guiado pela razão.</em> <em>Se não houver orientação da razão,</em><br><em>não há liberdade e nem vontade, mas simplesmente instinto.</em>”<br><span data-tooltip-position="top" data-tooltip="Battista Mondin (1926 - 2015) foi um sacerdote do Instituto Xaveriano e Doutor em Filosofia e religião junto à Universidade Harvard. Durante vários anos foi professor de filosofia na Faculdade de Filosofia da Pontifícia Universidade Urbaniana, em Roma.">Battista Mondin</span> (1926 &#8211; 2015)</p>



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<br>



<p class="has-drop-cap">A professora Helena Serrão&nbsp;<a href="http://filosofialogos.blogspot.com/2025/05/a-arte-e-etica-porque-produz-bons.html" target="_blank" rel="noreferrer noopener nofollow">transcreve aqui</a>&nbsp;um texto que menciona filósofo inglês&nbsp;<span data-tooltip-position="top" data-tooltip="George Edward Moore (1873 - 1958) foi um filósofo inglês que, juntamente com Bertrand Russell, Ludwig Wittgenstein e, anteriormente, Gottlob Frege, esteve entre os iniciadores da filosofia analítica.">George Edward Moore</span>&nbsp;e que trata da problemática do Bem, do Belo, e da Arte.</p>



<p>Porém, muito mais importante do que Moore, na problemática do Bem e do Belo, <span data-tooltip-position="top" data-tooltip="Tomás de Aquino (1225 - 1274) o santo católico foi um filósofo e frade italiano.">São Tomás de Aquino</span>:</p>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow">
<ol class="wp-block-list">
<li>como todos os seres, o ser humano tende necessariamente para o seu fim e segundo a sua natureza: como todos os seres vivos,&nbsp;o Homem tem um arbítrio e escolhe certos atos entre outros; mas, diferentemente de outros seres vivos, o Homem é capaz de representar o&nbsp;<a href="http://sofos.wikidot.com/objecto" target="_blank" rel="noreferrer noopener nofollow">objeto</a>&nbsp;do seu&nbsp;<a href="http://sofos.wikidot.com/desejo" target="_blank" rel="noreferrer noopener nofollow">desejo</a>&nbsp;na ausência desse objeto.&nbsp;<strong>No ser humano, a&nbsp;<a href="http://sofos.wikidot.com/vontade" target="_blank" rel="noreferrer noopener nofollow">vontade</a>&nbsp;é um desejo informado pelo intelecto;</strong></li>



<li>mas, a partir do momento em que o Bem (ou o Belo) se apresenta ao intelecto, este deseja-o naturalmente (mesmo se se mantém a capacidade de se abster Dele). A falta (o erro) consiste em querer um bem particular,&nbsp;que não é o Bem devido, e explica-se pela mediação do intelecto: este (o intelecto) pode apresentar ao&nbsp;<a href="http://sofos.wikidot.com/desejo" target="_blank" rel="noreferrer noopener nofollow">Desejo</a>&nbsp;um objeto menos perfeito do que o Bem, e arrastar então para uma&nbsp;<strong>escolha desviante</strong>.</li>



<li><strong>A&nbsp;</strong><a href="http://sofos.wikidot.com/liberdade" target="_blank" rel="noreferrer noopener nofollow"><strong>liberdade</strong></a><strong>&nbsp;humana consiste em querer o que é racional.</strong>&nbsp;O Desejo humano alcança o seu repouso e o seu cumprimento perfeito na&nbsp;visão do Bem absoluto (Deus) que não depende do ser humano (<a href="http://sofos.wikidot.com/realismo" target="_blank" rel="noreferrer noopener nofollow">Realismo</a>).</li>



<li>uma escolha desviante, que não é o Bem (ou o Belo)&nbsp;<strong>devido</strong>,&nbsp;não deixa de ser um bem — desde <span data-tooltip-position="top" data-tooltip="Sócrates (470 a. C. ou 469 a. C. - 399 a. C.). foi filósofo da Grécia antiga, o primeiro pensador do trio de antigos filósofos gregos, que incluía Platão e Aristóteles, a estabelecer os fundamentos filosóficos da cultura ocidental. ''Conhece-te a ti mesmo'' é a essência de todo seu ensinamento.">Sócrates</span> (o grego) que sabemos que&nbsp;<strong>ninguém faz o mal apenas pelo mal</strong>: as pessoas querem sempre um qualquer bem, nem que seja o seu bem exclusivo e egoísta.</li>
</ol>
</blockquote>



<p>Ora, o autor do&nbsp;<a href="http://filosofialogos.blogspot.com/2025/05/a-arte-e-etica-porque-produz-bons.html" target="_blank" rel="noreferrer noopener nofollow">referido texto</a>&nbsp;(<span data-tooltip-position="top" data-tooltip="Arthur Clive Heward Bell (1881 - 1964) foi um filósofo e crítico de arte inglês, associado ao grupo de Bloomsbury.">Clive Bell</span>) não se lembrou de&nbsp;São Tomás de Aquino — o que não é de espantar: também <span data-tooltip-position="top" data-tooltip="Heródoto (485 a. C. - 425 a. C.) foi um historiador e geógrafo grego sucessor dos primeiros que escreveram em prosa sobre geografia e história, Anaximandro e seu provável discípulo, Hecateu de Mileto."><strong>Heródoto</strong></span><strong> não conseguiu compreender as obras de </strong><span data-tooltip-position="top" data-tooltip="Homero (928 a. C - 898 a. C), poeta épico da Grécia Antiga, ao qual tradicionalmente se atribui a autoria dos poemas épicos Ilíada e Odisseia."><strong>Homero</strong></span>.</p>



<br>



<p class="has-text-align-right">Por&nbsp;<a href="https://culturadefato.com.br/author/orlandobraga/">Orlando Braga</a>.<br>Originalmente publicado em 24 de maio de 2025, no&nbsp;<a href="https://espectivas.wordpress.com/" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><em>website</em>&nbsp;do autor</a>.</p>



<br>



<p class="has-background has-very-light-gray-background-color"><strong>Nota da Editoria:</strong><br><br>Imagem da capa: “<em>Apoteose de São Tomás de Aquino</em>” (1631), de Francisco de Zurbarán (1598 – 1664).</p>



<br>



<h2 class="wp-block-heading has-text-align-center">Mais do autor:</h2>



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<section id="gm60fb059" class="wp-block-gutentor-m0 alignfull section-gm60fb059 gutentor-module gutentor-module-carousel has-color-bg has-custom-bg gutentor-slick-a-default-desktop gutentor-slick-a-default-tablet gutentor-slick-a-default-mobile"><div class="grid-container"><div class="gutentor-module-carousel-row" data-dots="false" data-dotstablet="false" data-dotsmobile="false" data-arrows="true" data-arrowstablet="true" data-arrowsmobile="true" data-infinite="true" data-autoplay="true" data-draggable="true" data-pauseonfocus="true" data-pauseonhover="true" data-autoplayspeed="4500" data-cmondesktop="false" data-cmontablet="false" data-cmonmobile="false" data-nextarrow="fas fa-angle-right" data-prevarrow="fas fa-angle-left" data-arrowspositiondesktop="gutentor-slick-a-default-desktop" data-arrowspositiontablet="gutentor-slick-a-default-tablet" data-arrowspositionmobile="gutentor-slick-a-default-mobile" data-speed="300" data-slideitemdesktop="2" data-slideitemtablet="3" data-slideitemmobile="2" data-slidescroll-desktop="2" data-slidescroll-tablet="3" data-slidescroll-mobile="2">
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<p class="has-text-align-center"><br><em><a href="https://culturadefato.com.br/a-evolucao-degenerativa-do-homem/">A evolução degenerativa do Homem</a></em></p>
</div></div>



<div id="col-g-1cbwibe" class="wp-block-gutentor-m0-col col-g-1cbwibe gutentor-carousel-item"><div id="section-g-1cbwibe" class="section-g-1cbwibe gutentor-col-wrap has-color-bg has-custom-bg">
<div id="section-g-shngdd4" class="wp-block-gutentor-e6 section-g-shngdd4 gutentor-element gutentor-element-image text-align-center-desktop"><div class="gutentor-element-image-box"><a class="gutentor-element-image-link" href="https://culturadefato.com.br/um-liberal-e-pior-do-que-um-comunista/"><div class="gutentor-image-thumb"><img decoding="async" class="normal-image" src="https://culturadefato.com.br/wp-content/uploads/2025/01/Revolution_LudwigMeidner.jpg" alt="Obra: &quot;Revolution&quot; (1919), de Ludwig Meidner (1884 - 1966)." /></div></a></div></div>



<p class="has-text-align-center"><br><em><a href="https://culturadefato.com.br/um-liberal-e-pior-do-que-um-comunista/">Um liberal é pior do que um comunista</a></em></p>
</div></div>



<div id="col-g-gppg81x" class="wp-block-gutentor-m0-col col-g-gppg81x gutentor-carousel-item"><div id="section-g-gppg81x" class="section-g-gppg81x gutentor-col-wrap has-color-bg has-custom-bg">
<div id="section-g-1w6aw1e" class="wp-block-gutentor-e6 section-g-1w6aw1e gutentor-element gutentor-element-image text-align-center-desktop"><div class="gutentor-element-image-box"><a class="gutentor-element-image-link" href="https://culturadefato.com.br/o-brasil-ja-nao-tem-um-sistema-democratico-liberal-passo-a-redundancia/"><div class="gutentor-image-thumb"><img decoding="async" class="normal-image" src="https://culturadefato.com.br/wp-content/uploads/2025/01/SupremeCourt.jpg" alt="Obra: &quot;Our Overworked Supreme Court&quot; (1885), por J. Keppler (1838 - 1894)." /></div></a></div></div>



<p class="has-text-align-center"><br><em><a href="https://culturadefato.com.br/o-brasil-ja-nao-tem-um-sistema-democratico-liberal-passo-a-redundancia/">O Brasil já não tem um sistema “democrático liberal” (passo a redundância)</a></em></p>
</div></div>



<div id="col-g-fbf1mdc" class="wp-block-gutentor-m0-col col-g-fbf1mdc gutentor-carousel-item"><div id="section-g-fbf1mdc" class="section-g-fbf1mdc gutentor-col-wrap has-color-bg has-custom-bg">
<div id="section-g-2nosr3f" class="wp-block-gutentor-e6 section-g-2nosr3f gutentor-element gutentor-element-image text-align-center-desktop"><div class="gutentor-element-image-box"><a class="gutentor-element-image-link" href="https://culturadefato.com.br/qual-e-a-diferenca-basica-entre-a-esquerda-e-a-direita/"><div class="gutentor-image-thumb"><img decoding="async" class="normal-image" src="https://culturadefato.com.br/wp-content/uploads/2024/10/LeSermentDuJeuDePaume_Jacques-LouisDavid.jpg" alt="Obra: &quot;Le Serment du Jeu de paume&quot; (década de 1790), por Jacques-Louis David (1748 – 1825)." /></div></a></div></div>



<p class="has-text-align-center"><br><em><a href="https://culturadefato.com.br/as-tatuagens-e-a-desfiguracao-do-corpo/">Qual </a><a href="https://culturadefato.com.br/qual-e-a-diferenca-basica-entre-a-esquerda-e-a-direita/">é a diferença básica entre a Esquerda e a Direita?</a></em></p>
</div></div>



<div id="col-g-kd1j7mr" class="wp-block-gutentor-m0-col col-g-kd1j7mr gutentor-carousel-item"><div id="section-g-kd1j7mr" class="section-g-kd1j7mr gutentor-col-wrap has-color-bg has-custom-bg">
<div id="section-g-br7719z" class="wp-block-gutentor-e6 section-g-br7719z gutentor-element gutentor-element-image text-align-center-desktop"><div class="gutentor-element-image-box"><a class="gutentor-element-image-link" href="https://culturadefato.com.br/as-tatuagens-e-a-desfiguracao-do-corpo/"><div class="gutentor-image-thumb"><img decoding="async" class="normal-image" src="https://culturadefato.com.br/wp-content/uploads/2024/08/RosettaII.jpg" alt="Obra: &quot;Rosetta II&quot; (2005), por Jenny Saville." /></div></a></div></div>



<p class="has-text-align-center"><br><em><a href="https://culturadefato.com.br/as-tatuagens-e-a-desfiguracao-do-corpo/">As tatuagens e a desfiguração do corpo</a></em></p>
</div></div>



<div id="col-g-1xseesy" class="wp-block-gutentor-m0-col col-g-1xseesy gutentor-carousel-item"><div id="section-g-1xseesy" class="section-g-1xseesy gutentor-col-wrap has-color-bg has-custom-bg">
<div id="section-g-z3dh3mz" class="wp-block-gutentor-e6 section-g-z3dh3mz gutentor-element gutentor-element-image text-align-center-desktop"><div class="gutentor-element-image-box"><a class="gutentor-element-image-link" href="https://culturadefato.com.br/ha-limites-para-a-loucura-globalista/"><div class="gutentor-image-thumb"><img decoding="async" class="normal-image" src="https://culturadefato.com.br/wp-content/uploads/2024/07/PoliceAndThieves.jpg" alt="Obra: &quot;Police and Thieves&quot; (2015), por Hugo Mayer." /></div></a></div></div>



<p class="has-text-align-center"><br><em><a href="https://culturadefato.com.br/ha-limites-para-a-loucura-globalista/">Há limites para a loucura globalista</a></em></p>
</div></div>



<div id="col-g-8zfqmg7" class="wp-block-gutentor-m0-col col-g-8zfqmg7 gutentor-carousel-item"><div id="section-g-8zfqmg7" class="section-g-8zfqmg7 gutentor-col-wrap has-color-bg has-custom-bg">
<div id="section-g-i8seiq1" class="wp-block-gutentor-e6 section-g-i8seiq1 gutentor-element gutentor-element-image text-align-center-desktop"><div class="gutentor-element-image-box"><a class="gutentor-element-image-link" href="https://culturadefato.com.br/estamos-caminhando-para-um-planeta-prisao/"><div class="gutentor-image-thumb"><img decoding="async" class="normal-image" src="https://culturadefato.com.br/wp-content/uploads/2024/06/Piranesi_Carcere_XIV.jpg" alt="Obra: &quot;Imaginary Prison (Carcere XIV)&quot; (1760), de Giovanni Battista Piranesi (1720 – 1778) ." /></div></a></div></div>



<p class="has-text-align-center"><br><em><a href="https://culturadefato.com.br/ha-limites-para-a-loucura-globalista/">Est</a><a href="https://culturadefato.com.br/estamos-caminhando-para-um-planeta-prisao/">amos caminhando para um planeta prisão</a></em></p>
</div></div>



<div id="col-gmb5392d" class="wp-block-gutentor-m0-col col-gmb5392d gutentor-carousel-item"><div id="section-gmb5392d" class="section-gmb5392d gutentor-col-wrap has-color-bg has-custom-bg">
<div id="section-g293cdd" class="wp-block-gutentor-e6 section-g293cdd gutentor-element gutentor-element-image text-align-center-desktop"><div class="gutentor-element-image-box"><a class="gutentor-element-image-link" href="https://culturadefato.com.br/a-esquerda-puritana-progressista-e-igualitarista-e-o-principio-de-pareto/"><div class="gutentor-image-thumb"><img decoding="async" class="normal-image" src="https://culturadefato.com.br/wp-content/uploads/2024/05/Mateus13_1-9.jpg" alt="Obra: &quot;The Sower&quot; (2013), por Liz Lemon Swindle. Representa Mateus 13 1-9." /></div></a></div></div>



<p class="has-text-align-center"><br><em><a href="https://culturadefato.com.br/a-esquerda-puritana-progressista-e-igualitarista-e-o-principio-de-pareto/">A Esquerda puritana, progressista e igualitarista, e o Princípio de Pareto</a></em></p>
</div></div>



<div id="col-gm0ad177" class="wp-block-gutentor-m0-col col-gm0ad177 gutentor-carousel-item"><div id="section-gm0ad177" class="section-gm0ad177 gutentor-col-wrap has-color-bg has-custom-bg">
<div id="section-gf5cd6a" class="wp-block-gutentor-e6 section-gf5cd6a gutentor-element gutentor-element-image text-align-center-desktop"><div class="gutentor-element-image-box"><a class="gutentor-element-image-link" href="https://culturadefato.com.br/joao-caupers-isabel-moreira-e-a-institucionalizacao-da-eutanasia/"><div class="gutentor-image-thumb"><img decoding="async" class="normal-image" src="https://culturadefato.com.br/wp-content/uploads/2024/03/DeathAndTheMiser_FransFranckenII.jpg" alt="Obra: &quot;Death and the miser&quot;, por Frans Francken II (1581-1642)." /></div></a></div></div>



<p class="has-text-align-center"><br><em><a href="https://culturadefato.com.br/joao-caupers-isabel-moreira-e-a-institucionalizacao-da-eutanasia/">João Caupers, Isabel Moreira, e a institucionalização da eutanásia</a></em></p>
</div></div>



<div id="col-gm277ea2" class="wp-block-gutentor-m0-col col-gm277ea2 gutentor-carousel-item"><div id="section-gm277ea2" class="section-gm277ea2 gutentor-col-wrap has-color-bg has-custom-bg">
<div id="section-g955680" class="wp-block-gutentor-e6 section-g955680 gutentor-element gutentor-element-image text-align-center-desktop"><div class="gutentor-element-image-box"><a class="gutentor-element-image-link" href="https://culturadefato.com.br/hume-tinha-razao-sem-querer/"><div class="gutentor-image-thumb"><img decoding="async" class="normal-image" src="https://culturadefato.com.br/wp-content/uploads/2024/01/SunriseInTheHarbor_LeonidAfremov.jpg" alt="Obra: &quot;Sunrise in the Harbor&quot;, por Leonid Afremov." /></div></a></div></div>



<p class="has-text-align-center"><br><a href="https://culturadefato.com.br/hume-tinha-razao-sem-querer/"><em>Hume tinha razão, sem querer<br></em></a></p>
</div></div>



<div id="col-gm895252" class="wp-block-gutentor-m0-col col-gm895252 gutentor-carousel-item"><div id="section-gm895252" class="section-gm895252 gutentor-col-wrap has-color-bg has-custom-bg">
<div id="section-g4cc9d7" class="wp-block-gutentor-e6 section-g4cc9d7 gutentor-element gutentor-element-image text-align-center-desktop"><div class="gutentor-element-image-box"><a class="gutentor-element-image-link" href="https://culturadefato.com.br/o-prazer-e-a-dor-segundo-o-estoicismo-e-o-cristianismo/"><div class="gutentor-image-thumb"><img decoding="async" class="normal-image" src="https://culturadefato.com.br/wp-content/uploads/2022/06/TheDeathSeneca_PeterPaulRubens.jpg" alt="Obra: &quot;The Death of Seneca&quot; (1615), de Peter Paul Rubens (1577 - 1640)" /></div></a></div></div>



