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	<title>Arquivos Apologética &#8226; Cultura de Fato</title>
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	<description>Cultura para evocar inteligência, responsabilidade e ética!</description>
	<lastBuildDate>Mon, 20 Apr 2026 05:34:52 +0000</lastBuildDate>
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	<title>Arquivos Apologética &#8226; Cultura de Fato</title>
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		<title>O mistério da iniquidade: o mal como ausência de Deus em Santo Agostinho</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Patrícia Castro]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 20 Apr 2026 02:59:07 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cristianismo]]></category>
		<category><![CDATA[Filosofia e História]]></category>
		<category><![CDATA[Apologética]]></category>
		<category><![CDATA[Ateu]]></category>
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		<category><![CDATA[Santo Agostinho]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>“O mal não possui substância; ele é a ferida, a ausência e o vazio do Bem. Deus, em Sua infinita perfeição, não criou o mal; tudo o que procede de Suas mãos é inerentemente bom. O mal, portanto, é o <em>não-ser</em>.”</p>
<p>O post <a href="https://culturadefato.com.br/o-misterio-da-iniquidade-o-mal-como-ausencia-de-deus-em-santo-agostinho/">O mistério da iniquidade: o mal como ausência de Deus em Santo Agostinho</a> apareceu primeiro em <a href="https://culturadefato.com.br">Cultura de Fato</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="has-text-align-center">“<em>Pois o mal não é uma substância; a corrupção do bem é que recebeu o nome de mal.</em>”<br><span data-tooltip-position="top" data-tooltip="Agostinho de Hipona (354 d. C. - 430 d. C.) foi um dos mais importantes teólogos e filósofos nos primeiros séculos do cristianismo.">Santo Agostinho</span> (354-430)</p>



<hr class="wp-block-separator has-alpha-channel-opacity is-style-wide"/>



<br>



<p class="has-drop-cap">Por que o mal e o sofrimento são tão onipresentes em um mundo criado por Deus que é a própria essência do amor? Por que o mal existe e por que Deus permite que tragédias assolem até mesmo os justos?</p>



<p>Estas não são meras dúvidas existenciais; são perguntas fundamentais que todo católico deve estar apto a responder — tanto para a resistência da própria fé quanto para os embates com céticos e ateus, que frequentemente nos confrontam com questionamentos capciosos, lançados sem uma real intenção de busca pela Verdade, mas com o intuito de semear a dúvida.</p>



<p>Em qualquer debate onde a religião ocupe o centro das atenções, o “problema do mal” será, fatalmente, o primeiro ponto de ataque. No entanto, o católico não precisa se sentir encurralado: não é necessário “reinventar a roda”. Um dos maiores luminares da Igreja, <span data-tooltip-position="top" data-tooltip="Agostinho de Hipona (354 d. C. - 430 d. C.) foi um dos mais importantes teólogos e filósofos nos primeiros séculos do cristianismo.">Santo Agostinho</span> — o filho de muitas lágrimas e fruto de 33 anos de oração incessante de sua mãe, <span data-tooltip-position="top" data-tooltip="Santa Mónica (331 d. C. - 387 d. C.) é a mãe de Santo Agostinho de Hipona. Nasceu Tagaste, norte da África, no seio de uma família opulenta, mas de antigas raízes cristãs. Aplicou-se, com dedicação, aos ensinamentos da Sagrada Escritura; sua forte espiritualidade foi forjada pela oração e assídua prática dos Sacramentos, além dos quais se coloca a serviço da comunidade eclesial.">Santa Mônica</span> — já trilhou esse caminho árduo. Após anos perdido em filosofias que davam ao mal um poder divino, ele nos legou uma síntese genial: o mal não possui substância; ele é a ferida, a ausência e o vazio do Bem.</p>



<br>



<h2 class="wp-block-heading">A Natureza do Mal</h2>



<br>



<p>Deus, em Sua infinita perfeição, não criou o mal; tudo o que procede de Suas mãos é inerentemente bom. O mal, portanto, é o “não-ser” — uma ferida na criação, o silêncio onde deveria haver louvor e a sombra onde deveria haver luz. O mal é a ausência do bem, assim como a cegueira é a ausência da visão, a escuridão a ausência de luz, a doença é a ausência da saúde, e o pecado, a ausência da justiça.</p>



<p>Deus criou o mundo e contemplou que tudo era bom; coroou Sua obra com a criação do homem e descansou, satisfeito com a formosura de Sua vontade realizada. Contudo, sendo Deus a própria Liberdade, Ele não poderia criar o homem como um escravo, caso contrário, seria um tirano. Em Sua essência de Amor, Ele nos deu a liberdade, ou seja, o Livre-Arbítrio.</p>



<br>



<h2 class="wp-block-heading">O Livre-Arbítrio e a Queda</h2>



<br>



<p>Portanto, Deus criou o Bem e a Liberdade. O mal, em contrapartida, não possui uma digital divina. Ele é o resultado trágico de quando o homem, no exercício dessa mesma liberdade, escolhe fugir da vontade de Deus. O mal acontece no exato instante em que nos afastamos da Ordem Original; ele é o vazio deixado pela nossa rejeição ao Autor da Vida. O mal moral (o pecado) acontece quando usamos nossa vontade para nos afastarmos do Bem Imutável (Deus) em direção a bens inferiores ou egoístas. Pecar é, essencialmente, preferir a criatura ao Criador.</p>



<br>



<h2 class="wp-block-heading">A Alquimia Divina</h2>



<br>



<p>Santo Agostinho nos deixou uma pérola teológica definitiva: Deus prefere extrair o bem do mal do que simplesmente não permitir que o mal exista. Ele jamais é o autor do pecado, mas é o Mestre Supremo em redimi-lo. Poderíamos citar inúmeros episódios da ação de Deus ao longo da história, mas, dada a brevidade deste artigo, traremos quatro exemplos clássicos dessa “alquimia divina” — momentos em que a Providência transformou o veneno da tragédia no remédio da salvação:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li><strong>José do Egito:</strong>&nbsp;Vendido como escravo por seus próprios irmãos, movidos por uma inveja cega, José enfrentou anos de injustiça, cárcere e abandono em terra estrangeira. Contudo, Deus não permitiu que aquele mal fosse o fim da história; ao contrário, usou essa trilha de sofrimento para elevá-lo ao trono do Egito. O que parecia uma tragédia familiar tornou-se o meio pelo qual nações inteiras foram salvas da fome, confirmando sua célebre declaração:&nbsp;<em>“Vós bem intentastes mal contra mim; porém Deus o tornou em bem”</em>&nbsp;(<a href="https://www.bibliaon.com/versiculo/genesis_50_20/" target="_blank" rel="noreferrer noopener nofollow">Gn 50,20</a>).</li>



<li><strong>A Perseguição na Igreja Primitiva:</strong>&nbsp;O Império Romano empenhou toda a sua força brutal para extinguir a chama da fé católica através do martírio e do medo. No entanto, a “alquimia divina” operou de forma surpreendente: quanto mais os fiéis eram dispersos e perseguidos, mais o Evangelho alcançava terras distantes. O que o mundo via como a aniquilação de um movimento, Deus transformou em expansão missionária, validando a máxima de Tertuliano:&nbsp;<em>“O sangue dos mártires é a semente de novos cristãos”</em>.</li>



<li><strong>O Próprio Santo Agostinho:</strong>&nbsp;Deus não ignorou a inquietude, os vícios e os erros teológicos da juventude do Bispo de Hipona; Ele os utilizou como matéria-prima para forjar um dos maiores luminares da história da Igreja. As feridas passadas de Agostinho e suas lutas contra as paixões desordenadas não foram apagadas, mas redimidas, tornando-se o remédio espiritual e o mapa de navegação para milhões de almas que encontraram em suas&nbsp;<em><a href="https://culturadefato.com.br/downloads/cristianismo/2020/confissoes-santo-agostinho.pdf">Confissões</a></em>&nbsp;o caminho de volta para casa.</li>



<li><strong>A Cruz de Cristo:</strong>&nbsp;O ápice absoluto desse mistério reside na Cruz de Cristo. Naquele momento, o mundo testemunhou o maior crime e a maior malícia de que a humanidade é capaz: o assassinato do próprio Deus encarnado, o único puramente inocente. Todavia, o que era para ser o triunfo definitivo das trevas foi transformado pelo Pai no instrumento supremo da nossa redenção. Pela mão de Deus, a Cruz — outrora o símbolo máximo de tortura e morte — foi transmutada para sempre no Trono da Vida.</li>
</ul>



<br>



<h2 class="wp-block-heading">Natureza Humana: Ferida, mas não Destruída</h2>



<br>



<p>Diferente da visão <span data-tooltip-position="top" data-tooltip="O calvinismo é um sistema teológico protestante do século XVI, baseado nos ensinamentos de João Calvino, com forte ênfase na soberania absoluta de Deus sobre todas as coisas, incluindo a salvação.">calvinista</span> de que o homem tornou-se “totalmente depravado” e incapaz de qualquer bem após a Queda, a visão católica, fundamentada na síntese agostiniana, acredita em algo mais esperançoso: o homem não é essencialmente mau; ele está essencialmente ferido. Como o mal é apenas uma “privação”, o pecado não tem poder para destruir a substância da nossa alma, que continua sendo uma criação de Deus. O pecado original nos tirou a santidade e enfraqueceu nossa vontade — como um pássaro de asa quebrada que não consegue voar sozinho —, mas não nos transformou em seres malignos. Com o auxílio da Graça de Deus, o ser humano é plenamente capaz de cooperar com o bem e buscar a virtude. A Graça não destrói a nossa natureza; ela a cura e a eleva.</p>



<br>



<h2 class="wp-block-heading">A Insuficiência da Vontade: Agostinho contra Pelágio</h2>



<br>



<p>É fundamental compreender que, ao falarmos de liberdade, não caímos no erro do Pelagianismo. Enquanto Pelágio acreditava que o homem nasce como uma “folha em branco” (mantendo a mesma capacidade de Adão de nunca pecar pelo esforço próprio), Santo Agostinho nos recorda a dura realidade: o pecado original feriu profundamente a natureza humana. Nascemos com uma inclinação ao erro, a chamada concupiscência. Para Agostinho, o homem sem Deus é como um prisioneiro que não consegue abrir a própria cela por dentro. O nosso livre-arbítrio, embora ainda exista, está cativo e doente; ele possui força para pecar, mas carece de poder para, sozinho, alcançar a santidade.</p>



<p>Neste embate, a Graça Divina deixa de ser um mero “facilitador” para se tornar uma necessidade absoluta. A Graça não é apenas um empurrão externo, mas a força interna que cura a vontade e a move em direção ao Bem. Sem ela, não podemos sequer dar o primeiro passo de retorno ao Pai. A postura do católico diante do mal resume-se na célebre prece agostiniana:&nbsp;<em>“Dá-me o que mandas e manda o que queiras”</em>. Reconhecemos que Deus nos pede a perfeição, mas confessamos que só podemos entregá-la se Ele mesmo a infundir em nossos corações.</p>



<br>



<p class="has-text-align-right">Por&nbsp;<a href="https://culturadefato.com.br/author/patriciacastro/">Patrícia Castro</a>.<br>Publicado no&nbsp;<em>website</em>&nbsp;da autora,&nbsp;<a href="https://patriciacastro.org/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">patriciacastro.org</a>, em 18 de março de 2026.</p>



<br>



<p class="has-background has-very-light-gray-background-color"><strong>Nota da editoria:</strong><br><br>A imagem da capa é um recorte da obra em <span data-tooltip-position="top" data-tooltip="Têmpera sobre painel é uma técnica de pintura clássica que utiliza pigmentos de cor misturados com um aglutinante solúvel em água (tradicionalmente gema de ovo) aplicados sobre uma superfície de madeira rígida.">têmpera sobre painel</span>: “<em>A Conversão de Santo Agostinho</em>” (c. 1430–1435), de <span data-tooltip-position="top" data-tooltip="Fra Angelico (c. 1395–1455), nascido Guido di Pietro, foi um frade dominicano e pintor italiano, figura central do início do Renascimento. Beatificado em 1982 pelo Papa João Paulo II e declarado padroeiro dos artistas. É o autor dos afrescos do Convento de São Marcos em Florença.">Fra Angelico</span> (c. 1395–1455).</p>



<br>



<hr class="wp-block-separator has-alpha-channel-opacity is-style-dots"/>



<br>



<h2 class="wp-block-heading has-text-align-center">Mais da autora:</h2>



<br>



<section id="gm71bf303" class="wp-block-gutentor-m0 alignfull section-gm71bf303 gutentor-module gutentor-module-carousel has-color-bg has-custom-bg gutentor-slick-a-default-desktop gutentor-slick-a-default-tablet gutentor-slick-a-default-mobile"><div class="grid-container"><div class="gutentor-module-carousel-row" data-dots="false" data-dotstablet="false" data-dotsmobile="false" data-arrows="true" data-arrowstablet="true" data-arrowsmobile="true" data-infinite="true" data-autoplay="true" data-draggable="true" data-pauseonfocus="true" data-pauseonhover="true" data-autoplayspeed="4500" data-cmondesktop="false" data-cmontablet="false" data-cmonmobile="false" data-nextarrow="fas fa-angle-right" data-prevarrow="fas fa-angle-left" data-arrowspositiondesktop="gutentor-slick-a-default-desktop" data-arrowspositiontablet="gutentor-slick-a-default-tablet" data-arrowspositionmobile="gutentor-slick-a-default-mobile" data-speed="300" data-slideitemdesktop="2" data-slideitemtablet="3" data-slideitemmobile="1" data-slidescroll-desktop="2" data-slidescroll-tablet="3" data-slidescroll-mobile="1">
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<p class="has-text-align-center"><br><a href="#main"><em>O conforto de errar com a maioria</em></a></p>
</div></div>



<div id="col-g-03n81ua" class="wp-block-gutentor-m0-col col-g-03n81ua gutentor-carousel-item"><div id="section-g-03n81ua" class="section-g-03n81ua gutentor-col-wrap has-color-bg has-custom-bg">
<div id="section-g-lepfdsl" class="wp-block-gutentor-e6 section-g-lepfdsl gutentor-element gutentor-element-image text-align-center-desktop"><div class="gutentor-element-image-box"><a class="gutentor-element-image-link" href="https://culturadefato.com.br/desmentindo-os-mitos-da-idade-media-como-a-igreja-catolica-construiu-a-civilizacao-ocidental/"><div class="gutentor-image-thumb"><img decoding="async" class="normal-image" src="https://culturadefato.com.br/wp-content/uploads/2026/01/DisputaSantissimoSacramento.jpg" alt="Obra: &quot;A Disputa do Santíssimo Sacramento&quot; (1509–1510). Primeira parte da encomenda feita a Rafael para a decoração em afrescos das salas hoje conhecidas como Salas de Rafael (Stanze di Raffaello), no Palácio Apostólico do Vaticano." /></div></a></div></div>



<p class="has-text-align-center"><br><a href="https://culturadefato.com.br/desmentindo-os-mitos-da-idade-media-como-a-igreja-catolica-construiu-a-civilizacao-ocidental/"><em>Desmentindo mitos da Idade Média: “Como a Igreja Católica construiu a Civilização Ocidental”</em></a></p>
</div></div>



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<p class="has-text-align-center"><br><em><a href="https://culturadefato.com.br/a-barbarie-legalizada-civilizacao-sem-deus-justica-sem-alma/">A barbárie legalizada: civilização sem Deus, justiça sem alma</a></em></p>
</div></div>



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<p class="has-text-align-center"><br><em><a href="https://culturadefato.com.br/quando-o-tempo-andava-devagar/">Quando o tempo andava devagar</a></em></p>
</div></div>



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<p class="has-text-align-center"><br><em><a href="https://culturadefato.com.br/a-verdade-sobre-a-inquisicao-desfazendo-os-mitos/">A Verdade sobre a Inquisição: desfazendo os mitos</a></em></p>
</div></div>



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<div id="section-g-ssqpa11" class="wp-block-gutentor-e6 section-g-ssqpa11 gutentor-element gutentor-element-image text-align-center-desktop"><div class="gutentor-element-image-box"><a class="gutentor-element-image-link" href="https://patriciacastro.org/"><div class="gutentor-image-thumb"><img decoding="async" class="normal-image" src="https://culturadefato.com.br/wp-content/uploads/2026/02/WebSitePatriciaCastro.jpg" alt="Print do website da Patrícia Castro" /></div></a></div></div>



<p class="has-text-align-center"><br><a href="https://patriciacastro.org/">Conheça o <em>website</em> da autora</a></p>
</div></div>
</div></div></section>



<br>
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			</item>
		<item>
		<title>“Não consigo crer em Jesus”</title>
		<link>https://culturadefato.com.br/nao-consigo-crer-em-jesus/</link>
					<comments>https://culturadefato.com.br/nao-consigo-crer-em-jesus/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Lee Strobel]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 16 Mar 2026 03:00:21 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cristianismo]]></category>
		<category><![CDATA[Apologética]]></category>
		<category><![CDATA[Cristo]]></category>
		<category><![CDATA[Em Defesa de Cristo]]></category>
		<category><![CDATA[Lee Strobel]]></category>
		<category><![CDATA[Louis Lapides]]></category>
		<category><![CDATA[Sunset Strip]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>“Quando eu encontrar Deus, ele terá de ser objetivo. Estou cheio dessa filosofia oriental que diz que está tudo na minha mente e que posso criar minha realidade.”</p>
<p>O post <a href="https://culturadefato.com.br/nao-consigo-crer-em-jesus/">“Não consigo crer em Jesus”</a> apareceu primeiro em <a href="https://culturadefato.com.br">Cultura de Fato</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="has-text-align-center"><em>Nas Escrituras do Antigo Testamento encontram-se diversas profecias sobre a vinda do Messias. Escritas séculos antes do nascimento de Jesus Cristo, essas passagens descrevem aspectos de sua missão, de seu sofrimento e de sua obra redentora. O fiel cumprimento dessas promessas em Jesus constitui evidência fortíssima de que ele é, de fato, o Salvador anunciado na Bíblia.</em></p>



<p class="has-text-align-center"><em>No livro “<a href="https://amzn.to/4av02aI" target="_blank" rel="noreferrer noopener sponsored nofollow">Em Defesa de Cristo</a>”, o jornalista Lee Strobel relata diversas histórias de pessoas que passaram a considerar essas profecias com maior atenção. Entre elas está a de Louis Lapides, um judeu ligado ao movimento hippie e usuário de drogas nos anos 1960, interessado em budismo, hinduísmo e outras religiões. Após uma conversa inesperada sobre as Escrituras <em>(reproduzida após esta epígrafe)</em>, decidiu reler o Antigo Testamento — o que acabou levando-o à conversão ao cristianismo.</em></p>



<p class="has-text-align-center"><em>Vale mencionar que o próprio autor da obra, durante boa parte de sua vida, declarou-se ateu e cético em relação à fé cristã. Aliás, motivado pelo desejo de tornar sua esposa ateia, decidiu investigar historicamente as bases do cristianismo, entrevistando estudiosos e analisando documentos antigos. O resultado dessa investigação foi justamente o inverso: acabou levando-o à fé cristã e originou obras conhecidas, como a do excerto que segue.</em></p>



<br>



<p class="has-text-align-right has-small-font-size" id="RefVideo">⚠️ <a href="#Video">Ao final do texto, um vídeo complementa e encerra a reflexão apresentada.</a></p>



<hr class="wp-block-separator has-alpha-channel-opacity is-style-wide"/>



<br>



<p class="has-drop-cap">O ano era 1969. A curiosidade de Lapides levou-o a visitar <span data-tooltip="Famoso trecho da Sunset Boulevard, localizado na cidade de West Hollywood, na região de Los Angeles. Ficou mundialmente conhecida, especialmente entre as décadas de 1960 e 1970, por ser um centro da contracultura, da música rock e da vida noturna, o lugar era muito frequentado por hippies e músicos." data-tooltip-position="top">Sunset Strip</span> para ver um evangelista que se acorrentara a uma cruz de dois metros e meio de altura, para protestar contra os donos de bares que tinham conseguido proibi-lo de trabalhar nas ruas. Ali, na calçada, Lapides encontrou alguns cristãos que começaram uma discussão sobre coisas espirituais com ele.</p>



<p>Com certa arrogância, começou a esbanjar filosofia oriental. — Não existe Deus lá em cima — ele dizia, apontando para o céu. — Nós somos Deus. Eu sou Deus. Vocês são Deus. Vocês só precisam aceitar isso.</p>



<p>— Bem, se você é Deus, por que não cria uma pedra? — alguém lhe perguntou. — Faça alguma coisa aparecer. É isso o que Deus faz.</p>



<p>Lapides, com a mente anuviada pelas drogas, imaginou que estava segurando uma pedra.</p>



<p>— Muito bem, então vejam, aqui está uma pedra — ele disse, estendendo a mão vazia.</p>



<p>O cristão zombou dele.</p>



<p>— Essa é a diferença entre você e o Deus verdadeiro — ele disse.</p>



<p>— Quando Deus cria algo, todos podem vê-lo. É objetivo, não subjetivo.</p>



<p class="img-direita"><a href="https://amzn.to/4av02aI" target="_blank" rel="noreferrer noopener sponsored nofollow"><img fetchpriority="high" decoding="async" width="473" height="640" class="wp-image-4699" src="https://culturadefato.com.br/wp-content/uploads/2020/12/EmDefesaDeCristo.jpg" alt="Livro: &quot;Em defesa de Cristo&quot;, de Lee Strobel (jornalista e ex-ateu) Publicado pela Editora Vida, sob ISBN: 978-85-7367-561-0."></a>Isso calou fundo em Lapides. Depois de pensar no assunto por algum tempo, disse a si mesmo: “Quando eu encontrar Deus, ele terá de ser objetivo. Estou cheio dessa filosofia oriental que diz que está tudo na minha mente e que posso criar minha realidade. Deus deve ser uma realidade objetiva se quiser ter significado além da minha imaginação”.</p>



<p>Quando um dos cristãos mencionou o nome de Jesus, Lapides tentou se desvencilhar com sua resposta padrão:</p>



<p>— Sou judeu. Não posso crer em Jesus. Nisso um pastor entrou na conversa.</p>



<p>— Você conhece as profecias sobre o Messias? — ele perguntou.</p>



<p>Lapides foi apanhado desprevenido.</p>



<p>— Profecias? Nunca ouvi falar delas.</p>



<p>O pastor deixou Lapides perplexo, citando algumas predições do Antigo Testamento. &#8220;Um momento!&#8221;, pensou. &#8220;Ele está citando minhas Escrituras hebraicas! Como Jesus pode estar nelas?”</p>



<p>Quando o pastor lhe ofereceu uma Bíblia, Lapides se manteve cético.</p>



<p>— O Novo Testamento está aí dentro? — perguntou. O pastor fez que sim com a cabeça. — Está bem, vou ler o Antigo Testamento, mas não vou nem abrir o Novo — disse.</p>



<p>Novamente ele ficou surpreso com a resposta do pastor.</p>



<p>— Está bem. Leia apenas o Antigo Testamento e peça ao Deus de Abraão, de Isaque e de Jacó, o Deus de Israel, que lhe mostre se Jesus é o seu Messias. Porque eu sei que ele é. Ele veio primeiro para o povo judeu, para depois se tornar o salvador do mundo.</p>



<p>Para Lapides, essas eram informações novas. Informações intrigantes. Informações surpreendentes. Ele voltou ao seu apartamento, abriu o Antigo Testamento no primeiro livro, Gênesis, e se pôs a procurar Jesus entre palavras que tinham sido escritas centenas de anos antes de o carpinteiro de Nazaré ter nascido.</p>



<br>



<p class="has-text-align-right img-esquerda"><a href="https://culturadefato.com.br/author/leestrobel/"><img decoding="async" class="wp-image-4732" src="https://culturadefato.com.br/wp-content/uploads/2020/12/LeeStrobel.jpg" alt="Lee Strobel"></a><br><br>Excertos do <span data-tooltip="As provas das testemunhas oculares" data-tooltip-position="top">primeiro</span> e do <span data-tooltip="A prova documental" data-tooltip-position="bottom">terceiro</span> capitulo da obra:<br><em><a href="https://amzn.to/4av02aI" target="_blank" rel="noreferrer noopener sponsored nofollow">Em defesa de Cristo</a></em>, de <a href="https://leestrobel.com/" target="_blank" rel="nofollow noopener noreferrer">Lee Strobel </a>(jornalista e ex-ateu)<br>Publicado pela <a href="http://www.editoravida.com.br/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Editora Vida</a>, sob <span data-tooltip="ISBN: International Standard Book Number." data-tooltip-position="bottom">ISBN</span>: 978-85-7367-561-0.</p>



<br><br>



<p class="has-background has-very-light-gray-background-color"><strong>Nota da editoria:</strong><br><br>A imagem da capa é um recorte da obra: “<em>The Light of the World</em>” (1851–1854), de <span data-tooltip-position="top" data-tooltip="William Holman Hunt (1827–1910) foi um pintor inglês e um dos fundadores da Irmandade Pré-Rafaelita. Suas pinturas eram notáveis ​​por sua grande atenção aos detalhes, cores vivas e simbolismo elaborado.">William Holman Hunt</span> (1827–1910).<br><br>A pintura, <a href="https://culturadefato.com.br/downloads/artes_e_literatura/2026/Hunt-light-of-the-world.jpeg" target="_blank" rel="noreferrer noopener nofollow">clique aqui para vê-la integralmente</a>, retrata Jesus batendo à porta, símbolo do chamado de Cristo ao coração humano. Um detalhe significativo é que a porta não possui maçaneta do lado de fora, indicando que ela só pode ser aberta por dentro. A obra tornou-se uma poderosa metáfora do encontro pessoal com a verdade e da decisão individual de acolher ou rejeitar esse chamado — ideia que dialoga diretamente com o relato apresentado no texto, no qual a busca sincera pela verdade acaba conduzindo à fé.</p>



<br>



<hr class="wp-block-separator has-alpha-channel-opacity is-style-dots"/>



<br>



<h2 class="wp-block-heading has-text-align-center" id="Video">Complemento: Fatos sobre Jesus Cristo, por Olavo de Carvalho <a href="#RefVideo"><img decoding="async" width="14" height="10" class="wp-image-105" style="width: 14px;" src="https://culturadefato.com.br/wp-content/uploads/2020/06/Subir.jpg" alt="Subir"></a></h2>



<br>



<figure class="wp-block-embed is-type-video is-provider-youtube wp-block-embed-youtube wp-embed-aspect-16-9 wp-has-aspect-ratio"><div class="wp-block-embed__wrapper">
<iframe title="Fatos sobre Jesus Cristo, por Olavo de Carvalho " width="640" height="360" src="https://www.youtube.com/embed/Se-tW9U08jI?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe>
</div></figure>



