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	<title>Arquivos Ateísmo &#8226; Cultura de Fato</title>
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	<description>Cultura para evocar inteligência, responsabilidade e ética!</description>
	<lastBuildDate>Mon, 20 Apr 2026 03:11:37 +0000</lastBuildDate>
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	<title>Arquivos Ateísmo &#8226; Cultura de Fato</title>
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		<title>A fé incomoda o poder. A ciência explica o porquê.</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Claudio Apolinario]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 13 Apr 2026 03:00:02 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Filosofia e História]]></category>
		<category><![CDATA[Política e Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Ateísmo]]></category>
		<category><![CDATA[Ateísmo Militante]]></category>
		<category><![CDATA[David DeSteno]]></category>
		<category><![CDATA[Fé]]></category>
		<category><![CDATA[Mao Tse-tung]]></category>
		<category><![CDATA[Mihály Munkácsy]]></category>
		<category><![CDATA[Viktor Frankl]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>“O <em>Handbook of Religion and Health</em>, publicado pela Oxford University Press, chegou a uma conclusão: quem pratica fé ativamente é mais difícil de manipular.”</p>
<p>O post <a href="https://culturadefato.com.br/a-fe-incomoda-o-poder-a-ciencia-explica-o-porque/">A fé incomoda o poder. A ciência explica o porquê.</a> apareceu primeiro em <a href="https://culturadefato.com.br">Cultura de Fato</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="has-text-align-center">“<em>Ouso dizer que nada no mundo contribui tão efetivamente para a sobrevivência,<br>mesmo nas piores condições, como saber que a vida da gente tem um sentido.</em>”<br><span data-tooltip="Viktor Emil Frankl (1905 – 1997) foi doutor em medicina e psiquiatria (austríaco). ''Pai'' da logoterapia (abordagem psicoterapêutica baseada na busca de um sentido para a vida)." data-tooltip-position="top">Viktor Frankl</span> (1905 – 1997)</p>



<hr class="wp-block-separator has-alpha-channel-opacity is-style-wide"/>



<br>



<p class="has-drop-cap">Mais de 3.300 estudos científicos analisaram a relação entre fé e saúde ao longo de um século. O <em><a href="https://amzn.to/4dNU61H" target="_blank" rel="noreferrer noopener sponsored nofollow">Handbook of Religion and Health</a></em>, publicado pela <a href="https://corp.oup.com/" target="_blank" rel="noreferrer noopener nofollow">Oxford University Press</a>, chegou a uma conclusão que regimes autoritários já sabiam: quem pratica fé ativamente é mais difícil de manipular.</p>



<p>Menor depressão. Menor risco de suicídio. Maior resistência sob pressão.</p>



<p>Isso não é religião. É pesquisa. Não estou falando de crença. Estou falando de dados.</p>



<p>Passei anos acompanhando homens em crise. E vi o mesmo padrão se repetir: quando a fé era real, a pessoa não se entregava, mesmo depois que tudo desmoronava. A fé impedia o desmoronamento.</p>



<p>Mas tem uma forma de esvaziar a fé sem atacá-la. Regimes inteligentes não a proíbem visivelmente. Até falam de religião. O que fazem é mais sutil: anestesiam. Deixam a fé existir só como conforto, nunca como estrutura. E quando a fé dorme, os valores dormem junto.</p>



<p>O que parece inofensivo, na prática é devastador.</p>



<p>É por isso que regimes preferem uma fé de amuleto. De enfeite. Porque enfeite não organiza resistência. A fé que estrutura civilizações não espera o colapso para entrar em cena. Ela organiza a vida antes que o colapso aconteça. É a diferença entre quem reforça o telhado antes da tempestade e quem corre atrás de balde quando já está tudo molhado.</p>



<p>A ciência demorou para entender isso. Durante boa parte do século XX, a fé foi tratada como coisa de gente que não pensa. Os dados, porém, foram na direção oposta — e foram consistentes o suficiente para mobilizar pesquisadores de <a href="https://arts.duke.edu/" target="_blank" rel="noreferrer noopener nofollow">Duke</a> (uma das principais universidades médicas dos Estados Unidos por mais de duas décadas).</p>



<p>O que eles encontraram é direto.</p>



<p>Quem vive a fé de verdade desenvolve propósito — um senso de significado que ultrapassa o próprio umbigo. Quando a vida tem sentido além de si mesmo, suportamos mais. Cedemos menos. Decidimos com mais firmeza.</p>



<p><span data-tooltip-position="right" data-tooltip="David DeSteno é ph.D. em psicologia pela Universidade Yale, professor de psicologia na Universidade Northeastern e autor de ''Emotional Success'' e ''The Truth about Trust'' entre outros.">David DeSteno</span>, psicólogo da <a href="https://www.northeastern.edu/" target="_blank" rel="noreferrer noopener nofollow">Northeastern University</a>, demonstrou em pesquisa controlada que gratidão reduz a disposição das pessoas de mentir mesmo quando há vantagem imediata em jogo. O mecanismo é direto: gratidão cria uma âncora moral por dentro. Quem reconhece que recebeu algo não consegue trapacear para ganhar mais sem um custo interno. A fé alimenta exatamente esse estado — e por isso forma pessoas mais difíceis de corromper.</p>



<p>Junto com isso vem o limite. A fé vivida comunica que existem linhas que não podem ser cruzadas. Não porque a lei proíbe. Não porque alguém está olhando. Porque há um código anterior a qualquer norma e posterior a qualquer conveniência. Um homem que sabe o que não fará — independente do que ganhe ou perca — é muito difícil de comprar.</p>



<p>Depois vem a responsabilidade. A fé cristã não produz passividade. Produz dever. A lógica de que cada um responde pelo que fez com o que recebeu é incompatível com a terceirização de culpa que alimenta o populismo. Quem foi formado assim não transfere para o Estado o que é sua responsabilidade.</p>



<p>E por último, comunidade. Redes religiosas criam vínculos de lealdade que resistem à manipulação do poder. Não têm um ponto único de controle. Por isso incomodam tanto quem quer controlar tudo.</p>



<p>Propósito. Limite. Responsabilidade. Comunidade. São o que permite que uma família se sustente sob pressão, que um pai permaneça quando seria mais fácil ir embora, que um profissional ou funcionário público recuse o suborno quando seria mais rentável aceitar.</p>



<p>Agora você entende por que regimes de dominação sempre atacam a fé primeiro?</p>



<p>Não é superstição. É estratégia.</p>



<p>Entre 1917 e 1935, 130.000 sacerdotes foram presos na União Soviética. Noventa e cinco mil foram executados. Na China de <span data-tooltip-position="top" data-tooltip="Mao Tsé-Tung (1893 - 1976) foi político, teórico, líder comunista e revolucionário chinês.">Mao Tsé-Tung</span>, templos foram demolidos sistematicamente. O objetivo nunca foi religioso. Foi sempre político.</p>



<p>Porque a fé que forma caráter não se submete facilmente.</p>



<p>Fé que cria comunidade não tem dono. E o que não tem dono não se confisca.</p>



<p>Fé que ensina responsabilidade não terceiriza suas convicções para o Estado.</p>



<p>Fé que ensina responsabilidade não terceiriza suas convicções para o Estado.</p>



<p>A fé não é o lugar onde os fracos se escondem. É o lugar onde os firmes se formam.</p>



<br>



<p class="has-text-align-right">Por&nbsp;<a href="https://www.camarasjc.sp.gov.br/vereadores/70/claudio-apolinario" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Claudio Apolinario</a>.<br>O autor é pastor, vereador em São José dos Campos (SP), articulista e analista político.<br>Publicado originalmente em 12 de abril de 2026 no&nbsp;<em><a href="https://www.puggina.org/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">website</a></em>&nbsp;de&nbsp;<a href="https://culturadefato.com.br/author/percivalpuggina/">Percival Puggina</a>.</p>



<br>



<p class="has-background has-very-light-gray-background-color"><strong>Nota da editoria:</strong><br><br>A imagem da capa é um recorte da obra: “<em>Cristo perante Pilatos</em>” (1881), de <span data-tooltip-position="top" data-tooltip="Mihály ''Leó Lieb'' Munkácsy (1844-1900) foi um pintor húngaro. Ele ganhou reputação internacional com seus quadros de gênero e pinturas bíblicas em grande escala.">Mihály. Munkácsy</span> (1844–1900).</p>



<br>



<hr class="wp-block-separator has-alpha-channel-opacity is-style-dots"/>



<br>



<h2 class="wp-block-heading has-text-align-center">Saiba mais, leia:</h2>



<br>



<section id="gm71bf303" class="wp-block-gutentor-m0 alignfull section-gm71bf303 gutentor-module gutentor-module-carousel has-color-bg has-custom-bg gutentor-slick-a-default-desktop gutentor-slick-a-default-tablet gutentor-slick-a-default-mobile"><div class="grid-container"><div class="gutentor-module-carousel-row" data-dots="false" data-dotstablet="false" data-dotsmobile="false" data-arrows="true" data-arrowstablet="true" data-arrowsmobile="true" data-infinite="true" data-autoplay="true" data-draggable="true" data-pauseonfocus="true" data-pauseonhover="true" data-autoplayspeed="4500" data-cmondesktop="false" data-cmontablet="false" data-cmonmobile="false" data-nextarrow="fas fa-angle-right" data-prevarrow="fas fa-angle-left" data-arrowspositiondesktop="gutentor-slick-a-default-desktop" data-arrowspositiontablet="gutentor-slick-a-default-tablet" data-arrowspositionmobile="gutentor-slick-a-default-mobile" data-speed="300" data-slideitemdesktop="2" data-slideitemtablet="3" data-slideitemmobile="1" data-slidescroll-desktop="2" data-slidescroll-tablet="3" data-slidescroll-mobile="1">
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<p class="has-text-align-center"><br><em><a href="https://culturadefato.com.br/qual-e-a-natureza-da-liberdade-humana/">Qual é a natureza da liberdade humana?</a></em>,<br>por <a href="https://culturadefato.com.br/author/battistamondin/">Battista Mondin</a></p>
</div></div>



<div id="col-g-03n81ua" class="wp-block-gutentor-m0-col col-g-03n81ua gutentor-carousel-item"><div id="section-g-03n81ua" class="section-g-03n81ua gutentor-col-wrap has-color-bg has-custom-bg">
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<p class="has-text-align-center"><br><em><a href="https://culturadefato.com.br/cristianismo-mae-da-liberdade-politica/">Cristianismo: mãe da liberdade política</a></em>,<br>por <a href="https://culturadefato.com.br/author/andrewsandlin/">P. Andrew Sandlin</a></p>
</div></div>



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<p class="has-text-align-center"><br><em><a href="https://culturadefato.com.br/direitos-humanos-so-para-companheiros/">Direitos humanos só para “companheiros”</a></em>,<br>por <a href="https://culturadefato.com.br/author/percivalpuggina/">Percival Puggina</a></p>
</div></div>



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<p class="has-text-align-center"><br><em><a href="https://culturadefato.com.br/cristao-e-comunista/">Cristão e comunista?</a></em>,<br>por <a href="https://culturadefato.com.br/author/percivalpuggina/">Percival Puggina</a></p>
</div></div>



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<p class="has-text-align-center"><br><em><a href="https://culturadefato.com.br/ateismo-militante/">Ateísmo militante</a></em>,<br>por <a href="https://culturadefato.com.br/author/percivalpuggina/">Percival Puggina</a></p>
</div></div>



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<p class="has-text-align-center"><br><em><a href="https://culturadefato.com.br/decolando-na-liberdade-aterrissando-na-escravidao/">Decolando na liberdade; aterrissando na escravidão</a></em>,<br>por <a href="https://culturadefato.com.br/author/ericrabello/">Eric M. Rabello</a></p>
</div></div>



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<p class="has-text-align-center"><br><em><a href="https://culturadefato.com.br/wokismo-nova-face-da-revolucao-anticrista/">Wokismo nova face da revolução anticristã</a></em>,<br>por <a href="https://culturadefato.com.br/author/joseureta/">José A. Ureta</a></p>
</div></div>



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<p class="has-text-align-center"><br><em><a href="https://culturadefato.com.br/governo-canadense-pretende-criminalizar-o-cristianismo/">Governo canadense pretende criminalizar o cristianismo</a></em>, por <a href="https://culturadefato.com.br/author/frankbergman/">Frank Bergman</a></p>
</div></div>



<div id="col-g-gg5bpgr" class="wp-block-gutentor-m0-col col-g-gg5bpgr gutentor-carousel-item"><div id="section-g-gg5bpgr" class="section-g-gg5bpgr gutentor-col-wrap has-color-bg has-custom-bg">
<div id="section-g-ssqpa11" class="wp-block-gutentor-e6 section-g-ssqpa11 gutentor-element gutentor-element-image text-align-center-desktop"><div class="gutentor-element-image-box"><a class="gutentor-element-image-link" href="https://culturadefato.com.br/o-exemplo-de-perpetua-e-felicidade/"><div class="gutentor-image-thumb"><img decoding="async" class="normal-image" src="https://culturadefato.com.br/wp-content/uploads/2021/03/PerpetuaFelicidade.jpeg" alt="Vitral de Santa Perpétua séc. XIX. Igreja de Notre-dame de Vierson." /></div></a></div></div>



<p class="has-text-align-center"><br><em><a href="https://culturadefato.com.br/o-exemplo-de-perpetua-e-felicidade/">O exemplo de Perpétua e Felicidade</a></em>,<br>por <a href="https://culturadefato.com.br/author/revistacatolicismo/">Revista Catolicismo</a></p>
</div></div>
</div></div></section>



<br>
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			</item>
		<item>
		<title>Do Natal ao paganismo</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Percival Puggina]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 23 Dec 2025 03:23:45 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cristianismo]]></category>
		<category><![CDATA[Filosofia e História]]></category>
		<category><![CDATA[Ateísmo]]></category>
		<category><![CDATA[C. S. Lewis]]></category>
		<category><![CDATA[Comunismo]]></category>
		<category><![CDATA[Materialismo]]></category>
		<category><![CDATA[Moralidade]]></category>
		<category><![CDATA[Natal]]></category>
		<category><![CDATA[Politicamente Correto]]></category>
		<category><![CDATA[Yule]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>“O Natal virou símbolo, também, de incorreção política. Papai Noel é politicamente correto. O Menino Jesus, não. E, por isso, sumiu Ele do seu próprio Natal. O trenó é politicamente correto; o presépio, não. A árvore de Natal é politicamente correta; a manjedoura, não. A ceia da noite de 24 de dezembro é politicamente correta; a Sagrada Família, não.”</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="has-text-align-center">“<em>O Natal é uma invasão divina: uma descida do alto em nossa<br>Terra para nos levar de volta para Ele.</em>”<br><span data-tooltip-position="top" data-tooltip="Clive">C</span>. <span data-tooltip-position="top" data-tooltip="Staples">S</span>. <span data-tooltip-position="top" data-tooltip="C. S. Lewis (1898 - 1963), escritor e apologista cristão irlandês.">Lewis</span> (1898 – 1963)</p>



<hr class="wp-block-separator has-alpha-channel-opacity is-style-wide"/>



<br>



<p class="has-drop-cap">Por volta de 1950, eu já suspeitava de que o tal Papai Noel fosse uma grande lorota quando, certa noite, meus pais e tios se reuniram na sala de estar e fecharam a porta onde, como sagaz detetive mirim, colei o ouvido para receber a má notícia: Papai Noel não existia e meu desejado carrinho de pedais não estava em cogitação.</p>



<p>Papai Noel é um mito da infância. Representa-o um aposentado gordo e simpático buscando graninha extra para o próprio Natal ou um parente bem disfarçado, com touca vermelha de pompom branco, sumido nas recordações infantis referentes ao 25 de dezembro. E o Menino Jesus vai embora junto, como parte do elenco? Ignorá-lo nesse dia, nesse período do ano, notadamente numa família cristã, é colocar no barquinho de papel do politicamente correto o maior acontecimento histórico da aventura humana. É transformar uma data marcante da Fé e da humanidade numa festa pagã e comemorar, como em tempos remotos, o <span data-tooltip="Yule é uma antiga festividade pagã, anterior ao cristianismo, celebrada pelos povos germânicos e nórdicos por ocasião do solstício de inverno no hemisfério norte. A origem das árvores decoradas e das guirlandas e ramos verdes têm origem nessas celebrações." data-tooltip-position="top">Yule</span> no solstício de inverno nórdico. &nbsp;Convenhamos!</p>



<p>É sobre esses êxitos que avança o batalhão cristofóbico da guerra cultural, forçando qualquer expressão socialmente percebida de religiosidade cristã a um recuo para a vida privada e impondo sua gradual interdição nos espaços públicos. Neles, os fatos da realidade podem ser escrutinados por opiniões de ateus, materialistas, comunistas, agnósticos, juristas, filósofos, antropólogos, consumidores, empreendedores, sindicalistas, seja em que condição for. Pode-se dar palpites a propósito de temas morais e sociais com qualquer fundamento e, mesmo, sem fundamento algum. Mas não se ouse abrir o bico se algo, naquilo que se diz, puder ser identificado como tendo semelhança ou raiz em algum princípio da moral ou da fé cristã. Já é coisa sabida que isso seria politicamente incorreto.</p>



<p>Então, o Natal virou símbolo, também, de incorreção política. Papai Noel é politicamente correto. O Menino Jesus, não. E, por isso, sumiu Ele do seu próprio Natal. O trenó é politicamente correto; o presépio, não. A árvore de Natal é politicamente correta; a manjedoura, não. A ceia da noite de 24 de dezembro é politicamente correta; a Sagrada Família, não. Felizmente, Deus me concedeu a graça de rejeitar essa barganha sem sentido, que leva a um feriado ou feriadão pagão, cujo motivo não pode ser explicitado. A mesma irrazão leva a uma troca de lembrancinhas sem algo que lhe dê causa e a algo que morre quando longe de sua seiva cristã.</p>



<p>Feliz Natal do Menino Jesus!</p>



<br>



<p class="has-text-align-right">Por&nbsp;<a href="https://culturadefato.com.br/author/percivalpuggina/">Percival Puggina</a>.<br>Publicado no&nbsp;<em><a href="http://www.puggina.org/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">website</a></em>&nbsp;do autor, em 19 de dezembro de 2025.</p>



<br>



<p class="has-background has-very-light-gray-background-color"><strong>Nota da editoria:</strong><br><br>A imagem da capa é um recorte da obra: “<em>Natividade</em>” (1529 – 1530), de Antônio da Correggio (1489 &#8211; 1534).</p>



<br>



<hr class="wp-block-separator has-alpha-channel-opacity is-style-dots"/>



<br>



<h2 class="wp-block-heading has-text-align-center">Mais artigos sobre Natal:</h2>



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<section id="gm71bf303" class="wp-block-gutentor-m0 alignfull section-gm71bf303 gutentor-module gutentor-module-carousel has-color-bg has-custom-bg gutentor-slick-a-default-desktop gutentor-slick-a-default-tablet gutentor-slick-a-default-mobile"><div class="grid-container"><div class="gutentor-module-carousel-row" data-dots="false" data-dotstablet="false" data-dotsmobile="false" data-arrows="true" data-arrowstablet="true" data-arrowsmobile="true" data-infinite="true" data-autoplay="true" data-draggable="true" data-pauseonfocus="true" data-pauseonhover="true" data-autoplayspeed="4500" data-cmondesktop="false" data-cmontablet="false" data-cmonmobile="false" data-nextarrow="fas fa-angle-right" data-prevarrow="fas fa-angle-left" data-arrowspositiondesktop="gutentor-slick-a-default-desktop" data-arrowspositiontablet="gutentor-slick-a-default-tablet" data-arrowspositionmobile="gutentor-slick-a-default-mobile" data-speed="300" data-slideitemdesktop="2" data-slideitemtablet="3" data-slideitemmobile="2" data-slidescroll-desktop="2" data-slidescroll-tablet="3" data-slidescroll-mobile="2">
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<div id="section-g-noai4ve" class="wp-block-gutentor-e6 section-g-noai4ve gutentor-element gutentor-element-image text-align-center-desktop"><div class="gutentor-element-image-box"><a class="gutentor-element-image-link" href="https://culturadefato.com.br/prece-e-soneto-de-natal/"><div class="gutentor-image-thumb"><img decoding="async" class="normal-image" src="https://culturadefato.com.br/wp-content/uploads/2025/12/NascimentoDeJesus.jpg" alt="Recorte da obra: &quot;Nascimento de Jesus&quot; (1306), de Giotto di Bondone (1266–1337)." /></div></a></div></div>



<p class="has-text-align-center"><br><em><a href="https://culturadefato.com.br/prece-e-soneto-de-natal/">Prece e soneto de Natal</a></em>,<br>por <a href="https://culturadefato.com.br/author/olavodecarvalho/">Olavo de Carvalho</a></p>
</div></div>



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<div id="section-g-l6tzzl7" class="wp-block-gutentor-e6 section-g-l6tzzl7 gutentor-element gutentor-element-image text-align-center-desktop"><div class="gutentor-element-image-box"><a class="gutentor-element-image-link" href="https://culturadefato.com.br/o-primeiro-presepio-da-historia/"><div class="gutentor-image-thumb"><img decoding="async" class="normal-image" src="https://culturadefato.com.br/wp-content/uploads/2025/12/PresepioDaCapelaDeNossaSenhoraDaGloria_Recorte05.jpg" alt="Recorte 05: Presépio da Capela de Nossa Senhora da Glória e São Gens, mais conhecida como Capela de Nossa Senhora do Monte, situada em Lisboa, Portugal. A obra data do século XVIII (meados do século de 1700) e é tradicionalmente atribuída ao célebre escultor barroco António Ferreira, um dos mais notáveis mestres portugueses na arte dos presépios." /></div></a></div></div>



<p class="has-text-align-center"><br><em><a href="https://culturadefato.com.br/o-primeiro-presepio-da-historia/">O primeiro presépio da História</a></em><br>(<a href="https://culturadefato.com.br/author/diversos/">diversos autores</a>)</p>
</div></div>



<div id="col-g-e77qeb7" class="wp-block-gutentor-m0-col col-g-e77qeb7 gutentor-carousel-item"><div id="section-g-e77qeb7" class="section-g-e77qeb7 gutentor-col-wrap has-color-bg has-custom-bg">
<div id="section-g-010n3oe" class="wp-block-gutentor-e6 section-g-010n3oe gutentor-element gutentor-element-image text-align-center-desktop"><div class="gutentor-element-image-box"><a class="gutentor-element-image-link" href="https://culturadefato.com.br/jesus-nasceu-mesmo-no-dia-25-de-dezembro/"><div class="gutentor-image-thumb"><img decoding="async" class="normal-image" src="https://culturadefato.com.br/wp-content/uploads/2023/12/GilmondeAzulejosNascimentoDeJesus.jpg" alt="Painel de Azulejos em Gilmonde, Barcelos, Portugal. (Fábrica Aleluia, Aveiro, 1988)." /></div></a></div></div>



<p class="has-text-align-center"><br><em><a href="https://culturadefato.com.br/jesus-nasceu-mesmo-no-dia-25-de-dezembro/">Jesus nasceu mesmo no dia 25 de dezembro?</a></em>, por <a href="https://culturadefato.com.br/author/padrepauloricardo/">Padre Paulo Ricardo</a></p>
</div></div>



<div id="col-g-kgvn121" class="wp-block-gutentor-m0-col col-g-kgvn121 gutentor-carousel-item"><div id="section-g-kgvn121" class="section-g-kgvn121 gutentor-col-wrap has-color-bg has-custom-bg">
<div id="section-g-biscskb" class="wp-block-gutentor-e6 section-g-biscskb gutentor-element gutentor-element-image text-align-center-desktop"><div class="gutentor-element-image-box"><a class="gutentor-element-image-link" href="https://culturadefato.com.br/o-espirito-de-natal/"><div class="gutentor-image-thumb"><img decoding="async" class="normal-image" src="https://culturadefato.com.br/wp-content/uploads/2023/12/ChristmasWindow.jpg" alt="Obra &quot;Christmas Window in Chicago&quot; (1945), por Don Freeman (1908 - 1978)." /></div></a></div></div>



<p class="has-text-align-center"><br><em><a href="https://culturadefato.com.br/o-espirito-de-natal/">O espírito de Natal,<br></a></em>por <a href="https://culturadefato.com.br/author/gkchesterton/">G. K. Chesterton</a></p>
</div></div>



<div id="col-g-6e6okt1" class="wp-block-gutentor-m0-col col-g-6e6okt1 gutentor-carousel-item"><div id="section-g-6e6okt1" class="section-g-6e6okt1 gutentor-col-wrap has-color-bg has-custom-bg">
<div id="section-g-arzuznf" class="wp-block-gutentor-e6 section-g-arzuznf gutentor-element gutentor-element-image text-align-center-desktop"><div class="gutentor-element-image-box"><a class="gutentor-element-image-link" href="https://culturadefato.com.br/postagens-selecionadas-do-telegram-novembro-e-dezembro-de-2024/#Post10"><div class="gutentor-image-thumb"><img decoding="async" class="normal-image" src="https://culturadefato.com.br/wp-content/uploads/2024/12/Presepio.jpg" alt="Presépio" /></div></a></div></div>



<p class="has-text-align-center"><br><a href="https://culturadefato.com.br/postagens-selecionadas-do-telegram-novembro-e-dezembro-de-2024/#Post10"><em>O verdadeiro significado do Natal</em></a>,<br>por &nbsp;<a href="https://escritoralexandrecosta.com.br/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Alexandre Costa</a></p>
</div></div>



<div id="col-g-vpxut4y" class="wp-block-gutentor-m0-col col-g-vpxut4y gutentor-carousel-item"><div id="section-g-vpxut4y" class="section-g-vpxut4y gutentor-col-wrap has-color-bg has-custom-bg">
<div id="section-g-6phfzpv" class="wp-block-gutentor-e6 section-g-6phfzpv gutentor-element gutentor-element-image text-align-center-desktop"><div class="gutentor-element-image-box"><a class="gutentor-element-image-link" href="https://culturadefato.com.br/por-que-celebrar-o-natal/"><div class="gutentor-image-thumb"><img decoding="async" class="normal-image" src="https://culturadefato.com.br/wp-content/uploads/2023/12/GilmondeAzulejosNascimentoDeJesus.jpg" alt="Painel de Azulejos em Gilmonde, Barcelos, Portugal. (Fábrica Aleluia, Aveiro, 1988)." /></div></a></div></div>



<p class="has-text-align-center"><br><em><a href="https://culturadefato.com.br/por-que-celebrar-o-natal/">Por que celebrar o Natal</a></em>,<br>por <a href="https://culturadefato.com.br/author/olavodecarvalho/">Olavo de Carvalho</a></p>
</div></div>



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<div id="section-g-zleysje" class="wp-block-gutentor-e6 section-g-zleysje gutentor-element gutentor-element-image text-align-center-desktop"><div class="gutentor-element-image-box"><a class="gutentor-element-image-link" href="https://culturadefato.com.br/quatro-perigos-do-natal/"><div class="gutentor-image-thumb"><img decoding="async" class="normal-image" src="https://culturadefato.com.br/wp-content/uploads/2023/12/AAdoracaoDosPastores.jpg" alt="Obra: &quot;A adoração dos pastores&quot;, por Gerard van Honthorst (1592 – 1656)." /></div></a></div></div>



<p class="has-text-align-center"><br><a href="https://culturadefato.com.br/quatro-perigos-do-natal/"><em>Quatro perigos do Natal</em></a>,<br>por <a href="https://culturadefato.com.br/author/percivalpuggina/">Percival Puggina</a></p>
</div></div>



<div id="col-g-0i4zv6s" class="wp-block-gutentor-m0-col col-g-0i4zv6s gutentor-carousel-item"><div id="section-g-0i4zv6s" class="section-g-0i4zv6s gutentor-col-wrap has-color-bg has-custom-bg">
<div id="section-g-4rdgwes" class="wp-block-gutentor-e6 section-g-4rdgwes gutentor-element gutentor-element-image text-align-center-desktop"><div class="gutentor-element-image-box"><a class="gutentor-element-image-link" href="https://culturadefato.com.br/natal-2014/"><div class="gutentor-image-thumb"><img decoding="async" class="normal-image" src="https://culturadefato.com.br/wp-content/uploads/2020/12/NascimentoDeJesus.jpg" /></div></a></div></div>



<p class="has-text-align-center"><br><em><a href="https://culturadefato.com.br/natal-2014/">Natal 2014</a></em>,<br>por <a href="https://culturadefato.com.br/author/olavodecarvalho/">Olavo de Carvalho</a></p>
</div></div>