<p class="has-text-align-center"><br><em><a href="https://culturadefato.com.br/o-prazer-e-a-dor-segundo-o-estoicismo-e-o-cristianismo/">O prazer e a dor, segundo o estoicismo e o Cristianismo</a></em></p>
</div></div>



<div id="col-gmbc4768" class="wp-block-gutentor-m0-col col-gmbc4768 gutentor-carousel-item"><div id="section-gmbc4768" class="section-gmbc4768 gutentor-col-wrap has-color-bg has-custom-bg">
<div id="section-g8678e8" class="wp-block-gutentor-e6 section-g8678e8 gutentor-element gutentor-element-image text-align-center-desktop"><div class="gutentor-element-image-box"><a class="gutentor-element-image-link" href="https://culturadefato.com.br/vem-ai-uma-recessao-economica-na-zona-euro/"><div class="gutentor-image-thumb"><img decoding="async" class="normal-image" src="https://culturadefato.com.br/wp-content/uploads/2022/04/SunburstPumpingUnit_GregEvans.jpg" alt="Obra: &quot;Sunburst - Pumping Unit&quot;, de Greg Evans." /></div></a></div></div>



<p class="has-text-align-center"><br><em><a href="https://culturadefato.com.br/vem-ai-uma-recessao-economica-na-zona-euro/">Vem aí uma recessão econômica na zona Euro</a></em></p>
</div></div>



<div id="col-gm5015e4" class="wp-block-gutentor-m0-col col-gm5015e4 gutentor-carousel-item"><div id="section-gm5015e4" class="section-gm5015e4 gutentor-col-wrap has-color-bg has-custom-bg">
<div id="section-gec39f8" class="wp-block-gutentor-e6 section-gec39f8 gutentor-element gutentor-element-image text-align-center-desktop"><div class="gutentor-element-image-box"><a class="gutentor-element-image-link" href="https://culturadefato.com.br/a-verdade-existe/"><div class="gutentor-image-thumb"><img decoding="async" class="normal-image" src="https://culturadefato.com.br/wp-content/uploads/2021/03/NascerDoSol_VladimirKush.jpg" alt="Recorte da obra: &quot;Nascer do sol&quot; de autoria do pintor russo Vladimir Kush." /></div></a></div></div>



<p class="has-text-align-center"><br><em><a href="https://culturadefato.com.br/a-verdade-existe/">A verdade existe?</a></em></p>
</div></div>



<div id="col-gm47aa84" class="wp-block-gutentor-m0-col col-gm47aa84 gutentor-carousel-item"><div id="section-gm47aa84" class="section-gm47aa84 gutentor-col-wrap has-color-bg has-custom-bg">
<div id="section-g7bdb86" class="wp-block-gutentor-e6 section-g7bdb86 gutentor-element gutentor-element-image text-align-center-desktop"><div class="gutentor-element-image-box"><a class="gutentor-element-image-link" href="https://culturadefato.com.br/o-que-e-o-politicamente-correto/"><div class="gutentor-image-thumb"><img decoding="async" class="normal-image" src="https://culturadefato.com.br/wp-content/uploads/2021/02/CalaABoca.jpg" /></div></a></div></div>



<p class="has-text-align-center"><br><em><a href="https://culturadefato.com.br/o-que-e-o-politicamente-correto/">O que é o politicamente correto?</a></em></p>
</div></div>



<div id="col-gm5b60b9" class="wp-block-gutentor-m0-col col-gm5b60b9 gutentor-carousel-item"><div id="section-gm5b60b9" class="section-gm5b60b9 gutentor-col-wrap has-color-bg has-custom-bg">
<div id="section-g626fe4" class="wp-block-gutentor-e6 section-g626fe4 gutentor-element gutentor-element-image text-align-center-desktop"><div class="gutentor-element-image-box"><a class="gutentor-element-image-link" href="https://culturadefato.com.br/a-etica-e-a-moral-nao-podem-ser-definidas-ou-determinadas-pela-ciencia/"><div class="gutentor-image-thumb"><img decoding="async" class="normal-image" src="https://culturadefato.com.br/wp-content/uploads/2020/11/ParafusoSolto.jpg" /></div></a></div></div>



<p class="has-text-align-center"><br><em><a href="https://culturadefato.com.br/a-etica-e-a-moral-nao-podem-ser-definidas-ou-determinadas-pela-ciencia/">A ética e a moral não podem ser definidas ou determinadas pela ciência</a></em></p>
</div></div>



<div id="col-gm79574f" class="wp-block-gutentor-m0-col col-gm79574f gutentor-carousel-item"><div id="section-gm79574f" class="section-gm79574f gutentor-col-wrap has-color-bg has-custom-bg">
<div id="section-geadb75" class="wp-block-gutentor-e6 section-geadb75 gutentor-element gutentor-element-image text-align-center-desktop"><div class="gutentor-element-image-box"><a class="gutentor-element-image-link" href="https://culturadefato.com.br/o-abandono-da-mulher/"><div class="gutentor-image-thumb"><img decoding="async" class="normal-image" src="https://culturadefato.com.br/wp-content/uploads/2020/10/OAbandonoDaMulher.jpg" alt="Mulher sentada em escadaria da rua e homem deixando-a." /></div></a></div></div>



<p class="has-text-align-center"><br><em><a href="https://culturadefato.com.br/o-abandono-da-mulher/">O abandono da mulher</a></em></p>
</div></div>
</div></div></section>



<br>
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					<wfw:commentRss>https://culturadefato.com.br/os-intelectuais-pos-modernos-nao-conseguem-compreender-sao-tomas-de-aquino/feed/</wfw:commentRss>
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			</item>
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		<title>Um cativeiro confortável</title>
		<link>https://culturadefato.com.br/um-cativeiro-confortavel/</link>
					<comments>https://culturadefato.com.br/um-cativeiro-confortavel/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Alex Pipkin]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 11 May 2025 23:48:01 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Política e Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Étienne de La Boétie]]></category>
		<category><![CDATA[Liberdade]]></category>
		<category><![CDATA[Lula]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>“O brasileiro médio já não deseja ser livre. Liberdade pressupõe esforço, responsabilidade, iniciativa. O que se quer, em grande parte, é uma pseudo-segurança, ainda que ela venha sob a forma de correntes douradas. [...] Aqui, 'liberdade' é palavrão e 'dependência' é política pública. O cidadão quer tudo do Estado!”</p>
<p>O post <a href="https://culturadefato.com.br/um-cativeiro-confortavel/">Um cativeiro confortável</a> apareceu primeiro em <a href="https://culturadefato.com.br">Cultura de Fato</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="has-text-align-center">“<em>Defendo um Estado pequeno e forte e o que me parece é que</em><br><em>o que vocês têm no Brasil é exatamente o inverso, ou seja, um Estado grande e fraco.</em>”<br><span data-tooltip-position="top" data-tooltip="Margaret Hilda Thatcher (1925 - 2013), política britânica que exerceu o cargo de primeira-ministra do Reino Unido de 1979 a 1990 e líder da Oposição entre 1975 e 1979.">Margaret Thatcher</span>&nbsp;(1925 – 2013)</p>



<hr class="wp-block-separator has-alpha-channel-opacity is-style-wide"/>



<br>



<p class="has-drop-cap">Num posto de gasolina qualquer, um homem reclama dos preços dos combustíveis enquanto ostenta um adesivo &#8220;Lula 2022&#8221; no carro. Ele não vê contradição. Quer gasolina barata, emprego sem esforço e o Estado como babá. É o retrato da servidão voluntária em tempo real, e da confusão moral que paralisa o Brasil.</p>



<p>Há algo de profundamente doentio na alma de uma nação que ensina seus cidadãos a amar a servidão. No Brasil, essa doença é epidêmica e, pior, voluntária. <span data-tooltip-position="top" data-tooltip="Étienne de La Boétie (1530 - 1663), filósofo francês, teve grande parte dos seus escritos divulgada postumamente a partir dos manuscritos deixados ao amigo Michel de Montaigne.">Étienne de La Boétie</span>, no século XVI, já se espantava com a facilidade com que os homens se dobram diante dos tiranos, não por medo, mas por hábito. Sua Discurso da Servidão Voluntária é, ainda hoje, um espelho incômodo para uma população que rasteja por bolsas e esmolas, enquanto demoniza quem produz e arrisca.</p>



<p>Não se trata mais de dominação pela força, mas pela conveniência. O brasileiro médio já não deseja ser livre. Liberdade pressupõe esforço, responsabilidade, iniciativa. O que se quer, em grande parte, é uma pseudo-segurança, ainda que ela venha sob a forma de correntes douradas. A servidão é ensinada desde cedo, sendo o Estado o pai, o patrão, o redentor. Qualquer tentativa de escapar desse cativeiro é punida com impostos, burocracia e difamação moral.</p>



<p>“O povo, assim que é submetido, cai de tal maneira na letargia que parece impossível acordá-lo”, escreveu La Boétie. No Brasil, essa letargia virou ideologia de Estado. <a href="https://culturadefato.com.br/author/thomassowell/">Thomas Sowell</a>, com sua lucidez implacável, já advertia sobre os efeitos corrosivos do assistencialismo. Quando o Estado substitui o esforço individual, ele não apenas destrói o incentivo ao trabalho, mas cria uma cultura de dependência, um <em><span data-tooltip-position="top" data-tooltip="Em grego, ''ethos'' (ἔθος) significa ''costume'', ''hábito'' ou ''caráter''.">ethos</span></em><em> parasitário</em> onde a virtude é ser vítima e o mérito é heresia.</p>



<p><span data-tooltip-position="right" data-tooltip="Hernando de Soto Polar (2 de junho de 1941) é um economista e político peruano. Também preside o ''Instituto de Libertad y Democracia'' , com sede em Lima (Peru).">Hernando de Soto</span> vai além, mostrando como a informalidade imposta e os entraves ao empreendedorismo mantêm milhões na pobreza, em razão de uma engenharia institucional que criminaliza a liberdade econômica e premia a obediência.</p>



<p>Aqui, “liberdade” é palavrão e “dependência” é política pública. O cidadão quer tudo do Estado! Evidente, menos que o Estado saia do seu caminho. A inversão moral é completa. Quem cria riqueza é visto como explorador; quem vive de subsídio é tratado como mártir. Mas o verdadeiro opressor é o próprio Estado, que transforma o empreendedor em sócio compulsório e o pobre em refém permanente.</p>



<p>O homem livre acorda cedo, carrega riscos, luta contra o sistema, paga impostos extorsivos. O servo moderno dorme até tarde, repete <em>slogans</em>, espera pelo próximo auxílio. Um constrói. O outro consome. Mas é o primeiro que é tratado como vilão.</p>



<p>Desafortunadamente, essa servidão não é imposta. Ela é desejada. Escolhida todos os dias nas urnas, nos palanques, nas redes sociais, nas salas de aula. Porque a liberdade assusta. Ela exige coragem. E coragem é um valor escasso em sociedades moldadas pela covardia do igualitarismo forçado.</p>



<p>A pergunta derradeira não é “por que o povo aceita ser escravo?”, mas, até quando os poucos homens livres aceitarão sustentar essa escravidão disfarçada de justiça social?</p>



<br>



<p class="has-text-align-right">Escrito por&nbsp;<a href="https://culturadefato.com.br/author/alexpipkin/">Alex Pipkin</a>, PhD.<br>Publicado originalmente no&nbsp;<em><a href="https://www.puggina.org/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">website</a></em>&nbsp;de&nbsp;<a href="https://www.puggina.org/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Percival Puggina</a>, em 7 de maio de 2025.</p>



<br>



<p class="has-background has-very-light-gray-background-color"><strong>Nota da editoria:</strong><br><br>Imagem da capa: “<em>The Captive from Sterne</em>”(1774), de Joseph Wright (1734 &#8211; 1797).</p>



<br>



<h2 class="wp-block-heading has-text-align-center">Leia também:</h2>



<br>



<section id="gmbd15b44" class="wp-block-gutentor-m0 alignfull section-gmbd15b44 gutentor-module gutentor-module-carousel has-color-bg has-custom-bg gutentor-slick-a-default-desktop gutentor-slick-a-default-tablet gutentor-slick-a-default-mobile"><div class="grid-container"><div class="gutentor-module-carousel-row" data-dots="false" data-dotstablet="false" data-dotsmobile="false" data-arrows="true" data-arrowstablet="true" data-arrowsmobile="true" data-infinite="true" data-autoplay="true" data-draggable="true" data-pauseonfocus="true" data-pauseonhover="true" data-autoplayspeed="4500" data-cmondesktop="false" data-cmontablet="false" data-cmonmobile="false" data-nextarrow="fas fa-angle-right" data-prevarrow="fas fa-angle-left" data-arrowspositiondesktop="gutentor-slick-a-default-desktop" data-arrowspositiontablet="gutentor-slick-a-default-tablet" data-arrowspositionmobile="gutentor-slick-a-default-mobile" data-speed="300" data-slideitemdesktop="2" data-slideitemtablet="3" data-slideitemmobile="2" data-slidescroll-desktop="2" data-slidescroll-tablet="3" data-slidescroll-mobile="2">
<div id="col-gm604e11" class="wp-block-gutentor-m0-col col-gm604e11 gutentor-carousel-item"><div id="section-gm604e11" class="section-gm604e11 gutentor-col-wrap has-color-bg has-custom-bg">
<div id="section-g753ebc" class="wp-block-gutentor-e6 section-g753ebc gutentor-element gutentor-element-image text-align-center-desktop"><div class="gutentor-element-image-box"><a class="gutentor-element-image-link" href="https://culturadefato.com.br/democracia-nao-e-a-mesma-coisa-que-liberdade/"><div class="gutentor-image-thumb"><img decoding="async" class="normal-image" src="https://culturadefato.com.br/wp-content/uploads/2024/06/Rainbow_LeonidAfremov.jpeg" alt="Recorte da obra: &quot;Rainbow&quot;, de Leonid Afremov." /></div></a></div></div>



<p class="has-text-align-center"><br><em><a href="https://culturadefato.com.br/democracia-nao-e-a-mesma-coisa-que-liberdade/">Democracia não é a mesma coisa que liberdade</a></em>,<br>por <a href="https://culturadefato.com.br/author/sohampatil/">Soham Patil</a></p>
</div></div>



<div id="col-g-2tdft2r" class="wp-block-gutentor-m0-col col-g-2tdft2r gutentor-carousel-item"><div id="section-g-2tdft2r" class="section-g-2tdft2r gutentor-col-wrap has-color-bg has-custom-bg">
<div id="section-g-uccemee" class="wp-block-gutentor-e6 section-g-uccemee gutentor-element gutentor-element-image text-align-center-desktop"><div class="gutentor-element-image-box"><a class="gutentor-element-image-link" href="https://culturadefato.com.br/escravos-mas-satisfeitos/"><div class="gutentor-image-thumb"><img decoding="async" class="normal-image" src="https://culturadefato.com.br/wp-content/uploads/2020/12/CacadorDeEscravos.jpg" alt="Recorte da obra: &quot;Caçador de Escravos&quot; de Jean-Baptiste Debret (1768 - 1848)." /></div></a></div></div>



<p class="has-text-align-center"><br><em><a href="https://culturadefato.com.br/escravos-mas-satisfeitos/">Escravos, mas satisfeitos!</a></em>,<br>por <a href="https://culturadefato.com.br/author/ubiratanjorgeiorio/">Ubiratan Jorge Iorio</a></p>
</div></div>



<div id="col-gme9c2fc" class="wp-block-gutentor-m0-col col-gme9c2fc gutentor-carousel-item"><div id="section-gme9c2fc" class="section-gme9c2fc gutentor-col-wrap has-color-bg has-custom-bg">
<div id="section-g8ec210" class="wp-block-gutentor-e6 section-g8ec210 gutentor-element gutentor-element-image text-align-center-desktop"><div class="gutentor-element-image-box"><a class="gutentor-element-image-link" href="https://culturadefato.com.br/democracia-equivale-a-liberdade-e-tolerancia/"><div class="gutentor-image-thumb"><img decoding="async" class="normal-image" src="https://culturadefato.com.br/wp-content/uploads/2021/05/LightOfLiberty.jpg" alt="Recorte da obra: &quot;Light of Liberty&quot;, por Jon McNaughton." /></div></a></div></div>



<p class="has-text-align-center"><br><em><a href="https://culturadefato.com.br/democracia-equivale-a-liberdade-e-tolerancia/">Democracia equivale a liberdade e tolerância?</a></em><br>(<a href="https://culturadefato.com.br/author/diversos/">diversos autores</a>)</p>
</div></div>



<div id="col-gmb5e92d" class="wp-block-gutentor-m0-col col-gmb5e92d gutentor-carousel-item"><div id="section-gmb5e92d" class="section-gmb5e92d gutentor-col-wrap has-color-bg has-custom-bg">
<div id="section-gdf8bad" class="wp-block-gutentor-e6 section-gdf8bad gutentor-element gutentor-element-image text-align-center-desktop"><div class="gutentor-element-image-box"><a class="gutentor-element-image-link" href="https://culturadefato.com.br/em-prol-do-estado-todos-contra-todos/"><div class="gutentor-image-thumb"><img decoding="async" class="normal-image" src="https://culturadefato.com.br/wp-content/uploads/2020/07/The_Uprising_HonoreDaumier.jpg" alt="Obra: &quot;The Uprising&quot;, de Honoré Daumier (1808 – 1879)." /></div></a></div></div>



<p class="has-text-align-center"><br><a href="https://culturadefato.com.br/em-prol-do-estado-todos-contra-todos/"><em>Em prol do Estado: todos contra todos!</em></a>,<br>Por <a href="https://culturadefato.com.br/author/josemonirnasser/">José Monir Nasser</a></p>
</div></div>



<div id="col-g-t6l1i1y" class="wp-block-gutentor-m0-col col-g-t6l1i1y gutentor-carousel-item"><div id="section-g-t6l1i1y" class="section-g-t6l1i1y gutentor-col-wrap has-color-bg has-custom-bg">
<div id="section-g-0706y6t" class="wp-block-gutentor-e6 section-g-0706y6t gutentor-element gutentor-element-image text-align-center-desktop"><div class="gutentor-element-image-box"><a class="gutentor-element-image-link" href="https://culturadefato.com.br/excertos-da-obra-direita-e-esquerda-razoes-e-significados-de-uma-distincao-politica/"><div class="gutentor-image-thumb"><img decoding="async" class="normal-image" src="https://culturadefato.com.br/wp-content/uploads/2023/06/NoiteEstreladaVincentVanGogh.jpg" /></div></a></div></div>