<br>



<hr class="wp-block-separator has-alpha-channel-opacity is-style-dots"/>



<br>



<h2 class="wp-block-heading has-text-align-center">Saiba mais, leia:</h2>



<br>



<section id="gm71bf303" class="wp-block-gutentor-m0 alignfull section-gm71bf303 gutentor-module gutentor-module-carousel has-color-bg has-custom-bg gutentor-slick-a-default-desktop gutentor-slick-a-default-tablet gutentor-slick-a-default-mobile"><div class="grid-container"><div class="gutentor-module-carousel-row" data-dots="false" data-dotstablet="false" data-dotsmobile="false" data-arrows="true" data-arrowstablet="true" data-arrowsmobile="true" data-infinite="true" data-autoplay="true" data-draggable="true" data-pauseonfocus="true" data-pauseonhover="true" data-autoplayspeed="4500" data-cmondesktop="false" data-cmontablet="false" data-cmonmobile="false" data-nextarrow="fas fa-angle-right" data-prevarrow="fas fa-angle-left" data-arrowspositiondesktop="gutentor-slick-a-default-desktop" data-arrowspositiontablet="gutentor-slick-a-default-tablet" data-arrowspositionmobile="gutentor-slick-a-default-mobile" data-speed="300" data-slideitemdesktop="2" data-slideitemtablet="3" data-slideitemmobile="1" data-slidescroll-desktop="2" data-slidescroll-tablet="3" data-slidescroll-mobile="1">
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<div id="section-g-t1qfim1" class="wp-block-gutentor-e6 section-g-t1qfim1 gutentor-element gutentor-element-image text-align-center-desktop"><div class="gutentor-element-image-box"><a class="gutentor-element-image-link" href="https://culturadefato.com.br/sudario-autenticidade-comprovada-pela-ciencia/"><div class="gutentor-image-thumb"><img decoding="async" class="normal-image" src="https://culturadefato.com.br/wp-content/uploads/2021/02/SantoSudario.jpg" alt="Santo Sudário" /></div></a></div></div>



<p class="has-text-align-center"><br><a href="https://culturadefato.com.br/sudario-autenticidade-comprovada-pela-ciencia/">Sudário: autenticidade comprovada pela ciência</a><br>(<a href="https://culturadefato.com.br/author/diversos/">diversos autores</a>)</p>
</div></div>



<div id="col-g-11hferx" class="wp-block-gutentor-m0-col col-g-11hferx gutentor-carousel-item"><div id="section-g-11hferx" class="section-g-11hferx gutentor-col-wrap has-color-bg has-custom-bg">
<div id="section-g-uoe9loo" class="wp-block-gutentor-e6 section-g-uoe9loo gutentor-element gutentor-element-image text-align-center-desktop"><div class="gutentor-element-image-box"><a class="gutentor-element-image-link" href="https://culturadefato.com.br/o-santo-sudario-de-turim/"><div class="gutentor-image-thumb"><img decoding="async" class="normal-image" src="https://culturadefato.com.br/wp-content/uploads/2021/01/SudarioRosto.jpg" /></div></a></div></div>



<p class="has-text-align-center"><br><em><a href="https://culturadefato.com.br/o-santo-sudario-de-turim/">O Santo Sudário de Turim</a></em>,<br>por <a href="https://culturadefato.com.br/author/benoitbemelmans/">Benoît Bemelmans</a></p>
</div></div>



<div id="col-g-03n81ua" class="wp-block-gutentor-m0-col col-g-03n81ua gutentor-carousel-item"><div id="section-g-03n81ua" class="section-g-03n81ua gutentor-col-wrap has-color-bg has-custom-bg">
<div id="section-g-lepfdsl" class="wp-block-gutentor-e6 section-g-lepfdsl gutentor-element gutentor-element-image text-align-center-desktop"><div class="gutentor-element-image-box"><a class="gutentor-element-image-link" href="https://culturadefato.com.br/as-biografias-de-jesus-foram-preservadas/"><div class="gutentor-image-thumb"><img decoding="async" class="normal-image" src="https://culturadefato.com.br/wp-content/uploads/2020/12/CristoCarregandoACruz.jpg" alt="recorte da obra: “Cristo carregando a cruz”, criada em 1580 pelo pintor, escultor e arquiteto grego El Greco (1541 - 1614)." /></div></a></div></div>



<p class="has-text-align-center"><br><em><a href="https://culturadefato.com.br/as-biografias-de-jesus-foram-preservadas/">As biografias de Jesus foram preservadas?</a></em>,<br>por <a href="https://culturadefato.com.br/author/leestrobel/">Lee Strobel</a></p>
</div></div>



<div id="col-g-z0m70zr" class="wp-block-gutentor-m0-col col-g-z0m70zr gutentor-carousel-item"><div id="section-g-z0m70zr" class="section-g-z0m70zr gutentor-col-wrap has-color-bg has-custom-bg">
<div id="section-g-9xl3an4" class="wp-block-gutentor-e6 section-g-9xl3an4 gutentor-element gutentor-element-image text-align-center-desktop"><div class="gutentor-element-image-box"><a class="gutentor-element-image-link" href="https://culturadefato.com.br/jesus-realmente-existiu-tres-excertos-da-obra-nao-tenho-fe-suficiente-para-ser-ateu/"><div class="gutentor-image-thumb"><img decoding="async" class="normal-image" src="https://culturadefato.com.br/wp-content/uploads/2025/03/CristoSaoJoaoDaCruz.jpeg" alt="Cristo de São João da Cruz é uma pintura do espanhol Salvador Dalí executada em 1951." /></div></a></div></div>



<p class="has-text-align-center"><br><em><a href="https://culturadefato.com.br/jesus-realmente-existiu-tres-excertos-da-obra-nao-tenho-fe-suficiente-para-ser-ateu/">Jesus realmente existiu? Três excertos da obra “Não tenho fé suficiente para ser ateu”</a> </em>(<a href="https://culturadefato.com.br/author/diversos/">diversos autores</a>)</p>
</div></div>



<div id="col-g-l2y76wp" class="wp-block-gutentor-m0-col col-g-l2y76wp gutentor-carousel-item"><div id="section-g-l2y76wp" class="section-g-l2y76wp gutentor-col-wrap has-color-bg has-custom-bg">
<div id="section-g-umah1vs" class="wp-block-gutentor-e6 section-g-umah1vs gutentor-element gutentor-element-image text-align-center-desktop"><div class="gutentor-element-image-box"><a class="gutentor-element-image-link" href="https://culturadefato.com.br/ha-evidencias-historicas-da-ressurreicao-de-jesus-cristo/"><div class="gutentor-image-thumb"><img decoding="async" class="normal-image" src="https://culturadefato.com.br/wp-content/uploads/2024/03/IncredulidadeDeSaoTome.jpg" alt="Obra: &quot;A Incredulidade de São Tomé&quot; (1601–1602), de Caravaggio (1571 - 1610)." /></div></a></div></div>



<p class="has-text-align-center"><br><em><a href="https://culturadefato.com.br/ha-evidencias-historicas-da-ressurreicao-de-jesus-cristo/">Há evidências históricas da ressurreição de Jesus Cristo?</a></em>, por <a href="https://culturadefato.com.br/author/everaldocescon/">Everaldo Cescon</a></p>
</div></div>



<div id="col-g-gg5bpgr" class="wp-block-gutentor-m0-col col-g-gg5bpgr gutentor-carousel-item"><div id="section-g-gg5bpgr" class="section-g-gg5bpgr gutentor-col-wrap has-color-bg has-custom-bg">
<div id="section-g-ssqpa11" class="wp-block-gutentor-e6 section-g-ssqpa11 gutentor-element gutentor-element-image text-align-center-desktop"><div class="gutentor-element-image-box"><a class="gutentor-element-image-link" href="https://culturadefato.com.br/diversas-provas-de-jesus-cristo/"><div class="gutentor-image-thumb"><img decoding="async" class="normal-image" src="https://culturadefato.com.br/wp-content/uploads/2024/02/TempestadeNoMarDaGalileia_1633_Rembrandt.jpg" alt="Obra: &quot;Tempestade no mar da Galileia&quot; (1633), de Rembrandt Harmenszoon van Rijn (1606 - 1669)." /></div></a></div></div>



<p class="has-text-align-center"><br><em><a href="https://culturadefato.com.br/diversas-provas-de-jesus-cristo/">Diversas provas de Jesus Cristo</a></em>,<br>por <a href="https://culturadefato.com.br/author/blaisepascal/">Blaise Pascal</a></p>
</div></div>
</div></div></section>



<br>
<p>O post <a href="https://culturadefato.com.br/nao-consigo-crer-em-jesus/">“Não consigo crer em Jesus”</a> apareceu primeiro em <a href="https://culturadefato.com.br">Cultura de Fato</a>.</p>
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		<title>Livre arbítrio, atemporalidade em Deus e oração: compatíveis?</title>
		<link>https://culturadefato.com.br/livre-arbitrio-atemporalidade-em-deus-e-oracao-compativeis/</link>
					<comments>https://culturadefato.com.br/livre-arbitrio-atemporalidade-em-deus-e-oracao-compativeis/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[C. S. Lewis]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 24 Feb 2026 00:38:11 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cristianismo]]></category>
		<category><![CDATA[Filosofia e História]]></category>
		<category><![CDATA[Apologética]]></category>
		<category><![CDATA[C. S. Lewis]]></category>
		<category><![CDATA[Charles L. Peterson]]></category>
		<category><![CDATA[Excerto de Livro]]></category>
		<category><![CDATA[Livre Arbítrio]]></category>
		<category><![CDATA[Santo Agostinho]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>"Todos os eventos físicos e todos os atos humanos estão presentes para Deus num eterno Agora. Ainda assim, o livre arbítrio é possível. […] Deus, neste sentido, não criou o universo há muito tempo, mas Ele o cria neste minuto a cada minuto.”</p>
<p>O post <a href="https://culturadefato.com.br/livre-arbitrio-atemporalidade-em-deus-e-oracao-compativeis/">Livre arbítrio, atemporalidade em Deus e oração: compatíveis?</a> apareceu primeiro em <a href="https://culturadefato.com.br">Cultura de Fato</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="has-text-align-center"><em>“Como então podem existir esses dois tempos, o passado e o futuro,</em><br><em>se o passado já não existe e se o futuro ainda não chegou?</em> <em>Quanto ao presente,</em><br><em>se continuasse sempre presente e não passasse ao pretérito,</em> <em>não seria tempo, mas eternidade.”</em><br><span data-tooltip-position="left" data-tooltip="Agostinho de Hipona (354 d. C. - 430 d. C.) foi um dos mais importantes teólogos e filósofos nos primeiros séculos do cristianismo.">Santo Agostinho</span> (354-430)</p>



<p class="has-text-align-right has-small-font-size" id="Epigrafe"><em>* <a href="#Notas">Notas da editoria</a></em></p>



<hr class="wp-block-separator has-css-opacity is-style-wide"/>



<br>



<p class="has-drop-cap">Suponhamos que eu esteja escrevendo um romance. Tenho nas mãos os seguintes problemas: (1) O Velho Senhor A precisa morrer antes do capítulo 15. (2) Será melhor que morra de repente, pois tenho de impedir que altere seu testamento. (3) Sua filha (minha heroína) precisa ficar fora de Londres durante pelo menos três capítulos. (4) Meu herói tem de recuperar a imagem perante a heroína, que perdeu no capítulo 7. (5) Aquele arrogante jovem B, que precisa melhorar antes do final do livro, tem de receber um choque moral a fim de deixar de ser convencido. (6) Não decidimos ainda sobre o emprego de B; mas todo o desenvolvimento do seu personagem exige que tenha um emprego e que o vejamos realmente trabalhando. Como irei introduzir essas seis coisas?… Já sei. E se houvesse um acidente de trem? O Velho A morreria nele, e isso encerra a questão a seu respeito. De fato, o acidente pode ocorrer enquanto viaja para Londres a fim de consultar seu advogado exatamente com a ideia de modificar seu testamento. O que seria mais natural do que sua filha acompanhá-lo? Faremos com que sofra ferimentos leves no acidente, e isso impedirá sua chegada a Londres por quantos capítulos quisermos. E o mocinho pode encontrar-se no mesmo trem, mostrando-se muito calmo e heroico durante o acidente provavelmente salvará a heroína de um vagão em chamas. Isso decide o meu quarto ponto. E o jovem e convencido B? Faremos dele o sinaleiro cuja negligência provocou o desastre. Isso lhe dá o seu choque moral e também o liga ao enredo principal. De fato, no momento em que pensamos no acidente de trem, esse evento único resolverá seis problemas aparentemente isolados.</p>



<p>Esta é sem dúvida, de certa forma, uma imagem intoleravelmente enganadora: primeiro porque (exceto com relação ao convencido B) não estive pensando no bem final de meus personagens, mas na diversão de meus leitores. Segundo, porque estamos simplesmente ignorando o efeito do acidente ferroviário sobre todos os outros passageiros do trem; e finalmente porque fui eu que fiz B transmitir o sinal errado. Isto é, embora eu pretenda que ele possua livre arbítrio, na verdade não tem. Apesar dessas objeções, porém, o exemplo talvez sirva para sugerir como o engenho divino poderia inventar o <em>“</em>enredo<em><em>”</em></em> físico do universo de maneira a fornecer a resposta <em>“</em>providencial<em><em>”</em></em> às necessidades de inúmeras criaturas.</p>



<p class="img-direita"><a href="https://amzn.to/3fkv8Zs" target="_blank" rel="noreferrer noopener nofollow"><img loading="lazy" decoding="async" width="369" height="500" class="wp-image-7401" src="https://culturadefato.com.br/wp-content/uploads/2026/02/CapaMilagres.jpg" alt="Capa da obra: &quot;Milagres&quot;, escrita por C. S. Lewis. Publicada pela Editora Vida, sob ISBN: 978-8573679588."></a>Mas algumas dessas criaturas possuem livre arbítrio. É neste ponto que devemos começar a corrigir a ideia admitidamente falsa da Providência que estivemos usando até agora. Essa imagem, como deve lembrar, era falsa por representar Deus e a natureza habitando um Tempo comum. Mas é provável que a natureza não esteja realmente no Tempo e quase certo que Deus não está. O tempo é provavelmente (como a perspectiva) o modo de nossa percepção. Não existe, portanto, na verdade questão de Deus, em um ponto no tempo (o momento da criação) adaptar a história material do universo em antecipação aos atos voluntários que você ou eu devemos realizar num ponto posterior no Tempo. Todos os eventos físicos e todos os atos humanos estão presentes para Ele num <a href="https://culturadefato.com.br/agora-e-sempre/">eterno Agora</a>. A liberação de vontades finitas e a criação de toda a história material do universo (relacionada com os atos dessas vontades em toda necessária complexidade) é para Ele uma única operação. Deus, neste sentido, não criou o universo há muito tempo, mas Ele o cria neste minuto a cada minuto.</p>



<p>Suponhamos que eu encontre uma folha de papel que já contenha uma linha preta ondulante traçada nela. Eu posso agora me sentar e traçar outras linhas (talvez em vermelho) cuja forma combina com a linha preta, a fim de formar um desenho. Vamos supor agora que a linha preta original seja consciente. Mas ela não é consciente ao longo de todo o seu comprimento de uma só vez, mas somente em cada ponto desse comprimento, um por vez.</p>



<p>A sua consciência está de fato viajando ao longo dessa linha da esquerda para a direita, retendo o ponto A apenas como uma memória ao alcançar B e incapaz de tornar-se consciente de C até deixar B. Vamos dar também livre arbítrio a esta linha negra. Ela escolhe a direção a seguir. A forma ondulante especial que possui é exatamente aquela que deseja ter. Mas embora ela só perceba sua forma escolhida momento a momento e não sabe no ponto D que direção resolverá seguir no ponto F, eu posso ver sua forma inteira e de uma só vez. Em cada momento ela irá encontrar minhas linhas vermelhas à sua espera e adaptadas a ela. Isso é natural, porque eu, ao compor o desenho preto vermelho total tenho diante de mim todo o curso da linha preta e o levo em consideração. Não se trata então de uma impossibilidade, mas simplesmente de meu engenho como desenhista inventar linhas vermelhas que a cada ponto tenham uma relação correta não só com a linha preta, mas umas com as outras, a fim de encher todo o papel com um desenho satisfatório.</p>



<p>A linha preta representa neste exemplo uma criatura com livre arbítrio, as linhas vermelhas representam os eventos materiais, e eu represento Deus. O modelo seria naturalmente mais preciso se eu estivesse fazendo tanto o papel como o padrão e se houvessem centenas de milhares de linhas pretas e não só urna, mas para manter a simplicidade devemos fazer isso.</p>



<p>Veremos que se a linha preta dirigisse orações a mim, eu poderia (se quisesse) atendê-las. Ela ora para que, ao chegar ao ponto N, encontre as linhas vermelhas arranjadas ao redor dele de certa forma. Essa forma, pelas leis do desenho, pode exigir um equilíbrio mediante outros arranjos de linhas vermelhas em partes por completo diferentes do papel algumas no alto ou embaixo, tão distantes da linha preta que ela nada sabe a esse respeito: algumas tão à esquerda que surgem antes do início da linha preta, e outras tão à direita que surgem depois dela ter terminado. (A linha negra chamaria essas partes do papel de “tempo antes de meu nascimento”, e &#8220;tempo depois de minha morte&#8221;.) Mas essas outras partes do padrão exigidas por aquela forma vermelha que a Linha Negra seja em N, não impedem que eu atenda à sua oração. Pois todo o seu curso esteve visível à minha frente desde o momento em que olhei para o papel; e suas exigências no ponto N estão entre as coisas que tomei em consideração ao decidir o padrão total.</p>



<p>A maioria de nossas orações, se plenamente analisadas, pedem um milagre ou acontecimentos cujas bases tiveram de ser lançadas antes de meu nascimento, no começo do universo. Mas para Deus (embora não para mim), tanto eu como a oração que fiz em 1945 estavam tão presentes na criação do mundo como estão agora e estarão daqui há um milhão de anos. O ato criativo de Deus é eterno e eternamente adaptado aos elementos “livres” dentre dele: mas esta adaptação eterna entra em nosso consciente como uma sequência, uma oração e uma resposta.</p>



<br>



<p class="has-text-align-right">Excerto da obra: <em><a href="https://amzn.to/3fkv8Zs" target="_blank" rel="noreferrer noopener nofollow">Milagres</a></em>, escrita por: <a href="https://culturadefato.com.br/author/cslewis/"><span data-tooltip-position="top" data-tooltip="Clive">C</span>. <span data-tooltip-position="top" data-tooltip="Staples ">S</span>. <span data-tooltip-position="top" data-tooltip="C. S. Lewis (1898 - 1963), escritor e apologista cristão irlandês.">Lewis</span></a> (1898 – 1963).<br>Publicado pela <a href="http://www.editoravida.com.br/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Editora Vida</a>, sob <span data-tooltip="ISBN: International Standard Book Number." data-tooltip-position="top">ISBN</span>: 978-8573679588.</p>



<br>



<p class="has-background has-very-light-gray-background-color" id="Notas"><strong>Notas da editoria:</strong><br><br><strong>1</strong>. O título desta postagem (“<em>Livre arbítrio, atemporalidade em Deus e oração: compatíveis?</em>”) não faz parte de nenhum título ou excerto do livro, tendo sido atribuído por esta editoria. <a href="#main"><img loading="lazy" decoding="async" width="17" height="14" class="wp-image-16646" style="width: 17px;" src="https://culturadefato.com.br/wp-content/uploads/2020/07/Subir_FundoCinza.jpg" alt="Subir com fundo cinza"></a><br><strong>2</strong>. A imagem de capa é um recorte da obra “<em>Country Fresh</em>”, de <span data-tooltip-position="top" data-tooltip="Charles L. Peterson (1927-2022), também conhecido como Chick Peterson, foi um artista americano conhecido por pinturas em aquarela e obras de arte marítimas. Ele também era conhecido por pintar fantasmas que não eram em aquarela, mas eram colocados em pinturas em aquarela.">Charles L. Peterson</span> (1927 &#8211; 2022). <a href="#main"><img loading="lazy" decoding="async" width="17" height="14" class="wp-image-16646" style="width: 17px;" src="https://culturadefato.com.br/wp-content/uploads/2020/07/Subir_FundoCinza.jpg" alt="Subir com fundo cinza"></a><br><strong>3</strong>. Este artigo foi publicado originalmente em 30 de março de 2021. A presente edição foi atualizada em 23 de fevereiro de 2026. <a href="#Epigrafe"><img loading="lazy" decoding="async" width="17" height="14" class="wp-image-16646" style="width: 17px;" src="https://culturadefato.com.br/wp-content/uploads/2020/07/Subir_FundoCinza.jpg" alt="Subir com fundo cinza"></a></p>



<ul class="wp-block-list">
<li></li>
</ul>



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<hr class="wp-block-separator has-alpha-channel-opacity is-style-dots"/>



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<h2 class="wp-block-heading has-text-align-center">Mais do autor:</h2>



<br>



<section id="gmfed6141" class="wp-block-gutentor-m0 alignfull section-gmfed6141 gutentor-module gutentor-module-carousel has-color-bg has-custom-bg gutentor-slick-a-default-desktop gutentor-slick-a-default-tablet gutentor-slick-a-default-mobile"><div class="grid-container"><div class="gutentor-module-carousel-row" data-dots="false" data-dotstablet="false" data-dotsmobile="false" data-arrows="true" data-arrowstablet="true" data-arrowsmobile="true" data-infinite="true" data-autoplay="true" data-draggable="true" data-pauseonfocus="true" data-pauseonhover="true" data-autoplayspeed="4500" data-cmondesktop="false" data-cmontablet="false" data-cmonmobile="false" data-nextarrow="fas fa-angle-right" data-prevarrow="fas fa-angle-left" data-arrowspositiondesktop="gutentor-slick-a-default-desktop" data-arrowspositiontablet="gutentor-slick-a-default-tablet" data-arrowspositionmobile="gutentor-slick-a-default-mobile" data-speed="300" data-slideitemdesktop="2" data-slideitemtablet="3" data-slideitemmobile="1" data-slidescroll-desktop="2" data-slidescroll-tablet="3" data-slidescroll-mobile="1">
<div id="col-gm5c4b92" class="wp-block-gutentor-m0-col col-gm5c4b92 gutentor-carousel-item"><div id="section-gm5c4b92" class="section-gm5c4b92 gutentor-col-wrap has-color-bg has-custom-bg">
<div id="section-gd06dba" class="wp-block-gutentor-e6 section-gd06dba gutentor-element gutentor-element-image text-align-center-desktop"><div class="gutentor-element-image-box"><a class="gutentor-element-image-link" href="https://culturadefato.com.br/milagres-nao-quebram-as-leis-da-natureza/"><div class="gutentor-image-thumb"><img decoding="async" class="normal-image" src="https://culturadefato.com.br/wp-content/uploads/2025/02/FarmhouseMountainLakeNature_ThomasKinkade.jpg" alt="Obra: &quot;Farmhouse Mountain Lake Nature&quot;, de Thomas Kinkade (1958 - 2012)." /></div></a></div></div>



<p class="has-text-align-center"><br><a href="https://culturadefato.com.br/milagres-nao-quebram-as-leis-da-natureza/"><em>Milagres não quebram as leis da natureza</em></a></p>
</div></div>



<div id="col-gm1a028e" class="wp-block-gutentor-m0-col col-gm1a028e gutentor-carousel-item"><div id="section-gm1a028e" class="section-gm1a028e gutentor-col-wrap has-color-bg has-custom-bg">
<div id="section-g42a781" class="wp-block-gutentor-e6 section-g42a781 gutentor-element gutentor-element-image text-align-center-desktop"><div class="gutentor-element-image-box"><a class="gutentor-element-image-link" href="https://culturadefato.com.br/racionando-a-razao/"><div class="gutentor-image-thumb"><img decoding="async" class="normal-image" src="https://culturadefato.com.br/wp-content/uploads/2020/09/Circo_Botero.jpg" alt="Uma das obras da série &quot;O Circo&quot;, de Fernando Botero (1932 - 2023)." /></div></a></div></div>



<p class="has-text-align-center"><br><em><a href="https://culturadefato.com.br/racionando-a-razao/">Racionando a razão</a></em></p>
</div></div>



<div id="col-g-l3l9jlj" class="wp-block-gutentor-m0-col col-g-l3l9jlj gutentor-carousel-item"><div id="section-g-l3l9jlj" class="section-g-l3l9jlj gutentor-col-wrap has-color-bg has-custom-bg">
<div id="section-g-xurzugs" class="wp-block-gutentor-e6 section-g-xurzugs gutentor-element gutentor-element-image text-align-center-desktop"><div class="gutentor-element-image-box"><a class="gutentor-element-image-link" href="https://culturadefato.com.br/lei-do-certo-e-do-errado/"><div class="gutentor-image-thumb"><img decoding="async" class="normal-image" src="https://culturadefato.com.br/wp-content/uploads/2020/09/SalomeComCabecaDeJoaoBatista_Caravaggio.jpg" alt="Obra: &quot;Salomé com a Cabeça de São João Batista&quot; (1607), de Caravaggio (1571 - 1610)." /></div></a></div></div>



<p class="has-text-align-center"><br><em><a href="https://culturadefato.com.br/lei-do-certo-e-do-errado/">Lei do certo e do errado</a></em></p>
</div></div>



<div id="col-gmcd9152" class="wp-block-gutentor-m0-col col-gmcd9152 gutentor-carousel-item"><div id="section-gmcd9152" class="section-gmcd9152 gutentor-col-wrap has-color-bg has-custom-bg">
<div id="section-g4328a6" class="wp-block-gutentor-e6 section-g4328a6 gutentor-element gutentor-element-image text-align-center-desktop"><div class="gutentor-element-image-box"><a class="gutentor-element-image-link" href="https://culturadefato.com.br/esperanca/"><div class="gutentor-image-thumb"><img decoding="async" class="normal-image" src="https://culturadefato.com.br/wp-content/uploads/2023/10/RetratoDaDorEsparancaJuanAranoaDeCarredano.jpg" alt="Obra: &quot;Dor e esperança&quot;, por Juan de Aranoa y Carredano 1901 - 1973)" /></div></a></div></div>



<p class="has-text-align-center"><br><a href="https://culturadefato.com.br/esperanca/"><em>Esperança</em></a></p>
</div></div>



<div id="col-gm7c7675" class="wp-block-gutentor-m0-col col-gm7c7675 gutentor-carousel-item"><div id="section-gm7c7675" class="section-gm7c7675 gutentor-col-wrap has-color-bg has-custom-bg">
<div id="section-gce67e9" class="wp-block-gutentor-e6 section-gce67e9 gutentor-element gutentor-element-image text-align-center-desktop"><div class="gutentor-element-image-box"><a class="gutentor-element-image-link" href="https://culturadefato.com.br/esperanca/"><div class="gutentor-image-thumb"><img decoding="async" class="normal-image" src="https://culturadefato.com.br/wp-content/uploads/2024/02/AYoungWomanWritingLetter.jpg" alt="Obra: &quot;Woman Writing a Letter&quot; (1680), por Frans van Mieris the Elder (1635 - 1681)." /></div></a></div></div>