<div id="col-g-0bzf1wf" class="wp-block-gutentor-m0-col col-g-0bzf1wf gutentor-carousel-item"><div id="section-g-0bzf1wf" class="section-g-0bzf1wf gutentor-col-wrap has-color-bg has-custom-bg">
<div id="section-g-1iic1u5" class="wp-block-gutentor-e6 section-g-1iic1u5 gutentor-element gutentor-element-image text-align-center-desktop"><div class="gutentor-element-image-box"><a class="gutentor-element-image-link" href="https://culturadefato.com.br/a-impregnacao-das-alegrias-de-natal/"><div class="gutentor-image-thumb"><img decoding="async" class="normal-image" src="https://culturadefato.com.br/wp-content/uploads/2020/12/Presepio.jpg" alt="Presépio" /></div></a></div></div>



<p class="has-text-align-center"><br><a href="https://culturadefato.com.br/a-impregnacao-das-alegrias-de-natal/"><em>A impregnação das alegrias de Natal</em></a>, por <a href="https://culturadefato.com.br/author/pliniocoliveira/">Plinio Corrêa de Oliveira</a></p>
</div></div>



<div id="col-g-j7k7287" class="wp-block-gutentor-m0-col col-g-j7k7287 gutentor-carousel-item"><div id="section-g-j7k7287" class="section-g-j7k7287 gutentor-col-wrap has-color-bg has-custom-bg">
<div id="section-g-o22cq7p" class="wp-block-gutentor-e6 section-g-o22cq7p gutentor-element gutentor-element-image text-align-center-desktop"><div class="gutentor-element-image-box"><a class="gutentor-element-image-link" href="https://culturadefato.com.br/agora-por-exemplo-e-natal/"><div class="gutentor-image-thumb"><img decoding="async" class="normal-image" src="https://culturadefato.com.br/wp-content/uploads/2022/12/AAdoracaoDosMagos_1828_DomingosSequeira.jpg" alt="Obra: &quot;A Adoração dos Magos&quot; (1828), por Domingos Sequeira (1768 - 1837)" /></div></a></div></div>



<p class="has-text-align-center"><br><a href="https://culturadefato.com.br/agora-por-exemplo-e-natal/">Agora, por exemplo, é Natal</a>,<br>por <a href="https://culturadefato.com.br/author/percivalpuggina/">Percival Puggina</a></p>
</div></div>
</div></div></section>



<br>
<p>O post <a href="https://culturadefato.com.br/do-natal-ao-paganismo/">Do Natal ao paganismo</a> apareceu primeiro em <a href="https://culturadefato.com.br">Cultura de Fato</a>.</p>
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		<title>E subirei ao altar de Deus</title>
		<link>https://culturadefato.com.br/e-subirei-ao-altar-de-deus/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Daniel Marcondes]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 07 Jul 2025 04:02:43 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cristianismo]]></category>
		<category><![CDATA[Filosofia e História]]></category>
		<category><![CDATA[Política e Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Aborto]]></category>
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		<category><![CDATA[OMS]]></category>
		<category><![CDATA[Padre Malachi Martin]]></category>
		<category><![CDATA[Religião Universal]]></category>
		<category><![CDATA[Schutzstaffel]]></category>
		<category><![CDATA[Solve et Coagula]]></category>
		<category><![CDATA[Terapia Gênica Experimental]]></category>
		<category><![CDATA[Windswept House]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>“(...) parece que é justamente sob esta forma que se nos aproxima o Leviatã do controle social total em sua forma mais recente: (...) por uma espécie de religião civil universal, quase invisível e tanto melhor quanto mais inconsciente, com seus traços principais devidamente usurpados da religião verdadeira.”</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="has-text-align-center">“<em>Se o mundo vos odeia, sabei que, primeiro do que a vós, me odiou a mim.</em><br><em>Se fôsseis do mundo, o mundo amaria o que era seu; mas, porque não sois</em><br><em>do mundo,</em> <em>antes eu vos escolhi do meio do mundo, por isso o mundo vos odeia.</em>” (Jo 15,18)</p>



<br>



<p class="has-text-align-right has-small-font-size" id="RefNotasEditoria"><em>* <a href="#NotasEditoria">Notas da editoria</a></em></p>



<hr class="wp-block-separator has-css-opacity is-style-wide"/>



<br>



<h3 class="wp-block-heading">I. Paraíso perdido</h3>



<br>



<p class="has-drop-cap">É possível perceber, no fundo de praticamente todas as ações satânicas, um componente fundamental — espécie de raiz comum —, que é o elemento da <em>inversão</em> (ou <em>subversão</em>).</p>



<p>Tal raiz não poderia mesmo ser outra. Não havendo como separar-se do que é onipresente para combatê-lo desde fora, a simples ideia de “confrontar a Deus”, tomado em Si mesmo, sequer se aplica; àqueles que desejariam poder fazê-lo resta apenas o esforço de perverter, de alguma maneira, a ordem e a estrutura das coisas tal como determinadas por Ele. É claro que também isso não pode ser jamais efetivamente realizado; de fato, o máximo que se pode obter é um deslocamento do agente em relação a esta ordem, um movimento deliberado do indivíduo na direção contrária à de sua harmonização e adequação a ela. Mas essa dissonância entre o eu e sua situação dá-se apenas no plano lógico, jamais na realidade — no plano digamos ontológico, todo e qualquer acontecimento é a simples realização de uma entre diversas possibilidades, todas elas já garantidas de antemão pelo próprio modo de existência dos entes envolvidos e, portanto, pela própria estrutura geral do ser. Essa ruptura é apenas aparente, e não efetiva. Isso não impede, porém, que verdadeiras legiões de homens devotem suas vidas a serviço dela, nem que destruam, no decurso de seu empenho, gerações inteiras e um sem número de almas.</p>



<p>Se considerarmos o ato máximo desse esforço, germe e paradigma de todos os seguintes, veremos que a grande insurreição de Lúcifer não é propriamente contra Deus “<em>per se</em>” — ele sabe (e sabe-o perfeitamente, tratando-se de um intelecto angélico) que isso não é possível —, mas contra a ordem e a hierarquia determinadas por Ele. O que Lúcifer não pode aceitar é o fato de não ser ele próprio o topo dessa hierarquia. Não podendo alterá-la no menor detalhe sequer, decide não por conformar-se a ela, não por adequar-se à realidade, mas por comprometer-se definitivamente com sua frustração raivosa: “<span data-tooltip-position="top" data-tooltip="''Melhor reinar no Inferno do que servir no Paraíso'' — trecho do poema Paraíso Perdido, de John Milton."><em>Better to reign in Hell than serve in Heaven</em></span>”<a href="#Nota01" id="Ref01"><strong><sup>1</sup></strong></a>. Ele sabe que essa hierarquia não pode ser <em>de fato</em> abalada, mas que é possível fazer <em>parecer</em> que tenha sido. Não por acaso, a tentação primordial com que seduz os nossos primeiros pais envolve justamente a falsa promessa de concretização do mesmo desejo irrealizável que tanto lhe perturba: “<em>E sereis como deuses</em>”, diz a Eva. O pecado original é, em última análise, o pecado do desejo de subversão da ordem do real.</p>



<p>Como era de se esperar, essa característica serve também de fundamento para a ritualística satanista em geral. Uma interessante ilustração disso nos é dada pelo <span data-tooltip-position="top" data-tooltip="Malachi Brendan Martin (1921 - 1999): padre católico irlandês.">Padre Malachi Martin</span> em seu livro <em><a href="https://amzn.to/3FTP7rz" target="_blank" rel="noreferrer noopener sponsored nofollow">Windswept House</a></em>, ao descrever um ritual satânico que teria ocorrido no coração do Vaticano em meados da década de 60:</p>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow">
<p>“(…) cada elemento da Celebração do Sacrifício do Calvário precisa ser virado de cabeça para baixo pela outra — e oposta — Celebração. O sagrado deve ser profanado. O profano deve ser adorado. A representação incruenta do Sacrifício do Fraco Inominado [referência blasfema a Nosso Senhor Jesus Cristo] na Cruz deve ser substituída pela suprema e cruenta violação da dignidade do Inominado. A culpa deve ser aceita como inocência. A dor deve causar alegria. Graça, arrependimento e perdão devem ser todos afogados em uma orgia de opostos.”<a href="#Nota02" id="Ref02"><sup><strong>2</strong></sup></a></p>
</blockquote>



<p>“Orgia de opostos” — não há definição mais precisa. Vejam que não se trata, ali, da simples destruição dos símbolos e ritos da Santa Missa, mas de sua banalização e perversão, de sua substituição por paródias e simulacros cuidadosamente selecionados. Ora, o mesmíssimo expediente pode ser verificado nas estratégias comunistas e globalistas em geral, hoje muito bem representadas nos planos da chamada <a href="https://culturadefato.com.br/tag/nova-ordem-mundial/">Nova Ordem Mundial</a>. Aliás, o nome não poderia ser mais apropriado: não se trata exatamente de demolir os pilares da civilização, mas de sequestrá-los e montar, como que por sobre eles, um novo cenário, uma nova imagem do mundo na qual estes não apareçam senão como meras sombras primitivas e ultrapassadas de suas versões subvertidas</p>



<p class="img-direita"><a href="https://culturadefato.com.br/virus-desagregador-da-familia/"><img fetchpriority="high" decoding="async" width="528" height="306" class="wp-image-11029" src="https://culturadefato.com.br/wp-content/uploads/2022/01/OneOfTheFamily_FGCotman_Peq.jpg" alt="Obra: “One of the Family”, por F. G. Cotman (1850 - 1920)."></a>Com frequência dizemos que os adeptos desse lamentável mundo novo anseiam pela destruição da família, do matrimônio, da religião e assim por diante, mas esta é mais uma força de expressão do que uma descrição objetiva da situação. Com efeito, o que vimos nas últimas décadas não foi a proibição do casamento ou algo como sua extinção legal, mas uma pressão ideológica que culminou nas invenções jurídicas do “casamento gay”, casamento a três, casamento com animais e outras aberrações semelhantes; não é tanto a ideia da instituição familiar em si o alvo dos maiores ataques, mas a noção da família chamada tradicional, e, mesmo assim, apenas no caso de <em>algumas</em> famílias, como a sua e a minha — entre os megabilionários e altos oficiais do globalismo, as famílias continuam sendo pautadas pelas mais rígidas hierarquias dinásticas, subsistindo inclusive através de casamentos arranjados; jamais buscaram o fim digamos visível da Igreja, mas trataram de criar, a partir de um falso concílio, uma nova doutrina, uma nova “missa” — que atende ironicamente por <span data-tooltip-position="top" data-tooltip="''Novus Ordo Missae'', ou Novo Rito da Missa, é a forma ordinária da missa católica, promulgada pelo Papa Paulo VI em 1969. Ele foi criado para modernizar a liturgia da Igreja, incorporando o movimento bíblico e litúrgico da época e simplificando a linguagem da liturgia."><em>novus ordo missae</em></span> — e, consequentemente, uma nova fé. Enfim, o verdadeiro matrimônio, a verdadeira estrutura familiar, a verdadeira Igreja e tudo o mais não foram e nem podem ser efetivamente aniquilados — não por falta de empenho dos seus inimigos, mas porque refletem aspectos da estrutura da realidade tal como ela é. Resta apenas apossar-se de suas aparências, colori-las das mais criativas discrepâncias lógicas em relação a essa estrutura que antes expressavam tão afinadamente e devolvê-las ao público como se ainda se tratasse das mesmas coisas. Nada é verdadeiramente descartado, mas apenas torcido, retorcido, invertido e reapresentado sob as vestes litúrgicas dos novos tempos.</p>



<p>E por falar em liturgia, parece que é justamente sob esta forma que se nos aproxima o Leviatã do controle social total em sua versão mais recente: não tanto pela opressão de um Estado exteriormente materialista e cético (ainda que, interiormente, de fato o seja), de tipo clássico, como costumamos imaginar, mas por uma espécie de religião civil universal, quase invisível e de culto praticamente inconsciente por parte de seus seguidores (mas de perpetração perfeitamente consciente por parte de seus orquestradores), com seus traços principais devidamente usurpados da religião verdadeira. Não teríamos chegado ao presente estado de coisas, porém, sem o nascimento da ciência e filosofia modernas, em cujo seio convivem o mais agudo subjetivismo — inversão por excelência da ordem da realidade — e os mais desvairados pseudomisticismos, tudo cinicamente travestido do mais alto rigor racionalista.</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>II. <em>Mythos</em> e <em>logos</em></strong></h3>



<br>



<p class="has-drop-cap">O fato de que a época louvada como a mais fértil de conhecimento científico e ápice da “vitória do <em>logos</em> sobre o <em>mythos</em>” seja justamente a mais recheada de superstições e crendices em toda a história humana apenas nos parecerá contraditório ou estranho se observarmos os principais eventos dos últimos quatro séculos através das lentes da versão oficial, que, já tão profundamente gravada no imaginário popular, apresenta o advento da chamada ciência moderna como a virada de um mundo de moralismos inócuos e fanatismos religiosos, liderado pelos “preconceitos anticientíficos” da Igreja, para o tempo da supremacia da razão e da liberdade de pensamento, no qual o homem tem autonomia para investigar o universo e exercer plenamente sua capacidade crítica. Não é a ocasião de demonstrar em detalhes o quão falsa é esta narrativa; basta-nos, por ora, recordar que jamais houve maior explosão de interesse em todo tipo de magia e práticas ocultistas como a partir do século XVI, e que os principais cientistas da era moderna, hoje cultuados como heróis da racionalidade pura, foram os maiores bruxos da paróquia. Seja como for, o fato é que, passado algum tempo, vemos os nossos excelsos homens de ciência, guiados — como dizem — exclusivamente pela luz da razão e baseados estritamente na observação direta e na experimentação, guardiões que são da objetividade contra as ingenuidades supersticiosas, a nos brindar com verdadeiros suprassumos de racionalidade, tais como suas discussões sobre vida alienígena, multiversos, viagens no tempo, colonizações galácticas, transferência de consciências, inteligências artificiais, máquinas autoconscientes e assim por diante. Por consequência, como não poderia deixar de ser, o fruto dessa elite pseudocientífica e seu análogo na esfera comum da sociedade é o sujeito que acredita na força do sal grosso, nos banhos de alfazema, na limpeza das “energias”, faz simpatias contra mau olhado, se protege com o Olho Grego, com o Olho de Hórus, faz terapias Reiki, consulta o tarô, mães de santo, videntes e até o Drauzio Varella, mas estufa o peito para gritar, com lágrimas histéricas, em defesa da ciência contra o “negacionismo” alheio.</p>



<p>Anunciando ao público leigo de fiéis servidores um mundo essencialmente material e fechado em si mesmo, enquanto, por sua vez e internamente, alimentam e deleitam-se com todo tipo de mandingas, o que a ciência e a filosofia modernas conseguiram, com esse discurso duplo ao melhor estilo das sociedades secretas — e isso não por acaso —, foi deteriorar de tal modo a relação e a percepção das pessoas quanto à autêntica dimensão espiritual da realidade que estas, agora, costumam ou descartá-la <em>in limine</em>, sem o menor exame (e geralmente apavoradas diante da possibilidade de precisar fazê-lo um dia), ou aceitar igualmente sem exame os mais diversos pseudomisticismos e superstições, principalmente quando fantasiados de “consensos científicos”. Se algum dia pareceu que o domínio comunoglobalista viria no aspecto de um ateísmo formal propriamente dito, com o tempo vai parecendo mais claro que a parada final do caminho para a apostasia será menos o não crer em nada do que o crer em tudo.<a id="Ref03" href="#Nota03"><sup><strong>3</strong></sup></a></p>



<p>Mas esse “crer em tudo” encontra-se naturalmente disperso em uma miríade de símbolos, convicções e organizações diferentes, muitas vezes com pouca ou nenhuma relação entre si. É necessário submeter esse estado de coisas à próxima etapa do processo: depois de esfacelar o senso espiritual e religioso das pessoas, é-lhes oferecida uma reunificação dos fragmentos em um novo edifício, como quem cola novamente os estilhaços de um espelho quebrado. Essa reunificação é feita de forma lenta e velada; afinal, o sujeito precisa continuar acreditando que pensa e age de forma independente, precisa seguir enxergando-se a si mesmo como um espontâneo paladino das “luzes” contra a velha “escuridão” opressiva dos sistemas filosóficos tradicionais e da religião revelada. O princípio do <span data-tooltip-position="top" data-tooltip="''Dissolver e coagular.''"><em>solve et coagula</em></span> nunca funcionou tão bem.</p>



<p>E assim chegamos ao momento presente, em que essa fase de reunificação parece estar tomando uma forma mais definida debaixo da farsa da pandemia e do esquema de <a href="https://culturadefato.com.br/o-que-era-descrito-sobre-vacinas-na-obra-a-verdadeira-historia-do-clube-bilderberg-publicada-em-2005/" target="_blank" rel="noreferrer noopener nofollow">vacinação em massa obrigatória</a>. Se esta forma é definitiva, ou por quanto tempo deverá perdurar até que se mude no próximo teatro global, ninguém é capaz de dizê-lo — o fundamental traço camaleônico desses movimentos, aliado à facilidade com que hoje dispõem dos corações das pessoas, impossibilita a previsão. O fato é que os apóstolos atuais da “nova ordem” parecem estar finalmente levando a cabo, de modo mais concreto, aquilo que seus predecessores, ainda que tendo lançado as bases necessárias, só puderam vislumbrar: o mergulhar da humanidade em uma espécie de anti-Igreja igualmente dotada de uma ritualística, iniciação e simbólica próprias (tudo isso, é claro, criado a partir da perversão das contrapartidas autênticas). E nada disso teria sido possível sem os “tempos difíceis que estamos vivendo”, para utilizar a jaculatória mais fervorosamente recitada pelos novos fiéis.</p>



<p class="img-direita"><a href="https://culturadefato.com.br/as-mesmas-pessoas-sombrias-controlam-a-big-pharma-e-a-midia/" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><img decoding="async" width="470" height="272" class="wp-image-9835" src="https://culturadefato.com.br/wp-content/uploads/2021/09/GrandeDitador_Chaplin_Peq.jpg" alt="Cena do filme &quot;O grande ditador&quot;. de Charles Chaplin."></a>Consideremos que um ser humano dotado de funções cognitivas minimamente preservadas venha a crer na existência de uma pandemia cuja causa oficial seja atribuída a um vírus admitidamente jamais isolado e sequenciado, e cuja taxa de mortalidade nas estatísticas oficiais gire em torno de menos de 1%, ainda que estas se encontrem criminosamente infladas e permeadas de assassinatos perpetrados pela aplicação de “protocolos de saúde” clamorosamente prejudiciais a pacientes com dificuldades respiratórias, o que deveria ser aberrante para qualquer aluno de primeiro semestre de enfermagem, isso para não mencionar o esforço de se proibir a utilização de medicamentos comprovadamente eficazes, mas que já não podem representar lucros — financeiros ou políticos — para as <em><a href="https://culturadefato.com.br/as-mesmas-pessoas-sombrias-controlam-a-big-pharma-e-a-midia/">big pharma</a></em> e seus coligados; consideremos que, justificada por tão apocalíptico morticínio, seja imposta sobre toda a população mundial uma vacinação obrigatória (não me perguntem como é possível desenvolver testes e vacinas para um vírus jamais isolado e sequenciado) que não imuniza, não impede a transmissão do suposto vírus e mata ridiculamente mais do que a própria doença contra a qual deveria atuar, sendo responsável por uma nova pandemia: a de “mal súbito”, diagnóstico médico expedido pela grande mídia em casos de morte decorrente da vacinação, esta que não passa de uma terapia gênica experimental (fato primeiramente rechaçado como “teoria da conspiração” pela mesma classe científica que, dias depois, não podendo mais escondê-lo, tratou de assumi-lo como um maravilhoso avanço tecnológico a serviço da saúde humana), que admitidamente contém células de fetos abortados em seu conteúdo (conteúdo este cuja composição completa é segredo de Estado e não pode ser questionado) e que agora será estendida também para as crianças – entre as quais a taxa de mortalidade por tão avassaladora pandemia é virtualmente <em>zero</em>; consideremos ainda os curiosos caprichos do tal vírus, que mais parece dotado de vontade própria: ameaça manifestar-se nas aglomerações das igrejas, exigindo seu fechamento — jamais nas aglomerações dos desfiles de carnaval e casas de <em>reality show</em>; ataca os que esperam de pé nos restaurantes, mas respeita solenemente os que conseguem sentar-se às mesas; ronda as filas dos aeroportos, exigindo o “distanciamento social”, mas é suficientemente compreensivo para poupar os passageiros quando estes, minutos depois, espremem-se dentro do avião como sardinhas enlatadas; por fim, recordemos agora as pessoas que, por medo da “contaminação”, ficaram meses trancadas em casa, recusando o contato com parentes e amigos; as que venderam suas casas na cidade e se mudaram para sítios e chácaras, fugindo daquele menos de 1% como quem fugisse de Pripyat logo após o acidente em Chernobyl; as que denunciaram reuniões familiares dos vizinhos à polícia, como quem denunciasse grupos de judeus escondidos a oficiais da <span data-tooltip-position="top" data-tooltip="A Schutzstaffel, popularmente abreviada como SS, foi uma organização paramilitar ligada ao Partido Nazista, principal responsável pelas mortes do Holocausto."><em>Schutzstaffel</em></span>; os casais que dormiram em quartos separados para evitar o “contágio”; as pessoas que utilizaram e ainda utilizam máscaras mesmo que dentro de um carro, sozinhas, com os vidros fechados (máscaras estas absolutamente inúteis no quadro de uma pandemia viral, tal como admitido pela própria <span data-tooltip-position="top" data-tooltip="OMS: Organização Mundial da Saúde, ou WHO: World Health Organization.">OMS</span> no início de toda a farsa, e que jamais foram empregadas com este fim nem mesmo no contexto médico).</p>



<p>Ora, a orgulhosa e comovida submissão pela qual as pessoas dão-se <em>voluntariamente</em> a escravizar em um estado de coisas tão flagrantemente violento contra elas próprias não pode ser explicada apenas por uma extrema ignorância, por uma suprema covardia e pela maciça manipulação que sofrem — talvez nem mesmo somente pela invencível avidez com que buscam a segurança psicológica a qualquer custo. Todos esses elementos estão fortemente presentes, é claro, mas há algo mais. Há, no âmago dessa psicose autoinfligida, o desejo de pertencer a essa nova <a href="https://culturadefato.com.br/poder-global-e-religiao-universal/">religião universal</a>, cujo deus e princípio apresenta-se sob a aparência da “ciência” — não a verdadeira, mas sua forma extorquida e subvertida pelo método já mencionado, convertida em um fetiche, na mera imagem de um desejo, e que apenas graças ao domínio exercido por seus apóstolos sobre a linguagem e o imaginário popular é que pode atender pelo mesmo nome e querer significar a mesma coisa.</p>



<h3 class="wp-block-heading">III. <em>Introibo ad altare Dei</em></h3>



<br>



<p class="has-drop-cap">Você pode admirar o quanto quiser e até mesmo viver sob o guiamento irrestrito dos mandamentos da nova igreja, mas seu real ingresso será concretizado apenas através da participação em seus ritos iniciáticos. Não basta defendê-la e engrossar apenas externamente o coro dos adeptos; para ser um membro autêntico deste falso corpo místico é necessário passar pelo batismo da vacinação. A água e a pia batismal dão lugar à injeção na sala médica, e o sacerdote responsável não mais veste a batina preta do luto de quem morreu para o mundo, mas o jaleco branco de iluminação científica. Feito isso, haverá também ocasião, posteriormente, para o rito da confirmação, administrado através das “doses de reforço”.</p>



<p>Se os cristãos podem reconhecer-se por certos elementos externos, como um escapulário ou crucifixo à mostra, por exemplo, os novos fiéis leigos têm na <a href="https://culturadefato.com.br/mascara-covid-a-psicologia-da-submissao/">máscara ao rosto</a> — e não poderia haver sinal mais apropriado, indicando de um só golpe sua servil uniformidade grupal e a boca tapada — um eficaz artigo de identificação mútua; se aqueles têm seus cumprimentos próprios, como “Salve, Maria!”, basta a estes o fatídico “soquinho” para asseverar sua filiação.</p>



<p>O diaconato da classe política, ainda que mantendo uma relação intrincada e complexa com os presbíteros da classe médica e científico-acadêmica em geral, no fundo apenas age em função desta última e é determinado por ela. O episcopado divide-se entre aqueles que se reservam às sombras das lúgubres catedrais que são seus escritórios de engenharia social e os que dão as caras publicamente, emprestando seus sorrisos amarelados e cínicos como rosto do movimento e conferindo a este seu próprio prestígio social (sempre havendo também os que dominam a arte de transitar por entre esses dois mundos cujas fronteiras são cada vez menos visíveis).</p>



<p>Mas de tudo o que se poderia citar, nada se compara ao cimo do edifício religioso, ato supremo do qual decorre todo o corpo de fé subsequente: o sacrifício. Se os elementos que foram subvertidos estão ancorados numa fé e num rito cuja razão de ser é o sacrifício por excelência — o de Nosso Senhor no Calvário —, de nada valeria apropriar-se deles sem fazê-lo também em relação ao que lhes fundamenta, e é assim que os novos fiéis são convocados a participar da máxima oferta: não recebendo o Corpo e o Sangue do próprio Deus que se sacrifica para salvar os Seus filhos, mas, ao contrário, entregando a própria vida para salvar a narrativa digna de sua adoração. Não sendo este cenário trágico o bastante, os novos sacerdotes voltam-se ainda para aquelas que, por sua pureza e inocência, sempre configuraram as vítimas perfeitas aos olhos dos satanistas. Não foi suficiente que 42% do total de mortes em 2021, ou seja, quase metade das mortes no planeta em um ano, tenha ocorrido devido ao aborto. Não foi suficiente que singelos <em>quarenta e dois milhões e seiscentos mil</em> bebês tenham sido esquartejados no ventre de suas mães em um único ano. Não — é preciso imolar mais e mais vítimas no altar do deus-sol do século XXI, o que já começou a ser feito através da vacinação infantil obrigatória.</p>



<p>Enquanto no início de toda Santa Missa, antes de aproximar-se do altar em que mais tarde se repetirá o sacrifício do Calvário, o Padre recita, alternadamente com os fiéis, o belíssimo salmo 42, anunciando: “<em>Introibo ad altare Dei</em>” — “subirei ao altar de Deus”, os novos fiéis hoje levantam seus olhos marejados de comoção ao tabernáculo profano de seus senhores e proclamam: “Subiremos ao altar dos homens”. Já não o fazem solitários — levam agora também a seus filhos pela mão, como um Abraão às avessas</p>



<p>Mais do que nunca estende-se à nossa frente a necessidade de escolher diante de qual desses dois altares iremos nos prostrar. É impossível fazê-lo a ambos e um terceiro não há. Uma vez tomada a única decisão inteligente, será preciso recordar que “o servo não é maior do que seu senhor” (Jo 13, 16): o nosso sacrificado é o próprio Deus, e o nosso Rei veste uma coroa de espinhos; ou aceitamos de uma vez por todas e sem queixumes nossa parcela de autossacrifício nessa história, resolvendo-nos a perseverar até o fim (Mt 24, 13), independentemente dos resultados mais imediatos e dos caminhos aos quais essa escolha possa nos levar, ou já teremos perdido a batalha de antemão, posto que já teremos perdido a fé, caso em que será mais digno sequer tomar parte nela em primeiro lugar</p>



<p>Aquele que disse: “Se eles me perseguiram a mim, também vos hão-de perseguir a vós” (Jo 15, 20) foi o mesmo que disse: “Haveis de ter aflições no mundo; mas tende confiança, eu venci o mundo” (Jo 16, 33).<br><span data-tooltip-position="top" data-tooltip="''Quo vadis'' é uma frase em latim, que significa ''para onde vais?''."><em>Quo vadis?</em></span></p>



<br>



<p class="has-text-align-right">Escrito por <a href="https://culturadefato.com.br/author/danielmarcondes/">Daniel Marcondes</a>.</p>



<br>



<p class="has-background has-very-light-gray-background-color">Notas:</p>



<ol class="wp-block-list">
<li id="Nota01">Milton, John. <em>Paradise lost</em>, canto I. <a href="#Ref01"><img decoding="async" width="14" height="10" class="wp-image-105" src="https://culturadefato.com.br/wp-content/uploads/2020/06/Subir.jpg" alt="Subir"></a></li>



<li id="Nota02">Martin, Malachi. <em><a href="https://amzn.to/3FTP7rz" target="_blank" rel="noreferrer noopener sponsored nofollow">Windswept House: A Vatican Novel</a></em>, p. 7. Nova York: Doubleday, 1996. <a href="#Ref02"><img loading="lazy" decoding="async" width="14" height="10" class="wp-image-105" style="width: 14px;" src="https://culturadefato.com.br/wp-content/uploads/2020/06/Subir.jpg" alt="Subir"></a></li>