<p class="has-text-align-center"><br><em><a href="https://culturadefato.com.br/excertos-da-obra-direita-e-esquerda-razoes-e-significados-de-uma-distincao-politica/">Excertos da obra “Direita e esquerda: razões e significados de uma distinção política”</a></em>, por <a href="https://culturadefato.com.br/author/norbertobobbio/">Norberto Bobbio</a></p>
</div></div>



<div id="col-gm262619" class="wp-block-gutentor-m0-col col-gm262619 gutentor-carousel-item"><div id="section-gm262619" class="section-gm262619 gutentor-col-wrap has-color-bg has-custom-bg">
<div id="section-g270d44" class="wp-block-gutentor-e6 section-g270d44 gutentor-element gutentor-element-image text-align-center-desktop"><div class="gutentor-element-image-box"><a class="gutentor-element-image-link" href="https://culturadefato.com.br/a-essencia-da-democracia/"><div class="gutentor-image-thumb"><img decoding="async" class="normal-image" src="https://culturadefato.com.br/wp-content/uploads/2023/02/GranCirco_1956_MarcChagall.jpg" alt="Obra: &quot;Gran Circo&quot; (1956), por Marc Chagall (1887 - 1985)" /></div></a></div></div>



<p class="has-text-align-center"><br><em><a href="https://culturadefato.com.br/a-essencia-da-democracia/">A Essência da Democracia</a></em>,<br>por <a href="https://culturadefato.com.br/author/fabioblanco/">Fabio Blanco</a></p>
</div></div>



<div id="col-gm7ddb63" class="wp-block-gutentor-m0-col col-gm7ddb63 gutentor-carousel-item"><div id="section-gm7ddb63" class="section-gm7ddb63 gutentor-col-wrap has-color-bg has-custom-bg">
<div id="section-g8338fd" class="wp-block-gutentor-e6 section-g8338fd gutentor-element gutentor-element-image text-align-center-desktop"><div class="gutentor-element-image-box"><a class="gutentor-element-image-link" href="https://culturadefato.com.br/de-bobbio-a-bernanos/"><div class="gutentor-image-thumb"><img decoding="async" class="normal-image" src="https://culturadefato.com.br/wp-content/uploads/2020/10/NorbertoBobbio_GeorgesBernanos.jpg" alt="Norberto Bobbio e Georges Bernanos" /></div></a></div></div>



<p class="has-text-align-center"><br><em><a href="https://culturadefato.com.br/de-bobbio-a-bernanos/">De Bobbio a Bernanos</a></em>,<br>por <a href="https://culturadefato.com.br/author/olavodecarvalho/">Olavo de Carvalho</a></p>
</div></div>



<div id="col-gmf79396" class="wp-block-gutentor-m0-col col-gmf79396 gutentor-carousel-item"><div id="section-gmf79396" class="section-gmf79396 gutentor-col-wrap has-color-bg has-custom-bg">
<div id="section-g34642a" class="wp-block-gutentor-e6 section-g34642a gutentor-element gutentor-element-image text-align-center-desktop"><div class="gutentor-element-image-box"><a class="gutentor-element-image-link" href="https://culturadefato.com.br/semeando-leis/"><div class="gutentor-image-thumb"><img decoding="async" class="normal-image" src="https://culturadefato.com.br/wp-content/uploads/2021/04/WaitingForTheVerdictByAbrahamSolomon_1859.jpg" alt="Recorte da obra “Waiting for the verdict”, criada em 1859 pelo pintor britânico Abraham Solomon (1823 – 1862)." /></div></a></div></div>



<p class="has-text-align-center"><br><em><a href="https://culturadefato.com.br/semeando-leis/">Semeando leis</a></em><br>(<a href="https://culturadefato.com.br/author/autordesconhecido/">autor desconhecido</a>)</p>
</div></div>



<div id="col-gma697aa" class="wp-block-gutentor-m0-col col-gma697aa gutentor-carousel-item"><div id="section-gma697aa" class="section-gma697aa gutentor-col-wrap has-color-bg has-custom-bg">
<div id="section-g149c08" class="wp-block-gutentor-e6 section-g149c08 gutentor-element gutentor-element-image text-align-center-desktop"><div class="gutentor-element-image-box"><a class="gutentor-element-image-link" href="https://culturadefato.com.br/estudos-provam-que/"><div class="gutentor-image-thumb"><img decoding="async" class="normal-image" src="https://culturadefato.com.br/wp-content/uploads/2024/02/TheStockExchange.jpg" alt="Obra: &quot;The Stock Exchange&quot; (1878 – 1879), por Edgar Degas (1834 - 1917)." /></div></a></div></div>



<p class="has-text-align-center"><br><a href="https://culturadefato.com.br/estudos-provam-que/"><em>Estudos provam que…</em></a>,<br>por <a href="https://culturadefato.com.br/author/thomassowell/">Thomas Sowell</a></p>
</div></div>



<div id="col-gmfe1b25" class="wp-block-gutentor-m0-col col-gmfe1b25 gutentor-carousel-item"><div id="section-gmfe1b25" class="section-gmfe1b25 gutentor-col-wrap has-color-bg has-custom-bg">
<div id="section-g1dd9c4" class="wp-block-gutentor-e6 section-g1dd9c4 gutentor-element gutentor-element-image text-align-center-desktop"><div class="gutentor-element-image-box"><a class="gutentor-element-image-link" href="https://culturadefato.com.br/true-outspeak-transmutacao-do-bem-ao-mal/"><div class="gutentor-image-thumb"><img decoding="async" class="normal-image" src="https://culturadefato.com.br/wp-content/uploads/2020/07/OlavoDeCarvalho.jpeg" alt="Olavo de Carvalho" /></div></a></div></div>



<p class="has-text-align-center"><br><em><a href="https://culturadefato.com.br/true-outspeak-transmutacao-do-bem-ao-mal/">True Outspeak: transmutação do bem ao mal</a></em>,<br>por <a href="https://culturadefato.com.br/author/olavodecarvalho/">Olavo de Carvalho</a></p>
</div></div>



<div id="col-gm3a8387" class="wp-block-gutentor-m0-col col-gm3a8387 gutentor-carousel-item"><div id="section-gm3a8387" class="section-gm3a8387 gutentor-col-wrap has-color-bg has-custom-bg">
<div id="section-g9d3228" class="wp-block-gutentor-e6 section-g9d3228 gutentor-element gutentor-element-image text-align-center-desktop"><div class="gutentor-element-image-box"><a class="gutentor-element-image-link" href="https://culturadefato.com.br/os-mais-iguais/"><div class="gutentor-image-thumb"><img decoding="async" class="normal-image" src="https://culturadefato.com.br/wp-content/uploads/2023/10/ARevolucaoDosBichos.jpg" alt="Obra “A Revolução dos Bichos”, por Odyr Bernardi." /></div></a></div></div>



<p class="has-text-align-center"><br><a href="https://culturadefato.com.br/os-mais-iguais/"><em>Os mais iguais</em></a>,<br>por <a href="https://culturadefato.com.br/author/pelodicruz/">Pe. Luiz Carlos Lodi da Cruz</a></p>
</div></div>



<div id="col-gm36d191" class="wp-block-gutentor-m0-col col-gm36d191 gutentor-carousel-item"><div id="section-gm36d191" class="section-gm36d191 gutentor-col-wrap has-color-bg has-custom-bg">
<div id="section-g46b4f4" class="wp-block-gutentor-e6 section-g46b4f4 gutentor-element gutentor-element-image text-align-center-desktop"><div class="gutentor-element-image-box"><a class="gutentor-element-image-link" href="https://culturadefato.com.br/por-que-os-piores-chegam-ao-poder/"><div class="gutentor-image-thumb"><img decoding="async" class="normal-image" src="https://culturadefato.com.br/wp-content/uploads/2024/03/LeBoulevardDesCapucines_1874_Monet.jpg" alt="Obra: &quot;Le boulevard des capucines&quot;(1813), por Claude Monet (1840-1926)." /></div></a></div></div>



<p class="has-text-align-center"><br><a href="https://culturadefato.com.br/por-que-os-piores-chegam-ao-poder/"><em>Por que os piores chegam ao poder</em></a>,<br>por <a href="https://culturadefato.com.br/author/friedrichhayek/">Friedrich Hayek</a></p>
</div></div>
</div></div></section>



<br>
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		<title>Cristianismo: mãe da liberdade política</title>
		<link>https://culturadefato.com.br/cristianismo-mae-da-liberdade-politica/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[P. Andrew Sandlin]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 17 Feb 2025 23:47:39 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Filosofia e História]]></category>
		<category><![CDATA[Aborto]]></category>
		<category><![CDATA[Concílio de Calcedônia]]></category>
		<category><![CDATA[Cristianismo]]></category>
		<category><![CDATA[Cristologia]]></category>
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		<category><![CDATA[Jean Jacque Rousseau]]></category>
		<category><![CDATA[Jesus Cristo]]></category>
		<category><![CDATA[Liberdade]]></category>
		<category><![CDATA[Lord Acton]]></category>
		<category><![CDATA[Movimento Gay]]></category>
		<category><![CDATA[Racismo]]></category>
		<category><![CDATA[Revolução Gloriosa]]></category>
		<category><![CDATA[Revolução Puritana]]></category>
		<category><![CDATA[Socialismo]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>“O cristianismo herdou da fé veterotestamentária a crença inabalável no Deus soberano e transcendente, que está acima de todos e julga toda a humanidade, incluindo seus sistemas de governo civil. A ordem política nunca é suprema.”</p>
<p>O post <a href="https://culturadefato.com.br/cristianismo-mae-da-liberdade-politica/">Cristianismo: mãe da liberdade política</a> apareceu primeiro em <a href="https://culturadefato.com.br">Cultura de Fato</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="has-text-align-center">“<em>A liberdade não tem subsistido fora do cristianismo.</em>”<br><span data-tooltip-position="top" data-tooltip="John Emerich Edward Dalberg-Acton (1834 - 1902), 1º barão Acton, foi um historiador britânico.">Lord Acton</span> (1834 &#8211; 1902)</p>



<hr class="wp-block-separator has-alpha-channel-opacity is-style-wide"/>



<br>



<p class="has-drop-cap">A força política mais libertadora na história da humanidade tem sido o cristianismo (<a href="https://www.bibliaonline.com.br/acf/jo/8/36" target="_blank" rel="noreferrer noopener nofollow">Jo 8.36</a>). O cristianismo ramificou-se do tronco da religião hebraica piedosa do Antigo Testamento, e a antiga nação hebraica (antes da era dos reis [<a href="https://www.bibliaonline.com.br/acf/1sm/8" target="_blank" rel="noreferrer noopener nofollow">1Sm 8</a>]) foi sem dúvida a sociedade mais libertária na história da humanidade. O cristianismo herdou da fé veterotestamentária a crença inabalável no Deus soberano e transcendente, que está acima de todos e julga toda a humanidade, incluindo seus sistemas de governo civil. A ordem política nunca é suprema.</p>



<br>



<h2 class="wp-block-heading">1. O Mundo Antigo</h2>



<br>



<p>O cristianismo destruiu a unidade do antigo mundo pagão. A fonte dessa unidade era o Estado, geralmente identificado com a própria sociedade, no topo do qual estava um grande líder político, um rei ou imperador, que pensava ser um deus ou semelhante a deus. A unidade do antigo mundo pagão consistia na divinização da ordem temporal na forma do Estado.</p>



<p>Mas o cristianismo reconhecia “outro rei” (<a href="https://www.bibliaonline.com.br/acf/atos/17" target="_blank" rel="noreferrer noopener nofollow">At 17.7</a>). Embora não por meios anarquistas, os primeiros cristãos reconheciam que nenhuma autoridade terrena, especialmente autoridade política, poderia ser suprema, pois somente a autoridade de Deus é suprema.</p>



<p>Ao esclarecer a cristologia (a doutrina de Jesus Cristo) ortodoxa, o <span data-tooltip-position="top" data-tooltip="O Concílio de Calcedónia ou Calcedônia foi um concílio ecuménico que se realizou de 8 de outubro a 1 de novembro de 451 em Calcedónia, uma cidade da Bitínia, na Ásia Menor, frente a Constantinopla.">Concílio de Calcedônia</span> (451 a.C.) <span data-tooltip-position="top" data-tooltip="O Concílio de Calcedônia emitiu a definição de Calcedônia, que repudiava a noção de uma única natureza em Cristo, e declarou que ele tem duas naturezas em uma pessoa e hipóstase.">lançou</span> o fundamento da liberdade ocidental. Apenas Jesus Cristo é divino e humano, plenamente Deus e plenamente Homem, a única ligação entre céu e terra. Ele é o único Mediador divino-humano. Essa decisão repudiava dramaticamente toda divinização da ordem temporal. Nenhum Estado, nenhuma igreja, nenhuma família, poderia ser Deus ou semelhante a Deus.</p>



<p>Esse reconhecimento colocou o cristianismo patrístico em rota de colisão com a política clássica. Os primeiros cristãos foram perseguidos de maneira selvagem, não porque adoravam a Jesus Cristo, mas porque recusavam adorar ao imperador romano. As sociedades politeístas encorajam a adoração de divindades. Elas resistem à exclusão de todas as divindades, particularmente o Estado, excetuando-se a Divindade verdadeira, o Deus da Bíblia.</p>



<br>



<h2 class="wp-block-heading">2. O Mundo Medieval
</h2>



<br>



<p>No mundo medieval, a Igreja Latina tornou-se uma força de compensação na sociedade, verificando e limitando a autoridade do Estado. De fato, na maior parte do tempo, o tamanho e a força da igreja excederam em muito a de qualquer Estado em particular. Lord Acton estava correto ao sugerir que a prática da liberdade política no Ocidente surgiu, em grande parte, a partir deste conflito medieval Igreja-Estado. Em adição, o mundo medieval, a despeito dos seus muitos defeitos, apoiou uma grande medida de liberdade política ao promover várias instituições humanas além da igreja que alegavam fidelidade ao homem: a família, a confraria, o senhor feudal, e assim por diante. Isso significou que o Estado tinha de compartilhar sua autoridade com outras instituições igualmente legítimas. Nenhuma instituição humana pode exercer autoridade suprema.</p>



<br>



<h2 class="wp-block-heading">3. O Mundo Moderno</h2>



<br>



<p>As limitações constitucionais do poder político, das quais surgiu a prática de democracias constitucionais dos séculos 18 e 19, começaram na Inglaterra cristã com a Carta Magna. A Inglaterra também realizou o primeiro ataque bem sucedido contra a doutrina maligna do direito divino dos reis durante a <span data-tooltip-position="top" data-tooltip="A Revolução Puritana foi uma guerra civil que teve início na Inglaterra em 1642, quando o exército do rei Carlos I entrou em confronto com o exército do Parlamento inglês, e terminou em 1649 com a derrota do monarca, simbolizando o fim do absolutismo em território inglês.">Revolução Puritana</span> na primeira metade do século 17; e em 1688-89, durante a <span data-tooltip-position="top" data-tooltip="Revolução Gloriosa foi uma série de eventos transcorridos entre 1688 e 1689, na Inglaterra, e que levaram à deposição do rei Jaime II, o qual foi substituído por sua filha Maria II e seu marido (também sobrinho de Jaime).">Gloriosa Revolução de Guilherme e Maria</span>, ela colocou o último prego no caixão desta ameaça duradoura à liberdade política. A fundação dos Estados Unidos foi a maior experiência em liberdade política daquele tempo, e ela funcionou conscientemente com base em certas premissas distintamente cristãs.</p>



<p>Os Fundadores, por exemplo, reconheceram a doutrina bíblica do pecado original e da depravação humana, e portanto criaram um sistema de governo civil que dividiu a tomada de decisão entre vários ramos e que não outorgou muito poder a nenhum ramo do governo civil. Segundo, eles argumentaram que o papel do governo civil é assegurar os direitos de “vida, liberdade e felicidade”, com os quais Deus, como Criador, dotou todos os homens. Em terceiro lugar, reconhecendo a doutrina bíblica de que o governo civil deveria proteger as minorias (<a href="https://www.bibliaonline.com.br/acf/ex/23/9" target="_blank" rel="noreferrer noopener nofollow">Ex 23.9</a>), eles elaboraram uma constituição à qual juntaram uma Declaração de Direitos, inibindo assim o surgimento de uma tirania resultante de uma rápida mudança política segundo o capricho da opinião democrática.</p>



<p>A liberdade política como refletida na separação de poderes, bem como nas fiscalizações e contra balanços; o papel do Estado em proteger a vida, liberdade e propriedade; e a proteção constitucional dos direitos das minorias – todos estes foram legados do cristianismo ao mundo moderno.</p>



<br>



<h2 class="wp-block-heading">4. A que ponto chegará o Ocidente?</h2>



<br>



<p>Hoje o Ocidente definha sob a violência do <a href="https://culturadefato.com.br/tag/aborto/">aborto</a> e <a href="https://culturadefato.com.br/tag/eutanasia/">eutanásia</a>, a praga do homossexualismo, a pobreza do materialismo, a coerção do socialismo, o domínio da educação “pública”, o caos do ativismo judicial, e a injustiça do racismo e sexismo impostos. Essas tiranias são todas o resultado direto do abandono do cristianismo bíblico. O mundo ocidental tem aceitado crescentemente a proposta daquele primeiro político liberal moderno, <span data-tooltip-position="top" data-tooltip="Jean-Jacques Rousseau (1712 - 1778), foi um importante filósofo, teórico político, escritor e compositor genebrino.">Jean Jacque Rousseau</span>: o Estado emancipará você da responsabilidade para com todas as instituições humanas não coercivas, como a família, igreja e os negócios, se apenas você submeter-se à coerção do Estado. O homem moderno está disposto a negociar a sua responsabilidade para com a família, igreja e os negócios, trocando-a por submissão a uma ordem política crescentemente coerciva e violenta. Estamos retornando ao mundo pagão clássico, no qual o Estado coercivo é o princípio unificador de tudo na vida.</p>



<p>Os regimes políticos mais cruéis, violentos e assassinos na história da humanidade tem sido os não-cristãos ou anti-cristãos: o humanismo pagão primitivo dos antigos Egito, Babilônia, Pérsia, Grécia e Roma, e o humanismo secular sofisticado da França revolucionária, União Soviética, China Vermelha, Alemanha Nazista, Itália Fascista, e outros estados seculares modernos. O humanismo é e sempre será uma receita para o terror e tirania políticos.</p>



<p>A única esperança para o retorno da liberdade política e da sociedade livre que ela promove é um retorno ao cristianismo bíblico e ortodoxo. O cristianismo não é meramente uma matriz na qual a liberdade política floresce; ele é o único fundamento sobre o qual se pode construir uma sociedade livre.</p>