<p class="has-text-align-center"><br><em><a href="https://culturadefato.com.br/conselhos-de-c-s-lewis-para-duas-jovens-escritoras/">Conselhos de C. S. Lewis para duas jovens escritoras</a></em></p>
</div></div>



<div id="col-gm2703ce" class="wp-block-gutentor-m0-col col-gm2703ce gutentor-carousel-item"><div id="section-gm2703ce" class="section-gm2703ce gutentor-col-wrap has-color-bg has-custom-bg">
<div id="section-g534306" class="wp-block-gutentor-e6 section-g534306 gutentor-element gutentor-element-image text-align-center-desktop"><div class="gutentor-element-image-box"><a class="gutentor-element-image-link" href="https://culturadefato.com.br/a-abolicao-do-homem-excertos-dos-principais-temas/"><div class="gutentor-image-thumb"><img decoding="async" class="normal-image" src="https://culturadefato.com.br/wp-content/uploads/2023/05/CSLewis_ValeryFilippov.jpg" alt="Obra: &quot;C. S. Lewis&quot;, por Valery Filippov" /></div></a></div></div>



<p class="has-text-align-center"><br><a href="https://culturadefato.com.br/a-abolicao-do-homem-excertos-dos-principais-temas/"><em>“A abolição do homem”: excertos dos principais temas</em></a></p>
</div></div>



<div id="col-gm34b661" class="wp-block-gutentor-m0-col col-gm34b661 gutentor-carousel-item"><div id="section-gm34b661" class="section-gm34b661 gutentor-col-wrap has-color-bg has-custom-bg">
<div id="section-g2cd038" class="wp-block-gutentor-e6 section-g2cd038 gutentor-element gutentor-element-image text-align-center-desktop"><div class="gutentor-element-image-box"><a class="gutentor-element-image-link" href="https://culturadefato.com.br/a-terrivel-necessidade-da-tribulacao/"><div class="gutentor-image-thumb"><img decoding="async" class="normal-image" src="https://culturadefato.com.br/wp-content/uploads/2021/03/TheAngelDeath_PlagueofRome.jpg" /></div></a></div></div>



<p class="has-text-align-center"><br><a href="https://culturadefato.com.br/a-terrivel-necessidade-da-tribulacao/"><em>A terrível necessidade da tribulação</em></a></p>
</div></div>



<div id="col-gma46a9f" class="wp-block-gutentor-m0-col col-gma46a9f gutentor-carousel-item"><div id="section-gma46a9f" class="section-gma46a9f gutentor-col-wrap has-color-bg has-custom-bg">
<div id="section-g8ee02d" class="wp-block-gutentor-e6 section-g8ee02d gutentor-element gutentor-element-image text-align-center-desktop"><div class="gutentor-element-image-box"><a class="gutentor-element-image-link" href="https://culturadefato.com.br/a-onipotencia-divina/"><div class="gutentor-image-thumb"><img decoding="async" class="normal-image" src="https://culturadefato.com.br/wp-content/uploads/2020/11/PregoCoroa.jpeg" alt="Prego e Coroa de Jesus Cristo" /></div></a></div></div>



<p class="has-text-align-center"><br><a href="https://culturadefato.com.br/a-onipotencia-divina/"><em>A onipotência divina</em></a></p>
</div></div>



<div id="col-gm9a3c94" class="wp-block-gutentor-m0-col col-gm9a3c94 gutentor-carousel-item"><div id="section-gm9a3c94" class="section-gm9a3c94 gutentor-col-wrap">
<div id="section-g1836db" class="wp-block-gutentor-e6 section-g1836db gutentor-element gutentor-element-image gutentor-enabled-width text-align-center-desktop"><div class="gutentor-element-image-box"><a class="gutentor-element-image-link" href="https://culturadefato.com.br/amar-o-proximo-como-a-si-mesmo/"><div class="gutentor-image-thumb"><img decoding="async" class="normal-image" src="https://culturadefato.com.br/wp-content/uploads/2020/10/BomSamaritano.jpg" alt="Ilustração da pintura &quot;O Bom Samaritano&quot;, obra de George Frederic Watts (1817 - 1904)." /></div></a></div></div>



<p class="has-text-align-center"><br><a href="https://culturadefato.com.br/amar-o-proximo-como-a-si-mesmo/"><em>Amar o próximo como a si mesmo?</em></a></p>
</div></div>



<div id="col-gm35dbab" class="wp-block-gutentor-m0-col col-gm35dbab gutentor-carousel-item"><div id="section-gm35dbab" class="section-gm35dbab gutentor-col-wrap">
<div id="section-g2e1104" class="wp-block-gutentor-e6 section-g2e1104 gutentor-element gutentor-element-image gutentor-enabled-width text-align-center-desktop"><div class="gutentor-element-image-box"><a class="gutentor-element-image-link" href="https://culturadefato.com.br/decima-quinta-carta-de-um-diabo-ao-seu-aprendiz/"><div class="gutentor-image-thumb"><img decoding="async" class="normal-image" src="https://culturadefato.com.br/wp-content/uploads/2020/10/OInfernoRecorte.jpg" alt="Obra &quot;O Inferno&quot;: pintura a óleo sobre madeira de carvalho, pintado cerca de 1515 por pintor português, mas de identidade desconhecida." /></div></a></div></div>



<p class="has-text-align-center"><br><a href="https://culturadefato.com.br/decima-quinta-carta-de-um-diabo-ao-seu-aprendiz/"><em>Décima quinta carta de um diabo ao seu aprendiz</em></a></p>
</div></div>



<div id="col-gmfcbd89" class="wp-block-gutentor-m0-col col-gmfcbd89 gutentor-carousel-item"><div id="section-gmfcbd89" class="section-gmfcbd89 gutentor-col-wrap">
<div id="section-gf8995f" class="wp-block-gutentor-e6 section-gf8995f gutentor-element gutentor-element-image gutentor-enabled-width text-align-center-desktop"><div class="gutentor-element-image-box"><a class="gutentor-element-image-link" href="https://culturadefato.com.br/o-culto-perfeito/"><div class="gutentor-image-thumb"><img decoding="async" class="normal-image" src="https://culturadefato.com.br/wp-content/uploads/2020/09/MusicaOuMissa.jpg" alt="Música ou Missa? Perfis de pessoas e cenário com tons de azul, os quais confundem compreender se trata-se de missa ou show de rock." /></div></a></div></div>



<p class="has-text-align-center"><br><a href="https://culturadefato.com.br/o-culto-perfeito/"><em>O culto perfeito</em></a></p>
</div></div>



<div id="col-gma6e829" class="wp-block-gutentor-m0-col col-gma6e829 gutentor-carousel-item"><div id="section-gma6e829" class="section-gma6e829 gutentor-col-wrap">
<div id="section-g578ad3" class="wp-block-gutentor-e6 section-g578ad3 gutentor-element gutentor-element-image"><div class="gutentor-element-image-box"><a class="gutentor-element-image-link" href="https://culturadefato.com.br/lei-do-certo-e-do-errado/"><div class="gutentor-image-thumb"><img decoding="async" class="normal-image" src="https://culturadefato.com.br/wp-content/uploads/2020/09/Justica.jpg" alt="Estátua da justiça (olhos vendados e segurando balança)." /></div></a></div></div>



<p class="has-text-align-center"><br><a href="https://culturadefato.com.br/lei-do-certo-e-do-errado/"><em>Lei do certo e do errado</em></a></p>
</div></div>



<div id="col-gmd8cf55" class="wp-block-gutentor-m0-col col-gmd8cf55 gutentor-carousel-item"><div id="section-gmd8cf55" class="section-gmd8cf55 gutentor-col-wrap">
<div id="section-g813bc6" class="wp-block-gutentor-e6 section-g813bc6 gutentor-element gutentor-element-image"><div class="gutentor-element-image-box"><a class="gutentor-element-image-link" href="https://culturadefato.com.br/sobre-a-obstinacao-na-crenca/"><div class="gutentor-image-thumb"><img decoding="async" class="normal-image" src="https://culturadefato.com.br/wp-content/uploads/2020/09/Confianca.jpeg" alt="Escalando montanha" /></div></a></div></div>



<p class="has-text-align-center"><br><a href="https://culturadefato.com.br/sobre-a-obstinacao-na-crenca/"><em>Sobre a obstinação na crença</em></a></p>
</div></div>



<div id="col-gmde0c1e" class="wp-block-gutentor-m0-col col-gmde0c1e gutentor-carousel-item"><div id="section-gmde0c1e" class="section-gmde0c1e gutentor-col-wrap">
<div id="section-g5b9944" class="wp-block-gutentor-e6 section-g5b9944 gutentor-element gutentor-element-image"><div class="gutentor-element-image-box"><a class="gutentor-element-image-link" href="https://culturadefato.com.br/a-abolicao-do-homem/"><div class="gutentor-image-thumb"><img decoding="async" class="normal-image" src="https://culturadefato.com.br/wp-content/uploads/2020/09/CachoeiraSantaBarbara.jpg" alt="Cachoeira de Santa Bárbara – Chapada dos Veadeiros (GO)" /></div></a></div></div>



<p class="has-text-align-center"><br><a href="https://culturadefato.com.br/a-abolicao-do-homem/"><em>A abolição do homem</em></a></p>
</div></div>



<div id="col-gm5ad499" class="wp-block-gutentor-m0-col col-gm5ad499 gutentor-carousel-item"><div id="section-gm5ad499" class="section-gm5ad499 gutentor-col-wrap">
<div id="section-g578bae" class="wp-block-gutentor-e6 section-g578bae gutentor-element gutentor-element-image"><div class="gutentor-element-image-box"><a class="gutentor-element-image-link" href="https://culturadefato.com.br/agora-e-sempre/"><div class="gutentor-image-thumb"><img decoding="async" class="normal-image" src="https://culturadefato.com.br/wp-content/uploads/2020/08/Eternidade.jpg" alt="Despertador se desfazendo" /></div></a></div></div>



<p class="has-text-align-center"><br><a href="https://culturadefato.com.br/agora-e-sempre/"><em>Agora é sempre</em></a></p>
</div></div>



<div id="col-gm66deac" class="wp-block-gutentor-m0-col col-gm66deac gutentor-carousel-item"><div id="section-gm66deac" class="section-gm66deac gutentor-col-wrap">
<div id="section-g33e697" class="wp-block-gutentor-e6 section-g33e697 gutentor-element gutentor-element-image"><div class="gutentor-element-image-box"><a class="gutentor-element-image-link" href="https://culturadefato.com.br/ceu-e-sexualidade/"><div class="gutentor-image-thumb"><img decoding="async" class="normal-image" src="https://culturadefato.com.br/wp-content/uploads/2020/08/Casamento.jpg" alt="Casamento (casal sentado nas nuvens)" /></div></a></div></div>



<p class="has-text-align-center"><br><a href="https://culturadefato.com.br/ceu-e-sexualidade/"><em>Céu e sexualidade</em></a></p>
</div></div>



<div id="col-gm681b9f" class="wp-block-gutentor-m0-col col-gm681b9f gutentor-carousel-item"><div id="section-gm681b9f" class="section-gm681b9f gutentor-col-wrap">
<div id="section-gbb50b4" class="wp-block-gutentor-e6 section-gbb50b4 gutentor-element gutentor-element-image"><div class="gutentor-element-image-box"><a class="gutentor-element-image-link" href="https://culturadefato.com.br/bondade-divina/"><div class="gutentor-image-thumb"><img decoding="async" class="normal-image" src="https://culturadefato.com.br/wp-content/uploads/2020/09/CapsulaComCoracoes.jpg" alt="Capsula com corações" /></div></a></div></div>



<p class="has-text-align-center"><br><a href="https://culturadefato.com.br/bondade-divina/"><em>Bondade Divina</em></a></p>
</div></div>



<div id="col-gmcfcb72" class="wp-block-gutentor-m0-col col-gmcfcb72 gutentor-carousel-item"><div id="section-gmcfcb72" class="section-gmcfcb72 gutentor-col-wrap">
<div id="section-g218c2e" class="wp-block-gutentor-e6 section-g218c2e gutentor-element gutentor-element-image"><div class="gutentor-element-image-box"><a class="gutentor-element-image-link" href="https://culturadefato.com.br/a-vida-crista-e-um-empreendimento-mercenario/"><div class="gutentor-image-thumb"><img decoding="async" class="normal-image" src="https://culturadefato.com.br/wp-content/uploads/2020/09/servir-ao-dinheiro.jpg" alt="Vela feita por moedas representando servidão ao dinheiro." /></div></a></div></div>



<p class="has-text-align-center"><br><a href="https://culturadefato.com.br/a-vida-crista-e-um-empreendimento-mercenario/"><em>A vida cristã é um empreendimento mercenário?</em></a></p>
</div></div>
</div></div></section>



<br>
<p>O post <a href="https://culturadefato.com.br/livre-arbitrio-atemporalidade-em-deus-e-oracao-compativeis/">Livre arbítrio, atemporalidade em Deus e oração: compatíveis?</a> apareceu primeiro em <a href="https://culturadefato.com.br">Cultura de Fato</a>.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Jesus realmente existiu? Três excertos da obra “Não tenho fé suficiente para ser ateu”</title>
		<link>https://culturadefato.com.br/jesus-realmente-existiu-tres-excertos-da-obra-nao-tenho-fe-suficiente-para-ser-ateu/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Diversos]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 05 Mar 2025 21:09:10 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cristianismo]]></category>
		<category><![CDATA[Filosofia e História]]></category>
		<category><![CDATA[Apologética]]></category>
		<category><![CDATA[Excerto de Livro]]></category>
		<category><![CDATA[Flávio Josefo]]></category>
		<category><![CDATA[Frank Turek]]></category>
		<category><![CDATA[Jesus Cristo]]></category>
		<category><![CDATA[Norman Geisler]]></category>
		<category><![CDATA[Tom Clancy]]></category>
		<category><![CDATA[Vespasiano]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://culturadefato.com.br/?p=24276</guid>

					<description><![CDATA[<p>“Quantas fontes não-cristãs fazem menção a Jesus? Incluindo Josefo, existem dez outros escritores não-cristãos conhecidos que mencionam Jesus num período de até 150 anos depois de sua morte.”</p>
<p>O post <a href="https://culturadefato.com.br/jesus-realmente-existiu-tres-excertos-da-obra-nao-tenho-fe-suficiente-para-ser-ateu/">Jesus realmente existiu? Três excertos da obra “Não tenho fé suficiente para ser ateu”</a> apareceu primeiro em <a href="https://culturadefato.com.br">Cultura de Fato</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="has-text-align-center">“<em>Ninguém duvida que&nbsp;Aristóteles (384 – 322 a. C.) tenha existido, mesmo que tenha nascido quase quatro séculos antes de Cristo, da mesma maneira, ou ainda com mais afinco, nenhum historiador de renome suspeita que o homem dos evangelhos seja o principal personagem de uma fábula.</em>”<br>Trecho do artigo: <a href="https://culturadefato.com.br/o-que-e-cultura/"><em>O que é cultura</em></a>.</p>



<hr class="wp-block-separator has-alpha-channel-opacity is-style-wide"/>



<br>



<h2 class="wp-block-heading">1. O evangelho de acordo com os não-cristãos</h2>



<br>



<p class="has-drop-cap">No ano 66 d.C., os judeus da Palestina iniciaram uma revolta contra o governo romano que, para dizer o mínimo, não agradou aos romanos. O imperador enviou tropas lideradas pelo <span data-tooltip="Tito Flávio Vespasiano, nasceu em 17 de novembro de 9 e faleceu em 23 de junho de 1979. Foi imperador romano, o primeiro da dinastia flaviana, que ocupou o poder em 69." data-tooltip-position="top"><a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Vespasiano" target="_blank" rel="noreferrer noopener nofollow">general Vespasiano</a></span> para conter a rebelião e retomar o controle das áreas rebeldes. Em 67, Vespasiano liderou um cerco à cidade rebelde de Jotapata, na Galiléia. No 47º dia daquele cerco, um jovem revolucionário judeu optou por entregar-se ao exército romano, muito superior, em vez de cometer suicídio — um destino que muitos de seus compatriotas haviam escolhido. Aquele jovem recebeu o favor de Vespasiano e, depois, foi levado a Roma pelo general Tito, filho de Vespasiano; mais tarde, Tito destruiu Jerusalém e o templo judeu no ano 70 d.C.</p>



<p>Aquele jovem era <span data-tooltip="Flávio Josefo (37 d. C. - 100 d. C.) historiador também também conhecido pelo nome hebraico ''Yosef ben Mattityahu''." data-tooltip-position="top">Flávio Josefo</span> (c. 37-100 d.C.) que, por fim, tornou-se o maior historiador judeu de sua época. Josefo começou a escrever documentos históricos em Roma, enquanto trabalhava como historiador do imperador romano Domiciano. Foi ali que escreveu sua autobiografia e duas obras históricas importantes. Uma dessas obras é sua atualmente famosa <em><a href="https://amzn.to/39sDGIM" target="_blank" rel="noreferrer noopener sponsored nofollow">Antiguidades dos judeus</a></em> [publicada em português pela CPAD], concluída por volta do ano 93. No livro 18, capítulo 3, seção 3 dessa obra, Josefo, que não era cristão, escreveu estas palavras:</p>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow">
<p><em>“Nessa época [a época de&nbsp;</em><a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/P%C3%B4ncio_Pilatos" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Pilatos</a><em>], havia um homem sábio chamado Jesus. Sua conduta era boa e [ele] era conhecido por ser virtuoso. Muitos judeus e de outras nações tornaram-se seus discípulos. Pilatos condenou-o à crucificação e à morte. Mas aqueles que se tornaram seus discípulos não abandonaram seu discipulado, antes relataram que Jesus havia reaparecido três dias depois de sua crucificação e que estava vivo; por causa disso, ele talvez fosse o Messias, sobre quem os profetas contaram maravilhas.”</em><strong><sup><a href="#Nota01" id="Ref01">1</a></sup></strong></p>
</blockquote>



<p>Essa não foi a única menção feita a Jesus por Josefo.<strong><sup><a id="Ref02" href="#Nota02">2</a></sup></strong> Em outra passagem das <em><a href="https://amzn.to/39sDGIM" target="_blank" rel="noreferrer noopener sponsored nofollow">Antiguidades dos judeus</a>,</em> Josefo revelou de que maneira o novo sumo sacerdote dos judeus (<a href="https://www.google.com/search?q=Ananus&amp;oq=Ananus&amp;gs_lcrp=EgZjaHJvbWUyDAgAEEUYORjjAhiABDIHCAEQLhiABDIJCAIQABgKGIAEMgkIAxAAGAoYgAQyCQgEEAAYChiABDIJCAUQABgKGIAEMg8IBhAuGAoYrwEYxwEYgAQyCQgHEAAYChiABDIJCAgQABgKGIAEMgkICRAAGAoYgATSAQczOTFqMGo0qAIAsAIB&amp;sourceid=chrome&amp;ie=UTF-8" target="_blank" rel="noreferrer noopener nofollow">Ananus</a>, o jovem) valeu-se de um hiato no governo romano para matar Tiago, o irmão de Jesus. Isso aconteceu no ano 62, quando o imperador romano Festo morreu repentinamente durante seu ofício. Três meses se passaram até que seu sucessor, Albino, pudesse chegar à Judéia, abrindo um grande espaço de tempo para que Ananus realizasse seu trabalho sujo. Josefo descreve o incidente da seguinte maneira:</p>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow">
<p>Festo está morto, e Albino está a caminho. Assim, ele [Ananus, o sumo sacerdote] reuniu o Sinédrio dos juízes e trouxe diante deles o irmão de Jesus, que era chamado Cristo, cujo nome era Tiago, e alguns outros [ou alguns de seus companheiros] e, quando havia formulado uma acusação contra eles como transgressores da lei, ele os entregou para que fossem apedrejados.<strong><a href="#Nota03" id="Ref03"><sup>3</sup></a></strong></p>
</blockquote>



<p>Temos aqui não apenas outra referência do século I feita a Jesus, mas a confirmação de que tinha um irmão chamado Tiago que, obviamente, não era benquisto pelas autoridades judaicas. Poderia ser o caso de Tiago ter sido martirizado por ser ele o líder da igreja de Jerusalém, como o NT deixa implícito?<strong><sup><a href="#Nota04" id="Ref04">4</a></sup></strong></p>



<p class="Ref05">Quantas fontes não-cristãs fazem menção a Jesus? Incluindo Josefo, existem dez outros escritores não-cristãos conhecidos que mencionam Jesus num período de até 150 anos depois de sua morte.<strong><a href="#Nota05" id="Ref05"><sup>5</sup></a></strong> Por outro lado, nesses mesmos 150 anos, existem nove fontes não-cristãs que mencionam <span data-tooltip="Tibério Cláudio César Augusto Germânico (10 a. C. - 54 d. C.) foi o quarto imperador romano da dinastia júlio-claudiana, e governou de 24 de janeiro de 41 d.C. até a sua morte." data-tooltip-position="top">Tibério César</span>, o <em>imperador</em> romano dos tempos de Jesus.<strong><sup><a id="Ref06" href="#Nota06">6</a></sup></strong> Assim, descontando todas as fontes cristãs, em relação ao imperador romano existe uma fonte a mais que menciona Jesus. Se você incluir as fontes cristãs, os autores que mencionam Jesus superam aqueles que mencionam Tibério numa proporção de 43 para 10!<strong><a href="#Nota07" id="Ref07"><sup>7</sup></a></strong></p>



<br>



<h2 class="wp-block-heading">2. Novo Testamento: romance histórico ou história romanceada?</h2>



<br>



<p class="has-text-align-right has-small-font-size">Este tópico é totalmente compreensível. No entanto, lembre-se de que se trata<br>de um excerto do livro <em><a href="https://amzn.to/3nEsf6N" target="_blank" rel="noreferrer noopener sponsored nofollow">Não tenho fé suficiente para ser ateu</a></em>, motivo pelo qual os<br>próximos parágrafos citam referências indisponíveis, mas intuitivas dentro deste contexto.</p>



<br>



<p class="has-drop-cap">A despeito desses mais de 140 detalhes de testemunhas oculares e mais de 30 referências a pessoas reais, um cético de coração duro poderia dizer: “Mas isso não significa necessariamente que o <span data-tooltip-position="top" data-tooltip="Novo Testamento">NT</span> seja verdadeiro. Suponha que ele seja um romance histórico — uma ficção ambientada num contexto histórico real — alguma coisa parecida com um romance de <span data-tooltip-position="top" data-tooltip="Thomas Leo Clancy Jr. (1947 - 2013) foi um escritor e historiador norte-americano, conhecido por seus enredos detalhados de espionagem e de ciência militar que ocorrem durante e depois da Guerra Fria.">Tom Clancy</span>”.</p>



<p>Existem muitos problemas com essa teoria. Em primeiro lugar, ela não pode explicar por que escritores independentes não-cristãos revelam coletivamente uma sequência de fatos similar aos do NT. Se os acontecimentos do NT são ficção, por que esses escritores registrariam alguns desses fatos como se realmente tivessem acontecido?</p>



<p class="img-direita"><img loading="lazy" decoding="async" width="353" height="459" class="wp-image-4058" src="https://culturadefato.com.br/wp-content/uploads/2020/11/NaoTenhoFeSuficienteParaSerAteu.jpg" alt="Capa da obra: &quot;Não tenho fé suficiente para ser ateu&quot;">Em segundo lugar, essa teoria não pode explicar por que os autores do NT passaram por perseguição, tortura e morte. Por que eles teriam feito isso em favor de uma ficção? (Veremos mais sobre isso no capítulo seguinte.)</p>



<p>Em terceiro lugar, os romancistas históricos normalmente não usam nomes de pessoas reais para as personagens principais de suas histórias. Se o fizessem, essas pessoas reais — especialmente oficiais de grande importância do governo e da religião — poderiam negar a história, destruindo a credibilidade dos autores e, talvez, até mesmo usando de ações punitivas contra eles por terem feito isso. Como já vimos, o NT inclui pelo menos 30 personagens históricas reais que foram confirmadas por fontes não-cristãs, muitas dessas são líderes proeminentes e poderosas.</p>



<p>Por fim, uma vez que o NT contém múltiplos relatos independentes desses acontecimentos, feitos por nove autores diferentes, a teoria do romance histórico exigiria uma grande conspiração por um período variando de 20 a 50 anos entre esses nove autores espalhados por todo o mundo antigo. Isso também não é plausível. De fato, a afirmação de que os acontecimentos do NT são parte de uma grande conspiração existe apenas em romances. No mundo real, tais afirmações são esmagadas pelo peso das evidências.</p>



<br>



<h2 class="wp-block-heading">3. O Novo Testamento: uma única fonte ou muitas fontes?</h2>



<br>



<p class="has-drop-cap">“Espere!“, pode protestar o cético. “Você pode ter o depoimento de testemunhas oculares, mas não pode acreditar no NT porque ele provém de uma fonte apenas. Eles não são &#8216;múltiplos relatos independentes&#8217; como você diz!”. Esse é um erro comum que os céticos cometem porque deixam de fazer a distinção entre a Bíblia como um “livro religioso“ e os documentos históricos que compõem a Bíblia.</p>



<p>Quando consideramos a historicidade do NT, somos constantemente lembrados de que o NT que temos na Bíblia é uma <em>coleção</em> de escritos bastante independentes saídos da pena de nove autores diferentes. Ele não foi escrito ou editado por uma pessoa ou pela igreja. Embora os autores do NT descrevam um mesmo acontecimento e possam até mesmo ter extraído material de uma mesma fonte antiga, as evidências indicam que os documentos do NT contêm várias linhas de depoimentos independentes de testemunhas oculares.</p>



<p>Como podemos saber que temos depoimentos independentes de testemunhas oculares? Porque 1) cada um dos autores principais inclui material antigo e singular que apenas uma testemunha ocular poderia conhecer e 2) seus relatos descrevem os mesmos acontecimentos básicos, mas incluem detalhes divergentes. Por que os detalhes divergentes são importantes? Porque, se esses relatos fossem todos de uma única fonte ou de um único editor, haveria a harmonização, e não a <strong><sup><a href="#Nota02" id="Ref02">2</a></sup></strong> divergência dos detalhes. Quando relatos antigos contam a mesma história básica mas incluem detalhes divergentes, os historiadores corretamente concluem que eles possuem relatos independentes de testemunhas oculares dos fatos históricos reais (teste histórico nº 3). A história certamente não pode ser inventada porque fontes independentes jamais poderiam inventar a mesma história ficcional.</p>