<li id="Nota03">Refiro-me aqui apenas ao plano digamos externo e “estético” da questão, ou seja, às imagens, símbolos e discursos sob os quais esse domínio comunoglobalista escolhe se apresentar, o qual, a meu ver, segue e continuará seguindo o modelo de um sincretismo ecumenista, e não o do ateísmo clássico. Do ponto de vista da experiência real, porém, ambos são apenas dois modos diferentes de descrever uma mesma situação: todo ateísmo, que só faz rodar em círculos trocando um princípio criador por outro sem jamais resolver o problema, deságua em um “crer em tudo”, e todo sincretismo ou ecumenismo, pela anulação mútua a que submete os princípios envolvidos, é um “não crer em nada”.  <a href="#Ref03"><img loading="lazy" decoding="async" width="14" height="10" class="wp-image-105" style="width: 14px;" src="https://culturadefato.com.br/wp-content/uploads/2020/06/Subir.jpg" alt="Subir"></a></li>
</ol>



<br>



<p class="has-background has-very-light-gray-background-color" id="NotasEditoria"><strong>Notas da editoria:</strong><br><br><strong>1</strong>. Imagem de capa: “Saturno devorando seu filho&#8221; (1636), do pintor brabantino Peter Paul Rubens (1577 &#8211; 1640). <a href="#main"><img loading="lazy" decoding="async" width="17" height="14" class="wp-image-16646" style="width: 17px;" src="https://culturadefato.com.br/wp-content/uploads/2020/07/Subir_FundoCinza.jpg" alt="Subir com fundo cinza"></a><br><strong>2</strong>. Este artigo foi originalmente publicado em 24 de janeiro de 2022. Sete de julho de 2025 corresponde à última edição. <a href="#RefNotasEditoria"><img loading="lazy" decoding="async" width="17" height="14" class="wp-image-16646" style="width: 17px;" src="https://culturadefato.com.br/wp-content/uploads/2020/07/Subir_FundoCinza.jpg" alt="Subir com fundo cinza"></a></p>



<br>



<h2 class="wp-block-heading has-text-align-center">Mais do autor:</h2>



<br>



<section id="gm8ae840c" class="wp-block-gutentor-m0 alignfull section-gm8ae840c gutentor-module gutentor-module-carousel has-color-bg has-custom-bg gutentor-slick-a-default-desktop gutentor-slick-a-default-tablet gutentor-slick-a-default-mobile"><div class="grid-container"><div class="gutentor-module-carousel-row" data-dots="false" data-dotstablet="false" data-dotsmobile="false" data-arrows="true" data-arrowstablet="true" data-arrowsmobile="true" data-infinite="true" data-autoplay="true" data-draggable="true" data-pauseonfocus="true" data-pauseonhover="true" data-autoplayspeed="4500" data-cmondesktop="false" data-cmontablet="false" data-cmonmobile="false" data-nextarrow="fas fa-angle-right" data-prevarrow="fas fa-angle-left" data-arrowspositiondesktop="gutentor-slick-a-default-desktop" data-arrowspositiontablet="gutentor-slick-a-default-tablet" data-arrowspositionmobile="gutentor-slick-a-default-mobile" data-speed="300" data-slideitemdesktop="2" data-slideitemtablet="3" data-slideitemmobile="2" data-slidescroll-desktop="2" data-slidescroll-tablet="3" data-slidescroll-mobile="2">
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<p class="has-text-align-center"><a href="https://culturadefato.com.br/postagens-selecionadas-do-telegram-marco-de-2023/"></a><br><em><a href="https://culturadefato.com.br/verdade-e-falsidade/">Verdade e falsidade</a></em></p>
</div></div>



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<p class="has-text-align-center"><a href="https://culturadefato.com.br/postagens-selecionadas-do-telegram-marco-de-2023/"></a><br><a href="https://culturadefato.com.br/reino-dividido/">Literatos de m</a><a href="https://culturadefato.com.br/literatos-de-monociclo/">onociclo</a></p>
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<div id="section-gcbde01" class="wp-block-gutentor-e6 section-gcbde01 gutentor-element gutentor-element-image text-align-center-desktop"><div class="gutentor-element-image-box"><a class="gutentor-element-image-link" href="https://culturadefato.com.br/a-morte-do-gramofone/"><div class="gutentor-image-thumb"><img decoding="async" class="normal-image" src="https://culturadefato.com.br/wp-content/uploads/2023/10/HisMastersVoice_Francis-Barraud.jpg" alt="“His Master’s Voice” (1898), de Francis Barraud (1856 – 1924), pintura mundialmente conhecida como logotipo da gravadora americana RCA Victor." /></div></a></div></div>



<p class="has-text-align-center"><a href="https://culturadefato.com.br/postagens-selecionadas-do-telegram-marco-de-2023/"></a><br><a href="https://culturadefato.com.br/a-morte-do-gramofone/">A morte do gramofone</a></p>
</div></div>



<div id="col-gm7ffa4e" class="wp-block-gutentor-m0-col col-gm7ffa4e gutentor-carousel-item"><div id="section-gm7ffa4e" class="section-gm7ffa4e gutentor-col-wrap has-color-bg has-custom-bg">
<div id="section-gb63807" class="wp-block-gutentor-e6 section-gb63807 gutentor-element gutentor-element-image text-align-center-desktop"><div class="gutentor-element-image-box"><a class="gutentor-element-image-link" href="https://culturadefato.com.br/messianismo-freudiano/"><div class="gutentor-image-thumb"><img decoding="async" class="normal-image" src="https://culturadefato.com.br/wp-content/uploads/2023/09/TheIsraelitesDancingAroungTheGoldenCalf.jpg" alt="Obra: &quot;The Israelites Dancing Aroung the Golden Calf&quot; (1899), por Henri Paul Motte (1846-1922)." /></div></a></div></div>



<p class="has-text-align-center"><a href="https://culturadefato.com.br/postagens-selecionadas-do-telegram-marco-de-2023/"></a><br><a href="https://culturadefato.com.br/messianismo-freudiano/">Messianismo freudiano</a></p>
</div></div>



<div id="col-gmd98979" class="wp-block-gutentor-m0-col col-gmd98979 gutentor-carousel-item"><div id="section-gmd98979" class="section-gmd98979 gutentor-col-wrap has-color-bg has-custom-bg">
<div id="section-g3da01f" class="wp-block-gutentor-e6 section-g3da01f gutentor-element gutentor-element-image text-align-center-desktop"><div class="gutentor-element-image-box"><a class="gutentor-element-image-link" href="https://culturadefato.com.br/a-corrupcao-dos-olhares/"><div class="gutentor-image-thumb"><img decoding="async" class="normal-image" src="https://culturadefato.com.br/wp-content/uploads/2023/08/GustaveCaillebotte_YoungManAtHisWindow.jpg" alt="Obra: &quot;Young Man at His Window&quot; (1876), por Gustave Caillebotte (1848 - 1894)" /></div></a></div></div>



<p class="has-text-align-center"><a href="https://culturadefato.com.br/postagens-selecionadas-do-telegram-marco-de-2023/"></a><br><a href="https://culturadefato.com.br/a-corrupcao-dos-olhares/">A corrupção dos olhares</a></p>
</div></div>



<div id="col-gm1562ea" class="wp-block-gutentor-m0-col col-gm1562ea gutentor-carousel-item"><div id="section-gm1562ea" class="section-gm1562ea gutentor-col-wrap has-color-bg has-custom-bg">
<div id="section-g893f42" class="wp-block-gutentor-e6 section-g893f42 gutentor-element gutentor-element-image text-align-center-desktop"><div class="gutentor-element-image-box"><a class="gutentor-element-image-link" href="https://culturadefato.com.br/sobre-a-vocacao/"><div class="gutentor-image-thumb"><img decoding="async" class="normal-image" src="https://culturadefato.com.br/wp-content/uploads/2023/07/ThePassionOfCreation_LeonidPasternak.jpg" alt="Obra: &quot;The Passion of Creation&quot;, Leonid Pasternak (1862 – 1945)" /></div></a></div></div>



<p class="has-text-align-center"><br><a href="https://culturadefato.com.br/sobre-a-vocacao/">Sobre a vocação</a></p>
</div></div>



<div id="col-gm6cbaad" class="wp-block-gutentor-m0-col col-gm6cbaad gutentor-carousel-item"><div id="section-gm6cbaad" class="section-gm6cbaad gutentor-col-wrap has-color-bg has-custom-bg">
<div id="section-g13e3b5" class="wp-block-gutentor-e6 section-g13e3b5 gutentor-element gutentor-element-image text-align-center-desktop"><div class="gutentor-element-image-box"><a class="gutentor-element-image-link" href="https://culturadefato.com.br/fogo-fatuo/"><div class="gutentor-image-thumb"><img decoding="async" class="normal-image" src="https://culturadefato.com.br/wp-content/uploads/2023/06/MoisesSarcaArdenteDomenicoFetti.jpg" alt="Obra &quot;Moisés diante da sarça ardente&quot; (c. 1613 - 1614), por Domenico Fetti (1589 - ?)." /></div></a></div></div>



<p class="has-text-align-center"><a href="https://culturadefato.com.br/postagens-selecionadas-do-telegram-marco-de-2023/"></a><br><a href="https://culturadefato.com.br/fogo-fatuo/">Fogo-fátuo</a></p>
</div></div>



<div id="col-gmf1e8f6" class="wp-block-gutentor-m0-col col-gmf1e8f6 gutentor-carousel-item"><div id="section-gmf1e8f6" class="section-gmf1e8f6 gutentor-col-wrap has-color-bg has-custom-bg">
<div id="section-g05047e" class="wp-block-gutentor-e6 section-g05047e gutentor-element gutentor-element-image text-align-center-desktop"><div class="gutentor-element-image-box"><a class="gutentor-element-image-link" href="https://culturadefato.com.br/os-ovnis-outra-vez-e-a-letargia-coletiva/"><div class="gutentor-image-thumb"><img decoding="async" class="normal-image" src="https://culturadefato.com.br/wp-content/uploads/2021/04/SaoWolfgang_e_o_Diabo_MichaelPacher.jpg" alt="Recorte da obra: &quot;São Wolfgang e o Diabo&quot;, criada pelo pintor e escultor austríaco Michael Pacher (1435 - 1498)." /></div></a></div></div>



<p class="has-text-align-center"><a href="https://culturadefato.com.br/postagens-selecionadas-do-telegram-marco-de-2023/"></a><br><a href="https://culturadefato.com.br/os-ovnis-outra-vez-e-a-letargia-coletiva/">Os OVNIs (outra vez) e a letargia coletiva</a></p>
</div></div>



<div id="col-gm9316ba" class="wp-block-gutentor-m0-col col-gm9316ba gutentor-carousel-item"><div id="section-gm9316ba" class="section-gm9316ba gutentor-col-wrap has-color-bg has-custom-bg">
<div id="section-g9974f8" class="wp-block-gutentor-e6 section-g9974f8 gutentor-element gutentor-element-image text-align-center-desktop"><div class="gutentor-element-image-box"><a class="gutentor-element-image-link" href="https://culturadefato.com.br/palavras-do-avesso/"><div class="gutentor-image-thumb"><img decoding="async" class="normal-image" src="https://culturadefato.com.br/wp-content/uploads/2023/05/SaoJeronimoEscrevendo_1607_Caravaggio.jpg" alt="Obra &quot;São Jerônimo escrevendo&quot; (c. 1607), de Caravaggio (1571 – 1610)." /></div></a></div></div>



<p class="has-text-align-center"><br><a href="https://culturadefato.com.br/palavras-do-avesso/">Palavras do avesso</a></p>
</div></div>



<div id="col-gmf5235c" class="wp-block-gutentor-m0-col col-gmf5235c gutentor-carousel-item"><div id="section-gmf5235c" class="section-gmf5235c gutentor-col-wrap">
<div id="section-g7dc3ac" class="wp-block-gutentor-e6 section-g7dc3ac gutentor-element gutentor-element-image gutentor-enabled-width text-align-center-desktop"><div class="gutentor-element-image-box"><a class="gutentor-element-image-link" href="https://culturadefato.com.br/educacao-e-anti-educacao/"><div class="gutentor-image-thumb"><img decoding="async" class="normal-image" src="https://culturadefato.com.br/wp-content/uploads/2023/04/TheSevereTeacher_JanSteen.jpg" alt="Obra: &quot;The severe teacher&quot; (1668), por Jan Steen (1626 – 1679)." /></div></a></div></div>



<p class="has-text-align-center"><br><a href="https://culturadefato.com.br/educacao-e-anti-educacao/">Educação e anti-educação</a></p>
</div></div>



<div id="col-gme52d41" class="wp-block-gutentor-m0-col col-gme52d41 gutentor-carousel-item"><div id="section-gme52d41" class="section-gme52d41 gutentor-col-wrap">
<div id="section-g5385f2" class="wp-block-gutentor-e6 section-g5385f2 gutentor-element gutentor-element-image gutentor-enabled-width text-align-center-desktop"><div class="gutentor-element-image-box"><a class="gutentor-element-image-link" href="https://culturadefato.com.br/a-falacia-da-construcao-social/"><div class="gutentor-image-thumb"><img decoding="async" class="normal-image" src="https://culturadefato.com.br/wp-content/uploads/2023/03/AReproducaoInterdita_1937_ReneMagritte.jpg" alt="Obra: &quot;A Reproducao Interdita&quot; (1937), por René Magritte (1898 - 1967)." /></div></a></div></div>



<p class="has-text-align-center"><br><a href="https://culturadefato.com.br/a-falacia-da-construcao-social/">A falácia da construção social</a></p>
</div></div>



<div id="col-gm47ee36" class="wp-block-gutentor-m0-col col-gm47ee36 gutentor-carousel-item"><div id="section-gm47ee36" class="section-gm47ee36 gutentor-col-wrap">
<div id="section-gf31ead" class="wp-block-gutentor-e6 section-gf31ead gutentor-element gutentor-element-image gutentor-enabled-width text-align-center-desktop"><div class="gutentor-element-image-box"><a class="gutentor-element-image-link" href="https://culturadefato.com.br/a-experiencia-do-profeta/"><div class="gutentor-image-thumb"><img decoding="async" class="normal-image" src="https://culturadefato.com.br/wp-content/uploads/2023/02/ProfetaIsaias_AntonioBalestra.jpg" alt="Obra: &quot;Profeta Isaías&quot; (1707), de Antonio Balestra (1666 - 1740)" /></div></a></div></div>



<p class="has-text-align-center"><br><a href="https://culturadefato.com.br/a-experiencia-do-profeta/">A experiência do profeta</a></p>
</div></div>



<div id="col-gm16be08" class="wp-block-gutentor-m0-col col-gm16be08 gutentor-carousel-item"><div id="section-gm16be08" class="section-gm16be08 gutentor-col-wrap">
<div id="section-g8a8420" class="wp-block-gutentor-e6 section-g8a8420 gutentor-element gutentor-element-image"><div class="gutentor-element-image-box"><a class="gutentor-element-image-link" href="https://culturadefato.com.br/entre-santos-e-reis/"><div class="gutentor-image-thumb"><img decoding="async" class="normal-image" src="https://culturadefato.com.br/wp-content/uploads/2023/02/SaintLouis_1844_EmileSignol.jpg" alt="Obra: &quot;Louis IX, dit Saint Louis, Roi de France (1215-1270)&quot; (1844), por Émile Signol (1804 – 1892)." /></div></a></div></div>



<p class="has-text-align-center"><br><a href="https://culturadefato.com.br/entre-santos-e-reis/">Entre santos e reis</a></p>
</div></div>



<div id="col-gma7a39b" class="wp-block-gutentor-m0-col col-gma7a39b gutentor-carousel-item"><div id="section-gma7a39b" class="section-gma7a39b gutentor-col-wrap">
<div id="section-g1e169f" class="wp-block-gutentor-e6 section-g1e169f gutentor-element gutentor-element-image"><div class="gutentor-element-image-box"><a class="gutentor-element-image-link" href="https://culturadefato.com.br/monocromatismo-mental/"><div class="gutentor-image-thumb"><img decoding="async" class="normal-image" src="https://culturadefato.com.br/wp-content/uploads/2023/02/SemTituloJackMallon.jpg" alt="Obra sem título, de Jack Mallon" /></div></a></div></div>



<p class="has-text-align-center"><br><a href="https://culturadefato.com.br/monocromatismo-mental/">Monocromatismo mental</a></p>
</div></div>



<div id="col-gm61f1f2" class="wp-block-gutentor-m0-col col-gm61f1f2 gutentor-carousel-item"><div id="section-gm61f1f2" class="section-gm61f1f2 gutentor-col-wrap">
<div id="section-ge706dc" class="wp-block-gutentor-e6 section-ge706dc gutentor-element gutentor-element-image"><div class="gutentor-element-image-box"><a class="gutentor-element-image-link" href="https://culturadefato.com.br/saber-e-querer-saber/"><div class="gutentor-image-thumb"><img decoding="async" class="normal-image" src="https://culturadefato.com.br/wp-content/uploads/2023/01/SaoPaulo_EscrevendoEpistolas.jpg" alt="São Paulo escrevendo suas epístolas, atribuído a Valentin de Boulogne (1591 – 1632)." /></div></a></div></div>



<p class="has-text-align-center"><br><a href="https://culturadefato.com.br/saber-e-querer-saber/">Saber é querer saber</a></p>
</div></div>



<div id="col-gm3a8ae5" class="wp-block-gutentor-m0-col col-gm3a8ae5 gutentor-carousel-item"><div id="section-gm3a8ae5" class="section-gm3a8ae5 gutentor-col-wrap">
<div id="section-g87a81e" class="wp-block-gutentor-e6 section-g87a81e gutentor-element gutentor-element-image"><div class="gutentor-element-image-box"><a class="gutentor-element-image-link" href="https://culturadefato.com.br/primatas-no-diva/"><div class="gutentor-image-thumb"><img decoding="async" class="normal-image" src="https://culturadefato.com.br/wp-content/uploads/2023/01/OurPsychoanalystsDrFreudIntroducesPatientToHerUnconscious.jpg" alt="Obra: &quot;Dr. Freud Introduz Uma Paciente em seu Inconsciente&quot; (1929), por William Henry Dyson (1880 - 1938)." /></div></a></div></div>



<p class="has-text-align-center"><br><a href="https://culturadefato.com.br/primatas-no-diva/">Primatas no divã</a></p>
</div></div>



<div id="col-gm1a46df" class="wp-block-gutentor-m0-col col-gm1a46df gutentor-carousel-item"><div id="section-gm1a46df" class="section-gm1a46df gutentor-col-wrap">
<div id="section-g0d8608" class="wp-block-gutentor-e6 section-g0d8608 gutentor-element gutentor-element-image"><div class="gutentor-element-image-box"><a class="gutentor-element-image-link" href="https://culturadefato.com.br/entre-as-nuvens-e-a-lama/"><div class="gutentor-image-thumb"><img decoding="async" class="normal-image" src="https://culturadefato.com.br/wp-content/uploads/2022/11/PocaDeLamaNoDeserto_EricaGreen.jpg" alt="Obra &quot;Poça de lama no deserto&quot;, por Erica Green." /></div></a></div></div>



<p class="has-text-align-center"><br><a href="https://culturadefato.com.br/entre-as-nuvens-e-a-lama/">Entre as nuvens e a lama</a></p>
</div></div>



<div id="col-gm84d8cb" class="wp-block-gutentor-m0-col col-gm84d8cb gutentor-carousel-item"><div id="section-gm84d8cb" class="section-gm84d8cb gutentor-col-wrap">
<div id="section-g2e0fd2" class="wp-block-gutentor-e6 section-g2e0fd2 gutentor-element gutentor-element-image"><div class="gutentor-element-image-box"><a class="gutentor-element-image-link" href="https://culturadefato.com.br/o-cristianismo-como-ideia/"><div class="gutentor-image-thumb"><img decoding="async" class="normal-image" src="https://culturadefato.com.br/wp-content/uploads/2022/11/CreationOfAdam_BradleyJParrish.jpg" alt="Obra &quot;Creation of Adam&quot;, por Bradley J. Parrish" /></div></a></div></div>



<p class="has-text-align-center"><br><a href="https://culturadefato.com.br/o-cristianismo-como-ideia/">O cristianismo como ideia</a></p>
</div></div>



<div id="col-gmaeb26b" class="wp-block-gutentor-m0-col col-gmaeb26b gutentor-carousel-item"><div id="section-gmaeb26b" class="section-gmaeb26b gutentor-col-wrap">
<div id="section-g9c72ff" class="wp-block-gutentor-e6 section-g9c72ff gutentor-element gutentor-element-image"><div class="gutentor-element-image-box"><a class="gutentor-element-image-link" href="https://culturadefato.com.br/ciencia-e-ideologia/"><div class="gutentor-image-thumb"><img decoding="async" class="normal-image" src="https://culturadefato.com.br/wp-content/uploads/2022/08/AnAlchemistsLaboratory_JohannesStradanusJanVanDerStraet.jpg" alt="Obra: &quot;An Alchemist's Laboratory&quot; (1570), por Johannes Stradanus (1523 -1605)" /></div></a></div></div>



<p class="has-text-align-center"><br><a href="https://culturadefato.com.br/ciencia-e-ideologia/">Ciência e ideologia</a></p>
</div></div>



<div id="col-gmc00bfa" class="wp-block-gutentor-m0-col col-gmc00bfa gutentor-carousel-item"><div id="section-gmc00bfa" class="section-gmc00bfa gutentor-col-wrap">
<div id="section-g533e9d" class="wp-block-gutentor-e6 section-g533e9d gutentor-element gutentor-element-image"><div class="gutentor-element-image-box"><a class="gutentor-element-image-link" href="https://culturadefato.com.br/fragmentacao-historica/"><div class="gutentor-image-thumb"><img decoding="async" class="normal-image" src="https://culturadefato.com.br/wp-content/uploads/2022/08/GenerationGap_TroyRohn.jpg" alt="Obra: &quot;Generation Gap&quot;, por Troy Rohn" /></div></a></div></div>



<p class="has-text-align-center"><br><a href="https://culturadefato.com.br/fragmentacao-historica/">Fragmentação histórica</a></p>
</div></div>



<div id="col-gmc82832" class="wp-block-gutentor-m0-col col-gmc82832 gutentor-carousel-item"><div id="section-gmc82832" class="section-gmc82832 gutentor-col-wrap">
<div id="section-g4d7212" class="wp-block-gutentor-e6 section-g4d7212 gutentor-element gutentor-element-image"><div class="gutentor-element-image-box"><a class="gutentor-element-image-link" href="https://culturadefato.com.br/o-cristao-e-sua-expressao/"><div class="gutentor-image-thumb"><img decoding="async" class="normal-image" src="https://culturadefato.com.br/wp-content/uploads/2022/08/PrayingDorinaCostras.jpg" alt="Obra &quot;Praying&quot; (2017), por Dorina Costras" /></div></a></div></div>



<p class="has-text-align-center"><br><a href="https://culturadefato.com.br/o-cristao-e-sua-expressao/">O cristão e sua expressão</a></p>
</div></div>



<div id="col-gm3dc892" class="wp-block-gutentor-m0-col col-gm3dc892 gutentor-carousel-item"><div id="section-gm3dc892" class="section-gm3dc892 gutentor-col-wrap">
<div id="section-ge8f4b7" class="wp-block-gutentor-e6 section-ge8f4b7 gutentor-element gutentor-element-image"><div class="gutentor-element-image-box"><a class="gutentor-element-image-link" href="https://culturadefato.com.br/sobre-filosofia-leis-morais-e-ciencia-moderna/"><div class="gutentor-image-thumb"><img decoding="async" class="normal-image" src="https://culturadefato.com.br/wp-content/uploads/2022/08/AlexaMeade.jpg" alt="Obra de Alexa Meade. Obs.: Não é uma pintura a óleo, é um modelo coberto de tinta acrílica." /></div></a></div></div>



<p class="has-text-align-center"><br><a href="https://culturadefato.com.br/sobre-filosofia-leis-morais-e-ciencia-moderna/">Sobre filosofia, leis morais e ciência moderna</a></p>
</div></div>



<div id="col-gmda292d" class="wp-block-gutentor-m0-col col-gmda292d gutentor-carousel-item"><div id="section-gmda292d" class="section-gmda292d gutentor-col-wrap">
<div id="section-g9b50c7" class="wp-block-gutentor-e6 section-g9b50c7 gutentor-element gutentor-element-image"><div class="gutentor-element-image-box"><a class="gutentor-element-image-link" href="https://culturadefato.com.br/em-busca-do-eterno/"><div class="gutentor-image-thumb"><img decoding="async" class="normal-image" src="https://culturadefato.com.br/wp-content/uploads/2022/05/TouchOfHorizon_LeonildAlfremov.jpg" alt="Obra: &quot;Touch of horizon&quot;, de Leonid Afremov (1955 - 2019)." /></div></a></div></div>



<p class="has-text-align-center"><br><a href="https://culturadefato.com.br/em-busca-do-eterno/">Em busca do eterno</a></p>
</div></div>



<div id="col-gm45c343" class="wp-block-gutentor-m0-col col-gm45c343 gutentor-carousel-item"><div id="section-gm45c343" class="section-gm45c343 gutentor-col-wrap">
<div id="section-gff9079" class="wp-block-gutentor-e6 section-gff9079 gutentor-element gutentor-element-image"><div class="gutentor-element-image-box"><a class="gutentor-element-image-link" href="https://culturadefato.com.br/vigiar-e-punir-estuprar-e-omitir/"><div class="gutentor-image-thumb"><img decoding="async" class="normal-image" src="https://culturadefato.com.br/wp-content/uploads/2021/04/MichelFoucault.jpg" alt="Michel Foucault" /></div></a></div></div>



<p class="has-text-align-center"><br><a href="https://culturadefato.com.br/vigiar-e-punir-estuprar-e-omitir/">Vigiar e punir, estuprar e omitir</a></p>
</div></div>



<div id="col-gm55bf20" class="wp-block-gutentor-m0-col col-gm55bf20 gutentor-carousel-item"><div id="section-gm55bf20" class="section-gm55bf20 gutentor-col-wrap">
<div id="section-g2a1054" class="wp-block-gutentor-e6 section-g2a1054 gutentor-element gutentor-element-image"><div class="gutentor-element-image-box"><a class="gutentor-element-image-link" href="https://culturadefato.com.br/sub-specie-aeternitatis/"><div class="gutentor-image-thumb"><img decoding="async" class="normal-image" src="https://culturadefato.com.br/wp-content/uploads/2021/01/TheDivineComedy.jpg" alt="obra: “Discutindo a Divina Comédia com Dante”, criada em 2006 pelos taiwaneses Dai Dudu, Li Tieze e Zhang An" /></div></a></div></div>



<p class="has-text-align-center"><br><a href="https://culturadefato.com.br/sub-specie-aeternitatis/">Sub Specie Aeternitatis</a></p>
</div></div>
</div></div></section>



<br>
<p>O post <a href="https://culturadefato.com.br/e-subirei-ao-altar-de-deus/">E subirei ao altar de Deus</a> apareceu primeiro em <a href="https://culturadefato.com.br">Cultura de Fato</a>.</p>
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					<wfw:commentRss>https://culturadefato.com.br/e-subirei-ao-altar-de-deus/feed/</wfw:commentRss>
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		<title>Cem frases de C. S. Lewis</title>
		<link>https://culturadefato.com.br/cem-frases-de-c-s-lewis/</link>
					<comments>https://culturadefato.com.br/cem-frases-de-c-s-lewis/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Editoria Cultura de Fato]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 21 Apr 2025 23:00:39 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cristianismo]]></category>
		<category><![CDATA[Filosofia e História]]></category>
		<category><![CDATA[Ateísmo]]></category>
		<category><![CDATA[C. S. Lewis]]></category>
		<category><![CDATA[Cem Frases]]></category>
		<category><![CDATA[Eros]]></category>
		<category><![CDATA[J. R. R. Tolkien]]></category>
		<category><![CDATA[Moralidade]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://culturadefato.com.br/?p=24519</guid>

					<description><![CDATA[<p>Nesta postagem, reunimos cem pensamentos do escritor, professor e apologista cristão C. S. Lewis, antecedidos de uma breve biografia.</p>
<p>O post <a href="https://culturadefato.com.br/cem-frases-de-c-s-lewis/">Cem frases de C. S. Lewis</a> apareceu primeiro em <a href="https://culturadefato.com.br">Cultura de Fato</a>.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p class="has-text-align-center">“<em>Ateus expressam sua raiva contra Deus, embora, na opinião deles, Ele não exista.</em>”<br><span data-tooltip-position="top" data-tooltip="Clive">C</span>. <span data-tooltip-position="top" data-tooltip="Staples">S</span>. <span data-tooltip-position="top" data-tooltip="C. S. Lewis (1898 - 1963), escritor e apologista cristão irlandês.">Lewis</span> (1898 – 1963)</p>