<br>



<p class="has-text-align-right">Por <a href="https://culturadefato.com.br/author/andrewsandlin/">P. Andrew Sandlin</a>.<br>Tradução de Felipe Sabino de Araújo Neto, com revisão de Jazanias Oliveira.<br>Publicado em português no <em>website</em> da <a href="https://monergismo.com/" target="_blank" rel="noreferrer noopener nofollow">Editora Monergismo</a>, em 17 de agosto de 2000.<br><br></p>



<br>



<p class="has-background has-very-light-gray-background-color"><strong>Nota da Editoria:</strong><br><br>Imagem da capa: “<em><a href="https://www.etsy.com/pt/listing/827683905/pintura-a-oleo-de-jesus-cristo-arte" target="_blank" rel="noreferrer noopener nofollow">Jesus Cristo</a></em>”, de <a href="https://www.etsy.com/pt/shop/MykolaKaftanArts?ref=shop-header-name&amp;listing_id=827683905&amp;from_page=listing" target="_blank" rel="noreferrer noopener nofollow">Mykola Kaftan</a>.</p>



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<h2 class="wp-block-heading has-text-align-center">Saiba mais:</h2>



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<section id="gm9507fe2" class="wp-block-gutentor-m0 alignfull section-gm9507fe2 gutentor-module gutentor-module-carousel has-color-bg has-custom-bg gutentor-slick-a-default-desktop gutentor-slick-a-default-tablet gutentor-slick-a-default-mobile"><div class="grid-container"><div class="gutentor-module-carousel-row" data-dots="false" data-dotstablet="false" data-dotsmobile="false" data-arrows="true" data-arrowstablet="true" data-arrowsmobile="true" data-infinite="true" data-autoplay="true" data-draggable="true" data-pauseonfocus="true" data-pauseonhover="true" data-autoplayspeed="4500" data-cmondesktop="false" data-cmontablet="false" data-cmonmobile="false" data-nextarrow="fas fa-angle-right" data-prevarrow="fas fa-angle-left" data-arrowspositiondesktop="gutentor-slick-a-default-desktop" data-arrowspositiontablet="gutentor-slick-a-default-tablet" data-arrowspositionmobile="gutentor-slick-a-default-mobile" data-speed="300" data-slideitemdesktop="2" data-slideitemtablet="3" data-slideitemmobile="2" data-slidescroll-desktop="2" data-slidescroll-tablet="3" data-slidescroll-mobile="2">
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<div id="section-g313274" class="wp-block-gutentor-e6 section-g313274 gutentor-element gutentor-element-image text-align-center-desktop"><div class="gutentor-element-image-box"><a class="gutentor-element-image-link" href="https://culturadefato.com.br/decolando-na-liberdade-aterrissando-na-escravidao/"><div class="gutentor-image-thumb"><img decoding="async" class="normal-image" src="https://culturadefato.com.br/wp-content/uploads/2020/07/FlyHigh_RachanaMathradan.jpg" alt="Obra: &quot;Fly high!&quot;, por Rachana Mathradan" /></div></a></div></div>



<p class="has-text-align-center"><br><a href="https://culturadefato.com.br/decolando-na-liberdade-aterrissando-na-escravidao/"><em>Decolando na liberdade; aterrissando na escravidão</em></a>,<br>por <a href="https://culturadefato.com.br/author/ericrabello/">Eric M. Rabello</a></p>
</div></div>



<div id="col-gm057615" class="wp-block-gutentor-m0-col col-gm057615 gutentor-carousel-item"><div id="section-gm057615" class="section-gm057615 gutentor-col-wrap has-color-bg has-custom-bg">
<div id="section-g5d3b15" class="wp-block-gutentor-e6 section-g5d3b15 gutentor-element gutentor-element-image text-align-center-desktop"><div class="gutentor-element-image-box"><a class="gutentor-element-image-link" href="https://culturadefato.com.br/inquisicao-mito-e-realidade-historica/"><div class="gutentor-image-thumb"><img decoding="async" class="normal-image" src="https://culturadefato.com.br/wp-content/uploads/2020/11/Inquisicao.jpg" alt="Tribunal da Inquisição" /></div></a></div></div>



<p class="has-text-align-center"><br><em><a href="https://culturadefato.com.br/inquisicao-mito-e-realidade-historica/">Inquisição: Mito e realidade histórica</a></em>, por <a href="https://culturadefato.com.br/author/romankonik/">Roman Konik</a></p>
</div></div>



<div id="col-gm1f6884" class="wp-block-gutentor-m0-col col-gm1f6884 gutentor-carousel-item"><div id="section-gm1f6884" class="section-gm1f6884 gutentor-col-wrap has-color-bg has-custom-bg">
<div id="section-gced1ad" class="wp-block-gutentor-e6 section-gced1ad gutentor-element gutentor-element-image text-align-center-desktop"><div class="gutentor-element-image-box"><a class="gutentor-element-image-link" href="https://culturadefato.com.br/o-sacerdote-cientista/"><div class="gutentor-image-thumb"><img decoding="async" class="normal-image" src="https://culturadefato.com.br/wp-content/uploads/2024/01/AlbertEdelfelt_LouisPasteur_1885.jpg" alt="Obra: &quot;Louis Pasteur&quot; (1885), por Albert Edelfelt (1854 – 1905)." /></div></a></div></div>



<p class="has-text-align-center"><br><em><a href="https://culturadefato.com.br/o-sacerdote-cientista/">O sacerdote cientista</a></em>,<br>por <a href="https://culturadefato.com.br/author/thomas-e-woods-jr/">Thomas E. Woods Jr.</a></p>
</div></div>



<div id="col-gme8a29d" class="wp-block-gutentor-m0-col col-gme8a29d gutentor-carousel-item"><div id="section-gme8a29d" class="section-gme8a29d gutentor-col-wrap has-color-bg has-custom-bg">
<div id="section-g44fdd0" class="wp-block-gutentor-e6 section-g44fdd0 gutentor-element gutentor-element-image text-align-center-desktop"><div class="gutentor-element-image-box"><a class="gutentor-element-image-link" href="https://culturadefato.com.br/a-vida-crista-e-um-empreendimento-mercenario/"><div class="gutentor-image-thumb"><img decoding="async" class="normal-image" src="https://culturadefato.com.br/wp-content/uploads/2020/09/servir-ao-dinheiro.jpg" alt="Vela feita por moedas representando servidão ao dinheiro." /></div></a></div></div>



<p class="has-text-align-center"><br><em><a href="https://culturadefato.com.br/a-vida-crista-e-um-empreendimento-mercenario/">A vida cristã é um empreendimento mercenário?</a></em>, por <a href="https://culturadefato.com.br/author/cslewis/">C. S. Lewis</a></p>
</div></div>



<div id="col-gm76462e" class="wp-block-gutentor-m0-col col-gm76462e gutentor-carousel-item"><div id="section-gm76462e" class="section-gm76462e gutentor-col-wrap">
<div id="section-g826bb3" class="wp-block-gutentor-e6 section-g826bb3 gutentor-element gutentor-element-image gutentor-enabled-width text-align-center-desktop"><div class="gutentor-element-image-box"><a class="gutentor-element-image-link" href="https://culturadefato.com.br/o-mito-das-raizes-socialistas-do-cristianismo/"><div class="gutentor-image-thumb"><img decoding="async" class="normal-image" src="https://culturadefato.com.br/wp-content/uploads/2024/01/UltimaCeia_LeonardoDaVinci.jpg" alt="Obra: afresco &quot;A última ceia&quot; (1495 - 1498), de Leonardo da Vinci (1452 - 1519). Obrado em uma parede do antigo refeitório dos monges no Convento de Santa Maria Delle Grazie, em Milão (Itália)." /></div></a></div></div>



<p class="has-text-align-center"><br><a href="https://culturadefato.com.br/o-mito-das-raizes-socialistas-do-cristianismo/"><em>O mito das “raízes socialistas” do cristianismo</em></a>, por <a href="https://culturadefato.com.br/author/lawrencewreed/">Lawrence W. Reed</a></p>
</div></div>



<div id="col-gme3d0b6" class="wp-block-gutentor-m0-col col-gme3d0b6 gutentor-carousel-item"><div id="section-gme3d0b6" class="section-gme3d0b6 gutentor-col-wrap">
<div id="section-g6dab0f" class="wp-block-gutentor-e6 section-g6dab0f gutentor-element gutentor-element-image gutentor-enabled-width text-align-center-desktop"><div class="gutentor-element-image-box"><a class="gutentor-element-image-link" href="https://culturadefato.com.br/governo-canadense-pretende-criminalizar-o-cristianismo/"><div class="gutentor-image-thumb"><img decoding="async" class="normal-image" src="https://culturadefato.com.br/wp-content/uploads/2024/03/SermaoEAtosDoAntiCristo.jpg" alt="Afresco &quot;Luca Signorelli, “Sermão e atos do Anticristo&quot; (1499 - 1502), por Luca Signorelli (1450–1523). Local: Catedral de Orvieto, Itália." /></div></a></div></div>



<p class="has-text-align-center"><br><a href="https://culturadefato.com.br/autoconfianca-dos-patifes-e-a-origem-da-obra-ortodoxia-de-chesterton/"><em>Governo canadense pretende criminalizar o cristianismo</em></a>, por <a href="https://culturadefato.com.br/author/frankbergman/"><a href="https://culturadefato.com.br/author/frankbergman/">Frank Bergman</a>n</a></p>
</div></div>



<div id="col-gma44c98" class="wp-block-gutentor-m0-col col-gma44c98 gutentor-carousel-item"><div id="section-gma44c98" class="section-gma44c98 gutentor-col-wrap">
<div id="section-g2334b2" class="wp-block-gutentor-e6 section-g2334b2 gutentor-element gutentor-element-image"><div class="gutentor-element-image-box"><a class="gutentor-element-image-link" href="https://culturadefato.com.br/ha-evidencias-historicas-da-ressurreicao-de-jesus-cristo/"><div class="gutentor-image-thumb"><img decoding="async" class="normal-image" src="https://culturadefato.com.br/wp-content/uploads/2024/03/IncredulidadeDeSaoTome.jpg" alt="Obra: &quot;A Incredulidade de São Tomé&quot; (1601–1602), de Caravaggio (1571 - 1610)." /></div></a></div></div>



<p class="has-text-align-center"><br><a href="https://culturadefato.com.br/ha-evidencias-historicas-da-ressurreicao-de-jesus-cristo/"><em>Há evidências históricas da ressurreição de Jesus Cristo?</em></a>, por <a href="https://culturadefato.com.br/author/everaldocescon/">Everaldo Cescon</a></p>
</div></div>
</div></div></section>



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<p>O post <a href="https://culturadefato.com.br/cristianismo-mae-da-liberdade-politica/">Cristianismo: mãe da liberdade política</a> apareceu primeiro em <a href="https://culturadefato.com.br">Cultura de Fato</a>.</p>
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		<item>
		<title>A liberdade e a esquerda</title>
		<link>https://culturadefato.com.br/a-liberdade-e-a-esquerda/</link>
					<comments>https://culturadefato.com.br/a-liberdade-e-a-esquerda/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Thomas Sowell]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 19 Sep 2024 03:01:33 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Filosofia e História]]></category>
		<category><![CDATA[Adolf Hitler]]></category>
		<category><![CDATA[Antoine de Saint-Exupéry]]></category>
		<category><![CDATA[Hitler]]></category>
		<category><![CDATA[Ideologia de Esquerda]]></category>
		<category><![CDATA[Liberdade]]></category>
		<category><![CDATA[Mídia Sem Máscara]]></category>
		<category><![CDATA[Thomas Sowell]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://culturadefato.com.br/?p=23336</guid>

					<description><![CDATA[<p>“Liberdade significa, no fim das contas, o direito de as pessoas fazerem coisas que nós não aprovamos. Os nazistas tinham o direito de ser nazistas sob Hitler. Somos livres apenas quando somos capazes de fazer coisas que outros não aprovam.”</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="has-text-align-center">“<em>Só conheço uma liberdade, e essa é a liberdade do pensamento.</em>”<br><span data-tooltip-position="top" data-tooltip="Antoine de Saint-Exupéry (1900 – 1944) escritor, ilustrador e piloto de aeronaves nascido na França. Autor da obra ''O Pequeno Príncipe''.">Antoine de Saint-Exupéry</span> (1900 – 1944)</p>



<hr class="wp-block-separator has-alpha-channel-opacity is-style-wide"/>



<br>



<p class="has-drop-cap">A maior parte das pessoas na esquerda não se opõe à liberdade. Elas apenas são favoráveis a todo tipo de coisas que são incompatíveis com a liberdade.</p>



<p>Liberdade significa, no fim das contas, o direito de as pessoas fazerem coisas que nós não aprovamos. Os nazistas tinham o direito de ser nazistas sob <span data-tooltip-position="top" data-tooltip="Adolf Hitler (1889 - 1945) foi a figura central do Holocausto.">Hitler</span>. Somos livres apenas quando somos capazes de fazer coisas que outros não aprovam.</p>



<p>Um dos mais aparentemente inocentes exemplos das muitas imposições da visão da esquerda sobre os outros é a difundida exigência das escolas e universidades do “serviço comunitário”, para admissão de estudantes.</p>



<p>Há escolas de ensino médio em todo o país em que você não se forma, e faculdades em que você não entra, a menos que tenha se engajado em atividades arbitrariamente definidas como “serviço comunitário”.</p>



<p>A arrogância de se confiscar o tempo dos jovens — em vez de deixá-los (e a seus pais) livres para decidir como usar seu tempo — só não é maior que a arrogância de se impor o que é ou não é um serviço à comunidade.</p>



<p>Trabalhar num abrigo de sem-teto é amplamente considerado um “serviço comunitário” — como se ajudar e se acumpliciar com a vagabundagem fosse necessariamente um serviço, em vez de um desserviço, à comunidade.</p>



<p>Estará a comunidade mais bem servida com mais desempregados vagando pelas ruas, agressivamente mendigando pelas calçadas, urinando nos muros, deixando agulhas e seringas nos parques onde as crianças brincam?</p>



<p>Este é apenas um dos muitos modos em que a distribuição dos vários tipos de benefícios a pessoas que não trabalham rompe a conexão entre produtividade e recompensa.</p>



<p>Mas essa conexão permanece tão inquebrável como sempre esteve para a sociedade como um todo. Você pode fazer de qualquer coisa um “direito” para indivíduos ou grupos, mas nada é um direito para a sociedade como um todo, nem mesmo comida ou abrigo, que têm de ser produzidos pelo trabalho de alguém ou eles não existirão.</p>



<p>Para alguns, o que “direitos” significam é forçar outras pessoas a trabalharem para o benefício deles. Como uma frase de para-choque de caminhão diz: “Trabalhe duro. Milhões de pessoas on <em>welfare</em> [vivendo dos programas sociais do governo] estão dependendo de você.”</p>



<p>O mais fundamental dos problemas, contudo, não é que atividades particulares são exigidas dos estudantes sob o título “serviços comunitários”.</p>



<p>A pergunta fundamental é: O que, afinal, qualifica professores e membros das comissões de admissão das faculdades a definir o que é bom para a sociedade como um todo, ou mesmo para os estudantes sobre os quais são impostas suas noções arbitrárias?</p>



<p>Qual especialidade eles têm que justifica sobrepor-se à liberdade dos outros? O que suas imposições mostram, exceto que “os idiotas abundam onde os anjos temem pisar” <strong><sup><a href="#Nota01" id="Ref01">1</a></sup></strong>?</p>



<p>Que lições os estudantes aprendem disso, exceto a de submissão a um poder arbitrário?</p>



<p>A finalidade é, supostamente, a de que os estudantes adquiram um sentido de compaixão ou nobreza por meio do serviço aos outros. Mas isso depende de quem define compaixão. Na prática, isso significa forçar os estudantes a se submeterem à propaganda para fazê-los receptivos à visão de mundo da esquerda.</p>



<p>Estou certo de que aqueles favoráveis às exigências de “serviços comunitários” entenderiam o princípio por trás das objeções a esses serviços se exercícios militares fossem exigidos nas escolas de ensino médio.</p>



<p>De fato, muitos que promovem o “serviço comunitário” obrigatório são fortemente contrários ao treinamento militar mesmo voluntário nas escolas de ensino médio e faculdades, embora muitos outros considerem esse treinamento como uma contribuição à sociedade muito maior que alimentar pessoas que se recusam a trabalhar.</p>



<p>Em outras palavras, esquerdistas querem o direito de impor suas ideias do que é bom para toda a sociedade — um direito que eles veementemente negam àqueles cujas ideias do que é bom para a sociedade diferem das deles.</p>



<p>A essência da intolerância é recusar aos outros os direitos que você exige para si próprio. Tal intolerância é inerentemente incompatível com a liberdade, embora muitos esquerdistas fiquem chocados de serem considerados oponentes da liberdade.</p>



<br>



<p class="has-text-align-right">Por&nbsp;<a href="https://culturadefato.com.br/author/thomassowell/">Thomas Sowell</a>.<br>Tradução de Antônio Emílio Angheth de Araújo.</p>



<p class="has-text-align-right">Publicado originalmente no&nbsp;<em>website</em>&nbsp;<a href="https://midiasemmascara.net/">Mídia Sem Máscara</a>,<br>em 14 de janeiro de 2009.</p>



<br>



<p class="has-background has-very-light-gray-background-color"><strong>Notas:</strong></p>



<ol class="wp-block-list">
<li><span id="Nota01"></span>No original “<em>fools rush in where angels fear to tread</em>”. Verso de um poema de Alexander Pope, “<em>An essay on Criticism</em>”, de 1709. <a href="#Ref01"><img decoding="async" width="14" height="10" class="wp-image-105" style="width: 14px;" src="https://culturadefato.com.br/wp-content/uploads/2020/06/Subir.jpg" alt="Subir"></a></li>
</ol>



<br>



<p class="has-background has-very-light-gray-background-color"><strong>Notas da editoria:</strong><br><br>Imagem da capa: “<em>Statue of Liberty in New York City</em>”, por Leon Devenice. Para mais detalhes, <a href="https://leondevenice.com/products/statue-of-liberty-acrylic-painting-on-canvas-by-leon-devenice" target="_blank" rel="noreferrer noopener nofollow">clique aqui</a>.</p>



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<h2 class="wp-block-heading has-text-align-center">Mais do autor:</h2>