<p>Por esse critério, sabemos que João e Marcos são independentes e sabemos que Lucas e Mateus diferem o suficiente de Marcos e um do outro para serem produtos de testemunho independente também. Desse modo, existem pelo menos quatro fontes independentes da história básica do NT, e, acrescentando-se Paulo (1Co 15.8) e Pedro (1Pe 1.21) à mistura, existem pelo menos seis fontes independentes da ressurreição de Jesus.</p>



<p>Seis testemunhas oculares sadias e sóbrias, que se recusam a abnegar seu testemunho mesmo sob ameaça de morte, seriam capazes de convencer qualquer um de qualquer coisa num tribunal (mesmo sem as linhas adicionais de evidências corroborantes que apóiam a história do NT). Os depoimentos das testemunhas oculares conduzem a um veredicto que certamente está nos limites de dúvida justificável. A não ser que você tenha visto o acontecimento por si mesmo, não é possível ter um grau maior de certeza de que tais fatos históricos realmente aconteceram.</p>



<br>



<p class="has-text-align-right">Extraído do livro <em><a href="https://amzn.to/3nEsf6N" target="_blank" rel="noreferrer noopener sponsored nofollow">Não tenho fé suficiente para ser ateu</a></em>. Publicado pela <a href="http://www.editoravida.com.br/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Editora Vida</a>, sob <span data-tooltip="ISBN: International Standard Book Number" data-tooltip-position="top">ISBN</span>: 978-8573679281.<br>Escrito por: <a href="https://culturadefato.com.br/author/normangeisler/">Norman L. Geisler</a> (1932 – 2019) e Frank Turek. Traduzido por <a href="https://pt-br.facebook.com/emirson.justino" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Emirson Justino</a>.</p>



<br>



<p class="has-background has-very-light-gray-background-color"><strong>Notas:</strong></p>



<br>



<ol class="wp-block-list">
<li id="Nota01">Existe uma versão dessa citação na qual Josefo afirma que Jesus era o Messias, mas a maioria dos estudiosos acredita que os cristãos mudaram a citação para que fosse lida dessa maneira. De acordo com Orígenes, um dos pais da Igreja, nascido no século lI, Josefo não era cristão. Desse modo, é improvável que ele pudesse afirmar que Jesus era o Messias. A versão que citamos aqui vem de um texto árabe que, acredita-se, não foi corrompido. <a href="#Ref01"><img loading="lazy" decoding="async" width="14" height="10" class="wp-image-105" style="width: 14px;" src="https://culturadefato.com.br/wp-content/uploads/2020/06/Subir.jpg" alt="Subir"></a></li>



<li id="Nota02">Por que Josefo não fez mais referências a Jesus? Podemos conjecturar que, como historiador do imperador, Josefo tinha de escolher os temas e as palavras com muito cuidado. De modo mais patente, Domiciano suspeitava de tudo o que pudesse ser associado a sedição. Esta nova seita chamada cristianismo poderia ter sido considerada sediciosa porque os cristãos tinham esse novo e estranho sistema de crenças e recusavam-se a adorar César e os deuses romanos. Como resultado disso, Josefo certamente não queria alarmar ou irritar seu chefe ao escrever um grande número de comentários favoráveis sobre o cristianismo. Todavia, essas duas referências confirmam a existência de Jesus e de Tiago e corrobora os relatos do Novo Testamento. <a href="#Ref02"><img loading="lazy" decoding="async" width="14" height="10" class="wp-image-105" style="width: 14px;" src="https://culturadefato.com.br/wp-content/uploads/2020/06/Subir.jpg" alt="Subir"></a></li>



<li id="Nota03"><em>Antiguidades</em>, 20.9.1. <a href="#Ref03"><img loading="lazy" decoding="async" width="14" height="10" class="wp-image-105" style="width: 14px;" src="https://culturadefato.com.br/wp-content/uploads/2020/06/Subir.jpg" alt="Subir"></a></li>



<li id="Nota04">VAt 21.17,18; cf. 15.13. <a href="#Ref04"><img loading="lazy" decoding="async" width="14" height="10" class="wp-image-105" style="width: 14px;" src="https://culturadefato.com.br/wp-content/uploads/2020/06/Subir.jpg" alt="Subir"></a></li>



<li id="Nota05">As dez fontes não-cristãs são: Josefo; Tácito, historiador romano; Plínio, o Jovem, político romano; Flegon, escravo liberto que escrevia histórias; Talo, historiador do século I; Suetônio, historiador romano; Luciano, satirista grego; Celso, filósofo romano; Mara bar Serapion, cidadão reservado que escrevia para seu filho; e o Talmude. Você poderá encontrar uma lista completa das menções a Cristo feitas por essas fontes em Norman L. Gelisler, <em><a href="https://amzn.to/3XpyjV2" target="_blank" rel="noreferrer noopener sponsored nofollow">Enciclopédia de apologética</a></em>. São Paulo: Vida, 2002, p. 447-52; v. tb. Gary Habermas, <em>The Historical Jesus</em>. Joplin, Mo.: College Press, 1996, capo 9. <a href="#Ref05"><img loading="lazy" decoding="async" width="14" height="10" class="wp-image-105" style="width: 14px;" src="https://culturadefato.com.br/wp-content/uploads/2020/06/Subir.jpg" alt="Subir"></a></li>



<li id="Nota06">Gary Habermas &amp; Michael Licona. <em>The Case for the Resurrection o/Jesus. Grand Rapids</em>, Mich.: Kregel Publications, 2004. <a href="#Ref06"><img loading="lazy" decoding="async" width="14" height="10" class="wp-image-105" style="width: 14px;" src="https://culturadefato.com.br/wp-content/uploads/2020/06/Subir.jpg" alt="Subir"></a></li>



<li id="Nota07">Uma vez que Lucas menciona Tibério, o número total de autores que menciona Tibério é dez. V Habermas &amp; Licona, <em>The Case for the Resurrection o/Jesus</em>. Adicionamos o Talmude à lista montada por Habermas e Licona porque é provável que ele tenha sido composto no início do século II, dentro do período de 150 anos após a morte de Jesus. Consequentemente, nossa contagem é 43 a 10, em vez de 42 a 9, conforme sugerido por Habermas e Licona. <a href="#Ref07"><img loading="lazy" decoding="async" width="14" height="10" class="wp-image-105" style="width: 14px;" src="https://culturadefato.com.br/wp-content/uploads/2020/06/Subir.jpg" alt="Subir"></a></li>
</ol>



<br>



<p class="has-background has-very-light-gray-background-color"><strong>Nota da editoria:</strong><br><br>Imagem da capa: “<em><a href="https://www.vaticannews.va/pt/vaticano/news/2024-05/cristo-dali-roma-abertura-exposicao.html" target="_blank" rel="noreferrer noopener nofollow">Cristo de São João da Cruz</a></em>” (1951), de Salvador Dali (1904 – 1989).</p>



<br>



<hr class="wp-block-separator has-alpha-channel-opacity is-style-dots"/>



<br>



<h2 class="wp-block-heading has-text-align-center">Compreenda mais, leia:</h2>



<br>



<section id="gm9507fe2" class="wp-block-gutentor-m0 alignfull section-gm9507fe2 gutentor-module gutentor-module-carousel has-color-bg has-custom-bg gutentor-slick-a-default-desktop gutentor-slick-a-default-tablet gutentor-slick-a-default-mobile"><div class="grid-container"><div class="gutentor-module-carousel-row" data-dots="false" data-dotstablet="false" data-dotsmobile="false" data-arrows="true" data-arrowstablet="true" data-arrowsmobile="true" data-infinite="true" data-autoplay="true" data-draggable="true" data-pauseonfocus="true" data-pauseonhover="true" data-autoplayspeed="4500" data-cmondesktop="false" data-cmontablet="false" data-cmonmobile="false" data-nextarrow="fas fa-angle-right" data-prevarrow="fas fa-angle-left" data-arrowspositiondesktop="gutentor-slick-a-default-desktop" data-arrowspositiontablet="gutentor-slick-a-default-tablet" data-arrowspositionmobile="gutentor-slick-a-default-mobile" data-speed="300" data-slideitemdesktop="2" data-slideitemtablet="3" data-slideitemmobile="2" data-slidescroll-desktop="2" data-slidescroll-tablet="3" data-slidescroll-mobile="2">
<div id="col-gmfa71c5" class="wp-block-gutentor-m0-col col-gmfa71c5 gutentor-carousel-item"><div id="section-gmfa71c5" class="section-gmfa71c5 gutentor-col-wrap has-color-bg has-custom-bg">
<div id="section-g313274" class="wp-block-gutentor-e6 section-g313274 gutentor-element gutentor-element-image text-align-center-desktop"><div class="gutentor-element-image-box"><a class="gutentor-element-image-link" href="https://culturadefato.com.br/sudario-autenticidade-comprovada-pela-ciencia/"><div class="gutentor-image-thumb"><img decoding="async" class="normal-image" src="https://culturadefato.com.br/wp-content/uploads/2021/02/SantoSudario.jpg" alt="Santo Sudário" /></div></a></div></div>



<p class="has-text-align-center"><br><a href="https://culturadefato.com.br/sudario-autenticidade-comprovada-pela-ciencia/"><em>Sudário: autenticidade comprovada pela ciência</em></a> (diversos autores)</p>
</div></div>



<div id="col-gm057615" class="wp-block-gutentor-m0-col col-gm057615 gutentor-carousel-item"><div id="section-gm057615" class="section-gm057615 gutentor-col-wrap has-color-bg has-custom-bg">
<div id="section-g5d3b15" class="wp-block-gutentor-e6 section-g5d3b15 gutentor-element gutentor-element-image text-align-center-desktop"><div class="gutentor-element-image-box"><a class="gutentor-element-image-link" href="https://culturadefato.com.br/o-santo-sudario-de-turim/"><div class="gutentor-image-thumb"><img decoding="async" class="normal-image" src="https://culturadefato.com.br/wp-content/uploads/2021/01/SudarioRosto.jpg" /></div></a></div></div>



<p class="has-text-align-center"><br><em><a href="https://culturadefato.com.br/o-santo-sudario-de-turim/">O Santo Sudário de Turim</a></em>,<br>por <a href="https://culturadefato.com.br/author/benoitbemelmans/">Benoît Bemelmans</a></p>
</div></div>



<div id="col-gm1f6884" class="wp-block-gutentor-m0-col col-gm1f6884 gutentor-carousel-item"><div id="section-gm1f6884" class="section-gm1f6884 gutentor-col-wrap has-color-bg has-custom-bg">
<div id="section-gced1ad" class="wp-block-gutentor-e6 section-gced1ad gutentor-element gutentor-element-image text-align-center-desktop"><div class="gutentor-element-image-box"><a class="gutentor-element-image-link" href="https://culturadefato.com.br/diversas-provas-de-jesus-cristo/"><div class="gutentor-image-thumb"><img decoding="async" class="normal-image" src="https://culturadefato.com.br/wp-content/uploads/2024/02/TempestadeNoMarDaGalileia_1633_Rembrandt.jpg" alt="Obra: &quot;Tempestade no mar da Galileia&quot; (1633), de Rembrandt Harmenszoon van Rijn (1606 - 1669)." /></div></a></div></div>



<p class="has-text-align-center"><br><em><a href="https://culturadefato.com.br/diversas-provas-de-jesus-cristo/">Diversas provas de Jesus Cristo</a></em>,<br>por <a href="https://culturadefato.com.br/author/blaisepascal/">Blaise Pascal</a></p>
</div></div>



<div id="col-gme8a29d" class="wp-block-gutentor-m0-col col-gme8a29d gutentor-carousel-item"><div id="section-gme8a29d" class="section-gme8a29d gutentor-col-wrap has-color-bg has-custom-bg">
<div id="section-g44fdd0" class="wp-block-gutentor-e6 section-g44fdd0 gutentor-element gutentor-element-image text-align-center-desktop"><div class="gutentor-element-image-box"><a class="gutentor-element-image-link" href="https://culturadefato.com.br/ha-evidencias-historicas-da-ressurreicao-de-jesus-cristo/"><div class="gutentor-image-thumb"><img decoding="async" class="normal-image" src="https://culturadefato.com.br/wp-content/uploads/2024/03/IncredulidadeDeSaoTome.jpg" alt="Obra: &quot;A Incredulidade de São Tomé&quot; (1601–1602), de Caravaggio (1571 - 1610)." /></div></a></div></div>



<p class="has-text-align-center"><br><em><a href="https://culturadefato.com.br/ha-evidencias-historicas-da-ressurreicao-de-jesus-cristo/">Há evidências históricas da ressurreição de Jesus Cristo?</a></em>, por <a href="https://culturadefato.com.br/author/everaldocescon/">Everaldo Cescon</a></p>
</div></div>



<div id="col-gm76462e" class="wp-block-gutentor-m0-col col-gm76462e gutentor-carousel-item"><div id="section-gm76462e" class="section-gm76462e gutentor-col-wrap">
<div id="section-g826bb3" class="wp-block-gutentor-e6 section-g826bb3 gutentor-element gutentor-element-image gutentor-enabled-width text-align-center-desktop"><div class="gutentor-element-image-box"><a class="gutentor-element-image-link" href="https://culturadefato.com.br/ainda-sobre-pascoa-que-e-o-fato-mais-importante-de-toda-a-historia/"><div class="gutentor-image-thumb"><img decoding="async" class="normal-image" src="https://culturadefato.com.br/wp-content/uploads/2024/04/Pentecostes_1732_JeanLiRestout.jpg" alt="Obra: &quot;Pentecostes&quot; (1732) por Jean Ii Restout (1692 - 1768)." /></div></a></div></div>



<p class="has-text-align-center"><br><a href="https://culturadefato.com.br/ainda-sobre-pascoa-que-e-o-fato-mais-importante-de-toda-a-historia/"><em>Ainda sobre a Páscoa, que é o fato mais importante de toda a história</em></a>, por <a href="https://culturadefato.com.br/author/marktapscott/">Mark Tapscott</a></p>
</div></div>



<div id="col-gme3d0b6" class="wp-block-gutentor-m0-col col-gme3d0b6 gutentor-carousel-item"><div id="section-gme3d0b6" class="section-gme3d0b6 gutentor-col-wrap">
<div id="section-g6dab0f" class="wp-block-gutentor-e6 section-g6dab0f gutentor-element gutentor-element-image gutentor-enabled-width text-align-center-desktop"><div class="gutentor-element-image-box"><a class="gutentor-element-image-link" href="https://culturadefato.com.br/triunfo-da-cruz/"><div class="gutentor-image-thumb"><img decoding="async" class="normal-image" src="https://culturadefato.com.br/wp-content/uploads/2024/03/CristoCarregandoACruz-min.jpg" alt="Obra: &quot;Cristo carregando a cruz&quot; (aprox. 1565), de Ticiano Vecellio (1490–1576)." /></div></a></div></div>



<p class="has-text-align-center"><br><em><a href="https://culturadefato.com.br/triunfo-da-cruz/">Triunfo da cruz</a></em>,<br>por <a href="https://culturadefato.com.br/author/revistacatolicismo/">Revista Catolicismo</a></p>
</div></div>



<div id="col-gma44c98" class="wp-block-gutentor-m0-col col-gma44c98 gutentor-carousel-item"><div id="section-gma44c98" class="section-gma44c98 gutentor-col-wrap">
<div id="section-g2334b2" class="wp-block-gutentor-e6 section-g2334b2 gutentor-element gutentor-element-image"><div class="gutentor-element-image-box"><a class="gutentor-element-image-link" href="https://culturadefato.com.br/jesus-nasceu-mesmo-no-dia-25-de-dezembro/"><div class="gutentor-image-thumb"><img decoding="async" class="normal-image" src="https://culturadefato.com.br/wp-content/uploads/2023/12/GilmondeAzulejosNascimentoDeJesus.jpg" alt="Painel de Azulejos em Gilmonde, Barcelos, Portugal. (Fábrica Aleluia, Aveiro, 1988)." /></div></a></div></div>



<p class="has-text-align-center"><br><em><a href="https://culturadefato.com.br/jesus-nasceu-mesmo-no-dia-25-de-dezembro/">Jesus nasceu mesmo no dia 25 de dezembro?</a></em> por <a href="https://culturadefato.com.br/author/padrepauloricardo/">Padre Paulo Ricardo</a></p>
</div></div>



<div id="col-gma73e3a" class="wp-block-gutentor-m0-col col-gma73e3a gutentor-carousel-item"><div id="section-gma73e3a" class="section-gma73e3a gutentor-col-wrap">
<div id="section-gfa306f" class="wp-block-gutentor-e6 section-gfa306f gutentor-element gutentor-element-image"><div class="gutentor-element-image-box"><a class="gutentor-element-image-link" href="https://culturadefato.com.br/qual-foi-o-crime-de-pilatos/"><div class="gutentor-image-thumb"><img decoding="async" class="normal-image" src="https://culturadefato.com.br/wp-content/uploads/2023/04/PilatosLavandoAsMaos_1663_MattiaPreti.jpg" alt="Obra: &quot;Pilatos lavando as mãos&quot;, 1663, por Mattia Preti (1613 - 1699)" /></div></a></div></div>



<p class="has-text-align-center"><br><em><a href="https://culturadefato.com.br/qual-foi-o-crime-de-pilatos/">Qual foi o crime de Pilatos?</a></em>,<br>por <a href="https://culturadefato.com.br/author/pliniocoliveira/">Plinio Corrêa de Oliveira</a></p>
</div></div>



<div id="col-gmb6672e" class="wp-block-gutentor-m0-col col-gmb6672e gutentor-carousel-item"><div id="section-gmb6672e" class="section-gmb6672e gutentor-col-wrap">
<div id="section-g87f5d2" class="wp-block-gutentor-e6 section-g87f5d2 gutentor-element gutentor-element-image"><div class="gutentor-element-image-box"><a class="gutentor-element-image-link" href="https://culturadefato.com.br/jesus-cristo-o-infinito-no-finito/"><div class="gutentor-image-thumb"><img decoding="async" class="normal-image" src="https://culturadefato.com.br/wp-content/uploads/2020/09/UltimaCeia_AndreaDelCastagno_Recorte.jpg" alt="Recorte da obra: &quot;Última Ceia&quot;. Trata-se de um afresco da artista renascentista italiana Andrea del Castagno (1423 - 1457), localizada no refeitório do convento de Sant'Apollonia, agora o Museo di Cenacolo di Sant'Apollonia. A obra foi criada entre 1445 e 1450." /></div></a></div></div>



<p class="has-text-align-center"><br><em><a href="https://culturadefato.com.br/jesus-cristo-o-infinito-no-finito/">Jesus Cristo: o infinito no finito</a></em>,<br>por <a href="https://culturadefato.com.br/author/papabentoxvi/">Papa Bento XVI</a></p>
</div></div>



<div id="col-gmc9f9db" class="wp-block-gutentor-m0-col col-gmc9f9db gutentor-carousel-item"><div id="section-gmc9f9db" class="section-gmc9f9db gutentor-col-wrap">
<div id="section-g935342" class="wp-block-gutentor-e6 section-g935342 gutentor-element gutentor-element-image"><div class="gutentor-element-image-box"><a class="gutentor-element-image-link" href="https://culturadefato.com.br/deus-existe-nada-prova-tudo-evidencia/"><div class="gutentor-image-thumb"><img decoding="async" class="normal-image" src="https://culturadefato.com.br/wp-content/uploads/2021/02/ACriacaoDeAdao.jpg" alt="&quot;A Criação de Adão&quot;, parte do afresco pintado por Michelangelo no teto da Capela Sistina entre os anos de 1508 e 1510, a pedido do papa Júlio II." /></div></a></div></div>



<p class="has-text-align-center"><br><a href="https://culturadefato.com.br/deus-existe-nada-prova-tudo-evidencia/"><em>Deus existe? Nada prova; tudo evidencia!</em></a>,<br>por <a href="https://culturadefato.com.br/author/ericrabello/">Eric M. Rabello</a></p>
</div></div>
</div></div></section>



<br>
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		<title>O ateísmo e o problema do bem</title>
		<link>https://culturadefato.com.br/o-ateismo-e-o-problema-do-bem/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Jonathan Silveira]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 13 Jan 2025 03:00:54 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cristianismo]]></category>
		<category><![CDATA[Filosofia e História]]></category>
		<category><![CDATA[Adolf Hitler]]></category>
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		<category><![CDATA[Michael Ruse]]></category>
		<category><![CDATA[Moralidade]]></category>
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		<category><![CDATA[Richard Dawkins]]></category>
		<category><![CDATA[Santa Teresa de Calcutá]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>“Se, por um lado, o teísta deve lidar com o problema do mal, não restam dúvidas de que o ateu, em contrapartida, deve lidar com o problema do bem.”</p>
<p>O post <a href="https://culturadefato.com.br/o-ateismo-e-o-problema-do-bem/">O ateísmo e o problema do bem</a> apareceu primeiro em <a href="https://culturadefato.com.br">Cultura de Fato</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="has-text-align-center">“<em>Ninguém afirma: &#8216;Deus não existe&#8217; sem antes ter desejado que Ele não exista.</em>”<br><span data-tooltip-position="top" data-tooltip="Escritor francês">Joseph de Maistre</span> (1753 – 1821)</p>



<hr class="wp-block-separator has-alpha-channel-opacity is-style-wide"/>



<br>



<p class="has-drop-cap">Na canção&nbsp;<em><a href="https://youtu.be/rBrd_3VMC3c?si=wR28-bu2jku75H2n" target="_blank" rel="noreferrer noopener nofollow">What a Wonderful World</a></em>, <span data-tooltip-position="top" data-tooltip="Louis Daniel Armstrong (1901 - 1971), apelidado ''Satchmo'', ''Satch'' e ''Pops'', foi um músico (sobretudo  trompetista, cornetista, saxofonista e vocalista) americano. Ele é considerado uma das figuras mais influentes e importantes do jazz.">Louis Armstrong</span> belamente declara: “As cores do arco-íris, tão bonitas no céu, estão também nos rostos das pessoas. Vejo amigos apertando as mãos, dizendo: Como vai você? Eles realmente estão dizendo: Eu te amo! E eu penso comigo, que mundo maravilhoso.”</p>



<p>De fato, o mundo está repleto de beleza, bem e amor. Ao longo da história, cientistas, poetas e artistas de cada cultura e civilização têm demonstrado efetivamente tais realidades, de tal forma que não restam dúvidas de que esses bens são qualidades inerentes à nossa existência. No entanto, qual é sua fonte?</p>



<p>Se, por um lado, o teísta deve lidar com o problema do mal, não restam dúvidas de que o ateu, em contrapartida, deve lidar com o problema do bem. Assim como o ateu indaga: “Se Deus existe, por que existe tanto mal?”, o teísta pode replicar: “Se Deus não existe, por que existe tanto bem?”.</p>



<p>Para responder a isto, o crítico frequentemente apresenta uma explicação reducionista insuficiente baseada em um tipo de darwinismo metafísico<strong><sup><a href="#Nota01" id="Ref01">1</a></sup></strong>. Para explicar esta insuficiência, o filósofo da ciência ateu, <span data-tooltip-position="top" data-tooltip="Michael Ruse (1940 - 2024) foi um filósofo inglês da biologia, um dos mais influentes da atualidade. Participou ativamente no congresso americano no debate contra os criacionistas.">Michael Ruse</span>, escreve:</p>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow">
<p><em>“O conceito do evolucionista moderno […] é que os humanos têm consciência de moralidade […] porque ela é de valor biológico. A moralidade é uma adaptação biológica tanto quanto as mãos, os pés e os dentes… Considerada um conjunto de afirmações racionalmente justificáveis sobre algo objetivo, a ética é ilusória. Acho interessante notar que, quando alguém diz ‘Ame o seu próximo como a si mesmo’, as pessoas fazem uma referência a algo que está acima e além de si mesmas […] Todavia, […] tal referência não possui qualquer fundamento. A moralidade é simplesmente uma ajuda à sobrevivência e à reprodução […] e qualquer significado mais profundo é ilusório</em><sup><em><a href="#Nota02" id="Ref02">2</a></em></sup><em><sup>&nbsp;</sup></em>”</p>
</blockquote>



<p>Como acertadamente declara Ruse, em um universo amoral, sem Deus, bem e mal não passam de termos vazios de significado. Nesse contexto, as ações de <span data-tooltip-position="top" data-tooltip="Anjezë Gonxhe Bojaxhiu (1910 - 1997): Madre Teresa de Calcutá ou Santa Teresa de Calcutá, foi uma religiosa católica de etnia albanesa naturalizada indiana, fundadora da congregação das Missionárias da Caridade.">Madre Teresa de Calcutá</span> são tão irrelevantes e neutras quanto as de <span data-tooltip-position="top" data-tooltip="Adolf Hitler (1889 - 1945) foi a figura central do Holocausto.">Adolf Hitler</span>. Em uma cosmovisão ateísta, não se pode afirmar que a lei da gravidade é malévola por fazer com que aviões caiam ou bondosa por manter prédios em seus devidos lugares. Tudo que existe na natureza simplesmente é como é. Como afirma o festejado ateu de Oxford, <span data-tooltip-position="top" data-tooltip="Clinton Richard Dawkins: etólogo, biólogo evolutivo e escritor britânico.">Richard Dawkins</span>:</p>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow">
<p><em>“Os teólogos preocupam-se com o ‘problema do mal’ e um ‘problema do sofrimento’ que lhe é relacionado. […] se o universo fosse constituído apenas por elétrons e genes egoístas, tragédias sem sentido […] seriam exatamente o que esperaríamos, junto com uma boa sorte igualmente destituída de significado. Este universo não teria intenções boas ou más. Não manifestaria qualquer tipo de intenção. Em um universo de forças físicas e replicação genética cegas, algumas pessoas serão machucadas, outras pessoas terão sorte, você não achará qualquer sentido nele, nem qualquer tipo de justiça. O universo que observamos tem precisamente as propriedades que deveríamos esperar se, no fundo, não há projeto, propósito, bem ou mal, nada a não ser uma indiferença cega, impiedosa.”<strong><sup><a href="#Nota03" id="Ref03">3</a></sup></strong></em></p>
</blockquote>



<p>Como demonstra Dawkins, a verdade nua e crua é que o mal e o bem, na cosmovisão ateísta, não devem ser um problema, já que são uma ilusão. Tudo se reduz a sorte. O universo simplesmente funciona assim. Tudo não passa de uma “indiferença cega, impiedosa”. Problema resolvido. Eis, então, a solução: encarar a realidade com um racionalismo frio e neutro, parando de choramingar por retidão ao acaso. Tornemo-nos todos Srs. <span data-tooltip-position="top" data-tooltip="Spock é um personagem da franquia de entretenimento Star Trek.">Spocks</span> modernos, imunes ao sofrimento e à beleza! Quem, no entanto, consegue viver de maneira tão cínica? Quem conseguiria viver em um mundo onde as ações de Madre Teresa são tão neutras quanto as de Hitler? A resposta é óbvia: nenhum ser humano em sã consciência, em plenas faculdades mentais. Sabemos que viver assim é um absurdo justamente porque sabemos que o bem realmente existe.<strong><sup><a href="#Nota04" id="Ref04">4</a></sup></strong>&nbsp;Sabemos que o trabalho de inúmeras pessoas que contribuem para um mundo melhor lutando pela causa do amor ao próximo, além de ser extremamente nobre, constitui um dever moral.</p>