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<br>



<p class="has-drop-cap">Clive Staples Lewis nasceu em 29 de novembro de 1898 em Belfast (Irlanda) e faleceu em 22 de novembro de 1963 em Oxford (Inglaterra). Foi escritor, professor e apologista cristão, autor de obras célebres como <em><a href="https://amzn.to/4ioteUB" target="_blank" rel="noreferrer noopener sponsored nofollow">As Crônicas de Nárnia</a></em>, <em><a href="http://www.amazon.com.br/gp/product/8578271726/ref=as_li_tl?ie=UTF8&amp;camp=1789&amp;creative=9325&amp;creativeASIN=8578271726&amp;linkCode=as2&amp;tag=culturateca-20&amp;linkId=6XIAG3W33X23KXRU" target="_blank" rel="noreferrer noopener sponsored nofollow">Cristianismo Puro e Simples</a></em> e <em><a href="https://culturadefato.com.br/a-abolicao-do-homem-excertos-dos-principais-temas/">A Abolição do Homem</a></em>. Lewis se destacou por sua capacidade de unir razão e imaginação, fé e intelecto, em uma linguagem acessível e envolvente.</p>



<p>Durante parte da juventude, foi ateu, mas acabou se convertendo ao cristianismo, influenciado por amigos como <span data-tooltip-position="top" data-tooltip="John">J</span>. <span data-tooltip-position="top" data-tooltip="Ronald">R</span>. <span data-tooltip-position="top" data-tooltip="Reuel">R</span>. <span data-tooltip-position="top" data-tooltip="John Ronald Reuel Tolkien (1892 - 1973) ficou conhecido internacionalmente por J. R. R. Tolkien, foi um escritor, professor universitário e filólogo britânico, nascido na atual África do Sul. Sua obras mais conhecidas são: ''O Hobbit'', ''O Senhor dos Anéis'' e ''O Silmarillion''.">Tolkien</span> e por sua própria busca intelectual e espiritual. Lecionou em Oxford e Cambridge, com notável contribuição nos campos da literatura medieval e renascentista. Como intelectual cristão, defendeu com vigor e sensibilidade os fundamentos da fé, tornando-se uma das vozes mais influentes do cristianismo no século XX.</p>



<p>Na <em>Cultura de Fato</em>, você encontrará, além desses pensamentos, diversos artigos <a href="https://culturadefato.com.br/author/cslewis/">escritos por C. S. Lewis</a> e excertos de seus livros, abordando temas como fé, razão, moralidade e educação — sempre expondo o “clima” característicos de sua obra.</p>



<br>



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<ol class="wp-block-list">
<li>“<em>O problema de tentar tornar-se mais estúpido do que você realmente é, é que você muitas vezes consegue.</em>”</li>



<li>“<em>Você nunca é velho demais para definir outro objetivo ou sonhar um novo sonho.</em>”</li>



<li>“<em>Foi pelo orgulho que o diabo se tornou o diabo.</em>”</li>



<li>“<em>Podemos ignorar a presença de Deus, mas não fugir dela em lugar nenhum. O mundo está repleto dele.</em>”</li>



<li>“<em>Deus sussurra em nossos ouvidos por meio de nosso prazer, fala-nos mediante nossa consciência, mas clama em alta voz por intermédio de nossa dor; este é seu megafone para despertar o homem surdo.</em>”</li>



<li>“<em>Normalmente quando as pessoas dizem ‘eu posso todas as coisas naquele que me fortalece’, o foco delas não é em quem fortalece (Cristo), mas no ‘eu posso’.</em>”</li>



<li>“<em>Não permita que sua felicidade dependa de algo que você possa perder.</em>”</li>



<li>“<em>O fato de que nosso coração não consegue ser preenchido pelas coisas da Terra, é a prova que o Céu deve ser a nossa casa.</em>”</li>



<li>“<em>Ele não nos amou porque somos amáveis; mas porque Ele é amor.</em>”</li>



<li>“<em>Uma história infantil que só pode ser apreciada por crianças não é uma boa história infantil.</em>”</li>



<li>“<em>Ser cristão significa perdoar o imperdoável, porque Deus perdoou o indesculpável em você.</em>”</li>



<li>“<em>Você não tem uma alma. Você é uma alma. Você tem um corpo.</em>”</li>



<li>“<em>Cada vez que você faz uma opção está transformando sua essência em alguma coisa um pouco diferente do que era antes.</em>”</li>



<li>“<em>Deus não quer algo de nós. Ele simplesmente nos quer.</em>”</li>



<li>“<em>Um homem não pode diminuir a glória de Deus ao se recusar a adorá-lo, assim como um lunático não pode apagar o sol escrevendo a palavra &#8216;escuridão&#8217; nas paredes de sua cela.</em>”</li>



<li>“<em>Tudo o que não é eterno, é eternamente inútil.</em>”</li>



<li>“<em>Todo cristão concordaria que a saúde espiritual de um homem é exatamente proporcional ao seu amor por Deus.</em>”</li>



<li>“<em>Sempre que a nossa vida religiosa nos faz sentir que somos bons, podemos ter certeza de que fomos ludibriados pelo diabo.</em>”</li>



<li>“<em>Para quem está na estrada errada, progredir é dar meia-volta e retornar à direção correta.</em>”</li>



<li>“<em>Ponha as primeiras coisas em primeiro lugar, e teremos as segundas a seguir; ponha as segundas coisas em primeiro lugar, e perderemos ambas.</em>”</li>



<li>“<em>Se você está à procura de uma religião que o deixe confortável, certamente eu não lhe recomendaria o cristianismo.</em>”</li>



<li>“<em>Algumas das maiores misericórdias de Deus na minha vida foram os seus nãos.</em>”</li>



<li>“<em>Eu acredito no Cristianismo como acredito que o sol nasce todo dia. Não apenas porque o vejo, mas porque através dele eu vejo tudo ao meu redor.</em>”</li>



<li>“<em>Mera mudança não é crescimento. Crescimento é a síntese de mudança e continuidade, e onde não há continuidade não há crescimento.</em>”</li>



<li>“<em>Todos dizem que o perdão é uma idéia maravilhosa até que elas possuam algo para perdoar.</em>”</li>



<li>“<em>A amizade nasce no momento em que uma pessoa diz para a outra: </em>&#8216;<em>O quê? Você também! Pensei que eu era o único&#8217;.</em>”</li>



<li class="img-direita"><a href="https://www.owenbarfield.org/the-inklings/fellowship/" target="_blank" rel="noreferrer noopener nofollow"><img loading="lazy" decoding="async" width="363" height="517" class="wp-image-24568" src="https://culturadefato.com.br/wp-content/uploads/2025/04/CSLewis_Cartoon.jpg" alt="C. S. Lewis, cartton."></a>“<em>O filho de Deus se fez homem para permitir que os homens se tornassem filhos de Deus.</em>”</li>



<li>“<em>O futuro é algo que todos nós atingimos à velocidade de sessenta minutos por hora.</em>”</li>



<li>“<em>O homem caído não é simplesmente uma criatura imperfeita que carece de aperfeiçoamento, ele é um rebelde que deve depor suas armas.</em>”</li>



<li>“<em>O orgulho não sente prazer por ter algo, mas por ter mais do que o outro.</em>”</li>



<li>“<em>O orgulho é a galinha sob a qual todos os outros pecados são chocados.</em>”</li>



<li>“<em>O homem caído não é simplesmente uma criatura imperfeita que carece de aperfeiçoamento, ele é um rebelde que deve depor suas armas.</em>”</li>



<li>“<em>A menos que eu creia em Deus, não posso crer no pensamento: então eu nunca posso usar o pensamento para descrer em Deus.</em>”</li>



<li>“<em>O coração de uma mulher deve estar tão profundamente guardado em Deus, que só um homem que o busca de verdade é capaz de encontrá-lo.</em>”</li>



<li>“<em>No fim, há apenas dois tipos de pessoas: aquelas que dizem a Deus: ‘Seja feita a tua vontade’, e aquelas a quem Deus diz: ‘Então, seja feita a tua vontade’</em>.”</li>



<li>“<em>Nós consideramos Deus como um piloto considera o paraquedas; está lá para emergências, mas ele espera nunca ter que usá-lo.</em>”</li>



<li>“<em>Educação nunca foi despesa. Sempre foi investimento com retorno garantido.</em>”</li>



<li>“<em>Alegria é negócio sério no céu.</em>”</li>



<li>“<em>Ateus expressam sua raiva contra Deus, embora, na opinião deles, Ele não exista.</em>”</li>



<li>“<em>Deus não nos pode dar felicidade e paz à parte de Si mesmo, pois tal coisa não existe.</em>”</li>



<li>“<em>A história humana é a longa e terrível história do homem tentando encontrar outro além de Deus para fazê-lo feliz.</em>”</li>



<li>“<em>O cristianismo, se for falso, não tem valor; se for verdadeiro, tem valor infinito. A única coisa que lhe é impossível é ser &#8216;mais ou menos&#8217; importante.</em>”</li>



<li>“<em>A estrada mais segura para o inferno é aquela gradual — o declive suave, piso macio, sem curvas acentuadas, sem marcos de referência, sem sinalização.</em>”</li>



<li>“<em>Eu oro, porque eu não posso me ajudar. Eu oro porque estou desamparado. Eu oro porque a necessidade flui de mim todo o tempo — acordado e dormindo. Isso não muda Deus, isso me muda.</em>”</li>



<li>“<em>Pela primeira vez examinei a mim mesmo com o propósito seriamente prático. E ali encontrei o que me assustou: um bestiário de luxúrias, um hospício de ambições, um canteiro de medos, um harém de ódios mimados.</em>”</li>



<li>“<em>Quando nada há em sua alma exceto um grito de socorro, talvez seja o exato momento em que Deus não o pode atender: você é como o homem que se afoga e que não pode ser ajudado por tanto se debater. É possível que seus gritos repetidos o deixem surdo à voz que você esperava ouvir.</em>”</li>



<li>“<em>Há várias coisas com as quais eu não me preocuparia se fosse viver apenas setenta anos, mas que me preocupam seriamente com a perspectiva da vida eterna.</em>”</li>



<li>“<em>Rezemos para que a raça humana nunca saia da Terra para espalhar sua iniquidade em outros lugares.</em>”</li>



<li>“<em>Todos conquistam o que desejam, mas nem sempre se satisfazem com isso.</em>”</li>



<li>“<em>Quando amadurecemos, a lista de desejos para o Natal fica mais curta, e o que realmente desejamos, não é possível comprar.</em>”</li>



<li>“<em>A tarefa do educador moderno não é derrubar florestas, mas irrigar desertos.</em>”</li>



<li>“<em>Eu não sou bom porque amo a Deus, mas Deus me torna bom porque me ama.</em>”</li>



<li>“<em>Os únicos que não têm cicatrizes são aqueles que decidiram não combater.</em>”</li>



<li>“<em>Durma. Afaste-se por algumas horas de todos os tormentos que forjou para si mesmo.</em>”</li>



<li>“<em>Eu não tenho nenhuma opinião a respeito de nenhum assunto neste mundo. Eu narro os fatos e indicio as implicações. Se todos nos permitíssemos menos opiniões, haveria menos tolice falada e impressa neste mundo.</em>”</li>



<li>“<em>Onde os homens estiverem proibidos de honrarem um Rei, hão de honrar milionários, atletas ou estrelas de cinema; até famosas meretrizes e bandidos. Porque a natureza do espírito, como a natureza do corpo, servir-se-á; neguem-lhe comida e beberá veneno.</em>”</li>



<li>“<em>A privação é uma parte integral e universal da nossa experiência no amor.</em>”</li>



<li>⁠“<em>Os maiores males do mundo não serão realizados por homens armados, mas por homens de terno sentados atrás de mesas.</em>”</li>



<li>“<em>Nada menos demoverá um homem — ou pelo menos um homem como eu — de seu pensamento meramente verbal e de suas crenças meramente nocionais. Ele tem de ser nocauteado antes de cair em si. Apenas a tortura revelará a verdade. Somente sob tortura ele mesmo a descobre.</em>”</li>



<li>“<em>Somos criaturas divididas, correndo atrás de álcool, sexo e ambições; desprezando a alegria infinita que se nos oferece, como uma criança ignorante que prefere continuar fazendo seus bolinhos de areia numa favela, porque não consegue imaginar o que significa um convite para passar as férias na praia.</em>”</li>



<li>“<em>A fina flor da profanação só pode crescer se for plantada perto do sagrado.</em>”</li>



<li>“<em>A beleza não é democrática. Ela se mostra mais para poucos, não para muitos, mais para os que a buscam com persistência e disciplina do que para os despreocupados.</em>”</li>



<li>“<em>Nenhum livro realmente vale a pena ler na idade de dez anos que não valha igualmente — e muitas vezes muito mais — na idade de cinquenta anos.</em>”</li>



<li>“<em>Quão monotonamente iguais têm sido todos os grandes tiranos e conquistadores; quão gloriosamente diferentes todos os santos.</em>”</li>



<li>“<em>Meu argumento contra Deus era o de que o universo parecia injusto e cruel. No entanto, de onde eu tirei essa ideia de justo e injusto?</em>”</li>



<li>“<em>A verdadeira humildade dispensa a modéstia.</em>”</li>



<li>“<em>Nunca se esqueça de onde Deus te tirou, principalmente quando olhar para os erros de alguém.</em>”</li>



<li class="img-direita"><img loading="lazy" decoding="async" width="404" height="433" class="wp-image-24569" src="https://culturadefato.com.br/wp-content/uploads/2025/04/CSLewis_Foto.jpg" alt="Foto de C. S. Lewis.">“<em>A dona de casa tem a carreira definitiva. Todas as outras carreiras existem para um único propósito — que consiste em apoiar a carreira definitiva.</em>”</li>



<li>“<em>Desde que os cristãos deixaram de pensar amplamente no mundo vindouro, tornaram-se ineficazes neste mundo. Aspire ao Céu, e terá a Terra de &#8216;lambuja&#8217;; aspire a Terra, e não terá nenhum dos dois.</em>”</li>



<li>⁠“<em>Devemos deixar que Deus cuide da ferida e parar de espiar por baixo do curativo.</em>”</li>



<li>“<em>Eu sei agora, Meu Senhor, por que não profere nenhuma resposta. Você é a resposta. Diante de seu rosto as perguntas desaparecem. Que outra resposta seria suficiente?</em>”</li>



<li>“<em>A conquista do Homem sobre a Natureza revela-se, no momento da sua consumação, a conquista da Natureza sobre o Homem.</em>”</li>



<li>“<em>O único lugar além do céu onde se pode estar perfeitamente a salvo de todos os riscos e perturbações do amor é o inferno.</em>”</li>



<li>“<em>Se Deus tivesse atendido todas as orações tolas que eu fiz na minha vida, onde eu estaria agora?</em>”</li>



<li>“<em>Deus não detesta menos os intelectualmente preguiçosos do que qualquer outro tipo de preguiçoso. Se você está pensando em se tornar cristão, eu lhe aviso que estará embarcando em algo que vai ocupar toda a sua pessoa, inclusive o cérebro.</em>”</li>



<li>“<em>Uma das coisas que </em><span data-tooltip-position="top" data-tooltip="Eros, na mitologia grega, era o deus do amor e do erotismo."><em>eros</em></span><em> faz é apagar a distinção entre dar e receber. Quem contabiliza crédito e débito não ama.</em>”</li>



<li>“<em>Aqueles que não refletem sobre seus próprios pecados, acabam pensando sem cessar sobre os pecados dos outros.</em>”</li>



<li>“<em>Enquanto você for orgulhoso, não pode conhecer a Deus. Um homem orgulhoso está sempre olhando para baixo, para as coisas e as pessoas; e, é claro, enquanto está olhando para baixo, não pode ver algo que está acima de você.</em>”</li>



<li>“<em>Pessoas que conhecem muito as mesmas coisas são quase incapazes de mudar de assunto, e quem não está por dentro se sente deixado de lado.</em>”</li>



<li>“<em>Cristo opera em nós através dos outros seres humanos, e neles através de nós. Os seres humanos são espelhos ou &#8216;portadores&#8217; de Cristo para outros seres humanos.</em>”</li>



<li>“<em>O poder do homem para fazer de si mesmo o que bem quiser, significa o poder de alguns homens para fazer dos outros o que bem quiserem.</em>”</li>



<li>“<em>Educação sem valores, por mais útil que seja, parece suficiente para tornar o homem um demônio mais inteligente.</em>”</li>



<li>“<em>Vivemos, de fato, em um mundo carente de solidão, silêncio e privacidade, e, portanto, carente de meditação e amizade verdadeira.</em>”</li>



<li>“<em>Um homem com as mão cheias de &#8216;pacotes&#8217;, não pode receber um presente!</em>”</li>



<li>“<em>Os que dizem &#8216;quanto mais convivo com os homens mais gosto de cachorros&#8217; — os que encontram nos animais um alívio das exigências do convívio humano, devem ter o cuidado de analisar sua real motivação.</em>”</li>



<li>“<em>Necessito de Cristo, não de algo que se pareça com Ele.</em>”</li>



<li>“<em>Você pergunta se eu já amei alguma vez: sou tolo, mas não sou tanto assim.</em>”</li>



<li>“<em>Você nunca vai saber o quanto acredita em algo até que seja uma questão de vida ou morte.</em>”</li>



<li>“<em>A eternidade com um coração mau é a perenidade da desgraça.</em>”</li>



<li>“<em>Deus nunca se faz de filósofo diante de uma lavadeira.</em>”</li>



<li>“<em>Preocupar-se em ser adulto ou não, admirar o adulto por ser adulto, corar de vergonha diante da insinuação de que se é infantil: esses são sinais característicos da infância e da adolescência.</em>”</li>



<li>“<em>Se você tem a atitude correta diante de Deus, inevitavelmente terá a atitude correta diante do próximo.</em>”</li>



<li>“<em>Um dia você será velho o bastante para voltar a ler contos de fadas.</em>”</li>



<li>“<em>Não há serventia nenhuma em tentar &#8216;enxergar o que está por trás&#8217; dos primeiros princípios. Se você perscrutasse tudo, então tudo seria transparente, mas um mundo totalmente transparente é um mundo invisível. &#8216;Perscrutar&#8217; todas as coisas é o mesmo que não enxergar nada.</em>”</li>



<li>“<em>É muito mais fácil orar por um chato do que ir visitá-lo.</em>”</li>



<li>“<em>Em casa, além de ser Pedro ou Janete, temos também um caráter geral; marido ou esposa, irmão ou irmã, chefe, colega ou subordinado. Mas não entre nossos amigos. Trata-se de uma relação de mentes desembaraçadas ou despidas. Eros quer corpos nus, a amizade personalidades nuas.</em>”</li>



<li>“<em>Quando a dor deve ser suportada, um pouco de coragem ajuda mais do que muito conhecimento, e um pouco de simpatia humana, mais do que muita coragem, e o ínfimo traço do amor de Deus, mais do que tudo.</em>”</li>



<li>“<em>Andar fora da vontade de Deus é ir a lugar nenhum.</em>”</li>



<li>“<em>Ao ler a grande literatura, eu me torno mil homens e, mesmo assim, continuo a ser eu mesmo.</em>”</li>



<li>“<em>Os milagres são uma narração em letras miúdas da mesma história que está escrita por todo o mundo em letras grandes demais para que alguns de nós leiam.</em>”</li>
</ol>



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<p class="has-background has-very-light-gray-background-color"><strong>Nota da editoria:</strong><br><br>Imagem da capa: “<em><a href="https://fineartamerica.com/featured/jack-c-s-lewis-bryan-bustard.html" target="_blank" rel="noreferrer noopener nofollow">Jack C. S. Lewis</a></em>”, por <a href="https://fineartamerica.com/profiles/bryan-bustard" target="_blank" rel="noreferrer noopener nofollow">Bryan Bustard</a>.</p>



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<h2 class="wp-block-heading has-text-align-center">Artigos e excertos de livros escritos por C. S. Lewis:</h2>



<br>



<section id="gmfed6141" class="wp-block-gutentor-m0 alignfull section-gmfed6141 gutentor-module gutentor-module-carousel has-color-bg has-custom-bg gutentor-slick-a-default-desktop gutentor-slick-a-default-tablet gutentor-slick-a-default-mobile"><div class="grid-container"><div class="gutentor-module-carousel-row" data-dots="false" data-dotstablet="false" data-dotsmobile="false" data-arrows="true" data-arrowstablet="true" data-arrowsmobile="true" data-infinite="true" data-autoplay="true" data-draggable="true" data-pauseonfocus="true" data-pauseonhover="true" data-autoplayspeed="4500" data-cmondesktop="false" data-cmontablet="false" data-cmonmobile="false" data-nextarrow="fas fa-angle-right" data-prevarrow="fas fa-angle-left" data-arrowspositiondesktop="gutentor-slick-a-default-desktop" data-arrowspositiontablet="gutentor-slick-a-default-tablet" data-arrowspositionmobile="gutentor-slick-a-default-mobile" data-speed="300" data-slideitemdesktop="2" data-slideitemtablet="3" data-slideitemmobile="2" data-slidescroll-desktop="2" data-slidescroll-tablet="3" data-slidescroll-mobile="2">
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<div id="section-g42a781" class="wp-block-gutentor-e6 section-g42a781 gutentor-element gutentor-element-image text-align-center-desktop"><div class="gutentor-element-image-box"><a class="gutentor-element-image-link" href="https://culturadefato.com.br/milagres-nao-quebram-as-leis-da-natureza/"><div class="gutentor-image-thumb"><img decoding="async" class="normal-image" src="https://culturadefato.com.br/wp-content/uploads/2025/02/FarmhouseMountainLakeNature_ThomasKinkade.jpg" alt="Obra: &quot;Farmhouse Mountain Lake Nature&quot;, de Thomas Kinkade (1958 - 2012)." /></div></a></div></div>



<p class="has-text-align-center"><br><em><a href="https://culturadefato.com.br/milagres-nao-quebram-as-leis-da-natureza/">Milagres não quebram as leis da natureza</a></em></p>
</div></div>



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<div id="section-g-s16f5ff" class="wp-block-gutentor-e6 section-g-s16f5ff gutentor-element gutentor-element-image text-align-center-desktop"><div class="gutentor-element-image-box"><a class="gutentor-element-image-link" href="https://culturadefato.com.br/racionando-a-razao/"><div class="gutentor-image-thumb"><img decoding="async" class="normal-image" src="https://culturadefato.com.br/wp-content/uploads/2020/09/Circo_Botero.jpg" alt="Uma das obras da série &quot;O Circo&quot;, de Fernando Botero (1932 - 2023)." /></div></a></div></div>



<p class="has-text-align-center"><br><em><a href="https://culturadefato.com.br/racionando-a-razao/">Racionando a razão</a></em></p>
</div></div>



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<div id="section-g-xurzugs" class="wp-block-gutentor-e6 section-g-xurzugs gutentor-element gutentor-element-image text-align-center-desktop"><div class="gutentor-element-image-box"><a class="gutentor-element-image-link" href="https://culturadefato.com.br/lei-do-certo-e-do-errado/"><div class="gutentor-image-thumb"><img decoding="async" class="normal-image" src="https://culturadefato.com.br/wp-content/uploads/2020/09/SalomeComCabecaDeJoaoBatista_Caravaggio.jpg" alt="Obra: &quot;Salomé com a Cabeça de São João Batista&quot; (1607), de Caravaggio (1571 - 1610)." /></div></a></div></div>



<p class="has-text-align-center"><br><em><a href="https://culturadefato.com.br/lei-do-certo-e-do-errado/">Lei do certo e do errado</a></em></p>
</div></div>



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<div id="section-g4328a6" class="wp-block-gutentor-e6 section-g4328a6 gutentor-element gutentor-element-image text-align-center-desktop"><div class="gutentor-element-image-box"><a class="gutentor-element-image-link" href="https://culturadefato.com.br/esperanca/"><div class="gutentor-image-thumb"><img decoding="async" class="normal-image" src="https://culturadefato.com.br/wp-content/uploads/2023/10/RetratoDaDorEsparancaJuanAranoaDeCarredano.jpg" alt="Obra: &quot;Dor e esperança&quot;, por Juan de Aranoa y Carredano 1901 - 1973)" /></div></a></div></div>



<p class="has-text-align-center"><br><a href="https://culturadefato.com.br/esperanca/"><em>Esperança</em></a></p>
</div></div>



<div id="col-gm5c4b92" class="wp-block-gutentor-m0-col col-gm5c4b92 gutentor-carousel-item"><div id="section-gm5c4b92" class="section-gm5c4b92 gutentor-col-wrap has-color-bg has-custom-bg">
<div id="section-gd06dba" class="wp-block-gutentor-e6 section-gd06dba gutentor-element gutentor-element-image text-align-center-desktop"><div class="gutentor-element-image-box"><a class="gutentor-element-image-link" href="https://culturadefato.com.br/livre-arbitrio-atemporalidade-em-deus-e-oracao-compativeis/"><div class="gutentor-image-thumb"><img decoding="async" class="normal-image" src="https://culturadefato.com.br/wp-content/uploads/2021/03/CountryFresh.jpg" alt="Recorte da obra: &quot;Country Fresh&quot;, criada pelo artista americano Charles L. Peterson." /></div></a></div></div>



<p class="has-text-align-center"><br><a href="https://culturadefato.com.br/livre-arbitrio-atemporalidade-em-deus-e-oracao-compativeis/"><em>Livre arbítrio, atemporalidade em Deus e oração: compatíveis?</em></a></p>
</div></div>



<div id="col-gm7c7675" class="wp-block-gutentor-m0-col col-gm7c7675 gutentor-carousel-item"><div id="section-gm7c7675" class="section-gm7c7675 gutentor-col-wrap has-color-bg has-custom-bg">
<div id="section-gce67e9" class="wp-block-gutentor-e6 section-gce67e9 gutentor-element gutentor-element-image text-align-center-desktop"><div class="gutentor-element-image-box"><a class="gutentor-element-image-link" href="https://culturadefato.com.br/esperanca/"><div class="gutentor-image-thumb"><img decoding="async" class="normal-image" src="https://culturadefato.com.br/wp-content/uploads/2024/02/AYoungWomanWritingLetter.jpg" alt="Obra: &quot;Woman Writing a Letter&quot; (1680), por Frans van Mieris the Elder (1635 - 1681)." /></div></a></div></div>



<p class="has-text-align-center"><br><em><a href="https://culturadefato.com.br/conselhos-de-c-s-lewis-para-duas-jovens-escritoras/">Conselhos de C. S. Lewis para duas jovens escritoras</a></em></p>
</div></div>



<div id="col-gm2703ce" class="wp-block-gutentor-m0-col col-gm2703ce gutentor-carousel-item"><div id="section-gm2703ce" class="section-gm2703ce gutentor-col-wrap has-color-bg has-custom-bg">
<div id="section-g534306" class="wp-block-gutentor-e6 section-g534306 gutentor-element gutentor-element-image text-align-center-desktop"><div class="gutentor-element-image-box"><a class="gutentor-element-image-link" href="https://culturadefato.com.br/a-abolicao-do-homem-excertos-dos-principais-temas/"><div class="gutentor-image-thumb"><img decoding="async" class="normal-image" src="https://culturadefato.com.br/wp-content/uploads/2023/05/CSLewis_ValeryFilippov.jpg" alt="Obra: &quot;C. S. Lewis&quot;, por Valery Filippov" /></div></a></div></div>



<p class="has-text-align-center"><br><a href="https://culturadefato.com.br/a-abolicao-do-homem-excertos-dos-principais-temas/"><em>“A abolição do homem”: excertos dos principais temas</em></a></p>
</div></div>



<div id="col-gm34b661" class="wp-block-gutentor-m0-col col-gm34b661 gutentor-carousel-item"><div id="section-gm34b661" class="section-gm34b661 gutentor-col-wrap has-color-bg has-custom-bg">
<div id="section-g2cd038" class="wp-block-gutentor-e6 section-g2cd038 gutentor-element gutentor-element-image text-align-center-desktop"><div class="gutentor-element-image-box"><a class="gutentor-element-image-link" href="https://culturadefato.com.br/a-terrivel-necessidade-da-tribulacao/"><div class="gutentor-image-thumb"><img decoding="async" class="normal-image" src="https://culturadefato.com.br/wp-content/uploads/2021/03/TheAngelDeath_PlagueofRome.jpg" /></div></a></div></div>



<p class="has-text-align-center"><br><a href="https://culturadefato.com.br/a-terrivel-necessidade-da-tribulacao/"><em>A terrível necessidade da tribulação</em></a></p>
</div></div>



<div id="col-gma46a9f" class="wp-block-gutentor-m0-col col-gma46a9f gutentor-carousel-item"><div id="section-gma46a9f" class="section-gma46a9f gutentor-col-wrap has-color-bg has-custom-bg">
<div id="section-g8ee02d" class="wp-block-gutentor-e6 section-g8ee02d gutentor-element gutentor-element-image text-align-center-desktop"><div class="gutentor-element-image-box"><a class="gutentor-element-image-link" href="https://culturadefato.com.br/a-onipotencia-divina/"><div class="gutentor-image-thumb"><img decoding="async" class="normal-image" src="https://culturadefato.com.br/wp-content/uploads/2020/11/PregoCoroa.jpeg" alt="Prego e Coroa de Jesus Cristo" /></div></a></div></div>