<br>



<section id="gma7ef691" class="wp-block-gutentor-m0 alignfull section-gma7ef691 gutentor-module gutentor-module-carousel has-color-bg has-custom-bg gutentor-slick-a-default-desktop gutentor-slick-a-default-tablet gutentor-slick-a-default-mobile"><div class="grid-container"><div class="gutentor-module-carousel-row" data-dots="false" data-dotstablet="false" data-dotsmobile="false" data-arrows="true" data-arrowstablet="true" data-arrowsmobile="true" data-infinite="true" data-autoplay="true" data-draggable="true" data-pauseonfocus="true" data-pauseonhover="true" data-autoplayspeed="4500" data-cmondesktop="false" data-cmontablet="false" data-cmonmobile="false" data-nextarrow="fas fa-angle-right" data-prevarrow="fas fa-angle-left" data-arrowspositiondesktop="gutentor-slick-a-default-desktop" data-arrowspositiontablet="gutentor-slick-a-default-tablet" data-arrowspositionmobile="gutentor-slick-a-default-mobile" data-speed="300" data-slideitemdesktop="2" data-slideitemtablet="3" data-slideitemmobile="2" data-slidescroll-desktop="2" data-slidescroll-tablet="3" data-slidescroll-mobile="2">
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<p class="has-text-align-center"><br><a href="https://culturadefato.com.br/o-dogma-da-igualdade/"><em>O dogma da Igualda</em></a><em><a href="https://culturadefato.com.br/o-dogma-da-desigualdade/">de</a></em></p>
</div></div>



<div id="col-g-mesxslx" class="wp-block-gutentor-m0-col col-g-mesxslx gutentor-carousel-item"><div id="section-g-mesxslx" class="section-g-mesxslx gutentor-col-wrap has-color-bg has-custom-bg">
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<p class="has-text-align-center"><br><a href="https://culturadefato.com.br/o-dogma-da-igualdade/"><em>O dogma da Igualdade</em></a></p>
</div></div>



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<p class="has-text-align-center"><br><a href="https://culturadefato.com.br/naquele-tempo-e-agora/"><em>Naquele tempo e agora</em></a></p>
</div></div>



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<p class="has-text-align-center"><br><a href="https://culturadefato.com.br/igualdade-desigualdade-e-destino/"><em>Igualdade, desigualdade e destino</em></a></p>
</div></div>



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<p class="has-text-align-center"><br><a href="https://culturadefato.com.br/pare-de-fazer-diferenca/"><em>Pare de “fazer diferença”</em></a></p>
</div></div>



<div id="col-gmc7ae6a" class="wp-block-gutentor-m0-col col-gmc7ae6a gutentor-carousel-item"><div id="section-gmc7ae6a" class="section-gmc7ae6a gutentor-col-wrap has-color-bg has-custom-bg">
<div id="section-gff95a3" class="wp-block-gutentor-e6 section-gff95a3 gutentor-element gutentor-element-image text-align-center-desktop"><div class="gutentor-element-image-box"><a class="gutentor-element-image-link" href="https://culturadefato.com.br/estatisticas-aha-excerto-da-obra-os-ungidos-de-thomas-sowell/"><div class="gutentor-image-thumb"><img decoding="async" class="normal-image" src="https://culturadefato.com.br/wp-content/uploads/2024/04/SurprisedStakeholdersOfBusiness.jpg" alt="Surprised stakeholders of a business, renaissance painting, oil painting in the dutch master style." /></div></a></div></div>



<p class="has-text-align-center"><br><a href="https://culturadefato.com.br/estatisticas-aha-excerto-da-obra-os-ungidos-de-thomas-sowell/"><em>Estatísticas “Aha” (Excerto da obra: “Os ungidos”, de Thomas Sowell)</em></a></p>
</div></div>



<div id="col-gm29d9ca" class="wp-block-gutentor-m0-col col-gm29d9ca gutentor-carousel-item"><div id="section-gm29d9ca" class="section-gm29d9ca gutentor-col-wrap has-color-bg has-custom-bg">
<div id="section-g1d6f42" class="wp-block-gutentor-e6 section-g1d6f42 gutentor-element gutentor-element-image text-align-center-desktop"><div class="gutentor-element-image-box"><a class="gutentor-element-image-link" href="https://culturadefato.com.br/estudos-provam-que/"><div class="gutentor-image-thumb"><img decoding="async" class="normal-image" src="https://culturadefato.com.br/wp-content/uploads/2024/02/TheStockExchange.jpg" alt="Obra: &quot;The Stock Exchange&quot; (1878 – 1879), por Edgar Degas (1834 - 1917)." /></div></a></div></div>



<p class="has-text-align-center"><br><a href="https://culturadefato.com.br/estudos-provam-que/"><em>Estudos provam que…</em></a></p>
</div></div>



<div id="col-gm5fc9f2" class="wp-block-gutentor-m0-col col-gm5fc9f2 gutentor-carousel-item"><div id="section-gm5fc9f2" class="section-gm5fc9f2 gutentor-col-wrap has-color-bg has-custom-bg">
<div id="section-g02bff4" class="wp-block-gutentor-e6 section-g02bff4 gutentor-element gutentor-element-image text-align-center-desktop"><div class="gutentor-element-image-box"><a class="gutentor-element-image-link" href="https://culturadefato.com.br/a-falacia-da-cobica/"><div class="gutentor-image-thumb"><img decoding="async" class="normal-image" src="https://culturadefato.com.br/wp-content/uploads/2024/02/AllegoryOfGreed.jpg" alt="Obra: &quot;Allegory of Greed&quot; (1670-75), por Johann Ulrich Mayr (1630 - 1704)." /></div></a></div></div>



<p class="has-text-align-center"><br><a href="https://culturadefato.com.br/a-falacia-da-cobica/"><em>A falácia da “cobiça“</em></a></p>
</div></div>



<div id="col-gm7203f7" class="wp-block-gutentor-m0-col col-gm7203f7 gutentor-carousel-item"><div id="section-gm7203f7" class="section-gm7203f7 gutentor-col-wrap has-color-bg has-custom-bg">
<div id="section-gd46cd1" class="wp-block-gutentor-e6 section-gd46cd1 gutentor-element gutentor-element-image text-align-center-desktop"><div class="gutentor-element-image-box"><a class="gutentor-element-image-link" href="https://culturadefato.com.br/obsessao-perigosa/"><div class="gutentor-image-thumb"><img decoding="async" class="normal-image" src="https://culturadefato.com.br/wp-content/uploads/2024/01/TheTaxCollectors.jpg" alt="Recorte da obra: &quot;O cobrador de impostos&quot;, de Marinus van Reymerswaele (1490–1546)." /></div></a></div></div>



<p class="has-text-align-center"><br><a href="https://culturadefato.com.br/esperanca/"><em>Obsessão perigosa</em></a></p>
</div></div>



<div id="col-gma06433" class="wp-block-gutentor-m0-col col-gma06433 gutentor-carousel-item"><div id="section-gma06433" class="section-gma06433 gutentor-col-wrap has-color-bg has-custom-bg">
<div id="section-g76563b" class="wp-block-gutentor-e6 section-g76563b gutentor-element gutentor-element-image text-align-center-desktop"><div class="gutentor-element-image-box"><a class="gutentor-element-image-link" href="https://culturadefato.com.br/exibicionistas/"><div class="gutentor-image-thumb"><img decoding="async" class="normal-image" src="https://culturadefato.com.br/wp-content/uploads/2024/01/PunkTattooed_LucianFreud.jpg" alt="Obra: &quot;Portrait of punk tattooed girl&quot;, por Lucian Freud." /></div></a></div></div>



<p class="has-text-align-center"><br><em><a href="https://culturadefato.com.br/exibicionistas/">Exibicionistas</a></em></p>
</div></div>



<div id="col-gmd127f8" class="wp-block-gutentor-m0-col col-gmd127f8 gutentor-carousel-item"><div id="section-gmd127f8" class="section-gmd127f8 gutentor-col-wrap has-color-bg has-custom-bg">
<div id="section-g5c676f" class="wp-block-gutentor-e6 section-g5c676f gutentor-element gutentor-element-image text-align-center-desktop"><div class="gutentor-element-image-box"><a class="gutentor-element-image-link" href="https://culturadefato.com.br/a-falacia-do-infindavel/"><div class="gutentor-image-thumb"><img decoding="async" class="normal-image" src="https://culturadefato.com.br/wp-content/uploads/2023/11/ThreeWomenSharingAnUmbrella_1968_JamesCRinehart.jpg" alt="Obra: &quot;Three Women Sharing an Umbrella&quot; (1968), por James C. Rinehart." /></div></a></div></div>



<p class="has-text-align-center"><br><a href="https://culturadefato.com.br/a-falacia-do-infindavel/"><em>A falácia do infindável</em></a></p>
</div></div>



<div id="col-gme2c1e3" class="wp-block-gutentor-m0-col col-gme2c1e3 gutentor-carousel-item"><div id="section-gme2c1e3" class="section-gme2c1e3 gutentor-col-wrap has-color-bg has-custom-bg">
<div id="section-g859a45" class="wp-block-gutentor-e6 section-g859a45 gutentor-element gutentor-element-image text-align-center-desktop"><div class="gutentor-element-image-box"><a class="gutentor-element-image-link" href="https://culturadefato.com.br/substituindo-o-raciocinio-critico/"><div class="gutentor-image-thumb"><img decoding="async" class="normal-image" src="https://culturadefato.com.br/wp-content/uploads/2020/12/MaosRepresentandoDiversidade.jpg" alt="Mãos representando diversidades" /></div></a></div></div>



<p class="has-text-align-center"><br><em><a href="https://culturadefato.com.br/substituindo-o-raciocinio-critico/">Substituindo o raciocínio crítico</a></em></p>
</div></div>



<div id="col-gma0a7dd" class="wp-block-gutentor-m0-col col-gma0a7dd gutentor-carousel-item"><div id="section-gma0a7dd" class="section-gma0a7dd gutentor-col-wrap has-color-bg has-custom-bg">
<div id="section-g0359fe" class="wp-block-gutentor-e6 section-g0359fe gutentor-element gutentor-element-image text-align-center-desktop"><div class="gutentor-element-image-box"><a class="gutentor-element-image-link" href="https://culturadefato.com.br/do-marxismo-ao-livre-mercado/"><div class="gutentor-image-thumb"><img decoding="async" class="normal-image" src="https://culturadefato.com.br/wp-content/uploads/2020/11/LivreMercado.jpg" alt="Livre Mercado" /></div></a></div></div>



<p class="has-text-align-center"><br><em><a href="https://culturadefato.com.br/do-marxismo-ao-livre-mercado/">Do marxismo ao livre mercado</a></em></p>
</div></div>
</div></div></section>



<br>
<p>O post <a href="https://culturadefato.com.br/a-liberdade-e-a-esquerda/">A liberdade e a esquerda</a> apareceu primeiro em <a href="https://culturadefato.com.br">Cultura de Fato</a>.</p>
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		<item>
		<title>Democracia não é a mesma coisa que liberdade</title>
		<link>https://culturadefato.com.br/democracia-nao-e-a-mesma-coisa-que-liberdade/</link>
					<comments>https://culturadefato.com.br/democracia-nao-e-a-mesma-coisa-que-liberdade/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Soham Patil]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 25 Jun 2024 22:08:59 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Filosofia e História]]></category>
		<category><![CDATA[Política e Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Democracia]]></category>
		<category><![CDATA[Grécia Antiga]]></category>
		<category><![CDATA[Instituto Rothbard Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[Liberdade]]></category>
		<category><![CDATA[Monarquia]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>“As democracias violam a liberdade de associação. Os defensores das democracias costumam argumentar que todos têm direito a voto e que isso equivale a uma representação bela e justa. No entanto, isso vincula os cidadãos ao contrato social, já que eles são forçados a respeitar os resultados da democracia, mesmo que não tenham consentido com um governo.”</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="has-text-align-center">“<em>A democracia ilimitada, assim como a oligarquia,</em> <em>é uma</em> <em>tirania</em><br><em>espalhada por um grande número de pessoas.</em>”<br><span data-tooltip-position="top" data-tooltip="Aristóteles (384 a. C. - 322 a. C.) foi filósofo grego. Aluno de Platão (428 ou 427 a. C. - 348 ou 347 a. C.) e professor de Alexandre o Grande (356 a. C. - 323 a. C.).">Aristóteles</span> (384 a. C. &#8211; 322 a. C.)</p>



<hr class="wp-block-separator has-alpha-channel-opacity is-style-wide"/>



<br>



<p class="has-drop-cap">Em nosso mundo moderno, a maioria dos Estados são&nbsp;<a href="https://www.merriam-webster.com/dictionary/democracy" target="_blank" rel="noreferrer noopener nofollow">democracias&nbsp;</a>ou, pelo menos, se autodenominam ” democráticos”. A adoção da democracia é saudada como uma das&nbsp;<a href="https://www.un.org/en/global-issues/democracy" target="_blank" rel="noreferrer noopener nofollow">maiores conquistas</a>&nbsp;da humanidade. Segundo o conto de fadas, a humanidade se libertou das amarras das monarquias e nunca mais olhou para trás desde então. Hoje em dia, todos os cidadãos em países democráticos estão livres e a salvo de déspotas. Exceto que isso está longe de ser verdade.</p>



<p>Os sistemas democráticos existem há muito tempo.&nbsp;<a href="https://www.worldhistory.org/Athenian_Democracy/" target="_blank" rel="noreferrer noopener nofollow">A Grécia Antiga&nbsp;</a>vem à mente como o exemplo mais proeminente de democracia na antiguidade. Embora as democracias modernas sejam muito diferentes das da Atenas antiga, elas ainda são suscetíveis às armadilhas aplicáveis a todas as democracias.</p>



<p>As democracias violam a liberdade de associação. Os defensores das democracias costumam argumentar que todos têm direito a voto e que isso equivale a uma representação bela e justa. No entanto, isso vincula os cidadãos ao&nbsp;<a href="https://www.britannica.com/topic/social-contract" target="_blank" rel="noreferrer noopener nofollow">contrato social</a>, já que eles são forçados a respeitar os resultados da democracia, mesmo que não tenham consentido com um governo. Simplesmente dar um voto a todos não é uma restituição válida por forçá-los a cumprir as regras do Estado. Isso não impediu que as democracias tentassem fabricar o consentimento para seu contrato social, alegando que o direito ao voto é suficiente como consentimento. Se quatro ladrões entrarem sorrateiramente em uma casa e depois superarem o número de voto do proprietário para transferir a posse da casa para eles, o resultado dificilmente poderia ser considerado justo. As democracias não são infalíveis e suas decisões não são justificadas e morais apenas por serem baseadas na vontade da maioria.</p>



<p>Além disso, as democracias tendem à redistribuição da propriedade quando ela se torna politicamente popular. Isso pode acontecer de muitas formas. Muitas vezes, a democracia é usada para justificar a expropriação de propriedade dos ricos e economicamente competentes por membros ou cidadãos mais receptivos à causa de um partido político. Todo cidadão está sujeito a se tornar vítima se cair do lado errado da democracia. Isso explica a extrema politização de nossas vidas. Ser uma pessoa pacífica e agradável já não basta.</p>



<p class="img-direita"><a href="https://amzn.to/3xy2iAc" target="_blank" rel="noreferrer noopener sponsored nofollow"><img fetchpriority="high" decoding="async" width="424" height="420" class="wp-image-21974" src="https://culturadefato.com.br/wp-content/uploads/2024/06/AlemDaDemocracia.jpg" alt="Capa da obra: &quot;Além da democracia&quot;, de Frank Karsten."></a>Também é frequentemente argumentado que os sistemas democráticos são uma representação da liberdade, uma vez que não há hierarquias rígidas de governante/súdito como em uma monarquia. Antes, sob uma monarquia, a classe dominante era bem conhecida, e todos os outros cidadãos eram súditos. Assim, foi feita uma distinção clara entre quem governa e quem não governa. Os defensores da democracia frequentemente afirmam que todos os cidadãos são governantes de alguma forma por causa de sua capacidade de votar. Por essa lógica, nenhuma violação de direitos ocorre nas democracias porque todos os cidadãos fazem parte do Estado. Qualquer bem roubado de um cidadão foi consentido porque eles fazem parte do sistema democrático. Isso é falacioso porque os cidadãos têm direitos que existem independentemente do Estado. Esses direitos são conhecidos como&nbsp;<a href="https://www.britannica.com/topic/natural-rights" target="_blank" rel="noreferrer noopener nofollow">direitos naturais&nbsp;</a>e não podem ser concedidos pelo Estado. Eles só podem ser violados. As democracias não se livram da culpa moral através de eleições.</p>



<p>É claro que a democracia é propensa à tirania. Tal é o caso não apenas quando a democracia é ” feita de forma errada “, mas quase sempre quando as democracias inevitavelmente se desintegram em uma competição de grupos auto-interessados. Apesar dessas falhas, a democracia ainda é apresentada como o sistema político que deve ser seguido pelos países ” livres”. A razão para a boa percepção pública da democracia é que ela se mistura bem com o dogma progressista da igualdade e da inclusão. Uma vez que todos os votos são iguais, uma sociedade harmoniosa e inclusiva deve formar-se semelhante à de uma&nbsp;<a href="https://www.collinsdictionary.com/dictionary/english/rainbow-nation" target="_blank" rel="noreferrer noopener nofollow">nação arco-íris</a>.</p>



<p>Infelizmente, a liberdade é incompatível com a igualdade na maioria dos casos. Não deve ser surpresa que as democracias violem rotineiramente os direitos naturais na busca do estabelecimento de uma sociedade mais igualitária. Ao prosperar sobre a inveja e a ganância, as democracias corroem o fundamento moral de uma sociedade. Embora as intenções das democracias sejam nobres, seus resultados não são. Uma ordem livre será aquela baseada na liberdade de associação e nos direitos de propriedade e não na democracia.</p>



<br>



<p class="has-text-align-right">Por&nbsp;<a href="https://culturadefato.com.br/author/daniellabassi/">Daniella Bassi</a>.<br>Publicado em 25 de junho de 2024 no&nbsp;<em>website</em>&nbsp;do&nbsp;<a href="https://rothbardbrasil.com/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Instituto Rothbard Brasil</a>.<br>Para acessar o artigo original, em inglês,&nbsp;<a href="https://mises.org/mises-wire/democracy-not-same-thing-freedom" target="_blank" rel="noreferrer noopener nofollow">clique aqui</a>.<a href="https://loja.uiclap.com/titulo/ua16942/"></a></p>



<br>



<p class="has-background has-very-light-gray-background-color"><strong>Nota da editoria:</strong><br><br>A imagem da capa é um recorte da obra: “<em><a href="https://afremov.com/rainbow-original.html" target="_blank" rel="noreferrer noopener nofollow">Rainbow</a></em>”, de Leonid Afremov.</p>