<p>O que dizer de <span data-tooltip-position="top" data-tooltip="William Wilberforce (1759 - 1833) foi um político britânico, filantropo e líder do movimento abolicionista do tráfico negreiro.">William Wilberforce</span>, <span data-tooltip-position="top" data-tooltip="Martin Luther King, Jr. (1929 – 1968) foi pastor batista e ativista político estadunidense que se tornou a figura mais proeminente e líder do movimento dos direitos civis nos Estados Unidos de 1955 até seu assassinato em 1968.">Martin Luther King</span>, <span data-tooltip-position="top" data-tooltip="Oskar Schindler (1908 - 1974) foi um industrial alemão sudeto, membro do Partido Nazista e espião, que salvou da morte 1200 judeus durante o Holocausto, empregando-os nas suas fábricas de esmaltes e munições, localizadas nas actuais Polónia e República Checa, respectivamente.">Oskar Schindler</span>, <span data-tooltip-position="top" data-tooltip="Dietrich Bonhoeffer (1906 - 1945) foi um teólogo e filósofo, pastor luterano, membro da resistência alemã anti-nazista e membro fundador da Igreja Confessante, ala da igreja evangélica contrária à política nazista.">Dietrich Bonhoeffer</span>, <span data-tooltip-position="top" data-tooltip="Desmond Mpilo Tutu (1931 - 2021) foi um arcebispo da Igreja Anglicana agraciado com o Prêmio Nobel da Paz em 1984 por sua luta contra o Apartheid em seu país natal.">Desmond Tutu</span>, <span data-tooltip-position="top" data-tooltip="Desmond Thomas Doss (1919 - 2006) foi um militar norte-americano. Durante Segunda Guerra Mundial, foi soldado e socorrista do Exército dos Estados Unidos designado para uma companhia de atiradores durante a Batalha de Okinawa, e tornou-se a primeira e única objecção de consciência a receber a Medalha de Honra na guerra.">Desmond Doss</span> e tantos outros que impactaram o mundo positivamente com suas vidas em maior ou menor escala? Fecharemos de fato nossos olhos para a realidade do bem e do amor? Por mais que o mal mostre suas garras de maneira terrível neste mundo, também é verdade que o bem e o amor sobejam.</p>



<p>Sempre iremos à procura de sentido e propósito, mesmo que isso contradiga nossa cosmovisão<strong><sup><a href="#Nota05" id="Ref05">5</a></sup></strong>. Em algum momento, sempre iremos recorrer a um referencial de perfeição moral que está além de nós mesmos a fim de constatarmos que há algo de errado no mundo e que há também algo de muito belo e bom nele. Esse padrão moral que reconhecemos e nos faz concluir que o bem e o mal, o certo e o errado, de fato existem, transcende o mundo natural e nos aponta para Deus.<a href="#Nota06" id="Ref06"><strong><sup>6</sup></strong></a></p>



<p><span data-tooltip-position="right" data-tooltip="Clive">C</span>. <span data-tooltip-position="right" data-tooltip="Staples">S</span>. <span data-tooltip-position="top" data-tooltip="C. S. Lewis (1898 - 1963), escritor e apologista cristão irlandês.">Lewis</span>, que foi ateu por muito tempo antes de se converter ao cristianismo, explica isto com muita propriedade:</p>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow">
<p><em>“Meu argumento contra Deus era o de que o universo parecia injusto e cruel. No entanto, de onde eu tirara essa ideia de justo e injusto? Um homem não diz que uma linha é torta se não souber o que é uma linha reta. Com o que eu comparava o universo quando o chamava de injusto? […] Um homem sente o corpo molhado quando entra na água porque não é um animal aquático; um peixe não se sente assim. É claro que eu poderia ter desistido da minha ideia de justiça dizendo que ela não passava de uma ideia particular minha. Se procedesse assim, porém, meu argumento contra Deus também desmoronaria — pois depende da premissa de que o mundo é realmente injusto, e não de que simplesmente não agrada aos meus caprichos pessoais. Assim, no próprio ato de tentar provar que Deus não existe — ou, por outra, que a realidade como um todo não tem sentido -, vi-me forçado a admitir que uma parte da realidade — a saber, minha ideia de justiça — tem sentido, sim. Ou seja, o ateísmo é uma solução simplista. Se o universo inteiro não tivesse sentido, nunca perceberíamos que ele não tem sentido — do mesmo modo que, se não existisse luz no universo e as criaturas não tivessem olhos, nunca nos saberíamos imersos na escuridão. A própria palavra escuridão não teria significado.” (Cf. LEWIS, C. S., <a href="https://amzn.to/4bPig7o" target="_blank" rel="noreferrer noopener sponsored nofollow">Cristianismo puro e simples</a>, São Paulo: Martins Fontes, pp. 51–52).</em></p>
</blockquote>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow">
<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow"></blockquote>
</blockquote>



<p>Portanto, a não ser que se adote uma postura cínica, afirmando que o bem e o mal são uma ilusão, o problema do bem permanece sendo um grande desafio aos críticos: se Deus não existe, por que existe tanto bem?</p>



<br>



<p class="has-text-align-right">Por <a href="https://culturadefato.com.br/author/jonathansilveira/">Jonathan Silveira</a>.<br>Publicado originalmente no repositório <em><a href="https://tuporem.com.br/se-deus-n%C3%A3o-existe-por-que-existe-tanto-bem-o-ate%C3%ADsmo-e-o-problema-do-bem-803d28abcdff" target="_blank" rel="noreferrer noopener nofollow">Medium</a></em>, em 8 de março de 2024.</p>



<br>



<p class="has-background has-very-light-gray-background-color"><strong>Notas:</strong></p>



<ol class="wp-block-list">
<li><span id="Nota01"></span>Segundo o darwinismo, a prática do bem funcionaria de quatro formas: 1) Por parentesco genético; 2) Por replicação (ou seja, pela espera de “pagamento” pelo bem praticado); 3) Pelo benefício de adquirir uma reputação de generosidade e bondade; 4) Como forma de comprar uma propaganda autêntica e impossível de falsificar. (Cf. DAWKINS, Richard.&nbsp;<em>Deus, um delírio.&nbsp;</em>Tradução: Fernanda Ravagnani. São Paulo: Companhia das Letras, 2010, p. 286). Como se vê, nenhuma dessas formas explica a moralidade a contento, fazendo com que a prática da generosidade não seja em si generosidade, mas apenas algo mecanicamente egoísta determinado em nossos genes. <a href="#Ref01"><img loading="lazy" decoding="async" width="14" height="10" class="wp-image-105" style="width: 14px;" src="https://culturadefato.com.br/wp-content/uploads/2020/06/Subir.jpg" alt="Subir"></a></li>



<li><span id="Nota02"></span>Citado por <a href="https://culturadefato.com.br/author/jpmoreland/">J. P. Moreland</a> e <a href="https://culturadefato.com.br/author/williamlcraig/">William Lane Craig</a> em <em>Filosofia e cosmovisão cristã</em>, São Paulo: Vida Nova, p. 598. <a href="#Ref02"><img loading="lazy" decoding="async" width="14" height="10" class="wp-image-105" style="width: 14px;" src="https://culturadefato.com.br/wp-content/uploads/2020/06/Subir.jpg" alt="Subir"></a></li>



<li><span id="Nota03"></span>DAWKINS, Richard. <em>O rio que saía do Éden</em>, Versão para Kindle. 1996. Capítulo 4, posição 2013–2020. <a href="#Ref03"><img loading="lazy" decoding="async" width="14" height="10" class="wp-image-105" style="width: 14px;" src="https://culturadefato.com.br/wp-content/uploads/2020/06/Subir.jpg" alt="Subir"></a></li>



<li><span id="Nota04"></span>De fato, algumas doenças mentais são identificadas justamente por sua falta de reconhecimento do bem e do amor, incluindo o transtorno de personalidade antissocial (sociopatia e psicopatia), transtorno do apego, transtorno depressivo maior etc. <a href="#Ref04"><img loading="lazy" decoding="async" width="14" height="10" class="wp-image-105" style="width: 14px;" src="https://culturadefato.com.br/wp-content/uploads/2020/06/Subir.jpg" alt="Subir"></a></li>



<li><span id="Nota05"></span><span data-tooltip-position="right" data-tooltip="Francis Schaeffer (1912 - 1984) foi um teólogo evangélico americano, filósofo conservador e pastor.">Francis Schaeffer</span> chamou isso de salto irracional, ou seja, um ato de usurpação de valores eminentemente teístas a fim de conferir sentido e significado a uma cosmovisão que é inerentemente destituída de tais coisas. (Cf. SCHAEFFER, Francis.&nbsp;<em>A morte da razão</em>. Tradução: Gabrielle Gregersen. São Paulo: Cultura Cristã, 2002). <a href="#Ref05"><img loading="lazy" decoding="async" width="14" height="10" class="wp-image-105" style="width: 14px;" src="https://culturadefato.com.br/wp-content/uploads/2020/06/Subir.jpg" alt="Subir"></a></li>



<li><span id="Nota06"></span>Não poderia ser mais claro e irônico: o problema do mal não se resolve com a eliminação de Deus, afirmando uma cosmovisão ateísta. Muito ao contrário. As melhores explicações ao problema do mal só podem advir de um pano de fundo teísta e, por razões que não competem explicar neste breve texto, mais especificamente do teísmo cristão. <a href="#Ref06"><img loading="lazy" decoding="async" width="14" height="10" class="wp-image-105" style="width: 14px;" src="https://culturadefato.com.br/wp-content/uploads/2020/06/Subir.jpg" alt="Subir"></a></li>
</ol>



<br>



<p class="has-background has-very-light-gray-background-color"><strong>Nota da Editoria:</strong><br><br>Imagem da capa: “<em>Alegoria da bondade</em>” (1564), de Jacopo Robusti (1518 &#8211; 1594).</p>



<br>
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		<title>Jesus nasceu mesmo no dia 25 de dezembro?</title>
		<link>https://culturadefato.com.br/jesus-nasceu-mesmo-no-dia-25-de-dezembro/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Padre Paulo Ricardo]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 09 Dec 2024 02:59:16 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cristianismo]]></category>
		<category><![CDATA[Filosofia e História]]></category>
		<category><![CDATA[A Fortiori]]></category>
		<category><![CDATA[Apologética]]></category>
		<category><![CDATA[Clemente de Alexandria]]></category>
		<category><![CDATA[Jesus Cristo]]></category>
		<category><![CDATA[Mons. Nicola Bux]]></category>
		<category><![CDATA[Natal]]></category>
		<category><![CDATA[Padre Paulo Ricardo]]></category>
		<category><![CDATA[Papa Bento XVI]]></category>
		<category><![CDATA[Pseudo-Cipriano]]></category>
		<category><![CDATA[Santo Hipólito de Roma]]></category>
		<category><![CDATA[Sol Invicto]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>“Inúmeras tradições que, apesar de serem apenas tradições, apontam com quase unanimidade para o dia 25 de dezembro como a data do nascimento de Nosso Senhor.”</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="has-text-align-center">“<em>Ninguém duvida que&nbsp;Aristóteles (384 – 322 a. C.) tenha existido, mesmo que tenha nascido quase quatro séculos antes de Cristo, da mesma maneira, ou ainda com mais afinco, nenhum historiador de renome suspeita que o homem dos evangelhos seja o principal personagem de uma fábula.</em>”<br>Trecho do artigo: <a href="https://culturadefato.com.br/o-que-e-cultura/"><em>O que é cultura</em></a>.</p>



<hr class="wp-block-separator has-alpha-channel-opacity is-style-wide"/>



<br>



<p class="has-drop-cap">Em que dia nasceu Jesus? Vimos na&nbsp;<a href="https://padrepauloricardo.org/episodios/jesus-nasceu-mesmo-no-ano-zero" target="_blank" rel="noreferrer noopener nofollow">última resposta</a>&nbsp;que o&nbsp;<em>ano</em>&nbsp;exato em que Cristo nasceu não pode ser definido com certeza, devido à falta de informações e documentos a respeito. Não é de espantar,&nbsp;<span data-tooltip-position="top" data-tooltip="Com razão mais convincente; com muito mais motivo; com mais forte razão."><em>a fortiori</em></span>, que também o&nbsp;<em>dia</em>&nbsp;exato do Natal seja incerto e discutível. Existem, porém, inúmeras tradições que, apesar de serem apenas tradições, apontam com quase unanimidade para o dia 25 de dezembro como a data do nascimento de Nosso Senhor. Além disso, a S. Escritura oferece algumas informações que permitem “intuir” &nbsp;uma data mais ou menos aproximada. É o que tentar fazer <span data-tooltip-position="top" data-tooltip="Nicola Bux é um teologo italiano, nascido na comuna de Bari em 1947.">Mons. Nicola Bux</span>, autor de&nbsp;<em><a href="https://amzn.to/3D5N5ca" target="_blank" rel="noreferrer noopener sponsored nofollow">Gesù il Salvatore: Tempi e luoghi della sua venuta nella storia</a></em>.</p>



<p class="img-direita"><a href="https://amzn.to/3D5N5ca" target="_blank" rel="noreferrer noopener sponsored nofollow"><img loading="lazy" decoding="async" width="460" height="675" class="wp-image-23669" src="https://culturadefato.com.br/wp-content/uploads/2024/12/GesuIlSalvatore.jpg" alt="Obra: &quot;Gesù il Salvatore. Tempi e luoghi della sua venuta nella storia&quot;, de Nicola Bux"></a>Neste livro, Mons. Bux assinala que é possível ter uma ideia (ao menos&nbsp;<em>provável</em>) da época em que Zacarias, pai de S. João Batista, estava servindo no Templo de Jerusalém quando lhe foi anunciado o nascimento do Precursor: “Nos tempos de Herodes, rei da Judéia, houve um sacerdote por nome Zacarias, da tribo de Abias [&#8230;]. Ora, exercendo Zacarias diante de Deus as funções de sacerdote, na ordem de sua classe, coube-lhe por sorte, segundo o costume em uso entre os sacerdotes, entrar no santuário e aí oferecer o perfume” (<em>Lc</em>&nbsp;1, 6.8). Ora, o turno dos sacerdotes da classe de Abias estaria reservado ao mês de setembro, e teria sido mais ou menos por essa época (concretamente, durante os últimos dez dias do mês) que Zacarias exerceu as funções sacerdotais.</p>



<p>Isso parece ser confirmado ainda pela liturgia sírio-jacobita, que prepara o tempo do Natal com um ciclo litúrgico de seis semanas que tem início justamente no dia 23 de setembro, data em que, para os ortodoxos sírios, se comemora o anúncio do nascimento do Batista. Disto se segue uma coincidência cronológica interessante que parece respaldar, em alguma medida, as festividades do nosso próprio calendário litúrgico:&nbsp;<em>a</em>) no dia 23 de setembro, Zacarias e Isabel teriam recebido a notícia de que lhes nasceria um filho;&nbsp;<em>b</em>) seis meses depois, o arcanjo Gabriel teria anunciado à Virgem SS. a encarnação do Verbo e confirmado a gravidez de Isabel, “aquela que era tida por estéril” (<em>Lc</em>&nbsp;1, 36);&nbsp;<em>c</em>) três meses mais tarde, no dia 24 de junho, nasceria s. João Batista;&nbsp;<em>d</em>) por fim, seis meses mais tarde, no dia 25 de dezembro, Jesus viria à luz.</p>



<p>Seja como for, o que, sim, é bastante certo é que, ao contrário do que muitas vezes se pensa, o dia 25 de dezembro não foi escolhido como data do Natal graças a um suposto “batismo” da festa pagã ao deus romano Sol Invicto, celebrada por ocasião do solstício de inverno no hemisfério norte. Não existe, com efeito, nenhuma base documental que ateste a ligação entre a data oficial do Natal e a celebração do Sol Invicto; não há nenhum documento que sustente que os primeiros cristãos teriam se aproveitado do simbolismo de uma festa pagã, na qual se festejava a “vitória” do sol contra a escuridão da noite, para comemorar o nascimento do Salvador, Sol de justiça e luz do mundo. Trata-se de uma explicação bastante tardia, que parece ter surgido pela primeira vez em plena Idade Média e que só séculos mais tarde foi “redescoberta” por autores racionalistas e anticristãos.</p>



<p>Mons. Bux recorda também que, segundo o testemunho de <span data-tooltip-position="top" data-tooltip="Santo Hipólito de Roma (170 - 236) é um santo e foi o mais importante teólogo do século III na Igreja em Roma, onde ele provavelmente nasceu.">S. Hipólito de Roma</span>, já no séc. III o Natal era celebrado aos 25 de dezembro pelos cristãos da capital do Império. O próprio <span data-tooltip-position="top" data-tooltip="Joseph Aloisius Ratzinger exerceu o pontificado de 19 de abril de 2005 a 28 de fevereiro de 2013. Nasceu em Marktl na Alemanha em 1927.">Papa Bento XVI</span>, aliás, mencionou o fato na&nbsp;<a href="http://w2.vatican.va/content/benedict-xvi/pt/audiences/2009/documents/hf_ben-xvi_aud_20091223.html" target="_blank" rel="noreferrer noopener nofollow">Audiência Geral</a>&nbsp;de 23 de dezembro de 2009: “O primeiro que afirmou com clareza que Jesus nasceu a 25 de dezembro foi Hipólito de Roma, no seu comentário ao Livro do profeta Daniel, escrito por volta de 204”. O testemunho é de grande valor não só por sua antiguidade, mas também porque S. Hipólito foi um estrênuo defensor das tradições apostólicas e um crítico mordaz de inovações. Isso não significa, é claro, que a data fosse universalmente aceita pelos cristãos de então. Sabe-se, por exemplo, que os fiéis do Egito comemoravam o Natal no dia 6 de janeiro. Diferentes escritores, contudo, indicavam cada um uma data distinta: <span data-tooltip-position="top" data-tooltip="Clemente de Alexandria ou Tito Flávio Clemente foi escritor, teólogo, apologista e mitógrafo cristão. Nasceu em Atenas (Grécia) por volta do ano 150 d. C. e, faleu em Jerusalém (Israel) no ano aproximado de 215 d. C.">Clemente de Alexandria</span> propõe o dia 18 de novembro, um <span data-tooltip-position="top" data-tooltip="Pseudo-Cipriano é a designação convencional para os autores anônimos de obras latinas falsamente atribuídas a Cipriano de Cartago (falecido em 258).">pseudo-Cipriano</span> fala de 28 de março, ao passo que a data atual só começou a ganhar terreno entre os autores latinos&nbsp;a partir do séc. IV.</p>



<br>



<p class="has-text-align-right">Por <a href="https://culturadefato.com.br/author/padrepauloricardo/">Padre Paulo Ricardo de Azevedo Júnior</a>.<br>Publicado originalmente no <a href="https://padrepauloricardo.org/"><em>website</em> do autor</a>, em 19 de dezembro de 2018.</p>



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<p class="has-background has-very-light-gray-background-color"><strong>Nota do editor:</strong><br><br>Imagem de capa: painel de azulejos localizado na freguesia portuguesa Gilmonde (município de Barcelos).</p>



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<hr class="wp-block-separator has-alpha-channel-opacity is-style-dots"/>



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<p>Em complemento, ouça o próprio autor explanando mais sobre o tema:</p>



<figure class="wp-block-audio"><audio controls src="https://culturadefato.com.br/downloads/cristianismo/2024/jesus-nasceu-mesmo-no-dia-25-de-dezembro.mp3"></audio></figure>



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<hr class="wp-block-separator has-alpha-channel-opacity is-style-dots"/>



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<h2 class="wp-block-heading has-text-align-center">Mais artigos sobre Natal:</h2>



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<section id="gm40fa883" class="wp-block-gutentor-m0 alignfull section-gm40fa883 gutentor-module gutentor-module-carousel has-color-bg has-custom-bg gutentor-slick-a-default-desktop gutentor-slick-a-default-tablet gutentor-slick-a-default-mobile"><div class="grid-container"><div class="gutentor-module-carousel-row" data-dots="false" data-dotstablet="false" data-dotsmobile="false" data-arrows="true" data-arrowstablet="true" data-arrowsmobile="true" data-infinite="true" data-autoplay="true" data-draggable="true" data-pauseonfocus="true" data-pauseonhover="true" data-autoplayspeed="4500" data-cmondesktop="false" data-cmontablet="false" data-cmonmobile="false" data-nextarrow="fas fa-angle-right" data-prevarrow="fas fa-angle-left" data-arrowspositiondesktop="gutentor-slick-a-default-desktop" data-arrowspositiontablet="gutentor-slick-a-default-tablet" data-arrowspositionmobile="gutentor-slick-a-default-mobile" data-speed="300" data-slideitemdesktop="2" data-slideitemtablet="3" data-slideitemmobile="2" data-slidescroll-desktop="2" data-slidescroll-tablet="3" data-slidescroll-mobile="2">
<div id="col-gm3d61ac" class="wp-block-gutentor-m0-col col-gm3d61ac gutentor-carousel-item"><div id="section-gm3d61ac" class="section-gm3d61ac gutentor-col-wrap has-color-bg has-custom-bg">
<div id="section-gbf268d" class="wp-block-gutentor-e6 section-gbf268d gutentor-element gutentor-element-image text-align-center-desktop"><div class="gutentor-element-image-box"><a class="gutentor-element-image-link" href="https://culturadefato.com.br/o-espirito-de-natal/"><div class="gutentor-image-thumb"><img decoding="async" class="normal-image" src="https://culturadefato.com.br/wp-content/uploads/2023/12/ChristmasWindow.jpg" alt="Obra &quot;Christmas Window in Chicago&quot; (1945), por Don Freeman (1908 - 1978)." /></div></a></div></div>



<p class="has-text-align-center"><a href="https://culturadefato.com.br/postagens-selecionadas-do-telegram-marco-de-2023/"></a><br><a href="https://culturadefato.com.br/o-espirito-de-natal/"><em>O espírito de Natal</em></a><br><a href="https://culturadefato.com.br/author/gkchesterton/">G. K. Chesterton</a></p>
</div></div>



<div id="col-gm5c1783" class="wp-block-gutentor-m0-col col-gm5c1783 gutentor-carousel-item"><div id="section-gm5c1783" class="section-gm5c1783 gutentor-col-wrap has-color-bg has-custom-bg">
<div id="section-g2fce07" class="wp-block-gutentor-e6 section-g2fce07 gutentor-element gutentor-element-image text-align-center-desktop"><div class="gutentor-element-image-box"><a class="gutentor-element-image-link" href="https://culturadefato.com.br/por-que-celebrar-o-natal/"><div class="gutentor-image-thumb"><img decoding="async" class="normal-image" src="https://culturadefato.com.br/wp-content/uploads/2023/12/GilmondeAzulejosNascimentoDeJesus.jpg" alt="Painel de Azulejos em Gilmonde, Barcelos, Portugal. (Fábrica Aleluia, Aveiro, 1988)." /></div></a></div></div>



<p class="has-text-align-center"><a href="https://culturadefato.com.br/postagens-selecionadas-do-telegram-marco-de-2023/"></a><br><em><a href="https://culturadefato.com.br/por-que-celebrar-o-natal/">Por que celebrar o Natal</a></em><br><a href="https://culturadefato.com.br/author/correadesa/">Olavo de Carv</a><a href="https://culturadefato.com.br/author/olavodecarvalho/">alho</a></p>
</div></div>



<div id="col-gme549d1" class="wp-block-gutentor-m0-col col-gme549d1 gutentor-carousel-item"><div id="section-gme549d1" class="section-gme549d1 gutentor-col-wrap has-color-bg has-custom-bg">
<div id="section-g936153" class="wp-block-gutentor-e6 section-g936153 gutentor-element gutentor-element-image text-align-center-desktop"><div class="gutentor-element-image-box"><a class="gutentor-element-image-link" href="https://culturadefato.com.br/quatro-perigos-do-natal/"><div class="gutentor-image-thumb"><img decoding="async" class="normal-image" src="https://culturadefato.com.br/wp-content/uploads/2023/12/AAdoracaoDosPastores.jpg" alt="Obra: &quot;A adoração dos pastores&quot;, por Gerard van Honthorst (1592 – 1656)." /></div></a></div></div>



<p class="has-text-align-center"><a href="https://culturadefato.com.br/postagens-selecionadas-do-telegram-marco-de-2023/"></a><br><a href="https://culturadefato.com.br/quatro-perigos-do-natal/"><em>Quatro perigos do Natal</em><br></a><a href="https://culturadefato.com.br/author/percivalpuggina/">Percival Puggina</a></p>
</div></div>



<div id="col-gmfc71ef" class="wp-block-gutentor-m0-col col-gmfc71ef gutentor-carousel-item"><div id="section-gmfc71ef" class="section-gmfc71ef gutentor-col-wrap has-color-bg has-custom-bg">
<div id="section-g0c4b3c" class="wp-block-gutentor-e6 section-g0c4b3c gutentor-element gutentor-element-image text-align-center-desktop"><div class="gutentor-element-image-box"><a class="gutentor-element-image-link" href="https://culturadefato.com.br/a-impregnacao-das-alegrias-de-natal/"><div class="gutentor-image-thumb"><img decoding="async" class="normal-image" src="https://culturadefato.com.br/wp-content/uploads/2020/12/Presepio.jpg" alt="Presépio" /></div></a></div></div>



<p class="has-text-align-center"><a href="https://culturadefato.com.br/postagens-selecionadas-do-telegram-marco-de-2023/"></a><br><a href="https://culturadefato.com.br/a-impregnacao-das-alegrias-de-natal/"><em>A impregnação das alegrias de Natal</em></a><a href="https://culturadefato.com.br/postagens-selecionadas-do-telegram-setembro-de-2023/"><br></a><a href="https://culturadefato.com.br/author/pliniocoliveira/">Plinio Corrêa de Oliveira</a></p>
</div></div>



<div id="col-gmd7099e" class="wp-block-gutentor-m0-col col-gmd7099e gutentor-carousel-item"><div id="section-gmd7099e" class="section-gmd7099e gutentor-col-wrap has-color-bg has-custom-bg">
<div id="section-g4c1f66" class="wp-block-gutentor-e6 section-g4c1f66 gutentor-element gutentor-element-image text-align-center-desktop"><div class="gutentor-element-image-box"><a class="gutentor-element-image-link" href="https://culturadefato.com.br/natal-2014/"><div class="gutentor-image-thumb"><img decoding="async" class="normal-image" src="https://culturadefato.com.br/wp-content/uploads/2020/12/NascimentoDeJesus.jpg" /></div></a></div></div>