<p class="has-text-align-center"><br><a href="https://culturadefato.com.br/a-onipotencia-divina/"><em>A onipotência divina</em></a></p>
</div></div>



<div id="col-gm9a3c94" class="wp-block-gutentor-m0-col col-gm9a3c94 gutentor-carousel-item"><div id="section-gm9a3c94" class="section-gm9a3c94 gutentor-col-wrap">
<div id="section-g1836db" class="wp-block-gutentor-e6 section-g1836db gutentor-element gutentor-element-image gutentor-enabled-width text-align-center-desktop"><div class="gutentor-element-image-box"><a class="gutentor-element-image-link" href="https://culturadefato.com.br/amar-o-proximo-como-a-si-mesmo/"><div class="gutentor-image-thumb"><img decoding="async" class="normal-image" src="https://culturadefato.com.br/wp-content/uploads/2020/10/BomSamaritano.jpg" alt="Ilustração da pintura &quot;O Bom Samaritano&quot;, obra de George Frederic Watts (1817 - 1904)." /></div></a></div></div>



<p class="has-text-align-center"><br><a href="https://culturadefato.com.br/amar-o-proximo-como-a-si-mesmo/"><em>Amar o próximo como a si mesmo?</em></a></p>
</div></div>



<div id="col-gm35dbab" class="wp-block-gutentor-m0-col col-gm35dbab gutentor-carousel-item"><div id="section-gm35dbab" class="section-gm35dbab gutentor-col-wrap">
<div id="section-g2e1104" class="wp-block-gutentor-e6 section-g2e1104 gutentor-element gutentor-element-image gutentor-enabled-width text-align-center-desktop"><div class="gutentor-element-image-box"><a class="gutentor-element-image-link" href="https://culturadefato.com.br/decima-quinta-carta-de-um-diabo-ao-seu-aprendiz/"><div class="gutentor-image-thumb"><img decoding="async" class="normal-image" src="https://culturadefato.com.br/wp-content/uploads/2020/10/OInfernoRecorte.jpg" alt="Obra &quot;O Inferno&quot;: pintura a óleo sobre madeira de carvalho, pintado cerca de 1515 por pintor português, mas de identidade desconhecida." /></div></a></div></div>



<p class="has-text-align-center"><br><a href="https://culturadefato.com.br/decima-quinta-carta-de-um-diabo-ao-seu-aprendiz/"><em>Décima quinta carta de um diabo ao seu aprendiz</em></a></p>
</div></div>



<div id="col-gmfcbd89" class="wp-block-gutentor-m0-col col-gmfcbd89 gutentor-carousel-item"><div id="section-gmfcbd89" class="section-gmfcbd89 gutentor-col-wrap">
<div id="section-gf8995f" class="wp-block-gutentor-e6 section-gf8995f gutentor-element gutentor-element-image gutentor-enabled-width text-align-center-desktop"><div class="gutentor-element-image-box"><a class="gutentor-element-image-link" href="https://culturadefato.com.br/o-culto-perfeito/"><div class="gutentor-image-thumb"><img decoding="async" class="normal-image" src="https://culturadefato.com.br/wp-content/uploads/2020/09/MusicaOuMissa.jpg" alt="Música ou Missa? Perfis de pessoas e cenário com tons de azul, os quais confundem compreender se trata-se de missa ou show de rock." /></div></a></div></div>



<p class="has-text-align-center"><br><a href="https://culturadefato.com.br/o-culto-perfeito/"><em>O culto perfeito</em></a></p>
</div></div>



<div id="col-gma6e829" class="wp-block-gutentor-m0-col col-gma6e829 gutentor-carousel-item"><div id="section-gma6e829" class="section-gma6e829 gutentor-col-wrap">
<div id="section-g578ad3" class="wp-block-gutentor-e6 section-g578ad3 gutentor-element gutentor-element-image"><div class="gutentor-element-image-box"><a class="gutentor-element-image-link" href="https://culturadefato.com.br/lei-do-certo-e-do-errado/"><div class="gutentor-image-thumb"><img decoding="async" class="normal-image" src="https://culturadefato.com.br/wp-content/uploads/2020/09/Justica.jpg" alt="Estátua da justiça (olhos vendados e segurando balança)." /></div></a></div></div>



<p class="has-text-align-center"><br><a href="https://culturadefato.com.br/lei-do-certo-e-do-errado/"><em>Lei do certo e do errado</em></a></p>
</div></div>



<div id="col-gmd8cf55" class="wp-block-gutentor-m0-col col-gmd8cf55 gutentor-carousel-item"><div id="section-gmd8cf55" class="section-gmd8cf55 gutentor-col-wrap">
<div id="section-g813bc6" class="wp-block-gutentor-e6 section-g813bc6 gutentor-element gutentor-element-image"><div class="gutentor-element-image-box"><a class="gutentor-element-image-link" href="https://culturadefato.com.br/sobre-a-obstinacao-na-crenca/"><div class="gutentor-image-thumb"><img decoding="async" class="normal-image" src="https://culturadefato.com.br/wp-content/uploads/2020/09/Confianca.jpeg" alt="Escalando montanha" /></div></a></div></div>



<p class="has-text-align-center"><br><a href="https://culturadefato.com.br/sobre-a-obstinacao-na-crenca/"><em>Sobre a obstinação na crença</em></a></p>
</div></div>



<div id="col-gmde0c1e" class="wp-block-gutentor-m0-col col-gmde0c1e gutentor-carousel-item"><div id="section-gmde0c1e" class="section-gmde0c1e gutentor-col-wrap">
<div id="section-g5b9944" class="wp-block-gutentor-e6 section-g5b9944 gutentor-element gutentor-element-image"><div class="gutentor-element-image-box"><a class="gutentor-element-image-link" href="https://culturadefato.com.br/a-abolicao-do-homem/"><div class="gutentor-image-thumb"><img decoding="async" class="normal-image" src="https://culturadefato.com.br/wp-content/uploads/2020/09/CachoeiraSantaBarbara.jpg" alt="Cachoeira de Santa Bárbara – Chapada dos Veadeiros (GO)" /></div></a></div></div>



<p class="has-text-align-center"><br><a href="https://culturadefato.com.br/a-abolicao-do-homem/"><em>A abolição do homem</em></a></p>
</div></div>



<div id="col-gm5ad499" class="wp-block-gutentor-m0-col col-gm5ad499 gutentor-carousel-item"><div id="section-gm5ad499" class="section-gm5ad499 gutentor-col-wrap">
<div id="section-g578bae" class="wp-block-gutentor-e6 section-g578bae gutentor-element gutentor-element-image"><div class="gutentor-element-image-box"><a class="gutentor-element-image-link" href="https://culturadefato.com.br/agora-e-sempre/"><div class="gutentor-image-thumb"><img decoding="async" class="normal-image" src="https://culturadefato.com.br/wp-content/uploads/2020/08/Eternidade.jpg" alt="Despertador se desfazendo" /></div></a></div></div>



<p class="has-text-align-center"><br><a href="https://culturadefato.com.br/agora-e-sempre/"><em>Agora é sempre</em></a></p>
</div></div>



<div id="col-gm66deac" class="wp-block-gutentor-m0-col col-gm66deac gutentor-carousel-item"><div id="section-gm66deac" class="section-gm66deac gutentor-col-wrap">
<div id="section-g33e697" class="wp-block-gutentor-e6 section-g33e697 gutentor-element gutentor-element-image"><div class="gutentor-element-image-box"><a class="gutentor-element-image-link" href="https://culturadefato.com.br/ceu-e-sexualidade/"><div class="gutentor-image-thumb"><img decoding="async" class="normal-image" src="https://culturadefato.com.br/wp-content/uploads/2020/08/Casamento.jpg" alt="Casamento (casal sentado nas nuvens)" /></div></a></div></div>



<p class="has-text-align-center"><br><a href="https://culturadefato.com.br/ceu-e-sexualidade/"><em>Céu e sexualidade</em></a></p>
</div></div>



<div id="col-gm681b9f" class="wp-block-gutentor-m0-col col-gm681b9f gutentor-carousel-item"><div id="section-gm681b9f" class="section-gm681b9f gutentor-col-wrap">
<div id="section-gbb50b4" class="wp-block-gutentor-e6 section-gbb50b4 gutentor-element gutentor-element-image"><div class="gutentor-element-image-box"><a class="gutentor-element-image-link" href="https://culturadefato.com.br/bondade-divina/"><div class="gutentor-image-thumb"><img decoding="async" class="normal-image" src="https://culturadefato.com.br/wp-content/uploads/2020/09/CapsulaComCoracoes.jpg" alt="Capsula com corações" /></div></a></div></div>



<p class="has-text-align-center"><br><a href="https://culturadefato.com.br/bondade-divina/"><em>Bondade Divina</em></a></p>
</div></div>



<div id="col-gmcfcb72" class="wp-block-gutentor-m0-col col-gmcfcb72 gutentor-carousel-item"><div id="section-gmcfcb72" class="section-gmcfcb72 gutentor-col-wrap">
<div id="section-g218c2e" class="wp-block-gutentor-e6 section-g218c2e gutentor-element gutentor-element-image"><div class="gutentor-element-image-box"><a class="gutentor-element-image-link" href="https://culturadefato.com.br/a-vida-crista-e-um-empreendimento-mercenario/"><div class="gutentor-image-thumb"><img decoding="async" class="normal-image" src="https://culturadefato.com.br/wp-content/uploads/2020/09/servir-ao-dinheiro.jpg" alt="Vela feita por moedas representando servidão ao dinheiro." /></div></a></div></div>



<p class="has-text-align-center"><br><a href="https://culturadefato.com.br/a-vida-crista-e-um-empreendimento-mercenario/"><em>A vida cristã é um empreendimento mercenário?</em></a></p>
</div></div>
</div></div></section>



<br>
<p>O post <a href="https://culturadefato.com.br/cem-frases-de-c-s-lewis/">Cem frases de C. S. Lewis</a> apareceu primeiro em <a href="https://culturadefato.com.br">Cultura de Fato</a>.</p>
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		<title>Postagens selecionadas do Telegram (março de 2025)</title>
		<link>https://culturadefato.com.br/postagens-selecionadas-do-telegram-marco-de-2025/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Diversos]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 31 Mar 2025 23:14:42 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Artes e Literatura]]></category>
		<category><![CDATA[Cristianismo]]></category>
		<category><![CDATA[Filosofia e História]]></category>
		<category><![CDATA[Política e Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Ana Campagnolo]]></category>
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		<category><![CDATA[Diário da Manhã]]></category>
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		<category><![CDATA[Luís Fernando Verissimo]]></category>
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		<category><![CDATA[Pix]]></category>
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		<category><![CDATA[Salomão Schvartzman]]></category>
		<category><![CDATA[Telegram]]></category>
		<category><![CDATA[Yehudi Menuhin]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://culturadefato.com.br/?p=24401</guid>

					<description><![CDATA[<p>Esta publicação reúne cinco postagens “imperecíveis” de março de 2025. Ouça os maiores violinistas do século passado, confira uma crônica de Luís Fernando Verissimo narrada por Salomão Schvartzman, faça <em>download</em> da obra <em>Cocaína Vermelha</em>, de Joseph D. Douglass, descubra a origem do <em>Dia Internacional da Mulher</em> e muito mais!</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="has-text-align-center" id="Epigrafe"><em><sup>*</sup>&nbsp;Acesse apanhados de outros períodos.&nbsp;<a href="#OutrosPeriodos">Links</a>&nbsp;disponíveis no término desta postagem.</em></p>



<hr class="wp-block-separator has-alpha-channel-opacity is-style-wide"/>



<br>



<h1 class="wp-block-heading has-text-align-center">Sumário</h1>



<br>



<ol class="wp-block-list">
<li id="Ref01"><a href="#Top01">Trechos do programa&nbsp;<em>Diário da Manhã</em>, com Salomão Schvartzman</a>&nbsp;(arte e humor)</li>



<li id="Ref02"><em><a href="#Top2">Cocaína Vermelha</a></em><a href="#Top02">, de Joseph D. Douglass</a> (histórica e política)</li>



<li id="Ref03"><a href="#Top03">O Brasil está, a cada dia, mais próximo da China</a> (política)</li>



<li id="Ref04"><a href="#Top04">Qual a origem do Dia Internacional das Mulheres?</a> (histórica e política)</li>



<li id="Ref05"><a href="#Top05"><em>Rodrigo Constantino: Ex-Ateu</em></a> (cristianismo)</li>
</ol>



<br>



<hr class="wp-block-separator has-alpha-channel-opacity is-style-dots"/>



<br>



<h2 class="wp-block-heading" id="Top01">1. Trechos do programa&nbsp;<em>Diário da Manhã</em>, com Salomão Schvartzman&nbsp;<a href="#Ref01"><img loading="lazy" decoding="async" width="14" height="10" class="wp-image-105" style="width: 14px;" src="https://culturadefato.com.br/wp-content/uploads/2020/06/Subir.jpg" alt="Subir"></a></h2>



<br>



<p class="has-drop-cap">Ouça dois trechos do programa <em>Diário da Manhã</em>. A atração era apresentada de segunda a sexta-feira por <span data-tooltip-position="top" data-tooltip="Salomão Schvartzman (1931 - 2019) foi jornalista e sociólogo brasileiro nascido em Niterói (RJ).">Salomão Schvartzman</span> (1931 &#8211; 2019), às 8 horas, pela <em>Rádio Cultura FM</em>&nbsp;de São Paulo, em 103,3 MHz.</p>



<p>No primeiro áudio, desfrute de 1.304 notas tocadas em um minuto e doze segundos! Ouça <em>O Voo do Besouro</em>, de <span data-tooltip-position="top" data-tooltip="Nikolai Andréievitch Rimski-Korsakov (1844 - 1908) foi um compositor russo, membro do grupo de compositores conhecido como ''Os Cinco''.">Nikolai Rimsky-Korsakov</span> (1844 &#8211; 1908), executado por <span data-tooltip-position="top" data-tooltip="Jascha Heifetz (1901 - 1987) foi um dos maiores virtuosos da história do violino, famoso por suas interpretações de melodias famosas de Paganini, Bach e Saint-Saëns. Considerado por muitos o melhor violinista do século XX.">Jascha Heifetz</span> (1901 &#8211; 1987). Ainda no primeiro anexo, há uma peça &#8216;impossível&#8217;: <span data-tooltip-position="top" data-tooltip="Yehudi Menuhin (1916 - 1999), Barão Menuhin de Stoke d'Abernon, foi um violinista e maestro norte-americano que passou a maior parte de sua carreira no Reino Unido. Apesar de ter nascido na Cidade de Nova Iorque, ele se naturalizou suíço em 1970 e britânico em 1985.">Yehudi Menuhin</span> (1916 &#8211; 1999) toca <em>Moto Perpetuo</em>, de <span data-tooltip-position="top" data-tooltip="Niccolò Paganini (1782 - 184) foi um compositor, guitarrista e violinista italiano. É considerado o maior violinista da história, e um dos mais importantes expoentes da música do romantismo.">Niccolò Paganini</span> (1782 &#8211; 1840), mesclando sua execução com a de <span data-tooltip-position="top" data-tooltip="Itzhak Perlman é um virtuoso violinista israelita-americano, maestro e professor, considerado um dos maiores violinistas do século XX e XXI. É o solista do filme A lista de Schindler, trabalhando em conjunto com o compositor John Williams.">Itzhak Perlman</span> apresentando <em>O Voo do Besouro</em>.</p>



<p>No segundo áudio, ouça <em>Eca!</em>, crônica de <span data-tooltip-position="top" data-tooltip="Luis Fernando Verissimo é um escritor, humorista, cartunista, tradutor, roteirista, dramaturgo e romancista brasileiro. Já foi publicitário e revisor de jornal. É ainda músico, tendo tocado saxofone em alguns conjuntos.">Luís Fernando Verissimo</span>, na voz de Salomão Schvartzman (1931-2019)</p>



<br>



<p><strong><em>“Peças impossíveis”</em></strong>:</p>



<figure class="wp-block-audio"><audio controls src="https://culturadefato.com.br/downloads/artes_e_literatura/2025/OVooDoBesouro.mp3"></audio><figcaption class="wp-element-caption">Veiculado em 4 de outubro de 2013.</figcaption></figure>



<br>



<p><strong><em>Eca!, de Luís Fernando Verissimo</em></strong>:</p>



<figure class="wp-block-audio"><audio controls src="https://culturadefato.com.br/downloads/artes_e_literatura/2025/Eca.mp3"></audio><figcaption class="wp-element-caption">Veiculado em 25 de abril de 2014</figcaption></figure>



<br>



<p class="has-text-align-right">Publicados em&nbsp;<a href="https://t.me/culturadefato" target="_blank" rel="noreferrer noopener">nosso canal</a>, em 3 de março de 2025.</p>



<br>



<hr class="wp-block-separator has-alpha-channel-opacity is-style-dots"/>



<br>



<h2 class="wp-block-heading" id="Top02">2. Obra <em>Cocaína Vermelha</em>, de Joseph D. Douglass <a href="#Ref02"><img loading="lazy" decoding="async" width="14" height="10" class="wp-image-105" style="width: 14px;" src="https://culturadefato.com.br/wp-content/uploads/2020/06/Subir.jpg" alt="Subir"></a></h2>



<br>



<p class="has-drop-cap">C<a href="https://culturadefato.com.br/downloads/filosofia_e_historia/2025/CocainaVermelha%20_Joseph_Douglass.pdf" target="_blank" rel="noreferrer noopener">lique aqui</a>, para descarregar a obra <em>Cocaína Vermelha</em>, de <a href="https://amzn.to/41UvQ7F" target="_blank" rel="noreferrer noopener nofollow">Joseph D. Douglass</a>.</p>



<p>É válido mencionar que estamos apenas repassando a obra, que foi disponibilizada inicialmente pela <em>Revista Timeline</em>, em grupo de WhatsApp acessível a todos por meio do <em>link</em>: <a href="https://whatsapp.revistatimeline.com/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">https://whatsapp.revistatimeline.com/</a>.</p>



<br>



<p class="has-text-align-right">Publicados em&nbsp;<a href="https://t.me/culturadefato" target="_blank" rel="noreferrer noopener">nosso canal</a>, em 6 de março de 2025.</p>



<br>



<hr class="wp-block-separator has-alpha-channel-opacity is-style-dots"/>



<br>



<h2 class="wp-block-heading" id="Top03">3. O Brasil está, a cada dia, mais próximo da China <a href="#Ref03"><img loading="lazy" decoding="async" width="14" height="10" class="wp-image-105" style="width: 14px;" src="https://culturadefato.com.br/wp-content/uploads/2020/06/Subir.jpg" alt="Subir"></a></h2>



<br>



<p class="has-drop-cap">Está sendo implementado em nosso país o que podemos chamar de <em>Crédito Social Brasileiro</em>, uma cópia do <em>Crédito Social Chinês</em>, com a diferença de que os chineses são mais honestos, afinal, não escondem suas verdadeiras intenções.</p>



<p>O Banco Central alterou o regulamento do <span data-tooltip-position="top" data-tooltip="Pix não é uma sigla. Segundo o Banco Central, o termo foi escolhido por remeter a pixels, tecnologias e transações.">Pix</span> para excluir chaves de pessoas e empresas cuja situação não esteja regular na Receita Federal.</p>



<p>Leia: <em><a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/economia/noticia/2025-03/banco-central-muda-regras-do-pix-para-garantir-mais-seguranca" target="_blank" rel="noreferrer noopener nofollow">Banco Central muda regras do Pix para garantir mais segurança</a></em>, artigo escrito por Luciano Nascimento e publicado pela Agência Brasil.</p>



<br>



<p class="has-text-align-right">Publicados em&nbsp;<a href="https://t.me/culturadefato" target="_blank" rel="noreferrer noopener">nosso canal</a>, em 6 de março de 2025.</p>



<br>



<hr class="wp-block-separator has-alpha-channel-opacity is-style-dots"/>



<br>



<h2 class="wp-block-heading" id="Top04">4. Qual a origem do Dia Internacional das Mulheres? <a href="#Ref04"><img loading="lazy" decoding="async" width="14" height="10" class="wp-image-105" style="width: 14px;" src="https://culturadefato.com.br/wp-content/uploads/2020/06/Subir.jpg" alt="Subir"></a></h2>



<br>



<p class="has-drop-cap">No último Dia Internacional da Mulher, em 8 de março de 2025, realizamos uma enquete sobre a origem da data. Até o momento desta publicação, recebemos 110 votos, dos quais 39 escolheram a alternativa correta.</p>



<p>Caso não saiba a resposta, clique na imagem abaixo ou assista ao vídeo que indicamos na mesma data e no mesmo canal, onde <span data-tooltip-position="top" data-tooltip="Ana Caroline Campagnolo Galvão, nasceu em 1990 em Itajaí (SC), é uma política, professora e historiadora brasileira, filiada ao Partido Liberal. Em 2018, foi eleita Deputada Estadual de Santa Catarina, tomando posse em fevereiro de 2019.">Ana Campagnolo</span> detalha a história pouco conhecida desta data.</p>



<br>


<div class="wp-block-image">
<figure class="aligncenter size-full"><a href="https://t.me/culturadefato/1799" target="_blank" rel=" noreferrer noopener"><img loading="lazy" decoding="async" width="508" height="517" src="https://culturadefato.com.br/wp-content/uploads/2025/03/EnqueteDiaDasMulheres.jpg" alt="Qual a origem do Dia Internacional das Mulheres?" class="wp-image-24425"/></a></figure>
</div>


<br>



<p class="has-text-align-right">Publicado em&nbsp;<a href="https://t.me/culturadefato" target="_blank" rel="noreferrer noopener">nosso canal</a>, em 8 de março de 2025.</p>



<br>



<hr class="wp-block-separator has-alpha-channel-opacity is-style-dots"/>



<br>



<h2 class="wp-block-heading" id="Top05">5. Rodrigo Constantino: Ex-Ateu <a href="#Ref05"><img loading="lazy" decoding="async" width="14" height="10" class="wp-image-105" style="width: 14px;" src="https://culturadefato.com.br/wp-content/uploads/2020/06/Subir.jpg" alt="Subir"></a></h2>



<br>



<p class="has-drop-cap">Fico feliz com o testemunho de conversão do <span data-tooltip-position="top" data-tooltip="Rodrigo Constantino Alexandre dos Santos é um economista, comentarista, colunista e escritor brasileiro. Desde 2015 reside nos Estados Unidos, na cidade de Weston, na Flórida.">Rodrigo Constantino</span> que até pouco tempo era ateu. Eu vejo que o caminho de todos os corações que anseiam e buscam a verdade, é finalmente, encontrá-la. Deus não se revela de uma vez para nós, para que possamos continuar exercendo nosso livre-arbítrio. Se Deus mostrasse toda a Sua grandeza e formosura, não teríamos outra opção a não ser adorá-Lo.</p>



<p>No antigo testamento, especialmente, no Pentateuco, Deus mostra todo o seu plano para redimir o homem: escolheu um povo, preparou esse povo dando a ele instruções morais através das leis, para enfim, receber o Salvador. Assim acontece conosco: somos escolhidos por Deus para viver com Ele eternamente no Céu. Este é o propósito de Deus para nós. Mas, muitas e muitas vezes, viramos as costas para Ele quando nos deixamos dominar pelas concupiscências da carne e dos olhos e a soberba da vida.</p>



<p>É uma satisfação enorme quando, chafurdados em ideologias e sufocados por nossas paixões, conseguimos rasgar o véu e contemplar a Verdade por inteira.</p>



<p>Que a vontade perfeita de Deus se cumpra na vida do Rodrigo Constantino e que seu testemunho sirva para arrastar uma multidão para o Céu.</p>



<br>



<p class="has-text-align-right">Texto de Patrícia Castro.<br>Publicado em&nbsp;<a href="https://t.me/culturadefato" target="_blank" rel="noreferrer noopener">nosso canal</a>, em 21 de março de 2025.</p>



<br>



<p class="has-background has-very-light-gray-background-color"><strong>Nota da editoria:</strong><br><br>Imagem da capa: “<em>Old man plays the violin</em>”, de Abraham Straski (1903 &#8211; 1987).</p>



<br>



<h2 class="wp-block-heading has-text-align-center" id="OutrosPeriodos">Outros períodos <a href="#Epigrafe"><img loading="lazy" decoding="async" width="14" height="10" id="OutrosPeriodos" class="wp-image-105" style="width: 14px;" src="https://culturadefato.com.br/wp-content/uploads/2020/06/Subir.jpg" alt="Subir"></a></h2>



<br>



<section id="gm1f764ad" class="wp-block-gutentor-m0 alignfull section-gm1f764ad gutentor-module gutentor-module-carousel has-color-bg has-custom-bg gutentor-slick-a-default-desktop gutentor-slick-a-default-tablet gutentor-slick-a-default-mobile"><div class="grid-container"><div class="gutentor-module-carousel-row" data-dots="false" data-dotstablet="false" data-dotsmobile="false" data-arrows="true" data-arrowstablet="true" data-arrowsmobile="true" data-infinite="true" data-autoplay="true" data-draggable="true" data-pauseonfocus="true" data-pauseonhover="true" data-autoplayspeed="4500" data-cmondesktop="false" data-cmontablet="false" data-cmonmobile="false" data-nextarrow="fas fa-angle-right" data-prevarrow="fas fa-angle-left" data-arrowspositiondesktop="gutentor-slick-a-default-desktop" data-arrowspositiontablet="gutentor-slick-a-default-tablet" data-arrowspositionmobile="gutentor-slick-a-default-mobile" data-speed="300" data-slideitemdesktop="2" data-slideitemtablet="3" data-slideitemmobile="1" data-slidescroll-desktop="2" data-slidescroll-tablet="3" data-slidescroll-mobile="1">
<div id="col-gmaedf8b" class="wp-block-gutentor-m0-col col-gmaedf8b gutentor-carousel-item"><div id="section-gmaedf8b" class="section-gmaedf8b gutentor-col-wrap has-color-bg has-custom-bg">
<div id="section-g670eb6" class="wp-block-gutentor-e6 section-g670eb6 gutentor-element gutentor-element-image text-align-center-desktop"><div class="gutentor-element-image-box"><a class="gutentor-element-image-link" href="https://culturadefato.com.br/postagens-selecionadas-do-telegram-fevereiro-de-2025/"><div class="gutentor-image-thumb"><img decoding="async" class="normal-image" src="https://culturadefato.com.br/wp-content/uploads/2025/03/BoloDe10Anos.jpg" alt="Bolo de 10 anos" /></div></a></div></div>



<p class="has-text-align-center"><a href="https://culturadefato.com.br/postagens-selecionadas-do-telegram-marco-de-2023/"></a><br><a href="https://culturadefato.com.br/postagens-selecionadas-do-telegram-fevereiro-de-2025/">Postagens selecionadas do Telegram (fevereiro de 2025)</a></p>
</div></div>



<div id="col-g-fdta4a4" class="wp-block-gutentor-m0-col col-g-fdta4a4 gutentor-carousel-item"><div id="section-g-fdta4a4" class="section-g-fdta4a4 gutentor-col-wrap has-color-bg has-custom-bg">
<div id="section-g-ilfs69d" class="wp-block-gutentor-e6 section-g-ilfs69d gutentor-element gutentor-element-image text-align-center-desktop"><div class="gutentor-element-image-box"><a class="gutentor-element-image-link" href="https://culturadefato.com.br/postagens-selecionadas-do-telegram-janeiro-de-2025/"><div class="gutentor-image-thumb"><img decoding="async" class="normal-image" src="https://culturadefato.com.br/wp-content/uploads/2025/02/CrowleyRadio_ScottWhite.jpg" alt="Obra: &quot;Crowley Radio&quot;, por Scott White." /></div></a></div></div>



<p class="has-text-align-center"><a href="https://culturadefato.com.br/postagens-selecionadas-do-telegram-marco-de-2023/"></a><br><a href="https://culturadefato.com.br/postagens-selecionadas-do-telegram-janeiro-de-2025/">Postagens selecionadas do Telegram (janeiro de 2025)</a></p>
</div></div>



<div id="col-g-keilkr2" class="wp-block-gutentor-m0-col col-g-keilkr2 gutentor-carousel-item"><div id="section-g-keilkr2" class="section-g-keilkr2 gutentor-col-wrap has-color-bg has-custom-bg">
<div id="section-g-2lldssl" class="wp-block-gutentor-e6 section-g-2lldssl gutentor-element gutentor-element-image text-align-center-desktop"><div class="gutentor-element-image-box"><a class="gutentor-element-image-link" href="https://culturadefato.com.br/postagens-selecionadas-do-telegram-novembro-e-dezembro-de-2024/"><div class="gutentor-image-thumb"><img decoding="async" class="normal-image" src="https://culturadefato.com.br/wp-content/uploads/2024/12/Presepio.jpg" alt="Presépio" /></div></a></div></div>