<br>



<h2 class="wp-block-heading has-text-align-center">Leia também:</h2>



<br>



<section id="gmbd15b44" class="wp-block-gutentor-m0 alignfull section-gmbd15b44 gutentor-module gutentor-module-carousel has-color-bg has-custom-bg gutentor-slick-a-default-desktop gutentor-slick-a-default-tablet gutentor-slick-a-default-mobile"><div class="grid-container"><div class="gutentor-module-carousel-row" data-dots="false" data-dotstablet="false" data-dotsmobile="false" data-arrows="true" data-arrowstablet="true" data-arrowsmobile="true" data-infinite="true" data-autoplay="true" data-draggable="true" data-pauseonfocus="true" data-pauseonhover="true" data-autoplayspeed="4500" data-cmondesktop="false" data-cmontablet="false" data-cmonmobile="false" data-nextarrow="fas fa-angle-right" data-prevarrow="fas fa-angle-left" data-arrowspositiondesktop="gutentor-slick-a-default-desktop" data-arrowspositiontablet="gutentor-slick-a-default-tablet" data-arrowspositionmobile="gutentor-slick-a-default-mobile" data-speed="300" data-slideitemdesktop="2" data-slideitemtablet="3" data-slideitemmobile="2" data-slidescroll-desktop="2" data-slidescroll-tablet="3" data-slidescroll-mobile="2">
<div id="col-gm604e11" class="wp-block-gutentor-m0-col col-gm604e11 gutentor-carousel-item"><div id="section-gm604e11" class="section-gm604e11 gutentor-col-wrap has-color-bg has-custom-bg">
<div id="section-g753ebc" class="wp-block-gutentor-e6 section-g753ebc gutentor-element gutentor-element-image text-align-center-desktop"><div class="gutentor-element-image-box"><a class="gutentor-element-image-link" href="https://culturadefato.com.br/excertos-da-obra-direita-e-esquerda-razoes-e-significados-de-uma-distincao-politica/"><div class="gutentor-image-thumb"><img decoding="async" class="normal-image" src="https://culturadefato.com.br/wp-content/uploads/2023/06/NoiteEstreladaVincentVanGogh.jpg" /></div></a></div></div>



<p class="has-text-align-center"><br><em><a href="https://culturadefato.com.br/excertos-da-obra-direita-e-esquerda-razoes-e-significados-de-uma-distincao-politica/">Excertos da obra “Direita e esquerda: razões e significados de uma distinção política”</a></em>, por <a href="https://culturadefato.com.br/author/norbertobobbio/">Norberto Bobbio</a></p>
</div></div>



<div id="col-gm262619" class="wp-block-gutentor-m0-col col-gm262619 gutentor-carousel-item"><div id="section-gm262619" class="section-gm262619 gutentor-col-wrap has-color-bg has-custom-bg">
<div id="section-g270d44" class="wp-block-gutentor-e6 section-g270d44 gutentor-element gutentor-element-image text-align-center-desktop"><div class="gutentor-element-image-box"><a class="gutentor-element-image-link" href="https://culturadefato.com.br/a-essencia-da-democracia/"><div class="gutentor-image-thumb"><img decoding="async" class="normal-image" src="https://culturadefato.com.br/wp-content/uploads/2023/02/GranCirco_1956_MarcChagall.jpg" alt="Obra: &quot;Gran Circo&quot; (1956), por Marc Chagall (1887 - 1985)" /></div></a></div></div>



<p class="has-text-align-center"><br><em><a href="https://culturadefato.com.br/a-essencia-da-democracia/">A Essência da Democracia</a></em>,<br>por <a href="https://culturadefato.com.br/author/fabioblanco/">Fabio Blanco</a></p>
</div></div>



<div id="col-gme9c2fc" class="wp-block-gutentor-m0-col col-gme9c2fc gutentor-carousel-item"><div id="section-gme9c2fc" class="section-gme9c2fc gutentor-col-wrap has-color-bg has-custom-bg">
<div id="section-g8ec210" class="wp-block-gutentor-e6 section-g8ec210 gutentor-element gutentor-element-image text-align-center-desktop"><div class="gutentor-element-image-box"><a class="gutentor-element-image-link" href="https://culturadefato.com.br/democracia-equivale-a-liberdade-e-tolerancia/"><div class="gutentor-image-thumb"><img decoding="async" class="normal-image" src="https://culturadefato.com.br/wp-content/uploads/2021/05/LightOfLiberty.jpg" alt="Recorte da obra: &quot;Light of Liberty&quot;, por Jon McNaughton." /></div></a></div></div>



<p class="has-text-align-center"><br><em><a href="https://culturadefato.com.br/democracia-equivale-a-liberdade-e-tolerancia/">Democracia equivale a liberdade e tolerância?</a></em><br>(<a href="https://culturadefato.com.br/author/diversos/">diversos autores</a>)</p>
</div></div>



<div id="col-gm7ddb63" class="wp-block-gutentor-m0-col col-gm7ddb63 gutentor-carousel-item"><div id="section-gm7ddb63" class="section-gm7ddb63 gutentor-col-wrap has-color-bg has-custom-bg">
<div id="section-g8338fd" class="wp-block-gutentor-e6 section-g8338fd gutentor-element gutentor-element-image text-align-center-desktop"><div class="gutentor-element-image-box"><a class="gutentor-element-image-link" href="https://culturadefato.com.br/de-bobbio-a-bernanos/"><div class="gutentor-image-thumb"><img decoding="async" class="normal-image" src="https://culturadefato.com.br/wp-content/uploads/2020/10/NorbertoBobbio_GeorgesBernanos.jpg" alt="Norberto Bobbio e Georges Bernanos" /></div></a></div></div>



<p class="has-text-align-center"><br><em><a href="https://culturadefato.com.br/de-bobbio-a-bernanos/">De Bobbio a Bernanos</a></em>,<br>por <a href="https://culturadefato.com.br/author/olavodecarvalho/">Olavo de Carvalho</a></p>
</div></div>



<div id="col-gmf79396" class="wp-block-gutentor-m0-col col-gmf79396 gutentor-carousel-item"><div id="section-gmf79396" class="section-gmf79396 gutentor-col-wrap has-color-bg has-custom-bg">
<div id="section-g34642a" class="wp-block-gutentor-e6 section-g34642a gutentor-element gutentor-element-image text-align-center-desktop"><div class="gutentor-element-image-box"><a class="gutentor-element-image-link" href="https://culturadefato.com.br/semeando-leis/"><div class="gutentor-image-thumb"><img decoding="async" class="normal-image" src="https://culturadefato.com.br/wp-content/uploads/2021/04/WaitingForTheVerdictByAbrahamSolomon_1859.jpg" alt="Recorte da obra “Waiting for the verdict”, criada em 1859 pelo pintor britânico Abraham Solomon (1823 – 1862)." /></div></a></div></div>



<p class="has-text-align-center"><br><em><a href="https://culturadefato.com.br/semeando-leis/">Semeando leis</a></em><br>(<a href="https://culturadefato.com.br/author/autordesconhecido/">autor desconhecido</a>)</p>
</div></div>



<div id="col-gma697aa" class="wp-block-gutentor-m0-col col-gma697aa gutentor-carousel-item"><div id="section-gma697aa" class="section-gma697aa gutentor-col-wrap has-color-bg has-custom-bg">
<div id="section-g149c08" class="wp-block-gutentor-e6 section-g149c08 gutentor-element gutentor-element-image text-align-center-desktop"><div class="gutentor-element-image-box"><a class="gutentor-element-image-link" href="https://culturadefato.com.br/estudos-provam-que/"><div class="gutentor-image-thumb"><img decoding="async" class="normal-image" src="https://culturadefato.com.br/wp-content/uploads/2024/02/TheStockExchange.jpg" alt="Obra: &quot;The Stock Exchange&quot; (1878 – 1879), por Edgar Degas (1834 - 1917)." /></div></a></div></div>



<p class="has-text-align-center"><br><a href="https://culturadefato.com.br/estudos-provam-que/"><em>Estudos provam que…</em></a>,<br>por <a href="https://culturadefato.com.br/author/thomassowell/">Thomas Sowell</a></p>
</div></div>



<div id="col-gmfe1b25" class="wp-block-gutentor-m0-col col-gmfe1b25 gutentor-carousel-item"><div id="section-gmfe1b25" class="section-gmfe1b25 gutentor-col-wrap has-color-bg has-custom-bg">
<div id="section-g1dd9c4" class="wp-block-gutentor-e6 section-g1dd9c4 gutentor-element gutentor-element-image text-align-center-desktop"><div class="gutentor-element-image-box"><a class="gutentor-element-image-link" href="https://culturadefato.com.br/true-outspeak-transmutacao-do-bem-ao-mal/"><div class="gutentor-image-thumb"><img decoding="async" class="normal-image" src="https://culturadefato.com.br/wp-content/uploads/2020/07/OlavoDeCarvalho.jpeg" alt="Olavo de Carvalho" /></div></a></div></div>



<p class="has-text-align-center"><br><em><a href="https://culturadefato.com.br/true-outspeak-transmutacao-do-bem-ao-mal/">True Outspeak: transmutação do bem ao mal</a></em>,<br>por <a href="https://culturadefato.com.br/author/olavodecarvalho/">Olavo de Carvalho</a></p>
</div></div>



<div id="col-gmb5e92d" class="wp-block-gutentor-m0-col col-gmb5e92d gutentor-carousel-item"><div id="section-gmb5e92d" class="section-gmb5e92d gutentor-col-wrap has-color-bg has-custom-bg">
<div id="section-gdf8bad" class="wp-block-gutentor-e6 section-gdf8bad gutentor-element gutentor-element-image text-align-center-desktop"><div class="gutentor-element-image-box"><a class="gutentor-element-image-link" href="https://culturadefato.com.br/em-prol-do-estado-todos-contra-todos/"><div class="gutentor-image-thumb"><img decoding="async" class="normal-image" src="https://culturadefato.com.br/wp-content/uploads/2020/07/The_Uprising_HonoreDaumier.jpg" alt="Obra: &quot;The Uprising&quot;, de Honoré Daumier (1808 – 1879)." /></div></a></div></div>



<p class="has-text-align-center"><br><a href="https://culturadefato.com.br/em-prol-do-estado-todos-contra-todos/"><em>Em prol do Estado: todos contra todos!</em></a>,<br>Por <a href="https://culturadefato.com.br/author/josemonirnasser/">José Monir Nasser</a></p>
</div></div>



<div id="col-gm3a8387" class="wp-block-gutentor-m0-col col-gm3a8387 gutentor-carousel-item"><div id="section-gm3a8387" class="section-gm3a8387 gutentor-col-wrap has-color-bg has-custom-bg">
<div id="section-g9d3228" class="wp-block-gutentor-e6 section-g9d3228 gutentor-element gutentor-element-image text-align-center-desktop"><div class="gutentor-element-image-box"><a class="gutentor-element-image-link" href="https://culturadefato.com.br/os-mais-iguais/"><div class="gutentor-image-thumb"><img decoding="async" class="normal-image" src="https://culturadefato.com.br/wp-content/uploads/2023/10/ARevolucaoDosBichos.jpg" alt="Obra “A Revolução dos Bichos”, por Odyr Bernardi." /></div></a></div></div>



<p class="has-text-align-center"><br><a href="https://culturadefato.com.br/os-mais-iguais/"><em>Os mais iguais</em></a>,<br>por <a href="https://culturadefato.com.br/author/pelodicruz/">Pe. Luiz Carlos Lodi da Cruz</a></p>
</div></div>



<div id="col-gm36d191" class="wp-block-gutentor-m0-col col-gm36d191 gutentor-carousel-item"><div id="section-gm36d191" class="section-gm36d191 gutentor-col-wrap has-color-bg has-custom-bg">
<div id="section-g46b4f4" class="wp-block-gutentor-e6 section-g46b4f4 gutentor-element gutentor-element-image text-align-center-desktop"><div class="gutentor-element-image-box"><a class="gutentor-element-image-link" href="https://culturadefato.com.br/por-que-os-piores-chegam-ao-poder/"><div class="gutentor-image-thumb"><img decoding="async" class="normal-image" src="https://culturadefato.com.br/wp-content/uploads/2024/03/LeBoulevardDesCapucines_1874_Monet.jpg" alt="Obra: &quot;Le boulevard des capucines&quot;(1813), por Claude Monet (1840-1926)." /></div></a></div></div>



<p class="has-text-align-center"><br><a href="https://culturadefato.com.br/por-que-os-piores-chegam-ao-poder/"><em>Por que os piores chegam ao poder</em></a>,<br>por <a href="https://culturadefato.com.br/author/friedrichhayek/">Friedrich Hayek</a></p>
</div></div>
</div></div></section>



<br>
<p>O post <a href="https://culturadefato.com.br/democracia-nao-e-a-mesma-coisa-que-liberdade/">Democracia não é a mesma coisa que liberdade</a> apareceu primeiro em <a href="https://culturadefato.com.br">Cultura de Fato</a>.</p>
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		<title>A liberdade e a maldade</title>
		<link>https://culturadefato.com.br/a-liberdade-e-a-maldade/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Percival Puggina]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 11 Jun 2024 22:11:27 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Filosofia e História]]></category>
		<category><![CDATA[Política e Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Alexandre de Moraes]]></category>
		<category><![CDATA[Fake News]]></category>
		<category><![CDATA[Liberdade]]></category>
		<category><![CDATA[Liberdade de Expressão]]></category>
		<category><![CDATA[Sócrates]]></category>
		<category><![CDATA[STF]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://culturadefato.com.br/?p=21854</guid>

					<description><![CDATA[<p>“Altas autoridades da República — da nossa República — não cessam de falar sobre <em>fake news</em>. Onde houver um microfone, logo surgem, como cruzados de uma causa nobilíssima, para atacar as redes sociais antes das quais eram felizes e não sabiam, nas palavras do ex-presidente do Tribunal Superior Eleitoral.”</p>
<p>O post <a href="https://culturadefato.com.br/a-liberdade-e-a-maldade/">A liberdade e a maldade</a> apareceu primeiro em <a href="https://culturadefato.com.br">Cultura de Fato</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="has-text-align-center">“<em>Burrice e maldade jamais foram termos antagônicos.</em>”<br>Olavo de Carvalho (1947 &#8211; 2022)</p>



<hr class="wp-block-separator has-alpha-channel-opacity is-style-wide"/>



<br>



<p class="has-drop-cap">Ah, meu caro leitor, a maldade! Em todos os tempos, ela foi e continua sendo liberticida, brutal e letal inimiga da liberdade. Em suas mãos, sempre há o cálice de cicuta servido ao velho <span data-tooltip-position="top" data-tooltip="Sócrates (470 a. C. ou 469 a. C. - 399 a. C.).">Sócrates</span>, não por acaso conhecido como o “Filósofo das ruas”. Quatro séculos antes de Cristo, Sócrates foi julgado e condenado à morte por ensinar a juventude contra os deuses então cultuados. Foi-lhe proposto mudar seu ensinamento, mas ele se recusou. Foi-lhe proposto pedir clemência ao povo, mas ele se negou a fazê-lo. Preferiu morrer a aceitar que sua liberdade, muito particularmente a liberdade de pensar e se expressar, lhe fosse tomada por seus julgadores ou pelo populacho. <span data-tooltip-position="top" data-tooltip="Platão (427 a. C. ou 428 a. C. - 348 a. C. ou 347 a. C.).">Platão</span> registra estas esplêndidas palavras proferidas por seu mestre quando já se sabia condenado ao cálice de veneno. Ele parece falar de acontecimentos atuais:</p>



<blockquote class="wp-block-quote is-style-default is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow">
<p>“Mas, ó cidadãos, talvez o difícil não seja isto: fugir da morte. Bem mais difícil é fugir da maldade, que corre mais veloz que a morte. E agora eu, preguiçoso como sou e velho, fui apanhado pela mais lenta, enquanto os meus acusadores, válidos e leves, foram apanhados pela mais veloz: a maldade. Assim, eu me vejo condenado à morte por vós, condenados de verdade, criminosos de improbidade e de injustiça. Eu estou dentro da minha pena, vós dentro da vossa.”</p>
</blockquote>



<p>Altas autoridades da República — da nossa República — não cessam de falar sobre <em>fake news</em>. Onde houver um microfone, logo surgem, como cruzados de uma causa nobilíssima, para atacar as redes sociais antes das quais <a href="https://youtu.be/Ty5sKo0DK5I?si=aSsiZWOU5KC_5jJl" target="_blank" rel="noreferrer noopener nofollow">eram felizes e não sabiam</a>, nas palavras do <span data-tooltip-position="top" data-tooltip="Alexandre de Moraes: jurista, magistrado e ex-político brasileiro, atual ministro do Supremo Tribunal Federal. É professor associado da Faculdade de Direito do Largo de São Francisco, onde se graduou.">ex-presidente</span> do Tribunal Superior Eleitoral. No entanto, vocês sabem, não sabem? Há políticos, magistrados, professores, servidores públicos, comunicadores que falseiam a verdade ou fecham os olhos perante o que veem e sabem. Fazem isso profissionalmente. Com grande competência, criam ilusões valendo-se de enganosos fragmentos de verdades. Mudam o passado, falseiam o presente e iludem sobre o futuro. E esse é, talvez, o mais enganoso dos males, nunca mencionado.</p>



<p>O que são as famosas “narrativas” que tanto poluem a compreensão dos fatos? Quanta desinformação geram! Aliás, são construídas com esse fim. Nascem e se reproduzem a partir do ambiente oficial, com apoio da mídia tradicional. Estão por toda parte: nas salas de aula, na imprensa que engorda no pasto do erário, no ambiente cultural de alto valor agregado, nos parlamentos e nas cortes. São a fumaça do também falso progressismo que caracteriza a extrema-esquerda: ambientalismo, aquecimento global, ideologia de gênero, etnicismos, antiocidentalismo, anticristianismo, antissemitismo e o escambau.</p>



<p>Tentar fazer das <em>fake news</em> a questão chave da democracia brasileira, para silenciar as redes sociais, é uma dessas narrativas. Elas superam as notícias falsas no dano que causam à informação e ao livre discernimento dos cidadãos.&nbsp;</p>



<br>



<p class="has-text-align-right">Por&nbsp;<a href="https://culturadefato.com.br/author/percivalpuggina/">Percival Puggina</a>.<br>Publicado no&nbsp;<em><a href="http://www.puggina.org/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">website</a></em>&nbsp;do autor em 10 de junho de 2024.</p>



<br>



<p class="has-background has-very-light-gray-background-color"><strong>Notas da editoria:</strong><br><br>Imagem da capa: “<em>A morte de Sócrates</em>” (1878), de José Maria de Medeiros (1849 – 1925).</p>