<p class="has-text-align-center"><a href="https://culturadefato.com.br/postagens-selecionadas-do-telegram-marco-de-2023/"></a><br><a href="https://culturadefato.com.br/natal-2014/"><em>Natal 2014</em></a><br><a href="https://culturadefato.com.br/author/olavodecarvalho/">Olavo de Carvalho</a></p>
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<div id="col-gm096e5b" class="wp-block-gutentor-m0-col col-gm096e5b gutentor-carousel-item"><div id="section-gm096e5b" class="section-gm096e5b gutentor-col-wrap has-color-bg has-custom-bg">
<div id="section-ge87cc3" class="wp-block-gutentor-e6 section-ge87cc3 gutentor-element gutentor-element-image text-align-center-desktop"><div class="gutentor-element-image-box"><a class="gutentor-element-image-link" href="https://culturadefato.com.br/agora-por-exemplo-e-natal/"><div class="gutentor-image-thumb"><img decoding="async" class="normal-image" src="https://culturadefato.com.br/wp-content/uploads/2022/12/AAdoracaoDosMagos_1828_DomingosSequeira.jpg" alt="Obra: &quot;A Adoração dos Magos&quot; (1828), por Domingos Sequeira (1768 - 1837)" /></div></a></div></div>



<p class="has-text-align-center"><a href="https://culturadefato.com.br/postagens-selecionadas-do-telegram-marco-de-2023/"></a><br><a href="https://culturadefato.com.br/agora-por-exemplo-e-natal/">Agora, por exemplo, é Natal</a><br><a href="https://culturadefato.com.br/author/percivalpuggina/">Percival Puggina</a></p>
</div></div>
</div></div></section>



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		<title>A matemática da impossibilidade</title>
		<link>https://culturadefato.com.br/a-matematica-da-impossibilidade/</link>
					<comments>https://culturadefato.com.br/a-matematica-da-impossibilidade/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Joe Coffey]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 03 Sep 2024 04:19:29 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cristianismo]]></category>
		<category><![CDATA[Filosofia e História]]></category>
		<category><![CDATA[Apologética]]></category>
		<category><![CDATA[Deus Existe?]]></category>
		<category><![CDATA[DNA]]></category>
		<category><![CDATA[Excerto de Livro]]></category>
		<category><![CDATA[Prova da Existência de Deus]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://culturadefato.com.br/?p=1967</guid>

					<description><![CDATA[<p>“A vida não evoluiu por acaso! David Foster escreveu: <em>O DNA do bacteriófago t4 tem uma improbabilidade de 10 elevado à 78000ª potência. Em um Universo com idade de apenas 10 elevado à 18ª potência de segundos</em>.”</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="has-text-align-center"><em>Excerto do livro <a href="https://www.amazon.com.br/gp/product/8527504979/ref=as_li_tl?ie=UTF8&amp;camp=1789&amp;creative=9325&amp;creativeASIN=8527504979&amp;linkCode=as2&amp;tag=culturateca-20&amp;linkId=011b10ea584fe56184f4050aa19818b0" target="_blank" rel="noreferrer noopener nofollow">Defenda sua fé</a>,</em><br><em>publicado pela <a href="https://vidanova.com.br/" target="_blank" rel="noreferrer noopener nofollow">Editora Vida Nova</a>, sob </em><span data-tooltip="International Standard Book Number." data-tooltip-position="top"><em>ISBN</em></span><em> 9788527504973.<br>• • •<br>Para maior compreensão, recomendamos fortemente</em><br><em>a</em> <em>leitura do artigo: <a href="https://culturadefato.com.br/nao-tenho-fe-suficiente-para-ser-ateu/">Não tenho fé suficiente para ser ateu</a>. </em></p>



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<p class="has-text-align-right"><em>*&nbsp;<a href="#Notas" id="Ref">Notas da editoria</a></em></p>



<hr class="wp-block-separator has-css-opacity is-style-wide"/>



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<p class="has-drop-cap" id="Par01">A questão da complexidade [quanto à origem da vida] torna-se <span data-tooltip="O conteúdo desta postagem provém de um excerto do livro: ''Defanda sua fé''. Mais detalhes no término deste artigo." data-tooltip-position="top">ainda mais</span> problemática para os naturalistas quando têm de enfrentar a questão da base molecular da origem da vida. Essa questão recebe realce ainda maior no campo da matemática aplicada.</p>



<p id="Par02"><a href="http://www.eoht.info/page/David+Foster" target="_blank" rel="noreferrer noopener nofollow">David Foster</a> estudou a probabilidade de um processo aleatório produzir o <span data-tooltip="Sigla para ácido desoxirribonucléico. Composto orgânico cujas moléculas contêm as instruções genéticas que coordenam o desenvolvimento e funcionamento de todos os seres vivos." data-tooltip-position="top">DNA</span> de uma das células simples mais primitivas. Ele escreveu: “<em>O DNA do <a href="http://www.microbiologybook.org/Portuguese/chapter_7_bp.htm" target="_blank" rel="noreferrer noopener nofollow">bacteriófago t4</a> tem uma improbabilidade de 10 elevado à 78000ª potência. Em um Universo com idade de apenas 10 elevado à 18ª potência de segundos, é óbvio que a vida não poderia ter evoluído por acaso</em>” <a href="#Nota01" id="Ref01"><sup><strong>1</strong></sup></a>.</p>



<p id="Par03">Mas e se o Universo for mais velho do que afirma David Foster? O consenso dos naturalistas hoje defende&nbsp;que o Universo tem 13,7 bilhões de anos. Isso é menos que 10 elevado à 42ª potência de segundos e, de acordo com a matemática do <a href="https://culturadefato.com.br/deus-existe-nada-prova-tudo-evidencia/" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><em>Big Bang</em></a>, ainda não houve tempo suficiente para explicar as complexidades do <a href="https://culturadefato.com.br/nao-tenho-fe-suficiente-para-ser-ateu/">DNA</a> e da origem da vida.</p>



<p class="img-direita" id="Par04"><a href="https://www.amazon.com.br/gp/product/8527504979/ref=as_li_tl?ie=UTF8&amp;camp=1789&amp;creative=9325&amp;creativeASIN=8527504979&amp;linkCode=as2&amp;tag=culturateca-20&amp;linkId=011b10ea584fe56184f4050aa19818b0" target="_blank" rel="noreferrer noopener sponsored nofollow"><img loading="lazy" decoding="async" width="248" height="332" class="wp-image-1981" src="https://culturadefato.com.br/wp-content/uploads/2020/09/Defenda_Sua_Fe.jpg" alt="Capa do livro: &quot;Defenda sua fé&quot;. Obra publicada pela Editora Vida Nova, sob ISBN 9788527504973"></a><a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Fred_Hoyle" target="_blank" rel="nofollow noopener noreferrer">Frederick Hoyle</a> foi o matemático que cunhou a expressão “<em>Big Bang</em>”. Quando tentou apurar como algo tão complexo quanto uma célula viva poderia surgir por meio de processos aleatórios, fez os cálculos e chegou à chance de 10 elevado à 40000ª potência <a href="#Nota02" id="Ref02"><sup><strong>2</strong></sup></a>. Para colocar esse número em perspectiva, você deve saber que o número total de átomos no Universo observável é de “apenas” 10 elevado à 80ª potência. A propósito, Hoyle era um naturalista, certamente não inclinado para o naturalismo <em>plus</em>, e em sua época a compreensão científica de uma célula viva era extremamente primitiva e simplista — se estivesse fazendo essa estimativa hoje, a probabilidade seria muito menor.</p>



<p id="Par05">No frigir dos ovos, tudo isso resulta no seguinte: a probabilidade de a vida emergir de matéria inanimada por meio de um processo aleatório é tão ridiculamente pequena que poderíamos até dizer que é praticamente impossível. Aliás, com números como uma chance em 10 elevado à 40000ª potência, o campo da matemática aplicada pode fornecer a evidência externa mais convincente para a existência de Deus.</p>



<br>



<p class="has-text-align-right">Escrito por <a href="https://vidanova.com.br/281_joe-coffey" target="_blank" rel="noreferrer noopener nofollow">Joe Coffey</a>.<br>Excerto do livro <a href="https://www.amazon.com.br/gp/product/8527504979/ref=as_li_tl?ie=UTF8&amp;camp=1789&amp;creative=9325&amp;creativeASIN=8527504979&amp;linkCode=as2&amp;tag=culturateca-20&amp;linkId=011b10ea584fe56184f4050aa19818b0" target="_blank" rel="noreferrer noopener nofollow"><em>Defenda sua fé</em></a>, obtido entre as páginas 29 e 30.<br>Obra publicada pela <a href="https://vidanova.com.br/" target="_blank" rel="noreferrer noopener nofollow">Editora Vida Nova</a>, sob <span data-tooltip="ISBN: International Standard Book Number." data-tooltip-position="top">ISBN</span> 9788527504973.</p>



<br>



<p class="has-background has-very-light-gray-background-color">Nota:</p>



<ol class="wp-block-list">
<li><span id="Nota01"></span><em><a href="https://www.amazon.com.br/gp/product/0880296240/ref=as_li_tl?ie=UTF8&amp;camp=1789&amp;creative=9325&amp;creativeASIN=0880296240&amp;linkCode=as2&amp;tag=culturateca-20&amp;linkId=60a3f8c5ab4a665a4479e4a969b39cea" target="_blank" rel="noreferrer noopener nofollow">The philosophical scientists</a></em>, Nova York: Barnes &amp; Noble Books, 1993, p. 83.&nbsp;<a href="#Ref01"><img loading="lazy" decoding="async" width="14" height="10" class="alignnone size-full wp-image-6655" src="https://culturadefato.com.br/wp-content/uploads/2020/06/Subir.jpg" alt=""></a></li>



<li><span id="Nota02"></span><em><a href="https://www.amazon.com.br/gp/product/0945241062/ref=as_li_tl?ie=UTF8&amp;camp=1789&amp;creative=9325&amp;creativeASIN=0945241062&amp;linkCode=as2&amp;tag=culturateca-20&amp;linkId=589d771258b6dabd011acd6c25f73d9b" target="_blank" rel="noreferrer noopener nofollow">The natural limits to biological change</a></em>, 2. ed. , Lane P. Lester &amp; Raymond G. Bohlin, Probe Books, 1999, p. 84-5.&nbsp;<a href="#Ref02"><img loading="lazy" decoding="async" width="14" height="10" class="alignnone size-full wp-image-6655" src="https://culturadefato.com.br/wp-content/uploads/2020/06/Subir.jpg" alt=""></a></li>
</ol>



<br>



<p class="has-background has-very-light-gray-background-color" id="Notas"><strong>Notas da editoria:</strong><br><br><strong>1</strong>. Imagem da capa: “<em>Portrait of Luca Pacioli</em>” (1495–1500), obra atribuída ao pintor italiano Jacopo de&#8217; Barbari (? &#8211; 1516). <a href="#main"><img loading="lazy" decoding="async" width="17" height="14" class="wp-image-16646" style="width: 17px;" src="https://culturadefato.com.br/wp-content/uploads/2020/07/Subir_FundoCinza.jpg" alt="Subir com fundo cinza"></a><br><br><strong>2</strong>. Este artigo foi originalmente publicado<em>&nbsp;</em>em 8 de setembro de 2020. A data de 3 de setembro de 2024 corresponde à última edição. <a href="#Ref"><img loading="lazy" decoding="async" width="17" height="14" class="wp-image-16646" style="width: 17px;" src="https://culturadefato.com.br/wp-content/uploads/2020/07/Subir_FundoCinza.jpg" alt="Subir com fundo cinza"></a></p>



<br>



<h2 class="wp-block-heading has-text-align-center">Artigos similares:</h2>



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<section id="gm15f29cc" class="wp-block-gutentor-m0 alignfull section-gm15f29cc gutentor-module gutentor-module-carousel has-color-bg has-custom-bg gutentor-slick-a-default-desktop gutentor-slick-a-default-tablet gutentor-slick-a-default-mobile"><div class="grid-container"><div class="gutentor-module-carousel-row" data-dots="false" data-dotstablet="false" data-dotsmobile="false" data-arrows="true" data-arrowstablet="true" data-arrowsmobile="true" data-infinite="true" data-autoplay="true" data-draggable="true" data-pauseonfocus="true" data-pauseonhover="true" data-autoplayspeed="4500" data-cmondesktop="false" data-cmontablet="false" data-cmonmobile="false" data-nextarrow="fas fa-angle-right" data-prevarrow="fas fa-angle-left" data-arrowspositiondesktop="gutentor-slick-a-default-desktop" data-arrowspositiontablet="gutentor-slick-a-default-tablet" data-arrowspositionmobile="gutentor-slick-a-default-mobile" data-speed="300" data-slideitemdesktop="2" data-slideitemtablet="3" data-slideitemmobile="2" data-slidescroll-desktop="2" data-slidescroll-tablet="3" data-slidescroll-mobile="2">
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<div id="section-g12ffbe" class="wp-block-gutentor-e6 section-g12ffbe gutentor-element gutentor-element-image text-align-center-desktop"><div class="gutentor-element-image-box"><a class="gutentor-element-image-link" href="https://culturadefato.com.br/nao-tenho-fe-suficiente-para-ser-ateu/"><div class="gutentor-image-thumb"><img decoding="async" class="normal-image" src="https://culturadefato.com.br/wp-content/uploads/2020/08/DNA_Azul.jpg" alt="Representação do DNA" /></div></a></div></div>



<p class="has-text-align-center"><br><em><a href="https://culturadefato.com.br/nao-tenho-fe-suficiente-para-ser-ateu/">Não tenho fé suficiente para ser ateu</a></em>,<br>por <a href="https://culturadefato.com.br/author/ericrabello/">Eric M. Rabello</a></p>
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<div id="col-g-pys7h0u" class="wp-block-gutentor-m0-col col-g-pys7h0u gutentor-carousel-item"><div id="section-g-pys7h0u" class="section-g-pys7h0u gutentor-col-wrap has-color-bg has-custom-bg">
<div id="section-g-4idd4b5" class="wp-block-gutentor-e6 section-g-4idd4b5 gutentor-element gutentor-element-image text-align-center-desktop"><div class="gutentor-element-image-box"><a class="gutentor-element-image-link" href="https://culturadefato.com.br/destino-o-todo-via-o-nada/"><div class="gutentor-image-thumb"><img decoding="async" class="normal-image" src="https://culturadefato.com.br/wp-content/uploads/2024/02/TheEgged.jpg" alt="The Egged" /></div></a></div></div>



<p class="has-text-align-center"><br><a href="“O Todo”, via “O Nada”"><em>Destino: “O Todo”, via “O Nada”</em></a>,<br>por <a href="https://culturadefato.com.br/author/ericrabello/">Eric M. Rabello</a></p>
</div></div>



<div id="col-g-27tz1l9" class="wp-block-gutentor-m0-col col-g-27tz1l9 gutentor-carousel-item"><div id="section-g-27tz1l9" class="section-g-27tz1l9 gutentor-col-wrap has-color-bg has-custom-bg">
<div id="section-g-ig690x0" class="wp-block-gutentor-e6 section-g-ig690x0 gutentor-element gutentor-element-image text-align-center-desktop"><div class="gutentor-element-image-box"><a class="gutentor-element-image-link" href="https://culturadefato.com.br/deus-existe-nada-prova-tudo-evidencia/"><div class="gutentor-image-thumb"><img decoding="async" class="normal-image" src="https://culturadefato.com.br/wp-content/uploads/2021/02/ACriacaoDeAdao.jpg" alt="&quot;A Criação de Adão&quot;, parte do afresco pintado por Michelangelo no teto da Capela Sistina entre os anos de 1508 e 1510, a pedido do papa Júlio II." /></div></a></div></div>



<p class="has-text-align-center"><br><em><a href="https://culturadefato.com.br/deus-existe-nada-prova-tudo-evidencia/">Deus existe? Nada prova; tudo evidencia!</a></em>,<br>por <a href="https://culturadefato.com.br/author/ericrabello/">Eric M. Rabello</a></p>
</div></div>



<div id="col-gm4b05ab" class="wp-block-gutentor-m0-col col-gm4b05ab gutentor-carousel-item"><div id="section-gm4b05ab" class="section-gm4b05ab gutentor-col-wrap">
<div id="section-g6e9637" class="wp-block-gutentor-e6 section-g6e9637 gutentor-element gutentor-element-image gutentor-enabled-width text-align-center-desktop"><div class="gutentor-element-image-box"><a class="gutentor-element-image-link" href="#main"><div class="gutentor-image-thumb"><img decoding="async" class="normal-image" src="https://culturadefato.com.br/wp-content/uploads/2023/03/Dente-De-Leao_O_Voo_Das_Sementes.jpg" alt="O voo das sementes de um dente-de-leão" /></div></a></div></div>



<p class="has-text-align-center"><br><em><a href="#main">O que é mais importante: a viagem ou o destino?</a></em>,<br>por <a href="https://culturadefato.com.br/author/ericrabello/">Eric M. Rabello</a></p>
</div></div>



<div id="col-gm0f2f71" class="wp-block-gutentor-m0-col col-gm0f2f71 gutentor-carousel-item"><div id="section-gm0f2f71" class="section-gm0f2f71 gutentor-col-wrap">
<div id="section-gc653f6" class="wp-block-gutentor-e6 section-gc653f6 gutentor-element gutentor-element-image gutentor-enabled-width text-align-center-desktop"><div class="gutentor-element-image-box"><a class="gutentor-element-image-link" href="https://culturadefato.com.br/o-barbeiro-e-sao-tomas-de-aquino/"><div class="gutentor-image-thumb"><img decoding="async" class="normal-image" src="https://culturadefato.com.br/wp-content/uploads/2022/03/BarbershopAtChristmasTime_WilliamASmith.jpg" alt="Obra: &quot;Barbershop at Christmas Time&quot;, por William A. Smith (1918 - 1989)." /></div></a></div></div>



<p class="has-text-align-center"><br><em><a href="https://culturadefato.com.br/o-barbeiro-e-sao-tomas-de-aquino/">O barbeiro e São Tomás de Aquino</a></em>,<br>por <a href="https://culturadefato.com.br/author/ericrabello/">Eric M. Rabello</a></p>
</div></div>



<div id="col-gmc8d3f3" class="wp-block-gutentor-m0-col col-gmc8d3f3 gutentor-carousel-item"><div id="section-gmc8d3f3" class="section-gmc8d3f3 gutentor-col-wrap">
<div id="section-gba1964" class="wp-block-gutentor-e6 section-gba1964 gutentor-element gutentor-element-image gutentor-enabled-width text-align-center-desktop"><div class="gutentor-element-image-box"><a class="gutentor-element-image-link" href="https://culturadefato.com.br/o-que-e-a-verdade-e-por-qual-motivo-e-tao-dificil-defini-la/"><div class="gutentor-image-thumb"><img decoding="async" class="normal-image" src="https://culturadefato.com.br/wp-content/uploads/2020/09/LuzArtificial_LuzNatural.jpg" alt="Lâmpada fotografada ao por do sol, onde o sol aparece no lugar do bulbo devido a transparência do vidro." /></div></a></div></div>



<p class="has-text-align-center"><br><em><a href="https://culturadefato.com.br/o-que-e-a-verdade-e-por-qual-motivo-e-tao-dificil-defini-la/">O que é a verdade e por qual motivo é tão difícil defini-la</a></em>, por <a href="https://culturadefato.com.br/author/ericrabello/">Eric M. Rabello</a></p>
</div></div>



<div id="col-gm111f36" class="wp-block-gutentor-m0-col col-gm111f36 gutentor-carousel-item"><div id="section-gm111f36" class="section-gm111f36 gutentor-col-wrap">
<div id="section-gf809b7" class="wp-block-gutentor-e6 section-gf809b7 gutentor-element gutentor-element-image"><div class="gutentor-element-image-box"><a class="gutentor-element-image-link" href="https://culturadefato.com.br/sorte-em-abundancia-ou-razao-em-escassez/"><div class="gutentor-image-thumb"><img decoding="async" class="normal-image" src="https://culturadefato.com.br/wp-content/uploads/2022/07/SteampunkGears_CindyPinnock.jpg" alt="Obra: &quot;Steampunk Gears&quot;, por Cindy Pinnock." /></div></a></div></div>



<p class="has-text-align-center"><br><em><a href="https://culturadefato.com.br/sorte-em-abundancia-ou-razao-em-escassez/">Sorte em abundância ou razão em escassez?</a></em>,<br>por <a href="https://culturadefato.com.br/author/ericrabello/">Eric M. Rabello</a></p>
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<div id="col-g-va72kvt" class="wp-block-gutentor-m0-col col-g-va72kvt gutentor-carousel-item"><div id="section-g-va72kvt" class="section-g-va72kvt gutentor-col-wrap">
<div id="section-g-ff196ta" class="wp-block-gutentor-e6 section-g-ff196ta gutentor-element gutentor-element-image"><div class="gutentor-element-image-box"><a class="gutentor-element-image-link" href="https://culturadefato.com.br/um-todo-que-interage/"><div class="gutentor-image-thumb"><img decoding="async" class="normal-image" src="https://culturadefato.com.br/wp-content/uploads/2021/08/Space_SanjaDota.jpg" alt="Space, por Sanja Dota" /></div></a></div></div>



<p class="has-text-align-center"><br><em><a href="https://culturadefato.com.br/um-todo-que-interage/">Um todo que interage</a></em><br>(<a href="https://culturadefato.com.br/author/diversos/">diversos autores</a>)</p>
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<div id="col-g-fbist79" class="wp-block-gutentor-m0-col col-g-fbist79 gutentor-carousel-item"><div id="section-g-fbist79" class="section-g-fbist79 gutentor-col-wrap">
<div id="section-g-777b5bv" class="wp-block-gutentor-e6 section-g-777b5bv gutentor-element gutentor-element-image"><div class="gutentor-element-image-box"><a class="gutentor-element-image-link" href="https://culturadefato.com.br/o-maravilhoso-plano-de-construcao-do-universo/"><div class="gutentor-image-thumb"><img decoding="async" class="normal-image" src="https://culturadefato.com.br/wp-content/uploads/2021/03/ACriacao.jpg" /></div></a></div></div>



<p class="has-text-align-center"><br><em><a href="https://culturadefato.com.br/o-maravilhoso-plano-de-construcao-do-universo/">O maravilhoso plano de construção do Universo</a>,</em><br>por <a href="https://culturadefato.com.br/author/revistacatolicismo/">Revista Catolicismo</a></p>
</div></div>



<div id="col-g-72riwwi" class="wp-block-gutentor-m0-col col-g-72riwwi gutentor-carousel-item"><div id="section-g-72riwwi" class="section-g-72riwwi gutentor-col-wrap">
<div id="section-g-qmx4sio" class="wp-block-gutentor-e6 section-g-qmx4sio gutentor-element gutentor-element-image"><div class="gutentor-element-image-box"><a class="gutentor-element-image-link" href="https://culturadefato.com.br/quem-ou-o-que-causou-deus/"><div class="gutentor-image-thumb"><img decoding="async" class="normal-image" src="https://culturadefato.com.br/wp-content/uploads/2020/11/EfeitoDomino.jpg" alt="Peças de dominó caindo sobre mesa de madeira" /></div></a></div></div>



<p class="has-text-align-center"><br><a href="https://culturadefato.com.br/quem-ou-o-que-causou-deus/"><em>Quem ou o que causou Deus?</em></a>,<br>por <a href="https://culturadefato.com.br/author/millarderickson/">Millard Erickson</a><br></p>
</div></div>



<div id="col-g-xpk1lqf" class="wp-block-gutentor-m0-col col-g-xpk1lqf gutentor-carousel-item"><div id="section-g-xpk1lqf" class="section-g-xpk1lqf gutentor-col-wrap">
<div id="section-g-ee5ey4p" class="wp-block-gutentor-e6 section-g-ee5ey4p gutentor-element gutentor-element-image"><div class="gutentor-element-image-box"><a class="gutentor-element-image-link" href="https://culturadefato.com.br/true-outspeak-logos-divino/"><div class="gutentor-image-thumb"><img decoding="async" class="normal-image" src="https://culturadefato.com.br/wp-content/uploads/2020/07/OlavoDeCarvalho.jpeg" alt="Olavo de Carvalho" /></div></a></div></div>



<p class="has-text-align-center"><br><em><a href="https://culturadefato.com.br/true-outspeak-logos-divino/">True Outspeak: Logos Divino</a></em>,<br>por <a href="https://culturadefato.com.br/author/olavodecarvalho/">Olavo de Carvalho</a><br></p>
</div></div>



<div id="col-g-wzk97zt" class="wp-block-gutentor-m0-col col-g-wzk97zt gutentor-carousel-item"><div id="section-g-wzk97zt" class="section-g-wzk97zt gutentor-col-wrap">
<div id="section-g-o8y11yl" class="wp-block-gutentor-e6 section-g-o8y11yl gutentor-element gutentor-element-image"><div class="gutentor-element-image-box"><a class="gutentor-element-image-link" href="https://culturadefato.com.br/o-mal-diante-de-deus/"><div class="gutentor-image-thumb"><img decoding="async" class="normal-image" src="https://culturadefato.com.br/wp-content/uploads/2022/05/CainLillingAbel_AutorDesconhecido.jpg" alt="Cain killing Abel is a painting by Unknown 19th century" /></div></a></div></div>



<p class="has-text-align-center"><br><em><a href="https://culturadefato.com.br/o-mal-diante-de-deus/">O mal: diante de Deus?</a></em>,<br>por <a href="https://culturadefato.com.br/author/pejeanmichelgleize/">Pe Jean-Michel Gleize</a><br></p>
</div></div>
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<p>O post <a href="https://culturadefato.com.br/a-matematica-da-impossibilidade/">A matemática da impossibilidade</a> apareceu primeiro em <a href="https://culturadefato.com.br">Cultura de Fato</a>.</p>
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		<title>Lei do certo e do errado</title>
		<link>https://culturadefato.com.br/lei-do-certo-e-do-errado/</link>
					<comments>https://culturadefato.com.br/lei-do-certo-e-do-errado/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[C. S. Lewis]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 23 May 2024 03:00:48 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cristianismo]]></category>
		<category><![CDATA[Apologética]]></category>
		<category><![CDATA[C. S. Lewis]]></category>
		<category><![CDATA[Excerto de Livro]]></category>
		<category><![CDATA[Lei Natural]]></category>
		<category><![CDATA[Moralidade]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://culturadefato.com.br/?p=2164</guid>