<p class="has-text-align-center"><a href="https://culturadefato.com.br/postagens-selecionadas-do-telegram-marco-de-2023/"></a><br><a href="https://culturadefato.com.br/postagens-selecionadas-do-telegram-novembro-e-dezembro-de-2024/">Postagens selecionadas do Telegram (novembro e dezembro de 2024)</a></p>
</div></div>



<div id="col-g-i51a3v3" class="wp-block-gutentor-m0-col col-g-i51a3v3 gutentor-carousel-item"><div id="section-g-i51a3v3" class="section-g-i51a3v3 gutentor-col-wrap has-color-bg has-custom-bg">
<div id="section-g-yrsy1is" class="wp-block-gutentor-e6 section-g-yrsy1is gutentor-element gutentor-element-image text-align-center-desktop"><div class="gutentor-element-image-box"><a class="gutentor-element-image-link" href="https://culturadefato.com.br/postagens-selecionadas-do-telegram-outubro-de-2024/"><div class="gutentor-image-thumb"><img decoding="async" class="normal-image" src="https://culturadefato.com.br/wp-content/uploads/2024/11/AquarelaDeAparecida.jpg" alt="Panorâmica da Basílica - Aquarela de Aparecida. Por Ricardo Montenegro." /></div></a></div></div>



<p class="has-text-align-center"><a href="https://culturadefato.com.br/postagens-selecionadas-do-telegram-marco-de-2023/"></a><br><a href="https://culturadefato.com.br/postagens-selecionadas-do-telegram-agosto-e-setembro-de-2024/">Postagens selecionadas do </a><a href="https://culturadefato.com.br/postagens-selecionadas-do-telegram-outubro-de-2024/">Telegram (outubro de 2024)</a></p>
</div></div>



<div id="col-g-etie5e3" class="wp-block-gutentor-m0-col col-g-etie5e3 gutentor-carousel-item"><div id="section-g-etie5e3" class="section-g-etie5e3 gutentor-col-wrap has-color-bg has-custom-bg">
<div id="section-g-1etjvj1" class="wp-block-gutentor-e6 section-g-1etjvj1 gutentor-element gutentor-element-image text-align-center-desktop"><div class="gutentor-element-image-box"><a class="gutentor-element-image-link" href="https://culturadefato.com.br/postagens-selecionadas-do-telegram-agosto-e-setembro-de-2024/"><div class="gutentor-image-thumb"><img decoding="async" class="normal-image" src="https://culturadefato.com.br/wp-content/uploads/2024/09/ReiRato_LizWieselArts.jpg" alt="Obra: &quot;Rei Rato&quot;, por Liz Wiesel Arts." /></div></a></div></div>



<p class="has-text-align-center"><a href="https://culturadefato.com.br/postagens-selecionadas-do-telegram-marco-de-2023/"></a><br><a href="https://culturadefato.com.br/postagens-selecionadas-do-telegram-agosto-e-setembro-de-2024/">Postagens selecionadas do Telegram<br>(agosto e setembro de 2024)</a></p>
</div></div>



<div id="col-g-phws552" class="wp-block-gutentor-m0-col col-g-phws552 gutentor-carousel-item"><div id="section-g-phws552" class="section-g-phws552 gutentor-col-wrap has-color-bg has-custom-bg">
<div id="section-g-7cienn3" class="wp-block-gutentor-e6 section-g-7cienn3 gutentor-element gutentor-element-image text-align-center-desktop"><div class="gutentor-element-image-box"><a class="gutentor-element-image-link" href="https://culturadefato.com.br/postagens-selecionadas-do-telegram-junho-e-julho-de-2024/"><div class="gutentor-image-thumb"><img decoding="async" class="normal-image" src="https://culturadefato.com.br/wp-content/uploads/2024/07/StillLifeWithLetterToThomasBClarkeWilliamMHarnett.jpg" alt="Oba: &quot;Still Life with Letter to Thomas B. Clarke&quot;, por William M. Harnett." /></div></a></div></div>



<p class="has-text-align-center"><a href="https://culturadefato.com.br/postagens-selecionadas-do-telegram-marco-de-2023/"></a><br><a href="https://culturadefato.com.br/postagens-selecionadas-do-telegram-junho-e-julho-de-2024/">Postagens selecionadas do Telegram<br>(junho e julho de 2024)</a></p>
</div></div>



<div id="col-g-kpkp9w4" class="wp-block-gutentor-m0-col col-g-kpkp9w4 gutentor-carousel-item"><div id="section-g-kpkp9w4" class="section-g-kpkp9w4 gutentor-col-wrap has-color-bg has-custom-bg">
<div id="section-g-gvd557a" class="wp-block-gutentor-e6 section-g-gvd557a gutentor-element gutentor-element-image text-align-center-desktop"><div class="gutentor-element-image-box"><a class="gutentor-element-image-link" href="https://culturadefato.com.br/postagens-selecionadas-do-telegram-maio-de-2024/"><div class="gutentor-image-thumb"><img decoding="async" class="normal-image" src="https://culturadefato.com.br/wp-content/uploads/2024/06/Airplane_ElenaEpifantseva.jpg" alt="Obra &quot;Airplane&quot;, por Elena Epifantseva." /></div></a></div></div>



<p class="has-text-align-center"><a href="https://culturadefato.com.br/postagens-selecionadas-do-telegram-marco-de-2023/"></a><br><a href="https://culturadefato.com.br/postagens-selecionadas-do-telegram-maio-de-2024/">Postagens selecionadas do Telegram<br>(maio de 2024)</a></p>
</div></div>



<div id="col-g-8wqqqqi" class="wp-block-gutentor-m0-col col-g-8wqqqqi gutentor-carousel-item"><div id="section-g-8wqqqqi" class="section-g-8wqqqqi gutentor-col-wrap has-color-bg has-custom-bg">
<div id="section-g-6bx7q7q" class="wp-block-gutentor-e6 section-g-6bx7q7q gutentor-element gutentor-element-image text-align-center-desktop"><div class="gutentor-element-image-box"><a class="gutentor-element-image-link" href="https://culturadefato.com.br/postagens-selecionadas-do-telegram-abril-de-2024/"><div class="gutentor-image-thumb"><img decoding="async" class="normal-image" src="https://culturadefato.com.br/wp-content/uploads/2024/04/PaperPlane_BujanitaMPaul.jpg" alt="Obra: &quot;Paper Plane&quot;, por Bujanita M. Paul." /></div></a></div></div>



<p class="has-text-align-center"><a href="https://culturadefato.com.br/postagens-selecionadas-do-telegram-marco-de-2023/"></a><br><a href="https://culturadefato.com.br/postagens-selecionadas-do-telegram-abril-de-2024/">Postagens selecionadas do Telegram<br>(abril de 2024)</a></p>
</div></div>



<div id="col-gm502515" class="wp-block-gutentor-m0-col col-gm502515 gutentor-carousel-item"><div id="section-gm502515" class="section-gm502515 gutentor-col-wrap has-color-bg has-custom-bg">
<div id="section-g08c413" class="wp-block-gutentor-e6 section-g08c413 gutentor-element gutentor-element-image text-align-center-desktop"><div class="gutentor-element-image-box"><a class="gutentor-element-image-link" href="https://culturadefato.com.br/postagens-selecionadas-do-telegram-marco-de-2024/"><div class="gutentor-image-thumb"><img decoding="async" class="normal-image" src="https://culturadefato.com.br/wp-content/uploads/2024/04/PaperPlane.jpg" alt="Obra: &quot;Paper Airplane&quot;, de Meda Norbutaitė." /></div></a></div></div>



<p class="has-text-align-center"><a href="https://culturadefato.com.br/postagens-selecionadas-do-telegram-marco-de-2023/"></a><br><a href="https://culturadefato.com.br/postagens-selecionadas-do-telegram-marco-de-2024/">Postagens selecionadas do Telegram<br>(março de 2024)</a></p>
</div></div>



<div id="col-gm8b80e4" class="wp-block-gutentor-m0-col col-gm8b80e4 gutentor-carousel-item"><div id="section-gm8b80e4" class="section-gm8b80e4 gutentor-col-wrap has-color-bg has-custom-bg">
<div id="section-geefe1e" class="wp-block-gutentor-e6 section-geefe1e gutentor-element gutentor-element-image text-align-center-desktop"><div class="gutentor-element-image-box"><a class="gutentor-element-image-link" href="https://culturadefato.com.br/postagens-selecionadas-do-telegram-fevereiro-de-2024/"><div class="gutentor-image-thumb"><img decoding="async" class="normal-image" src="https://culturadefato.com.br/wp-content/uploads/2024/02/ThePaperPlane_VeronicaByers.jpg" alt="Obra: &quot;The paper plane&quot;, por Veronica Byers." /></div></a></div></div>



<p class="has-text-align-center"><a href="https://culturadefato.com.br/postagens-selecionadas-do-telegram-marco-de-2023/"></a><br><a href="https://culturadefato.com.br/postagens-selecionadas-do-telegram-fevereiro-de-2024/">Postagens selecionadas do Telegram<br>(fevereiro de 2024)</a></p>
</div></div>



<div id="col-gmce3036" class="wp-block-gutentor-m0-col col-gmce3036 gutentor-carousel-item"><div id="section-gmce3036" class="section-gmce3036 gutentor-col-wrap has-color-bg has-custom-bg">
<div id="section-gc24f30" class="wp-block-gutentor-e6 section-gc24f30 gutentor-element gutentor-element-image text-align-center-desktop"><div class="gutentor-element-image-box"><a class="gutentor-element-image-link" href="https://culturadefato.com.br/postagens-selecionadas-do-telegram-janeiro-de-2024"><div class="gutentor-image-thumb"><img decoding="async" class="normal-image" src="https://culturadefato.com.br/wp-content/uploads/2024/02/DorBeachWinter_2012_NogaAmi-Rav.jpgNoga-Ami-rav.jpg" alt="Obra: &quot;Dor beach winter&quot; (2012), por Noga Ami-rav." /></div></a></div></div>



<p class="has-text-align-center"><a href="https://culturadefato.com.br/postagens-selecionadas-do-telegram-marco-de-2023/"></a><br><a href="https://culturadefato.com.br/postagens-selecionadas-do-telegram-janeiro-de-2024">Postagens selecionadas do Telegram<br>(janeiro de 2024)</a></p>
</div></div>



<div id="col-gm96f0fb" class="wp-block-gutentor-m0-col col-gm96f0fb gutentor-carousel-item"><div id="section-gm96f0fb" class="section-gm96f0fb gutentor-col-wrap has-color-bg has-custom-bg">
<div id="section-gd84f31" class="wp-block-gutentor-e6 section-gd84f31 gutentor-element gutentor-element-image text-align-center-desktop"><div class="gutentor-element-image-box"><a class="gutentor-element-image-link" href="https://culturadefato.com.br/postagens-selecionadas-do-telegram-dezembro-de-2023/"><div class="gutentor-image-thumb"><img decoding="async" class="normal-image" src="https://culturadefato.com.br/wp-content/uploads/2023/12/OnTheLoose_BehzadTabar.jpg" alt="Obra: &quot;On the loose&quot;, por Behzad Tabar." /></div></a></div></div>



<p class="has-text-align-center"><a href="https://culturadefato.com.br/postagens-selecionadas-do-telegram-marco-de-2023/"></a><br><a href="https://culturadefato.com.br/postagens-selecionadas-do-telegram-dezembro-de-2023/">Postagens selecionadas do Telegram<br>(dezembro de 2023)</a></p>
</div></div>



<div id="col-gmb1d6c1" class="wp-block-gutentor-m0-col col-gmb1d6c1 gutentor-carousel-item"><div id="section-gmb1d6c1" class="section-gmb1d6c1 gutentor-col-wrap has-color-bg has-custom-bg">
<div id="section-g8cfa2f" class="wp-block-gutentor-e6 section-g8cfa2f gutentor-element gutentor-element-image text-align-center-desktop"><div class="gutentor-element-image-box"><a class="gutentor-element-image-link" href="https://culturadefato.com.br/postagens-selecionadas-do-telegram-novembro-de-2023/"><div class="gutentor-image-thumb"><img decoding="async" class="normal-image" src="https://culturadefato.com.br/wp-content/uploads/2023/11/WomanWithASmartPhone.jpg" alt="Woman with a smartPhone" /></div></a></div></div>



<p class="has-text-align-center"><a href="https://culturadefato.com.br/postagens-selecionadas-do-telegram-marco-de-2023/"></a><br><a href="https://culturadefato.com.br/postagens-selecionadas-do-telegram-novembro-de-2023/">Postagens selecionadas do Telegram<br>(novembro de 2023)</a></p>
</div></div>



<div id="col-gm7312d2" class="wp-block-gutentor-m0-col col-gm7312d2 gutentor-carousel-item"><div id="section-gm7312d2" class="section-gm7312d2 gutentor-col-wrap has-color-bg has-custom-bg">
<div id="section-g58a9c3" class="wp-block-gutentor-e6 section-g58a9c3 gutentor-element gutentor-element-image text-align-center-desktop"><div class="gutentor-element-image-box"><a class="gutentor-element-image-link" href="https://culturadefato.com.br/postagens-selecionadas-do-telegram-outubro-de-2023"><div class="gutentor-image-thumb"><img decoding="async" class="normal-image" src="https://culturadefato.com.br/wp-content/uploads/2023/10/Canhao.jpg" alt="Aquarela de canhão da Guerra Civil" /></div></a></div></div>



<p class="has-text-align-center"><a href="https://culturadefato.com.br/postagens-selecionadas-do-telegram-marco-de-2023/"></a><br><a href="https://culturadefato.com.br/postagens-selecionadas-do-telegram-outubro-de-2023">Postagens selecionadas do Telegram<br>(outubro de 2023)</a></p>
</div></div>



<div id="col-gm31758c" class="wp-block-gutentor-m0-col col-gm31758c gutentor-carousel-item"><div id="section-gm31758c" class="section-gm31758c gutentor-col-wrap has-color-bg has-custom-bg">
<div id="section-g2e9a55" class="wp-block-gutentor-e6 section-g2e9a55 gutentor-element gutentor-element-image text-align-center-desktop"><div class="gutentor-element-image-box"><a class="gutentor-element-image-link" href="https://culturadefato.com.br/postagens-selecionadas-do-telegram-setembro-de-2023/"><div class="gutentor-image-thumb"><img decoding="async" class="normal-image" src="https://culturadefato.com.br/wp-content/uploads/2023/09/VishalJoshiFineArtist.jpg" alt="Por Vishal Joshi Fine Artist" /></div></a></div></div>



<p class="has-text-align-center"><a href="https://culturadefato.com.br/postagens-selecionadas-do-telegram-marco-de-2023/"></a><br><a href="https://culturadefato.com.br/postagens-selecionadas-do-telegram-setembro-de-2023/">Postagens selecionadas do Telegram<br>(setembro de 2023)</a></p>
</div></div>



<div id="col-gmf5e171" class="wp-block-gutentor-m0-col col-gmf5e171 gutentor-carousel-item"><div id="section-gmf5e171" class="section-gmf5e171 gutentor-col-wrap has-color-bg has-custom-bg">
<div id="section-g90b161" class="wp-block-gutentor-e6 section-g90b161 gutentor-element gutentor-element-image text-align-center-desktop"><div class="gutentor-element-image-box"><a class="gutentor-element-image-link" href="https://culturadefato.com.br/postagens-selecionadas-do-telegram-agosto-de-2023/"><div class="gutentor-image-thumb"><img decoding="async" class="normal-image" src="https://culturadefato.com.br/wp-content/uploads/2023/09/PaperAirplane_VoichenkoSerghei.jpg" alt="Obra &quot;Paper airplane&quot;, por Voichenko Serghei" /></div></a></div></div>



<p class="has-text-align-center"><a href="https://culturadefato.com.br/postagens-selecionadas-do-telegram-marco-de-2023/"></a><br><a href="https://culturadefato.com.br/postagens-selecionadas-do-telegram-agosto-de-2023/">Postagens selecionadas do Telegram</a><br><a href="https://culturadefato.com.br/postagens-selecionadas-do-telegram-agosto-de-2023/">(agosto de 2023)</a></p>
</div></div>



<div id="col-gmaa2bf4" class="wp-block-gutentor-m0-col col-gmaa2bf4 gutentor-carousel-item"><div id="section-gmaa2bf4" class="section-gmaa2bf4 gutentor-col-wrap has-color-bg has-custom-bg">
<div id="section-g9bcbd4" class="wp-block-gutentor-e6 section-g9bcbd4 gutentor-element gutentor-element-image text-align-center-desktop"><div class="gutentor-element-image-box"><a class="gutentor-element-image-link" href="https://culturadefato.com.br/postagens-selecionadas-do-telegram-julho-2023/"><div class="gutentor-image-thumb"><img decoding="async" class="normal-image" src="https://culturadefato.com.br/wp-content/uploads/2023/07/TheFlightOfAviatorSantosDumontWithAirplane14Bis.jpg" alt="Obra: &quot;The flight of aviator Santos Dumont with airplane 14 Bis&quot; (1906), detalhes em: https://www.deconamic.com/item/the-flight-of-aviator-santos-dumont-with-airplane-14-bis/" /></div></a></div></div>



<p class="has-text-align-center"><a href="https://culturadefato.com.br/postagens-selecionadas-do-telegram-marco-de-2023/"></a><br><a href="https://culturadefato.com.br/postagens-selecionadas-do-telegram-julho-2023/">Postagens selecionadas do Telegram</a><br><a href="https://culturadefato.com.br/postagens-selecionadas-do-telegram-julho-2023/">(junho de 2023)</a></p>
</div></div>



<div id="col-gm2d4d18" class="wp-block-gutentor-m0-col col-gm2d4d18 gutentor-carousel-item"><div id="section-gm2d4d18" class="section-gm2d4d18 gutentor-col-wrap has-color-bg has-custom-bg">
<div id="section-g581c62" class="wp-block-gutentor-e6 section-g581c62 gutentor-element gutentor-element-image text-align-center-desktop"><div class="gutentor-element-image-box"><a class="gutentor-element-image-link" href="https://culturadefato.com.br/postagens-selecionadas-do-telegram-junho-2023/"><div class="gutentor-image-thumb"><img decoding="async" class="normal-image" src="https://culturadefato.com.br/wp-content/uploads/2023/06/PaperPlane_AhedIzhiman.jpg" alt="Obra: &quot;Paper Plane&quot;, por Ahed Izhiman." /></div></a></div></div>



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</div></div>



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<div id="section-g93ab48" class="wp-block-gutentor-e6 section-g93ab48 gutentor-element gutentor-element-image text-align-center-desktop"><div class="gutentor-element-image-box"><a class="gutentor-element-image-link" href="https://culturadefato.com.br/postagens-selecionadas-do-telegram-abril-e-maio-de-2023/"><div class="gutentor-image-thumb"><img decoding="async" class="normal-image" src="https://culturadefato.com.br/wp-content/uploads/2023/05/PaperAirplanes.jpg" alt="&quot;Paper Airplanes&quot; é uma fotografia de YoPedro." /></div></a></div></div>



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<div id="section-ga464ca" class="wp-block-gutentor-e6 section-ga464ca gutentor-element gutentor-element-image text-align-center-desktop"><div class="gutentor-element-image-box"><a class="gutentor-element-image-link" href="https://culturadefato.com.br/postagens-selecionadas-do-telegram-marco-de-2023/"><div class="gutentor-image-thumb"><img decoding="async" class="normal-image" src="https://culturadefato.com.br/wp-content/uploads/2023/03/PaperAirplanes_2018_MichaelCreese.jpg" alt="“Paper Airplanes” (2018), por Michael Creese." /></div></a></div></div>



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<div id="section-g573dc0" class="wp-block-gutentor-e6 section-g573dc0 gutentor-element gutentor-element-image text-align-center-desktop"><div class="gutentor-element-image-box"><a class="gutentor-element-image-link" href="https://culturadefato.com.br/postagens-selecionadas-do-telegram-novembro-de-2022/"><div class="gutentor-image-thumb"><img decoding="async" class="normal-image" src="https://culturadefato.com.br/wp-content/uploads/2022/11/PaperPlaneFlying_OverTheOcean_IdanBadishi.jpg" alt="Obra &quot;Paper plane flying over rhe ocean&quot;, por Idan Badishi." /></div></a></div></div>



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<div id="section-geaf75e" class="wp-block-gutentor-e6 section-geaf75e gutentor-element gutentor-element-image gutentor-enabled-width text-align-center-desktop"><div class="gutentor-element-image-box"><a class="gutentor-element-image-link" href="https://culturadefato.com.br/cultura-de-fato-no-telegram-postagens-selecionadas-agosto-e-setembro-de-2022/"><div class="gutentor-image-thumb"><img decoding="async" class="normal-image" src="https://culturadefato.com.br/wp-content/uploads/2022/10/PaperAirplanesCarolineSerafinas.jpg" alt="Obra: &quot;Paper Airplanes&quot;, por Caroline Serafinas." /></div></a></div></div>



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<div id="col-gm950c68" class="wp-block-gutentor-m0-col col-gm950c68 gutentor-carousel-item"><div id="section-gm950c68" class="section-gm950c68 gutentor-col-wrap">
<div id="section-g4c3d27" class="wp-block-gutentor-e6 section-g4c3d27 gutentor-element gutentor-element-image gutentor-enabled-width text-align-center-desktop"><div class="gutentor-element-image-box"><a class="gutentor-element-image-link" href="https://culturadefato.com.br/postagens-selecionadas-do-telegram-fevereiro-de-2022/"><div class="gutentor-image-thumb"><img decoding="async" class="normal-image" src="https://culturadefato.com.br/wp-content/uploads/2022/03/PageTurner.jpg" alt="Obra: &quot;Page Turner&quot; (2013), de David Tanner." /></div></a></div></div>



<p class="has-text-align-center"><br><a href="https://culturadefato.com.br/postagens-selecionadas-do-telegram-fevereiro-de-2022/">Postagens selecionadas do Telegram</a><br><a href="https://culturadefato.com.br/postagens-selecionadas-do-telegram-fevereiro-de-2022/">(fevereiro de 2022)</a></p>
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<div id="section-g048357" class="wp-block-gutentor-e6 section-g048357 gutentor-element gutentor-element-image gutentor-enabled-width text-align-center-desktop"><div class="gutentor-element-image-box"><a class="gutentor-element-image-link" href="https://culturadefato.com.br/postagens-selecionadas-do-telegram-janeiro-de-2022/"><div class="gutentor-image-thumb"><img decoding="async" class="normal-image" src="https://culturadefato.com.br/wp-content/uploads/2022/02/DDReading.jpg" alt="Obra &quot;D. D. Reading&quot;, por Onelio Marrero." /></div></a></div></div>



<p class="has-text-align-center"><br><a href="https://culturadefato.com.br/postagens-selecionadas-do-telegram-janeiro-de-2022/">Postagens selecionadas do Telegram</a><br><a href="https://culturadefato.com.br/postagens-selecionadas-do-telegram-janeiro-de-2022/">(janeiro de 2022)</a></p>
</div></div>



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<div id="section-g561d45" class="wp-block-gutentor-e6 section-g561d45 gutentor-element gutentor-element-image"><div class="gutentor-element-image-box"><a class="gutentor-element-image-link" href="https://culturadefato.com.br/postagens-selecionadas-do-telegram-set-out-2021/"><div class="gutentor-image-thumb"><img decoding="async" class="normal-image" src="https://culturadefato.com.br/wp-content/uploads/2021/10/Reading_FrancescoNetti.jpg" alt="Obra: &quot;Reading&quot; (1873), de Francesco Netti (1832 - 1894)." /></div></a></div></div>



<p class="has-text-align-center"><br><a href="https://culturadefato.com.br/postagens-selecionadas-do-telegram-set-out-2021/">Postagens selecionadas do Telegram</a><br><a href="https://culturadefato.com.br/postagens-selecionadas-do-telegram-set-out-2021/">(Set/Out 2021)</a></p>
</div></div>



<div id="col-gmfaebfc" class="wp-block-gutentor-m0-col col-gmfaebfc gutentor-carousel-item"><div id="section-gmfaebfc" class="section-gmfaebfc gutentor-col-wrap">
<div id="section-g9031b8" class="wp-block-gutentor-e6 section-g9031b8 gutentor-element gutentor-element-image"><div class="gutentor-element-image-box"><a class="gutentor-element-image-link" href="https://culturadefato.com.br/sete-postagens-selecionadas-do-telegram/"><div class="gutentor-image-thumb"><img decoding="async" class="normal-image" src="https://culturadefato.com.br/wp-content/uploads/2021/08/ReadingANewspaperInTheGarden_HenriToulouse-Lautrec.jpg" alt="“Desire Dehau Reading a Newspaper in the Garden” (1890), do pintor francês Henri de Toulouse-Lautrec (1864 - 1901)." /></div></a></div></div>



<p class="has-text-align-center"><br><a href="https://culturadefato.com.br/sete-postagens-selecionadas-do-telegram/">Sete postagens selecionadas do Telegram</a></p>
</div></div>



<div id="col-gm9adca9" class="wp-block-gutentor-m0-col col-gm9adca9 gutentor-carousel-item"><div id="section-gm9adca9" class="section-gm9adca9 gutentor-col-wrap">
<div id="section-ga69870" class="wp-block-gutentor-e6 section-ga69870 gutentor-element gutentor-element-image"><div class="gutentor-element-image-box"><a class="gutentor-element-image-link" href="https://culturadefato.com.br/seis-postagens-selecionadas-do-telegram/"><div class="gutentor-image-thumb"><img decoding="async" class="normal-image" src="https://culturadefato.com.br/wp-content/uploads/2021/06/LendoJornal.jpg" alt="Recorte da obra: &quot;Lendo o jornal&quot;, criada em 1905 pelo pintor, desenhista e professor português José Vital Branco Malhoa (1855 - 1933)." /></div></a></div></div>



<p class="has-text-align-center"><br><a href="https://culturadefato.com.br/seis-postagens-selecionadas-do-telegram/">Seis postagens selecionadas do Telegram</a></p>
</div></div>



<div id="col-gm80874c" class="wp-block-gutentor-m0-col col-gm80874c gutentor-carousel-item"><div id="section-gm80874c" class="section-gm80874c gutentor-col-wrap">
<div id="section-gd8eccc" class="wp-block-gutentor-e6 section-gd8eccc gutentor-element gutentor-element-image"><div class="gutentor-element-image-box"><a class="gutentor-element-image-link" href="https://culturadefato.com.br/telegram-postagens-avulsas-de-autores-pertinentes/"><div class="gutentor-image-thumb"><img decoding="async" class="normal-image" src="https://culturadefato.com.br/wp-content/uploads/2021/06/TheLetter_1896_LadislausVonCzachorski.jpg" alt="Recorte da obra: &quot;The Letter&quot;, criada em 1896 pelo pintor polonês Władysław Czachórski (1850 - 1911)." /></div></a></div></div>



<p class="has-text-align-center"><br><a href="https://culturadefato.com.br/telegram-postagens-avulsas-de-autores-pertinentes/">Seis postagens selecionadas do Telegram</a></p>
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		<title>O ateísmo e o problema do bem</title>
		<link>https://culturadefato.com.br/o-ateismo-e-o-problema-do-bem/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Jonathan Silveira]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 13 Jan 2025 03:00:54 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cristianismo]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>“Se, por um lado, o teísta deve lidar com o problema do mal, não restam dúvidas de que o ateu, em contrapartida, deve lidar com o problema do bem.”</p>
<p>O post <a href="https://culturadefato.com.br/o-ateismo-e-o-problema-do-bem/">O ateísmo e o problema do bem</a> apareceu primeiro em <a href="https://culturadefato.com.br">Cultura de Fato</a>.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p class="has-text-align-center">“<em>Ninguém afirma: &#8216;Deus não existe&#8217; sem antes ter desejado que Ele não exista.</em>”<br><span data-tooltip-position="top" data-tooltip="Escritor francês">Joseph de Maistre</span> (1753 – 1821)</p>



<hr class="wp-block-separator has-alpha-channel-opacity is-style-wide"/>



<br>



<p class="has-drop-cap">Na canção&nbsp;<em><a href="https://youtu.be/rBrd_3VMC3c?si=wR28-bu2jku75H2n" target="_blank" rel="noreferrer noopener nofollow">What a Wonderful World</a></em>, <span data-tooltip-position="top" data-tooltip="Louis Daniel Armstrong (1901 - 1971), apelidado ''Satchmo'', ''Satch'' e ''Pops'', foi um músico (sobretudo  trompetista, cornetista, saxofonista e vocalista) americano. Ele é considerado uma das figuras mais influentes e importantes do jazz.">Louis Armstrong</span> belamente declara: “As cores do arco-íris, tão bonitas no céu, estão também nos rostos das pessoas. Vejo amigos apertando as mãos, dizendo: Como vai você? Eles realmente estão dizendo: Eu te amo! E eu penso comigo, que mundo maravilhoso.”</p>