<br>



<h2 class="wp-block-heading has-text-align-center">Saiba mais, leia:</h2>



<br>



<section id="gm97b770b" class="wp-block-gutentor-m0 alignfull section-gm97b770b gutentor-module gutentor-module-carousel has-color-bg has-custom-bg gutentor-slick-a-default-desktop gutentor-slick-a-default-tablet gutentor-slick-a-default-mobile"><div class="grid-container"><div class="gutentor-module-carousel-row" data-dots="false" data-dotstablet="false" data-dotsmobile="false" data-arrows="true" data-arrowstablet="true" data-arrowsmobile="true" data-infinite="true" data-autoplay="true" data-draggable="true" data-pauseonfocus="true" data-pauseonhover="true" data-autoplayspeed="4500" data-cmondesktop="false" data-cmontablet="false" data-cmonmobile="false" data-nextarrow="fas fa-angle-right" data-prevarrow="fas fa-angle-left" data-arrowspositiondesktop="gutentor-slick-a-default-desktop" data-arrowspositiontablet="gutentor-slick-a-default-tablet" data-arrowspositionmobile="gutentor-slick-a-default-mobile" data-speed="300" data-slideitemdesktop="2" data-slideitemtablet="3" data-slideitemmobile="2" data-slidescroll-desktop="2" data-slidescroll-tablet="3" data-slidescroll-mobile="2">
<div id="col-gm4ff9bb" class="wp-block-gutentor-m0-col col-gm4ff9bb gutentor-carousel-item"><div id="section-gm4ff9bb" class="section-gm4ff9bb gutentor-col-wrap has-color-bg has-custom-bg">
<div id="section-g64431c" class="wp-block-gutentor-e6 section-g64431c gutentor-element gutentor-element-image text-align-center-desktop"><div class="gutentor-element-image-box"><a class="gutentor-element-image-link" href="https://culturadefato.com.br/lei-das-fake-news-delirio-de-mentes-totalitarias/"><div class="gutentor-image-thumb"><img decoding="async" class="normal-image" src="https://culturadefato.com.br/wp-content/uploads/2022/04/TheCave.jpg" alt="Obra: &quot;The Cave&quot; (2017), por Paco Pomet." /></div></a></div></div>



<p class="has-text-align-center"><a href="https://culturadefato.com.br/postagens-selecionadas-do-telegram-marco-de-2023/"></a><br><a href="https://culturadefato.com.br/lei-das-fake-news-delirio-de-mentes-totalitarias/"><em>Lei das fake news, delírio de mentes totalitárias</em></a>,<br>por <a href="https://culturadefato.com.br/author/percivalpuggina/">Percival Puggina</a></p>
</div></div>



<div id="col-gmac1eac" class="wp-block-gutentor-m0-col col-gmac1eac gutentor-carousel-item"><div id="section-gmac1eac" class="section-gmac1eac gutentor-col-wrap has-color-bg has-custom-bg">
<div id="section-g3c9a19" class="wp-block-gutentor-e6 section-g3c9a19 gutentor-element gutentor-element-image text-align-center-desktop"><div class="gutentor-element-image-box"><a class="gutentor-element-image-link" href="https://culturadefato.com.br/na-censura-as-supostas-fake-news-a-maior-vitima-e-a-responsabilidade-individual/"><div class="gutentor-image-thumb"><img decoding="async" class="normal-image" src="https://culturadefato.com.br/wp-content/uploads/2022/10/MrBean_E_Monalisa.jpg" alt="Obra: &quot;Mr. Bean é Monalisa&quot;, por Rodney Pike." /></div></a></div></div>



<p class="has-text-align-center"><a href="https://culturadefato.com.br/postagens-selecionadas-do-telegram-marco-de-2023/"></a><br><a href="https://culturadefato.com.br/na-censura-as-supostas-fake-news-a-maior-vitima-e-a-responsabilidade-individual/"><em>Na censura às supostas “fake news”, a maior vítima é a responsabilidade individual</em></a>, por <a href="https://culturadefato.com.br/author/brittanyhunter/">Brittany Hunter</a></p>
</div></div>



<div id="col-gm12f15b" class="wp-block-gutentor-m0-col col-gm12f15b gutentor-carousel-item"><div id="section-gm12f15b" class="section-gm12f15b gutentor-col-wrap has-color-bg has-custom-bg">
<div id="section-g493482" class="wp-block-gutentor-e6 section-g493482 gutentor-element gutentor-element-image text-align-center-desktop"><div class="gutentor-element-image-box"><a class="gutentor-element-image-link" href="https://culturadefato.com.br/uma-internet-livre-e-uma-ameaca-ao-establishment/"><div class="gutentor-image-thumb"><img decoding="async" class="normal-image" src="https://culturadefato.com.br/wp-content/uploads/2024/01/WorldWideWeb_YuriySidorenko.jpg" alt="Obra: &quot;World Wide Web&quot; (2017), por Yuriy Sidorenko." /></div></a></div></div>



<p class="has-text-align-center"><a href="https://culturadefato.com.br/postagens-selecionadas-do-telegram-marco-de-2023/"></a><br><a href="https://culturadefato.com.br/uma-internet-livre-e-uma-ameaca-ao-establishment/"><em>Uma Internet livre é uma ameaça ao establishment</em></a>,<br>por <a href="https://culturadefato.com.br/author/connorokeeffe/">Connor O’Keeffe</a></p>
</div></div>



<div id="col-gm08905f" class="wp-block-gutentor-m0-col col-gm08905f gutentor-carousel-item"><div id="section-gm08905f" class="section-gm08905f gutentor-col-wrap has-color-bg has-custom-bg">
<div id="section-g2623c5" class="wp-block-gutentor-e6 section-g2623c5 gutentor-element gutentor-element-image text-align-center-desktop"><div class="gutentor-element-image-box"><a class="gutentor-element-image-link" href="https://culturadefato.com.br/fake-mesmo-tem-sido-o-estado/"><div class="gutentor-image-thumb"><img decoding="async" class="normal-image" src="https://culturadefato.com.br/wp-content/uploads/2024/05/SurrealPorIA.jpg" alt="Surreal criado por IA DALL-E" /></div></a></div></div>



<p class="has-text-align-center"><a href="https://culturadefato.com.br/postagens-selecionadas-do-telegram-marco-de-2023/"></a><br><a href="https://culturadefato.com.br/fake-mesmo-tem-sido-o-estado/"><em>Fake, mesmo, tem sido o Estado</em></a>,<br>por <a href="https://culturadefato.com.br/author/percivalpuggina/">Percival Puggina</a></p>
</div></div>



<div id="col-gmbf0c07" class="wp-block-gutentor-m0-col col-gmbf0c07 gutentor-carousel-item"><div id="section-gmbf0c07" class="section-gmbf0c07 gutentor-col-wrap has-color-bg has-custom-bg">
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<p class="has-text-align-center"><a href="https://culturadefato.com.br/postagens-selecionadas-do-telegram-marco-de-2023/"></a><br><em><a href="https://culturadefato.com.br/em-prol-do-estado-todos-contra-todos/">Em prol do Estado: todos contra todos!</a></em>,<br>por <a href="https://culturadefato.com.br/author/josemonirnasser/">José Monir Nasser</a></p>
</div></div>



<div id="col-gmc4860f" class="wp-block-gutentor-m0-col col-gmc4860f gutentor-carousel-item"><div id="section-gmc4860f" class="section-gmc4860f gutentor-col-wrap has-color-bg has-custom-bg">
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<p class="has-text-align-center"><a href="https://culturadefato.com.br/postagens-selecionadas-do-telegram-marco-de-2023/"></a><br><a href="https://culturadefato.com.br/totalitario-ou-autoritario/"><em>Totalitário ou autoritário?</em></a>, por<br><a href="https://culturadefato.com.br/author/franklinferreira/">Franklin Ferreira</a></p>
</div></div>



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<div id="section-g71f6dd" class="wp-block-gutentor-e6 section-g71f6dd gutentor-element gutentor-element-image text-align-center-desktop"><div class="gutentor-element-image-box"><a class="gutentor-element-image-link" href="https://culturadefato.com.br/pare-olhe-escute-e-pense/"><div class="gutentor-image-thumb"><img decoding="async" class="normal-image" src="https://culturadefato.com.br/wp-content/uploads/2024/06/CruzandoABarreira.jpg" alt="Obra: &quot;Cruzando a Barreira&quot;. Pintura em acrílico sobre tela, por Constantin Conghilete." /></div></a></div></div>



<p class="has-text-align-center"><a href="https://culturadefato.com.br/postagens-selecionadas-do-telegram-marco-de-2023/"></a><em><br><a href="https://culturadefato.com.br/pare-olhe-escute-e-pense/">Pare, olhe, escute. E pense!</a></em>,<br>por <a href="https://culturadefato.com.br/author/percivalpuggina/">Percival Puggina</a></p>
</div></div>



<div id="col-gm585d7b" class="wp-block-gutentor-m0-col col-gm585d7b gutentor-carousel-item"><div id="section-gm585d7b" class="section-gm585d7b gutentor-col-wrap has-color-bg has-custom-bg">
<div id="section-gbf266d" class="wp-block-gutentor-e6 section-gbf266d gutentor-element gutentor-element-image text-align-center-desktop"><div class="gutentor-element-image-box"><a class="gutentor-element-image-link" href="https://culturadefato.com.br/nos-vimos-o-que-foi-feito-e-sabemos-quem-fez/"><div class="gutentor-image-thumb"><img decoding="async" class="normal-image" src="https://culturadefato.com.br/wp-content/uploads/2022/11/ReiNu_DmitryTrubin.jpg" alt="Obra &quot;Rei nú&quot;, por Dmitry Trubin." /></div></a></div></div>



<p class="has-text-align-center"><a href="https://culturadefato.com.br/postagens-selecionadas-do-telegram-marco-de-2023/"></a><br><em><a href="https://culturadefato.com.br/nos-vimos-o-que-foi-feito-e-sabemos-quem-fez/">Nós vimos o que foi feito e sabemos quem fez!</a></em>,<br>por <a href="https://culturadefato.com.br/author/percivalpuggina/">Percival Puggina</a></p>
</div></div>



<div id="col-gm65cb83" class="wp-block-gutentor-m0-col col-gm65cb83 gutentor-carousel-item"><div id="section-gm65cb83" class="section-gm65cb83 gutentor-col-wrap has-color-bg has-custom-bg">
<div id="section-ga1975e" class="wp-block-gutentor-e6 section-ga1975e gutentor-element gutentor-element-image text-align-center-desktop"><div class="gutentor-element-image-box"><a class="gutentor-element-image-link" href="https://culturadefato.com.br/as-origens-do-politicamente-correto/"><div class="gutentor-image-thumb"><img decoding="async" class="normal-image" src="https://culturadefato.com.br/wp-content/uploads/2020/10/PoliticamenteCorreto.jpg" alt="Politicamente Correto" /></div></a></div></div>



<p class="has-text-align-center"><a href="https://culturadefato.com.br/postagens-selecionadas-do-telegram-marco-de-2023/"></a><br><a href="https://culturadefato.com.br/as-origens-do-politicamente-correto/"><em>As origens do politicamente correto</em></a>,<br>por <a href="https://culturadefato.com.br/author/williamlind/">William S. Lind</a></p>
</div></div>



<div id="col-gmb99a6d" class="wp-block-gutentor-m0-col col-gmb99a6d gutentor-carousel-item"><div id="section-gmb99a6d" class="section-gmb99a6d gutentor-col-wrap has-color-bg has-custom-bg">
<div id="section-g4b9a9f" class="wp-block-gutentor-e6 section-g4b9a9f gutentor-element gutentor-element-image text-align-center-desktop"><div class="gutentor-element-image-box"><a class="gutentor-element-image-link" href="https://culturadefato.com.br/por-que-os-piores-chegam-ao-poder/"><div class="gutentor-image-thumb"><img decoding="async" class="normal-image" src="https://culturadefato.com.br/wp-content/uploads/2024/03/LeBoulevardDesCapucines_1874_Monet.jpg" alt="Obra: &quot;Le boulevard des capucines&quot;(1813), por Claude Monet (1840-1926)." /></div></a></div></div>



<p class="has-text-align-center"><a href="https://culturadefato.com.br/postagens-selecionadas-do-telegram-marco-de-2023/"></a><br><a href="https://culturadefato.com.br/por-que-os-piores-chegam-ao-poder/"><em>Por que os piores chegam ao poder</em></a>,<br>por <a href="https://culturadefato.com.br/author/friedrichhayek/">Friedrich Hayek</a></p>
</div></div>
</div></div></section>



<br>
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		<title>Qual é a natureza da liberdade humana?</title>
		<link>https://culturadefato.com.br/qual-e-a-natureza-da-liberdade-humana/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Battista Mondin]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 13 May 2024 21:30:02 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Filosofia e História]]></category>
		<category><![CDATA[Apologética]]></category>
		<category><![CDATA[Ateísmo]]></category>
		<category><![CDATA[Excerto de Livro]]></category>
		<category><![CDATA[Liberdade]]></category>
		<category><![CDATA[Moralidade]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>“Não há liberdade sem razão, como não há liberdade sem vontade. A vontade é apetite racional, isto é, um apetite guiado pela razão. Se não houver orientação da razão, não há liberdade e nem vontade, mas simplesmente instinto.”</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="has-text-align-center"><span id="Epigrafe"></span>Excerto do tópico “<em>Natureza da liberdade</em>”, do livro: “<em><a href="https://amzn.to/47la4Ka" target="_blank" rel="noreferrer noopener nofollow">Quem é Deus?</a></em>”;<br>escrito por Battista Mondin (1926 – 2015); e, publicado pela <a href="http://www.paulus.com.br" target="_blank" rel="nofollow noopener noreferrer">Paulus Editora</a>, sob <span data-tooltip-position="top" data-tooltip="International Standard Book Number">ISBN</span>&nbsp;9788534908252.<br><br> Vale salientar: este pequeno trecho não demonstra o objetivo da obra,<br>para tal finalidade consulte o sumário do livro (reescrito no término desta postagem).</p>



<p class="has-text-align-right has-small-font-size"><em>*&nbsp;<a href="#Notas">Notas da editoria</a></em></p>



<hr class="wp-block-separator has-css-opacity is-style-wide"/>



<br>



<p class="has-drop-cap">A esta <span data-tooltip-position="top" data-tooltip="Qual é a natureza da liberdade humana?">pergunta</span> os filósofos deram respostas <span data-tooltip-position="top" data-tooltip="No sentido de encerrar qualquer antítese.">antitéticas</span>. Para alguns, a liberdade é essencialmente uma função da razão: é livre o homem que age segunda a razão (<span data-tooltip-position="top" data-tooltip="Sócrates (470 a. C. ou 469 a. C. - 399 a. C.).">Sócrates</span>, <span data-tooltip-position="top" data-tooltip="Platão (427 a. C. ou 428 a. C. - 348 a. C. ou 347 a. C.).">Platão</span>, <span data-tooltip-position="top" data-tooltip="Plotino (204 d. C. - 270 d. C.).">Plotino</span>, <span data-tooltip-position="top" data-tooltip="Baruch Espinoza (1632 - 1677).">Spinoza</span> e outros). Para outros, a liberdade é eminentemente função da vontade (<span data-tooltip-position="top" data-tooltip="Agostinho de Hipona, mais conhecido como Santo Agostinho (354 d. C. - 430 d. C.).">Agostinho</span>, <span data-tooltip-position="top" data-tooltip="Santo Tomás de Aquino (1225 - 1274).">Tomás de Aquino</span>, <span data-tooltip-position="top" data-tooltip="Beato João Duns Escoto (1266 - 1308).">Scoto</span>, <span data-tooltip-position="top" data-tooltip="Guilherme de Ockham (1420 - 1484).">Occam</span>, <span data-tooltip-position="top" data-tooltip="Immanuel Kant (1724 - 1804).">Kant</span>, <span data-tooltip-position="top" data-tooltip="Friedrich Wilhelm Joseph von Schelling (1775 - 1854).">Schelling</span> e outros).</p>



<p>Mas, se prestarmos bem atenção, veremos que a liberdade não é filha nem só da razão nem só da vontade, mas de ambas. Não há liberdade sem razão, como não há liberdade sem vontade. Ela precisa do concurso de ambas as faculdades. A liberdade (o ato livre) é gerada imediatamente pela vontade, mas isso ocorre somente depois que ela já foi fecundada pela inteligência. De fato, a liberdade, a escolha, é essencialmente atividade da vontade (por esse motivo Tomás de Aquino dizia que substancialmente pertence à vontade), mas é própria de uma vontade guiada, iluminada. A vontade age livremente quando não se precipita instintivamente sobre um objeto, como o faminto sobre um prato de comida, e sim depois que calculou seu peso <span data-tooltip-position="top" data-tooltip="Valores predominantes em determinada sociedade.">axiológico</span> e achou que aquele objeto é digno de ser perseguido.</p>



<p>A vontade é apetite racional, isto é, um apetite guiado pela razão. Se não houver orientação da razão, não há liberdade e nem vontade, mas simplesmente instinto. Se há vontade, ela é a dona dos seus atos: é livre; mas se não é senhora dos próprios atos, então não há nem liberdade nem vontade. A vontade não pode decidir ser ou não ser, como bem observou Sartre. Ela existe quando quer e querer significa sempre querer isto ou aquilo, como ver é sempre ver esta ou aquela coisa.</p>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow">
<p>Ante à vontade estão objetos de eventual volição, entre os quais não se conta a própria vontade; em outras palavras, a vontade não escolhe ser ou não ser; ela apenas escolhe – se puder escolher – entre objetos diferentes da vontade. <span data-tooltip-position="top" data-tooltip="A. Bausola, La libertà, La Scuola, Bréscia, 1985, p. 31.">Nota 01</span>.