					<description><![CDATA[<p>“No universo inteiro, existe uma coisa, e somente uma, que nós conhecemos melhor do que conheceríamos se contássemos somente com a observação externa. Essa coisa é o Ser Humano. Nós não nos limitamos a observar o ser humano, nós somos seres humanos. Nesse caso, podemos dizer que as informações que possuímos vêm <em>de dentro</em>.”</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="has-text-align-center"><span id="Epigrafe"></span>“<em>Se você está no caminho errado, voltar atrás significa progresso.</em>”<br><span data-tooltip-position="top" data-tooltip="Clive"><em>C</em></span>. <span data-tooltip-position="top" data-tooltip="Staples"><em>S</em></span>. <span data-tooltip-position="top" data-tooltip="C. S. Lewis (1898 - 1963), escritor e apologista cristão irlandês."><em>Lewis</em></span> (1898 &#8211; 1963)</p>



<p class="has-text-align-right has-small-font-size"><em>* <a href="#Notas">Notas da editoria</a></em></p>



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<p class="has-drop-cap">Todos já viram pessoas discutindo. Às vezes, a discussão soa engraçada; em outras, apenas desagradável. Como quer que soe, acredito que podemos aprender algo muito importante ouvindo os tipos de coisas que elas dizem. Dizem, por exemplo: “Você gostaria que fi­zessem o mesmo com você?”; “Desculpe, esse banco é meu, eu sentei aqui primeiro”; “Deixe-o em paz, que ele não lhe está fazendo nada de mal”; “Por que você teve de entrar na frente?”; “Dê-me um pedaço da sua laran­ja, pois eu lhe dei um pedaço da minha”; e “Poxa, você prometeu!”. Essas coisas são ditas todos os dias por pessoas cultas e incultas, por adultos e crianças.</p>



<p>O que me interessa em todos estes comentários é que o homem que os faz não está apenas expressando o quanto lhe desagrada o comportamento de seu interlocutor. Está, também, fazendo apelo a um padrão de comportamento que o outro deveria conhecer. E esse outro raramente responde: “Ao inferno com o padrão!”. Quase sempre tenta provar que sua atitude não infringiu este padrão, ou que, se infringiu, ele tinha uma desculpa muito especial para agir assim. Alega uma razão especial, em seu caso particular, para não ceder o lugar à pessoa que ocupou o banco primeiro, ou alega que a situação era muito diferente quando ele ganhou aquele gomo de laranja, ou, ainda, que um fato novo o desobriga de cumprir o prometido. Está claro que os envolvidos na discussão conhecem uma lei ou regra de conduta leal, de comportamento digno ou moral, ou, como quer que o queiramos chamar, com a qual efetivamente concordam. E eles conhecem essa lei. Se não a conhecessem, talvez lutassem como animais ferozes, mas não poderiam “discutir” no sentido humano desta palavra. A intenção da discussão é mostrar que o outro está errado. Não haveria sentido em demonstrá-lo se você e ele não tivessem algum tipo de consenso sobre o que é certo e o que é errado, da mesma forma que não haveria sentido em marcar a falta de um jogador de futebol sem que houvesse uma concordância prévia sobre as regras do jogo. Ora, essa lei ou regra do certo e do errado era chamada de <strong>Lei Natural</strong>. Hoje em dia, quando falamos das “leis naturais”, quase sempre nos referimos a coisas como a gravitação, a hereditariedade ou as leis da química. Porém, quando os pensadores do passado chamavam a lei do certo e do errado de “Lei Natural”, estava implícito que se tratava da Lei da Natureza Humana. A ideia era a seguinte: assim como os corpos são regidos pela lei da gravitação, e os organismos, pelas leis da biologia, assim também a criatura chamada “homem” possui uma lei própria — com a grande diferença de que os corpos não são livres para escolher se vão obedecer à lei da gravitação ou não, ao passo que o homem pode escolher entre obedecer ou desobedecer à Lei da Natureza Humana.</p>



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<p>Se o Certo não for uma entidade real, que os nazistas, lá no fundo, conhecem tão bem quanto nós, qual o sentido de dizer que o inimigo está errado? Se eles não têm nenhuma noção daquilo que chamamos de Certo, talvez tivéssemos de combatê-los do mesmo jeito, mas não poderíamos culpá-los pelas suas ações, da mesma forma que não podemos culpar um homem por ter nascido com os cabelos louros ou castanhos.</p>



<p><a href="https://amzn.to/4bPig7o" target="_blank" rel="noreferrer noopener sponsored nofollow"><img loading="lazy" decoding="async" width="215" height="241" class="size-full wp-image-4061 alignright" src="https://culturadefato.com.br/wp-content/uploads/2020/09/CristianismoPuroESimples.jpg" alt=""></a>Sei que certas pessoas afirmam que a ideia de uma Lei Natural ou lei de dignidade de comportamento, conhecida de todos os homens, não tem fundamento, porque as diversas civilizações e os povos das diversas épocas tiveram doutrinas morais muito diferentes. Mas, isso não é verdade. É certo que existem diferenças entre as doutrinas morais dos diversos povos, mas elas nunca chegaram a constituir algo que se assemelhasse a uma diferença total. Se alguém se der ao trabalho de comparar os ensinamentos morais dos antigos egípcios, dos babilônios, dos hindus, dos chineses, dos gregos e dos romanos, ficará surpreso, isto sim, com o imenso grau de semelhança que eles têm entre si e também com nossos próprios ensinamentos morais.</p>



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<p>A Lei da Natureza Humana, ou Lei do Certo e do Errado, é algo que transcende os fatos do comportamento humano. Neste caso, além dos fatos em si, existe outra coisa — uma verdadeira lei que não inventamos e à qual sabemos que devemos obedecer.</p>



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<hr class="wp-block-separator has-css-opacity is-style-dots"/>



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<p>No universo inteiro, existe uma coisa, e somente uma, que nós conhecemos melhor do que conheceríamos se contássemos somente com a observação externa. Essa coisa é o Ser Humano. Nós não nos limitamos a observar o ser humano, nós somos seres humanos. Nesse caso, podemos dizer que as informações que possuímos vêm “de dentro”. Estamos a par do assunto. Por causa disto, sabemos que os seres humanos estão sujeitos a uma lei moral que não foi criada por eles, que não conseguem tirar do seu horizonte mesmo quando tentam e à qual sabem que devem obedecer. Alguém que estudasse o homem “de fora”, da maneira como estudamos a eletricidade ou os repolhos, sem conhecer a nossa língua e, portanto, impossibilitado de obter conhecimento do nosso interior, não teria a mais vaga ideia da existência desta lei moral a partir da observação de nossos atos. Como poderia ter? Suas observações se resumiriam ao que fazemos, ao passo que essa lei diz respeito ao que deveríamos fazer. Do mesmo modo, se existe algo acima ou por trás dos fatos observados sobre as pedras ou sobre o clima, nós, estudando-os de fora, não temos a menor esperança de descobrir o que ele é.</p>



<p>A natureza da questão é a seguinte: queremos saber se o universo simplesmente é o que é, sem nenhuma razão especial, ou se existe por trás dele um poder que o produziu tal como o conhecemos. Uma vez que esse poder, se ele existe, não seria um dos fatos observados, mas a realidade que os produziu, a mera observação dos fenômenos não pode encontrá-lo. Existe apenas um caso no qual podemos saber se esse “algo mais” existe; a saber, o nosso caso. E, nesse caso, constatamos que existe. Ou examinemos a questão de outro ângulo. Se existisse um poder exterior que controlasse o universo, ele não poderia se revelar para nós como um dos fatos do próprio universo — da mesma forma que o arquiteto de uma casa não pode ser uma de suas escadas, paredes ou lareira. A única maneira pela qual podemos esperar que esta força se manifeste é dentro de nós mesmos.</p>



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<p>Quando abro o Ser Humano chamado “Eu”, descubro que não existo por mim mesmo, mas que vivo sob uma lei, que algo ou alguém quer que eu me comporte de determinada forma.</p>



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<p class="has-text-align-right">Excertos da obra: &nbsp;“<a href="https://amzn.to/4bPig7o" target="_blank" rel="noreferrer noopener sponsored nofollow">Cristianismo puro e simples</a>”, escrita por: <a href="https://culturadefato.com.br/author/cslewis/"><span data-tooltip-position="top" data-tooltip="Clive">C</span>. <span data-tooltip-position="bottom" data-tooltip="Staples ">S</span>. <span data-tooltip-position="top" data-tooltip="C. S. Lewis (1898 - 1963), escritor e apologista cristão irlandês.">Lewis</span></a> (1898 – 1963).<br>Publicada pela editora <a href="http://www.wmfmartinsfontes.com.br/" target="_blank" rel="noreferrer noopener nofollow">Editora WMF Martins Fontes</a>, sob&nbsp;<span data-tooltip="ISBN: International Standard Book Number." data-tooltip-position="top">ISBN</span>: 9788578271725.</p>



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<p class="has-background has-very-light-gray-background-color"><span id="Notas"></span><a href="#Epigrafe"><img loading="lazy" decoding="async" width="17" height="14" class="wp-image-16646" style="width: 17px;" src="https://culturadefato.com.br/wp-content/uploads/2020/07/Subir_FundoCinza.jpg" alt="Subir com fundo cinza"></a> <strong>Notas da editoria:</strong><br><br><strong>1</strong>. O conteúdo da obra foi inicialmente proferido por <a href="https://culturadefato.com.br/author/cslewis/" target="_blank" rel="noreferrer noopener nofollow">C. S. Lewis</a> (1898 – 1963) em programas de rádio difundidos pela <a href="http://www.bbc.co.uk/radio" target="_blank" rel="noreferrer noopener nofollow">Rádio BBC</a>. Tais veiculações resultaram em três livros: <em><a href="https://amzn.to/44XGGJN" target="_blank" rel="noreferrer noopener sponsored nofollow">Broadcast Talks</a></em> (1942), <em><a href="https://amzn.to/3VbGmUy" target="_blank" rel="noreferrer noopener sponsored nofollow">Christian Behaviour</a></em> (1943) e <em><a href="https://amzn.to/3WM3SJ4" target="_blank" rel="noreferrer noopener sponsored nofollow">Beyond Personality</a></em> (1944), neles o autor fez pequenos acréscimos. Em 2005 a <a href="http://www.wmfmartinsfontes.com.br/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Editora Martins Fontes</a> reuniu toda a obra em um único volume, chamado  “<a href="https://amzn.to/4bPig7o" target="_blank" rel="noreferrer noopener sponsored nofollow">Cristianismo puro e simples</a>”.<br><br><strong>2</strong>. Esta postagem é uma suma do primeiro capítulo do livro  “<a href="https://amzn.to/4bPig7o" target="_blank" rel="noreferrer noopener sponsored nofollow">Cristianismo puro e simples</a>” (originalmente <em><a href="https://amzn.to/44XGGJN" target="_blank" rel="noreferrer noopener sponsored nofollow">Broadcast Talks</a></em>).<br><br><strong>3</strong>. A imagem associada a esta publicação (<a href="#main">topo</a> <a href="#main"><img loading="lazy" decoding="async" width="17" height="14" class="wp-image-16646" style="width: 17px;" src="https://culturadefato.com.br/wp-content/uploads/2020/07/Subir_FundoCinza.jpg" alt="Subir com fundo cinza"></a>) ilustra a pintura denominada “<a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Ficheiro:Salom%C3%A9_con_la_cabeza_del_Bautista_%28Caravaggio%29.jpg" target="_blank" rel="noreferrer noopener nofollow">Salomé com a Cabeça de São João Batista</a>&#8221; (1607), de <span data-tooltip-position="top" data-tooltip="Michelangelo Merisi (ou Amerighi), conhecido como Caravaggio. Nasceu em Milão (Itália) em 1571 e faleceu 1610 em Porto Ercole (Região da Toscana, Itália), foi um dos mais notáveis pintores barrocos.">Caravaggio</span> (1571 &#8211; 1610).<br><br><strong>4</strong>. Este artigo foi originalmente publicado na <span data-tooltip="Na época utilizávamos o endereço: ''culturateca.com.br''." data-tooltip-position="top"><em>Cultura de Fato</em></span> em 6 de abril de 2016. A data de 23 de maio de 2024 corresponde à última edição.</p>



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<h2 class="wp-block-heading has-text-align-center">Mais do autor:</h2>



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<section id="gmd520d0f" class="wp-block-gutentor-m0 alignfull section-gmd520d0f gutentor-module gutentor-module-carousel has-color-bg has-custom-bg gutentor-slick-a-default-desktop gutentor-slick-a-default-tablet gutentor-slick-a-default-mobile"><div class="grid-container"><div class="gutentor-module-carousel-row" data-dots="false" data-dotstablet="false" data-dotsmobile="false" data-arrows="true" data-arrowstablet="true" data-arrowsmobile="true" data-infinite="true" data-autoplay="true" data-draggable="true" data-pauseonfocus="true" data-pauseonhover="true" data-autoplayspeed="4500" data-cmondesktop="false" data-cmontablet="false" data-cmonmobile="false" data-nextarrow="fas fa-angle-right" data-prevarrow="fas fa-angle-left" data-arrowspositiondesktop="gutentor-slick-a-default-desktop" data-arrowspositiontablet="gutentor-slick-a-default-tablet" data-arrowspositionmobile="gutentor-slick-a-default-mobile" data-speed="300" data-slideitemdesktop="2" data-slideitemtablet="3" data-slideitemmobile="2" data-slidescroll-desktop="2" data-slidescroll-tablet="3" data-slidescroll-mobile="2">
<div id="col-gma8fb40" class="wp-block-gutentor-m0-col col-gma8fb40 gutentor-carousel-item"><div id="section-gma8fb40" class="section-gma8fb40 gutentor-col-wrap has-color-bg has-custom-bg">
<div id="section-g37d0f8" class="wp-block-gutentor-e6 section-g37d0f8 gutentor-element gutentor-element-image text-align-center-desktop"><div class="gutentor-element-image-box"><a class="gutentor-element-image-link" href="https://culturadefato.com.br/esperanca/"><div class="gutentor-image-thumb"><img decoding="async" class="normal-image" src="https://culturadefato.com.br/wp-content/uploads/2024/02/AYoungWomanWritingLetter.jpg" alt="Obra: &quot;Woman Writing a Letter&quot; (1680), por Frans van Mieris the Elder (1635 - 1681)." /></div></a></div></div>



<p class="has-text-align-center"><br><em><a href="https://culturadefato.com.br/conselhos-de-c-s-lewis-para-duas-jovens-escritoras/">Conselhos de C. S. Lewis para duas jovens escritoras</a></em></p>
</div></div>



<div id="col-gm84c19f" class="wp-block-gutentor-m0-col col-gm84c19f gutentor-carousel-item"><div id="section-gm84c19f" class="section-gm84c19f gutentor-col-wrap has-color-bg has-custom-bg">
<div id="section-g86a650" class="wp-block-gutentor-e6 section-g86a650 gutentor-element gutentor-element-image text-align-center-desktop"><div class="gutentor-element-image-box"><a class="gutentor-element-image-link" href="https://culturadefato.com.br/esperanca/"><div class="gutentor-image-thumb"><img decoding="async" class="normal-image" src="https://culturadefato.com.br/wp-content/uploads/2023/10/RetratoDaDorEsparancaJuanAranoaDeCarredano.jpg" alt="Obra: &quot;Dor e esperança&quot;, por Juan de Aranoa y Carredano 1901 - 1973)" /></div></a></div></div>



<p class="has-text-align-center"><br><a href="https://culturadefato.com.br/esperanca/"><em>Esperança</em></a></p>
</div></div>



<div id="col-gmf8ba8b" class="wp-block-gutentor-m0-col col-gmf8ba8b gutentor-carousel-item"><div id="section-gmf8ba8b" class="section-gmf8ba8b gutentor-col-wrap has-color-bg has-custom-bg">
<div id="section-gaefc60" class="wp-block-gutentor-e6 section-gaefc60 gutentor-element gutentor-element-image text-align-center-desktop"><div class="gutentor-element-image-box"><a class="gutentor-element-image-link" href="https://culturadefato.com.br/a-abolicao-do-homem-excertos-dos-principais-temas/"><div class="gutentor-image-thumb"><img decoding="async" class="normal-image" src="https://culturadefato.com.br/wp-content/uploads/2023/05/CSLewis_ValeryFilippov.jpg" alt="Obra: &quot;C. S. Lewis&quot;, por Valery Filippov" /></div></a></div></div>



<p class="has-text-align-center"><br><a href="https://culturadefato.com.br/a-abolicao-do-homem-excertos-dos-principais-temas/"><em>“A abolição do homem”: excertos dos principais temas</em></a></p>
</div></div>



<div id="col-gm7a7c9e" class="wp-block-gutentor-m0-col col-gm7a7c9e gutentor-carousel-item"><div id="section-gm7a7c9e" class="section-gm7a7c9e gutentor-col-wrap has-color-bg has-custom-bg">
<div id="section-gbecf33" class="wp-block-gutentor-e6 section-gbecf33 gutentor-element gutentor-element-image text-align-center-desktop"><div class="gutentor-element-image-box"><a class="gutentor-element-image-link" href="https://culturadefato.com.br/livre-arbitrio-atemporalidade-em-deus-e-oracao-compativeis/"><div class="gutentor-image-thumb"><img decoding="async" class="normal-image" src="https://culturadefato.com.br/wp-content/uploads/2021/03/CountryFresh.jpg" alt="Recorte da obra: &quot;Country Fresh&quot;, criada pelo artista americano Charles L. Peterson." /></div></a></div></div>



<p class="has-text-align-center"><br><a href="https://culturadefato.com.br/livre-arbitrio-atemporalidade-em-deus-e-oracao-compativeis/"><em>Livre arbítrio, atemporalidade em Deus e oração: compatíveis?</em></a></p>
</div></div>



<div id="col-gm49874d" class="wp-block-gutentor-m0-col col-gm49874d gutentor-carousel-item"><div id="section-gm49874d" class="section-gm49874d gutentor-col-wrap has-color-bg has-custom-bg">
<div id="section-ga49dc6" class="wp-block-gutentor-e6 section-ga49dc6 gutentor-element gutentor-element-image text-align-center-desktop"><div class="gutentor-element-image-box"><a class="gutentor-element-image-link" href="https://culturadefato.com.br/a-terrivel-necessidade-da-tribulacao/"><div class="gutentor-image-thumb"><img decoding="async" class="normal-image" src="https://culturadefato.com.br/wp-content/uploads/2021/03/TheAngelDeath_PlagueofRome.jpg" /></div></a></div></div>



<p class="has-text-align-center"><br><a href="https://culturadefato.com.br/a-terrivel-necessidade-da-tribulacao/"><em>A terrível necessidade da tribulação</em></a></p>
</div></div>



<div id="col-gm851655" class="wp-block-gutentor-m0-col col-gm851655 gutentor-carousel-item"><div id="section-gm851655" class="section-gm851655 gutentor-col-wrap has-color-bg has-custom-bg">
<div id="section-gbdbcca" class="wp-block-gutentor-e6 section-gbdbcca gutentor-element gutentor-element-image text-align-center-desktop"><div class="gutentor-element-image-box"><a class="gutentor-element-image-link" href="https://culturadefato.com.br/a-onipotencia-divina/"><div class="gutentor-image-thumb"><img decoding="async" class="normal-image" src="https://culturadefato.com.br/wp-content/uploads/2020/11/PregoCoroa.jpeg" alt="Prego e Coroa de Jesus Cristo" /></div></a></div></div>



<p class="has-text-align-center"><br><a href="https://culturadefato.com.br/a-onipotencia-divina/"><em>A onipotência divina</em></a></p>
</div></div>



<div id="col-gm4415be" class="wp-block-gutentor-m0-col col-gm4415be gutentor-carousel-item"><div id="section-gm4415be" class="section-gm4415be gutentor-col-wrap">
<div id="section-g01ea8b" class="wp-block-gutentor-e6 section-g01ea8b gutentor-element gutentor-element-image gutentor-enabled-width text-align-center-desktop"><div class="gutentor-element-image-box"><a class="gutentor-element-image-link" href="https://culturadefato.com.br/amar-o-proximo-como-a-si-mesmo/"><div class="gutentor-image-thumb"><img decoding="async" class="normal-image" src="https://culturadefato.com.br/wp-content/uploads/2020/10/BomSamaritano.jpg" alt="Ilustração da pintura &quot;O Bom Samaritano&quot;, obra de George Frederic Watts (1817 - 1904)." /></div></a></div></div>



<p class="has-text-align-center"><br><a href="https://culturadefato.com.br/amar-o-proximo-como-a-si-mesmo/"><em>Amar o próximo como a si mesmo?</em></a></p>
</div></div>



<div id="col-gm343834" class="wp-block-gutentor-m0-col col-gm343834 gutentor-carousel-item"><div id="section-gm343834" class="section-gm343834 gutentor-col-wrap">
<div id="section-g763936" class="wp-block-gutentor-e6 section-g763936 gutentor-element gutentor-element-image gutentor-enabled-width text-align-center-desktop"><div class="gutentor-element-image-box"><a class="gutentor-element-image-link" href="https://culturadefato.com.br/decima-quinta-carta-de-um-diabo-ao-seu-aprendiz/"><div class="gutentor-image-thumb"><img decoding="async" class="normal-image" src="https://culturadefato.com.br/wp-content/uploads/2020/10/OInfernoRecorte.jpg" alt="Obra &quot;O Inferno&quot;: pintura a óleo sobre madeira de carvalho, pintado cerca de 1515 por pintor português, mas de identidade desconhecida." /></div></a></div></div>



<p class="has-text-align-center"><br><a href="https://culturadefato.com.br/decima-quinta-carta-de-um-diabo-ao-seu-aprendiz/"><em>Décima quinta carta de um diabo ao seu aprendiz</em></a></p>
</div></div>



<div id="col-gm1d15c7" class="wp-block-gutentor-m0-col col-gm1d15c7 gutentor-carousel-item"><div id="section-gm1d15c7" class="section-gm1d15c7 gutentor-col-wrap">
<div id="section-gb920a3" class="wp-block-gutentor-e6 section-gb920a3 gutentor-element gutentor-element-image gutentor-enabled-width text-align-center-desktop"><div class="gutentor-element-image-box"><a class="gutentor-element-image-link" href="https://culturadefato.com.br/o-culto-perfeito/"><div class="gutentor-image-thumb"><img decoding="async" class="normal-image" src="https://culturadefato.com.br/wp-content/uploads/2020/09/MusicaOuMissa.jpg" alt="Música ou Missa? Perfis de pessoas e cenário com tons de azul, os quais confundem compreender se trata-se de missa ou show de rock." /></div></a></div></div>



<p class="has-text-align-center"><br><a href="https://culturadefato.com.br/o-culto-perfeito/"><em>O culto perfeito</em></a></p>
</div></div>



<div id="col-gm8edead" class="wp-block-gutentor-m0-col col-gm8edead gutentor-carousel-item"><div id="section-gm8edead" class="section-gm8edead gutentor-col-wrap">
<div id="section-g0d5150" class="wp-block-gutentor-e6 section-g0d5150 gutentor-element gutentor-element-image"><div class="gutentor-element-image-box"><a class="gutentor-element-image-link" href="https://culturadefato.com.br/lei-do-certo-e-do-errado/"><div class="gutentor-image-thumb"><img decoding="async" class="normal-image" src="https://culturadefato.com.br/wp-content/uploads/2020/09/Justica.jpg" alt="Estátua da justiça (olhos vendados e segurando balança)." /></div></a></div></div>



<p class="has-text-align-center"><br><a href="https://culturadefato.com.br/lei-do-certo-e-do-errado/"><em>Lei do certo e do errado</em></a></p>
</div></div>



<div id="col-gmf33e20" class="wp-block-gutentor-m0-col col-gmf33e20 gutentor-carousel-item"><div id="section-gmf33e20" class="section-gmf33e20 gutentor-col-wrap">
<div id="section-ga96ce2" class="wp-block-gutentor-e6 section-ga96ce2 gutentor-element gutentor-element-image"><div class="gutentor-element-image-box"><a class="gutentor-element-image-link" href="https://culturadefato.com.br/sobre-a-obstinacao-na-crenca/"><div class="gutentor-image-thumb"><img decoding="async" class="normal-image" src="https://culturadefato.com.br/wp-content/uploads/2020/09/Confianca.jpeg" alt="Escalando montanha" /></div></a></div></div>



<p class="has-text-align-center"><br><a href="https://culturadefato.com.br/sobre-a-obstinacao-na-crenca/"><em>Sobre a obstinação na crença</em></a></p>
</div></div>



<div id="col-gm535931" class="wp-block-gutentor-m0-col col-gm535931 gutentor-carousel-item"><div id="section-gm535931" class="section-gm535931 gutentor-col-wrap">
<div id="section-g725bf2" class="wp-block-gutentor-e6 section-g725bf2 gutentor-element gutentor-element-image"><div class="gutentor-element-image-box"><a class="gutentor-element-image-link" href="https://culturadefato.com.br/racionando-a-razao/"><div class="gutentor-image-thumb"><img decoding="async" class="normal-image" src="https://culturadefato.com.br/wp-content/uploads/2020/09/RazaoEmocao.jpg" alt="Razão e emoção (moça e quadro negro)" /></div></a></div></div>



<p class="has-text-align-center"><br><a href="https://culturadefato.com.br/racionando-a-razao/"><em>Racionando a razão</em></a></p>
</div></div>



<div id="col-gm0403d5" class="wp-block-gutentor-m0-col col-gm0403d5 gutentor-carousel-item"><div id="section-gm0403d5" class="section-gm0403d5 gutentor-col-wrap">
<div id="section-geba452" class="wp-block-gutentor-e6 section-geba452 gutentor-element gutentor-element-image"><div class="gutentor-element-image-box"><a class="gutentor-element-image-link" href="https://culturadefato.com.br/a-abolicao-do-homem/"><div class="gutentor-image-thumb"><img decoding="async" class="normal-image" src="https://culturadefato.com.br/wp-content/uploads/2020/09/CachoeiraSantaBarbara.jpg" alt="Cachoeira de Santa Bárbara – Chapada dos Veadeiros (GO)" /></div></a></div></div>



<p class="has-text-align-center"><br><a href="https://culturadefato.com.br/a-abolicao-do-homem/"><em>A abolição do homem</em></a></p>
</div></div>



<div id="col-gm243a9c" class="wp-block-gutentor-m0-col col-gm243a9c gutentor-carousel-item"><div id="section-gm243a9c" class="section-gm243a9c gutentor-col-wrap">
<div id="section-gb903a4" class="wp-block-gutentor-e6 section-gb903a4 gutentor-element gutentor-element-image"><div class="gutentor-element-image-box"><a class="gutentor-element-image-link" href="https://culturadefato.com.br/agora-e-sempre/"><div class="gutentor-image-thumb"><img decoding="async" class="normal-image" src="https://culturadefato.com.br/wp-content/uploads/2020/08/Eternidade.jpg" alt="Despertador se desfazendo" /></div></a></div></div>