<p>De fato, o mundo está repleto de beleza, bem e amor. Ao longo da história, cientistas, poetas e artistas de cada cultura e civilização têm demonstrado efetivamente tais realidades, de tal forma que não restam dúvidas de que esses bens são qualidades inerentes à nossa existência. No entanto, qual é sua fonte?</p>



<p>Se, por um lado, o teísta deve lidar com o problema do mal, não restam dúvidas de que o ateu, em contrapartida, deve lidar com o problema do bem. Assim como o ateu indaga: “Se Deus existe, por que existe tanto mal?”, o teísta pode replicar: “Se Deus não existe, por que existe tanto bem?”.</p>



<p>Para responder a isto, o crítico frequentemente apresenta uma explicação reducionista insuficiente baseada em um tipo de darwinismo metafísico<strong><sup><a href="#Nota01" id="Ref01">1</a></sup></strong>. Para explicar esta insuficiência, o filósofo da ciência ateu, <span data-tooltip-position="top" data-tooltip="Michael Ruse (1940 - 2024) foi um filósofo inglês da biologia, um dos mais influentes da atualidade. Participou ativamente no congresso americano no debate contra os criacionistas.">Michael Ruse</span>, escreve:</p>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow">
<p><em>“O conceito do evolucionista moderno […] é que os humanos têm consciência de moralidade […] porque ela é de valor biológico. A moralidade é uma adaptação biológica tanto quanto as mãos, os pés e os dentes… Considerada um conjunto de afirmações racionalmente justificáveis sobre algo objetivo, a ética é ilusória. Acho interessante notar que, quando alguém diz ‘Ame o seu próximo como a si mesmo’, as pessoas fazem uma referência a algo que está acima e além de si mesmas […] Todavia, […] tal referência não possui qualquer fundamento. A moralidade é simplesmente uma ajuda à sobrevivência e à reprodução […] e qualquer significado mais profundo é ilusório</em><sup><em><a href="#Nota02" id="Ref02">2</a></em></sup><em><sup>&nbsp;</sup></em>”</p>
</blockquote>



<p>Como acertadamente declara Ruse, em um universo amoral, sem Deus, bem e mal não passam de termos vazios de significado. Nesse contexto, as ações de <span data-tooltip-position="top" data-tooltip="Anjezë Gonxhe Bojaxhiu (1910 - 1997): Madre Teresa de Calcutá ou Santa Teresa de Calcutá, foi uma religiosa católica de etnia albanesa naturalizada indiana, fundadora da congregação das Missionárias da Caridade.">Madre Teresa de Calcutá</span> são tão irrelevantes e neutras quanto as de <span data-tooltip-position="top" data-tooltip="Adolf Hitler (1889 - 1945) foi a figura central do Holocausto.">Adolf Hitler</span>. Em uma cosmovisão ateísta, não se pode afirmar que a lei da gravidade é malévola por fazer com que aviões caiam ou bondosa por manter prédios em seus devidos lugares. Tudo que existe na natureza simplesmente é como é. Como afirma o festejado ateu de Oxford, <span data-tooltip-position="top" data-tooltip="Clinton Richard Dawkins: etólogo, biólogo evolutivo e escritor britânico.">Richard Dawkins</span>:</p>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow">
<p><em>“Os teólogos preocupam-se com o ‘problema do mal’ e um ‘problema do sofrimento’ que lhe é relacionado. […] se o universo fosse constituído apenas por elétrons e genes egoístas, tragédias sem sentido […] seriam exatamente o que esperaríamos, junto com uma boa sorte igualmente destituída de significado. Este universo não teria intenções boas ou más. Não manifestaria qualquer tipo de intenção. Em um universo de forças físicas e replicação genética cegas, algumas pessoas serão machucadas, outras pessoas terão sorte, você não achará qualquer sentido nele, nem qualquer tipo de justiça. O universo que observamos tem precisamente as propriedades que deveríamos esperar se, no fundo, não há projeto, propósito, bem ou mal, nada a não ser uma indiferença cega, impiedosa.”<strong><sup><a href="#Nota03" id="Ref03">3</a></sup></strong></em></p>
</blockquote>



<p>Como demonstra Dawkins, a verdade nua e crua é que o mal e o bem, na cosmovisão ateísta, não devem ser um problema, já que são uma ilusão. Tudo se reduz a sorte. O universo simplesmente funciona assim. Tudo não passa de uma “indiferença cega, impiedosa”. Problema resolvido. Eis, então, a solução: encarar a realidade com um racionalismo frio e neutro, parando de choramingar por retidão ao acaso. Tornemo-nos todos Srs. <span data-tooltip-position="top" data-tooltip="Spock é um personagem da franquia de entretenimento Star Trek.">Spocks</span> modernos, imunes ao sofrimento e à beleza! Quem, no entanto, consegue viver de maneira tão cínica? Quem conseguiria viver em um mundo onde as ações de Madre Teresa são tão neutras quanto as de Hitler? A resposta é óbvia: nenhum ser humano em sã consciência, em plenas faculdades mentais. Sabemos que viver assim é um absurdo justamente porque sabemos que o bem realmente existe.<strong><sup><a href="#Nota04" id="Ref04">4</a></sup></strong>&nbsp;Sabemos que o trabalho de inúmeras pessoas que contribuem para um mundo melhor lutando pela causa do amor ao próximo, além de ser extremamente nobre, constitui um dever moral.</p>



<p>O que dizer de <span data-tooltip-position="top" data-tooltip="William Wilberforce (1759 - 1833) foi um político britânico, filantropo e líder do movimento abolicionista do tráfico negreiro.">William Wilberforce</span>, <span data-tooltip-position="top" data-tooltip="Martin Luther King, Jr. (1929 – 1968) foi pastor batista e ativista político estadunidense que se tornou a figura mais proeminente e líder do movimento dos direitos civis nos Estados Unidos de 1955 até seu assassinato em 1968.">Martin Luther King</span>, <span data-tooltip-position="top" data-tooltip="Oskar Schindler (1908 - 1974) foi um industrial alemão sudeto, membro do Partido Nazista e espião, que salvou da morte 1200 judeus durante o Holocausto, empregando-os nas suas fábricas de esmaltes e munições, localizadas nas actuais Polónia e República Checa, respectivamente.">Oskar Schindler</span>, <span data-tooltip-position="top" data-tooltip="Dietrich Bonhoeffer (1906 - 1945) foi um teólogo e filósofo, pastor luterano, membro da resistência alemã anti-nazista e membro fundador da Igreja Confessante, ala da igreja evangélica contrária à política nazista.">Dietrich Bonhoeffer</span>, <span data-tooltip-position="top" data-tooltip="Desmond Mpilo Tutu (1931 - 2021) foi um arcebispo da Igreja Anglicana agraciado com o Prêmio Nobel da Paz em 1984 por sua luta contra o Apartheid em seu país natal.">Desmond Tutu</span>, <span data-tooltip-position="top" data-tooltip="Desmond Thomas Doss (1919 - 2006) foi um militar norte-americano. Durante Segunda Guerra Mundial, foi soldado e socorrista do Exército dos Estados Unidos designado para uma companhia de atiradores durante a Batalha de Okinawa, e tornou-se a primeira e única objecção de consciência a receber a Medalha de Honra na guerra.">Desmond Doss</span> e tantos outros que impactaram o mundo positivamente com suas vidas em maior ou menor escala? Fecharemos de fato nossos olhos para a realidade do bem e do amor? Por mais que o mal mostre suas garras de maneira terrível neste mundo, também é verdade que o bem e o amor sobejam.</p>



<p>Sempre iremos à procura de sentido e propósito, mesmo que isso contradiga nossa cosmovisão<strong><sup><a href="#Nota05" id="Ref05">5</a></sup></strong>. Em algum momento, sempre iremos recorrer a um referencial de perfeição moral que está além de nós mesmos a fim de constatarmos que há algo de errado no mundo e que há também algo de muito belo e bom nele. Esse padrão moral que reconhecemos e nos faz concluir que o bem e o mal, o certo e o errado, de fato existem, transcende o mundo natural e nos aponta para Deus.<a href="#Nota06" id="Ref06"><strong><sup>6</sup></strong></a></p>



<p><span data-tooltip-position="right" data-tooltip="Clive">C</span>. <span data-tooltip-position="right" data-tooltip="Staples">S</span>. <span data-tooltip-position="top" data-tooltip="C. S. Lewis (1898 - 1963), escritor e apologista cristão irlandês.">Lewis</span>, que foi ateu por muito tempo antes de se converter ao cristianismo, explica isto com muita propriedade:</p>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow">
<p><em>“Meu argumento contra Deus era o de que o universo parecia injusto e cruel. No entanto, de onde eu tirara essa ideia de justo e injusto? Um homem não diz que uma linha é torta se não souber o que é uma linha reta. Com o que eu comparava o universo quando o chamava de injusto? […] Um homem sente o corpo molhado quando entra na água porque não é um animal aquático; um peixe não se sente assim. É claro que eu poderia ter desistido da minha ideia de justiça dizendo que ela não passava de uma ideia particular minha. Se procedesse assim, porém, meu argumento contra Deus também desmoronaria — pois depende da premissa de que o mundo é realmente injusto, e não de que simplesmente não agrada aos meus caprichos pessoais. Assim, no próprio ato de tentar provar que Deus não existe — ou, por outra, que a realidade como um todo não tem sentido -, vi-me forçado a admitir que uma parte da realidade — a saber, minha ideia de justiça — tem sentido, sim. Ou seja, o ateísmo é uma solução simplista. Se o universo inteiro não tivesse sentido, nunca perceberíamos que ele não tem sentido — do mesmo modo que, se não existisse luz no universo e as criaturas não tivessem olhos, nunca nos saberíamos imersos na escuridão. A própria palavra escuridão não teria significado.” (Cf. LEWIS, C. S., <a href="https://amzn.to/4bPig7o" target="_blank" rel="noreferrer noopener sponsored nofollow">Cristianismo puro e simples</a>, São Paulo: Martins Fontes, pp. 51–52).</em></p>
</blockquote>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow">
<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow"></blockquote>
</blockquote>



<p>Portanto, a não ser que se adote uma postura cínica, afirmando que o bem e o mal são uma ilusão, o problema do bem permanece sendo um grande desafio aos críticos: se Deus não existe, por que existe tanto bem?</p>



<br>



<p class="has-text-align-right">Por <a href="https://culturadefato.com.br/author/jonathansilveira/">Jonathan Silveira</a>.<br>Publicado originalmente no repositório <em><a href="https://tuporem.com.br/se-deus-n%C3%A3o-existe-por-que-existe-tanto-bem-o-ate%C3%ADsmo-e-o-problema-do-bem-803d28abcdff" target="_blank" rel="noreferrer noopener nofollow">Medium</a></em>, em 8 de março de 2024.</p>



<br>



<p class="has-background has-very-light-gray-background-color"><strong>Notas:</strong></p>



<ol class="wp-block-list">
<li><span id="Nota01"></span>Segundo o darwinismo, a prática do bem funcionaria de quatro formas: 1) Por parentesco genético; 2) Por replicação (ou seja, pela espera de “pagamento” pelo bem praticado); 3) Pelo benefício de adquirir uma reputação de generosidade e bondade; 4) Como forma de comprar uma propaganda autêntica e impossível de falsificar. (Cf. DAWKINS, Richard.&nbsp;<em>Deus, um delírio.&nbsp;</em>Tradução: Fernanda Ravagnani. São Paulo: Companhia das Letras, 2010, p. 286). Como se vê, nenhuma dessas formas explica a moralidade a contento, fazendo com que a prática da generosidade não seja em si generosidade, mas apenas algo mecanicamente egoísta determinado em nossos genes. <a href="#Ref01"><img loading="lazy" decoding="async" width="14" height="10" class="wp-image-105" style="width: 14px;" src="https://culturadefato.com.br/wp-content/uploads/2020/06/Subir.jpg" alt="Subir"></a></li>



<li><span id="Nota02"></span>Citado por <a href="https://culturadefato.com.br/author/jpmoreland/">J. P. Moreland</a> e <a href="https://culturadefato.com.br/author/williamlcraig/">William Lane Craig</a> em <em>Filosofia e cosmovisão cristã</em>, São Paulo: Vida Nova, p. 598. <a href="#Ref02"><img loading="lazy" decoding="async" width="14" height="10" class="wp-image-105" style="width: 14px;" src="https://culturadefato.com.br/wp-content/uploads/2020/06/Subir.jpg" alt="Subir"></a></li>



<li><span id="Nota03"></span>DAWKINS, Richard. <em>O rio que saía do Éden</em>, Versão para Kindle. 1996. Capítulo 4, posição 2013–2020. <a href="#Ref03"><img loading="lazy" decoding="async" width="14" height="10" class="wp-image-105" style="width: 14px;" src="https://culturadefato.com.br/wp-content/uploads/2020/06/Subir.jpg" alt="Subir"></a></li>



<li><span id="Nota04"></span>De fato, algumas doenças mentais são identificadas justamente por sua falta de reconhecimento do bem e do amor, incluindo o transtorno de personalidade antissocial (sociopatia e psicopatia), transtorno do apego, transtorno depressivo maior etc. <a href="#Ref04"><img loading="lazy" decoding="async" width="14" height="10" class="wp-image-105" style="width: 14px;" src="https://culturadefato.com.br/wp-content/uploads/2020/06/Subir.jpg" alt="Subir"></a></li>



<li><span id="Nota05"></span><span data-tooltip-position="right" data-tooltip="Francis Schaeffer (1912 - 1984) foi um teólogo evangélico americano, filósofo conservador e pastor.">Francis Schaeffer</span> chamou isso de salto irracional, ou seja, um ato de usurpação de valores eminentemente teístas a fim de conferir sentido e significado a uma cosmovisão que é inerentemente destituída de tais coisas. (Cf. SCHAEFFER, Francis.&nbsp;<em>A morte da razão</em>. Tradução: Gabrielle Gregersen. São Paulo: Cultura Cristã, 2002). <a href="#Ref05"><img loading="lazy" decoding="async" width="14" height="10" class="wp-image-105" style="width: 14px;" src="https://culturadefato.com.br/wp-content/uploads/2020/06/Subir.jpg" alt="Subir"></a></li>



<li><span id="Nota06"></span>Não poderia ser mais claro e irônico: o problema do mal não se resolve com a eliminação de Deus, afirmando uma cosmovisão ateísta. Muito ao contrário. As melhores explicações ao problema do mal só podem advir de um pano de fundo teísta e, por razões que não competem explicar neste breve texto, mais especificamente do teísmo cristão. <a href="#Ref06"><img loading="lazy" decoding="async" width="14" height="10" class="wp-image-105" style="width: 14px;" src="https://culturadefato.com.br/wp-content/uploads/2020/06/Subir.jpg" alt="Subir"></a></li>
</ol>



<br>



<p class="has-background has-very-light-gray-background-color"><strong>Nota da Editoria:</strong><br><br>Imagem da capa: “<em>Alegoria da bondade</em>” (1564), de Jacopo Robusti (1518 &#8211; 1594).</p>



<br>
<p>O post <a href="https://culturadefato.com.br/o-ateismo-e-o-problema-do-bem/">O ateísmo e o problema do bem</a> apareceu primeiro em <a href="https://culturadefato.com.br">Cultura de Fato</a>.</p>
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		<title>Qual é a natureza da liberdade humana?</title>
		<link>https://culturadefato.com.br/qual-e-a-natureza-da-liberdade-humana/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Battista Mondin]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 13 May 2024 21:30:02 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Filosofia e História]]></category>
		<category><![CDATA[Apologética]]></category>
		<category><![CDATA[Ateísmo]]></category>
		<category><![CDATA[Excerto de Livro]]></category>
		<category><![CDATA[Liberdade]]></category>
		<category><![CDATA[Moralidade]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>“Não há liberdade sem razão, como não há liberdade sem vontade. A vontade é apetite racional, isto é, um apetite guiado pela razão. Se não houver orientação da razão, não há liberdade e nem vontade, mas simplesmente instinto.”</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="has-text-align-center"><span id="Epigrafe"></span>Excerto do tópico “<em>Natureza da liberdade</em>”, do livro: “<em><a href="https://amzn.to/47la4Ka" target="_blank" rel="noreferrer noopener nofollow">Quem é Deus?</a></em>”;<br>escrito por Battista Mondin (1926 – 2015); e, publicado pela <a href="http://www.paulus.com.br" target="_blank" rel="nofollow noopener noreferrer">Paulus Editora</a>, sob <span data-tooltip-position="top" data-tooltip="International Standard Book Number">ISBN</span>&nbsp;9788534908252.<br><br> Vale salientar: este pequeno trecho não demonstra o objetivo da obra,<br>para tal finalidade consulte o sumário do livro (reescrito no término desta postagem).</p>



<p class="has-text-align-right has-small-font-size"><em>*&nbsp;<a href="#Notas">Notas da editoria</a></em></p>



<hr class="wp-block-separator has-css-opacity is-style-wide"/>



<br>



<p class="has-drop-cap">A esta <span data-tooltip-position="top" data-tooltip="Qual é a natureza da liberdade humana?">pergunta</span> os filósofos deram respostas <span data-tooltip-position="top" data-tooltip="No sentido de encerrar qualquer antítese.">antitéticas</span>. Para alguns, a liberdade é essencialmente uma função da razão: é livre o homem que age segunda a razão (<span data-tooltip-position="top" data-tooltip="Sócrates (470 a. C. ou 469 a. C. - 399 a. C.).">Sócrates</span>, <span data-tooltip-position="top" data-tooltip="Platão (427 a. C. ou 428 a. C. - 348 a. C. ou 347 a. C.).">Platão</span>, <span data-tooltip-position="top" data-tooltip="Plotino (204 d. C. - 270 d. C.).">Plotino</span>, <span data-tooltip-position="top" data-tooltip="Baruch Espinoza (1632 - 1677).">Spinoza</span> e outros). Para outros, a liberdade é eminentemente função da vontade (<span data-tooltip-position="top" data-tooltip="Agostinho de Hipona, mais conhecido como Santo Agostinho (354 d. C. - 430 d. C.).">Agostinho</span>, <span data-tooltip-position="top" data-tooltip="Santo Tomás de Aquino (1225 - 1274).">Tomás de Aquino</span>, <span data-tooltip-position="top" data-tooltip="Beato João Duns Escoto (1266 - 1308).">Scoto</span>, <span data-tooltip-position="top" data-tooltip="Guilherme de Ockham (1420 - 1484).">Occam</span>, <span data-tooltip-position="top" data-tooltip="Immanuel Kant (1724 - 1804).">Kant</span>, <span data-tooltip-position="top" data-tooltip="Friedrich Wilhelm Joseph von Schelling (1775 - 1854).">Schelling</span> e outros).</p>



<p>Mas, se prestarmos bem atenção, veremos que a liberdade não é filha nem só da razão nem só da vontade, mas de ambas. Não há liberdade sem razão, como não há liberdade sem vontade. Ela precisa do concurso de ambas as faculdades. A liberdade (o ato livre) é gerada imediatamente pela vontade, mas isso ocorre somente depois que ela já foi fecundada pela inteligência. De fato, a liberdade, a escolha, é essencialmente atividade da vontade (por esse motivo Tomás de Aquino dizia que substancialmente pertence à vontade), mas é própria de uma vontade guiada, iluminada. A vontade age livremente quando não se precipita instintivamente sobre um objeto, como o faminto sobre um prato de comida, e sim depois que calculou seu peso <span data-tooltip-position="top" data-tooltip="Valores predominantes em determinada sociedade.">axiológico</span> e achou que aquele objeto é digno de ser perseguido.</p>



<p>A vontade é apetite racional, isto é, um apetite guiado pela razão. Se não houver orientação da razão, não há liberdade e nem vontade, mas simplesmente instinto. Se há vontade, ela é a dona dos seus atos: é livre; mas se não é senhora dos próprios atos, então não há nem liberdade nem vontade. A vontade não pode decidir ser ou não ser, como bem observou Sartre. Ela existe quando quer e querer significa sempre querer isto ou aquilo, como ver é sempre ver esta ou aquela coisa.</p>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow">
<p>Ante à vontade estão objetos de eventual volição, entre os quais não se conta a própria vontade; em outras palavras, a vontade não escolhe ser ou não ser; ela apenas escolhe – se puder escolher – entre objetos diferentes da vontade. <span data-tooltip-position="top" data-tooltip="A. Bausola, La libertà, La Scuola, Bréscia, 1985, p. 31.">Nota 01</span>.

</p>
</blockquote>



<br>



<p class="has-text-align-right"><span data-tooltip-position="top" data-tooltip="Extraído do tópico ''Natureza da liberdade''.">Excerto da obra</span> <a href="https://amzn.to/47la4Ka" target="_blank" rel="noreferrer noopener">“<em>Quem é Deus?</em>”</a>, escrita por Battista Mondin (1926 – 2015).<br>Publicada pela <a href="https://www.paulus.com.br" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Paulus Editora</a>, sob <span data-tooltip-position="top" data-tooltip="International Standard Book Number">ISBN</span>: 9788534908252.</p>



<br>



<h3 class="has-very-light-gray-background-color has-background has-text-align-center">Sumário da obra:</h3>



<h3 style="padding-left: 15px;">Introdução </h3>



<p style="padding-left: 15px;"><strong>(Natureza, objeto e história da teologia filosófica)</strong></p>



<p style="padding-left: 60px;">1. Definição da teologia filosófica<br>2. Denominações do tratado sobre Deus<br>3. Anotações históricas sobre a teologia filosófica<br>4. O método da teologia filosófica<br>5. Condições preliminares ao estudo de Deus</p>



<h3 style="padding-left: 15px;">Primeira Parte</h3>



<p style="padding-left: 15px;"><strong>(Fenomenologia do sagrado e da religião)</strong></p>



<h4 style="padding-left: 60px;">Capítulo I: O sagrado</h4>



<p style="padding-left: 75px;"><strong>Preâmbulo</strong><br>1. Definição do sagrado<br>2. A transcendentalidade do sagrado<br>3. Percepção e representação do sagrado<br>4. Desenvolvimento da consciência do sagrado<br>5. Eclipse do sagrado: a secularização</p>



<h4 style="padding-left: 60px;">Capítulo II: A religião</h4>



<p style="padding-left: 75px;">1. Importância e amplitude do fenômeno religioso<br>2. Definição e esséncia da religião<br>3. Aprofundamento do conceito de essência da religião<br>4. Os elementos constitutivos da religião</p>



<p style="padding-left: 95px;">4.1. O mito<br>4.2. O rito<br>4.3. &nbsp;As leis</p>



<p style="padding-left: 75px;">5. O fundamento da religião</p>



<h4 style="padding-left: 60px;">Capitulo III: A crítica à religião</h4>



<p style="padding-left: 75px;">I. A crítica iluminista<br>1. Baruch Spinoza<br>2. David Hume<br>3. Gotthold Ephraim Lessing<br>4. Immanuel Kant<br>5. Georg Wilhelm Friedrich Hegel<br>II. A análise fenomenológica<br>6. e Origem e natureza da religião, segundo os historiadores<br>7. A essência da religião, segundo os filósofos da religião<br>8. Origem e funções da religião, segundo os sociólogos<br>9. Origem e funções da religião, segundo os psicólogos<br>10. Essência e valor da religião, segundo os teólogos</p>



<h4 style="padding-left: 60px;">Capítulo IV: O ateísmo. Conceito, história, causas, razões</h4>



<p style="padding-left: 75px;">I. Os conceitos de ateísmo, agnosticismo, indiferença religiosa, impiedade<br>II. As razões do ateísmo<br>III. A gênese do ateísmo moderno<br>IV. Desenvolvimentos e principais linhas do ateísmo<br>1. O ateísmo antropológico: Feuerbach e Nietzsche<br>2. O ateísmo cientifco: Auguste Comte<br>3. O ateísmo sociopolítico: Karl Marx<br>4. O ateísmo semântico: Carnap, Ayer, Flew<br>5. O ateísmo teológico: a “teologia da morte de Deus”<br>6. O ateísmo utópico: Ernst Bloch<br>7. O ateísmo niilista: Albert Carmus</p>



<h3 style="padding-left: 15px;">Segunda Parte</h3>



<p style="padding-left: 15px;"><strong>(Teologia filosófica)</strong></p>



<h4 style="padding-left: 60px;">Capítulo V: As provas da existência de Deus: necessidade, estrutura, valor história</h4>



<p style="padding-left: 75px;">1. O objetivo das provas<br>2. A importância necessidade das provas<br>3. A estrutura das provas<br>4. Os pressupostos das provas<br>5. O alcance das provas<br>6. Mapa histórico das provas da existência de Deus<br>7. Classificação das provas<br>8. Origem da ideia de Deus</p>



<h4 style="padding-left: 60px;">Capítulo VI: As provas ontológicas</h4>



<p style="padding-left: 75px;">I. A prova ontológica de santo Anselmo<br>II. A prova ontológica de santo Tomás de Aquino<br>1. O conceito tomista de ser<br>2. As formulações da prova ontológica</p>



<h4 style="padding-left: 60px;">Capítulo VII: As provas cosmológicas: as Cinco Vias</h4>



<p style="padding-left: 75px;">1. A estrutura das cinco vias<br>2. Exame das Cinco Vias ou provas da existência de Deus<br>Conclusão</p>



<h4 style="padding-left: 60px;">Capítulo VIII: As provas antropológicas</h4>



<p style="padding-left: 75px;">1. O argumento da “verdade”<br>2. O argumento da “dever”<br>3. O argumento da “autotranscedência”<br>4. O argumento da “cultura”<br>5. O argumento dos “valores”<br>6. O argumento da “linguagem”<br>7. O argumento da “dignidade da pessoa”<br>8. O homem, prova antropológica da existência de Deus<br>9. O valor das provas da existência de Deus<br>Conclusão</p>



<h4 style="padding-left: 60px;">Capítulo IX: Inefabilidade de Deus: o problema da linguagem teológica</h4>



<p style="padding-left: 75px;">I. A inefabilidade de Deus, no pensamento dos Padres e dos escolásticos<br>1. A posição do Pseudo-Dionísio<br>2. A posição do santo Agostinho<br>3. A posição do santo Tomás<br>4. A posição de Occam<br>5. A posição de Eckhardt e de Cusano<br>II. A inefabilidade de Deus, no pensamento contemporâneo<br>6. A posição do primeiro Wittgenstein<br>7. A posição de Carnap<br>8. A posição de Ayer<br>9. A posição do segundo Wittgenstein<br>10. A posição dos analistas de Oxford<br>11. A disputa em torno do problema da “falsificabilidade”<br>12. O problema da linguagem religiosa e a teologia<br>III. Comprovação da linguagem teológica<br>13. Possibilidades e limites da linguagem religiosa<br>14. Conclusão</p>



<h4 style="padding-left: 60px;">Capítulo X: A face de Deus: sua natureza e seus atributos</h4>



<p style="padding-left: 75px;">I. A face divina de Deus<br>1. Esseidade ou plenitude de Deus<br>2. Espírito<br>3. Pessoa<br>II. A face humana de Deus<br>4. As manifestações da face humana de Deus<br>Conclusão</p>



<h4 style="padding-left: 60px;">Capítulo XI: As obras de Deus: a criação e a providência</h4>



<p style="padding-left: 75px;">I. A criação<br>1. A contribuição de Clemente de Alexandria ao conceito de criação<br>2. A contribuição de santo Agostinho<br>3. A contribuição de santo Tomás de Aquino<br>4. Entre criação e evolução não há oposição<br>5. Alguns aspectos da criação<br>II. A providência<br>6. A providência segundo a Bíblia e a tradição<br>7. Outros argumentos para reconhecer a providência<br>8. As objeções contra a providência<br>Conclusão</p>



<h4 style="padding-left: 60px;">Capítulo XII: Liberdade divina e liberdade humana</h4>



<p style="padding-left: 75px;">1. O tema da liberdade em Marx, Nietzsche e Sartre<br>2.&nbsp;<span data-tooltip-position="top" data-tooltip="O artigo desta postagem é um excerto deste tópico.">Natureza da liberdade</span><br>3. A liberdade divina, fundamento último da liberdade humana<br>Conclusão</p>



<h4 style="padding-left: 60px;">Capítulo XIII: O homem, “ícone” de Deus</h4>



<p style="padding-left: 75px;">1. A pessoa e as suas propriedades<br>2. Sentido da autotranscendência e definição do projeto-homem<br>3. O homem, ícone de Deus<br>4. A ética da iconicidade</p>



<br>



<p class="has-background has-very-light-gray-background-color"><a id="Notas" href="#Epigrafe"><img loading="lazy" decoding="async" width="17" height="14" class="wp-image-16646" style="width: 17px;" src="https://culturadefato.com.br/wp-content/uploads/2020/07/Subir_FundoCinza.jpg" alt="Subir com fundo cinza"></a> <strong>Notas da Editoria:</strong><br><br><strong>1</strong>. Imagem da capa: “<em>By the Open Door</em>” (1928), de Nikolai Astrup (1880 &#8211; 1928).<br><strong>2</strong>. Este artigo foi originalmente publicado em 9 de agosto de 2020. A data de 13 de maio de 2024 corresponde à última edição.</p>