</p>
</blockquote>



<br>



<p class="has-text-align-right"><span data-tooltip-position="top" data-tooltip="Extraído do tópico ''Natureza da liberdade''.">Excerto da obra</span> <a href="https://amzn.to/47la4Ka" target="_blank" rel="noreferrer noopener">“<em>Quem é Deus?</em>”</a>, escrita por Battista Mondin (1926 – 2015).<br>Publicada pela <a href="https://www.paulus.com.br" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Paulus Editora</a>, sob <span data-tooltip-position="top" data-tooltip="International Standard Book Number">ISBN</span>: 9788534908252.</p>



<br>



<h3 class="has-very-light-gray-background-color has-background has-text-align-center">Sumário da obra:</h3>



<h3 style="padding-left: 15px;">Introdução </h3>



<p style="padding-left: 15px;"><strong>(Natureza, objeto e história da teologia filosófica)</strong></p>



<p style="padding-left: 60px;">1. Definição da teologia filosófica<br>2. Denominações do tratado sobre Deus<br>3. Anotações históricas sobre a teologia filosófica<br>4. O método da teologia filosófica<br>5. Condições preliminares ao estudo de Deus</p>



<h3 style="padding-left: 15px;">Primeira Parte</h3>



<p style="padding-left: 15px;"><strong>(Fenomenologia do sagrado e da religião)</strong></p>



<h4 style="padding-left: 60px;">Capítulo I: O sagrado</h4>



<p style="padding-left: 75px;"><strong>Preâmbulo</strong><br>1. Definição do sagrado<br>2. A transcendentalidade do sagrado<br>3. Percepção e representação do sagrado<br>4. Desenvolvimento da consciência do sagrado<br>5. Eclipse do sagrado: a secularização</p>



<h4 style="padding-left: 60px;">Capítulo II: A religião</h4>



<p style="padding-left: 75px;">1. Importância e amplitude do fenômeno religioso<br>2. Definição e esséncia da religião<br>3. Aprofundamento do conceito de essência da religião<br>4. Os elementos constitutivos da religião</p>



<p style="padding-left: 95px;">4.1. O mito<br>4.2. O rito<br>4.3. &nbsp;As leis</p>



<p style="padding-left: 75px;">5. O fundamento da religião</p>



<h4 style="padding-left: 60px;">Capitulo III: A crítica à religião</h4>



<p style="padding-left: 75px;">I. A crítica iluminista<br>1. Baruch Spinoza<br>2. David Hume<br>3. Gotthold Ephraim Lessing<br>4. Immanuel Kant<br>5. Georg Wilhelm Friedrich Hegel<br>II. A análise fenomenológica<br>6. e Origem e natureza da religião, segundo os historiadores<br>7. A essência da religião, segundo os filósofos da religião<br>8. Origem e funções da religião, segundo os sociólogos<br>9. Origem e funções da religião, segundo os psicólogos<br>10. Essência e valor da religião, segundo os teólogos</p>



<h4 style="padding-left: 60px;">Capítulo IV: O ateísmo. Conceito, história, causas, razões</h4>



<p style="padding-left: 75px;">I. Os conceitos de ateísmo, agnosticismo, indiferença religiosa, impiedade<br>II. As razões do ateísmo<br>III. A gênese do ateísmo moderno<br>IV. Desenvolvimentos e principais linhas do ateísmo<br>1. O ateísmo antropológico: Feuerbach e Nietzsche<br>2. O ateísmo cientifco: Auguste Comte<br>3. O ateísmo sociopolítico: Karl Marx<br>4. O ateísmo semântico: Carnap, Ayer, Flew<br>5. O ateísmo teológico: a “teologia da morte de Deus”<br>6. O ateísmo utópico: Ernst Bloch<br>7. O ateísmo niilista: Albert Carmus</p>



<h3 style="padding-left: 15px;">Segunda Parte</h3>



<p style="padding-left: 15px;"><strong>(Teologia filosófica)</strong></p>



<h4 style="padding-left: 60px;">Capítulo V: As provas da existência de Deus: necessidade, estrutura, valor história</h4>



<p style="padding-left: 75px;">1. O objetivo das provas<br>2. A importância necessidade das provas<br>3. A estrutura das provas<br>4. Os pressupostos das provas<br>5. O alcance das provas<br>6. Mapa histórico das provas da existência de Deus<br>7. Classificação das provas<br>8. Origem da ideia de Deus</p>



<h4 style="padding-left: 60px;">Capítulo VI: As provas ontológicas</h4>



<p style="padding-left: 75px;">I. A prova ontológica de santo Anselmo<br>II. A prova ontológica de santo Tomás de Aquino<br>1. O conceito tomista de ser<br>2. As formulações da prova ontológica</p>



<h4 style="padding-left: 60px;">Capítulo VII: As provas cosmológicas: as Cinco Vias</h4>



<p style="padding-left: 75px;">1. A estrutura das cinco vias<br>2. Exame das Cinco Vias ou provas da existência de Deus<br>Conclusão</p>



<h4 style="padding-left: 60px;">Capítulo VIII: As provas antropológicas</h4>



<p style="padding-left: 75px;">1. O argumento da “verdade”<br>2. O argumento da “dever”<br>3. O argumento da “autotranscedência”<br>4. O argumento da “cultura”<br>5. O argumento dos “valores”<br>6. O argumento da “linguagem”<br>7. O argumento da “dignidade da pessoa”<br>8. O homem, prova antropológica da existência de Deus<br>9. O valor das provas da existência de Deus<br>Conclusão</p>



<h4 style="padding-left: 60px;">Capítulo IX: Inefabilidade de Deus: o problema da linguagem teológica</h4>



<p style="padding-left: 75px;">I. A inefabilidade de Deus, no pensamento dos Padres e dos escolásticos<br>1. A posição do Pseudo-Dionísio<br>2. A posição do santo Agostinho<br>3. A posição do santo Tomás<br>4. A posição de Occam<br>5. A posição de Eckhardt e de Cusano<br>II. A inefabilidade de Deus, no pensamento contemporâneo<br>6. A posição do primeiro Wittgenstein<br>7. A posição de Carnap<br>8. A posição de Ayer<br>9. A posição do segundo Wittgenstein<br>10. A posição dos analistas de Oxford<br>11. A disputa em torno do problema da “falsificabilidade”<br>12. O problema da linguagem religiosa e a teologia<br>III. Comprovação da linguagem teológica<br>13. Possibilidades e limites da linguagem religiosa<br>14. Conclusão</p>



<h4 style="padding-left: 60px;">Capítulo X: A face de Deus: sua natureza e seus atributos</h4>



<p style="padding-left: 75px;">I. A face divina de Deus<br>1. Esseidade ou plenitude de Deus<br>2. Espírito<br>3. Pessoa<br>II. A face humana de Deus<br>4. As manifestações da face humana de Deus<br>Conclusão</p>



<h4 style="padding-left: 60px;">Capítulo XI: As obras de Deus: a criação e a providência</h4>



<p style="padding-left: 75px;">I. A criação<br>1. A contribuição de Clemente de Alexandria ao conceito de criação<br>2. A contribuição de santo Agostinho<br>3. A contribuição de santo Tomás de Aquino<br>4. Entre criação e evolução não há oposição<br>5. Alguns aspectos da criação<br>II. A providência<br>6. A providência segundo a Bíblia e a tradição<br>7. Outros argumentos para reconhecer a providência<br>8. As objeções contra a providência<br>Conclusão</p>



<h4 style="padding-left: 60px;">Capítulo XII: Liberdade divina e liberdade humana</h4>



<p style="padding-left: 75px;">1. O tema da liberdade em Marx, Nietzsche e Sartre<br>2.&nbsp;<span data-tooltip-position="top" data-tooltip="O artigo desta postagem é um excerto deste tópico.">Natureza da liberdade</span><br>3. A liberdade divina, fundamento último da liberdade humana<br>Conclusão</p>



<h4 style="padding-left: 60px;">Capítulo XIII: O homem, “ícone” de Deus</h4>



<p style="padding-left: 75px;">1. A pessoa e as suas propriedades<br>2. Sentido da autotranscendência e definição do projeto-homem<br>3. O homem, ícone de Deus<br>4. A ética da iconicidade</p>



<br>



<p class="has-background has-very-light-gray-background-color"><a id="Notas" href="#Epigrafe"><img decoding="async" width="17" height="14" class="wp-image-16646" style="width: 17px;" src="https://culturadefato.com.br/wp-content/uploads/2020/07/Subir_FundoCinza.jpg" alt="Subir com fundo cinza"></a> <strong>Notas da Editoria:</strong><br><br><strong>1</strong>. Imagem da capa: “<em>By the Open Door</em>” (1928), de Nikolai Astrup (1880 &#8211; 1928).<br><strong>2</strong>. Este artigo foi originalmente publicado em 9 de agosto de 2020. A data de 13 de maio de 2024 corresponde à última edição.</p>



<br>
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		<title>O hedonismo sexual e a destruição das civilizações</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Doug Mainwaring]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 08 Nov 2023 03:49:51 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Filosofia e História]]></category>
		<category><![CDATA[Deísmo]]></category>
		<category><![CDATA[Joseph Daniel Unwin]]></category>
		<category><![CDATA[LGBT]]></category>
		<category><![CDATA[Liberdade]]></category>
		<category><![CDATA[Monogamia]]></category>
		<category><![CDATA[Revolução Sexual]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>“Décadas de trabalho de um antropólogo social da Universidade de Oxford demonstraram haver uma <strong>correlação direta entre a liberdade sexual desenfreada e a ruína das culturas</strong>. (...) ‘<em>Se a liberdade sexual total era abraçada por uma cultura, esta colapsava, dentro de três gerações, ao mais baixo estado de florescimento</em>’”</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p class="has-text-align-center">&#8220;<em>A liberdade não é filha nem só da razão nem só da vontade, mas de ambas. Não há liberdade sem razão, como não há liberdade sem vontade. Ela precisa do concurso de ambas as faculdades. (&#8230;) A vontade é apetite racional, isto é, um apetite guiado pela razão. Se não houver orientação da razão, não há liberdade e nem vontade, mas simplesmente instinto.</em>”<br><span data-tooltip-position="top" data-tooltip="Battista Mondin (1926 - 2015) sacerdote do Instituto Xaveriano e Doutor em Filosofia e religião junto à Universidade Harvard.">Battista Mondin</span> (1926 – 2015)</p>



<hr class="wp-block-separator has-alpha-channel-opacity is-style-wide"/>



<br>



<p class="has-drop-cap">Décadas de trabalho de um antropólogo social da Universidade de Oxford demonstraram haver uma correlação direta entre a liberdade sexual desenfreada e a ruína das culturas. Isto foi observado há quase cem anos, muito antes de que a revolução sexual explodisse no mundo ocidental.</p>



<p>O trabalho de <span data-tooltip-position="top" data-tooltip="Joseph Daniel Unwin (1895 - 1936) etnólogo inglês e antropólogo social na Universidade de Oxford e na Universidade de Cambridge.">J. D. Unwin</span> em seu tratado <em><a href="https://amzn.to/40rM85A" target="_blank" rel="noreferrer noopener nofollow">Sexo e cultura</a></em>, de 1934, é presciente. Suas descobertas foram incrivelmente preditivas, sendo confirmadas pela história das nações ao longo das décadas seguintes.</p>



<p>Unwin observou que sempre que uma sociedade abandonava uma estrita castidade pré-nupcial, uma espécie de “entropia humana” — um declínio gradual à desordem — se estabelecia. A monogamia, a crença em Deus e o pensamento racional desapareciam dentro de três gerações após a virada rumo a maiores liberdades sexuais. Ele concluiu que as revoluções sexuais oferecem consequências devastadoras para a cultura e a civilização.</p>



<p>Este pesquisador de Oxford, que morreu em 1936, observou 86 sociedades e civilizações — dos antigos sumérios, babilônios e romanos às sociedades polinésia e micronésia, passando por tribos indígenas norte-americanas como Dakota, Hopi, Chickasaw e Crow — para determinar se havia alguma relação entre a liberdade sexual e o florescimento das culturas.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Por que a moralidade sexual pode ser muito mais importante do que você jamais imaginou</h2>



<br>



<p>Em um longo texto intitulado <a href="https://www.kirkdurston.com/blog/unwin" target="_blank" rel="noreferrer noopener nofollow"><em>Por que a moralidade sexual pode ser muito mais importante do que você jamais imaginou</em></a>, o autor e palestrante cristão <a href="https://www.kirkdurston.com/" target="_blank" rel="noreferrer noopener nofollow">Kirk Durston</a> destrinchou o massivo estudo de Unwin, conduzido ao longo de uma vida.</p>



<p class="img-direita"><a href="https://culturadefato.com.br/velhos-espartilhos/"><img loading="lazy" decoding="async" width="458" height="341" class="wp-image-18514" src="https://culturadefato.com.br/wp-content/uploads/2023/11/EmUmEspartilho_1910_LovisCorinth_Pequeno.jpg" alt="Obra: &quot;Em um espartilho&quot; (1910), por Lovis Corinth (1858 - 1925)."></a>“Maiores contenções sexuais, pré ou pós-nupciais, sempre levaram ao maior florescimento de uma cultura”, enquanto “maiores liberdades sexuais sempre levaram ao colapso de uma cultura três gerações mais tarde”, explicou Durston. “A mais importante correlação com o florescimento de uma cultura era se a castidade pré-nupcial era ou não requerida.”</p>



<p>“A combinação mais poderosa era a castidade pré-nupcial somada à ‘monogamia absoluta’”, observou Durston. “As culturas que mantiveram esta combinação por ao menos três gerações superaram todas as outras em todas as áreas, incluindo literatura, arte, ciência, artesanato, arquitetura, engenharia e agricultura. Apenas 3 das 86 culturas estudadas atingiram este nível.”</p>



<p>“Quando a castidade pré-nupcial estrita deixava de ser a norma, a monogamia absoluta, o deísmo [religião] e o pensamento racional também desapareciam dentro de três gerações”, escreveu Durston. “E se a liberdade sexual total era abraçada por uma cultura, esta colapsava, dentro de três gerações, ao mais baixo estado de florescimento”, sendo geralmente conquistada por outra cultura de maior energia social.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Contradizendo a ciência e o pensamento racional com total apoio dos governos e da educação</h2>



<br>



<p>Durston se pergunta: “Como estamos nos saindo, conforme adentramos a segunda geração desde nossa própria revolução sexual, no final do século XX?”. Suas conclusões revelam o quanto as descobertas de Unwin têm sido preditivas sobre o desenrolar do enfraquecimento das culturas americana e europeia, desde o início da revolução sexual:</p>



<ol class="wp-block-list">
<li><strong>Como previsto, a monogamia absoluta já foi substituída por uma monogamia modificada</strong>. Relacionamentos de direito comum estão se tornando a norma. Embora o divórcio tenha surgido antes da década de 70, a maior parte da nossa cultura ainda mantinha a visão de que o casamento deveria ser para a vida toda, e os relacionamentos de direito comum eram vistos com algum desgosto. Isto claramente mudou. Aqueles que de fato praticam compromissos para a vida toda no casamento tornaram-se a minoria, com casais nascidos antes da revolução sexual mais propensos a manter esse tipo de compromisso no casamento.</li>



<li><strong>O deísmo [religião] já está declinando rapidamente, exatamente como previsto</strong>. Antes dos anos 60, uma combinação de racionalismo e crença em Deus era a norma para a cultura <em>mainstream</em>. Não apenas a crença em Deus diminuiu enormemente desde a década de 60, como tem havido um movimento para remover o conceito de Deus do governo, do sistema educacional e da vida pública. Aqueles que ainda creem em Deus sofrem uma forte pressão social para manter suas crenças deísticas [religiosas] privadas. Em seu lugar, há um surpreendente crescimento das superstições, classificadas por Unwin como uma cultura “monística”, dois níveis abaixo da cultura racionalista que tínhamos antes da revolução sexual. Tem havido também um grande aumento na porcentagem da população que se classifica como não religiosa, um sintoma do nível mais baixo das categorias de Unwin.</li>



<li><strong>A velocidade com que o pensamento racional declinou depois dos anos 70 é assustadora</strong>. Em seu lugar surgiu o pós-modernismo, caracterizado pelo “ceticismo, subjetivismo ou relativismo” e por uma “suspeita geral quanto à razão”. Mas piora&#8230; o pós-modernismo está dando lugar à “pós-verdade”. Em contraste direto ao pensamento racional, uma cultura pós-verdade abandona “padrões objetivos compartilhados para a verdade” e, em vez disso, ergue-se sobre apelos a sentimentos e emoções, e sobre aquilo em que cada um deseja acreditar. As pessoas agora podem “identificar-se” como algo que contradiz flagrantemente a ciência e a razão, e, em muitos casos, recebem total apoio e suporte dos governos e sistemas educacionais. As pessoas não apenas sentem que têm o direito de acreditar no que quiserem, mas qualquer desafio a esse direito, ainda que apoiado na verdade e na lógica, é visto como inaceitável e ofensivo.</li>
</ol>



<p>“As três principais predições de Unwin — o abandono do racionalismo, do deísmo [religião] e da monogamia absoluta — estão todas bem encaminhadas”, observou Durston, “o que faz a predição última parecer crível: (&#8230;) o colapso da civilização ocidental na terceira geração, em algum momento do último terço deste século.”</p>



<p>As evidências da trajetória destrutiva da revolução sexual estão por toda parte, levando a um grande desenrolar cultural: o aumento de crianças nascidas fora do casamento e mais de 60 milhões de bebês indesejados abortados. Cada letra no acrônimo <span data-tooltip-position="top" data-tooltip="Lésbicas, Gays, Bi e Trans">LGBT</span> — movimento que continua sua ascensão na cultura popular e no poder político — representa um tipo peculiar de rejeição da ciência e da natureza visíveis na complementaridade entre homem e mulher. A definição imutável do casamento foi reduzida a pó, e agora “alguns homens têm colo do útero” e “algumas mulheres têm pênis”. O número de crentes religiosos diminuiu vertiginosamente, acompanhado de um correspondente aumento dos “<em>nones</em>”, aqueles que não têm qualquer fé. E agora, o caos — produto final da entropia — está crescendo substancialmente graças ao Antifa e outros grupos inclinados à anarquia.</p>



<h2 class="wp-block-heading">As leis morais de Deus acerca da sexualidade nos protegem</h2>



<br>



<p>A pesquisa de Unwin “fornece uma forte justificativa racional para a inferência de que as leis morais de Deus, a respeito de nossa sexualidade, embora possam nos restringir quanto a algum prazer imediato, nos protegem contra enormes sofrimentos a longo prazo, ao mesmo tempo em que maximizam nosso florescimento também a longo prazo”, concluiu Durston.</p>



<br>



<p class="has-text-align-right">Por<a href="https://culturadefato.com.br/author/stephenklugewicz/"> </a><a href="https://culturadefato.com.br/author/dougmainwaring/">Doug Mainwaring</a>.<br>Tradução:&nbsp;<a href="https://culturadefato.com.br/author/danielmarcondes/">Daniel Marcondes</a>.<br><br><em>Artigo original disponível em</em><br><a href="https://www.lifesitenews.com/news/flashback-1930s-anthropologist-finds-sexual-hedonism-destroys-civilizations/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">lifesitenews.com/news/flashback-1930s-anthropologist-finds-sexual-hedonism-destroys-civilizations/</a>.</p>



<br>



<p class="has-background has-very-light-gray-background-color"><strong>Notas da editoria:</strong><br><br>Imagem da capa: “<em>A destruição de Sodoma e Gomorra</em>” (1852), por John Martin (1789 – 1854).</p>



<br>
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