<p class="has-text-align-center"><br><a href="https://culturadefato.com.br/agora-e-sempre/"><em>Agora é sempre</em></a></p>
</div></div>



<div id="col-gm0a065f" class="wp-block-gutentor-m0-col col-gm0a065f gutentor-carousel-item"><div id="section-gm0a065f" class="section-gm0a065f gutentor-col-wrap">
<div id="section-g393002" class="wp-block-gutentor-e6 section-g393002 gutentor-element gutentor-element-image"><div class="gutentor-element-image-box"><a class="gutentor-element-image-link" href="https://culturadefato.com.br/ceu-e-sexualidade/"><div class="gutentor-image-thumb"><img decoding="async" class="normal-image" src="https://culturadefato.com.br/wp-content/uploads/2020/08/Casamento.jpg" alt="Casamento (casal sentado nas nuvens)" /></div></a></div></div>



<p class="has-text-align-center"><br><a href="https://culturadefato.com.br/ceu-e-sexualidade/"><em>Céu e sexualidade</em></a></p>
</div></div>



<div id="col-gm4afb42" class="wp-block-gutentor-m0-col col-gm4afb42 gutentor-carousel-item"><div id="section-gm4afb42" class="section-gm4afb42 gutentor-col-wrap">
<div id="section-g4af99b" class="wp-block-gutentor-e6 section-g4af99b gutentor-element gutentor-element-image"><div class="gutentor-element-image-box"><a class="gutentor-element-image-link" href="https://culturadefato.com.br/bondade-divina/"><div class="gutentor-image-thumb"><img decoding="async" class="normal-image" src="https://culturadefato.com.br/wp-content/uploads/2020/09/CapsulaComCoracoes.jpg" alt="Capsula com corações" /></div></a></div></div>



<p class="has-text-align-center"><br><a href="https://culturadefato.com.br/bondade-divina/"><em>Bondade Divina</em></a></p>
</div></div>



<div id="col-gm333be9" class="wp-block-gutentor-m0-col col-gm333be9 gutentor-carousel-item"><div id="section-gm333be9" class="section-gm333be9 gutentor-col-wrap">
<div id="section-g701ac3" class="wp-block-gutentor-e6 section-g701ac3 gutentor-element gutentor-element-image"><div class="gutentor-element-image-box"><a class="gutentor-element-image-link" href="https://culturadefato.com.br/a-vida-crista-e-um-empreendimento-mercenario/"><div class="gutentor-image-thumb"><img decoding="async" class="normal-image" src="https://culturadefato.com.br/wp-content/uploads/2020/09/servir-ao-dinheiro.jpg" alt="Vela feita por moedas representando servidão ao dinheiro." /></div></a></div></div>



<p class="has-text-align-center"><br><a href="https://culturadefato.com.br/a-vida-crista-e-um-empreendimento-mercenario/"><em>A vida cristã é um empreendimento mercenário?</em></a></p>
</div></div>
</div></div></section>



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			</item>
		<item>
		<title>Qual é a natureza da liberdade humana?</title>
		<link>https://culturadefato.com.br/qual-e-a-natureza-da-liberdade-humana/</link>
					<comments>https://culturadefato.com.br/qual-e-a-natureza-da-liberdade-humana/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Battista Mondin]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 13 May 2024 21:30:02 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Filosofia e História]]></category>
		<category><![CDATA[Apologética]]></category>
		<category><![CDATA[Ateísmo]]></category>
		<category><![CDATA[Excerto de Livro]]></category>
		<category><![CDATA[Liberdade]]></category>
		<category><![CDATA[Moralidade]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://culturadefato.com.br/?p=1755</guid>

					<description><![CDATA[<p>“Não há liberdade sem razão, como não há liberdade sem vontade. A vontade é apetite racional, isto é, um apetite guiado pela razão. Se não houver orientação da razão, não há liberdade e nem vontade, mas simplesmente instinto.”</p>
<p>O post <a href="https://culturadefato.com.br/qual-e-a-natureza-da-liberdade-humana/">Qual é a natureza da liberdade humana?</a> apareceu primeiro em <a href="https://culturadefato.com.br">Cultura de Fato</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="has-text-align-center"><span id="Epigrafe"></span>Excerto do tópico “<em>Natureza da liberdade</em>”, do livro: “<em><a href="https://amzn.to/47la4Ka" target="_blank" rel="noreferrer noopener nofollow">Quem é Deus?</a></em>”;<br>escrito por Battista Mondin (1926 – 2015); e, publicado pela <a href="http://www.paulus.com.br" target="_blank" rel="nofollow noopener noreferrer">Paulus Editora</a>, sob <span data-tooltip-position="top" data-tooltip="International Standard Book Number">ISBN</span>&nbsp;9788534908252.<br><br> Vale salientar: este pequeno trecho não demonstra o objetivo da obra,<br>para tal finalidade consulte o sumário do livro (reescrito no término desta postagem).</p>



<p class="has-text-align-right has-small-font-size"><em>*&nbsp;<a href="#Notas">Notas da editoria</a></em></p>



<hr class="wp-block-separator has-css-opacity is-style-wide"/>



<br>



<p class="has-drop-cap">A esta <span data-tooltip-position="top" data-tooltip="Qual é a natureza da liberdade humana?">pergunta</span> os filósofos deram respostas <span data-tooltip-position="top" data-tooltip="No sentido de encerrar qualquer antítese.">antitéticas</span>. Para alguns, a liberdade é essencialmente uma função da razão: é livre o homem que age segunda a razão (<span data-tooltip-position="top" data-tooltip="Sócrates (470 a. C. ou 469 a. C. - 399 a. C.).">Sócrates</span>, <span data-tooltip-position="top" data-tooltip="Platão (427 a. C. ou 428 a. C. - 348 a. C. ou 347 a. C.).">Platão</span>, <span data-tooltip-position="top" data-tooltip="Plotino (204 d. C. - 270 d. C.).">Plotino</span>, <span data-tooltip-position="top" data-tooltip="Baruch Espinoza (1632 - 1677).">Spinoza</span> e outros). Para outros, a liberdade é eminentemente função da vontade (<span data-tooltip-position="top" data-tooltip="Agostinho de Hipona, mais conhecido como Santo Agostinho (354 d. C. - 430 d. C.).">Agostinho</span>, <span data-tooltip-position="top" data-tooltip="Santo Tomás de Aquino (1225 - 1274).">Tomás de Aquino</span>, <span data-tooltip-position="top" data-tooltip="Beato João Duns Escoto (1266 - 1308).">Scoto</span>, <span data-tooltip-position="top" data-tooltip="Guilherme de Ockham (1420 - 1484).">Occam</span>, <span data-tooltip-position="top" data-tooltip="Immanuel Kant (1724 - 1804).">Kant</span>, <span data-tooltip-position="top" data-tooltip="Friedrich Wilhelm Joseph von Schelling (1775 - 1854).">Schelling</span> e outros).</p>



<p>Mas, se prestarmos bem atenção, veremos que a liberdade não é filha nem só da razão nem só da vontade, mas de ambas. Não há liberdade sem razão, como não há liberdade sem vontade. Ela precisa do concurso de ambas as faculdades. A liberdade (o ato livre) é gerada imediatamente pela vontade, mas isso ocorre somente depois que ela já foi fecundada pela inteligência. De fato, a liberdade, a escolha, é essencialmente atividade da vontade (por esse motivo Tomás de Aquino dizia que substancialmente pertence à vontade), mas é própria de uma vontade guiada, iluminada. A vontade age livremente quando não se precipita instintivamente sobre um objeto, como o faminto sobre um prato de comida, e sim depois que calculou seu peso <span data-tooltip-position="top" data-tooltip="Valores predominantes em determinada sociedade.">axiológico</span> e achou que aquele objeto é digno de ser perseguido.</p>



<p>A vontade é apetite racional, isto é, um apetite guiado pela razão. Se não houver orientação da razão, não há liberdade e nem vontade, mas simplesmente instinto. Se há vontade, ela é a dona dos seus atos: é livre; mas se não é senhora dos próprios atos, então não há nem liberdade nem vontade. A vontade não pode decidir ser ou não ser, como bem observou Sartre. Ela existe quando quer e querer significa sempre querer isto ou aquilo, como ver é sempre ver esta ou aquela coisa.</p>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow">
<p>Ante à vontade estão objetos de eventual volição, entre os quais não se conta a própria vontade; em outras palavras, a vontade não escolhe ser ou não ser; ela apenas escolhe – se puder escolher – entre objetos diferentes da vontade. <span data-tooltip-position="top" data-tooltip="A. Bausola, La libertà, La Scuola, Bréscia, 1985, p. 31.">Nota 01</span>.

</p>
</blockquote>



<br>



<p class="has-text-align-right"><span data-tooltip-position="top" data-tooltip="Extraído do tópico ''Natureza da liberdade''.">Excerto da obra</span> <a href="https://amzn.to/47la4Ka" target="_blank" rel="noreferrer noopener">“<em>Quem é Deus?</em>”</a>, escrita por Battista Mondin (1926 – 2015).<br>Publicada pela <a href="https://www.paulus.com.br" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Paulus Editora</a>, sob <span data-tooltip-position="top" data-tooltip="International Standard Book Number">ISBN</span>: 9788534908252.</p>



<br>



<h3 class="has-very-light-gray-background-color has-background has-text-align-center">Sumário da obra:</h3>



<h3 style="padding-left: 15px;">Introdução </h3>



<p style="padding-left: 15px;"><strong>(Natureza, objeto e história da teologia filosófica)</strong></p>



<p style="padding-left: 60px;">1. Definição da teologia filosófica<br>2. Denominações do tratado sobre Deus<br>3. Anotações históricas sobre a teologia filosófica<br>4. O método da teologia filosófica<br>5. Condições preliminares ao estudo de Deus</p>



<h3 style="padding-left: 15px;">Primeira Parte</h3>



<p style="padding-left: 15px;"><strong>(Fenomenologia do sagrado e da religião)</strong></p>



<h4 style="padding-left: 60px;">Capítulo I: O sagrado</h4>



<p style="padding-left: 75px;"><strong>Preâmbulo</strong><br>1. Definição do sagrado<br>2. A transcendentalidade do sagrado<br>3. Percepção e representação do sagrado<br>4. Desenvolvimento da consciência do sagrado<br>5. Eclipse do sagrado: a secularização</p>



<h4 style="padding-left: 60px;">Capítulo II: A religião</h4>



<p style="padding-left: 75px;">1. Importância e amplitude do fenômeno religioso<br>2. Definição e esséncia da religião<br>3. Aprofundamento do conceito de essência da religião<br>4. Os elementos constitutivos da religião</p>



<p style="padding-left: 95px;">4.1. O mito<br>4.2. O rito<br>4.3. &nbsp;As leis</p>



<p style="padding-left: 75px;">5. O fundamento da religião</p>



<h4 style="padding-left: 60px;">Capitulo III: A crítica à religião</h4>



<p style="padding-left: 75px;">I. A crítica iluminista<br>1. Baruch Spinoza<br>2. David Hume<br>3. Gotthold Ephraim Lessing<br>4. Immanuel Kant<br>5. Georg Wilhelm Friedrich Hegel<br>II. A análise fenomenológica<br>6. e Origem e natureza da religião, segundo os historiadores<br>7. A essência da religião, segundo os filósofos da religião<br>8. Origem e funções da religião, segundo os sociólogos<br>9. Origem e funções da religião, segundo os psicólogos<br>10. Essência e valor da religião, segundo os teólogos</p>



<h4 style="padding-left: 60px;">Capítulo IV: O ateísmo. Conceito, história, causas, razões</h4>



<p style="padding-left: 75px;">I. Os conceitos de ateísmo, agnosticismo, indiferença religiosa, impiedade<br>II. As razões do ateísmo<br>III. A gênese do ateísmo moderno<br>IV. Desenvolvimentos e principais linhas do ateísmo<br>1. O ateísmo antropológico: Feuerbach e Nietzsche<br>2. O ateísmo cientifco: Auguste Comte<br>3. O ateísmo sociopolítico: Karl Marx<br>4. O ateísmo semântico: Carnap, Ayer, Flew<br>5. O ateísmo teológico: a “teologia da morte de Deus”<br>6. O ateísmo utópico: Ernst Bloch<br>7. O ateísmo niilista: Albert Carmus</p>



<h3 style="padding-left: 15px;">Segunda Parte</h3>



<p style="padding-left: 15px;"><strong>(Teologia filosófica)</strong></p>



<h4 style="padding-left: 60px;">Capítulo V: As provas da existência de Deus: necessidade, estrutura, valor história</h4>



<p style="padding-left: 75px;">1. O objetivo das provas<br>2. A importância necessidade das provas<br>3. A estrutura das provas<br>4. Os pressupostos das provas<br>5. O alcance das provas<br>6. Mapa histórico das provas da existência de Deus<br>7. Classificação das provas<br>8. Origem da ideia de Deus</p>



<h4 style="padding-left: 60px;">Capítulo VI: As provas ontológicas</h4>



<p style="padding-left: 75px;">I. A prova ontológica de santo Anselmo<br>II. A prova ontológica de santo Tomás de Aquino<br>1. O conceito tomista de ser<br>2. As formulações da prova ontológica</p>



<h4 style="padding-left: 60px;">Capítulo VII: As provas cosmológicas: as Cinco Vias</h4>



<p style="padding-left: 75px;">1. A estrutura das cinco vias<br>2. Exame das Cinco Vias ou provas da existência de Deus<br>Conclusão</p>



<h4 style="padding-left: 60px;">Capítulo VIII: As provas antropológicas</h4>



<p style="padding-left: 75px;">1. O argumento da “verdade”<br>2. O argumento da “dever”<br>3. O argumento da “autotranscedência”<br>4. O argumento da “cultura”<br>5. O argumento dos “valores”<br>6. O argumento da “linguagem”<br>7. O argumento da “dignidade da pessoa”<br>8. O homem, prova antropológica da existência de Deus<br>9. O valor das provas da existência de Deus<br>Conclusão</p>



<h4 style="padding-left: 60px;">Capítulo IX: Inefabilidade de Deus: o problema da linguagem teológica</h4>



<p style="padding-left: 75px;">I. A inefabilidade de Deus, no pensamento dos Padres e dos escolásticos<br>1. A posição do Pseudo-Dionísio<br>2. A posição do santo Agostinho<br>3. A posição do santo Tomás<br>4. A posição de Occam<br>5. A posição de Eckhardt e de Cusano<br>II. A inefabilidade de Deus, no pensamento contemporâneo<br>6. A posição do primeiro Wittgenstein<br>7. A posição de Carnap<br>8. A posição de Ayer<br>9. A posição do segundo Wittgenstein<br>10. A posição dos analistas de Oxford<br>11. A disputa em torno do problema da “falsificabilidade”<br>12. O problema da linguagem religiosa e a teologia<br>III. Comprovação da linguagem teológica<br>13. Possibilidades e limites da linguagem religiosa<br>14. Conclusão</p>



<h4 style="padding-left: 60px;">Capítulo X: A face de Deus: sua natureza e seus atributos</h4>



<p style="padding-left: 75px;">I. A face divina de Deus<br>1. Esseidade ou plenitude de Deus<br>2. Espírito<br>3. Pessoa<br>II. A face humana de Deus<br>4. As manifestações da face humana de Deus<br>Conclusão</p>



<h4 style="padding-left: 60px;">Capítulo XI: As obras de Deus: a criação e a providência</h4>



<p style="padding-left: 75px;">I. A criação<br>1. A contribuição de Clemente de Alexandria ao conceito de criação<br>2. A contribuição de santo Agostinho<br>3. A contribuição de santo Tomás de Aquino<br>4. Entre criação e evolução não há oposição<br>5. Alguns aspectos da criação<br>II. A providência<br>6. A providência segundo a Bíblia e a tradição<br>7. Outros argumentos para reconhecer a providência<br>8. As objeções contra a providência<br>Conclusão</p>



<h4 style="padding-left: 60px;">Capítulo XII: Liberdade divina e liberdade humana</h4>



<p style="padding-left: 75px;">1. O tema da liberdade em Marx, Nietzsche e Sartre<br>2.&nbsp;<span data-tooltip-position="top" data-tooltip="O artigo desta postagem é um excerto deste tópico.">Natureza da liberdade</span><br>3. A liberdade divina, fundamento último da liberdade humana<br>Conclusão</p>



<h4 style="padding-left: 60px;">Capítulo XIII: O homem, “ícone” de Deus</h4>



<p style="padding-left: 75px;">1. A pessoa e as suas propriedades<br>2. Sentido da autotranscendência e definição do projeto-homem<br>3. O homem, ícone de Deus<br>4. A ética da iconicidade</p>



<br>



<p class="has-background has-very-light-gray-background-color"><a id="Notas" href="#Epigrafe"><img loading="lazy" decoding="async" width="17" height="14" class="wp-image-16646" style="width: 17px;" src="https://culturadefato.com.br/wp-content/uploads/2020/07/Subir_FundoCinza.jpg" alt="Subir com fundo cinza"></a> <strong>Notas da Editoria:</strong><br><br><strong>1</strong>. Imagem da capa: “<em>By the Open Door</em>” (1928), de Nikolai Astrup (1880 &#8211; 1928).<br><strong>2</strong>. Este artigo foi originalmente publicado em 9 de agosto de 2020. A data de 13 de maio de 2024 corresponde à última edição.</p>



<br>
<p>O post <a href="https://culturadefato.com.br/qual-e-a-natureza-da-liberdade-humana/">Qual é a natureza da liberdade humana?</a> apareceu primeiro em <a href="https://culturadefato.com.br">Cultura de Fato</a>.</p>
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		<title>Fragilidade intelectual</title>
		<link>https://culturadefato.com.br/fragilidade-intelectual/</link>
					<comments>https://culturadefato.com.br/fragilidade-intelectual/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[William Lane Craig]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 08 May 2024 04:40:36 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cristianismo]]></category>
		<category><![CDATA[Apologética]]></category>
		<category><![CDATA[Excerto de Livro]]></category>
		<category><![CDATA[William Lane Craig]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>“O mais simples filho de Deus, que vive em amor, é mais sapiente, à vista de Deus, do que o brilhantíssimo Bertrand Russel. Tal doutrina abala a soberba de numerosos homens perante suas grandes realizações intelectuais.”</p>
<p>O post <a href="https://culturadefato.com.br/fragilidade-intelectual/">Fragilidade intelectual</a> apareceu primeiro em <a href="https://culturadefato.com.br">Cultura de Fato</a>.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p class="has-text-align-center"><span id="Epigrafe"></span>“<em>Assim como o amor de Deus é raiz de todas as virtudes, o amor-próprio é a raiz de todos os vícios.</em>”<br><span data-tooltip="Padre Manuel Bernardes, (1644 – 1710) foi escritor, orador e religioso português." data-tooltip-position="top">Padre Manuel Bernardes</span> (1644 – 1710)</p>



<p class="has-text-align-right" style="font-size:11px"><em><sup>*</sup> <a href="#Notas">Notas da editoria</a></em></p>



<hr class="wp-block-separator has-css-opacity is-style-wide"/>



<br>



<p class="has-drop-cap">Lembre-se da fragilidade de nossos intelectos e de nosso conhecimento limitado.</p>



<p><span data-tooltip="Sócrates (469 ou 470 a. C. - 399 a. C.): filósofo ateniense do período clássico da Grécia Antiga." data-tooltip-position="top">Sócrates</span> disse que ele era o mais sábio homem em Atenas porque ele sabia que não sabia nada. O apóstolo <span data-tooltip="Paulo de Tarso (5 d. C. - 67 d. C.): um dos apóstolos de Cristo e influente escritor cujas obras formam parte significativa do Novo Testamento." data-tooltip-position="top">Paulo</span> assumiu um pensamento semelhante, quando confrontado pelos gnósticos gregos, que davam palpite sobre a importância do conhecimento. Ele escreveu: “O conhecimento dá ocasião à arrogância, mas o amor edifica. Se alguém supõe conhecer alguma coisa, ainda não conhece até o ponto em que é necessário conhecer. Mas, se alguém ama a Deus, esse é conhecido por ele” (1<span data-tooltip="Coríntios" data-tooltip-position="top">Co</span> 8.1b-3). De acordo com Paulo, se você pensa que é tão esperto e que descobriu tudo a respeito de Deus, na verdade, você nada sabe e é apenas um tagarela intelectualmente inflado. Em contrapartida, a pessoa que ama a Deus é aquela que verdadeiramente veio a conhecê-lo.</p>



<p>Tal doutrina tem abalado a soberba de alguns homens em face de suas grandes realizações intelectuais. Isso significa que o mais simples filho de Deus, que vive em amor, é mais sábio, à vista de Deus, do que o brilhante <span data-tooltip="Bertrand Arthur William Russell (1872 - 1970): 3.º Conde Russell foi um dos mais influentes matemáticos, filósofos, ensaístas, historiadores e lógicos que viveram no século XX de origem britânica." data-tooltip-position="top">Bertrand Russel</span>, que o mundo jamais viu igual.</p>



<p class="img-direita"><a href="https://amzn.to/30jL3iY" target="_blank" rel="nofollow noopener noreferrer"><img decoding="async" class="size-full wp-image-14599 alignright" src="https://culturadefato.com.br/wp-content/uploads/2024/05/ApologeticaParaQuestoesDificeis_WilliamLaneCraig.jpg" alt=""></a>Como cristãos, precisamos perceber a debilidade e a finitude de nosso conhecimento humano. Com honestidade, posso testificar que quanto mais aprendo, mais desesperadamente ignorante me sinto. Além disso, o estudo somente serve para abrir a consciência de uma pessoa para todas as perspectivas infindáveis do conhecimento — mesmo na própria especialidade dessa pessoa — ainda desconhecido. Identifico-me com uma afirmação que <span data-tooltip="Isaac Newton (1643 - 1727): astrônomo, alquimista, filósofo natural, teólogo e cientista inglês." data-tooltip-position="top">Isaac Newton</span> fez quando refletia sobre suas descobertas expostas em seu grande tratado sobre física, o <a href="https://www.wdl.org/pt/item/17842/" target="_blank" rel="nofollow noopener noreferrer"><em>Principia mathematica</em></a>. Ele disse:</p>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow">
<p>Não sei o que possa parecer aos olhos do mundo, mas aos meus pareço apenas ter sido como um menino brincando à beira-mar, divertindo-me com o fato de encontrar de vez em quando um seixo mais liso ou uma concha mais bonita que o normal, enquanto o grande oceano da verdade permanece completamente por descobrir à minha frente.</p>
</blockquote>



<br>



<p class="has-text-align-right">Escrito por <a href="https://www.reasonablefaith.org/william-lane-craig" target="_blank" rel="nofollow noopener noreferrer">William Lane Craig</a>.<br> Excerto do primeiro capítulo do livro: “<a href="https://amzn.to/30jL3iY" target="_blank" rel="nofollow noopener noreferrer">Apologética para questões difíceis da vida</a>”.<br> Obra publicada pela <a href="https://vidanova.com.br/" target="_blank" rel="nofollow noopener noreferrer">Editora Vida Nova</a>, sob <span data-tooltip="ISBN: International Standard Book Number." data-tooltip-position="left">ISBN</span>: 978-85-275-0452-2.</p>



<br>



<p class="has-background has-very-light-gray-background-color"><a id="Notas" href="#Epigrafe"><img loading="lazy" decoding="async" width="17" height="14" class="wp-image-16646" style="width: 17px;" src="https://culturadefato.com.br/wp-content/uploads/2020/07/Subir_FundoCinza.jpg" alt="Subir com fundo cinza"></a> <strong>Notas da Editoria:<br></strong><br><strong>1</strong>. O título desta postagem (“<em>Fragilidade intelectual</em>”) não faz parte de nenhuma epígrafe do livro, foi atribuído pela editoria da Cultura de Fato.<br><br><strong>2</strong>. Este artigo foi publicado originalmente publicado neste <em>website </em>em 12 de agosto de 2020. A data de 8 de maio de 2024 corresponde à última edição.<br><br><strong>3</strong>. O excerto aqui disponibilizado não pretende e não expõe claramente o objetivo da obra, para tal finalidade aconselhamos consultar o <em>website </em>da <a href="https://www.vidanova.com.br/livros/apologetica-para-questoes-dificeis-da-vida" target="_blank" rel="noreferrer noopener nofollow">Editora Vida Nova</a>.<br><br><strong>4</strong>. A imagem de capa contém um recorte da obra “<em><a href="https://webneel.com/daily/13-oil-painting-despair-matt-talbert" target="_blank" rel="noreferrer noopener nofollow">Despair</a></em>”, do pintor <a href="https://www.talbertart.com/" target="_blank" rel="noreferrer noopener nofollow">Matt Talbert</a>.</p>



<br>



<h2 class="wp-block-heading has-text-align-center">Mais do autor:</h2>



<br>



<section id="gmdd6475b" class="wp-block-gutentor-m0 alignfull section-gmdd6475b gutentor-module gutentor-module-carousel has-color-bg has-custom-bg gutentor-slick-a-default-desktop gutentor-slick-a-default-tablet gutentor-slick-a-default-mobile"><div class="grid-container"><div class="gutentor-module-carousel-row" data-dots="false" data-dotstablet="false" data-dotsmobile="false" data-arrows="true" data-arrowstablet="true" data-arrowsmobile="true" data-infinite="true" data-autoplay="true" data-draggable="true" data-pauseonfocus="true" data-pauseonhover="true" data-autoplayspeed="4500" data-cmondesktop="false" data-cmontablet="false" data-cmonmobile="false" data-nextarrow="fas fa-angle-right" data-prevarrow="fas fa-angle-left" data-arrowspositiondesktop="gutentor-slick-a-default-desktop" data-arrowspositiontablet="gutentor-slick-a-default-tablet" data-arrowspositionmobile="gutentor-slick-a-default-mobile" data-speed="300" data-slideitemdesktop="2" data-slideitemtablet="3" data-slideitemmobile="2" data-slidescroll-desktop="2" data-slidescroll-tablet="3" data-slidescroll-mobile="2">
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<p class="has-text-align-center"><br><em><a href="https://culturadefato.com.br/fiodor-dostoievski-por-william-lane-craig/">Fiódor Dostoiévski por William Lane Craig</a></em></p>
</div></div>



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<p class="has-text-align-center"><br><em><a href="https://culturadefato.com.br/como-e-possivel-deus-ser-a-base-da-moral/">Como é possível Deus ser a base da moral?</a></em></p>
</div></div>



<div id="col-gm487799" class="wp-block-gutentor-m0-col col-gm487799 gutentor-carousel-item"><div id="section-gm487799" class="section-gm487799 gutentor-col-wrap has-color-bg has-custom-bg">
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<p class="has-text-align-center"><br><em><a href="https://culturadefato.com.br/o-hotel-de-hilbert/">O hotel de Hilbert</a></em></p>
</div></div>
</div></div></section>



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