<br>
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			</item>
		<item>
		<title>Direitos humanos só para “companheiros”</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Percival Puggina]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 07 Feb 2024 03:08:37 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Filosofia e História]]></category>
		<category><![CDATA[Ateísmo]]></category>
		<category><![CDATA[Dignidade Humana]]></category>
		<category><![CDATA[Judaico-cristã]]></category>
		<category><![CDATA[Marxismo]]></category>
		<category><![CDATA[Materialismo]]></category>
		<category><![CDATA[Papa Bento XVI]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>“Quem vive em situação de carência mental, material ou física tem, como pessoa, dignidade igual à da mais eminente celebridade e à da mais justa e generosa das criaturas.”</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="has-text-align-center" id="Epigrafe"><em><strong><sup>*</sup></strong> Reforce o entendimento e compreenda mais, assistindo ao <a href="#Video">vídeo</a> disponível no término deste artigo.</em></p>



<hr class="wp-block-separator has-alpha-channel-opacity is-style-wide"/>



<br>



<p class="has-drop-cap">Estávamos num programa de debates sobre direitos humanos. Lá pelas tantas, um dos meus interlocutores falou em “dignidade da pessoa humana“. Eu os sabia marxistas e, portanto, materialistas. Perguntei-lhes, então, como um desafio: qual o fundamento da dignidade da pessoa humana?</p>



<p>Sabia que essa questão coloca o materialismo e seus adeptos num beco sem saída. Para respondê-la, o microfone correu a mesa. Falaram, falaram e nem de longe trataram do tema. Quando retornou a mim, chamei a atenção para o fato de que não haviam me dado qualquer resposta. Mencionada por materialistas, a dignidade da pessoa humana é mera retórica.</p>



<p>Ante a provocação que fiz, um deles saiu-se com esta: “O fundamento da dignidade da pessoa humana é a reciprocidade nas relações”. Ora, salta aos olhos que a reciprocidade, vale dizer, a equidade nas relações e trocas interpessoais e sociais, pode ser, em alguns casos, fundamento da justiça, mas nem de longe serve como alicerce para a dignidade do ser humano. Em determinadas situações talvez seja apenas consequência.</p>



<p>Entendamos. Quem vive em situação de carência mental, material ou física tem, como pessoa, dignidade igual à da mais eminente celebridade e à da mais justa e generosa das criaturas. E em quase nada pode o desvalido contribuir para a tal reciprocidade. Exigi-la em certos casos pode ser puro e duro egoísmo. Há ocasiões e que a reciprocidade, como critério de justiça, se fundamenta na dignidade da pessoa humana, mas o que nela se sustenta não lhe pode servir, também, como suporte.</p>



<p>Enfim, a questão que propus é irrespondível pelo materialismo. Se tudo é matéria, instinto e razão, o ser humano é apenas o mais complexo dos animais. E somente isso. Resulta, assim, meramente retórica toda menção que marxistas façam à dignidade humana. A prova provada me veio logo após, quando, tendo eu comentado a animalização conceitual da pessoa, se vista apenas como ser material, meu interlocutor da ocasião afirmou que “os animais também têm dignidade”. Foi ou não uma rendição? Homem e bicho é tudo a mesma coisa? Animais merecem respeito, mas a eminente dignidade, fundamento das melhores constituições, quem a tem é o ser humano.</p>



<p>Há muito proponho essa questão em debates e ainda não encontrei um materialista que fizesse a respeito dela qualquer afirmação consistente. Falam sobre direitos humanos como parte de uma agenda muito mais ideológica do que efetivamente humana. O humanismo sem Deus é um humanismo desumano, reafirmou recentemente <span data-tooltip-position="top" data-tooltip="Joseph Aloisius Ratzinger (1927 -2022), exerceu o pontificado de 19 de abril de 2005 a 28 de fevereiro de 2013. Nasceu em Marktl na Alemanha em 1927.">Bento XVI</span> na encíclica <em><a href="https://www.vatican.va/content/benedict-xvi/pt/encyclicals/documents/hf_ben-xvi_enc_20090629_caritas-in-veritate.html" target="_blank" rel="noreferrer noopener nofollow">Caritas in Veritate</a></em>. Com efeito, somente o revelado à tradição judaico-cristã satisfaz como resposta à questão contida no primeiro parágrafo deste artigo. É por isso que nela se fundamenta toda uma civilização e o que há de melhor em sua cultura: o homem é imagem e semelhança de Deus, e objeto de Seu amor.</p>



<p>Alguém poderá dizer: “Eu sou ateu e trato com respeito os meus semelhantes“. Sei disso, no entanto, é preciso perceber: a conduta civilizada que independe de identitarismos tem base cultural. <a href="https://culturadefato.com.br/o-que-e-cultura/#Cristianismo">É a cultura de uma civilização que herdou princípios da preciosa fonte judaico-cristã</a>. Reinstituir os identitarismos é, por assim dizer, um retorno ao paganismo.</p>



<br>



<p class="has-text-align-right">Por <a href="https://culturadefato.com.br/author/percivalpuggina/">Percival Puggina</a>.<br>Publicado no <em><a href="http://www.puggina.org/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">website</a></em> do autor em 5 de fevereiro de 2024.</p>



<br>



<p class="has-background has-very-light-gray-background-color"><strong>Nota da editoria:</strong><br><br>Imagem da capa: “<em>Her eyes are with her thoughts and they are far away</em>” (1897), por Sir Lawrence Alma-Tadema (1836 &#8211; 1912).</p>



<br>



<hr class="wp-block-separator has-alpha-channel-opacity is-style-dots"/>



<br>



<h3 class="wp-block-heading has-text-align-center" id="Video">Em complemento, assista ao vídeo intitulado: <em>Você pode ser bom sem Deus? </em><a href="#Epigrafe"><img loading="lazy" decoding="async" width="14" height="10" class="wp-image-105" style="width: 14px;" src="https://culturadefato.com.br/wp-content/uploads/2020/06/Subir.jpg" alt="Subir"></a></h3>



<br>



<figure class="wp-block-embed is-type-video is-provider-youtube wp-block-embed-youtube wp-embed-aspect-16-9 wp-has-aspect-ratio"><div class="wp-block-embed__wrapper">
<iframe loading="lazy" title="Você pode ser bom sem Deus?" width="640" height="360" src="https://www.youtube.com/embed/Wkut2GQetFs?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe>
</div></figure>



<br>

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		<title>A civilização do prazer</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Gustavo Corção]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 14 Dec 2023 03:00:07 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Filosofia e História]]></category>
		<category><![CDATA[Ateísmo]]></category>
		<category><![CDATA[Cardeal Alfrink]]></category>
		<category><![CDATA[Cristianismo]]></category>
		<category><![CDATA[Moralidade]]></category>
		<category><![CDATA[Sexualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Sínodo]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>“Muita gente até hoje não aprendeu que a Astronomia é um conhecimento inferior à Sabedoria: seu objeto, pelo fato de serem sóis e galáxias a dançarem numa distância de trinta milhões de anos-luz, ou mais, nem por isso é ontologicamente superior, à entomologia, que estuda formigas, cigarras e demais insetos prodigiosamente dotados de vida.”</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p class="has-text-align-center">“<em>Não mordas um prazer antes de ver se não há algum anzol escondido nele.</em>”<br>Thomas Jefferson (1743 &#8211; 1826), terceiro presidente dos Estados Unidos.</p>



<hr class="wp-block-separator has-alpha-channel-opacity is-style-wide"/>



<br>



<p class="has-drop-cap">Qualquer pessoa medianamente dotada e ainda não dopada pelo imperativo de um otimismo que é julgado hoje virtude máxima, e máxima lucidez, qualquer pessoa, em suma, que ainda não esteja possessa pelo&nbsp;<em>Sistema</em>, já percebeu que vive dentro de uma decomposição civilizacional cuja característica principal é a de um furioso hedonismo. Todos querem sentir, o minuto que passa, a golfada de ar que respira, a curva que faz a sessenta ou oitenta quilômetros numa rua movimentada. A fisionomia da juventude em tal clima é curiosamente apática, em contradição com o frenesi das reações, e quase se pode garantir que nunca houve em toda a história do mundo uma humanidade tão destituída de gosto e de prazer. Este paradoxo é aliás a bem conhecida contradição moral do prazer: o primeiro de seus malogros é a perda do prazer. Seria, porém, um engano tirar daí uma conclusão tranquilizadora firmada na suposição de que tal malogro corrigirá o extraviado. Ao contrário, exaspera-o.</p>



<p>De onde vem esse extravio moral. Em cada indivíduo a moléstia procede de pequenas e primárias opções subversivas em que, por uma antiga dolência, essa alma volta sua preferência para as coisas exteriores e inferiores; e, deixando-se dominar, torna-se depressa escravo delas. A conquista das coisas inferiores nos afaga ao mesmo tempo o orgulho e a concupiscência, ao contrário do alcance das coisas do alto que nos aprimoram a humanidade e o gosto da sabedoria. O praticante da moral do prazer se torna grosseiro, embotado, às vezes enganosamente aprimorado na conquista de tais bens, e inevitavelmente, como já vimos, se torna exigente de doses maiores, de prazeres mais violentos.</p>



<p>Dias atrás dizia-me alguém com bem fundado estupor:</p>



<blockquote class="wp-block-quote is-style-default is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow">
<p><em>“Quando a onda do sexo passar, e os impotentes de amor descobrirem a enjoada monotonia do sexo sem amor, sem grande amor, passarão a matar. A matar em grupos. Comunitariamente. Haverá cursilhos para ensinar a matar sem ódio, como hoje se ensina o sexo sem amor”.</em></p>
</blockquote>



<p>Como terá começado o fenômeno coletivo, civilizacional, que hoje tornou o Juízo Final assunto de café-em-pé? Creio que já abordei este assunto aqui e ali dúzias de vezes. É uma de minhas obsessões em resposta ao obsessivo rumo do mundo. Pode-se dizer que a história sofreu esta trágica deflexão no século em que os homens afirmaram um novo humanismo afrontosamente autônomo, como se fossem deuses, e afrontosamente afirmou uma nova religião de seu invento, onde Deus entrará somente como objeto indireto e remoto.</p>



<p class="img-direita"><a href="https://culturadefato.com.br/o-hedonismo-sexual-e-a-destruicao-das-civilizacoes/"><img loading="lazy" decoding="async" width="522" height="301" class="wp-image-18933" src="https://culturadefato.com.br/wp-content/uploads/2023/12/DestruicaoSodomaGomorra_JohnMartin_TamanhoPequeno.jpg" alt="Obra “A destruição de Sodoma e Gomorra” (1852), por John Martin (1789 – 1854). Tamanho pequeno com cantos esfumaçados."></a>Neste tempo que apenas trouxe a eclosão de uma longa e misteriosa carga de ressentimentos acumulados, o orgulho do homem foi espicaçado pelo dilatado domínio das coisas exteriores e inferiores trazido pelas ciências. Muita gente até hoje não aprendeu que a Astronomia é um conhecimento inferior à Sabedoria: seu objeto, pelo fato de serem sóis e galáxias a dançarem numa distância de trinta milhões de anos-luz, ou mais, nem por isso é ontologicamente superior, à entomologia, que estuda formigas, cigarras e demais insetos prodigiosamente dotados de&nbsp;<em>vida</em>. Certamente espantarei alguém, ou confirmarei em alguém a hipótese já alimentada de minha insensatez, se disser que o cientificismo pós-renascentista foi um dos primeiros afluentes desta subversão torrencial cuja pororoca já se ouvem os rugidos. A especulação sobre as coisas inferiores, mas facilmente saborosa que a especulação sobre as coisas do alto, que pedem virtudes e dons, trouxe consigo o domínio efetivo, sobre as mesmas coisas materiais. A austera Ciência brindou-nos com a Técnica. A Técnica presenteou-nos com o delírio das sensações fortes , matar 200.000 habitantes de Hiroshima num segundo, ou ir à Lua como programa de televisão.</p>



<p>Eu já escrevi em&nbsp;<em>Fronteiras da Técnica</em>&nbsp;que a técnica é uma das glórias do homem, e que o domínio dos elementos é um direito de seus títulos. Racionalidade. Imagem e Semelhança de Deus. Mas também já escrevei e torno a escrever que certa catástrofe da história, como a querer repetir coletivamente o Pecado Original, nos trouxe a subversão cujos efeitos hoje nos afligem.</p>



<p>Não a todos; evidentemente, se a aflição consciente fosse geral esse temor assim difundido já seria o começo de uma sabedoria convalescente. Infelizmente, estamos muito longe de tal difusão. Entre os homens simples, ainda não deformados pela radioatividade da explosão nuclear do&nbsp;<em>eu&nbsp;</em>humano na Renascença e na Reforma, encontram-se muitos que já são sensíveis ao temor e tremor que andam nas almas sensíveis. Mas a maior aberração de nosso tempo não está nas exposições de pornografia , não está na busca desenfreada do prazer sob todas as formas, não está no alastramento do ateísmo que ganhou título de mentalidade oficial em mais da metade do mundo. Não, a maior aberração de nosso tempo está no entusiasmo com que os homens de Igreja aplaudem o dito mundo moderno e ainda censuram à Igreja a falta de tato de não ser atraente para os moços que correm atrás do prazer. Não invento, nem li tal disparate em discurso de algum vigário de Mato Grosso. Li essa queixa em&nbsp;<em>Le Monde</em>, que, com isto, exaltava o queixoso: o <span data-tooltip-position="top" data-tooltip="Bernardus Johannes Alfrink (1900 - 1987),  cardeal holandês da Igreja Católica. Ele serviu como arcebispo de Utrecht de 1955 a 1975, e foi promovido ao cardinalato em 1960.">Cardeal Alfrink</span>. Eis as palavras aladas do Cardeal holandês:</p>



<blockquote class="wp-block-quote is-style-default is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow">
<p><em>“Como explicar que a Igreja se mostre tão pouco atraente para os homens de nossa época? Os moços que andam à procura de Deus raramente se dirigem à Igreja? Por quê? Que fazer? Não deveríamos nós indagar se não somos nós que obscurecemos a mensagem evangélica?”</em></p>
</blockquote>



<p>Respondo ao Cardeal holandês e a todos os outros que dizem coisa parecida, com o atrevimento de atribuir à Igreja verdadeira, à Tradição, aos Santos, à Nossa Senhora, ao Sangue de Cristo a fisionomia que os homens de nossa época acham pouco atraente.</p>



<p>E respondo dizendo: a Igreja verdadeira parece ter-se apagado como a estrela dos Magos, e em lugar de sua santa visibilidade vê-se um <a href="https://culturadefato.com.br/o-que-e-um-sinodo/">Sínodo</a>, e dentro dele veem-se e ouvem-se os senhores cardeais e arcebispos que se inculcam como Igreja, e que publicam, difundem, com grande aparato, tamanho e tão repulsivo amontoado de asneiras. Acrescento ainda uma resposta especial à pergunta: “Que fazer?” O programa mínimo que o pobre homem de nosso tempo ainda espera é a lealdade de dizer que a Igreja não é isto que fala pela boca dos Alfrinks, dos Arns, e outros duzentos. Como ninguém diz, e estou velho demais para fazer tais cerimônias, digo-o eu: eles mesmos dizem aos berros que já não são católicos e se envergonham de um dia terem pertencido a uma Igreja que não acompanha as orgia dos moços e dos velhos; eles querem agradar aos homens, ainda que isto os leve ao desprezo de Deus.</p>



<br>



<p class="has-text-align-right">Por&nbsp;<a href="https://culturadefato.com.br/author/gustavocorcao/">Gustavo Corção</a>&nbsp;(1896 – 1978).<br>Texto obtido no&nbsp;<em>website&nbsp;</em>do&nbsp;<em><a href="https://permanencia.org.br/drupal/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Movimento Permanência</a></em>.</p>



<br>



<p class="has-background has-very-light-gray-background-color"><strong>Nota do editor:</strong><br><br>A imagem da capa ilustra um recorte da seção: “<em>A tentação e a expulsão</em>”, pertencente ao extenso afresco concebido por <span data-tooltip-position="top" data-tooltip="Michelangelo di Lodovico Buonarroti Simoni  (1475 - 1564): pintor, escultor, poeta e arquiteto italiano.">Michelangelo</span> (1475 – 1564). na <a href="http://www.vatican.va/various/cappelle/sistina_vr/index.html" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><span data-tooltip-position="top" data-tooltip="Clique neste ''link'' para realizar uma visita virtual na Capela Sistina.">Capela Sistina</span></a>.</p>



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<h2 class="wp-block-heading has-text-align-center">Mais do autor:</h2>



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<section id="gm83f2698" class="wp-block-gutentor-m0 alignfull section-gm83f2698 gutentor-module gutentor-module-carousel has-color-bg has-custom-bg gutentor-slick-a-default-desktop gutentor-slick-a-default-tablet gutentor-slick-a-default-mobile"><div class="grid-container"><div class="gutentor-module-carousel-row" data-dots="false" data-dotstablet="false" data-dotsmobile="false" data-arrows="true" data-arrowstablet="true" data-arrowsmobile="true" data-infinite="true" data-autoplay="true" data-draggable="true" data-pauseonfocus="true" data-pauseonhover="true" data-autoplayspeed="4500" data-cmondesktop="false" data-cmontablet="false" data-cmonmobile="false" data-nextarrow="fas fa-angle-right" data-prevarrow="fas fa-angle-left" data-arrowspositiondesktop="gutentor-slick-a-default-desktop" data-arrowspositiontablet="gutentor-slick-a-default-tablet" data-arrowspositionmobile="gutentor-slick-a-default-mobile" data-speed="300" data-slideitemdesktop="2" data-slideitemtablet="3" data-slideitemmobile="2" data-slidescroll-desktop="2" data-slidescroll-tablet="3" data-slidescroll-mobile="2">
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<p class="has-text-align-center"><a href="https://culturadefato.com.br/postagens-selecionadas-do-telegram-marco-de-2023/"></a><br><a href="https://culturadefato.com.br/o-meu-proprio-cadaver/">O meu próprio cadáver</a></p>
</div></div>



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<p class="has-text-align-center"><a href="https://culturadefato.com.br/postagens-selecionadas-do-telegram-marco-de-2023/"></a><br><a href="https://culturadefato.com.br/karl-marx-e-sata/">Karl Marx e Satã</a></p>
</div></div>



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<p class="has-text-align-center"><br><a href="https://culturadefato.com.br/o-pessimismo-de-freud/">O pessimismo de Freud</a></p>
</div></div>



<div id="col-gm2acc5f" class="wp-block-gutentor-m0-col col-gm2acc5f gutentor-carousel-item"><div id="section-gm2acc5f" class="section-gm2acc5f gutentor-col-wrap has-color-bg has-custom-bg">
<div id="section-g015d59" class="wp-block-gutentor-e6 section-g015d59 gutentor-element gutentor-element-image text-align-center-desktop"><div class="gutentor-element-image-box"><a class="gutentor-element-image-link" href="https://culturadefato.com.br/a-patria/"><div class="gutentor-image-thumb"><img decoding="async" class="normal-image" src="https://culturadefato.com.br/wp-content/uploads/2021/09/APatria_PedroBruno.jpg" alt="Obra &quot;A pátria&quot; (1909), de Pedro Paulo Bruno (1888 - 1949)." /></div></a></div></div>



<p class="has-text-align-center"><a href="https://culturadefato.com.br/postagens-selecionadas-do-telegram-marco-de-2023/"></a><br><a href="https://culturadefato.com.br/a-patria/">A Pátria</a></p>
</div></div>



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<p class="has-text-align-center"><a href="https://culturadefato.com.br/postagens-selecionadas-do-telegram-marco-de-2023/"></a><br><a href="https://culturadefato.com.br/a-imortalidade/">A Imortalidade</a></p>
</div></div>



<div id="col-gmf3540c" class="wp-block-gutentor-m0-col col-gmf3540c gutentor-carousel-item"><div id="section-gmf3540c" class="section-gmf3540c gutentor-col-wrap has-color-bg has-custom-bg">
<div id="section-gfca3fd" class="wp-block-gutentor-e6 section-gfca3fd gutentor-element gutentor-element-image text-align-center-desktop"><div class="gutentor-element-image-box"><a class="gutentor-element-image-link" href="https://culturadefato.com.br/os-meninos-se-matam/"><div class="gutentor-image-thumb"><img decoding="async" class="normal-image" src="https://culturadefato.com.br/wp-content/uploads/2021/01/OGrito.jpg" alt="Obra: &quot;O Grito&quot;, por Edvard Munch (1863 - 1944)." /></div></a></div></div>



<p class="has-text-align-center"><br><a href="https://culturadefato.com.br/os-meninos-se-matam/">Os meninos se matam</a></p>
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<div id="section-g72acab" class="wp-block-gutentor-e6 section-g72acab gutentor-element gutentor-element-image gutentor-enabled-width text-align-center-desktop"><div class="gutentor-element-image-box"><a class="gutentor-element-image-link" href="https://culturadefato.com.br/a-casa/"><div class="gutentor-image-thumb"><img decoding="async" class="normal-image" src="https://culturadefato.com.br/wp-content/uploads/2020/10/CenaDeFamiliaRecorte.jpg" alt="Recorte da obra: &quot;Cena de Família&quot;, por Adolfo Augusto Pinto. Óleo sobre tela (1891)." /></div></a></div></div>



<p class="has-text-align-center"><br><a href="https://culturadefato.com.br/a-casa/">A casa</a></p>
</div></div>
</div></div></section>



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		<item>
		<title>Cristão e comunista?</title>
		<link>https://culturadefato.com.br/cristao-e-comunista/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Percival Puggina]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 13 Nov 2023 04:15:33 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Filosofia e História]]></category>
		<category><![CDATA[Ateísmo]]></category>
		<category><![CDATA[Comunismo]]></category>
		<category><![CDATA[Cristão]]></category>
		<category><![CDATA[Karl Marx]]></category>
		<category><![CDATA[Manifesto Comunista]]></category>
		<category><![CDATA[Marxismo]]></category>
		<category><![CDATA[Materialismo]]></category>
		<category><![CDATA[Roger Garaudy]]></category>
		<category><![CDATA[Socialismo]]></category>
		<category><![CDATA[Teilhard de Chardin]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>“Existem, de fato, coisas inconcebíveis. Uma delas é ser cristão e comunista. É perfeitamente possível ser cristão, é perfeitamente possível ser marxista ou comunista, mas resulta impraticável assumir, ao mesmo tempo, as duas condições.”</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="has-text-align-center">“<em>Pois há modo melhor de esconder as intenções de alguém que as</em><br><em>descreva como as intenções de seu inimigo?</em>”<br><span data-tooltip-position="top" data-tooltip="Roger Scruton (1944 – 2020). filósofo e escritor inglês.">Roger Scruton</span> (1944 – 2020)</p>



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<p class="has-drop-cap">Imagine um círculo quadrado. Não conseguiu? Tente uma mistura homogênea de água e azeite. Nada? Quem sabe, então, o velho <span data-tooltip-position="top" data-tooltip="Revolucionário socialista, nascido em 1818 em Tréveris (Prússia) e falecido em 1883 na cidade de Londres (Reino Unido).">Karl Marx</span> desfiando o terço, piedosamente, numa procissão de Corpus Christi? Difícil, não é mesmo?</p>



<p>Existem, de fato, coisas inconcebíveis. Uma delas é ser cristão e comunista. É perfeitamente possível ser cristão, é perfeitamente possível ser marxista ou comunista, mas resulta impraticável assumir, ao mesmo tempo, as duas condições. Cristãos-comunistas são um sincretismo tentado por <span data-tooltip-position="top" data-tooltip="Pe. Pierre Teilhard de Chardin (1881 - 1955), padre jesuíta, teólogo, filósofo e paleontólogo francês que tentou construir uma visão integradora entre ciência e teologia.">Teilhard de Chardin</span>, que dizia adorar “<em>em espírito e verdade o Deus para cima dos cristãos e o Deus para frente dos marxistas</em>”, como se os Evangelhos fossem uma espécie de minuta do <a href="https://culturadefato.com.br/downloads/politica_e_economia/2020/manifesto-comunista.pdf" target="_blank" rel="noreferrer noopener nofollow">Manifesto Comunista</a>, transformado em Pentecostes tardio. E o Espírito Santo foi pegar logo um ateu para completar a Revelação&#8230; Querer o comunismo e não dar esse nome ao que querem – tipo utopia ou socialismo – tampouco resolve essa encrenca.</p>



<p>Não deixa de ser sintomático que tal mancebia espiritual acabe sendo assumida, sempre, por alguns cristãos e jamais pelos marxistas. Em vez de estes encontrarem Cristo, são aqueles que se deixam seduzir por Marx, numa espécie de perversão da conversão, ou, para dizer como os psicólogos, padecendo de uma síndrome de personalidade dissociativa (dupla personalidade). <span data-tooltip-position="top" data-tooltip="Roger Garaudy (1913 - 2012), filósofo francês, guerrilheiro da Resistência Francesa e escritor comunista. Converteu-se ao islã em 1982. Em 1998, foi condenado por negacionismo do Holocausto pela lei francesa por alegar que a morte de seis milhões de judeus era um ''mito''.">Roger Garaudy</span>, marxista, foi muito claro e honesto quanto a isso ao proclamar “<em>Non possumus</em>”, ou seja, “não podemos” conciliar nossas esperanças.</p>



<p>Ademais, não faz sentido aos cristãos se enfeitarem com o adjetivo marxista ou abraçarem o comunismo quando o próprio Cristo e seus seguidores são rejeitados como ópio do povo pelos discípulos do velho Karl. Se não por coerência, ao menos por dignidade e respeito a tantos mártires, essa conjugação absurda deveria ser refugada pelos cristãos.</p>



<p>A obra de Marx é um conjunto unitário que engloba uma política, uma economia, uma antropologia e uma sociologia, num encarte filosófico totalmente divergente do Cristianismo e que hoje domina o pensamento acadêmico. Assim, por exemplo, o materialismo dialético, que leva ao materialismo científico, é a base dogmática irrecusável do marxismo. Pode o cristão, à luz de sua fé, aceitar o materialismo dialético: “tudo é matéria, a matéria é eterna e não criada, a consciência é o grau superior da matéria”? Pode um cristão inteligente aceitar o materialismo histórico, dito científico, que na verdade é apenas ideológico, antimetafísico e enganoso, quando resultaram em equívoco todas as previsões feitas a partir dele?</p>



<p>A mística marxista afronta o cristão. Assim, a “salvação” é a construção da sociedade sem classes; o “pecado original” é a propriedade; a “Igreja” é o partido. Parece-lhe pouco? Pois existem outras diferenças radicais entre a caridade cristã e a praxis marxista, entre a ética cristã e a justificação dos meios pelos fins (defendida por <span data-tooltip-position="top" data-tooltip="Vladimir Ilyich Ulyanov (1870 - 1924), revolucionário comunista, político e teórico político russo.">Lênin</span> em <em><a href="http://www.marxisme.fr/download/Lenine_Textes_sur_la_jeunesse.pdf" target="_blank" rel="noreferrer noopener nofollow">Les taches des unions de la jeunesse</a></em>), sem esquecer o abismo que separa os respectivos conceitos sobre trabalho, propriedade, luta de classes, liberdade e justiça. Basta?</p>



<p>Apequenam sua fé os cristãos que se socorrem de Marx. Ou vestiram pele de cordeiro.</p>



<br>



<p class="has-text-align-right">Por <a href="https://culturadefato.com.br/author/percivalpuggina/">Percival Puggina</a>.<br>Publicado no <em><a href="http://www.puggina.org/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">website</a></em> do autor em 12 de novembro de 2023.</p>



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<p class="has-background has-very-light-gray-background-color"><strong>Notas da editoria:</strong><br><br>Imagem da capa: “<em><a href="https://fineartamerica.com/featured/1-view-from-notre-dame-natasha-mylius.html" target="_blank" rel="noreferrer noopener nofollow">Vista de Notre Dame</a></em>” (2020), por <a href="https://fineartamerica.com/profiles/artlicensing" target="_blank" rel="noreferrer noopener nofollow">Natasha Mylius</a>.<br><br>A pintura de Mylius foca uma gárgula da Catedral de Notre-Dame (Paris, França). O termo gárgula é originário da palavra francesa <em>gargouille</em>, que significa “garganta” ou “gargalo”. Na arquitetura gótica, são as partes mais salientes das calhas, servindo como desaguadouros e possibilitando o escoamento das águas pluviais a certa distância das paredes. Acredita-se que as gárgulas em formatos monstruosos eram colocadas nas catedrais medievais para indicar que o demônio nunca dorme, exigindo a vigilância contínua das pessoas, mesmo nos locais sagrados.</p>



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